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-PÚBLICO-

N-2137 REV. C 07 / 2007

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica
Determinação de Descontinuidade em
Película Seca de Tinta
SC-14
Pintura e Revestimentos
Anticorrosivos Revalidação

Revalidada em 04/2011.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS
-PÚBLICO-

N-2137 REV. C JUL / 2007

DETERMINAÇÃO DE
CONTEC SC-14
Pintura e Revestimentos DESCONTINUIDADE EM
Anticorrosivos
PELÍCULA SECA DE TINTA

1a Emenda

Esta é a 1a Emenda da Norma PETROBRAS N-2137 REV. C e se destina a modificar o seu


texto na parte indicada a seguir.

- Item 4.2.2:

Alteração de conteúdo.

Nota: A nova página da alteração efetuada está localizada na página original


correspondente.

_____________

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 1 página


-PÚBLICO-

N-2137 REV. C MAI / 2007

DETERMINAÇÃO DE
DESCONTINUIDADE EM
PELÍCULA SECA DE TINTA

Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do


texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
CONTEC eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve
Comissão de Normalização ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Técnica Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições


previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 14 CONTEC - Subcomissão Autora.

Pintura e Revestimentos
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Anticorrosivos
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N-1 . Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 3 páginas e Índice de Revisões


-PÚBLICO-

N-2137 REV. C MAI / 2007

PREFÁCIO

Esta Norma PETROBRAS N-2137 REV. C MAI/2007 é a Revalidação da norma


PETROBRAS N-2137 REV. B AGO/2001, não tendo sido alterado o seu conteúdo, exceto o
Capítulo 2, alínea c) do item 3.1, alíneas b) e c) do item 3.2 e itens 4.2.3 a 4.2.8.

1 OBJETIVO

1.1 Esta Norma fixa o método para se determinar as descontinuidades em películas secas
de tintas aplicadas segundo as recomendações da norma PETROBRAS N-13, após a
última demão da tinta de acabamento.

1.2 Esta Norma se aplica a métodos iniciados a partir da data de sua edição.

1.3 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 DOCUMENTO COMPLEMENTAR

O documento a seguir é citado no texto e contém prescrições válidas para a presente


Norma.

PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura.

3 APARELHAGEM

3.1 Instrumentos para determinação de descontinuidades de películas secas de tintas


(“holiday detector”) com as seguintes faixas de medição:

a) 67,5 V, com precisão de 5 % (via úmida);


b) 500 V a 5 000 V, com precisão de 5 % (via seca).

3.2 A seleção do instrumento a ser usado deve obedecer aos seguintes critérios:

a) aparelho detector de tensão constante (67,5 V) e via úmida, para sistemas de


pintura com espessura de película seca inferior ou igual a 150 µm;
b) aparelho detector de tensão variável e via seca, com variação contínua ou com
“taps” constantes de, no máximo, 500 V, com faixa de operação de 500 V a
5 000 V, para sistemas de pintura com espessura de película seca acima de
150 µm.

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N-2137 REV. C MAI / 2007

4 EXECUÇÃO

4.1 Aparelho Via Úmida

4.1.1 Testar o aparelho efetuando, com um estilete metálico, um furo nas camadas de tinta,
de forma a expor a superfície metálica. Ligar o aparelho e passar a escova umedecida em
água salgada na superfície com falha, a falha deve ser acusada pelo aparelho.

4.1.2 O aparelho deve ser passado em toda a superfície pintada com uma velocidade
máxima de 15 cm/s.

4.2 Aparelho Via Seca

4.2.1 Selecionar na superfície a ser testada uma região isenta de falhas visuais e com
espessura idêntica à especificada para o sistema de pintura.

4.2.2 Passar a escova metálica do aparelho detector (superfície planas ou cilíndricas de


grande diâmetro) ou a mola (superfícies cilíndricas de pequeno diâmetro), inicialmente com
uma voltagem mínima, elevando-se a tensão de 500 V em 500 V até o disparo do alarme ou
até um máximo de 5 000 V.

4.2.3 Diminuir de 500 V a tensão do disparo do alarme e executar o teste.

4.2.4 No item 4.2.2, no caso do aparelho não soar o alarme, executar o teste com a tensão
de 5 000 V.

4.2.5 O aparelho deve ser passado na superfície pintada com velocidade máxima de
20 cm/s.

4.2.6 Ao se examinar a superfície pintada, o soar do alarme denota existência de


descontinuidade .

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ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A
Não existe índice de revisão

REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Revalidação

REV. C
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Revalidação

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IR 1/1

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