Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE, 2006) Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar DocumentosLivros

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............. como também a de facilitar o processo de aprendizagem. e devem ser muito bem pensadas pelo instrutor ao planejar o treinamento que irá ministrar..... 25 Plano de Aula. Experiências mostram que “se o professor ensina....................................... 31 Aprendizado Adulto....”... não devemos trabalhar ............................ mas........4 . 33 Dissonância Cognitiva................. é preciso ter em mente algumas considerações sobre o ensinar e o aprender...................... as pessoas aprendem..... tanto para o instrutor quanto para o treinando ..... Mas.3 ................... Os que mais nos chamam a atenção: • desperdício de conhecimento........ Tanto quem ensina quanto quem aprende têm responsabilidades no processo ensino-aprendizagem.. mas que desconhecem como ensinar.. O profissional que ensina precisa aprender como as pessoas aprendem... elas irão criar esta oportunidade para o treinando praticar... • frustração e desgaste do Setor de Treinamento............................. são treinamentos ministrados por profissionais com experiência comprovada na parte técnica................... além de permitir ao instrutor verificar se o que foi explicado foi aprendido... ...............para que a aprendizagem ocorra: o treinando querer aprender......... ...................... Esta. Ao instrutor cabe a responsabilidade não só de transmitir conhecimentos...........................Aprender como se aprende também é tarefa do instrutor O emprego de profissionais experientes para atuarem como instrutores é uma prática comum e recomendável nas empresas.......... Sendo a aprendizagem um processo pessoal e interno...... principalmente............................ Não se improvisa com treinamento.......as necessidades que geraram o treinamento não são plenamente atendidas.............. Quando o aluno não aprende....... é a razão da importância das atividades realizadas durante a instrução.....................” ou “a necessidade de....... ....... O ensinar vai além “da boa vontade do profissional“ ou “do seu grande conhecimento técnico“........... Estas atividades são meios facilitadores da aprendizagem... conseguir os resultados necessários........ • frustração quanto aos resultados esperados............. domínio dos pré......................... 30 Andragogia... ......... com freqüência..................... As empresas que buscam produtividade e qualidade em seus produtos e serviços necessitam priorizar a preparação de seus instrutores para que eles possam......................... o aluno aprende” (logicamente... ... Mas o que vemos...... E o aprender exige do treinando muito mais do que “a vontade de......... 29 Biografia de Jean Piaget............ 35 ...................requisitos e planejamento criterioso dos eventos que serão desenvolvidos em situação de ensino)... Prejuízos ocorrem? Com certeza........ ....... ............ nos treinamentos................... 27 Conceitos básicos.... não apenas pelas explicações que recebem............ pelas oportunidades que lhes são oferecidas para praticar o que lhes está sendo ensinado. mas o aluno não aprendeu porque não quis” deve ser substituído com urgência em prol da aprendizagem.............. O velho paradigma da Educação “eu ensinei. portanto........... ........................ desde que atendidas as condições básicas ............. 32 Condições de Aprendizado........ antes de tomar essas decisões....23 Anexos...... de tempo e de material........................ • desgaste da imagem do profissional que se propõe a ministrar o curso.......... para que possa decidir o que ensinar e o como ensinar....

para que os resultados dos treinamentos sejam mais eficazes. sólido. Ensinar. Como Instituição pública. A atualidade exige um quadro de servidores operante. • Ter auto-estima e postura profissional. e.”. Uma certeza nós temos: as empresas modernas e competitivas precisam. O profissional que vai atuar como instrutor necessita receber fundamentos de como ensinar. ou seja. • . é que ele deve determinar as estratégias para proporcionar a aprendizagem e avaliar se a mesma está ocorrendo. os fatos e as mudanças. o processo ensino-aprendizagem motivando o grupo de treinandos para o desejo de aprender. e nem a dos treinandos. se faz necessário um constante aperfeiçoamento do quadro funcional de qualquer empresa sendo ela Pública ou Privada. • Diversificar os métodos de ensino. principalmente quando se trata de treinandos adultos. não permite amadorismos. • Procurar falar e escrever corretamente. como fazer e porque fazer é necessidade urgente e imperativa. a apostila costuma ficar pronta antes mesmo do planejamento do curso ou aula. Qualidades do facilitador • Gostar de transmitir e receber conhecimento e ter interesse pela prática de ensino. utilizar seus profissionais com maior experiência para disseminar conhecimentos. .”. a troca de experiências é que enriquece o laboratório da sala do treinamento.. porém. Só a partir daí. de seres humanos. • Ter noção de planejamento e organização. Devemos agir como propõe o processo ensino-aprendizagem: o ensinar e o aprender devem ser trabalhados em conjunto. “O que fazer para facilitar a aprendizagem do treinando?”. pelas suas características sociais. A preocupação é tanta que geralmente. instrutor e treinando trabalhando para alcançar os resultados esperados. Este aperfeiçoamento é fator de sobrevivência da mesma.O PAPEL DO FACILITADOR O papel do FACILITADOR é tornar realidade. A preocupação primordial do instrutor deve ser com os resultados que deseja obter com aquela situação de ensino. em virtude da velocidade com que ocorrem as necessidades humanas.. com uma bagagem intelectual significativa. mas não devem anteceder o planejamento. dentro de um ponto de vista mais amplo.. isto é.Rio de Janeiro. • Procurar lançar desafios. com eficiência e eficácia. para embasar sua prática. • Saber preparar a aula ou o conteúdo a ser ministrado.A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO OU CAPACITAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS Hoje. preparado para o presente. • Ter prazer em auxiliar os outros. O importante é identificar o que deve ser replanejado para que os resultados se tornem satisfatórios para todos. pois estamos vivendo numa época onde o saber é fator primordial. o IBGE está a serviço da sociedade. Esta preocupação se reflete. qualificado e permanentemente atualizado. aliado à efetiva aplicação prática em direção aos objetivos propostos. .. Uma das causas que tem levado muitos treinamentos a resultados aquém do esperado é que o profissional escolhido para ministrar um treinamento freqüentemente privilegia o conteúdo que deseja transmitir e não a aprendizagem. tornando em excelência a tarefa ou o trabalho a ser realizado. Todos têm algo a ensinar e a aprender. • Manter-se atualizado no papel de instrutor e na matéria que ensina. Um instrutor que saiba o que fazer. Aí está um dos grandes desafios para o instrutor.1 1 Artigo escrito por Norma Barucke e Carlos Augusto C. “o que é que eu vou escrever na apostila? “. cada vez mais. As organizações Públicas estiveram por muito tempo alheias à atualização dos seus quadros funcionais. estático. torna-se necessário um quadro funcional consciente de seu papel. Quando os resultados previstos não são atingidos. “culpa do professor que. respeitando as qualidades e as limitações.Diretores da MBS Treinamento e Consultoria . A Empresa necessita de instrutores que estejam preocupados em proporcionar mudanças de desempenho. Estas preocupações são válidas e necessárias. O Facilitador não deve esquecer sua condição. os interesses.5 . A demanda de solicitações pela sociedade moderna exige uma atualização permanente.6 . o que se defronta é o movimento e a ação para a mudança.comacusações improdutivas: “culpa do aluno que. ou seja. Marcondes . • Saber estimular os treinandos para a aprendizagem. o que obriga a realização de cursos e treinamentos visando a cada servidor um constante aprender a aprender. quando as primeiras questões que o afligem são: “O que é que eu vou falar para o pessoal? “. algo não ocorreu como deveria ou da parte do aluno ou do professor ou de ambos. a conscientização de que nada mais é estável. por exemplo.

Ornamentação. objetiva. Os estudos evidenciam que os adultos tendem a aprender melhor em situações de grupo.temperatura adequada. • talentos naturais.. organização e elaboração do treinamento. .• Ter espírito de coletividade. . • interesse e decisão pessoal. que quer aprender o adulto participante. com os recursos adequados. ANDRAGOGIA Os adultos frente a aprendizagem A experiência pessoal do adulto é condicionante de toda atividade de aprendizagem. Além dessas manifestações relacionadas ao conceito de si mesmo. • desilusão rápida se o êxito na aprendizagem não for imediato. Este ambiente é criado pelo lugar onde se desenvolve o processo de ensino. podemos citar: • experiência. • Gostar do convívio e das relações sociais. segura. • impaciência. • Ter sensibilidade. O adulto. . que cria a capacidade de aprender e estruturar a aprendizagem. Fatores que influenciam na aprendizagem dos adultos Merecem primordial atenção os fatores que rodeiam o indivíduo em sua vida diária e que tendem a inibir a aprendizagem. em uma situação de aprendizagem. tem consciência da primeira e terceira situação. • sensação de estar ameaçado quando se depara com o desconhecido. dos adultos são: • apatia frente a aprendizagem. Atribuições do facilitador • Participar do planejamento. porém. e • O que realmente ele é. necessitam que se lhes apresentem experiências vitais durante o processo de Resulta algo significativo e funcional Pode aprendizagem e diga aquilo que: ser aproveitado para atitudes futuras. • memória. sem menosprezar ou ridicularizar. • Verificar as dificuldades coletivas e individuais do grupo de treinandos e procurar solucioná-las. preparados de tal maneira que proporcionem satisfação e sucesso aos indivíduos. tanto em nível pessoal como de equipe são: • Recepcionar calorosamente os participantes para que se sintam confortáveis e acolhidos desde o primeiro momento. • Evitar vícios de linguagem ou cacoetes de fundo nervoso.O conceito que o adulto tem de si mesmo pode afetar o processo de ensinoaprendizagem. comodidade dos assentos. • temor de ser preterido. que permanecer nela e encarar os problemas que se apresentam. fraterno e amistoso promove uma maior aprendizagem e satisfação por parte dos participantes.8 . ventilação. Toda aprendizagem é uma troca que é incorporada na conduta do indivíduo. • motivação. • falta de confiança com sua própria capacidade. • Falar de forma clara. • Procurar fazer com que o processo ensino-aprendizagem seja alcançado de uma forma hábil. • Respeitar cada um em sua própria singularidade ou individualidade. Algumas das manifestações negativas do conceito de si mesmo. Fatores Internos: estão fora da influência do instrutor/facilitador. As principais atitudes. onde é realizado o treinamento. o que não impede exigir uma postura educada. • Transmitir conhecimentos profissionais aos treinandos em conteúdos de sua especialização. • O que ele pensa que é. Leva em conta. Não se concebe sem uma prévia estrutura interna de equilíbrio. • grau de inteligência. • temor no enfrentamento com outros. explorando o maior número de sentidos humanos. pondo o processo de ensino-aprendizagem e os conteúdos a serem ministrados a seu serviço. • Ter autoconfiança e maturidade. • Ter clareza dos objetivos da atividade. são importantes. o fundamental é a atitude do facilitador. a experiência adquirida pelo adulto. Fatores Externos: podem ser influenciados pelas atitudes e habilidades do instrutor/facilitador. • achar mais fácil abandonar uma situação de aprendizagem. o trabalho. • Avaliar os treinandos através de instrumentos devidamente planejados para esse fim. os apartes (contribuições) de . Os adultos são indivíduos maduros e devem ser tratados como tais. em geral. Aprendizagem é para Piaget. • Agradecer e valorizar a participação. etc. Piaget distingue aprendizagem de inteligência porque esta toma seu próprio ritmo de desenvolvimento. flexível. Um ambiente tolerante. ou seja. • timidez ao estar com outros que possuem um nível de educação mais elevado. • O instrutor/facilitador deve provocar no treinando a necessidade de aprender. • O que os outros pensam dele. • idade.aprendizagem. • necessidade de afetividade. Tal conceito apresenta-se de três aspectos.7 . no entanto a segunda é imposta.Adaptar seus métodos ao nível dos treinandos e preocupar-se com as necessidades individuais.9 . entusiasmo e senso de humor. com vantagens ou sérios inconvenientes. uma aquisição de conhecimentos.

Deve-se sempre observar se não houve falhas no processo de comunicação. Outros fatores externos a serem considerados são: • Inibição e obstáculos • a mente do participante está voltada para outros assuntos. RECEPÇÃO DE INFORMAÇÃO A maioria das . Quando esta retroalimentação se processa o receptor se converte em emissor e vice-versa. um emissor e um receptor. para planejar a criação do ambiente adequado e assumir as atitudes que contribuem com ele.10 . O receptor responde então a sua mensagem (também de maneira oral ou não). inventivos e descobridores. é importante compreender como as diferenças culturais. O modelo de comunicação e a utilização das habilidades de escutar ativamente.Piaget disse que o objeto da educação é criar homens capazes de fazer coisas novas. Treinamento de Recursos Humanos. Os indivíduos seguramente experimentarão mais dificuldades para compreender o conteúdo. homens criativos. tem a responsabilidade de esforçar-se para que ela seja bem compreendida. • pausas muito longas: esfriam/dispersam muito a atenção.São Paulo: Pioneira. é necessário haver. • pausas muito breves: não proporcionam um descanso necessário. • Trabalho em grupo • a forma como funciona varia segundo o tamanho do grupo. • Atividade • quanto mais se participa.PERCENTAGENS DE RETENÇÃO MNEMÔNICA COMO APRENDEMOS 1% Através do gosto 1. O emissor transmite uma mensagem a outra pessoa (receptor). • Duração (tempo) • muito curto: não atinge o máximo de atenção. A mensagem é enviada por um meio (canal que pode ser oral ou não). .5% Através do olfato 11 % Através da audição 83% Através da visão PORCENTAGENS DOS DADOS RETIDOS PELOS ESTUDANTES 10 % Do que lêem 20 % Do que escutam 30 % Do que vêem 50 % Do que vêem e escutam 70 % Do que dizem e discutem 90 % Do que dizem e logo realizam MÉTODO DE ENSINO DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3h DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3 DIAS Somente oral 70% 10% Somente Visual 72% 20% Oral e visual simultaneamente 85% 65% Fonte: Carvalho. o nível de conhecimentos prévios e a confiança mútua do grupo. não para repetir em outra oportunidade. resultantes de uma comunicação falha. A meta do emissor é transmitir uma idéia de maneira que o receptor a compreenda. . não faltarão e irão influir sobre sua habilidade para estabelecer uma boa comunicação com os demais. 1988. isto é.12 . • Capacidade de aplicação e transferência • aprender. • finalidade do estudo. estimando que a aprendizagem é um dos pilares da educação.cada um dos adultos. podem influir no marco referencial de cada um. • problemas de saúde. os problemas. uma vez que a tenha transmitido. se o que foi compreendido pelo receptor foi realmente o que foi passado. A mensagem deve significar o mesmo para as pessoas que a recebem.5% Através do tato 3. tem pouco ou nenhum controle sobre o que ocorre com a sua mensagem. Em caso de dúvidas. Um conteúdo mal transmitido influi no aprendizado. mais se aprende. . deve-se repetir e explicar até que seja entendida. para evitar que hajam distorções. • a variedade de meios de acesso aos conhecimentos ou a prática multiplica as possibilidades de aprender. Facilidade de expressão é essencial para que o intercâmbio de informações ocorra de maneira conveniente. • muito longo: ultrapassa o período de atenção constante. Um emissor de informações. senão para utilizá-lo em momento apropriado. etc. O MODELO BÁSICO DA COMUNICAÇÃO Para que haja a comunicação. Antônio Vieira de.COMUNICAÇÃO É definida como o processo de passar informação e compreensão de uma pessoa para outra. não repetir simplesmente o que fizeram outras gerações.11 . Os facilitadores são emissores e receptores. por isso. portanto. necessitarão mais tempo para aprender e recordarão menos. Do contrário. O ideal é que todo facilitador esteja familiarizado com os princípios da psicologia do trabalho com adultos. ao se comunicar com outras pessoas. Por outro lado. caso o receptor deva realizar alguma tarefa que necessite dessa informação.. podem facilitar a abertura e a clareza entre as pessoas. sociais. Eles exercem uma grande influência sobre a forma com que comunicam e processam a instrução. Isto é muito importante. pelo menos. o receptor deve se esforçar para compreender a idéia do emissor. adaptando e incorporando o estilo e a vivência.

O contato visual é muito importante. cabos para videocassete. do contrário poderia supor que a comunicação se verificou sem que esteja certo.16 . conhecida como comunicação intencional.pessoas põe sua atenção na preparação e na emissão de sua mensagem (a parte correspondente ao emissor no processo de comunicação). • Quanto mais tempo você dedicar à sua preparação. • o que a outra pessoa responde. pense nas ferramentas necessárias para a sua utilização: caneta laser ou apontador. tal como foi enviada. certifique-se de que haverá algum especialista para solucionar eventuais problemas. porque ouvir é algo instintivo. • Comunicação como um instrumento que serve para alcançar um objetivo. TIPOS DE COMUNICAÇÃO • Aquela que se faz espontaneamente e a que se passa dados.I .13 . porque não o tenha visto há muito tempo. • Comunicação de sentimentos e emoções. A função do ouvinte não é só ouvir o que dizem. podendo determinar o objeto da interação. no início. Exemplo: “Eu esqueci meus óculos de grau no escritório”. Saber escutar é crucial na relação interpessoal. • É absolutamente necessário que a sua apresentação tenha claramente início. produzir um efeito desejado. Então. • Estruture a sua apresentação em torno de três ou quatro pontos principais. O emissor da mensagem necessita da retroalimentação do receptor para estar seguro de que a mensagem foi recebida e compreendida. tendendo a duvidar da importância de uma boa recepção da informação. Isso evitará que você seja surpreendido por dimensões menores ou maiores do que você imaginava. Também se assume que escutar é natural. de tratá-la.Sessão de informação Consiste em comunicar dados.CUIDADOS ANTES: • Defina o objetivo que você quer atingir. saudar alguém entusiasticamente. • A sua aparência pessoal causa enorme impacto sobre a audiência. • o que pensamos que a outra pessoa respondeu. etc. É um processo que parte da pessoa que transmite (o facilitador) para a pessoa que recebe (o receptor). É uma experiência de comunicação. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E INTERGRUPAL INTERPESSOAL INTERGRUPAL • OS INTERESSES •OS OBJETIVOS • AS METAS • HISTÓRICO • MEIO • CARACTERÍSTICAS • EXPERIÊNCIAS • ORIGEM • NECESSIDADES • FILOSOFIA DE VIDA • CRENÇAS SH SH SH SH SH SH SH SH SH SH FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR AVALIA Ç ÃO COMPORTAMENTO ESPERADO METAS DO TREINAMENTO ATINGIDAS COMPREENSÃO DESEJADA FACILITADOR CONTEÚDO DO TREINAMENTO TREINANDO . II . é compreender e atuar em conseqüência. mas cuidado para não ser taxado de vaidoso). • exemplos são fundamentais (fale da própria experiência. cabos de extensão para aparelhos elétricos. crendo que não é necessário melhorar a sua habilidade de escutar. a realidade que os rodeia e fazer que modifiquem sua forma de vê-la e sobretudo. A realidade é muito .DESENVOLVENDO UMA APRESENTAÇÃO • INTRODUÇÃO • Cumprimentar • Apresentar / agradecer • Posicionar os presentes no assunto e objetivos • DESENVOLVIMENTO • Discorrer sobre o tema • Desenvolver o conteúdo programático • Questionar • Falar sobre experiências • Exercícios Atenção! • Não faça perguntas à platéia. Desde o momento em que . feitos. mas espera-se que as pessoas sejam capazes de analisar e compreender os acontecimentos. que o comunicador tenha atitudes de aceitação por parte dos participantes. • o que a outra pessoa pensa que ouviu. • o que realmente dizemos.14 .Sessão de capacitação Não busca só informar. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO • O que queremos dizer. • o que a outra pessoa ouve. • Procure conhecer o local onde acontecerá a palestra. • Elabore um roteiro para guiá-lo nos assuntos que apresentará. Por exemplo. informações ou fatos. conheçam. meio e fim. • Se você for usar recursos audiovisuais.17 . • Leve em conta quem organizou o evento e para que público você falará. é necessário também. Para equipamentos mais sofisticados. Na capacitação há uma parte de informação e outra em que TODOS intervêm.diferente. • ÓTIMO = BOM HUMOR + BOM GOSTO + INTELIGÊNCIA • FECHAMENTO • Conclusão • Mensagem • Tarefa • Desafio • Agradecimentos . O receptor deve escutar atentamente. Podemos deduzir que esta pessoa necessita de óculos e trabalha num escritório. • Para a apresentação de conteúdos existem duas modalidades comumente usadas: MEIO (CANAL) MENSAGEM RETROALIMENTAÇÃO EMISSOR RECEPTOR . são informações para que as pessoas. não basta que a informação seja correta. mais seguro você irá se sentir. Não vai mais além do que isso.

como estão acompanhando a sua exposição: troncos inclinados para a frente costumam demonstrar interesse. cabeça muito baixa ou muito alta. Lembre-se: assim como a sua aparência. Mas lembre-se de guardar suas idéias mais fortes para mais adiante. “ok”. comparando. pela postura e atitudes que adotam. assim como verificando se todos os tópicos de seu planejamento foram revisados.também vícios e cacoetes de linguagem como: “tá”. levando em conta as dimensões da sala/auditório e ao tamanho de sua platéia. Aprenda a “ler” na postura das pessoas. discutindo e se for o caso. Você pode minimizar esta possibilidade preparando-se minuciosamente. Sempre que possível.. está lá para aprender com você. Atenha-se ao objetivo de sua palestra. Um dos maiores motivos de nervosismo é o medo de que algo dê errado durante a apresentação. Use a energia do seu nervosismo a seu favor. Deixe de lado expressões como “a nível de”.. desde o início. as pessoas estarão mais receptivas para o que você falar em seguida e durante a sua apresentação. mas não há nada demais se você o fizer. Sapatos sujos. até concluir essa etapa do raciocínio.. A boa imagem corporal começa com o modo como você se posiciona. a duração de sua exposição. Não é necessário que você esteja segurando-o sempre. olhe direto nos olhos das pessoas. A cada tópico. Este roteiro contém as principais idéias de sua exposição. • Vença o seu nervosismo. o público já está avaliando e julgando. certifique-se de que ele está ligado e com um volume adequado ao ambiente e número de pessoas. para resumir rapidamente antes das perguntas. sugerem discordância. Procure relaxar.. Quando você causa boa impressão logo no início. Ficar nervoso no início de uma apresentação é perfeitamente normal – todos os oradores. Em locais muito amplos e/ou com muitos ouvintes solicite à coordenação do evento que o equipamento de som seja providenciado. qualquer descuido pode competir com a mensagem que você está ministrando. • Fale sempre “com o público” e não “para o público”. Só faça detalhamentos se for absolutamente necessário ou se for solicitado a isso.". “nós. • O roteiro que você preparou previamente deve estar sempre ao alcance dos seus olhos. • Durante a apresentação com algum recurso audiovisual. Com isso a sua platéia estará totalmente concentrada no que estiver sendo apresentado. ampliando. Mentalize que você fará uma boa apresentação. Controlar o excesso de adrenalina é que fará a diferença. “vamos fazer colocações” etc. DURANTE: • Capriche na introdução. . • Os cuidados com a sua postura corporal são extremamente importantes: cerca de dois terços da comunicação humana é não-verbal. introduza observações diferentes. Evite vícios de postura como ombros caídos. você ajustará o volume de sua voz. cabelos despenteados podem destroçar uma bela exposição. “né”. • É importante usar uma linguagem correta. criticando. expressões faciais ou outras formas de linguagem. • Controle o tempo de sua exposição. Assim você manterá a atenção de todos ao longo do curso. Lembre-se: em comunicação. Muitos oradores experientes reforçam o seu cuidado com o tempo. Não se deixe vencer por ele.você é apresentado e caminha para fazer a sua apresentação.” ou ainda: “e agora. consultas freqüentes ao relógio ou olhares vagos podem significar impaciência e ansiedade pelo fim da palestra.19 . não vista nada que possa distrair a platéia. Relacione fatos comprovados ou baseados em forte . atingindo todos os objetivos propostos. a postura adotada fala e muito sobre você.. transmitida por meio de gestos de mão. Evite . ficam nervosos. enquanto técnicos. Prefira roupas sóbrias. lembrando à platéia que “como temos ainda cinco minutos. uma vez que isso ajuda a formar a impressão na platéia de que alguma coisa foi ganha.18 .• Caso não haja sistema de som. “entende”. • Se houver microfone disponível. • É vital fazer uma conclusão forte em sua apresentação. • Mantenha sempre o contato visual com o público: além de transmitir segurança isso permite que você observe o reação da platéia.”. concluo dizendo que. Deixe claro. Procure reiterar os conceitos principais de sua palestra para gravá-los na mente de todos. • Pense positivamente em relação à sua platéia: ela é sua aliada. em muitos casos. • Seja abrangente e simples. mesmo os mais experientes.. comente a informação. “certo” e outras similares. procure não se movimentar desnecessariamente. fisionomias fechadas ou impassíveis. Evite adotar um tom dogmático ao apresentar a conclusão da apresentação.

abordando questões como adicional de deslocamento. corte. Seja dinâmico. Ajude o prolixo a ser mais objetivo. Repasse para o grupo as perguntas mais complexas. ora .(MODELO) IBGE Cursos de informática Programa Anual de Treinamento PLANO DE AULA Assunto:___________________________________________________ Data: ___/___/_____ Horário: ___:___ às ___:___ • Objetivo • Apresentação(especificar o tempo) • Conteúdo(especificar o tempo que será usado em cada item) • IntervaloCada instrutor/treinando deverá especificar o horário do intervalo. bem como da regulamentação no IBGE. esquece o que ia dizer e perde o fio da meada. 50 minutos idem PONTOS CONTROVERSOS.20 . Oradores experientes costumam usar uma frase final com palavras que começam com a mesma letra (o que se chama de aliteração). Editora Intermundi. Prepare-se antes. Responda com a mesma segurança que você aparentou durante a apresentação.”) na sua conclusão.ANEXOS . Sempre reflita sobre o conteúdo antes de responder. . indenização de .24 . ensaiando diante de um espelho e. assim. É melhor confessar isso do que responder incorretamente ou se perder na resposta. Se definitivamente você não souber a resposta. É importante ser breve quando se está fazendo o resumo. Esteja pronto para essa possibilidade.. 10 minutos DATA SHOW HISTÓRICO da legislação federal.tentam mostrar que sabem mais que você. Manter a platéia como aliada é sempre a opção desejada. o “prolixo”. Se não for. frases curtas e poderosas prendem a atenção da platéia e causam melhor efeito que um monólogo de 10 minutos. Falha de equipamento: O equipamento entra em pane ou. que lhe for mais adequado. São Paulo. As perguntas do público são em tom agressivo. Verifique antes da apresentação se o equipamento está funcionando e tenha alternativas para o caso de falhas. Isso torna o resumo memorizável. Platéia hostil: Você se sente acuado.. FONTE: HINDLE.2000 POLITO. a descontinuidade. mas não se iluda: podem surgir outros com os quais você não contava. focalizando a multiplicação dos conhecimentos através da atuação dos treinandos em suas unidades de origem.25 . Alguns personagens típicos de palestras podem aparecer na sua. desde o advento do RJU. pois estas poderão ser uma dúvida geral.DICAS PARA REDUZIR A ANSIEDADE PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS COMO EVITÁ-LAS Nervosismo excessivo: Você não consegue relaxar. evite “achismos” (“eu acho que.(MODELO) PLANO DE AULA Assunto:DIÁRIA Objetivo:Disseminar informações básicas para a operacionalização de concessão de diárias. Redirecione perguntas para o público. como o “sabe-tudo”. deixe isso claro e prometa pesquisar e respondê-la assim que souber. se possível. No seu ensaio você pode prever alguns questionamentos. Veja se as anotações estão claras. • Considerações finais(especificar o tempo) • Material de referência: . Mesmo em caso de hostilidade. Procure dominar a tecnologia que você pretende usar. Horário:08:00 às 10:30 h 10:45 às 12:00 h Data: / / CONTEÚDO TEMPO RECURSOS APRESENTAÇÃO do instrutor e comentários sobre os objetivos do curso. começam as conversas paralelas e a própria forma como as pessoas se sentam nas cadeiras (se esparramando) já dão indicativos de que estão entediadas. faça concessões. Assegure-se de que tudo que tem a dizer é relevante. variando a velocidade da apresentação.23 .21 . levando em consideração o desenvolvimento dos itens apresentados e evitando. abordando o conceito de Diárias e suas principais características.“Como Fazer apresentações” – São Paulo: Publifolha. Tim . ora não sabem perguntar com objetividade. Reinaldo – Revista Vencer no 18/março 2001. Caso a platéia tenha conhecimento especializado da matéria. Sempre olhe nos olhos do público. Não se apresse a respondê-la e só o faça se você estiver absolutamente certo do que está dizendo. que. Platéia entediada: Quando o público perde o interesse. Uma pergunta particularmente difícil requer reflexão. para quando precisar consultá-las. por alguma razão. • O momento em que você abre a sua palestra para perguntas é extremamente importante. você não consegue operá-lo. . mantenha a calma e nunca subestime a platéia nem superestime a sua capacidade de resolver todas as questões. Artigo: “Dicas para falar melhor”. no local da apresentação.pesquisa. Atenda a uma pergunta de cada vez sob pena de você se perder nas respostas. • Todas as perguntas devem ser tratadas com respeito e cortesia. Mantenha-se calmo e gentil.

nasce Piaget. conhecimentos e atitudes”. publica . • EDUCAÇÃO CONTINUADA – Processo gradativo de desenvolvimento que. 1924 – Casa-se com Valentine Châtenay. que tendem a um objetivo prático. através de apropriados hábitos de pensamento e ação. É convidado a trabalhar com testes de inteligência infantil. envolvendo situações não previstas. • DIDÁTICA – Técnica de dirigir e orientar a aprendizagem. 1923 – Lança seu primeiro livro: A Linguagem e o Pensamento da Criança. 60 minutos idem OPERACIONALIZAÇÃO do pagamento de diárias. • TÉCNICAS DE ENSINO – São as dinâmicas que serão utilizadas com os treinandos desenvolvendo os conteúdos para que haja uma efetiva realização do processo ensino-aprendizagem. do desafio e da ludicidade leva a mudança. uma de suas assistentes. • RECURSOS INSTRUCIONAIS – É todo material ou equipamento de apoio para o efetivo desenvolvimento de uma aula. autorização de pagamento. como ensinar e com que ensinar. a quem ensinar. num processo de aprendizagem eficaz. programas específicos que podem ser utilizados informalmente. um artigo com estudos sobre um pardal branco. 30 minutos idem APLICAÇÃO DE EXERCÍCIO: concessão de diárias para um grupo de 5 pessoas. PAD e Sindicância. • PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – É a forma de efetivar a aquisição de conhecimento por parte do treinando. cargo comissionado. 1915 – Forma-se em Biologia pela Universidade de Neuchâtel. • EDUCAÇÃO CORPORATIVA – É aquela onde o foco não está no ensino e sim. Conjunto de doutrinas. Ingressa na Universidade de Paris. Sua tese foi sobre moluscos. variações de valor. etc. satisfação pessoal e desempenho. publica na revista da Sociedade dos Amigos da Natureza de Neuchâtel. a competitividade do negócio. Anos 30 – Escreve vários trabalhos sobre as primeiras fases do desenvolvimento. municípios limítrofes. 1921 – A convite do psicólogo da educação Edouard Claparède (Escola Nova) passa a fazer suas pesquisas no Instituto Jean-Jacques Rousseau. 15 minutos idem . a necessidade de disseminar o conhecimento. 1941 – Com as pesquisadoras Bärbel Inhelder e Alina Szeminska.CONCEITOS BÁSICOS • ANDRAGOGIA – A arte e ciência de orientar adultos a aprender. (Bordenave & Pereira.27 . etc. muitos deles inspirados na observação de seus três filhos. ocupando diferentes cargos e com programação para dias alternados. fornecendo-lhes situações planejadas. 1919 – Muda-se para a França. É oferecer e conjugar diferentes modalidades educacionais que estejam alinhadas aos propósitos das empresas. alcançando os objetivos propostos. op cit) • FACILITADOR / INSTRUTOR – Como o próprio nome diz é o queFACILITA o processo ensino-aprendizagem respeitando as individualidades de cada um. • ENSINO – Processo deliberado de facilitar que outras pessoas aprendam e cresçam intelectual e moralmente. princípios e métodos de educação e instrução. na cidade suíça de Neuchâtel. onde encontrar material de apoio. (Milton Hall) . 1907 – Com 10 anos. Lucienne (1927) e Laureni (1931). de tal modo que os aprendizes vivam as experiências necessárias para que se produzam nele as modificações desejadas. • EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – Processo de desenvolvimento da capacidade profissional dos indivíduos visando a melhor integração. capaz de mudar os modelos mentais existentes. etc. cursos. situações não abordadas. habilidades. do confronto de idéias. em busca da melhoria de desempenho no trabalho. 1925 – Começa a lecionar Psicologia. A didática deve questionar por que ensinar.Biografia de Jean Piaget 1896 – Em 09 de agosto. 1929 – Em Genebra passa a ensinar História do Pensamento Científico. 1918 – Torna-se doutor. o que ensinar. • TREINAMENTO – “Processo de ajudar os empregados a adquirir eficiência no seu trabalho presente e futuro. • PEDAGOGIA – Teoria e ciência da educação e do ensino. Muda-se para Zurique para estudar Psicologia (principalmente psicanálise). de uma maneira mais ou menos estável. Assume o Gabinete Internacional de Educação (dedicado a estudos pedagógicos). ao ritmo do dia-a-dia. História da ciência e Sociologia em Neuchâtel. destinado à formação de professores. Como fazer ocorrer o ensinar e o aprender. Técnica de ensino. através da reflexão. com quem teve três filhos: Jacqueline (1925). em Genebra. 20 minutos idem CONSIDERAÇÕES FINAIS: o que é indispensável saber. relato de experiências. meia-diária.trabalho de campo. • MÉTODO – Caminho para se chegar a um determinado lugar.26 . 40 minutos idem DEBATE LIVRE: dúvidas.

(Ver computadores para uma discussão adicional deste tópico).Andragogia (M. Em termos práticos.as atividades de aprendizado devem estar no contexto de tarefas comuns a serem realizadas. os materiais e as atividades de aprendizado devem levar em conta os diferentes níveis/tipos de experiência anterior com computadores. (1975). em Paris. Os instrutores adotam um papel de facilitador ou fonte. Os programas de aprendizado adulto precisam se adaptar a esse aspecto fundamental. andragogia significa que a instrução para adultos precisa focalizar mais o processo e menos o conteúdo que está sendo ensinado. Âmbito/Aplicação: A andragogia se aplica a qualquer forma de aprendizado para adultos e tem sido extensivamente usada no modelo de programas de treinamentos organizacionais (especialmente para domínios "soft skill" habilidade sensível . 1955 – Em genebra.). de agosto de 1996. Existe uma necessidade de explicar porque coisas específicas estão sendo ensinadas (e. Como adultos são auto-direcionados. .28 . M. funda o Centro Internacional de Epistemologia Genética. Exemplo: Knowles (1984. A instrução precisa ser orientada para o trabalho. aprendizado experimental (Rogers) e   . Estratégias. simulações e auto-avaliação são mais úteis. como a andragogia (Knowles). certos comandos. destinado a realizar pesquisas interdisciplinares sobre a formação da inteligência. (1984).M. Knowles enfatiza que adultos são auto-direcionados e esperam ter responsabilidade para tomar decisões. Princípios: 1. operações etc. fornecendo orientação e ajuda quando erros são cometidos. San Francisco: Jossey-Bass. 4. The Adult Learner: A Neglected Species (3rd Ed. em vez de ser direcionada para a memorização . 2. n 95.29 . 1946 – Participa da elaboração da Constituição da Unesco. . (3) Adultos abordam o aprendizado como resolução de problemas e (4) Adultos aprendem melhor quando o tópico é de valor imediato. A andragogia faz as seguintes suposições sobre o modelo de aprendizado: (1) Adultos precisam saber porque têm de aprender algo (2) Adultos precisam aprender experimentalmente. Andragogy in Action. Adultos são mais interessados em aprender matérias que têm relevância imediata para seu trabalho ou vida pessoal.Aprendizado Adulto (P. Torna-se membro do conselho executivo e é várias vezes subdiretor geral. Observação: Biografia retirada da reportagem "Jean Piaget". Cross) Visão Geral: Cross (1981) apresenta o modelo Characteristics of Adults as Learners (Características dos Adultos como Aprendizes) (CAL) no contexto de sua análise de programas de aprendizado de toda a vida. TX: Gulf Publishing. 3. Adultos precisam estar envolvidos no planejamento e avaliação de suas instruções.trabalhos sobre a formação dos conceitos matemáticos e físicos. Referências: Knowles. funções. Knowles. 4. órgão das Nações unidas para a Educação. Ciência e Cultura. em vez de conferencista ougrader. O modelo tenta integrar outras estruturas teóricas de aprendizado de adultos. morre Piaget em Genebra. como estudos de casos. Self-Directed Learning. ano XI.. encenações. sucedendo ao filósofo Merleau-Ponty. Houston. 3. Chicago: Follet. Knowles) Visão Geral: A teoria de andragogia de Knowles é uma tentativa para desenvolver uma teoria específica para o aprendizado relacionado a pessoas adultas.como desenvolvimento gerencial).g. M. Knowles. em vez de ser orientado para o conteúdo. (1984). escrita pela jornalista Josiane Lopes. 1950 – Publica a primeira síntese de sua teoria do conhecimento: Introdução à Epistemologia Genética. Appendix D) fornece um exemplo de aplicação dos princípios da andragogia para o modelo de treinamento em computador pessoal: 1. 1967 – Escreve a principal obra de sua maturidade: Biologia e Conhecimento. 1952 – É convidado a lecionar na Universidade de Sobonne. Experiência (inclusive erros) fornece a base para as atividades de aprendizado. O aprendizado adulto é centralizado no problema. 1980 – 16 de setembro. A instrução deve considerar a grande faixa de diferentesbackgrounds dos aprendizes. responsável pelo Departamento de Educação. da revista Nova Escola.) 2. a instrução deve permitir que aprendizes descubram as coisas por si sós.

As fases da vida e estágios de desenvolvimento (e.e. Eles também diferem em termos de características situacionais: para a estudante de enfermagem. vocabulário) tendem a melhorar. audição.P. que vão fazer um curso sobre desenvolvimento infantil. p. fases da vida e estágios de desenvolvimento. O modelo CAL consiste de duas classes de variáveis: características pessoais e características situacionais. (1981). please follow these directions to submit a copyright infringement notice. Programas de aprendizado para adultos devem tirar partido da experiência dos participantes. A administração do aprendizado (i.Relatório Cancelar Este documento é particular. Adults as Learners.Classificação:9 Ratings()Copyright:Copyright tradicional: Todos os direitos reservados Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimento(mais tags)Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimentoatitudes profissionaisgicosbiologia modelometodologiaaprendizageminspirada(menos) SeguirfischumiCompartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo p. horários.. Adultos devem ser desafiados a se mover cada vez mais para estágios avançados de desenvolvimento pessoal.. maduro/estável).g. o curso é em tempo integral e compulsório.psicologia lifespan. Cross. um pai recente e uma assistente social de meia-idade. Informações e classificação Leituras:9. tempo de reação). 2006) Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documentoInformar sobre este documento?Diga-nos a(s) razão(ões) para denunciar este documento Spam ou lixo eletrônico Conteúdo pornográfico adulto Detestável ou ofensivoIf you are the copyright owner of this document and want to report it. mas necessário. Referências: Cross. raciocínio. casamento. Não existe nenhuma pesquisa conhecida que sustente o modelo. p.. . vista. e aprendizado voluntário versus aprendizado compulsório. aposentadoria) envolvem uma série de platôs e transições que pode ou não estar diretamente relacionada à idade. jovem/se esforçando. enquanto habilidades de inteligência (e. As características situacionais consistem em aprendizado em tempo parcial versus aprendizado em tempo integral. Princípios: 1. As características pessoais incluem: idade. p.923Carregado:03/26/2008Categoria:Não classificado. San Francisco: Jossey-Bass. K. Accent on Learning. Programas de aprendizado para adultos devem se adaptar às limitações de idade dos participantes.. habilidades de tomar decisões.g. para a assistente social. 3.30. (1976). Cada um destes indivíduos difere em idade (20.40) e vida/fases de desenvolvimento (adolescente/procurando. 4.g. A idade resulta na deterioração de certas habilidades sensoriais-motoras (e. Estas três dimensões têm diferentes características no que concerne ao aprendizado de toda a vida. o curso é de meio-período. locais. Âmbito/Aplicação: O modelo CAL está destinado a fornecer diretrizes para programas educacionais para adultos. procedimentos) é fortemente afetada pela primeira variável. o curso é de meio-período e opcional. p. K. mudanças de emprego. San Francisco: Jossey-Bass. Exemplo: Considere três adultos: uma estudante de enfermagem. Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE. p. 2. para o pai.P. Adultos devem ter tantas escolhas quanto possível em relação à disponibilidade e organização de programas de aprendizado. a segunda é pertinente à natureza autodirecionada e centralizada no problema da maioria dos aprendizados de adulto. p.

. 5 p. p. 13 p. 30 p. p. p. 61 p. p. p. Registre-se Política de privacidade Você receberá notificações por email sobre a atividade da sua conta. Essas notificações podem ser gerenciadas nas configurações da conta. 47 p. Por que se inscrever?Descubra e se conecte com pessoas de interesses semelhantes. 2 p. p. 83 p. p. p. p. Prometemos respeitar sua privacidade. 27 p. 20 p. 17 p.Outras opções de registroLogin with FacebookRegistre-seNão tenho conta no Facebookendereço de email (obrigatório) criar nome de usuário (obrigatório) senha (obrigatória) Quero receber a Newsletter Scribd e eventuais comunicados sobre a conta. p. 37 p. p. 33 p. p. 45 p. p.p.Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo 36 p. 55 p. 112 p. 49 p.Adicionar comentário EnviarCaracteres: 400 Imprimir este documentoAlta qualidadeOpen the downloaded document. 12 p. p. 22 p.Baixar e imprimir You Must be Logged in to Download a DocumentUse seu registro do Facebook e veja o que seus amigos estão lendo e compartilhando. p. 22 p. and select print from the file menu (PDF reader required). p. 6 p. 17 p. 3 p. p. 23 p. 44 p. p.

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