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Departamento de Letras e Humanidades

Cursos de Agropecuária Filosofia e GADEC

Plano Analítico da Disciplina de Antropologia Cultural de Moçambique

NÍVEL REGIME ANO ANO SEMES Nº DE Nº DE TOTAL DE DOCENTE


ACADÉMICO TRE CRÉDITOS HORAS/SE HORAS
MANA SEMESTRAIS DE
CONTACTO
1 Laboral 2º 2021 2º 4 3 100 Janotas do Rosário Nativo
Contacto ‫׃‬845080326
Email‫׃‬janotanativo@yahoo.com.br

Competências:

Adquirir um conhecimento socioantropologico actualizado sobre Moçambique; ter a capacidade de aplicar os conceitos e os
conhecimentos adquiridos na análise das dinâmicas e factos socioculturais dos diferentes contextos moçambicanos; analisar as
principais áreas fundamentais de teorização da antropologia no contexto moçambicano; conhecer as linhas de força da realidade
etnográfica de Moçambique e da reflexão antropológica; dominar as temáticas mais importantes da antropologia sobre Moçambique.
Objectivos: no fim do curso o estudante deve: identificar as trajectórias do pensamento antropológico desde a emergência da
disciplina à actualidade; conhecer o saber e o fazer antropológicos actuais; familiarizar-se com as abordagens da noção de cultura
do clássico ao pós-moderno; reconhecer as linhas de homogeneidades e heterogeneidades do território etnográfico nacional;
apresentar algumas das novas questões e paradigmas da antropologia com reflexos em Moçambique.
Estratégias Avaliação Biblio Obs
Semana Nº horas Conteúdos Metodológicas grafia
Unidade
Temática
H.C H.E.I Actividades H.C Actividades Do tempo de Do tempo de
H.E.I Contacto Trab. Indep.
Semana 1.1. Introdução Geral Apresentação do Reflexão sobre Participação Apreensão e 1,
I 1.1.1. Constituição e desenvolvimento docente, estudantes o plano Activa na Aula; percepção dos 2,3,4
das ciências sociais. e breve apresentado conteúdos
30 de 1.1.2. Unicidade, Pluralidade, consideração do
diversidade e interdisciplinaridade plano analítico Presenças
Agosto a
nas ciências sociais;
1.1.3. Ruptura com o senso comum. Conferência e
03 de 1.1.31. Do conhecimento não debate.
Setembro científico ao conhecimento científico.
1.2. A Antropologia Cultural no Conferência e Leituras TPC sobre Apreensão dos 1,2,5,6
domínio das Ciências Sociais. debate. complementares leituras conteúdos ora ,7,8 e
1.2.1.Definiçao, objecto e campos de complementares lidos 10
abordagem;
1.2.2 Divisões da Antropologia
1.2.3.Métodos e técnicas de
investigação em Antropologia:
etnografia, trabalho de campo,
observação participante, a
interpretação.
2 2.História do 2.1. História do pensamento Conferência e Reflexão sobre Participação Revisão dos 11 e
2 pensamento antropológico. debate da História a História do activa na aula conteúdos 12
Semana antropológic 2.1.1 A curiosidade intelectual e do pensamento pensamento
o. interesse pelo exótico; antropológico. antropológico e
II
2.1.2 Do projecto colónia à crise da leituras
Antropologia; complementares
06 a 10 de 2.1.3 A Universalização da
Setembro Antropologia.
2.2. Práticas etnográficas no Conferencia e Leituras Desempenho da Sínteses das 13, 14,
Moçambique colonial e pós- debate. complementares aula sobre leituras 15 e
colonial; Práticas complementares 16
2.2.1 A Antropologia na África etnográficas no
colonial e pós-colonial; Moçambique
2.2.2 Antropologia em Moçambique: colonial e pós-
desenvolvimento histórico e principais colonial
áreas de interesse contemporâneas.
3 3.As 3.1. As Correntes Teóricas da Debate sobre as Leituras Desempenho da Sínteses das 17, 18,
Semana III 3 Correntes Antropologia. teorias de: complementares aula sobre teorias ideias dos 19, 20
Teóricas da 3.1.1. Evolucionismo, Difusionismo e Evolucionismo, da Antropologia. grandes teóricos e 21
Antropologia. Culturalismo, Funcionalismo e Difusionismo e da Antropologia
13 a 17 de
Estruturalismo. Culturalismo,
Setembro Funcionalismo e
1º teste escrito Estruturalismo.
3.2.Outras Corrente: Corrente Conferência e TPC sobre Qualidade dos Correcção dos 17, 18,
Sociológica francesa, corrente debate de outras leitura das trabalhos trabalhos 19, 20
marxista. Correntes: outras recomendados produzidos e 21
3.3. Paradigmas emergentes na Sociológica Correntes:
antropologia (pós-modernismo e francesa e marxista. Sociológica
Interpretativismo). francesa e
marxista.
3.4. As Correntes antropológicas e
sua operacionalização em
Moçambique.
4 4. Conceito 4.1.Conceito Antropológico de Debates sobre Consultas de Participação Revisão dos 22, 23,
Semana IV 4 Antropológic Cultura. Conceito obras indicadas activa na conteúdos 24, 25
o de Cultura. 4.1.1 O Conceito Antropológico de Antropológico de na bibliografia conferência e abordados na
20 a 24 de Cultura (Pluralidade e diversidade de Cultura sua origem TPC sobre conferência
definições e abordagens); e desenvolvimento leituras
Setembo 4.1.2 Sobre a origem e o complementares
desenvolvimento da cultura.
4.1.3 Características da cultura;
4.1.4 Alicerces biológicos da cultura
4.1.4. Valores, sistemas e padrões
culturais.
Atributos essenciais da cultura
4.2 Factores da Cultura. Conferência e Leituras Participação Revisão dos 22, 23
4.2.1 Cultura e Sociedade; debate sobre complementares activa na conteúdos e 24
4.2.2 Conteúdos do conceito factores, elementos conferência e abordados na
antropológico de cultura (crenças e e características da conferência
ideias, valores, normas, símbolos) Cultura
4.2.3 Características do conceito
antropológico de cultura.
- Cultura material e cultura imaterial;
- a diversidade cultural; - os
universais da cultura; - o dinamismo e
a mudança cultural;
4.2.4 Cultura e educação: saberes e
contextos de aprendizagem em
Moçambique.

4.2.3 Características do conceito Apresentação dos Leituras Discussão dos Defesa do 26, 27,
antropológico de cultura. Seminários em complementares conteúdos em trabalho 28, 29,
Semana - Cultura material e cultura imaterial; grupos e síntese do grupo 30, 31,
V - a diversidade cultural; - os seminário 32 e
universais da cultura; - o dinamismo e
a mudança cultural;
33
27 a 01 de 4.2.4 Cultura e educação: saberes e
Outubro contextos de aprendizagem em
Moçambique.
5. 5.1 Parentesco Apresentação dos Leituras Discussão dos Defesa do 34, 35,
Parentesco, 5.1.1 Introdução ao estudo do Seminários em complementares conteúdos em trabalho 36, 37
Família e parentesco. grupos e síntese do grupo e 38,
Casamento 5.1.2 Nomenclatura, Simbologia e seminário 39
em Características do parentesco
Moçambique. (filiação, aliança e residência)
Semana 6 3 5,1,3 Sistema de parentesco Macua Apresentação dos Leituras Discussão dos Defesa do 34, 35,
VI 6 4 5.1.4 Critica do parentesco: o caso Seminários em complementares conteúdos em trabalho 36, 37
Macua. grupos e síntese do grupo e 38
04 a 08 de 5.1.5 Lobolo em Moçambique:”um seminário
velho idioma para novas vivências
Outubro conjugais”
5.2 Família em contexto de Conferência e Leituras Discussão dos Defesa do 40, 42
mudança em Moçambique. debate sobre a complementares conteúdos em trabalho e 43
5.2.1 Origem e evolução histórica do Família em e síntese do grupo
conceito de família; Contexto de seminário
5.2.2 Família como fenómeno Mudança em
cultural; Moçambique
5.2.3 Novas abordagens teóricas e
metodológicas no estudo da família;
5.2.4 Estudo de caso (famílias em
contexto de mudança em
Moçambique).

2º teste escrito
Semana 7 6.O domínio 6.1 O domínio do Simbólico. Conferência e Leituras Discussão dos Defesa do 25, 43,
7 do Simbólico. 6.1.1 O estudo dos rituais em debate sobre o complementares conteúdos em trabalho 44, 45,
VII Antropologia; Domínio do e síntese do grupo 46, 47,
6.1.2 Os ritos de passagem; Simbólico seminário 48, 49
6.1.3 Rituais como mecanismo de
11 a 15 de reprodução social;
e 50
6.1.4 Feitiçaria, Ciência e
Racionalidade;
6.1.5 Magia Bantu;
6.1.6 Especialistas da Magia Bantu
6.1.5 Cultura, tradição e religiosidade Conferencia e Leituras Participação Revisão dos 44, 45,
no contexto sociocultural do debate. complementares activa na conteúdos 46, 47,
Moçambique moderno; conferência e abordados na 48, 49
conferência e 50
6.1.6 Modelos religiosos endógenos
vs modelos religiosos exógenos;
6.1.7 A emergência de sincretismos
religiosos e de igrejas messiânicas
em Moçambique,

Notas

a) As estratégiasmetodológicas incluem os recursos e os meios que servem de apoios ou suporte aos métodos.
b) Nas observações o docente pode colocar indicações sobre o desenvolvimento do seu plano, prazos de entrega de trabalhos anotações sobre as aulas
foram ou não leccionadas, aspectos que recuperem atenção especial, maior aprofundamento, deslocações, personalidades a convidar, etc.
c) A bibliografia deve ser indicada na tabela a partir do número correspondente da lista bibliográfica colocada no plano.

Bibliografia obrigatória
Fundamentos das Ciências Sociais: Introdução geral
1. NUNES, Adérito Sedas. Questões preliminares sobre as Ciências Sociais. Lisboa, Editorial Presença, 2005, pp. 17-41.
2. PINTO, José Madureira e SILVA, Augusto Santos. Uma visão global sobre as Ciências Sociais. In: PINTO, José Madureira e
SILVA, Augusto Santos (orgs.). Metodologia das Ciências Sociais. Porto, Afrontamento, 1986, pp. 11-27.
3. SANTOS, Armindo dos. Antropologia Cultural. Etnografia, Etnologia, Antropologia Social. Lisboa: Universidade Aberta. 2002
4. SANTOS, Boaventura. Um discurso sobre as Ciências, 5ª Edição. São Paulo: Cortez Editora, 2008

A Antropologia Cultural no domínio das Ciências Sociais


5. BURGESS, Robert G. A pesquisa de terreno. Oeiras, Celta, 1997, pp. 11-32.
6. HOEBEL, E. A. & FROST, E. Antropologia Cultural e Social. São Paulo, Cultrix, s/d, pp. 1-14.
7. ITURRA, Raúl (1987). Trabalho de Campo e observação participante. In: José Madureira Pinto e Augusto S. Silva (orgs.),
Metodologia das Ciências Sociais. Porto, Afrontamento, 1987, pp. 149-163.
8. KILANI, M. L’invention de l’autre: essaissur le discoursAnthropologique. Lausanne, Editions Payot, 1994, pp. 11-61.
9. MARCONI, Maria de Andrade e PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: Uma Introdução. São Paulo, Atlas, 2006, pp.
1-20.
10. RIVIERE, C. Introdução à Antropologia. Lisboa, Edições 70, 2000, pp. 11-32.

História do pensamento antropológico


11. CASAL, Adolfo Yáñez. Para uma epistemologia do discurso e da prática antropológica. Lisboa, Cosmos, 1996, pp. 11-19.
12. COPANS, Jean. Antropologia ciência das sociedades primitivas? Lisboa, Edições 70, 1999, pp. 9-31.

Práticas etnográficas no Moçambique colonial e pós-colonial


13. CONCEIÇAO, António Rafael da. Ledéveloppement de l’Anthropologie au Mozambique. Comunicação apresentada ao
Colóquiointernacional de Antropologia. S.d
14. FELICIANO, José Fialho. Antropologia Económica dos Thongas do Sul de Moçambique. Maputo, Arquivo Histórico de
Moçambique, 1998.
15. JUNOD, Henri. Usos e Costumes dos Bantu. Maputo, Arquivo Histórico de Moçambique, Tomo I, 1996.
16. RITA-FERREIRA, A. Os africanos de Lourênço Marques.Lourênço Marques, IICM, Memorias do Instituto de Investigação
Cientifica de Moçambique, Série C, 9, 1967-68, 95-491.

As correntes teóricas da Antropologia


17. CALDEIRA, T. “A presença do autor e a pós-modernidade em Antropologia”.In: Novos Estudos, Cebrap, SP.1988, pp. 133-
157.
18. GONÇALVES, António C. Trajectórias do Pensamento antropológico. Universidade Aberta, Lisboa, 2002.
19. MOUTINHO, Mário. Introdução à Etnologia. Lisboa, Estampa, 1980. Pp.79-108.
20. PEIRANO, Mariza. A Favor da Etnografia. Rio de Janeiro. Relume-Dumará, 1995.
21. SANTOS, Eduardo dos. Elementos de Etnologia Africana. Lisboa, Castelo Branco, 1969. pp. 85-115.

O conceito antropológico de cultura


22. CUCHE, D. A Noção de Culturas nas Ciências Sociais. São Paulo, EDUSC, 1999, pp.175-202.
23. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito Antropológico. Rio de Janeiro, Zahar, 2001.
24. SPIRO, M. “Algumas reflexões sobre o determinismo e o relativismo culturais com especial referência a emoção e à razão”
in: Educação, Sociedade e Culturas, nᵒ 9, Lisboa, s/ed. 1998.
25. TITIEV, Mischa. Introdução à Antropologia Cultural 10ª Ed. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, 1999, pp 13-16

Tradição e Identidade Cultural


26. CONCEIÇAO, António Rafael da. Entre o mar e a terra:Situações identitárias do Norte de Moçambique. Maputo, Promédia,
2006.
27. DEMARTIS, Lúcia. Compêndio de Socialização. Lisboa, Edições, 2002, pp. 43-59.
28. GEFFRAY, Christian. A causa das Armas em Moçambique: Antropologia da Guerra Contemporânea em Moçambique. Porto,
Afrontamento, 1991.
29. HOBSBWM, Eric. “Introdução: A invenção das tradições”. In: HOBSBAWM, Eric, e Terence RANGER (eds.). A Invenção das
Tradições. Rio de Janeiro, Paz Terra. 1984, pp.9-23.
30. NGOENHA, Severino E. Identidade moçambicana já e ainda não. In: Serra Carlos (dir.). Identidade moçambicanidade,
moçambicanização. Maputo, Livraria Universitária-UEM, 1998, pp.17-34.
31. REDONDO, Raul A. I. “O processo educativo: ensino ou aprendizagem?”.Educação Sociedades e Culturas: revista da
Associação de Sociologia e Antropologia da Educação, 1. 1994.
32. VEIGA-NETO, A. “Cultura e Curriculo”. In: Contrapontos: revista de Educação da Universidade do Vale do Itajaí. Ano 2, nº 4,
2002, pp. 43-51.
33. WIVIORKA, M. “Será que o multiculturalismo é a resposta?” In: Educação, Sociedade e Culturas, nᵒ 12, Lisboa, 1999.

Parentesco, Família e Casamento em Moçambique


34. AUGÉ, Marc. Os Domínios do Parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa, Edições 70, 2003, pp. 11-66.
35. BATALHA, Luís. Breve análise do parentesco como forma de organização social. Lisboa. Universidade Técnica de Lisboa –
Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. 1995.
36. GEFFRAY, Christian. Nem pai nem mãe. Crítica do parentesco: o caso macua. Maputo, Ndjira. 2000, pp.17-40 e 151-157.
37. GRANJO, Paulo. Lobolo em Maputo: Um velho idioma para novas vivências conjugais. Porto, Campo das Letras, 2005.
38. SANTOS, Eduardo dos. Elementos de Etnologia Africana. Lisboa, Castelo Branco, 1969. pp. 247-260 e 269-315.
39. MARTINEZ, Francisco Lerma. O Povo Macua e a sua Cultura. 3 Ed. Maputo: Editora Paulinas, 2009
Família em contexto de mudança em Moçambique
40. BOTTOMORE, Tom. “Família e Parentesco”. In: Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro. Zahar Editores, s/d, pp. 164-173.
41. GEMENO, A. A Família: o desafio da diversidade. Lisboa, Instituto Piaget, 2001, pp.39-73.
42. WLSA. Família em contexto de mudanças em Moçambique. Maputo, WLSA. MOZ. 1998.

O domínio do simbólico
43. ALTUNA, Raul Ruiz de A. Cultura Tradicional Bantu, 2ª Edição. Portugal: Paulinas Editora, 2004, pp 98-198
44. AGADJANIAN, Victor. As Igrejas ziones no espaço sociocultural de Moçambique urbano (anos 1980 e 1990). In:Lusotople,
1999, pp.415-423.
45. DOUGLAS, M. Pureza e Perigo. Lisboa, Edições 70, 1991, pp.19-42.
46. HONWANA, A. M. (2002). Espíritos vivos, Tradições Modernas: possessão de espíritos e reintegração social pós-guerra no
Sul de Moçambique. Maputo, Promédia, pp.23-48.
47. LANGA, Adriano. Questões cristãs à Religião Tradicional Africana. Braga, Editorial Franciscana, 1992.
48. MEDEIROS, Eduardo. Os senhores da Floresta – Ritos de iniciação dos rapazes macuas e lómuès. Porto, Campo das Letras,
2007.
49. MENESES, M. P. G. Medicina Tradicional, biodiversidade e conhecimentos rivais em Moçambique. Coimbra, Oficina do CES
150, 2000.
50. TURNER, Victor W. O processo ritual: estrutura e anti-estrutura. Petropoles. Vozes, 1974, pp. 116-159.

Bibliografia Complementar
BARATA,Oscar S. Introdução às Ciências Sociais. Vol.I, Chiado, Bertrand Editora, 2002.
BERNARDI, Bernardo. Introdução aos estudos Etno-Antropológicos. Lisboa, Edições 70, s/d.
BERTHOUD, Gerald. VersuneAnthropologiegénéralemoderniteetalterité. Genève, LibrairieDroz S.A, 1992.
CARVALHO, José Jorge de. Antropologia: saber académico e experiencia iniciática. UnB-Departamento de Antropologia. Série
Antropologia No. 127, 1992.
CASAL, AdolfoYáñez.Parauma epistemologia do discurso e da prática antropológica. Lisboa, Cosmos, 1996, pp. 11-19.
COPANS, Jean. Críticas e Políticas daAntropologia Lisboa, Edições 70, 1981.
COPANS, Jean. Introdução à Etnologia e aAntropologia Lisboa, PublicaçõesEuropa-América, 1999.
COPANS, Jean. TORNAY, S. Godelier, M. Antropologia ciência das sociedades primitivas? Lisboa, Edições 70, 1971.
EVANS-PRITCHARD, E. Antropologia Social. Lisboa, Edições 70, s/d.
EVANS-PRITCHARD, E. História do Pensamento antropológico. Lisboa, Edições 70, 1989.
GEERTZ, Clifford. O Saber local: novos ensaios em Antropologia interpretativa. Petrópolis, Vozes, 1998.
GONÇALVES, António Custódio. Questoes de Antropologia social e Cultural. 2ª ed., Porto Ediçoes, Afrontamento,1997.
GONÇALVES, António Custódio. Trajectórias do pensamento antropológico. Lisboa Universidades Aberta, 2002.
LABURTH-TOLRA, Philipe& WARNIER, Jean-Pierre.Etnologia-Antropologia. Petrópolis, Rio de Janeiro, Vozes, 1997.
LEACH, E.R. Repensando a Antropologia. São Paulo, Editora Perspectiva, 1974.
MARTÍNEZ, Francisco Lerma. Antropologia Cultural: guia para o estudo. 2ª ed., Matola, Seminário Maior de Sto. Agostinho, 1995.
MARCIER, Paul. História da Antropologia. 3ª ed, Lisboa, Teorema, 1984.
SANTOS, A. Antropologia Geral: Etnografia, Etnologia Antropológica Social. Lisboa, Universidade Aberta, 2002.
SERRA, Carlos (org.). Identidade, Moçambicanidade, Moçambicanização. Livraria Universitária UEM, Maputo, 1998.
SPERBER, Dan. O saber dos antropólogos. Lisboa, Edições 70, 1992.
Temas para Seminários em Grupo
Tema Grupo
5.1; 5.1.1; 5.1.2 1o Grupo
5.1.3 2o Grupo
5.1.5 3o Grupo
6.1; 6.1.1 4o Grupo
6.1.2; 6.1.3 5o Grupo
6.1.4; 6.1.5; 6.1.6 6o Grupo

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