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O Diário dos Corvos

um estudo em vermelho

2018
O Diário
M a t edos
m a tCorvos
i ca
um estudo em vermelho

Por
O corvo Imprudente
PRÉFACIO

Esse diário foi criado com o propósito de compreender


e desenvolver o conhecimento adquirido nesse tempo.
Com a finalidade de analisar, organizar e estabelecer
a Sabedoria.

- Uma das primícias das obras de Deus. - [...]´´ Desde


a eternidade fui ungida, desde o princípio, antes do
começo da terra.``

(provérbios 8:22-36)
Sumário

INTRODUÇÃO ............................................
- MATEMÁTICA BÁSICA ...............................
OPERÇÕES BÁSICAS ...............................
POTENCIAÇÃO E RADIAÇÃO ..................
EXPRESSÕES NUMÉRICAS ....................
MÚLTIPLOS, DIVISORES, MDC, MMC .....
OPERAÇÕES BÁSICAS EM POLINÔMIOS
NOTAÇÃO CIENTÍFICA ..............................
EXPRESSÕES ALGÉBRICAS E FATORA-
ÇÃO ALGÉBRICA .......................................
EQUAÇÃO DO 1° GRAU.............................
TEORIA DOS CONJUNTOS........................
CONJUNTOS NUMÉRICOS.......................
INTERVALOS REAIS..................................
SISTEMA DE EQUAÇÃO DO 1° GRAU.....
EQUAÇÃO DO 2° GRAU............................
OUTROS SISTEMAS DE EQUAÇÃO........
EQUAÇÕES IRRACIONAIS........................
REGRA DE TRÊS.......................................
RAZÕES E PROPORÇÕES.......................
SISTEMA DE MEDIDA...............................
PORCENTAGEM........................................
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS
- ÁLGEBRA ...................................................
TEORIA DAS FUNÇÕES.............................
FUNÇÃO DO 1° GRAU................................
FUNÇÃO DO 2° GRAU................................
INEQUAÇÃO -1° GRAU..............................
INEQUAÇÃO -2° GRAU, SISTEMAS,PRO-
DUTOS, QUOCIENTE................................
FUNÇÃO EXPONENCIAL..........................
LOGARITIMOS- DEFINIÇÃO E PROPRIE-
DADES.......................................................
LOGARITMOS - FUNÇÃO, EQUAÇÕES
E INEQUAÇÕES.......................................
FUNÇÃO MODULAR................................
P.A. e P.G. - PROGRESSÃO ARITMÉTICA
P.A. e P.G. - PROGRESSÃO GEOMÉTRICA
MATRIZES E DETERMINANTES............
PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES
SISTEMAS LINEARES.............................
ANÁLISE COMBINATÓRIA......................
BINÔMIO DE NEWTON..........................
PROBABILIDADE...................................
NÚMEROS COMPLEXOS .....................
POLINÔMIOS.........................................
MATEMÁTICA FINANCEIRA .................
- ESTATÍSTICA .............................................
CONCEITOS BÁSICOS, FREQUÊNCIAS E
GRÁFICOS .................................................
MEDIDAS PARA DADOS SIMPLES ..........
MEDIDAS PARA DADOS AGRUPADOS....
- TRIGONOMETRIA .....................................
TRIÂNGULO RETÂNGULO .......................
CÍRCULO ...................................................
EQUAÇÕES TRIGONOMETRICAS...........
FÓRMULAS TRIGONOMÉTRICAS ..........
INEQUAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS .....
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS .............
- GEOMETRIA ..............................................
:. PLANA .......................................................
ÂNGULO ...................................................
RETÂNGULO ...........................................
SEMELHANÇA ........................................
QUADRILÁTEROS NOTÁVEIS ..............
POLÍGONOS REGULARES ...................
CÍRCULO E CIRCUNFERÊNCIA............
RECAPITULAÇÃO DE GEOMETRIA
PLANA ....................................................
:. ESPACIAL ...............................................
GEOMETRIA ESPACIAL DE POSIÇÃO..
PRISMA ..................................................
CILINDRO ..............................................
PIRÂMIDE ..............................................
CONES ...................................................
ESFERAS ...............................................
TRONCOS ..............................................
POLIEDROS ...........................................
SIMETRIAS ............................................
:. ANALÍTICA ...............................................
CONCEITO BÁSICO ................................
ESTUDO DAS RETAS .............................
FÓRMULAS DE DISTÂNCIA DE ÁREA...
CIRCUNFERÊNCIA.................................
POSIÇÃO RELATIVA ..............................
CÔNICAS.................................................
- LÓGICA ....................................................
RACIOCÍNIO LÓGICO .............................
RACIOCÍNIO LÓGICO EM ARGUMENTOS
LÓGICA PROPOSICIONAL .....................
A matemática é ciência que estuda aquilo que gover-
na o mundo [números]. Através de suas medidas, pro-
porção, tamanhos; Apurando a Lógica [dedutiva].

A Matemática seria uma das línguas mas antigas do


mundo. Com ela estabelecemos laços, prevemos pre-
juízos e organizamos ideias.

A Matemática é uma ciência que, entre outras


atribuições, lança mão da lógica para a resolução de
problemas e desenvolvimento de teses e hipóteses.

Pitágoras de Samos já dizia séculos atrás que: “Os


números governam o mundo.” O significado dessa frase
é grandioso e abrangente, haja vista que afirma que a
Matemática está presente nas mais diversas situações
do nosso cotidiano. Essa ciência volta-se ao estudo,
compreensão e sistematização de fenômenos mod-
elados por números, expressões, algoritmos e formas
geométricas. O homem, ao longo dos anos, utilizou a
Matemática como ferramenta para facilitar a organi-
zação e a estruturação de processos, desde o ato banal
de contar ovelhas em um campo ao ato de calcular o
diâmetro do planeta Terra.

A Matemática é uma ciência sustentada pelas cor-


relações que fazemos. Um exemplo disso é o sistema
de numeração decimal, que foi concebido na base 10
porque possuímos 10 dedos nos pés e também nas
mãos. Ela também determina e comprova a existência
ou a não existência de determinado fenômeno ou situ-
ação.
Podemos citar como exemplo o critério de existência
de um triângulo, em que as medidas dos lados dessa
forma geométrica não podem acontecer de forma ale-
atória. Para um triângulo existir, ele precisa obedecer à
seguinte condição: um de seus lados sempre deve ser
maior que a diferença dos outros dois lados e menor
que a soma dos outros dois lados.

Na Matemática, para que um argumento seja verda-


deiro, ele deve apresentar um modelo matemático que
o oriente. Esse argumento será defendido ou contesta-
do por meio de axiomas (verdades absolutas), teo-
remas, hipóteses, teses e deduções.

Não existe uma data exata para a origem da Matemáti-


ca, pois essa ciência foi concebida ao longo de muito
anos. Suas descobertas foram motivadas por necessi-
dades da humanidade ao longo da história, como o
controle do tempo e o entendimento dos ciclos da lua
e da frequência das marés, entre muitos outros fatos
que foram vitais para o progresso da sociedade.
Nos dias de hoje, entender a matemática como algo
implícito ou explícito em diversos contextos torna o
indivíduo capaz de planejar e organizar situações di-
versas. A Matemática insere-se no grupo das ciências
exatas e possui como objetivos:

. Fazer com o que o indivíduo transforme o


mundo à sua volta;

. Desenvolver a capacidade de solucionar problemas;


. Estimular o interesse e a curiosidade;

. Desenvolver as habilidades qualitativas e


quantitativas, estabelecendo as devidas relações;

. Identificar e organizar as situações para emitir


uma opinião critica;

. Estabelecer a comunicação matemática por


meio dos instrumentos que essa ciência utiliza.

A Matemática pode apresentar divisões e subdivisões


de formas distintas. Uma dessas formas é dividi-la em
quatro grandes grupos, que são:

Espaço e forma: Estudamos formas e estruturas


geométricas aprendendo como calculá-las e dimen-
sioná-las. Os conteúdos relacionados com o espaço e a
forma são divididos da seguinte forma:

. Localização, figuras bidimensionais e tridimensi-


onais;
. Propriedade dos triângulos;
. Relações dos quadriláteros;
. Cálculo da área e do perímetro de figuras geo-
métricas;
. Identificação e operações com ângulos;
. Propriedade dos polígonos;
. Coordenadas cartesianas;
. Relações métricas do triângulo, do circulo e da
circunferência;
. Relações trigonométricas.
Grandezas e medidas: Usadas para determinar pa-
drões de medida para os diversos tipos de grandezas,
como velocidade, tempo, capacidade, densidade, vol-
ume, entre outros. Nesse seguimento, os conteúdos de
Matemática abrangem os seguintes aspectos:

. Cálculo do perímetro de figuras planas;


. Problemas relacionados com o cálculo de área;
. Noções de unidades de medida;
. Transformações de unidades de medida;
. Relações entre as unidades de medida.

Número e operações / álgebra e funções: Nesse eixo


temático, a Matemática está relacionada com a álge-
bra e com os números. Podemos destacar os seguintes
conteúdos:

. Contagem;
. Conjuntos;
. Números naturais e suas operações;
. Números inteiros e suas operações;
. Números racionais e suas operações;
. Números reais e suas operações;
. Números complexos e suas operações;
. Números irracionais;
. Frações e seus tipos;
. Números decimais e suas operações;
. Polinômios;
. Potenciação;
. Radicais e suas operações;
. Porcentagem;
. Matemática financeira;
. Grandezas direta e inversamente proporcionais;
. Progressões numéricas;
. Expressão numérica;
. Expressão algébrica;
. Equações;
. Inequação;
. Sistemas;
. Funções.

Tratamento da informação: Usamos o tratamento da


informação para estabelecer padrões de análise que
podem ser comparativos ou não. Esse grupo está rela-
cionado com os conteúdos:

. Tipos de tabelas;
. Tipos de gráficos;
. Confecção de tabelas;
. Confecção de gráficos;
. Interpretação de tabelas e de gráficos;
. Análise dos dados contidos em tabelas e gráficos.
M a t e m a t i ca
B a s i c a
[ Sistema Decimal ]

. Operações básicas

[ Sistema decimal ]

O sistema decimal seria um padrão de numeração


baseado na contagem. Seguindo a característica de
contagem, base decimal [de dez em dez] e valor posi-
cional [dependendo da posição do símbolo varia de
quantidade].

A base decimal seria representada pelos Algarismos


[símbolos]: 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9

O valor posicional seria representado por:

. Unidade [baseado em 1]
. Dezena [baseado em 10]
. Centena [baseado em 100]
. Unidade de milhar [baseado em 1000]
. Dezena de milhar [baseado em 10.000]
. Centena de milhar [baseado em 100.000]
. Unidade de milhão [baseado em 1.000.000]
. Dezena de milhão [baseado em 10.000.000]
[Adição em N]

A adição é uma operação matemática que tem a ideia


de unir algarismos/ acrecentar uma quantidade. Rep-
resentada pelo símbolo [+];
Nomenclatura: Parcela + Parcela = soma/total.

ex: 135+324 = 459

: . A adição possui uma propriedade/regra que


diz que a ordem das parcelas não alteram
o resultado.

: . Quando um problema presentar na sua estrutura


um valor maior, represente o valor posicional
e exemplifique a destribuição de valores;
[Seria o ´´emprestar de uma casa``]

[Subtração em N]

A subtração é uma operação matemática que tem a


ideia de retirar algarismos. Representado pelo símbolo
[-]; Nomenclatura: Minuendo [-] Subtraindo = diferença/
resto

ex: 324-112 = 212

: . A subtração possui uma propriedade/regra que


diz que a ordem tanto do minuendo quanto do
subtraindo altera a subtração da diferença
(ou do resto).
: . Na subtração o maior valor vem primeiro
e o menor depois.

[Multiplicação em N]

A multiplicação é uma operação matemática que tem


a ideia de expressar o aumento de quantidades, aonde
a base de um valor é multiplicada por x vezes. Com
uma finalidade de reduzir a operação da adição. Rep-
resentado pelo símbolo [x/.].
Nomenclatura: Fator [.] Fator = a Produto

ex: 324.3 = 972

: . A multiplicação possui uma propriedade/regra


que diz que a ordem dos fatores não alteram
o resultado do produto.

: . A multiplicação possui uma propriedade distribu-


tiva. Ou seja: A multiplicação opera dentro de fato-
res sendo formados por adição/subtração;
ex: A . ( B + C ) = A.B + A.C
5 . (4+7) = 5 . 4 + 5 . 7 = 20 + 35 = 55

[Divisão em N]

A divisão é uma operação matemática que divide al-


garismos. Representado pelo símbolo [/].
Nomenclatura: Dividendo = divisor . quociente + resto
ex: 45/5 = 9
[prova real: 45= 5.9+0]

ex2:

78 / 6
- 6 13
18
-18

Lógica da divisão

. começar por partes ...


Quantas vezes o 6 cabe no 7?
-1
. com o valor obtido, multiplique o divisor
- 1.6 = 6
. o resultado obtido passa para o resto subtraindo
. Ao subtrair, pege o próximo valor e trabalhe em
cima dele decendo para formar um novo número
- 18
. Com esse novo resultado obtido no resto divida ele
pelo divisor
- 18/6
. Acrescentar a nova resposta ao quociente
-3
. Multiplicar o novo valor acrescentado ao quociente
pelo
valor do divisor
- 3.6 = 18
. E com o valor obtido subtrai o valor até não sobrar
resto.
: . A divisão pode acontecer de duas formas:
. divisão exata [que não deixa resto resultando
em um número inteiro]
. divisão não exata[aonde o resto é diferente
de zero]

: . A divisão de zero por um número qualquer é


sempre zero.
: . Não existe divisão por zero
: . A divisão possui uma propriedade distributiva
[em casos específicos]. Aonde a soma aparece
no lugar do dividendo [nesse caso, sim] Agora
se estiver ocupado o lugar do divisor [nesse
caso, não].
ex: (12+6)/3 = 12/3 + 6/3 = 4+2 = 6

/Nt - Algorítmo seria a armação da conta.

[Adição e Subtração em Z]

A Adição, em relação ao conjunto Z [o conjunto dos


números inteiros {... -2,-1 , 0 , 1, 2 ... }] pode ser apli-
cada com a ferramenta da reta numérica [o zero é o
norte. Ao seu lado esquerdo se encontra o lado nega-
tivo; E ao lado direito se encontra o lado positivo].

E a Subtração, em relação ao conjunto Z, pode ser


aplicada da mesma maneira.

__|__|__|_ |__|__|__|__|__|__|__|__|__
. . . -04 -03 -02 -01 0 01 02 03 04 . . .
ex:

+6 + 4= 10
+ 2 - 5= -03
- 5 + 4= -01
- 2 - 5= 03

: . Operações com parênteses

+(+)=+
+(-) = -
-(+) = -
- (-) = +

ex: +10+(+23)=+33
+20-(+12)=+20-12=+8

[Multiplicação e Divisão em Z]

Em relação a isso precisamos entender as regras de


sinais da multiplicação pois irá valer tanto para um
como para outra.

: . Regras de Sinais

+.+=+
+.-=-
-.+=-
-.-=+
ex:

+4 . (+2) = +8
+4 . (-2) = - 8
+18/(+3) = +6
-18/(+3) = - 6

: . Propriedade distributiva

10 . (24 + 10) = 10.24 + 10.10 = 240 + 100 = 340


-10 . (-24 + 10) = -10.-24 + -10.10 = +240 -100= 140

[ Adição e Subtração em Q ]

A Adição e subtração, em relação ao conjunto Q [o


conjunto dos números racionais {a/b, a, b E Z, b é dif-
erente de 0}] que ocorre geralmente com qualquer
número que possa ser escrito na forma de fração, onde
o numerador e o denominador são números inteiros.
Nomenclatura: o número de cima representa o numer-
ador e o de baixo (da fração) representa o denomina-
dora.

ex:

1+1= 3 + 5 =8 = 4
10 6 30 30 30 15

-3 - 3 = -27 + 6 = - 33 = - 11
4 18 36 36 36 12
: . O traço da fração representa uma divisão; A onde o
inteiro é dividido por partes

: . A outra forma de resolver a Adição e Subtração em Q


seria: Multiplicar os denominadores, dividir pelo de baixo,
multiplicar pelo de cima, e ir simplificando a fração.

. Dividir por partes iguais [através do MMC, coloca-


ndo o denominador de forma equivalente].
. O MMC dos denominadores de 13 e 6 é equiva-
lente a 30
. Com isso, multiplica o numerador de acordo
com o resultado do denominador. Se o denomi-
nador deu 30 significa que para ele te se tornado
30 o 10 foi multiplicado por 3. E se o denomina-
dor foi multiplicado o numerador precisa também
ser multiplicado de acordo com o resultado.
6.? =30 =?=5
. Resumino com o valor obtido pelo MMC divide pelo
de baixo e multiplica pelo de cima.

[ Multiplicação em Q ]

A multiplicação de duas frações se baseia em multiplicar


Numerador com numerador e denominador com denomi-
nador. [Sempre análise a fração para ver se pode reduzir]
ex:

1.1= 1
5 6 30

2.3= 6 =1
3 . 4 12 2

-3.5= -3
5 7 7

2 . -5 = - 10
9 3 27

[ Divisão em Q ]

A Divisão ocorre através da fração inversa.

: . Se existem duas frações sendo dividida se con-


serva a primeira e multiplica pelo inverso da se-
gunda.

ex:
1
5 1 6 6
1 5 1 5
6
-2
3 -2 3 -1
4 3 4 2
3

2 2 4 8
1 1 1
4

[ Operações básicas em Q (Decimais) ]

Os números decimais seria relaiconado a ´´,``;


: . Na divisão o 0, [alguma coisa] multiplica por 10.
Da mesma forma o valor dentro do parênteses
: . Múltiplos de 10. Andar com a vírgula[direita] de
acordo com a quantidade do zero.
ex: 3,78 . 1000 = 378,0 = 3780
: . Divisão de 10. Andar com a vírgula[esquerda] de
acordo com a quantidade do zero.
ex: 3,78 . 1000 = 0,00378

ex:

1,35 + 32,4 = 33,75


32,4 - 1,35 = 31,05
1,35 . 34,4 = 46,44
0,3/(-15)= - 3/150 = 0,02
[ Potenciação e Radiação ]

[ Potenciação em N ]

A potenciação é uma operação matemática que


simplifica a multiplicação. Representado pelo símbolo
n
[a ]. Nomenclatura: Base elevado ao expoente =
aonde o expoente vai ser a quantidade de vezes repre-
sentada na base.

ex:
2
3 = 3.3 = 9
23 = 2.2.2 = 8

: . Nomenclatura de potênciação: Quadrado, Cu-


bo, Quarta ... etc;
: . Uma base qualquer elevada a zero sempre será
um;
: . E uma base zero elevado a qualquer número será
sempre zero;
: .Uma base um elevada a qualquer expoente
será sempre um;
: . E qualquer base elevada a um será sempre ela
mesma.
: . A Base dez é igual a soma do expoente que
resultará na quantidade de zero.
O Pronome seria a classe de palavras que se baseia
na substituição de um substantivo. Uma espécie de
título que a Senhora de todas as coisas, possa vim a
ter. E o pronome está classificado em:

[ Radiciação em N ]

A radiciação é uma operação matemática inversa da


operação da potenciação;
Nomenclatura:

n = Indíce da raíz = expoente da potenciação


b [dentro da raíz] = radicando
n n
Fórmula: b = a <=> a = b
3
A raíz cubica de 8 é 2; Porque 2 =8
2
A raíz quadrada de 9 é 3; Porque 3 =9
4
A raíz quarta de 10.000 é 10; Porque 10 = 10000

ex:

Raíz quadrada de 64 = 8
Raíz quadrada de 81 = 9
Raíz quinta de 32 = 2

. Para se resolver a Radiciação é necessario análisar


que número elevado ao indíce da raíz(2) dará o ra-
8
dicando(64); 2 = 64
: . O índice da raíz precisa ser natural diferente
de zero [n e N*]

: . A Raíz de zero de qualquer indíce será sempre


Zero.
: . A Raíz enêsima de qualquer número com o radi-
cando um sempre será um.

[ Potenciação e Radiciação em Z ]

* Potenciação
1
(-2) =-2
2
(-2) =(-2).(-2)= 4
3
(-2) =(-2).(-2).(-2)=-8
4
(-2) =16

: . O valor da base influência na ´´potência`` [Par/Ím-


par] Se o expoente for par o resultado dará um va-
lor positivo.
Se o expoente for ímpa o resultado dará um valor
negativo.
4 4
: . Há uma diferença entre os valores: -2 e (-2) ;
No primeiro exemplo apenas o dois está sendo
elevado. Já no segundo tudo o que está presente
dentro do parênteses está sendo elevado.
O resultado será -16 [Negativo] e +16 [Positivo];
* Radiciação

-1 = não existe presente no conjunto Z


3
-1 = -1

: . Para se resolver a raíz é necessário se questionar :


Que número elevado ao cubo da -1?
3
-1 = (-1).(-1).(-1)= -1
: . Quando a base/n negativo e o expoente é par, o re-
sultado não existirá; E quando o índice é ímpar o
resultado será negativo;

[ Potenciação e Radiciação em Q ]

* Potenciação
2
1 = 1.1 = 1
2 7 7 49
3
-2 = -2.-2.-2 = 8
3 3 3 3 27
4
1 = 1.1.1.1 = 1
10 10 10 10 10 10000

: . Na potenciação há uma fração elevado por um


expoente que destruibui tanto para o numerador
como para o denominador.
* Radiciação

1 1
=
4 2

9 3
=
64 8

3 8
= -23
27

: . Na radiciação a raíz distruibui tanto para o


denominador como para o numerador. Se
tira a raiz de cima e depois a de baixo.

[ Potenciação em R ]

: . No caso da potenciação no conjunto R, é apli-


cada na operação para tornar o expoente ne-
gativo em positivo. Invertendo a base.

: . Se há à presença de um expoente negativo,


inverte a base para o expoente se torna po-
sitivo
-n 1 n
a =
a
ex:
2
-2 1 1
3= 3 = 9

-3 3
2 2 125
5 = 5 = 8

[ Radiciação em R ]

: . No caso do expoente francionário, conserva a


base com uma raíz e o Numerador assume o
papel de expoente da base. E o denominador
assume o papel de Indíce da Raíz.

1
2 1
9 = 9 = 3

ex:
-2
3
(-8) = 3
(-8)2 = 3
64 = 4

1 1
2 1 2 1 1 1 1
9= 9 = 9 = 9 = 3

-2 2
3 3
-1 3 -1 2 3 1 1
(-8) = 8 = 8
= 64 = 4
[ Radiciação em R ]

: . A propriedade da Radiciação diz que se há duas


propriedades de mesmo indíce sendo multiplicada
conserva a raíz junto com o indíce e multiplica
quem está dentro.

ex:

4 . 9 = 36 com o resultado de ambos da para


colocar a prova se a centença é verdadeira
[2.3=6].

12 =
2 2
- Fatore o 12 = 2.3 = 2 = 3= 2 3

3
8232 =

- Fatore o 8232
3 3 3 3 3 3 3 3 3 3
2 . 3. 7 = 2 . 3 . 7 = 2 . 3 . 7 = 14 3

[ Propriedades de Potenciação ]

1. Produtos de potência de mesma base


m+n
Fórmula: am. an = a 5
3 2
ex: (2 ) . (2 )= (2.2.2).(2.2) = 2
: . Uma potência seria o produto da base por ela
mesma de acordo com o expoente;

2. Divisão de potência de mesma base


m-n
Fórmula: am = a
an
5
2 2 2 2 2 2
ex: = =
2
2
23 2 2 2

: . Na divisão de potências de mesma base basta


subtrair os expoentes

3. Potência de Potência
mn m.n
Fórmula: (a ) = a
2 2 2 2 6
ex: (5 )3 = 5. 5 . 5 = 5

: . Multiplica os expoentes

4. Produto de potência de mesmo expoente


n n n
Fórmula: (a.b) = a . b
3
ex: 23. 33 = (2.2.2).(3.3.3)= (2.3).(2.3)= (2.3)

: . Utilizar a propriedade da distributiva da


multiplicação.
5. Divisão de potência de mesmo expoente
n n
Fórmula: ab = an
b

23 2 . 2 .2 2.2.2. 23
ex: = 3 .3 .3
= 3 3 3 = 3
33

: . Distribuir expoente

6. Potência mcom expoente racional


Fórmula: a n = n am
1
0,5 2 1
ex: 4 = 4 = 4 =2
3 6 6 2
ex2: 2 = 23 = 2

7. Potência com expoente negativo


-n 1
Fórmula: a = a
-n n n
a b = b
=
b a an
-3 3 3
2 5 = 5 = 125
5 = 2 23 8

: . O expoente negativo vai inverter a base

Nt - Quando houver :
n
(-a) diferente de -an
2
ex: (-2) = 4
2
ex: -2 = -4
m n n
m
(a ) diferente de a

ex: (23)2 = 2 6 = 64
2
ex: 2 3 = 2 9 = 512
: . Multiplica os expoentes
[ Propriedade de Radiciação ]

1. A multiplicação de raízes
Fórmula: n a . n b = n a . b

1 1 n
a . b = an . bn = (a.b) = a. b

3 3 3 3
2 . 4 = 2. 4 = 8 = 2

2. A divisão de raízes
Fórmula: n a n a
=
n b
b
1
a 1
n a n n a
= =
1 b b
b
n

36 36 6
= =
25 25 5

3. expoentes m 1 m m
Fórmula: n a a a n
= n
a
m = = = am
n n

2
2
5 = 5 = 5
2
3 2 = 3
2 = 2 4
4.
Fórmula: n
a
m = n
a
m = n
p. a
m.p

m m.p
a a n m.p
= =
n n.p p. a

3 = 3.4 = 8
2 4 2 12

5. Raíz de Raíz
Fórmula: n m = n.m a
a

1
n m n m a1 a1 n.m
a = a = m = n.m = a
n

2.2 4
3 = 3 = 3

[ Dica: Simplificação de índice (fatoração e radiciação) ]

. Raíz quadrada exata [Quadrado]


2 2 2
1 = 1 5 = 25 9 = 81
2 2 2
2 = 4 6 = 36 10 = 100
2 2
3 = 9 7 = 49
2 2
4 = 16 8 = 64
2 2 2
11 = 121 15 = 225 19 = 361
2 2 2
12 = 144 16 = 256 20 = 400
2 2
13 = 169 17 = 289
2 2
14 = 196 18 = 324

. Unidade dos quadrados


Os números que terminam nessas unidade 0, 1, 4,
5, 6, 9 podem ser quadrados exatos;

Há números que não tem a raíz quadrada exata


mais da para o decompor

ex: 28 = 2. 7
2
=
2
2. 7 = 2 7

[ Fatore ]

20 = 4. 5 = 2 5

80 = 16 . 5 = 4 5

. Cubos
3 3 3
1 = 1 5 = 125 9 = 729
3 3 3
2 = 8 6 = 216 10 = 1000
3 3
3 = 27 7 = 343
3 3
4 = 64 8 = 512
ex:

3 3 3
250 = 2125 = 5 2

3 3 3.2 3
250 = 5 = 5 2

3 3 3
192 = 64.3 = 4 3

[ Expressão Numérica ]

. Ordem e Resolução

A Expressão numérica seria o conjunto de expreções


fundamentais [Potênciação, Radiciação, Soma, Sub-
tração, Multiplicação e divisão] aonde engloba uma
série de operaçãoes.

Para desenvolver os cálculos dentro da expressão


númerica é necessário seguir um caminho. Uma or-
dem:

1. Potenciação e Radiciação
Multiplicação e Divisão
Soma e Subtração

2. Parênteses ( )
Colchetes [ ]
Chaves { }
ex:

15.2-30/(3+7) =
15.2-30/10 =
30-30/10=
30-3=
27

2
(2+8) / {8+[2. 121 - (4.5)]} =
2
10 / { 8+ [ 2. 121 - (4.5) ]} =
2
10 / { 8+ [ 2. 121 - 20 ]} =
2
10 / { 8+ [ 2. 11-20 ]} =
2
10 / { 8+ [ 22-20 ]} =
2
10 / { 8+2 } =
2
10 / 10 =
100 / 10 =
10
[ Múltiplos, Divisores, MDC e MMC ]

. Múltiplos e divisores, números primos

Os múltiplos podem ser rempresentado pela


expressão [´´n``]; que começa do zero e
parte do próprio número de forma crescente.
ex: 2n; 3n ...

2n = {0,2,4,6,8,10...}

Já os divisores podem ser prepresentado


pela expressão [´´D``]; que começa com
o um e termina com o próprio número
[de forma decrescente].
ex: D(2); D(20);

D(18) = {1,2,3,6,9,18}

Os números primos seriam um conjunto que tem


como divisor aqueles que podem ser divididos
pelo número próprio e o um;
ex: {2,3,5,7,11,13,17,19,23...}

/Nt - O dois é o único número primo que é par.


Por dividir por um e por ele msmo;
. Critério de divisibilidade

: . Para facilitar o cálculo

: . Para o número ser dividido por [0,2,4,6,8] ele


precisará terminar em um algarismo par;
: . Para o número ser divisível por [3], os algaris-
mos precisam na sua soma dar um múltiplo de
três;
: . Para o número ser divisível por [4], quando ele
termina [00/ os dois últimos algarismos formam
o múltiplo de 4];
: . Para o número ser divisível por [5], quando ele
termina em [0/5];
: . Para o número ser divisível por [6], ele precisa
ser divisível por 2/6 simultâneamente;
: . Para o número ser divisível por [7], o último
algarismo do número precisa ser multiplicado
por 2. Depois os algarismos que sobraram da
conta devem ser subtraidos pelo resultado do
algarismo que foi multiplicado por 2. [ Ex: 4080,
o 0.2 e o 408 subtrai o múltiplo de2;
: .Para o número ser divisível por [8] os três últi-
mos algarismos precisam ser o múltiplo de oito.
: . Para o número ser divisível por [9] a soma dos
algarismos precisam resultar em um múltiplo de 9;
: . Para o número ser divisível por [10] ele precisa
terminar em zero.
ex:

4080 [divisível por: 2,3,4,5,6,8,10]


50932 [divisível por: 2,4,7]
. Fatoração

A fatoração seria uma ferramenta da matemática


que escrever o número natural como produto do
número primo.

ex:
- Processo para números baixos
2
20 = 45 = 2 . 5
2
18 = 2.9 = 2 . 3

- Processo para números altos

30 2
15 3
5 5
1

: . 30 = 2.3.5

630 2
315 3
105 3
35 5
77
1
2
: . 630 = 2.3 .5.7
/ Nt - Os números na fatoração são divididos pelos
números primos.

. Máximo divisor comum (MDC)

Seria um processo da matemática que busca


o máximo divisor comum de determinados
grupo de números.

D(12) = {1,2,3,4,6,12}
D(18) = {1,2,3,6,9,18}

Os divisores comuns entre o 12 e 18 seria:


{1,2,3,6}
MDC(12,18)= 6

ex:

12,18 2*
6,9 2
3,9 3*
1,3 3
1,1

mdc (12,18)=6
. Mínimo múltiplo comum (MMC)

Seria um processo da matemática que busca


o mínimo múltiplo comum de determinados
grupo de números.

M(2) = {2,4,6,8,10,12,14,16,18...}
M(3) = {3,6,9,12,15,18,21...}

Os múltiplos comuns entre 2 e 3 seria:


{6,12,18}
MMC(2,3) = 6

ex:

30,36 2
15,18 2
15,9 3
5,3 3
5,1 5
1,1
2 2
mmc (30,36)= 2. 3 .5 = 180
[ Número de divisores de um número natural ]

. Quantidade de divisores

Os divisores podem apresentar no seu conjunto


determinda quantidade de divisores.

Os números naturais pode ser escrito na forma


faturada [decomposição de números primos];

O ´´n``seria um número natural que pode ser


escrito em fatoração. Aonde cada fator apa-
X Y Z
rece um número primo. n = 2 .3 . 5 . ...

O número ´´n``, terá a quantidade de divisores atra-


vés do produto do expoente dos números primos
somados a uma unidade de cada um.
= (x+1).(y+1).(z+1). ...
[ Isso seria o produto do expoente somado a uma
unidade]

A quantidade de divisores do número ´´n`` seria


a multiplicação dos produtos dos expoentes.

ex:

12=4.3

: . 4 não é primo. A quantidades de divisores pede


um Número primo. Então é necessário converter
o 4 em um primo...
2
12= 2 .3

: . Em seguida os exponte dos números primos


será somado com +1

* n(12) = (2+1).(1+1)

: . Em seguida multiplica

n(12) = 3.2
n(12) = 6

Logo o número 12 tem ao todo seis divisores.


: . D(12) = {1,2,3,4,6,12 }

. Os divisores do número 20
2 1
20 = 2 . 5 [forma fatorada]

Os números acima apresentam uma potências


e apartir disso você conclui os números primos
que irão aparecer nas potências.

2
ao todo1
o2 [2 ] tem três potências:
0
2 -2 -2
1
e 0o [51 ] tem duas potências:
5 -5
E apartir disso se tem

3.2=6

* n(20) = (2+1).(1+1) = 6
D(20) = {1,2,4,5,10,20}

/Nt - Princípio multiplicativo da análise combina-


tória.

: . O um se soma para encontrar um aleatório.


O ´´um`` que soma os outros seria o expoente
zero.
: . Para se encontrar os divisores pares anula o
um que soma o ´´2``.

ex:

180 = 9.20
2
180 = 3 .4.5
2 2 1
180 = 2 .3 .5

*n(180) = (2+1).(2+1).(1+1)= 18

N de divisores pares = 2.3.2 = 12


N de divisores ímpares = 6
[ Operações básicas com polinômios ]

. Adição e Subtração [polinômios]

: . Os polinômios são expressões que contêm letras e


números. Com subtrações, adições etc;

: . E dentro dos polinômios existe expressões espe-


cíficas:

- um termo [monômio]
ex: 4l

- dois termos [binômio]


ex: +
1 3
xy z2
- três termos [trinômio]
ex: + 3x -1
2
x
- quatro termos/mais [polinômio]

: . As letras encontradas dentro do polinômio é


chamada de variável.

: . O cálculo só acontece com termos semelhantes


[em relação a soma e a subtração]
: . Valor numérico
ex:
2
x +3x-1 [x=1]
2
2 +3.1-1
1+3.1-1
1+3-1
4-1
3

ex:

5x+2x=7x
2 2 2 2
2y -4y +10y = 8y
2
3x+2y+x

. Multiplicação e Divisão [polinômios]

Na multiplicação, primeiro: Multiplicar os números.


E segundo: Multiplicar as variáveis.

ex:
3 2
-7y .(+2y ) =
3 2
-7.(+2). y . y =
5
- 14y
2
x(x - 2)=
2
x.x - 2x=
x 3 - 2x
2 3 4 5
6a .(-2a )+7a .(+3a)-a =
5
-12a + 21a5-a5 =
8a5

A divisão seria a mesma coisa da multiplicação.

ex:
7 5
-15x / (+3x )=
2
- 5x
5 2 1
40a b = - 4a3 b
-10a2 b

Fração algébrica [Frações que contêm variáveis no


denominador]

ex:

4 1
=
x xy

: . Para se tirar o mmc de variáveis é necessário


igualar as variáveis
4.y = 1 = 4y-1
x.y x.y x.y

2y 1(x+y) 2y+x+y 3y+x


2 1 = + = y.(x+y) = y.(x+y)
x+y + y y.(x.y) y.(x.y)

[Frações, Decimais e Dízimas]

. Definição e Simplificação [Frações]

A Fração seria a representação de cada parte dividida


de um todo. Em sua nomenclatura, o número que apa-
rece em cima da linha da divisão se chama numerador,
e ele representa a parte que foi considerada. Já o
número que aparece em baixo da linha da divisão se
chama denominador, e ele representa o todo.

: . Quando o número de cima é menor que o número


de baixo a fração recebe o nome de própria.
ex: 2
5

: . Quando o número de cima é maior que o número


de baixo a fração recebe o nome de imprópria.
ex: 56
: . Quando o número de cima é um multiplo do número
de baixo a fração recebe o nome de aparente.
ex: 48

- frações [Identificação]

1/4 = 0,25
2/4 = 0,50
3/4 = 0,75
4/4 = 1,00
5/4 = 1,25

1/5 = 0,2
2/5 = 0,4
3/5 = 0,6
4/5 = 0,8
5/5 = 1,0
6/5 = 1,2

1/3 = 0,333...
2/3 = 0,666...
3/3 = 1,00...
4/3 = 1,333...

- Números mistos e frações impróprias [dica]


ção
Fra ópria
r Núm
Imp
7 = 1+ 3 = 1 3
e
Mist ro
o

4 4 4
7 Imprópãoria
Fraç

1 3 = 4 . 1+3 = 4
4
- Simplificações de frações

: . dividir o número de cima e de baixo com o


mesmo valor
36 = 18 = 9 = 3
48 24 12 4

. Comparação de quantidades [Fração]

Para conseguir distinguir o valor [em quantidade]


das frações, basta olhar o numerador.

ex: 1 5
7 7

: . O 1/7 é menor do que 5/7.


me
tade n
ue a me de or qu
maior q inador do
den e a m
o d e n o m om e
d inad ta-
7 6 or

12 15

: . Quando a fração apresenta diferença em


relação as quantidades. É necessário uma
análise de ambos [numerador e denomina-
dor]. Ao considerar as partes das frações
conclui-se que a maior parte é o maior em
´´quantidade``.

ex:
2 5
6 14
2
= 28 6.1
4=8
6 84 4

5
= 30
14 84

: . Nesse caso para saber a maior fração é nece-


ssário multiplicar um denominador por outro
[pelo fato de ambos serem menores que a me-
tade do denominador];

- Nt - O símbolo [: .] na matemática significa: Portan-


to.

. Racionalização de Denominadores [Fração]

É um processo aonde transforma a raíz em um


número inteiro [´´Tirando a raíz``].

ex:
2 3 2 3 3
= = =
3 3 9 3

: . Multiplicar o número de cima e de baixo pela


raíz do de baixo.
[Multiplicou a base 3.3, resulrando em 9; O
expoente continua o mesmo]
ex:
2 3 3
3
5 . 2 5 4 5 4
3 = =
2 3
2
3
23 2

: . O processo nesse caso ocorre com os ex-


poentes [pois o processo anterior só ocorre
com raíz quadrada].
Multiplica a fração original e conserva a raíz
cubica com base 2 no numerador e no deno-
minador subtrai a raíz cubica com o expoente
do 2;

: . Há casos em que o denominador além de apre-


sentar um processo de racionalização, tam-
bém apresenta mais um elemento.

ex:
3 3 . 2+ 3 6+3 3 6+3 3 6+3 3
2 2+ 3 22 3 2
4-3

Produto Notável

: . A ideia nesse caso é multiplicar o número de


cima e o de baixo pelo sinal inverso do meio.

exemplo [rápido]:
1 . 3 2 3 2 3 2
3 2
3 2 3 2 3
2
2
2
3 2

. Transformação em decimal [Fração]

: . Há duas formas de fazer essa operação;


Quando o denominador é potência de 10
[andando conforme a quantidade de zero];

3/10 = 0,3
3/1000 = 0,003
15/10 = 1,5
3,4/10 = 0,34
0,25/10 = 0,025
2/100 = 0,002
38/100= 0,38
0,417/1000 = 0,000417

: . E quando o denominador não é 10;


Nesse caso, simplifique a fração até
reduzi-la.

2
60
2 2
30 15
7,5
82 42 22

. 1/40 = 0,025
. 2/3 = 0,6666...
. Transformação de decimal em fração

: . O processo é remover a vírgula [em relação


ao numerador da fração]. Indicar o quanto
a vírgula andou [em relação ao denominador]

0,3 = 3/10
0,52 = 52/100
0,00471 = 471/100000
0,3333... = 1/3

X = 0,3333 ... . 10 =
10x = 3,333...
10x = 3+0,333...
10x = 3+x
9x = 3
3/9x = 3
x = 3/9 [simplificando]

x = 1/3
[ Notação Científica ]

A notação científica é uma ferramenta matemática


que, ou simplifica números colossais, ou simplifica
números ínfimos .
b
Fórmula : a.10

a - é um número entre 1 e 10
b - é necessário um número inteiro

ex :
3
2016 = 2,016 . 10

a = 2 [entre 1-10]
b = 3 [um número inteiro]

ex:
-3
0,003 = 3.10
-4
0,000412 = 4,12.10
-8
0,0000000186 = 1,86.10
6.400.000 = 6,4.10 -6 [Raio da terra]

/Nt. esquerda [positivo] direita [negativo]


em relação a ´´,``.
[ Expressões e fatorações algébricas ]

. Produtos Notáveis

São multiplicações/ produtos que ocorrem de


maneira direta na matemática; Geralmente
acontece com potenciações.

- Propriedade distributiva [distribuição da mul-


tiplicação]
Fórmula: a.(b+c)

: . Quadrado da soma

(a+b)2 = (a+b).(a+b) =
a 2 +ab+ab+b2 =
a 2 +2ab+b 2
/Nt - [.] Produto

o quadrado do primeiro; mais duas vezes o pri-


meiro pelo segundo; mais o quadrado do segundo

: . Quadrada da diferença

(a-b) 2 = (a-b).(a-b) =
a 2 - ab - ab - b 2 =
a2 -2ab+b 2

o quadrado do primeiro; menos duas vezes o pri-


meiro pelo segundo; mais o quadrado pelo segu-
ndo.
ex:

(x+1) 2 = (x+1).(x+1) =
x 2 +2.1+12 =
x 2 +2x+1

(x-1)2 = (x-1).(x-1) =
x 2 -2.x.1+1 2 =
x 2 - 2x+1

(2x+1) 2 = (2x) 2 +2.(2x).1+12 =


4x 2+4x + 1
2 2
(2x-1) 2 = (2x) - 2.(2x). 1+1 =
4x 2 - 4x.1

: . Produto da soma pela diferença

A mais B; vezes a menos b; a quadrado menos b


quadrado;

ex:

(a+b).(a-b) = a2 - ab + ab - b2 =
a2 - b 2
2 2
(3x+1).(3x-1)= (3x) - 1 =
9x 2 -1
- Cubo da soma

ex:
2 1
(a+b)3 = (a+b) . (a+b) =
(a 2 +2.ab+b2 ) . (a+b) =
a3 +a2 b+2a 2 b+2ab2 +b2 a+b3 =
a3 + 3a 2 b + 3ab2 + b3 =
2 3
(x+1)3 = x 3 +3x2.1+3. x.1 +1

o cubo do primeiro; mais três vezes o segundo;


mais três vezes o primeiro; vezes o segundo do
quadrado; mais o segundo ao cubo

: . desenvolvimento
3 2
= x +3x +3x+1

- Cubo da diferença seria semelhante a do cubo da


soma. É só trocar o sinal
3 3 2 2 3
(a-b) = a -3a b+3ab -b

o cubo do primeiro menos; três vezes o primeiro ao


quadrado vezes o segundo; mais três vezes o prime-
iro vezes o segundo ao quadrado; menos o cubo do
segundo.
. Fatoração [Algébrica]

A fatoração seria transformar uma soma/subtração


em um produto. Através da distributiva [e virse ver-
sa]?!

: . Fator comum

ax+ay =
colocar em evidência
a.
dividir pelo termo que colocou em evidência

: . a. (x+y) [dá para utilizar a propiedade distributiva]

a.(x+y)= ax+ay

ex: 3xy+3x = 3x.(y+1)

ex: 2x+6y = 2.(x+3y)

- o dois está oculto, 6 pode ser escrito por (2.3)

ex: 3x3 +15x-6x 2 y-9xy = 3x.(x 2 +5-2xy -3y)

rascunho: 3x3 /3x = x2 [segue o modelo]

- o três está escondido, 15 pode ser escrito na forma


de 3.5; o 6 por 3.2; e o 9 por 3.3;
: . Agrupamento

ex:

ax+ay+bx+by=
Identificar os fatores comuns; [cortar]
a.(x+y) +b.(x+y) =
(x+y). (a+b)

ex:

2ax-2ay+2bx-2by =
2a.(x-y)+2b.(x-y) =
(x-y).(2a+2b) =
(x-y). 2. (a+b)=
2. (x+y.(a+b))

. Fatoração [Algébrica]

: . O Quadrado perfeito
2 2
a2+2ab+b = (a+b)
a2-2ab+b 2 = (a-b) b
x 2 +2x+1= (x+1)2
x 2 -2x-1 = não da para fatorar
x2-2x+1= (x-1)2
4x2+12x+9= (2x+3)2- extrai a informação
: . Diferença do quadrado

a2-b2 = (a+b).(a-b)
x2-1 = (x+1).(x-1)
9x2-25 = (3x)2- 5 2= (3x+5).(3x-5)

: . Cubo cubo da soma:


3 3 2 2 3
(a+b) = a +3a b+3ab +b

ex:
[análise sempre o primeiro termo e o último termo]
3 2 3
x + 3x + 3x+1 = (x+1)

: . Cubo da diferença
3 3 2
(a-b) = a -3a b+3ab2-b 3
2
x 3-3x +3x-1= (x-1)3

3 3
ex: 8x -12x 2 y+6xy2-y = (2x-y)3

. Fatoração [Algébrica]

: . Soma de cubos [a3 +b3 é diferente de (a+b)3 ]


3 3
a +b = (a+b).(a2-ab+b2 ) = a3-a2 b+ab2
+ba^2 - bâ+b^3
3
ex: x +125= (x+5).(x2-5x+25)
: . Diferença de cubos
3 3
a - b = (a-b).(a2+ab+b2 ) = a3+a2 b+ab2 -
ba2-ab2-b 3
3 3
ex: 8y -x = (2y-x).(4y 2+2xy+x2 )

[ Equação do 1° grau ]

Equação do primeiro grau é nada mais do que uma


igualdade entre as expressões, que as transformam
em uma identidade numérica, para um ou para mais
valores atribuídos as suas variáveis [letras] elevada
a um.
Fórmula: ax+b=0

. x - variável
. a e b - coeficiente x+7= -2
x+7-7 = - 2 -7
ex: x = -2 -7
x= -9
x+3=5 S={-9}
x=2
S={2} . Nesse caso a igualdade
funciona como uma balança.
S= conjunto solução . Remover o ´´x`` da equação.
2 = raíz . Subtrair os membros.
. Igualar a balança
ex:

X+3 = 5
x= 3-5 =
x= 2
S={2}

. Outra ´´maneira`` de calcular a equação do primeiro


grau. Seria invertendo a operação, pegando o nú-
mero de uma lado e ´´passando`` para o outro.
[mais utilizada]

ex: ex: ex: ex:

X+7=-2 2x+4=10 2. (x+4)=20 3x =9


X = -2-7 2x=10-4 2x+8=20 x= 9/3 =
X = -9 2x=6 2x= 20-8= x= 3
S={-9} x= 6/2 2x= 12 S={3}
x= 3 x= 12/2 =
S= {3} x= 6
S= {6}
ex:

x/4=2
x=2.4
x=8
S={8}
Exemplos :

- 4x+8 = -10 3x-2 = x+6


-4x= 10-8 3x-x = 6+2 =
-4x= -18 2x=8=
x= -18/-4 [simplifica por 2] x= 8/2
x= 9/2 x= 4
S={9/2} S= {4}

2.(8x-6)= 12x-2 3. (x+2) = - (x+1)


16x-12 = 12x-2 3x+6 = - x-1
16x-12x = -2+12 3x+x = -1-6
4x = 10 4x = -7
x= 10/4 [simplifica por 2]= x= -7/4 [não da para simplificar]
x = 5/2 S = [-7/4]
S= {5/2}

5x-2/8 = x/1+1/1 [acrescenta os denominadores e fa-


tora o mmc entre 8 e 1 = 8]

5x-2/8 = 8.x+8/8
[cancela os denominadores mulipicando os membros
por 8]

5x-2 = 8x+8
5x-8x = 8+2
-3x= 10
x=10/-3 =
-10/3
S= -10/3
5x-2/8 + 2/1 = x-1/3=
[Identifica os denominadores e tirar o mmc entr eles,
nesse caso 24]

3x(5x-2)/24 + 48 = 8.(x-1)/24
15x-6+48 = 8x-8
15x-8x = -8+6-48
7x= -50
x= -50/7
S={-50/7}

3x-6/5 - x-1/3 = 2- 2x2/5


3.(3x-6)/15 - 5.(x-1)/15 = 30 - 3.(2x+2)/15

9x-18 - 5x+5 = 30-6x+-6


10x = 30-6+18-5
10x = 37
x= 37/10
S={37/10}

. Casos especiais

. Contradição

3x-5 = 6x+20/2
2.(3x-5) = 6x+20
6x-10 = 6x+20
6x-6x = 20+10
0 = 30
S={}

0.x=k, k é diferente de 0
. Verdade

10x-24 = 12.(x-2) -2x


10x-24 = 12x-24-2x
10x - 12x+2x = -24+24
0=0
S= {R}

0.x=0

Problemas

Geralmente as equações aparecem em casos que


envolvem problemas; Aonde se tem uma situação es-
pecífica que precisa ser transcrita em uma equação
matemática.

ex:
01

As idades de dois irmãos somadas resultam em 60


anos. O mais velho possui o dobro da idade do mais
novo.Quantos anos tem o irmão mais velhos?

/Nt - observe as palavras: resultam, somadas. Iden-


tifique o variável.

. Identificar a variável Legenda:


. Equacionar o problema idade [novo]: x
. Resolver a equação idade [velho]: 2.x
. Verificar o resultado
x+2.x = 60

3x = 60
x = 60/3
x = 20
S={20}

: . 2.x = 40 anos

02

O quádruplo de um número, adicionado de 23, resulta


na metade do mesmo número, mais 100. Que número
é esse?

. Número[x]

4x+23 = x/2 +100


4x-x/2=100-23
3,5x = 77
x = 7/2.x = 77
x = 11.2 =
x = 22

. conferir

4.22+23=11+100
88+23= 111=
111=111
03

A soma de três números inteiros consecutivos é 120.


Quanto vale o menor?

. Variável = número [x]

X+(X+1)+(X+2) = 120
3x+3 = 120
3x=120-3
3x=117
x=117/3
x= 39

: . 39, 40, 41 - o menor deles [39]

- Dicas para extrair o problema e tranduzir de forma


matemática.

- não colocar duas letras como variável em relação


a equação do primeiro grau; Confundi a lógica.

diferença e excede;

diferença = n
exceder = é um termo [que denota quantidade-maior]
ex: um número ´´excede`` à outro em n
- números consecutivos são elementos de contagem.
aonde o primeiro termo soma +1 com o anterior /
pegar o termo do meio e desenvolver a informação.
Pegando o elemento do meio e adicionar +1 e
adicionar -1;
ex: x, x+1, x+2; x-1,x ,x+1

: . Icógnita: termo matemático que denota dúvida.

[ Teoria dos Conjuntos ]

. Simbologia e representação

A teoria dos conjuntos é um ramo da matemática que


classifica os algarismos em um determinado conjunto
númerico. Representado por símbolos.

- Símbolos Lógicos [ símbolos que aparecem dentro


da teoria dos conjuntos];

. existe x . bimplicação / se, e somente se...

. Não existe x . tal que

. existe um único x

. qualquer x/ para todo x

. implica / se ... então... alguma coisa


- Representação dos conjuntos : Os conjuntos podem
ser representados através de três formas:

Por extenso contendo letra:


ex: V = {a,e,i,o,u}

Extenso representando símbolos lógicos:


ex: V= {x | x é uma vogal}
ex: V = {x C N | x 5}

Diagrama de venn

A.
B.
C.

- Pertinência: Os conjuntos também podem apresen-


tar um símbolo que representa se um determinado el-
emento pode está dentro de um conjunto ou não.

C . Pertence
C . Não pertence
- Conjunto unitário: Conjunto representado por ape-
nas um elemento. Ex: {3}

- Conjunto vázio: Conjunto que não possue elemento


Ex: { }

- Conjunto universo: Conjunto que engloba todos os


elementos possíveis [U].

- Igualdade e diferença de conjuntos

Dois conjuntos serão iguais se ambos tiverem o


mesmo elemento. Simbolo [=]

E dois conjuntos serão diferentes se um desse


conjuntos apresentarem um elemento diferente.
Simbolo [=]

ex:

C= {0,1,2,3,}
D= {x E N | x< 4}
E= {0,1,2,3,4}

C=D
C=E
D=E
- Inclusão

Seria um simbolo adicional na teoria dos conjuntos


que representa está contido em... ; não está contido
em... e entre outros.

. Está contido - Seria um simbolo adicional da


teoria dos conjuntos. Aonde elementos de
um determinado conjunto apertece também
em outro.

ex:
A= {1,2,4}
B= {0,1,2,3,4,5}

0
B. 1 2 3
A. 4
5

. Não está contido - Seria um simbolo adicional


da teoria dos conjuntos. Aonde um elemento de
um conjunto não estaria presente em outro.

ex:
A= {0,1,2,3,4,5}
B= {-1,0,1,2,3}
A. 0 B.
-1 1
2
4
3 5

. Seriaum simbolo adicional da teoria dos


conjuntos. Aonde um conjunto contém
outro.

ex:
A= {0,1,2,3}
B= {1,2}

0
A. 1

B. 2

3
. Seria um simbolo adicional da teoria dos
conjuntos. Aonde um conjunto não con-
tém em outro.

ex:
A= {0,1,2,3}
B= {1,2,4}

A. B.
0 1
4
3 2

Exemplo:

A= {0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10}
B= {0,2,4,6,8,10}
C= {1,3,5,7,9}

A B B A A B B A
A C C A A C C A
B C C B B C C B
- Operações em relação a conuntos

União - É uma operação matemática que ocorre


entre conjuntos numéricos. Tendo a ideia de unir
ambos. Representada pelo símbolo [U].
Lógica: {x | x E A ou x E B}

ex:
A= {0,1,2,3}
B= {-2,0,2,3,4}
AUB = {-2,0,1,2,3,4}

A. B.
1 0
-2
2
3
4

Intersecção - É uma operação matemática que


ocorre entre conjuntos numéricos. Tendo a ideia
de adicionar os elementos comuns entre ambos.
dLógica: {x | x E A e x E B }

ex:
A= {0,1,2,3}
B= {-2,0,2,3,4}
U
A B = {0,2,3}
A. B.
1 0
-2
2
3
4

Diferença - É uma operação matemática que ocorre


entre conjuntos numéricos. Tendo a ideia de retirar/
subtrair elementos de um determinado conjunto.
Lógica: {x | x E A e x E B}

ex:
A= {0,1,2,3}
B= {-2,0,2,3,4}
A-B = {1}

A. B.
1 0
-2
3
4
Complementar - É uma operação matemática que
ocorre entre conjuntos numéricos. Tendo a ideia de
um conjunto está contido em outro.
Lógica: {x | x E A e x E B}

ex:
A= {-2,-1,0,1,2,3} -1 -2
B= {0,1,2}
A. 1 0
CaB = {-2,-1,3}
B. 2

Problema
U
O conjunto A tem 20 elementos; A B tem 12 ele-
mentos e A U B tem 60 elementos. O número de
elementos do conjunto B é:

n(a)=20
n(A B)= 12
U
n (AUB) = 60
n(B)= 40+12=52
AUB = {1,2,3,4,5,6,7,8}
A-B = {1,3,6,7}
B-A = {4,8}
A. B.
U
A B = {2,5}
1 5 8
6
7 3 2 4

Uma escola tem 40 alunos. Destes, sabe-se que


há 25 alunos que estudam inglês e 22 que estu-
dam espanhol. Sabese também que 20 alunos
estudam ambos os idiomas.

a. Quantos alunos estudam apenas um idioma? 7


b. Quantos alunos não estudam nenhum idioma? 13

Legenda:
40 alunos
13
I. E. 25 - inglês
22 - espanhol

5 20 2
[ Conjunto numérico ]

Os conjuntos numéricos, seria a representação sim-


bólica de números classifcados em determinado con-
junto. Se baseado na teoria dos conjuntos.

Classificado em:

- Naturais: Seria conjunto numérico representado pelo


simbolo [N]; que tem a necessidade de contagem en-
globando todos os números positivos incluindo o zero.
/Nt - Tem um sentido crescente

IN = {0,1,2,3,4,5,6,7...}

subconjunto:

Não nulos representado por [N*] = {1,2,3,4,5...}


Pares representado por [Np] = {0,2,4,6,8,10...}
Ímpares representado por [Ni] = {1,3,5,7...}
Primos representado por [P] = {2,3,5,7}

- Inteiros: Seria conjunto numérico representado pelo


simbolo [Z]; E abrange o conjunto dos naturais e os
negativos.

Z = {...-2,-1,0,1,2...}

subconjunto:
Não nulos representado por [Z*] = {...-2,-1, 1,2...}
Não negativos representado por [Z+] = {0,1,2...}
Positivos representado por [Z*+] = {1,2,3...}
Não positivos representado por [Z-] = {...-2,-1,0}
Negativos representado por [Z+] ={...,-2,-1}

- Racionais: Seria conjunto numérico representado


pelo simbolo [Q]: abrange todo número que pode ser
escrito na forma de fração. Desde que...

o númerador seja um número inteiro, positivo, nega-


tivo / nulo. E o denominador seja um número inteiro,
positivo / negativo.

Q = {a/b, a E Z e B E Z*}

- Irracionais: Seria conjunto numérico de decimais não


exatos, representado por dízimas não periódicas.
Como: 2 , 3, e o número de euler [e].

- Reais: Seria conjunto numérico que uni todos os


outros.

R = Q U (irracionais)
R. I.
Q.
Z.
N.

[Intervalos Reais]

. Conceito Básico

Intervalo real, em matemática, nada mais é do que um


subconjunto dos números reais em que há um número
real entre dois extremos indicados, podendo ou não
conter aqueles extremos. Classificado em...

- Intervalo fechado: [a,b] = {x E R | a < x < b}


/Nt - bola pintada

a b R.
ex: [-2,1] = {xER | -2< x < 1}

-2 1 R.

- Intervalo aberto: ] a,b [ = {x E R | 0< x<1}


/Nt - bola vazia

-2 1 R.

ex: ]0,1[ = {xER | 0< x<1}

0 1 R.

- Intervalo fechado a esquerda e aberto a direita:


[a,b[ = {xER | a< x < b}
/Nt - bola pintada e bola aberta

a b R.

ex: [10,20[ = {xER | 10 < x < 20}

10 20 R.

- Intervalo aberto à esquerda e fechado à direita:


]a,b] = {xER | a < x < b}
/Nt - bola vazia e bola pintada.

a b R.

ex: ]2,5] = {xER | 2 < x < 5}

10 20 R.
- Outros intervalos:

[a; + [ = {xER | x> a}

8
a R.
>. [Aberto]
] - ;a ]= {xER | x<a} >. [Fechado]
8

a R.

]a, + [ = {xER| x>a}


8

a R.
] - , a [ = {xER | x<a}
8

a R.

- União e Intersecção

/Nt. Para o auxílio de ambas as operações do conjun-


to é necessário arma o varal de intersecção;

ex:
União: [-3;2] U [1;3] = [-3,3]

-3 1 2 3

[-3,2]
[ 1,3]
U
Intersecção: [-3; 2] U(ao contrário) [1;3] = [1,2]
: Seria tudo aquilo que serve para ambos ao
mesmo tempo

-3 1 2 3
[-3,2]
[ 1,3]
U

/Nt.

{} - denota elemento
[] - denota intervalo

Tira tudo o que estiver presente em b.

ex:

A= [1,4], B=[2,5] = [1,2[

1 2 4 5
A
B
A-B
[ Sistema de equação do 1° grau ]

A equação do primeiro grau seria uma expressão que


apresenta uma variável elevada por 1.

. Equação linear é um tipo de expressão que


apresenta varáveis elevado a 1 e sem multi-
plicação. Lógica: ax+by+cz=d

{ x+y = 5
x-y = 3

Encontre o resultado simultâneamente.

S= (4,1)

- Método da Adição [em relação a Sistemas line-


ares]

. Sistema de equação dois por dois. Por apre-


sentar duas equações e duas variáveis;

{ x+y = 5
x-y = 3

1. Cancele uma letra. E trabalhe apenas com um


processo. Some;

{ x+y = 5
x-y = 3
{ 2x = 8
x=8/2=
x=4

2. Substituir o ´´x`` em uma das equações [tanto faz]


para encontrar o ´´y``

4+y=5
y = 5-4
y= 1
S = {(4,1)}

ex:

{ -x+y= 4
x+y=-8 +

2y= -4
y= -4/2 =
y = -2

x+(-2)=-8
x-2=-8
x= -8+2 =
x= -6

S={(-6,-2)}
ex:

{ 2x+y=0 . 2
3x-2y= 7
~
{ 4x+2y = 0
3x-2y = 7 +

. Cancelar a letra. Através da troca de sinal. Multi-


plica

7x = 7
x= 7/7
x=1

2.1 + y=0
y= - 2

S= {(1,-2)}

ex:

{ 3x-4y = 1 .
2x-3y = 0
-2 ~
3 { - 6x+8y = 2
6x-9y = 0

-y = -2 .1
y=2

2x-6 =0
2x= 6
x = 6/2
x =3
S = {(3,2)}

/Nt. Cancela com sinais trocados


ex

{ 2x+3y = 14
5x = y +1
~
{ 2x+3y= 14
5x - y= 1 .3

2x + 3y = 14
15x - 3y = 3 +

17x = 17
x=1

2+3y = 14
3y = 14-2
3y = 12
y = 12/3
y= 4

ex

2x+5y = 14 .-7 ~ -14x +-35y = -98


7x+3y = -9 . 2 14x + 6y= -18

... [resolva]
- Método da substituição [ outra forma de calcular
o sistema de equação do tipo linear]

{ 4x+y=6
y= x +1

A variável já está pronta.

4x+x+1= 6 ex2:
5x = 6-1
5x= 5
x = 5/5
x=1
{ 3x-4y=1
2x-3y=0 -> 2x=3y

x= 3y/2
y= 1+1
y= 2 3. (3y/2) - 4y = 1

S= {[1,2]} 9y/2 - 4y= 1

0,5y= 1
1/2y= 1

y= 2.1
y= 2

x= 3. 2/2
x=3

S= {(3,2)}
{x/5 - y/6 = 4
-2x + y = -8

organizar o sistema; retirando os valores da equação;


MMC.

x/5 - y/6 = 4 -> 6x-5y/30 = 120/30

6x - 5y= 120
-2x + y= -8

/Nt - Quando a variavel estiver sozinha fica mais fácil


de isolar.

y= 2x - 8

6x - 5.(2x-8)= 120
6x - 10x+40= 120
4x= 120-40
-4x= 80
x= 80/4
x= -20

y= -40 - 8 =
y= - 48

S={(-20,-48)}
Problemas [Sistema Linear]

Numa lanchonete, 2 copos de refrigerante e 3 cox-


inhas
custam R$ 5,70. O preço de 3 copos de refrigerante e
5 coxinhas é R$ 9,30. Quais os preços de cada cox-
inha e
cada copo de refrigerante?

Variáveis: Copos de refrigerante [x] e Coxinhas [y]

{
2x + 3y = 5,70 . (-3) ~
3x + 5y = 9,30 . 2 { -6x - 9y = -17,1
6x + 10y = 18,6 (+)

y= 1,7

2x+4,5 = 5,7
2x = 1,2
x= 0,6

S= {(0,6 , 1,5)}

Em um quintal há 36 animais entre porcos e galinhas.


Sabe-se que há ao todo, 112 pés. Quantos são os por-
cos e quantas são as galinhas? [resolva]

A soma de dois números é 10. Um deles é o quádruplo


do outro. Que números são esses? [resolva]

A diferença de idade de dois irmãos é de 12 anos. Se o


dobro da idade do irmão mais novo excede a do mais
velho em 11 anos, quanto vale a soma de suas idades?
[resolva]
[Equação do 2° grau]

A equação é quando há um valor que necessita de uma


resposta que através da igualdade satisfaça o que foi
dado [pela equação]; Seria um polinômio complexo. E
do segundo grau, porque o expoente da variável é el-
evado a 2. Aonde a equação apresenta duas soluções;
Lógica: ax2 + bx + c = 0, a diferente de 0.

- Nt - coeficiênte [em relação a equação do segundo


grau, a, b e c] é o termo matemático que multiplica
a variável [letra]

- O coeficiênte ´´a`` precisa ser diferente do zero. Pelo


fato de que se retirar o membro ele se torna uma
equação do 1 grau

- Resolução [para resolver todas as equações]

Fórmula de Bhaskara:
2
= b - 4.a.c
x = -b+-
2.a
ex:

x 2 +5x+6= 0

a= 1
b= 5
c= 6
2
= 5 - 4.1.6 = 1
x = 5 +- 1
2.1

x= -5 +- 1
2

x1 = -5 + 1 = -2
2

x2 = -5 - 1 = -3
2

S={(-2,-3)}

: . Toda vez que o delta for Zero, havera apenas


uma raíz.
: . Não existe raíz quadrada em relação aos números
negativos no conjunto dos números reais.
: . Quando o delta / discriminante, for um número
positivo a equação terá duas raízes diferentes;
Quando o delta / discriminante, for zero só havera
uma raíz [valendo para os dois]
Quando o delta / discriminante, for um número
negativo não terá solução [em relação aos conjun-
tos dos números reais]

: . Dependendo do coeficiênte não precisa utilizar


a fórmula de baskara. Aonde o b some; E o c
também some;
ex:

x2- 9=0
x2 = 9
x= +- 9
x= +- 3
S={-3,3}

ex:

x2-9x=0
x .(x-9)=0
x= 0 ou x-9 = 0
x= 9
S= {0,9}

- Forma fatorada: Facilita o cálculo do polinômio

expressão: ax2 +bx+c = [forma fatorada]


a.(x-x1).(x-x2)

ex: x2 +5x+6

x 2 +5x+6= 0
báskara

= 25-24= 1
x= -5 +- 1 =
2.1

x1= -3
x2= -2
x2 +5x+6 = 1.(x+3).(x+2)
- Soma e Produto das Raízes [segundo grau]

Fórmula:
Soma: S= -b/a
Produto: P= c/a

ex:

X - 8 + 16=0

S= -(-8) = 8
1

P= 16 = 16
1
Olhe sempre para o produto [para o resultado bater
tanto em cima como em baixo]

x1= 4
x2= 4

S= {4}

ex:

x 2 + x-6=0

S= -1/1 = -1 2 -3
P= -6/1 = -6
x1=-3
x2= 2
S= {-3,2}
- Equação biquadrada seria um recurso utilizado na
matemática nas resolusões com grau maior a dois.
Fórmula: ax^2n +bx^n+c=0

ex:

x4-3x2- 4= 0

. Substituir o x2 por y
2 2
2
(x ) - 3x - 4= 0
y 2- 3y-4 = 0

delta = 9 - 4.1.(-4)= 25
+-
y= 32.1

y1=4
y2=-1
2
x = 4 ou x2 = -1
x= +- 2
x= +- 2

S= {-2,2}
ex:

(x 2 +2)2-5.(x 2+2)+6= 0 x^2+2 = y

y 2- 5.y+6= 0
S=-b/a= 5
P= c/a= 6

y1= 2
y2= 3
2
x +2=2 ou x2+2 = 3

x 2 =0 x 2 =1
x=0 x =1

S= {0,1,-1}

[Outros sistemas de equação]

. Sistema de Equação [1 e 2 grau]


Adição e Substituição

ex:

x2 + y2 = 20
x+y = 6

x+y=6
x=6-y

x 2 +y2 =20
(6-y) 2 +y2 = 20
36-12+y2 +y 2 =20
2y 2 -12y+16= 0 [dividir por 2]
y2-6y+8= 0
= 62- 4.1.8 = 36-32 = 4
y= 2 +-
2

y1= 4
y2= 2
...
x1= 6-4= 2
x2= 6-2= 4

S={(2,4),(4,2)}

ex:

5x+y2 = 4
2x+y 2 = 1 .(-1)

5x+y2 = 4
2
-2x-y = -1 +

3x= 3
x=1

5.1+y2 =4
y2 = 4-5
y2 = -1
y= +- -1 [ou seja: nenhum]
S= { }
ex: Substituição

x2 +y2 - 4y= 0
x2 +y=4

x 2 +y 2 - 4y= 0
x2 = 4-y

4-y+y2- 4y=0
y 4 - 5y+4=0
= 25-4.1.4=25-16 = 9
y = 5 +- 3
2

y1=4
y2=1

x2 = 4-4 = x2 = 0
x=0

x 2 = 4-1 = 3
x= +- 3

S= {(0,4); ( 3 ,1);(-- 3 ,1)}


[Equações Irracionais]

São equações algébrica que possuem a icógnita/


variável dentro da raíz.

ex: [Equação com um único radical]

x+12 = 8

- tirar a raíz elevando ao quadrado


2 2
( x+12 ) = (8)
x+12=64
x=64-12
x= 52

- depois de terminar se deve verificar

52+12=8
64 = 8
8=8
S= {52}

ex:

6-x + x= 0

- Reorganize [Tirando a raíz elevando por 2]


2 2
( 6-x ) = (-x)
6-x= x 2
x 2 + x- 6 = 0

utilizar o báskara

= 1- 4.(1).(-6)
= 1+ 24 = 25
1 +- 5
x= 2

x1= 2
x2= -3

- verificar a resposta na equação

6-2+2=0
2+2=0
4=0

6 - (-3) + (-3) = 0
9=3
3-3=0
0 = 0 ex:

[ Equação com mais de um radical ]

x+2 = 3x-5 +1

- Eleva os dois lados


2 2
( x+2 ) =( 3x-5 +1)
x + 2 = 3x - 5 + 2 3x-5 +1
- 2x + 6 = 2 3x - 5
2 2
( 3x - 5 ) = (-x+3)
2
3x - 5 = x - 6x + 9
x2 - 9x + 14= 0

Báskara:

= 81-56 = 25
x = 9 +- 5
2

x1 = 7
x2 = 2

Verificar

9 = 16+1
3=5

x=2

4 = 1+1
2=2
S = {2}
[ Regra de Três] Seria um sistema que relaciona gran-
dezas [tudo aquilo que pode ser medido, contado].
Aonde uma situação apresenta três valores e com a
regra precisa descobrir um quarto.

ex: Comprimento, massa, tempo, velocidade,


Número de trabalhadores etc...

. Relação entre duas grandezas [Regra de três


simples]

-Quando a grandeza é direta significa que ambas as


grandezas que estão sendo analisadas aumentam.
E proporcionais quando na divisão o resultado da
uma constante [a mesma coisa]
Fórmula: G . I . P

G - grandeza
I - Inversamente
P - Proporcional

-Quando as grandezas são diferentes [uma maior e


outra menor], um exemplo disso seria o tempo e a
velocidade; A grandeza será indireta. A constante
será uma multiplicação
Fórmula: G.D.P

G - grandeza
D -Diretamente
P - Proporcional
REGRA DE TRÊS SIMPLES

Para ser uma regra de três simples é necessário


que o enunciado apresente duas grandezas.

ex1:

Romildo trabalhou 30 dias e recebeu R$ 150,00.


Em quantos dias de trabalho ele receberá R$ 200,00?

- Indentifique as grandezas

Dias, Salário, Quantos dias, receberá .

- Estrtura da identificação do problema

Número de dias Salário


30 150
x 200

- Analisar as grandezas [Diretamente proporcional /


indiretamente]

Diretamente , pois se ele trabalhou praticamente


um mês para ganhar 150, ele precisará trabalhar
mais para receber mais. Logo ambas as grande-
zas são diretamente proporcional; Então se aume-
nta dividi.

- Fórmula
3 150
x 200

/Nt - propriedade - os produtos dos meios é igual ao


produto dos extremos.

15.x = 30.20
x= 2.20
x= 40

ex2:

5 pintores levam 40 dias para pintar uma escola. No


mesmo ritmo de trabalho, quanto tempo levariam 10
pintores para pintar a mesma escola ?

Número de pintores tempo


5 40
10 x

É uma grandeza indiretamente proporcional, pois


se o número de trabalhadores aumenta o tempo
para construir/ finalizar uma atividade diminui.

10 10
40 10 x = 5.4
x 5 x = 20

4 1
x 5
REGRA DE TRÊS COMPOSTA

Para ser uma regra de três composta é necessá-


rio que o enunciado apresenta mais de duas gran-
dezas.

ex:

Se 35 operários fazem uma escola em 24 dias, tra-


balhando 8 horas por dia. Quantos operários se-
rão necessários para fazer a mesma obra em 14
dias, trabalhando 10 horas por dia?

Número de operários dias tempo


35 24 8
x 14 10
2 2
35 14 10
x 24 2 8 2

35 7 5
x 12 4

35 35 - utilizar a propriedade da proporção [em´´ x ``]


x 48

1 1
x 48

x = 48
Três torneiras enchem um tanque em 10 horas.
Quantas horas levarão 10 torneiras para encher
2 tanques?

N de torneiras N de tanques tempo


3 1 10
10 2 x

10 10 1
x 3 2

1 1 - utilizar a propriedade da proporção [em´´ x ``]


x 6

x=6

[ Razões e Proporções ]

. Razões

A Razão é a relação existente entre dois valores de


uma mesma grandeza, expressa geralmente como “a
para b”, a : b ou a/b. A razão/cosciênte na matemática
é voltada para divisão.

ex:
2 e 3 -> 2
3
3 e 2 -> 3
2
15 e 60 -> 15 15 -> 1
60 15 4
-1 e 1 = -1 4 = -4
5 4 5 1 5

- Razões especiais

. Física: Velocidade média [Vm]


A velocidade média é definida como a variação do
espaço dividida por tempo.
Fórmula: Vm = delta s / delta t

. Geografia: Densidade demográfica, que seria o


número de abitantes pela área.
Fórmula: N de habitant / pela área

ex: A soma de dois números é 33 e a razão entre


eles é 1/2. Que números são esses?

n°: x, y

{ x+y= 33 ~
x/y = 1/2 { x+ y=33
2x-y = 0 +

3x = 33 x= 11
x = 33/3 y= 22
A diferença entre dois números é 9 e a razão entre
eles é 3/4. Que números são esses?

/Nt - para resolver essa equação é necessário


observar minuciosamente a forma como irá escre-
ve-la; A fração [3/4] é menor que 1. Pelo fato do
numerador ser menor do que o denominador.
Logo há uma diferença entre:
x - y e y - x;

n° : x e y

{ x-y=9
y/x = 3/4
~
{ x - y = 9 .(-3)
3x - 4y= 0

-3x + 3y = -27
3x - 4y = 0 +

- y = - 27 . (-1)
y = 27

x - 27 = 9
x = 27+9
x= 36
. Escala : Seria uma divisão entre dois números. Uma
Razão especial.

[ Utilizado bastante em cartografia ]


Representando algo grande em pequeno. Como se
colocássemos o mundo entre a pálma das mãos.

- Estrutura

Modelo real
1 : 100 [redução]
100 : 1 [ampliação]

O número [tanto do modelo como no real] equivale


a mesma [qualquer representação] unidade de me-
dida. Fórmula: E = d/D

Ou seja: A escala é dada no tamanho do desenho


e no tamanho do real.

ex: E = 1 : 100 ou E = 1/100

ex:

Num mapa na escala 1: 250.000, uma das pistas


de uma rodovia aparece desenhada com 1 milíme-
tro de largura. Qual a largura real da pista em me-
tros?

E = 1 / 250.000 mm
D = 250 m
. Proporções : É uma igualdade de razõs. Aonde na
multiplicação, o número de cima precisa ser igual
ao número de baixo.

a c
= ou
a:b = c:d
b d

/Nt - o b e c são os meios; o a eo d são chama-


dos de extremos

Propriedade:
Logo: Os produtos dos meios é igual aos pro-
dutos dos extremos;

a c
= <-> a.d = b.c
b d

ex:

5 e 20
3 12
5.12 = 60
3.20 = 60

Em uma sala. Há 5 meninos e 3 meninas. E


há à necessidade de aumentar o número de
pessoas. Considerando a proporção inicial
[ no caso 4].
2 e 8
5 15
5.8 = 40
2.15 = 30

[nesse caso não há uma proporção]

ex: Uma foto 3x4. Nesse caso se você tirar uma


foto do seu corpo inteiro da cabeça aos pés a foto
irá multiplicar partes que ficaram distorcidas. Multi-
plicada por números diferentes [nesse caso 4 em
cima e 3 em baixo].

ex:

5x = 9
6 4
5x.4 = 20x
6 . 9 = 54
x = 54 2
20 2
x = 27
10

ex:
2
x.x = x
5.25 =
+
X= - 5.25
x = +- 5 5

/Nt - A proporção aparece também em na semelhança


entre triângulos ou o teorema de thalles;

- A divisão de correspondente é constante

- x, y z são proporcionais a a,b e c.

Nesse caso a divisão em relação aos elementos são


uma constante. Aonde uma sequência é proporcional
a outra. O primeiro dividido pelo primeiro resulta em
uma constante. O segundo dividido pelo segundo da
a mesma constante. E o terceiro dividido pelo terceiro
é a mesma constante.

Fórmula : x =
y= z =
x+y+z
a b c a+b+c

ex:

1= 2= 3 = 1 + 2 + 3 =
6
2 4 6 2+4+6 12

A soma de três números é 40 e eles são propor-


cionais a 4,5 e 11. Que número são esses?

N : x,y e z -> diretamente proporcional 4,5 e 11


x + y + z = 40

x= y= z = x + y + z = 40 =
2
4 5 11 4 + 5 +11 20

: . constante ... 2

x =2 y=2 z=2
4 5 11
x = 2.4 y = 5.2 z = 11.2
x=8 y = 10 z = 22

. Grandezas inversamente proporcional

É quando a multiplicação dos correspondentes é


uma constante.
Fórmula:

x.a = y.b = x.c = K [constante]

ex:

3,6,8 são I.P 16,8,6

Pega o primeiro de cada parcela e multiplica ambos.


E assim sucessivamente

3.16 = 6.8 = 8.6


48 48 48
ex:

2,x,y,z I.P (9,6,2,1)

2.9 = x.6 = y.2 = z.1


18 18 18 18

6.x = 3 x=3
2.y = 18 y=9
z=18

Agora a operação inversa

dividir 260 em portes inversamente proporcionais


aos números 2,3 e 4

x -> 2
y -> 3
z -> 4

Fórmula: 2.x = 3.y = 4.z = k

soma

x=k
2
y=k
3
z=k +
4
As variáveis substitui pela constante [260] e tira o
mmc das variáveis [nesse caso o 12].
x+y+z = k/2+k/3+k/4

Pega o 12 e multiplica pelo denominador das de cima


dividi pelo de baixo e multiplica pelo de cima
260 = 6k+4k+3k/12

o 12 que está no denominador passa multiplicando


as variáveis que irá dar 13 coloca com igual
260.12 = 13k [passa dividindo]
260/13 = 20
20.12 = 240

k= 240

conferir

x = 240/2 = 120
y = 240/3 = 80
z = 240/4 = 60

[Sistema de medida]
. Comprimento :

É um sistema de medida/grandeza;
Ferramenta apropriada: Régua, Fita métrica e etc...
unidades de medida do comprimento
[classificação]:

É classificado em dois blocos sendo sete


ao todo. O primeiro bloco é chamado de:

- Multiplos do metro:
Quilômetro [Km] = 1000m / 10^3
Hectômetro [hm] = 100m / 10^2
Decâmetro [dam] = 10m / 10^1

O segundo é chamado de:

- Submultiplos do metro:
decímetro [dm] = 0,1m / 10^-1
centímetro [cm] = 0,01m / 10^-2
milímetro [mm] = 0,001m / 10^-3

O metro [m] seria a unidade convêncional, sendo


como unidade base / principal = 1m / 10^0

/ Nt - a ideia é escrever cada unidade com base


no metro. Ex... alguma coisa tem quantos metros?

* Unidades [transformação]
x 10 x 10 x 10 x 10 x 10 x 10

Km hm dam m dm cm mm
: 10 : 10 : 10 : 10 : 10 : 10
Para ocorrer a conversão de uma unidade de médida
para outra [em relação dos multiplos de m até os Sub-
multiplos de n] é necessário multiplicar de 10 em 10
[da esquerda para direita]. E em relação ao processo
inverso [da direita para a esquerda] é necessario divid-
ir de 10 em .

/ Nt - utiliza a notação científica. Mova a vírgula

ex:
converta por metro
10 Km = Mova a vírgula para a direita = 10000m

converta por dm
2,5 dam = Mova a vírgula para a direita = 250 dm

converta para mm
0,055 Km = 55000mm

converta para m
1250.000mm = 1250m

converta por hm
472 cm = 0,0472

converta em dam
0,58dm = 0,0058

/Nt - o truque é arma em horizontal as unidades de


medida e apartir disso contar do ponto de partida até a
unidade de meidade que ela deseja para
ocorrer a conversão. Se eu quero que uma determinada
unidade de medida transmute em outra. E necessário
pega a unidade de medida que está e contar até a
unidade de medida que se quer transformar. E apartir
disso contar os zeros.

. Área :

É um sistema de medida/grandeza;
Utilizado para medir formas geomêtricas
Ferramenta: Superficie, Território.

ex: Quadrado

Fórmula [do quadrado]:


lado.lado = a superfície / ba-
se. A = 1m^2

Unidade padrão para a área é


elevado a 2 [usando o sistema de comprimento].

- Classificação da Área

1 Km^2 - 1.000.000m^2 = 10^6


1 Hm^2 - 10.000m^2 = 10^4
1 Dam^2 - 100m^2 = 10^2
1 metro^2 - 1m^2 = 10^0
1 Dm^2 - 0,01m^2 = 10^-2
1 Cm^2 - 0,0001m^2 = 10^-4
1 Mm^2 - 0,000001m^2 = 10^-6
* Unidade [transformação]
x 100 x 100 x 100 x 100 x 100 x 100

Km hm dam m dm cm mm
: 100 : 100 : 100 : 100 : 100 : 100

ex [de conversão] :

converta por m^2


10Km^2 = 10,000000m^2

converta por dm^2


2,5dam = 25,000dm^2

converta por mm^2


0,055km^2 = 55.000.000.000mm^2

converta por m^2


1.250.000mm = 1,25m^2

converta por hm^2


472cm^2 = 0,00000472

converta por dam^2


0,58dm^2 = 0,000058
. Volume :

É um sistema de medida/grandeza;
Utilizado para medir a quantidade de
espaço dentro de determinado objeto.

Ferramenta:

/Nt - Arésta seria o lado de cada face do objeto.


Sua dimensão seria por, largura, altura e comprime-
nto.

V = 1m^3
1m
Unidade padrão para o
volume é elevado ao
cubo [3] [usando o sis-
tema de comprimeto]. 1m

1m
classificação:

1km^3 = 1000.000.000m^3 = 10^9m^3


1hm^3 = 1.000.000m^3 = 10^6m^3
1dam^3 = 1000m^3 = 10^3m^3
1dm^3 = 0,001m^3 = 10^-3m^3
1cm^3 = 0,000001m^3 = 10^-6m^3
1mm^3 = 0,000000001 = 10^-3m^3
* Unidade [transformação]
x 1000 x 1000 x 1000 x 1000 x 1000 x 1000

Km hm dam m dm cm mm
: 1000 : 1000 : 1000 : 1000 : 1000 : 1000

ex [de conversão] :

converta por m^3


2,5 dam^3 = 2500m^3

converta por mm^3


0,055hm^3 = 55.000.000.000.000.000mm^3

converta por m^3


1250000mm^3= 0,00125m^3

. Capacidade :

É um sistema de medida/grandeza;
Utilizado para medir a quantidade de
espaço dentro de determinado objeto.
A capacidade e o volume possui relações;

Unidade padrão para capacidade seria o


lítro [água]; Equivalente a 1L; E está relacionada
tanto com quadrado, cubo e etc;

classificação:
1kL [quilolitro] = 1000L
1hL [hectolitro] = 100L
1daL [decalitro] = 10L
1 L [litro] = 1L
1 dL [decilitro] = 0,1L
1 cL [centilitro] = 0,01L
1 mL [mililitro] = 0,001L

* Unidades [transformação]
x 10 x 10 x 10 x 10 x 10 x 10

KL hL daL L dL cL mL
: 10 : 10 : 10 : 10 : 10 : 10

ex [de conversão] :

converta por L
10Kl = 10.000L

converta por L
1250000ml = 1.250L

* Relação volume / capacidade

[Volume]1dm^3 = 1L [Capacidade]

consequência de relação:

- 1cm^3 = 1mL
- 1m^3 = 1000L [x1000] [:1000 para m]
/Nt - a relação equivale a mesma coisa. Se o volume
tem tanto a capacidade tem tanto [eu acho...].

ex:

converta por L
12dm^3 = 12L

converta por L
0,402^3 = 402

converta por L
1hm^3= 1.000.000m^3 = 1.000.000.000L
[duas etapas de converção]

converta por m^3


12Kl = 12000L = 12m^3

converta por m^3


0,402ml= 0,402cm^3 = 0,000.000.402

converta por m^3


1hL = 100L = 0,1m^3

Lembrete [relações]

1dm^3 = 1L
1cm^3 = 1mL
1 m^3 = 1000L
. Massa :

É um sistema de medida/grandeza; Utilizado para


medir a quantidade de materia.

classificação

1Kg [quilograma] = 1000g


1hg [hectograma] = 100g
1dag [decagrama] = 10g
1g [grama] = 1g
1dg [decigrama] = 0,1g
1cg [centigrama] = 0,01g
1mg [miligrama] = 0,001g

1T [Tonelada] = 1000Kg
1 Ct [quilates] = 0,2g [fração 1/5]

* Unidades [transformação]
x 10 x 10 x 10 x 10 x 10 x 10

Kg hg dag g dg cg mg
: 10 : 10 : 10 : 10 : 10 : 10

ex [de conversão] :

converta por g
10Kg = 10000g

converta por dag


1250000mg = 125dag
/Nt - A tonelada é uma unidade de medida que
equivale a 1000Kg. E a sua converção se da
através de:
x 1000

1 Tonelada = 1000Kg
: 1000

converta por T
13250Kg = 13,25T

/Nt - O quilate é uma unidade de medida que equiva-


le a 0,2g. E sua converção se da através de:
:5

1 quilate = 0,2g ou 1/5


x5

ex [de conversão]

converta por Ct
2,5g = 12,5 Ct

converta por kg
1250000Ct = 250000G = 250 kg
. Tempo :

É um sistema de medida/grandeza;
Utilizado para medir a quantidade de
eventos em períodos

classificação

1min [minuto] = 60s


1h [hora] = 60min = 3600s [para saber os s x60]
1s [segundos] = 1s
1dia = 24 h = 1440min [para saber os min x60] = 68400s
1semana = 7 dias = 168h = 10080min

* Unidades [transformação]
: 60 : 60 : 3600 : 24

1min = 60s 1h = 60min 1h = 3600s 1dia = 24h


x 60 x 60 x 3600 x 24

/ Nt para converter as unidades em relação ao tempo


é necessário utilizar a regra de três;

ex [de conversão] :

converta por min


10h = 600min

converta por min


0,25h = 15min

1h 60min
0,25h x
x.1 = x = 60.0,25 = 60.1/4 [corta 60 e o 4] = 15 min

converta por min


45s = 0,75min

1min 60s
x 45s

60.x = 1.45 = 45
x= 45/60 [simplifica por 15] = 3/4
x=0,75

ex:

converta por s.
9h8min30s

. hora vai para segundo [ 9.3600s (equivalente aos


segundos da hora ) ]
. Minuto vai para segundos [ 8x60s (equivale aos
segundos do min)]
. E o 30s não há necessidade de converter por já
estarem em segundos;

9.3600 + 8.60 + 30 =
32400 + 480 + 30 =
32.910s
[ Porcentagem ]

A porcentagem é uma ferramenta matemática que


repre-
senta as frações com um denominador comum [100];
Símbolo: %. A representação na porcentagem acon-
tece
de três formas: Porcentagem, fracionária e decimal.

- Ferramenta geral: x, :

ex:

65% = 65/100 [simplificando por 5] = 13/20 = 0,65


07% = 07/100 = 0,07
80% = 80/100 = 0,80
125% = 125/100 = 1,25

- Transformando frações em porcentagem

ex:

25/100 = 25%
0,03/100 = 0,03%
3/4 = 75%

há duas formas de se resolver:

1. Regra de três
3 x
4 100

4.x = 3.100
4.x = 300
x = 300/4
x = 75

2. Equação

3/4 = x/100 = x = 3 . 100 [simplifica 100 por 4 que dá


25]
4
[3.25 = 75] = 75

8/5 = 160%

8/5 = x/100 = x = 8.100 [simplifica por 5 o 100]


= 8.20 = 160 5

11/9 = 122,222%

11/9 = x/100 = x= 11.100 = x 1100/9 = 122,222

- Transformando decimais em porcentagens

ex:
0,15 = 15/100 = 15%
0,7 = 70/100 = 70%
2,98 = 298/100 = 298%
0,05 = 5%
2 = 200%
- Porcentagem de um valor

ex:

- Grace Field : 1000 integrantes;


- 30% gostam de leitura;

: . Quantos gostam de ler? 300


: . Quantos não gostam[%] ? 70% = 700

30/100 . 1000 = 300

/ Nt - x% de V = x/100. v

25% de 50% de 1000

25/100. 50/100 . 1000 = 125

- Taxa de percentual

Seria uma parte do todo. Dividindo e igualando-a a


alguma coisa sobre 100.

ex:

O percentual de um produto numa loga é R$ 4000.


Em uma compra, foi concedido um desconto de
R$250. Qual foi o percentual de desconto concedido?
Preço: R$ 4000
Desconto: R$ 250

250/4000 = x/100 = x = 250 . 1000 / 4000 = 6,25

i = 6,25%

- Aumento/ Redução em %

Aumento

há um valor 1000 e se precisa aumentar em 20%.


Quanto será o valor final?

há duas formas de se resolver esse problema:

1.

A = 20/100 . 1000 = 200


V = 1000
Aumenta em 200

Vf = Vi + Aumento
Vf = 1000 + 200 =
Vf = 1200
2.

Vf = 100% . 1000+20%.1000
Vf = 1000 . (100%+20%)
Vf = 1000 . (1+0,2)
Vf = 1000. 1,02
Vf = 1200

Fórmula: Vf = Vi .(1+i) = Vi . (100/100 + x/100)

Redução

Fórmula: Vf = Vi .(1 - i) = Vi . (100/100 - x/100)

ex:

Dado o valor 600. Ao reduzirmos este valor em 30%,


com quantos ficamos?

Vf = 600. (1 - 0,3) =
Vf = 600 . 07 = 420

Vf = 600 (100/100 - 30/100) =


Vf = 600.70/100 = 420
[ Leitura e Interpretação de Gráficos ]

Gráficos servem para organizar certas informações;


Classificado em:

Barras

Linhas

Setores: Seria uma circunferência divididas em


partis [setores].
Analisar sempre a escala e o eixo.

ex:

. Gráficos [tipo barra]

Uma enquete, realizada em março de 2010, per-


guntava aos internautas se eles acreditavam que
as atividades humanas prococavam o aquecime-
nto global. Eram três as alternativas possíveis e
279 internautas responderam à enquete, como
mostra o gráfico. Analisando os dados do grá-
fico, quantos internautas responderam ´´não`` à
enquete?

A. Menos de 23
B. Mais de 23 e menos de 25
C. Mais de 50 e menos de 75
D. Mais de 100 e menos de 190
E. Mais de 200

y
80% 63%

60%
40%
25%

20%
8%
0% z
Sim Não Não sei
avaliar
passo para resolver

1. Olhar os eixos [ y e z ]
2. Cálcule o resultado das pessoas pesquisadas
[nesse caso os que responderam não a enque-
te - 25%]

25/100 = 1/4 279 ~280


1/4 de 280
1/4.280 = 70

resposta: c

/Nt - ler e interpretar gráfico; A informação sempre


se cruza; Prestar atenção:

- Título, eixos [horixontal/vertical] e a informação


do enunciado.
M a t e m a t i ca
A l g e b r a
´´parte da matemática elementar que generaliza a
aritmética, introduzindo variáveis que representam os
números e simplificando e resolvendo, por meio de fór-
mulas, problemas nos quais as grandezas são repre-
sentadas por símbolos.``

´´Em matemática, álgebra é o ramo que estuda a ma-


nipulação formal de equações, operações matemáti-
cas, polinómios e estruturas algébricas. A álgebra é
um dos principais ramos da matemática pura, juntam-
ente com a geometria, topologia, análise, e Teoria dos
números.``
Teoria das Funções

. Teoria das Funções

A função [na álgebra] seria uma relação entre con-


juntos [nesse caso: A f B] que tem a ideia de pegar in-
formações de um determinado conjunto e transportar
para o outro.

/Nt - para ser função é necessário que ocorra duas


coisas: primeiro: Todos os elementos do primeiro con-
junto precisa ter uma relação com o segundo.
segundo: E o associado [em relação ao segundo] pre-
cisa ser único [ou seja: ]

- Relação binária: Seria a relação entre elementos de


dois conjuntos.

ex:

A. B.

0 -1 R. AxB
1 0
2 1
3 2
3
: . Noção Ituitiva [em relação a função]

Nesse caso imagine um quadrado. Em que cada lado


há uma variável [x]. E de acordo com essa ilustração
há uma tabela [aonde supõe valor de um lado e calcu-
la o perímetro do outro]:

lado Perímetro

1 4
2 8
3 12
4 16
5 20
6 24

Sem levar em conta o sistema de medida. Imagine


que o lado do quadrado = 1. Logo o perímetro seria a
soma de todos os lados [1+1+1+1 = 4].

[!]diagrama do tipo flecha

Um exemplo disso seria a converção dessa tabela


em um diagrama do tipo do flecha. ao há os conjuntos
L [lado] e P [perímetro]
L. P.

1 4 /Nt - Lei de Formação: Seria


2 8 um termo matemático que
3 12 denota algo que está em
4 16 função de uma grandeza.
5 20
6 24

Logo:

P= 4x ou y=f(x) = 4x

Voltando para o exemplo:

L. P.
Fórmula geral da função:
1 4
2 8 f : A -> B
3 12 y = f(x)
4 16
5 20 f - função
6 24 conjunto - A e B
y = f(x) - Estaria relacionado tam-
bém ao Plano cartesiano. Aonde y
é o resultado que está em função
do x.
* y=f(x) = 4x Em relação a essa ´´noção intuitiva``, x
equivale ao conjunto A. E o B seria o y [o que recebe a
resposta]. Logo a função aonde o perímetro era equiv-
alente a 4 se torna x.
Em suma o ´´y`` é uma função de x [que está varian-
do] resultando no valor da noção intuitivo [nesse caso
o x]; Então se eu deduzir o número um logo a função
será: y=f(1) = 4.1 . Por isso a ligação de um com o out-
ro.

Nomenclatura[?]

: . O domínio(D) está relacionado ao primeiro conjun-


to(A) [seria tudo aquilo que substitui o x {1,2,3,4,5,6}]

: . O contradomínio(CD) está relacionado ao segundo


conjunto (B) ou seja: aquele que recebe as resposta
{4,8,12,16,20,24}.

: . Imagem (Im) está relacionada a todos os valores


que são resposta {4,8,12,16,20,24}. Aqueles que re-
cebem as flechas Logo: Im está contida[C] em CD.

ex:

A. B.
1 9 D= {1,2,3}
2 8 CD= {9,8}
3 IM= {9,8}
ex2:

A. B.
D= {4,5,6}
4 7
CD= {7,6,5,4}
5 6
IM= {7,6,5}
6 5
4

/Nt Para ser função é necessário que todos os


elementos do domínio tenham resposta e uma
única resposta. Já o contradominio pode sobrar;

ex:

X
A. B.
7 3
8 2
9 1
0

/Nt - Na função quando um conjunto fica com


sobra no conjunto do domínio a função falha.
ex:

01. Diagrama de flexas:

X. f Y.

-10
-5 0
0 5
3 6
4 30
6 8
21

a) f. x -> y é uma função? O diagrama de cima re-


presenta uma função;
b) D(f) = {-5,0,3,4,6} = x pois os elementos que
pertencem a ´´x`` , também pertence ao domí-
nio.
c) CD(f) = {-10,0,5,6,30,8,21} = y
d) IM(f) = {0,6,30,8}
e) f(3) = 6 [cordenada específica]
f) f(4) = 30 [cordenada específica]
g) x, para f(x)= x=6
h) y, para x = -5 = x=0
Exercício

01 - Seja f uma função tal que f(x+3) = x^2+1, para


todo x real. Então f(x) é igual a:

a) x^2 - Z
b) 10 - 3x
c) -3^2+16x-20
d) x^2-6x+10
e) x^2+6x-16

- Primeiro passo: Reorganizar a função [em relação


ao que está dentro do parêntese] substituido por uma
variável com o propósito de isolar o x.
x+3= K -> x= k - 3

- Segundo passo: Substituir o x pela nova variável.


f(k-3+3) = (k-3)^2+1

- Terceiro passo: Resolva.


f(k-3+3) = (k-3)^2+1
f(k) = [trinômio do quadrado] k^2-6k+9+1
f(k)= K^2-6k+10 [Nt se o K pode ser atribu-
ido qualquer valor. Logo pode ser um ´´x``]
f(x)= x^2-(6x)+10
02 - Considere a função real definida por:

f(x) = { 4 - x^2, x < 1


x + 1, x > 1

/Nt - nese caso a função apresenta um desmembra-


mento.

Então o valor de f(3) - f(1)/f(2) + f(0) é:

- Primeiro passo: Calcule cada valor separadamente.


Substituindo o f(3), f(1), f(2) e f(0) pelos valores do
desmembramento [a lei de formação].

a) 0
b) 1/3
c) 1
d) 13/3
e) 2

- Segundo passo: Analisar se o x da função [ne-


sse caso o três] é maior ou igual a 1 ou maior
que um. [x+1, x>1]. Repita com as outras 4:

f(3) = 3+1 = 4
f(2) = 2+1 = 3
f(1) = 1^2 - 4 = 3
f(0) = 0^2 - 4 = 4
- Terceiro passo: Substituir os valores encontrados
para solucionar a equação que o enunciado apresen-
tou.

4-3/3+4=
1/3 + 4 [fração: tirar o mmc, nesse caso 3]
dividi em baixo e multiplica em cima

= 1+ 12 / 3 = 13/3

resposta: d

03 - Seja f uma função, tal que f(x)= f(x-1) + 2, para


todo x real. Sabendo que f(2) = 12, calcule f(-2).

Se eu preciso chegar a f(-2), possuindo o f(2).

f(2)= f(2-1)+ 2
12= f(1)+2 -> f(1) = 12-2 = 10

f(1)= f(1-1)+2
10= f(0)+2 -> f(0) = 10-2 = 8

f(0)= f(0) -1+2


8 = f(-1) + 2 -> f(-1)= 8-2 = 6

f(-1) = f(-1-1) + 2
6 = f(-2)+2 = f(-2) = 6-2 = 4

f(-2) = 4
Raíz e Gráfico [função]

A raíz da função/zero seria todo valor de x, tal que f(x)


= 0.
[ou seja: Seria o valor de x que resulta em zero]

ex:

a) f(x)= 3x-4
0 = 3x - 4
4 = 3x
4/3 = x

[rascunho] f(4/3) = 3.4/3 - 4 = 0

b) f(x) = x^2 - 5x + 6
f(0) = x^2-5x+6
delta = (-5)^2 -4.1.6
delta = 25-24 = 1
x= (-5) + - Raiz quadrad com base 1 / 2.1 =

= 5 + - 1/ 2

6/2 = 3
4/2 = 2

S= {2,3}
- Gráfico

É uma ferramenta matemática que ajuda a encontrar


certas coordenadas da função.

O gráfico é representado por duas linhas chamadas


de eixos. Uma na horizontal chamada de ´´x`` ou ab-
scissas e uma na vertical chamada ´´y`` ou ordenadas.

Nt: A ceta no final do gráfico precisa ser representada


sempre em uma forma de crescente.

ex
- Construa o gráfico de f(x)= 2x+2, de domínio Z

2
x
-4 -2 0 2 4

-2

-4
- Para se resolver essa função, é necessário ´´chutar``
alguns valores para ´´x`` substituindo na lei de for-
mação e resolvendo o cálculo; Para encontrar o ´´y``.
Achando o ´´y`` acha a função / (f).

x y

-3 -4
-2 -2
-1 0
0 2
1 4
2 6
3 8

Nt - para ´´chutar alguns valores`` é necessario re-


speitar algumas regras; Esses valores precisam ser
números inteiros. Respeitando o domínio(z) que estar-
ia relacionado a x.

Agora cálcule o y de acordo com os números ´´chuta-


dos``

f(x) = 2x+2

f(-3) = 2.(-3)+2 = -4
f(-2) = 2.(-2)+2 = -2
f(-1) = 2.(-1)+2 = 0
f(0) = 2. 0 +2 = 2
f(1) = 2. 1+2 = 4
f(2) = 2. 2+2 = 6
f(3) = 2.3+2 = 8
coloque os pontos encontrados(x e y) no gráfico es-
tabelecendo as coordenadas.

Nt[!] - Nesse caso é importante tomar cuidado. Pois


se trata de números inteiros(Z). Logo não se pode
passar uma reta. Pois o seguimento abrange certos
valores que não foram encontrados no cálculo da
função presentes no domínio. Logo não há uma
certeza.

Nt - A raíz em relação ao gráfico seria aquele valor


no x que o gráfico cruza esse eixo. E os pontos
seriam ´´pares ordenados``.

- Os pares ordenados importam por isso são


representados por ( ).

. Domínio [funçãp real]

O domínio da função seria todos os valores que sub-


stitui o x, que resultará o cálculo da lei de formação.

ex:

* f(x) = 2x - 5 - Função dos números reais [ não há


restrinção D(f)=R ]

* f(x)= 2x-5, [ aonde o x varia entre 1 e 10 - 1< x <10;


Nesse caso o ´´x`` é restrita. Pois a o domínio D(f)= {x
E R | 1 < x < 10}]
* f(x) = 2x-3/ x-2 [ nesse caso em relação a divisão o
denominador será zero. D(f) = R - {2}]

* f(x) = raíz quadrada com base x-2 [no conjunto dos


números reais não é possível extrair valores negativos
e por isso, D(f)= {x E R | x > 2 } ]

ex2:

a) f(x) = 4x^2 - 18 [D(f)= R [ ou seja: qualquer valor ]]


b) f(x) = x/x^2-4
x^2 - 4 diferente 0
x^2 diferente 4
x diferente de raíz quadrada com base 4

logo: D(f)= R{-2,2} [ou seja excluindo álguem]

c)f(x) = raíz quadrada com base 2x+1

[o número que está dentro da raíz precisa ser igual ou


maior que zero].

2x+1>0
2x>-1
x> -1/2

D(f)= {xER|x>-1/2}
. Função [crescente, decrescente e constante]

* Crescente: seria uma função que acontece em um


gráfico aonde a reta segue crescendo; Logo
A
y=f(x), tal que, x, x2 E D(f), com x, < x2, tem-se
f(x) < f(x2). Aonde que quanto maior o caminho
que pecorre o x maior será a resposta do y.

y
2

y
1

x y
2 x

* Decrescente: seria uma função que acontece


em um gráfico aonde a reta apresenta uma
A
curva; Logo y=f(x), tal que, x, x2 E D(f), com x
< x2 tem-se f(x1) > f(x2). Aonde que quanto
maior o caminho que pecorre o x, menor será a
resposta do y.

y1

x2
x1

y2
* Constante: seria uma função que acontece em
um gráfico aonde a reta acontece de forma hori-
zontal. y=f(x), tal que, x, x2 E D(f) com x, < x2,
A
tem- se f(x1) = f(x2); Aonde o valor de y não mu-
da;
y

y1 y2

x1 x2 x

. Função Par e Ímpar

A função par seria a f(x) | f(x) = f(-x)


2
ex: f(x) = x
y f(x)
f(0) = 0
4
f(1) = 1
{ f(1) = f(-1)
f(-1) = -1

2
f(2) = 4
f(-2) = 4
{ f(2) = f(-2)
-2 0 2 x
A função ímpar seria a f(x) = -f(-x) A[invertido]x E D(f).
ex: g(x) = 2x

y g(x)
4 g(0) = 0
2 g(1) = 2
{
g(-1) = -2 .
g(1) = -g(-1)

-2 2 x

-2

-4

Função Injetora: A função injetora, também chamada


de injetiva, é um tipo de função que apresenta elemen-
tos correspondentes em outra.

Assim, dada uma função f (f: A - B), todos os elemen-


tos da primeira têm como imagem elementos distintos
de B. No entanto, não há dois elementos distintos de A
com a mesma imagem de B.

Logo: A [invertido]x, x2 E D(f), tem - se: x diferente de


x2 - f(x1) diferente de f(x2)
. Função Bijetora: A função bijetora, também chamada
de bijetiva, é um tipo de função matemática que rela-
ciona elementos de duas funções.

Desse modo, os elementos de uma função A pos-


suem correspondentes em uma função B. Importante
notar que elas apresentam o mesmo número de ele-
mentos em seus conjuntos.

Logo: Im(f) = CD(f)

. Função Sobretejora: A função sobrejetora, também


chamada de sobrejetiva é um tipo de função matemáti-
ca que relaciona elementos de duas funções.

Na função sobrejetora, todo elemento do contradomí-


nio de uma é imagem de pelo menos um elemento do
domínio de outra.

Em outras palavras, numa função sobrejetora o con-


tradomínio é sempre igual ao conjunto imagem.

. Função inversa

É quando a função que está no domínio se torna con-


tra domínio. Logo: f: A-B, bijetora [se for qualquer outra
função o cálculo irá falhar], sua inversa será f-1 B-A
. Função composta

- Noção Intuitiva: Seria uma dedução de ´´como``


isso ocorre.

Revisão

A Função seria a relação que transporta elementos de


um conjunto para o outro. Aonde em sua ´´estrutura``-
cada parte tem um nome. O nome do primeiro conjun-
to que seria o de partida (A) é chamado de Domínio. O
segundo [que seria o de chegada] de contra domínio.
E a imagem que seria os pontos atingidos pela ´´ceta``
[funsão].

ex:

A. B.
* D(f) = {1,2,3,4,5}
1 2 * CD(f) = {2,3,4,5,6,7,8}
2 3 * Im(f) = {2,3,4,5,6}
3 4
4 5
5 6
7
8

Logo:

f: A->B
x -> y = f(x)
[Tradução]: A funsão(f) pega valores de um conjunto
(A) e transporta [->] para outro [B]. Aonde elementos
do conjunto A [x] elevados pela funsão, ´´encontra`` o
conjunto B [y] que seria respectivamente a imagem do
x aonde o ´´y`` está em funsão de ´´x`` [f(x)];

A funsão no caso associa o sucessor do número


[no exemplo acima se tem o um ligado ao dois e
assim sucessivamente de acordo com a imagem]
aonde é representado pelo próprio elemento mais
um. F(x) = x+1 ou y = x+1.

/Nt - Para ser uma função é necessário que duas


condições sejam satisfeitas:

Primeira: Os elementos que estão no primeiro conjun-


to precisam está relacionado com o segundo [nesse
caso todos eles].
Segunda: Os elementos associados ao segundo con-
junto precisam ser únicos.

/ Uma anologia para a definição da funsão; Se todo o


filho [conjunto A] tem um pai biológico [conjunto B].
Logo pode um filho ter dois pais? Não!

/Nt - Em relação ao gráfico a reta que aparece


na horizontal (x) seria o conjunto de partida. Em
quanto que a reta vertical (y) seria o conjunto de
chegada.

As funções também apresentam raízes. Aonde um


elemento resulta em zero. A expressão apresentada
com um certo valor inicial que resultará em zero. Esse
valor inicial é a raiz. f(x) = 0
ex:

A. B.

-2 1
-3 4
6 5
2 6
1 0
0 -1

A função apresenta três números [2,1,0] que são


levados [ou transportados] a Zero. Logo esse nú-
meros são as Raízes.

- Geralmente, a função, é apresentada na forma,


f(x) = 2x-4. E para encontrar a raíz da expressão
é só igualar a zero. E resolver a equação;

ex:

f(x) = 2x-4
0 = 2x - 4
4 = 2x
x=2

logo: f(2) = 2.2 - 4 = 0

/ Nt As funções podem ser apresentadas através


de diagramas, expressões e gráficos.
Os gráficos seriam pontos específicos no plano
cartesiano que respeitam/ satisfazem funções
(y = f(x));

As funções também podem apresentar compor-


tamentos, como:

- Função crescente: Aonde no domínio x1 < x2.


As imagens são preservadas. Ou seja, na fun-
são f(x1) < f(x2). E em relação ao gráfico, se o x
aumenta o y também aumenta aondes os pon-
tos cartesianos / os pares ordenados satisfasem
a condição. Logo a altura aumenta.

- Função decrescente: Aonde no domínio ocorre x1


< x2. Mais em relação as imagens eles se tornam
opostas a função crescente. f(x1) > f(x2). E em
relação ao gráfico, o x aumenta mais o y diminui.
E na medida que se caminha pelo domínio(x), o
contradomínio diminui. Logo a altura diminui.

- Função constante: Aonde a Imagem será uma


constante para todos os elementos do domínios.
f(x) = K, quelquer x. E em relação ao gráfico, para
qualquer número que se considere a altura será
a mesma. Logo a altura se mantem.
Função par e ímpar

A função será par, quando a f de um elemento,


for igual ao oposto do elemento. A f de será a f
de menos outro. Logo se tem: f(x) = f(-x).

A função será ímpar, quando a f de um elemento,


for menos a f do elemento oposto. Logo se tem:
f(1) = -f(1)

. Função do 1° grau

As funções do primeiro grau seram apresentadas no


formato
aonde a função da variável será igual ao coeficiênte
angular
adicionado pelo coeficiênte linear. Logo: f(x) = ax + b

Respeitando a seguinte condição:


- As variáveis a,b E R.
- E o A precisa ser diferente de zero.

ex:

f(x)= 5x+4
f(2)= 5.2+4 = f(2)=14
f(-1)= 5.(-1)+4 = f(-1)=-1

f(x)= - x-7
f(2)= -2-7= f(2)=-9
f(-1)= -(-1)-7 = f(-1)=-6
f(x) = 5x+7/4 = 5/4 + 7/4
f(2) = 5.2+7/4 = 17/4
f(-1)= 5.(-1)+7/4 = 2/4 [simplifica por 2] = 1/2
f(-1) = 1/2

f(x)= -9+3x
f(2)=-9+3.2 = -3
f(-1)=-9+3.(-1) = -12

f(x)= -8x [o ´´b`` nesse caso é igual a zero]


f(2)= -8.2= f(2)= -16
f(-1)=-8.(-1)= f(-1)= 8

f(x)= 5 = Não é função do primeiro grau. Pois não respeita


a condição aonde o ´´A`` precisa ser diferente de zero. Lo-
go essa equação seria uma função constante.

f(2)= 5
f(-1)= 5

Não há o que substituir. Então para qualquer x o valor é


sempre o mesmo, uma constante, sempre igual.
- Gráficos

Para se determinar o gráfico [em relação a função]


é necessário estabelecer uma tabela de valores,
aonde apartir de alguns valores aleatórios em ´´x``,
calcular o f(x);

ex:

f(x)= 2x+2

x - selecione valores de forma aleatória para x;


y - resolver a função (f(x)= 2x+2) de acordo com
os valores escolhidos de ´´x`` para se encontrar
o ´´y``.

f(-1)= 2.(-1)+2 = 0
f(0)= 2.0+2 = 2
f(1)= 2.1+2 = 4

Logo...

x y
-1 0
0 2
1 4

gráfico
- Gráficos [Coeficientes e Raízes]

Dependendo do coeficiente da função [a ou b] pode


se chegar a uma hipótese do tipo de gráfico.

- Coeficiente angular [A]: Determina o ângulo de


inclinação da reta. Se for maior que zero [a>0] a reta
será crescente. E se for menor que zero [a<0] a reta
será decrescente.

a>0

a<0
- Coeficiente linear [B]: Determina o ponto de corte
no eixo ´´y``. Aonde se for maior que zero [b>0] o
corte acontecerá em cima do eixo x. E se for menor
que zero [b<0] o corte acontecerá a baixo do eixo x.

[! Aonde o a > 0 ; a reta é crescente].

b>0 b<0

[! Aonde o a>0 ; a reta é decrescente]


- Raíz ou zero de uma função: Seria o x em que
resulta em zero.
4
ex:

f(x)= 5x+4

5x+4=0 4 0
5x=-4 3
x= -4/5

- Casos Particulares [Funções]

- Função linear: pode apresentar um caso em que


o b sera igual a zero. Aonde se terá uma f(x)= a.x.
E outro caso oposto aonde a= -1, b=0 e f(x)=-x

ex:

f(x)= 7x a=7 b=0


7

-1 1

-7
- Função de indentidade: pode apresentar um caso
em que o b sera igual a zero e o a será igual a um.
Aonde tera uma f(x)=x.

/Nt - bissetriz: reta que divide ao meio um ângulo.

- Função Costante [não é do primeiro grau aonde o


A=0, e isso não pode] : pode apresentar uma reta
no seu gráfico aonde o A=0 ou f(x)=b
Revisão

As funções [polinômias] do 1° grau é uma das di-


versas equações que existe dentro da Álgebra. Como
a função do primeiro grau, do segundo grau. Função
exponencial. Função logaritmica e entre outras.

E a função do 1° grau seria representada por:

f(x)= ax+b , aonde ´´a`` é diferente de zero.


Aonde o gráfico é uma reta.

Nomenclatura:

a: Coeficiente angular
b: Coeficiente linear
x: Variável [aonde o expoente é 1]

: . Ambos [tanto a quanto b ] tem funções distintas


dentro da do gráfico da função. E a reta da função
do 1° grau irá ter um comportamento diferente de
acordo com o valor do coeficiente ângular [a].

ex:
a>0 - a<0 -
Reta crescente Reta decrescente
/Nt - Quando no gráfico a reta corta o eixo y, ela
corta justamente o ponto do coeficiente linear [b];

/ A raíz seria aquilo que corta o eixo ´´x`` [0];


ex: f(x) = x = 0

f(x)= 2x-1
f(0) = 2x-1
x= 1/2

/ dois ponto determinam uma reta.

ex:
8

f(x)=4x+8
encontre a raíz
0 = 4x+8
-8/4 = -2 0
-2
x=-2

ex:
f(x)= ax

aonde b=0 que passa pela origem aonde a raíz é


igual a zero.
ex:

f(x)= 2x 2

1
ex2:

f(x)= b
aonde a= x / 0, logo será uma constante.
ex:

f(x)= 2 f(x)= -3

1 2 -3

- Lei da função, aonde através do gráfico atribui


uma função [pela sua análise];

1. Reta [logo uma função


2
do primeiro grau]
f(x)= ax+b

1 2. Identificar as variáveis
Nesse caso: 2 [seria a variá-
vel [b] que corta o eixo ´´y``.
O coeficiente linear] e a função do ponto do eixo
x. Resolvendo o cálulo resutará no valor de x; Aon-
de f(1) = 0; Logo f(1) = a.1+2=0; a=-2 [que seria
a variável[a] que corta o eixo ´´x``. O coeficiente
angular];
logo a expressão seria: f(x)=-2+2

. Função do 2° grau

A função do segundo grau é outro tipo de função


polinômial encontrada na Álgebra. Representada por:
f(x)= ax^2+b+c , aonde a variável a precisa ser difer-
ente de zero. Aonde a função pega valores do conjun-
to dos reais e leva para os reais [f: R -> R];

/Nt - a,b,c E R

ex:

f(x) 2x^2-3x+6 Quem é a variável?

a= 2
b=-3
c=6

/Nt - O f(1) será sempre a soma dos coeficientes. E


o f(0) será sempre a costante (letra c). Outra coisa:
Quando aparecer um único x na função o ´´b`` passa
a ser ´´c``. E o ´´C`` passa ser ´´b``. Aonde acontece
uma inversão: ax^2+c+bx

ex :

g(x)= x^2 -1

a= 1
b= 0
c = -1
g(1)= 0
g(0)= -1

exemplo:

f(x)= 3x^2-5x+4 a=3 b=-5 c=4

f(2)= 6
f(-1)= 12

f(2)= 3.2^2-5.2+4
f(2)= 12-10+4
f(2)= 6
f(-1)= 3(-1)^2-5(-1)+4
f(-1)= 3+5+4

- As funçõs polinômiais apresentam um gráfico. E em


relação ao gráfico da função do segundo grau apre-
senta uma curva [parábola]; Aonde a variável ´´a``
apresenta sempre a curvatura da reta:

. a > 0 ->
concavidade para cima

. a < 0 ->
concavidade para baixo

/Nt - Em todo parábola a constante c, será sempre a


interceção com o eixo ´´y``. Ele dirá aonde a parábola
irá cortar o eixo y.
A função pode apresentar raízes [Raízes: f(x)= 0]
E para encontrar as raízes, é necessário pegar a
definição [f(x)= 0] e substituir pelo valor da expressão
[ax^2+bx+c=0]. Igualando a zero. Alcançando uma
equação do segundo grau. E através da báskara achar
as raízes.

/Nt - Não confundir função com equação;

ex:

f(x)= 2x^2-2x-12

1. Substitui pela expressão


2x^2-2x-12= 0

2. [Se der para simplificar, simplifique]


x^2-x-6= 0

3. Utilizar a báskara para encontrar as raízes

= 1.4.1.(-6)
= 25
x= 1= +- 5 / 2.1

x1= 1+5/2 = 3
x2= 1-5/2 = -2 -2 1/5 3

-12
Outra coisa importante em relação a função do se-
gundo grau, seria a vértice da parábola. Que seria o
resultado entre as duas raízes da função [em relação
a parábola]; Para encontra-lo [tanto o x como o y do
vértice] existe uma fórmula:

x v = -b/2a ou x v = x1+x2/2
[seria a média aritmética das raizes]

yv = - /4a ou y =v f(xv)
y

X
v
x
Yv

ex:
f(x)= x^2 - 2x +3

xv = -(-2)/2.1 =1
yv = f(1) [* soma os coeficientes] = 2
Vértice = (1,2)

3
2
1

1 x
Número das raízes

. > 0 -> x1 diferente x2


. = 0 -> x1 = x2 = -1/2a
. < 0 -> Não existe raíz nos conjuntos
dos números reais.

>0 =0 <0

a>0

a<0

A parábola apresenta pontos extremos na sua estru-


tura. Aonde ela pode chegar ao Ponto Máximo ou ao
Ponto Mínimo.
Logo :

a < 0 -> Im(f)= {y E R | y < yv } ou Im(f) = ] - infin, yv ]

a > 0 -> Im(f)= {y E R | y > yv} ou Im(f)= [y , + infinit [


. Inequação 1° grau

Seria uma sentença matemática que apresenta


uma desigualdade no valor desconhecido (incó-
gnita). Representada por:

> [maior],
< [menor],
> [maior/igual]
< [menor/igual];

ex:

2x+1 > 3
2x > 3 -1
2x > 2 0 1

x > 2/2
x>1 S= {x E R | X > 1}

/Nt - Observe as desigualdades [>,>,<,<]


Logo esse resultado é aplicado na reta numérica.

Resolvendo em Z

ex:

4x+1 > 5
4x > 5 - 4
0 1 2 3 4 5
4x > 4
x > 4/4
x>1 S= {x E Z | X > 1}
Resolver em R

/Nt irei utilizar o mesmo exemplo já que o importa-


nte seria o conjunto [nesse caso Q];

4x+1 > 5
4x > 5 - 4
4x > 4 0 1
x > 4/4
x>1 S= {x E R | X > 1}

/ Nt - Sempre quando estiver resolvendo uma


inequação.
Além de econtrar a variável precisa adicionar o
conjunto solução.

/Nt- Não é passar para o lado. É resolver ambos


os membros de acordo com a operação apresenta-
da.

/Nt - Todas as vezes que aparecer um negativo


no número que multiplica a variável [em relação
as inequações em R] será necessário dividir
ambos os membros para eliminar o sinal. E a Desi-
gualdade inverte.

ex:

-4x+10 > -6
-4x > -16 : (-4) para eliminar o sinal
x<4
. Inequação 2º grau

/ Nt - Equações são sempre igualdades entre


duas expressões;

As inequações seriam uma sentença matemática


que apresenta uma desigualdade no valor desco-
nhecido (incógnita). Representada por:

> [maior],
< [menor],
> [maior/igual]
< [menor/igual];

E a inequação do segundo grau seria representada


por: ax^2+bx+c > 0
Aonde poderá ser feita através do estudo dos sinais
[da função do 2º grau]

ex [resolução]:

x^2-7x+10 > 0
1. Achar as raízes [igualar a zero]
x^2-7x+10=0

= (-7)^2-4.1.10 =
= 49 - 40 =
=9

x = 7+- 3 / 2
x1 = 5
x2 = 2
+ +
2 5

f(x) > 0 =>


S = {x E R | x < 2 ou x > 5}

- Outros Exemplos

Em alguns casos [dependendo do tipo de proble-


ma], o exercício poderá apresentar inequações aon-
de a expressão poderá está invertida. Como:

/Nt - Nesse caso a ideia seria organizar a inequação;

x^2 > 4
x^2+10>3x+8

E quando isso ocorrer, devê-se sempre passar to-


dos os termos para o mesmo lado, para transformá-
la nos formatos já conhecidos.

ex:

x^2 > 4
Transformar a inequação no formato padrão [do 2º]

x^2-4 > 0
Iguala a função a zero

x^2-4 =0
Encontrar as raízes [báskara]

x^2= 4 => x= +- Raíz quadr. com base 4


x= +- 2

Estudo do sinal

+ +
-2 2

S= {x E R | x < -2 ou x > 2}

- Sistema de Inequações

Para se resolver o sistema de inequação será


necessário:

f(x) > 0
g(x) < 0

1. Solucionar cada inequação separadamente;


2. Fazer a intersecção dos conjuntos obtidos.

ex:

x-1 > 0
x-10 < 0

x-1>0 => x>1 (f)


x-10<0 => x<10 (g)
Intervalos:

1 10
f _____|____________|________

g _________________________

F
fng ___|____________|_________

S= {x E R | 1< x < 10}

- Inequações Produto

f(x). g(x) > 0

Método 1
- Estudo do sinal de ambos
- Estudo do subal de ambas as funções

ex:
(3x+6).(3x+4)<0
f g

função f
[ estudo do sinal da função ´´f`` ]

3x+6=0 =>

[encontrar a raíz]
3x=-6 => x=-2

[estudo do sinal]
+
-2

função g

x-4= 0 => x= 4

+
4

[ varal da intercecção ]

f - + +
g - - +
f.g + - +

S= {x E R | -2 < x < 4}

Método 2

- Achar as raízes da função do produto [f e g]


- Testar sinal em valores de ´´x`` entre raízes.

ex:

(3x-6).(x-4) < 0
f g

[encontrar as raízes]
f) 3x-6 = 0 => 3x= 6 => x=2

g) x-4 = 0 => x=4

[Função produto]

[ escolher valores ]

x=0 [valor aleatório]


(3.0-6).(0-4) = (-6).(-4)= 24

x=3 [valor aleatório]


(3.3-6).(3-4)= 3.(-3)= -3

x=5 [valor aleatório]


(3.5-6).(5-4)= 9.1 = 9

S= {x E R | 2 < x < 4}

- Inequações Quocientes

Seriam inequações do tipo de divisão.


f(x)/g(x) > 0

Método para solucionar a Inequação

Método I
Estudo dos sinal das funções [f(x) e g(x)]
E depois aplicar a divisão nos resultados encontra-
dos
/Nt -

Raízes de f(x) são raízes de f(x)/g(x)


Raízes de g(x) devem ser excuídas do domínio
/solução

ex:

-x^2+2x-1/x-4 > 0

[estudo do sinal]

f(x) -x^2+2x-1=0
= 2^2 - 4.(-1).(-1) = 0
x= -2 +- 0 / 2(-1) => x=1

g(x) x - 4 = 0 => x = 4

[Varal de Itercecção]

1 4
f ___-______-________-___
g ___-______-________+___
f/g ___+_____+________-___

S= {x E R | x < 1 ou x<4}
Método II

Achar as raízes das inequações [f(x) e g(x)]


Testar sinal em valores de x entre raízes.

/ Nt - Eliminar raízes de g(x) da solução

ex:

-x^2+2x-1/ x-4 >0

f) -x^2+2x-1= 0
= 2^2-4.(-1).(-1)=>
= 4-4 = 0
x= -2+- 0 / 2.(-1)=
x= 1

g) x-4 =0 => x=4

1 4

x=0 [valor aleatório]

-0^2+2.0-1/0-4 =
-1/-4

x=2 [valor aleatório]


-2^2+2.2-1/ 2.4 =
-1/-2 =
1/2

x=5 [valor aleatório]


-5^2+2.5-1/ 5-4 = -25+10-1/1 = -16

S= {x E R | x < 4 e x diferente de 1}

Revisão

As Inequações seriam desigualdades [>,>,<,<]


apresentadas por uma expressão [chamada de
funções f(x)]; Que ao encontrar a variável resulta
em 0. Representada por: x^2 - 2x - 8 < 0

/ Nt - o f(x) seria o y;

A ideia para se resolver a inequação seria primeiro


encontrar as raízes [igualando a zero].

x^2 - 2x - 8 = 0
= 4-4.1.(-8)
= 36
x = 2+-6/2.1

x1= 4
x2=-2

/ Nt - As raízes anulam a expressão


Depois esboçar o eixo.

-2 4

/Nt - O eixo ´´y`` não aparece. A pergunta que fica,


é? O eixo ´´y`` ele está mais próximo de -2 ou 4 ?
do -2. Logo quais são sinais do ´´y``. Para se desco-
brir isso é necessário que entre as raízes [que se
descobriu] haja valores aleatórios [x] substituindo
na expressão; E para qualquer valor que extrair se-
rá negativo [pois o gráfico está para baixo]. E nas
extremidades, será positiva em relação ao y;

Em seguida conferir na desigualdade [se ela é >,<,


>,<, que zero].

Nesse caso: < 0.

Logo preciso considerar que o sinal do ´´y``


será negativo entre o 2 e o -4.

S = { x E R | -2 < x < 4 } ou S = ]-2,4 [

- Nt - Verificar com o valor encontrado na variável


[nesse caso aleatório]
. Função Exponêncial

- Equações exponenciais, seriam equações aonde a


variável se encontraria no expoente do termo. Logo:
a^x = a^k => x=k

A lógica seria encontrar pontênciais de mesma


base [a]. Logo x=k

ex:

4^x = 64
7^(x+2)= 49
9^x+2+1= 1

/ Nt - Propriedades de Potenciação [revisão]

. a^m . a^n = a^m+n


. a^m/a^n = a^m-n
.(a^m)^n = a^m.n
. a^k/p = Raíz de p com base a^k
. (a/b)^-n = (b/a)^n

ex:

2^x = 16
2^x = 2^4 =>
x=4
S = {4}
25^x = 125
(5^2)^x = 5^3
5^2x = 5^3
2x = 3 =>
x= 3/2
S= {3/2}

9^x = 1/3
(3^2)^x = 3^-1
3^2x = 3^-1
2x = -1 => [Igual ao outro ex, passa o dois dividindo]
x= -1/2

49^x = Raíz de 7
(7^2)^x = 7^1/2
7^2x = 7^1/2 =>
2x= 1/2
x= 1/4
S= {1/4}

25^(x+2) = 1
25^(x+2) = 25^0 =>
x+2= 0
x= - 2
S= {-2}
5^(x^2+2x)=1
5^(x^2+2x)= 5^0
x^2 + 2x = 0
x=0
x+2 = 0 =>
x= -2
S= {-2,0}

/ Nt - A função exponencial pode apresentar dois


resultados

ex: [desmembramento]

5^x-2 + 5^x+1 = 126


5^x . 5^- 2 + 5^x . 5^1 = 126
5^x . (5^-2+5) = 126
5^x . (1/5^2+5) = 126
5^x . (1/25+5/1) = 126 =>
5^x . (1+125/25) =126
5^x . (126/25) = 126 =>
5^x = 126 . 25/126
5^x = 25
5^x = 5^2 =>
x=2
S={2}
2^x-1 + 5.2^x = 11
2^x . 2^-1 + 5.2^x = 11
2^x . (2^-1+5) = 11
2^x . (1/2 + 5/1) = 11
2^x . (1+10/2) = 11 =>
2^x . 11/2 = 11 =>
2^x = 2^1
x=1

S= {1}

. Definição e Gráficos

Função exponencial : f(x)= a^x


a>0
a diferente de 1

ex:

f(x)= 3^x
f(x) = (3/4)^x

[ Gráficos ]

A base das funções exponenciais, podem apresentar


dois tipos de gráficos.

0 < a < 1 = Do tipo decrescente


a > 1 = Do tipo crescente
ex:

f(x) = 2^x ; Logo = a > 1 [função crescente]

: . Para esboçar o gráfico será necessesário [escolher


de
forma aleatória de x] montar a tabela de valores
para aplicar no gráfico.

x f(x) f(-3)= 2^-3 = 1/8 = 0,125


-3 0,125 f(-2)= 2^-2 = 1/4 = 0,25
-2 0,25 f(-1)= 2^-1 = 1/2 = 0,5
-1 0,5 f(0) = 2^0 = 1
0 1 f(1) = 2^1 = 2
1 2 f(2) = 2^2 = 4
2 4 f(3) = 2^3 =8
3 8

x
/Nt - A curva do gráfico se aproxima da reta mais nun-
ca encosta nela;

ex2:

f(x) = (1/2)^x ; Logo 0 < a < 1 [função decrescente]

x f(x)
-3 8 f(1/2)^-3 = (2/1)^3 = 8
-2 4 f(1/2)^-2 = (2/1)^2 = 4
-1 2 f(1/2)^-1 = (2/1)^1 = 2
0 1 f(1/2)^0 = (2/1)^0 = 1
1 0,5 f(1/2)^1 = (2/1)^1 = 0,5
2 0,25 f(1/2)^2 = (2/1)^2 = 0,25
3 0,125 f(1/2)^3 = (2/1)^3 = 0,125

/Nt - A curva do gráfico também se aproxima da reta


mais nunca encosta nela;

Obs:
. f(x)= a^x => Ponto (0,1)
. D(f) = R
. Im(f)= R*+
. Inequações Exponenciais

Seriam inequações que envolve funções exponenci-


ais 5^x < 25
Inequação
Função

exponencial

/Nt - A resolução irá depender da base.

f(x)= a^x ; com base a > 1


ex: 2^x > 2^5
Nesse caso ambas as bases são iguais e maior que 1

Logo ... se...


a^x1 < a^x2 < = > mantem o sinal da desigualdade e
passa a inequação para o exponte. Logo x1 < x2

e... se...

a^x1 > a^x2 <=> x1>x2

f(x)= a^x ; com base 0 < a < 1


ex: (1/2)^x > (1/2)^2
Nesse caso para que meio (1/2) seja maior que x el-
evado ao
2, será necessário x maiores do que 2; Aonde a
desigualdade
irá inverter
Logo...
a^x1 < a^x2 <=> x1 > x2
a^x1 > a^x2 <=> x1 < x2

Em suma, para se resolver uma inequação exponen-


cial será necessário:

- Igualar as bases

Se a > 1 :

a^x1 < a^x2 <=> x1 < x2


a^x1 > a^x2 <=> x1 > x2

Ou seja, se a base é maior que 1, a desigualdade se


mantém

Se 0 < a < 1 :

a^x1 < a^x2= x1 > x2


a^x1 > a^x2 = x1 < x2

Ou seja, se a base está entre 0 e 1, a desigualdade


se inverte

ex:

2^x > 32 =
2^x > 2^5 = [compara os expoentes]
x>5
S = {x E R | x > 5}
(1/3)^x < (1/9) =
(1/3)^x < (1/3)^2 =
x>2
S = {x E R | x > 2}

- Deslocamento vertical da função

A função [exponencial] pega valores do conjunto/


domínio
dos Reais e transporta para o conjunto/ contra domí-
nio
dos Reais positivos [excluindo o Zero]. Aonde x [que
seria
qualquer representação numérica dos naturais] trans-
porta
para o expoente de uma potencia [a / um número fixo].

f : R -> R*+
x -> a^x

Logo: f(x)= a^x

Gráficos [função exponencial]

Se a > 1, gráfico crescente


e sua assíntota seria o eixo y=0
/ Nt : . A reta nunca toca o eixo [Assíntota].
/ Nt : . Somar fora da função para encontrar a
´´localização`` da assíntota [?!] f(x)= a^x +1

[!] Uma das utilidades práticas da função exponencial


seria para a representação de frequências das notas
musicais;

Se 0 < a < 1, gráfico decrescente


e sua assíntota seria o eixo y=0

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Deslocamento horizontal da função

f(x)= 2^x f(x)= - 2^x

f(x) = 1-2^-[x]

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Revisão
[Funções exponenciais]

Antes de entender o que são funções exponencias.


Precisamos analisar as equações exponencias e at-
raves disso traçar uma base.

/Nt - A equação exponencial, seria uma igualdade


aonde a icógnita seria um expoente; Aonde:

a^x1 = a^x2 => x1=x2


a > 0 e a é diferente de 1

ex:
3^x = 81
3^x = 3^4
x= 4
S= {4}

Logo as funções exponenciais pegariam valores no


conjunto dos números reais [no domínio] e transportar-
ia para o conjunto dos reais [contra dominio]; Aonde a
função pegaria valores no x e transporta no expoente
de uma potência [a^x];

/Nt - existe uma condição para transportar em a.


f(x)= a^x , a > 0 e a diferente 1;
Não existe restrinção em x [pode ser qualquer valor].
D(f) = R [conjunto de partida]
CD(f) = R [conjunto de chegada]
Im(f) = ] 0, +infinito [conjunto dos atingidos]
Nt: . Observ. o gráfico

exemplificação [na reta]:

0<a<1 a<1

0 1

- A bola aberta significa que o A é maior que Zero.


- E o extrai o 1.
- Logo o A não pode ser: Valor negativo, zero e um.
- Se for um dos valore ´´a``, a função não irá existe.

. Gráficos

a > 1 - crescente 0 < a < 1 - decrescente


ex:

f(x)= 4^x

*a= 4 > 1 crescente 4

*atribui um valor 1
f(1)= 4^1= 4
1

ex:

f(x)= 10^-x

* o negativo no expoente tem a função de inverter


a base [propriedade de potensiação], Logo ...

f(x)= (1/10)^x Logo...

0 < 1/10 < 1 - O gráfico é decrescente

1
1/10

1
As inequações já seriam representada pelas desigual-
dades [ >,>,<,< ];

a > 1 : a^x > a^y => x > y


0 < a < 1 : a^x > a^y => x < y

ex:

2^x > 128 a > 1 - Se é maior a desigualdade


mantem
2^x > 2^7
x>7
S {x E R | x > 7}

ex:

(3/5)^x > 125/27 0 < a < 1 - Se é menor inverte


a base

(3/5)^x > 5^3/ 3^3 = (5/3)^3

(3/5)^x > (3/5)^-3

x < -3

S= {x E R | x < -3}
. Logaritimo

O log de a na base b, é igual a x. Aonde x é tal que


´´b`` elevado a x da a;

Log a = x <=> b^x=a


b

Nomenclatura:
Base: b
Logaritmando: a
Logaritmo: x

ex:

log 8 = x => 2^x = 8


2 2^x = 2^3
x= 3

log 81 => 3^x = 81


3 3^x = 3^4
x=4

log 1/25 => 5^x = 1/25


5 5^x = 1/5^2
5^x = 5^-2
x=-2
log 100 => x^10 = 100
10 x^10 = 10^2
x= 2

log 0,01 => 10^x = 0,01 =


10 10^x = 1/100 =
10^x= 1/10^2
10^x= 10^-2
x= -2

O longaritmo precisa respeitar algumas condições


para sua existência.

Se: b > 0 e b for diferente de 1


Se: a > 0

ex:

log 2 = não existe


0

log (-2) = não existe


1

E com isso [definição] desencadear algumas conse-


quências

- O logaritimano elevado a um que resulta no próprio


número; log a = 1
a
- O logaritimano elevado a zero que resulta em um.
log 1 = 0
a

- O logaritimano elevado a alguma coisa com mesma


base resultara no próprio valor do expoente;
log a^n = n
a

- O logaritmo apresenta duas bases [a da potência e


do logaritmo] que são iguais aonde o resultado irá ser
sempre o logaritimano [b];
a^log b/a = b

Propriedade dos logaritimos

- Produto [o log de produtos de números em uma


base é igual a soma dos logs dos números na mesma
base]

/ Nt -abra o produto na soma mantendo a base


log (b.c) = log b + log c
a a a

ex:

log2 = 0,30
log3 = 0,48

. transforma em produto
log 6 = log (2.3) = log2 + log3 =
0,30 + 0,48 = 0,78
log 6 = 0,78

- Quociente [o log de produtos de números em uma


base é igual a soma dos logs dos números na mesma
base]

/Nt - abra a divisão em subtração


log (b/c) = log b - log c
a a a

ex:

log2 = 0,30
log3 = 0,48

log1,5

. transforma em divisão / fração

log 1,5 = log (15/10) =


log (3/2) =
log3 - log2 =
0,48 - 0,30 =
0,18

log 1,5 = 0,18


- Potência de logaritimano [o expoente cai multi
plicando]
log b^x = x . log b
a a

ex:

log2 = 0,30
log3 = 0,48

log4 = log (2^2) = 2 . log 2 =


2 . 0,30 =
0,60

log9 = log(3^2) = 2 log3 =


2.0,48 =
0,96

/ Nt - quando o log não possui base significa que a


base é 10.
ex:

log 2 = 0,3 , log 3 = 0,48. Qual o valor de log 36?

log 36 = log (4.9) = [propriedade produto]


log 4 + log 9 =
log 2^2 + log 3^2 = [propriedade do expoente]
2 . log 2 + 2 . log 3 =
2.0,3 + 2.0,48 =
0,6 + 0,96 =
1,56

- Mudança de base [aonde se pega o logaritimo


transformando em uma divisão de logaritmo]
log b = log b / log a
a c c

ex:

log2 = 0,30
log3 = 0,48

log 9 = log 9 / log 4 =


4 log(3^2) / log(2^2) =
2 . log3 / 2 . log2 =
0,48 / 0,30 =
48 / 30 [simplifica por 6] =
8/5
- Equações logarítmicas

Seriam equações que no lugar da variável estaria lo-


calizado ou logaritmano ou a base. Representada por:
log x = ou log a =
b x

E para a seu desenvolvimento seria necessário :

1. Aplicar a condição de existência [aplicada na


variável]
2. Resolver
3. Intersecção das condições de existência com o
conjunto solução;

ex:

log (log x) = 0 C.E x>0


3 2

log x = 3^0 = 1
2
log x = 1
2
x= 2^1 =>
x=2
S= {2}

- Equações logarítmicas [ Domínio e imagem ]


Seria representada por:
f(x) = log x <=> y = log x
a a

Nesse caso, a variável estaria no lugar do logariti-


mano. O ´´a`` seria a base que antende a condição de
existencia. E quando aplicado o x dentro, a função ira
calcular o log desse x na base a; E isso será o ´´y`` da
função.

Domínio
Seria todos os valores de x para qual aquela função
existe. Logaritimano > 0

Imagem
Seria os valores de y do qual a função determina;
Logo Im(f*)= R

ex:

f(x)= log x
3
D(f) -> x > 0
D(f) = {x E R | x > 0}

Im(f) = R
ex2:

f(x) = log (x+5)


3
D(f) => x+5 > 0 => x > -5
D(f) => {x E R | x > -5}
Im(f) = R
f(x)= log (4-x^2)
1/4
D(f)=> 4-x^2 > 0

4-x^2 = 0 =>
x^2 = 4 =>
x= 4
x= 2

[ reta dos reais ]

/Nt - [ gráfico invertido ]


-2 2

D(f) = { x E R | -2 < x < 2 }


Im(f) = R

- Equações logarítmicas [Gráficos]

Para esboçar o gráfico da equação é necessário


atribuir valores para o logaritimano [que seria a variá-
vel ´´x``]

/ Nt - y= log x <=> a^y = x


a y= a^x [função inversa]
0< a<1
a>1

E o ´´y`` [f(x)] vai se cálculado de acordo com os va-


lores do ´´x``, dando forma a tabela. Aonde para vários
´´xs`` haverá os ´´y`` correspondentes que serão apli-
cados no plano cartesiano;

ex: [ função exponencial ]

y = a^x com a>1

x y=2^x
-3 0,125
-2 0,25
-1 0,5
0 1
1 2
2 4
3 8

ex: [ Função Logarítimica ] /Nt - Inversa da expo-


nencial

y = log x com a>1


a
x
y= log x
2
0,125 -3
0,25 -2
0,5 -1
1 0
2 1
4 2
8 3

ex: [ função exponencial ]

y = a^x com 0<a<1

x y= (1/2)^x
---
---
---
-3 8 ---
---
---
---

-2 4
---
---
---
---

-1 2
---
---
---
---

0 1
---
---
---

1 0,5
---
---
---
---

2 0,25
-
---
---
---

3 0,125
---
----
---
---
ex: [ função logarítmica ]

y = a^x com 0<a<1

x y= (1/2)^x
8 -3
4 -2
2 -1
1 0
0,5 1
0,25 2
0,125 3

- Inequações logarítimicas

Inequações seriam desigualdades [<,<,>,>] aonde:

f(x) = log x
a

0 < a < 1 ; f(x) decrescente


a > 1 ; f(x) crescente

ex:

log x > log 10


5 5
x > 10
Portanto:

Se houver uma inequação do tipo...

log x > log k => X < K


a a
log x < log k => X > K
a a

se a base estiver entre 0 < a < 1 ; Inverte as desigual-


dades. E se a base for a > 1 ; mantem a base

log x > log k => x > a


a a
log x > log k => x < k
a a

ex:

log x > log 7


8 8

[condição de existência]
x>0

x>7
S {x E R | x > 7}

/ Nt - Fazer o varal de intercecção


Revisão

Equações logarítimicas seriam equações que no lu-


gar da variável estaria localizado ou logaritmano ou a
base. Representada por:

log f(x) = log g(x) => f(x) = g(x)


a a

Aonde a ideia inicial é dada [=], e apartir dessa ideia


se desenvolve através da equação;

obs: Existe sempre uma condição de existência [re-


gras/leis] para o logaritmo valer; Se: b > 0 e b diferente
1 ea>0

ex:

log (8x-2) - log 14


2 2

8x - 2 = 14
8x = 14 + 2
8x = 16
x = 16/8
x= 2

condição de existência (c.e)


c.e = x = 2 logo:
8 . 2 - 2 = 14
logaritimano
a > 0?
Sim

base
b > 0 e b diferente de 1
Sim

ex2:

log (x+3) + log (x+3) = 2 . log 4

: . propriedade de produto e
propriedade exponêncial
log [(x+3).(x+3)] = log 4^2

log (x^2 - 9) = log 16

x^2 - 9 = 16
x^2 = 16+9
x^2 = 25 [raíz]
x = -+ 5

c.e => x=5


S= {5}

ex3:

log (x+2) = 2
x
x^2 = x+2

x^2 - x - 2 = 0
delta= 1 - 4 . 1 . (-2)
delta = 9
x = 1 +- 3 [raízquadra] / 2.1

x1 = 2
x2 = -1

C.E = vale para o x1.

S= {2}

ex4: /Nt - [mudança de variavel]

( log x )^2 + 2 . log x = 3


3 3

I.

y = log x
3

y^2 + 2y = 3
y^2 + 2y - 3 = 0

= 4 - 4 . 1 . (-3) y1 = 1
= 16 y2 = -3
y = -2 4
2.1
II.

log x = 1 => x = 3
3
log x = -3 => x = 3^-3
3
x= (1/3)^3

x= 1/27

III.

C.E

S = {3,1/27}

- Função longarítimica

Estaria relacionado aos conjuntos e o gráfico.

f: R* -> R
+
x -> log x
a

f(x) =log x
a
Aonde a função logarítimica [f] pega valores [positivos]
do cojunto dos reais [R], exceto o zero[*] e transporta
para o contra domínio do conjunto dos reais; Aonde o
x, é levado para o log de x em base a. Logo:

f(x)= kg x /Nt - a > 0 [círculo vazio]


a diferente de 1

0 1

/ Nt - dependendo do valor de ´´a`` haverá um


tipo de gráfico.

* Gráfico

a>1 0<a<1

ex:

f(x) = log x f(x) = log x


2 1/3
/ Nt - Para esboçar o gráfico da função logarítimica
é necessário olhar para a base.

/ Nt - o gráfico apresenta uma linha imaginária [tra-


cejada] pois nunca toca o eixo zero. E só existe
para valores a direita dela;

- Inequações logarítimicas

Seriam equações que apresentam desigualdades


[<,<,>,>]

a>1 log f(x) > log g(x) => f(x) > g(x)
a a

/Nt - quando a base é um, a desigualdade se mantem.


Por causa da interpretação no gráfico. Crescente.

0<a<1 log f(x) > log g(x) => f(x) < g(x)
a a
/Nt - quando o a base está entre zero e um, a desigual-
dade inverte. Por causa da interpretação do gráfico
Decrescente.

ex:

log (3x - 6) < log 9


2 2

Tira os logs e trabalha com os logaritimanos

I. II.
3x - 6 < 9 3x - 6 > 0 S= { x E R | 2 < x < 5 }
3x < 9+6 3x > 6
3x < 15 x>2
x < 15/3
x<5 I. 5
II. 2
C.E U . 2 5

/ Nt - Geralmente as inequações não são tão simples


de resolver. E por isso nesse casos, é utilizado o varál
de intersecção; Aonde cada os valores são simultâ-
neos;
Função Modular

A função modular seria a distância de um número


qualquer até o número original. Representada por:

| x | = { x , se x > 0 ; -x, se x < 0

Na reta dos reais ficaria


|-5| = 5 |5| = 5
{
{
-5 0 5

! Nt - O módulo seria o inverso do sinal conservando


sua ´´base``

ex:

|5| = 5
|-5| = 5
|7|=7

- Equação Modular

|x|=a

1. Analisar o termo que está a direita. a { > 0 ;


<0={}

2. Resolver x = a ou x= -a
ex:
x=8
|x|=8 x = -8 S = {8, -8}
x-2 = 5 => x = 7
| x-2 | = 5 x-2 = -5 => x = -3 S = {-3,7}

| 2x -6 | = x - 2

x - 2 > 0 => x > 2

2x - 6 = x-2 => x = 4
2x -6 = - (x-2) => 2x-6 = -x + 2 =>
2x + x = 6+2 => 3x = 8 => x= 8/3

S = {8/3,4}

| x |^2 + | x | -6 = 0 |x|=t

t^2 + t-6 = 0
= 1^2 -4.1.(-6) = 25
t= -1 +- 5 / 2.1
t1 = 2
t2 = -3

| x | = 2 x = 2 ou x= -2
ou
| x | = -3 Sem solução

S= [-2,2}
- Inequação Modulares

1. | x | > a ; x > a ou x < -a

-a 0 a

2. | x | < a ; -a < x < a

-a 0 a

ex:

| x+4 | > 1
x+4 > 1 => x > 1-4 => x > -3
x+4 <-1 => x< -1-4 => x< -5

-5 0 -3

S= { x E R | x<-5 ou x >-3 }

| x+1 | < 3
-3 < x+1 < 3 => -3 -1 < x < 3-1
-4<x<2
S = {x E R | -4 < x < 2}
- Gráficos [Função Modulares]

f(x) = | g (x) |

- Gráfico sem módulo


- Rebater prolado positivo

ex:

f(x) = | x | f(x) = |x|


f(x) = x O gráfico espelha

f(x) = | g(x) | + h(x)

f(x) = g(x)+ h(x) , g(x) > 0


-
f(x) = - g(x)+h(x) , g(x) < 0
ex:

f(x) = | x-2 | + 2
x - 2 > 0 => x > 2
- -
f(x) = x-2 + 2 = x

x-2 < 0 => x < 2


f(x) = -(x-2)+2 => f(x) = -x+4

/ Nt - O módulo pode ser compreendido através


da perspectiva da geometria como a distância
na reta graduada do número até a origem; Ex:
| 2 | seria a distância do número [2] até a origem.

/ Nt - A distância sempre será positiva

. Tipos de gráficos

f(x) = | x | f(x) = | x |+1


f(x) = | x | - 2 f(x) = | x+1 |

f(x) = | x-2 | f(x) = | x^2-1 |

f(x) = | x^2-4 |
Progressão Aritmética

- Sequência [em relação a P.A] seria um conjunto


de elementos estabelecidos em uma certa ordem,
representada por:
( a1, a2, a3...)

Nomenclatura [dos termos da sequência]

a1 - Primeiro termo
a2 - Segundo termo
a3 - Terceiro termo
...

E assim sucessivamente até englobar o an [enê-


simo termo]. A sequência também pode apresentar
duas possibilidades
[As finitas e as infinitas];

ex [Sequência finita]:
( 5, 9, 2, 1, 8)

ex [Sequência dos Primos - Infinita]:


(2, 3, 5, 7, ...)

ex [Pares entre 1 e 9]
(2, 4, 6, 8)

/Nt - Existe três formas de representar a definção


das sequências da P.A; Chamada de Lei de For-
mação
1.

a1 = 2
an = an-1 +5

/Nt - Sempre o termo anterior +5

ex: (2[+5], 7[+5], 12[+5], 17,...)

2.

an = 3^n
a1= 3^1 = 3

/Nt - O termo vira o expoente da base 3

ex:
a1 = 3^1 = 3 (3, 9, 27, ...)
a2 = 3^2 = 9
a3 = 33 = 27

3.

Sequência dos 5 priemeiros ímpares positivos

(1,3,5,7,9)
exer:

Termo geral: An = n/+1

a1 = 1/1+1 = 1/2
a2 = 2/2+1 = 2/3 (1/2, 2/3, 3/4, 4/5)
a3 = 3/3+1 = 3/4
a4 = 4/4+1 = 4/5

exer2:

Termo geral an= 2.5^n=1


Qual é o quarto termo da sequência ?

a4 = 2.5^4-1 = 2.5^3=
2 .125 = 250

- Definição e Classificação

A progressão Aritimética (P.A) é uma sequência rep-


resentada por (a1, a2, a3, a4, ...) em que cada termo é
igual ao termo anterior somado de um valor constante;

ex:
a2 = a1+r / Nt - r = [Razão]
a3 = a2 + r
a4 = a3 + r

Logo: an = n - 1+ r
ex:

( 2,5,8,11... )

a1 = 2
r = 5 - 2 =3

A P.A pode ser classificada em:

- Crescente [aonde os valores aumentam] - r > 0


- Constante [aonde os valores não se alteram] - r = 0
- Decrescente [aonde os valores diminui] - r < 0

/Nt - A razão determina a classificação da P.A;

- Termo Geral [P.A]

an = a1 + (n-1) . r

/Nt - o termo anterior

ex:
an = a1+(n-1).r
a1 = 4 a32 = a1+(32-1). r =>
r=5 a32 = 4 +31 . 5 =>
a32 = ? a32 = 4+155 =>
a32 = 159
P.A - Representação Prática

A Progressão Aritimética pode apresentar certos casos


específicos em que o enunciado pode apresentar mais
de 3 termos;

. 3 termos

( a1, a1+r, a1+2r )


: . ( x - r, x , x + r )

. 4 termos

( a1, a1+r, a1+2r, a1+3r )


: . ( x-3a, x-a, x+a, x+3a )
r = 2a

. 5 termos

( a1, a1+r, a1+2r, a1+3r, a1+4r )


: . ( x-2r, x-r, x, x+r, x+2r )

exe:
PA -> 3 termos P.A ( 5-r, 5, 5+r )
soma: 15
produto: 120 (5-r) . 5 . (5+r) = 120 =>
(5-r) . (5+r) = 120/5 => 24
( x-r, x, x+r ) 25 + 5r - 5r - r^2 = 24 =>
x-r+x+x+r = 15 r^2 = 25-24 = r^2 = 1 =>
3x=15 => r= +- raíz de 1 => r= -+ 1
x= 15/3 = 5
. Interpolação Aritimética [P.A]

Os termos podem ser divididos em meios [nome dado


aos termos que estão entre os termos da ponta] e ex-
tremos [nome dado aos termos das pontas]. Logo, a
interpolação seria

representada por k meio aritméticos entre a e b;


o último termo [an]
n= k+2
e aplicar a fórmula geral
b= a+(k+1)= r

ex:
4 meios aritméticos entre 11 e 26
( 11, -,-,-,-, 26 )
4termos

a6= a1+(6-1)r =>


26 = 11 + 5 . r =>
26 - 11 = 5r =>
r= 15/5 =>
r= 3

(11, 14, 17, 20, 23, 26)

/Nt - de três em três.


- Propriedade [P.A]

- Soma de termos equidistantes

Essa propriedade atribui que a soma de termos equi-


distantes dos extremos é sempre uma constante. Que
é igual a soma dos proprios extremos da P.A;

a1+an = a2+an-1 = a3+an-2 =


a1+an = ak+an-(k-1) =>
a1+an = ak+an-k+1

- Três termos consecutivos

O termo do meio será igual a média aritmética dos


dois. aonde o x é igual a soma do termo consecutivo
[posterior e anterior] sobre 2;

ak = ak-1+ak+1/2

x = x-r+x+r /2 =
x= 2x / 2
ex:

(2,5,8,11,14)

Propriedade I

2+14= 16

5=2+8 /2 = 10/2 = 5
8= 5+11/2 = 16/2 = 8
11= 8+14/2 = 22/2 = 11

- Fórmula da somos dos N termos [P.A]

2Sn = (a1+an) + (a2+an-1)+...+(a1+an-2)+ (an+a1)

Logo: 2 Sn= n . (a1+an) =>


Sn = (a1+an) . n/2

ex:

P.A (1,4,7,...)
Calcule os 21 priemiros termos
S21 = 651
Fórmula do
termo geral
S21 = (a1+a21).21/2 => an=a1+(n-1).r
S21 = (1+61). 21 / 2 = a21=a1+(21-1)r =>
62.21/2 = 651 a21=1+20 . 3 =>
a21= 1+60 =
a21= 61
Revisão

A Progressão Aritmética seria uma sequência de


números aonde apresenta uma regularidade;

E para uma PA ser uma PA. O se dar o primeiro termo


o seguinte somará uma constante.

ex: ( 3, 7, 11, 15, 19, 26, 27, ... )

/Nt a constante está acontecendo de quatro em


quatro.
/Nt - A constante seria a razão [r].

E para obter a razão é necessário subtrair dois


termos seguidos.
r = an+1 -an

A fórmula também pode apresentar um jeito de se


obter um termo geral. Como um valor que está
distante da sequência danda.
an= a1+(n-1).r

A também uma fórmula que apresenta uma relação


entre dois termos na sequência. Uma consequência
do termo geral.
an = an+(n-m).r

Há uma propriedade que se é utililizada para três ter-


mos seguidos; Aonde o do meio é a media aritmética
dos extremos; ( an - 1 , an, an + 1 )

an= an-1 + an+1 / 2


/Nt - Interpolação de termos
: . Os termos seriam os pontos que se encontram
entre os extremos. Representado por ´´K+2``.

/Nt - A soma de n termos equivale a quantidade


finita dos termos aonde a soma do primeiro e o
último termo multiplicado pela quantidade de
termos dividindo por 2;
logo: Sn= (a1+a).n /2

. Progressão Geométrica (P.G)

A progressão geométrica seria também uma sequên-


cia em que cada termo consecutivo é igual ao termo
antecessor,multiplicado por um termo constante.

Logo:
ex [sequên] ( a1, a2, a3 ... ,an)
an= an-1 . q

/Nt - q = razão da P.G

Para desenvolver e encontrar a razão da P.G, é


necessário pegar valores [qualquer] da sequência
e dividilos um pelo outro;

q = an/an-1
ex: ( 1, 2, 4, 8, ... )

a1 = 1
q = 2/1 = 2
4/2 = 2
8/4 = 2

exe:

Pg { a1=20
q = -2

calcular 5 primeiros termos.

a2= a1 . q ( 20, -40, 80, -160, 320 )


20.(-2) =
- 40

a3= a2 . q
(-40).(-2) =
80

a4= a3 . r
80.(-2) =
- 160

a5= a4 . r
-160.(-2) =
320
- Classificação [P.G]

A P.G está classicada em:

Crescente ( 1,2,4,8, ... ),


Constantes ( 3,3,3, ... ),
Decrescentes ( 8,4,2,1,1/2, ...),
Alternantes ( 1,-4, 16, -64, ... ),
Estacionárias ( 5, 0, 0, 0, ... ).

Existem certas possibilidades para a construção


das classificações da P.G;

Crescente:

a>0 e q>1:
representação ( 1, 2, 4, 8, ... )

a1 < 0 e 0 < q < 1


representação ( -2, -1, -1/2, -1/4, ... )

Constante:

a1= 0 e qualquer q
representação ( 0, 0, 0, ... )

Qualquer a1 e q=1
representação ( -5, -5, -5, ... )
Decrescente:

a1 > 0 e 0 < q < 1


representação ( 8,4,2,1,1/2. ... )

a1 < 1 e q > 1
representação ( -2, -4, -8, -16, ... )

Alternante:

Qualquer a1 (diferente 0) e q < 0


representação ( 1, -2, 4, -8, ... )

Estacionárias

a1 diferente 0 < q = 0
representação ( 2,0,0,0, ... )

. Termo geral de uma P.G

Fórmula seria:

an= a1.q^n-1

ex:
a1 = 1 , q=2
a10 = 512
an= a1 . q^n-1 =>
a10= 1.2^(10-1)=>
a10 = 1.2^9= 512

. Representação prática [P.G]

- 3 Termos

Fórmula: x/q. x x. q/ = x^3


represetação: ( x/q, x, xq )
Logo: ( x, xq, xq^2 )

- 4 Termos

Fórmula: x/a^3 . a^2 = x/a


representação: ( x/a^3, x/a, x.a, x.a^3 )

- 5 Termos

Fórmula: x/a^3 . x/a . x.a . x.a^3 = x^4


representação: ( x/q^2, x/q, x, x.q, x.q^2)

ex:

P.G de 3 termos
Soma: 21
Produto: 216
( x/q, x, xq ) =
x/q . x . x.q = 216
x^3 = 216 =>
x= raíz cubica com base 26 = 6

6/q + 6+6 . q = 21 =>


6 + 6q + 6q^2 / q = 21 =>
6 + 6q + 6q^2 = 21q =>
6q^2 - 15q + 6 = 0 =>
2q^2 - 5q + 2 = 0

Delta = 25 - 4 . 2 . 2 = 25 - 16 = 9
q = 5 +- 3 / 2.2

x1 = 2 ( 3, 6, 12 ) ou ( 12, 6, 3 )
x2 = 1/2

. Produtos de termos equidistantes [P.G]

Propriedade I.
[produto de termos equidistantes]
Fórmula: a1 . an = a2. an-1 = a3 . an - 2 ...

Propriedade II.
[Três termos consecutivos]
Fórmula: a1.a3 = a2^2

ex: ( 2, 4, 8, 16, 23, 64, 128, ... )

2 . 128 = 256
4 . 64 = 256
8 . 32 = 256
16 . 16 = 256

4 . 128 = 512
8 . 64 = 512
16 . 32 = 512

. Soma de N termos [P.G]

Fórmula:

q=1
Sn = a1+a1+...+a1[n vezes] = n . a1

q diferente 1
Sn = a1+a2+a3+...+an-1 + an (I)
q.Sn = a1 . q + a2 . q + a3 . q + ... + an-1 . q + an.q
q.Sn = a2 + a3 + a4 + ... + an + an . q (II)

(II) - (I)

qSn - Sn = a2+a3+... + an+ a.q


- a1 - a2 - a3 - ... - an

Sn . (q-1) = an . q - a1 =>
Sn . (q-1) = a1 q^n-1 . q - q1 =>
Sn . (q-1) = q1 . q^n - a1 =
Sn.(q-1) = a1 (q^n-1)

Logo: Sn = a1 . (q^n-1) / (q-1)


. Soma de termos infinitos [P.G]

Sn = a1 . (q^n-1)/(q-1)
S = a1. (0-1) / (q-1) = -a1/q-1 =>

Logo: S = a1/1-q , -1 < q < 1

Revisão

Progressão Geomêtrica seria uma sequência


aonde dado o primeiro termo você poderia atra-
vés do segundo conseguir o terceiro.

ex: ( 3, 6, 12, 24, 48, 96, ... )


/Nt - constante = razão = q

P.G - geral
P.G - ( a1, a2, a3, a4, a5, ... , an )

: . Para se encontrar a razão [P.G] é necessario:


Dividir termos seguidos:

q = a^2/a^1 = a^3/a^2 = a4/a^3 = a^5/a^4 =


an/an-1.

Logo para se encontra a razão é necessário


q = an/an-1
- Tipos / classificações da P.G

Crescente: [aonde os termos aumentam]


( 2, 4, 8, 16, 32, ... )
q= 2

Decrescente: [aonde os termos diminuem]


( 1, 1/2, 1/4, 1/8, ... )
q= 1/2

Constante: [aonde os termos são os mesmos]


(2, 2, 2, ...)
q= 1

Alternada: [aonde os termos variam de sinais ]


( 1, -3, 9, -27, ... )
q= -3

- Termo geral de uma P.G

Utilizado para encontrar um termo que está


distante do enunciado;

an = a1 . q ^n-1

*Nomenclatura
an: termo geral
a1: primeiro termo
q: razão
ex:

P.G ( 5, 10, 20, 40, ... )

a12 = 10240

a12 = a1. q ^11


a12 = 5 . 2^11
a12 = 5. 2048
a12 = 10240

ex2:

P.G ( 1, 4, 16, ..., 1024 )


Quantos termos tem na PG. [ou seja: quantos ´´n``
tem]

an= 1024
q = 4/1 = 4

1.4^n-1 = 1024
:. Equação exponencial

(2^2)^n-1 = 2^10
2^2n-2 = 2^10
2n-2 = 10
2n = 10+2 =
n = 12/2 =
n=6
- Propriedades da P.G

. an = ak . q^n-k
[vale para todos]

. a1 . an = a2 . an-1 = a3 . an-2 = ... constante


[produto dos equidistantes dos extremos é uma
constante ]

. O termo do meio ao quadrado é a multiplicação dos


extremos; ou a média geomêtrica dos extremos
[três termos seguidos]

ex: ( 2, 4, 8, 16, 32, ... )

4^2 = 2.8

- Para mais termos [P.G]

3 termos: ( x/q, x, xq )
5 termos: (x/q^2, x/q, x, xq, xq^2 )

- Soma de n termos

P.G finita
Sn= a1 . ( q^n-1 ) / f-1

P.G Infinita C.E: -1 < q < 1


S = a1/1-q
. Matrizes e Determinantes

As matrizes são tabelas que apesentam elementos,


ordenados em linhas [m] e colunas[n]. Sua escrita se
baseia em: m´´x`` n [´´por``]; Representada por [ ] ou
( ); Também por tabela ou abreviação A=(aij)22 |
aij=1, Se i = j ,
aij= i + j, Se i diferen j

ex:

2 3 4 3
1 9 4 1
146 1 3 4 0 [0110]
253 0 0 4 0

tipo: 2 x 3 tipo: 4 x 4 tipo: 1 x 4

9
9
9

tipo: 3 x 1

Os elementos que estão dentro da matriz seriam


representado por: Aij
Nomenclatura:

a - elemento
i - Número da linha
j - Número da coluna

ex:
a14 = 5
3 5 9 5 a22 = 2
2 2 0 3 a32 = 1
1 1 9 8 a33 = 9

/ Nt - Transformando a forma abreviada em tabela;

A = (aij)22 | aij =1, Se i = j


aij = i + j, Se i deferente j

a11 a12 1 3
a21 a22 3 1
- Tipos de Matrizes:

. Matriz Linha . Matriz Coluna


Seria aquela Seria aquela
tipo: 1 x n tipo: mx1

[1 0 1] 1 Tipo: 3x1
tipo: 1x3 0
1

. Matriz Quadrada
Seria aquela
tipo: n x n , / Nt - Existe característi-
também cas específicas na Matriz
conhecida quadrada, chamada de di-
por agonal [aonde começa no
´´Quadrada de primeiro elemento e termi-
ordem n``; na pelo último, de forma
diagonal] principal e diag-
10 onal secundária [que seria
01 o inverso/´´espelhado`` da
principal];
tipo: 2x2
. Matriz Identidade
Sua notação: In
/Nt - A diagonal
In = (ay)nxm | aij =
[principal] da ma-
1 , Se i = j
triz vale 1 e todos
0 , Se i diferente J
os outros elementos
restante serão zero;
ex:
Em relação a matriz
do tipo identidade;
I = 1 0 0
3 0 1 0
0 0 1

. Matriz Nula - Seria uma matriz aonde todos os


elementos seriam zero. aij = 0

ex:
N3x2 /Nt - N = nulo

0 0
0 0
0 0
- Matriz Transposta

A matriz transposta seria o inverso da matriz origi-


nal em relação a coluna e linha. A coluna vira linha
e a linha vira coluna.

Matriz Transposta
A -> A^t
mxn nxm
ex:

A= a b => A^t = a c
c d b d

- Igualdade de Matrizes
Se: A = B <=> aij = bij

ex:

A=B
Cálcule: a,b,c,d

A= a b a b 2 1
c d c d 3 5

B= 2 1 a= 2
3 5 b=1
c= 3
d= 5
/Nt - Quando duas matrizes forem iguais, igualar
termo a termo.

- Adição de Matrizes, aonde os termos corres-


pondentes das duas matrizes seram somados
resultando em um novo
A+B=C

mxn mxn -> mxn

1 2 3 2 4 4
5 4 + 0 4 = 5 8
9 8 9 1 18 9

Propriedades [adição da matriz]

- comutativa
aonde a soma de dois termos o resultado não
se alteram
A+B = B+A

- Associativa
aonde se houver uma expressão com várias ma-
trizes dá para somar em qualquer ordem.
A+(B+C) = (A+B)+C

- Elemento neutro
aonde a matriz é somada com neutro
A+0 = A
- Elemento Oposto
aonde a matriz apresenta uma outra matriz que
somada com a resulta em uma matriz nula;
A + (-A) = 0

- Transposta da soma
aonde a soma das transpostas das matrizes é
igual a soma das transpostas
(A+B)^t = A^t + B^t

- Subtração [Matrizes]
A - B = A+(-B)

ex:

2 -3 -1 -5 3 2
-4 5 9 2 -13 3

Multiplicação de um número [Matriz]

K . a11 a12 a13 K . a11 K . a12 K . a13


a21 a22 a23 = K . a21 K. a22 K . a23
a31 a32 a34 K . a31 K . a32 K . a33

ex:

3 -1 0 -3 0
1 3 = 3 9
-4 5 -12 15
- Propriedades

a.(a.b) = (a.b).A
a.(A+B) = a.A + a.B
(a+b). A = a.A + b.A
1.A=A
(a.A)^t = a. A^t

Multiplicação [ Matriz ]
C.E: Am x p . B pxn = Cmxn

/Nt: O número de colunas da primeira matriz precisa


ser igual ao número de linhas da segunda matriz. E a
matriz resultante será tal que o número de linhas da
resultante é igual o número de linhas da primeira ma-
triz. E o número de colunas da segunda matriz é igual
ao número de colunas da resultante.

ex:

0 1 . 4 5 = c11 c12 = c = 6 7
2 3 6 7 c21 c22 26 31

c11 = 0.4 + 1.6 = 6


c12 = 0.5 + 1.7 = 7
c21 = 2.4 + 3.6 = 8+18 = 26
c22 = 2.5 + 2.7 = 10+21 = 31

/Nt - produto de linhas por colunas


Propriedade [multiplicação]

. Associativa
(A.B).C = A.(B.C)

. Distributiva
(A+B).C = A.C+B.C
A.(B+C)= A.B+A.C

. Outras

(K.A).B = A.(K.B) = K.(A.B)


(A.B)^t = A^t . B^t
A.I=A

/Nt - propriedades que vale para os números re-


ais mais não vale nas matrizes.

I. A.B = B.A [não vale]


II. A.B=0 <=> A= 0 ou B=0

ex:

4 0 . 0 0 = 0 0
0 0 2 -2 0 0

/Nt O produto de matrizes que não são nulas resul-


tam em uma nula;
/ NT - PARA SE CALCULAR UMA MATRIZ [EM
RELAÇÃO AO PRODUTO] É NECESSÁRIO PEGA
CADA TERMO DA LINHA DA PRIMEIRA MATRIZ,
MULTIPLICAR PELA PRIMEIRA COLUNA E SOMA;

- Equações [Matrizes]

As equações matriciais podem ser apresentadas


atráves de duas formas:

: . através das variáveis aonde são multiplicadas


3.x+A=B

ex:

A= 1 5 B= 5 5
4 6 0 0

2 . x - A = B =>
2 . x - A + A =>
B+A

2 . x = B + A => 1/2 . 2x = 1/2 (B+A) =>


x= 1/2 (B+A) =

1/2 . 6 10 = 3 5
4 6 2 3

/Nt - A matriz que aparece acima seria o resultado


de A.B
: . através de outras matrizes
A.x=B
...

- Matriz Inversa

Dado uma matriz A qualquer [ordem nxn] sua ma-


triz inversa seria A^-1;

Propriedade I:
A . A^-1 = A^-1 . A = In

Propriedade II:
A^-1 = 1/det A . (cof A)^t

/Nt - Para que exista A^-1 => det A diferente de zero

- Determinantes [Matriz]

A determinante seria um número real associado a


uma matriz. Aonde para cada matriz haverá uma regra
para definir que número é esse;

Matriz A
determinante:
det A ou | A |

ordem 1
A = [a11] => | A | = a11
A = [-2] => | A | = -2
ordem 2

A = a11 a12 => |A| = [diagonal principal menos


a21 a22 a diagonal secundária];
a11.a22 - a21.a21

A = 1 3 => | A | = 1.7 - 3.2 =>


2 7 |A|=7-6
|A|=1

ordem 3 [Regra de sarrus]

A = a11 a12 a13 a11 a12 [diagonal principal


a21 a22 a23 a21 a22 soma depois sub-
a31 a32 a33 a31 a32 trair a diagonal
secundaria ]

| A | = a11 . a12 . a13


+ a12 . a13 . a14
+ a13 . a21 . a32
- a13 . a22 . a31
- a11 . a23 . a32
- a12 . a21 . a33

. Cofator e Teorema de Laplace

TEOREMA DE LAPLACE

det A = Soma dos produtos dos elementos de qualquer


fila pelos respectivos cofatores [];
/Nt - Fila [Seria uma linha/coluna de uma Matriz] e
Cofatores

cofatores* = cof(aij)= (-1)^i+j . Dij


ex: cof(a23) = (-1)^2+3 D23 = (-1)^2 [ informação
da matriz ] *Dij = Seria o menor complementar
/Nt - N12 = N12
ex:
12

2 0 1 = a12 . cof (a12) +


3 3 1 = a22 . cof(a22) +
-2 0 5 a32 . cof(a32)
= a22 = 3

2+2 2 1
cof (a22) = (-1) = 1 [25-(-2)1)] = 1 [10+2]
-2 5
= 12

3 . 12 = 36
TEOREMA DE JACOBI

Seria um teorema que simplifica a forma de calcular


as determinantes.

Aonde o determinante de uma matriz não se altera


quando adicionado, a uma fila qualquer, a outra fila
paralela a ela multiplicada por um número.

/Nt - Ao aplicar o teorema de jacobi em qualquer ma-


triz, o cálculo da determinante será mais fácil de se
resolver. Pois com o teorema será possível manipular
as matrizes para resultar em zeros [em certas colunas
- linhas];

ex:

1 3 = (-2) - 15 = -17
5 -2

/ Nt - Pegar a primeira linha da matriz [1 3] e multi-


plicar por um número aleatório e soma os resultados
com a segunda linha [5 -2], para em seguida calcular
uma determinante;

[?] . 1 = [?] . 3 = [?] - valor aleatório


10 . 5 = 10 10 . 3 = 10

/ Nt - pegar o valor obtido e somar com a segunda


linha. Para aplica-lo na segunda linha [da nova
matriz]
1 3 = 1.28 - 3.15 = 28 - 45 = -17
15 28

Revisão

As Matrizes seriam tabelas que apresentam elemen-


tos, ordenado em linhas [m] e colunas. E Sua escrita
se baseia em: m´´x`` n [´´por``]; Representada por [ ],
( ) ou expressões;

A= 1 2 3 B= 0 5 7
3 2 1 5 8 4
4 4 4 5 8 4

Lei de formação
1, i=j
A= (aij) , aij = i+j , i=j
3x3

/Nt - A [seria o conjunto da matriz], aij [seria os ele-


mentos] e o tipo da matriz [mxn]. Os elementos [aij]
será 1 [Se i = j] e será [i+j] se [i for diferente de j];
E isso seria a Lei de formação para os elementos da
matriz A.
Lei de formação i -
Seria os primeiros
ex: elementos na verti-
cal principal; resulta-
A= 1 3 4 ndo em 1;
3 1 5 Nos demais soma
4 5 1 com os que estão em
tipo: 3x3 volta;
A matriz pode ser classificado em: Linhas, Colunas,
Quadradas [quando o número de linha = número colu-
nas], Identidade [Quando a diagonal principal for igual
a 1 e os outros elementos forem iguais a zero] e Nula
[quando os elementos forem zero].

As matrizes Transpostas

Seria uma matriz aonde se troca coluna por linha e


linha por coluna; Alterando o tipo da matriz. Aonde [no
exemplo a baixo] 3x2 vira 2x3;

ex:
A= 2 1 A^t = 2 3 4
3 0 1 0 -1
4 -1

Ela também pode apresentar uma igualdade. Aonde


os elementos correspondentes são iguais. O mesmo
tipo.

ex:
/Nt . Não confundir a
1 x^2 = 1 16 igualdade das matriz-
es com as equações;
9 y 9 -2

x^2 = 16 => x= +-4


y=-2
As operações dentro das Matrizes. Para se aplicar
esse processo é necessário ter uma condiçãos: Que
sejam do mesmo tipo;

: . Para desenvolver a adição será necessário cosi-


derar os elementos correspondente. Aonde a
primeira linha - coluna, vai somar com a prime-
ira linha - coluna da sua correspondente.
A segunda linha - coluna, vai somar com a segun-
da lina - coluna e correspondente. E assim suce-
ssivamente;

: . A subtração ocorrera da mesma forma que a adição;

ex [+]:

2 -1 0 + -1 2 1 = -1 1 1
7 -3 4 6 1 -2 13 -2 2

ex [-]:

-5 0 - -2 1 = -3 -1
8 -4 6 -3 2 -1

Obs: cuidado com os sinais!

: . Para a multiplicação escalar é necessário pegar


o escalar [elemento que aparece fora da matriz
multiplicando tudo que está dentro]. Fórmula:
B = k.A => bij = k.aij
-2 . 1 0 2 = -2 0 -4
3 -1 5 -6 2 -10
4 -6 0 -8 12 0

: . Para a multiplicação de matrizes é necessário re-


speitar uma condição; O número de colunas [da pri-
meira matriz] precisa ser igual ao número de linhas da
segunda [Matriz]; E atráves disso podemos traçar uma
espectativa/dedução para a matriz resultado; Logo
será mxq; Amxn . Npxq = (AB) mxq

ex:
1 2 0 = 1 0 = 1.1+2.1+0.2 1.0+2.3+0.4
2 3 1 1 3 2.1+3.1+1.2 2.0+3.3+1.4
2 4

= 3 6
7 13

Obs: A multiplicação do produto em relação as


matrizes nem sempre vai ser igual. Ou seja:
A.B diferente de B.A. A comutativa [que seria
uma propriedade] nem sempre irá valer;

A multiplicação apresenta algumas propriedades:

. Transposta do produto de Matrizes


(A.B)^t = B^t . A^t
. Transposta da adição das Matrizes
(A+B)^t = A^t + B^t

. O quadrado da soma de Matrizes


(A+B)^2 diferente A^2 +2AB + B^2 e sim por:
(A+B)^2 = (A+B).(A+B)
(A+B)^2= A^2 + AB + BA + B

. Matriz identidade [seria um elemento neutro da


multiplicação]
A . In = A

!Nt - Trablhar com matriz não é a mesma coisa que


trabalhar com números mais sim com tabelas numéri-
cas.

A matriz também pode ser inversa; Aonde seus


elementos multiplicados resultam em um elemento
neutro [nesse caso a identidade]; Onde o objetivo
é encontrar o inverso de A da matriz B de tal mane-
ira que essa multiplicação resultará a identidade.
A . B = I [ordem dois]
2

A . B = In
B = A^-1

: . O primeiro passo é analisar se a matriz é qua-


drada.
ex:
A B
3 4 . x y = 1 0
2 3 z w 0 1

3x+4z 3y+4w = 1 0
2x+3z 2y+3w 01

3x+4z=1 x=3 3y+4w=0 y=-4


2x+3z=0 z=-2 2y+3w=1 w= 3

: . B = A^-1 = 3 4
-2 3

A Matriz também apresenta na sua tabela de ordem


quadrada um número associado a sua matriz, cha-
mado de: Determinante. Representado por det;
É bastante utilizado por tipos 2x2; E é represen-
tado por | barras |.

: . Para se calcular a determinante é necessário


calcular em diagonal [principal e secundária]
multiplicando as suas vértices; trocando o sinal
de um e mantendo o outro.

detA = 2 1 = 8 - 3 = 5
3 4
Troca Mantem
Sinal sinal
: . Para se calcular uma determinante do tipo 3x3
é necessário utilizar a regra de sarrus. Aonde
se pega as duas primeiras colunas e copia
para o lado formando novas linhas e novas
colunas. Depois com nos sentidos das dia-
gonais multiplica esse traço com valores trace-
jados e com o reultado obtido [em relação ao
principal] manter o sinal. E com o secundário
trocar o sinal;

ex:

B= 1 2 3 detB = 1 2 3 1 2
1 5 2 1 5 2 1 5
0 4 0 0 4 0 0 4

detB = 0 + 0 + 12 - 0 - 8 - 0 = 4

Logo a determinante da matriz B será 4;

: . Determinantes de ordem superior, de matriz ma-


ior que três;

Aonde de forma aleatória para desenvolver o cálcu-


lo escolhe uma fila [tanto faz linha ou coluna] e
após da escolha da fila será necessário para o de-
terminante da matriz vezes o cofator do elemento.
Aonde o elemento aleatório se torna ´´as corde-
nadas`` vezes o cofator.
/ Nt - A melhor fila para se escolher é aquela que
possui a maior quantidade de zero.

: . Aij = cofator do elemento aij


[Definição] = Aij = (-1)^i+j . Dij

Nt - Aij é o menor complemento do elemento aij.


Logo o menor complementar seria a matriz nova.

Logo:
a - elemento
A - cofator

detA = a12. A12 + a22.A22 + a32.A32

: . Resaltar o cofator do elemento com a definição


para com isso multiplicar com o determinante
[resultado da escolha dos elementos excluido
o cofator] e com o cálculo em x encontra o resu-
ltado;

/ Nt- Na hora que forma a matriz nova para encon-


trar a determinante multiplica tudo[ conforme
foi explicado a cima ] por 1;

: . O determinante será o elemento vezes o seu


cofator.
A= 0 1 3
2 0 2
1 0 11

A12 = (-1)^1+2 . 2 2 = -20


1 11

: . detA = 1.(-20)= -20

Conforme você vai desenvolvendo o cálculo de uma


matriz 4x4 fica mais complexo para se encontrar o de-
terminante. E devido a isso existem algumas proprie-
dades que deixam esse processo mais fácil;

I . Aonde a fila possui elementos nulos;


Aonde o zero é equivalente ao número
um da multiplicação

II . Aonde a matriz apresenta duas colunas


proporcionais [seria uma coluna equivalente
de forma multiplicativa a outra]; O resultado
será nulo.

III . Aonde uma fila é uma combinação linear de


outras duas, o determinante será também nulo.
Aonde multiplicando duas colunas e somano
os seus resultados daria a terceira coluna;

... Teorema de Jacobi


Propriedade dos determinantes

* Matriz transposta e fila nula.

I. Matriz transposta igual ao determinante de M;


det M^t = det M

/Nt - É um tipo de propriedade que vale para


todas as Matrizes; E acontece o tempo todo.
ex:

1 4 = 5 - 8 = -3
2 5

: . Pega a matriz e transforma em transposta

1 2 = 5 - 8 = -3
4 5

II. Fila nula, seria uma linha/coluna que o deter-


minante da matriz possui, uma linha ou coluna,
com elementos iguais a zero. Aonde a matriz
resultara em um valor nulo [ou seja: zero];

ex:

3 1 4
0 0 0 = 0
2 5 -1
III. Multiplicação de uma fila por uma constante.
Aonde uma Matriz pode ser multiplicada por uma
constante fora da matriz aonde se calcula o deter-
minante sem a constante. Aonde o resultado
será a multiplicação da constante vezes o deter-
minante que resultara no próprio determinante
original;
Fórmula: det M = k . det M^1

ex:
2 2 -2 1 1 -1
3 2 4 =2. 3 2 4
5 1 0 5 1 0

/Nt - colocar o dois em ´´evidência`` [fator comum] /


aquele equivalente a sua multiplicação [como 3 ; 6
(3.2); 9(3.3) e etc]; Em seguida será o dois que
multiplicará todo o determinante; E depois modificar
a fila anterior [dividilos]. Não multiplicar todos os
elementos da determinantes mas sim uma única fila.

Há também o caso em que um número multiplica


uma determinante [ou melhor, a fila dele];
/Nt = utilizado bastante para redução para o célculo
ex:

1 2 3 1 4 3
2 . 0 1 -2 = 0 2 -2
1 5 4 1 10 4

/Nt - Uma consequência da propriedade da cons-


tante seria: det ( Alfa . A) = Alfa^n . det A
ex:

2 0 = 2^2 . 1 0
4 6 2 3

IV . Troca de filas paralelas, uma determinante


pode apresentar a propriedade de trocar as filas
paralelamente [ou seja: pegar a linha/coluna de
cima/do lado da determinante e trocar com a de
baixo/do outro].

/ Nt - Na troca o sinal altera. E também esse


´´movimento`` pode ser feito apenas uma
vez por matriz.

ex:

3 4 =- 7 2
7 2 3 4

V. Filas paralelas iguais, seria uma matriz que


apresentaria colunas ou linhas iguais aonde o
determinante resultara em zero;

ex:

3 1 7
2 8 2 =0
3 1 7
VI . Filas paralelas proporcionais, aonde uma
determinante na sua linha/coluna apresentaria
nulos; Aonde uma fila seria a multiplicação da
outra fila resultando em zero.

ex:

2 1 1
10 0 5 = 0
-2 -1 -1

/Nt - No exemplo acima a primeira linha multiplicada


com a última linha anula o determinante. Aonde:

2.(-1) = -2
1.(-1) = -1
1.(-1) - -1

VII. Combinação linear de filas paralelas, seria uma


combinação linear de outras duas paralelas a ela.
Exemplificando se pegaria uma fila e repartiria por
dois. Em seguida pegaria uma outra fila e multiplica-
ria por três; No final pegaria ambos os valores obtidos
e colocaria em uma terceira fila resultando em uma
determinante nula;

ex:
/Nt - A primeira coluna multiplica
2 3 5 por um; a segunda multiplica por
4 -1 3 = 0 um; Em seguida soma os resulta-
5 4 9 dos de ambas e resultara na
terceira coluna.
VIII. Teorema de Jacobi, seria uma ferramenta dentro
das determinantes que tem a ideia de facilitar o cál-
culo. Aonde de uma fila da determinante se multipli-
ca por uma costante e com isso somar em uma outra
fila;

/Nt - O determinante não se altera

ex:

1 3 5 1 0 5
4 2 7 = 4 -10 7
4 1 -6 4 -11 -6

/Nt - No exemplo acima a primeira coluna mulitplica


por uma constante (-3), aonde o resultado obtido so-
mará com a fila do lado. Anulando.

1 .(-3)= -3 + 3 = 0
4 .(-3)= -12 + 2 = -10
4 .(-3)= -12 + 1 = -11

* Utilizado para criar zeros; Anulando uma


determinada fila
IX. Matriz Triangular, seria aquela em que os eleme-
ntos acima da diagonal principal são nulos. Classifi-
cado em superior e inferior. Aonde seu cálculo é
produzido pelos elemetos da diagonal principal;

ex:

3 0 0
2 5 0 = 15
4 3 1

X . Regra de Chió, seria uma propriedade que reduz


na ordem o determinante. Se há um determinante
de uma matriz, por exemplo, de ordem 4, é possivel
[com essa propriedade] reduzilo para ordem 3 e
assim sucessivamente. Mais só vale se o elemento
coluna um e linha um for igual a um.

a11= 1

ex:

1 2 4 2 7-6 5-12 6-6 1 -7 0


3 7 5 6 = 10-2 -4-4 5-2 = 8 -8 3 =
1 10 -4 5 8-6 2-12 3-6 2 -10 -3
3 8 2 3

-8 + 56 3-0 = 48 3 = 144-12 = -156


-10+14 -3-0 4 -3
/Nt - Destacar a primeira linha e coluna. Em seguida
calcular os elementos restantes; Em seguida pegar
o primeiro valor da nova fila e cálcular com o produ-
to da coluna aonde esse valor esta com a linha aonde
este valor está; E repetir com os outros.
- No caso acima: 7 - 2.3 = 7 - 6

Em seguida cálcular a nova matriz;

E em seguida aplicar a regra de chió até reduzir tudo


para se obter o resultado;

/Nt - A regra de chió só é possivel com o elemento


a11;

/Nt - Quando o elemento é diferente de um. É nece-


ssário buscar o elemento um. Se houver o elemento
correspondente, utilizar a propriedade em que se in-
verte a linha deixando o determinante negativo; Em
seguida pegar a coluna [caso o elemento não esteje
na posição que devia esta] e utilizar a mesma proprie-
dade de antes tacando-o para a primeira deixando
dessa vez o determinante positivo [pois -.- = +]. E a
partir dessa manipulação aplicar a regra de chió;
2 4 3 2 5 3 1 0 1 3 5 0
5 3 1 0 2 4 3 2 2 4 3 2
2 2 2 3 =- 2 2 2 3 = 2 2 2 3
4 0 7 2 4 0 7 2 4 0 7 2

E também a casos em que a determinante não


apresenta o elemento um. Em relação a isso é
necessário aplicar outra propriedade aonde se pe-
gará uma fila multiplicará por um número e soma-
rá com a outra. Manipulando os valores; Aonde:

3 2 4 3 1 2 4 3 2.(-1)= -2+3 = 1
5 7 2 4 = -2 7 2 4 7(-1)= -7+5 = -2
2 4 5 3 -2 4 5 3 4(-1)= -4+2 = -2
2 3 0 7 -1 3 0 7 3(-1)= -3+2 = -1

XI . Matriz de Vandermonde (ou das potências),


seria uma matriz que na primeira linha apresenta
o número um em sequência. E em seguida na
linha de baixo [chamada de caracerística] as do
´´rodapé`` seria as potências da linha característica.
como por exemplo:

2^2 = 4 ; 3^2 = 9 ; 4^2 =16

/Nt - a potência seria uma unidade a menos da ordem.


1 1 1
2 3 4 = (4-3).(4-2).(3-2) = 1.2.1 = 2
4 9 16

/Nt - E para se calcular um determinante da matriz


de vandermonde é necessário pegar a linha carac-
terísticas e multiplicar as diferenças, da ordem supe-
rior e menos o inferior [aonde o valor de um(coluna)
irá tirar do outro].

XII. Teorema de Binet, seria uma ferramenta das


matrizes aonde um determinante do produto de
duas matrizes é igual ao produto dos determinantes.

det(A+B) = (detA) . (detB)

ex:
A= 1 2 , B= 2 3 det (A.B) = -2.10 = -20
3 4 0 5

A = 1.4 = 4 B = 2.5 = 10
= 2.3 = 6
= 4-6 = -2

/Nt - O teorema de Binet traz consigo uma consequên-


cia aonde o produto de uma matriz vezes a sua inver-
sa resulta na matriz indentidade [A.A^-1= x]; E para
existir a inversa e necessário respeitar uma condição.
Aonde o elemento[inverso] só vai existir se somente
se o determinante de A for diferente de zero. Logo o
determinante do produto vai ser igual ao determinante
da identidade. E apartir disso aplicar o teorema de Bi-
net. Por isso o determinante da Matriz inversa é o in-
verso do determinante do A.
-1
A.A=x
-1
E A <=> det A = 0
-1
det(A.A ) = det I
-1
(det A).(det A ) = 1
-1 1
det A = det A

Sistemas Linares

Seria conjuntos de equações lineares que precisam


ser resolvidas ao mesmo tempo / simultâneamente.
Representadas por:

a1.x1+a2.x2+a3x3+ ... +anxn = c

Nomenclatura -
an - coeficientes
xn - incógnitas
c - termo idependente
Se c = 0 - Equação linear hemogênea

/Nt - todos os coeficientes com icógnitas de um lado e


os termos idependentes do outro;
ex:

x + 2y - 4z = 7
-x - 5z = 15
t+2u+3v = 0

/Nt - Os sistemas linear é caracterisado pelo número


de equações e pelo número de icógnitas;

/Nt - A solução de um sistema seria um conjunto


ordenados de valores que ao substituir no lugar
das icógnitas tornaria todas as equações verda-
deiras; Resolvendo o sistema.

/Nt - Quando sistema linear apresentar uma equa-


ção homogênia, utilizar a solução que substitui as
icógnitas por zero.

Os sistemas lineares podem ser classificados em:

Primeiramente Sistema; e esse sistema estaria sub-


dividido em Possível [que teria solução] e Impossi-
vel [que não teria solução]. E o possível poderia
ser destrinchado em Determinado [que seria siste-
mas com uma única solução] e Indeterminado [seri-
am sistemas que teria infinitas soluções].
/Nt- Se o sistema é homegênio, ele terá a solução tri-
val [ou seja: 000 ] logo nunca serão impossíveis. Pois
ou ser SPD/SPI;

Ex [SPD]

x+y= 3
x-y = -1

/nt - soma os x. Cancela os y e subtrai os valores


restante [nesse caso 3-(-1)=2]. Depois substitui o
valor encontrado para encontrar o y

2x = 2 => x = 2/2 => x=1


1 - y = -1 => 1+1 = y => 2

Ao solucionar o sistema chegamos aos valores deter-


minados por x e y; E devido a isso (1,2), por ser defini-
do e único esse sistema sera do tipo SPD;

Ex [SPI]

x+y=3 .(-2)
2x+2y=6

/nt - A equação de cima multiplica por (-2) e soma


com a de baixo para cancelar a sua variável;
-2x-2y= -6
2x+2y= 6 +
0+0=0

A equação não auxilia na resolução do sistema pois


se colocar o dois em evidência o resultado dará a pri-
meira equação. Por isso a segunda equação é uma
combinação linear da primeira. E quando isso ocorre
uma das equações se torna redundante; E suas pos-
síveis soluções: (0,3) e (1,2); Logo: x=3-y (3-k,k), K E
R

Ex [SI]

2x+y=3 .(2)
-4-2y=10

/nt - multiplicar a equação de cima por (2) para anu-


lar a variável de baixo.

4x + 2y = 6
-4 - 2y = 10
0 + 0 = 16
=> 0 = 16

Impossível pois nunca será satisfeito.


- Escalonamento

Seria um método para se calcular as equações do


tipo linear; Aonde o sistema apresenta as equações
em um padrão de escada. E em cada equação [no es-
paço ´´vazio``] a variável é igual ao coneficiênte zero.

ex:

x+y+z=2
0x 3y + 5z = -1
0x+0y+ 7z = 10

/nt - A base para se fazer um escalonamento de siste-


ma consiste em três pontos:

. Mudança de uma ordem das equações ao qual


não altera a sua solução.
. Multiplicar uma equação por um número qualquer
diferente de zero também não atera sua solução.
. Fazer combinação linear de equações também não
altera.

ex:

-2x + y = 0
x+y=3
Para se desenvolver o cálculo é necessário que a
equação a cima apresente um coeficiente no qual seja
fácil multiplicar o valor e somar com os de baixo para
cancelar.

Primeiro trocar a ordem. Segundo zera o coeficiênte


de uma das equação; Terceiro equação linear.

x + y = 3 .(2) => 2x+2y = 6 => x+y=3


-2x + y = 0 0x 3y=6 => y=2

* /Nt - Um grau de identidade do sistema;

- Regra de Cramer

A Regra de cramer, seria um regra utilizada nos siste-


mas lineares, aonde o enunciado apresenta um siste-
ma e, apartir disso se constroi uma matriz incompleta
aonde dela irá se calcular o determinante da matriz e
com isso montar os termos idependentes [no lugar dos
coeficientes do x]; E com isso o x=dx/d e y= dy/d

ex:

2x + y = -3
-x - 2y = 0

D= 2 1 = -4 - (-1) =
-1 -2 -4 + 1 = -3
Dx = -3 1 = 6 - 0 = 6
0 -2

Dy = 2 -3 = 0 - 3 = -3
-1 0

x = Dx/D = 6/(-3) = -2
y= Dy/D = -3/(-3) = 1

/Nt - nunca esqueça de confirmar as respostas

: . [!] A classificação do determinante diz que


Se o denominador for diferente de zero a
equação será sistema possível determinado
[SPD]; Agora se denominador for igual a ze-
ro, haverá outro cálculo aonde o resultado
dará, ou SPI ou SI. Sua condição é que, se to-
dos os determinantes forem iguas a zero, a
equação será SPI. E se alguma delas forem
diferente de zero [apresentando qualquer
valor] será SI;

- Discussão de sistemas lineares

Seria uma análise dos valores que aparecem den-


tro dos sistemas lineares na forma dos parâme-
tro que aparecem como variáveis; Como: SPD,
SPI, SI;
ex:

m x - 5y=4
3x + y = 0

A pergunta que fica é; Para quais valores de m se terá


um SPD. Para quais valores de m se terá um valor de
SPI. E para quais valores de m se terá valores de SI;
Através da regra de carmer dá para analisar a matriz.

D= m -5 = m + 15
3 1

Análise . . .

m+15 diferente de zero => SPD.


m+15 = 0 => m=-15 => SI

Dx = 4 -5 = 4 - 0 = 4
0 1

Revisão

Os sistemas lineares seriam sistemas que apre-


sentam equações e variáveis;

ex:

2x + 3y = 8
x - y = -1
Aonde as variáveis, são letras, os coeficientes são
os números que multiplicam as variáveis e o termo
independente/constante seria o resultado das equa-
ções;

E para se resolver esse sistema [do tipo 2x2],


é necessário utilizar alguns métodos;

I. Substituição; Aonde ao isolar uma variável se


encontra o resultado da variável ao substitui-la
depois de cancela-la

ex:
2x + 3y = 8
x - y = -1 => x = y-1

2.(y-1) + 3y = 8 x= 2-1
2y-2+3y = 8 x= 1
5y = 10
y=2 S = {(1,2)}

II. Adição; Seria outro método que ao somar as


equações cancela as variáveis e apartir disso
encontrar seu valor.
ex:

2x + 3y = 8 2.1+3y = 8 S = {(1,2)}
3x - 3y = -3 + 3y = 6
5x 5 y=2
x=1
/Nt - A solução é um par ordenado por haver dois
valores e uma ordem aonde primeiro vem um x
depois o y. Aonde os valores são simultâneos.

S.P.D - É uma classificação do sistema linear aon-


de apresenta uma única solução;

ex:

2x + 3y = -7 .(-3)
3x + 4y = -9 .(2) +

-6x - 9y= 21
6x + 8y = -18

-y=3 3x - 12 = -9 S= {(1,-3)}
y = -3 3x = 3
x=1

/nt - não se esquecer de escolher uma das equa-


ções para substituir o (-y) e com isso enconterar
o x.

S.P.I - É uma classificação do sistema linear aon-


de há infinitas soluções.

ex:
2x + 3y = 8 .(2)
-4x - 6 y = -16
4x + 6y = 16
-4x - 6y = -16 +

0=0

Logo: fazendo x = alfa temos:


2 alfa + 3y = 8
y = 8-2alfa/3
S= {(alfa, 8-2alfa/3); a E R}

Escalonamento: Seria outro método aonde elimina


certos valores escalonando ele em uma determinada
ordem. Ocultando-o certos valores para garantir que a
solução seja única;

ex:

2x+3y+z=5 x+2y-z =1 x+2y-z = 1


3x-y-27=-2 ~ 3x-y-2z =-2 .(-3) ~ -7y+z = -5
x+2y-z=1 2x+3y+z= 5 .(-2) -3y+3z = 3 /(-3)

x+2y-z = 1 x+2y-z = 1
y-z = -1 .(7) y-z = -1
-7y+z = -5 -6z =-12

x=1
y=1
z=2
/Nt - SPD, uma classificação dos sistemas lineares
aonde sua solução apresenta uma única reposta.

S = {(1,1,2)}

/Nt: SPD - Solução Única, número de equações


= número de incógnitas
SPI - Infinitas Soluções, número de equações
< número incógnitas

Regra de Cramer - Seria um método dentro dos


sistemas lineares que serve de alternativa para o
escalonamento. Aonde o determinante é diferente
de zero. E apartir do cálculo dos coeficiêntes enco-
ntrar seu determinate;

ex:

2x+3y = 8 fórmula: x = Dx/D


3x-2y = -1 y = Dy/D

D = 2 3 = -13
3 -2 x = -13/-13 = 1
y = -26/-13 =2
Dx = 8 3 = -13
-1 -2
S = {(1,2)}
Dy = 2 8 = -26
3 1
Discussão de sistemas, seria análisar apartir de
uma parâmetro [coeficiênte como: m,n,t,u e etc];

Análise Combinatória

Análise Combinatória, seria o estudo da quantificação


das possibilidades de combinação para determinados
eventos;

Princípio fundamental da contagem

Se basearia na combinação de elementos de con-


juntos aonde o total de possibilidades de sequências
ordenadas para cada combinação dos conjuntos será
um número de elementos de um conjunto vezes o do
outro, vezes o do outro e assim sucessivamente [até o
total da combinação apresentada].

Logo: Se há um conjunto A, com ´´n`` elementos, um


conjunto B, com ´´n`` elementos ..., até chegar em um
conjunto representado de uma forma geral que seria
Z, com ´´nz`` elementos; A possibilidade, que há para
escolher um elemento de cada conjunto e combiná-lo
para chegar ao total de possibilidades/sequência or-
denadas, que daria para forma os conjuntos apresen-
tados, seria:

A -> na na . nb . nc .... nz
B -> nb
...
Z -> nxz
E a partir disso resultaria em uma consequência para
a resoução de um problema;

Se há as seguintes letras: A,B,C,D,E,F


Quantas forma apartir disso, há para se formar uma
senha de 4 digitos?

Análise: Há quatro escolhas. E em cada escolha haverá


6 possibilidades. E apartir disso multiplica a possibili-
dades n vezes , nesse caso:

6.6.6.6 = 6^4 = 1296 sehas

E de quantas formas da para se formar senhas com


dígitos distintos?

6.5.4.3 = 360 senhas

/Nt - Se há elementos distintos a possibilidade de es-


colha cai. Pois para cada escolha haverá uma opção
a menos;
Análise Combinatória
Fatorial

Para que exista um fatorial de um número, n E N,


n>2

O fatorial seria representado por:


n! = n.(n-1).(n-2)...1

ex:
3! = 3.2.1 = 6
4! = 4.3.2.1 = 24
5! = 5.4.3.2.1 = 120

/Nt -
0! = 1
1! = 1

/Nt
(n+1)!= (n+1).n.(n-1)...1
(n+2)!= (n+2).(n+1).n.(n-1)...1

ex:
6! = 6.5.4.3.2.1 = 6.5! - utilizado bastante
para simplificação;

ex:

8!/7! = 8.7!/7! = 8
2!/3! = 2!/3!.2! = 1/3
4!/2! = 4.3.2! / 2! = 12
7! /3! . 5! = 7.6.5! / 3.2! . 5! = 7
n! / (n-1)! = n.(n-1)! / (n-1)! = n

Arranjo com
Repetição

Seria um arranjo de n elementos [de p a p ´´espa-


ços``] resultando em n^p; ou seja: uma represen-
tação/fórmula;

Anp = n^p
ex:

Se há 5 algarismos [1,2,3,4,5], quantos números


de 2 ou 3 algarsmos dá para formar?

Análise: O epaço depende da quantidades de núme-


ros [nesse caso 2 ou 3]

A 5,2 = 5^2 = 25
A 5,3 = 5^3 = 125

Arranjo sem
Repetição

Seria um arranjo de n elementos [de p a p ´´espa-


ços``] resultando em n!/(n-p)! , p < n
Anp = n!/(n-p) , p < n

ex:
Se há uma corrida com 20 atletas, e só a espaço
para 5 premiados [do primeiro ao quinto lugar],
quantas possibilidades diferentes haverá para
cada atlleta;

A20,5 = 20! / (20-5)! = 20!/15! =


20.19.18.17.16.15! / 15! =

/nt - A ordem dos elementos importa; Mesmo que


os elementos sejam iguais;

Permutação

Seria um arranjo que tomados em ´´an`` mostraria


o total; An,n = Pn = n!/(n-n)! = n!/0! = n!

ex:

Dado a Palvra : FACIL

. Qual o total de anagramas [combinações de simbo-


los em ordem diferente] possíveis que se pode forma
com essa palavra?

/Nt - Não há elementos repitidos, logo é possível apli-


car a fórmula da permutação;
Análise: Se há 5 elementos o total de anagramas
que irá apresentar é ... cento é vinte anagramas

P5 = 5! = 5.4.3.2.1! = 120

.Quais são os anagramas que começam com a le-


tra ´´F``?

F = P4 = 4.3.2.1! = 24

. Quais começam com ´´F`` e termina com ´´L`` ?

FL = P3 = 3.2.1 = 6

. Qual total de anagramas que começam com vogal

A = P4 = 24
I = P4 = 24

48

Permutação com
elementos repetidos

Geralmente em uma ordem combinatória ocorre cer-


tos casos em que um a sequência apresenta aguns
anagramas que se repetem; E devido a isso a Per-
mutação tem uma ferramenta capaz de corrigir essas
repetições criando uma nova sequências.

Letra 1 ; n1 repetições
Letra 2; n2 repetições
Logo:
Pn^n,m... = n!/n!n2! ...

ex:

AMAPA

P5^3 = 5!/3! = 5.4.3! /3! = 20

Combinação

. As sequências [em relação a combinação] não


alteram a formação;

ex:
Há uma turma com 10 pessoas; Com quantas co-
missões da para se forma com 3 representantes?

A10,3 = 10!/7! = 10.9.8.7!/ 7! = 720


P3 = 3!
C10,3 = 10!/7! 3! 2! = 10.9.8.7/7! 3! 2! = 120

/nT - Pega o total e divide pelas combinações


- De quantas forma um acontecimento pode acon-
tecer.
- Princípio fundamental da contagem - Seria uma
regras que se baseia em determinar o número
de possibilidades de um determinado caso;
- Arranjo [seriam espaços]
- Permutação - Seria um arranjo que engloba todos
os elementos que estão disponíveis
- Combinação - seria a capacidade de escolhas, aon-
de dado determinado tipo de elemento seria ca-
paz de agrupa-los em quantidades menores [não
importando a ordem];

Binômio de Newton

Números Binomiais seriam


n, p E N , n > p

Representado por:

n = n!/(n-p)! . p! = Cn.p
p

/Nt - Como consequência há características im-


portantes para números específicos;
ex:
n = n!/(n-0)! . 0! = n!/n!.1 = 1
0

n = n!/(n-1)!.1! = n.(n-1)!/(n-1)! = n
1

n = n!/ (n-n)!.n! = 1/0! = 1


n

ex:

5 = 5!/(5-3)! . 3! = 5!/2!.3! = 5.4.3!/2.3! = 5.2! = 10


3

Propriedades:

. Complementares

n e n
p q

Se p+q=n => os números binôminais seram


complementares. Pois a soma dos denomina-
dores resulta no numerador;
/Nt - Logo a propriedade dos binômias comple-
mentares possui o mesmo valor; Se ´´n p`` e ´´n
q``forem complementares, o ´´n p`` e ´´n q`` se-
ram iguais. Da mesma forma e é sua volta.

n = n <=> p = q
p q p+q = n

ex:

6 = 6! / 2! 4! = 6.5.4! / 2.4! = 15
4

6 = 6! / 4! 2! = 6.5.4! / 4.2! = 15
2

. Relação de Stifel

Se há dois números binômiais somados do tipo:

n + n = n+1
p p+1 p+1

7 + 7 = 8
2 3 3
/nt - confirmar o resultado com o fatorial

7!/(7-2)!2! + 7!(7-3)3! = 8!/(8-3) = 8!/5!3! =


7!/5!2! + 7!/4!3! = 8.7.6.5!/5!3!2! = 56
7.6.5!/5!2! + 7.6.5.4!/ 4!3!2! =
21+35 = 56

Triângulo de Pascal, seria outro método [mais sim-


plificado] para se encontrar o valor binômial;

Aonde apartir de uma tabela com valores, ´n` para as


linhas [com os seus numeradores] e ´p` para as colu-
nas [com os seus denominadores]; Aonde o seu cru-
zamento resultaria

n
p
p
n 0 1 2 3 4 5
0 0
0
1 1 1
0 1
2 2 2 2
0 1 2
3 3 3 3 3
0 1 2 3
4 4 4 4 4 4
0 1 2 3 4
5 5 5 5 5 5 5
0 1 2 3 4 5
Nt - Uma propriedade do triângulo de pascal seria
a soma de binômios que resultaria no termo de bai-
xo; E outra propriedade diz que se a partir dos extre-
mos, todos os termos equidistantes, quando houver
a soma dos de baixos, resultaram no termo de cima;

ex2:

01
111
2121
31331
414641
5 1 5 10 10 5 1
6 1 6 15 20 15 6 1
7 1 7 21 35 35 21 7 1
8 1 8 28 56 70 56 28 8 1
9 1 9 36 84 126 126 84 36 9 1
10 1 10 45 120 210 256 210 120 45 10 1

Teorema das Linhas, Colunas e Diagonais

Propriedades do Triângulo de Pascal

I . Complementar, aonde os biomas equidistantes


[mesma distância] dos extremos são iguais;

n = n
p n-p
II . A soma dos binomiais da linha n é 2^n;

n + n + n + ... + n = 2^n
0 1 2 n

III. A soma dos elementos de uma coluna é igual ao


elemento que está avançado uma linha e uma
coluna;

n + n+1 + n+2 + ... + n+k = n+k+1


n n n n n+1

IV. A soma da diagonal é igual ao elemento que está


imediatamente abaixo da última coluna;

n + n+1 + n+2 + ... + n+k = n+k+1


0 1 2 k k

/Nt - Linha/Coluna
Binômio de Newton, seria utilizado para determinar a
forma expandida de um binômio do tipo (x+n)^n

(x+a)^n = n x^n . a^0 + n x^n-1 . a^1 + n x^n-2 . a^2 + ... + n x^0 . a^n
0 1 2 n

ex:

(x+a)^0 = 1
(x+a)^1 = 1x+1a
(x+a)^2 = 1x^2 + 2xa+1a^2
(x+a)^3 = 1x^3+3x^2a+3xa^2+1a^2
(x+a)^4 = 1x^4+4x^3a+6x^2a^2+4xa^3+1a^4

/Nt - os coeficiêntes [1,2,3,4,6], formaria o triângulo de


pascal;

ex:
(x+a)^0 = 0
0
(x+a)^1 = 1 x^1 . a^0 + 1 . x^0 . a^1
0 1
(x+a)^2 = 2 x^2 . a^2+ 2 x^1.a^1+ 2 x^0 . a^2
0 1 2
(x+a)^3 = 3 x^3 a^0 + 3 x^2 . a^1 + 3 x^1 . a^4 3 x^0 a
0 1 2 3
(x+a)^4 = 4 x^4 a^0 + 4 x^3.a^1 4 x^2 . a^4 + 4 x^1 a^3 + 4 x^0 a^4
0 1 2 3 4
ex [forma expandida]:

(x+2)^6 = 6 x^6.2^0 + 6 x^5.2^1 + 6 x^4.2^2 + 6 x^3.2^3 + 6 x^2.2^4 +


0 1 2 3 4
6 x^2.2^5 + 6 x^0.2^6 =
5 6

* Calcular os binômios através


do triângulo de pascal;

6 = 1 . x^6 . 2^0=1 + 6 = 6 x^5.2 + 6 = 15 x^4 . 2^2 = 4 +


0 1 2

6 = 20 . x^3 . 2^3 = 8 + 6 = 15 . x^2.2^4 = 16 + 6 = 6 . x^1 .


3 4 5

2^5 = 32 + 6 = 1 . x^0 = 1 . 2^6 = 64 =


6

x^6 + 12x^5+60x^4+160x^3+ 240 x^2 + 192x + 64

/Nt - Fazer com a distributiva daria mais trabalho;

Termo geral do binômio de Newton;

T = n . x^n-p . a^p
p
ex:
(x+2)^5 = 5 x^5-p . a^p
p

/Nt - para se calcular o valor do binômio lembre-se do


fatorial [n!]
Revisão

O binômio de Newton estaria relacionado com a


combinação [que seria um agrupamento de ´´n`` ele-
mentos agrupados de p a p; tomados de p a p, aon-
de n seria o maior número e o p seria menor/igual a
n] representado por:

n = n! / (n-p)! p! , n > p
p

/Nt - O binômio seria a combinação de n, p a p.


n = Cn,p
p
Obs:

n = n! = 1
0 n! 0!

n = n! = n.(n-1)! = n
1 (n-1)!1! (n-1)!1!

n = n! = 1
n 0!n!

Propriedade do binômio de newton

. Complementar, aonde os binômios são iguais;

n = n
p n-p
E sua consequência seria . . .

n = n => p=q
p q p+q=n

ex:

6 + 4 + 3 + 8 =
2 4 0 1

6 + 1 + 1 + 8 =
4

6! + 10 =
2!4!

6.5.4! + 10 = 25
2! 4!

. Relação de Stifel, aonde o binômio de n seria uma


unidade a mais; Enquanto que o ´denominador`
da direita seria o sucessor; Utilizado para reduzir a
soma sem a necessidade de precisar abrir o binômia;

11 + 11 = 12
5 6 6
. Propriedade do triângulo de pascal

n + n + n + ... + n = 2^n
0 1 2 n

/Nt - O expoente seria o último termo [localizado no


denominador/ o primeiro do numerador] da linha da
pirâmide de pascal;

/Nt - Existe outra propriedade que se baseia em co-


luna; pegando o primeiro termo até um aleatório aon-
de sua soma resultara no valor da diagonal; E da ho-
rizontal daria a de baixo;

O Binômio de Newton no
desenvolvimento dos
produtos notáveis

(x+a)^0 = 1
(x+a)^1 = x+a
(x+a)^2 = x^2 +2xa + a^2
(x+a)^3 = x^3 + 3x^2a + 3xa^2 + a^3
(x+a)^4 = x^4 + 4x^3a + 6x^2a^2+4xa^3+a^4

/Nt - Os coeficiêntes [que seria as linhas] resultam na


representação dos números no triângulo de pascal;
- Os coeficiêntes serão dados pelos binômios
Padrão:

(x+a)^4 = 4 x^4 . a^0 + 4 x^3.a^1 + 4 x^2.a^2 +


0 1 2
4 x^1 . a^3 + 4 x^0 . a^4
3 4

x^n-i . a^i

Termo geral : Utilizado para encontrar um termo


específico.

T p+1 = n . x^n-p . a^p


p
Probabilidade

Estudaria os experimentos aleatórios, ou seja, aque-


les eventos que acontecem de forma imprevísta.
Como: lançamento de uma moeda [cara ou coroa], ou
um lançamento de dandos ou até mesmo tira uma car-
ta do baralho...urnas e etc;.

E os experimentos aleatórios [também chamado de


epaço amostral], seria o conjuntos de todos os exper-
imentos possíveis/ resultados que desencadearia um
determinado evento. Aonde esse ´´evento`` seria o
objeto de estudo.

/Nt - A probalidade irá trabalhar muito com, a análise


combinatória e também muito com conjuntos;

Conjuto : Espaço Amostral


Subconjunto: Eventos

ex [cara(c)-coroa(k)]:
S = {(c,c), (k,k), (c,k), (k,c)}

Logo para esse experimento o evento escolhido seria


o cálculo aonde o primeiro resultado daria cara; A ideia
se basearia na escolha dos resultados aonde o cara
aparece primeiro; Nesse caso dois [(c,c),(c,k)]

ex [dado]:
S= {1,2,3,4,5,6}
exemplo:

Lançar 1 moeda e 1 dado.


E1: Sair coroa
E2: Sair o número 5
E3: Sair um número par
E4: Sair cara e um múltiplo de 3
E5: Sair o número 10
E6: Sair algum número

S = {(c,1),(c,2),(c3),(c,4),(c,5),(c,6)
(k,1),(k,2),(k,3),(k,4),(k,5),(k,6)}
E1 = {(c,1),(c,2),(c3),(c,4),(c,5),(c,6)}
E2 = {(c,5),(k5)}
E3 = {(c,2),(c,4),(c,6),(k,2),(k,4),(k,6)}
E4 = {(c,3),(c,6)}
E5 = { } - Evento impossível
E6 = S - Evento certo

- Probabilidade

Ao se lançar um dado em um determinado momento [


na probabilidade, isso se chama espaço amostral, um
universo] a chance de cair em um elemento [evento]
de valor ímpa é ...

*considerando que o dado seria o trandicional [com


seis faces]
n(S) = 6
n(E) = 3
p(E) = 3/6 = 1/2 = 0,5 = 50%

A probabilidade de um evento ocorrer

p. probabilidade
E. evento
n. número de eventos
S. espaço amostral

p(E) = n(E) / n(S) ; 0 < p(E)< 1

Ao se lançar dois dados a probabilidade de:

- E1: Cair em números iguais


- E2: Em números aonde a soma é 5
/ pensar no resultado possivel aonde a soma
de ambos da 5
- E3: Em números cujo o produto é par
/Nesse caso ambos precisam ser pares/ um ímpar
e um par;
- E4: Em números aonde a soma é menor que 12
/Todos os resultados exceto o 6;6
- E5: Em números cuja soma é 12
- E6: E em números aonde a soma é maior que 12
n(s)= 36
p(E1)= 6/36 = 1/6
p(E2)= 4/36 = 1/9
p(E3)= 27/36 = 3/4 = 0,75 = 75%
p(E4)= 35/36
p(E5)= 1/36
p(E6)= 0/36

Em uma urna que contém 2 bolas brancas e 5 bolas


vermelhas, qual a probabilidade de se retirar 2 bolas
[ao acaso], sem reposição;

- E1: Obtenha bolas de cores diferentes


- E2: Obtenhas bolas de cores vermelhas

n(s) = 42
p(E1) = 20/42 = 10/21
p(E2) = 20/42 = 10/21

/ A probabilidade de um evento(E) acontecer, depen-


derá de um número de elementos do conjunto(E)
dividido pelo número dos elementos do espaço amo-
stral(S)
- Evento Complementar

Seria o espaço ´´vazio`` ou não escolhido. Aque-


les de que não pertencem há ´´E``; O espaço amostral
que não pertence ao evento [ E ]. Ou o que não ocorre.

ex: Ao se jogar um dado, é possível que dois eventos


ocorra.

I. Sair número ímpar;


II. Sair número par;

Digamos que o número ecolhido seja par; O evento


complementar [ou seja: que não ocorre] à esse, é o
número ímpar;

/Nt: n(E)/n(S)+n(E)/n(S)= n(S)/n(S)

* o n(s) seria a probabilidade de um evento acontecer;


Logo:

p(E)+p(E)= 1 => p(E) = 1 - p(E)

ex: Há uma urna que contém bolas enumeradas de


1 a 30; E o objetivo é se retirar uma bola; Mas ... que
não seja o múltiplo de 3; Qual a probabilidade disso
ocorrer? p(E)?

n(S)=30
:. Já que a observação é, não sair um número de três;
Poderia se listar todos os números de um a trinta e
analisa-los um por um. Quais não seriam os possíve-
is multiplos de três;

Mais se o evento indaga que não é para sair o múlti-


plo de três, o evento complementar seria o contrário
do evento da probabilidade; E se um não é para sair
o outro deve sair;

n(E) = 1 - p(E)
n(E) =10
p(E) = n(E)/n(S) = 10/30 = 1/3
p(E) = 1-1/3 = 2/3

ex2: Em um grupo, há duas mulheres e 9 homens.


Será formada uma comissão com 2 pessoas escolhi-
das aleatoriamente dentro do grupo, na qual a primei-
ra será definida presidente e a segunda vice-presiden-
te. Qual a probabilidade da comissão não ser formada
apenas por mulheres?

2 mulheres
9 homens

formar comições - Presidente e Vice presidentes

Evento complementar: A comissão não ser formadas


por mulheres; Logo:
p(E)=? = 1 - p(E)
n(S)= 11.10 = 110
n(E) = 2
p(E) = 2/100 = 1/55
p(E) = 1-1/55 = 54/55

- União de dois Eventos [também chamada do


tipo ´´ou``]

- União

Ao se lançar um dado a probabilidade de ocorrer:

A . Sair o número 2 = p(A) =1/6


B . Sair o número 3 = p(B)= 1/6
C . Sair o número 2 ou 3

representação do conjunto...

/ C. - Em relação ao evento ´´c`` [aonde acontece a


união de dois eventos], que irá sair ou 2 ou 3;
Logo o evento ´´c`` seria a união de um conjunto com
outro;

p(C) = p(AUB) = p(A)+p(B)


- Com intercecção

Ao se lançar um dado a probabilidade de ocorrer:

A . Sair um múltiplo de 2 = p(A) = 3/6


B . Sair um múltiplo de 3 = p(B)= 2/6
C . Sair um múltiplo de 2 ou 3

representação do conjunto...
U
/C. - p(AUB) = p(A)+p(B)-p(A B)U
p(AUB) = p(A)+p(B)-p(A B)
U
Se (AUB)= 0 => p(A B) = 0 => eventos mutuamen-
tes exclusivos.

Exer:

Jogando-se um dado, qual a probabilidade de se ob-


ter o número 3 ou um número ímpar?

O primeiro passo é saber qual é o espaço amostral;


E em seguida a probabilidade de um evento A ou B.

S= {1,2,3,4,5,6} n(S)=6
A= {3} n(A)=1
B= {{1,3,5} n(B)= 3
U
p(AUB) = p(A)+p(B)-p(A B)
U
p(AUB) = n(A)/n(S)+n(B)/n(S)-n(A B)/n(S)
p(AUB) = 1/6+3/6-1/6 = 3/6 = 1-2
p(AUB) = 0,5 = 50%
U U
A B = {3} = n(A B)=1

Exer2:

De uma reunião participam 200 profissionais, sen-


do 60 médicos, 50 dentistas, 32 enfermeiras e os de-
mais nutricionistas. Escolhido ao acaso um elemento
do grupo,qual é a probabilidade de ele ser médico ou
dentista?

estrutura o problema.
total:

- 200 profissionais x+142 = 200


- 60 médicos x= 200- 142
- 50 dentistas x = 58
- 32 enfermeiras
- x [58] nutricionistas

: . Qual a probabilidade de escolha, entre: médico


ou dentista?

/ . Para cada categoria, irei denominar uma variável.


. Médico(M)
. Dentista(D)
. Enfermeiras(E)
. Nutricionistas(N)

Logo...
U
p(MUD) = p(M)+p(D)-p(M D)

/ . No caso da subtração da intercecção entre MeD;


O problema apresenta uma pessoa para cada pro-
fissão; Devido a isso a intercecção é vazia, porquê
a probabilidade de escolher uma pessoa de M ´´e``
D é nula;

p(MUD) = 60/200 + 50/200 = 110/200 [simolifica 2]=


55/100 = 55%

Exer3:

A probabilidade de que a população atual de um


país seja de 110 milhões ou mais é de 95%. A pro-
babilidade de ser 110 milhões ou menos é de
8%. Calcule a probabilidadede ser 110 milhões.

A p( > 110 mi) = 95% 95/100 = 0,95


B p(< 110 mi) = 8%
U 8/100 = 0,8
A B p(= 110 mi) =? U
p(AUB) = p(A)+p(B)-(A B)
1 = 0,95 + 0,80 - p(=100)
p(=110mi) = 1,03-1 =>
p(=110mi) = 0,03 = 3%

*1 = 100%

Probabilidade Condicional

Seria uma expressão númerica que envolve uma


condição para determinado evento; caracterizada/ba-
seada na palavra: ´´ser``; Utilizado para reduzir o es-
paço amostral em uma ´´escolha`` .

Ao se lançar 2 dados:

- A: Sair 5 no primeiro lançamento


A = {(5,1),(5,2),(5,3),(5,4),(5,5),(5,6)}
- B: A soma dos reultados maior que 9
B = {(4,6),(5,5),(5,6),(6,4),(6,5),(6,6)}

p(B) = n(B)/n(S) -> p(b/a)= n(A B)/n(A)


U

/ - p(b/a) - Seria a probabilidade de ´´b`` ocorrer, sa-


bendo que ´´a`` aconteceu. Ou qual a probabilidade de
´´b`` ocorrer se o ´´a`` aconteceu.

Fórmula [baseada no livro]:


- p(b/a) = n(A B) / n(S) / n(A) / n(S) =
U
U
p(A B) / p(A)

- p(b/a) = p(A B) / p(A)


U

U
- p(a/b) = n(A B)/n(b)

Exerc.

Supondo que se tem conhecimento das seguintes in-


formações;

- A probabilidade do acontecimento ´´ver anúncio


do produto A`` = 0,3
- A probabilidade do acontecimento ´´ comprar o
produto A`` = 0,2
- A probabilidade do acontecimento ´´ ver o anún-
cio e comprar o produto A`` = 0,1

a) Determine a probabilidade de ver o anúncio


do produto A se comprou esse produto;

b) Determine a probabilidade de comprar o pro-


duto A se viu esse anúncio.

- p(A) = 0,3 / 30%


- p(B) = 0,2 / 20%
- p(A intersec B) = 0,1 / 10%
U
a) p(A/B) = p(A B) / p(B) = 0,1/0,2 = 1/2 = 50%
U
b) p(B/A) = p(A B) / p(A) = 0,1/0,3 = 1/3 = 33,3%
Intersecção de dois eventos
(uma coisa ´´e`` outra coisa)

Imagine que dentro de uma urna contenha dados;


Ao se por a mão de meneira aleatória:

A - Dado verde
B - Resultado do lançamento, número 5
U
A B - antender os dois eventos ao
mesmo tempo; Verde e 5

/ * É como se fosse um combo [2 em 1]; Jogar o dado


verde, e cair no cinca; Composto por duas ações
U
p(A B) =
U
p(B/A)= p(A B)/ p(A) ->
p(A inter B) = p(A) . p(B/A) - Diagrama de Árvore;

. O diagrama de árvore seria uma estrutura contendo


os possíveis resultados de um determinado evento;
Aonde as ações são colunas, e os possíveis eventos,
ramos;
1
2
3
A 4
5
6

1
2
3
B
4
5
6

Exer:

Foi elaborada uma prova com 30 questões. 10 de físi-


ca e 20 de matemática. Qual a probabilidade de se es-
colher duas questões de física [considerando que es-
sas questões foram escolhidas de maneira aleatória]?

A. escolher questão 1 * ambas de física


B. escolher questão 2
U
A B => p(A intercec B)

. Utilizar à Árvore de Probabilidade.


Exer:

Foi elaborada uma prova com 30 questões. 10 de físi-


ca e 20 de matemática. Qual a probabilidade de se es-
colher duas questões de física [considerando que es-
sas questões foram escolhidas de maneira aleatória]?

A. escolher questão 1 * ambas de física


B. escolher questão 2

A B => p(A intercec B)


U

. Utilizar à Árvore de Probabilidade.

M 38
19 87
29
M
2 10
3 29 F 20
87

M 20
20 87
1 29
3
F
9
29 F 9
87
/Nt. Na primeira escolha pode ocorrer de cair duas
alternativas: matemática e física. E partino dessa
desventura (escolha) qual seria a probabilidade
de cada evento acontecer? Escolhendo 10 de trin-
ta questões e 20 de trinta questões;

/Nt. Nesse exemplo uma escolha influência na outra;

Eventos Independentes

Ao se lançar um dado imagine que:


S = {1,2,3,4,5,6}

A: Sair um número par


A = {2,4,6}

B: Sair o número 4
B = {4}

C: Sair um número maior do que 4


C = {5,6}

Em seguida calcule os eventos:

p(B) = n(b)/n(s) = 1/6


p(B/A) = n(A intercec B)/n(A) = 1/3
p(C) = n(c)/n(s) = 2/6 = 1/3
p(C/A) = n(A intercec C)/n(A) = 1/3
/Nt. Se analisarmos as probabilidade acima, notare-
mos que o evento de b mudou em relação ao a;
Logo o ´´a`` influênciou o ´´b``. Devido a isso um in-
depende do outro.

: . Um determinado evento não influência a proba-


bilidade do outro quando ambos ocorrem.

P(C/A) = p(C) -> A e C são independente

E através disso, pode acontecer uma consequência...

A fórmula da probabilidade de A e B acontecerem ao


mesmo tempo era:

p(A B) = p(A).p(B/A)
U

Se A e B são independentes: Logo p(b) que dado


a ocorreu, será igual a p(b). Pois o a não irá influên-
ciar a probabilidade do b ocorrer; Devido a isso, da
probabilidade de b acontecer sem saber que o a acon-
teceu é igual a probabilidade do b acontecer saben-
do que o a aconteceu, pois o a não influência a proba-
bilidade do b acontecer.

p(B/A) = p(B)

Portando, se A e B são independentes: A fórmula


U
ficaria: p(A B) = p(A).p(B)
Exer.

Ao se lançar uma moeda duas vezes:

S= {(k.k),(K,C),(C,K),(C,C)}
A: Sair cara no primeiro lançamento
A= {(K,K),(K,C)}
B: Sair o mesmo resultado nos dois lançamentos
B= {(K,K),(C,C)}

A inter B = {(K,K)}

p(A B) - Será os elementos de A divididos pelos núme-


U
ros de elementos do espaço amostral. 1/4

p(A).p(B) - Números de elementos de A dentro do to-


tal.1/2 e o Números de elementos de B seria 1/2

1/2.1/2 = 1/4

Logo A e B são idependentes, pois...


Revisão

A Probabilidade seria o ramo da matemática [ál-


gebra] que estuda os experimetos aleatórios.
Aqueles experimentos/eventos que acontece [de
forma repetida] em situações indênticas, aonde
se tem o conhecimento de todos os possíveis re-
sultados, exceto o resultado da situação expecífi-
ca. Como por exemplo: Lançar um dado; Lançar
uma moeda; determinar um tempo de vida útil de
um determinado objeto/ser e etc.

E esse evento de todas as possíveis rotas/resulta-


dos para um experimento aleatório possui ´´con-
juntos``.

O espaço amostral: Seria todos os resultados po-


ssíveis. Representado pelo simbolo ´´S``;

*O lançamento de um dado; Aonde seu espaço amo-


stral S = {1,2,3,4,5,6,7,8,9}

O evento: Seria um subconjunto, associado a um


experimento [Seria algo mais aleatório]. Represen-
tado pelo símbolo ´´E``.

/Nt. O espaço amostral seria aquele semelhante


ao conjunto Universo.
ex:

Ao se lançar um dado, tendo em mente seu espa-


ço amostral e visando determinados eventos po-
ssíveis. Quais são as chances de caír em um núme-
ro par?

S = {1,2,3,4,5,6}
E = {2,4,6}

E na probabilidade existem fórmulas que ajudam


a reduzir o espaço amostral, deixando mais práti-
co o cálculos.

como o n(S) e o n(E). Aonde o:

- (n) Elementos
- (S) Espaço Amostal
- (E) Evento

ex: Ao se jogar 2 dados sua soma precisa ser igual


ou diferente a dez; Logo:

n(S) = 36
n(E) = 6
: . A Probabilidade seria o número de casos favoráveis
[o que eu desejo] dividido pelos possíveis números
de casos [todos os possíveis resultados].

P(E) = n(E)/n(S)

(0%) 0 < P(E) < 1 (100%)

Ex:

Ao se lançar dois dados. Qual a probabilidade


da soma ser maior ou igual a 10.

/Nt.Probabilidade do evento (aonde a soma deve


ser maior do que dez) é igual a possíbilidade
dos eventos (6) sobre a soma total dos casos
possíveis (36); que simplificadas (por 6) dá 1/6;

P(E) = 6/26 = 1/6

/Nt* - Equanto que ´´E`` seria equivalente a multi-


plicação, a palavra ´´Ou`` seria equivalente a adi-
ção;
O Evento[conjunto] pode ser complementar a outro
[ou seja: Seria tudo aquilo que não representa a
´´escolha``]. Aonde não apresenta uma intercecção;
Representado pelo símbolo: E.

Os eventos complementares ao serem unidos re-


sultam no espaço amostral levando em conta que
não apresentam intercecções; Ou é uma coisa, ou
outra. E apartir disso, os números de elementos dos
eventos, somados com os números de elementos
do complementar será o espaço amostral. E devido
há isso a probabilidade do evento ocorrer, somado
com a probabilidade do complementar será igual a
1 [ou 100%]. Logo a probabilidade de um evento pode
ser equivalente a um menos a probabilidade do com-
plementar.

Fórumulas:

n(E)+n(E) = n(S)
p(E)+p(E) = 1
p(E) = 1-P(E)

A momentos também em que um determinado Even-


to pode ser acompanhado de outro [! ´´União de even-
tos``]; Um exemplo disso poderia ser a escolha para
se tomar uma decisão/atitude em uma situação crítica.
Aonde o n da união de dois conjuntos será igual a
os números dos elementos de A somados com os ele-
mentos de B subtraidos pelo n da união de A interce-
cção de B.

n(A B) = n(A)+n(B) - n(A B)


U U

U
Logo a: P(AUB) = p(A)+(B)-P(A B)

Obs: A e B são mutuamente exclusivos [ou seja:


não apresenta elementos em comum]; Devido a isso
P(AUB) = P(A)+P(B)

A probabilidade pode apresentar uma condição, e


devido a isso, uma ´´probabilidade condicional``; que
seria a probabilidade de um evento ocorrer, sabendo
que outro já aconteceu. Ou seja: Um evento com uma
base. Concreto. E não ainda no campo das ideias.

E apartir disso a ideia é saber qual será a probabilidade


de b acontecer, sendo que a aconteceu. Se limitando/
focando, apenas no ocorrido, no evento, na situação;
E não no todo, mais sim na parte. Considerando a in-
tercecção de b. Aonde a probabilidade de B tal que
A já aconteceu,igual a o número de elementos de A
intercecção de B sobre o total [aonde o A já ocorreu];
U
P(B/A) = n(A B)/n(A)
U ou U
P(A/B) = n(A B)/n(B) = p(A B)/p(B)

Eventos intercecção seria uma ´´consequência


da probabilidade condicional``;
U
P(A/B) = P(A B)/P(B)
U
P(A B)= p(B).p(A/B)
U ou
P(A B)= P(A).P(B/A)

Eventos Independentes, seriam aqueles que não


dependem um do outro. Aonde A e B são eventos
independentes se somente se a probabilidade
do A dado que B aconteceu resultando na proba-
bilidade do A, da mesma forma a Probabilidade
de B sabendo que A já contenceu resultando na
probabilidade B.

A e B são independentes <=> P(A/B)= P(A) e


P(B/A)=P(B)

*Fórmula quando isso ocorre,

P(B/A) = P(A B)/P(A) => P(A B) = P(A).P(B)


U U
NÚMEROS COMPLEXOS

Os números complexos seria um conjunto numérico


que os matemáticos criaram para solucionar raízes
de números negativos; Aonde sua representação no
diagrama de Venn seria:

C
R
Q
Z
N

Aonde seus pares ordenados x,y [x E R, y E R];


(a,b) = (c,d) <=> a=c e b=d

Em relação a Adição:
(a,b)+(c,d)= ( a+c, b+d )
Em relação a Multiplicação:
(a,b).(c,d) = ( a.c - b.d, a.d + b.c )

Tendo também ´´Z`` como representação dos nú-


meros complexos. Z=(a,b)
ex:
z1 = (9,-3)
z2 = (Raiz de 2, 5/3)

Aonde um real qualquer pode ser representado por


[um complexo]: (x,0)=x

E como consequência à essa representação os pares


ordendos/os números complexos(0,1) [ao quadrado]
resultam em um valor negativo, como no exemplo
abaixo: (0,1).(0,1) = ( 0-1, 0+0 ) = (-1,0)= -1

O número complexo [nesse caso 0,1] é chamado nos


números complexos de unidade imaginária, represen-
tado por ´´i``.

Logo: i.i=-1 => i^2 = -1 => i = -1

E com ela é possível cálcular os números negativos.

ex:
-4 = 4 . -1 = 2.i = 2i

: . Nomenclatura

. Os complexos podem apresentar a ´´parte real``,que


seria a parte que não é acompanhada por ´´i``, mais
sim, por 0. Símbolo [Re]
. Os complexos podem apresentar ´´os números imag-
inários puros``, que seriam aqueles que só tem a parte
imaginária representada pelo coeficiente do símbolo
[Im].

ex: Achar Re(z) - parte real e Im(z) - parte imagi-


naria de:
Z1 = 2+3i

Re(z1) = 2
Im(z1) = 3

Nt/ Na parte imaginária o i não vem junto.

: . Fórmula álgebrica de um número complexo:


Z= a+b.i

IGUALDADE [NÚMEROS COMPLEXOS]

Para que dois números complexos sejam iguais.


É necessário que respeite as condições:

Z1= a+bi
Z2= c+di

Re(z1)= Re(z2) => a = c


Z1 = Z2 <=>
Im(z1)= Im(z2) => b = d
ex:

Z1 = 2x + (4-5y)i
Z2 = 2+4i

Z1 = Z2

x= ?
y= ?

2x = 2 =
x=1

4-5y = 4 =
-5y = 4-4=
-5y = 0
y=0

POTÊNCIA DE ´´I``

i^0=1
i^1= i
i^2= i.i = -1
i^3= i^2.i= (-1).i = -i
i^4= i^3.i= (-i).i = -i^2 = -(-1)=1
i^5= i^4.i = 1.i=i
i^6= i^5.i = i.i = -1

...
* A lógica seria que a cada 4 expoentes o resultado se
repete [em: 1, i, -1, -i];

i^n = i^r , n E N

* pegar o ´´n`` e dividir por 4 para determinar o


quanto o i^n vale. Logo resultará em um co-
ciênte e um resto [entre 0 e 3].

ex:
r a s c u n h o:
i^8 = i^0 8/4 = q=2 r=0
i^13=i^1 = i 13/4= q=3 r=1
i^200= i^0=1 200/4 = q=50 r=0
i^350= i^2 = -1 350/4 = q=87 r=2
i^159= i^3 = -i 159/4 = q= 39 r=3
i^-942 = 1/i^942 = 1/i^2 = 942/4= q= 235 r=2
1/(-1)= -1

(i+1)^6 = [(i+1)^2]^3=
[(i^2+2.i.i+1^2)]^3=
[-1+3i+1]^3 = (2i)^3 = 2^3.i^3 = 8.(-i) = -8i
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO [COMPLEXOS]

Z1 = a + bi
Z2 = c + di

Adição: Z1+Z2 = a+bi + c+di =


a+c + bi + di =
a+c + (b+d).i

Na adição [em relação aos números complexos],


se deve somar a parte real com a real. E a imagi-
nária com a imaginária.

Subtração: Z1-Z2 = a+bi - (c+di) =


a+bi - c - di =
a - c + bi - di =
a - c + (b - d).i

E na subtração a lógica é a mesma da adição; Aon-


de se subtrai a parte com a parte real. E a parte ima-
ginária com a parte imaginária.

ex [adição]:

(3+2i)+(2+9i)= 3+2 + (2+9).i = 5+11i


(-1-3i)+3= -1+3-3i = 2-3i
-i+(4-i) = 4-2i
(2i+2)+(7-5i)= 2+7 + 2-5 = 9-3i
ex [subtração]:

(4+2i) - (3+i) = 4-3 + 2i-i = 1+i


(2+5i) - (-3-i) = 2-(-3)+5i-(-i)= 5+6i
(-i+2)-(-4+2i) = 2-(-4)+(-i)-2i = 6-3i
4 - (5+3i) = 4-5+ (-3i) = -1-3i

MULTIPLICAÇÃO [COMPLEXOS]

Z1 = a+bi
Z2 = c+di

Na multiplicação se mulltiplica um termo por outro.


Usando a propriedade da distributiva.

Z1.Z2= (a+bi).(c+di)= a.c+a.di+bi.c+bi.di =


ac+adi+bci+bdi^2 =
ac+(ad+bc).i+bd.(-1) =
ac-bd+(ad+bc).i

Aplica a distributiva, encontra a parte real do produto


e a parte imaginária do produto.

ex:

(2+i).(3+2i) = 2.3 + 2.2i + i.3 + i.2i =


6+4i+3i+2i^2 =
6+7i-2 = 4+7i
/Nt - Um real [número] por um complexo, o resultado
será:

z1= a+bi
K.z1 = k.(a+bi) [aplicar a dsitributiva] = k.a+k.bi
ex: 3.(5-2i) = 15-6i

/Nt - A multiplicação [Complexos], obedece há algu-


mas propriedades:

- Comutativa
Z1.Z2 = Z2.Z1

- Distributiva
Z1(Z2+Z3) = Z1.Z2+Z1.Z3
ou
(Z1+Z2).Z3 = Z1.Z3+Z2.Z3

ex:

(3+i).(3-i)= 9-3i+3i-i^2 =
9-(-1)= 9 +1=10

(2+i).(5+i)+(3-3i).(5+i)-(4+2i)-(4+2i.(5+i)=
(5+i).(2+i+3-3i-4-2i)=
(5+i).(1-4i) = [distributiva] = 5-20i+i-4i^2 =
5-19i+4=9-19i
CONJUGADO [COMPLEXO]

Z= a+bi

* O conjugado de ´´z´` será chamado de : Z

E toda vez que isso acontecer [Do ´´z´` apresentar


uma barra em cima], irá se referir ao conjugado da-
quele número complexo original. Ou seja:

Z = a - bi

* pega a parte imaginária e inverte o sinal;

ex [conjugado]:

Z= 3+4i => Z = 3-4i


Z= 5-2i => Z = 5+2i
Z= 6 => Z = 6
Z= 5i => -5i

Os conjugados podem apresentar algumas pro-


priedades:

. Soma: Aonde os conjugados são iguais a soma


dos conjugados desse números complexos.

Z1 + Z2 = Z1 + Z2
. Diferença: Aonde os conjugados são iguais a dife-
rença/subtração dos conjugados.

Z1 - Z2 = Z1 - Z2

. Produto: Aonde os conjugados são iguais ao pro-


duto dos conjugados.

Z1 . Z2 = Z1 . Z2

ex:

Z . Z = (a+bi).(a-bi) = a^2-a.bi+abi-b^2i^2 =
a^2+b^2

Z=Z
Z = a+bi => Z = a-bi => Z = a+bi

Z + Z = 2a
a+bi+a-bi = 2a

Z - Z = 2bi
a+bi -(a-bi) = a+bi-a+bi = 2bi

Z . Z + 2.(Z-Z)= 40+24i
(a+bi).(a-bi)+2.(a+bi-(a-bi)) = 40-20i
a^2+b^2+2.2bi= 40+24i =>
a^2+b^2+4bi = 40+24i=>
4b=24 => b= 24/4 = 6
a^2+b^2 = 40

a^2+36=40 => a^2=40-36=4


a^2= 4 => a= 4 = 2

Z = 2+6i
ou
Z= -2+6i

DIVISÃO [COMPLEXOS]

Z1 = a+bi
Z2 = c+di

Logo:

Z1/Z2 = (a+bi/c+di)/(c+di)

Para resolver esse problema é necessário mutiplicar


[no numerador e denominador, em cima e em baixo];
Pelo conjugado pelo de baixo.

Z1/Z2 = (a+bi/c+di)/(c+di) . (c-di)/(c-di) =

: . Pois não é possivel [de forma intuitiva] fazer


uma divisão de dois números complexos que
resulte em um número complexo [no formato
´´padrão``]
= a.c-a.di+b.ci-b.di^2 / c^2+d^2 =
ac+bd/ ^2+d^2 + (bc-ad / c^2+d^2)i

ex:

2+4i/1+i = (2+4i)/(1+i) . (1-i)/(1-i) =


2-2i+4i-4i^2/1^2+1^2 =
2+2i+4/2=
6+2i/2=
3+i

Sabendo que...

Z1 = 1+xi
Z2 = i
Z1/Z2 = é um imaginário puro.

Determine x.

1+xi/i . (-i)/(-i) = -i -xi^2/-i^2 = -1-x.(-1)/-(-1) =


-i+x/1 = x-i

Re(z0) = 0
x=0
S = {0}
REPRESENTAÇÃO GEOMÉTRICA [COMPLEXOS]

É feita em cima [ou na base] do plano de Argand -


- Gauss, representada pelo formato Z= a+bi.

. Plano Argand-Gauss, um tipo de plano semelhante


ao Catersiano [2 eixos], aonde o eixo horizontal se-
ria os racionais e o eixo vertical seria os imaginários.

Im
b P(a,b)

ρ b

θ
a a Re

/Nt - O afixo seria o ponto dos eixos que representa


os complexos no plano de Argand-Gauss. E possui
características importantes, como: a reta que parte
do afixo até a origem [chamada de: módulo do núme-
ro complexo] e o ângulo[teta] entre a reta horizontal
e o eixo [chamado de: argumento do complexo]:
Representado também como:

Módulo: ρ [ro] ou | Z |
Argumento: θ [teta]
:.Para se calcular o módulo do complexo é necessá-
rio´´distacar um triângulo``, entre o módulo traçando
uma linha vertical com a horizontal do eixo dos reais.
Formando um triângulo-retângulo, aplicando pitágiras.

2 2
ρ = a2 + b =>
ρ a
ρ = a2 + b2
b

: . Para se calcular o argumento é necessário cálcu-


lar o ângulo, [teta] entre o eixo dos reais [horizon-
tal] e o módulo dos números complexos;

ρ a Sen θ = b/ ρ
Cos θ = a/ ρ
b

Logo:

Se utiliza as relações trigonométricas, aonde o sen-


do do argumento [teta] será igual ao cateto oposto
[b] sobre a hipotenusa [ro]; E o coseno será igual
a cateto adjacente [a] sobre a hipotenusa [ro]. E se
a o ´´b`` e o ´´a`` é possivel calcular o módulo;
Logo [representação geométrica], em suma:

Z = a + bi =>

ρ = a2+b2
Sen = θ b/ρ
Con = θ a/ ρ

Ex:

Z= 3 + i
ρ= ( 3) 2+12 = 3+1 = 4 = 2

Sen θ = 1/2
Con θ = 3/2
θ = 30º ou π/6 rad

Im
1 P( 3, 1)

π/6 rad
3
FORMA TRIGONOMÉTRICA

Seria uma outra representação dos números


complexos.

Z= a+bi

* O sendo do argumento [representado por teta] é


representado por ´´b`` sobre o módulo [represen-
tado por ´´ro``]

Sen θ = b/ ρ*

E o cosendo do argumento [representado teta] é


representado por ´´a`` sobre o módulo [represen-
tado por ´´ro``]

Cos θ = a/ ρ

E a partir da fórmula do sendo, irá se isolar o b; pe-


gando o módulo e multiplicando o sendo do outro
lado.

Sen θ = b/ ρ* => b = ρ . Sen θ

Da mesma forma será com o cosendo;

Cos θ = a/ ρ => a = ρ . cos θ


* E substituir os valores na representação básica
[Z = a+bi]. Logo:

Z = ρ.cos θ + ρ . sen θ . i =>


Z = ρ (cos θ + i. Sen θ)

ex:

Z= 2+2i

ρ = 22+22 = 2.22 = 2 2

Sen θ = b/ ρ = 2/2 2 = 1/ 2 . 2 / 2 = 2/2

Cos θ = a/ρ = 2/2 2 = ... = 2/2

θ = 45º = π/4 . rad

Z= 2 2 .(cos π/4 + i senπ/4)


FORMA TRIGONOMÉTRICA [MULTIPLICAÇÃO]

Se há dois números complexos na forma trigonomê-


trica:
ex:

Z 1 = ρ1 (Cos θ1 + i Sen θ1 )
Z 2 = ρ (Cos θ + i Sen
2 2
θ2 )
A ideia é chegar em uma forma que cálcule Z1.Z2.

Z 1.Z2 = ρ1 . (Cos θ 1+ i Sen θ 1 )


ρ . (Cos θ + i Sen θ ) =
2 2 2

ρ . ρ2= [ Cos θ Cos θ + Cos θ1 Sen θ.i + i


1 1 2 2
Sen θ Cos θ + i^2 Sen θ Sen θ ]
1 2 1 2

Z . Z = ρ1 . ρ2 [Cos θ1 Cos θ2 - Sen θ Sen θ2


+ i (Sen θ1 Cos θ2 Sen θ2 Cos θ )]
1 2 1
1

Sen(a+b) = Sen a Cos b + Sen b Cos a


Cos(a+b) = Cos a Cos b - Sen a Sen b
* Tudo o que está no termo de cima [Z 1 . Z 2 = ρ e i ]
pode ser transcrito como Cos(a+b), Logo:

Z1. Z2= ρ1. ρ2 = [Cos ( θ1 + θ2 ) + i . Sen ( θ1+ θ2 )]

/Nt - A forma trigonométrica. Uma ferramenta


que deixa o cálculo mais simples.

ex:

Z 1 = 2(Cos 210º + i Sen 210º) = - 3 - i


Z 2 = 2(Cos 60º + i Sen 60º) = 1 + 3 . i

calcular usado primeiro as formas algébricas

Z1 . Z 2 = (- 3 - i) . (1+ 3 i) = - 3 - 3 i + 3 = -4i

calcular na fórmula trigonométrica

Z1 . Z 2 = 4 [Cos(210º+60º)]+i Sen (210+60)] =


Z1 . Z 2 = 4 (Cos 270º+ i Sen 270º) =
Z1 . Z 2 = 4 (-i)= -4i
FORMA TRIGONOMÉTRICA [POTENCIAÇÃO]

Z1. Z2= ρ1. ρ2= [Cos ( θ 1 + θ 2) + i . Sen ( θ 1+ θ 2 )]

Z = ρ . [Cos θ + i Sen θ ]

: . Ao invés de ter dois temos, agora terá um que


multiplicará por ele mesmo.
2 2
Z = Z . Z = ρ [ Cos (2 θ ) + i Sen (2 θ)]
3 2
Z = Z . Z = ρ . [Cos (3 θ) + i Sen (3 θ )]
3

Logo:
n n
Z = ρ [Cos (n θ) + i Sen (n θ ) ]
1° Fórmula de moivre

Ex:

Z = -1 + 3 i
5
Z=?

ρ= 1 + 3 = 4 = 2
Sen θ = b/ρ = 3/2
Cos θ = a/ρ = -1/2
Z = 2 . (Cos 120º + i Sen 120º)
5 5
Z 5 = 2 . [Cos (5.120º) + i Sen 120º]
Z 5 = 32 . [Cos 600º+ i Sen 600º]
Z = 32 . [ -1/2 + i (- 3/2)] =
5
Z = -16 - 16 3 i

FORMA TRIGONOMÉTRICA [DIVISÃO]

Z 1 / Z 2 = ρ 1/ ρ 2 = [Cos( θ1 + θ2 )+ i Sen( θ1 - θ2)]

Ex:

Z1= 6 (Cos 75º + i Sen 75º)


Z 2= 3 (Cos 15º + i Sen 15º)

Z1 / Z 2 = 6/3 [Cos(75º-15º) + i Sen(75º-15º)]


Z1 / Z 2 = 2 [Cos 60º + i Sen 60º] =
Z1 / Z 2 = 2 [ 1/2 + i 3/2] =
Z1 / Z 2 = 1 + i. 3 => Z1/ Z2= 1 + 3 i
NÚMEROS COMPLEXOS [RAÍZ QUADRADA]

Sejam Z = ρ z (Cos θ z +i Sen θ z ) e Z = w, tal que


n

w = ρ (Cos θ + i Sen θ).


nn
Z = ρ (Cos θ+ i Sen θ )
Z = ρn = (Cos nθ + i Sen n θ )
ρz= (Cos θp + i Sen θz) =
ρ n = (Cos nθ + i Sen n θ )

Pz = Pn *
θ = n. θ **
z

n
*ρ = ρz

** θ = θ z + 2k π
n

Logo a fórmula é:

Z = ρz ( Cos θz + 2K π + i Sen θz + 2K π )
n n

n n

0 < K < n-1, n E Z


Ex:

Extrair a raíz quadrada de z =-16

Z = - 16 + 0i

: . Eleva ou quadrado ( )^2, para canclar a raiz


2
Z = -16 = (a+bi) a,b E R
-1

2 2 2
-16 = a + 2abi + b i
2 2
-16 = a + 2abi + b

0 = 2ab ab=0/2 = a=0(I) ou b= 0(II)


-16 = a^2-b^2

(I) a = 0 (II) b = 0

-16 = 0^2 -b^2 -16 = a^2-0^2


-16 = 0 - b^2 -16 = a^2-0
-16 = b^2 -16 = a^2
b = +- raiz de 16
b =+- 4
Raiz de z = 0+4i=4i ou Raiz de z = 0+(-4)i = -4i

/Nt - Quando há dois números complexos que são


iguais,é preciso que ambos tenham o mesmo
argumento [ângulo] e o mesmo módulo;

/Nt - Círculo trigonométrico


REVISÃO NÚMEROS COMPLEXOS

Os números complexos seria um conjunto numérico


que apresenta números reais acompanhados por uma
unidade imaginária, representado pelo ´´C`` [conjunto
numérico]; Aonde:

Z= a+bi , a,b E R;

* i - Unidade imaginária

Nt/. -1 = i^2

ex:

-4 = (-1).4 = i^2.4 = 2i

: . Por definição não existe a raíz quadrada de ne-


gativo. Ela só vale para números positivos cujo
o resultado é positivo. Mais... em relação aos
conjuntos dos complexos, sim.

- 2-i R. 3i

Q.
Z.
IN. I.

2-3i
-π.i
: . Logo todos os números são complexos.

Nomenclatura na forma algébrica

Z [Número/elemento] = a [real] + bi [imaginária]


Re(Z) = a Im(Z) = b

/Nt - a parte imaginária seria equivalente ao coe-


ficiente que multiplica o ´´i``.

- NÚMEROS COMPLEXOS [IGUALDADE]

O número complexo é igual a outro número complexo


se a parte real de um for igual a parte real de outro. E
a parte imaginária de uma for igual a outra; Logo:

z = a+bi e w= c+di

z = w <=> a = c e b=d

Tendo a possibilidade de desmembrar em duas par-


tes.Formando um sistema.

ex:
(2a-b) + 3i = -2 + (-a+b).i

2a - b = -2
-a+b=3+

a=1
b=4
- NÚMEROS COMPLEXOS [OPERAÇÕES]

. ADIÇÃO, Seria uma operação que soma parte


real com parte real e parte imaginária com parte
imaginária.

Z = a + bi
W = c + di

Z+W = (a+bi) + (c+di)


Z+W = (a+c) + (b+d).i

ex:

z1 = - 3 + 4i e z2 = 2 - i

z1 + z2 = (-3+2) + (4-1)
z1 + z2 = -1+3i

. SUBTRAÇÃO, Seria uma operação que subtrai


parte real com parte real e parte imaginária com
parte imaginária.

Z-W = (a+bi) - (c+di)


Z-W = (a - c) + (b - d) i

ex:
z1 = 5 + 3i e z2 = 3 + 2i
z1 - z2 = (5-3) + (3-2)i
z1 - z2 = 2 + i

. MULTIPLICAÇÃO, Seria uma operação que mul-


tiplica todo o mundo [com a propriedade da distri-
butiva]; E depois agrupa.

Z.W = (a+bi).(c+di) = ac+adi+bci-bd


Z.W = (ac-bd)+(ad+be) i

ex:

(2+5i).(1-4i) = (2+20)+(-8+5)i
= 22-3i

. DIVISÃO, Seria uma operação que dividi os nú-


meros complexos. Aode para ocorrer uma divi-
são será necessario multiplicar [em cima e em
baixo] pelo conjugado do primeiro;

ex:
Z/W = (a+bi)/(c+di) . (c-di)/(c-di)

Z/W = (ac+ad) + (ad+dc)i / c^2+d^2


Z/W = (ac+bd/c^2+d^2) + (ac-ad/c^2+d^2).i

ex:
(2-3i)/(1+2i) . (1-2i)/(1-2i) = (2-6)+(-4-3) i / 1^2 + 2^2
= -4/5 - 7/5 . i
/Nt. Conjugado de Z, seria um conceito que represe-
nta a operação inversa da parte imaginária. E nesse
caso sempre será real. Facilitando contas mais ela-
boradas como as que utilizam a divisão.

Z = a+bi -> Z = a-bi

ex:
Z = 2+3i -> Z = 2-3i

Um outro ponto a ser resaltado é que ao multiplicar


com um número com o seu conjugado, tanto a par-
te real quanto a imaginária será ao quadrado.

- POTÊNCIAS DE ´´i``

/Nt. Não de números complexos;


/Nt. É importante saber o resto. Pois é o resto
que resultará na potência de ´´i``. Dividindo
sempre por 4;

i^0 = 1 i^4= 1
i^1 = i i^5 = i
i^2 = -1 i^6 = -1
i^3 = -i i^7 = -i

i^4n= 1
i^4n+1=i
i^4n+2=-1
i^4n+3 = -1
ex: i^37 = i^1= i
- PLANO DE ARGAND - GAUSS

É um gráfico. Um plano, que ajuda na compreen-


são dos números complexos geometricamente.

Aonde se assemelha ao plano cartesiano; Tendo


dois eixos [vertical e horizontal]. O horizontal repre-
sentando a parte real [a] e o Vertical representando
a parte imaginária [b] dos números complexos.
Im(z)

b Z= a+bi

ρ
θ
a Re(z)

E esse plano poderia ser desmembrado ou classifi-


cado em três partes:

- O Afixo, que seria o ponto entre o b e o a.


- O Ro, que a distância do afixo ´´Z`` até a origem
- O Teta, que seria o ângulo entre o eixo real e o
seguimento que forma a distância [ro] de z,
chamado de argumento.
/Nt - Sempre do sentido anti-horário. do eixo pa-
ra o seguimento.
Utilizando o teorema de pitágoras
Ro = | Z | = Raiz de a^2+b^2

O Triângulo-retângulo pode apresentar as


razões trigonométricas aonde o cosseno
do teta é o cateto adjacente sobre a hipo-
tenusa [a/ρ]. E o seno do teta é o cateto opo-
sto sobre a hipotenusa [b/ρ ].

: . Logo é possivel descobrir o ângulo com o co-


sseno de um ângulo e o seno de um ângulo;
a
Cos θ = ρ
b
Sen θ = ρ

ex:
Z=1+ 3 i

- Quem é o ρ ?

ρ= 1+3 = 2

Argumento:

Cos θ = 1/2
=> θ = 60º
Sen θ = 3/2
- NÚMERO COMPLEXO [FORMA TRIGONOMÉ-
TRICA]

Seria outra escrita representada por:


Z = ρ . (Cos θ + i Sen θ)

ex:

Z = 2-2i [!]. Forma álgebrica

- Distância da origem

ρ = 2^2+(-2)^2 = 4.2
ρ=2 2

- Argumento
a = 2 =2
Cos θ = ρ 2 2 2
θ = 315º
b
Sen θ = ρ = 2-22 = - 22

Im(z)
θ 2

Re(z)
ρ
-2 i
2 - 2i
Z = 2 2 .(Cos 315º+ i Sen 315º)
[!]. Forma Trigonometrica

FORMA TRIGONOMETRICA [ DIVISÃO E


MULTIPLICAÇÃO ]

Dado os números:

Z 1 = ρ1. (Cos θ1+ i Sen θ1)


Z 2 = ρ2. (Cos θ2+ i Sen θ2) .

Multiplicação, multiplica o ρ e soma os ângulos;

Z1. Z 2= ρ1. ρ2 . [Cos( θ1+ θ2) + i Sen( θ1+ θ2)]

. Divisão, dividi o ρ e dividi os ângulos.

Z1/ Z 2 = ρ1/ ρ2 = [Cos( θ1- θ2) + i Sen ( θ1- θ2)]

ex:
Dado os números:

z1 = 2.(Cos50º + i Sen50º)
z2 = 3.(Cos20º + i Sen20º)

multiplicação
z1.z2 = 6.(Cos70º+ i Sen70º)
divisão
z1/z2 = 2/3.(Cos30º + i Sen30º)

POTENCIAÇÃO [NÚMEROS COMPLEXOS]

A potenciação ocorre, geralmente, com a fórmula trig-


onométrica. Aonde há fórmula algébrica precisa ser
transcrita para a forma trigonométrica e por fim na for-
ma elevada [chamada de fórmula de moivre]

Z= a+bi
Z= ρ .(Cos θ + i Sen θ)
Z^n = ρ^n . [Cos[n θ ]+ i Sen [nθ ]]

ex:

Quanto é z elevado a sexta?


dado os números...

z= 1/2+ 3/2 . i
ρ = a^2+b^2 = 1/4+3/4 = 1=> ρ =1

a = 1/2
Cos θ = ρ
=> θ 60º
b
Sen θ = ρ = 3/2
Z = 1.(Cos60º + i Sen60º)
Z^6 = 1^6. [Cos(6.60º) + i Sen(6.60º)]
Z^6 = Cos 360º + i Sen 360º = 1 => z^6 = 1

NÚMERO COMPLEXO [RADICIAÇÃO]

O uso para o cálculo em radiciação é na fórmula


trigonométrica. Z = ρ .(Cos θ + i Senθ )

Em relação a radiciação dos números complexos


é que a raíz terá a quantidade de respostas de aco-
rdo com o seu índice. Raíz de 4, 4 repostas; Raíz
de 3, 3 respostas e assim vai.
n n
* Z = ρ . [ Cos ( θ+n2kπ) + i Sen( θ+n2kπ)]

/Nt - Considerar todos os ângulos que moram na


extremidade.
2kpi - é o número de voltas [negativo/positivos].

K = 0,1,2,...,n-1

ex:

dado o número
Quais são as raízes quarta de z?
4
Z=1
Z=

Z = 1.[Cos 0º + i Sen0º] [forma trigonométrica]


Im(z)

Z=1
Re(z)
1

: . Se o Z é igual a 1, sua interpretação geométrica


será localizada no eixo dos reias, aonde o afixo se-
rá z =1, sua distância até a origem [ro] será 1 e
seu argumento será o ângulo entre o eixo da par-
te real, nesse caso o zero.

A raíz [ou o ´´k``] terá quatro valores:

k=0 : z = 1.(Cos0º + i Sen0º)


k=1 : z = 1.(Cos π /2 + i Sen π/2)
k=2 : z = 1.(Cos π+ i Sen π)
k=3 : z = 1.(Cos 3 π/2 + i Sen 3 π/2)

*/Nt : Pegar esses valores [k] e conferir com a for-


ma da radiciação
A interpretação geométrica em relação as raizes de
k, se alteram. Enquanto que o ro se mantem. Logo
de uma raíz para a outra irá andar o mesmo ângulo
[90º]. Ou seja, se o objetivo é ter a raíz de quarta,
a ideia é dividir o plano de Argand Gauss de acordo
com as partes que se deseja.
i

90º
-1 1

-i

O próximo valor do ângulo que se apresenta, será


a variação dele, mais o ´´quanto que se anda``
[em relação ao ρ , e no plano]; Pegando uma volta
completa [360º] e dividir pelo índice da raiz.Nesse caso
por exemplo, o índice da raíz (4) dividido por 360, que
resultará em 90º;

1. Primeiro encontrar o ângulo


2. Segundo dividir a volta pelo índice
[que resultará na coordenada da volta];
POLINÔMIO

Seria uma expressão matemática, baseada:


P(x) = an.x^n+an-1 x^n-1+ ... + a2x^2+a1x^1 + a0

nEN

NOMENCLATURA

Coeficientes: an, an-1, a2, ... a1, a0


Termos: anx^n, an-1x^1, a1x ...
Termos Independentes: a0
Variáveis: x
P( ) - Polinômio

O polinômio pode apresentar graus, identificados


nos expoentes das variáveis [nesse caso aquela
que tem o maior valor]. Representado por ´´gr(P)``;

ex:
P(x) = x^2+5x^1-3
: . O grau desse polinômio nesse caso é, gr(P) = 2.
Pois o ´´2`` é o maior expoente.

O Valor numérico de um polinômio se baseia em


´´k`` substituiondo a variável ´´x`` por ´´k``. Logo,
dado:

P(x) = an x^n + an-1...x^n-1 + ... + a1.x+a0

Aonde, x = k
: . P(k) = ank^n+an-1. k^n-1 + ... + a1.k+a0
/Nt - Quando o ´´p`` de ´´k`` for zero; ´´k`` será raíz
do polinômio. P(k)=0 => k é raiz de P(x);

ex [valor numérico]: dado a expressão:


P(x) = 3x^3-2x^2-4x-8

P(1)= 3.1^3-2.1^2-4.1-8
3-2-4-8 = -11

P(0)= 3.0^3-2.0^2-4.0-8 = -8

P(-2)= 3.(-2)^3 -2(-2)^2-4.(-2)-8 =


3(-8) -2. 4 + 8 - 8 =
-24 - 8 = -32

P(2) = 3.2^3 - 2.2^2 - 4.2 - 8 =


3.8 - 2.4 - 8 - 8 =
24 - 8 - 8 - 8 = 0

: . 2 é raíz de P(x)

ex2: Dado o polinômio:

P(x)= (2m-6).x^4 + 4x^3 - 2x + 1


gr(P) = 3
m=?
Nesse caso, ao se prestar atenção nos coeficientes.
Irá perceber que o coeficiente ´´m`` (presente dentro
do sinal gráfico chamado parênteses) e todos os ele-
mentos estão acompanhando a x^4; Logo toda a ex-
pressão presente no parênteses está acompanhan-
do ele. E dependendo do valor substituido em ´´m``,
pode acontecer dois casos: Um, em que o valor re-
sultará zero e como consequência irá alnular a equa-
ção[ e o grau será 3].Ou que o valor resulte em um
outro resultado[ e o grau será 4];
Logo:

2m-6 = 0
2m= 0+6 = 6
m = 6/2
m=3

IDENTIDADE DE POLINÔMIOS

O Polinômio pode apresentar no seu desenvolvimen-


to certos resultados que caracterizam uma identidade;
Aonde, os valores [em relação aos polinômios identi-
cos] seram equivalêntes para termos, como potênci-
as de x;

P(x)= anx^n+an-1 x^n-1 + ... + a1 x+a0


Q(x) = bn x^n + Bn-1 x^n-1 + ... + b1x+b0

Para que sejam idênticos:


an = bn
an-1 = bn-1
...
a1 = b1
a0 = b0

/Nt - Comparar coeficiêntes de termos equivalêntes


entre dois polinômios; Logo, neste caso: P(x)= Q(x)

ex:

P(x) = 4x^2 - 3x + 15 + ´´0x^3``


Q(x) = ´´(a+b)x^3`` + (a-b)x^2 - 3x +15
P(x) = Q(x)

a-b=4
a+b=0

2a = 4 => a = 4/2 = a= 2
2 + b = 0 => b = -2

Ou, os valores seram nulos quando todos os coefi-


cientes apresentados forem zeros;

P(x)= an x^n + 0an-1x^n-1 + ... + 0n x + 0 0

P(x) = 0 => an = 0
an1 = 0
...
a1 = 0
a0 = 0
ex:

P(x) = (a-b) x^3 + (b+c)x^2 - cx - 2x + d


P(x) = 0

: . Neste caso o polinômio é respectivamente nulo. E


devido a isso, seus coeficientes precisam ser zero.
E no caso de alguns coeficentes, o necessério será
agrupalos. Como o: Cx - 2x; Isolando o x.
+x.(- c - 2);

a - b = 0 => a - 2 = 0 => a = 2
b + c = 0 => b - 2 = 0 => b = 2
- c - 2 = 0 => -2 = c => c =-2
d=0
- Adição [polinômios]: É uma operação que aconte-
ce por meio do coeficientes dos termos equivalen-
tes, ou seja: na hora de somar, irá somar termo à
termo; no formato:

P(x)= 3x^3 + 2x^2 - x + 1


Q(x)= -5x^3 - x^2 - 3x - 5

P(x) + Q(x)= (3-5)x^3 + (2-1)x^4 + (-1 - 3)x + 1 - 5 =


-2x^3+x^2 - 4x - 4

- Subtração [polinômios]: É uma operação polinominal


que ocorre da mesma forma da adição;

P(x)= 3x^3 + 2x^2 - x + 1


Q(x)= -5x^3 - x^2 - 3x - 5

P(x) + Q(x)= (3-(-5)x^3 + (2-(-1))x^2 + (-1-(-3)) x a 1 -


(-5) = 8x^3 + 3x^2 + 2x + 6

ex: Dado os Polinômios:


A(x) = 2x^3 + mx^2 + 2x - 3
B(x) = 5x^2 - 3x + n
C(x) = px^3 + 5x - 2

C(x) = A(x) - B(x)

calcular: m, n e p;
Px^3+5x-2 = 2x^3+(m-5)x^2+(2x-(-3))x-n
Px^3+5x-2 = 2x^3+(m-5)x^2+5x-3-n

: . Aplicar a Igualdade dos polinômios, aonde os co-


eficientes precisam ser iguais.

P=2
m - 5 = 0 [escondido] = > m = 5

-2 = -3 - n => n = -3+2= -1 => n=-1

/Nt - Prestar atenção nos expoêntes [Grau];

- Multiplicação [polinômios], seria uma operação aon-


de se utiliza a distributiva;

ex:
P(x)= x^3 + 3x ; gr(P)= 3
Q(x)= 2x^2 - 3x + 1 ; gr(Q)

P(x).P(q)= (x^3+3x).(2x^2-3x+1) =
x^3.2x^2+x^3(-3x)+x^3+1+
3x.2x^2+3x(-3x)+3x.1=
2x^5-3x+x^3+6x^3-9x^2+3x=
2x^5-3x^4+7x^3-9x^2+3x
P(x).P(q) ; gr(x.q)= 5

P(x).P(x) = (x^3+3x).(x^3+3x) =
x^6+3x^4+3x^4+9x^2=
x^6+6x^4+9x^2

/Nt - O grau do resultado dos produtos será o resul-


tado da soma dos graus;

/Nt - Na hora de agrupar os termos, aplica a pro-


priedade conservando o expoente.

- método de chaves [divisão polinomial]

Quando se dividi o polinômio ´´a`` por ´´b`` resul-


tará um quociente e um resto;

A(x) B(x) 0 < ge(R) < gr(b)


R(x) Q(x)

: . Seria a mesma forma da divisão em números


N [naturais].

Quando o polinômio [R(x)] for idêntico a nulo[0].


O polinômio A(x) será divisível por B(x);

Na divisão de chaves em relação aos polinômios,


é importante destacar uma informação. O grau do
quociente. Porque,
gr(Q)+gr(B)= gr(A)
gr(Q)= gr(A) - gr(B)

O método da chave...

x^4 + 2x^3 + x^2 + 4x^-2 x^2 + 2

Primeiro passo: Escrever o divisor [com os coefici-


entes na forma decrescente]
Em seguida: O primeiro termo do dividendo irá divi-
dir com o primeiro do divisor.
Em seguida: A encontrar o primeiro resultado. Irá an-
alisar o primeiro termo do resultado obtido e ao an-
alisálo se for possível prosseguir com o cálculo, con-
tinue. Através do grau. Se for maior, siga em frente.

/Nt - Fater a multiplicação [do quociente] com todos


os termos [do divisor];

x^4 + 2x^3 + x^2 + 4x^-2 x^2 + 2


-x^4 -2x^2 x^2+2x-1 Q(x)
2x^3 - x^2 + 4x - 2
-2x^3 - 4x
-x^2 -2
+x^2 +2
0 R(x)

: . x^4+2x^3+x^2+4x-2 = (x^2+2).(x^2+2x -1)


Se fizer a distributiva encontra o dividendo pois:
A(x)= Q(x).B(x)+R(x)
- Teorema do resto [divisão]

Seria uma informação extraida do polinômio, por um


binômio [dois termos] do tipo, x - a; Utilizado para de-
duzir através do resto da divisão sem necessáriamente
desenvolve-la;

A(x) x-a
R(x) Q(x)

A(x)= Q(x).(x-a)+R(x)

Ao substituir ´´x`` por ´´a`` os termos calculados


se anularam e restará somente o Resto;

A(a) = Q(a).(a-a) + R(a)


A(a) = R(a) = k = R(x)

O R de x é uma constante.

Logo o resto da divisão do polinômio de A(x) por um


binô-
mio de x-a resuta em A(a);

ex:

A(x) = 2x^3-3x^2+1
B(x) = x-1
R(x) = A(1) = 0

A(1) = 2.1^3 - 3.1^2+1


A(1) = 2-3+1 = 0
- Teorema de D`alembert [Divisão de Polinômios]

Se P(x) é divisível por (x-a) <=> [então] P(a) = 0

/Nt - Consequência do teorema de resto.

ex:
P(x)= x^2 + 2x - 3
A(x)= x + 3 = x-(-3)

P(-3)= (-3)^2 + 2.(-3) -3 =


9-6-3=0

- TEOREMA II [outro...]

Se P(x) é divisível por (x-a) e por (x-b), então P(x) é


divisível por (x-a).(x-b);

ex:
20 divisível por 2 e 5
Logo 20 é divisível pelo produto dos dois

ex:
P(x)= x^2 + 2x - 3
A(x)= x + 3
B(x) = -1

P(1) = 1^2+2.1-3
1+2-3 = 0

A(x).B(x) = (x+3).(x-1) = x^2 - x + 3x - 3 =


x^2+2x-3
ex:

P(x)= x^3 + (p+q)x^2 - (p-q)x-3


A(x)= x + 1= x-(-1) A(x).B(x) = (x+1).(x-1)
B(x)= x-1

P(-1)= 0 =>(-1)^3+(p+q).(-1)^2-(p-q).(-1) -3 = 0 =>


-1+p+q+p-q-3 = 0 =>
2p - 4 = 0 => 2p = 4 => p=2

P(1)= 0 => 1^3+(p+q). 1^2 - (p-q). 1-3 = 0 =>


1+p+q-p+q-3 = 0 =>
2q - 2 = 0 => 2q = 2 => q = 1

P(x)= x^3+3x^2-x-3

- Dispositivo de Brot - Ruffain [Divisão polinomial]

Seria um dispositivo prático utilizado para o cálculo


o cosciênte e o resto da divisão de um polinômio
[P(x)] por um binômio [x-a]; Em uma única tacada.

ex:
P(x) = x^3+3x^2-x-3
A(x) = x-1
- Esboçar um traço aonde na extremidade do lado
esquerdo do eixo vertical [propenço mais para o
lado esquerdo], irá deixar o espaço para um nú-
mero [A(x)] e o lado direito [do eixo vertical] irá de-
ixar espaço para os coeficiêntes [do P(x);
Do maior ao menor];

E para desenvolve-lo, será preciso pegar o prime-


iro termo do coeficiente [no lugar que seria
semelhante ao quociente das chaves]; Em segui-
da multiplica-lo com o número de cima [A(x)] e
soma-lo com todos os coeficiêntes [exceto aquele
que foi separado].

ex:

P(x)= 1x^3+3x^2-x-3
A(x)= x-1

1 1 3 -1 -3
1 4 3 0
R(x)= 0
Q(x)= 1x^2+4x+3
Q(x)= x^2+4x+3

/Nt - O Briot - Ruffain é utilizado somente para a di-


visão de polinômio por binômio; Aonde o x precisa
ser menos alguma coisa.
/Nt - O último termo [resultado da multiplicação do
´´A(x)`` com os coeficientes] será o R(x), pois o divi-
sor é grau 1;
/Nt - Os outros termos [exceto esse último(R(x))]
Será Q(x);
/Nt - Se não houver todos os termos complete-o pa-
ra utilizar o dispositivo [com ´´0``]; De acordo com
o número do expoente do grau;

. Briot - Ruffini para divisão de P(x) por (ax-b)

O Briot-Ruffini apresenta outra forma para resolver


polinômios mais complexos[do tipo k.x-a], em rela-
ção aos binômios;

Sua lógica seria baseada no que já foi viso [relacio-


nado a divisão dos números naturais];

P(x)= Q(x).(kx-a)+R(x)
A ´´mágica`` acontece no (kx-a); Aonde o objetivo
é colocar o ´´k`` em evidência, para que se torne em
um formato mais simples de ser desenvolvida;

P(x) = Q(x).k(x-a/k)+R(x)

Aonde o P(x) dividido pelo polinômio [x-a/k], multipli-


cado pelo Quociente/q1 [Q(x).k] e somado com R(x)
resultará no P(x);

Q1(x) = Q(x) K => Q(x) = Q1(x)/k

Procedimento;

- Dividir P(x) por (x-a/k)


- Dividir Q(x) obtido por k
- R(x) não se altera

ex:

P(x)= x^4+2x^3-x2+1 B(x)= x= -3/2


A(x)= 2x-3

3/2 1 2 -1 0 1
1 7/2 17/4 51/8 169/16

R(x)= 169/16
Q1(x)= x^3 + 7/2 x^2 + 17/4x + 51/8
Q(x)= Q1(x)/2 = x^3/2 + 7/4 x^2 + 17/8 + 51/16
R(x)= 169/16

- Equação [polinômios]

As equações [polinomial] são equações no formato:


anx^n + an-1 x^n-1 + ... + an x^n+a1x+an= 0

- an diferente de 0
- an,a1,a2..., x E C
- n E N*[*sem zero]

Raiz da equação, seria os valores que ao serem sub-


stituidos na equação [no lugar da variável ´´x``], tor-
nam o resultado em uma verdade.

ex:

x^3+3x^2-x-3= 0
x=1

1^3+3.1^2-1-3= 0
1+3-1-1-3= 0

: . 1 é raíz;

: . O Conjunto solução seria o resultado dos ´´xs``


obtidos;
Informações Importantes [Polinômios]

- Teorema Fundamental da Álgebra

Toda a equação polinomial [P(x)= 0] de grau n > 1


admiti, polo menos, uma raíz complexa;

- Decomposição em Fatores

Se houver polinômio P(x) [qualquer] existe um pro-


cedimento, aonde, o P(x) será igualado a zero e
apar-tir disso achar as raízes dessa equação, x1,
x2,...,xn; Escrevendo o polinômio P(x), em uma for-
ma fatorada.

P(x)= an(x-x1).(x-x2). ... .(x-xn)

ex:

P(x)= 2x^2-6x+4
Raízes: 1 e 2

P(x)= an(x-x1).(x-x2)...(x-xn)
P(x)= 2.(x-1).(x-2) - Form. Fatorada

-Teorema Fundamental da Álgebra [em relação aos


números reais]
Se o polinômio P(x) tem grau N, a equação P(x) = 0
terá N raízes [nos complexos];

ex [polinômio de segundo grau]:

x^2+3x-1=0 => haverá duas raízes


x^6-x^3+2=0 => haverá seis raízes
2x - raíz de 3 = 0 => haverá uma raíz

: . Se uma equação polinômial tem ´´n`` raízes, ao se


fatora o polinômio havéra ´´ns`` fatores dos x-raíz com
base 1

ex:

Determine P(x) do 3 grau


Raízes, -1,2i,-2i
P(1)= 20

Se o polinômeio é de terceiro grau e o enuciado me


deu as raízes é possível saber o polinômio na forma fa-
torada. Pois se tem três raízes é possível escrevo-lo...

P(x)= a.(x-x1).(x-x2).(x-x3)
P(x)= a.(x-(-1)).(x-2i).(x+2i)
P(x)= a.(x+1).(x-2i).(x+2i)
P(x)=(ax+a).(x^2+2xi-2xi-4i^2)
P(x)=(ax+a).(x^2+4)= ax^3+4ax+ax^2+4a
P(1)= a+4a+a+4a= 10a =>
10a = 20 => a = 2
P(x)= 2x^3+2x^4+8x+8

/Nt - O número do expoente do grau equivale tam-


bém ao número de termos;

- Multiplicidade de uma Raíz [Equações Algébricas]

Existem polinômios em que as suas raízes são apre-


sentada de maneira distinta [em relação a ´´n`` raí-
zes]; E nesse caso o polinômio é apresentano na
forma fatorada e apresenta o fator 2x[vezes];

/Nt - É como se fosse uma bimplicação;

ex:

P(x)= (x-3).(x-3)= x^2-3x-3x+9


P(x)= x^2-6x+9 [na forma distinta]

Logo...

Se a [qualquer valor] é raíz de multiplicidade m


então P(x) terá m fatores (x-a) em sua forma fato-
rada;

P(x)= k.(x-a)^m . Q(x)


ex:

Eq: x^3+ax^2+bx-27= 0
3 é raíz tripla
a= ?
b= ?

(x-3).(x-3).(x-3)= 0
(x^2-3x-3x+9).(x-3)= 0
(x^2-6x+9).(x-3)= 0

x^3-3x^2-6x^2+18x+9x-27
x^3-9x^2+27x-27=0
x^3+ax^2+bx-27= 0

a= -9
b= 27

Redução do Grau [Equação Algébrica]

Ao identificar uma das raíz é possível [através do


desenvolvimento] reduzir o grau;

ex:

x^4+x^3-7x^2-x+6 = 0
1 e -3 são raízes
: . Utilizar Briot Ruffini
1 1 1 -7 -1 6
-3 1 2 -5 -6 0
1 -1 -2 0

Q(x)= x^2-x-2= 0
∆ = 1-4.1.(-2) = 1+8 = 9
x =-(-2)+- 9 / 2.1 =

-1+-3/2 =
x1 = 1 - [ex de raíz de multiplicidade]
x2 = -2

S = {-3,-2,1}

P(x)= (x-1).(x-1).(x+3).(x+2) [forma fatorada]


Raízes Complexas [Equação polinomial]

É um teorema que diz que se z = a+bi é raíz de P(x)=


0, então Z [conjugado] = a-bi também será as raízes
do conjugado.

/Nt - As raízes complexas [com parte imaginária] elas


vem aos pares;

ex:

P(x)= x^2+1= 0
P(i)= i^2+1= -1+1= 0
P(-i)= (-i)^2+1= i^2+1= -1+1= 0

ex:

P(x)= x^2+4x+5= 0
Delta= 4^2-4.1.5 = 16-20= -4
x= -4 +- raíz de -4 / 2.i = -4+-2i/2 =>
x= -2+-i

x1= -2+i
x2= -2-i

Obs:
- b diferente de 0
- Só vale para P(x) com coeficientes reais
Cosequência:

- Se z é raíz de multiplicidade m então z[conjugado]


também será; Se há ´´ns`` fatores que são decorr-
entes da raíz de z= a+bi, haverá também m fatores
decorrentes das raízes z[conjugado] = a+bi;
- As raízes complexas vem sempre aos pares [con-
tanto que as complexas [b] sejam diferentes de 0];
Pois se a raíz em complexas, logo o canjugado de-
la será; Entãos se tiver uma é consequente que se
terá duas. Elas sempre viram em dobro.
- E outra consequência seria que as equações polino-
mial de grau ímpar tenham pelo menos uma raíz real.

ex:
x^5-x^4+2x^3+x-1=0
i - é raíz dupla
-i - é raíz dupla

Raízes Racionais [equação algébricas]

Seria um teorema em que se baseia na existência


de números racionais [raízes] presentes na resolu-
ção de determinado conjunto,fornecido pelo enuci-
ado. Aonde se o número racional p/q (com p E Z, q
R Z*, p e q primos entre si) é raíz da equação;

AnX^n+ ax+1x^n-1 + ... + a1x^n+a2x+a0 = 0


de coeficiente inteiros, então:
- p é divisor de a0
- q é divisor de an

ex:

2x^4-3x^3-11x^2+18x-6=0
p E {-6,-3,-2,-1,1,2,3,6}
q E {-2,-1,1,2} -> q E {1,2}
p/q E {-6,-3,-2,-1,1,2,3,6, -3/2,-1/2, 1/2, 3/2}

conferir cada valor no polinômio; Encontrando as po-


ssíveis raízes; Através do Briot Ruffini

Relação de Girard [Equação Polinomial]

Seriam relações entre as raízes[de uma equação poli-


nomial] e os coeficientes[de cada um dos termos des-
sa equação];

Padrão:

2º Grau _______________
x1+x2 = -b/a
x1.x2 = c/a
_________________________
3º Grau ________________
x1+x2+x3= -b/a
x1.x2+x1.x3+x2.x3= c/a
x1.x2.x3= -d/a
___________________________

4º Grau _________________
x1+x2+x3+x4 = -b/a
x1.x2+x1.x3+x1.x4+x2.x3+x2.x4+x3.x4= c/a
x1.x2.x3+x1.x2.x4+x2.x3.x4= -d/a
x1.x2.x3.x4= e/a

Nt: O sinal se alteram

ex: Escrever as relações de Girard para:


2x^3+4x^2-3x+8= 0

: . Usar o 3º da relação de Girard;

x1+x2+x3 = -b/a = -4/2= -2


x1.x2+x1.x3+x2.x3= c/a= -3/2= -3/2
x1.x2.x3= -d/a= -8/2= -4
Revisão [Polinômios]

Polinômios seriam expressões matemáticas que pos-


suem características específicas.

P(x)= anx^n+an-1x^n-1 + ... + a2x^2+a1x+a0

Nomenclatura:

an - coeficiente
x- variável
a0 - coeficiente independente
aixî - termo
n - grau [o maior expoente]

/Nt - O expoente sempre irá reduzir de um em um; E o


expoente é natural

O polinômio pode apresentar um valor numérico que


seria um um valor atribuido a uma variável [x];
ex: p(0)= 5.0^2-6.0+3=3

O 3 seria o valor numérico de 0; E quando o ´´x`` é


zero o valor é a constante[3];

Raízes [Polinomial]

As raízes, em ralação ao polinômio seria aquele valor


que ao se calcula-lo resulta em zero; Representado
por: α. Logo, α, cancela/ anula o polinomio;
α é raíz de P(x) <=> P(α)= 0

ex:

P(x)= 2x^3-3x^2-4
P(2)= 2.2^3-3.2^2-4
P(2)= 16-12-4
P(2)= 0

: . 2 é raíz de P(x);

/Nt - Existe uma diferença entre a raíz do polinômio e


a raíz da equação;

A raíz da equação seria uma consequência para se


encontrar a raíz polinomial; E para isso é necessário
igualar o polinômio a 0; Tendo como resultado uma
equação do segundo grau;

ex: P(x)= x^2-5x+6

P(x)= 0
x^2-5x+6= 0
x1 = 2, x2 = 3

/Nt - As equações [exceto a do 2º] não apresentam uma


fórmula simples para sua resolução; E devido a isso foi
necessário desenvolver novos caminhos. Nesse caso,
baseado na Teoria dos polinômios, encontrando raíz-
es específicas. Sem necessáriamente se depender de
uma fórmula específica.
ex: P(x) = (x^2+1).(x-1).(x+1)
P(x) = 0

(x^2+1).(x-1).(x+1)= 0
x= 1 ou x=-1

- Polinômio [identicamente nulo]

Seria o P(x) = 0[identicamente nulo]. Aonde apresen-


ta todos coeficientes nulos;

ex: P(x)= 0.x^3+0.x^2+0.x+0


Logo os coeficientes são nulos, e o nulo não tem grau.

- Polinômio [Idênticos]

Os polinômios seram idênticos/iguais quando seus


graus e seus coeficientes [correspondentes], forem ig-
uais;

P(x) = q(x)
Gr[P(x)] = G(q(x))

ex: [Polinômio identificamente nulo]

dados os polinômios:
P(x)= (α+3).x^2 + (β-3).x + (γ+1)
Aonde, P(x) é identicamente nulo.
: . Logo α, β e γ ?
(α+3).x^2+(β-3).x+ γ+1 = 0 [polinômio nulo]

α+3 = 0, β-3 = 0, γ+1 = 0

α = -3
β=3
γ = -1

ex: [Polinômios idênticos]

dados os polinômios:
P(x)= ax^4+(b+1).x^3+(c-2).x-5
M(x)= 3x^3+4x-5

aonde: P(x) = M(x)


: . Logo quem é, a, b, e c ?

ax^4+(b+1).x^3+(c-2)x-5 = 3x^3+4x-5

a=0, b+1=3, c-2=4

b=2
c=6
- Operações [Polinomial]

. Adição: A adição polinomial soma os coeficientes


correspondentes;
Dados os polinômios:

P(x)= x^2-3x+2
q(x)= x^3-3x^2+4x+1

P(x)+q(x)= (x^2-3x+2)+
(x^3-3x^2+4x+1) =
x^3-2x^2+x+3

G[P(x)+q(x)]= 3

/Nt - Se os graus são diferentes, o grau da soma


será o grau do polinômio maior.

/Nt:
I. identificar os coeficientes correspondentes [ne-
sse caso, x^2, 3x^2, 4x, 2 e 1]

. Subtração: A ideia é igual a da adição;


Dados os polinômios:

P(x)-q(x) = 3x^3-2x-1-(x^4+x^2+3x+5)=
-x^4+3x^3-x^2-5x-6

G[P(x)-q(x)] = 4
/Nt- Em relação a diferença dos graus. O grau da soma
será o maior.

/Nt - Quando os grau forem iguais [tanto da adição


quanto da subtração], o grau da soma/subtração po-
de resultar no próprio, identificadamente nulo[sem
grau].

. Multiplicação: A multiplicação se baseia em termo


por termo através da distributiva; E no final identi-
fique os termos com o mesmo grau para soma-los;

Dados os polinômios:
P(x)= x^2-3x+2
q(x)= x^3-3x^2

P(x).q(x) = (x^2-3x+2).(x^3-3x^2+3) = x^5-3x^4+


3x^2-3x^4+9x^3-9x+2x^3-6x^2+6=
x^5-6x^4+11x^3-3x^2-9x+6

- G[P(x)]= m
- G[q(x)]= n
- G[P(x).q(x)]= m+n

/Nt - O grau [na operação polinimial do produto], se


utiliza a propriedade da potenciação, multiplicando
a potência de mesma base. E somano os graus;
. Divisão: Se baseia na divisão euclidiana [há que
deixa resto];

Dividendo divisor
Resto quociente

dividendo = divisor.quociente+resto

Aonde a primeira parcela será dividida pela primeira


parcela que está dentro da chave[divisor]. E em se-
guida subtrai os números; A divisão será concluida
quando o grau do resto for menor que o divisor.

/Nt - trocar o sinal


/Nt - [Em relação a operação da divisão] se o grau
for diferente se subtrai os graus.

ex: P(x)= -6^3+8x^2-6x+4 por D(x) = x^2-2x+1

-6x^3+8x^6x+4 x^2-2x+1
6x^3-12x^2+6x -6x-4
-4x^2+4
4x^2-8x+4
-8x^1+8

Q(x)= -6x-4
R(x)= -8x+8

Como consequência [na divisão] o grau


0 < G[R(x)] < G[D(x)]
O teorema do resto seria um teorema polinomial que
facilita o cálculo do 1º grau;

P(x) = d(x). Q(x)+R

- considerando a raíz do divisor [d(x)] de α [alfa], aplica


no ´´x`` do polinômio.

P(α)= d(α).Q(α)+ R
P(α)= R

Logo para se encontrar o ´´R`` basta aplicar o poli-


nômio ´´P(x)`` na raíz do divisor.

ex: P(x)= x^4+2x^3+3x^2-6 por x+2;

P(x) x+2 [equa.1º grau]


R

P(-2)= R

/Nt - Substituir no polinômio.

(-2)^4+2.(-2)^3+3.(-2)^2-6 = R
6=R
O teorema de D`alembert, seria um teorema semel-
hante ao do resto. Aonde o polinômio de P(x) dividido
por um do primeiro grau [x-a] resultando em um resto
zero. Bimplica que o polinômio P(x) aplicado na raíz do
divisor será o resto da divisão, zero.

P(x) x-a <=> P(a)= 0


0

Logo o teorema diz que a divisão é exata

ex: P(x) x^4-kx^3+5x^2+5x+2k


é divisível por x-1
k=?

/Nt - Quando P(1), basta somar os coeficientes.

P(1)= 0
1-k+5+5+2k=0
k=-11

O polinômio apresenta também um dispositivo prático


para a divisão chamado de Briot Ruffini; Aonde a di-
visão ocorre se o divisor for do primeiro grau. A partir
da raíz;
A raíz [do primeiro grau] será o divisor do briot-ruf-
fini, localizado no extremo esquerdo da grade. E no
seu lado direto está os coeficientes do P(x). E para o
seu desenvolvimento, o primeiro termo [do lado direito]
abaixa. E com esse termo multiplicado com a raíz [no
divisor] e somado com o termo seguinte irá dar a res-
posta do elemento [no quociente]. E apartir desse pa-
drão repretir com os outro, até chegar com o último
termo que será o resto da divisão;

ex: P(x)= 2x^4+4x^3-7x^2+12 por x-1

1 2 4 -7 0 12
2 6 -1 -1 11

R = 11
Q(x)= 2x^3+6x^2 -x -1

- Polinômios [equação]

Os polinômios também podem ser apresentados


por equações [igualdades];

anx^n+an-1x^n-1 + ... + a2x^2+a1x+a0 = 0


[ polinômio de grau n ]

Obs [polinômio]:
. an, seria o coeficiênte dominante, que determina
o grau da equação/polinômio. Diferente de zero.
. Todos os coeficiente são complexos [ai E C]
. n E N*
. x[varíavel] pode ser um número complexo [x E C]
/Nt - Em relação as equações o objetivo é encontrar
as raízes. Através das Teorias dos polinômios;

Para início de exemplo. Dado o polinômio, resolva-o;

x^3-4x^2+3x= 0

O grau nesse caso é três; E se o grau é três, não há


uma fórmula padrão, como a de báskara. Mais há algo
em comum. A variável. E é apartir disso que o desen-
volvimento irá inicia; Colocando o ´´x`` em evidência e
como consequência [resultando em 0]: O produto en-
tre dois polinômios uma das parcelas é nula; Logo
ou o x é igual a zero ou o parênteses é igual a zero
[resultando em uma equação do segundo grau (bás-
kara)];

x.(x^2-4x+3) = 0
x= 0 ou x^2-4x+3=0 S= {0,1,3}

x1= 1, x2= 3

- Teoria de polinomios [equação]


. Teorema de D`alambert/resto

Ex: P(x)= 2x^3-3x^2-11x+6


é divisivel por x-3
Raízes de P(x) ?
/Nt - A ideia nessa equação é encontrar as raízes do
polinômio [P(x)], sabendo que esse polinômio é di-
visível por x-3. A palavra divisível, seria um´´coman-
do`` que implica que o polinômio [dividendo] dividido
por x-3 [divisor] deixa resto 0; E pelo teorema [D`alam-
bert] se sabe que o P(x) aplicado na raíz do divisor
[x-3] da o resto da divisão [0]; Logo dado o polinômio
e o seu divisor o 3 será raiz do polinômio.

P(x)= 2x^3-3x^2-11x+6 -> p(x) x-1 -> p(3)= 0


: . 3 é raíz de P(x) 0

* Aplicar o dispositivo de Briot-Ruffini [que reduz o


grau do polinômio até o dois e apartir daí, báskara].

3 2 -3 -11 6
2 3 -2 0

Q(x)= 2x^2+3x-2
2x^2+3x-2= 0
x1= -2 x2= 1/2

P(x)= (x-3).Q(x)
P(x)= (x-3).(2x^2+3x-2)

raízes de P(x): 3,-2,1/2


- Divisões sucessivas e fatoração

A divisão sucessiva seria a aplicação do dispositivo,


Briot-Ruffini,a quantidade de vezes da raíz. Reduzindo
assim reduzir o grau;

ex: P(x)= 1x^3+3x^2-4


-2 é raíz dupla.

-2 1 3 0 -4
-2 1 1 -2 0
1 -1 0

/Nt - cada linha [do dispositivo, Briot-Ruffini] repre-


senta um grau;

Todo o polinômio pode ser escrito na forma fatora-


da. Para facilitar o cálculo reduzido os termos.

P(x)= an (x-alfa1).(x-alfa2) ... (x-alfan)

. an - Coeficiênte dominante
. alfa n - Raízes do polinômio P(x);

ex:

p(x)= 1.(x+2).(x+2.(x-1)
p(x)= (x+2)^2.(x-1)
O polinômio também pode apresentar raízes; Aonde
o seu grau ´´n`` apresenta ´´n`` raízes [que podem
ser reais ou complexas]; E no caso de raíz complexa
será companhada com o conjugado;

P(x)= 0

Se z = a+bi é raíz de P(x), então z = a-bi também


é raíz;

ex: x^4-4x^3+5x^2-2x-2 = 0
raíz: 1-i -> / seu conjugado é 1+i
x2,x3,x4= ?

Para o seu desenvolvimento e resolução; Enquanto


que uma raíz é complexa, o seu conjugado também
é. Em seguida aplica o Briot-Ruffini reduzido ambas
para o grau dois. E por fim no grau dois aplica a fór-
mula de báskara encontrando o resto das raízes;

1+i 1 -4 5 -2 -2
1-i 1 -3+i 1-2i 1-i 0
1 -2 -1 0

x^2-2x+1= 0

x1= 1+ 2
x2= 1 - 2
Pesquisas das raízes racionais

Utilizado para identicar aquelas raízes no lado oculto;


Através do briot-ruffini.

dado a forma geral do polinômio:


anx^n+an-1x^n-1+ ... + a2x^2+a1x+a0 = 0

p. divisores do termo idependente [a0]


q. divisores do coeficiente dominante [an]

as possíveis [se existir] raízes racionais [fração] =


p/q.

ex: dado a equação: 2x^3+x^2+x-1 = 0


/equação do terceiro grau

p E {+- 1} e q E { +- 1, +- 2}

p/q E { +- 1, +- 1/2} -
Se existir raíz será uma dessas duas.

Em seguida utilizar o briot-ruffini;

1/2 2 1 1 -1
2 2 2 0

2x^2+2x+2= 0

x1= -1 + 3i /2 S= {1/2, -1/2,+ 3i/2, - 3i/2}


x2= -1 - 3i / 2
Relação de Girard

Se baseia na equação do segundo grau. Tendo co-


mo diferença o grau;

... Seg. Grau -> ax^+bx+c = 0 , a é diferente de zero;

tendo como propriedade [para as suas raízes]:


. Soma = x1+x2 = -b/a
. Produto = x1.x2 = c/a

Já nas relações de Girard -> ax^3+bx^2+cx+d = 0,


a é diferente de zero;

tendo como propriedade [para as suas raízes]:


. x1+x2+x3= -b/a -> soma
. x1.x2+x1.x3+x2.x3 = c/a -> soma do produto [tipo
2 a 2]
. x1.x2.x3 = -d/a -> produto das raizes

ex:
x^3-6x^2+7x+4 = 0
média das raízes = ?

a média, seria a média arítmética que seria a soma


dividida pela quantidade de valores que está sendo
somado.

x1+x2+x3 = -b/a = -(-6)/1 = 6


x1.x2+x1.x3+x2.x3 = c/a = 7/1 = 7
x1.x2.x3 = -d/a = -4/1 = -4
média = x1+x2+x3/3 = 6/3 = 2
x^3-7x^2+14x-8 = 0
Soma de duas raízes é 5,
x1,x2,x3 = ?

aplicar o teorema de D`alambert.

x1+x2+x3 = -b/a = 7

liberdade de considerar as variáveis

5+x3= 7 => x3 = 2

aplicar o dispositivo [Briot-Ruffini]

2 1 -7 14 -8
1 -5 4 0

x^2-5x+4= 0

x1 = 1
x2 = 4

S = {1,2,4}
Matemática Financeira

Seria um ramo da matemátca que estuda a admi-


nistração de capitais [moedas, dinheiro] através:
Lucro, Prejuízo,Aumento, Desconto e etc...

. Lucro

O lucro, seria a vantagem que se obtem de alguma


coisa. Geralmente associado a alguma mercadoria;
Aonde o lucro [L], seria o resultado do preço de ven-
da[V], menos o preço do custo [C]; Logo: L = V - C
: . V= L+C;

: . O preço de venda, seria a balança, o marco zero,


a base da negociação;

ex:
C = 80 L = 100-80
V = 100 L = 20

O lucro pode ser analisado de maneira percentual


[em C e V].
- L/C . 100%
- L/V . 100%

ex: [Lucro s/ custo]


20/80 = 1/4 = 25%

ex: [Lucro s/ venda]


20/100 = 1/5 = 20%
/Nt - Em relação a porcentagem sempre será a par-
te/todo

. Prejuízo

E o Prejuízo, seria a desvantagem / a despesa ao se


obter alguma mercadoria;

. Aumento e desconto [porcentual]

O aumento seria o acréscimo de uma porcentagem


em um valor inícial; Representado por:

V - valor inicial
A - Aumento percentual
Va - Valor após o aumento

Aonde [para qualquer valor]:


Va = V+A [p% de V] -> Va = V+ P/100 . V
Va = (1+p/100).V

/Nt -A = p% de V
/Nt - O fator multiplicativo seria o (1+p/100)

ex: Se tem 80 e quero aumentar 12%.

V = 80
A = 12%
(1+12/100) = 1+0,12 = 1,12 . Fator multiplicativo
[aumento %].
/Nt - Quando passa de 100 [em relação a %] a cente-
na aumenta uma unidade [em relação ao fator multi-
plicativo];

ex: Dados os valore:


Vi = 12,50
Va = 13,50

Qual foi a majoração/porcentagem no o preço antigo;


/Nt - O enuciado sempre irá se referir a quem.

Vf = fm.Vi

/Nt - fm = fator multiplicativo

13,5 = fm . 12,5
fm = 13,5/12,5 =
fm = 1,08

/Nt - o preço antigo era 1;


: . Aumento de 8%

Já o desconto seria a redução de uma porcentagem


em um valor inícial; Aonde : 0 < fm < 1 representa-
do por:

V - valor inicial
D - Desconto percentual
Vf - Valor após o deconto
Vf = (1-p/100).V

ex: Dados os valore:

V = 50
D = 24%
(1 - 24/100) = 1-0,24 = 0,76

/ Existentem situações em que o valor final pode ser


deduzido pelo fator multiplicativo; Se houve um Au-
mento ou Desconto;

/Nt - A porcentagem se cálcula sempre no último valor.


Geralmente surge uma questão em que o enunciado
apresenta uma determinada mercadoria, que aumen-
tou seu preço e em seguida diminui. Logo quanto foi
a mercadoria?

ex: Existe uma mercadoria A, a qual seu custo é 100;


E foi imposto nela um acréscimo de 10%. 110 ao seu
todo. E devido há isso foi imposto um desconto de
10%; Logo:

V - 110
D - 10%
Vf = 110/10 = 11 => 110-11 = 99

ex: Papel higiênico


V - 40m = 1,80
Vf - 30m = 1,62

preço em metro:
Pi = 1,80/40 = 0,045
Pf = 1,62/30= 0,054

: Logo o papel higiênico, comparado com o primeiro


estado e o último, ficou mais caro. Quanto?

Vf = fm . V fm = É um aumento ou um desconto?

0,054 = fm . 0,045
fm = 0,054/0,045 = 1,2 -> Aumentou 20%

. Aumento e desconto [sucessivos]

Sucessivo - Seria uma quantia extra. Tanto para o


aumento, como também para o desconto. Algo que
vem em sequência.

. Quando se tem um valor inicial Vf = (1+p/100).Vi


esse valor pode ser aumentado p[%]. Logo quando
sem tem um valor sucessivo, acrescenta mais parên-
teses.Um exemplo disso, seria aumentar dois valores
sucessivos;

primeiro aumento = P1
segundo aumento = P2
Vf = (1+P1/100).(1+P2/100) . Vi

ex: dados os valores:


Vi = 180
. primeiro aumento: 15%
. segundo aumento: 30%

Vf = 1,30.1,15.180
Vf = 1,495.180 - aumento comparativo
Vf = 269,10

. Já o desconto seria o valor que extrai, diminui,


tira; E ocorre da mesma maneira que a do acrés-
cimo.

Vf = (1 - P1/100) . (1 - P2/100) . Vi

Ex: Descontos sucessivo: 10% e 25%

Vf = 0,9.0,75.150
Vf = 0,675.150
Vf = 101,25

/ Nt. multiplicar fator por fator.


Já o aumento e os descontos pode ocorre de forma
simultânea.

Vf = (1+Pi/100).(1-P2/100). Vi

ex: dado uma determinada mercadoria que custava


um determinado valor, devido a um evento passou a
aumenta-lo e depois e depois desse evento caiu; Logo
o valor voltou ao valor inicial?
Não. Pos o custo se baseia em uma porcentagem a
qual se baseia no último valor obtido;

Ex:

Vi= 100
aumento = 10%
desconto = 10%

Vf= 0,9.1,1.100 = 0,99.100= 99

O Valor final é igual ao aumento de 10% , que seria


o fator multiplicativo, (1+ 10/100 = 1.1) que em segui-
da descontará o valor 10% (1-10/100 = 0,9) e como
consequência, ambos representaram o fator multipli-
cativo (0,99) aonde o seu valor final resultará em
0,99;

ex: dado o valor: Vf = Vi


Aumento: 25%
Desconto: ?
Esse caso é semelhante ao do exemplo acima, aonde
uma mercadoria aumentou uma porcentagem e se
quer saber o desconto.Aonde o valor final será igual
ao inicial; E para esse caso, existe uma fórmula;

Vf = x . 1,25 . Vi
Vi = x.125. Vi
1/1,25 = x => 0,8

: . Desconto de 20%

. Aumentos p% ´´n`` vezes

Aonde a quantidade é a mesma de maneira


sucessiva.

Vf = (1+p/100).(1+p/100) ... (1+p/100). Vi

E quando ocorre a multiplicação em ´´n`` vezes


é possível substituir por uma potênciação;

Vf = (1+p/100)^n.Vi

ex: Dado o valor inicial [1000], de uma taxa [15%]


de pagamento mensal rm um ano [12].

Vf = 1,15 [fator multiplicativo]^12 . 1000[Vi] ~


5,35.1000 = 5320
: . O valor inicial de 1000, ao decorrer do ano se tor-
na devido a taixa de 15%, 5320;

/Nt - para a verificação do aumento subtrai uma uni-


dade da centena. 435%.

. Juros [Simples]

Os juros seriam uma porcentagem a ser paga em


uma determinada mercadoria [favores e barganhas],
acrescentado ao total [empréstimo] ou ao prazo [em
relação a uma compra].

Utilizado bastante por banqueiros, aonde a institui-


ção empresta um determinado valor e depois cobra
em ´´juros``.

Nomenclatura:

Valor emprestado - Capital


Cobrança - Juros
Imposto - Taxa

ex: [cobra o valor inicial]

c = 1000 * J - [um ano] = 6/100 . 1000= 60


i = 6% [ao ano] * J - [três anos] = 3 . 6/100 1000
t = 3 [anos] = 180
j=?

*período
/Nt - uma pergunta bastante importante, em juros
simples, é... Em relação a quem? Ao valor inicial ou
o valor final. Se for o inicial, é chamado de juros
simples [pois o valor não muda]. Se for em relação
ao final, é chamado de juros composto [o valor varia].

fórmula: Legenda:
J = c . i . t / 100 J - Juros
i - Taxa
M=c+j t - Tempo
m - Montante

ex: [anterior]

J = 1000.6.3/100 = 180
M = 1000+80
M = 1180

/Nt - O mês é correspondente a taxa.

Ex: Fátima descobriu um investimento que rende


juros simples de 2% ao mês. Ela pretende, em 2
anos, obter um montante de R$ 29.600,00. Para
conseguir essa quantia, qual deverá ser o capital
investido ?
i = 2% ao mês
t = 2 anos -> equivalente há 24 meses [necessário igualar
M = 29600 ao sistema de medida]
c=?

M = c+j J = C.i.t/100
29600 = c+j 29600 - c = c.2.24/100
j = 29600 - c 2960000 - 100c = 48c
2960000 = 148.C
C = 20000

. Juros [Composto]

O juro composto se baseia nos aumentos sucessi-


vos; pois se dá em uma estrutura mais ampla. Aon-
de o valor final será substituido pelo montante [M] e
o Valor inicial será substituido por capital [C];

M = (1+i/100)^n.C M=C+J
J=M-C

C . valor inicial
M. montante
I. taxa
n . tempo
J. j=m-c

/. Enquanto que em um juros simples o aumento é


constente. No juros composto o aumento é dife-
rente. Na mesma base porcentual. Relacionado
sempre ao último valor;
ex: Dado os valore, em relação aos juros compostos.
Determine o jutos;

C=900
I = 5% ao mês
t = 2 meses
j=?

M= (1+i)^n.C

M = (1+5/100)^2 . 900
M = 1,05^2 . 900
M = 1,1025 . 900
M = 992,25

:.J=M-C

J = 992,25 - 900
J = 92,25
M a t e m a t i ca
Es t a t i s t i ca
A estatística é o ramo da matemática que pesquísa,
analisa e organiza dados numéricos; Coletando dados.
Utilizado por Instituições, grupos e etc.

Estatística é a ciência que se utiliza das teorias prob-


abilísticas para explicar a frequência da ocorrência de
eventos, tanto em estudos observacionais quanto em
experimentos para modelar a aleatoriedade e a incer-
teza de forma a estimar ou possibilitar a previsão de
fenômenos futuros, conforme o caso.
. Conceitos Básicos [Frequência e Gráfico]

- POPULAÇÃO [Amostra e tipos de variáveis]

A população, em relação a estatística seria uma class-


ificação dos dados coletados pelo conjunto de indi-
víduos com determinada característica em comum
[como: por exemplo: A faixa de idade];

E essas características presentes em uma determi-


nada pesquísa/amostra, é chamada de variável. Cla-
ssificada em: Variável quantitativa e variável qualitati-
va.

Tipos de variáveis
.Uma variável qualitativa se basearia em atributos
[qualidades];
.Uma variável quantitativa se basearia em números.
E pode ser subdividida em, quantitativa discreta e
quantitativa contínua. A quantitativa discreta seria
representada pela contagem.
E quantitativa contínua, pelo sistema de medidas.

ex: Uma academia de ginástica tem 5000 alunos que


frequentam a academia há mais de um ano. Os pro-
prietários resolveram realizar uma pesquisa com 25%
dos alunos para identificar o perfil de seus alunos. A
pesquisa consistia de um questionário com perguntas
sobre:
a modalidade esportiva preferida, o turno (diurno, ves-
pertino ou noturno) preferido para treinar, o tempo (em
horas) em que o aluno frequenta a academia, por se-
mana, e a massa muscular (em Kg) adquirida pelo
aluno após um ano de treino.
1250
0 0=
. 50
a. Determine a população. 25 /10
0

- população: 5000
- amostra: 1250 equivalente a 25%

b. Quais são as variáveis envolvidas na pesquisa?

- Modalidade esportiva
- Turno
- Tempo [hs]
- Massa muscular [kg]

c. Classifique cada variável.

. Variáveis quantitativas
- Tempo [hs]
- Massa muscular [kg]

. Variáveis qualitativas
- Modalidade esportiva [continua]
- Turno [continua]
- ROL E AMPLITUDE

Em uma estatística existe sistuações em que os dados


são apresentados em uma sequência, colocados em
uma ordem [crescente/decrescente]; Essa sequência
númerica colocada em determinada ordem é chama-
da de Rol. Já entre o maior e o menor valor desse rol,
seria chamado de Amplitude, que seria uma variação.

ex: Dado o boletim contendo as notas dos alunos...


Analise seu Rol e consequêntemente a sua amplitude;

7,5 8,0 2,5 3,5 4,0 Rol: 2,5; 3,5; 3,5; 4,0; 4,0; 4,5;
7,0 6,0 6,0 5,0 9,5 5,0; 6,0; 6,0; 6,5; 7,0; 7,0; 7,5;
9,0 9,5 8,0 4,5 4,0 8,0; 8,0; 8,0; 9,0; 9,0; 9,5; 9,5.
7,0 6,5 3,5 8,0 9,0 Amplitude: 9,5 - 2,5 = 7,0

: . As notas variam de 7,0 pontos;

- FREQUÊNCIA ABSOLUTA

A frequência absoluta, na estatística, seria a quanti-


dade de vezes em que cada variável é observada em
uma pesquisa [também chamada de Fabs, relativa à
quantidade];

Um exemplo disso seria uma pesquisa. Aonde os


preços [em reais] de modelos de notebook em 20 lojas
do ramo, forma coletadas os seguintes valores.
2000 2500 2600 2600 . 2000 -> 6
2000 2600 2500 2600 . 2500 -> 4
2000 2000 2000 2000 . 2600 -> 10
2500 2600 2600 2600 total = 20
2600 2600 2600 2500

Ao analisar a pesquisa concluimos que em cada loja


aprarece uma quantidade de vezes completado uma
sequência.

- FREQUÊNCIA RELATIVA

A frequência relativa [Frel], na estatística, seria uma


parte da frequência absoluta pelo todo; Uma relação
entre, a quantidade de vezes que um determinado
evento surge sobre o seu total. Sua fórmula é:
Frel = Fabs/total;

ex: [utizando o exercício anterior]:

Preç(R$). Fabs. Frel(%)


2000 06 30%
2500 04 20%
2600 10 50%
total 20 100%

I. Frel = 6/20 = 3/10 ou 30%


II. Frel = 4/20 = 2/10 = 1/5 ou 20%
III. Frel = 10/20 = 1/2 ou 50%
- FREQUÊNCIA ACUMULADA [ABSOLUTO E
RELATIVO]

A frequência acumulada, na estatística, seria o meio


de juntar ou agrupar uma quantia em grande quanti-
dade; Logo o acúmulo pega o que já se tinha [na colu-
na] e acrescenta um novo.

ex:
Preç(R$). Fabs. Fabs(AC.) Frel(%) Frel(AC.)
2000 06 06 30% 30%
2500 04 10 20% 50%
2600 10 20 50% 100%
total 20 40 100%

Uma faixa de valores; Se acontecer de um cliente


questionar a demanda [procura] de uma determinada
mercadoria até um certo capital. A frequência acumu-
lada será útil.

- REPRESENTAÇÃO EM GRÁFICOS

. Gráficos de barras - linhas

É necessário apresentar na sua estrutura:


- Barras, tanto na posição horizontal como vertical;
- Altura [ou comprimento] é proporcional à frequência
- Largura das barras é sempre a mesma;
/Nt - O gráfico apresenta certos elementos básicos
na sua estrutura; Como: Título e Fontes.

/Nt - O termo dado a análise de um gráfico [em rela-


ção a estatística] é chamado de, Inferência estatísti-
ca.

ex: Em uma escola foi feito um concurso para esco-


lher a melhor redação dentre os alunos do ensino
médio de uma escola. Participaram deste concurso
80 alunos, sendo 24 alunos da primeira série, 16 al-
unos da segunda série e 40 alunos da terceira série.
Construa uma tabela de frequências absolutas com
os dados do problema e, com base nela, elabore um
gráfico de barras.
Freq.

Séries Qt [alunos] 40
40%

1 24 30
2 16
24%

20 16%

3 40 10
total. 80 Série
1. 2. 3.

. Gráficos de Segmentos:

- Utilizado bastante em grandezas que se relacionam


- Analisar evolução de dados

Da para análisar através desse gráfico as ações de


determinados eventos de transformação e desenvolvi-
mento através das conexos/segmentos. O Crescimen-
to e o Decrescimento;
Freq.

c
b

1. 2. 3. 4. Capital

. Gráficos de Setores

- Utilizado bastante em pesquísas jornalísticas.


- Círculo divididos em setores
- Cada setor indica uma sequência da variável obse-
rva.
- A área do setor e a medida de seu ângulo são dire-
tamente proporcional à porcentagem que represen-
tam em relação ao todo;

Ex: Numa sala de aula há 100 alunos, sendo 70 mul-


heres e 30 homens. Faça um gráfico de setor para
representar essa situação;
Homen. 100% - 360º
Fabs. Frel. 30% - x
H 30 30% 100% . x = 360º . 30%
M 70 70% x = 360º . 30% /100%
total. 100 100% = 108º

Mulher. 360º - 108º = 252º


30º

108º

70% 252º

Fórmula:

100% - 360º
Frel(%) - x

x = Frel(%).360º / 100%

x = Frel(%).360º

. Gráfico de Histograma;
Utilizado bastante em valores agrupados

- retângulo justaposto
- largura: amplitude do intervalo
- Altura: Frequência

Aonde cada barra representa uma quantidade agru-


pada;

Ex: Foi feito uma pesquisa com as idades de um gru-


po de alunos universitários.
Idade. Alun. Fabs Fabs.
18 |- 20 50
60
20 |- 22 40 50
22 |- 24 60 40
30
24 |- 26 30 20
10
26 |- 28 10
18 2022 24 26 28 Idade

/Nt -

|- . Esse símbolo limita uma determinada quantia


[de até... ex. 18 anos 9 meses e 30 dias]

. Esse símbolo representa uma quebra no gráfi-


co. Para indica que não há proporção;

O polígono de frequência seria utilizado para indicar ou


facilitar a interpretação de uma análise. Seria o ponto
médio das barras que se inteligam criando assim, um po-
lígno de frequência.Segmentos. Seria o ponto localizada
no topo de cada barra.
. Medidas para dados simples

- MEDIDAS DE TEDÊNCIA CENTRAL E DE DISPERSÃO

Seriam cálculos que descrevem os dados coletados de uma


pesquisa através de um tipo de medidas. Classifados em:
Tendência central e dipersão;

A medida de tendência central, seria um tipo de dado coleta-


do, aonde se analisa os maiores resultados de uma pesquí-
sa. O pico mais alto. Analisando a parte central de uma
distribuição de dados. Baseada em três medidas: Média
Aritmética [Simples/ponderada], mediana e moda.

Enquanto que a medida de dispersão, seria um tipo de dado


coletado, aonde se analisa os dados que são dispersos da
tendência central; Baseado também em três medidas:
Desvio médio. Variância. Desvio padrão;

- MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES

Seria uma medida [tendência central], o quociente [re-


sultado da divisão] entre a soma dos valores observa-
dos pela quantidade de dados observados; Representa-
do por: x

Fórmula: x= x+x2+x3+ ... + xn / n


Aonde [fórmula da média aritmética]
n
x= Σxi i+1

n
* O sigma seria equivalente ao símbolo de somatória
na matemática;
* x - variável

Em suma na média aritmética se soma e dividi esse


valores [que seria o total de elementos].

Ex: Na décima rodada de um campeonato de futebol, fo-


ram realizados 9 jogos e a quantidade de gols por partida
está apresentada a seguir.

Partida: 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Gols: 3 4 2 3 1 2 0 3 5

calcule a média aritmética dos gols por partida.

x = 3+4+2+3+1+2+0+3+5 / 9
x = 23/9
x = 2,5
f 1= frequência absoluta
x1 = dado observado
/Nt. gols/partidas

- MÉDIA ARITMÉTICA PONDERADA

A médica aritmética ponderada, seria a medida do resul-


tado equivalente ao peso dele; Aonde a divisão será apar-
tir dos peso considerado; Utilizado bastante em exames
considerando seu peso.

x = f1.x1+f2x2+ ... + fnxn / f1+f2+ ... + fn


n
Logo: x = Σfixi
i=1
/.seria uma variação

n
Σfi i=1

ex: Numa pesquisa realizada com 100 famílias foram


levantados os seguintes dados:

Quant. filhos : 0 1 2 3 4 5
Quant. família : 17 25 28 19 7 4

. Qual a média de filhos por família?

x = 17.0+1.25+2.28+3.19+4.7+5.4 / 71+25+28... [=] =


x = 0+25+56+57+28+20 / 100
x = 186/100 = 1,86 [de filhos por família]

/Nt - Em cada dado há um peso. Aonde no exemplo aci-


ma, o zero [como exemplo] aparece dezesete vezes;
Os pesos seriam nesse caso a frequência absoluta; E
a divisão seria a somo das frequências absolutas [o to-
tal]

- MEDIANA

A mediana [na estatística], seria uma das medidas pre-


sentes na medida de tendência central. O valor que divi-
de, em duas partes iguais, os resultados de um grupo pre-
viamente ordenados de forma crescente ou decrescente.
Logo a mediana seria o valor que divide o Rol. Represen-
tado por Md.
Ex: [O exemplo dos gols]

Gols: 3,4,2,3,1,2,0,3,5
Rol: 0,1,2,2,3,3,3,4,5
Md: 3 gols/partidas

/Nt - Quando o Rol ou os dados apresentados forem pa-


res,os números que estiverem próximo a mediana, se-
rá calculado sua média aritmética, resultando na media-
na.

ex: 0,1,1,2,2,3,3,3,4,5
Md: 2+3/2 = 2,5 gols/partidas

- MODA

A moda [na estatística], seria também uma das medidas


presentes na medida de tendência central. E seria basica-
mente dados que aparecem com maior frequência no con-
junto de dados observados. Mais também pode haver de-
teminado conjunto de dados que não haja moda. Chama-
do de Amodal;

Ex: [Exemplo dos gols]

Rol: 0,1,2,2,3,3,3,4,5
Mo: 3 gols
- DESVIO MÉDIO

Seria uma das medidas de dispersão[estuda o grau da


variação de uma distribuição de dados]. Dependendo do
resultado da pesquisa, pode acontecer de apresentar um
mesmo resultado com variações diferentes;

E o desvio médio seria a análise entre dados dispersos


que apresentam um valor médio;

Ou seja: O Desvio médio seria utilizado para agrupar


diversos dados; Uma ferramenta que baseia diversos
dados em um.

ex: Dados de temperatura na cidade de Gramado


primeiro dia: 7ºC 8ºC 9ºC 9ºC 10ºC 11ºC
segundo dia: 6ºC 7ºC 8ºC 10ºC 11ºC 12ºC

desenvolvimento:
. Calcula a média aritmética dos dados apresentados.

x1 = 54/6 = 9º
x2 = 54/6 = 9º

. Desvio médio. Construir uma tabela, com diferenças en-


tre o dado observado[xi] e a média [xi-x]. E em seguida,
o módulo do valor [ |xi-x| ] seria o resultado obtido para
o desvio médio. Calculado os desvios. Somado e divi-
dindo cada um.
Primeiro dia (x = 9ºC) Segundo dia (x = 9ºC)

xi xi-x |xi-x| xi xi-x |xi-x|


7 7-9= -2 2 6 6-9=-3 3
8 8-9= -1 1 7 7-9=-2 2
9 9-9= 0 0 8 8-9=-1 1
9 9-9= 0 0 10 10-9= 1 1
10 10-9= 1 1 11 11-9= 2 2
11 11-9 = 2 2 12 12-9= 3 3

Dm = Soma dos disvios / pelo seu todo [disvios]

Dm = 2+1+0+0+1+2 = 1ºC Dm = 3+2+1+1+2+3 = 2ºC


6 6

- VARIÂNCIA

Seria uma das medidas de dispersão. Uma média aritmé-


tica dos quadrados dos desvios. Representado por ´´Var``.

Ex: [Temperatura em Gramado]

x1 = x2 = 9ºC

- montar a mesma tabela; Aonde a primeira coluna serão


os dados, a segunda coluna os desvios e a terceira colu-
na o módulo que será elevado ao quadrado.
1. Var = 4+1+0+0+1+4 / 6 [dados] ~ 1,67
2. Var = 9+4+1+1+4+9 / 6 = 28/6 ~ 4,67

/Nt. Quando o desvio é elevado ao quadrado, a unidade


da medida altera.

- DESVIO PADRÃO

Seria uma das medidas de dispersão que soluciona o pro-


blema da mudança de unidade na Variância; Aonde o des-
vio padrão elimina a variância [raíz]; Dp = Var .

Aonde calcula o desvio médio, em seguida a variância e


por fim o desvio padrão.

Ex: [Temperatura de Gramado]

1. Var = 1,67
Dp = 1,67~ 1,29ºC

2. Var = 4,67
Dp = 4,67 ~ 2,16ºC

/Nt- O Desvio padrão é mais utilizado que o desvio médio.


Pois seu grau de confiabilidade é maior.
. Medidas para dados agrupados

Baseado no histrograma;

- MÉDIA ARITMÉTICA

Em relação aos dados agrupados. Ela se comportaria...


dividindo a quantidade de frequência ao inves de somar
a quantidade de dados.

Média Aritmética:

x = f1x1+f2x2+ ... + fnxn / f1+f2 + ... + fn

E em relação aos dados agrupados o objetivo é deter-


minar o ponto médio da classe das frequências. Repre-
sentado por: Pm;

Ex: Analisando, dados sobre uma determinada amostra


com 100 famílias. Sobre gastos alimentísios;

Gasto mensal Fabs Pm


120 |- 140 18 130 160/2 = 130
140 |- 160 30 150 300/2 = 150
160 |- 180 20 170 340/2 = 170
180 |- 200 32 190 380/2 = 190
total 100

x = 18.130 + 30.150 + 20.170 + 32.190 / 100 =


x = 2340+4500+3400+6080 / 100 =
x = 16320/100 =
x = 163,20
: . O gasto médio por família é de 163,20

Para o seu desenvolvimento e solução. Ao invés de


aplicar a média aritmética, em relação a cada termo.
Será melhor considerar o ponto médio entre os dados
entregues. Calculando as duas variação e dividindo
por dois;

Considerado o Pm com a Fabs; Aonde o 130 aprece 18


vezes; O 150 aparece 30 vezes e assim sucessivamen-
te.

Agora com o gráfico; Seria a mesma ideia.

- MEDIANA

Em relação aos dados agrupados. Ela se comportaria a


partir da determinação da classe mediana [que seria a
soma de todas sa frequências dividindo-as por 2; Σfi/2]
que em seguida irá determinar qual é o valor da mediana
[me];

A fórmula:

diferenç. entre extremos Me - extremo inferior


da classe mediana da class. media.
=
Frequência da class. Med. diferença entr a form. da
classe mediana e a fre-
quência acumulada da
classe anterior.
exemp: [gastos de alimentação apartir da mediana]

Para se desenvolver a mediana é necessário determinar


a classe mediana e frequência acumulada; E em seguida
buscar o resultado dentro da frequência acumulada.

Gasto mensal Fabs Fac


120 |- 140 18 18 ----
140 |- 160 30 48 18+30
160 |- 180 20 68 48+20
180 |- 200 32 100 68+32
total 100

CM = 100/2 = 50 -> [160-180[

E aplicando na fórmula seria:

[A fórmula]:

180 - 160 = Me - 160


20 50 - 48

20 = Me - 160
20 2

Me - 160 = 2
Me = 162
- MODA

Em relação aos dados agrupados. Ela se comportaria a


partir da classe moldal [maior frequência]; A moda seria
basicamente aquilo que mais aparece;

Gasto mensal Fabs


120 |- 140 18
140 |- 160 30 Mo = 180+200 = 380
160 |- 180 20 380/2 = 190
180 |- 200 32
total 100

- DESVIO MÉDIO

Em relação aos dados agrupados. Ela se comportaria a


partir do ponto médio e com isso a diferença entre a mé-
dia aritmética e o ponto médio [módulo].

Gasto mensal Fabs Pm | x-Pm |


120 |- 140 18 130 33,20
140 |- 160 30 150 13,2
160 |- 180 20 170 6,8
180 |- 200 32 190 26,8
total 100

163,2-130 = 33,20 x = 163,20 [média aritmética]


163,2-150 = 13,2 Dm = 18.33,2+30.13,2+20.6,8+32.26,8
163,2-170 = 6,8 100
163,2-190 = 26,8 Dm [desvio medio] = 19,872

/. Frequência vezes desvio medio


- VARIÂNCIA

Em relação aos dados agrupados. Ela se comportaria a


partir do desvio médio. Se baseado na média aritmética
e determinar o ponto médio e apartir da diferença de
ambos elevar ao quadrado; Multiplicando o ponto médio
com as frequências somar o resultado e dividir pelo total.

Gasto mensal Fabs Pm (x-Pm)^2 fabs.(x-pm)^2


120 |- 140 18 130 1102,24 18.1102,24 = 19840,32
140 |- 160 30 150 174,24 30.174,24 = 5227,2
160 |- 180 20 170 46,24 20.46,24 = 924,8
180 |- 200 32 190 718,24 32.718,24 = 22983,68
total 100

x = 163,20 Var = 19840,32+5227,2+924,8+ 22983,68 = 311,2


100
- DESVIO PADRÃO

Em relação aos dados agrupados. Ela se comportaria a


partir do desvio, variância e em seguida o desvio padrão;
Eliminando a raíz;

Gasto mensal Fabs Pm (x-Pm)^2 fabs.(x-pm)^2


120 |- 140 18 130 1102,24 18.1102,24 = 19840,32
140 |- 160 30 150 174,24 30.174,24 = 5227,2
160 |- 180 20 170 46,24 20.46,24 = 924,8
180 |- 200 32 190 718,24 32.718,24 = 22983,68
total 100

x = 163,20 Var = 311,2 Dp = Var = 17,64


M a t e m a t i ca
T r i g o n o metrica
A trigonometria é o ramo da matemática que tem por
objetivo estudar formas trigonométricas [triângulos];
. Triângulo retângulo

- Razões trigonométricas [no triângulo retângulo]

Primeiramente o triângulo-retângulo seria uma forma ge-


ométrica que apresenta um ângulo de 90º. Aonde as vê-
rtice [ponto em que se encontram duas retas/arestas de
um poliedro]; são esctritas com letras maiúsculas. Equan-
to que os lados opostos as vêrtices com as letras minús-
culas. Os outros ângulos presentes exceto o de 90º, são
o Alfa e o Beta [Aonde a soma dos três ângulos internos
devem resultar em 180º].

B
β

c
a

α
A C
b

/Nt - Se os ângulos do triângulo forem menores que 90º,


recebe o nome de triângulo acutângulo; E se o ângulo
for maior que 90º, e os outros menores que 90º, recebe
o nome de optosângulo.
A trigonometria apresenta um teorema da geometria.

O Teorema de Pitágoras.

Que diz que, o lado oposto(c) ao ângulo de 90º [que se-


ria a hipotenusa] ao quadrado será igual a soma dos
quadrados dos lados opostos do triângulo [a e b].

C^2 = a^2+b^2

Aonde [na trigonometria]:

. os lados [que estão do lado de 90º] a, b são chama-


dos de Catetos;
. o lado oposto [ao ângulo de 90º] é chamado de hi-
potenusa;

a
nus
p ote
. Hi
c
a . Cateto

b . Cateto
- Para o ângulo Alfa:
. para o ´´a`` [de Alfa] é chamado de Cateto oposto
. para o ´´b`` [de Alfa] é chamado de Cateto adjacente
. para o ´´c`` [de Alfa] é chamado de Hipotenusa.

a
n us
p ote
. Hi
c
a . Cateto oposto

b . Cateto Adjacente

- Para o ângulo Beta:


. para o ´´a`` [de Beta] é chamado de Cateto adjacente
. para o ´´b`` [de Beta] é chamado de Cateto oposto
. para o ´´c`` [de Beta] é chamado de Hipotenusa.

u sa β
ten
Hi po
c .
a . Cateto Adjacente

b . Cateto oposto
Logo essas são as definições fundamentais da trigono-
metria. Do triângulo retângulo. Aonde os que estão pertos
do ângulo de 90º são catetos. E os opostos do ângulo são
hipotenusas. E para cada ângulo do triângulo teremos
uma definição diferente de cateto oposto e cateto adja-
cente;

- Relações trigonométricas

Se o ângulo alfa estiver presente no ângulo retângulo;


Seu Seno será de cateto oposto sobre a hipotenusa.
CO
Sen α = H

Se o ângulo alfa estiver presente no ângulo retângulo;


Seu Coseno será de cateto adjacente sobre a hipote-
nusa.
CA
Cos α = H

Se o ângulo alfa estiver presente no ângulo retângulo;


Sua Tangênte será o cateto oposto sobre o cateto adja-
cente.
CO
Tg α = CA

Se acontecer de dividir o Seno pelo Coseno do ângu-


lo resultará na tangênte do ângulo; Aonde na divisão de
frações [mantendo a fração de cima e trocando o a fração
de baixo multiplicando] resultará o cateto oposto sobre o
cateto adjacente. Formando a terceira relação da trigono-
metria.
Sen α = CO/H = CO H =
Cos α CA/H H CA

Sen α = CO = Tg α
Cos α CA

Tg α = Sen α
Con α

Logo:
B
β

c
a

α
A C
b

Sen α = a/c Sen β = b/c


Cos α = b/c Cos β = a/c
Tg α = a/b Tg β = b/a
E como consequência disso [em relação aos Ângulos co-
mplementares (que seria aqueles que somados resultam
em 90º)]: α + β = 90º

No triângulo-retângulo há aqueles ângulos que não são


de 90º. Pois na geometria a soma dos ângulos internos
(α e β) mais o ângulo de 90º precisam resultar em 180º;
aonde: α + β = 90º = 180º
α + β = 180º - 90º
α + β = 90º

Aonde também uma pode ser o inverso da outra.

Sen α = Cos β
Cos α = Sen β
Tg α = 1/ Tg β

Ex: Dado o seguinte triângulo:

. Para se encontrar a hipotenusa, utili-


β zar o Teorema de Pitágoras [c^2 = a^2+b^2].
x. 5
3 2 2
x = 4 +2 =
2
2

x = 16 + 9 =
2
α x = 25
x = 25
4 x=5

Sen α = 3/5 Sen β = 4/5


Cos α = 4/5 Cos β = 3/5
Tg α = 3/4 Tg β = 4/3
- Ângulos Notáveis 30º, 45º, 60º

Dedução/desenvolvimento apartir do Seno, Coseno e


Tangente. Para os ângulos notáveis [que seriam aqueles
ângulos de 30º, 45º, 60º].

E para a dedução desses ângulos, iremos nos basear a


partir de um triângulo equilátero [que seria aquele que
tem lados iguais e os três ângulos internos iguais].

60º

L L

60º 60º

A primeira coisa a se fazer e traçar a altura de acordo


com o vértice superior. Dividindo-a no meio. Aonde irá
cria um novo triângulo retângulo com um ângulo de 90º
apartir da base. Representada por ´´h``; E por ser equila-
tero a divisão [da forma geométrica] será proporcional,
deixando as formas simétrica. Aonde os pedaços da ba-
se irá valer L/2; Deduzindo assim o valor do ´´h`` com o
teorema de pitágoras;
60º30º
30º

L L
h

60º 60º

A primeira coisa a se fazer e traçar a altura de acordo


com o vértice superior. Dividindo-a no meio. Aonde irá
cria um novo triângulo retângulo com um ângulo de 90º
apartir da base. Representada por ´´h``; E por ser equila-
tero a divisão [da forma geométrica] será proporcional,
deixando as formas simétrica. Aonde os pedaços da ba-
se irá valer L/2; Deduzindo assim o valor do ´´h`` com o
teorema de pitágoras;

L 2 2
= + h = L =>
2
2
L 2 2
= +h=L
4
2 2 2
4L L
h= - =>
4 4
2 2
3L
h= 4

2
3L L 3
h= 4
=> h = 2
Distacando o triângulo de 30º ao qual foi encontrado [na
conta de cima] os catetos e a hipotenusa; É possivel en-
contrar suas relações; Aonde:

L 3
2 L 3 1 3
Sen 60º = = 2 . L => 2
30º
L

L
L L 3
2 L 1 1
2 Cos 60º = L
= 2 . L = 2

60º

3 2 2
3
L
2 Tg 60º = 1 2
= 2
. 1
= 3

E ao se aplicar a propriedade dos ângulos, que somados


resultam em 90º o seno de um será o coseno do outro o
coseno de um será o seno de outro e as tangêntes serão
inversas. Aonde apartir dessa informação é possível de-
duzir seu(s) ângulo(s);

3 1
Sen 60º = 2
Sen 30º = 2

1 3
Cos 60º = 2
Cos 30º = 2

3
Tg 60º = 3 Tg 30º = 3
Dedução do ângulo de 45º. Se baseia em um triângulo
que apresenta dois lados iguais e um diferente [isósceles].
Apresentando também um ângulo de 90º [logo, um triân-
gulo retângulo];

O triângulo isósceles apresenta ângulos [adjacentes] que


são iguais; Logo a soma dos três ângulos é igual a 180;
Sendo que um é 90º e o retante é igual, necessáriamente
o resto será de 45º; E apartir dessa base calcular com o
pitágoras;

2 2 2 2 2
45º x = L + L => x = 2L
x = 2L2 => x = L 2
L 2
L L 1 2 2
Sen 45º = L 2 = 2 . 2 = 2

2
Cos 45º =
45º

2
L

Tg 45º = 1

Tabela dos ângulos notáveis [em suma para facilitar a


compreensão]; Aonde a base é calcular o Seno, Coseno
e tangente dos graus, 30, 45 e 60;
30º 45º 60º
1 2 3
Sen 2 2 2

3 2 1
Cos 2 2 2

3 1
Tg 3
3

REVISÃO TRIGONOMETRIA [NO TRIÂNGULO


RETÂNGULO]

A trigonometria seria o ramo da matemática que tem por


objetivo estudar a forma geométrica do triângulo; E o triân-
gulo pode apresentar diversas formas, como: o triângulo
retângulo, triângulo acutângulo e por ai vai.

O triângulo retângulo seria forma geométrica mais uti-


lizada nos exemplos; E recebe esse nome, por apresentar
um ângulo de 90º na sua composição [também conhecido
como ângulo reto]. Os lados/vêrtices, que forma esse ân-
gulo são chamados de Catetos.

Enquanto que o lado oposto, ao ângulo, que seria aquele


com a reta mais comprida, seria chamado de Hipotenusa.
O triângulo retângulo, apresenta na sua estrutura Ângulos
agudos, que somados resultam em 90º e juntos se com-
plementam com o ângulo reto; Chamados de Alfa e Beta.
β
a
c

α
b

E para se desenvolver, calcular e trabalhar com essa for-


ma, é necessário utilizar o Teorema de Pitágoras. Aonde
a hipotenusa, seria igual a soma dos quadrados dos Ca-
tetos.
2 2 2
C = a +b

O triângulo retângulo apresenta também certas razões


que juntas formam Relações; Como o Seno, o Coseno e a
Tangênte de um determinado ângulo.

O Seno de Alfa seria igual ao Cateto Oposto sobre a hi-


potenusa;

O Coseno de Alfa seria igual ao Cateto Adjacente sobre a


hipotenusa;

E a Tangênte de Alfa seria o Cateto Adjacente sobre o


Cateto Oposto; E pode ser escrita como o Sendo de alfa
sobre o Coseno de Alfa;
DICA:
O triângulo em relação aos ângulos agudos são comple-
mentares.
E apartir disso se sabe que, o Seno de um determinado
ângulo é o Coseno do seu complementar; Da mesma for-
ma o Coseno de um determinado ângulo é o Seno do seu
complementar; Enquanto que a Tangênte de um ângulo,
será o inverso da tangênte complementar;

O Triângulo retângulo apresenta também três ângulos


que são Notáveis. Um de 30º, outro de 45º e outro de 60º;
E seu seno, coseno e tangêntes são:

. Sen 30º = 1/2


. Sen 45º = Raiz de 2 / 2
. Sen 60º = Raiz de 3/2

. Cos 30º = Raiz de 3/2


. Cos 45º = Raiz de 2/2
. Cos 60º = 1/2

. Tg 30º = Raíz de 3/2


. Tg 45º = 1
. Tg 60º = Raiz de 3
- Ciclo trigonométrico [no Arco de Circunferência]

O Arco de circunferência seria um círculo, em que apresen-


ta dois pontos, formando um guia utilizado para medidas
[ângulo] em graus e radianos; E comprimento relacionado
em medidas de distâncias [como: metros, centimetros e
etc].

. Graus e Radianos

- Grau - Seria uma unidade de medida. Representado por


´´ º ``. Aonde sua definição se baseia sobre, 1/360 avos.
Aonde cada pedaço de uma volta completa é dividida em
360 partes iguais e cada pedaço dessa divisão apresenta
uma medida [chamada de grau]; Classificado também em
minutos e segundo.
Os minutos seriam representado por ´´ ´ ``; Aonde sua
definição se baseia em 1/60 avos de um grau. Pegando
um grau e dividindo em 60 partes. E cada parte terá um
ângulo de um minuto;

E os segundo seriam representado por ´´ ´´ ``; Aonde


sua definição se baseia em 1/60 avos do minuto. Pegando
então o ângulo de um minuto e dividindo em 60 partes e
cada parte terá um segundo.

- Radiano - Seria tembém uma unidade de medida. Re-


presentada por ´´ RAD ``, Aonde seu arco é igual ao com-
primento do raio; Aonde uma circunferência completa será
igual a 6,28 . r ou 2pi radiano; E a relação do ângulo e o
comprimento de um arco. Seria a relação entre o compri-
mento de um arco pelo raio. E seu ângulo sera em radia-
nos;

O ângulo será igual comprimento do arco limitado so-


bre o raio da circunferência. A
π
γ=r L
Π
γ

B
Conversão de Unidades.

Se baseia na regra de três aonde Pi radianos é igual 180º.

π Rad = 180º.

Ex: 30º.

30º ____ x 30π = 180 x =>


1
180º____ π x = 30π =>
6 180

x = π RAD
6
. Ciclo Trigonometrico

É um círculo cortado por dois eixos [horizontal e vertical].


No eixo horizontal apartir do sentido ante-horário o ângulo
sera positivo. E no sentido horário o ânguo será negativo.
Os eixos dividi a círcunferência em quatro partes [chama-
das de quadrantes].

90º

II. I.
180º 0º

III. IV.

270º

/Nt - um ângulo com um valor grande pode ser encon-


trado apartir da divisão dele por 360, calculando o seu
resto; Encontrando quantas voltas o determinado valor
pode obter em uma volta completa.
. Seno e Coseno de um Arco

A partir da circunferência é possível desenvolver, atra-


vés do ângulo, medido apartir do eixo[1] horizontal [ e
igual ao raio da circunferência] dos eixos o triângulo
retâgulo. Encontrando assim o seno e o cosseno;

no 1
Se

α
Coseno 1

Aonde o seno [de alfa], seria o cateto oposto sobre a hi-


potenusa. Aonde o coseno [de alfa], seria o cateto adja-
cente sobre a hipotenusa.

Sen α = x/1 = x => x= Sen α


1 Cos α = y/1 = y => y= Cos α
x

α
y
Ângulos importantes:
0º - Sen [0] Cos [1]
90º - Sen [1] Cos [0]
180º - Sen [0] Cos [-1]
270º - Sen [-1] Cos [0]
360º - Sen [0] Cos [1]

A Circunferência pode apresentar certas simetrias utiliza-


das para analisar, senos e cossenos de certos ângulos
[em função de ângulos conhecidos].

Ao se encontrar o seno e o cosseno de um ângulo alfa no


quadrante I, será possivel deduzir o seno e o cosseno de
ângulos equivalentes nos outros quadrantes.

Aonde o coseno do ângulo alfa e o cosseno do mesmo,


são espelhados de forma simétrica em outro quadrante.
E o seu ângulo irá ser apartir da origem menos um alfa
daquele que foi demilitado;

Outra simetria seria com o eixo dos senos. Aonde seu


ângulo irá ser apartir da origem mais um alfa; E da mes-
ma forma com o 360º seria apartir da origem menos um
alfa daquele que foi demilitado;
Sen
1

Seno

no
Se

Coseno
α α Cos
α α Coseno 1

180º - Alfa
Sen (180 - alfa) = Sen alfa
Cos (180 - alfa) = - Cos alfa

180º + alfa
Sen (180 + alfa) = - Sen alfa
Cos (180 + alfa) = - Cos alfa

360º - alfa
Sen (360 - alfa) = - Sen alfa
Cos (360 - alfa) = Cos alfa
Tangente de um Arco

O círculo trigonométrico apresenta na sua extremidade,


um eixo tangênciando o ciclo. Paralelo ao eixo do seno ao
lado direito.

Aonde o raio do ângulo alfa, irá alcançar o eixo locali-


zado na extremidade. Formando um triângulo retângu-
lo. E esse eixo seria o eixo das tangêntes;

Ângulos importantes.
0º - Tg 0
90º - Tg E
180º - Tg 0
270º - E
360º - Tg 0
/Nt. Se soubermos a tangente de um ângulo alfa, perten-
cente ao quadrante I. Podemos encontrar as tangentes
de ângulos equivalentes nos outros quadrantes, segundo
suas simetrias.

180º - α
Tg (180 - α) = - Tg α

180º + α
Tg (180+ α) = Tg α

360º - α
Tg (360º - α) = - Tg α

Os ângulos também podem apresentar relações entre si.


Como os ângulos x e -x;

Em um círculo trigonometrico, há um ângulo ´´x``, apre-


sentando um valor no Seno e no Cosseno. Aonde o cos-
seno do menos x, corresponde ao cosseno do x positivo.
O seno de menos x,corresponde a menos o seno de x. E
suas tangêntes seriam, positivo e negativo. Um simétrico
ao outro. E assim sucessivamente.

Sen(-x) = - Sen x
Cos(-x) = Cos x
Tg (-x) = - Tg x
Relações Trigonométricas.

Seriam as relações entre o seno, cosseno, tangênte e


assim por diante;

A primeira [é possível deduzir apartir do círculo trigo-


nométrico (com raio um)] seria Sen^2x + Cos^2 = 1; Pois,
ao traçar um raio de um ângulo x, é possível através do
triângulo-retânguo adicionado ao teorema de pitágoras
chegar na relação vista posteriormente;
Sen
1

1
Sen x

-1
x Cos
Cos x 1

-1

Logo sua segunda relação estaria relacionada com sua


tangênte.Tg x = Sen x / Cos x {Cos x = 0}
/Nt - Se a tangênte de ´´x`` for igual a zero. A tagênte
não existirá. Pois não é possível dividir por zero.
Em seguida a terceira relação seria baseada na co-tan-
gênte de x, seria o inverso da tangênte;
Cotg x = Cos x / Senx ou Cotg x = 1/Tg x

Secante de x, seria: Sec x = 1/Cos x

E ao Cossecante de x = 1/Sen x

E tendo essas relações é possível deduzir outras. Como


uma consequência:

I.
Sen^2 x + Cos^2 x = 1 / Cos^2x =>
Cos^x Cos^2 x

Sen x 2 + 1 = 1 2 =>
Cos x Cos x

Tg^2 x + 1 = Sec^2 x

II.
Sen^2 x + Cos^2x = 1 =>
Sen^2 x Sen^2x Sen^2x

1 + Cos x 2 = 1 2 =
Sen x Sen x

1 + Cotg^2 x = cossec^2x
Ex:

Sen x = 3/5 ; π/2 < x < π

. Cos x = -4/5
. Tg x = -3/4
. Sec x = -5/4
. cossec x = 5/3
. Cotg x = -4/3

Sen^2x + Cos^2x = 1 => (3/5)^2 + Cos^2x = 1 =>


Cos^2x = 25.1/25 - 9/25 = 16/25 => Cos x = +- 16/23
Cos x = +- 4/5 => Cos x = -4/5
Tg x = Sen x / Cos x = 3/5 / -4/3 = 3/5. (-5/4) = -3/4
Sec x = 1/Cos x = 1/-4/5 = -5/4
REVISÃO CICLO TRIGOMÉTRICO

Uma informação importante seria, compreender o com-


portamento da circunferência em relação as unidades de
medida [para o ângulo].

/Nt - O ângulo é uma ordem de grandeza; E para a sua


grandeza há unidades de medidas como o Grau e o Radi-
ano

. O Grau seria uma unidade de medida que se baseia em


uma volta completa, dividida em 360 partes iguais; Sendo
que uma parte dessa divisão corresponde a um grau.

180 º 320 º
π Rad 2π Rad

Já o Radiano seria uma unidade de medida que se ba-


seia no raio da circunferência. Aonde o comprimento do
raio do ângulo é igual a circunferência.
Nt/. 180º equivale a π rad.
360º equivale a 2π rad.

Nt/. É possível transformar as grandezas [nesse caso


o Grau e o Radiano].

ex: 60º em radianos?

- Utilizar a regra de três;

Graus Rad.
180º π
60º x

180 = π
60 x

x = π/rad => 60º = π/3 rad

ex2: 3π/4 em Graus?

180º π rad
x 3π/4 rad

180º = π
x (3π/4 rad)

3π/4 . 180º = x . π
x = 135º

3π/4 rad = 135º


- Relação entre o comprimento do arco, do ângulo e o raio.

Aonde o ângulo alfa é o resultado do comprimento divi-


dido pelo raio. Aonde o ângulo[alfa] é igual ao compri-
mento do arco [L] sobre o raio [r]. alfa = L/r

/Nt/ - O ângulo está em radianos.

ângulo
raio

α = L/r
comp. do
arco
L = 7 cm

α
r = 7 cm

ex:

α = 7/7
α = 1 rad

- Círculo trigonométrico [baseado na circunferência de


raio unitário]

Classificado em 4 quadrantes; Aonde no sentido anti-


horário é positivo e o sentido horário é positivo.

Nt/. O - 90º está na mesma extremidade do 270º mas seus


ângulos são diferentes. E o círculo trigonométrico apre-
senta infinitas voltas no sentido positivo e negativo.
90º
π Rad
2

+
2ºQ 1ºQ
180º 0º 0º
360º π Rad
2π Rad
3ºQ 4ºQ
-
270º

Rad
2

. Ângulos em Graus . Ângulos em Radianos

Ex: Em qual quadrante está localizado o 1000º?

1000 360
- 720 2 - voltas
280

: . Está no quarto quadrante


- Eixos do círculo trigonométrico

O círculo trigonométrico, apresenta dois eixos. O Seno


[na vertical] e o cosseno [na horizontal]; Aonde o maior
valor nas extremidades das suas retas é um. Tanto o seno
como o cosseno.

E ambos possuem um significado geométrico. Em relação


aos sinais: O Primeiro e o segundo quadrante [no Seno]
será positivo. Em quanto que o terceiro e quarto quadran-
te [no Seno] é negativo. O primeiro e o quarto quadrante
[no Cosseno] será positivo. Em quanto o segundo e o ter-
ceiro quadrante [no Cosseno] será negativo;

90º
1

Sen x

x 0º
180º -1 1
Cos x 360º

-1
270º
+ + - +

- - - +

. Sinais do Seno . Sinais do Cosseno

A partir disso para cada extremidade do Seno e o Cosse-


no apresentam um ângulo;

α 0º 90º 180º 240º 360º


Sen 0 1 0 -1 0
Cos 1 0 -1 0 1

Ex: Quando o ângulo não está na extremidade [represen-


tada pela tabela acima]. Será apartir do triângulo-retângu-
lo[?]:

------- 60º

. Sen 240º = - 3 /2
------------
---
---

3
2 . Cos 240º = - 1/2
---
---

1
--- ------
--

2
---
---
-----

-------
240º
Simetrias [círculo trigonométrico]

No círculo trigonométrico os ângulos do arco são simetri-


cos em relação ao eixo. Logo se um valor aumenta o ou-
tro volta. Aonde se x aumentou, o outro x diminui com o
valor acrescentado. Aumentando e diminuindo a partir do
ponto de origem.

180º- x x
--------------------------- ---------------------------
| |

| |

| |

| |

| |

| |

| |

| |

| |

| |
------------------------- ---------------------------

180º+ x 360º- x

E como consequência:

Sen (180º - x) = Sen x Sen (180º + x) = - Sen x


Cos (180º - x) = Cos x Cos (180º + x) = - Cos x

Sen (360º - x) = - Sen x


Cos (360º - x) = Cos x
/Nt - Se os ângulos são suplementares o cosseno de um
será menos o cosseno de outro. Em quanto o Seno será
igual ao seu suplementar.

E apartir dessas simetrias[1ºQ, 2ºQ, 3ºQ e 4ºQ ] é poss-


ível estabelecer os correspondentes dos ângulos funda-
mentais[do primeiro quadrante];

* os dozes ângulos fundamentais:

135º 45º
150º 30º

210º 330º
225º 315º

180º 60º
Ex:

Sen 150º= Sen 30º = 1/2


Cos 225º= - Cos 45º = 2/2

240º 300º
Uma outra simetria (II) seria apartir do ângulo x, aonde
seu complementar [que seria somado com a variável, re-
sultaria em 90º] resultaria em:

x x 90º- x
90º+ x
Aonde:

Sen (90º - x) = Cos x


x
Cos (90º - x) = Sen x

. Sen 30º = Cos 60º

270º- x x x 270º+ x

Sen (90º + x) = Cos x Sen (270º - x) = -Cos x


Cos (30º + x) = -Sen x Cos (270º - x) = -Sen x

. Sen 135º = Cos 45º . 240º = -Cos 30º

Sen (270º + x) = -Cos x


Cos (270º + x) = Sen x

. Cos 300º = Sen 30º

/Nt. Identifcar o quadrante em relação ao sinal.


A tangênte em relação ao círculo trigonométrico, seria uma
reta paralela ao eixo dos senos. Chamada de tangênte;
Geometricamente a projeção do ângulo alfa estaria rela-
cionada diretamente no eixo das tangêntes. O Eixo tam-
bém apresenta uma orientação em relação aos sinais;
Aonde para cima será positivo e para baixo será negativo
[em relação ao primeiro e quarto quadrante]; E para baixo
será negativo e para cima positivo [em relação ao segun-
do e terceiro quadrante].

90º Tg x

Tg α

α 0º
180º
360º

270º

Os ângulos da extremidade [em ralação as tangêntes]

α 0 90º 180º 270º 360º


Tg 0 E 0 E 0
/Nt - Em relação as tangêntes dos ângulos 90 e 270. Não
é possivel pois [geometricamente] seus seguimentos são
paralelos [e como consequência não tocam no eixo das
tangêntes].

/Nt .

- +

+ -

A relação dos outros quadrantes [baseado no primeiro


quadrante]de acordo com os seus correspondentes. Visan-
do a tangênte.

180º-α α Tg (180º - α) = - Tg α
Tg (180º + α) = Tg α
Tg (360º - α) = - Tg α

Ex: Tg 225º = Tg 45º = 2 /2


360º- α
180º+ α
Em relação aos ângulos alfa e menos alfa. Seria:

α
Sen (-α) = - Sen α
Cos (-α) = Cos α
Tg (-α) = - Tg α

Relações trigonometricas, aonde o círculo através do


triângulo-retângulo [ângulo x, a projeção do eixo horizon-
tal do Cos x, a projeção do eixo vertical do Sen x e o raio
do círculo 1] com o Teorema de Pitágoras apresenta algu-
mas relações apartir desse teorema.

Sen^2x+Cos^2x = 1 - Fundamental
Tg x = Sen x / Cos x
Cotg x = Cos x / Sen x ou Cotg x = 1/Tg x
Secx = 1 / Cos x
Cossec x = 1 / Sen x

E apartir da fundamental pode ser possível relacionar out-


ras duas:

. Tg^2x+1 = Sec^2x
. 1 + Cotg^2x = Cossec^2 x
- Equações Trigonométricas

Expressões Gerais para Pontos do Ciclo

Um círculo trigonométrico pode apresentar na sua estru-


tura [em relação ao ângulo] um ponto qualquer, conse-
quente de uma ângulo alfa [no primeiro quadrante] em
raio[m] determinado pelo próprio ângulo[arco] ou pelo
próprio círculo [volta] adicionado[+] alfa. Ambos cairam no
mesmo ponto. E apartir disso, o ponto [qualquer, nesse
caso ´´m``] resultante de diferentes ângulos possui uma
expressão algebrica. Tanto para o Grau quanto para o
Radiano.

Radianos: x = α + k . 2π, K E Z
Graus: x = α + k . 360º, k E Z

* k = seria uma constante.

B
Sen

A = x = k . 2π, k E Z
B = x = π/2 + k 2π, k E Z
C = x = π + k . 2π, k E Z
C A D = x = 3π/2 + k . 2π, k E Z
Cos

D
Em relação ao diâmetro [na circunferência], que seria um
ponto oposto ao raio do ângulo alfa. Sua expressão [ger-
al/algébrica] seria representada por:

Radiano: x = α + k . π, k E Z
Grau: x = α + k . 180º, k E Z

Aonde engloba todos os ângulos que representam am-


bos os pontos ao mesmo tempo com uma única expressão.

x = 60 + k . 180º, k E Z
x = π/3 + k . π, k E Z

Logo ao dividir o círculo trigonométrico em ´´N`` partes


iguais,sua representação será baseada em:

Radiano: x = α + 2π/ N . k, k E Z
Grau: x = α + 360º/N .k, k E Z
M2 Sen
β = 360º / N
M1

M3

β
β β
β α
M4
β Cos

M5

Ex:

β + 30º+30º = 180º =>


B
β = 180º - 60º
A
β = 120º
β = 120º
30º 30º x = α+360º/3 . k =>
120º 120º x = 30º+ k.120º, k E Z
k = 0 => A
k = 1 => B
k = 2 => C
k = 3 => A`
C

/Nt. A linha no ´´A` `` está se referindo a segunda volta.


/Nt.Esse conhecimento geralmente é aplicado na apli-
cação das soluções trigonométricas.
- Equações trigonométricas [ do tipo: Sen(n.x)= k ]

Dado o círculo trigonométrico, a equação pede que se


encontre o ângulo [´´x``] tal que o Seno multiplicado por
esse ângulo resulte em um valor ´´k`` ou constante.

/Nt. Geralmente a resolução irá apresentar duas so-


luções pois no seu desenvolvimento haverá dois ân-
gulos [Simétricos]aparir do Seno igual a ´´k``. Aonde:
Sen α = Sen (π - α);

n.x= α => x = α/n ou n.x = π - α => x = π - α/n

Sen
1

k
α α

: . Verificar Intervalo de Resolução [da equação]


Ex:
. 0 < x < 2π
. π/2 < x < π
. R [apresenta infinitas soluções]
Em suma: Para equações do tipo Sen (n.x) = k,
marcamos no eixo dos senos o valor de k e verfi-
camos quais ângulos correspondem àquele valor,
igualamos então n.x a estes ângulos e isolamos x.
E é preciso ficar atento ainda para o intervalo de
resolução da equação. Por exemplo, se estiver-
mos resolvendo a equação em R, as soluções de-
verão conter ângulos de outras voltas (eventual-
mente infinitas soluções);

- Equações trigonométricas [ do tipo: Cos(n.x)= k ]

A lógica para o desenvolvimento dessa equação


é semelhante a lógica da equação do tipo, Seno.
Dado o círculo trigonométrico o coseno do ângulo
alfa [qualquer], irá demarcar a localização de ´´k``,
para em seguida verificar os ângulos correspon-
dentes [sempre se referindo a dois ângulos].

α k
α
:.n.x = α => x = α/n ou n.x = 2π - α =>x= 2π - α/n

Logo: Cos α = Cos (2π - α)

/Nt. Verificar intervalo de resolução


Ex:
. 0 < x < 2π
. π/2 < x < π
.R

Em suma: Para equações do tipo Cos (n.x)= k,


marcamos no eixo dos cossenos o valor de k e
verfificar quais ângulos correspondem àquele val-
or; Igualarmos então n.x a estes ângulos e isolar-
mos x.

- Equações trigonométricas do tipo Tg(n.x) = k

Seriam equações que apresenta a costante k, no


eixo das tangêntes. E apartir disso se desenvolve
a equação.

Tg x

=> α/n
n. x = α

= π + α =>
n.x π+α α
α/n
x= π+

k
Tg α = Tg (π+α)

/Nt. Verificar intervalo de resolução


Ex.
. 0 < x < 2π
. π < x < 3π/2
.R

Em suma: Para a equação do tipo: tg(n.x) = k,


marcamos no eixo das tangentes o valor k e verifi-
camos quais ângulos correspondem àquele valor,
igualamos então n.x a estes ângulos e isolamos x.

- Equações Trigonométricas do Tipo sen(nx)=sen x,


cos(nx)=cos x ou tg(nx) = tg x

Já a equação englobando o:
. Sen (n.x) = Sen α
. Cos (n.x) = Cos α
. Tg (n.x) = Tg α

Seria:
. Sen (n.x) = Sen α
= n.x = α
ou
= n.x = π - α

. Cos (n.x) = Cos α


= n.x = α
ou
= n.x = 2π - α
. Tg (n.x) = tg alfa
= n.x = alfa
ou
= n.x = pi + alfa
/. E ambas são representadas por: n.x = alfa+k.pi

/Nt. Sen alfa = Sen (pi - alfa)


Cos alfa = Cos (2pi - alfa)
Tg alfa = Tg (pi + alfa)

- Revisão equações trigonométricas

Expressão que engloba todos os ângulos em um deter-


minado ponto:

. Uma volta

x = α + 2kpi, k E Z

α
*k = número de voltas
. Meia volta

x = α + kpi, k E R
180° α

. De um Ângulo para o outro [a cada 90°]

x = α + kπ/2, k E Z
α
Expressão que representa 6 pontos no círculo trigo-
nométrico;

x = α + 2kπ/n, k E Z

*n = número de divisões do círculo.

x = α + 2kπ/6, k E Z

α
n=6
x = α + kπ/3, k E Z

/Nt. Utilizado quando o círculo trigonométrico for dividido


em partes iguais.

Expressão que apresenta apenas dois ângulos; Aonde


seu círculo trigonométrico apresenta suas partes dividi-
das em partes diferentes.

/Nt. Pelo fato do círculo não ser dividido em partes iguais.


A Expressão é escrita em duas formas para cada ângulo.
x = α + 2kπ, k E Z
β
α
ou
x = β + 2kπ, k E Z

Equações [círculo trigonométrico]

Sen (3x) = 1/2

- qual é o valor do ´´x`` ou o ângulo de ´´x``, tal que seno


de três ´´x`` resultará em 1/2

150° 30°
9π/6 π/6
1/2
- No círculo trigonométrico ao localizar o resultado no
eixo do Seno, irá desencadear uma lógica aonde o
´´3x`` ou será 150° ou 30°;

Apartir disso a equação pode ser resolvida de duas


formas:

. Na primeira volta [0,2π]

3x = 30°
x = 10°

3x = 150°
x = 50°

S = {10°,50°}

. Em ´´R`` [conjunto]. Qualquer volta

3x = π/6+2kπ
x= π/18+2kπ/3

3x = 5π/6+2kπ
x = 5π/18+2kπ/3

S = { xER | x= π/18+2π ou
x 5π/18+2kπ, k E Z}

/Nt - Nesse caso será necessário escrever duas ex-


pressões [tanto para o 30 como para o 150];
2Cos(3x)+1 = 0

Cos (3x) = -1/2

Da mesma forma o cos de ´´3x`` ou será 120° ou 240°;

120°
2π/3

1/2

240°
4π/3

. Na primeira volta [0,2π]

. 3x = 120°
x = 40°

. 3x = 240°
x = 80°

S = {40°,80°}
. Em ´´R`` [conjunto]. Qualquer volta

. 3x = 2π/3 + 2kπ
x = 2kπ/9 + 2kπ/3

. 3x = 4π/3+2kπ

S = { xER | x= 2kπ/9+2kπ/3 ou x= 4π/9+2π/3, k E Z }

Tg (3x) = 3 π
3

60°


3

/Nt - A raiz 3 seria equivalente a um cateto [triângulo-retân-


gulo] formado pelo eixo das tangêntes (Tg); E como con-
sequência haverá dois ângulos; Primeiro quadrante [60°
ou π/3]; Segundo quadrante [240° ou 4π/3].
Resolução [equação]:

. Primeira volta [0,2π]: Existe duas formas de se resolver.

I - 3x = 60° ou 3x = 240° S = {20°,80°}


x = 20° x = 80°

II - Em R ou todas as voltas:

/Nt. Os pontos, presentes nos graus [referindo-se a sua


coordenada] dividem o círculo-trigonométrico, em duas
partes iguais. 180° em um ´´arco`` dessa divisão e 180°
do outro. Logo, ambos os pontos podem ser colocados na
mesma expressão;

π
3

60°


3

3x = π/3 + kπ [se referindo ao ´´arco`` ou meia volta];


x = π/9 + kπ/3

S = { xER | x = π/9+kπ/3, kEZ }


2
. Sen x - 3 sen x = -2

/Nt - Os termos do seno estão estruturandos [nessa ex-


pressão] na equação do terceiro grau. Pois há o quadra-
2
do de álguem [Sen x] vezes álguém [-3 sen x] somados
com uma constante [2]. Logo...
2
Sen x - 3 sen x + 2 = 0

/Nt - É necessário manipular a equação para ficar mais


legivel ou simples; Com uma variável [nesse caso irei
chamar a variável de ´´y``];

y = sen x
2
Logo: Sen x - 3 sen x + 2 = 0 , será:
2
y - 3y + 2 = 0

S=3 y1 = 1 y2 = 2
P=2

Logo, o seno de x = 1 ou 2;

: . Sen x = 1 ou Sen x = 2 [não existe tal ângulo em


que o seu Seno será 2, somente 1];
01
90°

: . Sen x = 1

x = π/2 + 2 k π , k E Z
S = { x E R | x = π/2 + 2k π, k E Z }

2.(cos x + sec x) = 5

/Nt. Nesse caso, há duas razões trigonométricas [ cos x


e sec x]; E será mais facil para o seu desenvolvimento se
colocarmos na mesma razão / propriedades;

2 . (cos x + 1/cos x) = 5

/Nt. Aplica o MMC e coloca o coseno como MMC. Logo...


2
2.(cos x + 1 / cos x) = 5

/Nt. Aplica a propriedade distributiva.


2 cos^2 x - 5 cos x + 2 = 0

/Nt. Aplicar a equação do segundo grau. Modificando os


termos do cosseno por uma variável [Cos x = y]. Uma
observação, é que o cosseno atinge no máximo um.
2
2 cos x - 5 cos x + 2 = 0
2
2y - 5y + 2 = 0
y1 = 2
y2 = 1/2

cos x = 1/2 1/2

x = +- π/3 + 2kπ , k E Z

S = { x E R | x = +- π/3 + 2kπ, k E Z }
3 . Sen x + cos x = 2

/Nt. A equação apresenta duas razões trigonométricas


[sen e cos]. Aplicar a relação fundamental da trigonome-
tria.
2 2
sen x + cos x = 1

3 . Sen x + cos x = 2
cos x = 2 - 3 . sen x
2
/Nt. No lugar do cos x, substituir por cos x. E em seguida
elevar ao quadrado. Balanceando a equação, criando no-
vas raizes;
2 2
sen x + (2 - 3 . sen x) = 1
2 2
sen x + 4 - 4 3 sen x + 3 sen x = 1
2
4sen x - 4 3 sen x + 3 = 0

/Nt. Equação [a cima] do segundo grau. 3/2

Sen x = 3/2

60°.
3 . 3/2 = 1/2 = 2

120°
3 . 3/2 - 1/2 = 1 [não será raiz]

S = { x E R | x = π/3 + 2 kπ, k E Z }
- Fórmulas trigonométricas

[ ? ] . Utilizado para outros tipos de graus [sem ser


os notáveis]

. Soma e Subtração do Arco [seno e cosseno]

Sen (a+b) = sen a.cos b+sen b.cos a


Sen (a-b) = sen a.cos b-sen b.cos a
Cos (a+b) = cos a.cos b-sen a.sen b
Cos (a-b) = cos a.cos b+sen a.sen b

ex:

Sen 15° = sen (45-30) =>


sen (45-30) = sen 45.cos 30 - sen 30.cos 45 =
2/2. 3/2-1/2. 2/2 =
2/4- 2/4 = 6- 2 / 4

Simplifique : y = Sen (π+x) + cos (π/2+x)

y = Sen π.cos x+sen x.cos π +


cos π/2.cos x - sen π/2 sen x =>
y = Sen x.(-1)-sen x
y = -2 sen x
. Soma e Subtração do Arco [tangêntes]

Tg(a+b) = tga + tgb / 1 - tga.tgb


Tg(a-b) = tga - tgb / 1 + tga.tgb

ex:

tg 75° = tg(45°+ 30°) =


tg 45°+tg30° =
1 - tg45°.tg30°

1+ 3/3 / 1 - 1. 3/3 =

/Nt. dividir por três e multiplicar por três.

3/3+ 3/ 3 / 1 - 3. 3/3 =

3+ 3/3 / 3- 3/3 =
3+ 3/3 . 3 / (3+ 3) =

/Nt. Racionalizar

(3+ 3) / (3- 3) . (3+ 3) / (3+ 3) =


2 2 2 2
3 +2.3. 3+( 3) / 3 - ( 3) =
9+6 3+3/9-3 =
12+6 3/6 =
2+ 3
. Arcos duplos

. Sen(2a) = sen(a+a) = sen a.cos a + sen a.cos a =


2sen a.cos a
. Cos(2a) = cos(a+a) = cos a.cos a - sen a.sen a =
2
cos 2 a-sen a
. Tg(2a) = tg(a+a) = tg a + tg a / 1 - tg a . tg a =
2
2tg a / 1 - tg a

ex:

cos x = 1/5 , x E 1 Quadrante.


sen(2x) = ?

sen(2x) = 2 sen x.cos x


2 2 2
sen 2 x + cos x = 1 => sen x + (1/2) = 1 =>
2
sen 2 x + 1/25 = 1 => sen x = 1 - 1/25 =>
2
sen x = 24/25 => sen x = +- 24/25
sen x = +- 2 6 / 5 => sen x = 2 6/5
sen (2x) = 2.2 6/5 . 1/5 = 4 6/25

. Transmutação de Soma para Produto.

. Sen p + sen q = 2 sen(p+q/2).cos(p-q/2)

Desenvolvimento ...
Sen (a+b) = sen a.cos b+sen b.cos a
Sen (a-b) = sen a.cos b - sen b.cos a
Sen(a+b)+sen(a-b) = 2 sen a.cos b

p = a+b
q = a-b

p+q = 2a => a = p+q/2


p-q = 2b => b = p-q/2

Expressão da trasmutação
sen p + sen q = 2 sen(p+q/2).cos(p-q/2)

Sen(a+b)-sen(a-b) = 2 sen b.cos a

p = a+b a = p+q/2
q = a-b b = p-q/2

Sen p - sen q = 2. Sen(p-q/2).cos(p+q/2)

ex:
Sen 60°+ sen30° = 2 sen (60 +30 /2).cos (60-30 /2) =
2 sen45°. cos15° =
2 2/2 . cos 15° =
2 sen 15°

ex [em R]:

Sen 3x + sen x = 0
2 sen (3x+x/2) cos (3x-x/2) = 0 =>
sen(2x).cos x = 0

x1 = sen(2x) = 0
x2 = cos x = 0
: . 2x = k.π => x = k.π/2 Sen

: . x = π/2+k.π

S = { x E R | x= k.π/2, k E Z }
Cos

. Cos p + cos q = Cos p + cos q = 2.cos (p+q/2).


cos (p-q/2)

Desenvolvimento ...
cos(a+b) = cos a.cos b - sen a.sen b
cos(a-b) = cos a.cos b + sen a. sen b

/Nt. que nem o anterior soma os dois termos.

cos(a+b)+cos(a-b) = 2cos a.cos b

p = a+b
q = a-b

p+q = 2a => a= p+q/2


p-q = 2b => b = p-q/2

Expressão da trasmutação
Cos p + cos q = 2.cos (p+q/2).cos (p-q/2)
cos p - cos q =
cos (a+b)-cos (a-b) = - 2 sen a.sen b

cos p - cos q = 2 . Sen (p+q/2).sen (p-q/2)

ex:

Cos 35° - cos 25° =

-2 sen (35+25/2).sen (p-q/2) =


-2 sen 30 . sen 5
Sen

ex [em R]:

Cos 3x + cos x = 0 Cos

2 cos (3x+x/2).cos (3x-x/2) = 0 =>


2 cos 2x. cos x = 0

x1 = cos 2x = 0
x2 = cos x = 0

2x = π/2 + kπ => x = π/4 + k.π/2


x = π/2 + kπ

S = { x E R | x = π/4 + k.π/2 ou π/2 + kπ, k E Z }


- Inequações trigonométricas

. Inequações Trigonométricas Envolvendo sen x ou cos x


Sen
ex [Sen x] :

sen x > m m
β
sen x < m α
Cos
sen x > m
sen x < m

/Nt. Buscar a variável[m] no eixo que apresenta no enu-


ciado. Seu desenvolvimento e resolução se baseia na
procura de todos os ângulos maiores do que ´´m``. De-
militando uma reta de acordo com a variável e todo
o ´´resto`` [tanto o eixo como o arco]que não seja aquilo
que estiver demilitado será os valores maiores iguais
ou menores, como solução.

Sen x > m => α < x < β


Sen x < m => 0 < x < α ou β < x < 2π
Sen

ex [Cos x]:

cos x > m αm
cos x < m β
Cos

cos x > m
cos x < m

Cos x > m => 0<x<α ou β<x<2π


Cos x < m => α < x < β
Ex:

Sen x > 1/2

. para, 0 < x < 2π

/Nt. Para o seu desenvolvimento será necessário anali-


sar os ângulos que apresentam os senos maiores do
que meio. E em seguida marca os ângulos delimitados
pela reta com origem do limite dado[nesse caso 1/2], e
cosequentemente abranger todos os ângulos que es-
tão entre os ângulos marcados. Devido serem maiores
do que a reta limitada [com o 1/2].

Sen

S = { x E R | 30° < x < 150° }


30° 390°
510° 150°
1/5
β
. e para , R Cos

30°+k.360°
150°+k.360°

S = { x E R | 30°+k360°<x<150°+360°, k E Z }
. Inequações Trigonométricas Envolvendo a Tg x

A digferença dos senos ou cossenos para a resolução


desse caso, é seu eixos; Nesse caso os eixos das tan-
gêntes;

tg x > m => α < x < π/2 ou π + α < x < 3 π/2


tg x > m => α < x < π/2 ou π + α < x < 3 π/2
tg x < m => 0 < x < α ou π/2 < x < π + α
ou 3 π/2 < x < 2π
tg x < m => 0 < x < α ou π/2 < x < π + α
ou 3 π/2 < x < 2π

tg

π+α α

tg

/Nt. O valor da variável ´´m``, será imposto no eixo da


tangênte. Em seguida analisar de acordo com seu
ângulo. Os valores acima da marcação da variável
será maior. E abaixo menor; Outra observação seria
que em relação a eixo das tangênte é que o ângulo de
90° não existe.
tg
Ex: tg x > 3
3 (tg π/3)
Obs: 0 < x < 2π
S = { x E R | π/3 < x < π/2
ou 4π/3 < x < 3π/2} π+α α

3 (tg 4π/3)

tg
R:
S = { x E R | π/3+k π < x
< π/2+k π, k E Z}

Em suma, analisar no eixo das tangêntes em relação ao


seu valor [localizando-o no eixo] para em seguida, ana-
lisar quais ângulos correspondendo ao que for pedido;

. Marcar o valor ´´m`` sobre o eixo das tangentes;


. Verificar quais ângulos têm tangentes maiores ou
menores [dependendo da inequação] que ´´m``;
. Os intervalos delimitados são soluções da inequação
Inequações Trigonométricas [Revisão]

As inequações seriam desigualdades [maior,menor, maior


ou igual, menor ou igual] que nesse caso ocorre nas ´´re-
tas trigonometria`` [Seno, cosseno e tangêntes] .

ex: Sen x > 2/2

x Sen
π/4
3π/4
135° 45° S = { x E R | π/4 < x < 3π/4 }
2/2

Cos

/Nt. Nessa inequação seus angulos de acordo com o


enuciado precisam ser maiores que [ 2/2], localiza-
dos acima no eixo dos senos. E seguido o extremo da
reta no senos, encontrará seus graus;

/Nt. Da mesma meneira será com o cosseno. E tam-


bém com as tangêntes; Sen π/3
60°

ex: Cos x > 1/2

S = { x E R | 0 < x < π/3 ou x


Cos

5π/3 < x < 2π }


1/2

5π/3
300°
/Nt - O salto não é continuo. Ele pula de acordo com o
valor.

ex: Tg x < 3/3


π/2

π/6 3/3 S = { x E R | 0 < x < π/6 ou


π/2 < x < 7π/6 ou
3π/2 < x < 2 π }

7π/6

3π/2

ex: Sen x < 1/2

0 < x < π/6 ou 5π/6 < x < 2π

5π/6
1/2 2kπ < x < π/6 + 2kπ ou
5π/6 + 2kπ < x < 2π + 2kπ,
kEZ

R:
S = { x E R | 2kπ<x<π/6+2kπ ou
5π/6+2kπ<x<2π+2kπ, k E Z}
. Funções trigonométricas

- Fução, tipo seno.

f(x)= sen x

/Nt. No lugar da variável[x] colocar o ângulo. Fazendo


com que a função retorne o seno do ângulo. De acor-
do com a tabela...

x 0 π/6 π/4 π/3 π/2 2π/3 3π/4 5π/6


f(x) 0 1/2 2/2 3/2 1 3/2 2/2 1/2
π 7π/6 5π/4 4π/3 3π/2 5π/3 7π/4 11π/6 2π
0 -1/2 - 2/2 - 3/2 -1 - 3/2 - 2/2 -1/2 0

/Nt. Para ´´x`` igual a zero sua função (fx) será seno
de zero. E assim acontecerá para todos os ângulos;
E em seguida de concluir os valores na tabela aplicar
no gráfico. Aonde x estão representados no eixo ho-
rizontal e suas funções, no eixo vertical.
f(x)

1
3/2 Dm = R
2/2
Im = [-1,1]
1/2

x
π/6 π/4 π/3 π/2 2π/3 π/4 5π/6 π 7π/6 5π/4 4π/3 3π/2 5π/3 7π/4 11π/6 2π
- 1/2
- 2/2
- 3/2
-1
: . E como consequência a função ela é periódica. Ou
seja, que em determinado período apresenta um mes-
mo comportamento.

f(x)
1

-1

f(x+2π) = f(x)

/Nt. O período da função ocorre de 2π em 2π; E pari-


dade seria aquilo [função] voltado para o par e impar.

f(x)

-x I xI x

f(-x1) = -f(x1) => função ímpar


Em suma, as funções trigonometricas se baseiam no
gráfico, variando entre menos um e um. Com um perí-
odo igual a 2π. Aonde f(x) = A . sen (n.x)+b
P=2π/n

Termos e suas funções:

. (n.x) - Altera o período da função. Achatando ou


esticando a reta; Lados; Eixo ´´x``.
. A [fator fora da função] - Multiplica o seno. Alterando
também a reta Esticando ou comprimindo ela. Cima
ou baixo; Eixo da vertical.
. B - Desloca a função pra cima ou baixo do gráfico.

obs [curiosidade]:
π/6 = 30°
π/4 = 45°
π/3 = 60°
π/2 = 90°
2π = 360°
. Funções trigonométricas

- - Função, tipo cosseno.

f(x)= cos x

x 0 π/6 π/4 π/3 π/2 2π/3 3π/4 5π/6 π 7π/6


f(x) 1 3/2 2/2 1/2 0 -1/2 - 2/2 - 3/2 -1 - 3/2

... 5π/4 4π/3 2π/2 5π/3 7π/4 11π/6 2π


... - 2/2 -1/2 0 1/2 2/2 3/2 1

f(x)
1
3/2
2/2
1/2

π/6 π/4 π/3 π/2 2π/3 3π/4 5π/6 π π/6 5π/4 4π/3 3π/2 5π/3 7π/4 11π/6 2π
x
-1/2

- 2/2
- 3/2

-1

Dm = R
Im = [-1,1]

. Periodo ... seria um intervalo de valores de x para que


a função correponda a uma determinada ordem.
f(x)

π/2 3π/2 2π
x

f(x+2π) = f(x)

paridade...
f(x)

-x I xI x

f(-x) = f(x) => Função Par


Função gera: f(x) = A . cos(n.x) + B

P = 2π/n

ex:

f(x) = 3.cos(x/2)+1

1. f(x) = cos x 2. f(x) = cos (x/2) = cos(1/2 x)

f(x) f(x)
1 1


π/3 π x π 2π
3π 4π x

-1 -1

3. f(x) = 3.cos (x/2) 4. f(x) = 3.cos +1

f(x) f(x)
3 4

1
π 2π x
π 2π
3π 4π x
3π 4π

-3 -2
- Função, tipo tangente.

Geralmente definida como: f(x)= tg x


Aonde ´´x`` estaria relacionado ao ângulo e sua função
retornaria o valor da tangente do ângulo.

tabela...

x 0 π/6 π/4 π/3 π/2 2π/3 π/4 5π/6 π 3π/2 2π


f(x) 0 3/3 1 3 E - 3 -1 - 3/3 0 E 0

Gráfico :

f(x)

3/3

π/2
- - 3 π/6 π/4 π/3 π/2 2π/4 3π/4 5π/6 π 3π/2 2π x
-1

- 3/3

/Nt. Para valores não existentes; Sua função nunca passa


em cima da linha de seu eixo.

D = { x E R | x = π2+k.π, k E Z}
Im = R
Período ...

f(x)
π
f(x+π) = f(x)

π/2
- π/2 π 3π/2 2π 3π/2 x

Paridade ...

f(x)

f(-xi) = -f(xi) => Função é ímpar.


f(xi)

- xi xi x

π/2
- -f(xi)
π/2

Em suma, as características da função y = tg x, seria:

. Domínio: D = { x E R | x = π/2 + k.π , k E Z }


. Imagem: R
. Paridade: ímpar, pois tg (-x) = -tg x
. Período: π, pois tg (x+π) = tg x
Funções inversas [Função arc sen].

. Tipo Seno...
Sen (π/2) = 1

arc sen 1 = π/2


f(x)

y = sen x

- 3π/2 -π - π/2 0 π/2 π 3π/2 π/2 x

-1

Em relação ao gráfico, com o círculo trigonométrico se sa-


be que o seno de ´´Pi`` sobre dois [90°] resulta em um.
Logo a função seno pega o 90° e leva ao um. Logo a função
inversa irá pegar o um e irá retornar para o ângulo;

arc sen 1 = π/2

* arc -arco
* sen - seno

E para a função inversa ser aplicada, é necessário que a


função seja bijetora [que seria uma função resultada de
outras duas funções; A injetora e a sobrejetora];
* Injetora - Seria uma função algébrica, aonde pontos dis-
tintos possuem imagens distintas. Um exemplo disso seria
a função x^2; Aonde sua variável, se for ´´2`` seu resultado
dará quatro [2^2]; Se for ´´-2`` seu resultado dará quatro
[-2^2]; Logo ambos como exemplo se aplicam a mesma
imagem; E devido a isso essa função [x^2] não é injetora;

* Sobretejora - Seria uma função angébrica, aonde seu con-


tra domínio [conjunto de chegada] é igual a imagem.

/Nt - Na representação acima sua função não é injetora.


Devido a sua reta horizontal, ao qual apresenta pontos dis-
tintos, consequentes da reta ´´senoide``, ´´tocando`` em
mais de um ponto; Aonde pontos distintos [nesse caso:
-3π/2 e π/2] tem a mesma imagem.

Logo pelo fato da função não ser injetorá, será necessário


manipular aguns pontos. Limitando o conjunto de partidas.
Criando um ´´limite`` através de novas retas aplicadas no
ponto aonde você deseja manipular; Restringindo a função
em determinado espaço; Se tornando bijetora.

E no intervalo determinado a ideia é saber o seno do π/2


é igual a um. Logo seu arco será a inversa que ao ser apli-
cada retornará para o seu ponto de origem[π/2]. E da mes-
ma forma será o seno do -π/2 que é igual a um. E ao ser
aplicado a função inversa desencadeia os mesmo efeitos
que na função π/2, aonde o seu retorna para o início [-π/2];
E se a função se inverte seu conjunto de chegada [1,-1] se
torna o conjunto de parida;

f(x)

π/2 y = sen x

y = arc sen x

1 -1

- π/2

D = [-1,1]
Im = [-π/2 , π/2]

/Nt - Em uma função inversa com sua função se tornam


simétricas em relação as suas bissetrizes dos quadran-
tes ímpares [primeiro e terceiro];
. Tipo Cosseno ...

Gráfico cossenoide
f(x)

y = cos x

-π π
x
- π/2 - 3π/2 - π/2 0 π/2 3π/2 π/2

-1

A função inversa do cosseno [arc cos(-1) = π] irá pegar o


menos um e retroceder ao π [partino da ideia basica da
função do cosseno; Cos π = -1];

D=R
Im = [1,-1]

/Nt. O domínio [maior conjunto que engloba um associa-


do] da função cosseno seria o conjunto dos reais; A fun-
ção cosseno por sua vez, também não seria injetora. De-
vido a isso será necessário restringir o gráfico a um inter-
valo específico [visto na função do seno];

E por sua vez o conjunto de partida será o conjunto de


chegada [aplicado na função inversa].
f(x)

π/2

D = [-1,1] y = arc cos x

Im = [0,π] 1 0 -1 x

. Tipo Tangênte ...

y
y = tg x

-π/2 π/4 π/2 π 5π/4 3π/2 2π x

D = { x E R | x = π/2 + kπ, k E Z }
Im = R

/Nt - Existe valores na função tângente que não são repre-


sentados ou não existem nos seus extremos; Devido há
isso o gráfico tem uma reta/eixo no meio do gráfico ao qual
a reta nunca o toca.

E sua função inversa, se baseia no arco da tangênte aon-


de pega o valor e rotrocede na tangênte. Aonde: Tg
(π/4)=1 => arc tg 1 = π/4
E como os outros casos, a função [da tangênte] não é in-
jetora. E devido a isso será necessário manipular a função
como nos outros casos.

y
π/2
y = arc tg x

π/2
- x

D=R
Im = ] -π/2,π/2 [
Revisão Funções Trigonométrica

. Função Seno

Seria uma função que pega valores dos reais e transporta


para valores reais; Com um objetivo. Considerar números
reais [nesse caso ângulos] e associar a números reias.

representada por: f: R -> R


x| -> sen x

Ou seja: Pega o ângulo[associado a um número] e leva


para o seno. Aonde: f(x) = sen x

π/2
1

π/3
1
π/4
Sen

3/2
1/2 π/6 2/2

1/2
π 0 2π
Cos
π/6 π/4 π/3 π/2 π 3π/2 2π x

-1

-1
3π/2

No cíclo trigonométrico, apartir dos ângulo notáveis [ lo -


calizado nas suas extremidades], seu seno [eixo vertical]
teria o maior valor um e menos um.

/Nt- O seno no plano cartesiano estária localizado no eixo


´´x``.
1

-π π

-1

/Nt - E ela [plano cartesiano] acontece de maneira infinita.


Do menos ao mais.

D(f) = R
Im(f) = [-1,1]
p = 2π

* D - Domínio [qualquer valor] - Conjunto de partida


* Im - Imagem - Contra Domínio [valores atingidos]
- Conjunto chegada
* p - período

/. Ao se pegar um valor positvo [na função seno] e outro


negativo no plano cartesiano. Seus tamanhos se man-
tem iguais. Logo o Sen x = - Sen(-x); E ao aplicar a teo-
ria das funções essa expressão se ´´tornar`` uma função
do tipo ímpar [ f(x)= - f ( - fx ) ]. Chamado de senoide.
: . E como consequência:

Sua forma genérica: f(x) = a+b . sen(cx+d)


período => p = 2π/c

ex: [muda a imagem da função]


f(x) = 2.sen x

-1

-2

ex2: [ocorre em períodos, deslocando-o]


f(x) = sen(2x) ... p = 2π/2 = π
y

-1

ex3: [Joga a função para cima ou baixo]


f(x) = 1 + sen x
y
2

0 x

-1
ex: [o gráfico aumenta, expandindo ou reduzindo]
f(x) = 1 sen(x/2)
y

1
D(f) = R
Im(f) = [-1,1]
p = 4π
π/2 π 3π/2 2π 3π/2 2π x

-1

. Função Cosseno

Seria uma função aonde [como já visto] pega valores de um


ponto e leva a outro. Aonde o ângulo e transportado para o
cosseno;

f: R -> R logo: f(x) = cos x


x | -> cos x
π/2
1

π/3
1
π/4
Sen

1/2 π/6

π 0 2π
Cos -π π

π/2 π 3π/2 2π x
0

-1
π

-1
3π/2
No cíclo trigonométrico, apartir dos ângulo notáveis [locali-
zado nas suas extremidades], seu cosseno [eixo horizontal]
teria o maior valor um e menos um.

/Nt- O cosseno no plano cartesiano estária localizado no


eixo ´´y``.

D(f) = R
Im(f) = [-1,1]
p = 2π

/. Ao se pegar um valor positvo [na função seno] e outro


negativo no plano cartesiano. Seus tamanhos se mantem
iguais. Logo o Cos x = - Cos(-x); E ao aplicar a teoria das
funções essa expressão se ´´tornar`` uma função do tipo
par [ f(x)= f (- x) ]. Chamado de cossenoide.

/Nt. Diferenças entre o seno [começa no zero] e o cosse-


no [começa no um].

y = sen x y = cos x
: . E como consequência:

Sua forma genérica: f(x) = a+b . cos(cx+d)


período => p = 2π/c

ex: [desloca na horizontal]


f(x) = cos (x+π)

y
1

-π -π 0 π/2 π 3π/2 2π x

-1

ex2: [expande na horizontal]


f(x) = 1 + cos (x/2)
y

0 π/2 π 3π/2 2π 4π x

-1

/Nt. Forma genérica tanto para o seno como cosseno...

a . Soma [cima ou baixo]


b . Esticar ou comprimi
c . expandi ou comprimi
d . desloca na horizontal
. Função Tangente

tg x
x

π/2
- 0 π/2 π 3π/2 2π x

/Nt. A tagênte tem pontos específicos no qual não existe.

D(f) = { x E R | x = π/2 + kπ, k E Z }


Im(f) = R
f(x) = -f(-x) -> Função do tipo ímpar
p=π
M a t e m a t i ca
Geometriaca
A geometria é um ramo da matemática que estuda a
propriedade do espaço e das figuras que podem ocupá-
lo. Em questão de tamanho, posição, forma e etc...
. Geometria Plana

A geometria Plana seria um campo da Geometria que


estuda o comportamento estrutural no plano, a partir de
conceitos básicos primitivos [como: ponto, reta e plano].
Visando o conceito e a construção de figuras planas como
quadriláteros, triângulos e círculos. Buscando suas pro-
priedades, formas, tamanhos estabelecendo suas áreas
e perímetro.

. Ângulo [Ângulos Classificação]

E em relação as ângulos na geometria plana, ao se pe-


gar uma círcunferência [a mesma que foi vista em trigo-
nometria] e reparti-la em 360 partes [iguais], aonde cada
parte terá 1/360 avos. E ´´um`` terá a unidade de medida
chamada grau [a abertura entre o ângulo e seu arco] re-
presentada por ´´°``. E esse ´´um grau``será subdividido
em 60 partes [arco], chamadas de minutos. Represen-
tada por ´´ ´ ``. Assim como esse ´´ um minuto`` irá ser
subdividido em 60 partes, chamada de segundos. Repre-
sentada por ´´ `` ``;

/Nt. Não confundir as unidades de medida [Em relação


ao minuto e segundo]. Entre a subdivisão do grau com
a subdivisão do tempo.
1/360

* Unidades de Medidas:

1°: Um grau 1° = 60`


1`: Um minuto 1` = 60``
1``: Um segundo 1° = 3600``

/Nt. É possivel também converter as unidades entre


grau e segundo.

E devido a isso, o ângulo seria o resultado da forma-


ção de duas semirretas originadas de um mesmo pon-
to.
A

OA e OB
AôB BôA
O

B
/Nt. A ordem das varíaveis dos pontos são importantes!

Classificado das nomenclaturas em: Vértice [represen-


tado por: ^ e sempre no centro dos termos] e Semirre-
tas [ representada por: -> ];

Os ângulos também podem possuir a mesma medida na


mesma unidade padrão. Chamados de Ângulos Congru-
entes.

AôB A ^
CpD
C 2x = 48°
x = 48°/2
x = 24°

O 2x
P 48°

B D

- Classificação dos ângulos:

. Nulo: É Aquele ângulo formado por duas semirretas,


OA e OB; Sem abertura [0°].

O A B
. Agudo: É aquele ângulo formado formado por duas semi-
rretas, variando entre 0° e 90°.

A
0° < α < 90°

O
B

. Reto: É aquele ângulo que é formado por 90°.

O
B

. Obstuno: É aquele ângulo que é maior do que 90° e


menor do que 180°

90°< α <180°
A

O
B
. Raso: É aquele ângulo baseado 180°;

O A B

. Complementares: São aqueles cuja soma resulta


em 90°.
A α + β = 90°

α
β
O
B

. Suplementares: São aqueles cuja soma resulta em 180°.

α + β = 180°
β
α
. Opostos pelo vértice: É aquele ângulo dois ângulos são
opostos pelo vértice quando os lados de um deles são
semirretas opostas aos lados do outro.

β
α α
β

- Ângulos retas [Paralela e Transversal]

Os ângulos também podem ser encontrados em duas


retas paralelas e um transversal. Representada por: r//s.
t
a
b r
d
c
e
f s
h
g

Os ângulos opostos pelo vértece seriam aqueles sepados


no meio e são congruentes [ou seja: Possuem o mesmo
valor];
/.Nt - O.P.V - Oposto pelo vértice;

. Oposto pelo vértice


O.P.V: a = c
O.P.V: a = d
O.P.V: e = g
O.P.V: f = h

. Suplementares: Ângulos de 90°


a,b c,d e,f g,h
b,c d,a f,g h,e

. Correspondentes:
a=e b=f
c=g d=h

. Alternos Internos:
c=e
d=f

. Alternos Externos
a=g
b=h

/Nt - Alternos, de cada lado


Internos, entre as paralelas;
externo, para fora das retas paralelas;
Lembrar da forma ´´Z``

/Nt - Geralmente é aceito uma divisão da reta em rela’


ção a resolução de exercícios envolvendo retas para-
lelas. Mais essa reta não está diretamente ligada com
a bissetriz;
- Revisão Ângulos

Um ângulo seria uma medida entre duas semirretas.


No qual poderiam ser classificado em: Ângulo Reto,
Agudo, Obtuso... e etc;

1. O ângulo reto seria aquele que tem como medida 90°.


2. O ângulo agudo seria aquele que está entre 0° e 90°.
3. O ângulo obtuso seria aquele que está além de 90°.
4. O ângulo nulo seria aquele sem abertura no 0°.
5. Os ângulos complementares que seriam aqueles que
adicionados resultam em 90°.
6. Ângulos com duas retas paralelas e uma transversal.
Resultando 8 ângulos no total; Aonde seus ângulos
são opostos ao seu vértive;

/Nt. Esse exoesqueleto pode apresentar na sua estru-


tura, consequências de outros ângulos. Como: ângu-
los suplementares, ângulos alternos internosexternos
e etc...
1. 2.

4.
3.

α
5.
α β

β α

α β

β α

. Triângulos

- Classificação e Ângulos

O Triângulo seria um forma geometrica classificada de


acordo com os seus lados. Classificado em: Triângulos
Equilátero, Isóceles e Escalenos.

- Triângulo Escaleno, seria aquele que possui três lados


distintos entre si.

A.
α=β=γ
α

β γ
B. C.
- Triângulo Isósceles, seria aquele que possui pelo menos
dois lados congruentes [ou iguais] entre si;

A.
β

α α
B. C.
Base

- Triângulo Equilátero, seria aquele que possui três lados


congruentes entre si.
A.

60°

60° 60° C.
B.

/Nt. Todo Triângulo equilátero é isósceles;


Os triângulos possuem também uma classificação de
acordo com os ângulos. Classificados em: Triângulo
Acutângulo, Retângulo e Obtusângulo.

- Triângulo Acutângulo, seria aquele triângulo que apre-


senta três ângulos menores do que 90° [ângulos agu-
dos];
A.
α

B. β γ
C.

- Triângulo Retângulo, seria aquele triângulo que apre-


senta um ângulo de 90° [Reto] e dois ângulos agudos;

A.
α

B. β C.

- Triângulo Obtusângulo, seria aquele triângulo que apre-


senta um ângulo obtuso [ângulo maior que 90° e me-
nor que 180°] e dois ângulos agudos;
C.
γ
α β
A. B.

TEOREMAS:

. A soma de um ângulo interno de um triângulo é igual


180°
. A soma de um ângulo interno [ai] com um externo [ae]
é igual a 180°
. A soma dos ângulos externos de um triângulo qual -
quer é igual 360° [Vale para qualquer triângulo]
. A medida de um ângulo externo é igual à soma das

/Nt. Os riscos nos lados dos triângulos indicam diferença [lados];


medidas dos ângulos internos não adjacentes a ele;

A.

ae
B. ai C.

α
β
α+ β
. Segmentos e Pontos notáveis

Os segmentos seria retas que estariam divididos em qua-


tro partes. Medianas, bissetrizes, mediatrizes e a alutas.

- Mediana: Seria um segmento com extremos no vértice,


localiziado no ponto médio do lado oposto do triângulo.

Aonde sua lógica seria pegar o lado oposto do vértice


´´A``, entre as vértices ´´B`` e ´´C``, chamado de ponto
médio. Dividindo-o em partes iguais. Criando uma reta
entre o ponto notável ´´A`` e o ponto médio. Chamada
de Mediana. Representada por: AM.
A.

B. .C
m

- Bissetrizes: Seria uma semirreta com origem no vér-


tice, fazendo com que algum ângulo interno seja divi-
dido em duas par tes iguais [dois ângulos congruentes].

A.

α
α .C
B.
- Mediatrizes: Seria uma reta perpendicular ao lado, pa-
ssando pelo seu ponto médio.

A.

B. .C

/Nt. A diferença entre a reta da Mediana e a reta da Me-


diatriz seria que a reta da Mediatriz se posiciona em
um reta perpendicula que como consequência apresen-
ta um ângulo de 90°enquanto que a reta da Mediana se
posiciona como um segmento partido do vértice.

- Alturas: Seria um segmento perpendicular ao lado,


com o extremo no vértice oposto.

/Nt. A uma diferença sutil entre a Altura e a Mediatriz.


Forma um ângulo de 90° mais não passa pelo ponto
médio mais passa pelo vértive.

A.

B. .C
...Triângulo obitusando [altura para fora]

A.

.C
B.

Os pontos notáveis [que seriam os pontos de um triân-


gulo] estariam classificados em: Baricentro, incentro,
Ortocentro e Circuncentro.

- Baricentro: Ponto de encontro das medianas. Caracte-


rizado por ser o centro de gravidade do triângulo. O pon-
to de equilíbrio. Representado por ´´G``. E também por
representar uma proporção que se mantem sempre. Di-
vidindo a mediana em uma proporção de 2:1, a partir do
vértice.
A.
N. .g P.

B. .n .C

- Incentro: Ponto de encontro das Bissetrizes. Caracter-


izado por ser sempre o centro da circunferência inscrita
[dentro] no triângulo.
A.

B. .C

- Ortocentro: Ponto de encontro das alturas.


- triângulo obitusano

- Circuncentro: Ponto de encontro das mediatrizes. Car-


acterizado por ser o centro da circunferência circunescri-
ta[fora] ao triângulo.Representado por geralmente ´´C``.

A.
P. N.

C.

B. .D
.m

/Nt. No triângulo equilátero [Todos os lados iguais] os


quatro pontos são os mesmos.
. Área de um triângulo

- Base vezes altura sobre dois.

A=b.h/2
h

Aonde na figura a cima, o triângulo retângulo apresenta


uma base[b] e uma determinada altura[h]. Formando a
metade[triângulo] de um todo[retângulo] ´´por isso divide
por dois``.

Outros...

h
h

b
b
A. B.
A = p(p-a).(p-b).(p-c)

.C

- Fórmula de heron.
Perímetro[lados do triângulo],
representado por: 2p = a+b+c = 2p
Semiperímetro[metade do pe-
rímetro] representado por:
p = a+b+c / 2

/Nt. A área será dada pela raíz quadrada do semiperímetro


multiplicado pelo semiperímetro, menos a medida de um
lado, multiplicado pela medida do semiperímetro menos a
medida do outro lado, vezes um semiperimetro menos a
medida do outro lado. Dentro da Raiz quadrada.

Exemplo...
Metade de um lado multiplicada por outro lado vezes o
ângulo entre ambos os lados.
A = 1/2.a.b.sen α
A.
b=4
α = 30°
2
a=

B. .C
A = 2cm A = 1/2.2.4. sen30° [1/2]
B = 4cm A = 1/.2.4.1/2 =
C = 30° A = 2 cm^2

. Relações metricas no triângulo-retângulo

A.

α β

c
b
h

B. β α
.C

Na figura acima ao se abaixar a altura [do 90°] no triân-


gulo-retângulo [de um determinado alcance, por exemplo:
a altura e ´´x`` e peciso que ela fique um pouco menor...],
o ângulo será dividido em dois ângulos [alfa e beta]. E ao
se traçar um reta delimitando a altura, a forma geométrica
apresentará dois triângulos. No qual como consequência
em determinada quantidade se a um ângulo for alfa e a
forma geométrica apresentar 90°, o segundo ângulo será
beta. E da mesma forma [nesse caso] o outro triângulo.
E pelo fato de apresentarem os mesmos ângulos, ambos
seram semelhantes e devido a isso como consequência...
suas relaçõs métricas se baseariam em:

b^2 = m.a | (Cateto)^2 = Projeção.hipotenusa


c^2 = m.a | (Cateto)^2 = Projeção.hipotenusa
h^2 = m.n
b.c = a.h

/.Nt -
a - Hipotenusa [Maior lado de um triângulo]
b,c - Catetos [Menores lados de um triângulo]
m,n - Projeções
h - altura

E devido a essas relações, como consequência,espelham


no Teorema de Pitágoras. E apartir das duas primeiras
relações montar um sistema.

b^2 = m.a
c^2 = n.a +

b^2+c^2 = m.a+n.a
b^2+c^2 = a (m+n)

b^2+c^2 = a^2

/Nt. O ´´a`` seria a soma das projeções, e devido a isso


o (m+n) poderá ser substituido por ´´a``.
. Teorema dos Cossenos

A.
α
b
c

β γ
B. .C
a

/Nt. A ordem das variáveis de acordo com os seus ângulos


e suas arestas importar;

O teorema/lei dos cossenos visa que ao se partir de um


determinado ângulo, a aresta que estiver para frente desse
ângulo será isolada que será igual a um lado adicionado
com outro lado menos duas vezes um lado vezes o outro
vezes o cosseno do ângulo determinado. E como conse-
quência aparece um ´´Pitágoras``.

Tanto faz...
. a^2 = b^2 + c^2 - 2. b. c. cos α
. b^2 = a^2 + c^2 - 2. a. c. cos β
. c^2 = a^2 + b^2 - 2. a. b. cos γ
Ex:
A.

.x
cm
2

60°
B. .C
3 cm

x^2 = 2^2+3^2-2. 2 . 3 cos 60°


x^2 = 4 + 9 - 12 . 1/2
x^2 = 7
x = 7 cm

. Teoria dos Senos

.A

α
R

c b

β γ
B. .C
a

Seria aplicado na forma geometrica do triângulo inscrito/


circunscrito na circunferência. Com um centro [´´o``] e um
raio.

/Nt. Assim como no cosseno a ordem das varíaveis faz dif-


erença.Se baseando na lei de proporção.
Tanto faz...
a/sen alfa = b/sen beta = c/sen gama = 2.R

O lado de um determinado ângulo correspondente será


igual ao lado de outro determinado ângulo com sua corre-
spondente multiplicado por duas vezes o raio.

Ex:
.A
120°

10
0c
m

45°
B. .C
.x

/Nt. Quando o enuciado apresentar mais ângulos que la-


dos prevalece a lei dos senos. E no caso de haver mais
lados do que ângulos prevalece a lei dos cossenos.

No seu desenvolvimento o lado irá estar para o seu ângulo


correspondente. E da mesma forma o ângulo que está cor-
respondendo ao lado.

/Nt. Pode utilizar a regra de três.


100/sen 45° = x/sen120°
x.sen45° = 100.sen120°
x 2/2 = 100 3/2
x = 100 3.2/2. 2
x = 100 3./2 . 2/ 2
50 1
x = 100 6/2
x = 50 6 cm

/Nt. Racionalizar igualar as raizes em cima e em baixo.

Revisão Triângulo

Seria uma forma geométrica que ocupa o espaço interno


limitado por três segmentos de reta que concorrem, dois a
dois, em três pontos diferentes formando três lados e três
ângulos internos que somam 180°.
Classificado em diferentes lados e ângulos.

. Lados:
Se o triângulo apresentar os três lados diferentes [em
relação ao tamanho e como consequência seus ângu-
los] será denominado de Triângulo ESCALENO.

/Nt. O menor lado sempre será oposto ao menor ângulo.


E o seu maior lado será oposto ao maior ângulo.

Se o triângulo apresentar dois lados iguais será denomi-


nado de ISÓSCELES.

α α

/Nt. Os ângulos das bases são iguais.

Se o triângulo apresentar os três lados iguais será de-


nominado de EQUILÁTERO
60°

60° 60°

/Nt. Seus três ângulos internos são iguais.

. Ângulos:
Se o triângulo apresentar um ângulo de 90° será deno-
minado de RETO. Geralmente utilizado no triângulo-retân-
gulo.

α+β =90°

/Nt. Se o triângulo apresentar um ângulo reta será chama-


do de triângulo retângulo;
/Nt. Quando o ângulo for reto os outros ângulos que com-
põe o triângulo seram chamados de agudos [menores que
90°] ou complementares pois alfa adicionado com beta
completa os 180°.
Se o triângulo apresentar todos os ângulos agudos [meno-
res que 90°] será chamado de ACUTÂNGULO.

Se o triângulo apresentar um ângulo maior que 90° será


chamado de OBTISÂNGULO.

O triângulo por sua vez, pode apresentar seus ângulos


tanto internamente como externamente.

O ângulo externo basicamente seria aquele ângulo apli-


cado no lado de fora da forma geometrica do triângulo.
Consequente da manipulção de uma das suas retas.

α+β =180°

β
α
/Nt. O ângulo interno adicionado com o seu ângulo externo
resultará em 90°.

O ângulo interno seria aquele ângulo aplicado no lado de


dentro da forma geometrica do triângulo. Que consequen-
temente seria igual ao valor do ângulo externo.

β = x+y
y

β
α
x

/Nt. Através desse caso é possível prever os ângulos inter-


nos através dos ângulos externos.

Exemplo...

α
z z

γ
Dado a figura gemotrica para desenvolver a ideia apre-
sentada a cima, ao se prolongar seus lados, como conse-
quência delimitano os seus ângulos externos; Será poss-
ível através dos ângulos interno [que resultam em 180° ]
encontrar o resultado dos externos. Aonde nesse caso o
resultado de alfa será igual a x+y. De beta será igual a
x+z. O gama será igual a y+z; E por ai vai... Até chegar a
conclusão de que ambos as varíaveis[x,y,z] serão soma-
das duas vezes cada uma que resultará 360°

/Nt - Sempre...!
. Internos - 180°
. Externos - 360°

O triângulo também apresenta certos pontos[vértices]


notáveis na sua forma geometrica. Aos quais aparecem
o tempo todo. Consequêntes de certas ´´medianas``, que
seria seguimentos que saem de um vértice[ponto] e vai até
o ponto médio de seu lado [reta]oposto.

- Quando o triângulo apresenta um encontro de media-


nas é chamado de BATICENTRO.

2a

c b
.B

a
2b 2c
/Nt - O baricentro que seria o resultado do encontro de
medianas apresenta propriedades fundamentais. Como:
- dividi a meidana na razão 1:2 [um por dois];
aonde um pedaço da reta será a medida do dobro
do outro lado.
- Dividi o triângulo em seis partes iguais. Tem a mesma
área;

- Quando o triângulo apresenta o encontro de Bissetri-


zes [que seria um segmento que dividi o ângulo no me-
io] é chamado de INCENTRO.

/Nt. A distância do Incentro é igual a distância dos lados[equi-


distante]. E se é distânte, existe uma circunferência. Aonde
o incentro é o centro da circunferência inscrita ao triângulo;

- O Triângo também dependendo do caso pode apesentar


uma altura [que seria o econtro de segmentos]. Chamado
de OTROCENTRO. Aonde seu segmento sai de uma vér-
tice e forma um ângulo de 90° no lado oposto;
I. II.
.o h1

h2

o.
h3

. Triângulo acutangulo [OCUTANGULO . Triângulo retângulo [LOCALIZADO NO


LOCALIZADO NA REGIÃO INTERNA] VÉRTICE DO ÂNGULO RETO]

III.

. Triângulo [LOCALIZADO NA REGIÃO


EXTERNA]

o.

/Nt. Todo o triângulo apresenta três alturas.

- Quando o triângulo apresenta o encontro das media-


trizes [que seria os segmentos que dividi um dos lados
ao meio formando 90°] é chamado de CIRCUNCEN-
TRO.
/Nt. Uma das propriedades do circucentro é que ele é equi-
distantes aos vértices. Aonde o circucentro será o centro
da vértices. Mantendo uma mesma distância entre elas.
Formando como consequência um circunferência circun-
scrita [círculo que está fora].

Em relação a sua Área, o triângulo se baseia na relação


entre algumas características. Como, altura, base, ângu-
lo e etc.

. Altura e base

A = b.h/2

b
A = b.h/2

A - Área
b - Base
h - Altura

/Nt - Utilizado na altura

. Fórmula de Heron

a b

Aonde, ao somar os lados do triângulo se encontra o


perímetro. E ao se dividir o perímetro por dois se encontra
o semi-perímetro;
Logo, ao se aplicar a fórmula de heron será...A raíz quadra-
da do semi-perímetro multiplicado o semi-perímetro menos
um lado, multiplicado pelo semi-perímetro menos o outro
lado, multiplicado pelo semi-perímetro menos o outro.

A = p.(p-a).(p-b).(p-c)

/Nt - Utilizado nos lados


. Ângulo
A = a.b. sen α /2
b

Existem certos casos em que o triângulo pode apresentar


retas com uma medida ângular. E devido a isso a firma não
apresenta, lado, alturas... e etc [ocorre em situações espe-
cíficas].

E para a sua resolução sua área será igual ao lado multipli-


cado pelo outro [oposto] multiplicado pelo seno compreen-
dido por eles dividido por dois.

A = a.b.sen α/2

A área em relação ao triângulo equilátero [que apresenta


todos os lados iguais]. Para o seu desenvolvimento sua
base será multiplicada pela e dividir por dois;

l l

l
Fórmula: A = b.h/2
Altura: h = l 3/2
Área: l^2 3/4

O Triângulo também tem certas relações métricas.


A.

B. C.

m n

Apartir do Teorema de pitágoras é possível aplicar essas


relações; a^2 = b^2+c^2

Aonde o seu lado [ao quadrado] será a hipotenusa multi-


plicada pela sua projeção;

. b^2 = a.m
. c^2 = a.n
. h^2 = m.n
. b.c = a.h

O Triângulo apresenta também, certas ferramentas utiliza-


das para descobrir certas.... o teorema dos cossenos e o
teorema dos senos.
A.
B.

.C

O Teorema dos cossenos é utilizado para descobrir o lado


oposto do seu ângulo.

Aonde o lado oposto ao quadrado, será igual ao lado el-


evado ao quadrado mais ao outro lado ao quadrado menos
duas vezes o produto dos lados multiplicado pelo cosseno
do ângulo compreendido sobre eles;

a^2 = b^2+c^2-2.b.c. cos α

120°
x^2 = 10^2+5^2 - 2. 10. 5. cos 120°
10 5 x^2 = 125 - 2. 10. 5. (-1/5)
x^2 = 125 + 50
x^2 = 7.25
x = +- 7.25
x = 5. 7
x.
O Teorema dos senos é utilizado para descobrir o diâmetro
da circunferência circunscrita ao triângolo.

Aonde o seno do ângulo oposto será divida pelo seu


lado oposto. E da mesma forma os outros lados [se for
necessário].

a/sen α = b/sen β = c/sen γ = 2R (diâmetro da circunferên-


cia)

A.

a
b
c

b
B. c
a .C

Ex:
x/120° = 100/45°
x/ 3/2 = 100/ 2/2
120° x = 100 3/ 2 . 2/ 2
100
x = 50 6

45°

x.
. Semelhanças

- Triângulo [Congruência]

A figura/forma geometrica do triângulo pode apresentar


certos critérios para a sua forma e tamanho.

Dois triângulos são congruentes, se, e somente se :

Os ângulos internos forem congruentes, e seus lados forem


congruentes.

I. II.
Casos:
LAL
ALA
LLL
LAA o
III. IV.

* o ´´o`` seria um ânglo oposto.


* o ´´L`` seria equivalente ao lado.
* o ´´A`` seria equivalente ao ângulo
/. Caso especial, do triângulo retângulo: Cateto/hipotenusa

Ex:

Determine os valores de a,b e c, para que os triângulos


ABC e DEF sejam congruentes.
F.
A.
a+20°

5 c-7

B. .C 45°

2 D. .E
b+3

a + 20° = 85° c-7=5 b+3=2


a = 85° - 20° c = 5+7 b = 2-3
a = 65° c = 12 b = -1
- Teorema de Tales

Seria um teorema utilizado na geometria plana. Aonde ´´se


um feixe[grupo] de retas paralelas [r,s,t] tem duas transver-
sais [u,v], então a razão de dois segmentos[F,E; E,D...] de
uma transversal é igual à razão dos segmentos correspon-
dentes da outra [transversal].``

F x E y D u
r s t
z B w C v
A

r s t

Em outras palavras... se ´´x`` está para´´y``, ´´z`` está para


´´w``. Pelo fato de um apresentar a delimitação da reta de
outro.

x/y = x/w x+y/x = z+w/z y/x+y = w/z+w


BC DE
Ex: Determine o valor de x:

A. AB AC
x- =
x+
1 1 AD AE
B. .C x+1 x-1
=
x+1+4 x-1+3
4 3
x+1 x-1
=
D. .E x+5 x+2

(x+1)(x+2) = (x+5)(x-1)
x^2+2x+x+2 = x^2-x+5x-5
2x+x+x-5x = -5 -2 =
-x = -7 [multiplica por menos um]
x=7

/Nt. O triângulo é um exemplo aplicado de teorema de Tales.


Aonde sua base seria a paralela e seus lados seriam a
transversal;

- Teorema da Bissetriz [Interna]

[Bissetriz] Seria a reta que sai de um vértice dividindo o


ângulo em duas partes iguais;

O teorema se baseia em uma relação proporcional;

/.O lado de ´´b`` esta para ´´m``. Assim como o lado ´´c``
está para ´´n``.
- Teorema da Bissetriz [Interna]

[Bissetriz] Seria a reta que sai de um vértice dividindo o


ângulo em duas partes iguais;

O teorema se baseia em uma relação proporcional;

/.O lado de ´´b`` esta para ´´m``. Assim como o lado ´´c``
está para ´´n``.

A. b/m = c/n

αα c

b
.C
n.
m.
B.

Ex:

Se AS é bissetriz interna do triângulo ABC, com s ponto de


BC, BS = 3cm, AB = 6cm e AC = 8cm, qual a medida de
CS?
A. 6/3 = 8/x
α α 6x = 8.3
6 8 6x = 24
x = 6/24
x=4

B. 3 s x
.C
CS = 4cm

- Teorema da Bissetriz [Externo]

Seria semelhante ao teorema da bissetriz interna; Com


uma diferença, ao se alongar uma das retas, para obter
um ângulo externo. Com uma bicetriz em uma vértice que-
brando essa ângulo externo.

É necessário prolongar um dos lados do triângulo para se


encontrar o ângulo externo, estando basicamente na medi-
da maior [da base] para se chegar ao encontro da Bissetriz
que cortou o ângulo externo. Assim como o lado oposto
[próximo do ângulo] está para o que deveria ser a contin-
uação da reta [da base] para se encontra com a bissetriz;

A. c/n = b/m
α
α

c
b

B. .C m
a

n
- Teorema da Bissetriz [Externo]

Seria semelhante ao teorema da bissetriz interna; Com


uma diferença, ao se alongar uma das retas, para obter
um ângulo externo. Com uma bicetriz em uma vértice que-
brando essa ângulo externo.

É necessário prolongar um dos lados do triângulo para se


encontrar o ângulo externo, estando basicamente na medi-
da maior [da base] para se chegar ao encontro da Bissetriz
que cortou o ângulo externo. Assim como o lado oposto
[próximo do ângulo] está para o que deveria ser a contin-
uação da reta [da base] para se encontra com a bissetriz;

Ex:
.P
α 20/a+6 = 15/a
α
20a = 15(a+6)
20a = 15a+90
20 20a -15a = 90
5a = 90
15 a = 90/5
a = 18

Q. .R .S
a 6

Qual o valor de a? a = 18
- Triângulo [semelhança]

Eles serão semelhantes, se, e somente se, seus ângulos


internos forem, respectivamente, congruentes [mesma
medida (de forma igual)] e seus lados correspondentes
proporcionais.

A. D.
α α

γ γ
.C .F
β β
B. E.

(α)(β)(γ) (α)(β)(γ)

Â=D ^ (α) ABC ~ DEF


^ = Ê (β)
B
^ = F (γ)
C AB/DE = BC/EF = AC/DF = P/p

/Nt. A ordem importa. Pois é apartir dela que ocorre, os la-


dos que seram correspondentes de forma proporcional.

Aonde ao se relacionar os termos é possível aplicar uma


regra de três; E apartir disso atráves das semelhanças é
possível encontrar perímetro.
. Caso: ocorre geralmente aquele segmento que corta para-
lelamente nos lados.
A.

B. .C

.E
D.

Se BC DE, então ABC ~ ADE

/Nt - Pintado, um traço, dois traços... [ordem]

Ex:
M.

6cm
x

12cm P
N.
3cm

y. .R
Q.

Se NP QR , quais os valores de x e de y?
Se o segmento(-)NP é paralelo[//] ao segmento QR(-),
quais deveriam ser os valores das variáveis [x e y] ?

Apartir da análise da figura geométrica chegamos a con-


clusão que: Q e M, 12cm; M e P, 6cm; P e R, 3cm; e re-
stando ´´x`` e ´´y``; No qual aplicaremos a semelhança.

/Nt. Se é paralelo o ângulo se ´´Q`` é correspondente ao


de cima; Assim como o ângulo de ´´P`` é correspondente
a ´´R``. E o ´´M`` serve tanto para o triângulo menor como
por maior [Em relação a sua estrutura pois o seguimento
que divide o triângulo no meio forma dois triângulos];

/Nt. Dependendo da escolha do triângulo tanto faz a or-


dem. Mais... ao se montar os termos, precisa ter cuidado
pois,[dependendo da escolha...] será semelhante ao tri-
ângulo [respeitar a ordem dos termos = Pintado, 2traços,
1 traço].

Desenvolvimento...

MN/MQ = MP/MR = MP/QR

x/12 = 6/9 = 12/y [Aplicar a regra de três]

9x = 6.12 =72 6y = 9.12 = 108


9x = 72/9 y = 108/6 [simplifica por 2] 54/3
x = 8 cm y = 18 cm
- Triângulo [casos de semelhança]

. AA: Seria o caso do ângulo, ângulo; Aonde os ângulos


apresentados em ambas figuras geométricas são corre-
spondentes ou semelhantes.
M. Q.
α
α

β
β
R. .S
N. .P

Devido a soma dos ângulos internos [180°] o ângulo


pode apresentar na sua estrutura aquele oculto;

. LLL: Seria o caso em que seus Lados estão proporci-


onais entre si. Aonde a proporção de um lado é o k da
outro. Aonde ao se estabelecer um o outro seria sua
multiplicação;

/Nt. Aonde consequêntimente seus ângulos se tornem


correspondentes.

A. D.
α α
c. b. kb
kc

β kER
B. .C E.
β
.F
a. ka
. LAL: Seria o caso do Lado, ângulo, lado. Aonde os lados
da figura geométrica, seram proporcionais de acordo
com sua multiplicação; E seu Ângulo se mantem; Aonde
um é congruente ao outro.
A. D.

b. kb
a. ka

kER .F
.C
B. E.

A.
Ex [AA]: ^ = BAC
^
MBC
ABC ~ BMD
Dados: AB/BM = AC/BD = BC/MC
3/BM = 4/2 = 2/x

MBC = BAC 4x = 4
x = 4/4
3 x=1

AB = 3 .M

BC = 2
AC = 4

B. .C
2

A) 3,5 b) 2 c) 1,5 d) 1 e) 0,5


- Triângulo [semelhança_base média]

O triângulo pode apresentar uma relação ou semelhança


em relação a sua base. Aonde sua fórmula se baseia na
metade de um triângulo. Devido ao segmento ser aplica-
do da mesma maneira que uma paralela;

/Nt. Todos os ângulos são congruentes.


MN = BC/2

Ex: Considere um triângulo equilátero de lado, como mos-


tra a figura a seguir. Unindo-se os pontos médios de seus
lados, obtemos 4 novos triângulos.

O perímetro de qualquer um desses quatro triângulos é


igual a:

l/2
l
l/2

O perímetro desse triângulo l/2


será a soma dos seus lados. l l/2
3.L/2
l/2
l/2
l/ 2

a) 5l/2 b) l c) 3l d)l/2 e)3l/2


- Polígonos [semelhante]

O Polígono seria uma forma geométrica [plana] de muitos


lados e consequentemente de muitos ângulos.

/Nt. O triângulo é um polígono, nesse caso de três lados.

E sua semelhança ocorre se, e somente se:

- Seus ângulos internos forem congruentes, respecti-


vamente.
- Seus lados correspondentes forem proporcionais.

Ex [Quadriláteros]:
E.
x 1/2
θ
F. .H
γ
A. α
2 y
B. θ .D
α γ

6 z

3 4 3/6 = 4/z = y/1/2 = 2/x [Aplicar a regra


de três]

β 3z = 4.6 3/6 = y/1/2 3/6 = 2/x


β
3z = 24 6y = 3.1/2 3x = 2.6
z = 24/3 12y = 3 3x = 12
.C G. z=8 y = 3/12 x = 12/3
y = 1/4 x=4

Quais os valores de x, y e z?

/Nt. Respeitar a ordem dos ângulos [Para haver uma pro-


porção]; Entre um ângulo e outro, há alguma coisa.
- Áreas [Semelhança]

Os poligonos convexos semelhantes apresentam uma


razão entre suas áreas que é igual a razão semelhante
ao quadrado entre eles [Raio, lados correspondentes,
perímetros...etc];
D.
A.
α
α

3
6

β
B. .C
4
β
E. .F
8

/Nt. A razão de semelhança será denominada de ´´K``.


Os triângulos seram semelhantes em relação aos seus
ângulos;

Nesse exemplo será aplicado nos lados.


k = 6/3 = 2

Isso significa que a medida do triângulo de baixo é o dobro


do triângulo de cima. Logo sua hipotenusa consequenti-
mente será o dobro da de cima.

E devido a isso, ao se multiplicar a base vezes a sua


altura,atribui o valor encontrado para a sua divisão, para
ocorre a semelhança entre proporções;
A ABC = 4.3/2 = 12/2 = 6
A DEF = 8.6/2 = 48/2 = 24

A área de um será 6;
E a área de outro será 24;

A partir disso é necessário aplicar a semelhaça entre am-


bas as áreas; E será aplicada de acordo com a expressão
que escolheu como base da divisão; Ou cima ou em baixo;

24/6 = 4

/Nt. O quatro será a razão encontrada ao quadrado.

Logo sempre a razão [de semelhança entre áreas] será a


razão de semelhança inicial ao quadrado. 2^2 , aonde o
2[2] e o elevado no expoente seria a sua definição.

Ex: A razão de semelhança entre dois pentágonos é 1/4.


Se a área do menor deles é 2cm^2, qual a área do maior
dele?

/Nt. Razão [1/4]; Área do menor [2cm]; k^2 [Razão de se-


melhança];
k = 1/4
a=2
k^2 = a/A

(1/4)^2 = 2/A
1/16 = 2/A [Aplicar a regra de três]
A = 32 cm^2

Revisão [Semelhança de Triângulos]

O triângulo nesse caso são semelhantes na medida em


que um é a redução do outro. E devido a isso, sua estru-
tura se mantem em relação aos ângulos.
A.
D.
a
c
e
f

B. .C E. .F
b d

Logo a vantagem em relação a essa semelhança é a pro-


porção entre seus lados correspondentes; E ao se dividir
os lados correspondentes se encontra uma constante [ou
uma razão de semelhança].

a/d = b/e = c/f = k


/Nt. Proporção seria o resultado de uma semelhança;

E a semelhança apresenta certos casos, como:

. AA [Ângulo,ângulo], aonde o triângulo apresenta dois


ângulos correspondentes ao outro. E através deles é
possível deduzir o terceiro ângulo [Devido ao fato de
todos resultarem em 180°].

. LLL [Lado, lado, lado], aonde o triângulo pode apresen-


tar lados proporcionais [não iguais] que corresponde ao
dobro dos lados correspondentes.

. LAL [Lado, ângulo, lado], aonde o triângulo apresenta


lados proporcionais e seu ângulo comum.

/Nt - Esses casos garantem sua semelhança. E com isso


é possível estabelecer proporções;

Ex [AA]:

A figura apresenta ambos triângulos; no qual um é o in-


verso do outro. E seus ângulos são opostos pelo vétice.
E como consequencia são iguais. Apresenta também um
ângulo de 90°;
B.

x.

A. .C 2,5 .E
24
2

ABC ~ CDE .F

E seu desenvolvimento se estabelece apartir da repre-


sentação do triângulo que de acordo com suas retas ABC,
será semelhante a representação do outro triângulo de
acordo com sua reta CDE; E estabelecendo a semelhan-
ça se garante a proporção [divisão dos segmentos corre-
spondentes];

/Nt. O ´´x`` está oposto ao ângulo. E esse Ângulo está


oposto ao outro no caso 2;
Em seguida começar pelo maior triângulo [Numerador],
e depois pelo menor [Denominador] para se formar a
proporção. E em seguida aplicar a regra de três;

x/2 = 24/2,5

2,5x = 48
x = 48/2,5
x = 19,2
Ex 2[AA]:
A.
24-x

E. .F 40/x = 24/ 24-x (dividido por 8)


24
120-5x = 3x
120 = 8x
B. x = 15
.C
D. .G
40

Nesse caso a figura geométrica apresenta um triângu-


lo grande e um quadrado inscrito; Aonde seu lado maior,
base [BC], vale 40 e a sua altura [AC] vale 24; Logo qual
será o valor do lado do quadrado?

O seu desenvolvimento terá início aprtir da nomenclatura.


Pois é necessário ´´dar um nome`` ao lado ou aquilo que
se quer encontrar. Nesse caso sua variável será ´´x``; E
em relação a essa figura geometrica todos os seus lados
seram iguais.

Os lados da figura do quadrado são paralelos a figura


do triângulo; E como consequência seus lados apresen-
taram ângulos para no fim o triângulo de cima, apresen-
tar uma semelhança ao triângulo grande [Ganhando uma
proporção].
O Triângulo apresenta uma propriedade chamada de Base
Média. Aonde dividi a figura em duas partes iguais.

A.
MN BC

M. .N

B. .C

E ao se aplicar os pontos médios em ambos os lados,


apresenta certas consequências:

- Como um lado ser paralelo ao de baixo.


- O triângulo de cima será semelhante ao do grande.
- O lado de um será o dobro de outro. Aonde o ´´M`` ,
´´N`` será a metade do ´´BC``.

Aonde o seu desenvolvimento se baseia no ´´M``, ´´N``


aonde esse segmento será a metade do triângulo grande
[´´B``,´´C``]; Devido ao se pegar os pontos médios traça
uma semelhança entre o triângulo pequeno e grande;
Aonde sua base será a metade da maior.

MN = BC/2
O triângulo apresenta um teorema, chamado de:
Teorema da Bissetriz interna.

b c

m n

Dado a figura apresentada com uma bissetriz [que seria


um segmento dividido o ângulo ao meio]; Dividindo
a forma em duas partes; O teorema fala que o lado
dividido pelo segmento formado será igual a divisão do
segmento pelo outro lado [Dando uma constante].

b/m = c/n

O Triângulo pode apresentar outra propriedade, em relação


a razão entre as suas áreas;
A.

D.
b.
c. e.
f.

B. .C E. .F
a. d.
A figura apresenta triângulos semelhantes [suas divisões
são uma constante]. Aonde um lado está para o outro que
igual ao outro, e assim consequentemente. Resultando
em uma constante que seria relacionada a razão de sem-
elhança;

a/d = b/e = c/f = k

A ( ABC) = K^2
A ( DEF)

/. Aplicado aos poligonos [não somente aos triângulos]


/Nt. Cuidado com a ordem

. Quadriláteros notáveis

O quadrilatero seria um polígono [Forma geométrica de


muitos lados] que apresenta quatro lados;

Os notáveis seriam aqueles quadriláteros convexos com,


pelo menos, dois lados paralelos. E um exemplo disso
seria...

. Trapézio: Quadrilátero com um par de lados paralelos


Classificado em: Escaleno, Isóseles e Retângulo.
- Escaleno: Lados não paralelos distintos entre si.

A. .D AD BC
^ = 180°
^ +B
A
^ ^
B. .F C + D = 180°

Dado o trapézio com os lados ABCD os lados paralelos


estariam nos segmantos AD e BC; E seus lados não
paralelos [Escalenos] apresentariam medidas diferentes;
A forma geometrica apresenta ângulos;

- Isóseles: Lados não paralelos congruentes entre si


[apresenta as mesmas medidas].

E. .H
β β EH FG
α+β = 180°
α α .G
F.

Dado o trapézio com os seus lados EFHH os seus lados


paralelos estariam nos segmentos lado EH e FG; E em
relação ao trapézio isóseles, seus Ângulos seram seme-
lhantes de acordo com o seu segmento. Se um é alfa o
outro será alfa. Se um é beta o outro será beta, E por ai
vai...
- Retângulo: Um dos lados não paralelos é perpendi-
cular às bases.
I. .L
β IL JK
α+β = 180°

J. α
.K

Dado o trapézio com seus lados IJKL, os seus lados para-


lelos estariam relacionados ao IL e JK;

... um outro:

. Paralelograma: Quadrilátero convexo com dois pares de


lados paralelos. Classificado também em...

/Nt. Devido a isso todo paralelograma é um trapézio.


Os lados oposto são congruentes.

A. AB CD
.B
BC AD

D. .C

Dado a figura quadrilátera com os lados ABCD. O lado


AB é paralelo a CD. E BE é paralelo a AD;
- Retângulo: Paralelograma com todos os ângulos
internos retos.
A. .B
AB CD
BC AD

D. .C

- Losango: Paralelograma com todos os lados congru-


entes entre si.
A.

AB CD
BC AD
C. .B

D.

- Quadrado: Retângulo e losango

A. .B AB CD
BC AD

D. .C
características:
- Apresenta todos os ângulos retos
- Apresenta todos os lados congruentes entre si.
- Apresenta pares de paralelos opostos.

Ex: Represente, no Diagrama à seguir, os conjuntos:

C. Quadriláteros convexos,
T. Trapézios,
P. Paralelos
R. Retângulos,
L. Losangos,
Q, Quadrados

C.

R.
L. Q.

T. P.
- Propriedades

Paralelogramo:
A. .D
α β
M

β α
B. .C

Os ângulos opostos seram congruêntes entre si. E ao se


traçar suas diagonais formaram um centro [Chamado de
ponto médio];

A^ = C^ B^ = D
^

AM = MC M é ponto médio de AC e BD
BM = MD

α+β = 180°

Retângulo: A. .D

B. .C

Os ângulos internos são retos [igual a 90°] suas diago-


nais formaram um centro [Chamado de ponto médio];
^
A^ = B^ = C = D^ = 90°
AM = MC = BM = MD M é o ponto médio de AC e de BD
Losango:
Os ângulo opostos são iguais.
A. suas diagonais formaram um centro
[Chamado de ponto médio] e ao se cru-
B. .D zarem formam um ângulo reto;

AC. bissetriz de A^ e de C^
^
C. BD. bissetriz de B^ e de D

A^ = C^ B^ = D^

Quadrado: /Nt. O quadrado é tanto o retângulo quan-


to o losango. E devido há isso apresen-
tará as propriedades de ambos.

Ex: Em um paralelogramo, as medidas


de dois ângulos internos consecutivos
estão na razão 1:3. O ângulo menor
desse paralelograma mede:

a) 45° b)50° c)55° d)60° e)65°


β α

α β

O paralelogramo apresenta na sua estrutura dois ângulos


internos consecutivo e como consequência da propriedade
os ângulos opostos seram congruentes. Logo...

/Nt. Razão é uma divisão.

α/β = 1/3 [Aplicar regra de três] => β = 3α


α + β = 180° [Substituir β pelo valor encontrado]

α + 3α = 180°
4α = 180°
α = 180°/4 = 45°

β = 3.45°
β = 135°

[ Aplicar uma das propriedades do paralelograma, aonde


a soma de dois Ângulos resulta em 180° ];
- Áreas [Quadriláteros Notáveis]

Retângulo:

Sua área será a multiplicação entre seu lado e sua altu-


ra. Base representanda por ´´b`` e altura representada por
´´h``.

Área = b.h

Quadrado:

O cálculo em relação ao quadrado poderia ser aplicado da


mesma forma que o Retângulo, mais com ele apresenta
todos os lados iguais sua fórmula se basearia em L^2;

Área = L^2
Losango:

Sua área será baseada no cálculo da diagonal maior [ver-


tical] multiplicada pela diagonal menor [horizontal] dividida
por dois.

Área = D.d/2

Paralelogramo:

Sua área seria semelhante a do retângulo. Aonde sua fór-


mula se dará através da base multiplicada pela altura [em
relação a distancia da sua base formando 90°];

Área = b.h
Trapézio:

Sua área será igual a sua base menor adicionada a sua


base maior multiplicada pela sua altura dividida por dois;

Área = (B+b).h/2

Ex: O perímetro de um losango é 20 cm e sua diagonal


maior mede 8cm qual sua área?

/Nt. o perímetro seria a soma de todos os lados;


:. 4l

L L

D
L L

d
4L = 20
L = 20/4 = 5 cm

/Nt. Para se encontrar sua área... irei pegar um pedaço do


losango...

5
L= 4

x=3

Se sabe que o seu lado é igual a 5cm. Sua diagonal maior


mede 4cm [de acordo com a divisão aonde D/2 = 8/2 =4];
E apartir disso se pode chegar a um valor através da hi-
potenusa. Pois ela é a metade da diagonalzinha. Logo
qual é sua área?

5^2 = 4^2 + x^2


25 = 16 + x^2
25 - 16 = x^2
x^2 = 9
x = 9 = 3 cm

/. Logo se a hipotenusa desse lado é igual a 3; O ´´d``


seria o dobro da medida; E devido a isso:

d = 2.3 = 6cm
E a partir disso sua área será de acordo com sua fórmula:
A = D.d/2; A = 8.6/2 = 48/2 = 24cm^2

Base média de um trapézio

x = a+b
A. a .C 2

B. .D
b
AD BC

A figura em cima apresenta um trapézio [ABCD] com os


segmentos AD paralelo[//] ao segmento BC. Apresentan-
do o ponto médio entre AB, chamado ´´M`` e o ponto mé-
dio entre BC, chamado ´´N``. E ao ligar os pontos ´´M`` e
´´N``, apresenta uma base média.

E a partir disso sua Fórmula se baseia na base média do


traézio[x] será igual a média aritmética das bases. Aonde:

x = a+b/2

Ex: A diferença entre as medidas das bases de um trapézio


é 5 e sua base média mede 11/2. Quais os valores das
bases?
b-a=5
b + a/2 = 11/2

b-a=5 b+a = 11
b + a = 11 8+a = 11
2b = 16 a = 11-8
a=3
b = 16/2
b=8 R. 3 e 8

Revisão [Quadriláteros Notáveis]

Os quadriláteros notáveis seriam formas geometricas


com certos lados padrões [Notáveis]; Como o Trapézio,
Paralelogramo, Retângulo, o lasango... e etc.

- Trapézio:
A. b .B

180°

D. .C
B

Seria um quadrilátero [Forma geométrica] que apresenta


na sua estrutura no mínimo dois lados opostos [de ma-
neira] paralelos; Aonde os dois ângulos na vertical resul-
taram 180°. E os quatro seram 360°;

E o trapézio pode ser classificado em alguns tipos:


. Isósceles: O trapézio isósceles seria uma forma aonde
apresenta seus lados oblíquos iguais. E como conse-
quência todos os ângulos seram iguais;

. Retângulo: O trapézio retângulo seria uma forma que


apresenta um ângulo de 90° e por ser um trapézio irá
adicionar mais um ângulo de 90° [na vertical];

O desenvolvimento do cálculo para encontrar sua área


[interna] se dá, a partir da...

Base maior, a base menor e sua altura [que seria apartir


da distancia dos lados paralelos].

A = (B+b).h/2
- Paralelogramo:
A. .B

180°

D. .C

Seria um quadrilátero [Forma geométrica] que apresenta


na sua estrutura dois pares de lados opostos paralelos.
Dados pelos seus ângulos; Aonde apresenta dois lados
opostos paralelos; E devido há isso o Paralelogramo tam-
bém é um trapézio.

/Nt. Os ângulos dos opostos são iguais; Assim como os


opostos são iguais. E também apresenta outra proprie-
dade, englobando duas diagonais que irão se interceptão
no centro [chamado de ponto médio]. Cortando as dia-
gonais no meio;

O desenvolvimento do cálculo para encontrar sua área


[interna] se dá, apartir...

Da base, altura [forma sempre 90°]

A = B.l
- Losango

D.

d.

Seria um quadrilátero que apresenta na sua estrutura


quatro lados iguais; E devido ao seus lados serem iguais
como consequência os seus lados opostos são paralelos
tanto de um como de outro. E assim o losando é igual ao
um paralelogramo que é igual a um trapézio...;

E ao se pegar dois ângulo consecutivo que resulta em


180°, e através disso se houver a possibilidade de identi-
ficar um consequentimente você identifica todos.

/Nt. Suas diagonais se cortam no meio [lado médio]; Suas


diagonais são perpendiculares [apresentam 90°]

O desenvolvimento do cálculo para encontrar sua área


[interna] se dá, apartir...

Da diagonal maior [vertical] multiplicado pela diagonal


menor [horizontal] dividida por dois.

A = D.d/2
- Retângulo:

Seria um quadrilátero que apresenta na sua estrutura os


ângulos retos [Seriam ângulos de 90°].

/Nt. Sua diagonais são iguais. Aonde o seu ponto médio


será no centro. Não é bissetriz [não dividi os ângulos na
metade];

O desenvolvimento do cálculo para encontrar sua área


[interna] se dá, apartir...

dos lados multiplicado pela altura;

A = L.h

- Quadrado:

L
Seria um quadrilátero que apresenta certas característi-
cas, tanto do losango, como do retângulo. Apresentando
ângulos retos e lados iguais;

/Nt. Suas diagonais são iguais, perpendiculares [90°] e


bissetriz [dividindo o ângulo em duas pertes iguais];

O desenvolvimento do cálculo para encontrar sua área


[interna] se dá, apartir...

do lado multiplicado pelo seu lado.

A = L.L = L^2

- Polígonos Regulares

O Polígono seria uma figura geométrica que apresenta


muitos lados e ângulos.

Um conjunto de pontos que pertencem ao mesmo plano,


caracterisados por pelo menos três pontos; que de ma-
neira consecutiva não apresentam ou estão na mesma
reta. E devido a esse coneceito sua definição [de polígo-
no] se baseia na união dos segmentos [em pares]; Class-
ificada em: Polígonos simples, estrelado, convexos... e
etc;

/Nt. O polígono também pode ser conhecido como con-


torno poligonal.
Definição formal: Seja um conjunto {P1,P2,P3,...,Pn} de
´´n`` pontos complanares [mesmo plano], com n > 3, em
que três pontos consecutivos não são colineares [mesma
reta]. Define-se polígonos como a união de P1P2 , P2P3,
... Pn,P1.

. Polígono Simples: Seria um Polígono que não apresen-


ta intersecção entre os segmentos não consecutivos
[sem seguimento]. Como por exemplo: P1P2 e P3P4.

P5
P4

P1

P3

P2

. Polígono estrelado: Seria um Polígono que apresenta


intersecção entre os segmentos não consecutivos; Como
por exemplo o P3P4;
P3

P1 P5

P4 P2
. Polígono Convexo: Seria um polígono que apresenta
segmentos no qual respeitam uma ordem dentro de seus
limites;

P5
P4

P1

P3

P2

. Poligonos não-convexos: Seriam aqueles que apresen-


tam segmentos com extremidades no interior, mais não
completamente.
P1

P5
P3
P2

P4
/Nt. O poligono regular seria um poligono convexo,
equilátero [todos os lados iguais] e equiângulo [todos os
ângulo iguais];
- Elementos e Nomenclatura

Os elementos do polígonos são classificados em: Vér-


tice, Lados, Perímetri e Ângulos[Interons].

Os vértives seriam os pontos que determinam o segmen-


to [P1,P2,P3...,Pn].

Os lados seriam consequência das vértices. Segmentos


com dois vértices consecutivos com extremidades;

Os perímetros seria a soma das medidas de todos os la-


dos.

Os ângulos internos seria baseado nos três pontos con-


secutivos [P1,P^ 2,P3... P2,P ^ 1,P2];
^ 3,P4, ..., Pn,P

P1

P2 P6

P3 P5

P4
Nomenclatura [Polígono]

Número de vértice/lados: Número do Polígono:


Três Triângulo
Quatro quadrilátero
cinco Pentágono
seis hexágono
sete heptágono
oito octógono
nove eneágono
dez decágono
onze undecágono
doze dodecágono
vinte icoságono

- Número de Diagonais

As diagonais[d] em relação ao Poligono se dará apartir do


número de lados multiplicado pelo número de lado menos
três sobre dois. Tendo em mente, sempre que o polígono
será sempre igual ou maior a três;

d = n.(n-3)/2

/Nt. ´´d`` está relacionado ao número de diagonais do


polígono convexo, e ´´n`` estaria relacionado ao número
de lados;
Ex: Calcule o número de diagonais de um hexágono;

A F

d = 6 (6-3)/2
d = 6.3/2
d = 18/2
B E
d=9

C D

AC AD AE BD BE BF CE CF CD

: . Suas diagonais seriam quivalente a 9 diâgonais

/Nt - E apartir disso sua diagonais seriam o cruzamento


de vértices de uma origem [Não considerar seus lados].

A diagonais também possuem um propriedade que pas-


sa pelo centro do polígono regular.

/Nt. Representada por dc;


Quando o ´´n`` for ímpar não haverá diagonais.
Quando o ´´n`` for par suas diagonais seram metades
dos seus números de lados [n/2];
Usando o exemplo anterior; Quantas diagonais do hex-
ágono regular não passam pelo seu centro?

Não = total-passam dc = n/2 = figura dada[6]/2 = 3


9-3=6

: . 6 diagonais não passam pelo centro.

- Soma dos ângulos internos [Polígono]

O triângulo apresenta a soma dos seus ângulos inter-


nos igual a 180°. Supondo que ao se passar uma reta
suporte no lado BC, e uma paralela no vértice ´´a``. Se
aplicarmos uma transversal AC e AB é possivel fazer
com paralelas e transversais a prova de que seus ângu-
los dão 180°;

A.
r
β γ
α r s

α + β + γ = 180°

β γ
s
B. .C
Com essa base é possível deduzir os outros. Como no
quadrilátero. Ao se quebrar o quadrilátero em dois triân-
gulos se sabe que em um lado há 180° e no outro 180°.

A. .D

B. .C 2.180°= 360°

O Pentágono é possível quebrar em três triângulos.

E.

A. .D

B. .C
3.180° = 540°

Fórmula: Si= (n-2).180°

/. S [soma] i[interno]
Ex: A soma das medidas dos ângulos internos de um
triângulo é 180°. A soma das medidas dos ângulos inter-
nos de um hexágono é:

Si = (6-2).180° =
Si = 4.180° =
Si = 720°

a) 180° b) 360° c) 540° d) 720° e) 900°

- Soma dos ângulos externos [Polígono]

Dado o triângulo [Polígono com n > 3] ao se fazer um


prolongamento é possível encontrar o seu ângulo exter-
no [que seria o suplemento do ângulo interno].

β -180° .B α + β + γ = 180°

C. γ α α -180°
.A
γ -180°

Logo, Se = 180° - α + 180° - β + 180° - γ =


540° -1(α + β + γ) =
540° - 180° = 360°
/. Independente dos ângulos internos [valores] o a soma
dos seus ângulos externos resultaram em 360°.

Portanto a soma dos polígonos convexos resultará em


360°; para n > 3 [Polígono convexo]

Ex: Se dois ângulos externos de um triângulo medem


80° e 130°, qual o valor do terceiro ângulo externo?
: . 150°

360 - 130 = 230 230 - 80 = 150

a = 80°
b = 130°
c = 150°

- Medidas dos ângulos [Polígono regulares]

. Interno: A soma dos ângulos internos de um polígono


qualquer é: ai = (n-2).180°. Nesse caso se o polígono
é regular logo todos os seus ângulos são congruentes.
E para se encontrar cada ângulo será:

ai = (n-2).180°/n , n > 3
. Externo: A soma dos ângulos externos para qualquer
poligono é igual 360°, e nesse caso em relação ao
polígono regular logo todos os ângulos são congru-
entes; E nesse caso é a mesma que a de cima. Aonde
a soma dos ângulos externos será dividida pela quan-
tidade de ângulos que existem.

ae = 360(n-2).180°/n , n > 3

/Nt. O ângulo interno somado com o ângulo externo


resultara sempre em um ângulo raso.

ai + ae = 180°

Ex: O Polígono regular cujo ângulo interno mede o triplo


do ângulo externo é:

ai = 3.ae (n-2).180°/n = 3 .360°/n (/180°)


n - 2 = 3.2
n = 6+2
n=8

a) Pentágono b) Hexágono c) Octógono d) Decágono e) Dodecágono


- Relações Métricas [Triângulo Equilátero]
A.
30°

R
L

120°
o
R
60°
a 30°

B. 1/2
30°
.C

Ao se inscrever o triângulo em uma circunferência apre-


senta características. Com os vértives A,B,C. O o no
centro. E entre o ´´o`` e o ´´c`` apresenta um raio. Do
´´o`` até o ´´a`` apresenta outro raio. Do ´´a`` até o ´´c``
há um lado. E ao se abaixar a altura irá se passar por
determinados pontos notáveis [encontros de segmentos
(Circuncentro, incentro, baricentro e Ortrocentro )];

/Nt.

a. Apótema. Seria uma distância entre o centro da cir-


cunferência circunscrita e poligono escrito na circun-
ferência.
R. Raio
L. Lado

Seu cálculo será baseado na inscrita do lado triângulo


em função do raio da circunferência; E também inscrev-
er o apótema em função do raio;
. Aplicar o teorema do cosseno.

L^2 = R^2+R^2-2.R.R . Cos 120


L^2 = 2R^2-2R^2(-1/2) R
L
L^2 = 2R^2+R^2
L^2 = 3R^2
L = 3r^2 = r 3 R

outra relação métrica [Apótema]


R
. Aplicar Trigonometria a
Sen 30° = a/R 1/2 = a/R 30°

a = R/2 l/2

- Relação Métrica [Quadrado]

A.
L

R a
°

B. .D
45
o 45°

.C
Ao se inscrever o quadrado na circunferência, se tem...

o ´´o`` no centro com suas vértices ABCD. O lado rep-


resentado por ´´L``, o apóstema representado por ´´a``
e o seu raio representado por ´´R``.

/Nt. Apótema seria a distância entre o centro da circun-


ferência até o polígono [Formando 90°];

A sua relação métrica estaria relacionada com o apóte-


ma em função ao seu raio [da circunferência] e seu
lado [quadrado] esteja em função do raio da circunferên-
cia circunscrita.

/Nt. Com as vértices AoD. Tendo o ângulo reto [90°] e


ao se abaixar sua altura [com segmento para marcar a
apótema que também seria a bissetriz]; Dividindo o ân-
gulo de 90° em 45°;

. Aplicar pitágoras

R
L L^2 = R^2 + R^2
L^2 = 2R^2
L = 2R^2
R
. Aplicar trigonometria

a
Cos 45° = a/r
45°
2/2 = a/r
R 2a = R 2
a = R 2/2

- Relação Métrica [Hexágono]

A.

B. .F
R

a
o
60°

R 60°

C. .E

.D

Da mesma forma que os outros, o ´´o`` seria o centro da


circunferência circunscrita ao hexágono regular. Nesse
caso, com vértices ABCDEF; Aonde o apótema [que se-
ria a menor distância]delimita o raio com o ângulo reto.

A ideia e escrever o lado e o apótema em função do raio.


/Nt. Devido ao polígono ser regular seu ângulos seram
congruentes; E devido a isso 360 °/6 = 60°

R 60°

60°

L
R 60°

Nesse caso, devido ao triângulo apresentar uma con-


clusão que seu ângulo central era igual a 60 e seu ân-
gulo abixo valia 60°. E para formar 180° será necessário
que o terceiro ângulo seja igual a 60°;

/Nt. E como consequência o Triângulo será equilátero.


aonde L = R;

E apartir disso seu lado equivale ao raio [da circunfe-


rência circunstcrita] concluindo que ao se dividir o hé-
xagono regular em seis partes, seus ´´triângulos`` se-
ram equilátero.

30°

E para seu apótema aplica pitágoras


ou trigonometria.

Sen 60° = a/R 60°

3/2 = a/R [Aplicar a regra de três]

2a = R 3
a = R 3/2
- Polígonos Regulares [Revisão]

Polígonos regulares seriam formas geometricas que


apresentam todos os seus lados congruentes/iguais.
E como consequência seus ângulos [internos] seram
iguais;

Um polígono é formado por: Vértices [pontos], Lados


[ ligação dessas vértices ], Ângulos [internos] e
Perímetro.

E essas forma se preocupa basicamente em encontrar


certas diagonais,resolver certas somas dos ângulos in-
ternos e encontrar aquelas que passam pelo centro.

/Nt. O número de diagonais é correspondente a vértices.


n-3 .

/Nt. Para se encontrar o número de diágonais de um


Polígono é necessário: d = n.(n-3)/2
* n-3 [seria o número de diagonais por vértice]
* n [Seria o número de vértices]
* A divisão por dois estaria relacionada a certas diag-
onais que foram contadas duas vezes.

/Nt. O centro do Polígono estaria relacionada a:

* Se o número de lados forem par será : n/2


* Se o número de lados forem ímpar será : 0

/Nt. Em relação aos ângulos internos do Polígono, seu


cálculo será baseado em: Si = (n-2).180°

Aonde a soma dos ângulos internos será igual ao núme-


ro dos ângulos apresentado no polígono subtraido por
dois,multiplicado por 180°.

Outras informações...

135° 135°

135° 135°

135° 135°

135° 135°
/Nt. Em relação para encontrar o resultado de cada ân-
gulo é necessário somar tudo e dividir pela quantidade
de ângulos apresentados no Polígono.
Ai = Si/n = (n-2).180°/n

Ex: Ai = 6.180°/8 = 135°

/Nt. Em relação ao ângulos externos [ao se prolongar


aos lados] a fórmula se dará pelo: Se = 360°

Lembrando que a fórma é regular [ou seja: Todos os


seus ângulos são iguais];

/Nt. Em relação para encontrar o resulta de cada ân-


gulo é necessário somar tudo e dividir pela quantidade
de ângulos apresentados no polígono.
Ae = Se/n = 360°/n

Ex: Ae = 360°/8 = 45°

/Nt. Apartir do ângulo externo é possível encontrar o


ângulo interno. Ai+Ae = 180°
Apótema em relação ao Polígono Regular

L
R L

R
a

Dado o triângulo equilátero circunscrito na circunferên-


cia. Seu apótema esteria relacionado a distância que
sai do centro da figura e vai ao ponto médio de um dos
lados, formando um ângulo reto.

Sua altura será ralacionada com o segmento [relacio-


nado a hipotenusa] da vertical.

Aonde a seu altura será relacionada ao lado sobre dois;


h = L 3/2. E uma das suas propriedade se baseia
no raio que seria dois terços da altura.

Logo seu apótema será a metade do raio da circun-


ferência. a = R/2

R = R/3 . h
R = 2/3 . L 3/2
3R = L 3
L = 3R/ 3 . 3/ 3
L=R 3
Quadrado em relação ao Polígono Regular

L L
R
a

Dado o quadrado inscrito em uma circunferência, aonde


sua diagonal é representada por d = L 2.

E devido há isso seu quanto será o seu apótema e o seu


lado em relação ao Raio; Logo:

d=R 2R = L 2
a 2=R 2/ 2 2R/ 2 = L
a = R/ 2 . 2/ 2 L=R 2
a = R 2/2

Héxagono em relação ao Polígono Regular


L

L
L

R=L R=L

a L
L

L
Dado Héxagono inscrito na circunferência, aonde o héx-
agono apresenta na sua divisão triângulos equilátero e
devido a isso o seu raio será equivalente ao lado. E seu
apótema faz o papel de altura.

L=R

a=h
a = R 3/2

. Círculo e Circunferência

A Circunferência seria um conjunto de pontos co-


planares equedistantes a um ponto fixo. Ou seja, em
um determinado plano a circunferência seria o resultado
da distância [chamada raio] de um centro para o conjun-
to de certos pontos [comprimento de um arco] de uma
certa distância;

O Círculo seria a união da circunferência [contorno] com


seus pontos internos. Delimitando um espaço em uma
determinada área;

Logo o espaço, apresenta um certo comprimento que


seria a circunferência e o círculo que seria os pontos
internos.
C. r

o
- Elementos .D

Apresenta... .B
A.
. Cento (o)
. Arco [segmento curvilínio | três pontos]
. Corda [segmento de reta com extremos em
dois pontos distintos (Ex: AB)]
. Diâmetro [corda que passa pelo centro (ex:CD)]
. Raio(r) [Segmento com extremos em um ponto
da circunferência e no seu centro (ex:OD)]

- Posições relativas [entre pontos e retas]

A circunferência pode apresentar certas posições difer-


entes dependendo da sua reta ou dos seus pontos de
acordo com seu raio;

. Ponto: classificado em pontos internos, externo


e aquele que pertence a circunferência/arco.
λ. .A
B.

d2
r d1

d3

C.

/Nt...

. A pertence a Lambda, pois d1 = r.


. B é externo a Lambda, pois d2 > r
. C é interno a Lambda, pois d3 < r.

. Retas: Classificado da mesma forma dos pontos.

.E
λ.
d3
.C
D. r
.B
d2

d1

.A
/Nt. d1 = r ; ´´s`` é tangente a lambda, só há um ponto
de intersecção [União] entre ´´s`` e lambda (a);

d2 > raio, aonde a reta ´´t`` é externa a lambda; Não


há pontos de intersecção[união] entre ´´t`` e lambda.

d3 < raio, onde ´´u`` é secante a lambda [circunferên-


cia], há dois pontos de intersecção entre ´´u`` e lam-
bda (D e E)

. Comprimento [Circunferência]

No princípio dos experimêntos em relação a uma de-


terminada medida [circunferência], certos matématicos
descobriram que uma determinada razão entre o com-
primento da circunferência, medida sobre duas vezes a
medida de seu raio era equivalente a uma constante.

r
Comprimento/2.raio = constante
C/2r = π

Aonde ao se construir uma circunferência grande e tirar


suas medidas resultaria em determinado valor. E em se-
guida construia uma outra circunferência com medidas
diferente e o resultado era igual ao primeiro experimen-
to.
/. O π é um número real, irracional, que se aproxima do
número racional 3,14.

Logo o seu comprimento será igual duas vezes o raio da


sua medida igual a medida do diâmetro;

C = 2r π = π.d

- Comprimento [arco]

. Aplicar regra de três

360° - 2πR 360.c = 2πRα


α .B α - c c = 2πRα/360
c = πRα/180

A. .c

Dado uma circunferência qual seu arco AB em


relação ao ângulo α;
- Radiano

O Radiano seria uma medida de um arco com


comprimento igual à medida do raio.

A.

.B

Dado uma circunferência com um determinado


raio e pontos A,B [pertencentes a circunferência]
equivale a 2π;

Comp Rad Br = 2πr


r 1 B = 2π
2πr B
. Ângulos [Central, Inscrito]

O ângulo central seria aquele que possui seu vér-


tice [ponto] centrado na circunferência.

O ângulo inscrito seria aquele que possui seu vér-


tice [c] pertencente a circunferência e um de seus
lados é secante à ela;

λ. x = α = 2β
β
λ . circunferência
o . centro de lambda
o
α . ângulo central
α β . ângulo inscrito
AB . arco (´´enxergado`` por α)
.B

A. x.

Em relação ao ´´enxergar``... seria relativo ao seu


ângulo que está posicionado ao lado oposto do arco
[delimitado]. E um pouco mais acima, tem um outro
ângulo enxergando o ângulo que está enxergando
o ângulo. E devido à isso, o comprimento será igual
ao ângulo[alfa] que será igual a duas vezes o outro
ângulo. x = a =2.B
A.
β
.C
β
α
r
o
180°

r
α α + β = 90°
.B

Em relação ao triângulo inscrito na circunferência,


essa forma irá apresentar características. Dado os
lado ABC, ao se ler as vértices ACB, na verdade es-
taria relacionado a leitura de um ângulo inscrito na
circunferência. Logo a vértice ´´c`` seria um ponto
pertencente a circunferência, ´´a`` e ´´b`` seus la-
dos secantes. E o ´´c`` enxergando o arco AB [cor-
respondente ao diâmetro, equivalente a 180°]. E
devido a essa característica seu ângulo central vale
a mesma coisa que o arco. Aonde o AOB [ângulo
raso]; E o ângulo que ´´enxerga`` o que ´´enxerga``
[o beta] equivale a multiplicação de 2 pelo ângulo
central [nesse caso 90°].

E apartir disso, toda vez que o enuciado apresentar


um triângulo inscrito na circunferência em que um
dos seus lados passa pelo diâmentro, é porque o
triângulo é retângulo. E esse lado seria a hipotenu-
sa.
/Nt. A Mediana do triângulo retângulo dividi a forma
em dois triângulos isósceles;

- Quadriátero Inscrito na circunferência

2C
A. .B 2C+2A= 360°

2A

D.
.C

/Nt. É uma consequência dos ângulos inscritos na


circunferência.Resultado pelos ângulos opostos so-
mados resultaram em 180°

^ ^ ^
A+C
^
= B+D = 180°

Dado a figura geométrica o ângulo ´´A`` irá ´´enxer-


gar`` o arco que está entre suas Secantes do ´´D``
até o ´´B``. Logo o arco de seu ´´A`` é o dobro. Em
seguida o ângulo ´´C`` irá da mesma forma ´´enxer-
gar`` o arco que está no limite de sua Secante do
´´D`` até ´´B``. Um mais o outro resultará em uma
volta completa. E tanto o ´´B`` como o ´´D``, será a
mesma coisa.
- Segmentos [Reta Tangênte]
s
A e B : pontos de tangêtes
.A
λ.
r

.P
t .B

Dada a circunferência com os segmentos [s e t]


tangênciais a circunferência, a partir do ponto de
intersecção. Aonde a ligação dos seus raios é per-
pendicular as retas;

Os angulos AOP e OBP são congruentes. E seu


caso cogruente estaria relacionada ao seu lado e
sua hipotenusa.

/Nt. AOP = BOP [ caso. lado e hipotenusa ] ~ AP = BP

Logo os segmentos das retas [tangênte] serão con-


gruente.Tendo a mesma medida.
- Quadrilátero [Circunscrito na circunferência]

.A
a. .a

M. .Q
b.
d.
B.
b.

N.
λ. .D
c.
d.

C. c.
P.

Dado a figura [circunscrito na circuferência], com


seus lados ABCD de centro ´´o``. Seus pontos de
tangencia estariam relacionados com MNQ.

/Nt. Está relacionada com os segmentos de tangen-


cia;

O segmento AM estaria relacionado pela medida


com o segmento AQ. Como da mesma forma o BM
e BN. E assim por diante.

AM = AQ = a
BM = BN = b
CN = CP = c
DP = DQ = d

* São consequências do segmento de tangencia.


/Nt.
Circunferência Lambda de centro ´´o``
Quadriláteros: ABCD
Pontos de Tangência: M,N,P,Q

E a partir disso a lógica para o seu desenvolvimen-


tos seria,a soma dos lados opostos, que resultará
na soma dos outros lados opostos. Aonde o seg-
mento AB seria o (a+b); o CD seria o (c+d) e assim
por diante.

AB+CD = BC+AD

Ex: Qual o perímetro do quadrilátero ABCD ?

A. 10
.C 4+x+8 = 12x+10
12+x = 2x+10
4 12-10 = 2x-x
x+8 2=x
B.
2x .D /Perímetro = 4+10+2+8+2.2 =
14+10+4 = 28
- Posições relativas de duas circunferência

Classificadas em:

I. Exteriores entre si.

λ2
λ1

r1 r2
C1 d. C2

A circunferência será exteriores entre si, dependen-


do de sua distância; d > r1+r2

II. Uma interior a outra.


λ1

λ2

C2 d.
r2 C1 r1

A circunferência será interior quando houver a dif-


erença entre o raio1 e o raio 2; d < r1 - r2
III. Secantes

λ1
r1 r2

C1 C2
d.

λ2

A secante apresentará dois lados somados serão


maiores do que sobrou. r1 - r2 < d < r1 + r2

Tangêntes

A tangênte [apresenta um único ponto de interce-


cção] pode ser classificada em dois casos: Externa-
mente e Internamente.
λ1

λ2
C1
R2
C2

d. R1

O interno se relacionaria por dentro. A sua distância


será igual a soma dos seus raios. Aonde o ponto
de um até seu intercecção é um raio. E o ponto de
outro até sua intercecção é outro. d = r1+r2
λ1

C1

r1

d.
r2 λ2

C2

O externo se relacionaria por fora. A sua distância


será igual a redução dos seus raios. d = r1 - r2

- Potência de Pontos

A circunferência apresenta pontos específicos, seg-


mentos importantes...
/Nt - A corda seria um segmento da circunferência
que apresenta pontos na sua extremidade. O diâ-
mentro seria a maior corda da circunferência [que
passa pelo centro]. Quando uma reta corta a circun-
ferência em dois pontos, é chamada de Secante. E
quando o segmento corta a circunferência em um
único ponto, é chamado de Tagênte.

I.
A. .D

C.

.B
A circunferência pode apresentar na sua figura duas
retas que se cruzam; E através disso pode apresen-
tar uma propriedade.Quando duas cordas se inter-
ceptão o produto [das partes] é igual ao produto das
outras duas partes; Aonde: PA.PB = PC.PD

II. A.

.B
.P
.D
C.
A circunferência pode apresentar duas Secantes.
originadas no ponto ´´P``. E sua propriedade diz
que, o produto do total [ou seja da secante pela par-
te externa] é igual ao produto do total pela parte
externa. Aonde: PA.PB = PC.PD

III.
.T

.P
.D
C.

A circunferência também pode apresentar uma


tagêntes originada no ponto ´´P`` da mesma forma
que uma Secante. E sua propriedade seria que ao
se multiplicar a parte externa pelo total teria a parte
externa [da secante] pelo total dela; Aonde:
PT^2 = PA.PB

/Nt. O raio seria equivalente a metade do diâmetro;


Círculo [Área e Coroa círcular]

Sua área seria igual a duas vezes o raio ao qua-


drado. A = π.r^2

E sua coroa seria equivalente a diferença de uma


área pra outra.

λ1

λ2
R
r

E para se obter a coroa é necessário procurar sua


diferença.

A1 = π.r^2
A2 = π.r^2
Ac = A1-A2

Ac = π.R^2 - π.r^2 = π (R^2-r^2)


Ac = π.(R-r).(R+r)
Ex: Determine a área de uma coroa círcular delimit-
ada por círculos de raios 10cm e 8cm.

Nt/. Cálcular a área de cada um e depois subtrair.

A1 = π.10^2 = 100π cm^2


A2 = π.8^2 = 64π cm^2
Ac = A1-A2 = 100π - 64π = 36π cm^2

- Área do setor circular e do segmento circular

O Setor circular seria a delimitação marcada apartir


do ângulo da circunferência. E para resolvela uti-
lizar a regra de três;

λ. .A

o α

360° - π.r^2
.B α - As

As = π.r^2. α/360°
/Nt. α em graus
O segmento circular seria semelhante ao setor cir-
cular, com uma diferença em passar uma corda en-
tre a vertical. E excluindo o ´´triângulo`` se tem o
segmento circular.

λ. .A

o α

.B

Logo a sua área será a área do setor menos a área


do triângulo;

Aseg = As - A∆
A∆ = 1/2 . r.r sen α =
r^2.sen α/2
Aseg = r^2/2 (π α/180 - sen α)

/Nt. α em graus
- Círculo e circunferência [Revisão]

A Circunferência seria o contorno da forma geométri-


ca. Enquanto que o círculo seria o espaço preenchi-
do.

/. A círcunferência apresenta um comprimento de


2 π.R E sua área apresenta π.r^2

Essa forma geométrica tem um relação de peso que


serio o Radiano. Seria um comprimento que equi-
vale o Raio [Na trigonometria].

180° = π rad ~ [3,14...]


360° = 2π rad

O ângulo seria igual ao comprimento do arco dividi-


do pelo raio. α = L/r
L
r

α
r

A círcunferência pode apresentar certos ângulos.

. Ângulo Inscrito [localizado na borda]


. Ângulo central [localizado no centro]

α
30°

β
60°

.B

A. 60°

Esses ângulos ´´enxergam`` o mesmo arco. E devi-


do à isso o ângulo inscrito será metade do ângulo
que enxerga. Enquanto que o ângulo central será
exatamente igual ao que enxerga. Aonde:

α = AB/2
β = AB

A circunferência pode apresentar certos polígonos


inscritos na sua forma e segmentos, Como:
. o triângulo A.
α
β

B. β
r r
α .C

180°
Aonde é possivel aplicar a ´´propriedade`` de ´´ enx-
ergar``. Aonde o ângulo da vértice ´´A``, ´´enxerga``
o diâmetro [está dividindo a circunferência em duas
partes iguais] da circunferência. E devido a isso o
ângulo do triângulo enxerga o arco de 180°. E como
consequência seu ângulo será reto;

. o quadrilátero
.C
B.

.D
A.

Que apresenta uma propriedade que diz que seus


ângulo são suplementares [soma 180°].
^ ^ ^ ^
A+C = B+D = 180°
. Tagêntes
.B

.A

.C

Nesse caso a círcunferência irá apresentar uma


propriedade relacionada a tangênte que diz o seg-
mento de um é igual o segmento do outro.
AB = AC

A circunferência pode apresentar certos pontos que


se interceptam em determinada parte da circun-
ferência.

Interno. A.
C.

.D
.B
Seriam cordas que se interceptam no ponto ´´P``.
Aonde sua propriedade corresponde a: O produto
dos segmentos na corda é igual ao outro produto.
PA.PB = PC.PD

/.O o ângulo será a média aritmética dos arcos que


enxerga.

Secante.

B. .A

C. .D

.P
Seria uma reta que corta a circunferência em dois
ponto; Aonde sua propriedade diz que o segmento
da parte interna com o produto do segmento da par-
te externa será igual a outra secante.
PA.PB = PC.PD

/. Apresenta ângulos que será uma diferença.

α = AC - BD/2
Tagênte e Secantes.
A.

.B

.C

Seria outra relação que apresenta uma proprie-


dade, aonde ao se multiplicar a maior reta pela a
menor reta [secante] será igual ao outro segmento
[tangênte]. PA.PB = PC^2

Quadrilátero

Sua propriedade seria que a soma dos lados opos-


tos será igual ao outro lado oposto.
AB+CD = AD+BC
Em relação a áreas [dada por: A = π.r^2], a circun-
ferência apresenta outras classificações como:

- Coroa circular

Apresentada apartir das medidas dos seus raios,


aonde uma área é maior que a outra.

Sua área é dada pela subtração:

A = π.R^2 - π.R^2 ou
A = π.(R^2-r^2)

- Setor circular

α
r
Apresentada apartir de uma parte de um tido.

Sua área é dada por:


A = a/360° . π.R^2

- Segmento circular

r α r

Apresentada apartir da parte limitada por uma bor-


da.Sua área é dada pelo setor circular menos o
triângulo.

A = α/360° . π.R^2 - R^2. Sen α/2 ou


A = R^2/2 . ( α π/180° - sen α ) ou

/Nt. A = a.b. sen α/2

a
α

b
. Geometria Espacial

A geometria espacial seria um campo da Geometria


que estudaos limites de uma determinada extensão.

/. Axioma, seria uma premissa, evidente e indemonstravel.


Provérbio ou máxima.

/. Postulado, seria um termo que apresenta um conceito


sem demonstração.Um princípio do qual se deve partir.
Uma premissa. E nesse caso, uma verdade; Classifaca-
da em: Existência, Determinação...

/.Com a formação de certos objetos [com conceitos ma-


temáticos]se tem idea da máteria. Através do seu espaço.

- Conceito Primitivo

A geometria apresenta certos axiomas que seram


pilares para se entender esse campo. Como, pon-
tos, retas, semirretas...e etc;

Ponto: É um conceito primitivo que seria fácil de iden-


tificar mais não de conceituar. Logo o ponto seria adi-
mensional [ou seja: É aquilo que não tem dimesão];
representado por ´´ . ``.

Reta: Seria aquilo que possui muitos pontos. E parti-


do do pré-suposto de que o ponto não tem dimensão.
Logo, ao se traçar uma reta no ´´ar`` [por exemplo]
é possível nessa reta pegar infinitos pontos; Repre-
sentada por:
r.

Semirreta: Seria uma classificação da reta em que divi-


de a reta em duas partes [semiretas]. Representada
por:

r.

Segmento de Reta: Seria uma classificação da reta que


apresenta dois pontos distitos que seram extremidades
do segmento de reta. Representado por:

d
c

Plano: Seria aquilo que possui infinitos pontos e retas.

Espaço: Seria o conjunto de todos os pontos


I. Existência, seria um dos postulados da geometria
plana que diz, que...

Em uma reta, existem infinitos pontos, assim como


fora dela. Em um plano, existem infinitos pontos, assim
como fora dele.

II. Determinação, seria outro postulado da geometria pla-


na que diz, que...

Dois pontos distintos determinam uma única reta que


passa por eles.

/Nt: Formas. Existem quatro formas de determinar


planos:

- Por três pontos não colineares [ligados]

- Por uma reta e um ponto fora dela


III. Por duas retas concorrentes [retas que se encontram
em um ponto em comum] também determinam um plano.

IV. Por duas retas paralelas distintas. Também de outro


modo determina um plano;

/Nt. O teorema é aquilo que se pode provar de acordo com


os axiomas.

- Posições relativas [entre retas]

As retas apresentam certas nomeclaturas de acordo com


suas quantidades e posições; Coplanares e Não coplana-
res. Sejam duas retas r e s;

.Coplanares - Retas que pertencem ao mesmo plano.


Classificada em concorrentes e paralelas.

concorrentes: Possui um único ponto em comum. Sub-


dividida em: Perpendiculare e Oblíquas.
Perpendicular: Quando formam ângulos retos.

Oblíquas: Quando não forma ângulos retos entre si.

Paralelas: Retas que se prolongam. Classificada em dis-


tinta e coincidentes.

distintas: Não possui ponto em comum.

coincidentes: Possui infinitos pontos em comum


. Reversas: Retas não coplanares. Classificada em orto-
gonais e não ortogonais.

ortogonais: Quando formam ângulos retos entre si.

não ortogonais: Quando não formam ângulos retos entre


si.

/Nt. Os ângulos de duas retas, teram vértice arbitrário


aonde seus lados teram sentidos respectivamente con-
cordantes com os sentidosdas retas.

: . A ideia seria basicamente fazer com que essas retas


arbitrária se encontrem no mesmo sentido.

^ = rs
aOb ^
- Posição relativa [entre planos]

O plano pode possuir certas retas dependendo da sua


posição e quantidade;

. Secantes: Possue uma única reta em comum.

/. Perpendicular: Seria um caso das secantes que ba-


seia-se na existência de uma única reta perpendicular
a um plano.

. Paralelos: Seria um plano que apresenta retas comuns


[?] classificado em distinto e coincidentes.
Distinto: Não possuem pontos comum.

Coincidentes: São iguai [Infinitas retas]. Possuem o mes-


mo plano;
. Teoremas

Se três pontos distintos são, dois a dois secantes [ou


seja: apresenta uma reta de intercecção], segundo três
retas, ou essa retas passam por um mesmo ponto ou
são paralelas duas a duas...

/. Esse teorema na maioria das vezes será aplicada para


as formas do Tretaedo e Prísma de base triângular;

- Posição relativa [entre Reta e Plano]

Dado a reta é possível traçar três casos de posições:

- Paralelas: Reta que apresenta nenhum ponto em comum.


- Secantes: Apresenta um único ponto em comum. Cla-
ssificada em perpendiculares e oblíquas;
. Perpendiculares: Areta forma ângulos retos com quais-
quer retas contidas no plano.
. Oblíquas: Secante não perperndicular [não formando
ângulos retos]
- Contidas: Infinitos pontos em comum [se a reta estiver
contida no plano].
- Projeção ortogonal sobre o plano

/Nt. Essa projeção estaria relacionada a sombra; Englo-


bando o ponto, a figura, a reta [Perpendicular e Não Per-
pendicular] e o segmento [Paralelo e Oblíquo].

- O Ponto

Em relação a essa projeção o ponto seria resultado da


projeção ou reflexo de um outro ponto.

- A Figura
F

Seria a mesma coisa que o ponto. O resultado de uma


projeção no plano, caracterizado pela junção de pontos.
- A Reta [ perpendicular ]

Projetada a reta no plano resulta em um ponto.

- A Reta [ não perpendicular ]

β
r

Projetação da reta resulta outra reta


- Segmento [Paralelo]

A B

A B
α

Estaria relacionado na projeção de um mesmo segmento


[tendo as mesma propriedades de tamanho];

- Segmento [Oblíquo]

B
A
A B
α

Estaria relacionado na projeção de um segmento difer-


ente [nesse caso sendo menor].
- Revisão [Geometria espacial de posição]

Para se entender as diversas posições de certos objetos


no espaço, será necessário entender conceitos básicos
de elementos fundamentais, como o ponto, a reta e o
plano. Conhecidos como: Entes primitivos.

/Nt. E basicamente é impossível definir essas entes;


Logo os postulados de existência seram: Os pontos,
as retas e os planos.

r
A
α

Em uma reta, bem como fora dela, existem infinitos


pontos.
c
A B r
d e

/Nt. A,B E C são colineares [ou seja pertencem a uma


mesma reta].

A B C r
Da mesma maneira em um plano, bem como fora dele,
existem infinitos pontos.
D
B
A E
α

/Nt. São pontos que pertencem a um mesmo plano.


Chamados de coplanares [no mesmo plano].

B
A C
α

Devido a esses conceitos de não precisar de demon-


tração, a geometria espacial de posição, apresenta certas
determinações. Retas e Planos.

Reta: Seria dois pontos distintos determinam uma única


reta.

A B
Plano: Três pontos não colineares [não estão em uma
mesma reta] determinem um único plano.
A.

.B
C.

/Nt. Prestar atenção nos termos sublinhados com


vermelho!

E o plano [Postulado] pode ser determinado e classifi-


cado em três partes:

. Uma reta [´´r``] e um ponto fora determinam um único


plano;
.P

. Duas retas concorrentes [se tocam, que apresentam


um ponto em comum] sdeterminam um único plano.
. Duas retas paralelas distintas determinam um único
plano.

/Nt. As colunas de uma parede. Ou os batentes de uma


porta.

O espaço pode apresentar posições relativas entre retas.


Através de planos [chamados de coplanares] e fora dele
[não coplanares];

Coplanares retas no mesmo plano. Classificadas em:


Concorrentes e Paralelas.

As Concorrentes seriam retas que apresentam um ponto


em comum. Com um plano contendo-as;

E as concorrentes apresentam um caso em particular.


Chamado de retas Perpendiculares. Seriam retas concor-
rentes formando um ângulo reto.

... Mais de modo geral, as retas são oblíquas [diferentes


de 90°];
Já as Paralelas seriam retas que não se misturam. E
poderia ser classificadas em distintas [ diferentes ] e coin-
cidentes [ Um sobre o outro ].

r
s
α

Distintas Coicidentes

Existem casos em que as retas são apresentadas ou es-


tão fora do plano. Chamadas de coplanares ou retas Re-
versas. Logo o plano não consegue contelas.

Na figura acima a reta [r] inves de se unir [com a s] ela


perfura o plano. Logo não se tocam.
A reversa pode apresentar um caso específico. Chamado
de regras ortogonais.
r
s s

Dado no plano as retas ´´r`` e ´´s`` [não se tocam]. Ao se


pegar reta ´´s`` e criar uma projeção [chamada ´´s``] ao se
alinhar com a reta ´´r`` irá criar um ângulo reto;

Ex...

D C
BC e BF: Concorrente e
A perpendiculares
H
BC e EH: Paralelas distintas
G HG e BF: inversas e ortogonais

E F

Posições relativas entre retas e planos; As retas podem


ser classificadas de três maneiras em relação ao plano.
Secante, Paralela e Contida.
Secante: Uma reta que atravessa o plano.

/Nt. A secante pode apresentar um caso específico.


Aonde a reta apresentada no plano forma um ângulo
reto. Chamada de Perpendicular.

Paralela: Uma reta que não apresenta nem um pla-


no em comum.

Contida: Uma reta apresenta dois pontos.


Posições relativas entre planos. Esses planos pod-
eram ser classificados em: Paralelos, Secantes...

. Paralelos: Aonde não apresentam um ponto em


comum. E podem ser subdivididos em distintos e
coincidentes.

Os distintos seriam aqueles planos que são diferentes.

Os coincidentes seriam aqueles planos que são apre-


sentados um em cima do outro.

O plano pode apresentar também secantes.


/Nt. Seria o caso da porta jiratória. E o plano em relação
a Secante pode apresentar um caso partícular. Aonde
o teto forma com a parede um ângulo reto. Chamado
de perpendicular.
E os planos também pode apresentar certas projeções
ortogonais.

Ponto projetado em um plano

Segmento projetado em um plano

Esfera projetada em um plano


. Prisma

P α
P

α β

/. Polígono tipo triângulo.

O Prisma seria um polígno [forma geometrica [apre-


senta medidas] que apresenta várias faces] convexo
contido em um dos plano;

Definição...

Sejam alfa e beta dois planos paralelos e distintos en-


tre si. Seja ´´P`` um polígono convexo contido em alfa e
seja ´´t`` uma reta que intersepta alfa e beta por todos
os pontos de ´´P``, traçam-se retas paralelas a ´´t``. A
reunião de todos os segmentos congruentes a AB é
um sólido chamado Prisma.
Elementos [Prísma]:

. Base: Polígonos convexos congruentes, paralelos


e pertencentes aos planos.

/.Os polígonos apresentam duas bases.

. Faces laterais: Paralelogramos determinados por


dois vértices consecutivos de uma base e seus
correspondentes da outra.

. Arestas laterais: Segmentos de reta com um vér-


tice em uma base e outra no correspondente da
outra.

. Altura: Distância entre os planos das bases.

β
α β
Os prísmas também são classificados em retos
e oblíquos.

Os retos seriam aqueles que apresentam suas ares-


tas laterais perpendiculares [forma um ângulo reto]
aos planos das bases.

Enquanto que os oblíquos apresentam suas arestas


laterais oblíquais [não forma o ângulo reto] aos planos
da base.

/. Prisma regular seria um prisma reto [aresta lateral


formam ângulos retos], cujas bases são polígonos
regulares [ equilátero e equiângulo ]. Suas faces
laterais serão retângulos congruentes.

Logo os polígonos das bases são regulares


Áreas [Prisma]

Classificadas em área da base, da lateral e do total.

A área da base seria a área do polígono convexo


da base. A área da lateral pode ser desenvolvida
de duas formas:Através do retoretângulo e o oblíquo.

* aonde na formação do retoretângulo irá apresentar


a formação de retângulos. E no oblíquo irá ser for-
mado paralelogramos [não apresenta ângulo reto];
Somando suas laterais.

/. Retoretângulo: Soma das áreas dos ´´n`` retângu-


los laterais (n: número de lados do polígono da base)

E sua área total [que serve para ambos] será duas


vezes mais sua área lateral.

AL = 2.Ab+AL

/. Prisma regular de base hexa-


gonal

. Ab: área de um hexágono [re-


gular]

. Al: soma da área de seis retân-


gulos [de acordo com a forma
do polígono]

. At. área de dois hexágonos ma-


is área de seis retângulos
Volume [Prisma]

O volume seria uma unidade de medida correspoden-


dente a região limitada por sua superfície. Como por
exemplo:

- 1dm^3 = 1L
- 1m^3 = 1000L
- 1000cm^3 = 1L
...
O seu volume será a área da base multiplicada
pela altura.

V= Ab.h

- Casos específicos [Prisma]

- Paralelepípedo: Seria um Prisma. Caracterizado


por uma base paralela.Classificado em: Returre-
tângulo e Oblíquo.

Returretângulo: Seria um prisma caracterizado por


uma superfície total resultado da união de seis retân-
gulos.
Oblíquo: Seria outro prisma caracteriazado por uma
área resultada da união de seis paralelogramas.

Fórmulas [Prisma tipo: Returretângulo]:

. Área da base: Será a multiplicação da área


pelo seu lado. Ab = a.b
. Área Lateral: Será formada pelos ´´4 retângulos``.
AL = 2.(b.c+a.c)
. Área Total: Será ambas as bases mais a área
Lateral. At = 2Ab+Al [que seria a mesma coisa
que: At = 2ab+2(bc+ac) = At = 2(ab+bc+ac)]
. Volume: Seu volume será V = Ab.h

/Nt. A diagonal [em relação ao polígono] será a maior


distância entre dois vértices do paralelepípedo.

Diagonal: Aplicar Pitágoras

D
A reta ´´d`` será a hipotenusa do triângulo retângulo.

d^2 = a^+b^2
D^2 = d^2+c^2
D^2 = a^2 + b^2 + c^2

D = a^2+b^2+c^2

- Cubo: Seria um caso particular do Paralelepípido.


Aonde apresenta um paralelepípido retorretângulo, em
que todas as arestas são congruentes entre si.

Fórmula:

. Área da Base: Ab = a.a = Ab = a^2


. Área Lateral: AL = 2.(a.a+a.a) = 2(a^2+a^2) = 2.2a^2
AL = 4a^2
. Área da total: At= 2Ab+AL= 2a^2+4a^2
At = 6^2
. Diagonal da Base: d = a^2+a^2 = 2a^2
d=a 2
. Diagonal: D = a^+a^2+a^2 = 3a^2
D=a 3
- Revisão [Prisma]

O Prisma seria uma figura geométrica que apresenta


na sua estrutura um Plano em cima paralelamente ao
plano de baixo.Considerando um polígono em ambos
os planos. Ligados por seguimentos correspondentes,
formando, assim, um sólido chamado prisma.

Nt/. Construção, caixas e etc.

As características/Elementos
do prisma:
- Vértice
- Faces [Lateral e Bases
(Superior/Inferior)]
- Aresta [Segmentos tanto
da lateral como da base]

A altura em relação ao Prisma. Pode ser dada de duas


formas:

Prisma Oblíquo seria relacionado Prisma Reto seria relacionado aquele


aquele poligono que não forma 90°. poligono que apresenta a aresta lat-
eral formando 90° com a base.
Cálculo para sua Altura e Base.

. Aréa total
Atotal = 2.Abase+Alateral
. Volume
V = Ab.h

/Nt. Fórmula da área do triângulo equilátero.


A∆ = L^2 3/4

Essa forma [Prisma] pode apresentar alguns casos


específicos.E dependendo de sua resolução pode
apresentar certos cáculos para diferentes desenvol-
vimento.

. Retorretângulo caracterizado pela diagonal da face.

- A diagonal da face será dada por:


d = a^2+b^2

c - A diagonal que está no volume/epaço:


D D = a^2+b^2+c^2

- Área total da figura: Atotal =


b d 2.(a.b+a.c+b.c)
b
- Volume da figura: V = Ab.h =
A a.b.c
. Cubo caracterizado pelas aréstas de modo igual;

- A diagonal da face será dada por:


df = a 2
D A
- A diagonal do Cubo: D = a 3

- Área total da figura: 6.Aface = 6.a^2


d
A - Volume da figura: a^3
A

. Cilíndro

É semelhante ao prisma. Um corpo redondo. Apre-


sentando dois planos paralelos e distinto entre si.

Definição
Círculo de centro ´´o`` e raio ´´r``, pertencente ao plano
alfa [paralelo ao plano beta] segmentos congruentes
e paralelos a AB, com extremidades no círculo e no
plano beta. Reunião destes segmentos corpo redondo,
chamado cilíndro circular, ou somente cilindro.
---
---
---
---
---
---
---
Elementos do Cilíndro:

. Base [Círcular]
. Eixo [Ligação dos eixos]
. Geratriz
. Altura

O cilíndro é classificado em: Cilíndro reto e Oblíquo.


--------------

Cilindro circular reto [ou cilindro de revolução]


Ele terá a geratriz perpendicular ao plano da Base.
-
-----
-----

Cilindro circular oblíquo


-----

Ele terá a geratriz oblíqua ao Plano da Base


-----
/Nt. O cílindro apresenta uma Intersecção paralela às
bases. Chamada de Secção Transversal. Uma linha
traçada no meio do cilíndro paralela as bases.

Intersecção

Seção Meridiana

Seria relacionada a um cilíndro especial.

A seção meridiana aplicada ao cilíndro Oblíquo estaria


relacionada a um paralelogramo cortando o cilíndro.
Com base 2r e o lado a geretriz;
A seção meridiana aplicada ao cilíndro Reto estaria rel-
acionada a o paralelograma cortando o cilindro no eixo
delimitando um paralelogramo retangular. Com base
2r e o lado a altura.

/Nt. O cilindro especial seria o cilindro equilátero. Rel-


ativo a um cilindro reto que além de um retângulo é
um quadrado. h = 2.r
Área e Volume [Cilindro]

/Nt. As fórmulas seram demostradas no cilindro circu-


lar reto.

. Área da base: r

Ab = Pi r^2

. Área Lateral:Se basearia em um retângulo; Aonde


ao se cortar o cilindro ao meio e abri-lo encontra
um retângulo. Com base 2π e lado h;
AL = 2πrh

. Área Total: Será duas vezes a área da base mais


sua área lateral.
At = 2Ab + AL = 2πr^2+2πrh = 2πr(r+h)

. Volume: Será a área da base multiplicada pela


altura.V = Ab.h = πr^2h
Revisão [Cilindro]

O cilindro é um corpo redondo que apresenta as suas


figuras de cima iguais.

Sua mediada em relação ao volume seria: A área da


base multiplicada pela altura, que será igual a área em
relação ao círculo multiplicada pela altura.
V = Ab.L = πr^2.h

Sua área total [equivalente a materia] seria duas vez-


es a área da base [circunferência] multiplicada pela
área lateral.
Atotal = 2.Ab +AL
Atotal = 2πr^2+2πr.h
Atotal = 2πr.(r+h)

/Nt. Ao desenrolar o cilindro sua base sera equi-


valente a 2π [comprimento]


. Pirâmide

A pirâmide seria um plano correspondente a uma vér-


tice fora.

Sejam alfa um plano, ´´P`` um polígono pertencente a


alfa e ´´v``um ponto não pertencente a alfa. Traçam-se
todos os seguimentos possíveis de extremidades em
´´V`` e no polígono.

Elementos da Pirâmide

. Vértice [´´V``]: Um ponto fora do plano.


. Base: Polígono [Varia] pertencente ao plano
. Arestas da Base: Seria a própria aresta do Polígono.
. Arestas Laterais: Segmentos com extremidades no
vértice e outra em um das vértices do polígono.
. Altura: Distância do vértice ao plano da base.
Fórmula da Pirâmide:

. Área:
- Base seria a Área da base mais a área do polí-
gono da base.
- Lateral seria a soma das áreas dps triângulos
das faces laterais.
- Área Total: At = Ab+AL

. Volume:
V = 1/3. Ab.h

/. 1/3 vezes a área da base vezes a altura

- Pirâmide Regulares

Apresenta:
- Base: Polígono regular [Equilátero.Equiângulo]
- Arestas Laterais: Congruentes entre si
- Vértice: Sua projeção ortogonal [Projeção que
forma 90° na base] é o centro da pirâmide
- Faces Laterais: Triângulo isósceles [Apresenta
os dois lados iguais] congruentes
- Apótema: Altura da face lateral, relativa à aresta
da base.

Fórmula [Relação Notável]

O apótema da pirâmide[g] será a altura ao quadra-


do [h] adicionado ao apótema da base [m]
g^2=h^2+m^2

Ex [do Apótema]: Pirâmide triângular regular [apre-


senta um triângulo equilátero na sua base] aonde o
´´m`` vale: m = L 3/6 [apótema da base];

G . baricento
h m = 1/3.h
G

m
h = L 3/2

Sua classificação:

- Quadrangular. Apresenta um quadrado na sua base.


Extraindo alguns triângulos.

a
h g h

L/2 L 2/2

- Hexagonal. Apresenta um hexágono na sua base.


Extraindo triângulos.
h
a

g
h

L 3/2
L

- Triangular. Apresenta um triângulo na sua base.


Extraindo também triângulos.

h a
h
g

L 3/6 L 3/3

/. E na classifcação dessas formas que apresen-


tam triângulos.Um deles é chamado de Triângu-
lo Principal. E o outro é chamado de Triângulo
Secundário;

/. O triângulo também apresenta uma relação.


A Face;
a. aresta lateral
g. Altura da face lateral
a
[ou o apótema]
L. Aresta da base
g

h. Altura da face
L/2

/Nt. Para cada tipo de Pirâmide há um tipo de triân-


gulo retângulo. E isso se torna útil pois os problemas
de Pirâmide seram convertidos em problemas de
Pitágoras.

/Nt. Curiosidade: Geralmente o radical não fica no


denominador da fração; E por isso é necessário ra-
cionaliza-lo.

- Casos Específicos [Pirâmide]

. Tetraedro seria uma pirâmide triangular regular,


com quatro faces confgruentes.
/ Respeita todas as fórmulas vistas até o momento.

Cálculo:
At = a^2 3
h = a 6/3
V = a^3 2/12

. Octaedro seria seria uma pirâmide que possui


doze arestas congruentes entre si.

. Seu volume será a soma de ambas pirâmides.


. Sua área total será oito vezes a área do triângulo.
- Revisão [Pirâmide]

O segmento que sai da vértice e vai para base forma


um ângulo reto, traçando sua altura. O segmento que
sai do centro e vai para um dos lados é chamado de
apótema da base. O segmento que sai da vértice para
o lado se chama de apótema lateral. Formando um
triângulo retângulo [Aplicar Pitágoras].

O Apótema lateral[g] é igual o apótema da base[m] ao


quadrado adicionado com a altura^2[h]

g^2 = m^2+h^2 [utilizada para se encontrar a altura]

Sua área total seria a área de todas as faces. Aonde a


área da base somada a área lateral será igual a área
total.
Atotal = Ab+AL

Seu volume seria o espaço interno da pirâmide. Área


da Base multiplicada pela altura sobre três.

V = Ab.h/3

Casos específicos

.Tetraedo Regular: Uma pirâmide que apresenta


quatro faces com triângulos equiláteros.

a
a
H

a
a

Fórmulas:

. Sua altura é dada por: h∆ = L 3/2


. Sua área é dada por: Af = a^2 3/4
. Sua área totall é dada por: a^2 3
. Sua altura regular: H = a 6/3
[Entender o volume do tetraedo]
. Seu volume é dado por: V = a^3 2/12
. Octaedro Regular: Uma pirâmide que apresenta oito
faces regulares. Triângulos equiláteros

. Sua área total [ou seja de todas as faces pre-


sentes na figura] é dada por: 2a^2 3
. Seu volume é dado por: V=a^3 2/3
. Sua altura é dada por = a 2/2

. Cones

Seria um círculo de centro ´´o`` e raio ´´r`` contido no


plano alfa. Ponto ´´v`` não pertencente a alfa.
O cone seria a reunião dos segmentos com extremos
em ´´v`` e outro em um ponto do círculo.

- Elementos [Cone]
V

g
h

o
base

- V. Vértice
- g. Geratriz [Segmentos com extremidades em ´´v``
e um ponto da circunferêcia]
- r. raio da base
- h. Altura do cone [distância do vértice ao plano
da base]

Classificado em Cone reto e Cone Oblíquo.

O cone reto seria aquele que forma o ângulo reto


através da de um segmento que sai do vértice e do
centro de maneira perpendicular.
O cone oblíquo seria aquele que não forma o ângulo
reto aonde o segmento VO não é perpendicular [não
forma um ângulo reto] à base.

- Cone Reto [conhecido também como cone de Revo-


lução] Se chama assim pelo fato de ao se girar um
cateto forma um cone; Apresentando: Raio, Altura e
geratriz;

g^2 = r^2+h^2
g
h

o
r
Uma das propriedades que o cone apresenta seria a
Seção Transveral, que seria uma intersecção paralela
à base, que não contém ´´V``.

Outra propriedade seria a seção meridiana. Um corte


vertical em relação a base [de forma perpendicular].

2r

Aonde sua área será dada por:


A = 2r.h/2 = r.h

/. Cone Reto: Triângulo Isósceles


/Nt. A seção meridiana é um triângulo equilátero.
g = 2r

- Ângulo central [Área e Volume]

Apartir do ângulo central é possível deduzir a fórmu-


lada área lateral do cone.

R
α
r

/Nt. O ângulo central apresenta um raio e a geratriz.

. Aplicar regra de três;

360 - 2πg α = 360r/g


α - 2πr
Sua área lateral seria relativa a área do setor círcular.
Aplicar regra de três;

360 - πr^2 g^2 AL = πrg


360r/g - AL

A área da base seria Ab = πr^2

A área total: At = Ab+AL = πr^2+πrg = πr (r+g)

Volume: V = 1/3.Ab.h = 1/3.πr^2h

. Cones [Revisão]

O Cone seria uma forma geometrica que apresenta


elementos como a, circunferência, altura e geratriz.
Apresentando um triângulo-retângulo;

Aonde: g^2 = r^2+h^2

θ g

h g

πrg

2πr
r
Fórmulas:

Volume do Cone: V = πr^2.h/3

Ao se abrir o cone de um modo plano [ Superficie


lateral ]. Aonde sua área será dada por Pirg e o
comprimento πr^2 e um ângulo.

Área total: Atotal = πr.(r+g)

Ângulo do cone: θ = 2πr/g

Área Lateral: AL = πrg

. Esferas

r
Seria um conjunto de pontos do espaço, cuja distância
ao ponto ´´o`` (fixo) é menor ou igual a ´´r``[raio].

O ´´o`` como sendo o centro da esfera traçado pelo


seu raio.

* As esfera também pode apresentar uma superfície


esférica. ´´Camada que envolve a esfera`` [?].

/. Ao rotacionar seu eixo se tem: A esfera e a super-


fície esférica;

r
r

A Esfera apresenta elementos estruturais:


- O [centro]
- r [raio]
- P1 e P2 [Polos; Pontos de intersecção da superficie
esférica [conjuntos de pontos que envolve a esfera]
com o eixo]; Eixo de rotação
- Equador, circunferência correspondente à seção per-
pendicular ao eixo, pelo centro da esfera. [Linha da
horizontal].
- Paralelo, seria circunferência paralela ao equador,
pertencente à esfera. [Linha horizontal localizado
abaixo da Esfera];
- Meridiano, seria uma circunferência que contém o
plano do eixo. [Linha vertical]

A Esfera apresenta também apresenta dois tipo de


círculos ´´Limitadores``. O círculo máximo e o Hemis-
fério.

H2

Equador

H1
c.máx
O círculo máximo irá dividir a esfera em duas partes;
Chamado de hemisfério [ou semiesfera]

q P

R
o

O círculo máximo irá dividir a esfera em duas partes;


Chamado de hemisfério [ou semiesfera]

/. A esfera apresenta um propriedade que corta ela


com um Plano, chamada de Seção; Que será para-
lela ao círculo máximo que apresentará as relações
[nesse caso]:

o. centro da esfera
o`. centro da seção
P. ponto pertencente ao paralelo

Formando um triângulo retângulo.


R^2 = r^2+d^2

R. raio da esféra
r. raio da seção
d. distância entre paralelos

/.Qualquer corte feito na esfera determina um círculo.


- Área e volume [Esfera]:

Sua área será dada de acordo


com seu raio. A = 4πr^2
r

Seu volume será dado por:


V = 4/3πr^3

/Nt - Pesquisar o Princípio de Cavalierí [matemática];


/Nt - Volume é relativo a terceira dimensão

- Fuso [Esfera]

Seria uma superfície gerada pela rotação de uma


semicircunferência, que gira determinado grau [ou
radianos] em torno do eixo.

α
/Nt. girar a Semicircunferência [contorno] em volta de
um eixo de rotação obtendo uma superfície de meia
lua, sem volume. Apenas área.

Seu cálculo se baseia na Regra de Três.

360 - 4PIr^2
α - Af [área do fuso]

Af = PIr^2 α/90 [em graus]

- Cunha [Esfera]

A cunha seria um sólido gerado pela rotação de um


semicírculo que gira α graus [ou radianos] em torno
do eixo.

/. Pensar no gomo da laranja.

Seu cálculo se baseia em:


. Volume: Aplicar a Regra de Três

360 - 4/3πr^3
α - Vc [volume da cunha]

Vc = πr^3α/270 [α em graus]

. Área total: Equivalente a área do círculo mais a


área do fuso.

At = Ao+Af
At = πr^2+πr^2α/90

- Revisão [Esfera]

É uma forma geométrica caracterizada por super-


fície[casca], raio e círculo máximo; Aonde seu cál-
culo é dado por:

. V = 4π.r^3/3 - Volume
. Atotal = 4π.R^2 - Superfície [casca da esfera]

r
A Esfera também pode conter ou apresentar diver-
sos círculos delimitados pelo círculo máximo.
r

d
R

R^2 = d^2+r^2

E através desse conceito é possível obter uma relação


aonde o círculo menor irá apresentar um raio e distân-
cia entre ambos os centros. Aonde será possível
aplicar o Teorema de Pitágoras.

A Esfera tabém pode apresentar ´´partes``.

Como o fuso... uma ´´meia-lua`` [casca da esfera]


que apresenta um ângulo determinado por 360.
Aonde seu cálculo e dado por:
. Afuso= α/360 . 4π.r^2 - Área do Fuso

E a cunha, que seria o fuso mais o seu interior [Como


o gomo da laranja]. Aonde seu cálculo é dado por:

R . Vcunha = α/360 . 4.π.r^3/3 - Volume


. Acunha = Afuso+Aesfera - Área Total
R

. Troncos

Seria um sólido semelhante. A razão entre medidas


de um segmento qualquer do primeiro sólido e o seg-
mento correspondente [homólogo] do segundo de
forma constante.

Ao se comparar dois sólidos, pode ocorrer duas situ-


ações nesse caso; Se for semelhança pega o seg-
mento do primeiro e compara com o seu correspon-
dente; Fazendo uma razão que será constante.

a b

cubo A cubo B
Suas fórmulas é dada por:

- razão de semelhança (entre segmentos):


a/b = k
- razão de semelhança entre áreas (Ab,AL,At,...):
a^2/b^2 = (a/b)^2 = k^2
- razão de semelhança entre volumes:
a^3/b^3 = (a/b)^3 = k^3

/. A partir da definição do numerador, irá valer para


todos os outros;

- Pirâmide [Tronco]

Dado uma pirâmide ao se remover o topo se tema


bases.Sendo elas paralelas entre si. Com uma al-
tura entre as distâncias das bases. Apresentando
trapézios na face lateral. E seu cálculo é Dado pela
soma da área da base maior com a base menor mais
a sua área lateral.

At = AB+Ab+Al
E se o tronco for de uma Pirâmide regular, suas bas-
es será de um polígono semelhante entre si [Apli-
cando a razão de semelhança]. Suas faces laterais
serão trapézios isósceles congruentes entre si. Suas
Arestas [Laterais] serão congruentes entre si; E seu
apítema será a altura da face lateral.

V = VP - Vp

Seu volume será a Pirâmide maior menos a Pirâmide


menor.

V = h/3 (AB+ AB.Ab+Ab)

- Cone [Tronco]

Dado o Cone com um corte parálelo formando duas


bases;

. base menor
. raio menor
. base maior
. raio maior
Apresentando na sua estrutura base menor, base
maior, apresentando raio [maior [base] e menor [re-
sultado do corte paralelo]; altura [distância entre as
bases];

Fórmula:

. Base maior: AB = π.R^2


. Base menor: Ab = π.r^2
. Área Lateral: Al = AL - Al
/Nt. Será a área lateral [AL] menos a área
retirada[Al] .

. Al: πg.(R [raio da base maior] + r[raio da base


menor])
. Área total: At = AB+Ab+Al
. Volume: V= Vc[cone original] - Vc [cone removido]

V = π.h(R^2+R.r+r^2/3)
- Revisão de Troncos

Ao se cortar [Secção transversal] a figura geometrica


paralela a base se obtem duas figuras semelhantes
e como consequência seus lados correspondentes e
proporcionais também chamados de homóslogos. E
ao se dividir um lado da pirâmide pela sua base re-
sultará em uma constante; Apresentando então três
partes: Pirâmide, Pirâmide menor e Tronco.

Logo... seu cáclulo se baseia:

. Razão de semlehança: h/H= k


. Áreas correspodentes: A1/A2= k^2
. Volume correspondentes: V1/V2= k^3

Vtronco = Vmaior -Vmenor ou


Vtronco = hπ/3.(Ab + AB.Ab +Ab)
O Tronco em relação ao cone, estaria relacionado a
pirâmide. Aonde ao se remover a parte de cima, se
tem o Tronco do cone.

g
h
R

Aonde seu cálculo é dado por:

. Vtronco[cone] = Vcone[maior] - Vcone[menor]


. Vtronco = π.h/3.(2^2+Rr+r^2) [Fórmula]
. Atotal = AB[maior]+Ab[menor]+AL[Lateral]

*AL = π.(R+r).gr

. Poliedros

Para se definir os Poliedros será necessário enten-


der sua Superfície [Poliédrica convexa]; que seria a
reunião de ´´n`` polígonos convexos, tais que:

. n maior ou igual a 4 [para que haja uma superfície


poliedra convexa].
. dois polígonos estão contidos em planos distintos
. cada aresta de um polígono é comum a dois (e so-
mente dois) polígonos [Casca].
. O plano de cada polígono deixa todos os outros em
um só dos semiespaços determinados por ele.

Logo o Poliedro convexo seria a Intersecção dos


semiespaços determinados por esses polígonos;
Ao se pegar cada espaço da figura e unir seus
semiespaços formará o Poliedro convexo.
Nt/. Um sólido com casca e massa.

E o Poliedro apresenta características [elementos]


como:

- Faces: Pólígonos representando cada lado do


objeto
- Arestas: Segmento ou retas do polígono [compon-
do]
- Vértices: Pontos da extremidade do segmentos
- Ângulos faces: Ângulos dos polígonos
E sua nomeclatura seria de acordo o seu número de
faces. Os seus prefixos também indicam sua quanti-
dade.

Faces Nome
04 Tetraedro
05 Pentaedro
06 Hexaedro
07 Heptaedro
08 Octaedro
09 Eneaedro
10 decaedro
12 dodecaedro
20 Icosaedro

Nt!. cuidado com a forma pois pode apresentar a


mesma nomenclatura mais serem diferentes.

Nessas figuras ambos são hexágonos mais com bas-


es diferentes.Enquanto um apresenta um equilátero
o outro apresenta um pentágono.
- Relação de Euler

Aplicada em todo poliedro convexo. Também chama-


do de Poliedro Euleriano; Aonde a relação se baseia
no número de vértices adicionado ao número de fac-
es que irá resultar no número de ARESTAS adiciona-
do a 2.

V+F= A+2

Uma atenção em relação as arestas no caso ocultas


em relação ao enuciado. As Arestas seram igual a
Faces multiplicados por ´´n`` lados dividida por 2.

Ao se juntar os lados dos polígonos se formam ape-


nas uma única aresta. Por isso dividir por 2;

A = F. n / 2

- Faces Poliedro [Soma dos Ângulos]

Ao se pegar cada ângulo interno presente entre os


seguimentos das face se terá a fórmula que é dada
apartir:

S = (V-2).360 [em graus]

/Nt. V = Vértice
- Poliedro de Platão

Os poliedros apresentam certos casos especiais.


Classificado em cinco. Cacterizado pela:

- Relação de Euler : V+F= A+2


- Todas as Faces apresenta ´´x`` aréstas,
de uma determinada figura
ex:
A

B C

- Cada vértice seria a extremidade de


´´y`` arestas A

B C

Os poliedros de Platão:

Poliedro x y v F A
Tetraedro 03 03 04 04 06
Hexaedro 04 03 08 06 12
Octaedro 03 04 06 08 12
Dodecaedro 05 03 20 12 30
Icosaedro 03 05 12 20 30
Nt/. Respeitam as características acima;

x. Número de Arestas
y. Número de Faces [em relação Arestas]
v. Número de Vértices

Poliedro Regular

Os poliedros regulares, nesse caso, para serem


classificados como regulares deveram respeitar as
seguintes regras:

- Suas faces são Polígonos regulares [ geometria


plana que estaria relacionado a sua congruência
em relação aos seus ângulos e ângulos. Ou seja:
Equilátero e Equiângulo];

- Seus ângulos são congruentes entre si

E devido a isso se chega a cinco polígonos regu-


lares; Tetraedo; Hexaedro; Octaedro, Dodecaedro e
Icosaedro [São os mesmos de Platão mais...];

/. Todo poliedro regular é de Platão [ respeita suas


definições] mas nem todo poliedro de Platão é
regular.
- Poliedros [Revisão]

O poliedro seria um sólido em três dimensões com


faces poligonais planas, bordas retas e cantos ou
vértices acentuados;

Apresentando: Vértices[Pontos], Face[Paredes],


Árestas [lados,segmentos].

Classificado em dois tipos; Convexos e não con-


vexos. Os convexos. Os convexos seriam aqueles
que contém seguimentos na sua região interna.

E os não convexos não contém esses seguimentos.


E através disso é possível aplicar a relação de Euler;
que seria um calculo que apresenta as relações en-
tre Vértices, aréstas e faces;
/. Aplicado somente em Poliedros do tipo convexos;

V-A+F=2

/. O NOME É DADO PARA O POLIEDRO DE ACOR-


DO COM SUAS FACES!

Outros cálculos para o número de aréstas:

. Face ; A = F.n/2
/. ´´n`` - número de arestas por face

. Vértices ; A = V.m/2
/. ´´m`` - número de aresta por vértices

. Soma de todos os ângulos de um Poliedro ;


S = (V-2).360°
Os poliedros também apresentam aqueles na sua
classificação denominados de Poliedros de Platão.

que seriam aqueles que respeitam certas condições;

. Aplicado a relação de Euler


. Todos as faces tem o mesmo número de arestas
. Todos os vértices [Pontos] tem o mesmo número
de arestas [Segmentos]

E seguido essa regras os poligonos são: Tetraedo,


Hexaedro, Octaedro, Dodecaedro,Igosaedro

E os Poliedros apresentam aqueles classificados


como Regulares;

. As faces são polígonos regulares


. Os ângulos poliedricos são congruentes;
. Simetrias

Noções de simetria

A simetria estaria relacionado a harmonia das cois-


as. Uma das leis presentes na natureza; Relação de
paridade em respeito a altura, largura e comprimen-
to das partes necessárias para compor um todo. At-
ravés de um Eixo;

EIXO DE SIMETRIA

A linha do meio representa o Eixo de semetria.Os


pontos da linha horizontal é equivalente a distância
do eixo simétrico. Eixo na Vertical;

/. Apresenta ângulos retos.

EIXO DE SIMETRIA
Outro caso seria o eixo de semetria localizado na
horizontal;

Outro caso seria o eixo de semetria Oblíquo.

/. Toda vez que a situação apresentar distância rela-


cionar com altura que por sua vez terá um ângulo
envolvido.

Em relação ao plano cartesiano a simetria se com-


portaria de acordo com as suas coordenadas;
y.

A´(-4,3) A (4,3)

x.

A´´ (4,-3)
A distância no Plano a cima estaria relacionada aos
seus eixos.

´´x``: P(2,1) => P´ (2,-1)


Q(-3,-5) => Q´(-3,5)

/. Dado o ponto semétrico em relação ao eixo ´´x``


mudará de acordo com a sua equivalência. E assim
por diante;

´´y`` : P(2,1) => P´´(-2,1)


Q(-3,-5) Q´´(3,5)

- Simetrias de figuras

A se obter uma figura é necessário em relação a si-


metria para o seu desenvolvimento imaginar um es-
pelho. Refletindo sua imagem.

Aplicado de acordo com os pontos correspondentes


refletidos a uma certa distância em relação ao eixo
de simentria.

EIXO DE SIMETRIA
- Reflexão

A distância do objeto real para o plano [ do eixo


nesse caso um espelho ] da imagem que está do
outro lado é a mesma. Formando sempre 90°;

- Simetria de um ponto em relação à outro;

Dado o ponto A,B e O. A ideia é encontar seu simétri-


co. Aonde o simétrico será uma linha formando como
consequência um ponto médio;

A B´

B

Simetria em relação ao plano cartesiano:

A(4,3)

B´(-1,2)

B´(1,-2)

A(-4,-3)

/.A distância do ´´A`` para o ´´O`` seria o ´´Alinha``;


Nt/. Os sinais trocam; Refletindo as coordenadas.

- Simetria em relação a figura e ao ponto


A B

D C
O
C` D`

B` A`

Dado a figura. Qual é o seu simétrico em relação ao


ponto ? Seria aquele correspondente a cada ponto;
- Simetria de figura [Um corpo em relação a reta e
ao ponto]

. Reta

/Nt. A distância para cada ponto em relação ao eixo é


o mesmo em relação a sua imagem. Formando sem-
pre [distância] um ângulo reto.

. Ponto
- Simetria em relação ao Plano cartesiano

4
3

2
-1 -2 -3 -4 1
-1 1 2 3 4 x.
-2

-3

-4

/. Sempre centralize as medidas. Aqui, isso é lei!

Dado o retângulo em relação ao ponto de origem no


plano cartesiano. Apresenta a simetria da linha ao
ponto.

Em relação as suas coordenadas...

P(x,y) => P´ (-x,-y)


A(1,4) A´ (-1,-4)
B(4,4) B´ (-4,-4)
C(4,2) C´ (-4,-2)
D(1,2) D´ (-1,-2)

/.Para se encontrar a simetria da figura em um deter-


minado ponto. Olhar para o vértice da forma.
- Revisão [Simetria]

A simetria estaria relacionada com o Eixo que reflete


uma forma ou figura de acordo com as coordenadas
de seus pontos. Aonde a distância é a base [para se
entender essa ideia]. Logo a medida de comprimento
ou centímetro por exemplo é importante.

Lembrando bastante, a ideia de espelho.

/Nt. Reta, Ponto, Figura e Plano.


/Nt. As coordenadas mudam um sinal

. Geometria Analítica

A Geometria Analítica estabelece conexões entre dois


campos da matemática. A geometria e a álgebra, de
modo que os conceitos da geometria são analisados
por meio de processos algébricos.

Ou seja: Traça um desenho de um determinado ele-


mento e expressa em termos álgébricos [fragmentos
através de números];
. Conceitos Básicos

- Eixo

Seria um segmento ou reta que possui uma origem


[valor 0] com coordenadas; Orientada em um sentido
arbitrário.
xA

xC x1-x2

-5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5

E tudo que estiver em sentido posterior ao ponto de


origem [que nesse caso é o 0] será atribuido os va-
lores positivos; E tudo que estiver em sentido anteri-
or será atribuido os valores negativos.

Nomenclatura [elementos importantes do eixo]:


- Origem do eixo [0]
- coordenada [Pontos]

Distância [entre dois pontos]

Entre a origem e o ponto de coordenada.


/Nt. Exemplo na representação

Nesse caso a distância seria definida como o módulo


entre dois pontos. Coordenada entre um dos ponto
menos a coordenada do outro ponto.
d = | x2 -x1 |

Exemplo:

A (-3) A C 0 B
B (3) -5 -3 3
C (-3)

dAB = | xA-xB | = |-5-3| = 8


dAC = | xA-xC | = |-5-(-3) = |-2|= 2
dBC = | xB-xC | = | 3-(-3)| = |6| = 6
dBA = | xB-xA | = | 3-(-5)| = |8| = 8

Ponto médio

Dado o eixo com suas coordenadas. O ponto médio


seria o ponto que fica entre dois pontos.

0 A M B
-2 2
2 3 4
4
4 2

/Nt Representado por ´´M``.

Seria basicamente a metade dos pontos originais de


um todo; Como no exemplo acima: 4+2=6 => 6/2 =
3 Pegando o tamanho de ambos os seguimento e
dividi no meio.

X1+X2 / 2
/Nt Representado por ´´M``.

Seria basicamente a metade dos pontos originais de


um todo; Como no exemplo acima: 4+2=6 => 6/2 =
3 Pegando o tamanho de ambos os seguimento e
dividi no meio.
5 5
X1+X2 / 2
-2 0 3 8

Exemplo:

A(2) A e B: Xm = X1+X2/2 = 2+8/2= 10/2 = 5


B(8) A e C: Xm = X1+X2/2 = 2+(-2)/2 = 0/2= 0
C (-2) B e C: Xm = X1+X2/2 = 8+(-2)/2 = 6/2 = 3

- Plano Cartesiano

Seria dois eixos ordenados formando um plano; Se


cruzando na sua origem. Aonde suas coordenadas x
e y [sempre nessa ordem] seriam representadas por:
Abscissa [x] e Ordenada [y];
y [ordenadas]

Q.II Q.I

o x [abscissas]

Q.III Q.IV

Aonde o x é correspondente ao y construindo uma


coordenada. O plano Cartesiano é classificado em: I.
Quadrante, II. Quadrante, III Quadrante e IV Quarto
Quadrante. Sempre no sentido ante-horário;

Exemplo:
A (3,5) 5
B (-2,4) 4
3
C (-4,-3) 2
D (2,-3) 1
E (5,0) 0
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
F (0,3)
-1
-2
-3
-4
-5

/Ligue os pontos no Plano;


A Plano Cartesiano pode apresentar Bissetrizes nos
quadrantes; Que seriam pontos que apresentam um
comportamento com características importantes;co-
mo 3,3.-3,-3.5,5... e etc.

Aonde os pontos que apresentam as mesma coorde-


nadas em x e y. Apresentam uma simetria ou reflexo.

/Nt.
Bissetrizes dos quadrantes ímpares: (k,k)
Bissetrizes dos quadrantes pares: (k,-k);(-k,k)
- Ponto médio de um segmento

Dado dois pontos no plano cartesiano [A e B] com


coordenadas Xa, Ya e Xb, Yb. Qual será o ponto
médio dessa coordenadas ?

y.
A (Xa,Ya)
y3
B (Xb,Yb)

y2

y1

x1 x2 x3 .x

Através do teorema de Tales é possível atravé dos


segmentos traçar paralelas aonde um tamanho es-
tará para outro. Ao qual se encontrar o ponto médio
entre um e outro [Aplicar media aritmética].

/Nt. Explica as linhas que marca as coordenadas no


plano cartesiano;

media aritmética [Fórmula para encontrar o ponto


médio]:

Xm = Xa+Xb/2 Ym = Ya+Yb/2
- Baricentro de um triângulo

y3

y2

y1

X1 Xm Xg Xm X2

Dado três vértices não colineares [na mesma reta]


no Plano cartesiano que seja possível contruir uma
forma geométrica. Seu cálculo irá se basea através
do Baticentro [que seria intersecção[União] das me-
dianas [Segmentos] do triângulo] Através das coor-
denadas e do Teorema de Tales;

Xg - Xa = 2.(Xm-Xg) => Xg - Xa = 2.Xm - 2.Xm


Xg + 2Xa = Xa + 2 Xm => 3Xg = Xa + 2Xm
Xm = Xb+Xc/2
3Xg = Xa+2 (Xb+Xc/2) = Xa+Xb+Xc =
Xg = Xa+Xb+Xc/3

Yg = Ya+Yb+Yc/3
. Estudo das Retas

- Condição de alinhamento [Três Pontos]

Dado dois pontos [quaisquer] no plano cartesiano é


possível através do determinante [formados atravé
das coordenadas] encontrar o terceiro ponto. Através
da Determinante de uma matriz;

/Nt. O alinhamento seria uma reta que passa de ma-


neira simultânea pelos pontos.

y3 C

y2 B

y1 A

X1 X2 X3

desenvolvimento... Determinante [Matriz]

D= Xc Yc 1 Xc Yc = 0
Xb Yb 1 Xb Yb
Xa Ya 1 Xa Ya

D = Xc.Yb+Yc.Xa+Xb.Ya-Yb.Xa-Xc.Ya-Yc.Xb = 0
Coordenadas do primeiro ponto na primeira coluna
do Determinante. As coordenadas da segunda na
segunda coluna do determinante e assim por diante
[Utilizar a Regra dos sarros]. Se o determinante re-
sultar em zero, os pontos estarão alinhados. Se re-
sultar em outro valor, não.

/. Em suma as retas pode apresentar uma proprie-


dade através do determinante que pode se dizer na
forma algébrica se os pontos estão alinhados.

Exemplo:

A(1,1)
B(0,-2)
C(-2,-8)
D(2,0)

A,B e C estão alinhados?

D= 1 1 1 1 1 =
0 -2 1 0 -2
2 -8 1 -2 -8

D = -2-2-4+8 = 0
- Coeficiente angular de uma reta

A reta pode apresentar no plano cartesiano certas


Inclinações [traçando um ângulo].

y
y m>0
r

α x
x

α = 0° -> m = 0 0 < α < 90° -> Agudo

y
Não
m<0
Existe
m
α
α
x

90° < α < 180° -> Obituso α = 90°

Devido há isso o coeficiente ângular seria a tangênte


[segmento] do ângulo [nesse caso alfa];

m = Tg α

/Nt. Se alfa é igual a 90, a reta não tem coeficiente


ângular [m].
Nt. As retas paralelas apresentam o mesmo coefi-
ciênte ângular;
y

α α
x

O cálculo em relção ao coeficiente regular entre dois


pontos quaisquer.

yb

yb - ya

ya α
xb - xa
α
x
Xa Xb

m = Tg α = CO/CA = Yb-Ya/Xb-Xa
mAB = Yb-Ya/Xb-Xa

- Equação de uma reta

Ao se ter noção do conceito do coeficiente de uma


reta é possível apartir dai definir uma equação apartir
da reta [no plano cartesiano]. Através de dois méto-
dos.
- Ângulo e Ponto [Se defini uma reta] caracterizada
por coeficiente ângular.
y

α
x

- Ponto e Ponto [Outra forma de definir uma reta]

Logo a equação se baseia na reta em que passa de-


terminadas coordenadas tendo em mente o Ponto ou
o Ângulo.

y
y - y0

y0 α
x - x0
α
x
X0 X
Fórmula:

m = y-y0/(x-x0) => m (x-x0) = y-y

y-y = m.(x-x0)

/Nt. Quando há reta for vertical não será possível uti-


lizar a Fórmula que busca a equação da reta [y-y0 =
m.(x-x0)]. Pois o ´´m`` não existe.

Mais quando a reta apresentar essa característica


específica ... sua equação será x = x0

x = x0
y0

x
x0

- Equação [Reduzida da reta]

Seria um formato da equação reduzida da reta; Aonde


comprime a equação. Isolando a variável.

y = mx+n

* m - Coeficiente ângular da reta [Inclinação]


* n - Coeficiente Linear da reta [Lugar aonde a
função corta]
y

/Nt.
Se a reta for vertical sua equação será x = x0.
[Não existe equação reduzida];

Exemplo:

I. m = 1/3 A(0,4)

y - y0 = m(x-x0)
y - 4 = 1/3.(x-0) =>
y = 1/3 x + 4

x
II. A(1,-1) m = y2-y1/x2-x1 =>
B(-1,5) m = 5-(-1)/-1-1 = 6/-2 = -3

y - y0 = m.(x - x0) =>


y -(-1) = -3x+3 =>
y = -3x +2

III.
y

α= 150°
x

m = Tg150° = - 3/3
y = mx+n

y = - 3/3.x+3
- Equação geral da reta

Seria um formato da equação que apresenta os ter-


mos do lado esquerdo da equação;

a.x+b.y+c = 0

/. Apresenta infinitas equações na forma geral [ na


mesma reta];

Ex:

A (1,-1) m = y2 - y1/ x2 - x1 =
B (-2,5) 5-(-1)/-2-1 = 5+1/-3
m = 6/-3 = -2

y - y0 = m.(x - x0) =>


y -(-1) = (-2).(x-1) =>
y + 1 = -2x+2 =>
y = -2x+2-1 =>

y = -2x+1

2x + y - 1 = 0
4x + 2y - 2 = 0
2/3x + 1/3y - 1/3 = 0
- Equação [Segmentária da Reta]

Seria um formato da equação que apresenta a reta o


eixo y e x em um determinado ponto formando:
y

N(0,n)

x
P(p,0)

Aplicando a equação de reta atráves do conceito da


determinante de uma matriz;

Dado dos pontos... o determinante será:

D= 0 n 1 0 n = 0 =>
P 01 P 0
x y 1 x y

0 + nx + py - 0 - 0 - np = 0 [equação geral] =>


nx + py - np = 0 =>
nx + py = np [dividir ambos os lados pelo mesmo valor]
nx/np + py/np = np/np =>

x/p + y/n = 1 [Equação segmentária da reta]

/. Aonde um está dividido por outro resultando


em um.
Ex: y
6
x

-2

x/6 + y/(-2) = 1

2x + 4y - 8 = 0

Passar para a forma segmentária

2x+4y = 8 => [multiplicar por 8 para cancelar e transformar...]


2x/8 + 4y/8 = 8/8 =>
x/4 + 4/2 = 1

- Equação [paramétrica da reta]

Seria um formato da equação que não apresenta


uma relação direta entre as variáveis;

x = f(k)
y = g(k)

Ex:
x = 5.k => x/5
y = 10. k

y = 10.x/5-2=> y= 2x-x [Forma reduzida]


- Retas [ Paralelas ou Concorrentes ]

As retas apresentam posições relativas em determi-


nado plano. Classificadas em Paralelas [possuindo o
mesmo coeficiente ângular. Representado por: r || s
<=> mr = ms] e Concorrentes [Não possui o mesmo
coeficiente ângular, se cruza em algum ponto. Rep-
resentada por: r x s <=> mr x ms].

/. Os coeficientes [encontrados através da *equação


reduzida]facilitam a análise e compreensão das
posições entre as retas.

* y = m.x+n

/. m [o ângulo que possui uma tangênte que seria o


coeficiente angular] As retas possui o mesmo coefi-
ciente angular;
y

α α
x

/. n [o linear indica se a reta será distinta ou coinci-


dente. A coordenada]
y

α α
x

As Paralelas são subdivididas em distintas [nr difer-


ente ns] ou coincidentes [nr = ns];

As concorrentes são subdividida em Perpendiculares


[se cruzam com 90°] ou não perpendiculares [se cru-
zam com ângulo diferente];

/Nt. As retas na horizontal e na vertical. Podem ser


analisadas entendendo suas posições e equações;
Ex:

(r) 2x-y+3 = 0 => 2x+3 = y ou y = 2x+3


A(2,-2)
s//r

ms = mr y - y0 = m . ( x - xo )
ms = 2

y - (-2) = 2.(x-2) => r

y + 2 = 2x - 4 =>
y = 2x - 4 - 2 => s
y = 2x - 6 (reta s)

- Retas Perpendiculares

Seria um caso específico aonde as retas se cruzam


apresentado um ângulo reto formado entre elas.
- Retas Perpendiculares

Seria um caso específico aonde as retas se cruzam


apresentado um ângulo reto formado entre elas.

Existem um teorema que se baseia no produto dos


coeficientes ângulares resultando em menos um;
Extraido da propriedade das retas perpendiculares;
Apresentando coeficientes distintos;

r s <=> mr.ms = -1

/.Nt
colocar na forma reduzida
encontrar o coeficiente ângular
produto dos coeficientes angulare

Ex:
(r) 2x-y+1=0 => 2x+1 = y => y = 2x+1
(s) x+2y+4 = 0 => 2y = -x-4 => y = -x/2-4/2

mr.ms = 2.(-1/2) => y= (-1/2).x-2


mr.ms = -2/2 = -1

/.Exceção

Reta horizontal ( y=k )


Reta vertical ( x=p )

/. Geralmente o conceito de mediatriz é complexo


na geometria.
- Retas [Revisão]

y
A

x
C

As retas no plano cartesiano apresenta coordenadas


que através disso é possível estabelecer expressões;

No caso de se encontrar três pontos [colineares, ou


seja: na mesma reta]; É necessário aplicar o deter-
minante para se encontrar seu alinhamento [colin-
eares] caso for zero. Se não resultar em zero, não
será colinear;

A, B e C são colineares <=> xa ya 1 = 0


xb yb 1
xc yc 1

As retas também podem apresentar certos ângu-


los de acordo com os seus coeficientes que seria a
tagênte dessa inclinação.
Aonde no plano cartesiano as retas formam um ân-
gulo com o eixo ´´x`` no sentido anti-horário. Nesse
caso a inclinação;Apresentando ângulos agudo
[menor 90°], obtusos [maior que 90°], reto [com reta
paralela] equivalente a 0; E reto [com reta perpendic-
ular] equivalente a 90°;

y y

α
α
x x

y α=0 y α = 90 °

x x

/Nt. A inclinação é diferente do coeficiente angular.

Logo o coeficiente angular = mr = Tg α


* mr seria o coeficiente angular [caso não dado]; Ex-
traido do triângulo ligado entre dois pontos [distintos].
Pois ao se aplicar essa lógica o ângulo da tagênte
será a mesma que o ângulo do triângulo-retângulo
[Apicar CO/CA];

yb

yb - ya

α
ya xb - xa

α
x
Xa Xb

Fórmula coeficiente angular:

Mr = Yb - Ya / Xb - Xa = ∆y/∆x

/Nt. Também é possível encotrar o coeficiente angu-


la através da Tagênte do ângulo; Ou atavés de dois
pontos;

Suas retas apresentam equações que determinam


seu comportamento. Através: Do ponto e o coefici-
ente ângular ou através de dois pontos. Em seguida
aplicar a fórmula...
y - y0 = mr.( x - x0 )

/Nt. Sua nomenclatura: Equação fundamental da


Reta

y0 [Ponto]
mr [Coeficiente angular]
x0 [Ponto]

/Nt - Sua equação determina todos os pontos pre-


sente na reta de acordo com suas coordenadas;

/. Ao se passar todos os membros para um só lado


da equação recebe o nome de equação geral;
ax+by+c = 0

- Equação geral da reta

Seria toda a expressão escrita apenas em um mem-


bro da igualdade. Extraida da determinante respeit-
ando a condição de alinhamento. ax+by+c=0

Ex: 2 6 1 2 6 = 0
5 3 1 5 3
x y 1 x y

6+6x+5y-3x-2y-30 = 0
3x+3y-24 = 0 [dividi tudo por 3]
x+y-8 = 0
- Equação reduzida da reta

A equação reduzida seria o isolamento do ´´y``;

y = mx + n

* m - coeficiente angular [tangênte da inclinação]


* n - coeficiente linear [Interseção da reta com o
eixo ´´y``]

Se o ´´m`` for positivo a reta será crescente.


Se o ´´m`` for negativo a reta será decrescente.

/. Logo o ´´m`` dará a declinação da reta.


- Equação segmentária da reta

p x

Seria a reta que intercede no plano, o eixo


´´x`` e ´´y``.

x/p + y/q = 1

/Nt. Aplicar MMC


/Nt. É possivel encontra a equação geral se respeitar
a condição [Intercecção entre dois pontos]

- Equação Paramétrica

Seria um parâmentro, aonde a variável será uma ex-


pressão que depende de uma função em determina-
do parâmetro.

x = f(t)
y = g(t)

/. Apresentando dois valores distintos;


- Isolar o ´´t``;

Ex:
x = t - 1 => x+1
y = 3t - 2 => y+2/3

t=t

x+1 = y+2/3
3x+3 = y+2

3x-y+1 = 0

- Posições relativas de 2 retas

O plano cartesiano apresenta uma propriedade


aonde suas retas apresenta duas retas. Classifica-
das em: Paralelase e Concorrentes [se tocam em um
único ponto].

Paralelas: Classificadas em: I - Coincidentes [uma


em cima da outra] e II - Distintas [Diferentes];

I. II. r s
y y mr = ms
nr = ns
r=s distinta
mr = ms
nr = ns
coicidente

x x
suas retas corficientes algular e regular:
(r) y = mr.x+ns
(s) y = ms.x+ns

Concorrentes: Classificado: Em perpendicular


[forma 90°] e as que não forma 90°.

x
r

s
I. II.

r
r

mr = ms

r s => mr . ms = -1

/. Seus coeficientes seram diferentes


. Fórmula de distância de área

- Distância entre pontos

yb

dab
dbc

ya
dac

x
Xa Xb

Dado dois pontos quaisquer no plano cartesiano sua


dedução se dará apartir da distância dos pontos apre-
sentados traçando em seguida duas retas de auxílio
[horizontal e vertical], formando o triângulo-retângu-
lo. E ao se aplicar pitágoras se tem a dedução da
distância de um dos lados.

dAB^2 = dAC^2+dBC^2
dAB = dAC^2+dBC^2

dAB = (xb-xa)^2 + (yb-ya)^2


/. Pode ser aplicada sem leva em conta a posição
dos pontos no plano cartesiano. E seus valores é
o mesmo;

Ex:

A (-4, 2) xa = -4 xb = -1
B (-1,-2) ya = 2 yb = -2

dab =
dba =

Desenvolvimento...

dab = (-1-(-4))^2 + (-2-2)^2 =


3^2 + (-4)^2 =
9 + 16 = 25 = 5

dba = (-4-(-1)^2 + (2-(-2))^2 =


(-3)^2 + 4^2 =
9 + 16 = 25 = 5

- Distância entre ponto e reta

A distância entre o ponto e a reta(r) seria a menor


distância entre eles [ponto e reta];
y

P
dp,r

dp,r

Dado um ponto qualquer(P) e uma reta(r) com


equação geral;

P (xp, yp)
(r) ax+by+c = 0

/. A distância se dá através da medida de uma reta


que é parpendicular a reta(r); E ao se medir a reta
a menor seria a projeção ortogonal da reta.

/. Ao se medir a distância entre ponto e reta, seria a


distância entre o ponto ortogonal daquele ponto da
reta.
Fórmula:

dp,r = |axp+b.yp+c|
a^2+b^2

/. Equação da reta dentro do módulo aplicando as


coordenadas no lugar do x e y; Enquanto que no
seu denominador seria os coeficientes do x e y
[equação da reta]; Encontra a distância entre o
ponto e reta.

Ex:

A (2,-3)
(r) 3x+2y-5 = 0

da,r = |3.2+2(-3)-5| =
3^2+2^2

da,r = |6-6-5| = |-5| = 5 (racionalizar) = 13 = 5 13


9+4 13 13 13 13
- Área de um triângulo

C (xc,yc)

B (xb,yb)

A (xA,yA)

Dado três pontos com coordenadas conhecidas no


plano cartesiano, a fórmula que irá cálcular sua área
será a área do triângulo meio o módulo do determi-
nante.

A∆ = 1/2.|D| ; D = xa ya 1
xb yb 1
xc yc 1

/. Com o determinante será possível encontrar sua


condição de alinhamento de pontos;
Ex:

A (4,3) D= 4 3 1 4 3 =
B (0,7) 0 7 1 0 7
C (2,1) 2 1 1 2 1

D = 28 + 6 + 0 - 14 - 4 - 0 =
D = 16

Adelta = 1/2 . |D| =>


Adelta = 1/2 . |16| = 16/2 = 8
Adelta = 8

- Revisão [Fórmula de distância e área]

yb

dab
dbc

ya
dac

x
Xa Xb
A distância entre dois pontos seria dado pelas coor-
denadas x[orizontal - Abscissas] e y [vertical - Ordena-
das]; Com:

Pitágoras:
dAB^2 = (xb-xa)^2 + (yb-ya)^2
dAB = (xb-xa)^2+(yb-ya)^2
ou
dAB = (∆x)^2+(∆y)^2

- distância entre ponto e reta

Seria dada apartir da equação[geral] da reta [ ax+


by+c=0] e de um determinado ponto; Formando um
distância [curta] formando um ângulo reto [Geometri-
camente falando];

r: ax+by+c = 0

dp,r

dP,R = |a.x0+b.y0+c|
a^2+b^2
- área de triângulo

Dado as coordenadas de pontos que consequenti-


mente forma um triângulo, sua fórmula para determi-
nar sua área será:

C (xc,yc)

B (xb,yb)

A (xA,yA)

A = |D| , D xa ya 1
2 xb yb 1
xc yc 1

/.Nt Será diferente de zero.


. Circunferência

- Equação Reduzida

P = (x;y)
C = (xc,yc)
yc C

0 x
xc

Dado uma circunferência no plano cartesiano o ponto


´´P`` [do raio da circunferência] seria um ponto genéri-
co de partida para desenvolver uma equação para
qualquer ponto; E com o seu centro é possível calcu-
lar a distância entre esses dois pontos;resultando no
seu raio. Logo:

dpc = (x-xc)^2+(y-yc)^2
r^2 = (x-xc)^2+(y-yc)^2

/.Nt - dpc seria o raio.


Elevando ambos os termos ao quadradro a raiz se
cancela;
/Nt. O Raio será dado pelo centro e a distância da
circunferência no ponto ´´P``. Dado pela distância
[nesse caso] entre dois pontos.
- Equação Geral [Circunferência]

Seria uma consequência da equação reduzida.

que seria [reduzida]: (x-xc)^2 + (y-yc)^2 = r^2

E devido a isso seu desenvolvimento será de acordo


com propriedade distributiva, sendo o quadrado do
primeiro duas vezes o quadrado do segundo mais o
quadrado do segundo.

x^2-2xxc+xc^2+y^2-2yyc+yc^2 = r^2
x^2+y^2-2xcx-2ycy+xc^2+yc^2-r^2 = 0

/Nt. Apenas um termo idependente [chamado de γ


[raio]];

Fórmula: xc^2+yc^2-r^2 = γ => xc^2+yc^2- γ =r^2

/Nt. Pegar quem acompanha [as coordenadas] e di-


vidi por -2.O raio será igual ao x do centro mais o y
do centro menos -2 menos o gama tudo ao quadra-
do;

Se coeficientes não forem iguais ou resultando em


zero, não será uma equação de circunferência;
- Revisão [Circunferência]

P = (x;y)

yc C

0 x
xc

A circunferência no plano cartesiano é dada por uma


coordenada. Um ponto qualquer [satisfazendo uma
equação]. Apresentando um raio. E sua equação seria
dada por...

Equação reduzida...
(x-x0)^2+(y-y0)^2 = r^2

/Nt. variaveis [x0;y0] = coordenadas do centro


qualquer ponto na equação satisfaz a igualdade, tor-
nando uma verdade.
Dado uma circunferência no plano cartesiano com co-
ordenadas:
y

0 x

Aplicar [em relação a suas distância] a fórmula de


distância entre pontos:

dAB = (xB-yA)^2+(yB+yA)^2

/Nt. Para se encontrar a equação reduzida é necessário


encontrar o centro e raio.

Equação geral da circunferência seria uma conse-


quência do desenvolvimento da equação reduzida do
seu produto notável.

(x-a)^2(y-b)^2 = r^2
x^2-2ax+a^2+y^2-2by+b^2= r^2
x^2+y^2-2ax-2by+a^2+b^2-r^2 = 0
x^2+y^2+Dx+Ey+f=0

D = -2a E = -2b F = a^2+b^2-r^2


a = -D/2 b = -E/2 r = raiz a^2+b^2-F
/Nt. É possível encontrar o centro e o raio com essa
fórmula.

. Posição Relativa

- Ponto e Circunferência

λ A

c B
0

Dado a circunferência a posição relativa pode apre-


sentar três casos: Externo [Fora da circunferência],
Pertence [Contorno da circunferência] e Intero [Dentro
da circunferência].

No caso da geometria analítica, que representa a for-


ma algébrica dessas figuras sua noção será construi-
da por suas expressões numéricas; E ao se relacionar
o raio é possível deduzir seus casos;

. dOP > r : P é externo a λ


. dOP = r : P pertence a λ
. dOP < r : P é interno a λ
/Nt -
d - distância
r - raio
o - centro
P - ponto

/.A distância entre o ponto e a circunferência podem
apresentar uma consequência que seria uma inequa-
ção do segundo grau com duas incógnitas;
y

λ
.P

Pois na representação a cima ao se calcular a distân-


cia do ponto ´´P`` com o seu centro resultaria em uma
distância menor que o raio [porque ambos são inter-
nos]; E sua circunferência em vez de apresentar uma
igualdade apresentaria uma inequação. Apresentando
um valor menor e limitado ou vice e versa.

/. Contorno [=]
. Círcunferência [inequação]

(x+1)^2+(y-1)^2 < 4
/.Nt - PARA SE DESCOBRIR O CENTRO DE UMA
EQUAÇÃO PEGA QUEM ACOMPANHA A VARIÁVEL
DO ´´X e Y`` E DIVIDI POR MENOS DOIS; E O RAIO
SERIA DE ACORDO COM SUA FÓRMULA : R^2 =
(X0)^2-Y^2-GAMA;

- Reta e Circunferência

A posição relativa entre reta e circunferência é quase


a mesma do ponto; tendo em mente a distância e o
seu raio.
v A
B
λ
s
dov
r

0
dos
C

dot

A circunferência apresenta três retas distintas que


serviram de auxílio para o desenvolvimento dessa
forma no plano. Uma Cortando em dois pontos outra
tangênte [encostando na circunferência] e outra fora
da circunferência.
E sua distância será entre as retas e seu ponto [cen-
tro]. Sua distância será comparada com a medida do
raio, e devido a isso em relação a distância e reta a
menor distância sera a base para o cálculo.

Suas retas seriam classificadas em:

- Secante: Um segmento/reta que possue dois pontos


em comum [e distinto entre si]; Com distância menor
entre o centro e a reta em relação a medida do raio.
Representada por: [v]

- Tangente: Um segmento/reta que possue um único


ponto em comum; Com distância igual ao raio entre o
centro e a reta ´´s``; Essa reta possue uma equação
que apresenta uma reta perpendicular a reta tagênte.
Representa por: [s]

- Externa: Um segmento/reta que não possue nenhum


ponto em comum; Com distância maior que o raio.
Representado por: [t]

- Posições relativas [entre Circunferências]

λ.II dAB > rA + rB


λ.I

A dAB
B
As circunferências exteriores são aquelas que não
apresentam pontos de intercecção; Externas/fora uma
da outra. E ao se ligar os centro é possível se calcu-
lar uma distância em relação ao seus pontos; E ao se
comparar com os raios a distância será maior do que
a soma dos raios.

dAB > rA+rB

λ.I λ.II

A dAB
B

As circunferências também pode apresentar tangen-


tes externamente. Aonde se encostam em um único
ponto e externamente.E ao se somar os raios será ig-
ual a medida da distância entre os centros.

dAB = rA+rB

λ.I
dAB = | rA - rB |
λ.II
dAB

A
rB
B
rA
As circunferência podem se encontrar internamente
em um único ponto e por dentro. Aonde a distância
entre os centros será a diferença entre os raios.

dAB = |rA - rB|

λ.I
λ.II

A dAB B

| rA - rB | < dAB < rA+rB

As circunferência pode apresentar secantes entre suas


distâncias se encotrando em dois pontos [intersecção].
Aonde suas distâncias apresenta uma disigualdade
aonde está entre dois valores [um meio termo];

| rA-rB | < dAB < rA+rB

λ.I

dAB
λ.II
A
B
rB
rA
As circunferências pode apresentar uma interna a out-
ra aonde sua distância entre seus centros será maior
que zero e menor que a diferença entre os raios.

0 < dAB < | rA-rB |

/.Se a distâncias entre os centros forem igual a zero,


ambas seram concêntricas [apresenta mesmo cen-
tro].

Revisão [Posição relativa]

A posição relativa entre circunferência e ponto;

A equação da circunferência seria dada:


(x-a)^2+(y-b)^2 = r^2

/Nt.
a e b - coordenadas do centro da circunferência.
r - raio da circunferência

A posição de um ponto qualquer [presente na circun-


ferência] é dada, Externamente, Internamente ou per-
tence a circunferência;

E ao se aplicar na equação da circunferência a sub-


stituição de suas coordenadas [x e y] de um ponto
qualquer se o resultado for:
Igual ao raio^2: o ponto pertence a circunferência
maior que o raio^2: o ponto está fora da circunferêcia
menor que o raio^2: o ponto está dentro da circun-
ferência

A posição relativa entre reta e circunferência.

Já que a equação da circunferência... se dá por:


(x-x0)^2+(y+y0)^2=r^2 [forma reduzida]

/. Encotrar as coordenadas do centro e a reta

A equação da reta será:


ax+by+c= 0 [equação geral]

/. A partir do centro e raio, calcular distância [entre


reta e centro]

! Aplicar :

dc,r = | ax0+by0+c |
a^2+b^2

/Nt.
. Se a distância [entre centro e a reta] for igual ao raio
sua reta será tengente a circunferência.
. Se a distância [entre centro e a reta] for maior que o
raio sua reta será exterior a circunferência.

. Se a distância [entre centro e a reta] for menor que


o raio sua reta será secante a circunferência.

. Se a distância [entre centro e a reta] for menor que


o raio sua reta será secante a circunferência.

A posição relativa entre circunferência e circunferên-


cia.

Dado duas circunferências que apresenta a distância


entre centros equivalente a soma dos raios. Será ta-
gentes externas;

dc1,c2 = R+r
Dado duas circunferências que apresenta a distância
entre centros equivalente ao raios. Será chamada de
Tagentes internas.

dc1,c2 = R-r

Dado duas circunferências que apresenta a distância


entre centros intermediário aos raios; Será chamada
de Secante.

| R-r | < dc1,c2 < R+r

/Nt. Se a distância entre os centros for igual a zero


[sem distância] será chamada de concêntrica;
. Cônicas

As cônicas seria figuras geométricas consequentes


de um conjunto de retas [imaginar duas retas passan-
do pelo mesmo ponto formano um x] que passam pelo
mesmo ponto [não perpendicular[forma ângulo reto]
girando em 360° formando um cone superior e inferi-
or; E ao se aplicar um plano sobre esses segmentos
movimentados determinará o tipo de figura do conê
[Parábola, Elipse e Hipérbole].
(Em relação ao plano?)

A parábola seria a forma resultada de uma reta [gera-


triz] paralela ao plano. Formando uma parábola; Logo
se o plano for paralelo a geratriz será uma parábola;
A Elipse seria a forma resultada de um plano não
paralelo formando uma elipse. Logo se o plano não
for paralelo e transpassar uma folha será uma elipse;

A Hipérbole seria a forma resultante do plano cortan-


do a reta formando uma hipérbole formando um duas
curvas. Logo se o plano não for paralelo e transpas-
sar as duas folhas será uma hipérbole.

/Nt.Utilizado no movimento de órbitas;


/Nt. Tudo depende do plano;
- Elipse
P2 B1 P1

A1 A2
F1 c
F2

P3
B2

A elipse é um tipo de secção [seção] cônica: se uma


superfície cônica é cortada com um plano que não
passe pela base e que não intersecte as duas folhas
do cone, a intersecção[união] entre o cone e o plano
é uma elipse.

E seus elementos seriam:

B1B2: Seria a distância do eixo menor.


A1A2: Seria a distância do eixo maior.
P1P2 e P3: Seria pontos da elipse;
F1 e F2: Seria o foco da elipse;
F1F2: Seria a distância focal;
C: centro da elipse

A soma de alguns segimentos é igual a outros.


P1F1+P1F2 = A1A2
P2F1+P2F2 = A1A2
P3F1+P3F2 = A1A2
B1F1 = B1F2
Os segmentos B1F1 = B1F2 resulta em um triângulo
isósceles; E através disso do triângulo-retângulo. Apli-
car pitágoras e através de pitágoras se obtem outras
equações;

/. Excentricidade (e)
e = c/a (0 < e < 1)

Próximo de zero [valor] - Círcular


Próximo de um [valor] - Achatada

- Equação geral [Elipse]

P(x,y)

a
b

Yc
c

Xc+C Xc+C
x

Xc

Dado a elipse no plano cartesiano com aplicação


[do triânguloretângulo] do teorema de pitágoras. Sua
equação seria: Um ponto qualquer desenvolvendo a
distância;
PF1+PF2 = 2.a

PF1 = (x-xc-c)^2+(y+yc)^2
PF2 = [x-(xc+c)] + (y-yc)^2

(x-xc+c)^2+(y-yc)^2 + (x-xc-c)^2+(y-yc)^2 = 2a

* criar variáveis

R = x-xc e T = y-yc

(R+c)^2+ T^2+ (R - c)^2+ T^2 = 2a

* Separa qualquer um para em seguida elevar ao


quadrado para se cancelar as raizes

( (R+c)^2+T^2)^2 = (2a - (R-c)^2+T^2)^2

(R+c)^2+T^2 = 4a^2 - 4a (R-C)^2+T^2+(R-c)^2+T^2

* Distribuir

R^2+2Rc+c^2 = 4a^2 - 4a (R-c)^2+T^2 + R^2-2Rc+c^2

* Manipular a equação

4Rc = 4a^2-4a (R-c)^2+T^2


* Dividir por quatro [tudo]

Rc = a^2-a (R-c)^2+t^2

* Passa o a^2 para o termo daquem;

Rc - a^2 = -a (R-c)^2+T^2

* Elevar ambos os termos ao quadrado para cance-


lar a raiz;

(Rc - a^2)^2= (-a (R-c)^2+T^2)^2

R^2c^2 - 2Rca^2+a^4 = a^2 [(R-c)^2+T^2]


R^2c^2 - 2Rca^2+a^4 = a^2 ( R^2- 2Rc+c^2+T^2)
R^2c^2 - 2Rca^2+a^4 = a^2R^2-2Rc^2+a^2c^2+a^2t^2
R^2c^2 + a^4 = a^2R^2+a^2c^2+a^2T^2

* Manipular por pitágoras

a^4-a^2c^2 = a^2R^2 - R^2c^2+a^2T^2


a^2(a^2-c^2) = R^2(a^2-c^2)+a^2T^2
a^2b^2 = R^2b^2+a^2T^2 [Dividir ambas as
partes por a^2b^2]
1 = R^2/a^2 + T^2/b^2

Equação geral da Elipse


1 = (x-xc)^2/a^2 + (y-yc)^2/b^2
/. Em qualquer posição no plano cartesiano

Equação reduzida (ou canônica)


1 = x^2/a^2+y^2/b^2

- Hipérbole
r s

c
b
a

F1 A1 C
A2 F2

Seria o conjunto de pontos de um plano cuja diferença


das distâncias a dois pontos fixos, em valor absoluto,
é constante.

/. Aonde a hipérbole [curvas que aparece juntas]

A Hiérpole apresenta os seguintes elementos:

A1 e A2: Vértice
F1 e F2: Focos
F1F2: Distância focal

A1F1 = c - a
A1F2 = c + a
θ = abertura [da hipérbule]
r e s = assintutas [Retas ou curvas que não en-
costam uma na outra]
F1F2 = 2c

Excentricidade (e); e = c/a

/. Quanto maior a centricidade mais aberto serão


os ramos da hipérbole; E quanto menor a centri-
cidade mais fechado será a hipérbole;

E se a = b, a hipérbole será chamada de equilátera.


Quando um cateto for igual ao outro.

- Fórmula geral [Hipérbole]

P(x,y)

C
yc a a

F1 A1 A2 F2

0 x
xc-c xc xc+c
Primeiro caso: Eixo real paralelo ao eixo ´´x``
[horizontal].

Focos:
F1 = xc-c PF1 = [x-(xc-c)]^2+(y-yc)^2
F2 = xc+c PF2 = [x-(xc+c)]^2+(y-yc)^2

Análogo a Elipse [Aplicando algebra pura], Equação


geral:

(x-xc)^2/a^2 - (y-yc)^2/b^2 = 1

Equação reduzida [quando centro é igual a 0,0]


x^2/a^2 - y^2/b^2 = 1

yc+c F1
A1
a
yc C

A2
yc-c F2 P(x,y)

0
x
xc
Segundo caso: Eixo real paralelo ao eixo ´´y``
[vertical].

Foco:
F1 = yc+c PF1 = [y-(yc-c)]^2+(x-xc)^2
F2 = yc-c PF2 = [y-(yc+c)]^2+(x-xc)^2

Análogo a Elipse [Aplicando algebra pura], Equação


geral:
(y-yc)^2/a^2 - (x-xc)^2/b^2 = 1

Equação reduzida [quando centro é igual a 0,0]


y^2/a^2 - x^2/b^2 = 1

- Parábola

Seria o conjunto de todos os pontos de um plano equi


distantes de um ponto fixo e de uma reta fixa desse
plano. Consideremos a reta ´´r``, um ponto ´´F`` não
pertencente a ´´r`` e os pontos V, P1, P2, P3 e P4, to-
dos equidistantes de ´´F`` e da reta ´´r``.

P1
F
P2
P4 P3

r
P`4 P`3 P`2 P`1
xc
Logo a parábola seria o segmento que apresenta o
conjunto com todos os pontos distântes do ponto fix-
o[F].

- Elementos

Reta [r]- Diretriz


Reta [s]- Eixo da Parábole
F - Foco da Parábola
V - Vértice da parábola

/. condição...

PF = d(P,r) ->
PF = PP

P1F = P1P`1
P3F = P3P`3

- Equação geral [Parábola]

Primeiro caso: Eixo da parábola ao eixo dos ´´y``;

y y`

P(x`,y)
y P/2
x`
k
-P/2 x
h

x
Dado o ponto na parábola, sua condição deve ser
em relação a distância da reta aonde PF deve ser
igual a PP`;

PF = PP`
PF = (x-h-0)^2+(y-k-P/2)^2
PP` = (x-x)^2+(y-k+P/2)^2
(x-h)^2+(y-k-P/2)^2 = 0^2+(4-k+P/2)^2

/. Substituir k-y para se obter a equação geral;

x`= x-h e y` = y-k

( (x`)^2+(y`-P/2)^2 = (y`+P/2)^2)^2 )
(x`)^2+(y`)^2 - 2y`P/2 + P^2/4 = (y`)^2+2Py`/2+P^2/4
(x`)^2 = 2Py`

/. Equação Geral

(x-h)^2 = 2P(y-k)
y

P
y`

V(h,k) x`

y F

x x
h

/. Equação Reduzida

x^2 = 2Py

Segundo caso: Eixo da parábola é paralelo ao


eixo dos ´´x´`;

/. De maneira análoga ao primeiro caso:

(y-k)^2 = 2p(x-h)

/. Quando o vértice for (0,0)

(y-0)^2 =2P(x-0)
y^2 = 2px
. Se o parâmetro for menor que zero, a parábola será
virada para esquerda;
. Se o parâmetro for maior que zero, a parábola será
virada para a direita;

- Revisão [Cônicas]

As cônicas seriam formas geométricas resultantes de


coordenadas do plano cartesiano / eixos; Baseada em
Elipse, Hipérbole e Parábola.

A Elipse seria conjuntos dos pontos do plano apre-


sentada por:
B2

- A1A2: Eixo maior a

- B1B2: Eixo menor


b

- F1F2: Distância focal 2b A1


F1 C c
F2
A2

- F1F2: Foco
- C: centro
B1

2a

Fórmulas:

- Teorema de pitágoras: a^2 = b^2+c^2


- Elipse: PF1+PF2 = 2a
- Equação geral [Elipse (contorno)]:
x^2/a^2+y^2/b^2 = 1
- *(x-x0)^2/a^2 + (y-y0)^2/b^2 = 1
/. Equação geral, a [constante]; b [metade do eixo
menor]; centralizada no plano cartesiano.
/. * Em qualquer lugar no plano;

Ecentricidade seria uma razão utilizada nas formas


cônicas para moldar a forma; aonde e = c/a. Variando
entre 0 < e < 1.

/. 0 - Circunferência
1 - Achatada

A Hiérbole seria um conjunto de pontos apresentado


por:
r s

F1 e F2: Focos B1
V1 e V2: Vértices b c

F1F2 = 2c
b
a

V1V2 = 2a F1 A1 A2 F2
a C a

B1B2 = 2b
B2

Ecentricidade: e = c/a 2a
2c

/. Dado um ponto genêrico a diferênça [apresentada


por módulo] entre os focos será uma costante.
Fórmula:
- Pitágoras: c^2 = a^2+b^2
- Hipérbole: |PF1 - PF2| = 2a
- Equação geral [Hipérbole]:
(x-xc)^2/a^2 - (y-yc)^2/b^2 = 1
- * x^2/a^2-y^2/b^2 = 1

/. Equação geral, centralizada no plano;


/. * Em qualquer lugar no plano;

A Parábola [que também é uma cônica] seria um con-


junto de pontos apresentado por uma diretriz [reta] de-
terminando um foco [com mesma distância].

/. O plano apresenta outros elementos.


- Eixo da parábola
- Parâmetro [distância]

Fórmulas:

Eixo simetria vertical:

- Parábola: (x-x0)^2 = 2p(y-y0) [Centro do plano


cartesiano]
- x^2 = 2p.y
P(x,y)

P
V(x0,y0)

Eixo simetria horizontal:

- (y-y0)^2 = 2p.(x-x0)
- y^2 = 2px

P(x,y)

F
V(x0,y0)

P/2 P/2

/Nt. Concavidade:

Para cima [2p]


Para baixo [-2p]
Para direita [2p]
Para esquerda [-2p]
M a t e m a t i ca
i

L o g i c a
A lógica seria um método que através de certas as-
sociações, regras ou padrões desencadeiam aconte-
cimentos, coisas ou os elementos de natureza efetiva
[concreto]. Um ramo da matemática classificada em:
Raciocínio lógico, argumentativo e Proposicional.
. Raciocínio Lógico

Seria uma estrutura de pensamento ou capacidade [pro-


duzir alguma coisa ] que se baseia na lógica; Tendo como
origem ou base uma sequência; Uma listagem de eleme-
ntos que seguem uma determinada ordem.

/.Ao se procurar um padrão em uma determinada sequên-


cia é necessário relacionar seus elementos...

Ex:

(1,1,2,3,5,8...) - Nesse exemplo, os elementos posteri-


ores será a soma dos seus [dois] anteriores. Conhecido
como: sequência de Fibonacci.

(1,3,5,7,9,11,13) - Nesse exemplo, além dos números


serem ímpar apresenta também uma adição de duas
unidades.

(2,7,12,17,22) - Nesse exemplo [um pouco mais elabora-


do], esses elementos possui um padrão de sequência
entre os algarismos 2 e 7;

(0,4,16,36,64,100,144,196) - Nesse exemplo os padrões


se baseiam em potenciação aonde os elementos estão
sendo elevados ao quadrado.

(1,2,2,3,3,3,4,4,4,4) - Nesse exemplo os elementos apre-


sentam um conjunto de acordo com seus valores; Corre-
spondente a suas quantidades;
- Além da sequência de fibonacci, ela também pode apre-
sentar outros tipos de sequência. Como por exemplo a
sequência de números figurados. Que seria a relação
entre números e figuras [Lembrar Escola pitagórica];

Números quadrados:

(1,4,9,16,25,...)

1 4 9 16

Números triangulares:
(1,3,6,10,15,...)

1 3 6 10
. Raciocínio lógico [Argumento]

Em relação ao argumento a lógica seria a estrutura formal


do pensamento baseada no princípio da organização; E
na atemática essa estrutura irá se basea em: Conceitos
primitivos, Postulados(axiomas), Teoremas;

Aonde os primitivos seriam aqueles que não necessitam


de explicação. Como ponto, reta e etc. E através deles se
originará outros.

Os postulados ou axiomas seriam afirmações sem definição


ou demonstração. Ou seja, uma consequência dos con-
ceitos primitivos. Como por exemplo, dizer que uma reta
é composta por infinitos pontos.

E o teorema seria o resultado final desses postulados que,


apartir de uma ideia que criou uma afirmação e essa afir-
mação resultou em uma [talvez] verdade, se tem o teore-
ma com uma demostração;

- Argumentação envolvendo verdade e mentira

Ao se analisar os argumentos presentes, e suas determi-


nadas situações,é possível extrair uma conclusão.

A lógica da argumentação seria a capacidade de induzir,


manipular ou influência através de argumentos.
Silogismo [que seria um raciocínio dedutivo estruturado
a partir de duas primissas das quais se tirá uma certeza,
a conclusão [verdade ou mentira]];

A Lógica da argumentação apresenta alguns quantifica-


dores, que seriam símbolos que representam algum va-
lor; Como o todo [ V ], pertence ou existe [E];

/. A negação de ´´todos são``, um não é; Logo isso será


uma verdade.

. Lógica Proposicional

Seria a lógica que se baseia na afirmação. Classificada


em verdade ou mentira. Tendo início nas proposições
[afirmações] simples obtendo dois valores [chamados de
lógico]; Verdadeiro ou falso. E nas proposições compos-
tas [*Ligadas por concectivos lógicos];

/. p e q - indicações de proposição na lógica

* Concectivos lógicos, seria transcrever a materna [que


falamos] em linguagem lógica.

Operação Concectivo Significado


Negação ~, não p; não q
Conjução ^ peq
Disjunção p ou q
Condicional > Se p então q
Bicondicional <=> p se e somente se q
/.Tabela verdade , seria uma ferramenta que auxilia a re-
solução da análise de uma proposição atribuindo valores
lógicos [verdadeiro ou falso]; Através da Negação, con-
jução, disjunção, condicional e bicondicional;

- Negação - Conjunção - Disjunção

p ~p p q p^q p q pvq
V F V V V V V V
F V V F F V F V
F V F F V V
F F F F F F

- Condicional - Bicondicional

p q p -> q p q p <=> q
V V V V V V
V F F V F F
F V V F V F
F F F F F V

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