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MANUAL TÉCNICO

INCUBADORA DE TRANSPORTE
MODELO RWT-PLUS

Maio/2012
Revisão. 00
ÍNDICE

1 - IDENTIFICAÇÃO .............................................................................................................................................. 5
1.1 - NOME E MODELO ..................................................................................................................................... 5
1.2 - DESCRIÇÕES DO PRODUTO................................................................................................................... 5
1.3 - PRINCÍPIOS FÍSICOS................................................................................................................................ 6
1.4 - INDICAÇÃO, FINALIDADE OU USO A QUE SE DESTINA O PRODUTO................................................ 6
1.5 - TERMOS E DEFINIÇÕES .......................................................................................................................... 6
2 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ....................................................................................................................... 7
2.1 - SIMBOLOGIA UTILIZADA NO EQUIPAMENTO........................................................................................ 9
3 - SEGURANÇA E EFICÁCIA DO PRODUTO .................................................................................................. 10

4 - PARTES E ACESSÓRIOS ACOMPANHANTES........................................................................................... 14


4.1 - MÓDULO DE CONTROLE ....................................................................................................................... 15
4.2 - CÚPULA ................................................................................................................................................... 16
4.3 - LEITO COM COLCHÃO ........................................................................................................................... 17
4.4 - BATERIA................................................................................................................................................... 17
4.5 - BATERIA RECARREGÁVEL SECUNDARIA ........................................................................................... 18
4.6 - FILTRO DE AR ......................................................................................................................................... 18
4.7 - ESPONJA DE UMIDIFICAÇÃO................................................................................................................ 18
4.8 - VÁLVULA DE OXIGÊNIO LIMITADORA.................................................................................................. 18
4.9 - VÁLVULA DE OXIGÊNIO PASSIVA ........................................................................................................ 19
4.10 - PARACHOQUE INTEGRAL ................................................................................................................... 19
4.11 - ILUMINAÇÃO AUXILIAR ........................................................................................................................ 20
4.12 - CARRO COM AJUSTE DE ALTURA ..................................................................................................... 20
4.13 - SUPORTE DE SORO ............................................................................................................................. 21
4.14 - SENSOR DE RN..................................................................................................................................... 21
4.15 - CHAVE FIXA........................................................................................................................................... 21
4.16 - VÁLVULA REGULADORA ..................................................................................................................... 22
4.17 - FLUXOMETRO ....................................................................................................................................... 22
4.18 - TOMADA DUPLA.................................................................................................................................... 22
4.19 - MANGUEIRA PARA OXIGÊNIO ............................................................................................................ 23
5 - OPCIONAIS, ACESSÓRIOS E MATERIAL DE CONSUMO ......................................................................... 23
5.1 - SISTEMA SERVOCONTROLADO PARA UMIDADE .............................................................................. 23
5.2 - SISTEMA SERVOCONTROLADO PARA OXIGÊNIO ............................................................................. 24
5.3 - SISTEMA DE OXIMETRIA INTEGRADO................................................................................................. 25
5.4 - CABO EXTENSOR PARA SENSOR DE OXIMETRIA............................................................................. 26
5.5 - SENSOR DE OXIMETRIA TIPO Y ........................................................................................................... 26
5.6 - CÚPULA COM PASSADOR DUPLO ....................................................................................................... 27
5.7 - SUPORTE DE MONITOR MENOR .......................................................................................................... 28
5.8 - SUPORTE DE MONITOR MAIOR............................................................................................................ 29
5.9 - SISTEMA DE TRAVA PARA FIXAÇÃO ................................................................................................... 29
5.10 - CARRO MACA........................................................................................................................................ 29
5.11 - CARRO SEM AJUSTE DE ALTURA ...................................................................................................... 30
5.12 - RODÍZIO DE 6"....................................................................................................................................... 30
5.13 - MANGUEIRA PARA AR COMPRIMIDO (CÓD. 2650010902)............................................................... 30
5.14 - BATERIA EM CONFORMIDADE COM DIRETIVA ROHS..................................................................... 30
5.15 - CONVERSOR DE TENSÃO ................................................................................................................... 31
5.16 - SENSOR DE RN DESCARTÁVEL (CÓD. 2600040050) ....................................................................... 31
5.17 - SENSOR DE TEMPERATURA AUXILIAR (CÓD. 2600040040) ........................................................... 31
5.18 - CAPA PARA COLCHÃO AUTOCLAVÁVEL........................................................................................... 32
5.19 - COLCHÃO DE GEL ................................................................................................................................ 32
5.20 - ADAPTADOR PARA TUBOS DE VENTILAÇÃO ................................................................................... 32
5.21 - CONJUNTO RÉGUA TRIPLA ................................................................................................................ 33
5.22 - NEBULIZADOR ...................................................................................................................................... 33
5.23 - REANIMADOR MANUAL ....................................................................................................................... 33

2
5.24 - CAPUZ PARA OXIGENIOTERAPIA....................................................................................................... 34
5.25 - CILINDRO PARA GÁS ........................................................................................................................... 34
5.26 - FILTRO DE AR ....................................................................................................................................... 35
5.27 - ADESIVOS PARA SENSOR DE OXIMETRIA ....................................................................................... 35
5.28 - ADESIVOS PARA SENSOR DE RN ...................................................................................................... 36
6 - CONDIÇÕES ESPECIAIS DE ARMAZENAMENTO, CONSERVAÇÃO E/OU MANIPULAÇÃO DO
PRODUTO ............................................................................................................................................................ 36
6.1 - ANTES DA INSTALAÇÃO ........................................................................................................................ 36
6.2 - APÓS A INSTALAÇÃO............................................................................................................................. 37
7 - ADVERTÊNCIAS E/OU PRECAUÇÕES A SEREM ADOTADAS................................................................. 37
7.1 - OXIGÊNIO ................................................................................................................................................ 39
7.2 - OXIMETRIA INTEGRADO........................................................................................................................ 39
8 - INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO............................................................................................................... 40
8.1 - DESEMBALAGEM.................................................................................................................................... 40
8.2 - CHECAGEM PRELIMINAR ...................................................................................................................... 40
8.3 - MONTAGEM DO EQUIPAMENTO........................................................................................................... 40
8.4 - INSTALANDO OS CILINDROS ................................................................................................................ 44
8.5 - INSTALANDO O SISTEMA DE OXIMETRIA INTEGRADO (OPCIONAL)............................................... 45
8.6 - INSTALAÇÃO DO NEBULIZADOR (OPCIONAL).................................................................................... 46
8.7 - INSTALAÇÃO DO CARRO MACA EM VEÍCULO (OPCIONAL).............................................................. 46
8.8 - INSTALAÇÃO DO SENSOR TEMPERATURA AUXILIAR (OPCIONAL) ................................................ 50
9 - RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO..................................................................................................................... 51

10 - LIGANDO A INCUBADORA DE TRANSPORTE - MODELO RWT PLUS.................................................. 52


10.1 - UTILIZAÇÃO MODO AR ........................................................................................................................ 53
10.2 - UTILIZAÇÃO DO MODO RN.................................................................................................................. 54
10.3 - CONTROLE DE UMIDADE .................................................................................................................... 56
10.3 - CONTROLE DE OXIGÊNIO ................................................................................................................... 59
10.4 - OXIMETRIA DE PULSO INTEGRADA (MÓDULO OPCIONAL)............................................................ 64
10.5 - GRÁFICOS DE TENDÊNCIA ................................................................................................................. 67
11 - RECURSOS ADICIONAIS ............................................................................................................................ 69
11.1 - BLOQUEIO DO TECLADO..................................................................................................................... 69
11.2 - DATA E HORA........................................................................................................................................ 70
11.3 - CADASTRO DE PACIENTE................................................................................................................... 71
11.4 - TEMPERATURA AMBIENTE ................................................................................................................. 72
11.5 - CARGA DA BATERIA............................................................................................................................. 72
12 - FUNCIONAMENTO DOS ALARMES........................................................................................................... 73
12.1 - VERIFICAÇÃO DOS ALARMES ............................................................................................................ 78
13 - MANUTENÇÃO............................................................................................................................................. 79
13.1 - MANUTENÇÃO PREVENTIVA .............................................................................................................. 80
13.2 - MANUTENÇÃO PERIÓDICA ................................................................................................................. 82
13.3 - TROCA DO FILTRO DE AR ................................................................................................................... 82
13.4 - TROCA DO FILTRO DE AR DA VÁLVULA DE OXIGÊNIO PASSIVA .................................................. 83
13.5 - TROCA DO FILTRO DE AR DA VÁLVULA DE OXIGÊNIO LIMITADORA............................................ 83
13.6 - TROCA DO FILTRO DE AR DA VÁLVULA DE OXIGÊNIO SERVOCONTROLADA............................ 84
13.7 - REMOÇÃO DO PAINEL DE ALIMENTAÇÃO DA INCUBADORA........................................................ 84
13.8 - REMOÇÃO DO PAINEL MÓDULO DOS SENSORES DA INCUBADORA ........................................... 84
13.9 - REMOÇÃO DO PAINEL MÓDULO DE CONTROLE DA INCUBADORA.............................................. 85
13.10 - TROCA DA BATERIA DO RELÓGIO-CALENDÁRIO .......................................................................... 86
13.11 - REMOÇÃO DA PLACA DE CONTROLE DO DISPLAY....................................................................... 87
13.12 - REMOÇÃO DO MÓDULO FONTE DA INCUBADORA........................................................................ 90
13.13 - TROCA DA FONTE AJUSTÁVEL DE ALIMENTAÇÃO 15VDC 20 AMPÉRES ................................... 92
13.14 - TROCA DO MICROVENTILADOR DO MÓDULO FONTE .................................................................. 92
13.15 - TROCA DA BATERIA DE BACKUP RECARREGÁVEL ...................................................................... 94

3
13.16 - TROCA DA PLACA DE ALIMENTAÇÃO DA PASTILHA DE UMIDIFICAÇÃO ................................... 95
13.17 - TROCA DA BATERIA CR2032 3V DA PLACA FONTE ....................................................................... 97
13.18 - REMOVENDO A PLACA FONTE......................................................................................................... 98
13.19 - TROCA DA LÂMPADA AUXILIAR........................................................................................................ 99
13.20 - DISPLAY COM TONALIDADE MAIS ESCURA ................................................................................. 100
13.21 - VEFIRICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO INCORRETO NA UMIDIFICAÇÃO .................................... 100
13.22 - TROCA DA MICROBOMBA ............................................................................................................... 101
13.23 - TROCA DA VÁLVULA SOLENÓIDE DE CONTROLE DE VAZÃO ................................................... 103
13.24 - TROCA DA PLACA DE UMIDIFICAÇÃO ........................................................................................... 104
13.25 - MANUTENÇÃO E REMOÇÃO DO MÓDULO DO SENSOR DA CÚPULA ....................................... 105
13.26 - TROCA DA BATERIA 12VDC 33 AMPÉRES .................................................................................... 107
14 - LIMPEZA E ASSEPSIA .............................................................................................................................. 109
14.1 - LIMPEZA............................................................................................................................................... 109
14.2 - ASSEPSIA ............................................................................................................................................ 116
15 - CÓDIGOS DE ACESSO E CALIBRAÇÃO RWT-PLUS ............................................................................ 116
15.1 - CÓDIGOS DE ERRO DE SISTEMA RWT-PLUS................................................................................. 122
15.2 - SOLUÇÃO DE PROBLEMAS............................................................................................................... 124
16 - DESENHOS E RELAÇÃO DE PEÇAS....................................................................................................... 125

17 - ESQUEMAS ELÉTRICOS .......................................................................................................................... 126

18 - GARANTIA.................................................................................................................................................. 126

4
1 - IDENTIFICAÇÃO
1.1 - NOME E MODELO
Nome técnico: Incubadora de Transporte
Nome comercial: Incubadora de Transporte
Modelo comercial: RWT PLUS

Figura 1 – Incubadora de Transporte RWT PLUS

1.2 - DESCRIÇÕES DO PRODUTO


A Incubadora de Transporte - modelo RWT PLUS é destinada ao transporte terrestre e aéreo de alto risco de
prematuros de baixo peso ou recém-nascidos com graves enfermidades. O equipamento possui dois modos de
funcionamento: controle da temperatura do AR (ATC) e controle de temperatura do RN (ITC).
No modo AR a incubadora de transporte mantém a temperatura do ar estável no interior do compartimento do
recém-nascido, comparando a temperatura do ar no interior da cúpula, com a temperatura de controle ajustada
pelo operador. Se a temperatura do ar está alta, a resistência de aquecimento é desligada até que a
temperatura do ar caia abaixo do valor pré-ajustado pelo operador.
No modo RN a incubadora de transporte ajusta o aquecimento com base no valor de temperatura lido para a
pele do recém-nascido e a temperatura do RN ajustada pelo operador. Para manter a temperatura do paciente
constante, próxima do valor ajustado pelo operador, o painel de controle da incubadora irá comparar a
temperatura lida pelo sensor de RN com a temperatura ajustada pelo operador, aumentando ou reduzindo a
temperatura do ar no interior da incubadora, conforme a variação da temperatura da pele do paciente.
O compartimento do RN possui cúpula com parede dupla em acrílico transparente de alta resistência, dotada
de duas portas (frontal e lateral), além de passagens para tubos com sistema de vedação flexível.
Uma porta de acesso frontal com duas portinholas com manga punho e uma porta lateral com manga íris
oferecem total abertura para procedimentos ao recém-nascido.
O leito do paciente possui cintos de segurança que deverão envolver o paciente durante o transporte. Pode ser
deslocado para fora da cúpula através de guias, facilitando o acesso ao recém-nascido para realização de
procedimentos adicionais.
Com operação extremamente silenciosa, resultando no menor incômodo para o paciente, esta incubadora
oferece controle das temperaturas nos modos AR e RN, opcionais como as funções servocontroladas da
umidade relativa do ar e concentração de oxigênio, atingindo assim altas concentrações de umidade relativa do
ar e oxigênio, respectivamente, no interior do compartimento do recém-nascido, além de oximetria de pulso
integrada, painel de controle frontal com display LCD gráfico colorido de 7” widescreen que sintetiza todas as

5
opções de ajuste e monitorização, com gráficos de tendência para tratamento e diagnóstico através de menu
interativo, é possível interagir através de teclado de membrana, touchscreen e botão rotativo.
O equipamento ainda é dotado de iluminação auxiliar para melhorar a visualização do paciente em ambientes
escuros.
A incubadora foi construída para operar em rede de alimentação de 120-230V~, ou com tensão externa de
12V......provenientes de ambulâncias, também pode operar com as baterias internas que podem proporcionar
até 330 minutos (opcional) de autonomia de funcionamento. As baterias são constantemente carregadas
quando o aparelho está ligado à rede elétrica. Opcionalmente um adaptador pode ser acoplado à incubadora,
permitindo que o equipamento possa funcionar com tensão de alimentação entre 12 e 48 Vdc, permitindo a
utilização da incubadora em local onde esta tensão de alimentação esteja disponível.
A incubadora de transporte RWT PLUS pode ainda ser retirada de seu suporte com rodízios e ser acoplada
diretamente sobre um carro maca com altura ajustável ou fixa, mantendo o padrão do sistema de fixação já
existente na ambulância.
Possui ainda como acessório, sistema de trava para fixação no assoalho da ambulância, que permite que a
incubadora de transporte seja travada no interior do veículo.

1.3 - PRINCÍPIOS FÍSICOS


A incubadora de transporte - modelo RWT PLUS é constituída por um corpo construído de material plástico de
engenharia com o objetivo de conter um recém-nascido humano (RN), possibilitando sua visualização através
de uma cúpula em acrílico transparente com parede dupla. No interior do compartimento do recém-nascido, as
condições ambientais podem ser mantidas conforme as necessidades do RN, através da manutenção do
aquecimento do ar, aumento da concentração de oxigênio e umidade relativa além do isolamento acústico e
baixo nível de ruído produzido pelo equipamento. Para garantir as melhores condições ambientais ao paciente,
o ar e o oxigênio admitidos no interior do equipamento são filtrados de maneira independente que evitem a
passagem de partículas maiores que 0,5 micron, dispondo um ar interno com maior índice de pureza e os
controles de temperatura, umidade e oxigênio da incubadora são realizados por um sistema de circulação de ar
forçado onde uma quantidade controlada do ar é aspirado por meio de um motor através do filtro de entrada de
ar, umidificado e enriquecido com oxigênio é distribuído uniformemente para o ambiente de controle do
compartimento do recém-nascido. Este sistema mantém à circulação interna do ar micro filtrado e devidamente
aquecido, este fluxo de ar passa diretamente junto aos sensores de controle de temperatura, umidade e
oxigênio, tal sistema evita também o acumulo de dióxido de carbono no interior do compartimento.

1.4 - INDICAÇÃO, FINALIDADE OU USO A QUE SE DESTINA O PRODUTO


Indicação: Clínicas, consultórios, hospitais, maternidades e empresas de remoção que necessitam transportar
um recém-nascido com graves enfermidades ou prematuro de baixo peso.
Finalidade: Conter um recém-nascido humano, possibilitando sua visualização através de uma cúpula em
acrílico transparente com parede dupla. No interior do compartimento do recém-nascido, as condições
ambientais podem ser mantidas conforme as necessidades do RN, através da manutenção do aquecimento do
ar, aumento da concentração de oxigênio e umidade relativa do ar além do isolamento acústico e baixo nível
de ruído produzido pelo equipamento. Além disso, o produto permite a monitoração da freqüência cardíaca /
SPO2 e o transporte terrestre de tais pacientes.

1.5 - TERMOS E DEFINIÇÕES


• Zona de Controle: Ponto central situado 10 cm acima da superfície do colchão.
• Temperatura da Incubadora de Transporte: Temperatura do ar medida em um ponto 10 cm acima do
centro da superfície do colchão, no compartimento do recém-nascido.
• Temperatura de Controle: Valor de temperatura selecionado pelo usuário para controle da temperatura
da incubadora.
• Condição de Temperatura Estável: Condição atingida quando a temperatura da incubadora de transporte
não varia me mais de 1°C por um período de 1 hora.
• Temperatura Média: Média das leituras de temperatura obtidas durante a condição de temperatura
estável e a intervalos regulares, em qualquer ponto especificado do compartimento.
• Temperatura Média da Incubadora de Transporte: Média das leituras de temperatura da incubadora de
transporte para recém-nascido obtidas durante a condição de temperatura estável, executada em intervalos
regulares.
• Uniformidade da Temperatura: O quanto a temperatura média difere da temperatura média da
incubadora na condição de temperatura estável.
• Variação da Temperatura: Diferença entre a temperatura da incubadora e a temperatura média da
incubadora na condição de temperatura estável.

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• Sobre-elevação da Temperatura: Valor excedido da temperatura interna em relação à temperatura média
da incubadora na condição de temperatura estável, devido a mudanças no controle de temperatura.
• Tempo de Elevação da Temperatura: Tempo necessário para que a incubadora eleve sua temperatura
em 11°C quando a temperatura de controle do ar estiver, a pelo menos, 12°C acima da temperatura ambiente.
• Modo Ar ou ATC: Modo no qual a temperatura do ar é automaticamente controlada por um sensor de
temperatura do ar e mantida próxima a um valor definido pelo operador.
• Modo RN ou ITC: Incubadora de transporte com temperatura controlada pelo ar que tem a capacidade
adicional de controlar a temperatura do ar na incubadora de forma a manter a temperatura medida pelo sensor
da temperatura da pele de acordo com a temperatura de controle definida pelo operador.
• Pontos de Medição: Corresponde a 5 pontos situados em plano paralelo, 10 cm acima da superfície do
colchão. Um ponto encontra-se no centro do colchão e os outros encontram-se no centro das áreas formadas
por linhas que dividem a largura e comprimento em duas partes iguais.
• Calibração de Rotina: Calibração da incubadora e suas funções de acordo com padrões pré-
estabelecidos pelo fabricante.

2 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Nota:
- A Olidef conta com uma política de melhoria continua de seus produtos e se reserva ao direito de modificar as
especificações técnicas sem aviso prévio.
- Os opcionais, acessórios e materiais de consumo de uso não exclusivo descritos nesse manual, possuem
registros próprios na ANVISA, não sendo, portanto, parte integrante do registro da Incubadora de Transporte
modelo: RWT PLUS.
- Antes de utilizar os acessórios, leia atentamente todas as instruções descritas nesse capítulo.
Classificação segundo a ANVISA
Nome Técnico Incubadora de Transporte
Nome Comercial Incubadora de Transporte
Modelo Comercial RWT PLUS
Classe de enquadramento Classe III (alto risco)
Registro ANVISA 10227180031
Responsável Técnico Clayton André dos Santos - CREA: 5061591003/SP
Classificações e Características do Equipamento
Classe de Isolação Classe I e Energizado Internamente
Parte Aplicada Tipo BF
Proteção Contra Penetração de Água Equipamento comum – IPX0
Modo de Operação Continuo
Proteção Contra Atmosferas Não adequado para utilização na presença de anestésicos
Explosivas inflamáveis
Colchão Lavável, com revestimento em PVC atóxico.
Estabilidade mecânica Limitada a 10° de inclinação
Concentração de CO2 Inferior a 0,2%
Velocidade do ar sobre o colchão Inferior a 0,35m/s
Ruído interno na Cúpula (ambiente
Inferior a 60 dBA
<45dBA)
Obs. Classificação e características conforme normas NBR IEC 60601-1 e NBR IEC 60601-2-20.

Especificações Elétricas
Alimentação Seleção automática de tensão
Tensão C.A. 120-230 V~ ±10%
Tensão C.C 12 V
Obs. Outros tipos de tensão podem ser utilizados de acordo com a
necessidade de utilização do equipamento.
Corrente (127 / 220 V) 4,0A 2,5A
Freqüência de rede 50/60Hz
Mini disjuntores F1/F2 8A – Mini disjuntor rearmável
Potência de entrada 380 W
Elemento aquecedor Resistência elétrica plana, isolada, montada em dissipador de
alumínio anodizado.
Potência nominal: 200 W

7
Lâmpada Auxiliar Led – MR11, 12Vcc, 1 W
Obs. Outros tipos de lâmpadas podem ser utilizados de acordo com a necessidade de
utilização do equipamento.
Bateria Recarregável gelatinosa, selada, 12 V
Obs. Outros tipos de bateria podem ser utilizados de acordo com a necessidade de
utilização do equipamento.
Autonomia da bateria 4 horas
Expectativa de Vida da bateria 200 cargas e descargas
Tempo de Carga Mínima da bateria 24 horas
Especificações Mecânicas - Incubadora
Altura 822 mm
Largura 1025 mm
Profundidade 550 mm
Dimensões da Cúpula 736 X 430,5 X 395 mm
Volume da Cúpula 110 L
Colchão 305 X 610 mm
Altura Interna do Colchão p/ Cúpula 315 mm
Altura de Passagem do Colchão x Acesso 224 mm
Peso aproximado s/ os cilindros e acessórios 31 kg
Peso aproximado c/ cilindros (tipo E c/ carga) e 75,5 kg
acessórios
Cilindros para gás (oxigênio ou ar comprimido) Até 2 unidades
Especificação: DOT 3AL ou DOT 3AA (aço ou
alumínio)
Peso embalado s/ os cilindros e acessórios 65 Kg
Especificações Mecânicas – Suporte c/ Ajuste de Altura
Altura do suporte na posição alta * 868 mm
Altura do suporte na posição baixa * 390 mm
Largura 1030 mm
Profundidade 555 mm
Peso aproximado c/ Incubadora s/ os cilindros e 51 kg
acessórios
Peso aproximado c/ Incubadora c/ cilindros (tipo E c/ 95,5kg
carga) e acessórios
Altura do Nível do Colchão máxima 1040 mm
Altura do Nível do Colchão mínimo 740 mm
Suporte Estrutura tubular metálica em alumínio
Obs. Diferentes tipos de suporte poderão ser desenvolvidos,
conforme o veículo onde a incubadora for utilizada.
Rodízio de 5” c/ Freio (Opcional 6” c/ Freio) 4 unidades
Peso embalado do suporte 39,2 kg
* A altura com rodízio opcional de 6” fica 45mm mais alta.

Especificação Técnica - Temperatura:


Resolução do Display 0,1°C
Faixa de controle para modo AR (ATC) 20,0 a 39,0°C
Precisão de Indicação de Temperatura AR ± 0,3°C
Faixa de controle para modo RN (ITC) 30,0 a 38,0°C
Precisão de Indicação de Temperatura RN ± 0,2°C
Tempo aproximado de aquecimento para elevar a
40 minutos
temperatura de 25° C a 36° C
Indicação da temperatura 0 a 50°C
* Temperatura ambiente entre 20ºC – 25ºC.

Especificação Técnica - Oxigênio:


Resolução do Display 1%
Faixa de atuação do display de O2 0 a 100 %
Faixa de Controle do O2 (servo controlado) 21 – 65 %
Precisão de Controle O2 (calibrado em 21%) ±5%
Pressão para Calibração 525 a 938 mmHg
Faixa de temperatura para operação dos sensores 10 a 40ºC

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Fluxo máximo de entrada de O2 (Pressão 32 lpm
3,5Kgf/cm²)
Niple de entrada (servo controlado) Rosca 9/16” – 18 UNF
Pressão de operação (servo controlado) 3,5 Kgf/cm² (49,78 PSI)
Especificação Técnica - Umidade:
Resolução do Display 1%
Faixa de atuação do display de Umidade 20 a 100 %
Faixa de Controle da Umidade 20 – 95 %
Precisão de Controle da Umidade ± 5%
Faixa de temperatura para operação do sensor 10 a 40°C
Volume do Reservatório 1000 ml
Tempo de Operação* 24h – 80%
* Temperatura Ambiente 23ºC e Umidade Relativa do Ar entre 40 e 50% e Temperatura de Controle modo AR 34ºC.

Especificações Técnicas - Oximetria:


Resolução do Display - SpO2 1%
Resolução do Display - Pulso 1
Faixa de leitura SpO2 0 a 100 %
Precisão de leitura SpO2 70 a 95% ±3 dígitos (Arms*)
Faixa de leitura do Pulso 20 a 250 bpm
Precisão de leitura do Pulso ±3 dígitos
* Arms engloba 68% da população

Cargas Máximas
Suporte de Soro 1 Kg (por gancho)
Leito 10 Kg
Prateleiras Auxiliares 10 Kg

2.1 - SIMBOLOGIA UTILIZADA NO EQUIPAMENTO


Leia e entenda o significado desses símbolos antes de utilizar a incubadora de transporte - modelo RWT
PLUS.

Ligado/Desligado (apenas para uma parte do equipamento)

Parte aplicada tipo BF

ATENÇÃO! Consultar documentos acompanhantes

Silencia Alarme
Tecla que desliga o som dos alarmes. (Veja item ALARMES)

Desligado (sem tensão elétrica de alimentação)

Ligado (com tensão elétrica de alimentação)

Elevação da faixa desejada

Redução da faixa desejada

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Iluminação auxiliar

Tecla que habilita a seleção de temperatura maior do que 37,0ºC

Tecla que habilita/desabilita a trava do teclado

Habilita o uso da incubadora ou configurações ou simplesmente enter

Modo AR

Modo RN

Concentração de O2

Umidade relativa

Indicador de Alarme

Indicador falta de energia

3 - SEGURANÇA E EFICÁCIA DO PRODUTO


A Incubadora de Transporte RWT PLUS é totalmente segura, desde que as regras de segurança sejam
seguidas e todas as recomendações descritas neste Manual do Usuário.
O equipamento foi projetado e fabricado com materiais padrão (não tóxicos) de uso médico/hospitalar e que
permitem fácil assepsia. É prático e projetado para garantir total segurança,
Quando mantido (armazenado) e conservado conforme mencionado no item 6 - Condições especiais de
armazenamento, conservação e/ou manipulação do produto, deste manual, o equipamento não perderá ou
alterará sua característica física e dimensional.
A incubadora de transporte RWT PLUS foi projetada, avaliada e cumpre as seguintes normas de segurança e
de desempenho:

NBR IEC 60601-1 IEC 61000-3-2 IEC 61000-4-4 IEC 61000-4-11


NBR IEC 60601-2-20 IEC 61000-3-3 IEC 61000-4-5
NBR IEC 60601-1-2 IEC 61000-4-2 IEC 61000-4-6
CISPR 11 IEC 61000-4-3 IEC 61000-4-8

ATENÇÃO
- A Incubadora de Transporte RWT PLUS requer precauções especiais relativas à EMC (compatibilidade
eletromagnética) e devem ser instalados e colocados em funcionamento de acordo com as informações
de EMC fornecidas nesse manual. Esta incubadora não emite interferência eletromagnética acima do
nível compatível com sua categoria, e também apresenta determinada imunidade a interferências
eletromagnéticas ao seu redor. Normas gerais e ensaios de compatibilidade eletromagnética para
incubadoras de transporte foram aplicadas a este equipamento e determinaram o ambiente e as
precauções que devem ser tomadas para sua instalação e posterior funcionamento, ver tabelas abaixo.
- Equipamentos de comunicação de RF móveis e portáteis podem afetar equipamentos eletromédicos.
- A utilização de acessórios, transdutores, sensores e cabos de rede não originais podem resultar em
acréscimo de emissões ou decréscimo da Imunidade do equipamento Incubadora de Transporte RWT
PLUS.

10
Diretrizes e Declaração do Fabricante – Emissão Eletromagnéticas
A Incubadora de Transporte RWT PLUS é destinada a ser utilizada nos ambientes eletromagnéticos especificados
abaixo. Recomenda-se que o cliente ou o usuário do Berço Aquecido MATRIX SC garanta que ele seja utilizado em tal
ambiente.
Ensaio de Emissão Conformidade Ambiente Eletromagnético – Guia
A Incubadora de Transporte RWT PLUS utiliza
energia de RF apenas para suas funções
Emissão de Radiofreqüência (RF) internas. No entanto, suas emissões de RF são
Grupo 1
ABNT NBR CISPR 11 muito baixas e não é provável que causem
qualquer interferência em equipamentos
eletrônicos próximos.
Emissão de Radiofreqüência (RF) A Incubadora de Transporte RWT PLUS é
Classe A
ABNT NBR CISPR 11 adequada para utilização em todos os
Emissões de Harmônicos estabelecimentos que não sejam domésticos e
Classe A
IEC 61000-3-2 podem ser utilizados em estabelecimentos
residenciais e aqueles diretamente conectados à
rede pública de distribuição de energia elétrica de
baixa tensão que alimente edificações para
utilização doméstica, desde que o seguinte aviso
seja entendido:
Aviso: Este equipamento é destinado para
Flutuações de Tensão / Cintilação utilização apenas pelos profissionais da área da
Conforme
IEC 61000-3-3 saúde. Este equipamento pode causar
radiointerferência ou interromper operações de
equipamentos nas proximidades. Pode ser
necessário adotar procedimentos de mitigação,
tais como reorientação ou realocação da
Incubadora de Transporte RWT PLUS ou
blindagem do local.

Distâncias de separação recomendadas entre equipamentos de comunicação por RF móveis ou portáteis e a


Incubadora de Transporte RWT PLUS
A Incubadora de Transporte RWT PLUS é destinada para uso em ambiente eletromagnético no qual as perturbações
de irradiação por RF são controladas. O comprador ou usuário da Incubadora de Transporte RWT PLUS pode ajudar a
prevenir interferências eletromagnéticas mantendo a distância mínima entre os equipamentos de comunicação por RF
móveis ou portáteis (transmissores) e a Incubadora de Transporte RWT PLUS como recomendado abaixo, de acordo
com a potência máxima de saída do equipamento de comunicação.
Nível máximo Distância de separação recomendada de acordo com a freqüência do transmissor (m)
declarado da 150 kHz a 80 MHz 150 kHz a 80 MHz
80 MHz a 800 MHz 800 MHz a 2,5 GHz
potência de saída do fora das bandas ISM nas bandas ISM 1/2 1/2
1/2 1/2 d= 1,2 P d= 2,3 P
transmissor (W) d= 0,35 P d= 1,2 P
0,01 0,04 0,12 0,12 0,23
0,1 0,11 0,38 0,38 0,73
1 0,35 1,20 1,20 2,30
10 1,11 3,80 3,80 7,30
100 3,50 12,00 12,00 23,00
Para transmissores com um nível máximo declarado de potência de saída não listado acima, a distância de separação
recomendada d em metros (m) pode ser determinada utilizando-se a equação aplicável à freqüência do transmissor,
onde P é a potência máxima declarada de saída do transmissor em watts (W), de acordo com o fabricante do
transmissor.
NOTA 1: Em 80 MHz e 800 MHz, a distância de separação para a maior faixa de freqüência é aplicável.
NOTA 2: As bandas ISM (industriais, científicas e médicas) entre 150 kHz e 80 MHz são 6,765 MHz a 6,795 MHz;
13,553 MHz a 13,567 MHz; 26,957 MHz a 27,283 MHz; e 40,66 MHz a 40,70 MHz.
NOTA 3: Um fator adicional de 10/3 foi incorporado às fórmulas utilizadas no cálculo da distância de separação
recomendada para os transmissores nas bandas ISM entre 150 kHz e 80 MHz e na faixa de freqüência de 80 MHz a
2,5 GHz, com o objetivo de reduzir a possibilidade de equipamentos de comunicação pó RF móveis/portáteis
causarem interferência se forem inadvertidamente trazidos para as áreas destinadas aos pacientes.
NOTA 4: Estas diretrizes podem não ser aplicáveis a todas as situações. A propagação eletromagnética é afetada pela
absorção e reflexão de estruturas, objetos e pessoas.

11
Diretrizes e Declaração do Fabricante - Imunidade Eletromagnética
A Incubadora de Transporte RWT PLUS é destinada ao uso no ambiente eletromagnético especificado abaixo. Convém
que o comprador ou o usuário da Incubadora de Transporte RWT PLUS garanta que esta seja utilizada em tal
ambiente.
Ensaio de Nível de Ensaio da Nível de
Ambiente Eletromagnético - Diretrizes
IMUNIDADE IEC 60601 Conformidade

Não convém que sejam utilizados equipamentos de


comunicação por RF móveis ou portáteis a distância
menores em relação à qualquer parte da Incubadora
de Transporte RWT PLUS, incluindo cabos, do que a
distância de separação recomendada, calculada pela
equação aplicável à freqüência do transmissor.

Distância de separação recomendada

1/2
RF conduzida 10 Vrms 10 Vrms d=1,2 P
IEC 61000-4-6
150 kHz a 80 MHz
a
nas bandas ISM

1/2 80 MHz a 800 MHz


RF irradiada 10 V/m 10 V/m d=1,2 P
IEC 61000-4-3 80 MHz a 2,5 GHz 1/2 800 MHz a 2,5 GHz
d=2,3 P

Onde P é o nível máximo declarado da potência de


saída do transmissor em watts (W), de acordo com o
fabricante do transmissor, e d é a distância de
b
separação recomendada em metros (m).

Convém que a intensidade de campo proveniente


de transmissores de RF, determinada por uma vistoria
c
eletromagnética do campo, convém que seja menor
do que o nível de conformidade para cada faixa de
d
freqüência.
Pode ocorrer interferência na vizinhança dos
equipamentos marcados com o seguinte símbolo:

NOTA 1: A 80 MHz e 800 MHz, a maior faixa de freqüência é aplicável.


NOTA 2: Estas diretrizes podem não ser aplicáveis a todas as situações. A propagação eletromagnética é afetada pela
absorção e reflexão de estruturas, objetos e pessoas.
a
As bandas ISM (industriais, científicas e médicas) entre 150 kHz e 80 MHz são 6,765 MHz até 6,795 MHz; 13,553
MHz até 13,567 MHz; 26,957 MHz até 27,283 MHz; e 40,66 MHz até 40,70 MHz.
b
Os níveis de conformidade nas bandas de freqüência ISM entre 150KHz e 80MHz e na faixa de freqüência entre
80MHz até 2,5GHz são definidos com o objetivo de reduzir a possibilidade de equipamentos de comunicações por RF
móveis/portáteis causarem interferência se forem inadvertidamente trazidos para as áreas destinadas aos pacientes.
Por isso, um fator adicional de 10/3 foi incorporado às fórmulas utilizadas no cálculo da distância de separação
recomendada para os transmissores nestas faixas de freqüência.
c
A intensidade de campo proveniente de transmissores fixos, tais como estações base de rádio para telefones
(celular/sem fio) e rádios móveis de solo, radioamador, transmissões de rádio AM e FM e transmissões de TV, não
pode ser prevista teoricamente com precisão. Para avaliar o ambiente eletromagnético gerados pelos transmissores
fixos de RF, convém que seja considerada uma vistoria eletromagnética do campo. Se a intensidade de campo medida
no local no qual a Incubadora de Transporte RWT PLUS será utilizada exceder o NÍVEL DE CONFORMIDADE
aplicável para RF definido acima, convém que a Incubadora de Transporte RWT PLUS seja observada para que se
verifique se está funcionando normalmente. Se um desempenho anormal for detectado, medidas adicionais podem ser
necessárias, tais como a reorientação ou recolocação da Incubadora de Transporte RWT PLUS.
d
Acima da faixa de freqüência de 150 kHz a 80 MHz, convém que a intensidade de campo seja menor que 10 V/m.

12
Diretrizes e declaração do fabricante - imunidade eletromagnética
A Incubadora de Transporte RWT PLUS é destinada ao uso no ambiente eletromagnético especificado abaixo. Convém
que o comprador ou usuário da Incubadora de Transporte RWT PLUS garanta que seja utilizada em tal ambiente.
Nível de Ensaio da IEC Ambiente eletromagnético -
Ensaio de IMUNIDADE Nível de Conformidade
60601 diretrizes
Descarga Eletrostática ± 6 kV contato ± 6 kV contato Convém que os pisos sejam de
(DES) madeira, concreto ou cerâmica.
Se os pisos estiverem recobertos
± 8 kV pelo ar ± 8 kV pelo ar
por material sintético, convém
IEC 61000-4-2
que a umidade relativa seja de
pelo menos 30%.
Transitórios elétricos ± 2 kV para linhas de ± 2 kV para linhas de
Rápidos/Trem de pulsos ("Burst") alimentação alimentação Convém que a qualidade da
alimentação da rede elétrica seja
IEC 61000-4-4 típica de um ambiente hospitalar
± 1 kV para linhas de ± 1 kV para linhas de ou comercial.
entrada/saída entrada/saída
Surtos ± 1 kV linha(s) a linha(s) ± 1 kV modo diferencial Convém que a qualidade da
alimentação da rede elétrica seja
típica de um ambiente hospitalar
IEC 61000-4-5 ± 2 kV linha(s) para terra ± 2 kV modo comum
ou comercial.
Quedas de tensão, < 5% UT < 5% UT Convém que a qualidade da
interrupções curtas e (> 95% de queda (> 95% de queda alimentação da rede elétrica seja
variações de tensão nas tensão em UT) tensão em UT) típica de um ambiente hospitalar
linhas de entrada da por 0,5 ciclo. por 0,5 ciclo. ou comercial. Se o usuário da
alimentação Incubadora de Transporte RWT
40% UT 40% UT PLUS precisar de funcionamento
IEC 61000-4-11 (60% de queda de (60% de queda de contínuo durante interrupções da
tensão em UT) tensão em UT) alimentação de rede elétrica, é
por 5 ciclos. por 5 ciclos recomendável que a Incubadora
de Transporte RWT PLUS seja
70% UT 70% UT
alimentado por uma fonte
(30% de queda de (30% de queda de
contínua ou uma bateria.
tensão em UT) tensão em UT)
por 25 ciclos. por 25 ciclos.

< 5% UT < 5% UT
(> 95% de queda de (> 95% de queda de
tensão em UT) tensão em UT)
por 5 segundos. por 5 segundos.
Campo magnético na 3 A/m 10 A/m Campos magnéticos na
freqüência de alimentação freqüência da alimentação
(50/60 Hz) deveriam estar em níveis
característicos de um local típico
IEC 61000-4-8 em um ambiente hospitalar ou
comercial típico.

NOTA - UT é a tensão de rede c.a. antes da aplicação do nível do ensaio.

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4 - PARTES E ACESSÓRIOS ACOMPANHANTES

Figura 2 – Vista isométrica da parte frontal da Incubadora de Transporte RWT PLUS

Figura 3 – Vista isométrica da parte traseira da Incubadora de Transporte RWT PLUS

1 Corpo 14 Válvula limitadora de Oxigênio


Módulo de controle com comandos no display
2 touchscreen, botão rotativo (spinknob) e teclado de 15 Acoplador para nebulizador
membrana.
3 Suporte dos cilindros (2x) 16 Chave geral
4 Cúpula de acrílico 17 Mini disjuntor rearmável (2x)
5 Parachoque 18 Conector alimentação auxiliar 12V
6 Suporte com rodízios 19 Conector alimentação AC
7 Rodízios de 5” com trava (4x) 20 Conector módulo dos sensores
8 Portinhola com toque de cotovelo (2x) 21 Conector sensor RN
9 Trava do suporte 22 Conector sensor de oximetria
10 Painel entrada de corrente 23 Sensor de temperatura externa
11 Filtro de ar 24 Módulo dos sensores
12 Painel módulo dos sensores 25 Reservatório de água
13 Válvula para servo controle Oxigênio 26 Trinco da gaveta

14
4.1 - MÓDULO DE CONTROLE
O módulo de controle é constituído por um chassis que contém todos os circuitos eletrônicos responsáveis pela
monitoração e controle da temperatura do ar no compartimento do RN, além da indicação dos alarmes de
segurança. Painel com display LCD gráfico de 7” widescreen colorido com acionamentos através de
touchscreen, teclado de membrana e botão rotativo.

Figura 4 – Módulo de controle Figura 5 - Teclado de membrana

1- LED indicador ALARME LIGADO

2- LED indicador FALTA DE ENERGIA

3- Tecla LIGA / DESLIGA

4- Conector para cabo USB

5- Tecla de aumento e redução de parâmetros (Touchscreen)

6- Tecla “ENTER”

7- Tecla “SILENCIA ALARME”

8- Tecla “BLOQUEIO DE TECLADO”.

9- Tecla “>37ºC”

10- Botão rotativo (SPINKNOB)

Display LCD gráfico colorido de 7” widescreen com


11-
acionamentos através de touchscreen

15
4.2 - CÚPULA
Cúpula Externa
A Cúpula Externa da Incubadora de Transporte RWT PLUS é construída em acrílico transparente e possui
duas portas de acesso (frontal e lateral).
A porta frontal conta com duas aberturas para passagem de mãos com mangas punho e portinholas ovais com
vedação em silicone atóxico, acionadas por toque de cotovelo. A porta lateral possui uma abertura para
passagem de tubos com sistema de manga íris.
A cúpula conta ainda com passagens para cabos flexíveis.

Figura 6 – Cúpula

A – CÚPULA EXTERNA: Construída em acrílico transparente, dotada de parede dupla, porta de acesso frontal,
passagens para mãos com portinholas ovais (E), passagem para tubos com sistema de manga íris (F) e
passagens para tubos (D).
B – TRINCO: Para abrir as portas de acesso gire os trincos (B).
C – PASSADOR DUPLO: Posicionado na lateral direita da cúpula, permite a passagem de tubos no
compartimento do recém-nascido.
D – PASSAGENS DE TUBOS: Posicionadas em local de fácil acesso, junto a abertura da tampa do cuidados
intensivos, estes dispositivos são utilizados para passagem de tubos e cabos, permitindo a fácil remoção do
RN sem que seja necessária a retirada desses dispositivos (4 passagens de tubo existem instaladas na cúpula
da incubadora RWT PLUS – considerando o passador duplo ( C )).
E - PORTINHOLAS: Construída em material plástico transparente de alta resistência mecânica, possuem
vedação em silicone flexível e manga punho removível, que propiciam perfeita vedação, impedindo alterações
bruscas da temperatura do ar no compartimento do RN.
A abertura das portinholas é feita através de um trinco acionado por toque de cotovelo, evitando a
contaminação das mãos antes de acessar o paciente.
F – PORTINHOLA ÍRIS: Permite a passagem de tubos no compartimento do recém-nascido.
G – ACOPLADOR DO NEBULIZADOR: Dispositivo localizado na lateral esquerda da cúpula, que permite a
adaptação de nebulizador externo. Possui tampa plástica que deve estar fechada sempre que acoplador não
estiver sendo utilizado.
H - TAMPA FRONTAL: Permite acesso rápido e seguro ao paciente, minimizando as perdas de calor no interior
do compartimento do RN. Para abrir a tampa, deve-se acionar os trincos localizados em sua parte superior (B).
I – TAMPA LATERAL: Tampa localizada na lateral direita da cúpula, permite acesso rápido e seguro ao
paciente, minimizando as perdas de calor no interior do compartimento do RN. Para abrir a tampa, deve-se
acionar os trincos localizados em sua parte superior (B).
Obs.: A cúpula pode sofrer alterações no número de portinholas, tampas e aberturas de acordo com as necessidades do cliente.

Cúpula Interna
Construída em acrílico transparente, a cúpula interna forma em conjunto com a cúpula um sistema de parede
dupla com maior capacidade de isolação térmica, possibilitando a redução das perdas de calor no interior do
compartimento do recém-nascido, tornando mais fácil a manutenção da temperatura do paciente.

16
Figura 7 – Cúpula interna

A Cúpula interna
B Passagens de tubos
C Passador duplo

4.3 - LEITO COM COLCHÃO


O leito do paciente possui colchão com 3 cintos de segurança e pode ser movimentada até 24 cm para fora da
cúpula, saindo pela porta de acesso lateral. Uma trava de segurança impede a total saída do leito, conforme
mostra a figura 8.

Figura 8 – Leito do colchão

ATENÇÃO
- A carga máxima sobre o leito não deverá exceder 10 Kg.

4.4 - BATERIA
A incubadora de transporte RWT PLUS possui uma bateria recarregável tipo gelatinosa de 12Vdc e sistema de
carga. O carregador mantém a bateria constantemente em carga, bastando para isso que a incubadora tenha a
chave geral do painel de entrada de corrente na posição ligado e o cabo de alimentação esteja conectado à
rede elétrica. O circuito eletrônico de carga de bateria permite que o aparelho permaneça ligado à rede elétrica
indefinidamente sem prejuízo para a bateria.
A bateria propicia autonomia mínima de 240 minutos de funcionamento para a incubadora de transporte e vida
útil estimada em 200 ciclos de cargas/descargas.

ATENÇÃO
- A incubadora quando ligada em uma tensão externa 12 Vdc não carregará a bateria, porém
nesta condição também não terá sua carga consumida.

17
4.5 - BATERIA RECARREGÁVEL SECUNDARIA
A incubadora de transporte modelo RWT PLUS possui uma bateria recarregável Níquel Cadium (NiCd – 9V),
que possui a função de manter o sistema em funcionamento limitado a emissão do alarme de falta de bateria.
Essa bateria é automaticamente recarregada quando o equipamento é conectado na tomada, e sua vida útil é
de 12 meses. Após este prazo a bateria deverá ser substituída por uma nova original.

ATENÇÃO
- Não utilizar bateria comum ou alcalina. A substituição deverá ser realizada por pessoal treinado.

4.6 - FILTRO DE AR
O filtro de ar localizado na parte traseira da Incubadora tem a função de filtragem do ar que entrará no
compartimento do RN. Partículas maiores que 0,5 mícron não passarão pelo filtro de ar, garantindo assim um
elevado índice de pureza no interior do compartimento do recém-nascido.

Figura 9 – Localização do filtro de ar

ATENÇÃO
- As aberturas na tampa do filtro são de entrada de ar e não devem ser obstruídas.
- Recomenda-se a troca do filtro de ar a cada noventa dias. Veja item 13.3 – Troca do filtro de ar
- O filtro de ar sujo resulta no aumento de dióxido de carbono superior ao nível de oxigênio dentro
da Incubadora.

4.7 - ESPONJA DE UMIDIFICAÇÃO


Feita em material atóxico que absorve a água para que a mesma não escorra pelo interior do equipamento
durante o transporte, aumentando assim a umidade relativa do ar dentro do compartimento do RN.

Figura 10 – Esponja de umidificação passiva

4.8 - VÁLVULA DE OXIGÊNIO LIMITADORA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
A incubadora RWT PLUS possui uma válvula de entrada de oxigênio, localizada na parte traseira direita, como
mostra a figura abaixo. É composta por um bico de entrada para mangueira ø ¼”, um filtro para retenção de
impurezas e um sistema mecânico que bloqueia a entrada de O2 quando o fluxo for superior a 8Lpm.

18
Figura 11 – Localização da válvula limitadora
Obs.: A válvula poderá sair de fábrica regulada em outras vazões de acordo com a solicitação do cliente.
Nota:
- Para substituição do filtro veja item 13.5 – Troca do filtro de ar da válvula de oxigênio limitadora

4.9 - VÁLVULA DE OXIGÊNIO PASSIVA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
A incubadora RWT PLUS possui uma entrada de oxigênio passiva, localizada na lateral esquerda, como
mostra a figura abaixo. É composta por uma conexão de entrada com rosca 9/16” – 18UNF, um filtro para
retenção de impurezas e sistema mecânico que bloqueia a entrada de O2 quando o fluxo for superior a 32Lpm.
Nota:
- Recomendamos a utilização de válvula reguladora de pressão e fluxômetro (acompanham o equipamento).
- Quando a Incubadora sair com sistema de servo controle de oxigênio não haverá está possibilidade
- Para substituição do filtro veja item 13.4 – Troca do filtro de ar da válvula de oxigênio passiva

Figura 12 – Localização da válvula passiva

4.10 - PARACHOQUE INTEGRAL


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Oferece proteção em todo perímetro da incubadora, protegendo-a contra impactos. Pode também ser utilizado
como alça de transporte da incubadora. Construído em aço inox.

19
Figura 13 - Parachoque

4.11 - ILUMINAÇÃO AUXILIAR


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Composta por lâmpada de LED branco de alta potência permite a visualização do paciente em ambientes com
pouca ou sem iluminação. Possui interruptor independente sem necessidade da incubadora estar operando,
apenas energizada.

Figura 14 - Iluminação auxiliar

4.12 - CARRO COM AJUSTE DE ALTURA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Carro fabricado em alumínio possui sistema com ajuste de altura e sistema de proteção mecânica, que protege
a incubadora contra impactos. Possui amortecedores para diminuir a velocidade e o impacto durante o ajuste
de altura e quatro rodízios de 5”com travas.

Figura 15 – Carro de suporte

20
4.13 - SUPORTE DE SORO
(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Esse suporte serve para colocação de bolsas ou ampolas de soro. Possui dois ou quatro ganchos para fixação,
com regulagem de altura. Curso total de 400 mm, senso altura máxima de 1900 mm do piso e mínima de 1500
mm.

Figura 16 - Suporte de soro

ATENÇÃO
- Peso máximo: 1 kg por gancho

4.14 - SENSOR DE RN
(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
O sensor de RN (Figura 17) mede a temperatura da pele do paciente, proporcionando leitura precisa e
confiável. O contato térmico adequado do sensor com a pele do recém-nascido é essencial para a leitura
correta da temperatura do paciente. Caso este contato não seja perfeito, pode ocorrer uma falsa leitura da
temperatura. A indicação da temperatura da pele do paciente é feita pelo módulo de controle.
O sensor de temperatura para a pele apresenta uma arquitetura avançada e faz com que o sistema de fixação
ao paciente seja mais simples, mas ao mesmo tempo mais estável e eficiente.
Seu sistema de isolação entre a pele e o ambiente permite uma medição confiável e segura, ideal para
trabalhar em diferentes âmbitos e áreas obtendo melhores resultados.

1- Sensor de pele(encapsulado com titânio biocompativel, conforme norma ISO 10993-1)


2- Cabo
3- Conector 4 vias
(Obs. Para sistema servo controlado de O2 o conector será um P2 cor azul)

Figura 17 – Sensor de RN

4.15 - CHAVE FIXA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Essa chave serve para substituição da válvula reguladora nos cilindros de O2 ou ar comprimido. Fabricado em
aço cromo-vanádio polido.

21
Figura 18 – Chave Fixa

4.16 - VÁLVULA REGULADORA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Componente que tem a finalidade de limitar a máxima pressão de entrada ativa de O2 e ar comprimido, em
3.5Kgf/cm² . Possui um manômetro acoplado. Outras pressões poderão ser reguladas através de solicitação
junto a fábrica.

Figura 19 – Válvula reguladora

4.17 - FLUXOMETRO
(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Componente responsável pelo controle manual de concentração de O2 e ar comprimido, com variação de 0 a
15L/min.

Figura 20 – Fluxômetro

4.18 - TOMADA DUPLA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Esse acessório pode ser acoplado diretamente na rede ou no cilindro de oxigênio/ar comprimido, e possui 2
bicos de saída com conexão rosca 9/16” – 18UNF, onde são conectadas as mangueiras de oxigênio ou ar
comprimido.

Figura 21 – Tomada dupla

22
4.19 - MANGUEIRA PARA OXIGÊNIO
(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Mangueira de pressão de nylon trançado 150PSI atóxica, com conexões para rosca 9/16 – 18UNF e
comprimento 1,5m.

Figura 22 – Mangueira de nylon trançada 150 PSI

5 - OPCIONAIS, ACESSÓRIOS E MATERIAL DE CONSUMO


Nota:
- Os opcionais, acessórios e materiais de consumo de uso não exclusivo descritos nesse manual, possuem
registros próprios na ANVISA, não sendo, portanto, parte integrante do registro da incubadora RWT PLUS.
- Antes de utilizar os acessórios, leia atentamente todas as instruções descritas nesse capítulo.

5.1 - SISTEMA SERVOCONTROLADO PARA UMIDADE


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Este sistema permite a monitoração e controle da umidade relativa do ar dentro do compartimento do recém-
nascido. A umidade é gerada através de um sistema de pastilhas de piezo-elétrico que através de cavitação,
geram micro bolhas que explodem e evaporam, o ar úmido passa pela resistência de aquecimento antes de
entrar na circulação de ar da incubadora, não alterando a temperatura ambiente do compartimento do recém-
nascido, deixando assim um ambiente estável com distribuição uniforme do calor.Este sistema minimiza as
perdas de calor por evaporação, principalmente para os prematuro. Não necessita de umidificação externa
para umidificar o compartimento do recém-nascido.
O sistema todo possui um reservatório de plástico interno e um externo de plástico com capacidade de 1L
removível e autoclavável, com esgotamento total da água após o uso, com acesso fácil e prático à todo o
sistema para assepsia e esterilização.
Os ajustes podem ser feito com incrementos de 1% a cada toque, conforme orientação do médico-atendente.
A faixa de controle de umidade vai de 20% à 95%. A concentração desejada e o valor real são indicados no
display gráfico do módulo de controle.

Figura 23 - Reservatório de água autoclavável (121ºC) durante 20 min.

23
Figura 24 - Display gráfico- controle de umidade

Nota:
- Item opcional.

5.2 - SISTEMA SERVOCONTROLADO PARA OXIGÊNIO


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
A utilização desse sistema permite a monitoração e controle da concentração de oxigênio dentro do
compartimento do recém-nascido. O sistema é composto por uma conexão de entrada com rosca 9/16” –
18UNF, um filtro para retenção de impurezas, sistema mecânico que limita a pressão de entrada à 3,5 kgf/cm²,
válvula solenóide que limita o fluxo à 32 Lpm e sensores de precisão.
A concentração desejada e o valor real são indicados no display gráfico do módulo de controle, e são
incrementados de 1% a cada toque. Os ajustes devem seguir orientação conforme médico-atendente.
A faixa de controle de oxigênio vai de 21% a 65%, com pressão máxima de 3,5Kgf/cm² e um fluxo máximo de
32Lpm.
Para aumentar a segurança do paciente, vários alarmes estão disponíveis quando este opcional está instalado
na incubadora.

Figura 25 - Localização da entrada servocontrolada de oxigênio – conexão rosca 9/16” – 18UNF

24
Figura 26 - Display gráfico sistema de controle de oxigênio

Nota:
- Item opcional.

5.3 - SISTEMA DE OXIMETRIA INTEGRADO


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Esse item está disponível independente de outros opcionais, sendo composto por um par de sensores
reutilizáveis e biocompatíveis (ISO 10993), kit de adesivos para fixação e uma placa eletrônica. Trata-se de um
oxímetro de pulso a ser usado como monitor não-invasivo continuo de saturação de oxigênio arterial (SPO2) e
freqüência de pulso que funciona com a aplicação de um sensor que contém uma fonte luminosa dual e um
fotodetector a um leito vascular arterial pulsátil, como por exemplo, um dedo. Este sistema foi desenvolvido
para medir a saturação de oxigênio funcional no sangue. As leituras são atualizadas a cada segundo no
display e os valores demonstrados são obtidos através de uma média aritmética de 15 leituras.
A utilização do sistema de oxímetria permite a visualização de parâmetros vitais do paciente, no display do
painel de controle da incubadora:
- Freqüência cardíaca (BPM)
- Taxa de hemoglobina saturada com oxigênio no sangue (SpO2)
- Curva pletismográfica
O sistema de oximetria permite o incremento de uma unidade para ajustar os limites das faixas máximas e
mínimas de acionamento dos alarmes de SpO2 e BPM, conforme orientação médico-atendente.
A faixa de monitoramento de SpO2 vai de 0 à 100% e pode ser ajustado os limites máximo e mínimo de
acionamento dos alarmes de 0 à 100%.
A faixa de monitoramento de BPM vai de 20 à 250 bpm e pode ser ajustado os limites máximo e mínimo de
acionamento dos alarmes de 0 à 250 bpm.
Este sistema de oximetria vem calibrado de fabrica, e a calibração é feita dentro das faixas de monitoramento
de SpO2 e BPM.
Descrição Código Olidef
Kit Sensor de oximetria 1 2650010442
Kit Sensor de oximetria 2 2650010444
Visualização dos parâmetros monitorados pelo sistema de oximetria:

25
Figura 27 – Display do Modulo de Controle

Figura 28 - Sensor de oximetria 1 Figura 29- Sensor para oximetria 2


Nota:
- Item opcional.

5.4 - CABO EXTENSOR PARA SENSOR DE OXIMETRIA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
A utilização desse extensor permite o aumento do comprimento do cabo do sensor de oximetria.
Para utilizar o extensor, conecte-o no painel módulo dos sensores da incubadora e a outra extremidade
diretamente no cabo do sensor.

Figura 30 - Cabo extensor


Nota:
- Item opcional.

5.5 - SENSOR DE OXIMETRIA TIPO Y


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Realiza a mesma função do sensor de oximetria convencional, permitindo uma leitura confiável e precisa dos
parâmetros vitais do paciente.

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Figura 31 - Sensor tipo Y
Nota:
- Item opcional.

5.6 - CÚPULA COM PASSADOR DUPLO


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Cúpula Externa
A Cúpula Externa da Incubadora de Transporte RWT PLUS é construída em acrílico transparente e possui
duas portas de acesso (frontal e lateral).
A porta frontal conta com duas aberturas para passagem de mãos com mangas punho e portinholas ovais com
vedação em silicone atóxico, acionadas por toque de cotovelo. A porta lateral possui uma abertura para
passagem de tubos duplo.
A cúpula conta ainda com passagens para cabos flexíveis.

Figura 32 – Cúpula com passador duplo

A – CÚPULA EXTERNA: Construída em acrílico transparente, dotada de parede dupla, porta de acesso frontal,
passagens para mãos com portinholas ovais (E), passador duplo (C) e passagens para tubos (D).
B – TRINCO: Para abrir as portas de acesso gire os trincos (B).
C – PASSADOR DUPLO: Posicionado na lateral direita da cúpula, permite a passagem de tubos no
compartimento do recém-nascido.
D – PASSAGENS DE TUBOS: Posicionadas em local de fácil acesso, junto a abertura da tampa do cuidados
intensivos, estes dispositivos são utilizados para passagem de tubos e cabos, permitindo a fácil remoção do
RN sem que seja necessária a retirada desses dispositivos (até 6 passagens de tubo podem ser instaladas na
cúpula da incubadora RWT PLUS - considerando o passador duplo C).
E - PORTINHOLAS: Construída em material plástico transparente de alta resistência mecânica, possuem
vedação em silicone flexível e manga punho removível, que propiciam perfeita vedação, impedindo alterações
bruscas da temperatura do ar no compartimento do RN.
A abertura das portinholas é feita através de um trinco acionado por toque de cotovelo, evitando a
contaminação das mãos antes de acessar o paciente.
F – TAMPA LATERAL: Tampa localizada na lateral direita da cúpula, permite acesso rápido e seguro ao
paciente, minimizando as perdas de calor no interior do compartimento do RN. Para abrir a tampa, deve-se
acionar os trincos localizados em sua parte superior (B).
G – ACOPLADOR DO NEBULIZADOR: Dispositivo localizado na lateral esquerda da cúpula, que permite a
adaptação de nebulizador externo. Possui tampa plástica que deve estar fechada sempre que acoplador não
estiver sendo utilizado.
H - TAMPA FRONTAL: Permite acesso rápido e seguro ao paciente, minimizando as perdas de calor no interior
do compartimento do RN. Para abrir a tampa, deve-se acionar os trincos localizados em sua parte superior (B).

27
Obs. A cúpula pode sofrer alterações no número de portinholas, tampas e aberturas de acordo com as necessidades do cliente.

Cúpula Interna
Construída em acrílico transparente, a cúpula interna forma em conjunto com a cúpula um sistema de parede
dupla com maior capacidade de isolação térmica, possibilitando a redução das perdas de calor no interior do
compartimento do recém-nascido, tornando mais fácil a manutenção da temperatura do paciente.

Figura 33 – Cúpula interna

A Cúpula interna
B Passagens de tubos
C Passador duplo
Nota:
- Item opcional.

5.7 - SUPORTE DE MONITOR MENOR


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Este acessório oferece uma superfície com dois cintos de segurança ajustáveis para colocação de monitores,
bombas de infusão e outros objetos.
Pode ser confeccionado em aço carbono pintado, aço inox pintado ou polido.

Figura 34 - Suporte de monitor menor

ATENÇÃO
- Carga máxima: 10Kg

Nota:
- Item opcional.

28
5.8 - SUPORTE DE MONITOR MAIOR
(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Este acessório oferece uma superfície com quatro cintos de segurança ajustáveis para colocação de
monitores, bombas de infusão e outros objetos.
Pode ser confeccionado em aço carbono pintado, aço inox pintado ou polido.

Figura 35 - Suporte de monitor maior

ATENÇÃO
- Carga máxima: 10Kg

Nota:
- Item opcional.

5.9 - SISTEMA DE TRAVA PARA FIXAÇÃO


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Sistema de fixação desenvolvido para fixação da incubadora de transporte com a utilização do carro com
ajuste de altura e fixo no piso do interior do veículo, todo fabricado em alumínio.

Figura 36 – Suporte de fixação do carro com ajuste de altura e fixo

Obs.: Outros sistemas de fixação poderão ser desenvolvidos e incorporados à incubadora de transporte baseados em estudos e analise
técnica de viabilidade para cada modelo de transporte.

Nota:
- Item opcional.

5.10 - CARRO MACA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Esse acessório fabricado com estrutura tubular metálico em alumínio e com rodízios de 5” com travas, permite
que a incubadora seja acoplada de modo seguro e prático, facilitando a utilização em veículos. O carro maca
possui sistema retrátil ajuste de altura e sistema de proteção em todo seu perímetro, que protege a incubadora
contra impactos. As duas bandejas localizadas nas extremidades do carro maca podem ser utilizadas como

29
suporte de equipamentos de apoio (monitores, oxímetros, bombas de infusão, ventiladores, etc.) e para fixação
desses equipamentos, ainda podem ser utilizadas as cintas de fixação.
Junto com o carro maca é fornecido um sistema para travas para fixação do equipamento dentro do veículo,
conforme figura 38.

Figura 37 – Carro maca Figura 38 – Suporte de fixação do carro maca


Obs.: - Deverá ser informada a altura entre o solo e o piso da ambulância para definição do carro maca.
- Opcional Carro Maca para acoplamento em ambulância dotado de suporte de adaptação para fixação do corpo principal com
reversibilidade
- Outros sistemas de acoplamento poderão ser desenvolvidos e incorporados à incubadora de transporte baseados em estudos e
analise técnica de viabilidade para cada modelo de transporte.
Nota:
- Item opcional.

5.11 - CARRO SEM AJUSTE DE ALTURA


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Carro fabricado em alumínio com rodízios de 5” com travas.Não possui sistema com ajuste de altura. Possui
sistema de proteção mecânica, que protege a incubadora contra impactos.
Nota:
- Item opcional.

5.12 - RODÍZIO DE 6"


(acessório de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Os rodízios fornecido com os equipamentos: carro com ajuste de altura, carro maca e carro sem ajuste de
altura podem ser substituídos por outros com o diâmetro de 6 polegadas. Além de proporcionar menor esforço
para movimentar o equipamento eleva a altura da incubadora em 45 mm.
OBS: Todos os rodízios fornecidos para a incubadora de transporte RWT PLUS possuem travas.
Nota:
- Item opcional.

5.13 - MANGUEIRA PARA AR COMPRIMIDO (CÓD. 2650010902)


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Mangueira de pressão de nylon trançado 150PSI atóxica, com conexões para rosca 3/8 – 18UNF e
comprimento 3,0m.
Nota:
- Item opcional.

5.14 - BATERIA EM CONFORMIDADE COM DIRETIVA ROHS


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Esta bateria atende as diretivas do Conselho europeu e está em conformidade com a Diretiva Rohs, ou seja,
suas partes e materiais são Rohs compliance. É uma bateria recarregável de 12Vcc o carregador mantém a
bateria constantemente em carga, bastando para isso que a incubadora tenha a chave geral do painel entrada
de corrente na posição ligado e o cabo de alimentação esteja conectado à rede elétrica. O circuito eletrônico

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de carga de bateria permite que o aparelho permaneça ligado à rede elétrica indefinidamente sem prejuízo
para a bateria.
A bateria propicia autonomia mínima de 330 minutos de funcionamento para a incubadora de transporte e vida
útil estimada em 500 ciclos de cargas/descargas.
ATENÇÃO
- 330 minutos em temperatura ambiente de 20 a 25ºC, somente com servo controle de
temperatura do ar ativo e controlando em 34 ºC, com portas e portinholas fechadas e as borrachas
de vedação em boas condições.
Nota:
- Item opcional.

5.15 - CONVERSOR DE TENSÃO


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Esse acessório foi desenvolvido para ser acoplado à incubadora permitindo alimentação entre 12 e 48 Vdc.
Sua utilização é fundamental quando a necessidade de alimentar a incubadora em meios de transportes que
tenham tensão entre 12Vdc à 48Vdc.
Nota:
- Item opcional.

5.16 - SENSOR DE RN DESCARTÁVEL (CÓD. 2600040050)


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Possui a mesma função do sensor RN convencional, porém apresentando a característica de uso único.
Sensor encapsulado em titânio biocompatível, conforme norma ISO 10993-1.

Figura 39 – Sensor descartável

Nota:
- Item opcional.

5.17 - SENSOR DE TEMPERATURA AUXILIAR (CÓD. 2600040040)


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Permite a leitura de temperatura periférica do paciente ou da temperatura do ar. Sensor fornecido com
conector P2 na cor branco. Sensor encapsulado em titânio biocompatível, conforme norma ISO 10993-1.
Obs.: Disponível somente com Oxigênio Servocontrolado.

Figura 40 - Sensor auxiliar


Nota:
- Item opcional.

31
5.18 - CAPA PARA COLCHÃO AUTOCLAVÁVEL
(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Essa capa pode ser utilizada no lugar da capa plástica convencional. Apresenta acabamento externo em
algodão, e interno em material impermeável, atóxica e lavável.
Sua utilização dispensa uso de lençóis para revestimento do colchão.
A capa para colchão pode ser esterilizada por processo de autoclavagem, em temperatura de até 121°C por 20
min.

Figura 41 - Capa para colchão autoclavável


Nota:
- Item opcional.

5.19 - COLCHÃO DE GEL


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Oferece maior conforto ao paciente, auxiliando inclusive na manutenção de sua temperatura corpórea.

Figura 42 – Colchão de gel

Nota:
- Item opcional.

5.20 - ADAPTADOR PARA TUBOS DE VENTILAÇÃO


(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Esse acessório permite que os tubos para ventilação sejam instalados de maneira segura e cômoda.
Para facilitar seu posicionamento, o adaptador para tubos é composto por uma haste flexível, instalada dentro
do compartimento do recém-nascido.

Figura 43 - Adaptador para tubos para ventilação


Nota:
- Item opcional.

32
5.21 - CONJUNTO RÉGUA TRIPLA
(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
Esse acessório pode ser acoplado diretamente na rede de oxigênio e/ou ar comprimido do hospital ou
ambulância, possui 3 bicos de saída com válvula.
Com o conjunto régua tripla são fornecidos dois fluxômetros, um nebulizador e um frasco para aspiração.
Obs.: Opcionalmente pode ser fornecido com dois nebulizadores e frasco para aspiração com vacuometro.

A – Bico de entrada
B – Registro
C – Saída da régua

Obs: As conexões A e C possuem


conexão para rosca 9/16” - 18UNF
quando utilizado para O2 e 3/4” – 16
UNF para ar comprimido.

Figura 44 - Régua tripla


Nota:
- Item opcional.

5.22 - NEBULIZADOR
(acessório de uso exclusivo para a incubadora RWT PLUS)
A utilização desse acessório na incubadora de transporte aumenta a concentração de umidade do ar no interior
do compartimento do recém-nascido.
Recipiente em plástico com capacidade máxima 300mL, vem com mangueira com conexão para rosca 9/16” –
18UNF.

1– Conexão para rede de ar comprimido


2– Reservatório para água
3- Conexão para cúpula da incubadora

Figura 45 - Nebulizador

Nota:
- Item opcional.

5.23 - REANIMADOR MANUAL


(acessório de uso não exclusivo para a incubadora RWT PLUS. Possui registro próprio junto à ANVISA nº:
10432300009).
Esse acessório é composto por um balão auto-inflável em vinil autoclavável, máscara facial com bojo em
policarbonato e coxim de vinil inflável, conexão de entrada para alimentação com oxigênio, válvula
unidirecional de policarbonato com válvula de segurança. Pode ser fornecido em dois tamanhos (1 e 2)

33
Figura 46 - Reanimador manual

Nota:
- Item opcional.

5.24 - CAPUZ PARA OXIGENIOTERAPIA


(acessório de uso não exclusivo para a incubadora RWT PLUS. Possui registro próprio junto à ANVISA nº:
10227180030).
O Capuz para Oxigenioterapia é formado por um corpo com formato cilíndrico e uma tampa removível,
construído em acrílico transparente. O uso desse acessório destina-se a oferecer conforto e adequada
concentração de oxigênio ao paciente.
A entrada de oxigênio é feita através de um bico de entrada de policarbonato, localizado no corpo do capuz.
Um orifício localizado na tampa e outras duas passagens laterais localizadas no corpo do capuz evitam a
formação de CO2 em caso da falta de oxigênio.

1. Orifício da tampa
2. Tampa
3. Bico de entrada de
oxigênio para mangueira
de Ø 1/4 “
4. Corpo do capuz
5. Passagem lateral

Figura 47 - Capuz

O capuz pode ser fornecido em três tamanhos diferentes, destinados a pacientes de diferentes pesos:

Tamanho Peso do RN

Pequeno < 1000g


Médio 1000g a 3600g
Grande > 3600g

Nota:
- Item opcional.

5.25 - CILINDRO PARA GÁS


(opcional de uso não exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Os cilindros de Oxigênio e Ar Comprimido podem ser:

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VOLUME DO PESO
GÁS ESPECIFICAÇÃO CILINDRO PESO S/CARGA
CILINDRO C/CARGA
OXIGENIO DOT 3AA (AÇO OU ALUMINIO) TIPO D 2,8 Kg 3,5 Kg
OXIGENIO DOT 3AA (AÇO OU ALUMINIO) TIPO E 3,9 Kg 4,8 Kg
OXIGENIO DOT 3AL TIPO D 3,9 Kg 4,9 Kg
OXIGENIO DOT 3AL TIPO E 5,5 Kg 6,7 Kg
AR COMPRIMIDO DOT 3AA (AÇO OU ALUMINIO) TIPO D 2,8 Kg 3,5 Kg
AR COMPRIMIDO DOT 3AA (AÇO OU ALUMINIO) TIPO E 3,9 Kg 4,8 Kg
AR COMPRIMIDO DOT 3AL TIPO D 3,9 Kg 4,9 Kg
AR COMPRIMIDO DOT 3AL TIPO E 5,5 Kg 6,7 Kg

Nota:
- Item opcional.

MATERIAL DE CONSUMO

5.26 - FILTRO DE AR
(material de consumo de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
A incubadora RWT PLUS possui um filtro de ar, cuja função é retirar as impurezas do ar que está sendo
introduzido no compartimento do recém-nascido.
Esse filtro deve ser substituído em períodos inferiores há 90 dias ou sempre que a incubadora receber um
paciente com doença infectocontagiosa. Os filtros são de uso exclusivo para as incubadoras RWT PLUS.
Para assegurar o perfeito funcionamento e garantir as condições ambientais ideais ao paciente, utilize somente
filtros de ar originais Olidef.
Os filtros estão disponíveis em pacotes com 2 ou 10 unidades.
Veja no item 13.3 – Troca do filtro de ar.

Nota:
- Item opcional.

5.27 - ADESIVOS PARA SENSOR DE OXIMETRIA


(material de consumo de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Para utilização do sensor de oximetria, estão disponíveis dois tipos de adesivos descartáveis para fixação,
propiciando conforto e o correto posicionamento do sensor no paciente.
Os adesivos são fornecidos em kits com 25 unidades em dois padrões para recém-nascidos de diferentes
pesos:

Descrição Código Olidef


Kit de adesivos para sensor de oximetria tamanho 1 1600 000030
Kit de adesivos para sensor de oximetria tamanho 2 1600 000035

Figura 48 - Adesivo tamanho 1 Figura 49 - Adesivo tamanho 2

Obs.: Recomenda-se a utilização dos adesivos tamanho 1 para pacientes até 2 Kg e dos adesivos tamanho 2 para pacientes entre 2 e 10
Kg.

Nota:
- Item opcional.

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5.28 - ADESIVOS PARA SENSOR DE RN
(material de consumo de uso exclusivo para incubadora RWT PLUS)
Esses adesivos devem ser utilizados para fixação do sensor de temperatura sobre a pele do paciente e são
fornecidos em kits com 10 unidades.
Nota:
- Item opcional.

6 - CONDIÇÕES ESPECIAIS DE ARMAZENAMENTO, CONSERVAÇÃO


E/OU MANIPULAÇÃO DO PRODUTO
6.1 - ANTES DA INSTALAÇÃO
Marcação na embalagem da incubadora e do suporte:
As informações referentes aos cuidados a serem tomados durante o transporte e armazenamento do produto
são indicadas através de simbologia normalizada diretamente na embalagem.

Nota:
- Tanto o carro com ajuste de altura, carro sem ajuste de altura e o carro-maca acompanham o produto em
embalagem separada.

Frágil – cuidado no transporte e armazenamento.

Proteger contra chuva no transporte e armazenamento.

Manusear a embalagem com o lado indicado pelas setas para cima.

Empilhamento máximo – determina a quantidade máxima de caixa que pode ser


empilhada durante o transporte e armazenamento.

Umidade máxima 80%.

Determina o limite de temperatura, dentre os quais, a embalagem deve ser


armazenada ou transportada.

Mantenha afastado da luz solar.

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6.2 - APÓS A INSTALAÇÃO
 Condições ambientais de operação:
Faixa de temperatura de funcionamento 10ºC a 30ºC
Faixa de temperatura Limitada - 5ºC a 40ºC
Umidade relativa de funcionamento 15 a 95 % não condensante
Ruído ambiente < 45 dB
Pressão atmosférica 525 mmHg à 795 mmHg
ATENÇÂO
Períodos maiores que 15 minutos no transporte externo em condições adversa a incubadora
pode não manter a temperatura do compartimento do RN.

 Condições ambientais de acondicionamento (entre operações):


• Em local protegido de chuva e sol direto.
Faixa de temperatura ambiente acondicionamento 0 – 55ºC
Faixa umidade relativa ambiente acondicionamento 0 – 80% não condensante
Faixa da pressão atmosférica 525 mmHg à 795mmHg

 Conservação
• Quando em uso, na limpeza e desinfecção das superfícies dos aparelhos, usar somente sabão neutro.
• Mantenha o equipamento limpo e desinfetado para a próxima utilização.
• Não permita que líquidos sejam armazenados dentro do equipamento.
• Não utilize detergente cáustico ou de polimento ou limpeza ultra-sônica, como também, solventes
orgânicos como thiner para limpar o equipamento.
• Mantenha o equipamento em local limpo, longe de poeiras.

7 - ADVERTÊNCIAS E/OU PRECAUÇÕES A SEREM ADOTADAS


Este capítulo do manual do usuário contém informações extremamente importantes para garantir a segurança
e integridade do paciente, do usuário e do equipamento. Leia com ATENÇÃO!
• A Incubadora de Transporte - modelo RWT PLUS deve ser utilizada apenas por pessoal treinado
apropriadamente, sob direção de médico qualificado, familiarizado com os riscos e benefícios conhecidos
de sua utilização.
• Todos os usuários do equipamento deverão estar familiarizados com o funcionamento da incubadora de
transporte e os efeitos causados aos pacientes.
• Esta incubadora não é apropriada para utilização na presença de gases anestésicos inflamáveis ou outros
materiais inflamáveis, tais como alguns fluidos para limpeza.
• Antes de ligar o equipamento, verifique se o fornecimento de energia é contínuo, se o aterramento é
confiável e se as instalações são adequadas para utilização hospitalar.
• Utilize um regulador de tensão se existir à possibilidade de oscilações na rede elétrica acima da faixa
determinada no item especificações técnicas.
• Utilize somente cabos de alimentação originais. Não utilize adaptadores ou cabos que não sejam
fornecidos pela fábrica ou seus representantes autorizados. Não utilize a incubadora sem que o
aterramento da rede esteja devidamente conectado.
• Antes de conectar qualquer equipamento adicional ao paciente, assegure-se de que ele seja eletricamente
seguro.
• Não conectar nenhum item que não seja especificado como parte do equipamento.
• Existe risco de choque elétrico nas partes internas do equipamento, assegure-se de que as revisões,
calibrações e manutenções sejam executadas somente por pessoal qualificado.
• Equipamentos cirúrgicos de alta freqüência, estimuladores elétricos, terapias com ondas curtas,
desfibriladores e marca passo cardíaco podem afetar o funcionamento da incubadora, apesar de a mesma
possuir filtros de proteção que atendam as especificações das normas de compatibilidade eletromagnética.
• A incubadora não é recomendada a utilização em conjunto com equipamentos cirúrgicos de alta
freqüência.
• Os sensores utilizados pela incubadora não são protegidos contra efeitos de desfibrilação, portanto,
antes de iniciar a monitoração de um parâmetro fisiológico, observar as informações, advertências e
precauções sobre a aplicação e o modo de operação dos acessórios, pois o uso incorreto destes poderá
causar queimaduras e/ou choques elétrico em uma eventual descarga de desfibrilador.

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• Nunca coloque objetos junto à entrada ou saída de ar do compartimento do RN.
• O uso de assentos infantis ou outros acessórios dentro da Incubadora podem alterar o padrão do fluxo de
ar, podendo afetar a uniformidade de temperatura, a variabilidade de temperatura, a correlação da leitura
da temperatura da incubadora em relação a temperatura central do colchão e temperatura da pele do
recém nascido.
• Equipamentos utilizados em conjunto com a incubadora, tais como fototerapias ou colchões aquecidos
podem afetar o desempenho do equipamento, alterando a distribuição de calor sobre o colchão,afetando a
temperatura do ar e da pele do paciente.
• Para evitar superaquecimento do paciente devido à radiação direta, não posicione a Incubadora
diretamente a luz solar ou sobre outras fontes de calor radiante. Nestes casos a condição de
funcionamento pelo controle do ar, poderá estar comprometida.
• Trave os rodízios da incubadora de transporte antes de manipular o painel de controle.
• Para a melhor estabilidade da Incubadora, sempre travar as rodas do carro quando em posição de
repouso.
• Quando a incubadora estiver parada em uma rampa, assegure-se que os rodízios estejam travados, e não
apresentam riscos de deslizamento.
• Antes de colocar qualquer tipo de carga no suporte para monitores da incubadora, verifique se ele está
travado, se a carga está totalmente apoiada na bandeja, não é recomendado que fique em cima das abas
e/ou sobreponha outros equipamentos e procure sempre colocar no centro da bandeja.
• Não exceda as cargas máximas indicadas nesse manual.
• A utilização deste equipamento é restrito a um paciente de cada vez.
• É desaconselhável deixar o recém-nascido desacompanhado quando as portas de acesso estiverem
abertas.
• Não deixe o paciente desatendido sobre o colchão caso qualquer alarme esteja acionado.
• É essencial a monitorização independente da temperatura do recém-nascido pelo operador da incubadora.
• A incubadora não pode distinguir entre um aumento na temperatura corporal interna com uma pele fria
(febre) e uma temperatura de pele corporal interna baixa (hipotermia). Recomenda-se a monitoração da
temperatura do paciente.
• A incubadora não pode medir ou controlar a temperatura da pele do paciente se o sensor de RN não
estiver corretamente colocado sobre o paciente.
• Verifique regularmente se o sensor de RN e o adesivo para fixação estão adequadamente colocados no
paciente. Assegure-se de que o sensor de RN está sempre em contato direto com a pele do bebê.
• Temperaturas retais não são apropriadas para controlar a saída do aquecedor da incubadora.
• Verifique se os cabos dos sensores do RN e outros tubos extensores estejam colocados corretamente nas
passagens de tubos e se a manga íris está corretamente instalada, caso contrario a estabilidade da
temperatura da incubadora poderá ser interferida.
• Utilize somente sensores de RN fornecidos diretamente pela Olidef ou por seus representantes
autorizados.
• Inspecione regularmente as travas das tampas da cúpula, portinholas e leito do colchão, pois pode haver
risco de queda do recém-nascido.
• Antes de levantar a cúpula verifique, se todos os tubos e cabos estão desconectados.
• Somente pessoal qualificado deverá executar os procedimentos de manutenção e calibração do
equipamento.
• Não toque nas superfícies metálicas do aquecedor.
• Para evitar a possibilidade de ocorrência de queimaduras enquanto estão sendo realizados os
procedimentos de manutenção e limpeza, assegure-se de que a incubadora está desconectada da rede
elétrica e verifique se o dissipador da resistência de aquecimento não está quente.
• Para evitar risco de descarga elétrica enquanto se executam os procedimentos de limpeza e manutenção
desconecte o equipamento da rede elétrica e desligue a chave geral.
• Verifique se o fornecimento de oxigênio e ar comprimido para a incubadora de transporte estão fechados
antes de executar os procedimentos de limpeza e manutenção. Pode haver risco de incêndio e explosão
se a manutenção ou limpeza da incubadora forem executadas em um ambiente enriquecido com oxigênio.
• Desconecte o sensor de RN do módulo de sensores puxando-o pelo conector. Não aplique força excessiva
no cabo do sensor durante a sua utilização ou nos procedimentos de limpeza e inspeção.
• Não retire o sensor da RN do paciente puxando o cabo com força excessiva. Tal procedimento pode
danificar o sensor de RN ou causar irritação a pele do paciente.
• Desconecte o módulo de sensores na cúpula da incubadora puxando-o pela aba existente. Não aplique
força excessiva no cabo do sensor durante a sua utilização ou nos procedimentos de limpeza e inspeção.
• Não utilize solventes ou soluções de limpeza abrasivas para limpar as superfícies da incubadora. O uso do
álcool sobre as superfícies acrílicas pode causar seu ressecamento, deixando-o opaco.

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• Não exponha as superfícies acrílicas e plásticas à radiação direta das lâmpadas germicidas. A radiação
ultravioleta dessas fontes pode causar ressecamento a esses materiais.
• Antes de aplicar produtos químicos para limpeza nas superfícies da incubadora, verifique se eles não são
agressivos ao plástico, acrílico, peças cromadas ou pintadas. Em caso de dúvida, consulte o seu
fornecedor.
• Desconecte e mantenha desligado o fornecimento de oxigênio durante os procedimentos de limpeza da
incubadora.
• Quando Raios-X são tirados através da cúpula, a cúpula de acrílico poderá mostrar-se sobre a imagem
como uma sombra radioluscente, podendo resultar em um diagnóstico incorreto.
• Não colocar equipamentos ou outros acessórios sobre a cúpula. Durante uma emergência ela poderá ser
aberta rapidamente.
• Para acoplamento da Incubadora de Transporte RWT PLUS em aeronaves ou ambulâncias, deve-se
abaixar o carrinho e acoplar a Incubadora em seu devido local na aeronave ou ambulância. Sua correta
fixação ao meio de transporte dependerá das condições e procedimentos adotados pelo cliente, lembrar
sempre de travar os rodízios.
• Utilize somente acessórios e peças originais OLIDEF para assegurar melhor performance e segurança do
equipamento.
• Não será permitido modificar o produto, sob nenhuma condição. Qualquer desmontagem ou modificação
causará a invalidez da garantia.
7.1 - OXIGÊNIO
• O uso impróprio de oxigênio suplementar pode ser associado a sérios efeitos colaterais inclusive cegueira,
danificação das células cerebrais e morte. O risco varia de acordo com cada paciente. O método, a
concentração e a duração da administração de oxigênio deverão ser prescritas por um médico atendente
qualificado conhecedor dos riscos e benefícios.
• Se for necessário administrar oxigênio em uma emergência, o médico atendente deverá ser comunicado
imediatamente.
• As taxas do fluxo de oxigênio marcados na Incubadora e porcentagens mostradas no display de oxigênio
não podem ser usadas como uma indicação precisa das concentrações de oxigênio em uma Incubadora, e
devem somente ser usadas como um guia. As concentrações de Oxigênio devem ser medidas com um
analisador de oxigênio calibrado em intervalos regulares definido pelo médico atendente.
• A taxa de fluxo de oxigênio marcada na tabela localizada na parte traseira, não é válida quando se está
trabalhando em modo Servocontrolado de Oxigênio.
• Abrindo a porta de acesso, poderá ocorrer uma queda na concentração de oxigênio. Para tomar uma nova
medição aguardar um tempo para que a concentração se restabeleça.
• A concentração de oxigênio aspirada por uma criança determina previamente a tensão parcial de oxigênio
no sangue.
• Não use oxigênio na presença de anestésicos inflamáveis.
• Mantenha qualquer fonte de ignição (ex: fósforos, cigarros, equipamentos que produzem faíscas, etc.)
longe da sala onde a Incubadora estiver operando. Tecidos, óleos ou outros combustíveis entram em
ignição facilmente quando o ar está enriquecido com oxigênio.
• Sujeira no filtro de ar pode afetar a concentração de oxigênio na Incubadora e/ou causar a formação de
dióxido de carbono (CO2). Certifique-se de que o filtro esteja seja trocado nos prazos especificados, ou
sempre que se fizer necessário.
• O risco de incidência Fibroplasia Retrolental é incrementado quando se aplicam concentrações de oxigênio
superiores a 40% em recém nascido com enfermidades cardiorespiratórias.
• Não conectar as mangueiras de oxigênio em ambos os niples de entrada de oxigênio ao mesmo tempo.
• Utilize somente sensores de Oxigênio fornecidos diretamente pela Olidef ou por seus representantes
autorizados.

7.2 - OXIMETRIA INTEGRADO


• Os limites máximo e mínimo dos alarmes dos parâmetros SPO2 e freqüência cardíaca devem ser
determinados pelo médico atendente.
• O ajuste inadequado desses alarmes pode acarretar na ausência de alertas em situações de risco
potencial para o paciente.
• Valores imprecisos podem ser causados por aplicações incorretas do sensor, iluminação ambiente,
posicionamento do sensor e movimentação do paciente.
• A perda da freqüência do pulso pode ser causada devido o sensor estar muito apertado ou oclusão arterial
próximas ao sensor.

39
• Podem interferir no desempenho de um sensor de SPO2 uma iluminação forte do ambiente, iluminação do
sol, lâmpadas cirúrgicas ou fototerapia, nestes casos cubra a área do sensor com material opaco.
• Inspecione o local de aplicação do sensor com uma periodicidade mínima de 6 a 8 horas, para garantir o
alinhamento correto do sensor
• O tempo máximo recomendado para aplicação do sensor de oximetria no mesmo local é de 8 horas. A
sensibilidade do paciente aos sensores pode variar, sendo assim inspecione o local de aplicação
periodicamente para garantir a integridade da pele
• Interromper a utilização se o paciente manifestar reações alérgicas ao material adesivo.
• Utilize somente sensores e adesivos de oximetria fornecidos diretamente pela Olidef ou por seus
representantes autorizados.

8 - INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO
8.1 - DESEMBALAGEM
Ao receber a sua incubadora RWT PLUS tenha os seguintes cuidados:
• Verifique se a caixa que contém o equipamento apresenta sinais de impacto ou perfuração, nesse caso a
ocorrência deverá ser objeto de imediata reclamação junto à transportadora, convindo chamar um
representante autorizado para avaliação conjunta de eventuais danos causados ao equipamento;
• Todavia, independentemente da existência ou não de sinais externos (na embalagem), constatada alguma
irregularidade ocorrida durante o transporte, o procedimento deverá ser o mesmo indicado no item anterior;
• Antes de utilizar o equipamento, preencha o certificado de garantia, que o acompanha; e envie o mesmo a
Olidef.
• Tornando-se necessário armazenar o equipamento, deverá ser providenciado um local em que as
condições ambientais sejam adequadas, a temperatura ambiente não deve exceder 55ºC e a umidade
relativa do ar deve estar abaixo de 80% não condensante. Recomenda-se que o aparelho seja
armazenado em sua embalagem original.

8.2 - CHECAGEM PRELIMINAR


Após desembalar sua Incubadora RWT PLUS, proceda à seguinte verificação:
• Estado mecânico geral do equipamento
• Condições gerais da pintura
• Estado geral da cúpula de acrílico
• Funcionamento da porta de cuidados intensivos e portinholas
• Conferência dos acessórios que acompanham o aparelho (1 cabo de alimentação para C.A, 1 cabo de
alimentação para 12V, 1 jogo de filtros (com duas unidades), chave fixa, válvula reguladora, tomada dupla,
mangueira, sensor RN, manual do usuário e os opcionais solicitados), bem como a inclusão da Relação
dos Agentes Autorizados a prestar assistência técnica a este equipamento e o Certificado de Garantia.

8.3 - MONTAGEM DO EQUIPAMENTO


A Incubadora de Transporte - modelo RWT PLUS sai de fábrica dentro de embalagens especiais.

Procedimentos para instalação:

1. Colocar o suporte da Incubadora sobre uma superfície plana. Travar os quatro rodízios do suporte de
transporte.
2. Colocar a incubadora (1) sobre o suporte (2), conforme indicado na figura 50.
Obs: - O lado da porta lateral da cúpula deve ser oposto à trava de altura do suporte.
- Caso a incubadora seja com opcional carro maca, fixar da mesma forma com o lado da porta lateral da cúpula deve ser o
oposto a trava de altura do carro maca,conforme figura 51.

40
Figura 50 - Esquema de montagem Figura 51 - Esquema de montagem

ATENÇÃO
- Gás sob pressão. Manusear com cuidado.

3. Fixe a incubadora ao suporte através das 4 porcas borboletas que acompanham o produto, conforme
indicado na figura 52 e 53 (carro maca).

Figura 52 - Fixação da incubadora ao suporte Figura 53 – Fixação da incubadora no carro maca

ATENÇÃO
- A Incubadora deverá estar perfeitamente fixada ao suporte, falhas nesta fixação podem
resultar na separação e queda da Incubadora do suporte, principalmente em superfícies
inclinadas e particularmente com a cúpula aberta.

4. Montar a haste do suporte de soro na guia da haste localizada na parte traseira. Apertar o mandril externo
para prender a haste, conforme figura 54 e 55 (carro maca).

Figura 54 - Fixação da haste do soro Figura 55 - Fixação da haste do soro

41
ATENÇÃO
- Durante o transporte e manuseio da Incubadora com seu suporte de soro montado tomar as
devidas precauções para evitar acidentes e choques mecânicos.

5. Conectar o cabo de alimentação para C.A. (fornecido com o equipamento) no plugue do painel de entrada
de corrente da incubadora.
6. Ligar o cabo de alimentação em uma tomada hospitalar com 3 vias, com tensão de alimentação 120-
230V~.

ATENÇÃO
- Não ligar a Incubadora se a tomada hospitalar não tiver um aterramento confiável. Verifique se
a tensão e a corrente da rede elétrica onde está sendo ligada a Incubadora correspondem com
as especificações da placa de identificação do aparelho (localizada na parte traseira, próximo ao
filtro de ar).

7. Ligue a chave geral localizada no painel de entrada de corrente da incubadora.

ATENÇÃO
- Antes de utilizar a incubadora de transporte, recomenda-se que a bateria seja recarregada por
um período de 24 horas.

8. Para utilização do equipamento com alimentação externa 12V , conectar o cabo para tensão externa
12V......(fornecido com o equipamento) na tomada do painel de entrada de corrente. Conectar o plugue do
cabo em um conector para acendedor de cigarros no veículo que possua uma tensão de 12V e com
corrente mínima de 20A.

ATENÇÃO
- Para o perfeito funcionamento da Incubadora, verifique se a corrente fornecida pela bateria do
veiculo é suficiente para a alimentação do aparelho. Se a polaridade da tensão estiver invertida,
haverá indicação através da mensagem no display de polaridade invertida.

9. Retire o sensor do RN da embalagem. Conecte-o no painel modulo dos sensores, localizado na lateral
esquerda da incubadora, conforme figura 56, e depois passe o sensor pela passagem de tubos apoiando-o
no colchão. Caso a incubadora vier com o sistema servocontrolado de oxigênio, o sensor deve ser
conectado ao módulo dos sensores, localizado no compartimento do RN, conforme figura 59.

Figura 56 – Instalação do Sensor RN

42
Figura 57 – Sensor RN

Figura 58 – Esquema de ligação do Sensor RN

Figura 59 – Instalação do Sensor RN com O2 servocontrolado

43
Figura 60 – Sensor RN para sistema servocontrolado Figura 61 – Esquema de ligação Sensor RN

ATENÇÃO
- Para acoplamento da Incubadora de Transporte RWT PLUS em aeronaves ou ambulâncias
deve-se abaixar o carrinho e acoplá-lo no devido local na aeronave ou ambulância. A correta
fixação ao meio de transporte dependerá das condições e procedimentos adotados pelo cliente,
lembrar sempre de travar os rodízios

8.4 - INSTALANDO OS CILINDROS


- Para instalar os cilindros na incubadora, deslizar e posicionar os mesmos nos suportes para cilindros.
- Travar os cilindros nos suportes com os fechos rápidos (A), conforme figura 62.

Figura 62 – Instalação dos cilindros

Fixar a válvula reguladora (1) ao cilindro (4), para apertar com segurança utilize a chave fixa fornecida com
equipamento, conforme figura 63.
- Acrescente o fluxômetro (2), fornecido com equipamento, conforme figura 63.
- Conectar a mangueira (3) ao fluxômetro, conforme figura 63.

44
Figura 63 – Instalação da válvula reguladora, fluxômetro e mangueira

Figura 64 – Instalação no cilindro (4) da válvula reguladora (1), fluxômetro (2) e mangueiras (3) na tomada dupla (5)

Nota:
- Caso optar por utilizar o sistema servocontrolado de oxigênio, não será necessário utilizar o fluxômetro.

ATENÇÃO
- Manusear o cilindro com cuidado para que este não sofra choques.
- Pode ocorrer perigo se o gás sair rapidamente da válvula.

8.5 - INSTALANDO O SISTEMA DE OXIMETRIA INTEGRADO (OPCIONAL)


O sistema oximetria integrado vem instalado da fábrica, o usuário precisa apenas conectar o cabo do sensor
no painel módulo dos sensores, conforme figura 65.

45
Figura 65 – Instalação do sensor de oximetria integrado
Nota:
Caso haja necessidade de prolongar o comprimento do cabo do sensor, a OLIDEF fornece um cabo extensor
para oximetria de pulso.

8.6 - INSTALAÇÃO DO NEBULIZADOR (OPCIONAL)


Para utilizá-lo, coloque água destilada no reservatório (no máximo 300 ml), encaixe o nebulizador no acoplador
localizado na cúpula e conecte-o na rede ou cilindro de ar comprimido disponível. Imediatamente o nebulizador
começará a produção de uma névoa com pequenas partículas de água.

Figura 66- Nebulizador acoplado na cúpula

8.7 - INSTALAÇÃO DO CARRO MACA EM VEÍCULO (OPCIONAL)


- Posicione a maca dentro do veículo no local a ser instalado. Observar se a maca não possui nenhuma
obstrução na entrada e saída do veículo.

Figura 67 – Carro maca na ambulância

- Encaixe o guia no eixo aéreo da maca para marcar a furação.


- Ajuste os batentes no guia a uma distancia mínima de 80 mm entre o batente e o guia conforme figura 68.

46
Figura 68 – Distância das travas Figura 69 – Vista lateral

- Fixe no assoalho da ambulância os parafusos que prendem os batentes e o guia.

ATENÇÃO
- Verifique o local dos furos evitando danificar a ambulância.

- Para instalar a trava tartaruga avance novamente o carro maca até o batente, e então encaixe a trava
tartaruga no pino de engate, que está localizado na parte inferior da maca, (figura 71), para marcar a distância
exata entre a trava tartaruga e os batentes. Após marcar a furação fixe o trilho da trava tartaruga no assoalho
da ambulância.

Figura 70 – Vista lateral Figura 71 – Localização do pino rei

ATENÇÃO
- Antes de furar o assoalho verifique se embaixo esta livre para continuar a operação, evitando danos
ao veiculo.

- Depois de ter fixado a trava tartaruga, é necessário fazer o ajuste. Defina a posição desejada, movendo a
trava tartaruga conforme indicado pelas setas abaixo, o suficiente para a maca chegar a guia de travamento e
o pino da maca prender na trava tartaruga.
- O parafuso deve ser apertado com um torque de 13N.m utilizando um torquímetro calibrado com uma chave
nº17.

47
Figura 72 – Trava tartaruga

- Para regular a trava batente, primeiro monte o batente colocando duas porcas e o parafuso. Em seguida
encaixe nos furos do assoalho, conforme figura 73.

Figura 73 – Porcas e o parafuso

- Fixe os batentes e o guia no assoalho, conforme figura 74.

Figura 74 – Fixação do assoalho

- Faça a regulagem da altura do batente apertando às porcas centrais do parafuso. Fixe a contra porca para
manter a regulagem, conforme figura 75.

Figura 75 – Regulagem do batente

48
- Para a regulagem da trava tartaruga, regule a altura do pino rei, conforme a trava tartaruga. Solte a porca do
centro (2) e regule a porca superior (1) conforme a altura desejada, conforme figura 76.

Figura 76 – Regulagem da altura do pino rei

- Para a regulagem do eixo aéreo, é importante que os rodízios do eixo aéreo devam estar no nível do piso da
ambulância. Antes de começar a instalar o carro maca verifique a medida do solo até o assoalho da
ambulância se é igual à medida do solo até a roda do eixo aéreo do carro maca, conforme figura 77.

Figura 77 – Distância solo até roda do eixo aéreo do carro maca

- Para ajustar, retire os parafusos do eixo, figura 78.


- Regule a altura do eixo conforme o nível do assoalho da ambulância, escolhendo uma das três alturas
definidas e depois fixe os parafusos novamente.

Figura 78 – Regulagem da altura dos rodízios

ATENÇÃO
- Mantenha as rodas superiores sempre niveladas com o assoalho da ambulância.

- Para retrair o carro maca, encoste o carro maca no pára-choque da ambulância. Certifique-se que as rodas
do eixo aéreo estão sobre o assoalho do veiculo, conforme figura 79.

49
Figura 79 – Colocando o carro maca na ambulância

ATENÇÃO
- Não acionar a alça de retração durante o transporte de pacientes. A retração das pernas deve ser
usada apenas para colocar o carro maca na ambulância.

- Puxe a alça de retração (A) e empurre o carro maca para dentro do veiculo, conforme figura 80.
- A trava de segurança é liberada assim que acionada a alavanca de retração.

Figura 80 – Localização da alça de retração

Para retirar o carro maca do veiculo:

1. Liberar o pino trava tartaruga.


2. Deslizar o carro maca para fora do veiculo
3. Antes de retirar totalmente o carro maca do veiculo (eixo aéreo sobre o assoalho) verifique se a
armação da parte inferior da estrutura (joelhos) ocorreu.
4. Retirar totalmente o carro maca do veiculo e prosseguir com o transporte.

8.8 - INSTALAÇÃO DO SENSOR TEMPERATURA AUXILIAR (OPCIONAL)


- Conecte o plugue do sensor auxiliar no módulo dos sensores, localizado no compartimento do RN, conforme
figura 81.
Obs.: Opcional disponível apenas na versão com servo controle de oxigênio.

50
Figura 81 – Instalando o sensor auxiliar

Figura 82 – Sensor RN auxiliar Figura 83 – Esquema de ligação Sensor RN auxiliar

- Verifique leitura na parte superior do display, conforme figura 84.

Figura 84- Display gráfico – sensor auxiliar

9 - RELATÓRIO DE INSTALAÇÃO
Sempre que for feita a instalação de um equipamento, a assistência técnica deverá preencher o relatório
padrão e enviá-lo para a fábrica. Esses dados são essenciais para a manutenção da rastreabilidade e garantia
do sistema da qualidade.
Além dos dados do cliente e eventuais problemas técnicos constatados na instalação, devem ser informados
através desse relatório os dados de identificação do equipamento. Esses dados podem ser obtidos na etiqueta
de série da incubadora, conforme a figuras 85 e 86:

51
Figura 85 - Localização da etiqueta de série - parte traseira da incubadora

Figura 86 - Etiqueta de série

10 - LIGANDO A INCUBADORA DE TRANSPORTE - MODELO RWT PLUS


• Utilização na Rede Elétrica
- Conecte o cabo de alimentação da Incubadora de transporte em uma tomada compatível com a tensão de
alimentação especificada no equipamento.
ATENÇÃO
- A incubadora RWT PLUS possui SELEÇÃO AUTOMÁTICA DE TENSÃO, o equipamento pode ser
ligado em rede elétrica de 120-230V~ e frequência 50/60Hz.
- Não ligar a incubadora RWT PLUS se a tomada hospitalar não tiver um aterramento confiável.
Verifique se a tensão e a corrente da rede elétrica onde está sendo ligado a incubadora
correspondem com as especificações da placa de identificação do aparelho.
- Ligue a chave geral, localizada no painel entrada de corrente da incubadora.
- Pressione a tecla LIGA, localizada no painel de controle.

52
• Configuração
A Incubadora de Transporte RWT PLUS possui recursos que permite o ajuste da hora e data e o cadastro do
nome do paciente.
(Para o ajuste da hora e da data veja item- 11.2 – Data e Hora)
(Para o cadastramento do nome do paciente veja item- 11.3 – Cadastro de paciente)

10.1 - UTILIZAÇÃO MODO AR


O modo de controle AR proporciona um controle estável da temperatura do ar no compartimento do recém-
nascido, através do acionamento automático da resistência de aquecimento conforme a temperatura desejada
programada pelo operador. Nesse modo de operação, a incubadora possui alarmes de AR QUENTE e AR
FRIO, que serão acionados sempre que a temperatura verificada para o AR estiver com uma diferença maior
que 1,0°C em relação à temperatura desejada. O valor desejado para temperatura do ar pode ser programado
dentro da faixa de 20 à 37ºC, em incrementos do 0,1ºC. O valor real e o valor desejado serão indicados no
painel de controle. Como utilizar o modo AR:
- Verifique se o módulo de sensores está conectado.
- Ligue a incubadora de transporte - modelo RWT PLUS.
- O equipamento vem com o set point programado de fábrica à 34,5ºC. Sempre que o equipamento for
desligado, o valor programado ao iniciar novamente o modo de operação AR, será o programado de fábrica.
- Para ajustar o valor desejado para a temperatura do AR, pressione no display o campo AR ou pressione o
botão rotativo e percorra todos os campos até chegar em AR e pressione-o.
- Para programar um valor, utilize as teclas virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão
rotativo para o valor desejado de temperatura para o AR dentro do compartimento do recém-nascido. Para
confirmar, pressione o botão rotativo ou aguarde sem fazer mais alterações.

Figura 87 – Set point da temperatura do AR

A Incubadora de Transporte RWT PLUS permite que o operador programe temperaturas superiores a 37ºC.
Para programar valores elevados (acima de 37ºC):
- Pressione a tecla “>37ºC” para habilitar um set point entre 37,1ºC à 39ºC, o led indicará conforme figura 88.

Figura 88 – LED indicador tecla “>37ºC” acionada

53
- Para ajustar o valor desejado, pressione no display o campo AR ou pressione o botão rotativo e percorra
todos os campos até chegar em AR e pressione-o.
- Para programar o valor acima dos 37ºC, utilize as teclas virtuais de aumento dos parâmetros ou gire o botão
rotativo, pois com a tecla “> 37ºC” pressionada é possível. Para confirmar, pressione o botão rotativo ou ajuste
sem fazer maiores alterações.

Figura 89 – Set point da temperatura do AR acima de 37ºC

Notas:
- Dentro do campo AR, o número maior (à direita) representa o valor lido atual. O número menor (à esquerda)
representa o valor programado (set point).
- A incubadora passará a controlar automaticamente a potência da resistência de aquecimento para estabilizar
a temperatura da incubadora conforme a temperatura programada pelo usuário.
- A direita do valor lido para a temperatura do AR há uma barra de indicação proporcional do nível de
aquecimento, conforme figura 89.
- O alarme de baixa temperatura ficará inibido durante 40 minutos após o equipamento entrar em modo de
operação. O alarme se desinibirá automaticamente após este tempo.

10.2 - UTILIZAÇÃO DO MODO RN


No modo RN, a incubadora proporciona ao paciente o aquecimento necessário para a estabilização da sua
temperatura corpórea, através do acionamento automático da resistência de aquecimento conforme o valor
ajustado pelo operador. Nesse modo de operação, a incubadora possui alarmes de HIPERTERMIA e
HIPOTERMIA, que serão acionados sempre que a temperatura verificada para o RN estiver com uma diferença
maior que 1,0°C em relação à temperatura desejada. O valor desejado para temperatura do RN pode ser
programado dentro da faixa de 30 à 37ºC, em incrementos de 0,1ºC. O valor real e o valor desejado serão
indicados no painel de controle.Como utilizar o modo RN:
- Verifique se o módulo de sensores e o sensor de RN estão conectados.
- Lave com cuidado e seque a pele do paciente onde será fixado o sensor ( sobre o abdome ou nas costas,
caso a criança esteja deitada de bruços).
- Coloque o sensor de pele sobre a região abdominal do paciente e fixe-o utilizando um adesivo não
alergênico, conforme figura 90.

A. Adesivo para sensor de temperatura


B. Sensor de RN
C. Pele do RN

Figura 90 – Esquema para fixação do sensor de RN

54
- Ligue a incubadora de transporte - modelo RWT PLUS.
- Para ajustar o valor desejado para a temperatura do RN, pressione no display o campo RN ou pressione o
botão rotativo e percorra todos os campos até chegar em RN e pressione-o.
- O equipamento vem com o set point programado de fábrica à 36,0ºC. Sempre que o equipamento for
desligado, o valor programado ao iniciar novamente o modo de operação RN, será o programado de fábrica.
- Para programar um valor, utilize as teclas virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão
rotativo para o valor desejado de temperatura do RN do recém-nascido. Para confirmar, pressione o botão
rotativo ou aguarde sem fazer mais alterações.

Figura 91 – Set point da temperatura do RN

A Incubadora de Transporte RWT PLUS permite que o operador programe temperaturas superiores a 37ºC.
Para programar valores elevados (acima de 37ºC):
- Pressione a tecla “>37ºC” para habilitar um set point entre 37,1ºC à 38ºC, o led indicará conforme figura 92.

Figura 92 – LED indicador tecla “>37ºC” acionada

- Para ajustar o valor desejado, pressione no display o campo RN ou pressione o botão rotativo e percorra
todos os campos até chegar em RN e pressione-o.
- Para programar o valor acima dos 37ºC, utilize as teclas virtuais de aumento dos parâmetros ou gire o botão
rotativo, pois com a tecla “> 37ºC” pressionada é possível. Para confirmar, pressione o botão rotativo ou ajuste
sem fazer maiores alterações.

55
Figura 93 – Set point da temperatura RN acima de 37ºC
Notas:
- Dentro do campo RN, o número maior (à direita) representa o valor lido atual. O número menor (à esquerda)
representa o valor programado.
- A incubadora passará a controlar automaticamente a potência da resistência de aquecimento para estabilizar
a temperatura do RN conforme a temperatura programada pelo usuário.
- A direita do valor lido para a temperatura do RN há uma barra de indicação proporcional do nível de
aquecimento, conforme figura 93.
- O peso do RN, sua idade, condição clínica e outros fatores metabólicos e ambientais afetarão o tempo
necessário para a estabilização da temperatura do paciente em relação à temperatura programada.
- O alarme de baixa temperatura ficará inibido durante 40 minutos após o equipamento entrar em modo de
operação. O alarme se desinibirá automaticamente após este tempo.
ATENÇÃO
- O sensor de pele jamais deverá ser utilizado para controle da temperatura retal, pois o paciente
poderia receber calor insuficiente ou excessivo.
- A incubadora de transporte RWT PLUS não pode medir ou controlar a temperatura da pele do
paciente se o sensor do RN não estiver colocado corretamente sobre o paciente. A desconexão
ou falha no contato direto do sensor com a pele do paciente causará uma leitura incorreta da
temperatura, e a incubadora não poderá regular o aquecimento necessário ao paciente.
- Utilize somente sensores de temperatura fornecido pela OLIDEF ou por seus representantes
autorizados. A utilização de sensores diferentes do especificado pode causar erros na leitura da
temperatura e conseqüentemente riscos ao paciente.

10.3 - CONTROLE DE UMIDADE


A incubadora de transporte RWT PLUS poderá administrar a umidade de duas maneiras diferentes no
compartimento do RN.
• Umidade relativa do ar passiva
• Servo controle de umidade relativa do ar

• Umidade Relativa do Ar Passiva

1. Destrave e abra as portas de acesso frontal e lateral


2. Puxe o leito para fora da cúpula até o final de seu curso
3. Molhe a esponja “A” (Figura 94) localizada sob o leito do colchão, despejando lentamente 450 ml de
água destilada ou esterilizada, através de um copo dosador. Esta quantidade de água será suficiente
para um tempo superior a 12 horas de uso
4. Retorne o leito à posição original e feche as portas de acesso

56
Figura 94 – Localização da espuma de umidificação

ATENÇÃO
- O nível de umidade relativa dentro da Incubadora dependerá da umidade relativa do ar
ambiente.
- Quando a temperatura do ar dentro da Incubadora é relativamente maior que a temperatura do
ar externo, uma condensação poderá se formar nas paredes internas da cúpula. Quando esta
diferença entre as temperaturas for menor, a condensação não aparecerá.

• Servo Controle de Umidade Relativa do Ar (Módulo Opcional)


No modo servocontrolada, a incubadora proporciona um controle estável da umidade do ar no compartimento
do recém-nascido, através do acionamento automático da pastilha de piezoeléctrica conforme o valor ajustado
pelo operador. Nesse modo de operação, a incubadora possui alarmes de UMIDADE ALTA e UMIDADE
BAIXA, que serão acionados sempre que a umidade verificada para o compartimento estiver com uma
diferença maior que 15% em relação à umidade desejada.
Esse sistema servo controlado permite que o operador da incubadora monitore e ajuste a umidade relativa do
ar dentro do compartimento do recém-nascido.
O valor desejado para umidade relativa do ar pode ser programado dentro da faixa de 20 a 95%, em
incrementos de 1%.
O valor real e o valor desejado da umidade relativa do ar serão indicados no painel de controle.

Abastecendo o reservatório de água:


1- Destrave a gaveta de água puxando a trava (A) para frente, conforme figura 95.

Figura 95 - Localização da trava da gaveta de água

57
2- Puxe-a cuidadosamente e retire a tampa do reservatório.
3- Preencha ou substitua a água do reservatório até o nível indicado, conforme figura 96.

Figura 96 – Abastecimento o reservatório de água


Nota:
- Capacidade máxima do reservatório é de 1L.

ATENÇÃO
- Use somente água destilada ou deionizada.

4- Recoloque a tampa do reservatório.


5- Empurre a gaveta para sua posição original até perceber que a mesma travou na posição correta.

Programando a umidade relativa do ar dentro da cúpula:

- Para ajustar o valor desejado para umidade relativa, pressione no display o campo UR ou pressione o botão
rotativo e percorra todos os campos até chegar em UR e pressione-o.
- Para programar um valor, utilize as teclas virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão
rotativo para o valor desejado de umidade relativa para o ar dentro do compartimento do recém-nascido. Para
confirmar, pressione o botão rotativo ou aguarde sem fazer mais alterações.
- Após finalizar a programação, o sistema de umidificação servo controlado da incubadora RWT PLUS irá
iniciar o processo até a umidade relativa atingir o valor pré-determinado pelo operador, mantendo a umidade
próxima ao valor programado.

Figura 97 - Display gráfico- controle de umidade

Notas:
- Dentro do campo UR, o número maior (à direita) representa o valor lido atual. O número menor (à esquerda)
representa o valor programado.
- A utilização do sistema de umidificação servo controlada é opcional. Para desativar o sistema, programe a
umidade desejada para um valor abaixo do valor lido. O display continuará indicando a umidade relativa do ar
dentro da cúpula e o valor desejado ficará apagado.

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- Sempre que o reservatório estiver com nível de água baixo, o sistema de umidificação servo controlado
permanecerá desligado e emitirá um alarme.
- O alarme de baixa temperatura ficará inibido durante 40 minutos após o equipamento entrar em modo de
operação. O alarme se desinibirá automaticamente após este tempo.

ATENÇÃO
-Sempre que desativar o sistema de umidade servo controlado, retire toda a água do reservatório
interno através do dreno.

10.3 - CONTROLE DE OXIGÊNIO


A Incubadora de Transporte RWT PLUS poderá administrar o oxigênio de três maneiras diferentes, porém será
entregue de fábrica apenas 2 maneiras.
• Válvula de oxigênio limitadora ( entrada limitada à 8Lpm),
• Válvula de oxigênio passiva (entrada limitada à 32Lpm),
• Servo controle oxigênio (opcional – entrada limitada à 32Lpm).

Nota:
A válvula de oxigênio limitadora e a válvula de oxigênio passiva são itens de linha, caso o cliente optar pelo
sistema servo controle de oxigênio a composição do equipamento ficará da seguinte maneira:
- Válvula de oxigênio limitadora;
- Servo controle de oxigênio.
ATENÇÃO
-Leia e entenda as advertências contidas no item 3 – Advertência e/ou precauções a serem
adotadas desse manual.
-O ar dentro do compartimento do recém-nascido só deverá ser enriquecido com oxigênio sob
prescrição médica.

 Modo de Operação Válvula de Oxigênio Limitadora


- Ligue a incubadora e aguarde a estabilização da temperatura interna. Caso a incubadora tenha que
administrar umidificação junto com a aplicação de oxigênio, aguardar que a umidade do ar dentro do
compartimento esteja estabilizada.
- Através de uma mangueira de pressão de nylon trançada 250 PSI atóxica, conectar a saída do fluxômetro da
rede ou cilindro de oxigênio hospitalar ao niple da válvula de entrada de oxigênio da incubadora, conforme
figura 98.

Figura 98 – Ligação para operação válvula de oxigênio limitadora


- Instale um monitor de oxigênio, posicionando o sensor próximo ao centro do compartimento do recém
nascido.
- Inicie o fornecimento de oxigênio somente após ligar a incubadora, para assegurar a mistura correta de
gases no interior da cúpula.

59
- Determine o fluxo inicial de oxigênio com base na tabela localizada acima da tampa do filtro de ar localizada
na parte traseira da incubadora. Essa tabela indica valores aproximados para o fluxo de oxigênio necessário
para manter a concentração desejada. A concentração obtida pode variar conforme a umidade relativa do ar no
interior do compartimento, o estado do filtro de ar, das vedações da cúpula, o número e freqüência de abertura
das portinholas.
- Aguarde 15 minutos e verifique a concentração de oxigênio no interior da incubadora indicado pelo monitor
de O2, sem abrir a cúpula. Se necessário, ajuste o fluxo de oxigênio através do fluxômetro da rede ou cilindros.
Repita a leitura da concentração de O2 a cada 15 minutos.
Nota:
- Fluxos de oxigênio acima de 15 litros por minuto irão produzir concentrações de oxigênio acima dos valores
indicados na tabela.

Fluxo de Entrada (L/min) 0 2 4 6 8 10 12 15

Concentração O2 (%) 21 26 – 36 44 – 54 48 – 58 65 – 75 66 – 76 75 – 85 80 - 90

ATENÇÃO
- A administração de oxigênio pode elevar o nível de ruído para o RN dentro da incubadora.
- O fluxo de oxigênio não pode ser usado como uma medida exata da concentração de oxigênio
dentro da Incubadora, concentrações de oxigênio devem ser medidas com um analisador de
oxigênio devidamente calibrado.
- O uso impróprio de oxigênio suplementar pode ser associado a sérios efeitos colaterais
inclusive cegueira, danificação das células cerebrais e morte. O risco varia de acordo com cada
paciente. O método, a concentração e a duração da administração do oxigênio deverão ser
prescrita por um médico atendente qualificado conhecedor dos riscos e benefícios.
- Se for necessário administrar oxigênio em uma emergência, o medico atendente deverá ser
notificado imediatamente.
- A administração de oxigênio deve ser feita apenas sob orientação de pessoal médico
qualificado.
- A concentração de oxigênio aspirada por uma criança não determina previamente a tensão
parcial de oxigênio no sangue.
- Abrindo a porta de acesso poderá ocorrer uma queda na concentração de oxigênio. Para tomar
uma nova medição aguardar um tempo para que a concentração restabeleça.
- Não use oxigênio na presença de anestésicos inflamáveis.
- Mantenha qualquer fonte de ignição (ex: fósforos, cigarros, equipamentos que produzem faísca,
etc.) longe da sala onde a incubadora estiver operando. Tecidos, óleos ou outros combustíveis
entram em ignição facilmente quando o ar está enriquecido com oxigênio.

 Modo de Operação da Válvula de Oxigênio Passiva.


- Ligue a incubadora e aguarde a estabilização da temperatura interna. Caso a incubadora tenha que
administrar umidificação junto com a aplicação de oxigênio, aguardar que a umidade do ar dentro do
compartimento esteja estabilizada.
- Através de uma mangueira de pressão de nylon trançada 250 PSI atóxica, conectar a saída do fluxômetro da
rede do veículo ou cilindro de oxigênio hospitalar ao niple da válvula de entrada de oxigênio da incubadora,
conforme figura 99.

60
Figura 99 – Ligação para operação da válvula de oxigênio passiva

- Instale um monitor de oxigênio, posicionando o sensor próximo ao centro do compartimento do recém


nascido.
- Inicie o fornecimento de oxigênio somente após ligar a incubadora, para assegurar a mistura correta de
gases no interior da cúpula.
- Determine o fluxo inicial de oxigênio com base na tabela localizada acima da tampa do filtro de ar localizada
na parte traseira da incubadora. Essa tabela indica valores aproximados para o fluxo de oxigênio necessário
para manter a concentração desejada. A concentração obtida pode variar conforme a umidade relativa do ar no
interior do compartimento o estado do filtro de ar, das vedações da cúpula, o número e freqüência de abertura
das portinholas.
- Aguarde 15 minutos e verifique a concentração de oxigênio no interior da incubadora indicado pelo monitor
de O2, sem abrir a cúpula. Se necessário, ajuste o fluxo de oxigênio através do fluxômetro da rede ou cilindros.
Repita a leitura da concentração de O2 a cada 15 minutos.
Nota:
- Fluxos de oxigênio acima de 15 litros por minuto irão produzir concentrações de oxigênio acima dos valores
indicados na tabela.

Fluxo de Entrada (L/min) 0 2 4 6 8 10 12 15

Concentração O2 (%) 21 26 – 36 44 – 54 48 – 58 65 – 75 66 – 76 75 – 85 80 - 90

ATENÇÃO
- A administração de oxigênio pode elevar o nível de ruído para o RN dentro da incubadora.
- O fluxo de oxigênio não pode ser usado como uma medida exata da concentração de oxigênio
dentro da Incubadora, concentrações de oxigênio devem ser medidas com um analisador de
oxigênio devidamente calibrado.
- O uso impróprio de oxigênio suplementar pode ser associado a sérios efeitos colaterais
inclusive cegueira, danificação das células cerebrais e morte. O risco varia de acordo com cada
paciente. O método, a concentração e a duração da administração do oxigênio deverão ser
prescrita por um médico atendente qualificado conhecedor dos riscos e benefícios.
- Se for necessário administrar oxigênio em uma emergência, o medico atendente deverá ser
notificado imediatamente.
- A administração de oxigênio deve ser feita apenas sob orientação de pessoal médico
qualificado.
- A concentração de oxigênio aspirada por uma criança não determina previamente a tensão
parcial de oxigênio no sangue.
- Abrindo a porta de acesso poderá ocorrer uma queda na concentração de oxigênio. Para
tomar uma nova medição aguardar um tempo para que a concentração restabeleça.
- Não use oxigênio na presença de anestésicos inflamáveis.
- Mantenha qualquer fonte de ignição (ex: fósforos, cigarros, equipamentos que produzem
faísca, etc.) longe da sala onde a incubadora estiver operando. Tecidos, óleos ou outros
combustíveis entram em ignição facilmente quando o ar está enriquecido com oxigênio.

61
 Servo Controle de Oxigênio (Módulo Opcional)
No modo servocontrolado, a incubadora proporciona um controle estável do oxigênio no compartimento do
recém-nascido, através de acionamento automático da válvula solenóide conforme o valor ajustado pelo
operador. Nesse modo de operação, a incubadora possui alarmes de ALTO NIVEL DE O2 e BAIXO NIVEL DE
O2, que serão acionados sempre que o oxigênio verificado para o compartimento estiver com uma diferença
maior que 3% em relação ao oxigênio desejado. O valor desejado para concentração de oxigênio pode ser
programado dentro da faixa de 21 à 65%, com incrementos de 1%.
O valor real e o valor desejado da concentração do oxigênio serão indicados no display.Como utilizar o modo
oxigênio:
- Ligue à incubadora e aguarde a estabilização da temperatura interna. Caso a incubadora tenha que
administrar umidificação junto com a aplicação de oxigênio, aguardar que a umidade do ar dentro do
compartimento esteja estabilizada.
- Através de uma mangueira de pressão de nylon trançada 250 PSI atóxica, conectar a saída na rede do
veiculo ou cilindro de oxigênio hospitalar ao niple da válvula de entrada de oxigênio da incubadora, conforme
figura 100.

Figura 100 – Ligação p/ operação servo controle de oxigênio

- Calibre os sensores de oxigênio, conforme item “Calibração dos sensores de oxigênio” na página 63.
- Para ajustar o valor desejado para oxigênio, pressione no display o campo O2 ou pressione o botão rotativo
e percorra todos os campos até chegar em O2 e pressione-o.
- Para programar um valor, utilize as teclas virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão
rotativo para o valor desejado de oxigênio para o ar dentro do compartimento do recém-nascido. Para
confirmar, pressione o botão rotativo ou aguarde sem fazer mais alterações.
- Após finalizar a programação, o sistema de oxigênio servo controlado da incubadora RWT PLUS irá iniciar o
processo até o oxigênio atingir o valor pré-determinado pelo operador, mantendo o oxigênio próximo ao valor
programado.

62
Figura 101 - Display gráfico sistema de controle de oxigênio

Notas:
- Dentro do campo O2, o número maior (à direita) representa o valor lido atual. O número menor (à esquerda)
representa o valor programado.
- A utilização do sistema servo controlado de oxigênio é opcional. Para desativar o sistema, programe o
oxigênio para um valor abaixo do valor lido. O display continuará indicando a concentração de oxigênio do ar
dentro da cúpula e o valor desejado ficará apagado.
- Para que o sistema servo controlado de oxigênio funcione corretamente, faça a calibração dos sensores de
oxigênio com intervalos de no máximo 10 dias ou toda vez que a incubadora for ligada.
- O alarme de baixa temperatura ficará inibido durante 40 minutos após o equipamento entrar em modo de
operação. O alarme se desinibirá automaticamente após este tempo.

ATENÇÃO
- Recomenda-se a calibração diária para manter o sistema preciso.
- A administração de oxigênio pode elevar o nível de ruído para o RN dentro da incubadora.
-Monitore com um Analisador de Oxigênio devidamente calibrado a concentração de O2 no
compartimento do RN e compare com o valor indicado no display da incubadora.
- O uso impróprio de oxigênio suplementar pode ser associado a sérios efeitos colaterais inclusive
cegueira, danificação das células cerebrais e morte. O risco varia de acordo com cada paciente. O
método, a concentração e a duração da administração do oxigênio deverão ser prescrita por um
médico atendente qualificado conhecedor dos riscos e benefícios.
- Se for necessário administrar oxigênio em uma emergência, o medico atendente deverá ser
notificado imediatamente.
- A administração de oxigênio deve ser feita apenas sob orientação de pessoal médico qualificado.
- A concentração de oxigênio aspirada por uma criança não determina previamente a tensão parcial
de oxigênio no sangue.
- Abrindo a porta de acesso poderá ocorrer uma queda na concentração de oxigênio. Para tomar
uma nova medição aguardar um tempo para que a concentração restabeleça.
- Não use oxigênio na presença de anestésicos inflamáveis.
- Mantenha qualquer fonte de ignição (ex: fósforos, cigarros, equipamentos que produzem faísca,
etc.) longe da sala onde a incubadora estiver operando. Tecidos, óleos ou outros combustíveis
entram em ignição facilmente quando o ar está enriquecido com oxigênio.

Calibração dos sensores de oxigênio:


Esse procedimento é rápido (inferior a 60 segundos) e é essencial para o correto funcionamento do
equipamento.
Para calibrar o equipamento, siga o seguinte procedimento:
Pressione a trava da gaveta e puxe o módulo dos sensores até o final do curso, conforme figura 102.

63
Figura 102 – Calibração dos sensores de oxigênio

- O equipamento emitirá um beep e o display gráfico passará a exibir a seguinte mensagem: “Calibrando"
- Após um período de aproximadamente 30 segundos, outro beep será emitido e a seguinte mensagem será
exibida no display: “Concluído".
- Retorne o módulo dos sensores para sua posição dentro da incubadora.
A calibração dos sensores de oxigênio estará finalizada.
Nota:
- Para executar esse procedimento de calibração, assegure-se de que a sala onde a incubadora está instalada
apresenta concentração normal de oxigênio (21%).

10.4 - OXIMETRIA DE PULSO INTEGRADA (MÓDULO OPCIONAL)


O sistema de oximetria de pulso integrada permite que a freqüência cardíaca (BPM), a taxa de hemoglobina
saturada com oxigênio no sangue (SPO2) e a curva pletismográfica sejam monitoradas no display gráfico do
painel de controle. O sistema ainda conta com alarmes de segurança programáveis para os parâmetros
monitorados. Como utilizar os sensores:
- Ligue a incubadora e aguarde a estabilização da temperatura interna.
- Verifique se o sensor está conectado ao painel módulo dos sensores e ao RN.
- Estão disponíveis dois tipos de sensores e adesivos para oximetria. A utilização de cada tipo de sensor e do
adesivo de fixação dependerá do tamanho dos pacientes, conforme tabela abaixo:

Pacientes até 2 Kg Pacientes entre 2 e 10 Kg


Sensor 1 \ Adesivo 1 Sensor 2 \ Adesivo 2

PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DOS


SENSOR 1 SENSOR 2
SENSORES

- Retire o protetor do adesivo do sensor de fixação.

- Fixe o adesivo no sensor de oximetria.

64
- Posicione o sensor sobre a superfície da pele do
paciente (dedo ou pé).

- O lado do sensor que contém o emissor de luz deverá


ficar no lado de cima do pé ou no lado da unha do dedo, o
detector deverá ficar do lado oposto. Ao posicionar o
sensor no paciente, tente deixar o receptor e o detector
alinhados para garantir o melhor sinal possível para o
sistema.

- Fixe firmemente o adesivo do sensor , enrolando-o sobre


a pele do pé ou do dedo do paciente, tomando o cuidado
para não obstruir o fluxo sanguíneo.

- Para garantir um bom resultado na leitura do sinal, fixe o


cabo do sensor (independentemente do adesivo do
sensor) com uma fita, conforme indicado na figura.
Novamente tome cuidado para não obstruir o fluxo
sanguíneo.

Nota:
- Se o sensor não estiver posicionado corretamente, o sistema de oximetria poderá não funcionar
corretamente.
- A colocação correta do sensor de oximetria é essencial para o funcionamento do sistema. Siga atentamente
as orientações indicadas.

ATENÇÃO
- Não utilize sensores de oximetria que não sejam fornecidos diretamente pela OLIDEF ou seus
representantes autorizados.
- Suspenda a utilização do sensor de oximetria, caso o adesivo de fixação cause reações
alérgicas ao paciente.
- Não utilize sensores de oximetria danificados.
- Os sensores de oximetria não devem ser imersos em água ou qualquer tipo de solução.
- Não utilize produtos corrosivos ou abrasivos para limpeza dos sensores.

 Freqüência Cardíaca (BPM)


Nesse modo de monitoramento, a incubadora possui alarmes de ALTO BPM e BAIXO BPM, que serão
acionados sempre que a freqüência cardíaca atingir um dos limites programados.
A faixa de monitoramento vai de 0 à 250 bpm, e os limites de acionamento dos alarmes podem ser
programados dentro de uma faixa de 0 à 250bpm, em incrementos de 1bpm.
O valor de leitura, e os limites ajustados serão indicados no painel de controle. Como ajustar os limites:
- O equipamento vem com os limites dos alarmes para freqüência cardíaca ajustados em 50 e 200bpm.
Sempre que o equipamento for desligado, o valor ajustado ao iniciar novamente este modo de monitoramento,
será o programado de fábrica.
- Para ajustar o limite máximo, pressione no display o campo BPM ou pressione o botão rotativo e percorra
todos os campos até chegar em BPM e pressione-o. Para programar um valor máximo, utilize as teclas virtuais
de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão rotativo para o valor desejado. Para confirmar,
pressione o botão rotativo.
- Para ajustar o limite mínimo, utilize as teclas virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão
rotativo para o valor desejado. Para confirmar, pressione o botão rotativo.

65
Figura 103 – Display gráfico – Freqüência cardíaca BPM

Notas:
- Dentro do campo BPM, o número maior (à direita) representa o valor lido atual. Os números menores (à
esquerda) representam os alarmes de máximo e mínimo.
- Os valores máximo ou mínimo dentro do limite “ALTO BPM” vai estar diretamente relacionado ao máximo e
mínimo do limite “BAIXO BPM”.
- A utilização da oximetria é opcional. Para desativar o sistema, desconecte o sensor do módulo dos sensores
da incubadora e silencie o alarme.
- Freqüência de pulso abaixo de 20 (exceto zero) serão exibidas como 20 e, acima de 250, serão exibidas
como 250. Uma freqüência de pulso zero é usada para indicar que o monitor não está monitorando o pulso.

 SPO2
Nesse modo de monitoramento, a incubadora possui alarmes de ALTA % SpO2 e BAIXA % SpO2, que serão
acionados sempre que a taxa de hemoglobina saturada com oxigênio no sangue atingir um dos limites
programados. A faixa de monitoramento vai de 0 à 100%, e os limites de acionamentos dos alarmes podem ser
programados dentro de uma faixa de 0 à 100%, em incrementos de 1%.
O valor de leitura e os limites ajustados serão indicados no painel de controle. Como ajustar os limites:
- O equipamento vem com limites dos alarmes para SPO2 em 90% e 100%. Sempre que o equipamento for
desligado, o valor ajustado ao iniciar novamente este modo de monitoramento, será o programado de fábrica.
- Para ajustar o limite máximo, pressione no display o campo SPO2 ou pressione o botão rotativo e percorra
todos os campos até chegar em SPO2 e pressione-o. Para programar um valor máximo, utilize as teclas
virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão rotativo para o valor desejado. Para confirmar,
pressione o botão rotativo.
- Para ajustar o limite mínimo, utilize as teclas virtuais de aumento ou redução dos parâmetros ou gire o botão
rotativo para o valor desejado. Para confirmar, pressione o botão rotativo.

Figura 104 - Display gráfico - PLET

66
Notas:
- Dentro do campo SPO2, o número maior (à direita) representa o valor lido atual. Os números menores (à
esquerda) representam os alarmes de máximo e mínimo.
- Os valores máximo ou mínimo dentro do limite “ALTO SpO2” vai estar diretamente relacionado ao máximo e
mínimo do limite “BAIXO SpO2”, durante o ajuste.
- A utilização da oximetria é opcional. Para desativar o sistema, desconecte o sensor do módulo dos sensores
da incubadora e silencie o alarme.

 Curva Pletismográfica
- Para visualizar a curva pletismográfica, pressione no display a aba PLET ou pressione o botão rotativo e
percorra todos os campos até chegar na aba PLET e pressione-o.

Figura 105 - Display gráfico- curva pletismográfica

10.5 - GRÁFICOS DE TENDÊNCIA


A Incubadora de Transporte RWT PLUS possui um sistema de visualização de parâmetros através de Gráfico
de Tendência, estes gráficos ficam localizados na parte inferior direita do display.
Os parâmetros que podem ser visualizados nos Gráficos de Tendência são:

 Temperatura AR;
 Temperatura RN;
 Umidade relativa do Ar (opcional);
 Oxigênio (opcional);
 Simultânea

Para todos os parâmetros o tempo de monitoração da tendência é das ultimas 7 horas.


Os gráficos serão apresentados com o parâmetro desejado no eixo da ordenada e o tempo em horas no eixo
da abscissa.

• Tendência Temperatura do AR
Para visualizar o gráfico de tendência para temperatura do ar, pressione no display a aba AR ou percorra com
o botão rotativo todos os campos até chegar na seleção do AR e pressione-o.
O display gráfico apresentará um gráfico onde poderá ser analisada a temperatura do ar ao longo do tempo:

67
Figura 106 - Gráfico de tendência para temperatura do AR

• Tendência Temperatura de RN
Para visualizar o gráfico de tendência para temperatura do RN, pressione no display a aba RN ou percorra com
o botão rotativo todos os campos até chegar na seleção do RN e pressione-o.
O display gráfico apresentará um gráfico onde poderá ser analisada a temperatura de RN ao longo do tempo:

Figura 107 - Gráfico de tendência para temperatura de RN

• Tendência Umidade
Para visualizar a tendência da concentração de umidade de ar no interior do compartimento do recém-nascido,
pressione no display a aba UR ou pressione o botão rotativo e percorra todos os campos até chegar na aba UR
e pressione-o.
O display gráfico apresentará um gráfico onde poderá ser analisada a concentração de UR ao longo do tempo:

Figura 108 - Gráfico de tendência para concentração de UR

68
• Tendência Oxigênio
Para visualizar a tendência da concentração de oxigênio, pressione no display a aba O2 ou pressione o botão
rotativo e percorra todos os campos até chegar na aba O2 e pressione-o.
O display gráfico apresentará um gráfico onde poderá ser analisada a concentração de O2 ao longo do tempo:

Figura 109 - Gráfico de tendência para concentração de O2

• Tendência Simultânea
O painel de controle possui um recurso adicional que permite que o operador da incubadora visualize em
somente um gráfico todas as tendências.
Para visualizar todas as tendências simultaneamente, pressione no display a aba ALL ou pressione o botão
rotativo e percorra todos os campos até chegar em ALL e pressione-o.

Figura 110 - Display gráfico - ALL

Nota:
- Aparecem os gráficos da temperatura do AR, temperatura do RN, Umidade, Oxigênio e SpO2 ( na cor azul).

11 - RECURSOS ADICIONAIS
11.1 - BLOQUEIO DO TECLADO
O painel de controle possui um recurso adicional que permite que o operador da incubadora bloqueie o
teclado, impedindo alterações involuntárias dos parâmetros previamente ajustados.

- Para bloquear o teclado, pressione a tecla “BLOQUEIO DE TECLADO”. O indicador de bloqueio de teclado
acenderá. Nessa condição, nenhum parâmetro indicado pela incubadora poderá ser alterado através do
teclado.
- Para desbloquear o teclado, pressione novamente a tecla “BLOQUEIO DE TECLADO”. O indicador de
bloqueio de teclado apagará.

69
Figura 111 – Painel frontal da incubadora

11.2 - DATA E HORA


O painel de controle possui um recurso adicional que indica a data e o horário, conforme figura 112.

Figura 112 - Display gráfico – DATA / HORA

Como ajustar a hora e a data:


- Ao ligar o equipamento selecione a opção DATA / HORA e pressione o botão rotativo, conforme figura 113.

Figura 113 – Seleção HORA / DATA

- Para escolher o parâmetro a ser ajustado pressione o botão rotativo, conforme figura 114.
- Para ajustar o valor dos parâmetros gire o botão rotativo.
- Após ajustar a hora e a data, pressione a tecla ENTER para salvar os valores e a incubadora irá entrar em
modo de STAND BY.

70
Figura 114 - Display gráfico - HORA / DATA
Nota:
- Mantenha esses dados ajustados corretamente para que os gráficos de tendência possam mostrar os dados
corretamente.
- Caso não deseje ajustar DATA/HORA e escolha a opção “OK” e pressione o botão rotativo. O equipamento
entrará em modo standby.

11.3 - CADASTRO DE PACIENTE


O painel de controle possui um recurso adicional que permite o cadastro do nome do paciente. Como cadastrar
o nome do RN:
- Ao ligar o equipamento escolha a opção CADASTRO DE PACIENTE e pressione o botão rotativo, conforme
figura 115.

Figura 115 – Seleção CADASTRO DE PACIENTE

- Para preencher o nome do paciente, basta utilizar o botão rotativo para percorrer os caracteres e para inseri-
lo, basta pressionar o botão rotativo e seguir para o próximo caractere, conforme figura 116.
- Para finalizar gire o botão rotativo até o campo OK e pressione o botão rotativo ou a tecla ENTER para salvar
o nome cadastrado. A incubadora irá entrar em modo de operação AR automaticamente.

Figura 116 - Display gráfico – cadastro de paciente


Notas:
- O equipamento funciona normalmente sem o cadastro do nome do paciente. Caso não deseje cadastrar o
RN escolha a opção “OK” e pressione o botão rotativo. O equipamento entrará em modo de operação AR
automaticamente.
- Para apagar o caractere desejado, gire o botão rotativo até o campo DEL e pressione-o. Desta forma o
último caractere será apagado. Caso deseje apagar outros caracteres, continue pressionando o botão rotativo
sobre o campo DEL.

71
- O equipamento ao ser desligado e ligado novamente o nome cadastrado deixará de aparecer no display,
caso deseje cadastrar novamente prosseguir conforme primeiro passo do item 11.3 - Cadastro de paciente.

11.4 - TEMPERATURA AMBIENTE


O painel de controle possui um recurso adicional que indica a temperatura ambiente.

Figura 117 - Display gráfico - temperatura ambiente

11.5 - CARGA DA BATERIA


O painel de controle possui um recurso adicional que indica a carga restante da bateria.
- Equipamento desligado e sem rede AC
Caso o equipamento esteja com a chave geral ligada, aparecerá uma tela informando a carga restante.
Conforme figura 118.

Figura 118 - Display gráfico – carga da bateria

- Equipamento desligado e com rede AC


Caso o equipamento esteja com a chave geral ligada, aparecerá uma tela informando a carga restante e um
símbolo de que a bateria está recarregando. Conforme figura 119.

72
Figura 119 - Display gráfico – Bateria recarregando

- Equipamento ligado
Com o equipamento ligado a informação fica no canto superior direito. Conforme figura 120.

Figura 120 - Display gráfico – carga da bateria

12 - FUNCIONAMENTO DOS ALARMES


A incubadora de transporte - modelo RWT PLUS possui um sistema de alarmes, cuja função é alertar ao
usuário do equipamento sobre a ocorrência de uma situação clínica do paciente fora dos limites normais ou
sobre eventuais problemas técnicos do equipamento.
Em todos os alarmes acionados, um beep intermitente é disparado, um led indicador vermelho é aceso e uma
mensagem será escrita no display. O áudio pode ser silenciado temporariamente, mas a indicação visual
permanecerá até que a condição normal seja restabelecida.
Nota:
- Tecla SILENCIA ALARME
- Através da tecla SILENCIA ALARME, o usuário poderá inibir o sinal sonoro de alguns alarmes
(ver funcionamento dos alarmes) por um período de 15 minutos. Nessa condição, o alarme
continuará a ser indicado através de led vermelho (indicador de alarmes) e o led indicador de
alarme silenciado será acionado, mostrando ao usuário que o alarme esta silenciado. No caso de
acionamento de outro alarme, mesmo o sinal sonoro estando inibido, o acionamento voltara a ser
emitido pelo equipamento.
- Caso a condição de alarme permaneça além dos 15 minutos o alarme voltará a ser disparado e o
usuário poderá inibir o acionamento sonoro por mais 15 minutos pressionando novamente a tecla
SILENCIA ALARME.
- Alarmes de oximetria poderão inibir o sinal sonoro por um período de 2 minutos, caso a condição
de alarme permaneça além dos 2 minutos o alarme voltará a emitir o sinal sonoro e o usuário
poderá inibir novamente pressionando a tecla SILENCIA ALARME.
- Verifique sempre a causa do acionamento dos alarmes para garantir a segurança do paciente.

73
Nota:
- Prioridade de condição de alarme: todos os alarmes indicados pela Incubadora de Transporte RWT PLUS são
considerados de alta prioridade.
- Nível de pressão sonora dos alarmes: a uma distância de 3m, perpendicularmente à frente da incubadora e
aproximadamente 1,5m de altura do piso é de no mínimo 65 dB.
- Tempo de atraso inerente à determinação de condição de alarmes: o tempo de atraso para o acionamento de
alarmes é menor que 5 segundos.
- Atraso no sistema de alarmes: o sistema de alarmes possui tempo para detecção de alarmes inferior a 5
segundos.
ATENÇÃO
- Os alarmes que não podem ser silenciados pela tecla SILENCIA ALARME:
- Alarme falha na bateria;
- Alarme de circulação de ar;
- Alarme módulo dos sensores desconectado;
- Alarme módulo dos sensores desalojado;
- Alarme falha no motor;
- Alarme falha no sistema;
- Alarme falha no sensor UR.

 GERAIS:
1) Alarme falta de rede AC
Este alarme será acionado sempre que o fornecimento de energia elétrica pela rede 120-230V~ for
interrompido. Nessa condição, a incubadora automaticamente passará a utilizar a energia elétrica proveniente
da bateria interna de 12V .
Além do alerta sonoro, haverá indicação visual através de led vermelho no painel e mensagem FALTA DE
REDE AC no display. O sinal sonoro poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME, permanecendo, no
entanto, a indicação através do led vermelho.

2) Alarme bateria descarregada


Esse alarme é indicado através de um led vermelho localizado no painel de controle, mensagem no display
BATERIA FRACA e de um alerta sonoro, que a bateria atingiu um nível muito baixo de carga,após o
acionamento do alarme, a Incubadora poderá funcionar por mais 10 minutos mantendo suas funções normais.
Após este tempo, a temperatura da Incubadora irá reduzir até o apagamento total do módulo de controle. O
sinal sonoro poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME, permanecendo, no entanto, a indicação através
do led vermelho.

ATENÇÃO
- A utilização da Incubadora com indicação de bateria descarregada ou a sua permanência
prolongada nessa condição poderá causar danos irreversíveis à bateria. Cabe ao operador do
aparelho a verificação constante do nível de carga da bateria. Defeitos decorrentes da utilização
inadequada da bateria ou falta de cuidados de manutenção e carga da bateria não estarão
cobertos pela garantia.

3) Alarme falha na bateria


Esse alarme será acionando quando ocorrer algum tipo de falha na bateria. Além do alerta sonoro, haverá
indicação visual através de led vermelho no painel e mensagem FALHA NA BATERIA no display. O sinal
sonoro não poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME.

Nota:
- Para utilizar o equipamento nesta condição, o operador deverá desligar a chave geral e ligar o equipamento a
uma rede de alimentação 120 – 230V~ ou alimentação auxiliar de 12V ....., acionar a chave geral novamente e
ligar o equipamento. Neste caso, a incubadora apresenta uma mensagem no display informando a falha na
bateria e a indicação através do led vermelho.

ATENÇÃO
- A utilização da Incubadora com indicação de falha na bateria ou a sua permanência prolongada
nessa condição poderá causar danos irreversíveis à bateria. Defeitos decorrentes da utilização
inadequada da bateria ou falta de cuidados de manutenção e carga da bateria não estarão
cobertos pela garantia.

74
4) Alarme polaridade invertida
Esse alarme será acionado quando a polaridade da alimentação auxiliar 12V estiver invertida.Isso fará com
que a incubadora opere através da bateria . Além do alerta sonoro, haverá indicação visual através de led
vermelho no painel e mensagem POLARIDADE INVERTIDA no display. Esse alarme pode ser inibido
pressionando-se a tecla SILENCIA ALARME.

5) Alarme de circulação de ar
Esse alarme é acionado no caso de parada do motor, problema na ventoinha ou redução do fluxo de ar.
Sempre que o alarme de circulação for acionado, retire o paciente da incubadora pois nessa condição o ar no
interior do compartimento do RN, não está sendo renovado.
Sempre que o alarme de circulação de ar estiver acionado a incubadora desligará automaticamente todos os
sistemas de servo controle.
Alterações bruscas na temperatura do interior da cúpula da incubadora podem causar o acionamento do
alarme. Caso o alarme seja acionado, mantenha a incubadora ligada por 10 minutos. Se a circulação de ar
voltar ao normal, a incubadora desligará automaticamente o alarme, caso o alarme persista envie o
equipamento à assistência técnica autorizada mais próxima.
Além do alerta sonoro, haverá indicação visual através de mensagem FALHA NA CIRCULAÇÃO no display. O
sinal sonoro não poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME.

ATENÇÃO
- Quando a incubadora é ligada o Alarme Circulação de AR permanecerá inibido durante 40
minutos.
- Por apresentar risco ao paciente este alarme não poderá ser inibido pela tecla SILENCIA
ALARME.

6) Alarme módulo de sensores desconectado


Esse alarme será acionado sempre que o módulo de sensores for desconectado do equipamento (pelo próprio
usuário ou acidentalmente). Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e
mensagem MODULO DE SENSORES DESCONECTADO no display. O sinal sonoro não poderá ser inibido
pela tecla SILENCIA ALARME.

ATENÇÃO
- O módulo de sensores deve permanecer conectado durante a utilização da incubadora.

7) Alarme módulo dos sensores desalojado


Indica que o módulo dos sensores da incubadora está fora da posição correta para o funcionamento. Além do
alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem MODULO DESALOJADO no
display. O sinal sonoro não poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME. Sempre que o alarme módulo
dos sensores desalojado estiver acionado a incubadora desligará automaticamente todos os sistemas de servo
controle.

8) Alarme falha no sistema


Esse alarme será acionado quando o sistema eletrônico detectar a falha de algum componente ou rotina de
funcionamento. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem
FALHA DO SISTEMA (CÓDIGO) no display. O sinal sonoro não poderá ser inibido pela tecla SILENCIA
ALARME. O (CÓDIGO) informado é a indicação da falha ocorrida no sistema. Sempre que o alarme falha no
sistema estiver acionado a incubadora desligará automaticamente todos os sistemas de servo controle.

9) Alarme falha no motor


Esse alarme será acionado quando o sistema eletrônico detectar alguma falha no motor ou no chicote
eletrônico associado a ele. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e
mensagem FALHA NO MOTOR DE CIRCULAÇÃO DE AR no display. O sinal sonoro não poderá ser inibido
pela tecla SILENCIA ALARME. Sempre que o alarme falha no motor estiver acionado a incubadora desligará
automaticamente todos os sistemas de servo controle.

 TEMPERATURA:
10) Alarme de ar quente
Este alarme é acionado sempre que a temperatura no interior da cúpula estiver com diferença maior que 1,0ºC
em relação à temperatura desejada programada (somente para o modo AR). Além do alerta sonoro, haverá
indicação através de led vermelho no painel e mensagem AR QUENTE no display. O sinal sonoro poderá ser

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inibido pela tecla SILENCIA ALARME por um período de 15 minutos. Ao término desse período, caso persista
a condição de ar quente o alerta sonoro voltará a ser acionado.

ATENÇÃO
- O acionamento deste alarme durante a utilização normal por longos períodos pode evidenciar
algum tipo de problema técnico. Caso isso ocorra procure uma Assistência Técnica Autorizada.

11) Alarme de ar frio


Este alarme é acionado sempre que a temperatura no interior da cúpula estiver com diferença maior que 1,0ºC
abaixo da temperatura desejada programada (somente para o modo AR). Além do alerta sonoro, haverá
indicação através de led vermelho no painel e mensagem AR FRIO no display. O sinal sonoro poderá ser
inibido pela tecla SILENCIA ALARME por um período de 15 minutos. Ao termino desse período, caso persista
a condição de ar quente o alerta sonoro voltara a ser acionado.

ATENÇÃO
- O acionamento deste alarme durante a utilização normal por longos períodos pode evidenciar
algum tipo de problema técnico. Caso isso ocorra procure uma Assistência Técnica Autorizada.

12) Alarme sensor de RN desconectado


Esse alarme será acionado sempre que o sensor de RN for desconectado do modulo de sensores (pelo próprio
usuário ou acidentalmente), enquanto a incubadora estiver funcionando no modo RN. Nessa condição, o
display RN deixará de indicar a temperatura, e não funcionará no modo RN assumindo automaticamente para
o modo AR. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem FALHA
NO SENSOR RN no display. O sinal sonoro poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME.

13) Alarme falha no sensor RN


Esse alarme será acionado quando o sensor do RN apresentar defeito quando estiver operando em modo RN
(falha no componente, curto circuito ou circuito aberto). Esse alarme é indicado através de um led vermelho
localizado no painel de controle, mensagem no display FALHA NO SENSOR RN e de um alerta sonoro. Para
inibir o alarme pressione a tecla SILENCIA ALARME.

14) Alarme hipertermia


Esse alarme será acionado apenas para o modo RN e será acionado sempre que a diferença entre a
temperatura desejada ajustada pelo usuário e a temperatura do recém-nascido for maior que 1,0°C. Além do
alerta sonoro, haverá indicação visual através de led vermelho no painel e mensagem HIPERTERMIA no
display. O operador poderá inibir o sinal sonoro por um período de 15 minutos pressionando a tecla SILENCIA
ALARME. Ao término desse período, caso persista a condição de hipertermia do paciente, o alarme voltará a
ser acionado.

15) Alarme hipotermia


Esse alarme será acionado apenas para o modo RN e será acionado sempre que a diferença entre a
temperatura desejada ajustada pelo usuário e a temperatura do recém-nascido for maior que 1,0°C abaixo da
temperatura desejada e programada.Além do alerta sonoro, haverá indicação visual através de led vermelho
no painel e mensagem HIPOTERMIA no display. O operador poderá inibir o sinal sonoro por um período de 15
minutos pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao término desse período, caso persista a condição de
hipotermia do paciente, o alarme voltará a ser acionado.

16) Alarme de sobreaquecimento


Para maior segurança, os circuitos eletrônicos e sensor de temperatura, responsáveis pelo acionamento desse
alarme são independentes do termostato microprocessado.
Sempre que o alarme de sobreaquecimento estiver acionado a incubadora desligará automaticamente todos os
sistemas de servo controle.
Sempre que a temperatura no interior da cúpula ultrapassar os 40ºC. Além do alerta sonoro, haverá indicação
através de led vermelho no painel e mensagem SOBREAQUECIMENTO no display. Somente o sinal sonoro
poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME, o led vermelho no painel e a mensagem no display
continuaram sinalizando o alarme.
Estas indicações permanecerão até que a temperatura do ar abaixe dos 39ºC habilitando novamente a
resistência e mantendo-se assim. Para sair da condição de alarme de sobreaquecimento deve-se pressionar
novamente a tecla SILENCIA ALARME.

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ATENÇÃO
- A utilização da incubadora em ambientes com temperatura elevada, exposição direta a luz solar,
lâmpadas incandescentes, colchões térmicos e fototerapias podem provocar o acionamento deste
alarme.

 UMIDADE (OPCIONAL):
17) Alarme nível baixo de água
Esse alarme será acionado sempre que o sistema de umidificação estiver ligado e o nível de água do
reservatório estiver abaixo do nível mínimo. Quando o alarme de nível baixo for acionado, a pastilha de
piezoelétrica será desligada e o sistema de umidificação servo controlado será desativado. Além do alerta
sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem NIVEL BAIXO DE ÁGUA no display.
O alarme poderá ser inibido pela tecla SILENCIA ALARME.

18) Alarme umidade ALTA


Esse alarme será acionado sempre que a umidade relativa indicada no display estiver com uma diferença
maior que 15% acima do valor desejado programado pelo operador da incubadora. Além do alerta sonoro,
haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem UMIDADE ALTA no display. O operador
poderá inibir o sinal sonoro por um período de 15 minutos pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao
término desse período, caso persista a condição de UMIDADE ALTA, o alarme voltará a ser acionado.

19) Alarme umidade BAIXA


Esse alarme será acionado sempre que a umidade relativa indicada no display estiver com uma diferença
maior que 15% abaixo do valor desejado programado pelo operador da incubadora. Além do alerta sonoro,
haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem UMIDADE BAIXA no display. O operador
poderá inibir o sinal sonoro por um período de 15 minutos pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao
término desse período, caso persista a condição de UMIDADE BAIXA, o alarme voltará a ser acionado.

20) Alarme falha no sensor UR


Esse alarme será acionado quando o sensor de umidade, localizado dentro do compartimento do recém-
nascido apresentar falha em sua leitura. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no
painel e mensagem FALHA NO SENSOR UR no display. Esse alarme não poderá ser silenciado pela tecla
SILENCIA ALARME.

 OXIGÊNIO (OPCIONAL):
21) Alarme alta concentração de oxigênio
Esse alarme será acionado sempre que o nível de oxigênio indicado no display estiver com uma diferença
maior que 5% acima do valor desejado programado pelo operador da incubadora. Além do alerta sonoro,
haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem OXIGENIO ALTO no display. O operador
poderá inibir o sinal sonoro por um período de 15 minutos pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao
término desse período, caso persista a condição de OXIGENIO ALTO, o alarme voltará a ser acionado.

22) Alarme baixa concentração de oxigênio


Esse alarme será acionado sempre que o nível de oxigênio indicada no display estiver com uma diferença
maior que 5% abaixo do valor desejado programado pelo operador da incubadora. Além do alerta sonoro,
haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem OXIGENIO BAIXO no display. O operador
poderá inibir o sinal sonoro por um período de 15 minutos pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao
término desse período, caso persista a condição de OXIGENIO BAIXO, o alarme voltará a ser acionado.

23) Alarme falha no sensor de oxigênio


Esse alarme será acionado quando houver diferença na leitura entre os dois sensores de oxigênio instalados
dentro do compartimento do recém-nascido.
O acionamento do alarme irá interromper automaticamente entrada de oxigênio dentro do compartimento do
recém-nascido e o sistema de oxigênio servo controlado será desativado.
Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem FALHA NO SENSOR
O2 no display. O operador poderá inibir o alarme pressionando a tecla SILENCIA ALARME, nesta condição
apenas a mensagem “Falha no Sensor O2” permanecera no display.

24) Alarme calibração requerida


Esse alarme indica que o sensor de oxigênio precisa ser calibrado para que o servo controle possa ser
utilizado e será indicado a cada 10 dias, ou caso o sistema identifique a necessidade.

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O acionamento do alarme irá interromper automaticamente entrada de oxigênio dentro do compartimento do
recém-nascido e o sistema de oxigênio servo controlado.
Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e mensagem CALIBRAR O2 no
display. O operador poderá inibir o sinal sonoro pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Caso o sistema de
oxigênio não for calibrado e o operador tentar operar o servo controle de O2, o alarme será novamente gerado.

 OXIMETRIA (OPCIONAL):
25) Alarme sensor de oximetria desconectado
Esse alarme será acionado sempre que houver alguma medida valida de SpO2 e BPM, e houver a desconexão
do cabo do sensor do equipamento (pelo operador ou acidentalmente). Além do alerta sonoro, haverá
indicação através de led vermelho no painel e mensagem SENSOR SPO2 DESCONECTADO no display. O
operador poderá inibir o alarme pressionando a tecla SILENCIA ALARME.

26) Alarme sensor de oximetria desalojado


Esse alarme será acionado sempre que houver alguma medida valida de SpO2 e BPM, e o sensor ficar mal
posicionado ou se soltar. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e
mensagem SENSOR SPO2 DESALOJADO no display. O operador poderá inibir o sinal sonoro pressionando a
tecla SILENCIA ALARME.

27) Alarme ALTA SPO2


Esse alarme será acionado quando a porcentagem de SpO2 lida pelo sensor de oximetria estiver acima do
limite máximo programado pelo usuário. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no
painel e mensagem ALTA SPO2 no display. O operador poderá inibir o sinal sonoro, por um período de 2
minutos, pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao término desse período, caso persista a condição de
ALTA SPO2 do paciente, o alarme voltará a ser acionado.

28) Alarme BAIXA SPO2


Esse alarme será acionado quando a porcentagem de SpO2 lida pelo sensor de oximetria estiver abaixo do
limite mínimo programado pelo usuário. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no
painel e mensagem BAIXA SPO2 no display. O operador poderá inibir o sinal sonoro, por um período de 2
minutos, pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao término desse período, caso persista a condição de
BAIXA SPO2 do paciente, o alarme voltará a ser acionado.

29) Alarme alto BPM


Esse alarme será acionado quando a freqüência cardíaca lida pelo sistema de oximetria estiver acima do limite
máximo programado pelo usuário. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e
mensagem ALTO BPM no display. O operador poderá inibir o sinal sonoro por, um período de 2 minutos,
pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao término desse período, caso persista a condição de ALTO BPM
do paciente, o alarme voltará a ser acionado.

30) Alarme baixo BPM


Esse alarme será acionado quando a freqüência cardíaca lida pelo sistema de oximetria estiver abaixo do limite
mínimo programado pelo usuário. Além do alerta sonoro, haverá indicação através de led vermelho no painel e
mensagem BAIXO BPM no display. O operador poderá inibir o sinal sonoro, por um período de 2 minutos,
pressionando a tecla SILENCIA ALARME. Ao término desse período, caso persista a condição de BAIXO BPM
do paciente, o alarme voltará a ser acionado.

12.1 - VERIFICAÇÃO DOS ALARMES


Utilize o seguinte procedimento para verificar o funcionamento dos alarmes da incubadora de transporte.
Antes de iniciar a verificação assegure-se de que:
- A incubadora esteja sem paciente.
- O sensor de RN esteja desconectado do módulo de sensores.
- O cabo de alimentação esteja devidamente conectado a rede elétrica.
1- Pressione a tecla LIGA no painel de controle e verifique se o display acende e há inicialização do
sistema.
2- Pule a tela de Configuração (Veja item 10 – Ligando a Incubadora de Transporte - modelo RWT PLUS)
.
3- Ajuste a temperatura desejada para o ar 37,0°C. (Veja item 10.1 – Utilização do modo AR) Verifique se
o aquecimento é ligado.

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4- Aguarde a estabilização da temperatura. Abra a cúpula e verifique que a temperatura indicada para o
AR no painel frontal irá cair. O alarme Ar Frio deverá ser acionado assim que a temperatura indicada
para o AR cair abaixo de 36,0ºC. Feche a cúpula após o acionamento do alarme.
5- Conecte o sensor de RN no módulo de sensores e selecione o modo RN (Veja item 10.2 – Utilização
do modo RN).
6- Ajuste a temperatura desejada para o modo RN de 37ºC. Posicione o sensor RN a 10cm de distância
de altura, sobre o centro do colchão. Aguarde a estabilização da temperatura (a temperatura RN
indicada no display deve estar próxima do valor da temperatura desejada ou seja 37,0ºC). Antes de
continuar o teste, verifique se não existe nenhum alarme acionado.
7- Retire o sensor do RN do interior da cúpula, deixando-o exposto a temperatura ambiente. Verifique se
ocorre o acionamento do alarme de Hipotermia, que deve ocorrer quando a temperatura indicada para
RN estiver 1,0ºC abaixo da temperatura desejada.
8- Posicione agora o sensor do RN em um recipiente com água com temperatura acima de 38,0ºC, por
exemplo, água retirada de uma torneira com aquecedor ou chuveiro elétrico. Verifique se ocorre o
aumento da temperatura do RN indicada pelo modulo de controle. O alarme de Hipertermia deve ser
acionado quando a temperatura indicada para RN no display estiver 1,0ºC acima da temperatura
desejada. Nessa situação o indicador de aquecimento devera estar desligado.
9- Desconecte o sensor de RN do módulo de sensores e verifique o acionamento do alarme Sensor de
RN Desconectado.
10- Desconecte o cabo do módulo de sensores. Verifique o acionamento do alarme Módulo de Sensores
Desconectado.
11- Conecte o cabo do módulo de sensores e retorne a incubadora ao modo de funcionamento AR.
12- No painel frontal da Incubadora, selecionar a condição em “modo AR”, e ajuste a temperatura para
36,0ºC. Deixar estabilizar o sistema por aproximadamente 30 minutos. Após esta estabilização obstruir
a entrada ou saída de ventilação na bandeja da Incubadora. No intervalo de 15 a 120 segundos,
deverá atuar o alarme sonoro e visual de Circulação de Ar. Desobstruir a passagem de ar.
13- Quando houver oximetria de pulso integrada, conecte o cabo do sensor de oximetria e posicione o
sensor sobre a superfície da pele (dedo).Quando o display mostrar os valores da leitura do sensor
desconecte o cabo do modulo dos sensores. Verifique se o alarme Sensor de Oximetria
Desconectado é acionado.
14- Caso haja umidade servocontrolada, acione o sistema de umidificação, ajustando o valor desejado a
90% de umidade.Esvazie todo o sistema de umidificação através do dreno. Verifique se o alarme Nível
Baixo de Água é acionado.
15- Desconecte o cabo de alimentação da rede elétrica. Verifique se o alarme de Falta de Energia é
acionado.
16- Pressione a tecla desliga no painel de controle.
17- Caso qualquer um dos testes descritos não resulte no acionamento dos alarmes, solicite a visita da
assistência técnica mais próxima.
Nota:
- Para garantir a segurança do paciente, execute esse procedimento de verificação dos alarmes
semanalmente.
- A verificação dos alarmes não garante o perfeito funcionamento do equipamento. A calibração da temperatura
e o teste de alguns alarmes podem ser feitos somente pelas assistências técnicas autorizadas. Envie sua
incubadora de transporte para revisões periódicas em intervalos não superiores há 6 meses.

13 - MANUTENÇÃO
Após a execução de qualquer procedimento de manutenção, assegure-se de que o equipamento e seus
alarmes estão em condições perfeitas de funcionamento, conforme procedimento descrito no item 12.1 -
Verificação dos Alarmes.
Assegure-se de que a manutenção seja sempre executada por pessoal qualificado, com treinamento na fábrica
e que as peças de reposição utilizadas sejam originais.
Consulte o item Especificações Técnicas ou entre em contato com a assistência técnica autorizada mais
próxima, para informações mais detalhadas sobre manutenção preventiva e corretiva, peças, esquemas
elétrico-eletrônicos e treinamento técnico.
ATENÇÃO
- Somente pessoal qualificado e autorizado pela fábrica deverá executar os procedimentos de
manutenção e revisão da incubadora de transporte.
- Para evitar a possibilidade da ocorrência de queimaduras enquanto está se realizando a
manutenção da incubadora de transporte, assegure-se de que o equipamento está desligado da
rede elétrica e que o fornecimento de oxigênio e ar está fechado ou desconectado.

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13.1 - MANUTENÇÃO PREVENTIVA
 A manutenção da Incubadora de Transporte - modelo RWT PLUS possibilita ao usuário e ao pequeno
paciente o pleno funcionamento do equipamento sem qualquer risco para ambos. Para melhor conservação do
equipamento e maior segurança do paciente, antes que a incubadora receba um novo recém-nascido, o
operador da incubadora deve seguir o procedimento:
 Realize a limpeza e assepsia de acordo com as orientações deste manual.
 Verifique a carga da bateria através do seguinte teste: ligue à incubadora e selecione o valor máximo de
ajuste para a temperatura do ar. Desconecte o cabo da tomada por um período mínimo de 10 minutos.
Verifique a oscilação do indicador de carga da bateria. Durante esse período, o aquecimento da incubadora
deve permanecer acionado.
 Caso ocorra uma oscilação acima de 20%, ou não sejam observadas estas condições, chame um técnico
autorizado para avaliação da bateria e seu sistema de carga.
 Inspecione as tampas lateral e frontal da cúpula de acrílico, tendo especial atenção ao mecanismo de trava
que deve manter as tampas fechadas, mesmo após a aplicação de força no sentido de dentro para fora da
cúpula.
 Verifique a estabilidade da incubadora tentando deslocá-la com os freios dos quatro rodízios acionados.
 Cheque o funcionamento do mecanismo de ajuste de altura do suporte, acionando a trava e pressionando
a incubadora para baixo. Após atingir a altura mínima, verificar se o suporte permanece travado nessa posição.
 Verifique o mecanismo de trava dos cilindros aplicando uma força no sentido da calha, os mesmos devem
manter os cilindros presos.
 Para a verificação dos alarmes veja item 12 – Funcionamento dos Alarmes.
Leito
O leito da incubadora deverá ser revisado a cada seis meses para assegurar seu correto funcionamento. O
técnico deverá executar o seguinte procedimento:
- Abrir a tampa lateral da cúpula e puxar o leito para fora. Verificar se a trava é acionada antes do leito sair
totalmente do interior da cúpula.
- Verificar se o leito não apresenta deformações ou partes quebradas.
- Verificar se o colchão está em bom estado, com sua capa plástica sem partes rasgadas ou costuradas.
Suporte
O suporte da incubadora de transporte deve ser revisado a cada seis meses para garantir seu funcionamento.
O técnico deverá executar o seguinte procedimento:
- Verificar se todas as peças do suporte estão bem fixadas. Verificar o aperto dos parafusos de fixação.
- Verificar o funcionamento dos rodízios, se eles estão girando livremente e se os freios estão funcionando
corretamente.
- Verificar se a trava de ajuste de altura está funcionando.
- Verificar o acionamento do ajuste de altura, caso os amortecedores estejam danificados o movimento de
descida ou subida pode se apresentar excessivamente difícil.
Corpo
- Verificar se o corpo da incubadora apresenta condições normais de uso. Não devem existir partes trincadas
ou quebradas, especialmente junto aos pontos de fixação da cúpula e módulo de controle.
Cúpula
- Verificar se a cúpula de acrílico da incubadora apresenta condições normais de uso. Não devem existir partes
trincadas ou quebradas.
Teste dos Atuadores
Entrar na tela de teste dos atuadores com o código de acesso 2818.
Após digitar o código 2818, aparecerá a tela para teste dos atuadores do sistema. Todas as opções estarão
desabilitadas, marcadas em OFF, conforme figura 121.
Para habilitar as opções desejadas:
- Girar o spin knob até selecionar a opção que se deseja habilitar na coluna ON.
- Pressione o spin knob para marcar e habilitar a opção selecionada.
- Para sair da tela desligue o equipamento pressionando a tecla LIGA/DESLIGA.

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Figura 121 - Tela para teste dos atuadores

- Verifique o acionamento do oxigênio, caso tenha:


• Gire o spin knob até que o cursor chegue na opção ON do oxigênio.
• Pressione o spin knob para marcar a opção e habilitar o oxigênio.
• Verifique se o oxigênio está sendo liberado, através do barulho.
• Verifique, com um multímetro, se há tensão de aproximadamente 15 Vdc no barramento, conforme
esquema elétrico A-1-2657.
- Verifique o acionamento da umidade:
• Proceda como item anterior para habilitar umidade.
• Se o reservatório interno estiver cheio, poderá ser ouvido o borbulhar da água.
• Se o reservatório interno estiver vazio, a micro bomba será acionada para encher o reservatório.
• Verificar, com um multímetro, se há tensão de 26 Vdc no barramento, conforme esquema elétrico A-1-
2657.

- Verifique o acionamento da circulação de ar na cúpula:


• Proceda como item anterior para habilitar circulação
• O motor de circulação será acionado e começará a girar sentido horário.

- Verifique o acionamento do relé de segurança:


• Proceda como item anterior para habilitar relé de segurança
• Será ouvido o acionamento do relé de segurança, caso esteja funcionando corretamente.

- Verifique o acionamento da resistência


• Com o equipamento ligado na rede de alimentação.
• Habilite o relé de segurança, conforme itens anteriores.
• Habilite em seguida a resistência, conforme itens anteriores
• Começará a ocorrer o aquecimento da resistência.
• Verificar, com um multímetro, a tensão de 15 Vdc no barramento de tensão da resistência de 15Vdc,
conforme esquema elétrico A-1-2657.
• Verificar, com um multímetro, se no baramento de tensão da resistência de 12Vdc está com 0Vdc,
conforme esquema elétrico A-1-2657.
• Desconecte o cabo da rede de alimentação.
• Verificar, com um multímetro, se no barramento de tensão da resistência de 15Vdc está com 0Vdc,
conforme esquema elétrico A-1-2657.
• Verificar, com um multímetro, a tensão de 12 Vdc no barramento de tensão da resistência de 12Vdc,
conforme esquema elétrico A-1-2657.

Revisão periódica
- Recomenda-se que a incubadora de transporte passe por revisões periódicas de calibração a cada 6 meses
em uma das assistências técnicas autorizadas Olidef.

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13.2 - MANUTENÇÃO PERIÓDICA
O operador do aparelho deve verificar os seguintes itens para garantir o correto funcionamento da incubadora
de transporte.
PARTES EXAMINADAS PERÍODO DE MANUTENÇÃO EXECUÇÃO
Sensor de RN Toda vez que utilizar o equipamento Usuário
Lâmpada de iluminação auxiliar A cada 2 meses Técnico
Fechamento das portinholas A cada 2 meses Técnico
Abertura e travamento das tampas frontal e lateral da Técnico
A cada 2 meses
cúpula
Estado físico do colchão Toda vez que utilizar o equipamento Usuário
Mecanismo de ajuste de altura do suporte da incubadora A cada 2 meses Técnico
Trava de fixação da cúpula A cada 2 meses Técnico
Nível de carga da bateria Antes de cada remoção de paciente Usuário
Trava de fixação dos cilindros Toda vez que utilizar o equipamento Usuário
Sistema de trava da incubadora (Acessório) Toda vez que utilizar o equipamento Usuário
Guarnições da cúpula / portinholas A cada 6 meses Usuário
Esponja de umidificação A cada 6 meses Usuário
Cilindros A cada 12 meses Técnico
Válvula solenóide A cada 6 meses Técnico
Mangueiras de oxigênio e umidade A cada 12 meses Usuário/Técnico
Anéis Oring’s oxigênio e umidade A cada 12 meses Técnico
Filtro de ar A cada 3 meses Usuário
Filtro retenção de partículas A cada 3 meses Usuário
Reservatório externo e interno A cada 12 meses Técnico

 Substituição de Peças
Recomenda-se a substituição periódica de algumas peças que sofrem desgaste natural, conforme os prazos
descritos na tabela abaixo. As substituições devem ser feitas por pessoal técnico devidamente qualificado.
Utilize sempre peças fornecidas pela Olidef ou por suas assistências técnicas autorizadas.
SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS PRAZO EXECUTANTE
Lâmpada de iluminação auxiliar 12 meses Técnico
Bateria selada recarregável – 12V 18 meses Técnico
Mangueira de alta pressão 12 meses Usuário
Amortecedores do suporte 24 meses Técnico
Filtro de ar 3 meses Usuário
Filtro retenção de partículas 3 meses Usuário
Anéis Oring’s das válvulas de oxigênio 12 meses Técnico
Manga Iris 6 meses Técnico
Manga Punho 6 meses Técnico
Abafador de AR 12 meses Técnico
Passa tubos 12 meses Técnico
Colchão 6 meses Usuário
Espuma de umidade 6 meses Usuário
Capa do colchão 12 meses Usuário
Célula de oxigênio 12meses Técnico
Bateria Recarregável 8,4V – Níquel Cadium 12 meses Técnico

ATENÇÃO
- As baterias deverão ser substituídas somente por técnico credenciado pela fábrica.

13.3 - TROCA DO FILTRO DE AR


Para substituir o filtro de ar (1), desrosquear manualmente os dois parafusos (3) até o final do curso e puxar a
tampa protetora do filtro (2) para baixo. Troque o filtro de ar e retorne-o na posição original, conforme a figura
122.

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Figura 122 – Substituição do filtro de ar

13.4 - TROCA DO FILTRO DE AR DA VÁLVULA DE OXIGÊNIO PASSIVA


Para substituir o filtro de ar da válvula de oxigênio passiva ,desrosquear o bico de entrada da válvula (2) até o
final do curso, cuidado para não cortar o anel o’ring. Troque o filtro de ar (1) e retorne-o na posição original,
conforme a figura 123.

Figura 123 – Substituição do filtro de ar

13.5 - TROCA DO FILTRO DE AR DA VÁLVULA DE OXIGÊNIO LIMITADORA


Para substituir o filtro de ar (1), desrosquear o bico de entrada da válvula (2) até o final do curso, cuidado para
não cortar o anel o’ring. Troque o filtro de ar e retorne-o na posição original, conforme a figura 124.

Figura 124 – Substituição do filtro de ar

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13.6 - TROCA DO FILTRO DE AR DA VÁLVULA DE OXIGÊNIO SERVOCONTROLADA
Para substituir o filtro de ar da válvula de oxigênio servocontrolada, desrosquear o bico de entrada da válvula
(3) até o final do curso, cuidado para não cortar o anel o’ring. Troque o filtro de ar (1) e retorne-o na posição
original, conforme a figura 125.

Figura 125 – Substituição do filtro de ar

13.7 - REMOÇÃO DO PAINEL DE ALIMENTAÇÃO DA INCUBADORA


Este painel encontra-se do lado direito da incubadora e nele está localizado a chave geral, os mini-disjuntores
rearmáveis 8 A (F1/F2), alimentação auxiliar 12 VDC e alimentação 120-230V~.
Para remover o painel de alimentação:
- Utilize uma chave philips.
- Remova o parafuso localizado na parte inferior do painel de alimentação da incubadora, conforme figura 126.
- Remova os dois parafusos localizados na parte superior do painel de alimentação da incubadora.

Figura 126 – Localização dos parafusos do painel de alimentação da incubadora

13.8 - REMOÇÃO DO PAINEL MÓDULO DOS SENSORES DA INCUBADORA


Este painel encontra-se do lado esquerdo da incubadora e nele está localizado os conectores módulo do
sensor, sensor RN e sensor de oximetria.
Para remover o painel módulo dos sensores:
- Remova manualmente o parafuso recartilhado localizado na parte inferior do painel módulo dos sensores.

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- Remova manualmente os parafusos recartilhados localizados na parte superior do painel módulo dos
sensores, conforme figura 127 e 128.

Figura 127 – Painel módulos dos sensores Figura 128 – Remoção dos parafusos recartilhados

13.9 - REMOÇÃO DO PAINEL MÓDULO DE CONTROLE DA INCUBADORA


Este painel encontra-se na parte frontal da incubadora e nele está localizado o display LCD gráfico de 7”
widescreen colorido com acionamento touchscreen, teclado de membrana, botão rotativo e leds de indicação.
Para remover o painel módulo de controle:
- Utilize uma chave philips.
- Remova o parafuso localizado na parte inferior do painel módulo de controle, conforme figura 129.
- Remova os parafusos localizados nas laterais do painel módulo de controle, conforme figura 130.

Figura 129 – Parafuso inferior do painel módulo de controle Figura 130 – Parafusos laterais do painel módulo de controle

- Desloque com cuidado o painel módulo de controle para frente e remova os parafusos dos fixadores e
organizadores de cabos e os parafusos da lateral fixadores dos cabos de aterramento do painel, conforme
figura 131.
- Desconecte os cabos do painel para sua total remoção, conforme figura 132.

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Figura 131 – Fixadores de cabos

Figura 132 – Cabos conectados ao painel módulo de controle

13.10 - TROCA DA BATERIA DO RELÓGIO-CALENDÁRIO


Esta bateria encontra-se na placa de controle do display no interior do módulo de controle.
Para realizar a troca da bateria:
- Utilize uma chave philips.
- Abra o módulo de controle, removendo os quatro parafusos de fixação localizados nas laterais do módulo,
conforme figura 133.
- Remova a bateria do seu respectivo suporte, conforme figura 134.
- Encaixe a nova bateria em seu respectivo suporte na placa de controle.

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Figura 133 – Parafusos laterais de fixação para abertura do módulo

Figura 134 – Bateria relógio-calendário

13.11 - REMOÇÃO DA PLACA DE CONTROLE DO DISPLAY


A placa de controle do display encontra-se no interior do módulo de controle.
Para remover a placa de controle:
- Remova o painel módulo de controle, conforme descrito no item 13.9-Remoção do painel módulo de controle
da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave allen, remova o parafuso de fixação do spin knob localizado no painel de
controle, conforme figura 135 e 136.

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Figura 135 - Parafuso de fixação do spin knob

Figura 136 – Removendo spin knob

- Abra o módulo de controle, removendo os quatro parafusos de fixação localizados nas laterais do módulo,
conforme figura 137.
- Desconecte os cabos flat do teclado de membrana da placa de controle, conforme figura 138.

Figura 137 – Parafusos laterais de fixação para abertura do módulo

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Figura 138 – Cabos flat do teclado de membrana

- Remova o teclado de membrana.


- Com o auxílio de uma chave philips, remova os quatro parafusos de fixação do módulo de controle no painel,
conforme figura 139.
- Com o auxílio de uma chave philips, remova os quatro parafusos de fixação da placa de controle, conforme
figura 140.

Figura 139 – Parafusos de fixação do módulo de controle no painel

Figura 140 – Parafusos de fixação da placa de controle

89
- Para remoção total da placa de controle, desconecte os cabos flat e de alimentação do display, conforme
figura 141.

Figura 141 – Conectores cabos flat e alimentação do display

13.12 - REMOÇÃO DO MÓDULO FONTE DA INCUBADORA


O módulo fonte encontra-se no interior da incubadora e nele está localizado a fonte ajustável de alimentação
12Vdc, placa fonte, bateria recarregável de backup, bateria de contagem de uso do módulo fonte e verificação
de carga da bateria 12Vdc-33ampéres, microventilador e placa de alimentação da pastilha de
umidificação(26Vdc).
Para remover o módulo fonte:
- Com o auxílio de uma chave allen, remova os dois parafusos de fixação dos suportes de cilindro de oxigênio
frontal e traseiro e retire-os, conforme figura 142.

Figura 142 – Suportes de cilindro de oxigênio

- Com o auxílio de uma chave philips, remova os quatro parafusos de fixação das proteções frontal e traseira
do módulo fonte, conforme figura 143.

90
Figura 143 – Laterais inferiores frontal e traseira

- Desconecte todos os cabos na parte frontal e traseira do módulo fonte, conforme figura 144.
- Remova os quatro parafuso que fixam o módulo fonte no chassis pela parte de baixo da incubadora,
conforme figura 145.

Figura 144 – Cabos do módulo fonte

Figura 145 – Parafusos de fixação do módulo fonte no chassis

91
- Retire o módulo fonte puxando-o para fora e desconecte o cabo flat de comunicação com a placa
controladora do display e o cabo de alimentação da fonte, conforme figura 146.

Figura 146 – Removendo o módulo fonte

13.13 - TROCA DA FONTE AJUSTÁVEL DE ALIMENTAÇÃO 15VDC 20 AMPÉRES


A fonte ajustável 15Vdc encontra-se no interior da incubadora presa junto ao módulo fonte.
Para remover a fonte:
- Remova o módulo fonte conforme item 13.10-Remoção do módulo fonte da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave philips, retire a fonte removendo o parafuso inferior de cada uma das quatro
chapas de fixação da fonte ajustável ao módulo fonte, conforme figura 147.

Figura 147 – Chapas de fixação da fonte ajustável 15Vdc ao módulo fonte

13.14 - TROCA DO MICROVENTILADOR DO MÓDULO FONTE


O microventilador encontra-se no interior do módulo fonte.
Para remover o microventilador:
- Remova o módulo fonte conforme item 13.10-Remoção do módulo fonte da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave philips, abra o módulo fonte removendo os quatro parafusos laterais de fixação,
conforme figura 148.
- Desconecte o cabo do microventilador da placa fonte, conforme figura 149.

92
Figura 148 – Parafusos laterais do módulo fonte

Figura 149 – Conector microventilador

- Com o auxílio de uma chave canhão, remova as duas porcas de fixação do microventilador e retire-o,
conforme figura 150.
- Encaixe o novo microventilador nos dois parafusos e prenda-o com as duas porcas de fixação.
- Conecte o cabo do microventilador na placa fonte.

93
Figura 150 – Removendo o microventilador

13.15 - TROCA DA BATERIA DE BACKUP RECARREGÁVEL


A bateria de backup recarregável encontra-se no interior do módulo fonte.
Para remover a bateria de backup:
- Remova o módulo fonte conforme item 13.10-Remoção do módulo fonte da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave philips, abra o módulo fonte removendo os quatro parafusos laterais de fixação,
conforme figura 151.
- Desconecte o cabo da bateria de backup da placa fonte, conforme figura 152.

Figura 151 – Parafusos laterais do módulo fonte

94
Figura 152 – Conector bateria backup recarregável

- Remova a bateria de backup do suporte, conforme figura 153.


- Encaixe a nova bateria no suporte.
- Conecte o cabo da bateria na placa fonte.

Figura 153 – Removendo bateria backup recarregável

13.16 - TROCA DA PLACA DE ALIMENTAÇÃO DA PASTILHA DE


UMIDIFICAÇÃO(OPCIONAL)
A placa de alimentação da pastilha de umidificação encontra-se no interior do módulo fonte.
Para remover a placa:
- Remova o módulo fonte conforme item 13.10-Remoção do módulo fonte da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave philips, abra o módulo fonte removendo os quatro parafusos laterais de fixação,
conforme figura 154.
- Desconecte o cabo da placa de alimentação da pastilha da placa fonte, conforme figura 155.

95
Figura 154 – Parafusos laterais do módulo fonte

Figura 155 – Conector da placa de alimentação da pastilha de umidificação

- Com o auxílio de uma chave philips, remova o parafuso de fixação da placa de alimentação da pastilha de
umidificação, conforme figura 156.
- Posicione a nova placa em seu devido lugar e prenda com o parafuso de fixação.
- Conecte o cabo da placa de alimentação da pastilha na placa fonte.

96
Figura 156 – Removendo a placa de alimentação da pastilha de umidificação

13.17 - TROCA DA BATERIA CR2032 3V DA PLACA FONTE


A bateria CR2032 lithium 3V encontra-se na placa fonte no interior do módulo fonte.
Para remover a bateria:
- Remova o módulo fonte conforme item 13.10-Remoção do módulo fonte da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave philips, abra o módulo fonte removendo os quatro parafusos laterais de fixação,
conforme figura 157.
- Remova a bateria do seu respectivo suporte, conforme figura 158.
- Encaixe a nova bateria em seu respectivo suporte na placa fonte.

Figura 157 – Parafusos laterais do módulo fonte

97
Figura 158 – Localização da bateria CR2032 lithium 3V

13.18 - REMOVENDO A PLACA FONTE


A placa fonte encontra-se no interior do módulo fonte.
Para remover a placa:
- Remova o módulo fonte conforme item 13.10-Remoção do módulo fonte da incubadora.
- Com o auxílio de uma chave philips, abra o módulo fonte removendo os quatro parafusos laterais de fixação,
conforme figura 159.
- Desconecte todos cabos da placa fonte.
- Com o auxílio de uma chave canhão, remova os quatro parafusos de fixação da placa, conforme figura 160.

Figura 159 – Parafusos laterais do módulo fonte

98
Figura 160 – Removendo a placa fonte

13.19 - TROCA DA LÂMPADA AUXILIAR


Para remover a lâmpada auxiliar:
- Remova a trava metálica de fixação da lâmpada localizada na parte de baixo do suporte da lâmpada,
conforme figura 161.
- Remova a lâmpada para fora até visualização do conector, conforme figura 162.
- Desconecte o cabo de alimentação da lâmpada para sua total remoção, conforme figura 163.
- Conecte o cabo de alimentação da nova lâmpada.
- Empurre a lâmpada para dentro do suporte.
- Coloque novamente a trava metálica para fixação da lâmpada.

Figura 161 – Suporte da lâmpada auxiliar

99
Figura 162 – Retirando a lâmpada auxilar Figura 163 – Desconexão da lâmpada auxiliar

13.20 - DISPLAY COM TONALIDADE MAIS ESCURA


Se o display apresentar tonalidade mais escura, verificar se os seguintes componentes na placa controle do
display estão corretos:
- Transistor Q1: BC817
- Resistores R4 e R5: 270R, conforme demonstrado no esquema elétrico da figura 164.

Figura 164 – Esquema eletrônico controle tonalidade do display

13.21 - VEFIRICAÇÃO DO FUNCIONAMENTO INCORRETO NA UMIDIFICAÇÃO


Se houver alarme de nível de água baixo ou umidade baixa acionado com o reservatório de água cheio:
- Verificar se a mangueira de abastecimento não está obstruída, dobrada ou com bolhas de ar.
- Verificar se a micro bomba está funcionando corretamente da seguinte maneira:
• Entrar na tela de teste dos atuadores com o código de acesso 2818, conforme procedimento do item
15 - Códigos de Acesso e Calibração RWT-PLUS. Todas as opções estarão marcadas em OFF, ou
seja, desativadas.
• Retirar toda água do reservatório interno através do dreno localizado na parte inferior da incubadora,
conforme figura 165.
• Habilitar a Circulação e Umidade, conforme figura 166.
• Verificar se a microbomba foi acionada e se válvula solenóide atuou.
• Se a microbomba e a válvula solenóide não foi acionada:
- Verificar tensões 12Vdc(quando estiver na bateria) e 15Vdc(quando estiver na rede) no barramento,
conforme esquema elétrico A-1-2657.
- Verificar se há tensão de 26 Vdc no barramento(esquema elétrico A-1-2657), conforme figura 167.

100
- Verificar a conexão da microbomba com a válvula solenóide.
- Verificar se não há fios desconectados ou quebrados.
- Se todas as conexões, cabos e alimentação estiverem corretos a microbomba e/ou solenóide deverá
ser trocada.
• Se a microbomba for acionada:
- Aguardar 3 minutos.
- Verificar se não há mangueiras dobradas ou bolhas nas mangueiras.
- Retirar a cúpula, o leito do RN e a tampa de assepsia, conforme item 14.1-Limpeza - Compartimento
do RN.
- Verificar se água está borbulhando e gerando vapor.
- Se não estiver funcionando, trocar a placa de umidificação localizada embaixo do reservatório interno
de água, conforme item 13.3 - Troca da placa de umidificação.
- Verificar fusível de 2.5A de proteção do barramento 26Vdc.

Figura 165 – Localização do dreno do reservatório interno de água

Figura 166 – Teste dos atuadores da umidificação habilitados Figura 167 – Tensão 26 Vdc na placa da fonte

13.22 - TROCA DA MICROBOMBA


A microbomba encontra-se no interior do painel de alimentação da incubadora.
Para remover a microbomba:
- Remova o painel de alimentação da incubadora, conforme item 13.7-Remoção do painel de alimentação da
incubadora.
- Desconecte o cabo de alimentação da microbomba, conforme figura 168.
- Com o auxílio de uma chave philips, remova os dois parafusos da chapa de fixação da microbomba, conforme
figura 169.

101
Figura 168 – Conector cabo de alimentação microbomba

Figura 169 – Chapa de fixação da microbomba

- Desconecte as mangueiras da microbomba, conforme figura 170.


- Conecte as mangueiras na nova microbomba.
- Posicione a nova microbomba em seu devido lugar e prenda com a chapa de fixação.
- Conecte o cabo de alimentação da microbomba.

Figura 170 – Conexões mangueiras da microbomba

102
13.23 - TROCA DA VÁLVULA SOLENÓIDE DE CONTROLE DE VAZÃO
A válvula solenóide encontra-se no interior do painel de alimentação da incubadora.
Para remover a válvula solenóide:
- Remova o painel de alimentação da incubadora, conforme item 13.7-Remoção do painel de alimentação da
incubadora.
- Desconecte os cabos de alimentação da válvula solenóide, conforme figura 171.
- Com o auxílio de uma chave philips, remova os dois parafusos da chapa de fixação da válvula solenóide,
conforme figura 172.

Figura 171 – Conectores cabos de alimentação válvula solenóide

Figura 172 – Chapa de fixação da válvula solenóide

- Desconecte as mangueiras da válvula solenóide, conforme figura 173.


- Conecte as mangueiras na nova válvula solenóide.
- Posicione a nova solenóide em seu devido lugar e prenda com a chapa de fixação.
- Conecte os cabos de alimentação da válvula solenóide.

103
Figura 173 – Conexões mangueiras da válvula solenóide

13.24 - TROCA DA PLACA DE UMIDIFICAÇÃO


Para realizar a troca da placa de umidificação:
- Retire a cúpula.
- Retire o leito do RN.
- Retire a tampa de assepsia.
- Para retirar a tampa do reservatório solte manualmente os parafusos recartilhados, conforme figura 174.

Figura 174 – Retirando os parafusos recartilhados

- Puxe a tampa do reservatório interno, conforme figura 175.

Figura 175 – Retirando a tampa do reservatório

104
- Puxe o reservatório interno para fora.
- Desconecte o cabo de alimentação da placa de umidificação, conforme figura 176.
- Desconecte as mangueiras do reservatório.
- Retire os três parafusos de fixação da placa de umidificação no reservatório, com o auxílio de uma chave
philips, confome figura 177.
- Troque a placa de umidificação por uma nova, fixando novamente com os parafusos.
- Conecte o cabo de alimentação da placa de umidificação.
- Coloque o reservatório interno novamente e fixe a tampa do reservatório com os knobs recartilhados.

Figura 176 – Remoção do reservatório interno

Figura 177 – Placa de umidificação e parafusos de fixação

13.25 - MANUTENÇÃO E REMOÇÃO DO MÓDULO DO SENSOR DA CÚPULA


• Remoção Módulo do Sensor sem Servocontrole de O2
Para retirar o módulo dos sensores da cúpula:
- Remova manualmente a porca (2) que fixa o sensor (1), conforme figura 178.
• Remoção Módulo do Sensor com Servocontrole de O2
Para retirar o módulo do sensor quando houver servo controle de O2:
- Remova manualmente o parafuso(1)
- Pressione o trinco da gaveta(2)
- Puxe todo o módulo(3) para fora, conforme figura 179.

105
Figura 178 – Removendo módulo do sensor Figura 179 – Removendo módulo do sensor com servocontrole de O2

• Funcionamento indevido do Módulo do Sensor sem Servocontrole de O2


Se houver mal funcionamento do módulo do sensor:
- Verificar se o cabo está conectado corretamente.
- Verificar se não há danos ou mal contato dos cabos.
- Substituir módulo do sensor.
- Verificar sensores na tela de informações da placa controladora módulo sensores cód: 2820 do item 15 -
Códigos de acesso e calibração RWT-PLUS.
• Funcionamento indevido do Módulo do Sensor com Servocontrole de O2
Se houver funcionamento indevido do módulo do sensor como: alarme de sensor desalojado, problemas na
leitura e controle do oxigênio e leitura dos sensores.
- Verificar se não há danos nos cabos, conectores e pinos dos conectores dos sensores no módulo dos
sensores, conforme figura 180.
- Verificar se os cabos dos sensores estão devidamente conectados na placa módulo dos sensores.
- Verificar se os reed-switch não possuem danos e se estão na posição correta na placa módulo dos sensores,
conforme figura 181.

Figura 180 – Módulo dos Sensores

106
Figura 181 – Placa Módulo Sensor

13.26 - TROCA DA BATERIA 12VDC 33 AMPÉRES


Para trocar a bateria da incubadora RWT-PLUS seguir as seguintes instruções:
- Remova o painel módulo dos sensores conforme item 13.8 - Remoção do painel módulo dos sensores da
incubadora.
- Apóie o painel no parachoque da incubadora.
- Solte a cinta de velcro, conforme figura 182.
- Puxe a bateria para fora do chassis da incubadora cuidadosamente, pois ainda está conectada pelos cabos
de alimentação, conforme figura 183 .

Figura 182 – Remoção da bateria

107
Figura 183 – Retirando a bateria

- Desconecte os cabos de alimentação da bateria removendo os parafusos e as porcas com auxílio de uma
chave philips, conforme figura 184.

Figura 184 – Remoção dos cabos da bateria

 Proteção Ambiental
Descarte
Caso exista necessidade de descarte do equipamento ou suas partes, e estes não possuam uma destinação
definida pelo cliente, o item em questão deve ser encaminhado ao fabricante ou assistência mais próxima para
que o descarte seja efetuado conforme a legislação vigente.
As baterias recarregáveis utilizadas na incubadora de transporte possuem tempo de vida limitado. Após a
substituição, encaminhe a bateria danificada ao fabricante ou assistência técnica autorizada mais próxima. Não
jogue esse material no lixo comum, pois as baterias possuem em sua composição materiais tóxicos e metais
pesados.

ATENÇÃO
- O descarte das baterias deve ser realizado de acordo com a legislação vigente no país.

108
14 - LIMPEZA E ASSEPSIA
14.1 - LIMPEZA
ATENÇÃO
- Para evitar a possibilidade de ocorrerem queimaduras ou descargas elétricas durante o
processo de limpeza e manutenção, assegure-se de que a Incubadora de Transporte - modelo
RWT PLUS está desconectado da rede elétrica e com a chave geral desligada, verifique se o
elemento aquecedor não está quente.
- Antes de iniciar os procedimentos de limpeza e manutenção, verifique se o fornecimento de
oxigênio está fechado ou desconectado da incubadora de transporte. Pode haver perigo de
explosão e incêndio durante a limpeza ou manutenção em um ambiente enriquecido com
oxigênio.
A limpeza da Incubadora de Transporte – modelo: RWT PLUS deve ser feita quando do recebimento inicial,
desligada/fora de uso, retorno de manutenção, após a utilização do equipamento(paciente retirado) ou
conforme procedimentos internos de limpeza e assepsia do local, obedecendo há seguinte seqüência:
• Utilize um pano limpo e macio umedecido em água e sabão neutro.
• Retire a poeira das superfícies plásticas e metálicas do equipamento.
• Limpe o suporte de monitor, suporte para soro e o suporte da incubadora.
• Limpe o sensor de temperatura do RN e o módulo de controle, tomando cuidado para não encharcar
essas partes do equipamento.
• Limpe toda superfície do corpo da incubadora, utilizando um pano umedecido em água e sabão neutro.

• COLCHÃO
1. Retire o colchão de dentro do compartimento do RN, conforme figura 185.

Figura 185 – Retirando leito do RN

2. Retire a espuma do colchão de sua capa plástica, conforme figura 186.

Figura 186 – Retirando a espuma do colchão

3. Lave a espuma e a capa plástica, com uma solução detergente e desinfetante apropriada e corretamente
diluída.
4. Enxágüe as peças em água corrente, eliminando qualquer resíduo da solução utilizada durante a limpeza
do material.
5. Deixe secar a temperatura ambiente.
6. Recoloque a espuma dentro de sua capa plástica.
7. Recoloque o colchão no leito da incubadora RWT PLUS.

109
• COMPARTIMENTO DO RN
Para limpeza do compartimento interno do RN siga o procedimento abaixo:

1. Para destravar o suporte de monitor puxe a trava e levante-o, conforme figuras 187 e 188.

Figura 187 – Destravando o suporte de monitor Figura 188 – Levantando o suporte de monitor

2. Retirar o módulo dos sensores, conector RN e sensor de oximetria, do painel do modulo dos sensores
quando houver.
3. Para destravar e retirar a cúpula, retire a trava de segurança, conforme figura 189.

Figura 189 – Destravando a cúpula

4. Retire o leito do RN pressionando a trava localizada abaixo do leito, conforme figura 190.

Figura 190 – Retirando leito do RN

5. Retire a tampa de assepsia soltando manualmente o parafuso recartilhado (A), conforme figura 191.

110
Figura 191 – Retirando parafuso recartilhado

6. A bacia e a tampa de assepsia podem ser limpas em água corrente ou com um pano umedecido em água
e sabão neutro.
7. Em seguida seque as peças com um pano limpo ou toalha de papel.
8. Recoloque a tampa de assepsia fixando-o com o parafuso recartilhado.
9. Recoloque o leito do paciente na sua posição original.

• VENTOINHA
1. Retire a cúpula.
2. Retire o leito do RN.
3. Retire a tampa de assepsia.
4. Segure a ventoinha (2) e retire manualmente à porca recartilhada (1), conforme figura 192.

Figura 192 – Retirando a porca recartilhada e a ventoinha.

5. A ventoinha e a porca recartilhada podem ser limpas em água corrente ou com um pano umedecido em
água e sabão neutro.
6. Seque todas as partes com um pano limpo ou toalha de papel.
7. Recoloque a ventoinha e a porca recartilhada em sua posição original.

• CÚPULA
1. Retire o módulo dos sensores da cúpula, soltando manualmente a porca (2) que fixa o sensor (1) conforme
figura 193.

Nota:
-Para retirar o módulo dos sensores quando houver servo controle de O2, retire manualmente o parafuso (1),
pressione o trinco da gaveta (2) e puxe todo o módulo para fora (3), conforme figura 194.

111
Figura 193 – Retirando módulo dos sensores Figura 194 – Retirando módulo dos sensores com servo controle de O2

2. Para retirar a cúpula, remova todas as guarnições, passagens de tubo e passadores duplos das cúpulas
externas e internas. Depois gire os parafusos até o final do curso, conforme figura 195.

Figura 195 – Soltando a cúpula

3. Remova as paredes duplas, conforme figura 196.

Figura 196 – Removendo Paredes Duplas

4. Retire a cúpula interna (1) e limpe a cúpula externa (2) da incubadora com um pano umedecido em água e
sabão neutro, conforme figura 197 e 198.

112
Figura 197 – Retirando a cúpula interna Figura 198 – Retirando a cúpula interna com servo controle de O2

5. A cúpula interna (1) pode ser limpa utilizando-se o mesmo processo.


6. Seque todas as partes com um pano limpo ou toalha de papel.
7. Recoloque a cúpula externa(2) em sua posição original e trave-a nas laterais.
8. Monte novamente as guarnições, passagens de tubo e passador duplo.
9. Monte novamente as paredes duplas.
10. Conectar o modulo dos sensores na cúpula.

• RESERVATÓRIO INTERNO (OPCIONAL)


1. Retire toda a água do reservatório através do dreno localizado na parte inferior da incubadora, conforme
figura 199.

Figura 199 – Localização do dreno


2. Retire a cúpula.
3. Retire o leito do RN.
4. Retire a tampa de assepsia.
5. Para retirar a tampa do reservatório solte manualmente os parafusos recartilhados, conforme figura 200.

113
Figura 200 – Retirando os parafusos recartilhados
6. Puxe a tampa do reservatório interno, conforme figura 201.

Figura 201 – Retirando a tampa do reservatório

7. A tampa do reservatório interno pode ser limpa em água corrente.


8. Seque-a com um pano limpo ou toalha de papel.
9. Retire a tampa com cuidado, conforme figura 201.
10. Limpe o reservatório interno com água e sabão, passe pano com cuidado.
11. Enxaguar a vontade, para não transbordar manter o dreno aberto.
12. Retire toda água, feche o dreno.
13. Recoloque a tampa em sua posição original e aperte os parafusos recartilhados.

• RESERVATÓRIO DE ÁGUA (OPCIONAL):


1. Retire toda a água do reservatório através do dreno localizado na parte inferior da incubadora, conforme
figura 202.

114
Figura 202 – Localização do dreno

2. Puxe a trava da gaveta (A) do reservatório, conforme a figura 203.

Figura 203 – Localização da trava da gaveta

3. Puxe a gaveta do reservatório (3) até o fim de curso e puxe a tampa do reservatório (1) e retire a
mangueira (4) do bico localizado na parte traseira do reservatório (2), conforme figura 204.

Figura 204 – Retirando o reservatório

4. O reservatório (2) pode ser lavado em água corrente ou limpo com um pano umedecido em água e sabão
neutro ou esterilizado por processo de autoclavagem em temperaturas de até 121ºC durante 20 minutos.
5. Em seguida seque as peças com um pano limpo ou toalha de papel.
6. Retorne o reservatório à sua posição original, conecte a mangueira,coloque a tampa no reservatório e
empurre a gaveta para travá-la.

115
14.2 - ASSEPSIA
Nos casos em que a incubadora tenha sido utilizada por uma criança com doença infectocontagiosa, a
assepsia deverá seguir um processo mais rigoroso. No entanto, por tratar se de um artigo não crítico, não há
necessidade de esterilização do equipamento ou suas partes, sendo suficiente apenas sua desinfecção.
Para isso, faça a limpeza do equipamento seguindo as indicações do Item 14.1 - Limpeza. Em seguida, após a
secagem das peças, utilize para desinfecção uma solução diluída de quaternário de amônio que tenha
espectro de ação bastante abrangente, porem, sem deixar residual susceptível que possa entrar em contado
com o corpo do recém-nascido e originar qualquer ação tóxica. Aplique essa solução com um pano limpo sobre
o colchão, o leito, o sensor de RN (não deixe essa solução entrar em contato com o plug do sensor de RN),
compartimento do RN e ventoinha. Na desinfecção das partes de acrílico, nunca use produtos a base de álcool
ou éter, pois esses líquidos danificam esse tipo de material.

ATENÇÃO
- Não autoclave a espuma ou a capa do colchão.
- Não utilize solventes ou produtos de limpeza abrasivos para limpar as superfícies da
incubadora de transporte.
- Não exponha as superfícies plásticas ou acrílicas sob a radiação direta de lâmpadas
germicidas. A radiação ultravioleta emitida pode causar ressecamento desses materiais.
-Não autoclave nem esterilize com gás nenhuma parte da incubadora de transporte.
- Para a esterilização a frio, verifique se o produto que será utilizado pode ser utilizado com
materiais plásticos e metálicos (cromados e pintados).
- Para imersão em líquidos, algumas substâncias químicas podem ser nocivas para os plásticos,
em caso de dúvida consulte o fornecedor desses produtos.

15 - CÓDIGOS DE ACESSO E CALIBRAÇÃO RWT-PLUS


Ao ligar o equipamento aparecerá a tela de opções de configuração. Caso o equipamento já esteja em
operação, e o operador queira entrar nesta tela, deve-se desligar o equipamento através da tecla
LIGA/DESLIGA do painel de controle e logo após ligá-lo novamente. Gire o spin knob até a opção CADASTRO
DE PACIENTE e depois pressione botão rotativo (spin knob) para confirmar, conforme figura 205.
Após confirmação aparecerá a tela para entrada de códigos de acesso e calibração da incubadora, conforme
figura 206.
Para digitar o código desejado:
- Gire o spin knob até o valor ou letra desejada
- Pressione o spin knob para confirmação do valor ou letra
- Repita os passos anteriores até digitar todo o código
- Gire o spin knob até a opção OK
- Pressione o spin knob para confirmar o código digitado

Figura 205 - Tela de Opções para Configuração Figura 206 - Tela de Cadastro de Paciente

• CÓDIGO PARA CALIBRAÇÃO DO TOUCH SCREEN: CÓD. 1234

Após digitar o código 1234, aparecerá a tela para calibração, conforme figura 207.
Para calibrar o touch screen:
- Toque no sinal (+) que aparece no canto superior esquerdo da tela
- Um novo sinal (+) aparecerá em outro canto da tela
- Toque todos os sinais (+) que aparecer

116
- Assim que o último sinal (+), que aparecerá no canto inferior direito, for tocado, o touch screen estará
calibrado.
- Para sair da tela desligue o equipamento pressionando a tecla LIGA/DESLIGA.

Figura 207 - Tela de Calibração do Touch Screen

• CÓDIGO DE INFORMAÇÕES MÓDULO FONTE: CÓD. 1236

Após digitar o código 1236, aparecerá uma tela com todas as informações necessárias sobre o funcionamento
do módulo fonte da incubadora, conforme figura 208.

Figura 208 - Tela de Informações do Módulo Fonte

• CÓDIGO PARA CALIBRAÇÃO DO SENSOR DE TEMPERATURA DO RN: COD. 2813

Após digitar o código 2813, aparecerá a tela para calibração do sensor de temperatura do RN, conforme figura
209.
O ajuste da temperatura do RN deve ser feito sempre que o valor indicado pelo display apresentar uma
diferença maior que 0,3ºC em relação à temperatura lida por um termômetro clínico ou termômetro de
precisão.
Para calibrar o sensor de temperatura do RN:
- Conecte o sensor de temperatura do RN no conector sensor RN no módulo dos sensores ou conectar no
painel de sensores.
- Coloque o valor de temperatura de referência REF em 34,5°, para isso:
• Gire o spin knob até atingir o valor desejado.
• Pressione a tecla BLOQUEIO DO TECLADO, do painel de controle, para confirmar o valor e gerar o
offset.
- Coloque o sensor do RN em um recipiente com água, a uma temperatura controlada de 34,5°C.
- A temperatura da água no interior do recipiente deve ser monitorada com um termômetro de precisão,
conforme figura 210.
- Compare a leitura do termômetro digital com o termômetro de precisão de vidro. A diferença máxima entre as
temperaturas deve ser inferior a 0,3°C.
- Se necessário ajuste a temperatura de referência REF para o valor lido no termômetro de precisão que está
monitorando o recipiente e pressione a tecla BLOQUEIO DO TECLADO, as duas temperaturas vão se igualar
ao termômetro de precisão.
- Aguarde, por aproximadamente 5 minutos, a estabilização da leitura do sensor de temperatura do RN.
- Pressione a tecla ENTER do painel de controle para salvar os parâmetros e finalizar a calibração.
- Para sair da tela desligue o equipamento pressionando a tecla LIGA/DESLIGA.

117
Figura 209 - Tela para Calibração do Sensor de Temperatura do RN

Figura 210 - Termômetro de Precisão e Recipiente para Controle de Temperatura da água

• CÓDIGO CALIBRAÇÃO DO SENSOR DE TEMPERATURA DO AR NA CÚPULA: COD. 2814

A temperatura da incubadora deverá ser lida através de um termômetro de precisão, conforme figura 211.
Para verificar a temperatura da incubadora, coloque a incubadora no modo AR, com temperatura ajustada em
34,5ºC e aguarde a estabilização da temperatura. O equipamento vem com o set point programado de fábrica
em 34,5ºC.
Caso a temperatura lida após estabilização não esteja dentro da faixa correta, será necessária a calibração do
sensor de temperatura do ar.

Figura 211 - Termômetro de Precisão

118
Para calibração do sensor de temperatura do ar:
- Verifique se o módulo de sensores está conectado.
- Conecte o sensor de temperatura do RN.
- Posicione o sensor de temperatura do RN junto com o termômetro de precisão a 10 cm de altura no centro do
colchão da incubadora, conforme figura 212.
- Entre com o código 2814 na tela de cadastro do paciente.
- Após digitar o código 2814, aparecerá a tela para calibração do sensor de temperatura do AR na cúpula,
conforme figura 213.
- Aguarde estabilização da temperatura de REF em 34,5°C, lido pelo sensor de temperatura do RN, colocado
dentro da cúpula no centro do colchão.
- Aguardar 2 horas para estabilização da temperatura do ar na cúpula, com temperatura ambiente entre 20,0°c
e 25,0°c, compare a leitura do termômetro de precisão, dentro da cúpula com o valor de REF de 34,5°C. A
diferença máxima entre as temperaturas deve ser inferior a 0,3°C.
- Pressione a tecla BLOQUEIO DE TECLADO do painel do módulo de controle para gerar offset e igualar as
temperaturas AR e AR-2 à temperatura REF, este processo levará alguns segundos, conforme figura 214.
- Aguarde 30 minutos a estabilização das temperaturas, neste intervale compare as temperaturas. A diferença
máxima entre as temperaturas deve ser de 0,3°C.
- Pressione a tecla BLOQUEIO DE TECLADO novamente para novo offset.
- Aguarde 30 minutos a estabilização das temperaturas, neste intervale compare as temperaturas. A diferença
máxima entre as temperaturas deve ser de 0,3°C.
- Pressione a tecla ENTER do painel do módulo de controle para confirmar a calibração.

Figura 212 - Termômetro de Precisão e Sensor de Temperatura do RN

Figura 213 - Tela de Calibração do Sensor de Temperatura do Ar Figura 214 - Tela com Sensor Calibrado

ATENÇÃO
- Se após a estabilização das temperaturas, a diferença entre elas for maior que 0,3°C, pressione a
tecla BLOQUEIO DO TECLADO para novo offset. Continue esse procedimento até que a diferença
entre as temperatura seja no máximo 0,3°C.
- Se a diferença máxima de 0,3°C nunca for alcançada para calibração, verifique se não há
circulação de ar no ambiente, pois isto pode influenciar diretamente atrapalhando a calibração do
equipamento.

119
Nota:
- É necessário a calibração do sensor de temperatura do RN antes de realizar a calibração do sensor de
temperatura do ar.

• CÓDIGO CALIBRAÇÃO DO MOTOR DE CIRCULAÇÃO DE AR NA CÚPULA: COD. 2816

Para calibrar o motor de circulação de ar na cúpula:


- O equipamento deve estar frio, à temperatura ambiente.
- Entre com o código 2816 na tela de cadastro do paciente.
- Após digitar o código 2816, aparecerá a tela para calibração do motor de circulação de ar na cúpula,
mostrando o valor de corrente em miliamperes, conforme figura 215.
- Aguarde aproximadamente 5 minutos a estabilização da corrente do motor, que deve ficar no intervalo de 155
a 180 mA. O valor ideal é de 158 ±3 mA.
- Pressione a tecla BLOQUEIO DE TECLADO para gerar offset.
- Aparecerá a tela com valores atualizados entre máximo e mínimo de corrente do motor, conforme figura 216.
- Pressione a tecla ENTER para confirmar e finalizar a calibração.
- Para sair da tela desligue o equipamento pressionando a tecla LIGA/DESLIGA.

Figura 215 - Tela de calibração do motor de circulação de ar Figura 216 - Tela com valores atualizados da calibração do motor

• CÓDIGO PARA HABILITAÇÃO DOS MÓDULOS DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: COD. 2817

Após digitar o código 2817, aparecerá a tela para habilitar os módulos de operação do sistema. Todas as
opções estarão desabilitadas, marcadas em OFF, conforme figura 217.
Para habilitar as opções desejadas:
- Girar o spin knob até selecionar a opção que se deseja habilitar na coluna ON.
- Pressione o spin knob para marcar e habilitar a opção selecionada.
- Para sair da tela desligue o equipamento pressionando a tecla LIGA/DESLIGA.

Figura 217 - Tela para habilitação de módulos

• CÓDIGO DE SELEÇÃO DO IDIOMA: COD. 2819

Após digitar o código 2819, aparecerá a tela para seleção do idioma, conforme figura 218.
Para selecionar o idioma desejado:
- Girar o spin knob até selecionar a opção do idioma desejado.
- Pressione o spin knob para marcar e confirmar o idioma selecionado.
- Para sair da tela desligue o equipamento pressionando a tecla LIGA/DESLIGA.

120
Figura 218 - Tela para seleção do idioma

• CÓDIGO DE INFORMAÇÕES DA PLACA CONTROLADORA MÓDULO SENSORES: COD. 2820

Após digitar o código 2820, aparecerá uma tela com todas as informações necessárias sobre o funcionamento
da placa controladora módulos dos sensores, conforme figura 219.

Figura 219 - Tela para seleção do idioma

• CÓDIGO PARA TESTE DA PLACA E CHICOTE DO SISTEMA SPO2, NONIM: COD. 2821

Após digitar o código 2821, aparecerá uma tela com informações de SPO2 e BPM para verificação do
funcionamento dos sensores, conforme figura 220.
- Coloque o sensor no dedo para verificar se há leitura de valores.

Figura 220 - Tela para teste de SPO2 e NONIM

• CÓDIGO PARA RESET DE TODOS OS PARÂMETROS CALIBRADOS: COD. 2815

Após digitar o código 2815, todos os parâmetros voltarão aos valores default de fábrica.
Após reset de todos os parâmetros o equipamento ficará descalibrado e entrará em standby.

121
15.1 - CÓDIGOS DE ERRO DE SISTEMA RWT-PLUS
RV-0.0/08-2013

• CÓDIGO: E01
Sensor NTC 10K@25°C B=3970, responsável por medir a temperatura do ar na cúpula.
Possíveis problemas:
- Sensor desconectado.
- Sensor com mal contato no cabeamento/conectores.
- Curto-circuito

• CÓDIGO: E02
Micro motor 1650RPM@4.3V-169mA, responsável pela circulação de ar na cúpula.
Possíveis problemas:
- Motor foi montado e está sem ventoinha.
- Motor foi montado, está com ventoinha e o cabo está rompido ou desconectado da placa controladora.
- Motor foi montado, está com a ventoinha, o cabo está conectado na placa controladora, porém está em curto-
circuito em algum ponto pela extensão total.
- Motor foi montado corretamente, porém a ventoinha está travada por estar encostando na tampa de assepsia
ou o parafuso do eixo está encostando no corpo.

• CÓDIGO: E03
NÃO IMPLEMENTADO.

• CÓDIGO: E04
Bateria 12.5V-33AH, responsável pela alimentação da incubadora para transporte.
Possíveis problemas:
- Bateria está com tensão abaixo de 6V.
- Bateria danificada internamente, com impedância muito alta cuja corrente de 3.5A força a tensão ficar maior
ou igual a 13.85V±4%.
- Cabo de conexão entre bateria e módulo fonte danificado, rompido ou não conectado.
- Relé de conexão da bateria danificado.
- Cabo de acionamento do relé de conexão da bateria está desconectado ou rompido.
- A bateria não está presente no sistema.

• CÓDIGO: E05
Bateria 12.5V-33AH, responsável pela alimentação da incubadora para transporte.
Possíveis problemas:
- Bateria está com tensão nos terminais abaixo de 11V±3%, com carga aplicada.
- Bateria está com carga, em funcionamento <5% em condições de uso.

• CÓDIGO: E06
Módulo de sensores, caixa ou tubo politec.
Possíveis problemas:
- Desconectado do painel lateral esquerdo.
- Chicote danificado.
- Desconectado da placa da caixa, ou conectores tubo politec.

• CÓDIGO: E07
NÃO IMPLEMENTADO.

• CÓDIGO: E08
Sensor NTC 10K@25°C B=3870, responsável por medir a temperatura ambiente.
Possíveis problemas:
- Sensor desconectado.
- Mal contato no cabeamento/conectores.
- Curto-circuito em algum ponto.

122
• CÓDIGO: E09
Sensor NTC 10K@25°C B=3870, responsável por medir temperatura do duto de saída de ar da resistência de
aquecimento para a cúpula.
Possíveis problemas:
- Sensor desconectado.
- Mal contato no cabeamento/conectores.
- Curto-circuito em algum ponto.

• CÓDIGO: E10
Linha de toggle via hardware para lógica de watchdog físico.
Possíveis problemas:
- Flat cable de conexão entre placa controladora do display e placa módulo fonte não está presente ou mal
conectado.
- Flat cable de conexão entre placa controladora do display e placa módulo fonte está danificado
- Placa módulo fonte está danificado e não responde a lógica de watchdog via hardware

• CÓDIGO: E11
Microventilador de resfriamento do módulo fonte.
Possíveis problemas:
- Microventilador não está presente.
- Microventilador presente e não conectado.
- Microventilador presente e conectado em lugar incorreto.
- Microventilador com cabeamento danificado.
- Microventilador com rotação abaixo de 2000 RPM, verificar rotação com código 1236.

• CÓDIGO: E12
Mosfet responsável por acionamento do conjunto de bombeamento de água do sistema de umidificação.
Possíveis problemas:
- Mosfet em curto-circuito para o terra.
- Fio GND do conjunto, encostando no chassis do equipamento por decapagem.

• CÓDIGO: E13
Sensores de temperatura de ar na cúpula, caixa módulo de sensores e tubo politec.
Possíveis problemas:
- Sensor SHT11 pode estar descalibrado.
- Sensor NTC 10K pode estar descalibrado.

• CÓDIGO: E14
Mosfet responsável por acionamento da válvula de oxigênio.
Possíveis problemas:
- Curto-circuito entre a entrada e saída do mosfet, isto acarreta a alimentação constante da válvula de oxigênio.

• CÓDIGO: E15
Mosfet responsável por acionamento da placa fonte da placa de umidificação.
Possíveis problemas:
- Curto-circuito entre a entrada e saída do mosfet, isto acarreta a alimentação constante da placa fonte da
pastilha piezoelétrica.

• CÓDIGO: E16
Mosfet responsável por acionamento da resistência de 12V ou de 15V.
Possíveis problemas:
- Curto-circuito entre a entrada e saída do mosfet, isto acarreta a alimentação constante do sistema de
aquecimento.

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• CÓDIGO: E17
Sistema de comunicação serial I2C entre placa controladora do display e módulo fonte.
Possíveis problemas:
- Falha na comunicação I2C, ocasionado pela falta do cabo flat de conexão.
- Falha na comunicação I2C, ocasionado por dano no cabo flat de conexão entre placa controladora do display
e módulo fonte.
- Falha na comunicação I2C, por dano elétrico nos circuitos eletrônicos, no módulo fonte ou na placa
controladora do display.
- Falha na comunicação I2C, por ruídos elétricos de alta intensidade por falta dos capacitores de 220pF,
soldados nos pinos 1-GND e 3-GND, da placa controladora do display.

• CÓDIGO: E18
Sensor de temperatura de sobre aquecimento, responsável pela medida da temperatura na saída do duto de ar
para a cúpula.
Possíveis problemas:
- A temperatura atingiu um valor acima de 62°C. Através de testes, verificou-se que esta temperatura só é
atingida se o sistema de circulação de ar na saída para a cúpula estiver tampado ou se algum erro grave
ocorrer e o sistema manter aquecendo constantemente.

15.2 - SOLUÇÃO DE PROBLEMAS


O quadro de solução de problemas indica ao usuário uma série de ocorrências genéricas, suas causas
possíveis e medidas a serem tomadas para possível solução de problemas. Caso essas informações não
sejam suficientes para a correção da falha, a incubadora de transporte - modelo RWT PLUS deverá ser
enviada para revisão na Assistência Técnica autorizada mais próxima.

FALHA CAUSA SOLUÇÃO


A incubadora não liga • Cabo de alimentação • Conectar cabo de alimentação
desconectado • Ligar a chave geral no módulo de controle e pressionar
• Chave geral desligada a tecla LIGA no painel frontal
• Falta de rede AC • Verificar fornecimento de energia elétrica
• Bateria descarregada, • Verificar bateria interna, carregar bateria durante 24
desconectada ou danificada horas para carga total ou trocar bateria
• Mini disjuntor desarmou • Rearmar mini disjuntor
• Falha no sistema • Desligar chave geral, esperar 30 segundos e ligar
microprocessado novamente
• Mal contato nos cabos do • Verificar conexão e tensão nos cabos do módulo fonte,
módulo fonte conforme esquema elétrico
• Mal contato nos cabos do • Verificar conexão nos cabos do módulo de controle
módulo de controle • Verificar conexão do cabos do teclado de membrana
• Teclado de membrana com mal • Enviar para assistência técnica
contato ou danificado
O led de indicação de modo • Mini disjuntores F1 e F2 • Rearmar os mini disjuntores
AC não apaga desarmados • Verifique a conexão do cabo de alimentação
• O cabo de alimentação não está
conectado
Alarme bateria descarregada • Bateria descarregada ou • Ligue a incubadora durante 24 horas para carga total da
acionado danificada bateria ou troque a bateria
A temperatura do ar não • Porta de acesso aberta • Fechar as portas de acesso
aumenta • Falta de alimentação rede AC • Verifique a tensão de alimentação da rede e a tensão
ou bateria na bateria
• Resistência com mal contato ou • Verificar conexão ou trocar resistência
danificada • Enviar para assistência técnica
• Triac aberto não conduz • Troca do Triac
Alarmes de hipotermia ou • Temperatura lida com diferença • Verificar a temperatura desejada
hipertermia acionado de 1,0°C abaixo ou acima do • Checar a temperatura do paciente com um termômetro
constantemente valor desejado clínico e comparar com o valor lido pela incubadora.
• Sensor de temperatura do RN Caso os valores não estejam coerentes entrar em
descalibrado, mal posicionado, contato com a assistência técnica autorizada
rompido ou em curto • Verificar o posicionamento do sensor de RN
• Verificar se sensor está rompido ou em curto, verificar
valor ôhmico do sensor de aproximadamente 10K à
25°C
• Enviar para assistência técnica

124
O valor de temperatura • O plug do sensor de RN está • Introduza firmemente o plug do sensor de RN no
indicado para o RN está mal conectado módulo de controle
incorreto • O sensor de RN está danificado • Envie-o para a Assistência Técnica
• O sensor de RN ou o adesivo • Verificar se sensor está rompido ou em curto, verificar
de fixação do sensor estão valor ôhmico do sensor de aproximadamente 10K à
colocados incorretamente no 25°C
paciente • Coloque corretamente o sensor de RN e o adesivo de
• Sensor diferente fixação (veja o item 10.2 desse manual)
• Verificar padrão sensor RN.
Alarme falha de circulação • Obstrução das passagens de ar • Desobstruir as passagens de ar
acionado constantemente • Mal posicionamento da tampa • Posicionar corretamente a tampa de assepsia
de assepsia • Verificar conector elétrico
• Motor travado, com
desempenho reduzido ou
danificado
• Cabo de alimentação do motor
desconectado, com mal contato
ou danificado
Baixa concentração de • Portas de acesso ou manga íris • Fechar as portas
oxigênio abertos. • Posicionar corretamente a tampa de assepsia
• Tampa de assepsia mal • Desobstrui a passagem de ar
posicionada • Posicionar Cúpula Externa ou Interna corretamente
• Obstrução das passagens de ar • Trocar o tubo
• Cúpula Externa ou Interna mal • Fazer a calibração e aferição dos sensores
posicionadas • Trocar solenóide
• Tubo de entrada de oxigênio
com vazamento
• Sensores de oxigênio
descalibrados
• Solenóide de oxigênio
danificada.
Baixa concentração de • Portas de acesso abertas • Fechar as portas
umidade • Tampas de assepsia mal • Posicionar corretamente a tampa de assepsia
posicionada • Desobstruir passagem de ar
• Obstrução das passagens de ar • Fazer limpeza do reservatório interno
• Acumulo de resíduos na água • Verificar condições das mangueiras
do reservatório interno
• Mangueiras obstruídas
Alarme nível baixo de água • Falta de água • Repor água no reservatório
acionado • Mangueiras obstruídas • Desobstruir mangueiras
• Dreno aberto • Fechar dreno
• Válvulas de reabastecimentos • Envio para Assistência Técnica
danificadas
Sensor de oximetria não faz • Cabo do sensor desconectado, • Verificar conexão do cabo
leitura com mal contato ou danificado • Enviar para Assistência Técnica
• Sensores danificados ou em
final de vida útil
Sensor de oximetria com • Sensor danificado, mal • Verifique o posicionamento do sensor
leitura instável posicionado ou em final da vida • Enviar para assistência técnica
útil
Alarme módulo dos • Cúpula externa e interna mal • Posicionar corretamente as cúpulas
sensores desalojado posicionadas • Posicionar corretamente o módulo dos sensores
acionado constantemente • Módulo mal posicionado • Acione Assistência Técnica
• Sensores de posição
danificados

16 - DESENHOS E RELAÇÃO DE PEÇAS


Relação de desenhos para montagem e manutenção:

DESCRIÇÃO DESENHO FORMATO ORIGINAL


Incubadora Transporte RWT-PLUS A1 2625 A1
Módulo de Controle Incubadora RWT-PLUS A3 2727 A3
Cj. Chassis Incubadora RWT-PLUS A2 2622 A2
Cj. Corpo da Incubadora RWT-PLUS A1 2624 A1

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17 - ESQUEMAS ELÉTRICOS
Relação dos esquemas elétricos para montagem e manutenção:

DESCRIÇÃO DESENHO FORMATO ORIGINAL


Esquema Elétrico Incubadora RWT-PLUS A1 2657 A1
Placa de Controle da RWT-PLUS A1 2631 A1
Placa de Controle da Fonte da RWT-PLUS A1 2630 A1
Placa do Sensor SHT11 A3 2996 A3
Placa Módulo do Sensor da RWT-PLUS A2 2650 A2
Cj. Nebulização Incubadora RWT-PLUS A2 2664 A2
Esquema Elétrico c/O2 servo-controlado Incubadora RWT
A-1-2671 A1
PLUS

18 - GARANTIA
A OLIDEF - Indústria e Comércio de Aparelhos Hospitalares Ltda assegura ao proprietário da Incubadora de
Transporte - modelo RWT PLUS, garantia contra qualquer defeito de material ou de fabricação que nele se
apresentar no prazo de 12 meses (doze), contados da data de aquisição pelo primeiro adquirente.
A responsabilidade da garantia é restrita ao conserto ou substituição de peças defeituosas e reparos de
fabricação e ajuste que façam necessárias para que o aparelho opere dentro de suas especificações desde
que o mesmo seja posto na sede da empresa, a Avenida Patriarca, 2223 - Ribeirão Preto ou unidades de
assistência técnica Olidef, com despesas e riscos de transporte e embalagem por conta do proprietário.
Estão excluídos desta garantia partes que apresentem defeitos por desgaste natural, como cabo de
alimentação, mini-disjuntores rearmáveis, lâmpadas, vedações, etc. Esta garantia será nula se o aparelho, a
critério de Olidef, tiver sofrido dano por acidente, queda, ou ainda apresentar sinais de ajustes ou tentativas de
reparação por pessoas não autorizadas.
Qualquer alteração ou extensão da garantia, além das estritas condições deste termo, só será válida quando
assumidas por escrito, diretamente pela Olidef.

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