Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE, 2006) Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar DocumentosLivros

- FicçãoLivros - Não ficçãoSaúde e medicinaCatálogosDocumentos governamentaisGuias/Manuais Como fazerRevistas e jornaisReceitas/MenusTrabalho escolar+ todas as categoriasApresentouRecentePessoasAutoresEstudantesPesquisadoresEditoresGovernam ental e sem fins lucrativosNegóciosMúsicosArtistas e designersProfessores+ todas as categoriasOs mais seguidosPopularRegistre-se Logon 1Primeira página Página anterior Próxima página / 37Seções nao disponíveis Diminuir Ampliar Tela cheia Sair da tela cheiaSelecionar modo de exibição Modo de exibiçãoLivroApres. de slidesRolar Readcast Adicionar comentário Incorporar e compartilhar Leitura deve ser uma coisa social! Publique uma mensagem nas suas redes sociais para que as outras pessoas saibam o que você está lendo. Selecione os sites abaixo e comece a compartilhar.Faça readcast deste documento Logon para adicionar um comentário Compartilhar e integrarAdicionar a Coleções Baixar este documento gratuitamenteAuto-hide: off O d pi rientações idático- edagógicaspara nstrutores Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE Escola Nacional de Ciências Estatísticas Coordenação de Treinamento e Aperfeiçoamento ORIENTAÇÕES DIDÁTICO – PEDAGÓGICAS PARA INSTRUTORES Programa Anual de Treinamento Rio de Janeiro 2006 - 2 - ÍNDICE Aprender como se aprende também é tarefa do instrutor............................. 5 A importância do treinamento ou capacitação nas organizações públicas... 7 O papel do facilitador..................................................................... ................ 8 Andragogia...................................................................... .............................. 9 Percentagens de retenção mnemônica......................................................... 13 Comunicação......................................................................... ........................ 14 Recepção de informação.......................................................................... ..... 14 Relacionamento interpessoal e intergrupal.................................................... 16 Fluxograma do processo de comunicação.................................................... 17 Desenvolvendo uma apresentação............................................................... 18 Cuidados........................................................................ ................................ 19 Dicas para reduzir a ansiedade.....................................................................

...... é a razão da importância das atividades realizadas durante a instrução..... Sendo a aprendizagem um processo pessoal e interno............... 32 Condições de Aprendizado.............................. Mas............ Os que mais nos chamam a atenção: • desperdício de conhecimento........... além de permitir ao instrutor verificar se o que foi explicado foi aprendido.............. é preciso ter em mente algumas considerações sobre o ensinar e o aprender.........as necessidades que geraram o treinamento não são plenamente atendidas...... E o aprender exige do treinando muito mais do que “a vontade de..... Experiências mostram que “se o professor ensina. • frustração quanto aos resultados esperados.......................... 33 Dissonância Cognitiva....... antes de tomar essas decisões.........23 Anexos......... As empresas que buscam produtividade e qualidade em seus produtos e serviços necessitam priorizar a preparação de seus instrutores para que eles possam............................. Esta................ Mas o que vemos.............. não apenas pelas explicações que recebem..........para que a aprendizagem ocorra: o treinando querer aprender............................. não devemos trabalhar ....... Ao instrutor cabe a responsabilidade não só de transmitir conhecimentos... O ensinar vai além “da boa vontade do profissional“ ou “do seu grande conhecimento técnico“.............................requisitos e planejamento criterioso dos eventos que serão desenvolvidos em situação de ensino)........ as pessoas aprendem...... • desgaste da imagem do profissional que se propõe a ministrar o curso.... nos treinamentos....... são treinamentos ministrados por profissionais com experiência comprovada na parte técnica.”... tanto para o instrutor quanto para o treinando ..................... Quando o aluno não aprende. ...... 29 Biografia de Jean Piaget.............................. ....Aprender como se aprende também é tarefa do instrutor O emprego de profissionais experientes para atuarem como instrutores é uma prática comum e recomendável nas empresas..... ... 35 .......................................... Estas atividades são meios facilitadores da aprendizagem............................. Não se improvisa com treinamento.... Tanto quem ensina quanto quem aprende têm responsabilidades no processo ensino-aprendizagem............... .” ou “a necessidade de........... • frustração e desgaste do Setor de Treinamento......... o aluno aprende” (logicamente... e devem ser muito bem pensadas pelo instrutor ao planejar o treinamento que irá ministrar............................. 31 Aprendizado Adulto......................... O profissional que ensina precisa aprender como as pessoas aprendem............... 25 Plano de Aula.............. 27 Conceitos básicos...4 ................. para que possa decidir o que ensinar e o como ensinar..... Prejuízos ocorrem? Com certeza............................. como também a de facilitar o processo de aprendizagem......... mas o aluno não aprendeu porque não quis” deve ser substituído com urgência em prol da aprendizagem..... ...... mas que desconhecem como ensinar.... portanto............. principalmente.. mas.. desde que atendidas as condições básicas ... O velho paradigma da Educação “eu ensinei.... .... 30 Andragogia. domínio dos pré... com freqüência........ conseguir os resultados necessários...... ................... ..... de tempo e de material.....3 ................... elas irão criar esta oportunidade para o treinando praticar..... pelas oportunidades que lhes são oferecidas para praticar o que lhes está sendo ensinado..

. Um instrutor que saiba o que fazer. com eficiência e eficácia. Devemos agir como propõe o processo ensino-aprendizagem: o ensinar e o aprender devem ser trabalhados em conjunto. tornando em excelência a tarefa ou o trabalho a ser realizado. • Diversificar os métodos de ensino. sólido. preparado para o presente. utilizar seus profissionais com maior experiência para disseminar conhecimentos. a conscientização de que nada mais é estável. “culpa do professor que.6 .Diretores da MBS Treinamento e Consultoria . o IBGE está a serviço da sociedade. • Saber estimular os treinandos para a aprendizagem. A atualidade exige um quadro de servidores operante. ou seja. de seres humanos. os fatos e as mudanças. para que os resultados dos treinamentos sejam mais eficazes. a troca de experiências é que enriquece o laboratório da sala do treinamento. Aí está um dos grandes desafios para o instrutor. Marcondes .”. se faz necessário um constante aperfeiçoamento do quadro funcional de qualquer empresa sendo ela Pública ou Privada. O Facilitador não deve esquecer sua condição. algo não ocorreu como deveria ou da parte do aluno ou do professor ou de ambos. “O que fazer para facilitar a aprendizagem do treinando?”. e nem a dos treinandos. em virtude da velocidade com que ocorrem as necessidades humanas. o processo ensino-aprendizagem motivando o grupo de treinandos para o desejo de aprender.”. O profissional que vai atuar como instrutor necessita receber fundamentos de como ensinar.O PAPEL DO FACILITADOR O papel do FACILITADOR é tornar realidade. e. A Empresa necessita de instrutores que estejam preocupados em proporcionar mudanças de desempenho. • . instrutor e treinando trabalhando para alcançar os resultados esperados. a apostila costuma ficar pronta antes mesmo do planejamento do curso ou aula. mas não devem anteceder o planejamento. quando as primeiras questões que o afligem são: “O que é que eu vou falar para o pessoal? “. torna-se necessário um quadro funcional consciente de seu papel. Estas preocupações são válidas e necessárias. • Saber preparar a aula ou o conteúdo a ser ministrado. dentro de um ponto de vista mais amplo. estático. A demanda de solicitações pela sociedade moderna exige uma atualização permanente. • Manter-se atualizado no papel de instrutor e na matéria que ensina. A preocupação primordial do instrutor deve ser com os resultados que deseja obter com aquela situação de ensino. Uma das causas que tem levado muitos treinamentos a resultados aquém do esperado é que o profissional escolhido para ministrar um treinamento freqüentemente privilegia o conteúdo que deseja transmitir e não a aprendizagem. Uma certeza nós temos: as empresas modernas e competitivas precisam. Ensinar. • Ter noção de planejamento e organização.. pois estamos vivendo numa época onde o saber é fator primordial. Como Instituição pública. “o que é que eu vou escrever na apostila? “. A preocupação é tanta que geralmente.. como fazer e porque fazer é necessidade urgente e imperativa.1 1 Artigo escrito por Norma Barucke e Carlos Augusto C. respeitando as qualidades e as limitações. • Ter prazer em auxiliar os outros. Qualidades do facilitador • Gostar de transmitir e receber conhecimento e ter interesse pela prática de ensino.A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO OU CAPACITAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS Hoje. • Procurar lançar desafios. principalmente quando se trata de treinandos adultos.. por exemplo. aliado à efetiva aplicação prática em direção aos objetivos propostos. cada vez mais. Quando os resultados previstos não são atingidos. pelas suas características sociais.5 . • Ter auto-estima e postura profissional.Rio de Janeiro. qualificado e permanentemente atualizado. O importante é identificar o que deve ser replanejado para que os resultados se tornem satisfatórios para todos. para embasar sua prática. ou seja. Todos têm algo a ensinar e a aprender. porém. As organizações Públicas estiveram por muito tempo alheias à atualização dos seus quadros funcionais. com uma bagagem intelectual significativa. o que obriga a realização de cursos e treinamentos visando a cada servidor um constante aprender a aprender. não permite amadorismos. Este aperfeiçoamento é fator de sobrevivência da mesma. Esta preocupação se reflete. isto é. Só a partir daí. . • Procurar falar e escrever corretamente.comacusações improdutivas: “culpa do aluno que. é que ele deve determinar as estratégias para proporcionar a aprendizagem e avaliar se a mesma está ocorrendo. os interesses.. o que se defronta é o movimento e a ação para a mudança.

Algumas das manifestações negativas do conceito de si mesmo.O conceito que o adulto tem de si mesmo pode afetar o processo de ensinoaprendizagem. • necessidade de afetividade. • timidez ao estar com outros que possuem um nível de educação mais elevado. ou seja. • interesse e decisão pessoal.Adaptar seus métodos ao nível dos treinandos e preocupar-se com as necessidades individuais. etc. em geral. que cria a capacidade de aprender e estruturar a aprendizagem. Não se concebe sem uma prévia estrutura interna de equilíbrio. • temor no enfrentamento com outros.8 . • O que os outros pensam dele. ANDRAGOGIA Os adultos frente a aprendizagem A experiência pessoal do adulto é condicionante de toda atividade de aprendizagem. • impaciência. preparados de tal maneira que proporcionem satisfação e sucesso aos indivíduos. segura. . o fundamental é a atitude do facilitador. • falta de confiança com sua própria capacidade. Fatores que influenciam na aprendizagem dos adultos Merecem primordial atenção os fatores que rodeiam o indivíduo em sua vida diária e que tendem a inibir a aprendizagem. • memória. podemos citar: • experiência. • grau de inteligência. fraterno e amistoso promove uma maior aprendizagem e satisfação por parte dos participantes.aprendizagem. . porém. que quer aprender o adulto participante. • talentos naturais. necessitam que se lhes apresentem experiências vitais durante o processo de Resulta algo significativo e funcional Pode aprendizagem e diga aquilo que: ser aproveitado para atitudes futuras. Ornamentação. Fatores Externos: podem ser influenciados pelas atitudes e habilidades do instrutor/facilitador. • Respeitar cada um em sua própria singularidade ou individualidade. Fatores Internos: estão fora da influência do instrutor/facilitador. Um ambiente tolerante. • Gostar do convívio e das relações sociais. • O instrutor/facilitador deve provocar no treinando a necessidade de aprender. dos adultos são: • apatia frente a aprendizagem. • Ter autoconfiança e maturidade. sem menosprezar ou ridicularizar. O adulto.temperatura adequada. ventilação. tem consciência da primeira e terceira situação. explorando o maior número de sentidos humanos. Tal conceito apresenta-se de três aspectos. • Evitar vícios de linguagem ou cacoetes de fundo nervoso. • Avaliar os treinandos através de instrumentos devidamente planejados para esse fim. Atribuições do facilitador • Participar do planejamento.. Os adultos são indivíduos maduros e devem ser tratados como tais. • Procurar fazer com que o processo ensino-aprendizagem seja alcançado de uma forma hábil. Os estudos evidenciam que os adultos tendem a aprender melhor em situações de grupo.9 . e • O que realmente ele é. com os recursos adequados. • achar mais fácil abandonar uma situação de aprendizagem.7 . os apartes (contribuições) de . • Falar de forma clara. • temor de ser preterido. objetiva. em uma situação de aprendizagem. são importantes. o que não impede exigir uma postura educada. onde é realizado o treinamento. entusiasmo e senso de humor.• Ter espírito de coletividade. • Agradecer e valorizar a participação. • desilusão rápida se o êxito na aprendizagem não for imediato. organização e elaboração do treinamento. . Além dessas manifestações relacionadas ao conceito de si mesmo. • sensação de estar ameaçado quando se depara com o desconhecido. • O que ele pensa que é. uma aquisição de conhecimentos. no entanto a segunda é imposta. flexível. As principais atitudes. • Verificar as dificuldades coletivas e individuais do grupo de treinandos e procurar solucioná-las. Leva em conta. • Transmitir conhecimentos profissionais aos treinandos em conteúdos de sua especialização. • idade. tanto em nível pessoal como de equipe são: • Recepcionar calorosamente os participantes para que se sintam confortáveis e acolhidos desde o primeiro momento. Este ambiente é criado pelo lugar onde se desenvolve o processo de ensino. o trabalho. a experiência adquirida pelo adulto. Toda aprendizagem é uma troca que é incorporada na conduta do indivíduo. com vantagens ou sérios inconvenientes. que permanecer nela e encarar os problemas que se apresentam. Piaget distingue aprendizagem de inteligência porque esta toma seu próprio ritmo de desenvolvimento. • motivação. Aprendizagem é para Piaget. • Ter clareza dos objetivos da atividade. pondo o processo de ensino-aprendizagem e os conteúdos a serem ministrados a seu serviço. • Ter sensibilidade. comodidade dos assentos.

Piaget disse que o objeto da educação é criar homens capazes de fazer coisas novas. resultantes de uma comunicação falha. senão para utilizá-lo em momento apropriado. Do contrário. • Trabalho em grupo • a forma como funciona varia segundo o tamanho do grupo. Outros fatores externos a serem considerados são: • Inibição e obstáculos • a mente do participante está voltada para outros assuntos. A meta do emissor é transmitir uma idéia de maneira que o receptor a compreenda. se o que foi compreendido pelo receptor foi realmente o que foi passado. necessitarão mais tempo para aprender e recordarão menos.cada um dos adultos. Um emissor de informações. Facilidade de expressão é essencial para que o intercâmbio de informações ocorra de maneira conveniente. por isso. • problemas de saúde. não para repetir em outra oportunidade. RECEPÇÃO DE INFORMAÇÃO A maioria das . Por outro lado. Quando esta retroalimentação se processa o receptor se converte em emissor e vice-versa. para evitar que hajam distorções.10 . sociais. • Capacidade de aplicação e transferência • aprender. os problemas. pelo menos. tem pouco ou nenhum controle sobre o que ocorre com a sua mensagem. não faltarão e irão influir sobre sua habilidade para estabelecer uma boa comunicação com os demais. o receptor deve se esforçar para compreender a idéia do emissor. A mensagem é enviada por um meio (canal que pode ser oral ou não). • Atividade • quanto mais se participa. Treinamento de Recursos Humanos. mais se aprende. • a variedade de meios de acesso aos conhecimentos ou a prática multiplica as possibilidades de aprender. • pausas muito breves: não proporcionam um descanso necessário. O emissor transmite uma mensagem a outra pessoa (receptor). tem a responsabilidade de esforçar-se para que ela seja bem compreendida. . caso o receptor deva realizar alguma tarefa que necessite dessa informação.COMUNICAÇÃO É definida como o processo de passar informação e compreensão de uma pessoa para outra. • pausas muito longas: esfriam/dispersam muito a atenção. . O receptor responde então a sua mensagem (também de maneira oral ou não). um emissor e um receptor. é necessário haver. Em caso de dúvidas.11 .12 . adaptando e incorporando o estilo e a vivência. A mensagem deve significar o mesmo para as pessoas que a recebem. é importante compreender como as diferenças culturais. Eles exercem uma grande influência sobre a forma com que comunicam e processam a instrução. não repetir simplesmente o que fizeram outras gerações. o nível de conhecimentos prévios e a confiança mútua do grupo. Antônio Vieira de. podem influir no marco referencial de cada um. Deve-se sempre observar se não houve falhas no processo de comunicação. homens criativos. para planejar a criação do ambiente adequado e assumir as atitudes que contribuem com ele. Um conteúdo mal transmitido influi no aprendizado. isto é. podem facilitar a abertura e a clareza entre as pessoas. Os facilitadores são emissores e receptores. O MODELO BÁSICO DA COMUNICAÇÃO Para que haja a comunicação. estimando que a aprendizagem é um dos pilares da educação. O ideal é que todo facilitador esteja familiarizado com os princípios da psicologia do trabalho com adultos. • muito longo: ultrapassa o período de atenção constante.. O modelo de comunicação e a utilização das habilidades de escutar ativamente. portanto. deve-se repetir e explicar até que seja entendida. Os indivíduos seguramente experimentarão mais dificuldades para compreender o conteúdo. uma vez que a tenha transmitido. ao se comunicar com outras pessoas. • Duração (tempo) • muito curto: não atinge o máximo de atenção.São Paulo: Pioneira.PERCENTAGENS DE RETENÇÃO MNEMÔNICA COMO APRENDEMOS 1% Através do gosto 1. inventivos e descobridores. etc.5% Através do tato 3. Isto é muito importante. 1988. . • finalidade do estudo.5% Através do olfato 11 % Através da audição 83% Através da visão PORCENTAGENS DOS DADOS RETIDOS PELOS ESTUDANTES 10 % Do que lêem 20 % Do que escutam 30 % Do que vêem 50 % Do que vêem e escutam 70 % Do que dizem e discutem 90 % Do que dizem e logo realizam MÉTODO DE ENSINO DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3h DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3 DIAS Somente oral 70% 10% Somente Visual 72% 20% Oral e visual simultaneamente 85% 65% Fonte: Carvalho.

que o comunicador tenha atitudes de aceitação por parte dos participantes. • É absolutamente necessário que a sua apresentação tenha claramente início. conheçam. • o que a outra pessoa ouve.16 . • ÓTIMO = BOM HUMOR + BOM GOSTO + INTELIGÊNCIA • FECHAMENTO • Conclusão • Mensagem • Tarefa • Desafio • Agradecimentos . Não vai mais além do que isso. • o que a outra pessoa responde. • o que realmente dizemos.I . • Elabore um roteiro para guiá-lo nos assuntos que apresentará. É uma experiência de comunicação. Na capacitação há uma parte de informação e outra em que TODOS intervêm. informações ou fatos. são informações para que as pessoas. O emissor da mensagem necessita da retroalimentação do receptor para estar seguro de que a mensagem foi recebida e compreendida. Podemos deduzir que esta pessoa necessita de óculos e trabalha num escritório.DESENVOLVENDO UMA APRESENTAÇÃO • INTRODUÇÃO • Cumprimentar • Apresentar / agradecer • Posicionar os presentes no assunto e objetivos • DESENVOLVIMENTO • Discorrer sobre o tema • Desenvolver o conteúdo programático • Questionar • Falar sobre experiências • Exercícios Atenção! • Não faça perguntas à platéia. • Para a apresentação de conteúdos existem duas modalidades comumente usadas: MEIO (CANAL) MENSAGEM RETROALIMENTAÇÃO EMISSOR RECEPTOR . crendo que não é necessário melhorar a sua habilidade de escutar. etc. a realidade que os rodeia e fazer que modifiquem sua forma de vê-la e sobretudo. podendo determinar o objeto da interação. • Procure conhecer o local onde acontecerá a palestra. cabos de extensão para aparelhos elétricos. Desde o momento em que . • Comunicação de sentimentos e emoções. É um processo que parte da pessoa que transmite (o facilitador) para a pessoa que recebe (o receptor). Exemplo: “Eu esqueci meus óculos de grau no escritório”. porque ouvir é algo instintivo. é necessário também. conhecida como comunicação intencional. • o que pensamos que a outra pessoa respondeu. meio e fim. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO • O que queremos dizer. Saber escutar é crucial na relação interpessoal. tal como foi enviada. O contato visual é muito importante. mais seguro você irá se sentir. • Comunicação como um instrumento que serve para alcançar um objetivo.Sessão de capacitação Não busca só informar.CUIDADOS ANTES: • Defina o objetivo que você quer atingir. saudar alguém entusiasticamente. • Estruture a sua apresentação em torno de três ou quatro pontos principais. • o que a outra pessoa pensa que ouviu. Para equipamentos mais sofisticados. TIPOS DE COMUNICAÇÃO • Aquela que se faz espontaneamente e a que se passa dados.pessoas põe sua atenção na preparação e na emissão de sua mensagem (a parte correspondente ao emissor no processo de comunicação).13 . porque não o tenha visto há muito tempo. feitos. mas cuidado para não ser taxado de vaidoso). • Se você for usar recursos audiovisuais.14 . pense nas ferramentas necessárias para a sua utilização: caneta laser ou apontador. Então. • Leve em conta quem organizou o evento e para que público você falará. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E INTERGRUPAL INTERPESSOAL INTERGRUPAL • OS INTERESSES •OS OBJETIVOS • AS METAS • HISTÓRICO • MEIO • CARACTERÍSTICAS • EXPERIÊNCIAS • ORIGEM • NECESSIDADES • FILOSOFIA DE VIDA • CRENÇAS SH SH SH SH SH SH SH SH SH SH FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR AVALIA Ç ÃO COMPORTAMENTO ESPERADO METAS DO TREINAMENTO ATINGIDAS COMPREENSÃO DESEJADA FACILITADOR CONTEÚDO DO TREINAMENTO TREINANDO . A função do ouvinte não é só ouvir o que dizem. tendendo a duvidar da importância de uma boa recepção da informação. cabos para videocassete. é compreender e atuar em conseqüência. produzir um efeito desejado. • exemplos são fundamentais (fale da própria experiência. O receptor deve escutar atentamente. mas espera-se que as pessoas sejam capazes de analisar e compreender os acontecimentos. II . Isso evitará que você seja surpreendido por dimensões menores ou maiores do que você imaginava. no início.diferente. Também se assume que escutar é natural. A realidade é muito . não basta que a informação seja correta. Por exemplo. • A sua aparência pessoal causa enorme impacto sobre a audiência. de tratá-la. • Quanto mais tempo você dedicar à sua preparação. certifique-se de que haverá algum especialista para solucionar eventuais problemas. do contrário poderia supor que a comunicação se verificou sem que esteja certo.Sessão de informação Consiste em comunicar dados.17 .

. Só faça detalhamentos se for absolutamente necessário ou se for solicitado a isso. • Se houver microfone disponível. atingindo todos os objetivos propostos. “vamos fazer colocações” etc. comente a informação.”.19 . “certo” e outras similares. não vista nada que possa distrair a platéia. • Mantenha sempre o contato visual com o público: além de transmitir segurança isso permite que você observe o reação da platéia. a duração de sua exposição. qualquer descuido pode competir com a mensagem que você está ministrando. desde o início. Procure relaxar. mas não há nada demais se você o fizer. Use a energia do seu nervosismo a seu favor. fisionomias fechadas ou impassíveis. Quando você causa boa impressão logo no início. expressões faciais ou outras formas de linguagem. Este roteiro contém as principais idéias de sua exposição... “entende”. comparando. Mentalize que você fará uma boa apresentação. Ficar nervoso no início de uma apresentação é perfeitamente normal – todos os oradores. DURANTE: • Capriche na introdução. certifique-se de que ele está ligado e com um volume adequado ao ambiente e número de pessoas. para resumir rapidamente antes das perguntas. criticando. até concluir essa etapa do raciocínio. enquanto técnicos. Com isso a sua platéia estará totalmente concentrada no que estiver sendo apresentado. Muitos oradores experientes reforçam o seu cuidado com o tempo. Mas lembre-se de guardar suas idéias mais fortes para mais adiante. está lá para aprender com você. Não é necessário que você esteja segurando-o sempre.também vícios e cacoetes de linguagem como: “tá”. Sapatos sujos. mesmo os mais experientes. Evite . Prefira roupas sóbrias. Um dos maiores motivos de nervosismo é o medo de que algo dê errado durante a apresentação. “né”. olhe direto nos olhos das pessoas. • É importante usar uma linguagem correta. procure não se movimentar desnecessariamente. como estão acompanhando a sua exposição: troncos inclinados para a frente costumam demonstrar interesse. a postura adotada fala e muito sobre você. A cada tópico. • O roteiro que você preparou previamente deve estar sempre ao alcance dos seus olhos. Lembre-se: assim como a sua aparência.. “nós. consultas freqüentes ao relógio ou olhares vagos podem significar impaciência e ansiedade pelo fim da palestra. transmitida por meio de gestos de mão.". pela postura e atitudes que adotam.” ou ainda: “e agora. Deixe de lado expressões como “a nível de”. Aprenda a “ler” na postura das pessoas.você é apresentado e caminha para fazer a sua apresentação. Procure reiterar os conceitos principais de sua palestra para gravá-los na mente de todos. • Pense positivamente em relação à sua platéia: ela é sua aliada. Deixe claro. sugerem discordância. assim como verificando se todos os tópicos de seu planejamento foram revisados. Em locais muito amplos e/ou com muitos ouvintes solicite à coordenação do evento que o equipamento de som seja providenciado. • Seja abrangente e simples. Assim você manterá a atenção de todos ao longo do curso. • Vença o seu nervosismo. ficam nervosos. • Durante a apresentação com algum recurso audiovisual. Evite vícios de postura como ombros caídos. Controlar o excesso de adrenalina é que fará a diferença. levando em conta as dimensões da sala/auditório e ao tamanho de sua platéia. Você pode minimizar esta possibilidade preparando-se minuciosamente. • Controle o tempo de sua exposição. Não se deixe vencer por ele. cabeça muito baixa ou muito alta. em muitos casos. Evite adotar um tom dogmático ao apresentar a conclusão da apresentação. uma vez que isso ajuda a formar a impressão na platéia de que alguma coisa foi ganha. introduza observações diferentes. concluo dizendo que.18 . • Os cuidados com a sua postura corporal são extremamente importantes: cerca de dois terços da comunicação humana é não-verbal. “ok”. ampliando.. você ajustará o volume de sua voz. A boa imagem corporal começa com o modo como você se posiciona. Relacione fatos comprovados ou baseados em forte . cabelos despenteados podem destroçar uma bela exposição. Sempre que possível. Lembre-se: em comunicação. • É vital fazer uma conclusão forte em sua apresentação. o público já está avaliando e julgando. as pessoas estarão mais receptivas para o que você falar em seguida e durante a sua apresentação..• Caso não haja sistema de som. lembrando à platéia que “como temos ainda cinco minutos.. discutindo e se for o caso. Atenha-se ao objetivo de sua palestra. • Fale sempre “com o público” e não “para o público”.

evite “achismos” (“eu acho que. que. Uma pergunta particularmente difícil requer reflexão. Oradores experientes costumam usar uma frase final com palavras que começam com a mesma letra (o que se chama de aliteração). se possível. Platéia hostil: Você se sente acuado. ora . Se definitivamente você não souber a resposta. Artigo: “Dicas para falar melhor”.25 .pesquisa. São Paulo. indenização de . Responda com a mesma segurança que você aparentou durante a apresentação. 50 minutos idem PONTOS CONTROVERSOS. Mantenha-se calmo e gentil. • O momento em que você abre a sua palestra para perguntas é extremamente importante. pois estas poderão ser uma dúvida geral.DICAS PARA REDUZIR A ANSIEDADE PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS COMO EVITÁ-LAS Nervosismo excessivo: Você não consegue relaxar..ANEXOS . Esteja pronto para essa possibilidade. bem como da regulamentação no IBGE. por alguma razão. .2000 POLITO.. a descontinuidade. o “prolixo”. Caso a platéia tenha conhecimento especializado da matéria. no local da apresentação. Atenda a uma pergunta de cada vez sob pena de você se perder nas respostas. Assegure-se de que tudo que tem a dizer é relevante.(MODELO) IBGE Cursos de informática Programa Anual de Treinamento PLANO DE AULA Assunto:___________________________________________________ Data: ___/___/_____ Horário: ___:___ às ___:___ • Objetivo • Apresentação(especificar o tempo) • Conteúdo(especificar o tempo que será usado em cada item) • IntervaloCada instrutor/treinando deverá especificar o horário do intervalo. focalizando a multiplicação dos conhecimentos através da atuação dos treinandos em suas unidades de origem. Falha de equipamento: O equipamento entra em pane ou. • Todas as perguntas devem ser tratadas com respeito e cortesia. Verifique antes da apresentação se o equipamento está funcionando e tenha alternativas para o caso de falhas. Redirecione perguntas para o público. Prepare-se antes. No seu ensaio você pode prever alguns questionamentos. Isso torna o resumo memorizável. mas não se iluda: podem surgir outros com os quais você não contava. Procure dominar a tecnologia que você pretende usar.21 . ensaiando diante de um espelho e.24 . faça concessões. você não consegue operá-lo. Ajude o prolixo a ser mais objetivo.23 . corte. Editora Intermundi. FONTE: HINDLE. que lhe for mais adequado. Veja se as anotações estão claras. Se não for. ora não sabem perguntar com objetividade. variando a velocidade da apresentação. Sempre reflita sobre o conteúdo antes de responder. Alguns personagens típicos de palestras podem aparecer na sua. frases curtas e poderosas prendem a atenção da platéia e causam melhor efeito que um monólogo de 10 minutos. Seja dinâmico. começam as conversas paralelas e a própria forma como as pessoas se sentam nas cadeiras (se esparramando) já dão indicativos de que estão entediadas.“Como Fazer apresentações” – São Paulo: Publifolha. Platéia entediada: Quando o público perde o interesse. Tim . As perguntas do público são em tom agressivo. para quando precisar consultá-las. abordando questões como adicional de deslocamento. Horário:08:00 às 10:30 h 10:45 às 12:00 h Data: / / CONTEÚDO TEMPO RECURSOS APRESENTAÇÃO do instrutor e comentários sobre os objetivos do curso. abordando o conceito de Diárias e suas principais características.(MODELO) PLANO DE AULA Assunto:DIÁRIA Objetivo:Disseminar informações básicas para a operacionalização de concessão de diárias. Não se apresse a respondê-la e só o faça se você estiver absolutamente certo do que está dizendo. É importante ser breve quando se está fazendo o resumo.tentam mostrar que sabem mais que você. É melhor confessar isso do que responder incorretamente ou se perder na resposta. Sempre olhe nos olhos do público. deixe isso claro e prometa pesquisar e respondê-la assim que souber. • Considerações finais(especificar o tempo) • Material de referência: . 10 minutos DATA SHOW HISTÓRICO da legislação federal. como o “sabe-tudo”. Manter a platéia como aliada é sempre a opção desejada. Mesmo em caso de hostilidade.20 . assim. esquece o que ia dizer e perde o fio da meada. desde o advento do RJU. Reinaldo – Revista Vencer no 18/março 2001. mantenha a calma e nunca subestime a platéia nem superestime a sua capacidade de resolver todas as questões. .”) na sua conclusão. Repasse para o grupo as perguntas mais complexas. levando em consideração o desenvolvimento dos itens apresentados e evitando.

a necessidade de disseminar o conhecimento. 1915 – Forma-se em Biologia pela Universidade de Neuchâtel. situações não abordadas.trabalho de campo. publica na revista da Sociedade dos Amigos da Natureza de Neuchâtel. Lucienne (1927) e Laureni (1931).CONCEITOS BÁSICOS • ANDRAGOGIA – A arte e ciência de orientar adultos a aprender. 1924 – Casa-se com Valentine Châtenay. o que ensinar. que tendem a um objetivo prático. etc. • PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – É a forma de efetivar a aquisição de conhecimento por parte do treinando. 15 minutos idem . variações de valor. envolvendo situações não previstas. 1929 – Em Genebra passa a ensinar História do Pensamento Científico. etc. História da ciência e Sociologia em Neuchâtel. 40 minutos idem DEBATE LIVRE: dúvidas. num processo de aprendizagem eficaz. • EDUCAÇÃO CORPORATIVA – É aquela onde o foco não está no ensino e sim. com quem teve três filhos: Jacqueline (1925). de uma maneira mais ou menos estável. • DIDÁTICA – Técnica de dirigir e orientar a aprendizagem. 1923 – Lança seu primeiro livro: A Linguagem e o Pensamento da Criança. meia-diária. É oferecer e conjugar diferentes modalidades educacionais que estejam alinhadas aos propósitos das empresas. na cidade suíça de Neuchâtel. • TÉCNICAS DE ENSINO – São as dinâmicas que serão utilizadas com os treinandos desenvolvendo os conteúdos para que haja uma efetiva realização do processo ensino-aprendizagem. em busca da melhoria de desempenho no trabalho. • MÉTODO – Caminho para se chegar a um determinado lugar. conhecimentos e atitudes”. em Genebra. 1925 – Começa a lecionar Psicologia. Técnica de ensino.Biografia de Jean Piaget 1896 – Em 09 de agosto. uma de suas assistentes. (Milton Hall) . municípios limítrofes. muitos deles inspirados na observação de seus três filhos. É convidado a trabalhar com testes de inteligência infantil. 20 minutos idem CONSIDERAÇÕES FINAIS: o que é indispensável saber. autorização de pagamento. • EDUCAÇÃO CONTINUADA – Processo gradativo de desenvolvimento que. PAD e Sindicância. nasce Piaget. 1921 – A convite do psicólogo da educação Edouard Claparède (Escola Nova) passa a fazer suas pesquisas no Instituto Jean-Jacques Rousseau. 1907 – Com 10 anos. fornecendo-lhes situações planejadas. Assume o Gabinete Internacional de Educação (dedicado a estudos pedagógicos). a quem ensinar. 1918 – Torna-se doutor. onde encontrar material de apoio. Muda-se para Zurique para estudar Psicologia (principalmente psicanálise). do confronto de idéias. 1919 – Muda-se para a França. Conjunto de doutrinas. como ensinar e com que ensinar. habilidades. Como fazer ocorrer o ensinar e o aprender. Anos 30 – Escreve vários trabalhos sobre as primeiras fases do desenvolvimento. Ingressa na Universidade de Paris. um artigo com estudos sobre um pardal branco. destinado à formação de professores. • TREINAMENTO – “Processo de ajudar os empregados a adquirir eficiência no seu trabalho presente e futuro. • RECURSOS INSTRUCIONAIS – É todo material ou equipamento de apoio para o efetivo desenvolvimento de uma aula. princípios e métodos de educação e instrução. a competitividade do negócio. (Bordenave & Pereira. • ENSINO – Processo deliberado de facilitar que outras pessoas aprendam e cresçam intelectual e moralmente. através de apropriados hábitos de pensamento e ação. etc. publica . cargo comissionado. relato de experiências. através da reflexão. de tal modo que os aprendizes vivam as experiências necessárias para que se produzam nele as modificações desejadas. Sua tese foi sobre moluscos. satisfação pessoal e desempenho. 1941 – Com as pesquisadoras Bärbel Inhelder e Alina Szeminska.27 .26 . ocupando diferentes cargos e com programação para dias alternados. capaz de mudar os modelos mentais existentes. • PEDAGOGIA – Teoria e ciência da educação e do ensino. 30 minutos idem APLICAÇÃO DE EXERCÍCIO: concessão de diárias para um grupo de 5 pessoas. cursos. A didática deve questionar por que ensinar. alcançando os objetivos propostos. ao ritmo do dia-a-dia. • EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – Processo de desenvolvimento da capacidade profissional dos indivíduos visando a melhor integração. programas específicos que podem ser utilizados informalmente. op cit) • FACILITADOR / INSTRUTOR – Como o próprio nome diz é o queFACILITA o processo ensino-aprendizagem respeitando as individualidades de cada um. 60 minutos idem OPERACIONALIZAÇÃO do pagamento de diárias. do desafio e da ludicidade leva a mudança.

1967 – Escreve a principal obra de sua maturidade: Biologia e Conhecimento. Self-Directed Learning. Princípios: 1. 1952 – É convidado a lecionar na Universidade de Sobonne. (1984). aprendizado experimental (Rogers) e   . O aprendizado adulto é centralizado no problema. da revista Nova Escola. . M. Knowles enfatiza que adultos são auto-direcionados e esperam ter responsabilidade para tomar decisões. O modelo tenta integrar outras estruturas teóricas de aprendizado de adultos. . 4. Adultos são mais interessados em aprender matérias que têm relevância imediata para seu trabalho ou vida pessoal. Knowles) Visão Geral: A teoria de andragogia de Knowles é uma tentativa para desenvolver uma teoria específica para o aprendizado relacionado a pessoas adultas. sucedendo ao filósofo Merleau-Ponty. Âmbito/Aplicação: A andragogia se aplica a qualquer forma de aprendizado para adultos e tem sido extensivamente usada no modelo de programas de treinamentos organizacionais (especialmente para domínios "soft skill" habilidade sensível . Adultos precisam estar envolvidos no planejamento e avaliação de suas instruções. fornecendo orientação e ajuda quando erros são cometidos. San Francisco: Jossey-Bass. Existe uma necessidade de explicar porque coisas específicas estão sendo ensinadas (e. operações etc. como estudos de casos. escrita pela jornalista Josiane Lopes. funções.trabalhos sobre a formação dos conceitos matemáticos e físicos.) 2. Torna-se membro do conselho executivo e é várias vezes subdiretor geral. Referências: Knowles.29 .. (1975). a instrução deve permitir que aprendizes descubram as coisas por si sós. em Paris.Andragogia (M. Em termos práticos. 2. A instrução precisa ser orientada para o trabalho. 1980 – 16 de setembro. encenações. responsável pelo Departamento de Educação. 1950 – Publica a primeira síntese de sua teoria do conhecimento: Introdução à Epistemologia Genética. órgão das Nações unidas para a Educação.g. 4. The Adult Learner: A Neglected Species (3rd Ed. os materiais e as atividades de aprendizado devem levar em conta os diferentes níveis/tipos de experiência anterior com computadores. A instrução deve considerar a grande faixa de diferentesbackgrounds dos aprendizes.como desenvolvimento gerencial). TX: Gulf Publishing. Chicago: Follet. Estratégias. M.). morre Piaget em Genebra. Como adultos são auto-direcionados. 3. Os instrutores adotam um papel de facilitador ou fonte. em vez de conferencista ougrader.as atividades de aprendizado devem estar no contexto de tarefas comuns a serem realizadas. 1946 – Participa da elaboração da Constituição da Unesco. (1984). de agosto de 1996. 1955 – Em genebra. A andragogia faz as seguintes suposições sobre o modelo de aprendizado: (1) Adultos precisam saber porque têm de aprender algo (2) Adultos precisam aprender experimentalmente. Cross) Visão Geral: Cross (1981) apresenta o modelo Characteristics of Adults as Learners (Características dos Adultos como Aprendizes) (CAL) no contexto de sua análise de programas de aprendizado de toda a vida. em vez de ser orientado para o conteúdo. Knowles.M. 3. Knowles. Ciência e Cultura.Aprendizado Adulto (P. destinado a realizar pesquisas interdisciplinares sobre a formação da inteligência. Observação: Biografia retirada da reportagem "Jean Piaget". Experiência (inclusive erros) fornece a base para as atividades de aprendizado.28 . andragogia significa que a instrução para adultos precisa focalizar mais o processo e menos o conteúdo que está sendo ensinado. ano XI. n 95. (3) Adultos abordam o aprendizado como resolução de problemas e (4) Adultos aprendem melhor quando o tópico é de valor imediato. simulações e auto-avaliação são mais úteis. certos comandos. Houston. em vez de ser direcionada para a memorização . Appendix D) fornece um exemplo de aplicação dos princípios da andragogia para o modelo de treinamento em computador pessoal: 1. Exemplo: Knowles (1984. como a andragogia (Knowles). Andragogy in Action. (Ver computadores para uma discussão adicional deste tópico). funda o Centro Internacional de Epistemologia Genética. Os programas de aprendizado adulto precisam se adaptar a esse aspecto fundamental.

Adultos devem ser desafiados a se mover cada vez mais para estágios avançados de desenvolvimento pessoal. maduro/estável).psicologia lifespan. A idade resulta na deterioração de certas habilidades sensoriais-motoras (e. raciocínio.30. As características pessoais incluem: idade. mudanças de emprego. Accent on Learning. Âmbito/Aplicação: O modelo CAL está destinado a fornecer diretrizes para programas educacionais para adultos. K.. 4. o curso é de meio-período e opcional. procedimentos) é fortemente afetada pela primeira variável. Adultos devem ter tantas escolhas quanto possível em relação à disponibilidade e organização de programas de aprendizado.Relatório Cancelar Este documento é particular. horários. Exemplo: Considere três adultos: uma estudante de enfermagem. enquanto habilidades de inteligência (e. a segunda é pertinente à natureza autodirecionada e centralizada no problema da maioria dos aprendizados de adulto. Estas três dimensões têm diferentes características no que concerne ao aprendizado de toda a vida. Programas de aprendizado para adultos devem tirar partido da experiência dos participantes. (1976). San Francisco: Jossey-Bass. Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE. para o pai. O modelo CAL consiste de duas classes de variáveis: características pessoais e características situacionais. Programas de aprendizado para adultos devem se adaptar às limitações de idade dos participantes. habilidades de tomar decisões.. (1981). Não existe nenhuma pesquisa conhecida que sustente o modelo..g. p. Informações e classificação Leituras:9. fases da vida e estágios de desenvolvimento. casamento. As fases da vida e estágios de desenvolvimento (e. K. aposentadoria) envolvem uma série de platôs e transições que pode ou não estar diretamente relacionada à idade.Classificação:9 Ratings()Copyright:Copyright tradicional: Todos os direitos reservados Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimento(mais tags)Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimentoatitudes profissionaisgicosbiologia modelometodologiaaprendizageminspirada(menos) SeguirfischumiCompartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo p. please follow these directions to submit a copyright infringement notice. vocabulário) tendem a melhorar. tempo de reação). p. vista. Princípios: 1. mas necessário. 3. p. 2. para a assistente social. A administração do aprendizado (i. jovem/se esforçando. e aprendizado voluntário versus aprendizado compulsório. San Francisco: Jossey-Bass.g. p.P. um pai recente e uma assistente social de meia-idade. p. que vão fazer um curso sobre desenvolvimento infantil.40) e vida/fases de desenvolvimento (adolescente/procurando. Referências: Cross.923Carregado:03/26/2008Categoria:Não classificado.e. locais. o curso é em tempo integral e compulsório. o curso é de meio-período.g. audição. 2006) Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documentoInformar sobre este documento?Diga-nos a(s) razão(ões) para denunciar este documento Spam ou lixo eletrônico Conteúdo pornográfico adulto Detestável ou ofensivoIf you are the copyright owner of this document and want to report it. Cada um destes indivíduos difere em idade (20. Adults as Learners. As características situacionais consistem em aprendizado em tempo parcial versus aprendizado em tempo integral. Eles também diferem em termos de características situacionais: para a estudante de enfermagem. p.P. . Cross..

47 p. 37 p. p. 3 p. p. 20 p.p. p. 5 p. p. . p. 30 p. p. p. 12 p. 22 p. and select print from the file menu (PDF reader required). p. 2 p. p. p. 13 p. 33 p. p. Por que se inscrever?Descubra e se conecte com pessoas de interesses semelhantes. Prometemos respeitar sua privacidade. p. p.Outras opções de registroLogin with FacebookRegistre-seNão tenho conta no Facebookendereço de email (obrigatório) criar nome de usuário (obrigatório) senha (obrigatória) Quero receber a Newsletter Scribd e eventuais comunicados sobre a conta.Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo 36 p. 61 p. Registre-se Política de privacidade Você receberá notificações por email sobre a atividade da sua conta. 17 p.Baixar e imprimir You Must be Logged in to Download a DocumentUse seu registro do Facebook e veja o que seus amigos estão lendo e compartilhando. p. 27 p. 17 p. 49 p. p. Essas notificações podem ser gerenciadas nas configurações da conta. 83 p. 6 p. p. 45 p. 23 p. 22 p. 55 p. p. p.Adicionar comentário EnviarCaracteres: 400 Imprimir este documentoAlta qualidadeOpen the downloaded document. 112 p. 44 p.

Enviaremos um email para você com instruções sobre como continuar.. « Voltar para o logonRedefina sua senhaInsira seu endereço de email abaixo para redefinir sua senha.Publique seus documentos rápida e facilmente.Idioma:Português (Brasil)Escolha o idioma com o qual quer usar o Scribd:EnglishEspañolPortuguês (Brasil) . Compartilhe seus interesses em leitura no Scribd e em sites sociais. Logon: Enviar Carregar um documento Pesquisar Documentos Siga-nos!scribd. Já tem uma conta Scribd?endereço de email ou nome de usuário senha Logon Está com problema para se conectar? O logon teve êxitoTrazendo você de volta..com/scribdSobreImprensaBl ogParceirosScribd 101Material da webLoja ScribdSuportePerguntas frequentesDesenvolvedores/APIVagasTermosCopyrightPrivacidadeCopyright © 2011 Scribd Inc.com/scribdfacebook.com/scribdtwitter.Endereço de email: Você também precisa criar um logon para esta conta.