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CURSO LATWORK MOODLE – MODULO I

Informalidad: concepciones y teorias en perspectiva historica

Aula 1 - A Categoria “Setor Informal” da OIT como Referência Inicial: Visões em Disputa
(Roberto)

Textos básicos:

1. CACCIAMALI, Maria Cristina. Um estudo sobre o setor informal urbano e formas de


participação na produção. Doutorado em Economia. USP, Brasil,1982. [CAPÍTULO 1: O SETOR
INFORMAL: UM CONCEITO CONTROVERTIDO].

Nesse capítulo, Souza (1982) apresenta três principais posições a respeito do tema:
✓ a expressa no Relatório do Quênia (OIT - Genebra);
✓ a que se desenvolveu com o PREALC (OIT - América Latina);
✓ e a que denominou de “intersticial e subordinada”.

2. TOKMAN, Víctor. Las relaciones entre los sectores formal e informal. Revista de la CEPAL,
Santiago de Chile, n. 5, p. 103-40, 1978 (também publicado em ECONOMIA, Revista del
Departamento de Economía Pontificia Universidad Católica del Perú volumen XXlV No 48
diciembre, 2001).

Na primeira parte deste artigo, Tokman (1978) apresenta três principais posições a respeito do
tema:

✓ enfoque das relações benignas, com duas ênfases: na autonomia do setor informal
(visão dualista) e na integração entre formal e informal (abordagem da
complmentariedade).
✓ enfoque da subordinação, com duas ênfases: na autonomia do setor informal
(abordagem da marginalidade) e na integração entre formal e informal (abordagem da
exploração).
✓ terceiro enfoque: entre os dois anteriores, mas mais próximo do segundo; considera
que as relações entre formal e informal tem componentes de autonomia e integração
subordinada; caráter heterogêneo da subordinação.

Textos complementares:

CACCIAMALI, Maria Cristina. Um estudo sobre o setor informal urbano e formas de


participação na produção. Doutorado em Economia. USP, Brasil,1982. [TEXTO INTEGRAL].

OIT. Employment, lncomes and Equality. A Strategy for lncreasing Productive Employment in
Kenya. G inebra: OIT, 1972.

TOKMAN, Víctor. Dinamica del mercado de trabajo urbano: el sector informal urbano en
America Latina. OIT - Programa Regional del Empleo para America Latina y el Caribe (P. R. E. Á.
L. C.), 1977.

BARBOSA, Alexandre de Freitas. O conceito de trabalho informal, sua evolução histórica e o


potencial analítico atual: para não jogar a criança fora junto com a água do banho. In: Véras de
Oliveira, Roberto; GOMES, Darcilene; TARGINO, Ivan (orgs.). Marchas e contramarchas da

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informalidade do trabalho: das origens às novas abordagens. João Pessoa: Editora Universitária
da UFPB, 2011.

Aula 2 - Da Categoria “Setor Informal” para “Economia Informal”: Novas Visões em Disputa
(Dari)

Textos básicos:

1. SOTO, Herando de. El otro sendero: la revolución informal. Lima: Instituto Liberdad y
Democracia, 1986. [PRÓLOGO DE VARGAS LLOSA; INTRODUCIÓN; LA VIVIENDA INFORMAL].

[Tradução para o portugués: Economia subterránea: uma análise da realidade peruana. Rio de
Janeiro: Editora Globo, 1987]

2. PORTES, Alejandro; HALLER, William. La economía informal. Santiago de Chile, CEPAL - SERIE
Políticas sociales N° 100, 2004.

Textos complementares:

BROMLEY, Ray. Informalidad y desarrollo: interpretando a Hernando de Soto. Sociológica, año


13, número 37, Mayo-agosto de 1998.

SOTO, Hernando. Conferencia: ¿Por Que Importa la Economía Informal? Universidad Católica
de Chile, 1987.

SOUZA, Maria Cristina Cacciamali. Proceso de informalidad y sector informal: reexamen de una
discusión. In: Revista Venezuelana de Economia y Ciencias Sociales, Caracas, v. 6, nº 3 (sep.-
dic.), 2000a, pp. 95-110.

SOUZA, Maria Cristina Cacciamali. Globalização e processo de informalidade. In: Revista


Economia e Sociedade, Campinas, nº 14, jun. 2000b, pp. 153-174.

Aula 3 - “Economia Informal” na OIT (Roberto)

Textos básicos:

1. OIT. Conferencia Internacional del Trabajo 90ª Reunión. El trabajo decente y la economía
informal. OIT: Ginebra, 2002.

2. DAZA, José Luis. Economía informal, Trabajo no declarado y Administración del Trabajo.
Documento No. 9. Oficina Internacional del Trabajo – Ginebra, Junio 2005.

3. BALTAR, Paulo; MANZANO, Marcelo. O problema da informalidade ocupacional na periferia


do capitalismo. Campinas, mimeo, 2020.

Textos complementares:

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HUSSMANNS, Ralf. Measuring the informal economy: From employment in the informal sector
to informal employment. Geneve: ILO. Working Paper No. 53.

BONNET, Florence; VANEK, Joann; CHEN, Martha. Women and Men in the Informal Economy:
A Statistical Brief. NY: WIEGO, 2019.

Aula 4 – Novas abordagens sobre informalidade (Dari)

Textos básicos:

1. PÉREZ SAINZ, Juan P. Neoinformalidad en Centroamérica. San José, Costa Rica: Faculdad
Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO), 1996.

2. SILVA, Luiz Antonio Machado da. Da informalidade à empregabilidade: reorganizando a


dominação no mundo do trabalho. CADERNO CRH, Salvador, n. 37, p. 81-109, jul./dez. 2002.

3. FILGUEIRAS, VITOR; ANTUNES, Ricardo. Plataformas digitais, Uberização do trabalho e


regulação no Capitalismo contemporâneo. Contracampo, Niterói, v. 39, n. 1, p. 27-43, abr./jul.
2020.

4. GAIGER, Luiz Inácio. Antecedentes e expressões atuais da economia solidária. Revista Crítica
de Ciências Sociais, 84, Março 2009: 81-99.

Textos complementares:

SOUZA, Maria Cristina Cacciamali. Prefácio. In: In: Véras de Oliveira, Roberto; GOMES,
Darcilene; TARGINO, Ivan (orgs.). Marchas e contramarchas da informalidade do trabalho: das
origens às novas abordagens. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2011.

PÉREZ SAINZ, Juan P. ¿Es necesario aún el concepto de informalidad? In: Perfiles
Latinoamericanos, nº 13, Deciembre, 1998.

ANTUNTES, Ricardo. Os modos de ser da informalidade: rumo a uma nova era da precarização
estrutural do trabalho? Serv. Soc. Soc., São Paulo, n. 107, p. 405-419, jul./set. 2011.

RANI, Uma. Old and new forms of informal labour. WIEGO, 2017
(https://www.wiego.org/publications/old-and-new-forms-informal-labour).

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