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A ULTRASSONOGRAFIA COMO FERRAMENTA NO DIAGNÓSTICO E

ACOMPANHAMENTO DE CARCINOMA DE CÉLULAS DE TRANSIÇÃO EM


BEXIGA DE CADELA: RELATO DE CASO
Ultrasonography as a tool in the diagnosis and follow-up of carcinoma female dog
bladder transitional cells: case report

NERY, Marina Pereira Del


Centro Universitário de Jaguariúna – IBVET
Centro Universitário de Jaguariúna – UNIFAJ

OLIVEIRA, Bruna Marcele Martins de


Doutorado em Reprodução Animal pela USP

Resumo: O Carcinoma de Células de Transição (CCT) é a neoplasia vesical


primária mais comum. Possui uma característica invasiva podendo causar desde
alterações sonográficas na parede da bexiga como processos obstrutivos do trato
urinário e possíveis metástases para outros órgãos como linfonodos regionais e
pulmão. Os sinais clínicos iniciais do CCT podem ser confundidos e inicialmente
diagnosticados como cistite. A ultrassonografia é um dos exames complementares
de grande importância para o auxílio do diagnóstico deste tumor, uma vez que se
pode visualizar a massa localizada na bexiga, a qual geralmente se encontra em
região de trígono e acompanhar sua mensuração, localização e a presença de
vascularização para que se tenha o diagnóstico de seu crescimento, expansão
atingindo outras regiões ou até sua involução. O trabalho relata o caso de uma
cadela idosa apresentando inicialmente sinal clínico de hematúria tendo como
suspeita inicial cistite. Porém, após avaliação ultrassonográfica abdominal
diagnosticou-se presença de massa vesical, localizada em região de trígono. Com o
diagnóstico apenas citológico de CCT iniciou-se tratamento com quimioterápicos e
anti-inflamatórios, uma vez que os tutores não estavam de acordo com intervenção
cirúrgica, tanto para remoção como para a realização do histopatológico para
confirmação do diagnóstico de CCT. A ultrassonografia teve importância também
para o controle e acompanhamento do tumor, observando suas alterações quanto à
mensuração e posteriormente observando seu crescimento expansivo na região
acometida.

Palavras-chave: Carcinoma; Bexiga; Ultrassonografia.

Abstract: Transitional cell carcinoma is the most common primary bladder


neoplasm. It has an invasive characteristic that can cause from sonographic
alterations in the wall of the bladder like obstructive processes of the urinary tract and
possible metastases for other organs like regional lymph nodes and lung. The initial
clinical signs of CCT can be confused and initially diagnosed as cystitis.
Ultrasonography is one of the complementary tests of great importance for the
diagnosis of this tumor, since it is possible to visualize the mass localized in the
bladder, which is usually located in a trine region and follow its measurement,
location and the presence of vascularization so that one can have the diagnosis of its
growth, expansion reaching other regions or until its involution. The paper reports the
case of an elderly female presenting initially a clinical sign of hematuria with an initial
suspicion of cystitis. However, after abdominal ultrasonographic evaluation the
presence of bladder mass was diagnosed, located in a trine region. With the only
cytological diagnosis of CCT, treatment with chemotherapeutic and anti-inflammatory
drugs was started, since the tutors were not in agreement with surgical intervention,
both for removal and for performing histopathology to confirm the diagnosis of CCT.
Ultrasonography was also important for the control and follow up of the tumor,
observing its alterations in the measurement and later observing its expansive growth
in the affected region.

Key words: Carcinoma; Bladder; Ultrasonography.

INTRODUÇÃO

O Carcinoma de Células de Transição (CCT) acomete mais comumente cães


idosos, possuindo em média 11 anos de idade, considerando-se a raça mais
predisposta a Scottish terrier. Em relação à predisposição sexual, as fêmeas
apresentam maior incidência da doença, sendo a proporção entre fêmeas e machos
de 1,7:1. (CROW, S.E. et al, 2008).
O CCT da vesícula urinária em cães tem diferentes tamanhos, formas e
distribuições. Estas características podem mudar, de forma individual, ao longo do
curso da doença, uma vez que a resposta ao tratamento difere de cada animal. A
combinação de alterações encontradas na ultrassonografia e sinais clínicos
apresentados pelo animal podem determinar mudanças terapêuticas para cada cão
(HANAZONO K. et al, 2014; FULKERSON, C. M.; KNAPP, D.W., 2015).
Em um trabalho realizado por Talles et al (2017) concluiu-se que o
prognóstico é melhor quando o diagnóstico precoce é realizado, sendo necessário
utilizar uma sequência de procedimentos e protocolos como tratamento para
conseguir uma maior sobrevida
O objetivo deste trabalho é relatar o caso de carcinoma de células
transicionais de bexiga em uma cadela idosa, o qual foi inicialmente diagnosticado
através da avaliação ultrassonográfica abdominal após o animal apresentar
hematúria. Assim como pontuar a importância da ultrassonografia no auxílio do
diagnóstico e no posterior acompanhamento da evolução da doença.
REVISÃO DE LITERATURA

O carcinoma de células de transição (CCT) é a principal neoplasia vesical


primária, sendo representado por 75-90% dos tumores epiteliais da bexiga. É
considerado um tumor invasivo de alto grau, podendo evoluir para obstruções do
trato urinário e metástases em mais de 50% dos cães afetados (INKELMANN, M.A.
et al., 2011; FULKERSON, C. M. et al, 2015).
Metástases dos carcinomas da bexiga urinária são encontradas com maior
frequência nos linfonodos regionais adjacentes à bifurcação da aorta, incluindo os
linfonodos inguinal profundo, ilíaco medial e sacral. Outros locais com potencial de
metástases incluem o pulmão e os rins, e mais tardiamente outros órgãos
parenquimatosos (Zachary et al., 2012).
Ultrassonograficamente esse tipo de neoplasia se apresenta como uma
massa localizada na parede vesical, sendo mais comum em região de trígono e
parede dorsal da bexiga, possuindo uma extensa base e se projetando para o lúmen
(PENNIK D.; d’Anjou M., 2011).
Em um estudo realizado por Macri et al (2018) dos animais normais
avaliados ultrassonograficamente, todos apresentavam a parede da bexiga como
duas camadas hiperecogênicas paralelas e uma hipoecogênica, localizada entre as
duas primeiras, correspondendo à camada muscular, caracterizando assim, a
estratificação de camadas. Em contrapartida a porção da parede da bexiga
localizada na base do tumor, dos animais acometidos, mostrou a perda da
estratificação normal, que induziu a suspeita de uma invasão neoplásica intramural.
Segundo Henry et al (2003) são de grande importância para o diagnóstico a
ultrassnografia e a cistografia de contraste. Assim como a urinálise para a detecção
de hematúria, leucocitúria e presença de bactérias associadas ao quadro. Porém, o
diagnóstico definitivo se dá apenas pelo exame histopatológico e a amostra pode ser
obtida por cistoscopia ou laparotomia exploratória.
O tratamento não cirúrgico para cães com CCT consiste mais comumente
em uma combinação de drogas anti-inflamatórias não-esteroidais, quimioterápicos
ou radioterapia. Estas terapias têm como objetivo reduzir o volume do tumor para
que os sinais clínicos sejam atenuados, melhorando assim a qualidade de vida do
animal. Muitas vezes a intervenção cirúrgica é difícil, uma vez que a doença é
frequentemente localizada em região de trígono e pode ter uma distribuição
multifocal (HANAZONO K. et al, 2014).
A cirurgia normalmente é realizada com o objetivo de diagnosticar-se,
através do histopatológico, e para que haja melhora dos sinais clínicos, porém,
mesmo quando a excisão cirúrgica é possível, estes objetivos podem ser limitados,
devido a incapacidade de obter margens cirúrgicas apropriadas e,
consequentemente, ao efeito de carcinogênese no tecido remanescente da bexiga
(RIPPY, S.B. et al, 2016).
O CCT ainda não é curável na maioria dos casos, desta forma a prevenção
e a detecção precoce são de grande importância da tentativa do tratamento. Embora
o carcinoma de células de transição seja um tumor agressivo levando ao falecimento
grande porcentagem dos animais acometidos devido à causas relacionadas ao
tumor, existem opções que podem manter a qualidade de vida do paciente por um
ano ou mais. (FULKERSON, C. M.; KNAPP, D.W., 2015; SERRA, J.C. et al, 2016).

RELATO DE CASO

Uma cadela sem raça definida, de aproximadamente 14 anos, foi atendida


em uma clínica veterinária particular na cidade de Campinas – SP, apresentando
hematúria discreta. Após a realização do exame clínico a suspeita inicial era cistite,
então foram requisitados alguns exames complementares, sendo um deles a
ultrassonografia abdominal. Ao primeiro exame de ultrassonografia abdominal feito
por colega veterinário em Maio de 2017, observou-se em vesícula urinária a
presença de uma estrutura nodular, ecogênica, de margens irregulares localizada
em região de trígono vesical com presença de vascularização, medindo cerca de
2,26 cm x 1,61 cm, sugerindo neoplasia (figura 1).
Figura 1 - Estrutura nodular encontrada ao primeiro exame ultrassonográfico em
Maio de 2017.

Fonte: Imagens cedidas por Luis Rossini (2017)

Após a avaliação do laudo ultrassonográfico realizou-se coleta de material


através do lavado vesical para a realização do exame citológico, o qual foi realizado
por um laboratório de patologia veterinária da região. O exame de citologia teve
como diagnóstico neoplasia maligna compatível com carcinoma urotelial (carcinoma
de células transicionais). Desta forma sugeriu-se aos tutores a realização do exame
histopatológico para a confirmação do diagnóstico, porém estes não concordaram
em realizá-lo, assim como o procedimento cirúrgico. Não sendo possível realizar o
procedimento cirúrgico, com as alterações encontradas na ultrassonografia e no
laudo citológico, iniciou-se o tratamento com quimioterapia, com o consentimento
dos tutores. Em Agosto de 2017 realizou-se nova avaliação ultrassonográfica com
colega veterinário e o nódulo observado estava medindo 2,53 cm x 1,84 cm,
apresentando-se discretamente maior quando comparado à primeira avaliação. O
animal apresentava-se clinicamente estável e os tutores concordaram em dar
continuidade aos controles através da ultrassonografia abdominal e avaliação
clínica, juntamente com tratamentos à base de anti-inflamatórios, evitando-se assim,
que se houvesse intervenção cirúrgica. Em Outubro de 2017 a mensuração da
massa foi 1,23 cm x 0,89 cm, havendo pequena melhora e involução em relação a
avaliação do mês de Agosto, apresentando-se sonograficamente estável quando em
relação à ecogenicidade, bordas irregulares e presença de vascularização (figura 2).

Figura 2 - Estrutura nodular apresentando vascularização em Outubro de 2017.

Fonte: Imagem cedida por Luis Rossini (2017)

Deu-se continuidade aos controles e a cadela continuou sendo assistida pela


veterinária responsável pelo caso e apresentando melhoras clínicas. Em Março de
2018 o animal permanecia clinicamente estável e passou por uma nova avaliação
ultrassonográfica, na qual observou-se a massa em região de trígono vesical
medindo cerca de 1,51 x 1,25 cm, apresentando sonograficamente discreto aumento
em relação ao exame de Outubro de 2017. Próximo de completar um ano do
diagnóstico do tumor, em Abril de 2018, o animal iniciou novamente o quadro de
hematúria e discreta piora clínica e ao exame ultrassonográfico a mensuração da
massa cerca de 2,15 cm x 1,28 cm, estendendo-se discretamente para região
caudal de bexiga, em direção à uretra. A piora do quadro clínico evoluiu, os tutores
relatavam polaciúria e hematúria e reiniciou-se tratamento com anti-inflamatórios. A
cadela apresentou melhoras e manteve-se estável por alguns meses, quando refez
um novo controle ultrassonográfico em Setembro de 2018, observando-se a
mensuração da massa ainda estável. Em Dezembro de 2018, o animal apresentava
significativa piora do quadro clínico com polaciúria importante e hematúria, e à
avaliação ultrassonográfica observou-se aumento da massa, medindo pelo menos
2,97 x 1,88 cm, uma vez que o sombreamento acústico posterior causado pela
região pélvica não permitia total avaliação desta região (figura 3). A bexiga do animal
se encontrava em discreta repleção, assim como em todas as outras avaliações,
devido à polaciúria. A massa apresentava-se irregular, extensa, com diversos pontos
de mineralizações entremeados, os quais formavam tênues sombreamentos
acústicos posteriores e presença de vascularização. Apesar da difícil varredura
observou-se também presença da massa em região inicial de uretra e presença de
discreta estrutura ecogênica aderida em parede dorsal da bexiga, diagnosticando-se
significativa piora do quadro.

Figura 3 - Massa localizada na bexiga em região de trígono em Dezembro de 2018.

Fonte: Imagem cedida por Luis Rossini (2018)


Os tutores optaram por continuar com o tratamento à base de
quimioterápicos, anti-inflamatórios e tratamentos homeopáticos

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Relata-se neste trabalho a presença e o desenvolvimento do carcinoma de


células de transição na vesícula urinária em uma cadela idosa, possuindo
aproximadamente 14 anos de idade, apresentando hematúria como sinal clínico
inicial e tendo como suspeita inicial cistite. Desta forma também foi observado em
um trabalho realizado por Talles et al (2017) uma cadela idosa, de 14 anos, com
sinais clínicos de hematúria e com diagnóstico inicial de cistite que posteriormente
teve o diagnóstico de CCT comprovado através do histopatológico. Desta forma, em
estudo desenvolvido por Moura et al (2007) conclui-se que a confirmação de
neoplasia vesical, em sua fase inicial torna-se quase sempre um desafio ao
diagnóstico preciso, expondo o caso de um animal que havia sido inicialmente
diagnostico com cistite e posteriormente feito o tratamento para tal doença, o que
suprimiu e amenizou os sinais clínicos do CCT.
Exames de imagens são importantes para o diagnóstico de neoplasias
vesicais, identificando-se a massa, assim como analisar sua invasão e extensão
(COUTINHO, L.N.; CRIVELLENTI, L.Z., 2015). A cadela relatada neste trabalho teve
seu diagnóstico de cistite alterado após a primeira ultrassonografia realizada por
colega, na qual observava-se a presença de massa em região de trígono vescial.
No presente relato a ultrassonografia foi de grande importância no auxílio do
diagnóstico e no acompanhamento do caso. Nas avaliações ultrassonográficas foi
possível acompanhar a involução e posteriormente a evolução da massa observada,
a qual apresentou um crescimento agressivo nos últimos meses, com vascularização
sempre presente e causando um processo obstrutivo parcial do trato urinário,
ocasionando piora significativa do quadro clínico como polaciúrina importante e
hematúria. Segundo um estudo realizado por Froes et al. 2007, na avaliação
ultrassonográfica dos animais com CCT, observou-se sinais de hipervascularização,
indicando neoangiogênese tumoral, o que confirmava ainda mais a suspeita clínica
de neoplasia vesical, indicando a forma invasiva da tumoração da parede da bexiga.
Assim como, também foi observada, a invasão tumoral de estruturas próximas,
indicando processo obstrutivo do trato urinário
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que a ultrassonografia foi uma ferramenta essencial no auxílio do


diagnóstico de carcinoma de células de transição de bexiga da cadela relatada neste
trabalho, a qual teve diagnóstico inicial de cistite e após a primeira avaliação
ultrassonográfica visualizou-se presença de massa em bexiga na região de trígono,
suspeitando-se de estrutura tumoral. O exame de imagem relatado também teve
importância no acompanhamento da massa, para que se estabelecesse sua
mensuração, localização, vascularização e extensão acometida ao passar dos
meses.

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