Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE, 2006) Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar DocumentosLivros

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.. Prejuízos ocorrem? Com certeza.......... de tempo e de material......3 ....... • desgaste da imagem do profissional que se propõe a ministrar o curso. As empresas que buscam produtividade e qualidade em seus produtos e serviços necessitam priorizar a preparação de seus instrutores para que eles possam...requisitos e planejamento criterioso dos eventos que serão desenvolvidos em situação de ensino).. ....... é preciso ter em mente algumas considerações sobre o ensinar e o aprender.. E o aprender exige do treinando muito mais do que “a vontade de.......................... domínio dos pré..... Mas. desde que atendidas as condições básicas ........ e devem ser muito bem pensadas pelo instrutor ao planejar o treinamento que irá ministrar......... conseguir os resultados necessários...... para que possa decidir o que ensinar e o como ensinar................ as pessoas aprendem....................................... 29 Biografia de Jean Piaget........ tanto para o instrutor quanto para o treinando ............... antes de tomar essas decisões. Mas o que vemos.... pelas oportunidades que lhes são oferecidas para praticar o que lhes está sendo ensinado... . .para que a aprendizagem ocorra: o treinando querer aprender.................... ... .......... Quando o aluno não aprende. O profissional que ensina precisa aprender como as pessoas aprendem.........23 Anexos.......Aprender como se aprende também é tarefa do instrutor O emprego de profissionais experientes para atuarem como instrutores é uma prática comum e recomendável nas empresas...................... Experiências mostram que “se o professor ensina........... O ensinar vai além “da boa vontade do profissional“ ou “do seu grande conhecimento técnico“................. principalmente..... 35 ....... não apenas pelas explicações que recebem........... portanto...........”. além de permitir ao instrutor verificar se o que foi explicado foi aprendido.... Sendo a aprendizagem um processo pessoal e interno.............. como também a de facilitar o processo de aprendizagem.................... mas que desconhecem como ensinar......................... Ao instrutor cabe a responsabilidade não só de transmitir conhecimentos..4 .............................. nos treinamentos......... mas o aluno não aprendeu porque não quis” deve ser substituído com urgência em prol da aprendizagem..... não devemos trabalhar . 27 Conceitos básicos........... com freqüência........ o aluno aprende” (logicamente............................ Tanto quem ensina quanto quem aprende têm responsabilidades no processo ensino-aprendizagem............................................... Não se improvisa com treinamento............. 31 Aprendizado Adulto. ... Esta......... • frustração e desgaste do Setor de Treinamento..........as necessidades que geraram o treinamento não são plenamente atendidas..... ........................................... 33 Dissonância Cognitiva.... elas irão criar esta oportunidade para o treinando praticar......... 32 Condições de Aprendizado.......” ou “a necessidade de......... é a razão da importância das atividades realizadas durante a instrução............................. são treinamentos ministrados por profissionais com experiência comprovada na parte técnica.................. mas..... • frustração quanto aos resultados esperados.. ......... Estas atividades são meios facilitadores da aprendizagem.................. 30 Andragogia................... 25 Plano de Aula.... O velho paradigma da Educação “eu ensinei.......................... Os que mais nos chamam a atenção: • desperdício de conhecimento............

1 1 Artigo escrito por Norma Barucke e Carlos Augusto C. • Saber preparar a aula ou o conteúdo a ser ministrado. A preocupação primordial do instrutor deve ser com os resultados que deseja obter com aquela situação de ensino. mas não devem anteceder o planejamento. • . Uma certeza nós temos: as empresas modernas e competitivas precisam. é que ele deve determinar as estratégias para proporcionar a aprendizagem e avaliar se a mesma está ocorrendo. tornando em excelência a tarefa ou o trabalho a ser realizado.Diretores da MBS Treinamento e Consultoria . isto é. Quando os resultados previstos não são atingidos. . o IBGE está a serviço da sociedade. o que se defronta é o movimento e a ação para a mudança. a apostila costuma ficar pronta antes mesmo do planejamento do curso ou aula.5 . “culpa do professor que.6 . O Facilitador não deve esquecer sua condição. Ensinar. Marcondes . Aí está um dos grandes desafios para o instrutor. para embasar sua prática.. para que os resultados dos treinamentos sejam mais eficazes. . os interesses.. “o que é que eu vou escrever na apostila? “. O importante é identificar o que deve ser replanejado para que os resultados se tornem satisfatórios para todos. Como Instituição pública. • Ter noção de planejamento e organização. preparado para o presente. em virtude da velocidade com que ocorrem as necessidades humanas. qualificado e permanentemente atualizado. • Ter auto-estima e postura profissional. A preocupação é tanta que geralmente. e. instrutor e treinando trabalhando para alcançar os resultados esperados. utilizar seus profissionais com maior experiência para disseminar conhecimentos. ou seja. Devemos agir como propõe o processo ensino-aprendizagem: o ensinar e o aprender devem ser trabalhados em conjunto. quando as primeiras questões que o afligem são: “O que é que eu vou falar para o pessoal? “. • Procurar lançar desafios. pelas suas características sociais. principalmente quando se trata de treinandos adultos.”.O PAPEL DO FACILITADOR O papel do FACILITADOR é tornar realidade. • Procurar falar e escrever corretamente. a troca de experiências é que enriquece o laboratório da sala do treinamento. estático. e nem a dos treinandos. • Manter-se atualizado no papel de instrutor e na matéria que ensina. algo não ocorreu como deveria ou da parte do aluno ou do professor ou de ambos. pois estamos vivendo numa época onde o saber é fator primordial. o que obriga a realização de cursos e treinamentos visando a cada servidor um constante aprender a aprender..Rio de Janeiro. sólido.A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO OU CAPACITAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS Hoje.comacusações improdutivas: “culpa do aluno que. Um instrutor que saiba o que fazer. o processo ensino-aprendizagem motivando o grupo de treinandos para o desejo de aprender. Esta preocupação se reflete. • Saber estimular os treinandos para a aprendizagem. de seres humanos. As organizações Públicas estiveram por muito tempo alheias à atualização dos seus quadros funcionais. porém. “O que fazer para facilitar a aprendizagem do treinando?”. Estas preocupações são válidas e necessárias. se faz necessário um constante aperfeiçoamento do quadro funcional de qualquer empresa sendo ela Pública ou Privada. • Ter prazer em auxiliar os outros. ou seja. com eficiência e eficácia. • Diversificar os métodos de ensino.”. torna-se necessário um quadro funcional consciente de seu papel. por exemplo. Todos têm algo a ensinar e a aprender. Só a partir daí. a conscientização de que nada mais é estável. dentro de um ponto de vista mais amplo. Qualidades do facilitador • Gostar de transmitir e receber conhecimento e ter interesse pela prática de ensino. respeitando as qualidades e as limitações. O profissional que vai atuar como instrutor necessita receber fundamentos de como ensinar. cada vez mais. como fazer e porque fazer é necessidade urgente e imperativa. A demanda de solicitações pela sociedade moderna exige uma atualização permanente. os fatos e as mudanças. aliado à efetiva aplicação prática em direção aos objetivos propostos.. A atualidade exige um quadro de servidores operante. A Empresa necessita de instrutores que estejam preocupados em proporcionar mudanças de desempenho. Uma das causas que tem levado muitos treinamentos a resultados aquém do esperado é que o profissional escolhido para ministrar um treinamento freqüentemente privilegia o conteúdo que deseja transmitir e não a aprendizagem. não permite amadorismos. com uma bagagem intelectual significativa. Este aperfeiçoamento é fator de sobrevivência da mesma.

são importantes. • timidez ao estar com outros que possuem um nível de educação mais elevado. Atribuições do facilitador • Participar do planejamento. • impaciência. Leva em conta. objetiva.aprendizagem. Tal conceito apresenta-se de três aspectos. fraterno e amistoso promove uma maior aprendizagem e satisfação por parte dos participantes. porém. • talentos naturais.O conceito que o adulto tem de si mesmo pode afetar o processo de ensinoaprendizagem. que cria a capacidade de aprender e estruturar a aprendizagem.9 . segura. • Transmitir conhecimentos profissionais aos treinandos em conteúdos de sua especialização.• Ter espírito de coletividade. o trabalho. Fatores Internos: estão fora da influência do instrutor/facilitador. Os adultos são indivíduos maduros e devem ser tratados como tais.Adaptar seus métodos ao nível dos treinandos e preocupar-se com as necessidades individuais. As principais atitudes. • interesse e decisão pessoal. Algumas das manifestações negativas do conceito de si mesmo. em geral. • sensação de estar ameaçado quando se depara com o desconhecido. o fundamental é a atitude do facilitador. • Verificar as dificuldades coletivas e individuais do grupo de treinandos e procurar solucioná-las. organização e elaboração do treinamento.7 . O adulto. Um ambiente tolerante. ou seja. sem menosprezar ou ridicularizar. Fatores Externos: podem ser influenciados pelas atitudes e habilidades do instrutor/facilitador. Ornamentação. tem consciência da primeira e terceira situação. dos adultos são: • apatia frente a aprendizagem. • O instrutor/facilitador deve provocar no treinando a necessidade de aprender. • Ter clareza dos objetivos da atividade. pondo o processo de ensino-aprendizagem e os conteúdos a serem ministrados a seu serviço. com vantagens ou sérios inconvenientes. no entanto a segunda é imposta. • desilusão rápida se o êxito na aprendizagem não for imediato. necessitam que se lhes apresentem experiências vitais durante o processo de Resulta algo significativo e funcional Pode aprendizagem e diga aquilo que: ser aproveitado para atitudes futuras. • motivação. . • Gostar do convívio e das relações sociais.. os apartes (contribuições) de . podemos citar: • experiência. tanto em nível pessoal como de equipe são: • Recepcionar calorosamente os participantes para que se sintam confortáveis e acolhidos desde o primeiro momento.8 . • necessidade de afetividade. • Agradecer e valorizar a participação. com os recursos adequados. preparados de tal maneira que proporcionem satisfação e sucesso aos indivíduos. . ANDRAGOGIA Os adultos frente a aprendizagem A experiência pessoal do adulto é condicionante de toda atividade de aprendizagem. . Piaget distingue aprendizagem de inteligência porque esta toma seu próprio ritmo de desenvolvimento. • Evitar vícios de linguagem ou cacoetes de fundo nervoso. em uma situação de aprendizagem. • Falar de forma clara. • idade. Aprendizagem é para Piaget. • Procurar fazer com que o processo ensino-aprendizagem seja alcançado de uma forma hábil. flexível. • temor no enfrentamento com outros. • Ter autoconfiança e maturidade. comodidade dos assentos. • temor de ser preterido. • Avaliar os treinandos através de instrumentos devidamente planejados para esse fim. etc. que quer aprender o adulto participante. Este ambiente é criado pelo lugar onde se desenvolve o processo de ensino. explorando o maior número de sentidos humanos. Toda aprendizagem é uma troca que é incorporada na conduta do indivíduo.temperatura adequada. • achar mais fácil abandonar uma situação de aprendizagem. e • O que realmente ele é. Os estudos evidenciam que os adultos tendem a aprender melhor em situações de grupo. Não se concebe sem uma prévia estrutura interna de equilíbrio. a experiência adquirida pelo adulto. ventilação. onde é realizado o treinamento. que permanecer nela e encarar os problemas que se apresentam. Fatores que influenciam na aprendizagem dos adultos Merecem primordial atenção os fatores que rodeiam o indivíduo em sua vida diária e que tendem a inibir a aprendizagem. uma aquisição de conhecimentos. • memória. • falta de confiança com sua própria capacidade. • O que ele pensa que é. Além dessas manifestações relacionadas ao conceito de si mesmo. o que não impede exigir uma postura educada. entusiasmo e senso de humor. • Respeitar cada um em sua própria singularidade ou individualidade. • O que os outros pensam dele. • Ter sensibilidade. • grau de inteligência.

O ideal é que todo facilitador esteja familiarizado com os princípios da psicologia do trabalho com adultos. A mensagem é enviada por um meio (canal que pode ser oral ou não). • Trabalho em grupo • a forma como funciona varia segundo o tamanho do grupo. portanto. isto é. é importante compreender como as diferenças culturais.12 . é necessário haver. • pausas muito longas: esfriam/dispersam muito a atenção. . para planejar a criação do ambiente adequado e assumir as atitudes que contribuem com ele. mais se aprende. Deve-se sempre observar se não houve falhas no processo de comunicação.PERCENTAGENS DE RETENÇÃO MNEMÔNICA COMO APRENDEMOS 1% Através do gosto 1.Piaget disse que o objeto da educação é criar homens capazes de fazer coisas novas. . podem influir no marco referencial de cada um. Um emissor de informações. • problemas de saúde. o receptor deve se esforçar para compreender a idéia do emissor.. Por outro lado. Em caso de dúvidas. O MODELO BÁSICO DA COMUNICAÇÃO Para que haja a comunicação.11 . tem a responsabilidade de esforçar-se para que ela seja bem compreendida. resultantes de uma comunicação falha. Os indivíduos seguramente experimentarão mais dificuldades para compreender o conteúdo. homens criativos. senão para utilizá-lo em momento apropriado. RECEPÇÃO DE INFORMAÇÃO A maioria das . Facilidade de expressão é essencial para que o intercâmbio de informações ocorra de maneira conveniente. não repetir simplesmente o que fizeram outras gerações. adaptando e incorporando o estilo e a vivência. tem pouco ou nenhum controle sobre o que ocorre com a sua mensagem. Os facilitadores são emissores e receptores.São Paulo: Pioneira. um emissor e um receptor. inventivos e descobridores. sociais. não para repetir em outra oportunidade. Um conteúdo mal transmitido influi no aprendizado. caso o receptor deva realizar alguma tarefa que necessite dessa informação. O receptor responde então a sua mensagem (também de maneira oral ou não). os problemas. • a variedade de meios de acesso aos conhecimentos ou a prática multiplica as possibilidades de aprender. A mensagem deve significar o mesmo para as pessoas que a recebem. • finalidade do estudo. por isso. etc.5% Através do tato 3. . o nível de conhecimentos prévios e a confiança mútua do grupo. • Capacidade de aplicação e transferência • aprender. 1988. • Duração (tempo) • muito curto: não atinge o máximo de atenção. • Atividade • quanto mais se participa. ao se comunicar com outras pessoas. Outros fatores externos a serem considerados são: • Inibição e obstáculos • a mente do participante está voltada para outros assuntos. Antônio Vieira de. • muito longo: ultrapassa o período de atenção constante. • pausas muito breves: não proporcionam um descanso necessário.cada um dos adultos. uma vez que a tenha transmitido. podem facilitar a abertura e a clareza entre as pessoas. deve-se repetir e explicar até que seja entendida. Quando esta retroalimentação se processa o receptor se converte em emissor e vice-versa.COMUNICAÇÃO É definida como o processo de passar informação e compreensão de uma pessoa para outra.5% Através do olfato 11 % Através da audição 83% Através da visão PORCENTAGENS DOS DADOS RETIDOS PELOS ESTUDANTES 10 % Do que lêem 20 % Do que escutam 30 % Do que vêem 50 % Do que vêem e escutam 70 % Do que dizem e discutem 90 % Do que dizem e logo realizam MÉTODO DE ENSINO DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3h DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3 DIAS Somente oral 70% 10% Somente Visual 72% 20% Oral e visual simultaneamente 85% 65% Fonte: Carvalho. Isto é muito importante. não faltarão e irão influir sobre sua habilidade para estabelecer uma boa comunicação com os demais. pelo menos. se o que foi compreendido pelo receptor foi realmente o que foi passado. para evitar que hajam distorções. Do contrário. O modelo de comunicação e a utilização das habilidades de escutar ativamente. O emissor transmite uma mensagem a outra pessoa (receptor). estimando que a aprendizagem é um dos pilares da educação. necessitarão mais tempo para aprender e recordarão menos. A meta do emissor é transmitir uma idéia de maneira que o receptor a compreenda. Eles exercem uma grande influência sobre a forma com que comunicam e processam a instrução.10 . Treinamento de Recursos Humanos.

CUIDADOS ANTES: • Defina o objetivo que você quer atingir. de tratá-la. são informações para que as pessoas.diferente. cabos de extensão para aparelhos elétricos. • Estruture a sua apresentação em torno de três ou quatro pontos principais. não basta que a informação seja correta.pessoas põe sua atenção na preparação e na emissão de sua mensagem (a parte correspondente ao emissor no processo de comunicação). conhecida como comunicação intencional. • Elabore um roteiro para guiá-lo nos assuntos que apresentará. que o comunicador tenha atitudes de aceitação por parte dos participantes. é compreender e atuar em conseqüência. O contato visual é muito importante.14 . etc.17 . A realidade é muito . mas espera-se que as pessoas sejam capazes de analisar e compreender os acontecimentos. saudar alguém entusiasticamente. porque não o tenha visto há muito tempo. Por exemplo.DESENVOLVENDO UMA APRESENTAÇÃO • INTRODUÇÃO • Cumprimentar • Apresentar / agradecer • Posicionar os presentes no assunto e objetivos • DESENVOLVIMENTO • Discorrer sobre o tema • Desenvolver o conteúdo programático • Questionar • Falar sobre experiências • Exercícios Atenção! • Não faça perguntas à platéia. Saber escutar é crucial na relação interpessoal.16 . certifique-se de que haverá algum especialista para solucionar eventuais problemas. tendendo a duvidar da importância de uma boa recepção da informação. Na capacitação há uma parte de informação e outra em que TODOS intervêm. • exemplos são fundamentais (fale da própria experiência. • o que a outra pessoa pensa que ouviu.13 . conheçam. do contrário poderia supor que a comunicação se verificou sem que esteja certo. • A sua aparência pessoal causa enorme impacto sobre a audiência. Também se assume que escutar é natural. A função do ouvinte não é só ouvir o que dizem. Podemos deduzir que esta pessoa necessita de óculos e trabalha num escritório. informações ou fatos. Para equipamentos mais sofisticados. mais seguro você irá se sentir. Isso evitará que você seja surpreendido por dimensões menores ou maiores do que você imaginava. pense nas ferramentas necessárias para a sua utilização: caneta laser ou apontador. • Quanto mais tempo você dedicar à sua preparação. • ÓTIMO = BOM HUMOR + BOM GOSTO + INTELIGÊNCIA • FECHAMENTO • Conclusão • Mensagem • Tarefa • Desafio • Agradecimentos . podendo determinar o objeto da interação. crendo que não é necessário melhorar a sua habilidade de escutar.I . • o que realmente dizemos. • o que a outra pessoa responde. É um processo que parte da pessoa que transmite (o facilitador) para a pessoa que recebe (o receptor). no início. é necessário também. • Leve em conta quem organizou o evento e para que público você falará. O receptor deve escutar atentamente. porque ouvir é algo instintivo. feitos. • Comunicação como um instrumento que serve para alcançar um objetivo. • É absolutamente necessário que a sua apresentação tenha claramente início. produzir um efeito desejado. II . • Comunicação de sentimentos e emoções. • Procure conhecer o local onde acontecerá a palestra. • Se você for usar recursos audiovisuais. • Para a apresentação de conteúdos existem duas modalidades comumente usadas: MEIO (CANAL) MENSAGEM RETROALIMENTAÇÃO EMISSOR RECEPTOR . Exemplo: “Eu esqueci meus óculos de grau no escritório”. Então. Não vai mais além do que isso. TIPOS DE COMUNICAÇÃO • Aquela que se faz espontaneamente e a que se passa dados. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E INTERGRUPAL INTERPESSOAL INTERGRUPAL • OS INTERESSES •OS OBJETIVOS • AS METAS • HISTÓRICO • MEIO • CARACTERÍSTICAS • EXPERIÊNCIAS • ORIGEM • NECESSIDADES • FILOSOFIA DE VIDA • CRENÇAS SH SH SH SH SH SH SH SH SH SH FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR AVALIA Ç ÃO COMPORTAMENTO ESPERADO METAS DO TREINAMENTO ATINGIDAS COMPREENSÃO DESEJADA FACILITADOR CONTEÚDO DO TREINAMENTO TREINANDO . Desde o momento em que . O emissor da mensagem necessita da retroalimentação do receptor para estar seguro de que a mensagem foi recebida e compreendida.Sessão de capacitação Não busca só informar. a realidade que os rodeia e fazer que modifiquem sua forma de vê-la e sobretudo. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO • O que queremos dizer. • o que pensamos que a outra pessoa respondeu. É uma experiência de comunicação. mas cuidado para não ser taxado de vaidoso). cabos para videocassete. meio e fim. • o que a outra pessoa ouve. tal como foi enviada.Sessão de informação Consiste em comunicar dados.

pela postura e atitudes que adotam. Procure relaxar.. a postura adotada fala e muito sobre você. “ok”. Sapatos sujos. como estão acompanhando a sua exposição: troncos inclinados para a frente costumam demonstrar interesse. Quando você causa boa impressão logo no início. cabeça muito baixa ou muito alta. comente a informação. Com isso a sua platéia estará totalmente concentrada no que estiver sendo apresentado. Evite vícios de postura como ombros caídos. Controlar o excesso de adrenalina é que fará a diferença. “certo” e outras similares. Lembre-se: assim como a sua aparência. concluo dizendo que. Deixe de lado expressões como “a nível de”. Assim você manterá a atenção de todos ao longo do curso. assim como verificando se todos os tópicos de seu planejamento foram revisados.". Só faça detalhamentos se for absolutamente necessário ou se for solicitado a isso. • Os cuidados com a sua postura corporal são extremamente importantes: cerca de dois terços da comunicação humana é não-verbal. qualquer descuido pode competir com a mensagem que você está ministrando. Um dos maiores motivos de nervosismo é o medo de que algo dê errado durante a apresentação. Em locais muito amplos e/ou com muitos ouvintes solicite à coordenação do evento que o equipamento de som seja providenciado.também vícios e cacoetes de linguagem como: “tá”. “entende”. em muitos casos. • Pense positivamente em relação à sua platéia: ela é sua aliada. fisionomias fechadas ou impassíveis. Não se deixe vencer por ele. enquanto técnicos. introduza observações diferentes. • Mantenha sempre o contato visual com o público: além de transmitir segurança isso permite que você observe o reação da platéia.. Procure reiterar os conceitos principais de sua palestra para gravá-los na mente de todos. Sempre que possível. Relacione fatos comprovados ou baseados em forte . • É importante usar uma linguagem correta. • Vença o seu nervosismo.19 . não vista nada que possa distrair a platéia. Este roteiro contém as principais idéias de sua exposição. “vamos fazer colocações” etc.• Caso não haja sistema de som. até concluir essa etapa do raciocínio. sugerem discordância. .você é apresentado e caminha para fazer a sua apresentação. • Controle o tempo de sua exposição.. • Fale sempre “com o público” e não “para o público”. Lembre-se: em comunicação. mas não há nada demais se você o fizer. procure não se movimentar desnecessariamente. Deixe claro.18 . a duração de sua exposição. expressões faciais ou outras formas de linguagem. olhe direto nos olhos das pessoas. você ajustará o volume de sua voz. ampliando. certifique-se de que ele está ligado e com um volume adequado ao ambiente e número de pessoas. DURANTE: • Capriche na introdução. discutindo e se for o caso. “né”. Mas lembre-se de guardar suas idéias mais fortes para mais adiante. lembrando à platéia que “como temos ainda cinco minutos. Não é necessário que você esteja segurando-o sempre. ficam nervosos. • Se houver microfone disponível. • Durante a apresentação com algum recurso audiovisual. Use a energia do seu nervosismo a seu favor. Atenha-se ao objetivo de sua palestra. Evite adotar um tom dogmático ao apresentar a conclusão da apresentação. uma vez que isso ajuda a formar a impressão na platéia de que alguma coisa foi ganha. Ficar nervoso no início de uma apresentação é perfeitamente normal – todos os oradores. Prefira roupas sóbrias.. levando em conta as dimensões da sala/auditório e ao tamanho de sua platéia. • É vital fazer uma conclusão forte em sua apresentação. o público já está avaliando e julgando. “nós. transmitida por meio de gestos de mão. A cada tópico. está lá para aprender com você. para resumir rapidamente antes das perguntas. atingindo todos os objetivos propostos. comparando. mesmo os mais experientes. consultas freqüentes ao relógio ou olhares vagos podem significar impaciência e ansiedade pelo fim da palestra. desde o início. as pessoas estarão mais receptivas para o que você falar em seguida e durante a sua apresentação. cabelos despenteados podem destroçar uma bela exposição. Aprenda a “ler” na postura das pessoas. Mentalize que você fará uma boa apresentação. Evite .”. Muitos oradores experientes reforçam o seu cuidado com o tempo. criticando.. A boa imagem corporal começa com o modo como você se posiciona.” ou ainda: “e agora.. Você pode minimizar esta possibilidade preparando-se minuciosamente. • Seja abrangente e simples. • O roteiro que você preparou previamente deve estar sempre ao alcance dos seus olhos.

Falha de equipamento: O equipamento entra em pane ou. Platéia hostil: Você se sente acuado. Alguns personagens típicos de palestras podem aparecer na sua. que lhe for mais adequado. Atenda a uma pergunta de cada vez sob pena de você se perder nas respostas. As perguntas do público são em tom agressivo. • O momento em que você abre a sua palestra para perguntas é extremamente importante. FONTE: HINDLE. ensaiando diante de um espelho e. Repasse para o grupo as perguntas mais complexas. ora não sabem perguntar com objetividade. deixe isso claro e prometa pesquisar e respondê-la assim que souber. É melhor confessar isso do que responder incorretamente ou se perder na resposta. começam as conversas paralelas e a própria forma como as pessoas se sentam nas cadeiras (se esparramando) já dão indicativos de que estão entediadas. Isso torna o resumo memorizável. corte. a descontinuidade. Verifique antes da apresentação se o equipamento está funcionando e tenha alternativas para o caso de falhas.pesquisa.20 .(MODELO) IBGE Cursos de informática Programa Anual de Treinamento PLANO DE AULA Assunto:___________________________________________________ Data: ___/___/_____ Horário: ___:___ às ___:___ • Objetivo • Apresentação(especificar o tempo) • Conteúdo(especificar o tempo que será usado em cada item) • IntervaloCada instrutor/treinando deverá especificar o horário do intervalo. Tim .“Como Fazer apresentações” – São Paulo: Publifolha. desde o advento do RJU. abordando o conceito de Diárias e suas principais características. ora . faça concessões.2000 POLITO. Horário:08:00 às 10:30 h 10:45 às 12:00 h Data: / / CONTEÚDO TEMPO RECURSOS APRESENTAÇÃO do instrutor e comentários sobre os objetivos do curso. focalizando a multiplicação dos conhecimentos através da atuação dos treinandos em suas unidades de origem. pois estas poderão ser uma dúvida geral. o “prolixo”. Uma pergunta particularmente difícil requer reflexão. Mantenha-se calmo e gentil. para quando precisar consultá-las. Se não for. por alguma razão. Não se apresse a respondê-la e só o faça se você estiver absolutamente certo do que está dizendo. no local da apresentação. bem como da regulamentação no IBGE. Ajude o prolixo a ser mais objetivo.25 . Manter a platéia como aliada é sempre a opção desejada. Artigo: “Dicas para falar melhor”.23 .. variando a velocidade da apresentação. Mesmo em caso de hostilidade. como o “sabe-tudo”. Seja dinâmico. Caso a platéia tenha conhecimento especializado da matéria. • Todas as perguntas devem ser tratadas com respeito e cortesia. evite “achismos” (“eu acho que. ..tentam mostrar que sabem mais que você. frases curtas e poderosas prendem a atenção da platéia e causam melhor efeito que um monólogo de 10 minutos. esquece o que ia dizer e perde o fio da meada. Veja se as anotações estão claras. levando em consideração o desenvolvimento dos itens apresentados e evitando. mas não se iluda: podem surgir outros com os quais você não contava. Oradores experientes costumam usar uma frase final com palavras que começam com a mesma letra (o que se chama de aliteração).DICAS PARA REDUZIR A ANSIEDADE PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS COMO EVITÁ-LAS Nervosismo excessivo: Você não consegue relaxar.21 . se possível. No seu ensaio você pode prever alguns questionamentos.24 . Reinaldo – Revista Vencer no 18/março 2001. Esteja pronto para essa possibilidade. abordando questões como adicional de deslocamento. Sempre reflita sobre o conteúdo antes de responder. Editora Intermundi. Sempre olhe nos olhos do público. você não consegue operá-lo. 50 minutos idem PONTOS CONTROVERSOS. mantenha a calma e nunca subestime a platéia nem superestime a sua capacidade de resolver todas as questões. Se definitivamente você não souber a resposta. assim. Procure dominar a tecnologia que você pretende usar. Assegure-se de que tudo que tem a dizer é relevante.ANEXOS .(MODELO) PLANO DE AULA Assunto:DIÁRIA Objetivo:Disseminar informações básicas para a operacionalização de concessão de diárias.”) na sua conclusão. . indenização de . Responda com a mesma segurança que você aparentou durante a apresentação. Redirecione perguntas para o público. que. São Paulo. Prepare-se antes. É importante ser breve quando se está fazendo o resumo. 10 minutos DATA SHOW HISTÓRICO da legislação federal. Platéia entediada: Quando o público perde o interesse. • Considerações finais(especificar o tempo) • Material de referência: .

fornecendo-lhes situações planejadas. 1929 – Em Genebra passa a ensinar História do Pensamento Científico. num processo de aprendizagem eficaz. ocupando diferentes cargos e com programação para dias alternados. • TÉCNICAS DE ENSINO – São as dinâmicas que serão utilizadas com os treinandos desenvolvendo os conteúdos para que haja uma efetiva realização do processo ensino-aprendizagem. situações não abordadas. capaz de mudar os modelos mentais existentes. satisfação pessoal e desempenho. em busca da melhoria de desempenho no trabalho. a necessidade de disseminar o conhecimento. 1918 – Torna-se doutor. 60 minutos idem OPERACIONALIZAÇÃO do pagamento de diárias. • EDUCAÇÃO CONTINUADA – Processo gradativo de desenvolvimento que.Biografia de Jean Piaget 1896 – Em 09 de agosto.27 . conhecimentos e atitudes”. 1923 – Lança seu primeiro livro: A Linguagem e o Pensamento da Criança. 1921 – A convite do psicólogo da educação Edouard Claparède (Escola Nova) passa a fazer suas pesquisas no Instituto Jean-Jacques Rousseau. PAD e Sindicância. 40 minutos idem DEBATE LIVRE: dúvidas. • EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – Processo de desenvolvimento da capacidade profissional dos indivíduos visando a melhor integração. • RECURSOS INSTRUCIONAIS – É todo material ou equipamento de apoio para o efetivo desenvolvimento de uma aula. na cidade suíça de Neuchâtel. op cit) • FACILITADOR / INSTRUTOR – Como o próprio nome diz é o queFACILITA o processo ensino-aprendizagem respeitando as individualidades de cada um. • MÉTODO – Caminho para se chegar a um determinado lugar. princípios e métodos de educação e instrução. Sua tese foi sobre moluscos. 20 minutos idem CONSIDERAÇÕES FINAIS: o que é indispensável saber. Lucienne (1927) e Laureni (1931). habilidades. do desafio e da ludicidade leva a mudança. Conjunto de doutrinas. através da reflexão. A didática deve questionar por que ensinar. cargo comissionado. Ingressa na Universidade de Paris. Como fazer ocorrer o ensinar e o aprender. • ENSINO – Processo deliberado de facilitar que outras pessoas aprendam e cresçam intelectual e moralmente. destinado à formação de professores.26 . Técnica de ensino. 1941 – Com as pesquisadoras Bärbel Inhelder e Alina Szeminska. Assume o Gabinete Internacional de Educação (dedicado a estudos pedagógicos). • EDUCAÇÃO CORPORATIVA – É aquela onde o foco não está no ensino e sim. ao ritmo do dia-a-dia. • TREINAMENTO – “Processo de ajudar os empregados a adquirir eficiência no seu trabalho presente e futuro. uma de suas assistentes. a quem ensinar. (Bordenave & Pereira. a competitividade do negócio. através de apropriados hábitos de pensamento e ação. nasce Piaget. 1915 – Forma-se em Biologia pela Universidade de Neuchâtel. de tal modo que os aprendizes vivam as experiências necessárias para que se produzam nele as modificações desejadas. etc. • PEDAGOGIA – Teoria e ciência da educação e do ensino. (Milton Hall) . alcançando os objetivos propostos. envolvendo situações não previstas. programas específicos que podem ser utilizados informalmente. meia-diária. em Genebra. que tendem a um objetivo prático. etc. publica . História da ciência e Sociologia em Neuchâtel. • PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – É a forma de efetivar a aquisição de conhecimento por parte do treinando. muitos deles inspirados na observação de seus três filhos. um artigo com estudos sobre um pardal branco. É convidado a trabalhar com testes de inteligência infantil. de uma maneira mais ou menos estável. o que ensinar. variações de valor. etc. como ensinar e com que ensinar. do confronto de idéias. É oferecer e conjugar diferentes modalidades educacionais que estejam alinhadas aos propósitos das empresas.trabalho de campo. 1924 – Casa-se com Valentine Châtenay. relato de experiências. Muda-se para Zurique para estudar Psicologia (principalmente psicanálise). 30 minutos idem APLICAÇÃO DE EXERCÍCIO: concessão de diárias para um grupo de 5 pessoas. autorização de pagamento. 15 minutos idem . onde encontrar material de apoio. com quem teve três filhos: Jacqueline (1925).CONCEITOS BÁSICOS • ANDRAGOGIA – A arte e ciência de orientar adultos a aprender. publica na revista da Sociedade dos Amigos da Natureza de Neuchâtel. Anos 30 – Escreve vários trabalhos sobre as primeiras fases do desenvolvimento. cursos. municípios limítrofes. 1925 – Começa a lecionar Psicologia. 1919 – Muda-se para a França. 1907 – Com 10 anos. • DIDÁTICA – Técnica de dirigir e orientar a aprendizagem.

Experiência (inclusive erros) fornece a base para as atividades de aprendizado. . Knowles. 1967 – Escreve a principal obra de sua maturidade: Biologia e Conhecimento. Como adultos são auto-direcionados. . Ciência e Cultura.Aprendizado Adulto (P. M. em vez de conferencista ougrader. 1952 – É convidado a lecionar na Universidade de Sobonne. da revista Nova Escola. A andragogia faz as seguintes suposições sobre o modelo de aprendizado: (1) Adultos precisam saber porque têm de aprender algo (2) Adultos precisam aprender experimentalmente. destinado a realizar pesquisas interdisciplinares sobre a formação da inteligência. Os programas de aprendizado adulto precisam se adaptar a esse aspecto fundamental. andragogia significa que a instrução para adultos precisa focalizar mais o processo e menos o conteúdo que está sendo ensinado. simulações e auto-avaliação são mais úteis.). Knowles enfatiza que adultos são auto-direcionados e esperam ter responsabilidade para tomar decisões. escrita pela jornalista Josiane Lopes. 2. 3. A instrução precisa ser orientada para o trabalho.como desenvolvimento gerencial). Knowles) Visão Geral: A teoria de andragogia de Knowles é uma tentativa para desenvolver uma teoria específica para o aprendizado relacionado a pessoas adultas. Estratégias. responsável pelo Departamento de Educação. O aprendizado adulto é centralizado no problema. (3) Adultos abordam o aprendizado como resolução de problemas e (4) Adultos aprendem melhor quando o tópico é de valor imediato. sucedendo ao filósofo Merleau-Ponty. The Adult Learner: A Neglected Species (3rd Ed. em Paris. Knowles. 4. (1984). Observação: Biografia retirada da reportagem "Jean Piaget". Appendix D) fornece um exemplo de aplicação dos princípios da andragogia para o modelo de treinamento em computador pessoal: 1. Existe uma necessidade de explicar porque coisas específicas estão sendo ensinadas (e. (1975). O modelo tenta integrar outras estruturas teóricas de aprendizado de adultos. Âmbito/Aplicação: A andragogia se aplica a qualquer forma de aprendizado para adultos e tem sido extensivamente usada no modelo de programas de treinamentos organizacionais (especialmente para domínios "soft skill" habilidade sensível . como estudos de casos. Referências: Knowles. Adultos precisam estar envolvidos no planejamento e avaliação de suas instruções. funda o Centro Internacional de Epistemologia Genética.M. fornecendo orientação e ajuda quando erros são cometidos. A instrução deve considerar a grande faixa de diferentesbackgrounds dos aprendizes. (Ver computadores para uma discussão adicional deste tópico).as atividades de aprendizado devem estar no contexto de tarefas comuns a serem realizadas. Cross) Visão Geral: Cross (1981) apresenta o modelo Characteristics of Adults as Learners (Características dos Adultos como Aprendizes) (CAL) no contexto de sua análise de programas de aprendizado de toda a vida. n 95. 1980 – 16 de setembro. certos comandos. Self-Directed Learning. de agosto de 1996. Os instrutores adotam um papel de facilitador ou fonte. Em termos práticos. Houston. a instrução deve permitir que aprendizes descubram as coisas por si sós. Torna-se membro do conselho executivo e é várias vezes subdiretor geral. Chicago: Follet.28 . M. ano XI. TX: Gulf Publishing. operações etc. em vez de ser direcionada para a memorização . 3. Princípios: 1. 1955 – Em genebra..) 2. Adultos são mais interessados em aprender matérias que têm relevância imediata para seu trabalho ou vida pessoal. funções. Andragogy in Action. 1946 – Participa da elaboração da Constituição da Unesco.trabalhos sobre a formação dos conceitos matemáticos e físicos. os materiais e as atividades de aprendizado devem levar em conta os diferentes níveis/tipos de experiência anterior com computadores. aprendizado experimental (Rogers) e   .29 . órgão das Nações unidas para a Educação. Exemplo: Knowles (1984. San Francisco: Jossey-Bass. como a andragogia (Knowles). 1950 – Publica a primeira síntese de sua teoria do conhecimento: Introdução à Epistemologia Genética. morre Piaget em Genebra. em vez de ser orientado para o conteúdo. 4.g.Andragogia (M. (1984). encenações.

(1981). 2006) Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documentoInformar sobre este documento?Diga-nos a(s) razão(ões) para denunciar este documento Spam ou lixo eletrônico Conteúdo pornográfico adulto Detestável ou ofensivoIf you are the copyright owner of this document and want to report it. As características pessoais incluem: idade. mas necessário. enquanto habilidades de inteligência (e. Informações e classificação Leituras:9. (1976). Cross. p. maduro/estável). p. A administração do aprendizado (i. 2.Classificação:9 Ratings()Copyright:Copyright tradicional: Todos os direitos reservados Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimento(mais tags)Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimentoatitudes profissionaisgicosbiologia modelometodologiaaprendizageminspirada(menos) SeguirfischumiCompartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo p. mudanças de emprego. 4. Referências: Cross.e. procedimentos) é fortemente afetada pela primeira variável. As características situacionais consistem em aprendizado em tempo parcial versus aprendizado em tempo integral. tempo de reação). locais. Adultos devem ter tantas escolhas quanto possível em relação à disponibilidade e organização de programas de aprendizado. Âmbito/Aplicação: O modelo CAL está destinado a fornecer diretrizes para programas educacionais para adultos. para a assistente social. o curso é de meio-período. p. K. p. vista. aposentadoria) envolvem uma série de platôs e transições que pode ou não estar diretamente relacionada à idade.. horários.923Carregado:03/26/2008Categoria:Não classificado. A idade resulta na deterioração de certas habilidades sensoriais-motoras (e. 3.g. . raciocínio. para o pai. Estas três dimensões têm diferentes características no que concerne ao aprendizado de toda a vida. Programas de aprendizado para adultos devem tirar partido da experiência dos participantes. San Francisco: Jossey-Bass. Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE. Princípios: 1.30.psicologia lifespan. e aprendizado voluntário versus aprendizado compulsório. Cada um destes indivíduos difere em idade (20. habilidades de tomar decisões.Relatório Cancelar Este documento é particular.g. Exemplo: Considere três adultos: uma estudante de enfermagem. o curso é de meio-período e opcional. audição. p. Adultos devem ser desafiados a se mover cada vez mais para estágios avançados de desenvolvimento pessoal. O modelo CAL consiste de duas classes de variáveis: características pessoais e características situacionais. Programas de aprendizado para adultos devem se adaptar às limitações de idade dos participantes.P. San Francisco: Jossey-Bass..g. please follow these directions to submit a copyright infringement notice. um pai recente e uma assistente social de meia-idade. p. Eles também diferem em termos de características situacionais: para a estudante de enfermagem. As fases da vida e estágios de desenvolvimento (e. o curso é em tempo integral e compulsório.40) e vida/fases de desenvolvimento (adolescente/procurando. fases da vida e estágios de desenvolvimento.. que vão fazer um curso sobre desenvolvimento infantil. casamento.. jovem/se esforçando. a segunda é pertinente à natureza autodirecionada e centralizada no problema da maioria dos aprendizados de adulto.P. Não existe nenhuma pesquisa conhecida que sustente o modelo. Accent on Learning. vocabulário) tendem a melhorar. Adults as Learners. K.

12 p. p. 37 p. 17 p. p. 45 p. p. p. p. 23 p. p. p. 5 p. p. p. 27 p. 55 p. p. 22 p. Essas notificações podem ser gerenciadas nas configurações da conta. p. 3 p.Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo 36 p. 6 p. 61 p. 13 p. Prometemos respeitar sua privacidade. 22 p. and select print from the file menu (PDF reader required). p. 49 p. Registre-se Política de privacidade Você receberá notificações por email sobre a atividade da sua conta.p. p. p. 112 p. 20 p. p. .Baixar e imprimir You Must be Logged in to Download a DocumentUse seu registro do Facebook e veja o que seus amigos estão lendo e compartilhando. p.Outras opções de registroLogin with FacebookRegistre-seNão tenho conta no Facebookendereço de email (obrigatório) criar nome de usuário (obrigatório) senha (obrigatória) Quero receber a Newsletter Scribd e eventuais comunicados sobre a conta. 47 p. p. p.Adicionar comentário EnviarCaracteres: 400 Imprimir este documentoAlta qualidadeOpen the downloaded document. 44 p. 33 p. 17 p. 83 p. 30 p. 2 p. Por que se inscrever?Descubra e se conecte com pessoas de interesses semelhantes.

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