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FACULDADE METROPOLITANA DE BLUMENAU – FAMEBLU

FACULDADE DE TECNOLOGIA DO VALE DO ITAJAÍ


Rua Dr. Pedro Zimmermann, 385 – Salto do Norte – 89065-000 – Blumenau/ SFone / Fax (0 ** 47) 3321.9000 – Site: www.uniasselvi.com.br
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

TÍTULO DO PROJETO
ESTUDO DO PONTENCIAL ANTIBACTERICIDA DO PRÓPOLIS E SEU POTENCIAL TERAPÊUTICO

II – PARTICIPANTES
ORIENTADOR

Nome: Antônio Roberto Rodrigues Abatepaulo. CPF:304.627.288-03


Titulação: Biomédico Mestre em Imunologia Básica e Aplicada e Especialista em Acupuntura Chinesa
Endereço Residencial:Rua São Leopoldo, 195
CEP:89035-050 Cidade:Blumenau.Fone: 3232-8067.

BOLSISTA

Nome:Susette Maria Nery. Fone: (47) 99032049


Curso: Biomedicina Semestre: 1º.
Carga Horária Disponível: 10h/semanais Média Geral:

III – DECLARAÇÃO DO ORIENTADOR


Declaro que me comprometo a orientar o aluno de acordo com o plano de trabalho explícito na proposta de
pesquisa e coordenar da melhor forma as atividades da pesquisa.

Local/ Data:..................................................................Assinatura:............................

IV - DECLARAÇÀO DO BOLSISTA

Declaro que não recebo qualquer tipo de apoio de órgãos financiadores de pesquisa e que disponho de tempo
para a realização deste projeto, de acordo com o programa de trabalho detalhado no mesmo.

Local/Data:..................................................................Assinatura:...........................

V – PROTOCOLO DE RECEBIMENTO
Recebemos em ___/___/___ , a inscrição do(a) aluno(a) Susette Maria Nery
matrícula nº 618152 , projeto de pesquisa para concorrer a vaga na bolsa do Art. 170.

Assinatura – Gerência Acadêmica: _____________________________________


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PROJETO DE PESQUISA

TÍTULO
ESTUDO DO PONTENCIAL ANTIBACTERICIDA DO PRÓPOLIS E SEU POTENCIAL TERAPÊUTICO

ÁREA TEMÁTICA
Microbiologia

TEMA
Algumas doenças que acometem os seres humanos são causadas por bactérias. Segundo Cirillo (2007)
diariamente morrem aproximadamente 35.000 pessoas devido a doenças infecciosas, entre elas, algumas são
causadas por bactérias como: Staphylococcus aureus, Streptococcus sp, Salmonella sp, Shigella sp e Escherichia
coli.
Segundo Suares (1987) tais bactérias são responsáveis pelo desenvolvimento de doenças tanto comuns
quanto raras, entre elas podemos citar a síndrome de choque tóxico, gastroenterite estafilocócica, intoxicação
alimentar (ocasionadas por Staphylococcus aureus), escarlatina, infecções supurativas, e outros tipos de
infecções estreptocócicas (ocasionadas por Streptococcus sp), febre tifóide, gastroenterites, septicemia
(ocasionadas por Salmonella sp), infecções entéricas, disenterias (ocasionadas por Shigella sp), toxinfecção
alimentar, colecistite, apêndicite, peritonite, meningite - inclusive neonatal - (ocasionadas por Escherichia coli).
A bactéria Staphylococcus aureus, de acordo com Jay (2005) é conhecida como uma das espécies
patogênicas mais comuns, são de forma esférica com cerca de um micrômetro de diâmetro agrupadas em cachos
de uva. Grande parte da população carrega a bactéria na pele ou na região nasofaríngeca, e devido a isso
enquadra-se dentre as bactérias da microbiota normal.
Os danos causados por esta bactéria provem das toxinas produzidas que são destrutivas para as células
humanas, por exemplo a toxina alfa, toxina beta, toxina esfoliativa, enterotoxinas e toxina da síndrome de choque.
Elas são responsáveis pelas síndrome de choque tóxicos, gastroenterite estafilocócica, síndrome da pele
escaldada estafilocócica, impetigo, foliculite, endocardite (com índice de 50% de mortalidade), osteomielite e
pneumonia. Dentre estas doenças, a mais comum é a intoxicação alimentar, que por sua vez, segundo Bier (1990)
tem período de incubação que varia de 30 minutos a 8 horas. É transmitida pela ingestão de produtos contendo a
bactéria, que estavam presentes ou no manipulador destes alimentos, superfícies ou equipamentos contaminados
e produtos de origem animal que não foram cozidos ou refrigerados adequadamente, propiciando um ambiente
positivo para a proliferação do organismo.
A maioria das pessoas é suscetível a esta doença variando a intensidade de sintomas e quando
necessário o tratamento se dá através de reposição hidroeletrolítica.
Segundo Trabulsi (1999) as bactérias Streptococcus sp que causam mais doenças são as dos Grupos A
(espécie com 40 tipos de antigênicos) e D (cinco espécies). A transmissão desta bactéria ocorre através do
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consumo de alimentos sendo a grande maioria de rara complexidade. O Grupo D possui um período de
incubação de 2 a 36 horas e o Grupo A de 1 a 3 dias. Suas ocorrências mais graves, estão relacionados com
quadros de pneumonia.
A Salmonella sp, tem forma de bacilo (bastonetes) com flagelos peritríquios (o que as torna móveis), não
são esporuladas nem capsuladas e são Gram-negativas. Certas espécies de Salmonella podem colonizar todos
os tipos de animais, enquanto a Salmonella typhi tem apenas o homem como incubador. A salmonelose febre
tifóide é vista em grande número nos países subdesenvolvidos, sendo que a idade e a imunossupressão são
considerados fatores de risco. Segundo Siqueira (1995) a transmissão desta bactéria se dá através da ingestão
de água ou alimentos contaminados, disseminação fecal-oral e por contato com pessoas contaminadas ou
animais como ovinos, suínos, cães, gatos, etc.
A Shigella sp é da mesma família da Salmonella e possui apenas quatro espécies reconhecidas (S.
dysenteriae, S. flexneri, S. boydii e S. sonnei). Bastante conhecida como um organismo causador de doenças
graves e crônicas. Também, assim como a Salmonella, tem formato de bastão e não são esporuladas, sendo que
podem causar uma patologia conhecida como shigelose humana.
A bactéria Escherichia coli é do mesmo Filo, Classe, Ordem e Família da Salmonella. Assim como o
Staphylococcus aureus é uma das mais comuns e antigas bactérias conhecidas. De acordo com Franco e
Landgraf (1996), esta bactéria é Gram-negativa e tem formato de um bacilo com flagelos em volta da célula e com
fímbrias ou adesinas (que garantem a sua fixação). Costumam habitar o lúmen intestinal de animais de sangue
quente (o homem sendo um deles) e é aeróbia e anaeróbia facultativa. Tem como características bioquímicas a
Gram-negatividade, a oxidase negativa, a motilidade e a formação de gases positiva e o citrato negativo.
Franco e Landgraf (1996) ressaltam que esta bactéria já existe enquanto parte normal do intestino e só se
considera esta como causadora de doenças ao ser disseminada em outros órgãos, ou quando ocorre a infestação
do intestino de outras estirpes que não as normalmente encontradas neste. Como o sistema imunológico da
pessoa costuma controlar a estirpe deste organismo nos intestinos, os casos de doenças mais comuns são
aquelas que ocorrem devido a estirpes diferentes, e é por isso que é tão comum apanhar uma intoxicação em
países distantes, enquanto que em países vizinhos isto se torna mais difícil.
O período de incubação varia em torno de 8 a 44 horas e a duração da doença é de aproximadamente 24
a 30 horas. As doenças causadas por este organismo normalmente são tratadas por antibióticos testado in vitro.
Um dado interessante é que este organismo também é encontrado na água e alimentos e é a sua quantidade que
é estudada no controle de higiene da água potável, sendo que esta medida é conhecida como índice coliforme.
Frente aos organismos e patologias citados acima, é freqüente o uso de antibióticos na tentativa de eliminar
o agente etiológico e amenizar sua patogenia. É notório que, atualmente, muitos microrganismos estão resistentes
ao um grande número de antibióticos, o que exige o uso de medicamentos cada vez mais fortes que acabam gerando
vários efeitos colaterais. Na tentativa de elucidar o potencial de produtos naturais no controle desses
microrganismos e amenizar o uso de fármacos sintéticos no combate a esses microrganismos, o presente
trabalho tem como objetivo estudar o potencial antibactericida do própolis.
Segundo Martinho (1980) a Própolis (“termo “que provém do grego” pro” = defesa e “polis” = cidade –
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portanto defesa da cidade – colméia) tem sido utilizada há mais de 5.000 anos como forma de tratamento
terapêutico natural.
A própolis tem propriedade antiinflamatória, antioxidante, anti-séptica, anticariogênicas, anticancerígenas,
bactericidas, entre outras, tornando-se de importante uso na medicina humana, na veterinária e zootécnica,
agricultura e na conservação de alimentos.
Segundo Morais e Alves (1993) entre suas características encontramos que a própolis é considerada um dos
produtos mais potentes dentre os produzidos pelas abelhas; possui consistência peculiar e coloração que varia do
verde amarelo ao preto; geralmente é composta de: 50% de resina e balsamo de vegetais, 30% de cera, 10% de
óleos aromáticos, 5 % de pólen, 5% de varias substâncias.
Para Martinho (1989) a produção de própolis ocorre pois a colméia é um ambiente quente (em média 35ºC)
e muito úmido (90%) com certa de 60 mil abelhas um ambiente perfeito para proliferação de bactérias que podem
colocar em risco o enxame. Porém isso não ocorre, pois a própolis funciona como antibiótico e fungicida, ou seja,
faz com que a colméia fique estéril livre de microorganismos prejudiciais que possam causar doenças e infecções.
Segundo Wiese (1995) a própolis pode conter acima de 400 substancias químicas com funções ainda
desconhecida na fisiologia humana. Estudos informaram que a própolis australiana é uma das mais completas
pelo controle da vegetação medicinal em torno da colméia.
O composto flavonóide é o principal composto da própolis, sendo que seu principio ativo atua contra as
principais doenças que atacam o homem e animais em geral, podendo ser usado ainda na manipulação reuminal,
(para animais EX: Bovino e caprinos). A própolis vem se destacando tanto pelas propriedades terapêuticas, como
atividades antimicrobiana, antiinflamatória, imunolomodulador, hipotensivo, anestésica e etc.
Para Wiese (2000) a própolis brasileira (Bio própolis) é considerada uma das melhores do planeta isso
porque o Brasil apresenta clima (tropical) e meio ambiente propicio para que as abelhas possam produzir á
própolis situam-se no Brasil, mantendo a excelência de produção nos pais.
Desde a antiguidade a própolis já utilizada como medicamento popular no tratamento de feridas e
infecções. As historias das medicinas das civilizações chinesa, tibetana, egípcia e também a grego-romana são
ricas, todas contendo em seus escritos antigo centenas de receita onde entram principalmente mel, própolis,
larvas de abelhas e ás vezes, própolis curar ou prevenir enfermidades a própolis é conhecida como um poderoso
antibiótico natural. Porém, até o presente momento, há poucos estudos que relatam a eficácia antibactericida da
própolis frente as bactérias supracitadas.

OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
- Buscar a evidência do potencial bactericida do extrato de própolis frente as bactérias Staphylococcos aureus,
Streptococcos sp, Salmonella sp, Shigella sp e Escherichia coli.
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OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Verificar as concentrações mínimas de própolis para obtenção da atividade microbicida in vitro
- Determinar o grau de atividade microbicida do própolis para diferentes espécies bacterianas

JUSTIFICATIVA
O própolis é uma substancia produzida pelas abelhas propolisadoras (que são as mais velhas da colméia)
e que quando disponível no corpo humano atua na nutrição celular, aumentando a imunidade deste.
Muitas pesquisas realizadas com esse produto natural evidenciam seu potencial microbicida porém,
nenhuma delas até o momento, determinou a correlação direta das concentrações do própolis para obtenção de
sua atividade bactericida frente a distintas espécies. Desta forma, esta pesquisa visa pesquisar a ação do própolis
sobre as bactérias Staphylococcos aureus, Streptococcos sp, Salmonella sp, Shigella sp e Escherichia coli.

METODOLOGIA
1- Obtenção dos microrganismos:
Para obtenção das amostras microbiológicas de S. aureus e Streptococcus sp, amostras de superficiais de
pele e da região nasal serão realizadas mediante utilização de swab estéril na tentativa de obter as bactérias
diretamente de fontes humanas. Amostras de Shigella sp, Salmonella sp e E.coli, serão obtidas de colônias
previamente estocadas em laboratório e mantidas em Agar BHI. Antes do teste com extrato de própolis, todas as
espécies serão incubadas em meio BHI Agar por 48h em estufa 30oC.
2- Preparação do Inóculo:
Para quantificação do inoculo inicial, as espécies serão diluídas isoladamente em salina fisiológica em
triplicata. A diluição será feita até que todas as espécies obtenham a mesma densidade ótica indicada no
espectrofotômetro. Mediante a obtenção da d.o., os três tubos serão semeados pela técnica de pour plate
( 100µ L de solução para 5mL de Agar TSA) incubados por 24h seguida da medida da contagem das colônias. A
média obtida na contagem dos três tubos será correlacionada com d.o previamente estabelecida
3- Teste da Atividade Microbicida do Própolis
Os inóculos serão produzidos em triplicata e serão colocados em contato com soluções contendo
diferentes concentrações de própolis (5% à 50%). As diferentes concentrações serão adicionadas aos
microrganismos na proporção 1/1, 2/1,/3/1 e 4/1 e mantidos a temperatura ambiente em diferentes espaços de
tempo (10, 20, 30 e 40 minutos); como controle negativo será utilizado salina e controle positivo álcool 70%. Após
incubação, o inoculo será semeado pela técnica de pour plate (100uL do inoculo para 5mL de Agar TSA) e o
crescimento será analisado após 48h de estocagem em estufa bacteriológica à 30oC.

CRONOGRAMA

Fase fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez
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1-Preparação e apresentação do X X
Projeto
2-Coleta de dados e/ou X X X X X x
informações
3 – Entrega de relatório ao Núcleo
de Pesquisa da UNIASSELVI (item X
4.7 do edital)
4-Elaboração do Relatório X X
5-Entrega do Relatório X

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BIER, O. Microbiologia e imunologia. 26 ed. São Paulo: Melhoramentos, 1990.

CERQUEIRA, JOSE ELPIDIO DE M. Manual pratico de produção de própolis. Naturarpi.22p.

CIRILLO, M. A. As doenças emergentes, reemergentes e negligenciadas. Revista: Prática Hospitalar.


Ano IX, nº 51. Mai/jun 2007.

COSTA, PAULO S.C; OLIVEIRA, JULIANA. S. Manual Pratico de Criação de Abelhas. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2005.

FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 1996.

HELMUTH WIESE. Apicultura, Novos Tempos. Guaíba: Agropecuária, 2000. 424p.

ITAGIBA, de M. da G.O. R Noções básicas sobre a criação de abelhas. São Paulo: Nobel 2007.

JAY, J. M. Microbiologia de alimentos. Porto Alegre: ArTmed, 2005.

MAURO ROBERTO MARTINHO. A criação de abelhas. 2 ed. São Paulo: Globo, 1989. 180p.

ROBERTO MACHADO MORAIS, MARIA LUISA T.F.ALVES. Fundamentos de Apicultura. 2ed.


Revista e ampliada. 1993. Associação modelo de apicultura. 30p.

SIQUEIRA, R., S. de. Manual de microbiologia de alimentos. Brasília, D.F.: SPI, 1995.

SUARES, J. B.CASIMIRO, A. R. S. de; AGUIAR, L. M. B. A. Microbiologia básica. Fortaleza: UFC,


1987.

TRABULSI, L. R. Microbiologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.

www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/staphylo.htm. Acesso em 27 de fevereiro de 2010.

www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/Strepto.htm. Acesso em 27 de fevereiro de 2010.


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www.members.fortunecity.com/analise1/analise/shigella.htm. Acesso em 27 de fevereiro de 2010.

www.wikipedia.com. Acesso em 27 de fevereiro 2010.