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SÉRIE ALIMENTO SÓLIDO

“Mas, o alimento sólido é para os adultos, os quais, pelo exercício constante, tornaram-se aptos para discernir tanto o bem quanto o mal”. Hebreus 5: 14.

ADORANDO EM ESPÍRITO E EM VERDADE

A adoração a Deus é algo essencial na vida do crente.


“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em
verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que
o adoram o adorem em espírito e em verdade”. João 4: 23, 24.
(Leia Apocalipse 5: 8, 11-14; 7: 11; 11: 16; Mateus 4: 9, 10; 14: 33; 28: 9, 17).

“E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos
que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo. Dizendo com grande
voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que
fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. Apocalipse 14: 7.
Os nossos objetivos principais: unir-nos para louvar e adorar ao Deus Criador (Apoc. 14: 7),
proclamar o evangelho da salvação em Cristo Jesus (Mateus 28: 19, 20), fazer o bem ao próximo
(Lucas 10: 30-37; 2ª Tessalonicenses 3: 13; Tiago 4: 17) e crescermos no conhecimento de Deus
e do Seu Filho Jesus (João 17: 3).
Porém, erros na adoração são empecilhos para a vida eterna (Leia Apocalipse 9: 20; 13: 4, 8; 14: 9-11;
19: 4, 10, 20; 20: 4).
Desde o início houve uma preocupação muito grande com dois aspectos: o doutrinário e o administrativo.
Com relação à questão administrativa houve a percepção de que muitas igrejas cristãs se institucionalizaram de tal
forma que hoje mais se parecem com empresas interessadas no lucro do que com um organismo de caráter
espiritual que deveria estar interessado no bem-estar e na salvação das pessoas. Analisando as causas deste
fenômeno, a Igreja de Deus decidiu delegar à congregação total autonomia com relação às decisões administrativas
e tendo completo acesso aos relatórios financeiros detalhados. Além disso, optou-se por um ministério onde a
liderança da igreja não é remunerada nem recebe benefícios de caráter material. Todos trabalham voluntariamente e
com alegria. Desta forma temos certeza de que nossos obreiros são motivados única e exclusivamente pelo amor e
não por interesses materiais.
Com relação à questão doutrinária, a Igreja de Deus não se arroga o título de única igreja verdadeira, mas entende
que a Igreja Verdadeira é composta por todos os cristãos que procuram viver de acordo com a vontade de Deus e
têm crescido na compreensão da Palavra de Deus (mesmo que ainda não tenha todo o conhecimento). Nossa igreja
está interessada em progredir sempre no conhecimento do único Deus verdadeiro e, por esta razão, assume uma
postura de “comunidade de discípulos” e não uma “comunidade de mestres”. Ter um credo ou uma lista de crenças
fundamentais não é tão importante para nós. O mais importante é crescermos no amor a Deus e ao próximo e
também na compreensão da Palavra de Deus.
Ainda sobre o aspecto doutrinário, entendemos que há dois grandes perigos no estabelecimento de credos ou de
uma lista de crenças fundamentais: O primeiro é que esta formalização de dogmas pode gerar o orgulho
denominacional, um sentimento de que “eu estou certo e todos os outros estão errados”, “eu tenho a verdade e todos
os outros que não crêem da forma como minha igreja ensina estão no erro”. O segundo perigo é o do comodismo. O
fato de existir uma lista de doutrinas aceita pode desestimular o estudo da Bíblia. “Por que estudar se já temos toda a
verdade?”, alguns poderão pensar.
Isto não significa que a Igreja de Deus é um barquinho solto no mar revolto dos enganos teológicos. Pelo contrário, o
espírito de abertura e estimulo ao estudo tem feito que cheguemos a sólidas conclusões doutrinárias graças à ação
do Espírito de Deus entre nós.
Graças a Deus e a este enfoque temos experimentado um crescimento não apenas em número, mas em amor e
comprometimento por parte de todos.
Em breve publicaremos mais detalhes sobre a nossa história e estatuto.
Filosofia de Trabalho da Igreja de Deus.
Nossa igreja não tem pastores remunerados. A Igreja de Deus é liderada por um grupo de anciãos
voluntários que trabalham motivados unicamente pelo desejo de verem a obra de Deus avançando. São estes
anciãos que oficiam as cerimônias batismais em nossa igreja. Mas não há na Bíblia absolutamente nenhuma
restrição para que outras pessoas que não sejam anciãos oficiem cerimônias batismais. Qualquer cristão que
foi batizado em nome de Jesus tem a autoridade dada pelo próprio Senhor Jesus para batizar novos
conversos em Seu Nome (I Pedro 2: 9).

Entendemos ser uma prática recomendável e razoável que um novo converso seja batizado por aquele
cristão que teve uma participação especial em sua conversão, seja apoiando, dando orientações bíblicas ou
testemunhando. Não nos parece razoável que um recém-convertido seja batizado por uma pessoa que mal a
conhece. Infelizmente há muitos pastores que na hora da cerimônia se esquecem até do nome do batizando
pois pouca ou nenhuma participação tiveram na preparação desta pessoa.

Sem querer ofender a qualquer outra denominação, permita-me expor o que pensamos a respeito deste tipo
de monopólio da condução da cerimônia batismal pelos pastores. Para justificar seus salários, suas posições
e autoridade, a alta administração da igreja concede aos pastores o monopólio sobre determinadas
cerimônias eclesiásticas tais como Santa Ceia, Batismo, condução de comissões, etc.. Este monopólio vai
contra o princípio bíblico do sacerdócio universal de todos os crentes e serve apenas para enfatizar o
conceito antibíblico de separação entre clero e leigos. Esta atitude antibíblica justifica-se apenas para manter
o poder e a ordem sob a tutela dos pastores e sugerir aos membros que os pastores remunerados são
indispensáveis e que a igreja não sobreviveria sem eles, devendo portanto sustentá-los com os dízimos.
Alguns poderão questionar nossa posição alegando que permitir que os "crentes comuns" batizem os novos
conversos seria um convite à desordem na igreja. Poderiam alegar que é necessária muita responsabilidade
para batizar um novo converso. Diante disso eu perguntaria: Para quais atividades são necessárias pessoas
mais bem preparadas espiritualmente e teologicamente: Para oficiar uma cerimônia batismal ou para
ministrar uma série de estudos bíblicos para os novos na fé? É claro que a ministração de uma série de
estudos bíblicos exige muito mais conhecimento, preparo teológico e espiritual do que para oficiar um
batismo. Uma pessoa mal preparada espiritualmente poderia até oficiar um batismo sem que os outros
percebessem sua falta de preparo e de conhecimento pois, tecnicamente falando, um batismo é apenas um
símbolo que consiste na imersão da pessoa na água.

Por que os zelosos pela ordem não defendem também a tese de que o pastor da igreja também seja o
responsável exclusivo para ministrar todos os estudos bíblicos da igreja? Não receberam eles treinamento
durante 4 anos no curso teológico? Não estão eles mais bem preparados para ministrar a Palavra de Deus
aos interessados? A resposta é simples: Porque ministrar uma série de estudos bíblicos dá muito trabalho e
boa parte dos pastores modernos não gosta de trabalhar. Para saber se o seu pastor gosta ou não de trabalhar
basta responder a uma pergunta muito simples: Quantos estudos bíblicos o pastor de sua igreja está
ministrando atualmente? Quantas pessoas foram batizadas ultimamente em sua igreja como conseqüência
direta do trabalho evangelístico do seu pastor? Lembre-se de que seu pastor é remunerado e deveria
trabalhar tempo integral para a igreja.
Dependendo destas respostas saberemos se o pastor da sua igreja tem vocação para o trabalho missionário
ou é simplesmente mais um gerente de igreja que joga o trabalho duro para os membros e fica com a parte
fácil de apenas mergulhar os novos conversos na água sem qualquer comprometimento ou envolvimento na
preparação destas pessoas. Minhas palavras podem parecer um pouco duras, mas refletem a triste realidade
da maioria das igrejas de hoje: Os pastores querem apenas o dízimo das igrejas e a parte fácil do trabalho
(batizar, oficiar santa ceia, etc.) deixando a parte dura do trabalho para os anciãos e diretores de
departamentos.

É por isso que em nossa igreja dispensamos os pastores remunerados e defendemos que os próprios
membros instruam e batizem os novos conversos. Em nosso país temos que arcar com altos impostos para
sustentar os políticos e os serviços públicos quem nem sempre estão à nossa disposição como deveriam.
Não podemos ser duplamente onerados para sustentar com nossos recursos financeiros um sistema religioso
ineficiente que joga sobre os membros a parte difícil e fica com a parte fácil e com a melhor fatia do
dinheiro que é arrecadado nas igrejas. Não podemos também nos conformar com o conceito antibíblico de
separação entre clero e leigos. Todos os crentes devem reconhecer que são sacerdotes e que Deus os
reconhece como tal.

Como os Cristãos Primitivos Batizavam?

A Bíblia Responde:

“Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para
remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” - Atos 2:38.

“Porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome
do Senhor Jesus.” - Atos 8:16.

“E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então lhe pediram que permanecesse com eles
por alguns dias.” - Atos 10:48.

“Eles, tendo ouvido isto, foram batizados em o nome do Senhor Jesus.” - Atos 19:5.

“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?”
Romanos 6: 3.

“Porque todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes.” - Gálatas 3:27.

“E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças
a Deus Pai.” - Colossenses 3:17

Finalizo dizendo que é uma alegria saber que todos nós podemos ter este privilégio e bênção de oficiar o
batismo dos nossos queridos irmãos que se unem a nossa igreja (I Pedro 2: 9).
Perguntas Freqüentes sobre a Administração Financeira da Igreja de Deus

1. Gostaria de saber como a IDE é sustentada. Vocês arrecadam o dízimo?

2. Se algum membro da IDE não contribuir financeiramente, qual será a atitude da igreja para com ele?

3. Como é possível saber se o dinheiro arrecadado na IDE está sendo bem empregado?

4. Fale mais sobre o dízimo. Por que ele não é obrigatório na IDE? A Bíblia não ordena o pagamento do
dízimo?

5. Quanto ganha um pastor da IDE? Que tipo de benefícios e mordomias ele tem direito? Quanto ganham
os administradores da igreja?

6. Como as doações arrecadadas na IDE são empregadas?

7. Como faço para dar sugestões para melhorar a administração financeira da IDE e aperfeiçoar o sistema
de transparência?

1. Gostaria de saber como a IDE é sustentada. Vocês arrecadam o dízimo?

A IDE é sustentada através de doações. Na IDE todo tipo de doação é voluntária. Não existe, portanto,
uma arrecadação de dízimo. Cada um contribui conforme proposto em seu coração (2ª Coríntios 9: 7, 8).

2. Se algum membro da IDE não contribuir financeiramente, qual será a atitude da igreja para
com ele?

A igreja não pressiona ninguém a doar e também não cria circunstâncias ou estabelece métodos de
arrecadação visando pressionar ou constranger potenciais colaboradores.

As doações são anônimas. Isso significa que a tesouraria da igreja não sabe quem doou e quem não doou.
Tampouco sabe quanto cada um doou. Não existe nenhum controle da igreja sobre a vida financeira dos
seus colaboradores. Conseqüentemente a IDE não é capaz de estimar o salário de nenhum dos seus
membros em função das contribuições arrecadadas. Nenhum membro em nenhum momento é
questionado a respeito do assunto, embora exista a recomendação de que todos devem procurar encontrar
formas de auxiliar financeiramente a obra de Deus.

Não existe discriminação entre doadores e não doadores na IDE. Na prática isso significa que em nossa
igreja ninguém assume ou deixa de assumir alguma função eclesiástica por ser ou não ser doador.
Sabemos que em algumas igrejas apenas os dizimistas têm certos “direitos”. Na IDE não funciona desta
forma. Doadores e não doadores têm os mesmos direitos. Desta forma garantimos que a motivação de
toda doação seja o amor e não a manutenção de um status eclesiástico. Quem doa para a IDE o faz com
alegria e motivado pelo amor (II Coríntios 9: 7, 8).

3. Como é possível saber se o dinheiro arrecadado na IDE está sendo bem empregado?

A IDE fornece mensalmente aos seus membros uma prestação de contas detalhada de todos os valores
arrecadados e de todas as despesas feitas no mês. Entendemos que é DIREITO de todos os membros
saber como cada centavo arrecadado está sendo empregado e é DEVER da administração da igreja ser
transparente e prestar contas detalhadamente para os membros.

A falta de transparência na administração financeira é o primeiro passo para os abusos que temos visto
ultimamente em várias denominações religiosas. Muitos líderes eclesiásticos sentem-se donos da igreja e
dos recursos financeiros arrecadados. Por esta razão não se sentem na obrigação de prestar contas a
ninguém. É quase que certo que tal filosofia levará ao abuso financeiro. Um grupo pequeno será
beneficiado com os recursos arrecadados enquanto a grande maioria da igreja ficará desassistida em
termos financeiros.

Infelizmente devido aos abusos praticados por vários líderes religiosos de muitas denominações, as
pessoas tendem a associar a religião ao comércio. Cristo veio para derrubar este conceito. Religião não é
comércio. A IDE por palavras e por exemplo combate fortemente às práticas abusivas de apelos
constrangedores, promessa de bênçãos em troca de dinheiro e mau uso dos recursos arrecadados. Isso é
uma abominação diante de Deus. Entendemos que uma das melhores e mais eficientes formas de evitar
que este erro seja introduzido em nossa igreja é através da total e irrestrita transparência financeira.

4. Fale mais sobre o dízimo. Por que ele não é obrigatório na IDE? A Bíblia não ordena o
pagamento do dízimo?

Para entendermos a questão da “obrigatoriedade” do dízimo devemos entender muito bem o ensino bíblico
sobre os dois modelos sacerdotais: o sistema levítico e o sistema de Melquisedeque. O sistema sacerdotal
levítico e suas leis duraram enquanto os levitas exerciam o sacerdócio no santuário terrestre. Quando
Cristo veio a esta terra, morreu por nós e subiu aos céus, um novo modelo de sacerdócio foi inaugurado –
um sacerdócio segundo a ordem de Melquisedeque. O livro de Hebreus explica como Melquisedeque, rei de
Salém e sacerdote de Deus, representava a obra de Jesus Cristo como nosso Sumo-Sacerdote.

A Palavra de Deus nos mostra que o dízimo é uma prática válida em ambos os sistemas. Os levitas
recebiam os dízimos e Melquisedeque também recebeu os dízimos de Abraão. Embora a prática de dizimar
seja válida nos dois modelos sacerdotais, o dízimo só é (ou só foi) obrigatório durante a vigência do
modelo levítico. Fora do modelo levítico não há lei que obrigue a devolução do dízimo. Veja o exemplo de
Jacó que se deu antes da vigência do modelo levítico (Gênesis 28:20-22). Ele fez um voto sob uma
condição para dar ao Senhor o dízimo. Se o dízimo fosse algo obrigatório certamente Jacó o daria
incondicionalmente, não caberia um voto diante de algo que já é lei. A experiência de Jacó nos mostra que
o dízimo não era obrigatório em sua época, mas era algo que poderia ser oferecido voluntariamente.

Falando sobre a lei do dízimo, Hebreus 7:12 afirma que havendo mudança de sacerdócio houve mudança
de lei. E a lei no contexto de Hebreus 7:5-12 é a lei do dízimo. Isso significa que quando o sacerdócio
levítico foi extinto, a lei que obrigava a devolução dos dízimos também foi extinta.

A IDE entende que o modelo sacerdotal vigente é o de Melquisedeque e portanto todos estamos sujeitos
apenas às leis relacionadas a este modelo sacerdotal. Entendemos que o modelo levítico e as leis
relacionadas ao sacerdócio levítico não estão mais em vigor. É por esta razão que a IDE não adota o
sistema de dízimo. Cabe ao doador decidir se vai doar 1%, 10%, 20% ou qualquer outro percentual do seu
salário para a obra de Deus.

5. Quanto ganha um pastor da IDE? Que tipo de benefícios e mordomias ele tem direito? Quanto
ganham os administradores da igreja?
A IDE adotou o modelo administrativo do novo testamento: a igreja tem anciãos (também chamados de
presbíteros ou bispos no Novo Testamento) e diáconos. Não existe o cargo de pastor na IDE. A função de
pastorear as ovelhas do rebanho do Senhor é conferida aos anciãos e diáconos. Nenhum dos oficiais da
igreja é remunerado. Todos trabalham voluntariamente.

Juridicamente, por força estatutária, a igreja é representada legalmente por sete diretores. O 26º artigo do
estatuto proíbe que estes diretores sejam remunerados ou recebam qualquer tipo de benefício financeiro
da igreja.

6. Como as doações arrecadadas na IDE são empregadas?

Os recursos arrecadados são empregados para alcançar os objetivos da igreja estabelecidos no estatuto.
Os objetivos da IDE conforme o estatuto social são estes:

1) Promoção de cultos de adoração ao único Deus Criador.

2) A divulgação da mensagem cristã conforme exarada nas Escrituras Sagradas.

3) O incentivo do estudo da Bíblia, destacando-se especialmente os ensinos de Cristo, os ensinos dos


apóstolos e as profecias bíblicas.

4) O desenvolvimento de projetos sociais visando o bem-estar mental, físico e espiritual da comunidade


onde a Igreja está sediada.

5) A participação em projetos comunitários que sejam compatíveis com a filosofia cristã.

6) A denúncia e a crítica aos abusos espirituais protagonizados por líderes eclesiásticos que utilizam a
religião e de seus adeptos para se locupletar.

7) O fornecimento de literatura e material que estejam alinhados com os objetivos da IDE.

7. Como faço para dar sugestões para melhorar a administração financeira da IDE e aperfeiçoar
o sistema de transparência?

A IDE deseja receber sua sugestão ou crítica sobre seu sistema de administração financeira. Por gentileza.
Envie um e-mail para ljaraujo1@yahoo.com.br colocando no campo Assunto/Subject o seguinte:
"Administração Financeira - Sugestão"

Somos gratos por seu interesse, participação e orações em favor de nosso ministério.

Site: www.luciano-araujo.blogspot.com