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A CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO DE MÁQUINAS RADIÔNICAS

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 A CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO DE
MÁQUINAS RADIÔNICAS
A MÁQUINA DE HIERONYMUS E AS TÉCNICAS PARA CONSTRUÇÃO
CO NSTRUÇÃO E
OPERAÇÃO DE MÁQUINAS RADIÔNICAS SIMPLES

Angelus Dapaz
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 A Construção e Operação de Máquinas


Radiônicas
 A MÁQUINA DE HIERONYMUS
HIERONYMUS E AS TÉCNICAS PARA CONSTRUÇÃO E
OPERAÇÃO DE MÁQUINAS RADIÔNICAS SIMPLES

O livro A Construção e Operação de Máquinas Radiônicas de autoria de Angelus


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 A Construção e Operação de Máquinas


Radiônicas
 A MÁQUINA DE HIERONYMUS
HIERONYMUS E AS TÉCNICAS PARA CONSTRUÇÃO E
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O livro A Construção e Operação de Máquinas Radiônicas de autoria de Angelus


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A Mel e a Esperança, aos meus filhos e a Rosilene,


R osilene,

Nesse livro trata-se da construção e utilização de dispositivos que deixam à


mostra potenciais humanos ou, quando nada, realidades que parecem transcender
o conhecimento científico. Isso sugere que mais experiências devem ser
desenvolvidas, no campo psíquico, para que o homem possa entender o
funcionamento desses instrumentos e, quem sabe, a razão de sua própria
existência.
É isso que sabemos no presente! Esperamos saber mais no futuro!

Angelus Dapaz

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SUMÁRIO

HIERONYMUS A ENERGIA ELÓPTICA E O CULTIVO DE PLANTAS NO ESCURO........................ 5


OS SEGREDOS DA ENERGIA ELÓPTICA E A MÁQUINA RADIÔNICA DE HIERONYMUS............ 12
DESVENDANDO OS SEGREDOS DA MÁQUINA RADIÔNICA DE HIERONYMUS........................ 16
A PSIÔNICA E O MISTÉRIO DA MÁQUINA SIMBÓLICA DE HIERONYMUS............................... 20
PROPOSTAS DE CONSTRUÇÃO DA MÁQUINA SIMBÓLICA DE HIERONYMUS......................... 26
FAÇA VOCÊ MESMO UMA MÁQUINA RADIÔNICA SIMBÓLICA DE HIERONYMUS.................. 31
COMO USAR UMA MÁQUINA SIMBÓLICA DE HIERONYMUS ADAPTADA POR ANGELUS
DAPAZ..................................................................................................................................... 38
FAÇA VOCÊ MESMO UMA MÁQUINA RADIÔNICA SIMPLES OU UM SINTONIZADOR
MENTAL.................................................................................................................................. 44
O QUE PODE SER FEITO COM UMA MÁQUINA RADIÔNICA SIMPLES.................................... 66
COMO OBTER O ÍNDICE RADIÔNICO DE UMA PESSOA OU ANIMAL USANDO UMA MÁQUINA
73
RADIÔNICA SIMPLES..............................................................................................................
COMO TRATAR RADIÔNICAMENTE PESSOAS, ANIMAIS E PLANTAS USANDO UMA
78
MÁQUINA RADIÔNICA SIMPLES.............................................................................................
EXPERIMENTOS TELEPÁTICOS USANDO-SE UMA MÁQUINA RADIÔNICA
84
SIMPLES..................................................................................................................................
EXPERIMENTOS TELEPÁTICOS USANDO-SE CARTAS ZENER E UMA MÁQUINA RADIÔNICA
89
SIMPLES..................................................................................................................................
DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE A OPERAÇÃO DE UMA MÁQUINA RADIÔNICA SIMPLES....... 94
CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................................................... 101

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Hieronymus a energia elóptica e o cultivo de plantas no escuro

As máquinas radiônicas com “ padrão Hieronymus”


destacam-se por sua eficiência e em razão disso são
fabricadas e comercializadas em vários países, inclusive no
Brasil. O conceito básico dessas máquinas - como sugere o
seu nome, baseia-se nos equipamentos desenvolvidos por
um dos mais ilustres radionicistas do século XX,
Hieronymus. Para entendê-las é preciso conhecer parte da
trajetória de vida de seu criador, seu espírito investigativo,
etc., tudo visando tirar o melhor proveito de suas potencialidades.

Hieronymus e seu primeiro contato com a energia elóptica

Thomas Galen Hieronymus  (1895-1988), um jovem engenheiro eletricista da


companhia de luz e força de Kansas City, a maior cidade do estado do Missouri, nos
Estados Unidos, recebeu sua licença de radioamador por volta de 1913. Entre os
anos de 1919 e 1920, começou a trabalhar com novas técnicas de transmissão,
quando exercia as funções de engenheiro eletricista e rádio operador na Divisão de
Comunicações do Exército Americano.

O jovem Hieronymus não podia imaginar que o convite de um vizinho - conhecido


como Dr. Planck - para ajudá-lo a montar estranhos equipamentos, poderia mudar
sua história de vida. É que na época o Dr. Planck montava uma aparelhagem, com
diversos componentes de alta precisão, para um misterioso médico de San
Francisco, mestre em tratamentos “ inusitados”. Nesses equipamentos destacavam-
se, segundo dizem Peter Tompkins e Christopher Bird em seu livro “ A vida Secreta
das Plantas”, “ faixas milimétricas de prata laminada e bobinas cuidadosamente
enroladas” .

Com a morte de Planck sua viúva, se vendo às voltas com estranhos aparelhos
guardados em um quarto, pediu a Hieronymus que retirasse dele tudo que lhe
interessasse. Então, diante de algumas peças e esquemas dos aparelhos que
ajudara a montar com o amigo falecido, descobriu qual a finalidade deles e o nome
do ilustre médico que os tinha inventado - Dr. Albert Abrams.

Entusiasmado com os achados de Abrams e adotando seus princípios e técnicas


para materiais inorgânicos, Hieronymus desenvolveu experimentos que o levaram
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a descobrir as radiações ou energia emitida por metais, chamada por ele mais tarde
de “elóptica”. Assim, ficou sabendo que por algumas horas, a intervalos de dois dias
e meio, ou ainda, em períodos coincidentes com as fases da lua, a energia emitida
pela prata em vez de se propagar para cima, se propagava para baixo, na direção
do centro da Terra. Tal como Abrams, Hieronymus constatou que as radiações dos
metais podiam ser influenciadas pelo campo magnético da Terra, confirmando a
possível existência de um elo entre o magnetismo animal e mineral, como também
presumiram os cientistas Franz Anton Mesmer - criador da teoria do magnetismo
animal e o Conde Wilhelm Von Reichenbach, estudioso do que chamou de
“emanações ódicas”.

Plantas que crescem no escuro - Growing Plants in the Dark

Hieronymus buscava confirmar se a energia emitida pelos metais tinha algum tipo
de vínculo com a energia solar. Então, como havia descoberto que a energia dos
metais podia ser conduzida por fios, montou um curioso experimento para saber se
a energia do sol podia ser conduzida de forma semelhante. Esse experimento se
propunha a provar que a energia do sol se comportava como as dos metais, ou seja,
que poderia ser conduzida por fios como, por exemplo, para o interior de um
compartimento sem iluminação. Essa experiência foi realizada em Kansas City, no
porão escuro de sua residência e se constituiu do cultivo de sementes de aveia em
várias caixas revestidas com folhas alumínio, sendo algumas delas conectadas a
terra por intermédio de um cano de água e outras ao exterior da casa por fios de
cobre ligados a placas metálicas, expostas ao sol. Como ele acreditava, as plantas
ligadas as placas expostas a luz solar cresceram cheias de vida, enquanto as demais
se mostraram atrofiadas, sem resistência e desprovidas da cor verde.

Detalhes ilustrativos dessa experiência foram relatados por Hieronymus ao “ Journal


Of Borderland Research”, em entrevista publicada na edição de setembro/outubro
de 1990, página 22. Segundo ele esse ensaio se deu por volta de 1930, quando
resolveu experimentar se a energia responsável pela fotossíntese podia ser
conduzida através de fios. Tudo aconteceu, conforme o roteiro a seguir, motivado
pelo sucesso obtido na condução da energia elóptica, através de fios.

Para desenvolver o novo projeto, Hieronymus instalou uma plataforma de madeira


 – uma prateleira no lado sul de sua residência, a cerca de seis metros acima do solo.
Assim foi feito, porque ele acreditava que desse modo obteria o potencial desejado
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de energia, que na sua visão aumentava quanto mais acima do solo estivesse.

A figura 1 a seguir mostra uma vista lateral esquemática dessa instalação, que deve
ser objeto de atenção dos novos experimentadores.

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Construção das caixas de madeira e das placas de alumínio

Como tinha disponível a madeira de algumas caixas de charuto, tratou de cortá-las


para fazer outras oito caixas, cada uma delas medindo 2x2x4 polegadas (cerca de
5x5x10 cm), frisando que essas caixas poderiam ser de quaisquer outras dimensões.

A figura 2 a seguir mostra detalhes das caixas utilizadas para o plantio das sementes.

Assim feito, colocou uma folha de alumínio no fundo de sete caixas, de modo que
elas ficassem em contato com o solo. Tratamento semelhante foi dado às tampas
de cada uma das caixas, ou seja, folhas de alumínio foram colocadas sob elas  –
debaixo delas. Fios foram ligados a cada pedaço de folha de alumínio, sendo que os
fios sob as tampas foram conectados as placas expostas a luz do sol, enquanto que
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os fios das chapas de fundo foram ligados a um tubo de água metálico e, portanto,
ligado a terra.

A figura 3 a seguir mostra a forma esquemática das ligações, sugerindo um circuito


aterrado.

Continuando sua narrativa, Hieronymus disse que sete placas haviam sido
colocadas sobre a plataforma de madeira, de tal modo que captassem a energia do
sol para transmiti-la por fios a cada uma das caixas. Os fios eram ligados às placas
expostas a luz solar e estendidos até o porão, para serem conectados a folha de
alumínio colocada sob a tampa de cada caixa.

A oitava caixa não tinha qualquer ligação ao exterior, funcionando como " controle"
do experimento.

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As placas que ficavam na prateleira colocada ao sol eram todas de diferentes


tamanhos, sendo que a menor média 2x4 polegadas (cerca de 5x10 cm), outra
intermediaria media 4x8 polegadas (cerca de 10x20 cm), a maior 8x10 polegadas
(20x25 cm) e havia, ainda, uma placa feita de tela de arame de cobre.

Resultado do experimento

Com as caixas e placas prontas, depois de peneirar uma quantidade de terra que
pudesse cobrir ½ polegada (12,7 cm) da altura das caixas, ele colocou em cada uma
delas sementes de aveia selecionadas e de mesmo tamanho. Em cada caixa foram
plantadas 10 sementes em duas fileiras, sendo cinco em cada uma. Sobre as
sementes colocou mais ½ polegada (12,7 cm) de terra fina. Assim feito,
diariamente, cada caixa foi regada usando a mesma quantidade de água.

Passados poucos dias, segundo Hieronymus, todas as sementes germinaram ao


mesmo tempo e, em seguida, ele observou que nenhuma das dez sementes da caixa
de controle apresentava cor verde. Enquanto que todas as plantas das caixas
conectadas as placas expostas a luz do sol apresentavam intensa cor verde. Sua
surpresa ficou por conta do fato de que as plantas cujas caixas eram conectadas as
placas maiores, pareciam ter sido submetidas a intenso calor. Parecia que as placas
maiores captavam mais energia do que as placas menores!

Hieronymus relata, ainda, que as plantas colocadas sobre uma prateleira cresceram
rapidamente, mesmo estando em um canto sem janelas, onde havia pouca luz, no
final do porão. As plantas ficaram com tamanho superior a altura disponível no
interior das caixas, de modo que cada uma delas recebeu um espaçador para
levantar a parte superior de suas tampas, com cerca de ¾ de polegada (18,7 cm).
Para garantir que as plantas ficariam no escuro, foram colocadas placas de madeira
na parte da frente e superior da prateleira onde elas ficavam e as vistorias foram
feitas com o auxílio de uma lanterna.

Um dos amigos de Hieronymus tentou repetir a experiência, mas não obteve


sucesso. Seu porão tinha apenas 3 metros de altura, medindo-se do nível do
assoalho até o nível do solo, no exterior. Também, suas placas externas foram
colocadas ao nível do chão, em vez de seis metros acima do solo o que alterou a
diferença de potencial entre as placas coletoras externas e as caixas no porão. Por
fim, contribuindo com esse insucesso, havia uma janela deixando entrar certa
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quantidade de luz onde às caixas com as plantas haviam sido colocadas.

Hieronymus sugere no final da entrevista que aqueles que queiram repetir sua
experiência, procurem conhecer todos os seus elementos e que sigam à risca suas
instruções, sem efetuar qualquer substituição ou mudança nesse “ arranjo”. Os que
quiserem obter resultados especiais, buscando desenvolver novas ideias ou
métodos, devem alterar um detalhe de cada vez, tomando como base a experiência
original. Se assim for feito, o experimentador saberá exatamente como obteve o
seu resultado, mas se fizer mais de uma alteração, ele não saberá qual a mudança
foi responsável pelo seu fracasso ou sucesso.

O resultado desse ensaio deixou evidente para Hieronymus que a produção de


clorofila pelos vegetais não era devida exclusivamente a luz solar, mas a outro tipo
de energia ou emanação associada a ela. Essa energia podia ser transportada por
fios, o que não acontecia com a luz. Com o desenvolvimento de suas experiências
acabou se convencendo de que essa “ energia” não fazia parte do espectro
eletromagnético, o que se confirmou quando viu um aparelho destinado a essas
medições entrar em curto-circuito ao ser exposto aos raios solares.

Considerações sobre o experimento

Segundo a teoria clássica e resumidamente, para que a fotossíntese ocorra é


necessário que a clorofila absorva energia luminosa através de seus pigmentos
fotossintetizantes, ou melhor, absorva a energia de um fóton com comprimento de
onda na ordem de 700 nanômetros, considerado o comprimento de onda ideal para
que se iniciem as reações químicas na planta. Então, como sabemos que as
frequências vibratórias de natureza luminosa não podem ser transmitidas por fios,
se comprovado os resultados de Hieronymus, a fotossíntese poderia acontecer com
a captação de energias fora do contexto eletromagnético.

Comprovando-se os resultados desse experimento, ficam as questões:

- Seria essa energia manipulada pelas mentes humanas?


- Seria ela de outra natureza, ainda, desconhecida pelo homem?
- Seria ela a energia elóptica?

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Os segredos da energia elóptica e a máquina radiônica de Hieronymus

Nesse ponto, depois de ter desenvolvido o experimento “Plantas que crescem no


escuro - Growing Plants in the Dark ”  e acumular certa experiência no trato das
“emanações energéticas ou elópticas”   dos metais, Hieronymus desenvolveu um
“analisador ” constituído, inicialmente, de um seletor feito de lentes e depois de
um prisma triangular de vidro. Ele acreditava que um prisma refratava as
“emanações energéticas das substâncias”, tal como faz com a luz branca quando a
decompõe em um feixe luminoso multicolorido, como mostrado na figura que
segue. A diferença é que os ângulos de refrações das “ emanações” são muito mais
agudos do que os da refração da luz. Além disso, as “ emanações” das substâncias e
de múltiplos elementos são emitidas na mesma ordem do conteúdo de seus
núcleos, dizendo melhor, na mesma ordem de seu peso atômico. Com esse
equipamento, que ficou popularmente conhecido como “ A Máquina de
Hieronymus - The Hieronymus Machine”, ele pôde identificar as radiações de vários
elementos constantes da tabela periódica de Mendeleiev.

Hieronymus sustentava que a frequência dessas radiações era diretamente


proporcional ao número de partículas do núcleo de um elemento, ou seja, ao peso
atômico como será mostrado a seguir. Afirmou que essa energia não enfraquecia
na razão inversa do quadrado da distância de sua fonte de propagação, como
acontece com a energia eletromagnética e que sua propagação está limitada a certa
distância, ao material, a direção e a hora do dia em que é medida.
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Para Hieronymus essa radiação seria “ uma energia que obedece a parte das leis que
regem a eletricidade, mas não a todas e, também, a outras leis da óptica, mas não
a todas”. Para que suas explicações a respeito dessa radiação ficassem menos
confusas, batizou-a com o termo “elóptica”  - a junção das duas primeiras letras da
palavra eletricidade mais a palavra óptica.

Sobre o registro da patente da Máquina de Hieronymus

O fato da patente da “Máquina de Hieronymus”  ter caído em domínio público,


facilitou o estudo e a compreensão da abordagem de muitas máquinas radiônicas
disponibilizados no mercado, considerando que esse é um dos mais relevantes
dispositivos da radiônica instrumental. Conspirando para esse desfecho,
Hieronymus, nos seus pedidos de patentes nos Estados Unidos e Inglaterra, de
números US 2.482.773 (1949) e GB 663.978 (1952),  respectivamente, teve o
cuidado de apresentá-las como referentes a um instrumento projetado para a
detecção e análise quantitativa dos minerais, utilizando o conceito de “ radiações
elópticas”. Para evitar eventuais contratempos, propositalmente, descreveu seu
equipamento como “ Um dispositivo eletrônico ajustável para detectar os elementos
químicos, usando-se em uma placa táctil para determinar as configurações”. Dessa
forma, Hieronymus manteve em segredo suas propriedades inerentes à área de
saúde.

Partindo do princípio de que cada substância emite uma radiação que lhe é própria,
ou seja, “ radiações elópticas”, Hieronymus desenvolveu uma máquina que se
propunha a captar especificamente essas radiações. A máquina de Hieronymus
tinha por objetivo determinar a natureza química de uma amostra, dando a
percentagem de cada elemento que estivesse presente nela. Na verdade, a função
exercida pela máquina de Hieronymus é bastante semelhante àquela exercida por
um analisador de espectro moderno.

O funcionamento básico de uma Máquina de Hieronymus

Analisando-se a patente da “Máquina de Hieronymus”, afim de melhor evidenciar


suas especificações, descobriu-se que ela segue um esquema básico, tal como
apresentado na figura que segue.

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Na figura acima, em “A”, tem-se um solenoide – algo semelhante a uma mola - que


vai captar da substância que for colocada em seu interior, os sinais das “ emanações
energéticas” ou das “radiações elópticas”, como se queira. A informação ou o sinal
obtido pelo solenoide será transferido para a zona “ B”, onde um prisma orientável
transformará essa “ energia” em sinais ou  vibrações óticas, melhor dizendo, em
frequências luminosas. Na saída do prisma em “ B”, o sinal é transmitido a um
amplificador a válvula - equipamento típico da época, como mostrado em “ C”,
visando aumentar a sua amplitude de 100 a 1000 vezes. Por fim, na saída da
máquina encontra-se um novo solenoide colocado debaixo de uma placa táctil,
como visto na zona “D”.

A operação da Máquina de Hieronymus

O operador coloca uma amostra do material a ser pesquisado em “ A” e depois


começa a friccionar, com seu dedo indicador ou polegar, a placa táctil em “ D”.
Simultaneamente, vai girando o prisma da zona “ B”, até que sinta uma excitação,
uma alteração na aderência, indicando a existência de um acordo para aquela
posição do prisma. Assim acontecendo ele anota o valor apontado na escala pelo
prisma. Obviamente, para que tudo dê certo, o operador terá que calibrar o
aparelho, procurando e anotando os valores apontados pelo prisma, que sejam
específicos para cada tipo de material. Dessa forma, para saber a composição de
cada substância, basta comparar os resultados dos ângulos obtidos na pesquisa,
com os obtidos na calibração do equipamento.
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Alguns autores destacam que Hieronymus batizou essa energia de elóptica, porque
sua informação era obtida pela combinação de vários suportes. Afinal, olhando-se
para o desenho acima, vê-se
vê- se que o sinal em “A
“ A” é de natureza eletromagnética,
eletromagnética, em
“B” de natureza ótica, em “C
“ C” elétrica e em “D
“ D” de natureza visco-táctil
visco-táctil ou químico-
magnética.

Os princípios construtivos de uma Máquina de Hieronymus

A leitura da patente de Hieronymus evidencia que não há uma rigidez na construção


da máquina, ou seja, que nenhum de seus elementos é crítico.
cr ítico. Por exemplo, em “ A”
o solenoide pode ter um número variado de espiras. Isso significa que ele pode ter
sete espiras, constituídas por um fio isolado de qualquer bitola e com cinco cm
diâmetro ou, então, a critério do construtor, 14 espiras
es piras enroladas
enroladas em torno de um
núcleo de material isolante com diâmetro de 2 cm, essa última dimensão pode ser
ajustada conforme o tamanho da amostra. Se for o caso o fio, aquele que sai do
solenoide da zona “A
“ A” para o prisma em “B
“B”, como mostrado na figura
f igura acima, pode
ser ligado diretamente na amostra da substância. Também, os exemplos dados para
a construção do solenoide não são críticos, desde que ele esteja no campo de
radiação da substância para que a finalidade da zona “ A”, que nesse caso é captar
as emanações, seja satisfeita.

Hieronymus explica que para a construção do elemento “B” a matéria do prisma é


importante, ou seja, ela influência nos resultados. Alerta que os ângulos que
identificam os materiais, apesar das várias dezenas que os separam, mostram-se
próximos. Afirma, ainda, no final da patente, que qualquer outro sistema ótico pode
ser utilizado e que a potência da zona de amplificação em “ C” depende do operador,
podendo seguramente ser ultrapassada. Por fim, diz que o detector táctil em “ D”
pode ser feito com um solenoide cilíndrico ou plano, em espiral ou ziguezague e
com todos os tipos de materiais, dependendo da sensibili
s ensibilidade
dade do operador.

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Desvendando os segredos da máquina radiônica de Hieronymus

O esquema que segue é muito mais complexo do que o “ diagrama básico”


apresentado anteriormente com a patente da Máquina radiônica de Hieronymus e,
mesmo não sendo um esquema eletrônico, serve para analisar a estrutura e os
elementos usados em sua constituição. Para melhor descrever o equipamento
Hieronymus o dividiu
dividiu em cinco
ci nco zonas, sendo elas a zona “ A” ou a área marcada com
o número 10,
10, “B
“B” com o número 16,16, “C
“C” com o número 70 e “D “D” com o número 72.
72.
Uma zona adicional é encontrada entre “ B” e “ C ”,
”, recebendo o número 40.40. Note-
se que não se mencionou anteriormente no “ Diagrama básico da máquina de
Hieronymus” a zona de número 40, 40, tendo-se em vista que ela é complementar a
zona “B
“B”.

Na zona “A“ A” da figura 1, se vê a substância marcada com o número 14  14  e um


solenoide com o número 12, 12, evidenciando que essa área destinava-se as
“captações energéticas” ou de “influências”. Na região “B “B” observa-se
observa-se um
“sintonizador ” que pode ser operado manualmente
manualmente para captar as radiações. Nessa
zona existem duas partes principais, sendo uma composta de dois condensadores
variáveis de números 22 e
22 e 24,
24, para calibrar o equipamento em função dos vários
componentes selecionados e, outra, um dispositivo de “ refração de raios”. O
dispositivo de “ refração”   é composto de um eletrodo com o número 32  32  que
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transfere sinais energéticos


energéticos - marcados em verde na figura abaixo, que passam por
um prisma constituído de vidro, quartzo ou material análogo, número 28,28, indo até
outro eletrodo ou terminal de número 38.
38.

Na figura 2 é mostrada a escala do dispositivo de “ refração” que recebe o número


31 e
31 e a graduação em uma superfície curvada com variação indicada no número 44, 44,
estando ambos os números contornados com um círculo azul. Na figura 3, a seguir,
é mostrado um gráfico com a correspondência entre os graus ou valores obtidos na
escala 31 
31  da figura 2 e o peso atômico da substância analisada, podendo esse
gráfico ser ampliado para indicar a relação e o peso atômico de todos os elementos
conhecidos. Assim pode ser feito, porque a variação entre o grau obtido na escala
31 e o peso atômico dos elementos se mostra diretamente
d iretamente proporcional,
proporcional, conforme
mostra o gráfico que segue.

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Ainda na figura 1 - a primeira delas, na zona “C” foi colocado um amplificador


isolado a montante e a jusante, pelos transformadores de números 58 e 74,
respectivamente. Esse era um método convencional usado com um amplificador a
válvulas, o que não é mais feito na eletrônica moderna.

Também na figura 1, o destaque fica para a área adicional encontrada entre “ B” e


“C”, com o número 40. Ela era constituída de uma caixa semelhante às utilizadas
pelo Dr. Albert Abrams,  décadas antes, em seu Reflexophone.  Essa zona era
montada com uma combinação de resistências variáveis de números 50, 52, 54 e
56, ou melhor, uma combinação de potenciômetros com valores decrescentes em
10 vezes. O primeiro potenciômetro tem um valor de 1000 Ko, o segundo 100 Ko, o
seguinte 10 Ko e o último 1 Ko (Ko = Kilo ohms). Deste modo, através da combinação
de quatro potenciômetros, era possível um fino ajuste entre zero e 1000. Esta área
adicional ajuda a determinar a proporção de um elemento específico em uma
amostra complexa.

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O Reflexophone de Abrams e a máquina radiônica de Hieronymus

Comparando-se a Máquina de Hieronymus mostrada nos esquemas anteriores e o


Reflexophone de Abrams, nota-se considerável semelhança entre esses dispositivos
radiônicos. Veja-se que Abrams e Hieronymus colocam em “ A” suas amostras, em
“B” reencontram-se propondo uma zona analisadora e em “ D”, ambos exigem um
teste táctil. As semelhanças continuam se compararmos a pele do abdômen de um
“sujeito”, funcionando para capturar radiações energéticas - como fez Abrams no
título “ As reações eletrônicas das doenças e seus diagnósticos”, do livro “Caminhos
e Segredos da Radiônica”- e uma superfície neutra sobre um solenoide, como usou
Hieronymus em sua máquina para captar a “ energia elóptica” . Dir-se-ia, também,
que o amplificador de Hieronymus mostrado na zona “ C” é equivalente à
amplificação obtida por uma pessoa saudável ou “ sujeito”, quando se trabalha com
o Reflexophone de Abrams.

Tal como aconteceu com Abrams, cinquenta anos antes, os feitos de Hieronymus
foram atacados pelo meio cientifico, porque o estudo da eletrônica da “ Máquina
de Hieronymus” não foi capaz de provar tecnicamente o funcionamento da placa
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táctil, elemento que depende da sensibilidade táctil de seu operador. Certamente,


nenhum dos cientistas se deu conta que a experimentação da máquina radiônica
de Hieronymus, provou que quase 80% de seus operadores obtêm um nítido reflexo
táctil em função da regulagem do pri sma, em “B”.

Cabe ressaltar que a ciência oficial tem se mostrado incapaz de explicar fenômenos
dessa natureza. Contudo, isso não impede que eles continuem se manifestando,
transformando fatos que se diziam “ impossíveis”, em verdades inquestionáveis.

A Psiônica e o mistério da Máquina simbólica de Hieronymus

Desde o título “ Hieronymus a energia elóptica e o cultivo de plantas no escuro” que


verdadeiros mistérios envolveram as experiências de Hieronymus, a tal ponto que
as possibilidades de sua máquina radiônica e do que ele chamou de energia
elóptica, passaram a ser avaliados em patamar semelhante aos da bomba atômica,
como sugerem os fatos que seguem.

“Há cerca de vinte anos, um californiano fez uma descoberta inacreditável,


sobretudo para os que se negavam a acreditar nela. Infelizmente, a descrença de
alguns manteve por muito tempo essa descoberta ignorada pelo Mundo. Mas uns
 poucos, retomando a ideia original, trabalharam-na a tal ponto que hoje ela é mais
importante para o Mundo do que a bomba atômica. Se esta última é uma arma
 para destruição da humanidade, aquela outra se destina ao prolongamento da vida
e a sujeição das doenças”.

Foi dessa forma, menos de um ano depois do lançamento das bombas atômicas em
Hiroshima e Nagasaki, que Thomas Galen Hieronymus rendeu seu tributo ao Dr.
Albert Abrams - médico americano que lançou as bases da radiônica. Isso aconteceu
no ano de 1946, quando Hieronymus foi convidado a falar de sua máquina radiônica
na estação de rádio WHAM, em Kansas City.

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O poder mortífero da máquina radiônica de Hieronymus

Em suas entrevistas e palestras, prudentemente, Hieronymus sempre evitou falar


do que ele achava ser o potencial mortífero da radiação que havia descoberto,
escondendo a verdade sobre a constituição e o funcionamento de sua máquina.
Esse fato ficou comprovado na experiência que fez na Fazenda Hershey, junto com
um representante da Ukaco Incorporated, cuja experiência pode ser vista no título
“Tratamento radiônico de plantações e as patentes de máquinas radiônicas”, do
livro “Caminhos e Segredos da Radiônica”.

Nessa experiência, Hieronymus escolheu três espigas de milho atacadas, cada uma
delas, por uma lagarta. Depois disso, tratou de proteger as espigas para que as
lagartas não fugissem delas e começou a tratá-las com sua máquina radiônica por
três dias, com aplicações regulares a cada dez minutos por hora. Decorrido esse
tempo, constatou que duas lagartas simplesmente tinham se desintegrado, mas
uma terceira havia se mostrado mais resistente e nada tinha sofrido. Então, tratou-
a por um período ininterrupto de 24 horas, quando viu essa última lagarta se
desintegrar como havia acontecido com as outras.

Esse fato deixou Hieronymus bastante abalado e impressionado. A tal ponto, que
só voltaria a falar de sua máquina radiônica, divulgando sua constituição e
funcionamento, quando pesquisadores sérios pudessem reavaliar as reais
possibilidades de seu equipamento. Muito contribuiu para isso, a carta que recebeu
do bacteriologista Otto Rahn, da Universidade de Cornell, que depois de examinar
os achados de Hieronymus, escreveu-lhe:
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“Essas radiações guardam os segredos da vida da mesma forma que guardam os da


morte. Nesse momento poucos conhecem as reais possibilidades e os fatos que
envolvem essa radiação. Então, é forçoso dizer que façam sigilo do seu
conhecimento, divulgando somente o necessário para as aplicações imediatas
destinadas a cura de doenças. Suas descobertas abrem grandes possibilidades,
 porque elas envolvem um poder semelhante ao da bomba atômica, podendo essas
radiações, tal como as da bomba atômica, serem usadas para o bem ou para o mal
da humanidade”.

John W. Campbell e a Psiônica

Por volta de 1950, os feitos das máquinas de Hieronymus


chamaram a atenção de John Wood Campbell Jr. (1910 -
1971), um importante editor da revista de ficção científica
“ Astounding Science Fiction”, posteriormente chamada de
“ Analog Science Fiction and Fact ”. Campbell, apesar de sua
fama de critico implacável de eventos e instrumentos
“bizarros”, resolveu abandonar seu ceticismo para
investigar e experimentar, pessoalmente, as
potencialidades de um “ quase instrumento eletrônico” – a
máquina radiônica de Hieronymus. Ele queria saber como
essa “máquina” podia analisar, por exemplo, os elementos
químicos que compunham uma amostra de minério, sem que para isso fosse
preciso usar qualquer química, análise espectroscópica ou outro método
tradicional. Afinal, que instrumento era esse? Como ele podia, também, analisar
substancias e influenciar organismos distantes, chegando ao ponto de exterminá-
los, como comprovaram muitas das experiências da Ukaco, etc.?

Para iniciar sua investigação, Campbell obteve cópias da patente da “ Máquina de


Hieronymus” e construiu seu próprio equipamento na oficina de sua casa, em Nova
Jersey. Depois disso, com o resultado de suas experiências, pôde constatar as
potencialidades e possibilidades do equipamento que testava, tornando-se um dos
grandes admiradores de Hieronymus. Assim, impressionado com suas próprias
descobertas e sendo detentor de forte prestígio e capacidade intelectual,
influenciou os milhares de leitores da revista “ Astounding”, fazendo com que
muitos o seguissem e se transformassem em especialistas na arte batizada de
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PSIÔNICA  em português e PSIONIC em inglês, palavra criada por ele e por E. E.


Smith, esse último outro grande escritor de ficção cientifica.

Na verdade, segundo vários autores, o termo “ psionics” é de origem norte-


americana e foi proposto em 1952, por Campbell para tratar do estudo, prática ou
habilidade psíquica que sugerisse o uso da mente. Essa expressão foi vinculada aos
fenômenos ditos paranormais, como é o caso telecinese, telepatia, etc. e se
originou da conjugação do termo “Psi ”, usado no trato da percepção extra-
sensorial, psicocinese, etc., e “ onics”  de “electr onics”. Então, a palavra PSIÔNICA
pode ser considerada sua equivalente em português para tratar de fenômenos de
natureza psíquica.

Máquina simbólica de Hieronymus  – Simbolic Hieronymus Machine

Um dos feitos mais impressionantes de Campbell e que gerou intenso debate na


comunidade radiônica, foi sua descoberta a respeito do funcionamento da máquina
de Hieronymus. É que Campbell, quando experimentava sua réplica, descobriu que
ela continuava funcionando, mesmo desconectada de sua fonte de energia. Não
satisfeito com essa descoberta deu mais um passo na direção do que considerou,
mais tarde, um fenômeno psiônico e desenhou um esquema da máquina de
Hieronymus sobre uma folha de papel usando tinta nanquim. Esse “ esquema” era
constituído de dois blocos conectados por fios reais, sendo um deles equivalente às
zonas A, B e C da figura 1 da patente de Hieronymus, mostrada abaixo e detalhada
em “Desvendando os segredos da máquina radiônica de Hieronymus”, e outro a
zona D. Ou seja, a parte maior representava o conjunto destinado à captação,
sintonia e ampliação das influências energéticas e a outra, chamada de placa táctil,
seria usada para fazer o “ acordo” com o operador.

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Para espanto de todos Campbell declarou que a “ Máquina simbólica de


Hieronymus”, ou melhor, o seu esquema desenhado em uma folha de papel
funcionou tão bem quanto a original e, sobre isso, escreveu para Hieronymus:

“Tenho um modelo analítico de sua máquina, simplificado e racionalizado para uma


versão final. Ele consiste, exclusivamente, de um diagrama do seu circuito, onde se
vê um símbolo de um prisma –   não de um prisma real - montado sobre um
mostrador da “National Velvet Vernier”, ou seja, um pequeno mostrador fei to de
cobre que aparece no plano frontal do painel. O diagrama do circuito foi desenhado
com tinta nanquim em uma folha de papel padrão que é fixada na parte traseira do
 painel; de tal forma que o prisma-símbolo gire no lugar que lhe foi destinado no
diagrama do circuito. A bobina em espiral é desenhada com tinta nanquim sobre
uma folha de papel, colado na parte traseira do painel, estando uma de suas
extremidades conectada por um fio de nylon ao símbolo de um condensador, que
 por sua vez está conectado com o símbolo do amplificador a válvula. A outra
extremidade do desenho da bobina está ligada ao símbolo do cátodo do
amplificador a válvula por um segundo fio de nylon retirado do kit de costura de
minha esposa. A máquina funciona muito bem, a consistência do desempenho é
excelente... Estamos trabalhando com magia e mágica não depende da matéria,
mas da forma, do padrão e não da substância”.

O diagrama do circuito da máquina de Hieronymus, desenhado a nanquim e citado


por Campbell, tem aparência bastante semelhante ao mostrado abaixo. Essa
proposta será mais bem explicada um pouco mais a frente.
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As supostas diferenças entre a radiônica e a psiônica

Em “Radiestesia Além do Pêndulo”  foi dito que a radiestesia é um “sentido”,


inerente aos seres humanos, que permite perceber as influências de quaisquer
energias e corpos, sejam eles animados ou inanimados. Então, com simplificação
semelhante, a radiônica  seria a capacidade inerente aos seres humanos de
transmitir e interpretar as vibrações ou influências, como queiram, usando
“equipamentos” desenvolvidos para esse fim. Agora, considerando -se que a
psiônica é uma atividade psíquica que faz uso da mente, dir-se-ia que a radiônica é
uma forma mais especifica dessa atividade psíquica, ou seja, uma atividade psíquica
que exige o uso de equipamentos eletroeletrônicos, mecânicos e afins.

Existe uma corrente de radionicistas que consideram os equipamentos chamados


de físicos de grande importância para suas práticas, por acreditarem que eles
liberam os praticantes do vínculo com o objetivo, ou seja, evitam o que chamam de
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“ feedback ” ou “retorno” vindo do objeto da operação. Ainda, segundo essa


corrente, isso evita o “retorno” para o operador dos males advindo de seus
pacientes, já que a radiônica estabelece um circuito entre as partes. Dizem que
depois que um “ assunto” é analisado e têm seus índices ou taxas fixadas na
máquina radiônica, a “ ligação psíquica” se desf az entre o operador e o assunto.

Nesse caso, mantendo-se o uso dos equipamentos físicos, o termo radiônica se vê


melhor empregado para tratar dessas operações, em especial, por estar mais bem
afinado com os primórdios de seu desenvolvimento por Abrams. Em outro sentido,
ou seja, quando a atividade psíquica se desenvolver com base em dispositivos
simbólicos o termo psiônica, parece melhor se ajustar a esse contexto.

Na prática, vão-se os equipamentos físicos, os simbólicos, etc., e ficam os feitos de


homens e mulheres que deixam florescer o esplendor de suas capacidades
psíquicas.

Propostas de construção da Máquina simbólica de Hieronymus

Proposta da Revista Make para construção da Máquina simbólica de


Hieronymus - Symbolic Hieronymus Machine

A “Máquina simbólica de Hieronymus”, uma descoberta de Campbell, tem sido


objeto de discussão e atenção de outros autores e publicações ao longo dos anos,
como é o caso da revista norte-americana “Make magazine ” que em sua edição de
março de 2007, apresentou ao público uma elaborada proposta para sua
construção, ilustrada por Charles Platt.

As figuras apresentadas na proposta or iginal, publicada pela revista “ Make”, foram


recortadas e adicionadas nesse texto para que se pudessem ver apenas os detalhes
da frente e do interior da “ máquina”, conforme figura que segue:

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Destaca-se que na vista frontal, da versão mostrada acima, não fica clara a
localização do “ pote do testemunho” – como em “A”, no diagrama básico de
Hieronymus, visto na figura abaixo. Além disso, o autor coloca a “ placa táctil ” no
lado esquerdo da caixa, o que não é comum. Esses fatos sugerem que o autor
desconhecia o assunto e a importância de uma área própria para colocação de
amostras ou de um “ pote do testemunho”, elemento que parece imprescindível
para o funcionamento das máquinas radiônicas. Isso não invalida a discussão dessa
proposta e os méritos do ilustrador, porque o Universo dos fenômenos psiônicos é
muito mais complexo do que a lógica racional que conhecemos.

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No artigo da “ Make” a “Máquina simbólica de Hieronymus”  é apresentada em


quatro desenhos, propondo uma forma de construção que divide o “ Diagrama
básico de Hieronymus”, mostrado acima, em duas partes, ou seja, separa -se a placa
táctil – como em “D” do resto do diagrama. Assim, o “ pote do testemunho” – como
em “A”, prisma – como em “B” e o amplificador – como em “C”, ficam isolados em
uma estrutura própria que é conectada ao “ pote do testemunho” por dois pedaços
de linhas de costura ou quaisquer outros tipos de fios.

Detalhes adicionais sobre o “ Diagrama básico da máquina de Hieronymus” podem


ser vistos no título “Os segredos da energia elóptica e a máquina radiônica de
Hieronymus”.

Para ver a integra da proposta da “ Make magazine”, visite o link que segue:
http://www.make-digital.com/make/vol09/?pg=4#pg60

Proposta de Joseph Max para construção da Máquina simbólica de Hieronymus -


Symbolic Hieronymus Machine

Caminho semelhante ao da revista “ Make” seguiu Joseph Max, quando redesenhou


o esquema de Campbell e publicou em 2010 um artigo no site “ Aetheric Arts”, com
o título “Symbolic Hieronymus Machine ”, contendo instruções para construção e
operação de uma “Máquina simbólica de Hieronymus”. Max vem se destacando por
reconstruir máquinas radiônicas tradicionais, divulgando seus planos e imagens na
Internet.

Como pode ser visto na imagem que segue a proposta de Joseph Max menciona por
escrito e no próprio “ esquema” os principais compartimentos da máquina, mas não
considera a utilização de um prisma ou de sua forma  – como em “C”, no diagrama
básico de Hieronymus, acima. Em seu lugar é colocado um círculo com uma seta
apontando para os números indicados na graduação colocada dentro do
compartimento analisador - semelhante a “B”, na figura acima.

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Para ver a proposta da “ Joseph Max ”, visite o link que segue:


http://josephmax.wordpress.com/2010/12/10/symbolic-hieronymus-machine/

Máquina simbólica de Hieronymus em forma de tatuagem

Tal como aconteceu com Hieronymus os feitos de Campbell tomaram proporções


inusitadas, a tal ponto que recentemente foi publicado no site “THE M.O.P.
RADIONIC WORKSHOP” um artigo de autoria de “ Mark ”, apresentando a imagem
de uma pessoa que tinha em seu braço esquerdo a tatuagem de uma “ Máquina
simbólica de Hieronymus”, tal como mostrado na imagem que segue:

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Sobre essa tatuagem, disse Mark:

“Quando em uma rua este cotovelo tatuado passou por mim, no Verão passado,
 parei seu proprietário e pedi-lhe para tirar uma fotografia. O homem muito
simpático disse que eu era uma das poucas pessoas que tinha identificado a imagem
como um dispositivo Hieronymus, ... e disse-me que usava regularmente sua
máquina pessoal de desejos. Então, que diabos são esses Dispositivos Hieronymus?” 

Para ver o texto original sobre essa “tatuagem”, publicado no site “ THE M.O.P.
RADIONIC WORKSHOP ”, visite o link que segue:
http://radionicworkshop.co.uk/the-hieronymous-machine/

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Faça você mesmo uma Máquina radiônica simbólica de Hieronymus

Seguindo trajetória semelhante à de Joseph Max, Revista Make, Charles Cosimano


e tantos outros autores envolvidos com os fenômenos de natureza psíquica ou
psiônicos - como queiram, as instruções que seguem mostram uma proposta de
eficiência comprovada e bastante simples para a construção de uma “ Máquina
simbólica de Hieronymus”. A ideia é oferecer ao leitor instruções básicas para
construir sua própria “máquina simbólica”, fazendo com ela o que fez seu
descobridor, o prestigiado editor da revista “ Astounding”, John W. Campbell, como
se viu anteriormente em “ A Psiônica e o mistério da Máquina simbólica de
Hieronymus”.

Na verdade, por tudo que se falou até aqui sobre os feitos de Hieronymus e seus
seguidores, chegou a hora de o leitor descobrir se é detentor de potenciais
psíquicos, que lhe permitam comprovar os fatos que levaram Campbell a se tornar
um dos grandes admiradores de Hieronymus, ao ponto de arriscar sua reputação e
prestígio, quando tornou públicas suas impressões sobre a estranha “ máquina
simbólica” que desenvolveu:

“ A máquina funciona muito bem, a consistência do desempenho é excelente...


Estamos trabalhando com magia e mágica não depende da matéria, mas da
 forma, do padrão e não da substância”.

Entenda-se o termo “magia”, visto nas declarações de Campbell, como uma simples
manipulação de potenciais psíquicos, sem quaisquer ligações a contextos
sobrenaturais.

Esquema da Máquina simbólica de Hieronymus - adaptado por Angelus Dapaz

Nesse trabalho, pretendeu-se elaborar uma versão da “ Máquina simbólica de


Hieronymus”, cujos ajustes e a apresentação  fossem além dos mostrados por
Charles Cosimano e Joseph Max, sem chegar ao grau de complexidade construtiva
proposta pela Revista Make, conforme visto anteriormente. O esquema que segue
serviu de base para a proposta que será apresentada nesse texto, e teve sua autoria
atribuída a Campbell. Além disso, é importante dizer que esse esquema é de
domínio público e foi apresentado no título “ A Psiônica e o mistério da Máquina
simbólica de Hieronymus”.

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A “Máquina simbólica de Hieronymus”, mostrada acima, teve seu desenho


aprimorado e foi idealizada para que na área do “ sintonizador ” ou “analisador ”,
indicada pelo texto em vermelho na imagem abaixo, fosse colocada uma peça
triangular para representar um “ prisma triangular ”. O esquema que segue foi
adaptado por Angelus Dapaz e deve ser colado sobre um suporte rígido, que pode
ser papelão duro do tipo Eucatex ou compensado de madeira, chapa acrílica, etc.

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Materiais necessários à construção da Máquina simbólica de Hieronymus -


Symbolic Hieronymus Machine

Os materiais usados na construção da “Máquina simbólica de Hieronymus”  são


mostrados na figura que segue e suas especificações são feitas com base nas
indicações das letras do alfabeto de “ A” até “G”.

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Descrição dos materiais necessários à construção

A - 1 pedaço de “ plástico adesivo” ou material do tipo “ Con-Tact ” transparente, com


dimensões apropriadas para plastificar a frente do esquema impresso em tamanho
A-4 (21 x 29,7 cm);

B - 1 folha de papel do tipo vergé, linho ou equivalente para impressão, tamanho
A-4 (21 x 29,7 cm), com gramatura por volta de 180 g/m². Essa gramatura torna o
papel mais espesso, evitando que a tinta usada na impressão seja afetada pela
umidade da cola que entrará em contato com o verso da folha, quando da sua
fixação no suporte. Papel fotográfico com dimensões semelhantes, também, pode
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ser usado para esse fim;

C - 1 pedaço de papel vergé, linho ou equivalente, com gramatura por volta de 180
g/m² e dimensões necessárias à impressão do triângulo representativo do “ prisma
triangular ”. Essa peça foi desenhada em uma tira com quatro unidades para repor
eventuais perdas;

D – 1 pedaço de papelão duro do tipo Eucatex ou compensado de madeira, chapa


acrílica, etc., com espessura entre dois e seis milímetros e tamanho suficiente para
servir de suporte ao triângulo representativo do “ prisma triangular ”;

E – 1 arruela pequena para ser usada entre o triângulo representativo do “ prisma
triangular ” e o esquema;

F – 1 parafuso pequeno para fixar o triângulo representativo do “ prisma triangular ”


no suporte do esquema;

G – 1 pedaço de papelão duro do tipo Eucatex ou compensado de madeira, chapa


acrílica, etc., em tamanho A-4 (21 x 29,7 cm), para servir de suporte a folha impressa
do esquema;

H  –  Um pouco de cola de madeira do tipo adesivo PVA, semelhante à cola


“Cascorez”, ou similar para fixar o esquema no suporte.

Equipamentos necessários à construção da Máquina simbólica de Hieronymus -


Symbolic Hieronymus Machine

-  Impressora jato de tinta ou outra, para impressão do esquema e da tira dos


prismas;

- Régua ou esquadrado;

- Estilete para cortar as sobras do “ adesivo transparente”, etc.

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Roteiro para construção de uma Máquina simbólica de Hieronymus - Symbolic


Hieronymus Machine

1 - Primeiramente, imprimem-se os desenhos do “ esquema da máquina” e dos


quatro “ prismas triangulares”, utilizando-se os modelos disponibilizados para
DOWNLOAD GRATUITO, que podem ser obtidos clicando ou visitando os links que
seguem:

- Dropbox
https://www.dropbox.com/s/ska8kw89fzrccjq/Como%20fazer%20uma%20M%C3
%A1quina%20simb%C3%B3lica%20Hieronymus.pdf 

- 4Shared
http://www.4shared.com/office/4t_J1sLp/Mquina_simblica_Hieronymus_-
 _C.html

- Scribd
http://pt.scribd.com/doc/107509911/Como-fazer-uma-Maquina-simbolica-
Hieronymus

2 - Depois de impressos o “ esquema da máquina” e os quatro “ prismas


triangulares”, se pega o “ plástico adesivo” ou “Con-Tact ” transparente para
plastificar as frentes da folha do esquema e da tira dos “ prismas triangulares”;

3 - Nesse ponto, preparam-se os suportes para receber o esquema e o “ prisma


triangular ”, cortando-se pedaços de papelão duro ou compensado de madeira,
chapa acrílica ou etc. O suporte para o “ esquema da máquina” deve ter a mesma
dimensão da folha impressa, exatos 21 cm x 29,7 cm. Já o suporte para o “  prisma
triangular ” deve ter medida um pouco maior do que a “ tira dos prismas
triangulares”, para que seu contorno seja ajustado com o corte do estilete, depois
da colagem do desenho;

4 -  Aplica-se cola no suporte de tamanho A-4 e sobre ele cola-se o esquema


plastificado. Repete-se essa operação com o suporte menor e sobre ele cola-se a
“tira dos prismas triangulares”;

5 -  Corta-se com um estilete o contorno do triangulo que representa o “ prisma


triangular ” e faz-se em seu centro um furo, para que um parafuso pequeno possa
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lhe transpassar. Isso é feito para que o “ prisma triangular ” tenha aparência
semelhante àquela do detalhe da imagem que segue;

6 - Fura-se o ponto do esquema onde fica o analisador, local onde será afixado o
parafuso do “ prisma triangular ”;

7 - Coloca-se uma arruela entre o triângulo e o esquema para diminuir o atrito entre
eles. Fixa-se o “ prisma triangular ” recortado e furado, como dito anteriormente, no
esquema.

Assim feito, a “ Máquina simbólica de Hieronymus”, desenvolvida pelo leitor, deve


ter aparência semelhante àquela apresentada na imagem que segue:

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Como usar uma Máquina simbólica de Hieronymus adaptada por Angelus Dapaz

Experiências realizadas com a “Máquina simbólica de Hieronymus”, adaptada por


Angelus da Dapaz e construída conforme descrito anteriormente, mostraram que
ela funciona de forma semelhante a outros equipamentos radiônicos. Sua operação
não exige maiores formalidades e os índices são obtidos colocando- se o “objeto”
ou seu testemunho no “ pote do testemunho”, ou seja, naquele  círculo do lado
esquerdo onde se vê uma espiral circular. Assim feito, gira-se o “ prisma triangular ”
até que se perceba no dedo que fricciona a placa táctil - o retângulo que fica no lado
direito com uma espiral quadrada, uma aderência ou algo semelhante ao aumento
da pressão do dedo sobre a placa.

Geralmente, usa-se o dedo polegar ou indicador para friccionar a placa táctil, sendo
que nesse caso a placa deve conter uma pequena quantidade de talco para facilitar
a fricção. Os radiestesistas podem substituir o uso do dedo pelo pêndulo e tão logo
ele gire positivamente sobre a placa táctil, tem- se o índice onde se dá o “ acordo” ,
 justo no extremo em negrito do triângulo que representa o “ prisma triangular ”.

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Para facilitar o entendimento da operação da “ Máquina simbólica de Hieronymus”,


adaptada por Angelus da Dapaz, descreve-se abaixo a sequência dos procedimentos
necessários ao seu funcionamento, levando-se em conta a experiência de outros
operadores.

1 – Antes de tudo é preciso que o operador da “Máquina simbólica de Hieronymus”


conquiste a condição de “ relaxado”. Para isso, a título de sugestão, deve o operador
sentar-se em uma cadeira confortável diante de uma mesa e pensar em seus pés,
sempre os imaginando totalmente relaxados. Depois, o operador deve adotar
procedimento semelhante para as pernas, joelhos, coxas, abdômen, tórax, costas,
pescoço, braços, até que se chegue ao relaxamento do próprio cérebro. Esses
procedimentos exigirão cerca de cinco minutos e devem ser desenvolvidos em local
silencioso, sem a presença de terceiros. O operador, estando “ relaxado”, encontra
mais facilidade para deslocar sua atenção para o “ sujeito” da pesquisa. Essa
sugestão não impede que os operadores adotem outras práticas de relaxamento e
concentração, desde que elas os levem a condição de “ concentrados” nos “sujeitos” 
de suas pesquisas, antes da operação do dispositivo;

2 – É sugerido por alguns autores que a “Máquina simbólica de Hieronymus”, antes
de ser usada, seja colocada ao sol ou que seja passado um imã sobre ela, durante
pelo menos dez segundos. Contudo, experiências mostraram que ela analisa
materiais sem que quaisquer umas dessas providências sejam adotadas;

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3  – Opcionalmente, sugerem outros autores que se coloque um elemento


acumulador de energia na região onde é mostrado o símbolo de uma bateria. Esse
elemento pode ser um cristal de quartzo, como na figura abaixo ou, ainda, um
talismã, bateria de computador, pilha pequena ou de relógio, etc. Também, como
aconteceu anteriormente, a máquina simbólica funcionou sem que fosse usado
esse elemento acumulador;

4  – Resolvida a etapa da preparação da máquina, coloca- se o “ prisma triangular ”


na posição zero e a amostra ou o testemunho do “ sujeito” sobre o círculo esquerdo,
onde se vê uma espiral circular. O testemunho do “ sujeito”, que pode ser uma
pessoa, animal, planta, etc., deve ser algo que o represente, como é o caso de uma
foto, pedaço de unha, cabelo, nome escrito em um pedaço de papel, etc.;

5  – Agora, com a amostra ou o testemunho do “ sujeito” colocado sobre o círculo


esquerdo e a máquina zerada, coloca-se o dedo polegar ou pêndulo sobre a placa
táctil e gira-se o “ prisma triangular ”. O giro do “ prisma triangular ” deve ser feito
até que se observe um “ acordo”. Esse “acordo” se manifesta pelo surgimento de
uma rotação positiva do pêndulo ou uma aderência do dedo quando friccionando
a placa táctil;

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6 – Aqueles que não obtiverem sucesso na operação do dispositivo devem refazer


o processo descrito acima, voltando o “ prisma triangular ” para a posição zero e
girando-o novamente até a posição de número 100. O foco ou a concentração no
“sujeito” da pesquisa é muito importante para a obtenção do índice procurado;

7 – Obtido o índice da amostra ou do testemunho do “ sujeito”, anota-se o resultado


em um caderno para que se tenha um registro da operação;

Exemplo prático de operação da Máquina simbólica de Hieronymus - adaptada


por Angelus Dapaz

São muitas as funcionalidades de uma “Máquina simbólica de Hieronymus”, que


pode ser usada para identificar a composição de substâncias, tratamentos
energéticos de plantas, animais, etc.

Por exemplo, usando-se a “máquina simbólica” podem-se descobrir os índices de


uma porção de sal, ouro, prata, etc., e com eles verificar se outras substâncias
contem em sua composição esses materiais. Para isso, tratando-se do sal, depois
de observada a forma de operação do dispositivo, mostrada anteriormente e na
figura acima, coloca-se sobre o círculo superior esquerdo uma pequena porção de
sal de cozinha e se descobre seu índice. Assim feito, tira-se o sal do “ pote do
testemunho” e com seu índice testa-se a existência desse material em outras
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substâncias. Esse teste pode ser feito, por exemplo, colocando- se no “ pote do
testemunho” um copinho contendo água de poço e marcando -se com o “ prisma
triangular ” o índice do sal. Se houver sal misturado à água de poço haverá um
“acordo” na placa táctil, melhor dizendo, se o operador estiver friccionando seu
dedo nela, ele sentirá uma aderência na placa e se estiver usando seu pêndulo ele
girará positivamente sobre essa mesma placa.

Dessa forma, basta que se construa um registro de “ substâncias” para que com ele
seja possível conhecer a composição de qualquer combinação de materiais,
adotando o procedimento descrito acima.

Funcionamento da Máquina simbólica de Hieronymus - adaptada por Angelus


Dapaz

Experiências iniciais mostraram ligeiras discrepâncias entre os índices obtidos


através da fricção e do uso do pêndulo sobre a placa táctil. Essa discrepância variou
em torno de dois números como aconteceu, por exemplo, com uma determinada
estatueta cujo índice era 72 para fricção do dedo e 69 para o uso do pêndulo. Isso
pode ter acontecido, nesse caso, porque o operador tinha mais experiência no uso
do pêndulo e, por conta disso, tinha sua sensibilidade aumentada no uso desse
instrumento. Note-se que o índice obtido com reflexo do dedo friccionando a placa
táctil foi maior do que o obtido com o pêndulo, evidenciando uma resposta mais
rápida para a operação do pêndulo. Isso pode ser corrigido, se for o caso, girando-
se mais lentamente o prisma e adotando-se algumas providências que podem
aumentar a potência da “Máquina simbólica de Hieronymus”, como é o caso da
exposição da máquina ao sol e o uso de um acumulador de energia na região onde
é mostrado o símbolo de uma bateria, como na figura acima.

Hipótese explicativa para o funcionamento da Máquina simbólica de Hieronymus


- Simbolic Hieronymus Machine

John W. Campbell quando desenvolveu, ou melhor, descobriu a “Máquina


simbólica de Hieronymus”  deu um passo importante para o entendimento das
potencialidades psíquicas dos “ humanos”, nesse contexto tratadas como
fenômenos psiônicos. Assim se deu, porque sua “ descoberta” nos remeteu a uma
reflexão importante sobre o “ poder ” que emana da manipulação de alguns recursos
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materiais, ao ponto de despertar ou desenvolver nos seres humanos suas


potencialidades, que se diria de “ natureza imaterial ” ou psíquica.

Estimulando-se essa reflexão, repete-se o questionamento:

Como Campbell e outros radionicistas obtiveram resultados positivos usando a


“Máquina radiônica de Hieronymus”, utilizando apenas o seu desenho em uma
folha de papel, como se mostrou nesse contexto?

Os pintores quando combinam suas cores, traços e formas, engendram


mecanismos que são capazes de literalmente falar a “ alma” de seus espectadores.
Note-se que o impacto de suas obras, transcende em muito a lógica geométrica de
seus traços, figuras, etc., trazendo embutido nessas combinações uma mensagem
que foge ao contexto material.

Então vejamos: - não foi assim com Picasso e com tantos outros gênios da pintura?
O que seria deles se a dimensão física não lhes tivesse emprestado os recursos
materiais necessários ao desenvolvimento de suas potencialidades?

Van Gogh, Claude Monet e tantos outros, sem suas telas e pinceis não seriam
referências para arte e para o movimento artístico conhecido como
“Impressionismo”. Sebastian Bach e tantos outros gênios da música, sem seus
instrumentos e habilidades para combinar notas musicais não teriam enlevado a
“alma” de seus apreciadores.

Para os que têm dúvidas sobre a fonte que inspira essas “ potencialidades”, propõe-
se um experimento!

Olhe para sua mão direita, por exemplo.


Se você consegue enxergá-la, vendo-a com nitidez é porque definitivamente você
não é a sua mão direita!

Você é “algo”, uma “energia”, “consciência”, etc., que vê uma mão. Então, quem
é você?

O entendimento dessas questões pode ser vislumbrado, considerando-se que os


humanos por viverem em uma dimensão física, para atuar nela, precisam se utilizar
de recursos materiais para estimular e desenvolver seus potenciais, porque a
“energia” que os rege e a que manipulam não   é de natureza material, como
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mostrado no experimento sugerido acima. Abrams, Hieronymus, Campbell e tantos


outros, se mostraram mestres na manipulação daquilo que em síntese seria uma
forma de “energia psíquica”, quando buscaram em suas máquinas, esquemas ,
gráficos, etc., os meios para estimular seus “ potenciais energéticos”. Essa é uma
“lógica” que se aplica a todos os praticantes da radiestesia, radiônica, psiônica e
afins.

Mais especificamente, se beneficiam dessa hipótese os praticantes da radiônica e


psiônica, porque se utilizam de recursos físicos, para estimular e desenvolver suas
potencialidades psíquicas, como é o caso do uso dos equipamentos
eletromecânicos para os radionicistas e das máquinas simbólicas, etc., para os
psiônicos.

Faça você mesmo uma Máquina radiônica simples ou um sintonizador mental


por Angelus Dapaz

Os psiônicos - ou aqueles que têm habilidades psíquicas que sugerem a


manipulação de recursos mentais, tiveram suas práticas contempladas com manual
completo para construção de um dispositivo psiônico, conforme foi mostrado no
título “Faça você mesmo uma Máquina radiônica simbólica de Hieronymus” . Agora,
seguindo trajetória semelhante, serão contemplados os radionicistas - usuários que
se afinam com a utilização de equipamentos eletromecânicos ou, melhor dizendo,
com dispositivos tridimensionais. Isso será feito, apresentando-se a seguir um
tutorial completo tratando de todas as etapas de construção de uma máquina
radiônica, que a princípio se chamaria “ sintonizador mental –  SM1”.

Na verdade, o instrumento cuja construção será tratada nesse texto, pode ser
chamado de “ máquina dos sonhos”, “máquina dos desejos”, etc., mas em realidade
ele não passa de uma “ Máquina radiônica simples desenvolvida por Angelus
Dapaz” . Com essa iniciativa, o autor pretendeu oferecer aqueles que não podem
adquirir um equipamento sofisticado, a oportunidade de construir uma “Máquina
radiônica simples”   e de baixíssimo custo, bastando apenas que tenham alguma
habilidade para bricolagem.

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A “ Máquina radiônica simples SM1” , apresentada a seguir, não segue a lógica da


eletrônica convencional e recebeu inspiração de outros radionicistas e amantes da
prática radiônica, como é o caso de Albert Abrams, Thomas G. Hieronymus, Charles
Cosimano, Jon Logan, Joseph Max, Sorynzar e outros. A sua maneira, cada um deles
estimulou a prática radiônica e viabilizou a elaboração desse tutorial, quando em
um gesto de renúncia tornaram públicas suas ideias, esquemas e conceitos. Sendo
assim, que os créditos desse feito, se isso tiver alguma importância, seja
compartilhado com todos eles, inclusive com os que não foram citados nesse texto.

O princípio de funcionamento da máquina radiônica simples por Angelus Dapaz

A “Máquina radiônica simples - SM1” foi concebida para que seu fluxo energético
se desse no sentido horário, e para que funcionasse sem a necessidade de uma
fonte de alimentação. Sem essa última, seus operadores não estão expostos aos
riscos de choque elétricos e não precisam observar as recomendações de
segurança, inerentes a manipulação de equipamentos com alimentação elétrica.

Como mostrado no desenho acima, o funcionamento da “Máquina radiônica


simples - SM1”  se baseia no pressuposto de que uma amostra colocada no “pote de
entrada”   - à esquerda, libera suas radiações energéticas no sentido horário,
passando pelo “núcleo analisador e potencializador” , no sentido da esquerda para
direita, conforme mostram as setas vermelhas e, assim, sucessivamente, segue até
chegar à “placa táctil”. Na “placa táctil”, a “energia” liberada pelo testemunho
colocado no “pote de entrada” , pode ser detectada pela alteração da aderência do
dedo que a fricciona ou pelo movimento positivo de um pêndulo colocado sobre
ela. Seguindo sua trajetória o fluxo energético prossegue até o “pote de saída”  e,
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depois disso, retorna ao “pote de entrada” , respeitando o sentido horário e a


indicação das setas vermelhas. Assim, o fluxo energético prossegue
ininterruptamente, até que a operação de “Máquina”   seja interrompida pelo
desligamento do interruptor de corrente. Tanto o pote de entrada como o de saída,
podem ser substituídos pelo uso de cabos ligados as suas respectivas tomadas para
conectores do tipo P2, que podem ser ligadas diretamente ao “ objeto” da
“emissão”  ou do “destino” , como se pode ver nas laterais extremas da esquerda e
direita, na figura acima.

Esquema de uma máquina radiônica simples por Angelus Dapaz

Materializando-se o “ princípio de funcionamento” exposto acima, a construção de


uma “Máquina radiônica simples” , obteve-se um resultado final bastante
satisfatório, no que diz respeito à aparência e eficiência do dispositivo em questão,
como pode ser visto na imagem que segue.

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A “Máquina radiônica simples” , mostrada acima, foi idealizada para que os três
potenciômetros existentes no “núcleo analisador e potencializador” , pudessem ser
sintonizados com um número quase infinito de “ índices”, considerando que as
marcações de seus mostradores variam de 0 a 100, o que oferece uma quantidade
de combinações numéricas na ordem de 3^100 (três elevados a potência 100). Essa
providencia, destacando-se o número reduzido de potenciômetros, pretendeu
oferecer mais conforto na operação da “ Máquina”, tendo em vista que um número
elevado de potenciômetros exige mais tempo de atenção e, por conseguinte,
esforço de seus operadores.

O esquema que segue mostra a forma como deve ser montada a “Máquina
radiônica simples” , desenvolvida por Angelus Dapaz.

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Materiais necessários à construção de uma Máquina Radiônica Simples


adaptada por Angelus Dapaz

Os materiais usados na construção da “Máquina radiônica simples - SM1", são


mostrados na figura que segue e suas especificações são feitas com base nas
indicações das letras do alfabeto de “ A” até “H”. Para os materiais listados da letra
“I” a “M”, tendo em vista a simplicidade de suas especificações, não se fez
necessário o uso de imagens para ilustrá-los.

Descrição dos materiais necessários à construção

A -  Uma caixa em MDF cru, geralmente encontrada em lojas de produtos para


artesanato, com corpo medindo 5 cm de altura e 18 cm de lados (5 x 18 x 18 cm);
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B1 e B2 – Dois tampões ou CAPS de PVC soldável, com 40 milímetros de diâmetro.


As conexões hidráulicas do tipo tampões ou CAPS podem ser de PVC, latão ou cobre
e costumam ser vendidas em lojas de materiais de construção, etc.;

C -  Um interruptor de corrente do tipo liga e desliga, encontrado em lojas de


materiais eletrônicos;

D - Um pedaço de plástico rígido, podendo ser de acrílico, PVC rígido ou expandido,


PS (poliestireno), etc., medindo 5 x 5 cm. Para confecção da “ placa táctil ” pode-se
usar o fundo de um pote de plástico ou algo semelhante, que permita o recorte com
a medida desejada;

E1, E2 e E3  –  Três potenciômetros com resistência 10k. Podem ser usados
potenciômetros com outras resistências, desde que o seu valor seja o mesmo para
todas as peças;

F1 e F2  – Duas pontas do tipo “ laser ” de cristais de quartzo branco ou translúcido,


medindo 6 ou 7 centímetros. Na imagem acima, as pontas dos cristais não são do
tipo “laser” , mas isso não impede que eles sejam utilizados nesse projeto;

G  – Uma espiral feita com cabinho de cobre e com diâmetro máximo de 4


centímetros;

H – Duas tomadas para conectores do tipo P2 estéreo;

I  – Dois ou três metros de fio de cobre esmaltado fino para confecção das duas
bobinas com núcleo de quartzo branco ou translúcido. Esse material tem preço
irrisório, podendo ser achado em peças velhas, como é o caso das bobinas de
motores de brinquedos, ventiladores, bombas de água, etc.;

J – Quatro parafusos pequenos para fixação da tampa da caixa;

K – cinquenta centímetros de fio de cobre com bitola AWG 12 ou 2,5 milímetros;

L  –  Um pouco de cola de madeira do tipo adesivo PVA, semelhante à cola


“Cascorez”, ou similar para fixar o esquema no suporte;

M  – Tinta preta do tipo Guache ou qualquer outra produzida com materiais,


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preferencialmente, atóxicos.

Equipamentos necessários à construção da Máquina Radiônica Simples adaptada


por Angelus Dapaz

- Furadeira;

- Brocas para madeira com diâmetros apropriados para os furos de fixação do


interruptor de corrente, potenciômetros e conectores P2;

- Broca do tipo “ serra copo para madeira” , com diâmetros apropriados para os furos
de fixação dos potes (CAPS);

- Réguas ou esquadrados, lápis, etc.;

- Arco de serra, estilete.

Roteiro para à construção de uma Máquina Radiônica Simples adaptada por


Angelus Dapaz

Esse roteiro será dividido em seis partes, ou seja, trataremos separadamente da


preparação da caixa, potes de entrada e saída, placa táctil, bobinas com núcleo de
cristal, mostradores dos potenciômetros e do interruptor de corrente. Por fim,
trataremos da montagem final da “ Máquina radiônica simples –  MV1”.

A – Preparação da caixa

A caixa da “ Máquina radiônica” pode ser construída a partir de outra caixa em MDF
cru, sendo que essa última quando aberta deve medir algo em torno de 5 cm de
altura e 18 cm de lados (5 x 18 x 18 cm), conforme se vê na figura abaixo. Essas
caixas, geralmente, são encontradas em lojas de produtos para artesanato,
papelarias, armarinhos, etc.

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A.1  – Inicialmente, usando-se a parte com nome “caixa em MDF cru aberta” ,
mostrada na figura acima, marcam-se os pontos onde será feita a furação para
fixação dos potes de entrada, saída, interruptor de corrente e potenciômetros. Isso
pode ser feito, usando-se o “Gabarito para furação” rebatido que está sendo
disponibilizado para DOWNLOAD GRATUITO, clicando ou visitando os links que
seguem:

- Dropbox
https://dl.dropbox.com/u/109071051/M%C3%A1quina%20radi%C3%B4nica%20S
M1%20-%20Gabarito%20para%20fura%C3%A7%C3%A3o.pdf 

- 4Shared
http://www.4shared.com/office/Iy2p4-rk/Mquina_radinica_SM1_-_Gabarito.html

- Scribd
www.scribd.com/doc/110017496/Maquina-radionica-SM1-Gabarito-para-furacao

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A.2  – Depois de feita na parte interna da caixa a marcação com o gabarito acima,
fura-se o seu fundo usando brocas para madeira com o diâmetro apropriado para
o interruptor de corrente, tomadas para conectores do tipo P2 e potenciômetros;

A.3  – Para concluir a etapa de furação basta com uma broca do tipo “serra copo
 para madeir a” , efetuar os furos para os potes de entrada e saída. Depois de
concluída a furação a caixa deve ficar semelhante ao mostrado na figura que segue.

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Note-se que os furos pequenos que aparecem no fundo da caixa, na imagem acima,
são destinados à fixação das tomadas para conectores do tipo P2 e devem ser
alinhados com os centros de seus respectivos potes. Nesse dispositivo os potes de
entrada a esquerda e saída à direita, tem suas equivalentes tomadas para
conectores P2, ou seja, podem-se usar cabinhos do tipo P2 para conexão com o
testemunho do “ sujeito” e ao “objetivo”.

A.4  – As laterais da tampa original da caixa em MDF cru devem ser descoladas e
depois cortadas para que com elas se façam os “ Suportes da tampa”  e o “ Fixador
da bobina” da caixa da “ Máquina radiônica”, como indicado na imagem que segue.
Isso é feito, usando-se as tiras laterais retiradas da tampa original e colando-as
como se fossem sanduiches de três camadas, visando a construção de pequenos
“Suportes ”, com dimensões em torno de 3 x 1,5 cm. Esses “ Suportes ” devem ser
colocados nos quatro cantos da caixa, visando à fixação da tampa da “ Máquina
radiônica”.

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Tratamento semelhante ao que foi dado aos “ Suportes da tampa” , deve ser dado
ao “Fixador da bobina” que nesse caso deve medir cerca de 5 x 1,5 cm. Sua fixação
deve ser feita no meio da caixa, com cola de madeira do tipo adesivo PVA. Esse
fixador serve para acomodar as duas bobinas com núcleo de cristal de quartzo
branco ou translúcido;

A.5  – A tampa traseira da caixa da “ Máquina radiônica” deve ser feita da parte
principal da tampa da caixa em MDF cru. Essa peça depois de pronta terá aspecto
semelhante ao da foto que segue.

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A.6  – Nesse estágio a caixa da “ Máquina radiônica” deve ser pintada com tinta
preta, que pode ser do tipo Guache ou qualquer outra produzida com materiais,
preferencialmente, atóxicos. Caso se queira que sua aparência final fique brilhosa,
semelhante àquela mostrada no início desse tutorial, basta passar sobre ela cera
incolor e, depois disso, escová-la.

B – Preparação dos potes de entrada e saída

Os potes de entrada e de saída são construídos usando-se dois tampões ou CAPS


de PVC soldável, com 40 milímetros de diâmetro e mais quatro pedaços de fios de
cobre com bitola AWG 12 ou 2,5 milímetros. Os CAPS ou tampões são conexões
hidráulicas e podem ser de PVC, latão ou cobre. Quanto ao fio de cobre seu
diâmetro não é crítico, podendo sofrer alguma variação, desde que sua
apresentação seja semelhante ao mostrado na imagem abaixo.

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B.1  – Cortam-se quatro pedaços de fio de cobre e achatasse uma de suas pontas,
com um martelo;

B.2 – Depois de achatados e dobrados os fios de cobre devem ser fixados no fundo
dos CAPS ou tampões de PVC, usando-se cola rápida do tipo “ Super Bonder ”. No
PVC esse tipo de cola costuma produzir um excelente resultado, produzindo algo
semelhante a uma “ soldagem”, tal como visto na imagem acima;

B.3 – Para garantir uma maior fixação das hastes de cobre sobre o fundo dos CAPS,
colou-se sobre elas um pequeno pedaço de PVC com c ola rápida do tipo “ Super
Bonder ”, como pode ser visto na parte final desse roteiro, nas imagens do parágrafo
de nome “Montagem final da Máquina radiônica (Letra F  )”.

C – Preparação da placa táctil

A placa táctil é construída usando-se um pedaço de plástico rígido quadrado que


pode ser acrílico, PVC rígido ou expandido, PS (poliestireno), etc., com medidas em

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torno de 5 x 5 cm. Reforçando-se o que foi dito na “ Descrição dos materiais” para
confecção da “ placa táctil ”, se pode usar o fundo de um pote de plástico ou algo
semelhante, desde que ela depois de pronta se apresente de forma semelhante ao
mostrado na imagem abaixo.

C.1  – Corta-se o plástico rígido no formato de um quadrado com lado igual a 5


centímetros. Dependendo do plástico, para eliminação de prováveis arranhões,
pode-se usar uma lixa fina do tipo 400, para regularizar a superfície;

C.2 – O fio de cobre, depois de torcido no formato de uma espiral anti-horária, deve
ser colado sobre a placa com suas pontas paralelas a um de seus lados, usando-se
cola compatível com o plástico. Para a placa de PS (poliestireno), mostrada na
imagem acima, usou-se cola do tipo “ Araldite 24 Horas” e a fixação da espiral exigiu
que a placa estivesse lixada para melhorar a qualidade da colagem.

D  –  Preparação das bobinas com núcleo de cristal de quartzo branco ou


translúcido

As duas bobinas foram idealizadas para operar entre os potenciômetros e tem seus
núcleos constituídos de pontas do tipo “laser”   de cristal de quartzo branco ou
transparente.

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D.1  – Enrola-se, preferencialmente, um número ímpar de voltas de fio de cobre


esmaltado fino, em sentido anti-horário, sobre a ponta de um cristal de quartzo
branco ou transparente. No caso das bobinas mostradas na figura acima, utilizou-
se um total de 29 voltas em torno dos cristais;

D.2 – Para que o fio de cobre se mantenha firme sobre o cristal, coloca-se uma volta
de barbante contornando as duas extremidades da bobina e, sobre o nó da
amarração, coloca-se um pingo de cola branca ou outra sem agentes químicos
agressivos.

E – Preparação dos mostradores dos potenciômetros e do interruptor de corrente

A “escala” ou os mostradores dos três potenciômetros e do interruptor de corrente


da “Máquina radiônica”, foram impressos usando-se o gabarito mostrado na
imagem que segue. A numeração da “escala”  foi projetada para que cada uma delas
pudesse contar com números de 0 a 100. Dessa forma esse dispositivo radiônico,
mesmo com apenas três potenciômetros, pode oferecer aos seus operadores um
gigantesco número de índices com a combinação de seus valores, precisamente o
equivalente ao resultado da conta 3^100 (três elevados a cem).
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E.1  – Primeiramente, imprime-se o gabarito das escalas dos potenciômetros e do


mostrador do interruptor de corrente, utilizando-se o modelo disponibilizado para
DOWNLOAD GRATUITO, que podem ser obtido clicando ou visitando os links que
seguem:

- Dropbox
https://dl.dropbox.com/u/109071051/M%C3%A1quina%20radi%C3%B4nica%20S
M1%20-%20Mostradores.pdf 

- 4Shared
http://www.4shared.com/office/toUDVyfO/Mquina_radinica_SM1_-
 _Mostrado.html

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www.scribd.com/doc/110017507/Maquina-radionica-SM1-Mostradores

E.2  – Depois de impresso os “gabaritos” , com o “ plástico adesivo” ou “Con-Tact ”


transparente, plastifica-se as frentes dos “mostradores”   e em seguida corta-se o
contorno deles.

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F – Montagem final da “Máquina radiônica”

Depois de preparados os acessórios apresentados anteriormente, inicia-se a


montagem propriamente dita da “ Máquina radiônica”. Nessa fase, não menos do
que nas anteriores, deve o construtor assumir atitude que conspire para o perfeito
funcionamento do equipamento. A cada furo, colagem, solda, encaixe, etc., deve-
se impregnar o equipamento de impressões “ virtuosas”, de tal forma que seus
operadores se beneficiem dessa irradiação.

F.1  – Encaixam-se os potes de entrada e saída na furação maior feita com a broca
do tipo “serra copo para madeira” , de tal forma que as hastes fixadas nos potes
fiquem alinhadas horizontalmente, como mostrado na foto acima. Depois disso,
para garantir uma perfeita fixação, colam-se os potes na parte interna da caixa;

F.2 – Fixam-se na caixa, na parte anterior aos potes, às tomadas para conectores do
tipo P2 estéreo;

F.3 – Cola-se na caixa a placa táctil, de tal forma que as pontas de sua espiral fiquem
alinhadas horizontalmente, como mostrado na foto acima;
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F.4 – Usando-se uma pequena tira de madeira preta, retirada da tampa da caixa em
MDF cru, fixam-se as duas bobinas na caixa, posicionando-as de forma semelhante
à da figura a cima;

F.5 – Do lado direito das bobinas, fixa-se o interruptor de corrente em seu furo;

F.6 – Fixam-se os três potenciômetros na caixa de tal forma que eles se apresentem
alinhados horizontalmente, como mostrado na foto acima;

F.7  – Nesse ponto, todos os acessórios da “Máquina radiônica”   já devem ter sido
fixados no corpo da caixa, cabendo tão somente conectar cada um deles
respeitando o esquema que foi apresentado no início desse tutorial. Para isso, basta
soldar os fios observando o fluxo da “corrente energética”  de modo que ao final se
tenha a disposição da figura abaixo.

F.8  – Note-se, na figura acima, que logo abaixo da linha dos potenciômetros se
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colocou uma haste horizontal feita de fio de cobre com três conectores, de modo
que se pudesse conectar o terminal esquerdo de cada um dos potenciômetros a
ela, seguindo rigorosamente a disposição do esquema mostrado no início desse
tutorial;

F.9 – Agora, restam colar na parte frontal da “Máquina radiônica”  os mostradores


dos três potenciômetros e do interruptor de corrente (ON  –  OFF). Isso se faz
colando-os sobre o painel do dispositivo, tal como mostrado na figura abaixo;

F.10  – No caso especifico da construção da “Máquina radiônica simples –  SM1”


mostrada nesse tutorial, se fez necessário à colocação de uma marcação de cor
branca  na base dos botões dos potenciômetros, para facilitar a visualização do
número indicado no mostrador. Isso foi feito usando-se esmalte branco para
pintura de unhas e seu resultado se mostrou como visto na imagem que segue.

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Apresentação final de uma Máquina Radiônica Simples por Angelus Dapaz

Depois de pronta, observadas as instruções contidas nesse tutorial, a vista


superior externa da “Máquina radiônica”  deverá ter imagem semelhante à foto
que segue.

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A vista superior externa das laterais da “Máquina radiônica”  depois de concluída


deverá ter imagem semelhante à foto que segue.

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A vista interior da “Máquina radiônica”  depois de pronta deverá ter imagem


semelhante à foto que segue.

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O que pode ser feito com uma Máquina radiônica simples

No título “Faça você mesmo uma Máquina radiônica simples ou um sintonizador


mental” , viu-se de forma inédita a apresentação de um tutorial ensinando passo a
passo as técnicas para construção de uma “Máquina radiônica simples SM1”,
desenvolvida por Angelus Dapaz. Agora, serão mostrados os procedimentos básicos
para operá-la que, em sua grande maioria, são comuns a outros dispositivos
radiônicos.

Sobre o princípio de funcionamento da máquina radiônica simples SM1

Em primeiro lugar é preciso ressaltar que o funcionamento dos equipamentos


radiônicos, depende basicamente dos potenciais energéticos de seus operadores,
cuja natureza se presume psíquica. Na verdade, tudo leva a crer que as “máquinas
radiônicas”   servem para estimular e engendrar mecanismos psíquicos que
despertam potenciais energéticos latentes nos humanos. Esses “ potenciais
energéticos”, ainda, estão sendo estudados pela ciência oficial, como é o caso da
telepatia, psicocinese (PK), clarividência, etc.

A “ Máquina radiônica simples - SM1” foi concebida para que seu fluxo energético
se desse no sentido horário e, além disso, para que funcionasse sem a necessidade
de uma fonte de alimentação, evitando que seus operadores corressem riscos de
choques elétricos.

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O funcionamento da “ Máquina radiônica simples - SM1”  se baseia no pressuposto


de que uma amostra ou o testemunho de um “sujeito” ou “objeto”,  colocado no
“pote de entrada ou emissão” , libera suas radiações energéticas no sentido horário,
passando pelo “núcleo analisador e potencializador”  - área dos potenciômetros, no
sentido da esquerda para direita e, assim, caminha até chegar à “placa táctil” ,
conforme mostram as setas vermelhas na imagem acima .

Na “placa táctil”  a “energia” liberada pela amostra, intenção grafada em papel,


testemunho, etc., colocado no “pote de entrada ou emissão” , pode ser detectada
pela alteração da aderência do dedo que a fricciona ou pelo movimento positivo de
um pêndulo colocado sobre ela, fato que indica a regulagem de cada um dos
potenciômetros, como será mostrado adiante. Seguindo sua trajetória o fluxo
energético prossegue até o “pote de saída ou destino”  e, depois disso, retorna ao
“pote de entrada” , respeitando o sentido horário e a indicação das setas vermelhas
na imagem acima. Assim, o fluxo energético prossegue ininterruptamente, até que
a operação da “Máquina”  seja interrompida pelo desligamento do interruptor da
corrente. Tanto o pote de entrada como o de saída, podem ser substituídos pelo
uso de cabos ligados as suas respectivas tomadas para conectores do tipo P2, que
podem ser ligadas diretamente ao “ objeto” da “emissão”  ou do “destino” , como se
pode ver nas laterais extremas da esquerda e direita, na figura acima.

A “ Máquina radiônica simples SM1”  foi projetada para que os três potenciômetros


existentes no “núcleo analisador e potencializador”   pudessem ser sintonizados,
com um número quase infinito de “ índices”, considerando que as marcações de
seus mostradores variam de 0 a 100, o que oferece uma quantidade de
combinações numéricas na ordem de 3^100 (três elevado a potência 100) e menos
esforço de seus operadores.

Quando se busca, através do ajuste dos potenciômetros, o “índice”  de uma amostra


ou testemunho, geralmente, usa-se o dedo polegar ou indicador para friccionar a
placa táctil, sendo que nesse caso a placa deve conter uma pequena quantidade de
talco para facilitar a fricção. Os radiestesistas podem substituir o uso do dedo pelo
pêndulo e tão logo ele gire positivamente sobre a placa táctil, tem-se o índice onde
se dá o “acordo” . O “acordo” é a regulagem do potenciômetro no ponto onde se
percebe certa “aderência” do dedo ou o giro positivo de um pêndulo sobre a placa
táctil.

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Como obter índices de “testemunhos”   usando uma Máquina radiônica simples


SM1

Para facilitar o entendimento da operação da “ Máquina radiônica simples SM1”,


descreve-se abaixo a sequência dos procedimentos necessários a sua manipulação
mais básica, ou seja, a obtenção de índices para quaisquer “testemunhos” . Assim é
dito, porque os índices são o aspecto mais importante de um equipamento
radiônico.

Para essa operação deve se ter em mente que os índices de um “testemunho”  são


a sequência dos números observados em cada um dos diais de um equipamento
radiônico. Já os “testemunhos”   podem ser no caso de humanos, uma gota de
sangue, saliva, mecha de cabelo, fotografia ou até mesmo o nome da pessoa escrito
em um pedaço de papel. No caso de animais os “testemunhos”   podem ser os
mesmos dos humanos, excetuando-se a mecha de cabelo e acrescentando-se seus
pelos. Para as plantas em geral  seus “testemunhos”   podem ser uma folha, um
pedaço da casca, o nome da planta escrito em um pedaço de papel, etc. Outros
materiais, como são os casos de substâncias químicas, minerais, remédios, etc.,
seus testemunhos podem ser obtidos através de uma pequena amostra deles ou,
ainda, escrevendo seus nomes em um pedaço de papel. Também, as “ intenções”
depois de sintetizadas em poucas palavras escritas em um pedaço de papel, podem
ter seus índices obtidos por uma máquina radiônica. Entendam-se como
“intenções” as manifestações do tipo: - “cura da ferida na perna de fulano”; -
“harmonia na vida conjugal de beltrano”; etc.

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1  – Antes de começar a operação da “ Máquina radiônica simples SM1” , coloca-se


os três potenciômetros na posição zero, como mostrado na figura que segue. Feito
assim, se limpa com um lenço de papel ou um pano, o “pote de entrada ou
emissão” , “o pote de saída ou destino”  e a “placa táctil” , mostrados na imagem
acima, de tal forma que não fiquem resíduos que possam interferir na composição
dos “testemunhos”;

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2 – Agora, com a máquina ajustada para o início de sua operação, o operador deve
conquistar a condição de “ relaxado”. Para isso, seguindo procedimento adotado
por vários outros radionicistas, deve o operador sentar em uma cadeira confortável,
diante de uma mesa em que no tampo só se vejam os utensílios próprios à prática
radiônica. Assim feito, deve o operador se concentrar em seus pés, imaginando-os
totalmente relaxados. Depois, o operador deve adotar procedimento semelhante
para seus calcanhares, pernas, joelhos, coxas, abdômen, tórax, costas, pescoço,
braços, faces, orelhas, testa, topo da cabeça, até que se chegue ao relaxamento do
próprio cérebro. Esses procedimentos exigirão cerca de cinco minutos e devem ser
desenvolvidos em local silencioso, sem a presença de terceiros. O operador,
experimentando a condição de “ relaxado”, encontra mais facilidade para focar sua
atenção no “ sujeito” ou “objeto”   da pesquisa, porque seu pensamento nessa
condição sofre menos interferências externas. Essa sugestão não impede que os
operadores adotem outras práticas de relaxamento e concentração, desde que elas
os levem a condição de “ concentrados” nos “sujeitos”  ou “objetos”   de suas
pesquisas, antes da operação da máquina radiônica;

3 – Nesse ponto, vivendo a condição de “relaxado” , deve o operador se concentrar


no “sujeito” ou “objeto”   de sua pesquisa, de modo a obter uma imagem mental o
mais próxima daquela da qual procura descobrir o índice;

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4 – Para ligar a máquina, desloca-se a alavanca do “interruptor”  para posição ON  e


coloca-se a amostra ou o testemunho do “sujeito” ou “objeto” , sobre o “pote de
entrada ou emissão” , encontrado no lado superior esquerdo do equipamento,
como mostrado na imagem abaixo;

5 – Agora, com a amostra ou o testemunho do “sujeito” ou “objeto” , colocado sobre


o pote esquerdo e a máquina com seus potenciômetros zerados, coloca-se o dedo
polegar, indicador ou pêndulo sobre a placa táctil e gira-se o “ primeiro
 potenciômetro à esquerda”. O giro desse potenciômetro deve ser feito até que se
observe um “acordo”, relembrando que esse “ acordo” se manifesta pelo
surgimento de uma rotação positiva do pêndulo ou uma aderência do dedo quando
friccionando a placa táctil;

6 – Aqueles que não obtiverem sucesso na obtenção desse primeiro índice devem
refazer o processo descrito acima, voltando o “ potenciômetro” para a posição zero
e girando-o novamente até a posição onde ocorra o “ acordo”. O foco ou a

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concentração no “sujeito” ou “objeto” da pesquisa é muito importante para a


obtenção do índice, fornecido por cada potenciômetro;

7  – Obtido o índice do “ primeiro potenciômetro à esquerda” da amostra ou do


testemunho do “sujeito” ou “objeto” , anota-se o resultado em um caderno para
que se tenha um registro dessa operação.

8  – Assim feito, com o “ primeiro potenciômetro à esquerda” na posição onde se


deu o seu “acordo”, repetem-se os procedimentos descritos do item cinco ao sete
para os potenciômetros do meio e da direita, sempre os mantendo nas posições
onde ocorreram seus “acordos”. É feito assim, porque o índice do potenciômetro
de meio depende do primeiro e, assim, sucessivamente;

9  – Obtidos os índices dos três potenciômetros registra-se seus números,


sequencialmente, separando-os por vírgulas, hifens, etc. Isso significa que se
utilizando a “Máquina radiônica simples SM1” , os índices das amostras,
testemunhos dos “sujeitos” ou “objetos” tem uma apresentação final semelhante
aos exemplos (A), (B) e (C) que seguem:

(A) Para uma determinada amostra obteve-se os índices 9, 36, 7 ou 9-36-7;

(B) Para outra amostra obteve-se a sequência de índices 22, 36, 44 ou 22-36-44,


como na imagem que segue.

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(C) O radionicistas acostumados com índices apresentados com notação sequencial,


podem adicionar um 0 (zero) antes dos dígitos de 0 (zero) a 9 (nove), que venham
a ser encontrados por um determinado potenciômetro. Dessa forma, o índice
mostrado em (A) passaria de 9, 36, 7 ou 9-36-7 para 093607. Isso significa que os
dois primeiros dígitos foram registrados pelo primeiro potenciômetro, o 3º e o 4º
pelo potenciômetro central e o 5º e o 6º pelo terceiro e último.

Adotando-se uma dessas convenções é possível observar quais dígitos


correspondem a cada um dos potenciômetros.

Os exemplos práticos que seguem devem esclarecer, ainda, mais esse ponto.

Como obter o índice radiônico de uma pessoa ou animal usando uma Máquina
radiônica simples

Como mostrado anteriormente em “O que pode ser feito com uma Máquina
radiônica simples” , os índices radiônicos ou os equivalentes numéricos de
quaisquer “testemunhos”   são a sequência dos números observados em cada um
dos diais de um equipamento radiônico. Então, para obtenção de índices radiônicos
de seres humanos, vivos ou “ mortos”, basta que se tenha um testemunho do
sujeito a ser pesquisado que, nesse caso, pode ser uma gota de sangue, saliva,
mecha de cabelo, fotografia, assinatura ou até mesmo o nome da pessoa escrito
em um pedaço de papel. Em se tratando de animais, vivos ou “ mortos”, os
“testemunhos”   podem ser os mesmos dos humanos colocando-se no lugar da
mecha de cabelos, seus pelos. Na verdade, pode- se dizer que um “ testemunho” é
tudo que carrega as “vibrações” ou que representa, psiquicamente, o que será
pesquisado no equipamento radiônico.

Com relação aos índices radiônicos de humanos ou animais “mortos”  é preciso


ressaltar que eles estabelecem uma ponte, um vínculo, pelo menos no nível
psíquico, entre as manifestações de natureza material e espiritual, o que sugere
prudência quando de sua pesquisa e utilização.

Também é importante dizer que os índices radiônicos de humanos e animais,


podem considerar esses seres por inteiro ou apenas suas características. Assim

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poder-se-ia dizer “índice de fulano” – no caso do índice por inteiro, ou “ índice da


causa da ferida na mão direita de fulano” – no caso de suas características.

Obtendo o índice radiônico do Dr. Albert Abrams usando uma “Máquina radiônic a
simples SM1” 

1  – Antes de começar a operação da “ Máquina radiônica simples SM1” ,


independente da finalidade de sua utilização, coloca-se os três potenciômetros na
posição zero, como mostrado na figura que segue. Assim feito, com um lenço de
papel ou um pano, se limpa o “pote de entrada ou emissão” , “o pote de saída ou
destino”  e a “placa táctil” , mostrados na imagem acima, de tal forma que não
fiquem resíduos que possam interferir na composição do “testemunho”;

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2 – Com a máquina radiônica ajustada para o início de sua operação, sugere-se que
seu operador sente em uma cadeira confortável, diante de uma mesa em que no
tampo só se vejam os utensílios próprios à prática radiônica. Assim feito, deve o
operador se concentrar em seus pés, imaginando-os totalmente relaxados. Depois,
deve adotar procedimento semelhante para seus calcanhares, pernas, joelhos,
coxas, abdômen, tórax, costas, pescoço, braços, faces, orelhas, testa, topo da
cabeça, até que chegue ao relaxamento do próprio cérebro.

Essa sugestão não impede que se adotem diferentes práticas de relaxamento e


concentração. Os operadores de máquinas radiônicas devem ter em mente que a
condição de “ relaxado” facilita a concentração no “ sujeito” ou “objeto”   de suas
pesquisas.

3 – Nesse caso e a título de exemplo foi pesquisado o índice radiônico do Dr. Albert
Abrams, depois que se conseguiu uma imagem mental o mais próxima dele, com
base na foto colocada no “ pote de entrada” , conforme mostrado na primeira
imagem acima;

4 – Agora, tratando-se da pesquisa propriamente dita, com a foto do Dr. Abrams no


“ pote de entrada”, liga-se a máquina radiônica, deslocando a alavanca do
“interruptor”  para posição ON , como na imagem que segue;

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5  – Com a máquina ligada, seus potenciômetros zerados e a foto do Dr. Abrams,


inserida no pote de entrada, coloca-se o dedo polegar ou indicador da mão direita
ou, então, um pêndulo sobre a placa táctil e gira- se o “ primeiro potenciômetro à
esquerda”. O giro desse potenciômetro é feito lentamente, com a mão esquerda,
até que se observe um “ acordo”, que nesse caso aconteceu justo na posição
indicativa do número 58. Tenha-se em mente que esse “ acordo” se manifesta pelo
surgimento de uma rotação positiva do pêndulo ou uma aderência do dedo, quando
friccionando a placa táctil.

Quando o operador optar pelo uso dos dedos, polegar ou indicador da mão direita,
para obter o “acordo” deve usar um deles para fricc ionar levemente a placa táctil,
sendo que essa operação deve se iniciar um pouco antes do momento em que se
comece a girar lentamente cada um dos potenciômetros, com a mão esquerda. Essa
orientação sobre o uso das mãos foi desenvolvida para indivíduos destros, não
invalidando qualquer outra, desde que se obtenham os mesmos resultados.

Como as marcações dos potenciômetros são muito próximas, para que não haja
dúvidas, ao se pressentir a proximidade do “ acordo” repete-se mentalmente o
número que se supõe apontado, perguntando se ele é o índice procurado de fulano
de tal, etc., observando nesse caso se o “ acordo” é confirmado. Caso o “ acordo” 
não se confirme, pode-se perguntar pelos índices próximos ao primeiro, ou seja, em
suas laterais esquerda e direita, até que se note a confirmação de um novo
“acordo”. Se não houver “acordo”   para o número 58, por exemplo, pergunta-se
pelos números 57 e depois 59 e, assim, sucessivamente;

6 – Aqueles que não obtiverem sucesso na obtenção desse primeiro índice devem
refazer o processo descrito acima, voltando o “ potenciômetro” para a posição zero
e girando-o novamente até a posição onde ocorra o “ acordo”. Na ocorrência dessa
situação é bom destacar que o foco ou a concentração no “sujeito” ou “objeto” da
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pesquisa é muito importante para a obtenção do índice, fornecido por cada


potenciômetro. Também, a placa táctil pode ter um ponto onde o “ acordo” seja
mais bem percebido, sugerindo que eventuais insucessos podem ter ocorrido,
porque a fricção foi feita em área da placa de baixa percepção;

7 – Obtido o índice do “ primeiro potenciômetro à esquerda”, anotou-se o número


58 em uma caderneta para manter o registro dessa operação.

8  – Assim feito, com o “ primeiro potenciômetro à esquerda” na posição onde se


deu o seu “acordo”, repetiu-se os procedimentos descritos do item cinco ao sete
para os potenciômetros do meio e da direita. Dessa forma, em resumo, obteve-se
para o primeiro potenciômetro da esquerda o índice 58, para o do meio o índice 14
e para o da direita o índice 58;

9  – Obtidos os índices dos três potenciômetros registrou-se seus números,


sequencialmente, com uma apresentação que os separava por vírgulas, hifens, etc.,
como em (A) ou juntava-os como mostrado em (B). Como consequência, utilizando-
se uma “Máquina radiônica simples SM1” , o índice do Dr. Abrams poderia ter uma
apresentação final semelhante aos exemplos (A) e (B), mostrados a abaixo:

(A) Para o Dr. Albert Abrams, falecido, obteve-se os índices 58, 14, 58 ou 58-14-58;

(B) Os radionicistas acostumados com notações sequenciais poderiam apresentar o


índice do Dr. Abrams como 581458. Isso significa que os dois primeiros dígitos
foram registrados pelo primeiro potenciômetro, o 3º e o 4º pelo potenciômetro
central e o 5º e o 6º pelo terceiro e último. Caso os números indicados pelos
potenciômetros estivessem no intervalo de 0 a 9, bastava colocar antes deles o
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número 0 (zero). Isso quer dizer que se o primeiro potenciômetro estivesse


indicado, por exemplo, o número 8 bastaria colocar antes dele o número 0 (zero),
passando o índice final a ter a seguinte apresentação: 081458.

Em resumo, o índice radiônico 581458 é o representante numérico do Dr. Albert


Abrams, considerando-se a utilização da “Máquina radiônica simples SM1”   e um
determinado operador. Como se viu o operador é parte influente na obtenção
desse índice, porque quando de sua pesquisa ele passa a fazer parte integrante do
circuito radiônico, como mostrado no esquema de funcionamento da “Máquina
radiônica simples SM1” , em “ O que pode ser feito com uma Máquina radiônica
simples”;

10 – Depois de concluída a pesquisa, desligou-se a máquina radiônica e, também,


seus três potenciômetros foram levados à posição zero, como indicado no item (1).

Se assim não for feito, permanecerá o vínculo do operador com o “ objeto” ou


“sujeito” da pesquisa, fato comprovado pelo operador nesse caso.

Como tratar radiônicamente pessoas, animais e plantas usando uma Máquina


radiônica simples

O psicólogo Stefan Schmidt e seus colegas do Hospital Universitário de Freiburg, na


Alemanha, apresentaram ao mundo contundentes evidências da existência de
“conexão psíquica inconsciente”  e “observação remota” , entre indivíduos. Essas
duas classes de experiências são conhecidas entre os parapsicólogos como “ DMILS”
(Direct Mental Interaction with Living Systems) - Interação Mental Direta com
Sistemas Vivos, ou seja, um termo utilizado para descrever experiências onde uma
pessoa tenta influenciar um sistema biológico há certa distância, sendo que esse
sistema pode ser a fisiologia de outra pessoa.

Os resultados estatísticos dessa experiência de Interação Mental Direta com


Sistemas Vivos - DMILS, envolvendo 40 coleções de experiências e 1.055 sessões
individuais, foram publicados por Stefan Schmidt, no British Journal of Psychology
– uma revista acadêmica de psicologia , em 2004, v.95, págs. 235-247 .

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As avaliações dos resultados das duas classes de experiências culminaram, também,


em duas metanálises, ou seja, nas análises dos resultados de duas coletâneas de
experiências pré-existentes, que levaram os autores a concluir:

“Em ambos os conjuntos de dados existe um efeito pequeno, mas significativo. Este
resultado corresponde as recentes descobertas sobre cura à distância e a sensação
'de ser observado'. Portanto, a existência de algumas anomalias relacionadas às
intenções a distância não pode ser descartada...”.

Essas descobertas trazem grande contribuição para o entendimento do processo e


dos tratamentos radiônicos e podem ser mais bem entendidas com a leitura do
estudo citado, que pode ser obtido clicando-se no título que segue:

“Distant intentionality and the feeling of being stared at: Two meta-analyses”.

Essas evidências, também, confirmam os inúmeros relatos de sucessos dos


tratamentos radiônicos e, ainda, o que foi dito em “A Psiônica e o mistério da
Máquina simbólica de Hieronymus” , a saber:

“... considerando-se que a psiônica é uma atividade psíquica que faz uso da mente,
dir-se-ia que a radiônica é uma forma mais especifica dessa atividade psíquica, ou
seja, uma atividade psíquica que exige o uso de equipamentos eletroeletrônicos,
mecânicos e afins”.

Os tratamentos radiônicos de pessoas, animais e plantas.

Ressalta-se que os tratamentos radiônicos de pessoas não têm quaisquer vínculos


com a prática da medicina e se restringem tão somente a contextos energéticos,
próximos da organização eletrônica dos organismos vivos. O que se pretende com
esses tratamentos é o restabelecimento da condição primeva da energia que
organiza a vida nos sistemas biológicos. Seguindo essa linha que poderá
contemplar, além das pessoas, os animais e plantas, será proposta a seguir uma das
modalidades radiônicas para o tratamento de uma “ coceira na mão esquerda” de
um personagem fictício, que aqui será chamado de Dr. Albert Abrams, em
homenagem àquele que é considerado o pai da radiônica. Para isso será preciso
descobrir o índice radiônico da “ causa da coceira na palma da mão esquerda ” do
Dr. Abrams, possibilitando o cálculo do “ índice equilibrador ” ou “curativo” dessa
anomalia, procedimento que será adotado com base na operação da “Máquina
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radiônica simples SM1” , mas que em linhas gerais costuma ser comum a outros
equipamentos com mesma natureza.

Contribuindo com o tutorial que se seguirá é importante ressaltar que os


equipamentos radiônicos liberam os operadores do vínculo constante com seus
objetivos, ou seja, evitam o que se chama de “ feedback ” ou “retorno” vindo do
objeto da operação. Isso evita que o operador seja afetado pelos males advindos
de seus pacientes, já que a radiônica estabelece um circuito entre as partes. Na
verdade, a “ligação psíquica” entre o operador e o “ assunto”, se desfaz logo depois
que ele deixa de ter contato com a placa táctil. Obviamente isso só acontece
quando o “assunto” já foi analisado e têm seus índices ou taxas fixadas na máquina
radiônica.

Tratando uma coceira em uma das mãos do Dr. Abrams usando uma “Máquina
radiôni ca simples SM1” 

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1  – Antes de tudo, a máquina radiônica deve estar zerada e limpa. Nessa fase seu
operador deve vivenciar a condição de “ relaxado”, conforme sugerido
anteriormente nos itens 1 e 2 (um e dois) do título “Obtendo o índice radiônico do
Dr. Albert Abrams usando uma Máquina radiônica...” ;

2 – Nesse caso e a título de exemplo, está sendo pesquisado o índice radiônico da


causa da coceira na palma da mão esquerda  do Dr. Albert Abrams. Para isso,
escreve-se em um pequeno pedaço de papel o tex to: “índice da causa da coceira
na palma da mão esquerda”, como na imagem abaixo;

3 – Agora, tratando-se da pesquisa propriamente dita, com a foto do Dr. Abrams e


o pedaço de papel escrito com o texto “ índice da causa da coceira na palma da
mão esquerda” no “ pote de entrada”, liga-se a máquina radiônica, deslocando a
alavanca do “interruptor”  para posição ON , como visto anteriormente;

4  – Com a máquina ligada, seus potenciômetros zerados, o texto e a foto do Dr.


Albert Abrams inserida no pote de entrada, como mostrado na primeira imagem
acima, coloca-se o dedo polegar ou indicador da mão direita ou, então, um pêndulo
sobre a placa táctil e gira-se o “ primeiro potenciômetro do lado esquerdo”,
lentamente e com a mão esquerda, até que se observe um “acordo” que, nesse
caso e a título de exemplo, aconteceu justo na posição indicativa do número 60,
como mostra a próxima figura. Nessa fase sugere-se que o operador, na medida do
possível, procure se concentrar em uma imagem mental que mostre o Dr. Abrams
com sua mão totalmente recuperada, sem coceiras.

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Tenha-se em mente que aqui se repetem as observações feitas, anteriormente, no


item 5 (cinco) do título “Obtendo o índice radiônico do Dr. Albert Abrams usando
uma Máquina radiônica...” ;

5  –  Não havendo sucesso na obtenção desse primeiro índice é necessário que se
refaça o processo descrito acima, voltando o “ potenciômetro” para a posição zero
e girando-o novamente até a posição onde ocorra o “ acordo”. Tal como citado no
item 6 (seis) do título “Obtendo o índice radiônico do Dr. Albert Abrams usando uma
Máquina radiônica...” ;

6 – Obtido o índice do “ primeiro potenciômetro à esquerda” anota-se seu resultado


em uma caderneta, visando à construção de um catálogo pessoal de índices;

7  – Com o “ primeiro potenciômetro à esquerda” na posição onde se deu o seu


“acordo”, repetem-se os procedimentos descritos do item quatro ao seis para os
potenciômetros do meio e da direita, tal como feito anteriormente. Dessa forma,
obteve-se nesse exemplo para o primeiro potenciômetro da esquerda o índice 60,
para o do meio o índice 17 e para o da direita o índice 63, como na figura que segue;

8  – Obtidos os índices dos três potenciômetros registra-se seus números,


sequencialmente, com uma apresentação que os separe por vírgulas, hifens, etc.,
ou que os junte. Dessa forma, para a “causa da coceira na palma da mão esquerda ”
do Dr. Albert Abrams, têm-se os índices 60, 17, 63 ou 60-17-63 e, ainda, para os
radionicistas acostumados com notação sequencial, o índice 601763.

Cabe lembrar que esse índice radiônico é apenas uma referência numérica da
“causa da coceira na palma da mão esquerda” do Dr. Albert Abrams. Note-se que
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não se fala aqui de uma nomenclatura médica para causa dessa coceira, se é que
ela existe no contexto da medicina;

9 – Para se achar o índice que equilibrará as condições energéticas que causam essa
coceira, basta que do número 100  –  o valor máximo de cada um dos diais da
“Máquina radiônica SM1”, seja subtraído o valor achado em cada potenciômetro
para o índice da “causa da coceira na palma da mão esquerda ”. Nesse caso o
“ índice equilibrador ” será 408337, ou seja, o primeiro e o segundo número são
resultados da conta 100  – 60 = 40, o terceiro e o quarto resultados da conta 100  –
17 = 83 e os dois últimos resultados da conta 100 – 63 = 37. Esse processo, também,
costuma ser adotado nas máquinas radiônicas cujos potenciômetros têm
marcações de 0 a 10, ou seja, subtrai-se de 10 o valor achado em cada um dos diais;

10 – Depois de calculado o “ índice equilibrador ” ou “curativo”, como se queira, ele


deve ser fixado nos potenciômetros da máquina radiônica e, logo depois, a
fotografia ou outro testemunho do Dr. Abrams deve ser colocado no “ Pote de
destino ou saída”, como mostrado na imagem que segue;

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11  – Assim feito, pode-se considerar iniciada a emissão do “ índice equilibrador” 


para o Dr. Abrams, podendo a máquina radiônica ficar ligada até que se observe a
remissão do problema em sua mão.

Alguns radionicistas, inteligentemente, sugerem que os tratamentos “ pulsem” o


que significa dizer, no caso do Abrams e a título de exemplo, que as emissões
poderiam ter uma frequência de 2 vezes ao dia, durante 7 dias, tendo cada seção a
duração de 1h30. Para seguir essa sugestão, a frequência e a duração do tratamento
poderiam ser previstas por meios radiestésicos;

12 – Depois de concluído o tratamento energético, desliga-se a máquina radiônica


e levam-se os seus três potenciômetros para posição zero.

Os procedimentos apresentados nesse texto, para o tratamento radiônico da mão


do Dr. Abrams, são comuns para animais e plantas, excetuando-se alguns detalhes
que posteriormente serão esclarecidos.

Experimentos telepáticos usando-se uma Máquina radiônica simples

A Telepatia é uma das experiências psíquicas mais comuns entre os homens, sendo
definida como a “comunicação direta e imediata entre duas mentes, sem utilização
de mediação física”. No meio científico a telepatia é vista como “ conexões de mente
 para mente”, mostrando-se como um autêntico fenômeno psíquico ou “Psi”  - termo
criado em 1942, pelo psicólogo britânico Robert Thouless.

Estudos dos fenômenos telepáticos nos últimos 100 anos

Dentre os inúmeros estudos envolvendo a telepatia, desde o início do século XX,


destacam-se aqueles desenvolvidos por John Edgar Coover, o primeiro pesquisador
do Fundo de Pesquisas Psíquicas Thomas Welton Stanford . Suas experiências foram
publicadas em 1917, no livro “Os Experimentos nas Pesquisas Psíquicas...”   –
“Experiments in Psychical Research at Leland Stanford Junior University” . Entre as
experiências mostradas nesse livro, havia uma que já tinha sido publicada em 1913,
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com o título “  A sensação de estar sendo observado”  -


 - “The feeling of being stared
at” , no American Journal of Psychology, como se vê em “Coover, J. E. The feeling of
being stared at. American Journal of Psychology, v.24, p. 57-575, 1913” .

Uma das primeiras experiências nessa área e que por sua importância tornou-se
clássica, foi à desenvolvida por H. I. F. W. Brugmans,
Brugmans , um dos pioneiros no estudo
de experimentos telepáticos envolvendo
envolvendo medidas de natureza fisiológica, como foi
o caso daquelas em que o telepata Van Dam provou suas habilidades telepáticas,
por meio de respostas galvânicas da pele. Esse estudo se tornou um marco para a
pesquisa da telepatia, porque apresentou significativos resultados em ambiente
bem controlado, como confirmou sua reanálise com o título “On the experiments
of Brugmans, Heymans, and Weinberg” , publicado no European Journal of
Parapsychology , v2, 247-290.

Outra experiência clássica no contexto da telepatia foi popularizada pelo


Laboratório de Parapsicologia de J. B. Rhine,
Rhine, na Universidade de Duke e envolve o
uso de cartões conhecidos com o nome de “Cartas Zener” , em homenagem a Karl
Zener -
Zener - psicólogo que criou o primeiro baralho com esses cartões. O baralho era
constituído por 25 cartas, sendo cinco com a figura de um círculo e igual número de
cartas com um quadrado, ondas, cruz e estrela, como na imagem que segue:

Essa experiência consistia basicamente no embaralhamento


embaralhamento das “Cartas Zener” , de
tal modo que uma pessoa pudesse pegar uma ao acaso e “ transmitir
telepaticamente” o símbolo que tivesse impresso nela, para outra pessoa que
estivesse distante. Essa técnica podia ser desenvolvida em vários ambientes
controlados
controlados e permitia a coleta dos dados de inúmeras tentativas, em curto espaço

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de tempo.

Contribuindo com esse cenário, o livro “Extra-Sensory


“Extra-Sensory Perception –   After Sixty
Years”  retratou
 retratou os resultados daquele que fez história no campo das experiências
extra-sensoriais, o biólogo Joseph Banks Rhine.Rhine . Esse eminente biólogo foi
responsável pela divulgação de 188 experiências telepáticas 
telepáticas  com cartas, que
envolveram 4.599.282 testes,
testes , produzidos ao longo de 60 anos, cujas análises de
seus resultados combinados não deixam dúvidas quanto à existência da telepatia,
conforme reafirmaram as análises de Fiona Steinkamp,
Steinkamp, publicadas no livro
“Parapsychology In The Twenty-First Century ”, ”, sob o título “ Forced-choice
experiments: Their Past and Their Future”.

Em verdade o século XX foi bastante promissor com relação às pesquisas


envolvendo fenômenos telepáticos, como mostraram as experiências de outros

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pesquisadores, como foi o caso do psicólogo Leonard Troland da


Troland da Universidade de
Harvard; do pesquisador francês René Warcollier e
Warcollier e seu livro “La Télépathie”; do
escritor Upton Sinclair 
Sinclair  e seu livro “Mental Radio”  - prefaciado pelo físico Albert
Einstein; do psicólogo britânico G. N. M. Tyrrel 
Tyrrel  e sua máquina para testar a
percepção extra-sensorial  –  –  PES e, sem desmerecer os nãos mencionados, os
estudos do cientista Dean Radin e
Radin e seu livro “Mentes Interligadas”
Interligadas ”, publicado no
Brasil pela Editora ALEPH  – 
 –  obra que contribuiu de maneira relevante para essa
introdução.

A ideia desse preâmbulo é deixar claro para os radionicistas e demais estudantes


do tema que as transferências de informações
informações ou influências,
influências, por via telepática, são
uma realidade incontestável no mundo atual, conforme se confirmou nos inúmeros
relatos das pesquisas científicas publicadas sobre o tema. Isso significa que a
telepatia se efetiva sem o uso de quaisquer dispositivos. O que se observa é que
uma máquina radiônica, nesse contexto, funciona como um estimulador dos
mecanismos psíquicos responsáveis pelas transferências telepáticas.

Experimentos telepáticos envolvendo duas pessoas e uma máquina radiônica


simples

O desenvolvimento de qualquer experiência telepática simples, com transferências


transferências
de informações ou influências, exige o envolvimento
envolvimento de pelo
pe lo menos duas pessoas,
sendo uma para funcionar como “ transmissor ” e outra como “ receptor ”. ”. Quando
se usa uma máquina radiônica para transferências telepáticas, o “ transmissor ” deve
ser o operador do equipamento e o “ receptor ” uma pessoa que, nas primeiras
experiências, seja próxima ao radionicista. O objetivo desse arranjo é facilitar a
coleta dos resultados e aumentar as chances de sucesso do experimento, porque
ele será favorecido pelo forte vínculo entre as partes, o que será de grande valia
para o aumento da autoconfiança do praticante.

Para ilustrar melhor essa proposta, considere-se que o Dr. Abrams seja a pessoa
que funcionará no experimento como “ receptor ”, ”, porque o operador da máquina
radiônica
radiônica e, portanto, a “ transmissora” será uma sobrinha próxima que reside sob
o mesmo teto. Assim arranjado, a operadora da máquina deve obter o “ índice de
contato” do seu tio Abrams de forma simples e usual, tal como foi mostrado em
“ Como
Como obter o índice radiônico de uma pessoa ou animal usando uma Máquina
radiônica simples” . Na prática, o “ índice de contato” funciona como se fosse um
vínculo que estimula a correlação entre as partes ou, ainda, uma “linha direta” 
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entre o “transmissor ” e o “receptor ”, sendo que quase sempre ele é semelhante ao


“ índice pessoal ” da pessoa, que no caso do Dr. Abrams seria o número 581458,
conforme se viu no título citado anteriormente.

De posse do índice de contato do “ receptor” , basta que se registrem seus números


nos dias da máquina. Nesse caso será registrado o índice do Dr. Abrams, ou seja,
registra-se o número 581458 nos diais da máquina radiônica e se coloca uma das
mãos - ou alguns de seus dedos - sobre a placa táctil, para que o vínculo seja iniciado
entre as partes envolvidas no experimento telepático, como na imagem acima.
Assim feito, está criada uma correlação ou vínculo entre o Dr. Abrams – o “receptor ”
e sua sobrinha – a “transmissora”.

Nesse ponto, o operador da máquina se concentra e cria uma imagem mental o


mais próxima daquilo que quer transferir para o “ receptor ”. Nesse exemplo, depois
de estabelecido o vínculo com o Dr. Abrams, sua sobrinha com a mão na placa táctil
da máquina radiônica, imaginaria o tio usando o terno que mais gosta, com tal
intensidade que chegaria ao ponto de perceber o aroma que é característico de
suas roupas. Isso, também, poderia ser feito com uma determinada comida de sua

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preferência, etc.

Essas transferências telepáticas devem durar algo em torno de 1 minuto, podendo


ser repetidas em horários diferentes e preferencialmente à noite, quando o
receptor deve estar mais relaxado ou até dormindo, considerando que não lhe será
informado o motivo da transferência e nem quando ela será feita. Note-se que o
vínculo nesse caso e depois de algum tempo, considerando-se o esquema de
funcionamento de uma máquina radiônica simples, tem sentido duplo. Isso sugere
que ambas as pessoas correlacionadas estarão conscientes e susceptíveis as
reações mentais de seus atos, o que significa dizer que serão agraciadas com seus
“bons feitos” e vítimas diretas de seus “ maus feitos”.

Nesse exemplo, respeitadas as instruções, é bastante provável que no dia seguinte


o Dr. Abrams se sinta inclinado a usar o terno, cujas impressões lhe foram enviadas
pelas transmissões telepáticas de sua sobrinha. Caso isso não ocorra, por não existir
um evento social que exija o uso de terno, sua sobrinha sutilmente iniciará uma
conversa, logo na mesa do café da manhã, que estimule seu tio a falar de seus
sonhos e percepções noturnas.

Reafirma-se que esse não é um experimento telepático cercado de precauções e


controles, porque essas providências são próprias de pesquisas científicas
realizadas em laboratório, o que não é o caso.

A seguir será proposto um experimento envolvendo duas pessoas, um baralho de


“Cartas Zener ” e uma máquina radiônica simples.

Experimentos telepáticos usando-se Cartas Zener e uma Máquina radiônica


simples

A descrição de procedimentos envolvendo o uso de equipamentos radiônicos para


a efetivação de transmissões telepáticas, como mostrado em “Experimentos
tele páticos usando uma Máquina radiônica...” , não é um privilégio desse espaço.
Na verdade, outros autores já se aventuraram nessa prática, como mostrou um dos
grandes divulgadores da radiônica, o polêmico Charles Cosimano.

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Em seu livro “Radiônica” , publicado em espanhol pela Editorial Mirach, Cosimano


destaca a importância da obtenção do “ índice pessoal ” do receptor para o sucesso
de suas transmissões telepáticas. Ele afirma que esse “índice”   faz com que o
equipamento radiônico melhor se sintonize com o “receptor”,  sendo de grande
utilidade para o sucesso de seus experimentos telepáticos. Segundo ele, nessas
experimentações, o “ índice pessoal ” faz com que a mente do operador da máquina
- o “transmissor” , se mantenha mais claramente em contato com a parte do
receptor que se mostre mais suscetível a receber impressões telepáticas, algo
equivalente a nitidez de uma recepção de rádio, quando ele está sintonizado em
uma estação FM.

Note-se que as transmissões telepáticas de Cosimano só se efetivam depois que o


“ índice pessoal ou de contato” do receptor é fixado nos diais da máquina radiônica
e a seguir o operador toca seus dedos na placa táctil, como mostrado em
“Experimentos telepáticos...” . Vejam, em especial os radionicistas mais
experimentados, que dessa forma parece haver um conflito no fluxo de
“transmissões”. Assim parece acontecer, pelo menos nesse caso, porque as
transmissões se dão da placa táctil para o pote de entrada e não da forma usual, ou
seja, do pote de entrada para a placa táctil. Isso confirma o princípio de
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funcionamento de uma máquina radiônica simples, insinuando que seu fluxo


energético se dá no sentido horário, quando seu interruptor é ligado, tal como
apresentado no “ esquema de funcionamento”, em “O que pode ser feito com uma
máqui na radiônica simples” .

A questão que se apresenta no texto a seguir, e que pode ser considerada uma
novidade no cenário da radiônica, é a possibilidade de transmissões telepáticas de
forma usual, melhor dizendo, semelhante àquela que se usa para a emissão de
outras “influências”, como se viu anteriormente em “Como tratar radiônicamente
 pessoas, animais e plantas usando uma Máquina radiônica...” .

Experimentos telepáticos envolvendo duas pessoas, Cartas Zener e uma máquina


radiônica simples

A prática radiônica, pelo menos até aqui, sempre apresentou certa dificuldade para
viabilizar transferências telepáticas, ou seja, para captar índices radiônicos de
imagens no plano mental próximas daquilo que se quer transmitir, tal como fez a
sobrinha de Abrams em “Experimentos telepáticos...” , quando imaginou com
intensidade seu tio usando o terno que mais gostava. Agora, depois de mostrado
ao Mundo o sucesso dos 4.599.282 testes, desenvolvidos pelo biólogo Joseph
Banks Rhine, envolvendo transmissões telepáticas de figuras impressas em cartas,
pode-se ousar experimentações nesse contexto que fiquem mais alinhadas com a
prática radiônica usual.

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Antes é preciso lembrar que essas experiências no passado consistiam basicamente


no embaralhamento de “Cartas Zener” , ou seja, um baralho constituído por 25
cartas, sendo cinco de cada figura, de tal modo que uma pessoa pudesse pegar uma
de cada vez, ao acaso, e “ transmitir telepaticamente” o símbolo que tivesse
impresso nela, para outra pessoa, como mostrado na figura acima. A vantagem
dessa técnica, se adaptada para o processo radiônico, é que ela facilita a coleta de
dados de inúmeras tentativas, em curto espaço de tempo.

Ilustrando-se esse contexto, considere-se duas pessoas, sendo uma para funcionar
como receptora e outra como transmissora. Considere-se, ainda, a utilização de um
baralho do tipo Cartas Zener ou, quando nada, uma coleção de pelo menos 5 cartas
que tenham impresso em uma de suas faces os símbolos mostrados na figura que
segue, cuja matriz pode ser obtida clicando-se no link Cartas Zener.

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Assim arranjado, obtém-se de cada uma das 5 figuras impressas nas cartas, o seu
índice radiônico. De posse de cada um desses índices, escolhe-se ao acaso uma das
cartas e fixa-se seu índice nos diais da máquina, colocando a carta escolhida no pote
de entrada. Dessa forma, a máquina radiônica terá uma carta no pote de entrada e
seu índice radiônico registrado nos diais, configuração que pode agregar um certo
potencial ao processo. Assim é dito tendo como base, algo semelhante as marés
máximas - ocasião em que a Lua se põe alinhada com o Sol, ou seja, o período em
que a atração gravitacional exercida por esses dois astros sobre os oceanos se soma,
como se vê na Lua cheia ou nova. Agora, com essa arrumação, coloca-se um
testemunho do receptor, que pode ser uma foto, mecha de cabelo, etc., no pote de
saída, por um período de cerca de 5 minutos  –  tempo que poderá variar com a
sensibilidade do receptor.

Nessas experiências o receptor pode estar separado do transmissor por uma


pequena divisória, como se vê na imagem mais acima, ou em outro compartimento.
Assim, supondo-se que se usou 5 cartas com 5 figuras diferentes e que as
transmissões telepáticas se iniciaram às 9 horas, a cada 5 minutos uma figura será
transmitida e ao final de 25 minutos ou às 9h25, um total de 5. Nesse processo, o
receptor anota suas impressões a cada cinco minutos a partir das 9 horas, até as
9h25. Como se tratam de 5 tentativas para se transmitir 5 cartas diferentes a
probabilidade de acerto é de 20%, ou seja, uma carta em cada 25 minutos. Isso
significa que índices de acertos superiores a esse percentual, estão acima do que
seria considerado acaso ou sorte.

Na apresentação acima evitou-se o excesso de detalhamento do processo


radiônico, como seria o caso da descrição dos detalhes para concentração,
obtenção de índices, etc., porque nesse ponto os textos anteriores já contemplaram
o que podia ser dito a respeito do assunto.

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Dúvidas frequentes sobre a operação de uma Máquina radiônica simples

Os títulos anteriores, originados a partir do texto “O que pode ser feito com uma
Máquina radiônica simples” , trataram dos principais procedimentos utilizados para
a operação de um equipamento radiônico, com aparência semelhante a imagem
que segue e roteiro para construção mostrado em “Faça você mesmo uma Máquina
radiônica simples ou um sintonizador mental” . Agora, com a inestimável ajuda de
alguns leitores, elaborou-se um resumo das principais dúvidas que ainda poderiam
envolver o tema, na forma de  perguntas e respostas, como se vê a seguir.

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Principais definições usadas na operação de uma Máquina radiônica simples

O que é radiônica?

Resposta: Com base nos resultados estatísticos das experiências de Interação


Mental Direta com Sistemas Vivos –   DMILS, nos estudos do cientista Dean Radin,
apresentados em seu livro “Mentes Interligadas” e, ainda, o que foi dito em “A
 , pode-se dizer sobre a
Psiônica e o mistério da Máquina simbólica de Hieronymus” 
radiônica o que segue:

“... considerando-se que a psiônica é uma atividade psíquica que faz uso da mente,
dir-se-ia que a radiônica é uma forma mais especifica dessa atividade psíquica, ou
seja, uma atividade psíquica que exige o uso de equipamentos eletroeletrônicos,
mecânicos e afins”.

O que é um índice radiônico?

Resposta: Os índices radiônicos ou, ainda, os equivalentes numéricos de quaisquer


“testemunhos”   são a sequência dos números observados em cada um dos
potenciômetros de um equipamento radiônico. Com relação aos índices radiônicos
é preciso dizer que eles parecem estabelecer uma ponte, um vínculo, pelo menos
no nível psíquico, com o “objeto”  que lhe deu origem, seja ele material ou imaterial.

O que é um “testemunho” na radiônica?

Resposta: Um “testemunho”   é tudo aquilo que carrega as “vibrações”   ou que


representa, psiquicamente, o objeto da pesquisa. O testemunho ainda pode ser
aquilo que representa o “alvo” , ou seja, o receptor das influências provenientes da
operação de um equipamento radiônico.

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Detalhes sobre a operação de uma Máquina radiônica simples

O que pode ser usado como “testemunho” ?

Resposta: Os “testemunhos”  podem ser no caso de humanos, uma gota de sangue,


saliva, mecha de cabelo, fotografia ou até mesmo o nome da pessoa escrito em um
pedaço de papel. No caso de animais os “testemunhos”  podem ser os mesmos dos
humanos, excetuando-se a mecha de cabelo e acrescentando-se seus pelos. Para as
plantas em geral seus “testemunhos”  podem ser uma folha, um pedaço da casca, o
nome da planta escrito em um pedaço de papel, etc. Outros materiais, como são
os casos de substâncias químicas, minerais, remédios, etc., seus testemunhos
podem ser obtidos através de uma pequena amostra deles ou, ainda, escrevendo
seus nomes em um pedaço de papel. Também, as “ intenções” depois de
sintetizadas em poucas palavras escritas em um pedaço de papel, podem ter seus
índices obtidos por uma máquina radiônica. Entendam- se como “intenções” as
manifestações do tipo: - “cura da ferida na perna de fulano”; - “harmonia na vida
conjugal de beltrano”; etc.

Em que posição deve estar o primeiro potenciômetro de uma Máquina radiônica


quando se estiver pesquisando o índice do segundo?

Resposta: Para se obter o índice do segundo potenciômetro, é preciso manter o


primeiro na posição onde ocorreu o seu “acordo” , porque o índice do segundo
depende do primeiro e, assim, sucessivamente.

O que fazer se o testemunho, a amostra etc., não couber nos potes de entrada ou
saída da Máquina radiônica simples  – SM1?

Resposta: Tanto o pote de entrada como o de saída, podem ser substituídos pelo


uso de cabos, com conectores do tipo P2, ligados diretamente ao “ objeto” da
“emissão”  ou do “destino” , como mostrado na imagem que segue. Para isso, basta
que esses cabos sejam conectados nas tomadas existentes na parte traseira da
máquina, que estão alinhadas na mesma direção dos potes de entrada e saída.

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A CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO DE MÁQUINAS RADIÔNICAS
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É possível a transmissão de um “corretor” , por exemplo um floral, colocando-o no


pote de entrada e o testemunho do receptor no pote de saída? Em caso positivo,
é necessário regular os potenciômetros?

Resposta: Existem radionicistas que usam suas máquinas radiônicas como simples


transmissores, colocando o corretor no pote de entrada e o testemunho do
receptor no pote de saída. Essa condição, segundo eles, pode suportar
adicionalmente o registro ou não do índice do “corretor” . Nesse espaço, defende-
se a tese de que esse arranjo pode provocar algum tipo de interferência na
transmissão, podendo aumentá-la ou diminui-la.

Suponha-se o “corretor”   no pote de entrada e os potenciômetros da máquina


zerados. Nesse caso, as influências do corretor não seriam acrescidas por algo cujo
índice radiônico fossem três zeros, na Máquina radiônica simples?

Acreditando nisso e para que não haja dúvidas quanto ao que efetivamente se está
transmitindo, recomenda-se primeiramente a obtenção do índice radiônico do

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“corretor” , nesse caso o floral. Assim feito, sem o corretor no pote de entrada e
com seu índice registrado nos potenciômetros da máquina, a transmissão pode ser
iniciada para o testemunho do “alvo”  colocado no pote de saída.

Um índice radiônico pode considerar apenas uma característica de um ser


humano ou animal?

Resposta: Os índices radiônicos de humanos e animais, podem considerar esses


seres por inteiro ou apenas suas características. Assim poder-se-ia dizer “índice de
 fulano”  – no caso do índice por inteiro, ou “índice da causa da coceira na palma da
mão de fulano”  – no caso de suas características.

Uma Máquina radiônica simples pode ser usada como amplificador de influências,
potenciais energéticos, etc.?

Resposta: Nesse pormenor uma Máquina radiônica simples pode funcionar como


uma grande aliada na amplificação de influências e potenciais energéticos. Esse
seria o caso, por exemplo, da amplificação das influências de um gráfico
radiestésico ou até mesmo de um aparelho, como é o caso das ondas de formas
emitidas por pilhas radiestésicas, discos equatoriais do tipo Jean de La Foye, etc.

Nesses casos, para que tudo fique melhor arranjado, sugere-se o levantamento de
um índice que represente a amplificação da influência desejada, o que pode ser
feito escrevendo-se essa intenção em uma folha de papel, tal como sugerido em
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outras respostas nesse texto. Assim feito, com o gráfico, etc., conectado a máquina
e o índice da “amplificação”   registrado em seus potenciômetros, a transmissão
pode ser iniciada.

Pode-se obter o índice de um corretor físico escrevendo-se seu nome em um


pedaço de papel como seria o caso, por exemplo, do termo “Floral de Bach Olive”?

Resposta:  Pode-se obter um índice radiônico de quaisquer materiais, escrevendo


seus nomes em um pedaço de papel. Nesse caso, sugere-se obter o máximo de
informações a respeito do material que se pretende descobrir o índice, de tal forma
que se crie um vínculo psíquico com ele.

Por que um caderno de índices radiônicos é importante?

Resposta: A vantagem de se dispor de um registro de índices utilizados em nossas


práticas radiônicas, é que com ele podemos acelerar o processo radiônico, evitando
desgaste psíquico e perda de tempo em operações futuras.

É possível usar um índice radiônico obtido em máquina radiônica diferente


daquela que se está usando?

Resposta: Pode-se usar um índice radiônico obtido em outra máquina radiônica, da


mesma maneira que se pode convencionar um determinado índice. Pode-se, por
exemplo, convencionar que o índice de uma determinada substância é 010101 e
com ele identificar quaisquer materiais que a contenham, etc. Isso evidencia que
um índice radiônico é algo semelhante a um “comando”  de natureza psíquica.

O funcionamento de uma máquina radiônica simples

Fiz vários cursos sobre radiônica e não vejo resultados. Por que isso acontece?

As máquinas radiônicas são equipamentos coadjuvantes a manifestação dos


potenciais psíquicos de seus operadores. Dir-se-ia que elas potencializam suas
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“qualidades” . Além disso, nem sempre os resultados radiônicos se mostram pelas


vias usuais, ou seja, os objetivos de um operador podem ser atingidos de formas
diversas, mas que na verdade foram acionados pelo processo radiônico.

O que é necessário para se obter sucesso na prática da radiônica?

Resposta: Os humanos só podem fazer aquilo que acreditam e se julgam capazes,


sugerindo aos que se aventuram nas práticas radiestésicas, radiônicas, etc., que
nesses contextos os preconceitos e o medo do desconhecido, devem ser superados.
As pessoas que se entusiasmam com a radiônica e esperam fazer dela uma
poderosa ferramenta para lidar com energias sutis, precisam estar convencidas de
que são capazes de quaisquer feitos, usando suas máquinas radiônicas.

O sucesso nessa prática está vinculado a um verdadeiro mergulho no mundo dos


fenômenos de natureza psíquica. É preciso, ainda, ter uma fé inabalável e adotar
procedimento semelhante aquele que se vê em experiências do tipo psi, ou seja, é
preciso “atenção e firme intenção”  em seus propósitos.

O que pode interferir na eficiência de uma Máquina radiônica simples?

Resposta: O estado de espírito do operador destacando-se sua determinação e


vontade, são as principais premissas para a prática radiônica. Por outro lado, a
exemplo do que acontece com outras experiências de natureza psíquica, as
perturbações meteorológicas, o estado de saúde física e emocional do praticante,
os momentos de grande comoção social, etc., podem interferir na eficiência do
processo radiônico. Pode-se dizer, grosso modo, que os bons radionicistas
exercitam a observação do entorno, cultivam a disciplina e a ordem, procurando
controlar seus pensamentos e intenções.

Existem depoimentos sobre os resultados obtidos com o uso de máquinas


radiônicas?

Resposta: Existem disponíveis na bibliografia que trata da radiônica, vários


depoimentos dando conta de seus resultados. Também nesse espaço, se podem ver
vários relatos de eminentes radionicistas e seus feitos, como é o caso de John Wood
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