Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE, 2006) Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar DocumentosLivros

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.........4 ..... Prejuízos ocorrem? Com certeza... E o aprender exige do treinando muito mais do que “a vontade de...................................... é preciso ter em mente algumas considerações sobre o ensinar e o aprender.............. • frustração e desgaste do Setor de Treinamento.................. O ensinar vai além “da boa vontade do profissional“ ou “do seu grande conhecimento técnico“...... 33 Dissonância Cognitiva.....requisitos e planejamento criterioso dos eventos que serão desenvolvidos em situação de ensino)................... é a razão da importância das atividades realizadas durante a instrução.................................... Mas..... . conseguir os resultados necessários... mas o aluno não aprendeu porque não quis” deve ser substituído com urgência em prol da aprendizagem..................... 30 Andragogia..............” ou “a necessidade de........as necessidades que geraram o treinamento não são plenamente atendidas.. Não se improvisa com treinamento....... Esta.. domínio dos pré.......... • frustração quanto aos resultados esperados.... • desgaste da imagem do profissional que se propõe a ministrar o curso.... além de permitir ao instrutor verificar se o que foi explicado foi aprendido................... de tempo e de material. para que possa decidir o que ensinar e o como ensinar.... e devem ser muito bem pensadas pelo instrutor ao planejar o treinamento que irá ministrar.................. ....... ........... Mas o que vemos.................. Tanto quem ensina quanto quem aprende têm responsabilidades no processo ensino-aprendizagem.. portanto............. mas que desconhecem como ensinar. ..................... Estas atividades são meios facilitadores da aprendizagem....................para que a aprendizagem ocorra: o treinando querer aprender.................................... nos treinamentos.”.................... Sendo a aprendizagem um processo pessoal e interno...... principalmente............................ Os que mais nos chamam a atenção: • desperdício de conhecimento.. 29 Biografia de Jean Piaget................... antes de tomar essas decisões. 31 Aprendizado Adulto.... 27 Conceitos básicos....... o aluno aprende” (logicamente................ pelas oportunidades que lhes são oferecidas para praticar o que lhes está sendo ensinado........ as pessoas aprendem............................... são treinamentos ministrados por profissionais com experiência comprovada na parte técnica............. .............. 32 Condições de Aprendizado.......... 35 ........... .......... desde que atendidas as condições básicas .. mas..3 . não apenas pelas explicações que recebem............. tanto para o instrutor quanto para o treinando . O profissional que ensina precisa aprender como as pessoas aprendem.............. ....... com freqüência............................. Ao instrutor cabe a responsabilidade não só de transmitir conhecimentos...23 Anexos......... As empresas que buscam produtividade e qualidade em seus produtos e serviços necessitam priorizar a preparação de seus instrutores para que eles possam................... O velho paradigma da Educação “eu ensinei....... não devemos trabalhar ............ Experiências mostram que “se o professor ensina..... 25 Plano de Aula. elas irão criar esta oportunidade para o treinando praticar.......Aprender como se aprende também é tarefa do instrutor O emprego de profissionais experientes para atuarem como instrutores é uma prática comum e recomendável nas empresas.. Quando o aluno não aprende......... como também a de facilitar o processo de aprendizagem........ ....................

Uma certeza nós temos: as empresas modernas e competitivas precisam. por exemplo. • Manter-se atualizado no papel de instrutor e na matéria que ensina. Devemos agir como propõe o processo ensino-aprendizagem: o ensinar e o aprender devem ser trabalhados em conjunto. • Procurar falar e escrever corretamente. algo não ocorreu como deveria ou da parte do aluno ou do professor ou de ambos. Um instrutor que saiba o que fazer. mas não devem anteceder o planejamento. pois estamos vivendo numa época onde o saber é fator primordial. estático. o processo ensino-aprendizagem motivando o grupo de treinandos para o desejo de aprender. Qualidades do facilitador • Gostar de transmitir e receber conhecimento e ter interesse pela prática de ensino. Uma das causas que tem levado muitos treinamentos a resultados aquém do esperado é que o profissional escolhido para ministrar um treinamento freqüentemente privilegia o conteúdo que deseja transmitir e não a aprendizagem. A preocupação primordial do instrutor deve ser com os resultados que deseja obter com aquela situação de ensino. aliado à efetiva aplicação prática em direção aos objetivos propostos. o que se defronta é o movimento e a ação para a mudança. e nem a dos treinandos.. A Empresa necessita de instrutores que estejam preocupados em proporcionar mudanças de desempenho. Como Instituição pública. As organizações Públicas estiveram por muito tempo alheias à atualização dos seus quadros funcionais. com uma bagagem intelectual significativa.Diretores da MBS Treinamento e Consultoria . Todos têm algo a ensinar e a aprender. porém.6 . torna-se necessário um quadro funcional consciente de seu papel. utilizar seus profissionais com maior experiência para disseminar conhecimentos. Só a partir daí. “o que é que eu vou escrever na apostila? “. .1 1 Artigo escrito por Norma Barucke e Carlos Augusto C. quando as primeiras questões que o afligem são: “O que é que eu vou falar para o pessoal? “.”. Aí está um dos grandes desafios para o instrutor. A preocupação é tanta que geralmente. é que ele deve determinar as estratégias para proporcionar a aprendizagem e avaliar se a mesma está ocorrendo. qualificado e permanentemente atualizado. com eficiência e eficácia. tornando em excelência a tarefa ou o trabalho a ser realizado.A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO OU CAPACITAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS Hoje. Marcondes . o que obriga a realização de cursos e treinamentos visando a cada servidor um constante aprender a aprender.O PAPEL DO FACILITADOR O papel do FACILITADOR é tornar realidade.Rio de Janeiro. principalmente quando se trata de treinandos adultos. A demanda de solicitações pela sociedade moderna exige uma atualização permanente. • Ter auto-estima e postura profissional. se faz necessário um constante aperfeiçoamento do quadro funcional de qualquer empresa sendo ela Pública ou Privada. para embasar sua prática. • Ter noção de planejamento e organização. os interesses. os fatos e as mudanças. cada vez mais. a troca de experiências é que enriquece o laboratório da sala do treinamento. em virtude da velocidade com que ocorrem as necessidades humanas. e. • Procurar lançar desafios. O profissional que vai atuar como instrutor necessita receber fundamentos de como ensinar.5 . O importante é identificar o que deve ser replanejado para que os resultados se tornem satisfatórios para todos. O Facilitador não deve esquecer sua condição. Estas preocupações são válidas e necessárias. Este aperfeiçoamento é fator de sobrevivência da mesma. instrutor e treinando trabalhando para alcançar os resultados esperados. sólido.comacusações improdutivas: “culpa do aluno que. • Saber estimular os treinandos para a aprendizagem. a apostila costuma ficar pronta antes mesmo do planejamento do curso ou aula. isto é. • . não permite amadorismos. o IBGE está a serviço da sociedade. preparado para o presente... de seres humanos. para que os resultados dos treinamentos sejam mais eficazes. Esta preocupação se reflete.. “O que fazer para facilitar a aprendizagem do treinando?”. a conscientização de que nada mais é estável. • Ter prazer em auxiliar os outros. “culpa do professor que. ou seja. • Saber preparar a aula ou o conteúdo a ser ministrado. Quando os resultados previstos não são atingidos. dentro de um ponto de vista mais amplo. pelas suas características sociais. A atualidade exige um quadro de servidores operante.”. como fazer e porque fazer é necessidade urgente e imperativa. . Ensinar. • Diversificar os métodos de ensino. respeitando as qualidades e as limitações. ou seja.

• timidez ao estar com outros que possuem um nível de educação mais elevado.O conceito que o adulto tem de si mesmo pode afetar o processo de ensinoaprendizagem. Além dessas manifestações relacionadas ao conceito de si mesmo. • O instrutor/facilitador deve provocar no treinando a necessidade de aprender. no entanto a segunda é imposta. Fatores que influenciam na aprendizagem dos adultos Merecem primordial atenção os fatores que rodeiam o indivíduo em sua vida diária e que tendem a inibir a aprendizagem. comodidade dos assentos. . • talentos naturais.8 .9 . tanto em nível pessoal como de equipe são: • Recepcionar calorosamente os participantes para que se sintam confortáveis e acolhidos desde o primeiro momento. • Ter sensibilidade. • Evitar vícios de linguagem ou cacoetes de fundo nervoso. sem menosprezar ou ridicularizar. podemos citar: • experiência. necessitam que se lhes apresentem experiências vitais durante o processo de Resulta algo significativo e funcional Pode aprendizagem e diga aquilo que: ser aproveitado para atitudes futuras. • Respeitar cada um em sua própria singularidade ou individualidade. em geral. Piaget distingue aprendizagem de inteligência porque esta toma seu próprio ritmo de desenvolvimento. são importantes. Os adultos são indivíduos maduros e devem ser tratados como tais. ou seja. . Os estudos evidenciam que os adultos tendem a aprender melhor em situações de grupo. As principais atitudes. onde é realizado o treinamento. • Falar de forma clara. Ornamentação. Tal conceito apresenta-se de três aspectos. • desilusão rápida se o êxito na aprendizagem não for imediato. • interesse e decisão pessoal. Fatores Internos: estão fora da influência do instrutor/facilitador. Leva em conta. que permanecer nela e encarar os problemas que se apresentam.aprendizagem. Um ambiente tolerante. o que não impede exigir uma postura educada. Fatores Externos: podem ser influenciados pelas atitudes e habilidades do instrutor/facilitador. segura. • Ter clareza dos objetivos da atividade. ANDRAGOGIA Os adultos frente a aprendizagem A experiência pessoal do adulto é condicionante de toda atividade de aprendizagem. explorando o maior número de sentidos humanos. o trabalho. • temor no enfrentamento com outros.• Ter espírito de coletividade. flexível. • Procurar fazer com que o processo ensino-aprendizagem seja alcançado de uma forma hábil. • Verificar as dificuldades coletivas e individuais do grupo de treinandos e procurar solucioná-las. ventilação. • Agradecer e valorizar a participação. com os recursos adequados. • motivação.Adaptar seus métodos ao nível dos treinandos e preocupar-se com as necessidades individuais. e • O que realmente ele é. objetiva. uma aquisição de conhecimentos. tem consciência da primeira e terceira situação. em uma situação de aprendizagem. Não se concebe sem uma prévia estrutura interna de equilíbrio. • memória. a experiência adquirida pelo adulto. entusiasmo e senso de humor. • temor de ser preterido. fraterno e amistoso promove uma maior aprendizagem e satisfação por parte dos participantes. • O que ele pensa que é.7 . Aprendizagem é para Piaget. • achar mais fácil abandonar uma situação de aprendizagem. Toda aprendizagem é uma troca que é incorporada na conduta do indivíduo. preparados de tal maneira que proporcionem satisfação e sucesso aos indivíduos. porém. Atribuições do facilitador • Participar do planejamento. Este ambiente é criado pelo lugar onde se desenvolve o processo de ensino. • O que os outros pensam dele. pondo o processo de ensino-aprendizagem e os conteúdos a serem ministrados a seu serviço. • necessidade de afetividade. dos adultos são: • apatia frente a aprendizagem. • idade. O adulto. Algumas das manifestações negativas do conceito de si mesmo. o fundamental é a atitude do facilitador.. • falta de confiança com sua própria capacidade. que cria a capacidade de aprender e estruturar a aprendizagem. • grau de inteligência. • Gostar do convívio e das relações sociais. • Ter autoconfiança e maturidade. que quer aprender o adulto participante. com vantagens ou sérios inconvenientes. etc. • impaciência. os apartes (contribuições) de . . • Avaliar os treinandos através de instrumentos devidamente planejados para esse fim. • Transmitir conhecimentos profissionais aos treinandos em conteúdos de sua especialização. • sensação de estar ameaçado quando se depara com o desconhecido.temperatura adequada. organização e elaboração do treinamento.

por isso. Um emissor de informações. Os indivíduos seguramente experimentarão mais dificuldades para compreender o conteúdo. A mensagem deve significar o mesmo para as pessoas que a recebem. . . Treinamento de Recursos Humanos. Os facilitadores são emissores e receptores. necessitarão mais tempo para aprender e recordarão menos. adaptando e incorporando o estilo e a vivência. não repetir simplesmente o que fizeram outras gerações. é necessário haver. • Duração (tempo) • muito curto: não atinge o máximo de atenção. portanto. não para repetir em outra oportunidade. • finalidade do estudo. Em caso de dúvidas. • problemas de saúde. 1988. Do contrário. uma vez que a tenha transmitido..São Paulo: Pioneira. tem pouco ou nenhum controle sobre o que ocorre com a sua mensagem. Outros fatores externos a serem considerados são: • Inibição e obstáculos • a mente do participante está voltada para outros assuntos. RECEPÇÃO DE INFORMAÇÃO A maioria das . Facilidade de expressão é essencial para que o intercâmbio de informações ocorra de maneira conveniente. • pausas muito breves: não proporcionam um descanso necessário. podem facilitar a abertura e a clareza entre as pessoas. deve-se repetir e explicar até que seja entendida. pelo menos. • Trabalho em grupo • a forma como funciona varia segundo o tamanho do grupo. A mensagem é enviada por um meio (canal que pode ser oral ou não).10 . O modelo de comunicação e a utilização das habilidades de escutar ativamente.11 . os problemas. é importante compreender como as diferenças culturais. sociais. inventivos e descobridores. • Capacidade de aplicação e transferência • aprender. um emissor e um receptor. mais se aprende.cada um dos adultos. isto é. • a variedade de meios de acesso aos conhecimentos ou a prática multiplica as possibilidades de aprender. • pausas muito longas: esfriam/dispersam muito a atenção. estimando que a aprendizagem é um dos pilares da educação. etc.12 . Antônio Vieira de. para evitar que hajam distorções. O emissor transmite uma mensagem a outra pessoa (receptor). Por outro lado. o nível de conhecimentos prévios e a confiança mútua do grupo. O MODELO BÁSICO DA COMUNICAÇÃO Para que haja a comunicação. podem influir no marco referencial de cada um. Um conteúdo mal transmitido influi no aprendizado.PERCENTAGENS DE RETENÇÃO MNEMÔNICA COMO APRENDEMOS 1% Através do gosto 1. • Atividade • quanto mais se participa. caso o receptor deva realizar alguma tarefa que necessite dessa informação. A meta do emissor é transmitir uma idéia de maneira que o receptor a compreenda. homens criativos.5% Através do tato 3. resultantes de uma comunicação falha. Quando esta retroalimentação se processa o receptor se converte em emissor e vice-versa. Deve-se sempre observar se não houve falhas no processo de comunicação. Isto é muito importante. • muito longo: ultrapassa o período de atenção constante.5% Através do olfato 11 % Através da audição 83% Através da visão PORCENTAGENS DOS DADOS RETIDOS PELOS ESTUDANTES 10 % Do que lêem 20 % Do que escutam 30 % Do que vêem 50 % Do que vêem e escutam 70 % Do que dizem e discutem 90 % Do que dizem e logo realizam MÉTODO DE ENSINO DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3h DADOS RETIDOS DEPOIS DE 3 DIAS Somente oral 70% 10% Somente Visual 72% 20% Oral e visual simultaneamente 85% 65% Fonte: Carvalho. o receptor deve se esforçar para compreender a idéia do emissor.COMUNICAÇÃO É definida como o processo de passar informação e compreensão de uma pessoa para outra. para planejar a criação do ambiente adequado e assumir as atitudes que contribuem com ele. . Eles exercem uma grande influência sobre a forma com que comunicam e processam a instrução. se o que foi compreendido pelo receptor foi realmente o que foi passado. senão para utilizá-lo em momento apropriado. tem a responsabilidade de esforçar-se para que ela seja bem compreendida. não faltarão e irão influir sobre sua habilidade para estabelecer uma boa comunicação com os demais. O ideal é que todo facilitador esteja familiarizado com os princípios da psicologia do trabalho com adultos.Piaget disse que o objeto da educação é criar homens capazes de fazer coisas novas. O receptor responde então a sua mensagem (também de maneira oral ou não). ao se comunicar com outras pessoas.

• exemplos são fundamentais (fale da própria experiência. • Leve em conta quem organizou o evento e para que público você falará. cabos para videocassete.16 . que o comunicador tenha atitudes de aceitação por parte dos participantes. • o que a outra pessoa responde. é compreender e atuar em conseqüência.CUIDADOS ANTES: • Defina o objetivo que você quer atingir.DESENVOLVENDO UMA APRESENTAÇÃO • INTRODUÇÃO • Cumprimentar • Apresentar / agradecer • Posicionar os presentes no assunto e objetivos • DESENVOLVIMENTO • Discorrer sobre o tema • Desenvolver o conteúdo programático • Questionar • Falar sobre experiências • Exercícios Atenção! • Não faça perguntas à platéia.I . • Se você for usar recursos audiovisuais. • Para a apresentação de conteúdos existem duas modalidades comumente usadas: MEIO (CANAL) MENSAGEM RETROALIMENTAÇÃO EMISSOR RECEPTOR . saudar alguém entusiasticamente. informações ou fatos. A realidade é muito .diferente. O receptor deve escutar atentamente. de tratá-la. Também se assume que escutar é natural. • A sua aparência pessoal causa enorme impacto sobre a audiência. Então. TIPOS DE COMUNICAÇÃO • Aquela que se faz espontaneamente e a que se passa dados.13 . conheçam.Sessão de capacitação Não busca só informar. pense nas ferramentas necessárias para a sua utilização: caneta laser ou apontador. • Quanto mais tempo você dedicar à sua preparação.17 . mais seguro você irá se sentir. tendendo a duvidar da importância de uma boa recepção da informação. O emissor da mensagem necessita da retroalimentação do receptor para estar seguro de que a mensagem foi recebida e compreendida. cabos de extensão para aparelhos elétricos. produzir um efeito desejado. • Comunicação de sentimentos e emoções. no início. Podemos deduzir que esta pessoa necessita de óculos e trabalha num escritório. • o que a outra pessoa ouve. • Elabore um roteiro para guiá-lo nos assuntos que apresentará. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E INTERGRUPAL INTERPESSOAL INTERGRUPAL • OS INTERESSES •OS OBJETIVOS • AS METAS • HISTÓRICO • MEIO • CARACTERÍSTICAS • EXPERIÊNCIAS • ORIGEM • NECESSIDADES • FILOSOFIA DE VIDA • CRENÇAS SH SH SH SH SH SH SH SH SH SH FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR AVALIA Ç ÃO COMPORTAMENTO ESPERADO METAS DO TREINAMENTO ATINGIDAS COMPREENSÃO DESEJADA FACILITADOR CONTEÚDO DO TREINAMENTO TREINANDO . • ÓTIMO = BOM HUMOR + BOM GOSTO + INTELIGÊNCIA • FECHAMENTO • Conclusão • Mensagem • Tarefa • Desafio • Agradecimentos . podendo determinar o objeto da interação. Na capacitação há uma parte de informação e outra em que TODOS intervêm. • o que realmente dizemos. mas cuidado para não ser taxado de vaidoso). Para equipamentos mais sofisticados. É uma experiência de comunicação. do contrário poderia supor que a comunicação se verificou sem que esteja certo. tal como foi enviada. • o que pensamos que a outra pessoa respondeu. O contato visual é muito importante. porque ouvir é algo instintivo. certifique-se de que haverá algum especialista para solucionar eventuais problemas. Por exemplo. são informações para que as pessoas. etc.pessoas põe sua atenção na preparação e na emissão de sua mensagem (a parte correspondente ao emissor no processo de comunicação). conhecida como comunicação intencional. não basta que a informação seja correta. Não vai mais além do que isso. • Estruture a sua apresentação em torno de três ou quatro pontos principais. mas espera-se que as pessoas sejam capazes de analisar e compreender os acontecimentos. • Procure conhecer o local onde acontecerá a palestra. crendo que não é necessário melhorar a sua habilidade de escutar.14 . • É absolutamente necessário que a sua apresentação tenha claramente início. meio e fim. Saber escutar é crucial na relação interpessoal.Sessão de informação Consiste em comunicar dados. feitos. é necessário também. É um processo que parte da pessoa que transmite (o facilitador) para a pessoa que recebe (o receptor). • Comunicação como um instrumento que serve para alcançar um objetivo. Desde o momento em que . II . a realidade que os rodeia e fazer que modifiquem sua forma de vê-la e sobretudo. • o que a outra pessoa pensa que ouviu. porque não o tenha visto há muito tempo. Isso evitará que você seja surpreendido por dimensões menores ou maiores do que você imaginava. A função do ouvinte não é só ouvir o que dizem. Exemplo: “Eu esqueci meus óculos de grau no escritório”. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO • O que queremos dizer.

Não é necessário que você esteja segurando-o sempre. “nós. ampliando. “certo” e outras similares. para resumir rapidamente antes das perguntas.19 . a duração de sua exposição. concluo dizendo que. em muitos casos.você é apresentado e caminha para fazer a sua apresentação. criticando.”. como estão acompanhando a sua exposição: troncos inclinados para a frente costumam demonstrar interesse. consultas freqüentes ao relógio ou olhares vagos podem significar impaciência e ansiedade pelo fim da palestra. enquanto técnicos. Só faça detalhamentos se for absolutamente necessário ou se for solicitado a isso. Procure relaxar. qualquer descuido pode competir com a mensagem que você está ministrando. • Pense positivamente em relação à sua platéia: ela é sua aliada. . Sempre que possível. Evite . Procure reiterar os conceitos principais de sua palestra para gravá-los na mente de todos. Atenha-se ao objetivo de sua palestra. desde o início. • Mantenha sempre o contato visual com o público: além de transmitir segurança isso permite que você observe o reação da platéia. Use a energia do seu nervosismo a seu favor. ficam nervosos. Sapatos sujos. discutindo e se for o caso. está lá para aprender com você. DURANTE: • Capriche na introdução. • Seja abrangente e simples. comparando. Evite adotar um tom dogmático ao apresentar a conclusão da apresentação. uma vez que isso ajuda a formar a impressão na platéia de que alguma coisa foi ganha. Este roteiro contém as principais idéias de sua exposição. • Vença o seu nervosismo. as pessoas estarão mais receptivas para o que você falar em seguida e durante a sua apresentação. • Durante a apresentação com algum recurso audiovisual.também vícios e cacoetes de linguagem como: “tá”.. • Fale sempre “com o público” e não “para o público”. a postura adotada fala e muito sobre você. Deixe claro. A cada tópico.". Muitos oradores experientes reforçam o seu cuidado com o tempo. • É vital fazer uma conclusão forte em sua apresentação. comente a informação. Aprenda a “ler” na postura das pessoas. Você pode minimizar esta possibilidade preparando-se minuciosamente. assim como verificando se todos os tópicos de seu planejamento foram revisados. “entende”. • O roteiro que você preparou previamente deve estar sempre ao alcance dos seus olhos. Com isso a sua platéia estará totalmente concentrada no que estiver sendo apresentado. pela postura e atitudes que adotam. Ficar nervoso no início de uma apresentação é perfeitamente normal – todos os oradores. Não se deixe vencer por ele.. fisionomias fechadas ou impassíveis. o público já está avaliando e julgando. Quando você causa boa impressão logo no início. até concluir essa etapa do raciocínio.. olhe direto nos olhos das pessoas.• Caso não haja sistema de som. “ok”. Um dos maiores motivos de nervosismo é o medo de que algo dê errado durante a apresentação.. • Controle o tempo de sua exposição. Em locais muito amplos e/ou com muitos ouvintes solicite à coordenação do evento que o equipamento de som seja providenciado.. Assim você manterá a atenção de todos ao longo do curso. mesmo os mais experientes. Mentalize que você fará uma boa apresentação. Relacione fatos comprovados ou baseados em forte .18 . introduza observações diferentes. você ajustará o volume de sua voz. Prefira roupas sóbrias. expressões faciais ou outras formas de linguagem. • Se houver microfone disponível. Controlar o excesso de adrenalina é que fará a diferença. Mas lembre-se de guardar suas idéias mais fortes para mais adiante. atingindo todos os objetivos propostos. cabelos despenteados podem destroçar uma bela exposição. • Os cuidados com a sua postura corporal são extremamente importantes: cerca de dois terços da comunicação humana é não-verbal. Evite vícios de postura como ombros caídos. A boa imagem corporal começa com o modo como você se posiciona.” ou ainda: “e agora. Lembre-se: em comunicação. não vista nada que possa distrair a platéia. cabeça muito baixa ou muito alta. lembrando à platéia que “como temos ainda cinco minutos. “vamos fazer colocações” etc. transmitida por meio de gestos de mão. “né”.. sugerem discordância. levando em conta as dimensões da sala/auditório e ao tamanho de sua platéia. • É importante usar uma linguagem correta. Lembre-se: assim como a sua aparência. Deixe de lado expressões como “a nível de”. mas não há nada demais se você o fizer. procure não se movimentar desnecessariamente. certifique-se de que ele está ligado e com um volume adequado ao ambiente e número de pessoas.

esquece o que ia dizer e perde o fio da meada. Atenda a uma pergunta de cada vez sob pena de você se perder nas respostas. o “prolixo”. indenização de . variando a velocidade da apresentação. Ajude o prolixo a ser mais objetivo. Se não for. mantenha a calma e nunca subestime a platéia nem superestime a sua capacidade de resolver todas as questões. É importante ser breve quando se está fazendo o resumo. Editora Intermundi. faça concessões.tentam mostrar que sabem mais que você. Repasse para o grupo as perguntas mais complexas. você não consegue operá-lo. São Paulo. 50 minutos idem PONTOS CONTROVERSOS. • Considerações finais(especificar o tempo) • Material de referência: . Platéia entediada: Quando o público perde o interesse. As perguntas do público são em tom agressivo.2000 POLITO. abordando questões como adicional de deslocamento. Isso torna o resumo memorizável. Falha de equipamento: O equipamento entra em pane ou. Procure dominar a tecnologia que você pretende usar. Verifique antes da apresentação se o equipamento está funcionando e tenha alternativas para o caso de falhas. ora não sabem perguntar com objetividade. Caso a platéia tenha conhecimento especializado da matéria. • O momento em que você abre a sua palestra para perguntas é extremamente importante. por alguma razão. deixe isso claro e prometa pesquisar e respondê-la assim que souber. Reinaldo – Revista Vencer no 18/março 2001.23 . no local da apresentação. como o “sabe-tudo”. Se definitivamente você não souber a resposta. Assegure-se de que tudo que tem a dizer é relevante. . Não se apresse a respondê-la e só o faça se você estiver absolutamente certo do que está dizendo. Responda com a mesma segurança que você aparentou durante a apresentação.”) na sua conclusão. FONTE: HINDLE. mas não se iluda: podem surgir outros com os quais você não contava. Sempre olhe nos olhos do público. para quando precisar consultá-las. levando em consideração o desenvolvimento dos itens apresentados e evitando. . Manter a platéia como aliada é sempre a opção desejada.ANEXOS . • Todas as perguntas devem ser tratadas com respeito e cortesia. começam as conversas paralelas e a própria forma como as pessoas se sentam nas cadeiras (se esparramando) já dão indicativos de que estão entediadas. Prepare-se antes.(MODELO) PLANO DE AULA Assunto:DIÁRIA Objetivo:Disseminar informações básicas para a operacionalização de concessão de diárias. Tim .. Mesmo em caso de hostilidade. Mantenha-se calmo e gentil. focalizando a multiplicação dos conhecimentos através da atuação dos treinandos em suas unidades de origem. No seu ensaio você pode prever alguns questionamentos. assim. Seja dinâmico. que.pesquisa.24 . corte. Alguns personagens típicos de palestras podem aparecer na sua.(MODELO) IBGE Cursos de informática Programa Anual de Treinamento PLANO DE AULA Assunto:___________________________________________________ Data: ___/___/_____ Horário: ___:___ às ___:___ • Objetivo • Apresentação(especificar o tempo) • Conteúdo(especificar o tempo que será usado em cada item) • IntervaloCada instrutor/treinando deverá especificar o horário do intervalo. Esteja pronto para essa possibilidade. ora .21 . Platéia hostil: Você se sente acuado. Artigo: “Dicas para falar melhor”. desde o advento do RJU. abordando o conceito de Diárias e suas principais características. ensaiando diante de um espelho e.. a descontinuidade. se possível.“Como Fazer apresentações” – São Paulo: Publifolha. 10 minutos DATA SHOW HISTÓRICO da legislação federal. frases curtas e poderosas prendem a atenção da platéia e causam melhor efeito que um monólogo de 10 minutos. bem como da regulamentação no IBGE. pois estas poderão ser uma dúvida geral. Veja se as anotações estão claras.DICAS PARA REDUZIR A ANSIEDADE PREOCUPAÇÕES MAIS COMUNS COMO EVITÁ-LAS Nervosismo excessivo: Você não consegue relaxar. Redirecione perguntas para o público. evite “achismos” (“eu acho que. É melhor confessar isso do que responder incorretamente ou se perder na resposta.25 . Horário:08:00 às 10:30 h 10:45 às 12:00 h Data: / / CONTEÚDO TEMPO RECURSOS APRESENTAÇÃO do instrutor e comentários sobre os objetivos do curso. que lhe for mais adequado. Uma pergunta particularmente difícil requer reflexão.20 . Sempre reflita sobre o conteúdo antes de responder. Oradores experientes costumam usar uma frase final com palavras que começam com a mesma letra (o que se chama de aliteração).

1941 – Com as pesquisadoras Bärbel Inhelder e Alina Szeminska. Lucienne (1927) e Laureni (1931). do confronto de idéias. de tal modo que os aprendizes vivam as experiências necessárias para que se produzam nele as modificações desejadas. (Bordenave & Pereira. através da reflexão. • PEDAGOGIA – Teoria e ciência da educação e do ensino. onde encontrar material de apoio. Sua tese foi sobre moluscos. • EDUCAÇÃO PROFISSIONAL – Processo de desenvolvimento da capacidade profissional dos indivíduos visando a melhor integração. • RECURSOS INSTRUCIONAIS – É todo material ou equipamento de apoio para o efetivo desenvolvimento de uma aula. 1925 – Começa a lecionar Psicologia. do desafio e da ludicidade leva a mudança. 40 minutos idem DEBATE LIVRE: dúvidas. fornecendo-lhes situações planejadas. • TREINAMENTO – “Processo de ajudar os empregados a adquirir eficiência no seu trabalho presente e futuro. 1924 – Casa-se com Valentine Châtenay. a necessidade de disseminar o conhecimento. cargo comissionado. 1915 – Forma-se em Biologia pela Universidade de Neuchâtel. conhecimentos e atitudes”. 1921 – A convite do psicólogo da educação Edouard Claparède (Escola Nova) passa a fazer suas pesquisas no Instituto Jean-Jacques Rousseau. como ensinar e com que ensinar.27 . habilidades. 1907 – Com 10 anos. Ingressa na Universidade de Paris. 20 minutos idem CONSIDERAÇÕES FINAIS: o que é indispensável saber. 1918 – Torna-se doutor. PAD e Sindicância. 60 minutos idem OPERACIONALIZAÇÃO do pagamento de diárias. destinado à formação de professores.26 . autorização de pagamento. Conjunto de doutrinas. o que ensinar. muitos deles inspirados na observação de seus três filhos. É convidado a trabalhar com testes de inteligência infantil. capaz de mudar os modelos mentais existentes. envolvendo situações não previstas. programas específicos que podem ser utilizados informalmente. • MÉTODO – Caminho para se chegar a um determinado lugar. Como fazer ocorrer o ensinar e o aprender. 1919 – Muda-se para a França. Muda-se para Zurique para estudar Psicologia (principalmente psicanálise). • PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – É a forma de efetivar a aquisição de conhecimento por parte do treinando. • EDUCAÇÃO CONTINUADA – Processo gradativo de desenvolvimento que. uma de suas assistentes. A didática deve questionar por que ensinar. Técnica de ensino. variações de valor. a quem ensinar. a competitividade do negócio. 15 minutos idem . princípios e métodos de educação e instrução. com quem teve três filhos: Jacqueline (1925). satisfação pessoal e desempenho. etc. 1923 – Lança seu primeiro livro: A Linguagem e o Pensamento da Criança. na cidade suíça de Neuchâtel. num processo de aprendizagem eficaz.Biografia de Jean Piaget 1896 – Em 09 de agosto. • DIDÁTICA – Técnica de dirigir e orientar a aprendizagem. • TÉCNICAS DE ENSINO – São as dinâmicas que serão utilizadas com os treinandos desenvolvendo os conteúdos para que haja uma efetiva realização do processo ensino-aprendizagem. ocupando diferentes cargos e com programação para dias alternados. • ENSINO – Processo deliberado de facilitar que outras pessoas aprendam e cresçam intelectual e moralmente. relato de experiências. em busca da melhoria de desempenho no trabalho. Assume o Gabinete Internacional de Educação (dedicado a estudos pedagógicos). (Milton Hall) . situações não abordadas. publica . op cit) • FACILITADOR / INSTRUTOR – Como o próprio nome diz é o queFACILITA o processo ensino-aprendizagem respeitando as individualidades de cada um. através de apropriados hábitos de pensamento e ação. etc.trabalho de campo. em Genebra. 30 minutos idem APLICAÇÃO DE EXERCÍCIO: concessão de diárias para um grupo de 5 pessoas. 1929 – Em Genebra passa a ensinar História do Pensamento Científico. publica na revista da Sociedade dos Amigos da Natureza de Neuchâtel. ao ritmo do dia-a-dia. meia-diária. Anos 30 – Escreve vários trabalhos sobre as primeiras fases do desenvolvimento. História da ciência e Sociologia em Neuchâtel. alcançando os objetivos propostos. um artigo com estudos sobre um pardal branco. nasce Piaget.CONCEITOS BÁSICOS • ANDRAGOGIA – A arte e ciência de orientar adultos a aprender. É oferecer e conjugar diferentes modalidades educacionais que estejam alinhadas aos propósitos das empresas. • EDUCAÇÃO CORPORATIVA – É aquela onde o foco não está no ensino e sim. municípios limítrofes. cursos. etc. de uma maneira mais ou menos estável. que tendem a um objetivo prático.

TX: Gulf Publishing. 3. O modelo tenta integrar outras estruturas teóricas de aprendizado de adultos.) 2. (Ver computadores para uma discussão adicional deste tópico). 1955 – Em genebra. Referências: Knowles. Âmbito/Aplicação: A andragogia se aplica a qualquer forma de aprendizado para adultos e tem sido extensivamente usada no modelo de programas de treinamentos organizacionais (especialmente para domínios "soft skill" habilidade sensível . M. Adultos precisam estar envolvidos no planejamento e avaliação de suas instruções. de agosto de 1996. M. Torna-se membro do conselho executivo e é várias vezes subdiretor geral. Em termos práticos.29 . escrita pela jornalista Josiane Lopes.. (1984). O aprendizado adulto é centralizado no problema. Os instrutores adotam um papel de facilitador ou fonte. fornecendo orientação e ajuda quando erros são cometidos. 3.trabalhos sobre a formação dos conceitos matemáticos e físicos. sucedendo ao filósofo Merleau-Ponty. Exemplo: Knowles (1984. responsável pelo Departamento de Educação. 1946 – Participa da elaboração da Constituição da Unesco. Os programas de aprendizado adulto precisam se adaptar a esse aspecto fundamental.g. funções. destinado a realizar pesquisas interdisciplinares sobre a formação da inteligência. aprendizado experimental (Rogers) e   .Andragogia (M. 4. Knowles. da revista Nova Escola. 1950 – Publica a primeira síntese de sua teoria do conhecimento: Introdução à Epistemologia Genética. Chicago: Follet. Andragogy in Action. Ciência e Cultura. como estudos de casos. Princípios: 1. Cross) Visão Geral: Cross (1981) apresenta o modelo Characteristics of Adults as Learners (Características dos Adultos como Aprendizes) (CAL) no contexto de sua análise de programas de aprendizado de toda a vida. Experiência (inclusive erros) fornece a base para as atividades de aprendizado. 1980 – 16 de setembro. certos comandos. (1984). como a andragogia (Knowles). . andragogia significa que a instrução para adultos precisa focalizar mais o processo e menos o conteúdo que está sendo ensinado. Appendix D) fornece um exemplo de aplicação dos princípios da andragogia para o modelo de treinamento em computador pessoal: 1. . em vez de conferencista ougrader. a instrução deve permitir que aprendizes descubram as coisas por si sós. 1967 – Escreve a principal obra de sua maturidade: Biologia e Conhecimento. morre Piaget em Genebra. Como adultos são auto-direcionados. órgão das Nações unidas para a Educação. em vez de ser direcionada para a memorização . Adultos são mais interessados em aprender matérias que têm relevância imediata para seu trabalho ou vida pessoal. os materiais e as atividades de aprendizado devem levar em conta os diferentes níveis/tipos de experiência anterior com computadores. Observação: Biografia retirada da reportagem "Jean Piaget". 2. funda o Centro Internacional de Epistemologia Genética.28 . The Adult Learner: A Neglected Species (3rd Ed. simulações e auto-avaliação são mais úteis. n 95. A instrução deve considerar a grande faixa de diferentesbackgrounds dos aprendizes. A instrução precisa ser orientada para o trabalho. em vez de ser orientado para o conteúdo. San Francisco: Jossey-Bass. em Paris. (3) Adultos abordam o aprendizado como resolução de problemas e (4) Adultos aprendem melhor quando o tópico é de valor imediato. 4. ano XI. Knowles) Visão Geral: A teoria de andragogia de Knowles é uma tentativa para desenvolver uma teoria específica para o aprendizado relacionado a pessoas adultas. operações etc. A andragogia faz as seguintes suposições sobre o modelo de aprendizado: (1) Adultos precisam saber porque têm de aprender algo (2) Adultos precisam aprender experimentalmente. Estratégias.M.as atividades de aprendizado devem estar no contexto de tarefas comuns a serem realizadas.Aprendizado Adulto (P.como desenvolvimento gerencial). Self-Directed Learning. 1952 – É convidado a lecionar na Universidade de Sobonne. Knowles enfatiza que adultos são auto-direcionados e esperam ter responsabilidade para tomar decisões. (1975). Existe uma necessidade de explicar porque coisas específicas estão sendo ensinadas (e. Houston. Knowles.). encenações.

para a assistente social. San Francisco: Jossey-Bass. e aprendizado voluntário versus aprendizado compulsório. As fases da vida e estágios de desenvolvimento (e.P... p.g. 2. casamento. maduro/estável).g. Accent on Learning. As características situacionais consistem em aprendizado em tempo parcial versus aprendizado em tempo integral.Classificação:9 Ratings()Copyright:Copyright tradicional: Todos os direitos reservados Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimento(mais tags)Tutorialinstrutor facilitadoraula instrutorbrasiltica geraltreinamento cursoconhecimentoatitudes profissionaisgicosbiologia modelometodologiaaprendizageminspirada(menos) SeguirfischumiCompartilhar e integrar Documentos relacionados AnteriorPróximo p. Adults as Learners. vista. mas necessário. Informações e classificação Leituras:9.30. habilidades de tomar decisões. Cross. Cada um destes indivíduos difere em idade (20.40) e vida/fases de desenvolvimento (adolescente/procurando. enquanto habilidades de inteligência (e. K. horários. 3. Eles também diferem em termos de características situacionais: para a estudante de enfermagem. Princípios: 1. A idade resulta na deterioração de certas habilidades sensoriais-motoras (e. para o pai... que vão fazer um curso sobre desenvolvimento infantil. A administração do aprendizado (i.e.923Carregado:03/26/2008Categoria:Não classificado. Programas de aprendizado para adultos devem tirar partido da experiência dos participantes. Não existe nenhuma pesquisa conhecida que sustente o modelo. o curso é em tempo integral e compulsório. Exemplo: Considere três adultos: uma estudante de enfermagem. Adultos devem ser desafiados a se mover cada vez mais para estágios avançados de desenvolvimento pessoal. jovem/se esforçando. raciocínio. o curso é de meio-período.g. Estas três dimensões têm diferentes características no que concerne ao aprendizado de toda a vida. audição. . p. p. As características pessoais incluem: idade. (1976). vocabulário) tendem a melhorar. 4. a segunda é pertinente à natureza autodirecionada e centralizada no problema da maioria dos aprendizados de adulto. o curso é de meio-período e opcional. O modelo CAL consiste de duas classes de variáveis: características pessoais e características situacionais. aposentadoria) envolvem uma série de platôs e transições que pode ou não estar diretamente relacionada à idade. procedimentos) é fortemente afetada pela primeira variável. Âmbito/Aplicação: O modelo CAL está destinado a fornecer diretrizes para programas educacionais para adultos. p. (1981). 2006) Baixar este documento gratuitamenteImprimirCelularColeçõesDenunciar documentoInformar sobre este documento?Diga-nos a(s) razão(ões) para denunciar este documento Spam ou lixo eletrônico Conteúdo pornográfico adulto Detestável ou ofensivoIf you are the copyright owner of this document and want to report it. p. Referências: Cross.P. locais. Apostila de Orientações Didático-Pedagógica para Instrutores (IBGE. p. please follow these directions to submit a copyright infringement notice. Programas de aprendizado para adultos devem se adaptar às limitações de idade dos participantes. mudanças de emprego.Relatório Cancelar Este documento é particular. K. um pai recente e uma assistente social de meia-idade. Adultos devem ter tantas escolhas quanto possível em relação à disponibilidade e organização de programas de aprendizado. San Francisco: Jossey-Bass. tempo de reação). fases da vida e estágios de desenvolvimento.psicologia lifespan.

12 p. 44 p. 17 p. p. Essas notificações podem ser gerenciadas nas configurações da conta. p. p. and select print from the file menu (PDF reader required). p. 55 p. p. p. 33 p. Prometemos respeitar sua privacidade. p. 61 p. 27 p. 13 p. 22 p. 30 p. p. p. Por que se inscrever?Descubra e se conecte com pessoas de interesses semelhantes. 3 p.p. 37 p.Baixar e imprimir You Must be Logged in to Download a DocumentUse seu registro do Facebook e veja o que seus amigos estão lendo e compartilhando. 47 p. p. p. 6 p. 17 p. 83 p. 20 p. 5 p. 112 p. p. p. 23 p. Registre-se Política de privacidade Você receberá notificações por email sobre a atividade da sua conta.Outras opções de registroLogin with FacebookRegistre-seNão tenho conta no Facebookendereço de email (obrigatório) criar nome de usuário (obrigatório) senha (obrigatória) Quero receber a Newsletter Scribd e eventuais comunicados sobre a conta. 2 p. 49 p. p. p. p. . p. 45 p. 22 p.Adicionar comentário EnviarCaracteres: 400 Imprimir este documentoAlta qualidadeOpen the downloaded document. p.Mais coisas deste usuário AnteriorPróximo 36 p.

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