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Est

oucom câncerdeovár
io,eagor
a?!
Receber o diagnósti
co de um câncer é sempr
e muito dif
íci
l
.Mas ,vale
enfat
izarque aospoucosascoi sass e acal
mam e você vaiconsegui
rs e
prepararpar
aot r
atamentoedemai smudançasquepodem ocor r
ernas ua
vi
da.

Uma boa rel


ação com seu oncol
ogi
sta,apoi
of ami
l
iar e i
nfor
mação de
qual
i
dadefarãomuitadi
ferençanes
semoment o.

Cont
ecom aequi
peOncogui
adesdej
á!

Compr
eendendoossi
nai
sesi
ntomas
Oss i
naise s
int
omasmai
scomunsdo câncerde
ovár
ioincl
uem:

•I
nchaçoabdomi
nal

•Dorpél
vicaouabdomi
nal

•Dificuldadenaal
imentaçãoou
sensaçãodepleni
tude

•Necess
idadeur
gent
eef
requent
e
deuri
nar

1
CâncerdeOvár
io

Estessi
ntomass ãotambém comument epr ovocadosporoutr
asdoençasnão
cancer
ígenaseporout rostiposdecâncer .
Quandos ãocausadospelocâncer
de ovári
o,t endem a s erper s
ist
entes,porexempl o,ocorrem com mai s
fr
equênciaous ão maiss everos.Seumamul herapresent
ares t
essintomas
quase que diar
iamente pormai sde algumass emanas,deve cons
ultarseu
médico,depr eferênci
aum gi necologi
sta.

Mul
her
escom câncerdeovár
iot
ambém podem apr
esent
ars
int
omascomo:

•Fadi
ga
•I
ndi
ges
tão
•Dornascos
tas
•Dordur
ant
ear
elaçãos
exual
•Cons
tipação
•Al
ter
açõesmens
truai
s
Entret
anto,es
sess intomastambém t
em aprobabil
idadedeserem caus
ados
porout r
asdoenças ,pori
ssosempreéimportanteconsul
tarum médicoque
buscarácompr eendermelhoroquees t
áacontecendocom você.

Compr
eendendoosdi
fer
ent
est
ipos
Ost
rêspr
inci
pai
sti
posdet
umor
esdeovár
ios
ão:

CarcinomaEpi teli
aldeOvár io
Éot i
pomai scomum,r epresentandode85a90% doscas os.Sedes envolve
apar ti
rdascél ulasquecobr em as uperf
íci
eexter nadoovár io.A maiori
ados
tumor es epi
teliais é benigna,exi stem vários tipos
,i ncl
uindo adenomas
serosos,adenomasmuci nososet umor esdeBr enner.Ost umor esepiteli
ais
malignoss ão denomi nadoscar cinomas .Oss ubt i
posdo car cinomaepi tel
ial
de ovár i
oincluem:t umor escom bai xo potencialde mal i
gnidade,tumor es
epitel
iai
smal i
gnosde ovár i
o,car cinoma perit
onealpr i
már io,e câncerdas
trompasdeFal ópio.
2
CarcinomadeCél ulasGerminativasdoOvár io
Sedes envolveapartirdascélul
asquepr oduzem osóvulos.Menosde2% dos
cânceres de ovári
os ão t
umor es de cél
ulas germi
nativas.Seus subt
ipos
i
ncluem:t eratoma,disgerminoma,t umordo s ei
o endodérmico (t
umordo
sacovitel
ino)ecor i
ocarci
noma.

Carci
noma Est romaldoOvár i
o
Sedes envol
venascél ul
asdot eci
doconj unti
voquecons ti
tuem osovári
ose
produzem oshor môniosf emini
noses t
rogênioepr ogest
erona.Corr
esponde
acercade1 % doscânceresdeovár io.
Mai sdemet adedostumoresestromai
s
sãoencont r
adosem mul herescom mai sde50 anos ,mascercade5% dos
tumoreses t
romaisocorrem em mul heresjovens
.

Comoodi
agnóst
icoér
eal
izado?
Sealgunssi
ntomaseo examef ísi
co i
ndi
cam um diagnós
tico decâncerde
ovár
io,omédicosoli
cit
aráareal
i
zaçãodeumas ériedeexamesqueaj udam
aconhecermelhoradoença.

Entretanto,paraaes col
hadospr ocedimentosaserem r
eali
zados,omédi co
pode cons ider
aralgunsf ator
es,como idade e es
tado geralde saúde da
paciente,tipo de câncerque suspeit
a,sinai
se sint
omas apresentados e
res
ultadosdeexamesant er
ior
es.

Es
sesexamespodem i
ncl
uir
:

•Bi
óps
ia.
•Examesdel
abor
atór
io.
•Tes
temol ecul
ardot umor,para
i
denti
ficargenesespecíficos,pr
oteí
nas
eoutr
osfatoresexcl
us i
vos.
•Examesdei magem,comor aiosX,
ul
tras
som tr
ansvagi
nal,t
omogr afia
computadori
zada,r
essonânci
a
magnéti
caet omografia.

3
CâncerdeOvár
io

Est
adi
ament
odoscâncer
esdeovár
io
O estadi
ament
oéumaf or
madedes creverum câncer ,s
ual ocal
ização,see
paraondedisseminou,es eestáafetando asfunçõesdeout rosór gãosdo
corpo.Terconhecimento do est
ágio ajuda o médico a decidi
ro t ipo de
tr
atamentoaserreali
zadoeopr ognós ti
codapaci ente.

Umaf err
ament aqueosmédi cosuti
li
zam par
ades creveroestágiodadoença
éo sist
emaTNM,daAmer i
can Joi
ntCommi s
s i
on on Cancer.Essesis
tema
TNM util
izatr
êscrit
éri
osparaavali
aroestági
odocâncer :oprópriotumor,
os
l
inf
onodosr egionai
saoredordot umor,eseot umors eespalhouparaoutras
part
esdocor po.

Conver
secom seumédi
cosevocêti
verquai
squerper
gunt
ass
obr
eoes
tági
o
docâncerecomoiss
oafet
aos eut
ratament
o.

AI
mport
ânciadostest
esmol
ecul
ares:
ot
rat
ament
ocer t
oparaopaci
entecerto!
A reali
zação de um t es
te molecul
ar do tumor é fundamentalparas e
conhecer as di
ferentes mutações present
es nele. I
sso aj
udaráo s eu
oncol
ogistaadecidirquai
stratamentossãoes peci
ficamenteindi
cadospara
oseucas o.

Ot este mol ecul


aré um exame det alhado fei
to na amos t
ra de t
ecido da
bióps i
a,queenvol veabus capormut açõesnoDNA quecompõeot umorea
avaliação dos ní veis de proteínas específicas presentes nel
e.Quando
caract erí
sti
cas par ti
cular
es do t umor s ão encont radas pelos t est
es
mol eculares,o paci ente pode,por exempl o,ser t r
atado com t erapi
as
especí ficaspar aotipodemut açãodele.

Atual
mente ascar
acter
íst
icasque podem seralvo dos
tr
atament
os dis
ponívei
sincluem os genes BRCA e a
enzi
maPARP.

Conversecom oseumédicosobr
ear eal
izaçãodostes
tes
molecular
esparaquevocêsconheçam exatamentecom
qualti
podecâncerdeovárioest
ãolidando.
4
Conhecendoost
rat
ament
os
Apóso di agnós ti
co e estadiament o da doença,o médi co di s
cut i
rá com a
paciente asopçõesde t ratament o,que depender ão do t ipo e es tági
o do
tumor ,locali
zação,car acterísti
casmol eculares,estado de s aúde ger aldo
pacienteepos s
íveisefei
toscol aterais
.Naes colhadot ratament o,omédi co
também l evaem cont aascons ideraçõespes soaisdamul her,comoai dade,
se ela está planejando terfil hos e sua vi da sexual.Os t ratament os mai s
comunspar aocâncerdeovár i
os ãocirurgia,quimioterapia,hor moni oterapia,
terapia al
vo e r adi
oterapia.Em mui tos cas os,mais do que um des ses
tratamentosouumacombi naçãodel espodem s eruti
li
zados .

Em f unçãodasopçõesdet r
atamentodefini dasparacadapaci ente,aequipe
médi cadever áserformadapores peci
ali
stas,comoci rurgi
ão,oncologistae
radioterapeuta.Mas,muitosoutr
ospr ofis s
ionaispoder ão est
arenvol vi
dos
durant eot r
atamento,como,enfermeir
os ,nutri
cioni
stas,assi
stentessoci
ais
,
psicólogosef armacêuti
cos.

Ci
rur
gia
É o principaltratamento par aamai oriadoscâncer esde
ovário.O objetivodaci rur
giaér emoverot umorcom uma
mar gem de t ecido saudável.Paraasmul heresem i dade
fért
il
,com doença em es tágioinici
al,pode s erpos sível
trat
aradoenças em aremoçãodeambososovár i
osedo
útero.Os pr i
ncipaistipos de cirurgia ut
il
izados par ao
câncerdeovár
ios
ãoahi s t
erectomi aeas alpingo-ooforectomiabi l
ateral.

Qui
miot
erapi
a
Util
iza medicament os par a des truir célul
as cancer í
genas,
geralmentebloqueandoacapaci dadedel ascr escerem es e
dividir
em.Éumat erapiasistêmica, ous eja,el
aat acat odasas
célulasdocorpoder ápidamul ti
pli
cação, ascancer í
genaseas
sadias.Asformasmai scomunsdeadmi nis
traçãodaqui mio
s
ãoporviaint
ravenosaouor al
.Éadmi ni
stradaem ci clos,com cadaper íodode
t
rat
amentoseguidodeum dedes canso,per mitindoas sim queocor popos sase
r
ecuper
ar.Osesquemasdequi mioterapiaus adosport i
podecâncerdeovár i
o
s
ão:
5
CâncerdeOvár
io

Tumor esEpit
eli
aisdeOvári
o
A abordagem padrãoéacombinaçãodeum compost
ode
pl
ati
na, comocis
plati
naoucar
bopl
ati
na,
eum t
axano,
comoo
pacl
it
axel ouodocetaxel
.
Tumor esdeCél ulasGer minati
vasdeOvár io
Ascombi naçõescomument eut i
l
izadass ão:PEB (
cispl
ati
na,
etoposido e bl eomicina)
, TIP ( pacl
i
taxel,if
osfamida e
cispl
ati
na),VeIP( vi
nblasti
na,ifosfamida e ci
spl
ati
na)e VIP
(etoposido,i
fosf
amidaeci splat
ina).

Tumor esEs t
romaisdeOvár i
o
Estestiposdet umoresnão s ão comumentetrat
adoscom
quimioterapi
a,mas quando el aéf ei
ta,a combinação de
carboplati
nacom paclit
axelouPEB ( ci
spl
ati
na,et
opos i
doe
bleomicina)éamaisfrequente.

Hor
moni
oter
api
a
Estetipodet erapi
asi
stêmi
caér aramenteusadaparat
rataro
carci
nomaepi t
eli
aldeovár
io,
masf r
equent
ementeéut i
l
izada
no tratamento dos tumores est
romais.Os medicamentos
usadosnot ratamentohormonal s
ão:

Agonistas do Hor mônio Li ber


ador de Hor mônio
Lutei
nizante(
GnRH)
Osagoni st
asGnRH ini
bem aproduçãodees tr
ogêniopelos
ovári
oses ãoúteisnareduçãodosníveisdeestr
ogênioem
mulheresnapré-menopausa.Osagonis
tasdeGnRH incl
uem
agosereli
naeoleuprol
ide.
Tamoxi
feno
Éum medicamentoanties
trogênicous adoparatr
atarcâncer
demama,t ambém usadopar atumor esest
romaisdoovár i
o,
masrar
ament eéusadopar aocar ci
nomaepi t
eli
alavançado.

Ini
bidoresdeAr omat ase
Sãomedi camentosquebl oqueiam aenzi maaromatase,que
se t r
ans f
orma em es t
rogênio em mul heres na
pós-menopaus a. Es tes medi camentos s ão ut il
i
zados
pri
ncipalmente no tratamento do câncerde mama,mas
também podem s erusadospar at r
atarareci
divadostumores
estr
omai sdo ovário,ei ncl
uem o l et
rozol
,o anast
razoleo
exemes tano.
6
Ter
api
aal
vo
At
erapi
aal
vo éum novo t
ipo det
rat
ament
o do câncer
que us
a dr
ogasou out
rass
ubs
tânci
aspar
aident
ificare
at
acar es
peci
ficament
e as cél
ulas cancer
ígenas
,
pr
ovocandopoucodanoàscél
ulasnor
mai
s.Cadat
ipode
t
erapi
aal
vof
unci
onadeumamanei
radi
fer
ent
e,mast
odas
al
ter
am af
ormacomo umacél
ulacancer
ígenacr
esce,s
e
di
vide,s
e aut
orepar
a,ou como i
nter
age com out
ras
cél
ul . Os medi
as cament
os al
vo f
unci
onam de f
orma
di
fer
ent
e dos qui
miot
erápi
cos convenci
onai
s,e mui
tas
vezest
êm ef
eit
oscol
ater
aismenoss
ever
os.Ast
erapi
as
al
vout
il
izadass
ão:

Bevaci
zumab
É um ant
icor
pomonocl
onalquet
em comoal
voapr
oteí
na
VEGF,
quei
nfor
maaocor
poomoment
odecr
iarnovosvas
os
s
anguí
neos
.Es
semedi
cament
opoder
etar
daroubl
oquearo
cr
esci
ment
oedi
ssemi
naçãodadoença.

Ol
apar
ib
Éum i
nibi
dordePARP,umaenzi
maenvol
vidanar
epar
ação
doDNA.Us
adopar
aot
rat
ament
odemul
her
escom câncer
deovár
ioepi
tel
i
alavançadocom mut
açõesnosgenesBRCA.

Radi
oter
api
a
O t
rat
ament
oradi
oter
ápi
co ut
il
iza r
adi
ações i
oni
zant
es
par
ades
trui
roui
nibi
rocr
esci
ment
odascél
ulasanor
mai
s
que f
ormam um t
umor
.At
ual
ment
e,a r
adi
oter
api

r
arament
eut
il
izadacomoopr
inci
palt
rat
ament
opar
aes
se
t
ipo de câncer
,mascom menorf
requênci
a pode s
eruma opção par
ao
t
rat
ament
odocâncerdeovár
iomet
ast
áti
co.

7
CâncerdeOvár
io

Li
dandocom osEf
eit
osCol
ater
aisdoTr
atament
o
O t ratamento contra o câncert em porfinal i
dade a cur a ou al
ívio dos
sintomas da doença.Os t ratament os com medi cament os (qui
mioterapia,
terapiaalvoehor monioterapia),ci
rúrgicoser adi
oterápicospodem pr ovocar
efeitos col
ater
ais que variam de paci ente para paciente dependendo de
múl ti
plosfator
es,podendo s erdiferentesquant o aintensi
dadeedur ação.
Além dos ef eit
os col at
er ai
s f í
sicos, podem ocor rer também ef ei
tos
emoci onaisesociais
.

Osef
eit
oscol
ater
aismaiscomunsdocâncerdeovár
ioedeseus
trat
amentospodem i
ncl
uir
:

•Al
ter
açõesnapel
e •I
nflamaçõesnaboca
•Anemi
a •I
rri
taçãovagi
nal
•Di
arr
eia •Menopaus
apr
ecoce
•Di
minui
çãodast
axass
anguí
neas
•Náus
easevômi
tos
•Dor
esmus
cul
ares
•Neur
opat
ia
•Fadi
ga
•Ondasdecal
or
•Fal
tadear
•Hemor
ragi
asouhemat
omas •Per
dadeapet
ite

•I
nfecções •Per
dadecabel
o
•I
nfer
til
i
dade •Per
daós
sea

Muit
osdest
esef ei
tospodem sercont
roladoscom
medi
camentos,com fisi
oter
apiaououtrasterapi
as.

8
Enf
rent
andoumar
eci
diva

Seot umorcont i
nuarcres
cendodur ant
eot rat
amentoouhouverrecidi
va,a
conti
nuação dependerádalocal
ização,e daextens
ão dadoença;terapi
as
uti
l
izadasanteri
ormenteedoes t
adoger aldesaúdedapaci
ente.

Éimportantecompr
eenderoobj eti
vodequalquertrat
amentoadici
onal,seé
paratentarcurara doença,retar
darseu cresci
mento ou par
a ali
viaros
si
ntomas,bem comoapos sibi
l
idadedebenefí
cioser i
scos
.

Convi
vendocom amet
ást
ase

Quando o cânceres t
á presente em
outraspar tesdocor po,al
ém dol ocal
onde começou, é denomi nado
metás tase.Ela pode ocor rerquando
ascél ulascanceros asviajam atr
avés
da cor rent
es anguínea ou dosvas os
l
inf
át i
cospar aout r
aspar tesdocor po.

Para a mai ori


a dos paci entes,o
diagnósti
co de câncermet astáti
co é
muitoestres
santee, àsvezes,dif
íci
lde
suportar
.

Quando i sso ocor re,um novo ci clo de exames s er


ão r eali
zados para
diagnost
icaraext ensão dasmet ást
as es.Muitasvezes ,o novo es quemade
tr
atament oi nclui
rát erapias j
ár eal
izadas,como qui mioterapia ou terapi
a
al
vo,que podem s erut i
l
izadas em combi nações e r i
tmos di ferent
es do
tr
atament oi ni
cial.Também deve s ercons i
der ado a parti
cipação em um
estudoclí
nicocom novosmedi cament osenovasf ormasdet r
atares seti
po
decâncer .Sejaqualf oraopçãoes colhidaéi mpor tanteconsiderarcuidados
pali
ati
vospar aal i
viaross i
ntomaseospos sí
vei sefeit
oscolateraisdadoença
edot rat
ament o.

9
Nãoexisteumamaneir
afáci
louquesej
aamel horparavi
vercom câncerde
ovári
o,mastemosal
gumassuges
tõesepequenasdicasquepodem teaj
udar
aviverbem:

El
as

,
Mant enha-seativa
Procure mant ersua r
otina de exercícios
,a menosque o s eu
médi co tenha recomendado r epous o.Manter-se at
iva pode
ajudá-l
aat ermenosef eit
oscol ateraisediminuiro t
empo de
recuperação.Pergunteaos eumédi coqualoní veldeati
vidade

sicaéamai sadequadapar avocê.

Participedeum gr upodeapoi o
Osgr uposdeapoi osãoumaopor tuni
dadepar avocêconvers
ar
com out ras pessoas que es t
ão pas sando por sit
uações
semel hantes.Se não encontr
arum gr upo de apoi
o pert
o de
você,pr ocure grupos onli
ne,mes mo após o t érmino do
trat
ament o,es
saajudapodes erimportante.

Depr essão
Algum ní veldedesconfortoénor malapósum di agnósti
code
câncer ,maséi mportantecompartil
harissocom seusmédi cos
,
para que elespossam avaliarse é apenasuma ansiedade ou
umadepr es
são maisprofunda.Sabendo o ques epas sacom
você, elespodem i
ndicartr
atamentoset erapi
asquepoder ãote
fazerbem.

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Pr
ogr
amaLi
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