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MATRIZ DE ATIVIDADE INDIVIDUAL

Disciplina: Gestão de Pessoas Módulo: Atividade Individual

Turma: Gestão Empresarial_Gestão de


Aluno: Alessandro Cardoso
pessoas-0121-1-5

Introdução

O objetivo deste trabalho é mostrar o desafio do líder na gestão de pessoas, em um c enário


de transição e evolução da sociedade, das Empresas e do trabalho.
No contexto atual, as empresas estão inseridas em um processo de transformação de alta
complexidade e grandes desafios. Um mundo mais dinâmico, conectado, formado por
profissionais de diferentes personalidades, percebemos que a relação entre o líder e liderados
também se tornou mais complexa, muito mais desafiadora.

Percebemos que neste ambiente imprevisível, as estratégias corporativas e as práticas de


liderança de pessoas estão cada vez mais voltadas para o corpo funcional, para o talento
humano e em gerar um comprometimento deste colaborador para com a emrpesa.

Compromentimento este que passa por orientação por resultados, visão integrada do negócio,
trabalho em equipe, aprimoramento e inovação dos processos de trabalho, adaptação às
mudanças, disseminação de conhecimento, negociação, comunicação, com o foco nas
competências de cada indivíduo e de forma a promover um ótimo ambiente de trabalho, em
consonância com os resultados e a efetiva busca para alcance dos objetivos.

Além deste cenário de transição e evolução, ainda estamos passando por um momento único
de absoluta imprevisibilidade. A pandemia provocada pelo coronavírus tem imposto demandas
extraordinárias a líderes dentro e fora das empresas.

Iremos mostrar como os líderes exercem um papel fundamental, sua capacidade de valorizar e
compreender o indivíduo como pessoa e de gerir as competências técnicas e comportamentais
necessárias ao alcance dos resultados para as organizações.

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Desenvolvimento – Análise de diferentes perfis de liderança

Conceito de Liderança
Liderança é “a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando
atingir os objetivos identificados como sendo para o bem comum. É alguém que identifica e
satisfaz as necessidades legítimas de seus liderados e remove todas as barreiras para que
possam servir. Para liderar você deve servir”. Livro o Monge e o Executivo.
Este talvez seja o mais importante conceito de liderança, o de servir, ou seja, o líder tem que
ajudar, auxiliar, cuidar.
No ambiente corporativo é possível encontrar diversos estilos de liderança.

Temos o líder situacional, quando um colaborador é colocado sob uma situação de liderança sem
esperar ou solicitar por tal. Este tipo de líder tem tendência a estar mais próximo da equipe, o
que pode permitir tomada de decisões mais efetivas, por conhecer a necessidade do grupo. Por
outro lado, este novo líder pode não estar preparado para este novo desafio, afetando todo um
resultado e comprometimento da equipe.

O líder carismático, tem boas habilidades de comunicação, tem atitute positiva, bom
relacionamento interpessoal e muita auto confiança. Ele por ser auto confiante, inspira os
liderados a darem mais de si, o que pode trazer bons resultados. Às vezes este tipo de pessoa,
toma a si próprio como um modelo a ser seguido, o que pode passar uma imagem de
arrogância, diminuindo sua força como líder e prejudicando as relações de trabalho.

Temos vários outros perfis de liderança, como o democrático, que procura dividir toda decisão
com a equipe, o que pode impactar em tomada de decisões prioritárias.

O líder autocrático, o oposto do democrático, geralmente tem o controle das tomadas de


decisões, oferecendo pouco espaço para opiniões da equipe. Geralmente este líder conhece todo
o processo, e a equipe é responsável pela execução das atividades. Funciona bem para equipes
qualificadas em tarefas específicas, como por exemplo na operação do sistema elétrico, área
onde atuo como Gerente de Operação e Manutenção, onde somos regido por normas, instruções
de operação e manuais técnicos de campo, em um modelo que se baseia em normas e
instruções pré estabelecidas.

O transformacional, que busca transformar o ambiente na qual está inserido. Está sempre de
olho em oportunidades para mudar a realidade onde está inserido, resolvendo desde os
problemas mais simples até os mais complexos.

A liderança liberal (ou laissez-faire) é baseada na mínima intervenção do líder nas decisões da
equipe. O grupo fica mais à vontade, sem necessidade de acompanhamento constante e o líder
faz apenas observações pontuais quando solicitado. Se não se tem um planejamento claro,
prazo de entrega definido e papéis bem estabelecidos, a equipe pode ficar sem direção.

Temos ainda o líder visionário, que inspira a inovação da equipe. Este tipo de liderança pode
criar um campo de forças capaz de energizar e motivar todas as instâncias da organização,

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mobilizando habilidades, competências e talentos em torno de sua concretização.

Próprio do cenário atual em que vivemos, temos a liderança conectiva. São indivíduos que
percebem a força que existe nas interconexões entre as pessoas. Acreditam no valor humano,
associa as suas visões aos sonhos dos outros. Incentiva os colaboradores a assumirem
responsabilidades em todos os níveis. Sabem que a interdependência significa relacionamentos
de todos os tipos, entre pessoas e organizações. É ambicioso, mas com foco na empresa. Busca
pela formação de sucessores com desempenhos melhores que os dele próprio.

Considerações finais

Testemunhamos um período de drásticas mudanças em âmbito global.


Neste cenário as organizações estão ampliando a sua visão de atuação estratégica e
percebendo a importância do líder como desenvolvedor de competências individuais e
coletivas das equipes, entendendo do negócio e visualizando como suas ações podem impactar
nos processos de trabalho, alinhado com os objetivos e estratégias organizacionais.

A liderança tem papel muito mais além do que as obrigações hierárquicas tradicionais. Eles
deverão ser capazes de influenciar pessoas, direcionar esforços para obtenção de resultados,
administrar conflitos, propiciar oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional e
estimular o aprimoramento da equipe que lidera.

Percebemos que neste ambiente imprevisível, as práticas de liderança de pessoas estão cada vez
mais voltadas para o corpo funcional, para o talento humano e em gerar um comprometimento
deste colaborador para com a emrpesa.

Não há como definir um líder a partir de um único estilo de liderança, pois o mesmo indivíduo
pode adotar diferentes atitudes em relação a diversos aspectos, tais como tomada de decisões,
divisão de tarefas, delegação de tarefas, dentre outros. Um bom líder consegue se moldar a
cada situação, momento, ou grupo de trabalho.

Uma boa liderança é sempre notada pelos seguidores – se estes estão motivados e alcançam os
objetivos pretendidos, envolvem-se com a organização, realizando esforços em prol da Empresa,
apresentam postura profissional adequada, demosntrada por meio de empenho e da
disponibilidade para realização do trabalho, é sinal que há um bom líder orientando o grupo.

Muito além que somente gerir uma equipe, é necessário compreender os desdobramentos que
envolvem o relacionamento interpessoal. É preciso que o líder consiga se moldar a cada
situação, momento ou grupo de trabalho. Precisam ter capacidade adaptativa, resiliência e
confiança. Deve-se zelar, servir, cuidar de todos os colaboradores, de forma que tenham
satisfação e motivação, atuando com proatividade e foco no alcance de resultados para a
organização, otimizando o uso dos recursos disponíveis para a realização das atividades,
buscando alcançar os padrões de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente.

Referências bibliográficas

FERREIRA, Victor et all. Gestão de Pessoas na Sociedade do Conhecimento. Rio


de Janeiro: FGV, 2017, 2.ed.  
NARDUCCI, Viviane. Gestão de Pessoas. Conteúdo online disponível

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em:  http//www.ls.cursos.fgv.br . Rio de Janeiro: FGVOnline, 2021.
CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração
participativa. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1997.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração geral e pública. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
MOSCOVICI, Fernando. Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995.
https://administradores.com.br/noticias/conheca-os-10-perfis-de-lideranca-mais-
comuns
https://www.rhportal.com.br/artigos-rh/lideranca/
https://www.leaobrasileiro.com.br/estilos-de-lideranca/
https://www.mckinsey.com/business-functions/organization/our-
insights/leadership-in-a-crisis-responding-to-the-coronavirus-outbreak-and-future-
challenges/pt-br
http://www.avm.edu.br/docpdf/monografias_publicadas/k214765.pdf

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