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LICENCIATURA EM SOCIOLOGIA

PROJETO DE PESQUISA

POSTAGEM 2: PRÉ-PROJETO

Luisa Fernanda Martinez Peña – RA:


1909133

Polo Pirajuí
2021
Olá Profa. Maria José da Silva Dias. Agradeço suas
orientações. Como considerou colocar minhas dúvidas no
corpo do trabalho; aqui vão elas:
- Deve construir um cronograma, um quadro, contendo as
principais etapas da pesquisa e possíveis datas (hipotéticas).
Mas, lembre-se que a pesquisa, se for iniciada, será a partir de
fevereiro de 2022. Eu não entendi ? Eu finalizo o curso este
ano, assim não quero fazer o TCC em 2022, mas posso fazer
as questões aos responsáveis este ano? Meu trabalho foca em
entender como foi acompanhar a aprendizagens dos filhos no
processo de isolamento social? Como delimitei em uma
unidade escolar 15 pais, pelo formulário google, penso que não
preciso de mais de 6 meses.

1. INTRODUÇÃO:
Segundo Pasini e colaboradores, no artigo publicado em 2020, discutem
as grandes dificuldades vividas, em virtude da crise sanitária causada pelo
COVID-19. As medidas principais para se evitar a disseminação do vírus são o
uso de máscara, a higienização das mãos e dos materiais individuais, o
distanciamento social e a quarentena. O distanciamento social e a quarentena
têm impactado diretamente na vida de todos, especialmente na educação,
causando o afastamento presencial de docentes e discentes.
Estabelecimentos de Ensino – creches, escolas, universidades – estão
com suas atividades escolares presenciais suspensas, o que atinge milhões de
estudantes em todo o país. Apesar do fato ser terrível e estar prejudicando o
ensino e a aprendizagem, a suspensão das aulas é medida essencial para se
evitar a propagação da contaminação, tendo em vista que a escola é um
ambiente de natural contato. Todavia, há a percepção coletiva das autoridades,
gestores e professores de que a educação não pode parar, com o objetivo de
não perder o ano letivo.
Surge, então, a necessidade da adaptação e da superação por parte de
professores e alunos. Cenário, este, denominado de a Pedagogia da Pandemia,
termo relacionado à forma como a educação se organiza, a partir desse contexto
pandêmico na qual todo o mundo está vivenciando. (BARRETO e ROCHA,
2020). A partir desse panorama pandêmico e de forma emergencial, foram
procuradas saídas que se aproveitaram das experiências de Educação a
Distância (EaD), uma vez que essa tem sido uma estratégia implementada por
muitas instituições de ensino em todo o mundo, desenvolvendo assim, inúmeras
discussões em diversas áreas de conhecimento. Entende-se por educação a
distância como uma modalidade diferente do ensino presencial, na qual ocorre
uma separação física entre o docente e o discente, rompendo as fronteiras da
sala de aula. Por meio dela, o ensino é mediado através das Tecnologias Digitais
da Informação e comunicação – TDIC (ROSA, 2017; SILVA, 2019).
Segundo Ramal, 2020, tendo essa modalidade educacional como ponto
de partida, é possível por meio das Tecnologias Digitais da Informação e
Comunicação (TDIC) dar continuidade aos processos educativos enquanto não
retornam as aulas presenciais.
Santos e colaboradores, 2020, consideraram que, em todo o mundo são
mais de 90% dos alunos impactados por essas medidas, sendo adotada por
algumas instituições educacionais o ensino remoto, mediado pelas Tecnologias
Digitais da Informação e Comunicação (TDIC). Porém, mesmo diante deste
cenário de incertezas, muitos professores, tiveram que de se adaptar a essa
estratégia de ensino mediada pelo uso de tecnologias, com treinamentos
incipientes, vistos que se deram de forma não presencial. MARTINS, 2020,alega
que essa forma emergencial de atendimento educacional gerou críticas e
reflexões acerca das condições de aprendizagens dos alunos, bem como da
precarização do trabalho docente. Isso porque de um lado é preciso considerar
o acesso dos alunos a dispositivos tecnológicos e a um pacote de internet capaz
de suportar a transmissão das aulas e de outro a familiaridade dos professores
com equipamentos e procedimentos de gravação e edição de vídeos, entre
outros. As reflexões passam também por uma nova forma de compreender as
relações entre ensino e aprendizagem e dizem respeito às metodologias de
ensino mais adequadas para as novas gerações, que já nasceram em um mundo
mediado por tecnologias.
Em 17 de março de 2020, foi publicado no Diário Oficial da União, por
meio da portaria nº 343 a substituição de aulas presenciais no período de 30 ou
enquanto ocorrer a pandemia. De acordo com o Art 1º, o MEC resolve:

Autorizar, em caráter excepcional, a substituição das disciplinas presenciais,


em andamento, por aulas que utilizem meios e tecnologias de informação e
comunicação, nos limites estabelecidos pela legislação em vigor, por
instituição de educação superior integrante do sistema federal de ensino,
de que trata o art. 2º do Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017
(BRASIL, 2020, p.01).

A portaria se exime de usar expressamente os recursos tecnológicos.


Essa autorização trouxe muitas indagações de como se daria a interação de
alunos e de suas famílias com essa nova realidade, além de levantar
questionamentos e debates acerca da situação educacional no país, em especial
sobre o impacto para dos estudantes, os professores e os seus familiares que
tiveram de se adaptar à uma nova realidade escolar.
Em 2020,TOKARNIA, cita um levantamento realizado pela Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Tecnologia da Informação e
Comunicação (Pnad Contínua TIC) nele, em 2018, 46 milhões de brasileiros não
possuem acesso à internet. Dados que representam, uma parcela da população
não acessa por não saberem manusear, por falta de interesse e conhecimento,
além da acessibilidade devido ao alto custo financeiro ou por não possuir os
equipamentos necessários para utilizá-la.
Assim sendo, fazer uso das tecnologias na educação básica se constitui
como uma situação na qual requer maior atenção, uma vez que as instituições
não estão preparadas para lidar diante deste contexto. É preciso que as escolas
encontrem caminhos para adaptarem-se a estratégias didáticas que possam
proporcionar o ensino e a aprendizagem a estudantes em especial da escola
pública, cuja realidade apresenta-se de foram diferenciadas, pois este está
desprovido de muitos recursos (educativos, econômicos, sociais), sendo os mais
impactados diante deste cenário em decorrência da pandemia do coronavírus no
mundo (BARRETO e ROCHA, 2020).
Com base nas informações mencionadas e refletidas acerca da educação
a distância no Brasil em tempos da pandemia do coronavírus, observa-se que
muitos são os desafios enfrentados pela escola diante desse cenário pandêmico,
como a falta de formação e informação dos professores, dos estudantes e
familiares sobre o uso das TDIC, enquanto mediação do conhecimento. O
número de jovens que não possuem acesso à internet é bem superior, o que
gera desigualdades sociais.
Desta forma, faz-se necessário um olhar mais aprofundado acerca da
EaD diante desta realidade social, pensando em práticas educativas capazes de
promover a cultura, a igualdade, o respeito às diferenças, além de espaço à
democratização e expansão do ensino. Embora a grande maioria não tenha
acesso à internet, uma parcela de estudantes e professores tenta se aventurar
em aulas à distância ou on-line. Boa parte estão pela primeira vez tendo contato
com essa didática. Diante disso, surge a preocupação de não estar devidamente
preparado, o ritmo é outro, a organização do tempo. Sem horário fixo de aula e
sem a figura do professor presente o tempo todo, ele tem que se esforçar mais
para aprender o que é proposto.
Assim, o presente trabalho procura analisar como se configurou a prática
sob a articulação e responsabilidade imediata dos pais/responsáveis, em me
medida as famílias ofereceram suporte pedagógico aos seus filhos? já que a
mediação e presença pedagógica do professor tornou-se distanciada e quais
são os impactos na aprendizagem dos educandos?
2. JUSTIFICATIVA
Com o advento da pandemia, as instituições de ensino obrigaram-se a
interromper suas atividades presenciais e adequarem-se a atendimentos
remotos. Na conjuntura, milhares de estudantes, passaram a desenvolver suas
atividades escolares na ambiência domiciliar. Assim, este estudo justifica-se
analisar a prática da aprendizagem sob a articulação e responsabilidade
imediata dos pais/responsáveis, já que a mediação e presença pedagógica do
professor tornou-se distanciada, quais são os impactos na aprendizagem dos
educandos, e quais os maiores percalços as famílias têm enfrentado.
Espera-se com este trabalho enriquecer as considerações acerca da
reflexão da educação durante a pandemia, inclusive com práticas assertivas e
questionamentos para o pensar docente para o pós-pandemia, assim como
políticas que representem o planejamento de estratégias de recuperação.
3. OBJETIVO GERAL:
Este estudo procura analisar como tem se configurado a prática sob a
articulação e responsabilidade imediata dos pais/responsáveis, já que a
mediação e presença pedagógica do professor tornou-se distanciada, quais são
os impactos na aprendizagem dos educandos em processo de aprendizagem, e
quais os maiores percalços as famílias têm enfrentado. Neste intento, utilizou-se
como procedimento metodológico a pesquisa qualitativa, utilizando como técnica
de coleta um questionário aberto, direcionado a pais de alunos do 6° ano ao 9 º
ano do ensino fundamental.

4. OBJETIVO ESPECÍFICO:
O estudo debruçou-se sobre a pesquisa de campo, na qual procurou
investigar realidades do ensino remoto frente ao processo de aprendizagem dos
estudantes. Para tal, será contactado quinze pais/responsáveis de alunos do 6°
ano do ensino fundamental ao 9º ano da rede estadual de Uru - SP. Após
apresentar o propósito investigativo e explicar os aspectos éticos da pesquisa
(sem identificação dos participantes), os mesmos serão convidados a responder
via online o questionário desenvolvido por meio do software Google Forms.
5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
Para Machado (2020), muitos são os obstáculos diários enfrentados pelas
comunidades escolares e acadêmicas, entre outras, “a indisponibilidade de
equipamentos digitais (computadores, celulares e tablets) e de internet
adequada para acesso às aulas pela população em situação de vulnerabilidade
social.” O que é a situação contemporânea de muitas famílias que precisam
acompanhar atividades dos filhos (muitas vezes com dois ou três ou mais filhos
por família).
Sobre a ausência de interação escolar, sabemos da importância da
aprendizagem colaborativa, sobretudo no processo de aprendizado
compartilhado, a partir da heterogeneidade dos educandos, faz com que uns
aprendam com os outros, propiciando uma melhor desenvoltura dos sujeitos. Os
agrupamentos produtivos defendidos por Piaget (1970), Vygostky (2010) e
Ferreiro (2004), por exemplo, é uma estratégia de aprendizagem muito relevante
que envolve interação imediata entre os educandos, pois uma sala de aula é
composta de estudantes em níveis distintos de conhecimentos o que faz com
que aprendam umas com as outras. A teoria Sociocultural de Vygostky fomenta
que o desenvolvimento dos sujeitos se constitui nas relações sociais, desta
forma, aprendemos necessariamente na interação com o outro.
Não se pode olhar para o futuro sem refletir o presente e analisar o
passado e as ações nele desenvolvidas.
O fato de se utilizar as ferramentas e a potencialidade da internet em
tempos de globalização não significa novas formas ou práticas pedagógicas de
ensino. Tanto que as enormes listas de exercícios para que os alunos resolvam
sozinhos em casa têm imperado nos processos de ensino aprendizagem. Não
se estabeleceu novas formas de ensino que impulsione a criatividade dos alunos
e muito menos uma educação que valorize a reflexão em detrimento de práticas
positivistas de ensino e as avaliações tradicionais estão aí para comprovar a
manutenção das ações coercitivas das gerações mais velhas sobre as mais
novas, para lembrar a definição clássica de educação de Durkheim.
Para Durkheim, a função do fenômeno educativo é constituir o ser social
visando a manutenção e a reprodução da ordem social. Marx, ao fazer referência
à totalidade, entende-a como processo histórico, de tal modo, a dialética
compreende a história como o movimento de um conteúdo engendrando
diferenças, polaridades, conflitos. Portanto, as contradições existentes na
estrutura social não podem ser preteridas quando se propõem a pensar um
movimento que se queira revolucionário no campo educacional, uma vez que a
educação escolar é um campo repleto de interesses e permeado por relações
de poder.
Assim, torna-se forçado, precipitado e incoerente pensar uma revolução
na educação pós - pandemia somente pela boa vontade, disposição e ação do
professor que em tempos de isolamento social passou a utilizar mais fortemente
os recursos da internet. É preciso pensar as ações em âmbito das políticas
públicas.
Não existe revolução na educação sem a ruptura com o elitismo
educacional, sem a redução das desigualdades sociais e, consequentemente do
darwinismo social, no qual somente os mais fortes e capazes sobrevivem.
É preciso pensar a partir da totalidade, não desconsiderar a realidade do
aluno, o meio social em que vive e nas condições deste realmente poder
aprender, centrar nas necessidades do aluno do século XXI, pensando no tipo
de sociedade que se queira formar.
É preciso ainda ter em mente a definição de que educação se almeja
construir, romper com um processo de instrução e centrar na formação, no
sentido Gramsciano.
6. METODOLOGIA:
O estudo é de cunho qualitativo, baseando-se em Minayo (2001, p. 17)
quando defende que a pesquisa qualitativa significa trabalhar com “o universo
de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que
corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos
fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis”.
Assim, como procedimento de coleta de dados, utilizará o questionário aberto
semiestruturado.
Para Gerharalt e Silveira (2009, p.69) o questionário “objetiva levantar
opiniões crenças, sentimentos, interesses, expectativas, situações variadas”.
O questionário será realizado por meio do software Google Forms. A
estrutura do questionário irá procurar explorar quais estratégias a Unidade de
Ensino desenvolveu para garantir a aprendizagem, a frequência e
acompanhamento dos estudantes nas atividades propostas, os conhecimentos
já adquiridos e as dificuldades enfrentadas pelas famílias ante o modelo de
ensino.
Para tal, serão aplicadas as seguintes perguntas:
1. Seu(sua) filho(a) está regularmente matriculado em uma Unidade Escolar.
1. 1 Qual ano/série ele se encontra?
2. Quais estratégias a escola tem utilizado para garantir o acesso à
aprendizagem (Ex.: aula online, materiais didáticos, vídeos)?
3. O(A) aluno(a) acompanha rotineiramente às aulas/ atividades propostas pela
escola?
4. Quem o(a) auxilia nas atividades, pais/responsável ou reforço escolar? Por
que esta opção?
5. O estudante resolve as atividades propostas sem auxílio?
6. Na sua opinião, qual a maior dificuldade encontrada no atual modelo
educacional (remoto/domiciliar)?
Para fins de melhor inferirmos e interpretarmos os resultados, a análise deles
deverá ser averiguada por porcentagens simples.
CRONOGRAMA
Atividades: Setembro Outubro Novembro Dezembro
Buscando o tema X
a ser investigado
Levantamento X
bibliográfico
Aplicação do X
questionário
Análise do X
resultado
Elaboração do X
projeto de
pesquisa,
conforme
sugestões do
orientador
Elaboração e X
entrega do
projeto final de
pesquisa

7. REFERÊNCIAS:
1. PASINI, CARLOS GIOVANI DELEVATI; CARVALHO, ÉLVIO DE;
ALMEIDA ,LUCY HELLEN COUTINHO. A educação híbrida em tempos
de pandemia: algumas considerações. Santa Maria, RS. Editora da
FAPERGS, 2020.
2. BARRETO, Andreia Cristina Freitas. ROCHA, Daniele Santos. COVID 19
E EDUCAÇÃO: RESISTÊNCIAS, DESAFIOS E (IM)POSSIBILIDADES
INSS 2675-1291- DOI: http://dx.doi.org/10.46375/encantar.v2.0010.
Revista Encantar - Educação, Cultura e Sociedade - Bom Jesus da Lapa,
v. 2, p. 01-11, jan./dez. 2020.
3. ROSA, Ana Amélia Calazans da. AS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE
INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TDIC) E O ENSINO A DISTÂNCIA:
REFLEXÕES PARA ESTUDOS DE CURRÍCULO. The ESPecialist:
Descrição, Ensino e Aprendizagem, v.38, n.2, p.1-23 ago/dez 2017.
4. SILVA, Edson Vieira da. Educação a distância: uma realidade na
formação docente inicial. Braz. J. of Develop., Curitiba, ISSN 2525-
8761, v. 5, n. 7, p. 9854-9866 jul. 2019.
5. RAMAL, Andrea. A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA:
REALIDADE E DESAFIOS. Disponível em: . Acesso em 01 de junho de
2020.
6. SANTOS JÚNIOR, Veríssimo Barros dos. MONTEIRO, Jean Carlos da
Silva. EDUCAÇÃO E COVID-19: AS TECNOLOGIAS DIGITAIS
MEDIANDO A APRENDIZAGEM EM TEMPOS DE PANDEMIA. INSS
2675-1291- DOI: http://dx.doi.org/10.46375/encantar.v2.0010. Revista
Encantar - Educação, Cultura e Sociedade - Bom Jesus da Lapa, v. 2, p.
01-15, jan./dez. 2020.
7. MARTINS, Josiel. Escolas estaduais do Piauí terão autonomia para
decidir aulas online durante a pandemia. Disponível em: <
https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2020/04/14/escolas-estaduais-do-
piaui terao-autonomia-para-decidirem-aulas-online-durante-a-
pandemia.ghtml>. Acesso em 05 de junho de 2020.
8. TOKARNIA, Mariana. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua - Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua
TIC) 2018. Disponível em: Acesso em 01 de junho de 2020.
9. MACHADO, Patricia Lopes Pimenta. Educação em tempos de
pandemia: O ensinar através de tecnologias e mídias digitais. Revista
Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 06, Vol.
08, pp. 58-68. Junho de 2020. Disponível em:
https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/tempos-de-
pandemia Acesso em 06 jun. 2021.
10. PIAGET, J. Psicologia e pedagogia. Rio de Janeiro: Florense, 1970.
11. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. 4. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2010.
12. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento:
pesquisa qualitativa em saúde. 4 ed. São Paulo: Hucitec-Abrasco,
1996.
13. GERHARDAT, Tatiana; SILVEIRA, Denise Tolfo (org.). Métodos de
pesquisa.1.ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.
14.

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