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Faculdade de Letras e Ciências Sociais

Departamento de Linguística e Literatura


Curso: Licenciatura em Ensino de Inglês-Laboral

Ano: 1º - Semestre 1º

Introdução aos Estudos Literários

Avaliação I

Discente: Gonçalves Dinis Dimbe

Docente: José Camilo

Maputo, Agosto de 2021


1R: A natureza ou o tipo de poesia referente aos textos de Eduardo White é de
natureza lírica ou poesia lírica.
Os seus textos são líricos pois como outros tipos de textos líricos em que o sujeito
poético exprime o seu estado de espírito quer seja de tristeza, alegria, angústia,
revolta, saudade e demais estudos de espírito. Nos seus textos, Eduardo White,
expressa os seus sentimentos ou pensamentos íntimos acerca de um belo lugar que o
país tem, a ilha de Moçambique. Diferentemente de outras poesias em que tentava
refletir sobre a sua história e sobre o nosso país onde tentava apagar as marcas que
podia ser pela amada, pela terra, ou mesmo pela própria poesia num tom de
musicalidade. Descreve de forma fática a a nossa ilha em diversas maneiras de forma
a provocar emoções ao seu leitor. E que essa é o objetivo de uma poesia lírica, ou
seja, e a sua essência por torna diferente de outros tipos de poesia ou textos não só do
ponto de vista da sua estrutura, mas do conteúdo em si.

2R: Os factores de ordem subjectiva ou emocional que unem o poeta e seu


interlocutor nos poemas da primeira parte são: a estética, o amor, a humanização da
ilha com certas características estéticas como quando compara uma mulher com a ilha
sendo a ilha uma mulhere que explode a beleza de tanto a ilha ser bela. Outra ordem
emocional drespeito descrever a ilha como sendo bela, e dando mais características
humanas . A loucura a que se atribui ao dizer que conta estrelas sozinho pelas ruas e
que pensa muito. Esses pontos causam emoções ao interlocutor durante a leitura pois
são mais atraentes em algum momento sentimentais.

3R: A poética de Eduardo White apresenta características formais de linguagem que a


torna única. Algumas dessas características é, por exemplo, a sua estrutura externa
que é apresentada em versos e estrofes mais do que isso pode-se verificar na sua
poética a forma como a linguagem é trabalhada, ou seja, a selecção de palavras que
culmina com a combinação. Há uso de recursos estilísticos para a estética da poética.
É uma poética de linguagem subjectiva e apaco-conotativo, desliga-se do referente e
que o referente não se apaga completamente perante o significado.

4R: O sujeito poético em Eduardo White caracteriza-se de forma diferente na primeira


e na segunda parte pois na primeira parte há uma omissão do referente, ou seja, não se
tem um conhecimento claro sobre de quem se está a falar. Fala na segunda pessoa do
singular no presente do indicativo (tu) e isso remete-nos a uma questão profunda e
leva-nos a um raciocínio profundo de maneira a identificar o ser, objecto ou coisa de
que se trata. A omissão do referente no texto pode-se tomar em consideração os
seguintes exemplos extraídos do texto na primeira parte: “ Tu que adormeces as
órbitas a forma primaveril e tolerante do amor” . Aqui, não temos ideia claro sobre
quem se está a falar. Mas na segunda parte o sujeito falante muda e embora haja
omissão do referente tal como os exempos extraídos ilustram: “ Sou ( eu) um
pensamento que não tenho, sou uma compreensão que não sinto, estou cansado de
trazer peso comigo”, é possível identificá-lo.

5R: Na poesia de José Craverinha, o conceito de ficcionalidade pode ser aplicado por
exemplo, na consciencialização das novas gerações sobre os costumes, a vida dura
que os povos moçambicanos levavam desde a altura de tensão colonial, durante a Luta
de Libertação Nacional e as dificuldades que o povo enfrentou após conquistar a
independência como a carência de produtos de necessidade básica e sobretudo o
sofrimento naquele período. Com isso, a poesia de José Craverinha nos leva a refletir
e possivelmente pode ajudar na tomada de decisões perante um problema no presente
e a prever o futuro, ou seja, o que poderá vir a acontecer com base nos acontecimentos
do passado.

A poesia de Eduardo White, debruça sobre a realidade sobre as maravilhas e belos


espaços do nosso país embora seja de forma mais figurativa, isto é, recorre a
figurativas de estilo como por exemplo a personificação e a hipérbole tal como pode
se verificar neste verso recuperado no texto: “ Tu que és uma mulher e exlodes pela
beleza de ser isso...” as suas imaginações contudo, coloca a realidade tal como ela é
sobre mas de forma figurativa, o que torna ficcional. Esse conceito de ficcionalidade
pode ser aplicado em um futuro próspero e melhor que presente .

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