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HERMANN THOLF

PRINCÍPIOS DE ÉTICA NACIONAL-SOCIALISTA DOS


TEMPOS MODERNOS

(EM CONSTRUÇÃO)
2010

PREFÁCIO

Todo livro tem um propósito. Grande ou pequeno,


luxuoso ou feito no amadorismo, procura de alguma
forma, transmitir uma mensagem. E como se pode
imaginar este no caso, não foge à regra.

Dedico-o à juventude. Não aquela a quem o leitor


deve pensar que busca através de uma rebeldia
manipulada, o desgaste completo; a juventude que não
têm interesses pela pátria, por suas raízes emergidas na
degeneração, afundadas nos vícios e voltando-se contra
as vontades da natureza.

A mensagem aqui posta não é regada a


moralismos ou dogmatismos. Não é um livro que
necessariamente obriga sua prática absoluta. Apenas
procuro de modo simples, preencher uma lacuna nas
grandes publicações a adeptos e simpatizantes do
Nacional-Socialismo em termos de Brasil: o repensar da
conduta.
O que me levou a escrever este trabalho foi
perceber que apesar de dotar do instinto e da força de
nadar contra a grande corrente do sistema, muitos
jovens, ainda presos às ideologias de tribos urbanas
administradas pelo capitalismo, são levadas a um
comportamento que prejudica a propagação do ideal
Nacional-Socialista. Os Hollywood nazis e tantos outros
grupos, se seguidos à risca de suas propostas, só tendem
a facilitar a distorção do nosso ideal frente aos olhos do
povo.

Escrevo com simplicidade, compromissado com


sua causa. Minha pretensão não é senão a de auxiliar
camaradas que, quem sabe, nunca tiveram à disposição
os conselhos de alguém que procurasse mostra-los uma
nova proposta de conduta com o intuito de melhorar
nossa imagem, seja perante inimigos, seja perante
aqueles que guardam simpatia por nossos valores.

Não há segredo na prática de muitos dos


conselhos aqui postos. Eles atuam como os primeiros
passos para que se pense na propagação de um ideal.
Quando nós nos perguntamos sobre o
crescimento de religiões como Testemunhas de Jeová ou
Mórmons, devemos em culpa-los neste sentido, repensar
nossa conduta. Uma pessoa nos aborda e com educação,
oferece-nos seu trabalho. Pode ser a proposta mais
diabólica que possamos imaginar, mas neste caso, a
forma educada faz todo o sentido para as pessoas simples
que por eles são abordadas. Isto me fez pensar que nunca
um ideal haverá de ser aceito pelo povo, sem que se o
conduza de forma respeitável. No nosso caso, nossa
conduta enquanto soldados políticos.

Retomar os valores do Nacional-Socialismo está


por certo, intimamente ligado ao compromisso com o
povo. Nossa pretensão não é a de criar um círculo
fechado de amigos, de mesmas vestes e leituras, mas de
propor soluções à infinidade de problemas que nossa
sociedade enfrenta. Nossa atuação precisa ser a mesma
de uma força paralela, justiceira, independente que
muitas vezes deverá fazer o papel que o próprio Estado –
corrompido pela Democracia – não o faz.
É preciso conquistar as massas. Não através da
violência gratuita, mas da justiça e da sinceridade e
honestidade que somente pode provir de nossos
corações. Se representarmos um ideal nobre, nobres
teremos de ser. Se nossas atitudes correspondem ao ideal
que seguimos, as pessoas irão julga-lo de acordo. Se
formos bons, será o Nacional-Socialismo um sinônimo de
bondade, se não, a atitude negativa apenas será mais um
meio de se colaborar e dar forças a um inimigo que é
dono de um supremacismo cada vez mais difícil de
combater.

Ficará clara durante o desenvolvimento deste


trabalho, a profunda inspiração que a obra “Ética
Revolucionária”, do Nacional-Socialista espanhol Pedro
Varela, exerceu sobre os meus pensamentos.

Pode o leitor não apreciar tudo o que aqui se


encontra, mas, se apenas um único conselho fazer-lhe
sentido, então o meu trabalho terá sido válido.

E que cada vez mais, possamos nos enobrecer e


trazer o mínimo de orgulho – como seguidores de seus
valores- ao legado que nos fora deixado pelos deuses do
III Reich.

Heil Hitler,

Hermann Tholf.
A ÉTICA NACIONAL-SOCIALISTA DOS

TEMPOS MODERNOS

(EM CONSTRUÇÃO)

Se algum grupo ou ideologia causar-lhe antipatia,


nunca o generalize. Procure conhecer suas fontes. E por
mais que você disponha de argumentação para criticá-los,
nunca destrate alguém por segui-las, mas pela forma com
que se comportam. Bons sujeitos existem mesmo nos
piores meios e que, talvez, necessitem de certo tempo
para despertar e os abandonar.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Evite bebidas alcoólicas. Aprenda a ver a beleza nas


coisas mais simples da vida, sem que lhe necessite o uso
de qualquer substância. Mas, se o fizer, nunca perca sua
essência: o estado contemplativo. A função primordial de
bebidas como o vinho está em fazer o seu uso em
situações especiais, em doses moderada.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Sempre ouça seus pais ou pessoas mais velhas a


respeito de suas companhias. Sendo novo, por vezes você
estará incapacitado de perceber as consequências de
uma má amizade. Independente de quão boa pessoa você
seja, você será julgado pelas pessoas com quem manteve
proximidade.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Alimente-se bem. Não pense nos alimentos mais


fáceis de ser preparados ou pela estampa atrativa de suas
embalagens, mas pelo que lhe oferecem de nutritivo.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Aprenda um instrumento. Dê vida à sensibilidade


que brota da música, criando ou interpretando. Grandes
homens da humanidade nunca se distanciaram da
música.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não é ultrapassado ter bons modos e portar-se de


forma respeitável. Pense que estes grupos que se fazem
de revoltados, são na verdade instruídos por um sistema
que lhes escolhe alvos prediletos. O sistema fabrica e
lucra com o que eles vestem ou consomem, mas,
principalmente, é beneficiado com o que por eles é
atacado.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Seja educado e sempre espere o momento
adequado para expressar sua opinião. Observe o
ambiente à sua volta para ver se é possível falar
abertamente. Nem sempre sua expressão será bem
aceita, por mais educada que seja, e por fim, você estará
sujeito a inimizades. Quanto mais democráticos se dizem
alguns meios, esteja certo de que maior será a repressão
em relação às suas opiniões distintas.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Em relação a seus pais, seja como um autor que


após anos, relê um escrito seu. Aprenda com suas ações.
Se você teve péssimos exemplos, quase que um livro todo
necessitará ser reescrito. Do contrário, incorpore novos
elementos e faça pequenas outras modificações. Procure
sempre portar-se como uma geração que corresponda à
honra de seus pais. Nem sempre você haverá de ser tão
habilidoso quanto eles, em certos aspectos, no entanto,
nunca deixe de reconhecer seus êxitos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Seja sábio sabendo falar a língua das pessoas


simples. Em muitas vezes, suas experiências de vida nos
ensinarão muito mais que livros de linguagem acadêmica
e rebuscada.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não obrigue as pessoas próximas a adotar o


Nacional-Socialismo. Apenas mostre-as, com o tempo,
que sua boa conduta corresponde aos preceitos que você
segue.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Procure acordar cedo, se suas ocupações o
permitirem. Seu dia deverá ser aproveitado da melhor
forma possível. No entanto, em momentos especiais e
oportunos, não deixe de sentir o agradável e inspirador
silêncio da madrugada: isto o renovará.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Seja educado. Não por falsidade ou por interesse,


mas pura e simplesmente pela naturalidade do seu ser.
Agindo deste modo, você estará honrando a educação
que recebeu de seus pais. E se não a recebeu, se de casa
não teve exemplos, isto lhe será um motivo a mais para
esforçar-se em ser uma boa pessoa: você estará gerando
por si próprio o comportamento ideal a seus filhos e
netos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Lembre-se de frases que o marcaram. Em certos
momentos, deixe-as vir ao seu encontro: isto o purificará.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

No que diz respeito a seus ideais, porte-se tal qual


um intermediário de forças positivas. Seja grato às velhas
gerações e mostre-as que no que depender de você, a
luta irá continuar. Isto os fará felizes e menos susceptíveis
à tristeza dos tempos modernos. Do mesmo modo, seja o
alimento das gerações mais novas.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Sempre seja esperançoso. Mesmo as mais bárbaras


ideologias triunfaram por esforço, persistência e
esperança de seus membros.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Evite comparações no que diz respeito a ações em


prol do seu ideal. Faça-as como o seu coração mandar e
como o tempo lhe permitir. Não se sinta nem mais, nem
menos, mas como que ocupando um papel fundamental.
No entanto, não deixe de reconhecer a dádiva dos mais
ativos. Por maior que seja o seu empenho, sinta que
sempre há mais o que se fazer, e esteja certo de que
mesmo os maiores e mais esforçados homens, um dia,
sentiram-se pequenos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Ao criticar alguém, seja ético e não coloque


palavras em suas bocas. Faça uso apenas do que ouviu ou
leu.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Jamais apoie e pratique o aborto. Não se deixe levar
pela libertinagem feminista da atualidade. Tenha
responsabilidade e evite uma gravidez indesejada. Mas,
se isto lhe ocorrer, ame o seu filho(a) independente das
circunstâncias em que tenha aparecido. Em muitos casos,
grandes pessoas foram fruto de uma gravidez inesperada
e mesmo indesejada.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Enxergue o seu corpo como o reflexo de suas


gerações futuras. Prolongados atos de irresponsabilidade
poderão não ser sentidos agora em você, mas
futuramente em seus filhos e netos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Sinta-se como parte da natureza, tanto quanto


qualquer outro animal ou planta. Não destrua a si mesmo
através de vícios e ações desnecessárias, pois você é o
seu integrante.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não exteriorize em suas vestes a fórmula que


inspira sua conduta. Sábio é aquele que se passa
despercebido.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

O verdadeiro respeito não se consegue através da


intimidação ou da arrogância. Porte-se como uma pessoa
comum, de bem. O respeito dos mais sábios consegue-se
através da discrição.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Extirpe as generalizações. Não caia nos mesmos
erros de certas tribos urbanas o fazem, quando culpam a
sociedade ou religiões como um todo por seus problemas
pessoais. Antes de culpar a algo ou alguém por seus
problemas ou defeitos, procure solucioná-lo. A superação
sempre lhe trará um novo aprendizado.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não apoie casais inter-raciais. Não considere a um


ou outro como melhor ou pior, mas diferentes o
suficiente para que deles não exista uma completude. E
apesar da grande maioria desses casais racialmente
contrastante não terem êxito, saiba reconhecer o mérito
de alguns poucos homens ou mulheres que mesmo não
sendo da sua raça, souberam cumprir o seu papel de
modo honrado.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Conheça os propósitos do estrangeiro ou migrante
antes de julgá-lo. Muitos vieram à sua terra para estudar,
trabalhar e procuram valorizá-la. Você deverá se opor ao
supremacismo e o egoísmo do estranho que não apenas
desfaz das peculiaridades da sua região e mantém-se em
um núcleo homogêneo como se beneficia prejudicando e
destruindo suas pessoas. Do contrário, acolha-os de
modo que quando terminarem seu tempo de estadia faça
questão de voltar e valorizar sua terra. Não se esqueça de
que em alguns casos, aquele que lhe é estranho pode
conhecer e valorizar mais sua região do que você próprio.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Um cientista não se detém de mostrar para o


público as fórmulas de suas experiências, mas seus
resultados, sua aplicabilidade no mundo real. Do mesmo
modo, não se prenda à propagação da simples fórmula
pela qual sua conduta é inspirada, mas como ela reflete
em seu cotidiano.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Sua fala é o espelho de sua alma. Evite gírias e vícios


de linguagem.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

O uso de tatuagens é completamente desnecessário


a um Nacional-Socialista. Nossos interesses oscilam, os
gostos mudam e/ou elementos se incorporam. Melhor
que exteriorizar, é interiorizar - renovar e aprimorar
concepções dentro de nós mesmos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Cuide de sua saúde. Ela deve ser sua prioridade,
pois é o núcleo de longevidade pela qual você deve
prezar.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Aprenda com os mais velhos respeitando suas


opiniões. Não busque vê-los diferentes se há um
verdadeiro abismo entre suas concepções e as deles.
Respeite-os acima de tudo. Não se deixe levar pela falsa
ideia de que você sendo novo, é superior a alguém de
idade.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Tenha uma consciência espiritual. Deste modo, você


não irá temer o seu destino ou achar que qualquer
sacrifício é em vão.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Prolongue sua imortalidade através de três pontos:


ação, arte e genética. Ao menos, cumpra um deles. Suas
ações sempre serão contadas por seus camaradas e eles
assim poderão incentivar as gerações seguintes. Com a
arte, aqueles que não o conheceram pessoalmente,
estarão em contato com sua alma. Também com a
genética, você viverá através de seus filhos, netos e
bisnetos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

É uma desonra completa não estender a mão ao


próximo por causa de sua origem, cor, sexo ou vestes.
Julgue as pessoas por seu caráter, não por características
externas.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

A boa convivência com outras raças não deverá


implicar na quebra de suas convicções e princípios. Tire
proveito do que lhe for importante. Aprenda com eles,
sem, no entanto, cometer o pecado da miscigenação.
Todas as raças bem definidas possuem sua especialidade
e até mesmo beleza. Sábio é aquele que olha para o céu e
aprecia o voo dos pássaros sem, no entanto, necessitar
empalhá-los por um prazer egoísta, extinguindo sua
espécie. Sendo assim, saiba apreciar as virtudes de outras
raças, sem destruí-las.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Aprenda idiomas. Dê prioridade a pelo menos um


de sua descendência, caso não tenha tido incentivos dos
seus pais ou avós, você, sobretudo, fará contentes a seus
familiares mais apegados às origens. Mostre a eles que
você não despreza a cultura da qual descende

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Seja sincero mesmo ao expor seus erros. Você


conquistará o coração das pessoas de modo honesto. Não
crie falsas imagens ou máscaras.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Sempre que lhe for possível, visite familiares e


amigos pessoalmente. Apesar das facilidades que os
meios eletrônicos nos trazem, não se deixe distanciar das
formas mais comuns de contato. Gestos, olhares e
expressões são elementos que jamais os meios virtuais
poderão substituir.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Não desrespeite a fé dos seus avós ou das pessoas
mais antigas com as quais você convive, por mais que
você discorde daquilo que seguem.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Despreze a ganância por notas em exames.


Consciente é aquele que se esforça e leva o aprendizado
dos estudos na vida prática, não em colocações à busca
de um prêmio.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Se você ganhar o respeito dos mais velhos, isto


mostrará que você está no caminho certo. A juventude
revoltada é iludida a acreditar que a tudo sabe. Vive de
modo animalesco, imoral, e não está apta a aceitar as
críticas de pessoas mais experientes. Não seja como eles.
No fundo, sabem que estão errados, mas o orgulho não
os permite admiti-lo, então preferem dizer que os tempos
são outros e que o mundo mudou.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Quando você estiver abatido, quando você se sentir


fracassado e pequeno, procure a arte do III Reich como
meio de levantar-se. Assista aos trabalhos de Leni
Riefenstahl e pense que a Vitória da Fé e o Triunfo da
Vontade foram expressões de uma Alemanha que unida,
reerguia-se de uma grande miséria. Seja esperançoso e
pense que com seu esforço, dias melhores virão. Use seus
momentos contemplativos como que impulsionadores de
sua vontade, de que sempre há algo mais a se fazer.
Deste modo, você estará dissipando energias que
haverão de eleger um novo Avatar.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Nem sempre as facilidades do mundo moderno


poderão lhe ser úteis. Evite ao máximo a dependência do
dinheiro eletrônico. Pense que, indiretamente, ao usá-lo,
você estará rendendo juros ao sionismo.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

A provocação e o insulto são expressões de um


comportamento medíocre. Quando acompanhado de
camaradas, nunca se deixe levar pelo instinto de
impressioná-los com provocações àqueles que não o
agradam. Como a Teoria do Caos, seu ato de
irresponsabilidade poderá tomar proporções absurdas.
Quando passar diante de um inimigo, mantenha seu
passo firme, não se curve, nem procure cumprimenta-lo.
Apenas siga seu caminho.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Ignore as provocações daqueles que não se


conformam com seus princípios. A firmeza do seu silêncio
interior deverá ser maior que qualquer influência externa.
Apenas reaja em situações extremas, de perigo físico.
Controle seus impulsos, aprimorando o desprezo à
demonstração de pobreza de espírito alheia. Caso deixar-
se levar e partir para o conflito físico, você terá se
rebaixado, descido de nível.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Evite frequentar lugares que pouco lhe oferecem de


produtivo. Se dispuser de oportunidade, reúna-se com
pessoas próximas em casa ou outro ambiente agradável,
como praças ou parques. Deverá ser um ambiente
agradável que o permita falar e ouvir. Não é digno de o
seu espírito estar em meio a multidões drogadas,
alcoolizadas, que exalam nicotina e comportam-se de
modo promiscuo. Pense que por melhor que seja sua
conduta, você em um ambiente errado, estará susceptível
a situações até mesmo perigosas. Preze por sua vida, pelo
que você respira, aonde frequenta e com quem fala.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Tenha um ideal de solidariedade para com aqueles


que lutam pela mesma causa que a sua, já que somos tão
poucos. Disponibilize lhes ao menos uma parte do que
você tiver de importante em sua coleção pessoal. Troque
informações. Sempre faça de um encontro, uma nova
oportunidade de discussão. Enriqueça-os e por eles seja
enriquecido. Não os julgue por erros pequenos, mas por
seus esforços em prol da causa que você diz acreditar.
Não limite sua proximidade a questões políticas. Ajude-os
a enfrentar questões pessoais. Torne-os melhor, caso
deles você tenha recebido indicativos para isto. No
entanto, não seja inconveniente. Não ache que por
estarem em uma mesma causa, todos os interesses
deverão ser os mesmos. É um grande erro acreditar que
alinha de pensamento Nacional-Socialista se opõe à
diversidade de ideias e princípios.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Aprenda ao menos um idioma além do seu próprio.


Nunca por interesses puramente econômicos, mas
culturais. É triste ver que existem pessoas que
permanecem tempos em certos países e levados por
questões financeiras, nada aprendem sobre suas culturas.
Não seja como eles. Compreendendo outra língua, isso o
facilitará a conhecer novas leituras, pessoas e terras.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Esteja sempre em alerta com relação aos propósitos
aparentemente benéficos de muitas organizações. Sem
perceber, você, com boas intenções, acabará inserido em
uma instituição intimamente ligada com o
internacionalismo judaico, como é o caso da Maçonaria,
Lions Internacional, Rotary e outros.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Antes de sonhar com outros países e continentes,


conheça sua própria terra. Há muito que se ver e admirar.
Ser-lhe-á vergonhoso se um dia estiver em outro país e
perceber que existem pessoas que conhecem e valorizam
mais a sua terra que você próprio.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Em muitos casos, ignore aqueles que procuram


prejudicá-lo. Não mova suas forças para vingar-se por tão
pouco. Deixe que o tempo os faça mudar de rumo ou
sofrer as consequências da rebeldia vazia.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Seja dinâmico por natureza. Falar sobre uma coisa


só não apenas lhe trará dificuldades na vida cotidiana,
como o distanciará das pessoas mais simples e leigas.
Saiba conciliar seu conhecimento específico com assuntos
cotidianos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Abra os olhos com relação a muitas instituições que


se dizem filantrópicos. Não as julgue por um ou outro ato
benéfico à sociedade. Suas ações são como esmolas.
Apenas ocupam um papel estratégico. De nada suas
contribuições significam para si próprios, se comparadas
aos verdadeiros impérios econômicos dos quais dispõem,
pelo fato de monopolizarem cidades, estados e países.
Não se iluda com a maçonaria. Pense que se ela fosse de
fato uma entidade de bem, não seria necessário um rigor
tão grande para aderi-la.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Seja solidário. Contudo, não deixe que pessoas de


má índole o explorem por sua boa vontade.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Tenha o seu corpo como o espelho do espírito.


Sendo assim, não o polua. Ele é a chave da sua
longevidade.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
A violência sem um plano de ação é como minar o
território seu e de seus camaradas. Ignore os obstáculos
que o sionismo lhe colocou.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Aprenda com a história de vida daqueles que


defenderam seu ideal. Tenha-os como exemplo,
independente do destino que lhes foi reservado pela
fidelidade aos princípios.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não dê importância para as divergências dentro do


movimento. Não é hora para isso. Pouco importa se
alguém é mais teórico ou prático, cético ou crédulo. Leve
sempre em consideração a disposição para a luta. Neste
sentido, saiba reconhecer o empenho até mesmo
daqueles por quem você enquanto pessoa, não guarda
simpatia.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Saiba separar as coisas. Não deixe com que o fim de


um relacionamento ou amizade com alguém que segue
uma linha de pensamento similar à sua, signifique o
abandono do ideal.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Que o ideal hitlerista de perfeccionismo lhe inspire.


Sempre há meios de tornar-se cada dia melhor, em
termos espirituais, morais ou físicos.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Reconheça sua capacidade de aprendizado interior.
Seja esforçado, por mais que seus resultados não tenham
sido bons. Saiba reconhecer no esforço e na sinceridade,
um ato de bravura.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Seja incansável em sua causa, sem perder, contudo,


a humanidade que há dentro de si. Incorpore sua luta a
questões cotidianas. Seja maduro. Renove e crie
conceitos. Não viva como que em uma bolha, à parte do
mundo, imerso pela imaginação.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não tenha vergonha de, diante de outrem, mostrar


seu ponto de vista. Fale sempre com sinceridade. Articule
de modo esclarecedor os argumentos que sustentam sua
linha de pensamento. Dependendo da ocasião, oculte
alguns princípios. Mas jamais traia a si mesmo por desejar
o contentamento alheio.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não seja egoísta. Faça o possível para enriquecer o


conhecimento seu e de seus camaradas. Empreste, copie
e presenteie livros que lhe são interessantes. Tendo a
oportunidade, discuta a respeito.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Visite seus familiares mais idosos, caso lhe seja


possível. Traga-lhes ao menos, um pouco de orgulho. Se
sua geração só lhes traz desgosto, seja uma exceção.
Mostre-lhes que você segue um bom caminho. Pergunte-
lhes sobre sua história. Seja atencioso. Deste modo, você
os deixará felizes e ao mesmo tempo, mostrará que a
ancestralidade ainda mantém laços fortes. Chegará o dia
em que você tomará o seu lugar e com o avanço da idade,
tomado pelas decepções com o mundo moderno,
também irá ansiar pela aproximação de um filho ou neto
que lhe queira ouvir.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Pense que você é observado pelos deuses. Eles o


veem. No entanto, não fique em sua função. Saiba seguir
os seus próprios passos. Recorra a eles o menos possível,
quando necessitar de ajuda para tarefas simples, mostre-
lhes que você os leva em seu coração, sendo sábio e
aprendendo com os seus valores. Não seja como muitos
que os relembram apenas em momentos de dificuldade.
Seja forte e tenha também uma consciência espiritual.
Há, pois, nisto, uma completude imortal. Força e
espiritualidade: assim se forma um espirito completo.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Haverá momentos em que a exposição dos erros de
seus camaradas deverá ser uma obrigação ética. Ajude-os
a melhorar, assim como você mesmo um dia, também
receberá a ajuda como resposta.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não renda culto ao Nacional-Socialismo por si só,


através de símbolos e/ou vestes. Mantenha-o vivo em seu
coração. Aprenda seus valores, sabendo viver em seu
próprio tempo.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Distancie-se das formas bizarras de sexo. Tenha em


mente que elas são a mais clara consequência da falta de
amor e completude entre um homem e uma mulher.
Encare-o como um momento sagrado.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não destrua seu espírito com a pornografia. O


contato constante com ela poderá lhe trazer efeitos
psicológicos irreversíveis. Ela é o pisotear do ser humano;
é o pior rebaixamento existente.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Controle seus instintos sexuais. Seja atraído por


alguém que lhe parece belo, saudável e de boa conduta;
nunca pelo aparente desenvolvimento sexual. Uma das
grandes causas da miscigenação desenfreada está no fato
de que muitos são atraídos pelos impulsos sexuais. É um
grande desrespeito resumir o ser humano a um pedaço
de carne, com quem se possa obter prazer e
posteriormente, abandonar.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Ao pensar em ter filhos, dê se possível, prioridade à
etnia que predomina em sua descendência. Não se
contente à simples ideia de ser ariano. Cada povo do qual
você descende deixou-lhe características físicas e
psicológicas. Quanto maior for a homogeneidade de sua
criação, mais facilmente ela ouvirá a voz do sangue. No
entanto, não caia no erro de resumir o bom caráter à
concentração maior de uma descendência. De nada vale a
homogeneidade, sem uma criação ideal. No caso da
descendência heterogênea, saiba escolher a cultura que
em seu sangue, lhe fala mais alto.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Não se sinta inferior caso sua descendência seja


diversificada. Aprenda a apreciá-las como parte do seu
ser. No entanto, busque ao menos uma ou duas com que
você se identifica mais. Não caia no erro de achar que
nesta diversificação, nada possui especialidade. Conheça
sua história, aprenda seus laços culturais. Com sorte,
incorporando um princípio de dinamismo, você poderá
mesmo tirar proveito desta questão, valorizando a fundo,
cara herança sua.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

No caso de nascer em um ambiente homogêneo,


valorize-o como um presente dos deuses e
principalmente, de seus pais e avós. Viva a voz do seu
sangue. Faça o que lhe for possível para aproximar-se de
um parceiro(a) da mesma descendência que a sua, para
que também seus descendentes não percam o elo com o
passado, com o qual você cresceu próximo.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Tendo crescido e residido em um ambiente


heterogêneo, aprenda com os valores e costumes
daqueles que a incorporam. Não se mantenha
completamente à parte. Também não se funda
completamente. Mantenha sua especialidade.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ

A questão da violência também necessita ser


incorporada ao princípio socialista. Quanto mais uma
ação servir como proteção ao provo, melhor será. No
caso de uma situação extrema, já tendo à disposição um
plano de ação, a prioridade deverá ser dada a bancos,
multinacionais exploradoras, zonas de tráfico de drogas e
instituições com a máscara da filantropia. Não tenha
piedade, pois do contrário, as mesmas jamais tiveram
piedade do nosso povo. Em alguns aspectos, a violência
precisa ser entendida como um meio extremo de defesa
da população. Nenhuma incompatibilidade pessoal com
algo ou alguém a justifica.
ϞϞ ϞϞ ϞϞ

Tenha apreço pela sua terra, seja você mais


regionalista ou nacionalista. Sob o principio socialista,
entenda tudo à sua volta como um grande dominó.
Lutando por sua terra, você direta ou indiretamente,
estará colaborando também para o beneficio de um todo.
Caso você se sinta um estranho nela, deixe-a e passe a
lutar pela terra onde você irá residir. Seja ao modo de
Devi, um nacionalista em cada terra que permanecer.
Justifique sua mudança permanente a um determinado
país apenas pela aproximação sua em termos de cultura e
ancestralidade, como o que lá predomina. Não queira se
sentir um estrangeiro em terras com as quais você não
tem qualquer ligação.

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Ame sua terra, independente dos descontentamentos
que você possui com a politica atual. Esteja junto tela na
vitória ou na derrota. É uma grande covardia querer
deixa-la;

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
MINHA LUTA

Introdução

Um amigo profundamente ligado com o misticismo


me procurava, fazendo-me uma pergunta: “Você sabe me
dizer algo sobre um livro chamado ‘Los rituales satânicos
del III Reiche’?”, “Não, me desculpe”. De fato, eu nunca
havia ouvido falar sobre tal obra. Ele prosseguiu:
“Perguntei isso porque consegui compra-lo e estou à sua
espera. É um livro importado”. Àquele instante, tive duas
reações: uma era a de contentamento, vendo-o disposto
a pesquisar e aprofundar-se nas questões que envolvem
o misticismo presente antes e durante o Nacional-
Socialismo; outra era consequência da má impressão pelo
título – mas, quem sabe, eu estivesse errado; quem sabe
fosse um livro bom, sério. De súbito, disse-lhe: “Parece-
me que tal obra é um pouco difamatória, não?”,
“Acredito que não, pois é de 1971”. Sem que me
pronunciasse a respeito, mudamos de assunto. No
entanto, o que ele havia dito por último corria à minha
mente. Eu me questionava e, de algum modo, acreditava
que a temporalidade por ela própria, não faz de uma obra
dona de purezas ou impurezas1.

Eu o conheço há tempos. Dado ao meu modo


discreto passaram-se meses para que chegássemos à
conversa sobre algo que envolvesse Nacional-Socialismo.
Em certa ocasião, nós nos comunicávamos por telefone e
em certo momento tentava trazer esclarecimento ao
assunto, deixando claro que não havia nada de
monstruoso em retomar alguns valores buscados durante
o III Reich e adaptá-los à nossa realidade2. Ele foi
compreensivo, embora, por um instante deixou-se levar
pela inconformidade: “Eu entendo. Faz sentido o que
você diz. Mas, ah... Não! Não tem cabimento ser um
Nacional-Socialista nos dias de hoje”, “Eu não estou
falando em ser. Quero apenas que você olhe as coisas de
outra maneira, pois desde o fim da guerra, são os
vencedores os que contam sua história. De tudo o que

1
Um exemplo disso é o caso de Thomas Mann, a quem muitos consideram “um bom alemão”. Quando
o mundo sequer havia ouvido falar em “câmaras de gás” e “extermínio de judeus”, quando os próprios
judeus nada haviam dito a respeito, ele pronunciou uma série de mentiras através de rádios piratas que
chegavam até a Alemanha, com o intuito de incitar o povo à revolta contra o Nacional-Socialismo.
2
O Nacional-Socialismo do ponto de vista de alguns teóricos seus, é completamente aplicável às leis da
natureza.
eles propagam, praticamente nada corresponde ao que
foi verdadeiramente Nacional-Socialista”.
A voz dos vencedores

São os mesmos vencedores da Segunda Guerra


Mundial que hoje controlam o mundo, impondo seu
silêncio democrático àqueles que a eles se opõem ou
simplesmente os questionam.

Não estou sequer entrando em questão de


Nacional-Socialismo propriamente dito, pois este, nos
dias de hoje, inexiste como partido político ou órgão que
possa gerar qualquer influência significativa em um
estado ou país, que dirá em um continente ou no mundo.

Sendo assim, aqueles que são vistos como grandes


ameaças são simplesmente pesquisadores, escritores,
integrantes de uma corrente revisionista, que muito
raramente se dizem simpatizantes3 do Nacional-
Socialismo. No entanto, são durante combatidos. Aqui e
acolá vêm sendo presos. Na Europa, lotam cadeias. Nos
Estados Unidos, por três vezes o Insitut of Historical

3
Tomo o exemplo do Grupo de Estudos CEDADE para esclarecer que o Revisionismo Histórico não é
uma particularidade Nacional-Socialista. Entre seus membros, havia comunistas, anarquistas e Nacional-
Socialistas de diferentes origens e religiões – inclusive judeus. Dentre eles, constavam Robert Faurisson
(Comunista) e Pedro Varela (Nacional-Socialista). O próprio Revisionismo, aplicado a questões da
Segunda Guerra Mundial, iniciou-se com o francês Paul Rassnier, que foi membro da Resistência
francesa e que após a guerra, propôs-se a desmentir muitas das coisas que a imprensa havia dito sobre
os alemães e seus campos de concentração.
Review recebeu ataques à bomba. Na Espanha. A Libreria
Europa, talvez a maior livraria do mundo em termos de
revisionismo, é obrigada a mantes um forte esquema de
segurança para evitar ataques por parte de marginais que
geralmente sem perceber, são induzidos pela
propaganda, pela imprensa a comando do “sistema” que
tanto dizem repudiar, a ver na pesquisa histórica e no
questionamento uma incitação a discriminações
gratuitas.

Em 1990, a extinta Editora Revisão, que presava


pela universalidade do conhecimento, assumia o seu
grandioso papel e publicava exclusivamente em
português o trabalho do pesquisador Robert Faurisson,
chamado “Quem escreveu o diário de Anne Frank?”. Ao
seu final, encontra-se a seguinte nota do editor:
No dia 16 de Setembro de 1989, na cidade de Vichy, na França, este grande pesquisador
[Faurisson] foi agredido, pisoteado e massacrado por três sionistas, que se intitularam “Filhos da
memória judaica”. Ele escapou com vida pela interferência de três pescadores que passavam no local.
Sofreu três fraturas no rosto e também nas costelas. As fotos apresentam este pobre Dr. Professor da
Universidade de Lyon [Mostram-se duas fotos chocantes, onde podemos vê-lo deitado em uma cama
de hospital]. O próprio hospital de Vinchy foi ameaçado pelos terroristas, obrigando uma
transferência secreta para um hospital de Clermont- Ferrand. A imprensa, por telefone, foi informada
pelos covardes agressores que farão a mesma coisa com quem discordar das suas histórias. Agir
contra pesquisadores de forma violenta e covarde, não nos parece ser a melhor forma de esclarecer
o que aconteceu antes, durante e após o conflito. A força é o direito das bestas, não das pessoas
inteligentes.4

O caso do Sr. Castan é o exemplo mais próximo


que temos em termos de Brasil: pessoa de bem,
batalhadora e de origem humilde, autodidata e já
estando aposentada, fora levada a tribunal pelo crime de
racismo, a comando da Comunidade Judaica de Porto
Alegre e de seus numerosos robôs instruídos.

Na antiga página de sua editora, Castan emitiu a


seguinte nota a respeito dos atos cometidos por
vândalos, sobre instrução sionista, durante a 46ª Feira do
Livro em Porto Alegre:
Com grande pesar comunicamos que em 27 de outubro passado, dia da inauguração da
46ª Feira do Livro de Porto Alegre organizada pela Câmara do Livro, e considerada a maior Feira de
Livros ao ar livre da América Latina, nosso estande sofreu VIOLENTO ATENTADO por parte de
devidamente orientados/contratados punks, homossexuais e drogados, entre os quais no mínimo
três baderneiros se acobertaram indevidamente com bandeiras do PT e do PSTU, dando uma falsa
ideia de que estavam agindo por esses partidos, fato que causou mal estar entre os próprios adeptos
desses dois partidos que lutam pela liberdade de expressão.

A feira do livro foi aberta às 13:00 h. A partir das 19:00 e até o encerramento da feira às
22:00 h, dezenas de vândalos/terroristas berravam exigindo o fechamento do estande, ofendendo e
agredindo a cuspe nossos funcionários e clientes que se aproximavam do mesmo, após frustrada
tentativa de atirar para dentro uma bandeira com a suástica incendiada para queimar os livros; tudo
dentro da totalmente caluniosa acusação de que ao invés de pesquisas históricas, estaríamos
promovendo o nazismo.

4
FAURISSON, Robert. Quem escreveu o diário de Anne Frank? Editora Revisão. Porto Alegre, 1990.
Infelizmente, a Brigada Militar não conseguiu conter totalmente os terroristas, parte da
qual se vangloriava de ter participado da destruição do relógio que controlava os 500 anos do
descobrimento do Brasil.

Num dos momentos de descuido do policiamento, os encomendados terroristas


destruíram a pedra um grande retrato de Getúlio Vargas, que nos acompanhava a 8 anos nas feiras.

Entre os nossos três atendentes ofendidos moralmente e agredidos a cuspidas,


encontrava-se uma amiga nossa socióloga negra, que havia se prontificado a colaborar conosco e
que, após esses lamentáveis acontecimentos, entrou em estado de pavor durante três dias, pois não
conseguia apagar de seus olhos as horríveis expressões dos totalmente insanos manifestantes.

Os acontecimentos foram filmados e fotografados de todos os ângulos, durante as 3 horas


de vandalismo, porem por ter sido um “gol contra”, pois o povo desde o inicio está repudiando
totalmente o ato. A imprensa preferiu silenciar ou então um ou outro dar uma pequena nota que
5
certamente nada tem a ver com o que realmente houve como ainda é seu costume.

Desde que suas publicações ganharam


popularidade, a Policia Federal fez apreensões em
diversas livrarias. A Academia, servindo aos interesses do
topo da Estrela de David dos sionistas, deu inicio a uma
série de publicações de artigos que pretendiam apontar a
culpabilidade de tal autor, sendo visto como
“neonazista”. Também é originado da Academia o termo
“negativismo”6 para designar as pesquisas revisionistas. O
inicio dessa onda antirrevisionista se dá com o francês
Vidal-Naquet, de origem judaica que se refere à eclosão

5
Retirado da antiga página da Editora Revisão, sob o endereço:
http://members.libreopinion.com/us/revision5;index.html
6
Consiste na ideia de que os pesquisadores revisionistas negam certas informações oficiais “pelo
simples prazer de negar”. E por incrível que pareça, os inimigos do revisionismo responsáveis por
associar pesquisas históricas com negativismo, são os mesmos que negam o direito de circulação das
obras por eles combatidas, ou seja, negam o “direito de negar”
dos pesquisadores e questionadores das fontes oficiais
como “assassinos da memória”7. Em sala de aula, eu
mesmo presenciei um professor que indignado, apontava
para a existência da Editora Revisão, já inativa faz alguns
anos pelas leis que “garantem a liberdade de expressão”,
como um sinônimo do fim dos tempos. Dizia ele: “Vejam!
Até pouco tempo ” atrás, existia uma editora de nome...
nome... Não recordo qual, mas que era neonazista. Uma
editora neonazista, que circulava abertamente!”.
Estrategicamente, os poucos corajosos que se dispõem a
promover discussões em torno do supremacismo judaico
ou que simplesmente expõem opiniões politicamente
incorretas, são logo vistos como neonazistas. Quem não
se lembra de Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro,
ou Silveira, de Santa Catarina, sendo chamados de
“neonazistas”? Um, por criticar o homossexualismo;
outro por escrever um ensaio a favor da eugenia.

Até mesmo a biografia do Sr. Castan foi vitima,


sendo retirada da bastante conhecida página da

7
Citado em: CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. O Antissemitismo na Era Vargas: Fantasmas de uma geração:
1930-1945. Editora Brasiliense. São Paulo, 1995
Wikipédia8, tempos depois que seu nome ganhava
popularidade. Hoje, em substituição, expõe-se apenas
que fora ele alguém que liderou uma “editora
neonazista” e que pela mobilização de diversos grupos,
pôde, finalmente, ser fechada. Exponho aqui alguns dos
seus trechos que dão maior clareza ao seu bom caráter:
Após a venda de sua empresa, a qual durante mais de vinte anos de existência, com
centenas de operários empregados e funcionários, não teve uma única questão trabalhista,
Ellwanger, como pesquisador, colecionador e leitor de livros e artigos sobre a Segunda Guerra
Mundial, há muitos anos, e desconfiar das versões “oficiais” sobre essa época, resolveu examinar de
perto o que realmente aconteceu. Após ir visitar pessoalmente diversos campos de concentração na
Alemanha e na Polônia, manter entrevistas com testemunhas de ambos os lados, estudar
documentos e textos com depoimentos em vários idiomas, resolveu escrever alguns livros que
imediatamente tornaram-se campeões de vendas. Logo em seguida foram editados em inglês,
espanhol e também em alemão (...). Em função do sucesso de seu primeiro livro, Ellwanger fundou a
Revisão Editora Ltda., posteriormente registrada como Revisão Editora e Livraria Ltda., pois as
livrarias foram pressionadas pelas gangues sionistas a não adquirirem essas obras, fato que o obrigou
a vender os livros quase que diretamente ao público leitor. 9

Quando a Democracia censura, manipula e pune

Mas, voltando a falar sobre meu amigo, lembro


que dias antes, conversávamos sobre o livro “Minha Luta”
de Adolf Hitler. Ele parecia cada vez mais determinado a
consegui-lo. Dizia que por uma questão de personalidade,
8
O revisionista Alfredo Braga afirma que a página da Wikipedia serve á “patrulha judaica-sionista”. Para
mais, ver: http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/wikipedia.html
9
Citado em: BRAGA, Alfredo. Siegfried Ellwanger: pesquisador, autor e editor.
lentamente passava a se interessar pelos gostos de
pessoas com quem convivia. “Veja”... Pelo fato de
conviver consigo, tenho me interessado em conhecer
mais a respeito do Nacional-Socialismo. Quero, inclusive,
ter a oportunidade de comprar o “Minha Luta” e
entender mais sobre as questões políticas que o
envolvem. Sobre o lado místico, já tenho ao menos uma
noção, pois possuo a obra “Sol Negro”, livro lançado não
há muito tempo.
Ele falava sobre leituras que fizera em Bakunin,
pela convivência que tinha com alguns de seus amigos da
faculdade. Na ocasião, tive de abandonar nossa conversa.
Animado, ele dizia que logo iria procurar tal obra. Antes
que saísse, eu disse: “Tome cuidado! As edições mais
recentes não são nada confiáveis. As traduções são quase
que sempre deturpadas, pois as palavras do ‘monstro’
apenas são permitidas circular e abertamente quando
possuem caráter agressivo e irracional que correspondam
à figura que nos ilustram dele. Do contrário, seus leitores
diriam: ‘Faz sentido o que ele diz... Logo eu, que nunca
havia pensado que Hitler era uma pessoa assim, tão...
Humana! E isso, meu amigo, representa perigo para
aqueles que governam o mundo”.
De boa memória, hoje ele relembrou o que eu o
havia dito da última vez e junto daquilo que
conversávamos me perguntou: “Você não sabe me
indicar o nome de alguma editora que tenha lançado uma
edição confiável de ‘Minha Luta’?”. Lembrei-me da
Editora Centauro que, segundo o que foi me dito, teve
seu estoque apreendido pela Polícia Federal em certa
época. Disse-lhe: “Procure por uma editora chamada
Centauro. Pelo que sei, metade do seu estoque foi salvo e
ainda hoje é possível encontrar algumas cópias”.
Enquanto esperava sua resposta, também procurava em
Sebos virtuais e, para o meu espanto, os preços eram
inacessíveis... Custando em média entre 100 e 200 reais
por exemplar.
Meu amigo reaparecia: “Achei! Está custando 75
Reais na própria página da Editora Centauro”, “Que
barato! Se você estiver decidido a compra-lo, faça-o com
tal editora. Todos os outros exemplares que encontrei
estão custando mais caro e são usados. Eu mesmo até
hoje tenho apenas em xérox, por falta de oportunidades”.
Como em conferindo mais detalhadamente a página que
visitava, ele me disse quentão: “Ah, está escrito aqui que
o livro não poderá ser comercializado antes de 2015. O
governo alemão determinou que o livro precisa ser
reeditado para voltar à circulação”. Ironicamente, disse-
lhe: “Esta nossa inquisição é uma ‘beleza’! Para fazer com
que uma obra ‘politicamente incorreta’ circule, é preciso
transformá-la ao extremo, mudar suas palavras, torna-la
de ponta-cabeça se possível, de modo que cause apenas
repulsa em seus leitores, confirmando o que é
massivamente propagado pela imprensa”. Logo, precisei
me despedir. Desejei-lhe boa sorte na procura desta obra
preciosa.
E meu amigo, se não contar com a sorte, terá uma
dificuldade imensa para encontrar tal obra. O mesmo não
aconteceria se procurasse a Marx, Sartre ou Freud, que
são disponibilizados nos mais diversos formatos, da
edição em bolso ao papel jornal, do audio book ao
lançamento comemorativo. Nada contra, mas penso que
nos dias de hoje, ocorre o seguinte: ao passo que para
uns aplica-se a criatividade humana para disponibilizar e
universalizar o conhecimento, a outros se limita às mais
variadas formas possíveis. Leve-se em conta também que
o quanto mais circulam as obras de tais nomes citados,
mais acessível elas se tornam, no que diz respeito aos
custos. A menos que uma pessoa esteja verdadeiramente
disposta a comprar, ou que detenha uma boa renda, não
irá se por a um verdadeiro sacrifício para adquirir a mais
conhecida obra deste personagem enigmático. Isto “se
ela de fato estiver interessada em saber o que ele diz”
Alguns, já saturados pelo constante aparecimento de
reportagens, filmes e publicações sobre Hitler, diriam:
“Procurar a obra de Hitler”? Para quê? “Além de pagar
caro, já está mais do que provado e estampado em todos
os meios possíveis que ele foi um monstro, um desumano
sem igual”.
As constantes reportagens sobre jovens vândalos
presos por causa de atos violentos contra gangues rivais
também ocupa um papel estratégico. Não vou entrar em
discussão propriamente dita sobre punks ou skinheads,
no entanto, percebo que raramente os livros de posse
dos chamados punks, emos, roqueiros ou integrantes de
grupos rivais são expostos ou apreendidos. Isto não
ocorre com o ‘outro lado’. Materiais acumulados pelos
chamados skinheads são expostos tal qual drogas e uma
vez ou outra, encontramos lá em um canto escondido, a
obra de Hitler, como se esta justificasse suas ações. Na
mentalidade das pessoas leigas, estas reportagens
exercem um efeito quase que de terror psicológico. Com
medo, por certo de uma mãe, pelo seu instinto de
proteção, diria a um filho que por ventura estivesse
interessado em conhecer mais a respeito do Führer?
“Você não vê televisão, meu filho? É para esse tipo de
caminho que você está se interessando? Pois não! Eu não
irei permiti-lo trazer esses livros para casa... Não quero
que futuramente você seja preso!”. É, sem dúvidas, um
caso único na atualidade: tornar-se criminoso pela posse
de livros. Um ‘Minha Luta’ ou qualquer outro livro
Nacional-Socialista ou fascista da época passa a ser visto
quase que um guia para comportamento péssimo e
medíocre. Também não recordo de nunca ter visto
bíblias, imagens de santos ou crucifixos, revistas
pornográficas ou bandeiras de time de futebol ser
mostrados diante da prisão de um criminoso ou uma
quadrilha sua. A impressão que se tem é que apenas a
literatura nacional-socialista, fascista ou revisionista,
justifica certos crimes, enquanto que em outros casos, os
interesses particulares são separados das ações
criminosas. Curioso, no mínimo.
Tamanha é a censura que não se limita somente à
proibição da venda e circulação das edições de “Minha
Luta” com uma tradução mais fiel ao original. Não há
muito tempo, o Centro Israelita do Paraná mandou
apreender os volumes de tal obra que estavam na
Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba. Diziam estar
preocupados com o aumento de jovens interessados.
Infeliz foi o povo curitibano, que não apenas teve seu
espaço público invadido, como nada soube, tempos
depois deste ocorrido, do escândalo milionário que
envolveu a sinagoga principal de sua cidade e que sob
pressão dos seus integrantes, nenhuma emissora sequer
ousou a publicar qualquer nota a respeito. Que balança é
essa, onde exemplares de um livro trazem mais
preocupações que uma sinagoga mercantilizada10, capaz
de impor seu silêncio aos maiores órgãos da imprensa do
Paraná?
Em contrapartida, obras apologéticas a práticas
sexuais cada vez mais precoces, ao uso de drogas, à
irreligião, às tendências suicidas, à negação da raça,
sexualidade e aparência, à rebeldia e desapego da família
são sempre reeditadas, tornando suas propostas cada vez
mais populares. A proibição da circulação de ‘Minha Luta’
na capital paranaense se explica porque, afinal, é um
perigo ler que Hitler propunha um investimento no
jovem, em sua saúde, seu bem-estar e educação, pois a
ele reservavam-se todas as esperanças do futuro da
Alemanha. Que “Crime”, aos olhos do Centro Israelita,
Hitler cometia contra a juventude, quando propôs que
“não se deve passar um dia sem que cada jovem tenha,
pelo menos, uma hora de exercícios físicos, pela manhã e
á tarde, em esportes, e ginástica”.11

10
Só se teve conhecimento deste escândalo porque o ex-rabino Sami Goldstein, sentindo-se
prejudicado, moveu uma ação na Justiça do Trabalho contra a Federação Israelita do Paraná e procurou
a mídia. Tal reportagem foi disponibilizada apenas em um jornal do bairro. Por pressão da comunidade
judaica, as mais de três horas de reportagem gravadas pela Rede RPC até hoje não foram ao ar.
Fonte: Jornal IMPACTO. 05 a 11 de Junho de 2009. Curitiba.
Site: http://www.impactopr.com.br
11
Capítulo II da Segunda Parte. HITLER, Adolf. Minha Luta. Editora Moraes. São Paulo, 1983.
Um Hitler só circulava abertamente quando é
reescrito. Luxuosas edições do Mein Kampf foram feitas
não há muito tempo, mas repletas de notas de rodapé
que tentam desviar o autor do seu rumo, como se
dissessem: “Não, leitor! Não se deixe entusiasmar... Se
tais palavras fazem sentido, pare e pense que você estará
também sendo uma pessoa que suporta um ditador que
sozinho, foi responsável pelo extermínio de almas
inocentes!”. Eu próprio sou testemunha disso. Há tempos
havia comprado a obra “Testamento político de Hitler”,
editado por Martin Bormann. Praticamente 2/3 do livro
compõem-se de escritos “introdutórios” que tentam
apenas desviar o leitor da absolvição, pois se sabe que a
verdade convence por si só. Tal obra fora disponibilizada,
como se expõe na contracapa, para que o leitor faça,
através da leitura, uma viagem para dentro de um “órgão
sombrio, horroroso, alucinante e, contudo, tão carregado
de forças reais, terrivelmente explosivas: o cérebro
dele”.12

12
BORMANN, Martin. Testamento político de Hitler. Livraria Exposição do Livro.
Quando o diário de Hitler foi a público, a mídia
logo providenciou de esclarecer que segundo peritos (a
interesse de quem?), tal obra fora considerada falsa. É
óbvio, pois nela em nenhum momento transparece o
caráter doentio, psicopata e desumano que querem fazer
acreditar. Nele, inclusive, Hitler faz duras críticas à
chamada Noite dos Cristais, que é posta nos dias de hoje
como uma ação que foi fruto quase que exclusivamente
de sua vontade. No entanto, circulavam abertamente
livros daqueles que estiveram com Hitler, como é o caso
de Rauschnning, Speer e Dietrich, e que ganharam vários
dígitos em suas contas bancárias, tendo suas obras
amplamente divulgadas em inúmeros meios, pois o
retratava com tudo o que se esperava ver: um insensível,
anormal, histérico e sanguinário. Aqueles que o
conheceram e se recusaram a colaborar com estas
invenções, foram democraticamente postos no
esquecimento ou enforcados no Tribunal de Nuremberg.
E nos dias de hoje, se alguém, por algum motivo, tentar
ver um lado de relevante nas passagens de Mein Kampf,
livro escrito durante a prisão em dois anos, será logo
taxado de “nazista”, “racista”, “neonazista” ou qualquer
outro termo pejorativo.

Considerações Finais
A inquisição de que tantos nos dizem,
realmente ficou para trás? Evoluímos? Não creio.
Pesquisadores independentes, desvinculados das garras
da máfia midiática e acadêmica, continuam a ser
condenados. A associação do Revisionismo com racismo,
discriminação ou apologia ao Nacional-Socialismo é
apenas mais um meio estratégico de ou criar
desinteresse, ou repulsa na população. E é justamente
esse tipo de gente mal informada que acaba
ingenuamente acreditando na existência e eficiência de
uma “Justiça”, quando esta proíbe a circulação de ideias,
restringe e queima obras e pune seus autores.
Do mesmo modo que historiadores olham para
o passado quando falam sobre Inquisição, também
nossos acadêmicos cometem o mesmo erro. Falar de
censura é automaticamente falar de passado. Mal sabem
eles, ou talvez não queiram dar atenção para o controle
de informação na atualidade. Tem-se hoje à palma da
mão não apenas nas livrarias ou meios de comunicação,
mas também na Internet. Não há muito tempo, tive
conhecimento do fechamento de uma comunidade, em
uma página de relacionamentos, pelo simples fato de
tornar mais ampla as discussões sobre Revisionismo
histórico. Tal gênero de publicação que sobrevive às
escondidas, tal qual um crime, é duramente reprimido.
O raciocínio lógico de Sérgio Oliveira, que
presenciava o editor de seus livros sendo levado a
tribunal e seus próprios livros sendo proibidos de circular,
infelizmente não foram respeitados. Sequer foi ouvido.

“Não é necessária uma reflexão profunda e tampouco grande saber jurídico para concluir
que o exercício da livre expressão de pensamento não constitui um crime. Crime, isto sim, comete
aquele ou aqueles que cerceiam ou procuram cercear a livre expressão do pensamento”.13

Artigo lançado originalmente na Revista Cultural Tholf #05, em Janeiro de 2010.

Tomando emprestada a expressão de Heinrich


(Claim) Heine, o qual dizia que “quando livros são
queimados, pessoas também o são”, eu diria que hoje
13
OLIVEIRA, Sérgio. Sionismo X Revisionismo: Fantasia X Realidade. Editora Revisão. Porto Alegre, 1993.
sequer livros como “Minha Luta” são queimados, pois não
chegam a existir quando se proíbe a impressão e
circulação de determinados livros14, também pessoas são
mortas em vida, como que abortadas.

14
O destino da obra “Hitler: culpado ou inocente?”, de Sérgio Oliveira é digno de menção. Com menos
de duzentas páginas, seu exemplar original chega a custar, quando encontrado, mais de duzentos reais.
Motivo: logo após o seu lançamento, a Policia Federal, sob a alegação de que tal obra era
discriminatória prendeu-os e muito provavelmente seus exemplares foram queimados nas lareiras dos
casarões sionistas. Ou, quem sabe, à moda dos pastores evangélicos, foram atiradas na fogueira santa
de Israel. Este é, pois o destino de muitas das obras lançadas pela heroica Editora Revisão. Em São Paulo
o caso é pior: soube, através de um amigo, que judeus ortodoxos visitam semanalmente a sebos que
comercializam tais obras, fazendo questão de adquirir todos os exemplares possíveis, com o intuito de
tira-los de circulação.
DISCURSOS

Discurso proferido em Setembro de 2009

Camaradas,
É com felicidade que tomo a liberdade para
fazer um pequeno pronunciamento de abertura desta
confraternização.
A simples presença de cada um aqui hoje
demonstra empenho, dedicação e, sobretudo fidelidade à
nossa causa. Em maior ou menos grau, todos nós
sabemos o quanto às vezes é difícil colocar-se de peito
erguido frente a uma repressão que só têm aumentado
com o passar dos anos; quanta coragem nos é necessária
para que de algum modo tentemos rejuvenescer os olhos
daqueles que ainda não veem. Boa parte dos aqui
presentes são testemunhas fiéis de coisas que surgem
como consequência da nossa persistência em acreditar
que o Nacional Socialismo foi, quem sabe, o mais honesto
e brilhante movimento metapolítico de todos os tempos,
em treze anos de glória dos deuses da terra. Alguns aqui
enfrentaram problemas judiciais, perderam
companheiras, esposas, amigos, foram traídos,
denunciados, ameaçados, agredidos e chegaram mesmo
a ver pessoas próximas serem mortas. Tudo isso como
fruto da convicção da bondade que o Nacional Socialismo
nos representa.
São riscos que corremos quando relembramos
que em 13 anos a Alemanha não teve uma só inflação,
onde o homem teve a possibilidade de viver de modo
digno, próspero, honesto e saudável, distante de toda a
miséria do pós-Primeira Guerra, quando a taxa de
natalidade crescia de modo fantástico, quando um
orgulho nacional fez com que não apenas as Olimpíadas
se tornassem um espetáculo, como o seu povo conseguiu
ganhar 3 vezes mais medalhas de ouro que os três
maiores concorrentes seus juntos, quando tibetanos,
hindus, católicos, protestantes, pagãos e islâmicos pela
primeira vez na história estiveram unidos para dar
suporte ao Nacional-Socialismo.
Para todas as áreas, o Nacional-Socialismo teve
um correspondente poderoso que mesmo o mundo
corrompido pelas mentiras sionistas o admite, pois
trouxeram à humanidade novas noções de mundo.
Dentre deles, cito alguns: Na Filosofia, tivemos Carl
Schmidt, Oswald Spengler e Martin Heidegger; na Arte,
Arno Breker; no Cinema, Leni Riefenstahl; na Propaganda,
Joseph Goebbels; na Literatura, Baldur von Schirach e
Gerhart Hauptmann; na Ciência e Tecnologia, Karl
Haushofer e Werner Heisenberg; na Psicanálise, Carl
Gustav Jung; na História, Alfred Rosenberg, na
Agricultura; Walther Darré; na Cosmologia, Hans
Hörbiger; na Poesia, Dietrich Eckart; na Aviação, Hanna
Reitsch; na Economia, Gottfried Feder; na Arqueologia,
Herman Wirth, e finalmente, na política, nosso Führer
Adolf Hitler. Gloriosos treze anos, de tantas produções
artísticas, culturais e sociais que mesmo quando 120
países haviam declarado guerra contra a Alemanha, esta
ainda encontrou forças para resistir. Foi este o
movimento que encantou e ganhou a simpatia e mesmo
o fascínio de nomes como Ezra Pound, Savitri Devi, Knut
Hamsun, Gustavo Barroso e tantos outros. E é pela
retomada de seus valores que hoje nós nos encontramos.
Como disse o Nacional-Socialista Pedro Varela no discurso
que pronunciou em comemoração aos 100 anos de Hitler,
“Nós não devemos nos voltar de modo nostálgico e
querer fazer o mesmo que a AS, quando marchou pelas
ruas da Alemanha. Nós somos fruto de nosso tempo e
compartilhamos daquilo que o Nacional-Socialismo nos
vale: princípios bons, saudáveis, lógicos, simples, que nos
faz voltar às criações da Natureza, devolvendo a cultura
dos povos”.
Uma coisa é certa: o Nacional-Socialismo não
morre. Quando hoje vemos cada país lutando para
Olimpíadas da melhor maneira possível, tornando-a um
espetáculo, devemos lembrar-nos da Alemanha Nacional-
Socialista e em especial de Goebbels, idealizador da
corrida acompanhada de tocha; quando olharmos para
nossas ruas e vermos um carro econômico, prático e
acessível como o Fusca, lembraremos-nos do carro que
Hitler pretendeu projetar para o povo alemão e para os
países que nele estivessem interessados; quando
olharmos um menino escoteiro, lembraremos que este
grupo foi inspirado na Juventude Hitlerista; quando
olharmos para a Homeopatia e para a Nova Medicina
Germânica e todos os métodos de cura sem a utilização
de drogas, também lembraremos da preocupação
Nacional-Socialista em sua época; do mesmo moto,
daqueles 13 anos de glória nós nos lembraremos quando
pesquisas atuais nos mostram que a mulher que é
orgulhosa de sua raça praticamente desconhece o câncer.
Do mesmo modo, os valores do Nacional-Socialismo
continuarão a sobreviver em todos nós, porque nele
vemos a nobreza humana frente à escravização que a
modernidade promove. Vemos nele a condensação de
valores que são completamente aplicáveis às leis da
natureza. E pela forma como propõe o despertar dessa
nobreza é que ele há tempos vem sendo tão difamado,
deturpado, reprimido e expelido. Como disse Mário
Machado, “é perigoso estar certo quando o governo está
errado?”.
Não devemos temer os riscos. Nada irá nos
arrancar a certeza da sobriedade dos seus valores. Somos
hoje o exemplo para as gerações futuras e a exposição
por vezes nos é necessária. Mais uma vez relembro a
Pedro Varela: “Vale a pena olhar para trás, em direção ao
que eles fizeram ao que eles foram e à forma como
morreram? Sim, vale. Porque sem eles, não estaríamos
aqui”.
Desejo que esta confraternização resulte em
efeitos positivos tanto em um sentido coletivo quando
individual. E que quando retornarmos aos nossos lares,
cada um se sinta renovado, cada vez mais disposto para
deixar o conforto pessoal e lutar. E que quando tombar
na guerra que travamos quotidianamente poderá, enfim,
morrer em paz – morre o corpo, não o espírito. E assim
como o espírito de Horst Wessel e Dietrich Eckart
juntaram-se à frente Nacional-Socialista quando esta
dava seus primeiros passos, também o nosso espírito
servirá de estímulo para aqueles que se dirigem à defesa
dos nossos valores e da nossa existência.
Uma ótima confraternização!

ϞϞ ϞϞ ϞϞ
Discurso proferido em Janeiro de 2010

Mais uma vez, sinto-me feliz e por que não


honrado ao ter sido convidado a prestigiar este evento,
que, presumo, realiza-se com muito sacrifício. Um evento
que, por certo, exigiu empenho e dedicação, mas,
sobretudo, amor à nossa causa.
Agradeço a todos aqui presentes, membros das
bandas e demais participantes. Vocês certamente são a
força motriz deste evento. Por vocês e para vocês, ele é
realizado.
Antes de avançar neste discurso que me foi
solicitado escrever, como abertura do Festival Ragnarock,
pretendo fazer um pequeno parênteses. Talvez nem
todos conheçam a fundo os organizadores deste evento.
No entanto, diante dos presentes, quero dizer que desde
que os conheci, minha admiração aumenta a cada dia. O
pequeno e fortalecido círculo de Várzea Paulista, Jundiaí,
Limeira e região, fez-me ver as coisas de outro modo. Eu,
tendo saído do Sul pela primeira vez, jamais imaginaria
encontrar nestas pessoas tanto esforço. Também não
imaginava que aqui, longe de minha terra, não seria um
estranho nesse ninho na grande Paulicéia: sempre fui
muito bem tratado e respeitado. É admirável. Sobretudo
porque os vejo não apenas como soldados políticos ou
militantes, mas como humanos. Bem o sei que nem
sempre os recursos com que vocês contam são os
melhores. Nem sempre vocês têm todos à disposição.
Mas, estão à luta constantemente. Bem o sei que quando
vocês se empenham em convidar um número X a
prestigiar um evento, menos da metade comparece. Mas,
saibam que vocês fazem sua parte. Nosso Führer, acima
de tudo, admirava os corajosos, os dedicados, os fiéis à
causa. E eu não estaria precipitado ao dizer que se hoje
estivéssemos em tempos de guerra, vocês, meus caros,
sem a necessidade de citar seus nomes, seriam
condecorados pela bravura e seriedade com que, ao
longo dos anos, vêm se dedicando ao ideal pelo qual
estamos unidos, estando susceptíveis a uma infinidade de
riscos.
Evitemos intrigas e boatos. São elas
insignificantes, se comparadas com o ideal nobre pelo
qual lutamos. Talvez não possamos, pelo lado pessoal,
compactuar com todos aqui presentes; mas, que
prevaleça a política da boa vizinhança, em torno dos
princípios que nos unem. Pelo que se sabe, Göring e
Streicher não se gostavam, mas morreram juntos, após o
término da guerra, professando o mesmo ideal: isso
significa nobreza. Que se reconheçam as virtudes e os
esforços dos aqui presentes, independente de questões
pessoais. Perguntem-no: “É um Nacional-Socialista
convicto?”. Se sim, tenha-o como um irmão da causa. Por
mais que alguém aqui não lhe agrade, veja-o, acima de
tudo, como um Nacional-Socialista. Não é tempo de
conflitos. Todos relembram os fatídicos acontecimentos
ocorridos em Abril do ano passado. Eles apenas nos
mostram as proporções que um conflito pessoal – levado
acima do ideal – pode tomar. E estejam certos de que o
sionismo pretende tirar proveito de cada erro nosso,
assim como outrora fizera com o caso aqui referido.
Outra questão que creio ser de suma
importância para ressaltar: estamos como vocês devem
imaginar, na Era Negra que os antigos hindus arianos
previam. O Kali Yuga, um trecho do livro sagrado
Bagavadguitá me chama a atenção. Ele acompanhou
nossa querida guerreira Savitri Devi, servindo-lhe de
conforto quando ela se encontrava presa, na Alemanha
ocupada, por ter se proposto a ressuscitar o espírito
Nacional-Socialista entre os alemães. E que cada um aqui
presente, ao seu modo, continue a lutar sem medo. E
nessa amplitude, sejamos sábios e sem que necessitemos
de vestes, estandartes ou status. Saibamos nos inserir em
discussões de nosso cotidiano. Os passos precisam ser
dados com calma e precisão. E que entre camaradas,
continuemos a render o culto ao Nacional-Socialismo. E
que sejamos solidários com aqueles que compactuam dos
nossos ideais, independente da personalidade que
possuam, sendo teóricos, práticos, céticos, místicos,
políticos ou filosóficos, radicais ou moderados.
Levemos em conta que sobre todas as coisas,
somos Nacional-Socialistas. E que em nosso cotidiano,
repensemos também nossa conduta. Como
representantes de um ideal, devemos pratica-lo da
melhor forma possível. Nós, filhos de um ideal nobre,
devemos no mínimo honrar o que herdamos daqueles
que hoje a meu ver, transformaram-se em deuses: os
deuses do Terceiro Reich. Relembremos o primeiro
grande preceito da Wehrmacht: “Sejam sempre exemplo
em todas as situações, especialmente em momentos de
crise”.
Do mesmo modo com que encerrei o discurso
passado, desejo a todos uma ótima confraternização. Que
aqui seja compartilhado o espirito Nacional-Socialista. E
que quando cada um de nós tomarmos nosso rumo ao
lar, que a disposição e o conforto nos acompanhem e nos
sirvam de estímulo, pois não estamos sozinhos.
Camaradas e deuses estão conosco.
Finalmente, quero também informar que esta
ocasião está sendo especial também por outro aspecto,
pois estamos, hoje, lançando através da nossa pequena
editora, alguns livros com tradução exclusiva para o
português. Aos interessados, haverá um estande. Todos
estão convidados a adquirir e trocar informações a
respeito. Acredito ser tudo. Que o Ragnarock seja um
evento próspero! Heil Hitler!
NOTAS DO TRANSCRITOR

Nós Nacional-Socialistas, devemos levar à frente as


palavras, o orgulho, o carisma, a fé e a magnitude de
nosso querido Führer, Adolf Hitler. Levemos à massa o
verdadeiro significado do Nacional-Socialismo. Façamo-
nos enxergar com clareza a luz de nossa doutrina,
manchada por décadas e décadas pelos inimigos da
nossa luta. Enquanto transcrevia esse livro, vi pensando-
me em minhas atitudes como Nacional-Socialista e sobre
o que eu ofereço aos meus partidários de luta quanto
camarada. Devemos ser os mais unidos o possível, pois
toda a sociedade moderna está contra nós. Os Judeus, os
comunistas, os esquerdistas e os liberalistas fazem de
tudo para que nossa caminhada acabe por terra.
Oprimem-nos, ameaçam-nos até mesmo matam-nos para
que o caminho da verdade traçado por nosso Führer seja
expurgado da face da terra. Precisamos ter fé em nós
mesmos e em nossos camaradas para que nossa luta seja
vitoriosa.

R. J. S. R. F.
SIEG HEIL!

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