Você está na página 1de 23

SERSER

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

CURSO ASSISTENTE LOGISTICA

BETIM
2021
Trabalho apresentado ao curso assistente Logística do serviço
Nacional de Aprendizagem comercial, SENACpara obtenção de
nota parcial da disciplina logística reversa.

BETIM
2021
Resumo: Com o desenvolvimento da logística reversa nos últimos anos tem levado as
empresas a se reorganizarem na necessidade de retorno de bens, materiais ou
equipamentos em seus processos produtivos. Para garantir que todo este processo
chegue até seu ponto de origem, a logística reversa está passando por constante
mudanças. É com base de estudo o projeto integrador vem nos orientar através
levantamento de pesquisa ,informações, e nos orientar como a elaborar estudo de
caso no processo reverso de resíduos e como ele pode ser aplicado na reutilização de
paletes e em uma empresa de grande porte do setor atacadista localizada na região de
Contagem/ MG. Inicialmente foram pesquisado conceitos de diversos autores sobre
logística reversa e normativas ao presente estudo nos processos de logística reversa
de modo a analisar o processo de triagem, conserto e descarte do resíduos de palete.
Após análise desses dados foram verificados processo reverso e sugeridas algumas
ações de melhorias e implantação PGRS e quais os benefícios a logística reversa nos
trás para a imagem da empresa e como um gerenciamento pode gera impactos, em
relação às ações ambientais fazendo com que se tornem mais competitivas e atuantes
com práticas econômicas e sustentáveis.
Palavras Chave: Logística Reversa, Palete
INTRODUÇÃO

Em uma década de grandes mudanças, onde o assunto é logística reversa, na


organização onde a atenção é voltada diretamente aos fatores de estratégia,
competição, custo e meio ambiente. O projetor integrador vem em questão abordar o
conhecimento que adquirimos no curso de assistente de logística , é como podemos
gerencia-lo na empresas e de que forma podemos implantar PGRS(Lei Federal nº
12.305, de 2 de agosto de 2010) e como a logística reversa bem implantada pode mudar
a imagem da empresa significativamente. A implantação da logística reversa é essencial
é usada diretamente para otimização de processos, ganho de imagem e redução de
custos de uma organização.
Seguindo a referência de pesquisa levantamento
de dados e análise das informações. Damos

Fonte:www.google.com.br
como início uma breve história da logística na
Segunda Guerra Mundial, fase essa de evolução
da logística, surgimento da gestão da Cadeia de
suprimentos, Política nacional de Resíduos usas
prioridades é gerenciamento.
Ao comparamos os dados, compreendemos o
desenvolvimento da logística reversa na gestão
de resíduos sólidos nos últimos 10 anos.
A logística originou-se no campo militar e foi originalmente utilizado para expressar a
arte de transportar, abastecer e hospedar tropas, bem como alimentar, armazenar e
abastecer munições essas tropas.
Devido ao desempenho de entrega passou a estocar, armazenar e movimenta formando
assim a cadeia logística através da fase da logística transformando o rumo de uma
cadeia de suplemento no mundo de hoje.

Fase da logística

1ºfase 2ºfase 3ºfase 4ºfase

Estoque Transporte Fornecedor Atendimento a


Fabrica todos os pontos
Atacadista A,B,C, D
Consumidor

Primeira fase: Atuação segmentada o estoque era o elemento-chave no


balanceamento da cadeia de suprimento o método de controle de estoque adotado na
época era apenas o EOQ (Economic Order Quantity), pouca comunicação, Produtos
padronizados.
Segunda fase: Integrada rígida o planejamento e a otimização são os elementos-chave
de racionalização o setor de planejamento das empresas começam a ouvir e interagir
de forma ainda bastante discreta com demais setores da empresa.
Terceira fase: Integração Flexível a flexibilidade é Integração dinâmica e flexível dentro
da empresa e nas inter-relações da empresa com seus fornecedores e clientes.
Quarta fase: Integração Estratégica logística passou a ser encarada como uma
estratégia de negócios, os agentes da cadeia de logística passam a trabalhar mais
próximos compartilhava troca de informações.
Fonte:www.google.com.br

Surgir o gerenciamento:
Supply Management ou gerenciamento de cadeia de suprimento onde passa a ser visto
pela empresa como forma de estratégia para ganha o mercado.
Antes a logística resumia somente e operações é agora passa a ser resumida a Cadeia
de suprimentos compartilhando suas Informações com líderes de
mercados.

Fonte:www.google.com.br

Objetivo geral
Entender o processo da logística reversa e como ela pode aplicada na organização.
Objetivos específicos:
a) Identificar o perfil da empresa,
b) Propor sugestões de melhoria no estudo de caso com base nas informações.
Objetivo estratégico: Relacionar a logística reversa na organização com ele pode ser
aplicado.
Oportunidade: Atualmente a empresa não tem um gerenciamento e separação no
controle de palete observamos que representa oportunidade de melhoria é
oportunidades na tomada de decisões da empresa com foco na redução de custo e
estratégia de melhoria a longo prazo.
Justificativa: Tendo em vista o cenário atual, onde a empresas dedica seus esforços
na excelência operacional, é no foco na redução de custo a matéria prima e produtos
passam a assumir papeis importante nas empresas no gerenciamento de redução de
custo.
O QUE SE ENTENDE POR LOGÍSTICA REVERSA
A logística reversa é definida como a parte do processo da cadeia de suprimento que
planeja, implementa e controla de modo eficiente e eficaz o fluxo direto e reverso e o
estoque de bens, serviços e informações entre o ponto de origem e o ponto de consumo
com o propósito de atender os requisitos do cliente. O processo da logística reversa nos
mostrar a responsabilidades com descarte ao longo de seu ciclo de vida de um produto
ou serviço tornando o processo mais simples e efetivo com suas aplicações e tipos.
Logística reversa suas aplicações e tipos:

Consumidor devolve o
produto ou embalagem ao
Principais etapas

comerciante/distribuidor
Fonte:www.google.com.br

Comerciante/distribuidor a
remete ao fabricante
/importador

Fabricante/importador
encaminha para
reuso,reciclagem,descarte
adequado

A importância da logística reversa no país e no mundo


A Lei (nº 12.305), criada em 2 de agosto de 2010, refere-se à Política Nacional de
Resíduos Sólidos, também conhecida como PNRS. Existem outros regulamentos que
apoiam esta lei. A logística reversa está diretamente relacionada a essa legislação, que
propõe a gestão integrada da cadeia de suprimentos para que o produto final ou parte
dele possa ser devolvido à indústria.
Além da necessidade de gerenciar os resíduos sólidos itens esses considerados
perigosos conforme sua classificação sendo assim. A PNRS informou que é necessário
envolver diferentes públicos, fabricante, Importadores, distribuidores comerciantes e
consumidores quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública,
de acordo a classificar, os tipos de resíduos é Norma NBR 10004/04.
Tipos de resíduos e sua classificação:

 Descrição da origem do resíduo;


 Seu estado físico;
 Aspecto geral;
 Cor;
 Odor;
 Grau de heterogeneidade;
 Denominação do resíduo;
 Processo de origem;
 Atividade industrial;
 Constituinte principal;
ABNT NBR 10004 Fluxogramas
 Destinação final (aterro para resíduo perigoso ou não perigoso, tipo de
tratamento, etc).

Resíduos Classe I – Perigosos


Os resíduos considerados perigosos são aqueles que têm características que podem
colocar em risco as pessoas que manipulam ou que tem algum outro tipo de contato
com o material.
Resíduos não perigosos não inertes (Classe II A)
São resíduos que não se apresentam como inflamáveis, corrosivos, tóxicos,
patogênicos, e nem possuem tendência a sofrer uma reação química. Contudo, não se
pode dizer que esses resíduos classe II A não trazem perigos aos seres humanos ou ao
meio ambiente.
Resíduos não perigosos inertes (Classe II B)
Os resíduos dessa classificação não têm nenhuma das características dos resíduos de
classe I. Porém, se mostram indiferentes ao contato com a água destilada ou
deionizada, quando expostos à temperatura média dos espaços exteriores dos locais
onde foram produzidos
Resíduos industriais
Os resíduos industriais são considerados os maiores responsáveis pela poluição do
meio ambiente. Para isso a melhor solução é o gerenciamento dos resíduos sólidos
industrial, possibilitando que as industriais contribuam para um meio ambiente menos
poluído e mais saudável.
Resíduos de Construção Civil
Classe A - são os resíduos que podem sem reciclados e reutilizados, tais como: de
construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de
infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem, componentes cerâmicos
(tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto, de processo
de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos,
meios-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras.
Classe B - são os resíduos de plásticos, papel/papelão, metais, vidros, madeiras e
outros.
Classe C - são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou
aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais
como os produtos oriundos do gesso.
Classe D - são os resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como:
tintas, solventes, óleos e outros, ou aqueles contaminados oriundos de demolições,
reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros.
Resíduo dos serviços de saúde norma NBR 12808 e ANVISA RDC 306/04 classificam
os resíduos de saúde em cinco grupos:
Grupo A (Resíduos Potencialmente Infectantes): Resíduo que contém presença de
agentes biológicos que são capazes de apresentar riscos de infecção, como bolsas de
sangue contaminadas, vacinas de microrganismos vivos, restos de órgãos e outros.
Grupo B (Resíduos Químicos): resíduos que possuem substâncias químicas que
podem causar riscos à saúde e ao meio ambiente devido às suas
características inflamáveis, corrosivas, reativas e tóxicas. Como, substâncias de
revelação de filmes de Raios-X, desinfetantes, resíduos com metais pesados, entre
outros.
Grupo C (Resíduos Radioativos): São matérias com radioatividade acima do padrão,
exemplo exames de medicina nuclear.
Grupo D (Resíduos Comuns): são resíduos que não tenha sido contaminado, mas
pode provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes e outros.
Resíduos Radioativos: são de competência exclusiva da norma CNEN-NE-6.02
“Licenciamento de Instalações Radiativas”, e para os quais a reutilização é imprópria ou
não prevista, sendo todos os resíduos contaminados com radionuclídeos
Grupo E (Resíduos Perfuro cortantes): são objetos que podem furar e cortar, como
bisturis, lâminas e agulhas.
ECO 1992
Foi a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento,
realizada no Rio de Janeiro, em junho de 1992. Também conhecida como Cúpula da
Terra, ela reuniu mais de 100 chefes de Estado para debater formas de desenvolvimento
sustentável, um conceito relativamente novo à época. “O primeiro uso do termo é de
1987, feito pela ONU.
O QUE SE SABE SOBRE OS PALETES?
Os paletes são utilizados na indústria e demais setores que necessita da estocagem de
produtos desde a segunda metade do século XX, contribuindo decisivamente para o
aprimoramento logístico.
A solução, como conhecemos hoje, foi patenteada em 1939, pela dupla George
Raymond e Bill House em nome da companhia Lyon Iron Work, que, no mesmo dia,
também obteria a patente da empilhadeira.
ESTUDO DE CASO
Apresentação do empreendimento:
Centro de distribuição Comercial DAHANA limitado nome fantasia (Super Nosso) tem
seu ramo de atividade atendimento ao comercio e atacadista em geral sua localização
está na avenida Vereador Joaquim Costa,1820 no bairro Campina Verde,
Contagem/MG.CNPJ: 00.070.509/0028-20 - Registro Estadual: 0628853602685
inaugurada em 19/11/2015.

Fonte: Google

Problematização:
As informações e imagem aqui apresentada e ligada diretamente a empresa DAHANAS
levantamento esse feito através de uma pesquisa de campo e tem como objetivo nos
orientar para estudo de caso do projeto integrador proposta essa de criar um plano de
ação para o processo de gerenciamento, fluxo dos paletes que é o problema atual do
ser atacadista é quais são os processos para se implantar a PGRS dentro da empresa.
O Centro de distribuição Comercial DAHANA limitada ainda não tem um gerenciamento
de entra e saída resíduo sólidos nos descartes de paletes de madeira da empresa.
Atualmente os palete de madeira ficando expostos no pátio da empresa, não tem um
gerenciamento e nem um controle de seu fluxo, descarte, processo de separação,
destinação final dentre outros aspectos levantados.
Embora o palete não seja considerado um material contaminado dentro da empresa
atacadista devemos lembrar que o processo dos paletes de madeira deve ser muito bem
gerenciando, através da coleta, separação, mapeamento, armazenamento,
reaproveitamento e destinação final pois o mesmo pode gera resíduos ao meio ambiente
quando não descartado corretamente, pois os paletes sofrer alterações devido clima, e
pode gerar fungos, sabe se que o palete pode demorar até 3 anos para sua
decomposição.
Problemas levantados através do não gerenciamento dos resíduos de palete

 Não tem Local de armazenamento e descarte


 Não tem uma separação efetiva
 Não tem um fluxo de processos de entrada e saída;
 Escassear na não de obra;
 Não tem formulários para gerenciamentos de resíduos;
 Não tem uma estratégia de marketing
 Não tem um projeto de destinação quanto ao seu reaproveitamento
 Não tem um processo auditoria quanto a quantidade e volume

Evidencias do não gerenciamentos dos resíduos na empresa


RO E PAUTA
PROBLEMA

Ponto fraco:

Diz a respeito não Destinação


gerenciamento de Palete
resíduos sólidos

Treinamento
Gerenciamento
Sistema Processo
Separação Mapeamento De

Padronização

1ºinfluência de conscientização 1ºdestinação final


PGRS
Podemos destacar que os principais clientes da empresa são grandes atacadistas,
distribuidores em todo território Minas Gerais, que mantém um volume de compras
elevado e regular, sendo desta forma a estratégia se torna muito importantes na
implantação da logística reversa dentro da organização. Para damos início a
implantação da logística reversa seria muito importante estamos estabelecendo junto a
política da empresa alguns critérios de melhoria como a implantação PGRS na empresa
uma vez bem aplicada e gerenciada nossos parceiros, clientes, fornecedores seriam
convidados integrar a cadeia de logística reversa da empresa no processo de melhoria
reverso conforme a PGRS (Lei Federal n° 12.305), de 2 de agosto de 2010
O estudo de caso vem propor melhorias para organização de qualidade, processo de
separação, mapeamento, identificação classificação do tipo de resíduo, e forma o
armazenamento temporário na área da empresa até seu descarte correto, informar de
quem é a responsabilidade e como deve ser a destinação final dos resíduos sólidos
gerados exigências previstas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. PGRS (Lei
Federal n° 12.305, de 2 de agosto de 2010).
Para darmos início já podemos apontar a necessidade de estar melhorando o fluxo no
processo de gerenciamento do resíduo através do fluxograma atual e quais melhorias
poderia ser adotada para melhor desempenho:

Sugestão de melhoria é aplicação da PGRS

 Ações para Implementação da PGRS na empresa


 Criar um fluxograma de processo de triagem
 Importância de Treinamentos em resíduos
 Em que se aplica a responsabilidade dos resíduos;
 Modelo de formulário e seus preenchimentos
 Tipos de classificação e identificação
 Modelo Layout de ilha de separação
 Tipo de identificação
 Destinação final até o reaproveitamento
 Criar uma área de armazenamento, e separação
 Formação de equipe de trabalho
 Mapeamento de risco
 Diagnóstico da situação
 Elaboração, implantação e execução do PGRSS
 Dados sobre o estabelecimento
 Componentes da equipe de elaboração do PGRSS
 Caracterização do estabelecimento
 Organograma do estabelecimento
 Caracterização das especialidades e serviços
 Responsabilidades e qualificações das equipes de CIPA, SESMT
 Caracterização dos aspectos ambientais
 Controle de insetos e roedores
 Segurança ocupacional
 Descrição do gerenciamento de cada grupo de resíduo quanto ao seu tipo
 Monitoramento para controle e indicadores
 Plano de Contingência
 Educação inicial e continuada

FORMAÇÃO DE EQUIPE DE TRABALHO

Nessa etapa, o centro de Distribuição deve designar o profissional ou os profissionais


que deverão compor a equipe de trabalho, de acordo com os tipos de resíduos gerados.
A equipe deve ter apoio da alta direção.

 Responsável legal: consta do alvará sanitário emitido pela vigilância


sanitária.
 Responsável pelo PGRSS: deve elaborar, desenvolver, implantar e avaliar a
aplicação do PGRSS, de acordo com as especificações legais já
mencionadas e supervisionar todas as etapas do plano.

MAPEAMENTO DE RISCO

O mapeamento de risco é um levantamento dos locais de trabalho apontando o risco


que são sentidos e observados pelos próprios trabalhadores.

A NR-5 considera como riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos,


além de riscos ergonômicos e riscos de acidentes, existentes nos locais de trabalho, e
que venham causar danos à saúde dos trabalhadores. Esses riscos podem prejudicar o
bom andamento do trabalho, portanto, devem ser identificados, avaliados e controlados
de forma correta.
Sendo assim e necessário a criação do mapa de risco representado graficamente por
meio de círculos de cores e tamanhos e grau de diferentes tipos de (riscos pequeno,
médio e grande), deve ficar fixado em local visível a todos os trabalhadores.
O risco pode ser gerado como resultado de condutores de risco, que são internos ou
externos à empresa. Os fatores externos são as áreas de risco que são mais
comumente pensadas pelos gestores. Exatamente pela razão de serem externos e,
portanto, podem ser entendidos como incontroláveis. Os riscos de imprevisibilidade da
demanda, de fornecimento confiável, os efeitos dos choques externos no negócio, o
ambiente social e climático, são todas as áreas que usamos como bodes expiatórios
para resultados inesperados. Os condutores internos de processo, reduzir/acidentes
são os que mais firmemente estão sob a direção da própria empresa e, portanto, sendo
os menos óbvios e, assim, fontes de vulnerabilidade

O gerenciamento de risco deve ser um processo de desenvolvimento contínuo que corre


ao longo da estratégia da organização e da implantação dessa estratégia. Deve analisar
metodicamente todos os riscos inerentes às atividades do passado da organização, do
presente e, em particular, do futuro. Deve ser integrada na cultura da organização com
uma política eficaz e um programa liderado pela alta gerência. Deve traduzir a estratégia
em objetivos táticos e operacionais, atribuindo a responsabilidade por toda a
organização, tendo cada gerente e funcionário a responsabilidade da gestão de risco
como parte de sua descrição do trabalho, promovendo assim a responsabilidade, as
medições de desempenho e a recompensa pelo desempenho, gerando eficiência
operacional em todos os níveis Segundo a norma ISO 31000:2018, gestão de riscos
“consiste nas atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que
se refere a riscos sendo eles :
DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO

Para identificarmos os problemas na gestão de resíduos, no Centro de distribuição deve


fazer um diagnóstico da situação levando em conta toda a situação:

O que se espera obter com o diagnóstico:

 Dados sobre a composição e quantidade quanto ao tipo de resíduo,


 Identificar não conformidades durante verificação e separação é a necessidades
de melhorias;
 Inventariar as necessidades: investimentos em infraestrutura física, materiais,
recursos, constituir a PGRS
 Humanos, capacitação inicial e continuada;
Já na operação de quantificação deve ser feita durante sete dias consecutivos, devido
à possível variação na quantidade de resíduos em função da atividade dentro do galpão.
A partir dos dados obtidos, deve-se fazer também a previsão dos investimentos
financeiros como quantidade, valor unitário, valor total, para adequar a estrutura para o
recebimento dos resíduos.
Sendo assim também e necessário levar em conta:

 Obras civis: Discriminar os tipos de obras necessários (sala de resíduo, abrigo


de resíduos, sala de higienização, etc.).
 Carros de coleta: Discriminar o tipo, modelo, fabricante, volume, etc.
 Equipamentos de informática: Discriminar modelo, fabricante, programas
necessários, etc.
 Outras máquinas e equipamentos: Discriminar os tipos de equipamentos,
modelo, fabricante (autoclave, etc.).
 Móveis e utensílios: Discriminar o mobiliário e utensílios necessários.
Elaboração, implantação e execução do PGRS
Para maiores detalhes, devem-se consultar as normativas da PRGS onde consta um
modelo com todos os requisitos necessários para a elaboração do PGRS e quais os
procedimentos vamos pontuar alguns.
Dados sobre o estabelecimento
Informar os dados gerais do estabelecimento (razão social, tipo, endereço completo,
CNPJ, horário de funcionamento, nome do responsável legal).
Componentes da equipe de elaboração do PGRS
Informar os componentes da equipe e/ou empresa que elabora e implementa o PGRS.
Caracterização do estabelecimento
Informar dados que caracterizem o estabelecimento (número de funcionários, tipos de
serviços terceirizados, número total de funcionários de empresas terceirizadas, área
total do terreno e construída, alvará sanitário, estrutura física, etc.)
SEGURANÇA OCUPACIONAL
Informar o que é feito para a segurança ocupacional (exame
médico admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de
mudança de função e dimensional e imunização) do pessoal
envolvido diretamente com os processos de higienização,
coleta, transporte, uso de Epis, e armazenamento de
resíduos.

ETAPAS DO GERENCIAMENTO https://br.pinterest.com

Após o retorno do palete de madeira na empresa ele passarão por um fluxo processo
esse de triagem conforme seu tipo de estado e suas condições e seria monitorado
através uma etiqueta e preenchimento de formulário para evitar, divergências no seu
armazenamento e separação conforme a PGRS até seu destino final.
Informar como o gerenciamento deve ser feito conforme a PGRS:

 Listar os tipos de resíduos gerados quanto a sua classificação;


 Informar o mapa de risco do estabelecimento, se houver; informar a quantidade
de resíduos gerados no centro de distribuição;
 Informar a quantidade de resíduos gerados por grupo de resíduos;
 Descrever como é feita cada etapa do gerenciamento de cada grupo de resíduo
através de fluxogramas;
 Identificar, coletar, separar e recuperar os resíduos por grupo, conforme os
fluxos e os roteiros a serem executados por tipo de resíduos e locais de
armazenamento;
 Informar nome, endereço, CNPJ e outros dados importantes de empresas
envolvidas (coleta, frequência, transporte, tipos de veículos, tratamento, tipo,
transbordo, disposição final, tipo).
RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO:
Segundo a PGRS 12.305, no art.30 fica instituído a responsabilidade compartilhada pelo
ciclo de vida dos produtos a ser separado de forma individualizado de forma a envolver
os fabricantes, comerciantes, distribuidores, consumidores, e titulares de serviço público
de limpeza urbana na separação dos resíduos sólidos.

Responsabilidade Compartilhada

Sendo assim é fundamental gerenciar os resíduos sólidos dentro de um centro de


distribuição como através de suas aplicações, treinamentos e capacitação informando
a todos de como (não gerar, reduzir, reutilizar e reciclar) e criar equipes de CIPA,
SESMT e fazer um resumo das responsabilidades e qualificações de cada um.
Responsabilidades na organização.
Promover sinalização dentro da empresa com placas e cartazes informando sobre o
espaço para descartes predefinidos de resíduos;
Informar sobre preenchimento do formulário de Registro de Resíduos Sólidos através
de treinamentos.

Importância dos indicadores dentro da organização:

 Informa a importância do controle apontamento e gerenciamento dos


indicadores e quais os benefícios desse apontamento,
 Motivar a equipe em busca de resultados,
 Acompanhar o desenvolvimento do negócio;
 Identificar falhas e erros em processos;
 Melhorar os processos continuamente.

Proposta de melhoria no fluxo de triagem e armazenamento na ilha ecológica


Tipo de resido:

www.google.com :padrão de cores coleta seletiva www.google.com :Codigo de acodicionamento


estabelecido pela FEPAN
Lucrar com resíduos
Atualmente a empresa necessita “pensar fora da caixa”! Desta forma conseguimos
encontrar soluções para lucrar com aquilo que está gerando gastos para a empresa que
são os resíduos de paletes.
Considerando que primeiramente o ganho é ambiental e em segundo é possível reduzir
as agressões ao meio ambiente através do gerenciamento destes resíduos, realizando
destinações adequadas e em terceiro a empresa conseguirá
atender a Lei 12.305, também conhecida como Política Nacional de
Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em 2010, evitando qualquer
tipo de autuação, infração ou multas.
Juntamente a estes três ganhos, a organização poderá reduzir
custos com a destinação de resíduos, e até mesmo lucrar, seja
através da venda ou troca de um resíduo, que neste caso passa a ser chamado de
subproduto
A ideia é conscientizar o centro de distribuição sobre a importância da Gestão Ambiental
e da Gestão de Resíduos com foco na sustentabilidade é a importância da Norma ISO
14001:2015. Validando a importância na gestão de resíduos dentro do CD Atacadista.
Muito destes resíduos pode se tornar matéria prima para outros processos e/ou outras
empresas ou até mesmo para uso doméstico ou jardinagem.

Vamos compartilhar algumas ideias de reaproveitamento destes resíduos:


A Biomassa é um recurso renovável resultante de matéria orgânica vegetal ou animal,
que tem o objetivo de produzir energia. No Brasil, as fontes mais comuns de biomassa
são a lenha, o carvão vegetal e os pellets de madeira (ainda em pequena escala A
Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa define o pellet de madeira como
sendo um biocombustível granulado, produzido a partir de biomassa vegetal (florestal,
industrial e agroindustrial) moída e compactada em alta pressão, possuindo alto poder
calor e boa resistência mecânica fornece ao mercado cavaco de palete como
biomassa, é fornecer fonte de energia sustentável para caldeiras, fábricas, cerâmicas é
também serve para jardins, hortas, canteiros, acessos, trilhas, ornamentação.
Ideias de reaproveitamentos:

www.google.com/https
https://blog.engecasscaldeiras.com.br/

www.google.com/https

.
Conclusão

O projeto implantado mostra os aspectos importantes da logística reversa e sua posição


no cenário atual. A definição de uma abordagem sistemática que considere a cadeia de
valor e o ciclo de vida do produto é fundamental para a implantação de sistemas de
logística reversa. Outro aspecto que deve ser considerado é o mapeamento e
gerenciamento de processos.
A questão da logística reversa é que ela deve proporcionar lucratividade deve prover
rentabilidade e margem de lucro pela captura de valor. Devido ao impacto na imagem
da organização, as questões ambientais não devem ser ignoradas na implantação de
um sistema de logística reversa na introdução da PRGS. O estudo nos mostra que, em
comparação com a logística tradicional, a evolução da logística nos trouxe o
planejamento estratégico que nos leva muito mais além com um gerenciamento eficaz
nos processos reversos bem estruturados nos permite focar benefícios significativos
para a organização.
Como o retorno e reutilização de materiais podem ser uma alternativa para as empresas
que procuram desenvolver diferencial competitivo em relação à concorrência. É
importante ressaltar que a implantação da Logística reversa na empresa de estudo é
recente, onde está mantém a análise das variáveis, visando sempre a otimização de
processos, o aumento da produtividade, a melhoria de nível do serviço prestado e a
redução de custos de uma forma sustentável. Entretanto é oportuno o desenvolvimento
de pesquisas dessa natureza, para que se possa gerenciar e evitar falhas, e percas
caso organização não tenha um gerenciamento da sua logística reversa.
Referências Bibliográficas:

www.Goolge.com

Você também pode gostar