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PROJETO

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PROJETO BÁSICO
CP-AUT-001 1/12
CRITÉRIO DE PROJETO

REVISÕES
TE: TIPO A - PRELIMINAR C - PARA CONHECIMENTO E - PARA CONSTRUÇÃO G - CONFORME CONSTRUÍDO
EMISSÃO B - PARA APROVAÇÃO D - PARA COTAÇÃO F - CONFORME COMPRADO H - CANCELADO

Rev. TE Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data

0 A Revisão Original BRUNO MICHELLE 04/10/21


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ÍNDICE

ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA

1.0 OBJETIVO 3

2.0 CÓDIGOS E NORMAS 3

3.0 CONDIÇÕES LOCAIS 3

4.0 UNIDADES DE MEDIDA 3

5.0 ESCOPO E LIMITES DE BATERIA 4

6.0 PREMISSAS PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 4

7.0 DOCUMENTOS REFERENCIADOS 5

8.0 LISTA DE DOCUMENTOS – ENTREGÁVEIS 5

9.0 CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS 5

10.0 REQUISITOS DE QUALIDADE 5

11.0 CRITÉRIOS DE IDENTIFICAÇÃO 6

12.0 CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 6

13.0 CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE INSTRUMENTAÇÃO 12


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1.0 OBJETIVO

O objetivo desse documento é deixar claro quais são as regras, as premissas, as


informações necessárias para o desenvolvimento do projeto da Planta de Reagentes
apresentada no fluxograma P-001, no que tange aos dados de instrumentação e
automação.

2.0 CÓDIGOS E NORMAS

Estão sendo considerados na elaboração desse projeto os seguintes códigos e normas:

1. ISA S5.1 - Binary Logic Diagrams for Process Operations.


2. ISA S5.2 - Graphic Symbols for Distributed Control/Shared Display Instrumentation, Logic
and Computer Systems.
3. ISA S5.3 - Instrument Loop Diagrams.
4. ISA S5.4 - Graphic Symbols for Process Displays.
5. ISA S.20 - Specification Forms for Process Measurement and Control Instruments,
Primary Elements and Control Valves.
6. IEC 60617:2012

3.0 CONDIÇÕES LOCAIS

As condições locais devem ser vistas no documento CL-XXX.


Obs.: Devem ser consideradas as seguintes condições locais para especificação da
instrumentação: planta de reagentes é classificada como “Área explosiva”, porém, o tanque
de distribuição não.

4.0 UNIDADES DE MEDIDA

Em conformidade com o Sistema Internacional de Unidades, devem ser usadas as


seguintes unidades para as principais variáveis:

Temperatura: °C

Líquidos: m3/h
Vazão Vapor de água: t/h
Gás: m³/h (20 ºC e 101,325 kPa)
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Pressão: bar ou kPa (1)


Vácuo e Baixas Pressões: bar abs. ou kPa abs (2)

Nível: % da faixa, m ou mm

Notas:
(1) As medições de pressão são referidas à pressão manométrica, exceto onde claramente
especificado;
(2) Pressão absoluta.

5.0 ESCOPO E LIMITES DE BATERIA

O escopo desse projeto é desenvolver toda a instrumentação e automação do processo da


planta de reagentes XXXX, contemplando a compra, manutenção, instalação, operação,
compreendido entre:

Entrada 1: água no tanque 1 e tanque 3.


Entrada 2: reagente no alimentador.
Saída: distribuição do produto em 5 saídas diferentes.

O escopo de automação desse projeto se restringe a instrumentação e automação entre os


seguintes equipamentos, inclusive: FV-01, FIT/FE-03 e FIT/FE-04 A/B/C/D/E.

Limites de bateria: entrada de água está fora do limite de bateria desse escopo.

6.0 PREMISSAS PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

Para o projeto da planta de reagentes, vamos considerar as seguintes premissas e critérios:

 Toda entrada de água está fora do limite de bateria desse escopo;


 Os instrumentos deverão ser fornecidos completos, com todo material de montagem e
qualquer acessório necessário, sendo que as roscas de conexão ao processo
deverão ser de ¾” NPT;
 Todo indicador deverá ser considerado remoto;
 A planta de reagentes é classificada como Área explosiva”, porém, o tanque de
distribuição não;
 Todos os instrumentos precisarão ter grau de proteção mínimo IP65;
 A tensão de alimentação da instrumentação é de 120Vca.
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 Os instrumentos analógicos deverão ser fornecidos com comunicação em Rede


Profibus-PA.
 A rede de acionamento de motores deverá ser com comunicação em Profibus DP.
 O Alimentador deverá ser fornecido com toda a instrumentação necessária para o seu
perfeito e seguro funcionamento, ou seja, com duas chaves de emergência, um
sensor de velocidade e uma buzina.
 As Válvulas deverão ser fornecidas com acionamento pneumático, via solenoide, e
com duas chaves de posição para indicação de aberto e fechado.
 O sistema de controle deverá ter módulos de ED (Entradas Discretas) com 16 pontos
e os módulos de SD (Saídas Discretas) com 8 pontos.

7.0 DOCUMENTOS REFERENCIADOS

Os documentos usados como referência para esse projeto são:


Fluxograma de Processo – FLUXO-001.
Fluxograma de Engenharia – P-001.

8.0 LISTA DE DOCUMENTOS – ENTREGÁVEIS

• Critério de Projeto em Word;


• Lista de Instrumentos em Excel;
• Lista Preliminar de pontos em Excel;
• Planilha de Quantidades em Excel;
• Parecer Técnico em Excel;
• Lista de materiais em Excel;
• Relação de Entradas e Saídas em Excel;
• Memorial Descritivo em Word.

9.0 CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS

N.A

10.0 REQUISITOS DE QUALIDADE

Os requisitos de qualidade desse projeto podem ser vistos no documento RQ-XXX.


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11.0 CRITÉRIOS DE IDENTIFICAÇÃO

11.1 EQUIPAMENTOS

Para os equipamentos do projeto, considerar a seguinte identificação:

Incluir tabela com as possíveis siglas de equipamentos que temos em projeto.

11.2 INSTRUMENTOS

A norma ISA S5.1 – INSTRUMENTATION SYMBOLS AND IDENTIFICATION deve ser


usada para a identificação de instrumentos, em todos os documentos.

Para a identificação dos instrumentos, utiliza-se a seguinte regra:

A primeira letra do conjunto de letras indica a variável medida/controlada e as letras


subsequentes indicam a função que o instrumento desempenha na malha de controle. O
primeiro conjunto de algarismos, indica a área/fábrica e o segundo indica a malha à qual o
instrumento ou a função programada pertence. Eventualmente, para completar a
identificação, poderá ser acrescido um sufixo.

11.3 CABOS

N.A

11.4 SOFTWARE

N.A

12.0 CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

12.1 SISTEMA DE CONTROLE

N.A
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12.2 PADRONIZAÇÃO DE SINAIS

Conforme as premissas, a tensão de alimentação da instrumentação é de 120Vca.


Os instrumentos analógicos deverão ser fornecidos com comunicação em Rede Profibus-
PA.
A rede de acionamento de motores deverá ser com comunicação em Profibus DP.

12.3 MODOS DE OPERAÇÃO

O processo proposto é composto por duas etapas distintas. Um sistema de distribuição de


água de operação continua e uma planta de reagentes com uma etapa de dosagem
continua e um sistema de preparação por batelada. O fluxograma a seguir ilustra este
processo:

A seguir, descreve-se cada uma das etapas do processo.

12.3.1 PLANTA DE REAGENTES

O processo é composto por um tanque de preparação de produto e outro de consumo. O


tanque de preparação possui uma válvula de entrada de água, um alimentador de
produto, um agitador, um aquecedor e uma válvula de produto. Com relação aos
instrumentos existem dois transmissores, um de nível e outro de temperatura. O tanque
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de consumo possui outros dois instrumentos, um para medição de nível e outro para
medição do consumo de produto.

O processo de preparação deve ser executado passo a passo conforme indicado a seguir.
Ao final do quinto passo deverá ser interrompido e aguardar um novo comando de
preparação.

Cada passo deve efetuar uma tarefa e possui e uma condição de finalização que avança
ao próximo passo. As condições de avanço e tarefas são descritas a seguir.
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O agitador deve possuir um intertravamento independente do passo em execução com o


nível do tanque de preparação. Se o nível ficar abaixo de 20% ele deve ser desligado.

O comando de preparação de batelada deve ser feito automaticamente toda vez que a
autonomia do tanque de consumo for inferior a 30 minutos. O tanque de consumo possui
as seguintes dimensões: Altura de 10 metros e diâmetro de 5.

A dosagem de reagentes deve ser controlada automaticamente através de uma malha de


controle que deve possuir 03 modos de operação:

 Modo manual - O operador atua diretamente na saída do controlador PID e o valor


inserido pelo operador é transferido para a válvula e controle;

 Modo Automático - O operador entra com o valor de setpoint desejado, e o bloco PID
através de cálculos atua na variável de saída;

 Modo Setpoint Remoto - O valor do setpoint é calculado por algoritmo interno do CLP
em função da vazão de água nova. Para este modo de operação deve ser definido pelo
operador qual a taxa de reagentes (g/l) deve ser dosado e qual a concentração do
reagente recebido. Estes valores devem ser informados através de entradas de dados do
sistema de supervisão.

Considerar entradas analógicas para simulação de todos os instrumentos que devem


possuir as seguintes faixas de medição:
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Além dos instrumentos já citados, o sistema possui os seguintes sinais de entradas e


saídas:

TIPO SINAL EQUIPAMENTO DESCRIÇÃO


Entrada
Agitador Sinalização Liga
Digital
Entrada
Agitador Sinalização Desliga
Digital
Entrada
Agitador Sinalização Emergência
Digital
Rede Agitador Comando Liga/Desliga
Entrada
Alimentador Sinalização Liga
Digital
Entrada
Alimentador Sinalização Desliga
Digital
Entrada
Alimentador Sinalização Emergência
Digital
Rede Alimentador Comando Liga/Desliga
Entrada
Alimentador Funcionando
Digital
Entrada
Alimentador Defeito
Digital

12.3.2 DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

O sistema de distribuição é composto por um reservatório com cinco consumidores


interligados através de válvulas de bloqueio com diferentes vazões. Para controlar o nível
existe uma única linha de alimentação com válvula de controle que através da sua
abertura de 0 a 100% mantém o nível constante.

A operação das válvulas de saída é feita através de saídas digitais do sistema de


automação que atuam as solenóides dos cilindros pneumáticos de cada válvula. São
previstos também sensores de posição aberto e fechado para sinalização do estado de
cada válvula. A definição de qual válvula deve ser aberta é uma decisão do operador em
função das áreas do processo que estão em operação. A válvula de controle de adição de
água no reservatório deve controlar automaticamente através de um algoritmo PID o nível
do tanque de água. A válvula de entrada possui uma relação linear com sua abertura
sendo que com 100% de abertura a vazão da válvula é de 500 m³/h.
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A tabela a seguir informa as vazões de saída de cada uma das válvulas do tanque de
distribuição.

12.4 SISTEMA DE SEGURANÇA

O Sistema de Segurança será definido no projeto detalhado.

12.5 SALA DE CONTROLE

Configuração da Sala de controle será escopo do projeto detalhado.

12.6 FILOSOFIA DE INTERLIGAÇÃO

A Filosofia de interligação será definida no projeto detalhado.

12.7 DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO DE CONTROLE

Os instrumentos e equipamentos de automação terão tensão de alimentação em 120 Vca.

12.8 SISTEMAS DE GERENCIAMENTO

Os Sistemas de Gerenciamento serão definidos no projeto detalhado.

12.9 ACIONAMENTO DE MOTORES

Os acionamentos de motores serão definidos no projeto detalhado.

12.10 SISTEMA DE DETECÇÃO E COMBATE A INCENDIO

O sistema de detecção e combate a incêndio será definido no projeto detalhado.


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12.11 REDES DE COMUNICAÇÃO

Os instrumentos analógicos deverão ser fornecidos com comunicação em Rede Profibus-


PA. A rede de acionamento de motores deverá ser com comunicação em Profibus DP.

13.0 CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE INSTRUMENTAÇÃO

13.1 CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE INSTRUMENTOS

Os instrumentos deverão ser fornecidos de acordo com as premissas de projeto


estabelecidas no item 6.0 e respectivas folhas de dados e requisitos técnicos.

Deverão ser utilizados os seguintes tipos de instrumentos e válvulas:

TAG TECNOLOGIA
LIT-01 Radar
LIT-02 Pressão Diferencial
LIT-03 Ultrasônico
PIT-02 Manométrico
FIT-02 Eletromagnético
FIT-03 Eletromagnético
FIT-04A@E Eletromagnético
TIT-01 RTD PT-100
FV-01 Válvula borboleta de bloqueio (SA)
FV-02 Válvula esfera de bloqueio (SP)
FV-03 Válvula borboleta de controle (VC)
FV-04A@E Válvula esfera de bloqueio

13.2 CARACTERISTICAS ESPECIFICAS

N.A

13.3 REQUISITOS DE INSTALAÇÃO

N.A

13.4 VÁLVULAS DE CONTROLE

N.A

13.5 INSTRUMENTOS FORNECIDOS COM EQUIPAMENTOS

Alimentador conforme o fluxograma já feito.


O alimentador deverá ser fornecido com 1 sensor de velocidade, 1 botoeira de segurança.
Os equipamentos que precisarem de instrumentos fornecidos deverão considerar as
premissas de projeto e documentação de projeto detalhado para fornecimento.

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