Farmacodinâmica II 1a Aula – 05/02/07 Fármacos Anti-tireoidianos Tireóide = função = regulação do hormônio T3 e T4 T3 = Triiodotironina T4 = Tiroxina

Hipotálamo
TRH = Hormônio de Liberação de Tireotropina ( TSH )

Hipófise Adenohipófise
TSH = Hormônio Estimulante da Tireotropina

Tireóide

T3

T4(semfunção)

Síntese de T3 e T4 Unidade funcional da Tireóide = Aci no que é entrelaçado pelo vasos sangüíneos No Lúmen tem glicoproteínas chamads de Tireoglobulinas. Dentro do lúmen tem a tireoglobulina e tirosina distribuídas por toda a extensão do colóide.

Lúmen ou colóide

Acino

Vasos sangüíneos

Camada periférica celular Lúmen Célula
H2O2 Na
+

Vaso
II
-

TI TI
TG

TI

I

-

Na

+

NADPH

TI TI

TI TI

T. P.
I
-

I

-

C9

A concentração de I- nas células é 25% maior que no vaso logo o que está no vaso para entrar na célula fica difícil para entrar por causa da diferença de gradiente de concentração. Para entrar precisa de um co-transportador que é o C9 cotransportador Na+/I-. O mecanismo de transporte para entrar na célula é muito rápido cerca de 45 segundos. Após a entrada o Iodo sofre processo de oxidação do I-. Na oxidação precisa-se de : substrato Enzima Receptor de elétrons

Desta maneira teremos: Substrato = H2O2 Enzima = Tireoperoxidase Aceptor de elétrons = NADPH

Mecanismo da Síntese de T3 e T4  O iodeto que conseguimos na dieta esta presente na corrente sangüínea em forma de íons. Quem faz a captura é a célula através de um cotransportador de Na/I. O cotransportador captura os íons o leva-os para dentro da célula.  Uma vez dentro da célula ele tem que tirar a carga negativa do Iodeto [( redução doa elétros ) ( oxidação retira elétrons)]. Ocorre, portanto, uma reação de oxidação do Iodeto. Quem oxida é a enzima Tireoperoxidase na presença do substrato H2O2. partir desta reação o iodo entra no colóide. A

 Iodação da Tireoglobulina e da Tirosina O iodo está no colóide na forma molecular o complexo H2O2 + tireoperoxidase faz com que o iodo se ligue a 1 molécula de Tirosina ( aa. )

I I I

OH

I

CH
NH2 COOH

Se apenas 1 Iodo se ligar a Tirosina e se ligar a Tireoglobulina forma-se a Monoiodotironina ( MIT ) . Quando se liga 2 mol de Iodo a uma mesma Tirosina forma-se a Diiodotirosina ( DIT ). DIT DIT MIT MIT

TG
MIT MIT

DIT

 Uma vez que ocorre a Iodação ocorre a Endocitose ou seja a célula engloba este complexo e tudo o que estava no lúmen entra na célula.  Após este estágio a primeira coisa que ocorre é quebrar este complexo, que serão quebrados pelos lisossomos ( digere ), estes quebram toda a tireoglobulina.  Lisando a Tireoglobulina sobra MIT e DIT. Quando estes se ligam fica (MIT E DIT) e forma o T3. Quando se ligam 2 DIT forma o T4 ou a Tetraiodotiroidina.  Os MIT e DIT que sobram através da ação de enzimas o iodo é restaurado na forma de I-. Após, o T3 e T4 vão para a corrente sangüínea.  O T3 que entra na célula tem ação imediata. O T4 que entra na célula não tem ação, para que ele passe a ter ação ele precisa perder um iodo ( ocorre desoidação ) e ele passa a se T3 passando assim a ter ação, ou seja o T4 é uma reserva.  Os T3 e T4 formados saem para corrente sangüínea por transporte ativo.

Resumo A célula faz a oxidação e cai no lúmen I oxidado. O próximo passo é a Iodação do Iodo ( o Resídeos de Tirosina a Tireoglobulina ). Obs: Iodação também pode ser chamada de Organificação. O iodo uma vez oxidado encontra resíduos de aas. ( Tirosina e Tireoglobulina ) este Iodo se acopla a Tirosina e este conjunto ( Iodo ligado a Tirosina ) se acopla a Tireoglobulina, ou seja, uma Tirosina e Iodo se ligam ( organificam) e depois se ligam a tireoglobulina. Se apenas 1 Iodo se ligar a Tirosina e se ligar a Tireoglobulina forma-se a Monoiodotironina ( MIT ) . Quando se liga 2 mol de Iodo a uma mesma Tirosina forma-se a Diiodotirosina ( DIT ).

Quando acumula muito T3 e T4 ocorre o processo de feed back na Hipófise e esta não produz mais TSH. Patologias que envolvem a Tireóide  Hipertireoidismo  Doença de Graves ou Bócio Tóxico.

Doença de Graves ou Bócio Toxico É uma doença auto-imune que ocorre quando os próprios anticorpos reconhecem parte do órgão ou todo o órgão como “non self”. Este anticorpo é um anticorpo tireoestimulante estimula a tiróide a produzir T3 e T4 ou seja tem a mesma função do TSH.

Sintomas:  Exoftalmia  Hiperatividade  Taquicardia  Emagrecimento  Aumento de Apetite  Aumento da temperatura da pele  Aumento da sudorese

Bócio Nodular Toxico ( câncer ) Como aumenta o tamanho das células aumenta-se a produção de T3 e T4. Produz mais acinos O tratamento é cirurgico. Hipotireoidismo Sintomas : --------------------Letargia Voz arrastada Aumento de Peso Sensibilidade ao Frio Diminuição de Apetite

 Tireoidite de Hashimoto – doença auto-imune. Anticorpo destrutivo. É crônica o organismo produz um anticorpo destrutivo Anti-tireóide que destroi o acino.  Bócio simples – Causado pela deficiência de ingestão de Iodo. Característica : Tireioide aumenta de tamanho para tentar compensar. Quando se faz uso de A

iodo a tireóide volta gradativamente ao tamanho normal. Mecanismo A tireóide tenta aumentar o seu tamanho para captar mais Iodo, ou seja provoca uma hiperplasia. Quando inicia a ingestão de Iodo a hiperplasia regride.

Fármacos para Hipertireoidismo  Iodo Radioativo I131 Para tratamento de hipertireoidismo, a medida que perde seus prótons emite raios β e γ .

Os raios β são altamente nocivos e lesionam o organismo. Ao serem administrado e transportados até o acino vai haver a liberação de raios β e γ os raios β interagem

destruindo o tecido tireoidiano reduzindo consideravalmente o tamanho da glândula, com conseqüente diminuição da liberação de T3 e T4. Efeito colateral - Hipotireoidismo durante os primeiros 2 meses , precisa-se administrar T3 e T4 até voltarem aos níveis normais.

Tioureleno  Carbinazol  Motinazol  Propiltouracil ( Ex: Triac )

Mecanismo de Ação

Inibem a oxidação do iodo através da inibição enzimática ( tireoperoxidase ) e redução da iodação da tirosina na tireoglobulina. O propiltiuracil além destes ainda retarda o processo de deseiodação nas célula periféricas. Estes medicamentos começam a ter efeito após 2 a 3 semanas devido ao T4 globulina. 1) Célula capta I2) Na célula pela ação de enzima + H2O2 ocorre oxidação bloqueando a retirada do elétron. 3) Bloqueia a iodação porque: a- bloqueia oxidação logo bloqueia iodação

Obs: Metimozol / Carbimazol - Resultado não imediato o resultado ocorre entre 2 a 3 semanas porque tem muito T4 livre na corrente sangüínea . Logo o resultado é a longo prazo.

Fármacos para Hipotireoidismo Só terapia de reposição de Iodo. Se for Hashimoto cirurgia.

2a Aula Dia 26-02-2007Fármacos Anticoagulantes Inibem o processo de coagulação plaquetária Quem regula é a Hemostasia sangüínea

Hemostasia = controle que interrompe o fluxo hemorrágico Pode ocorrer processo de hemostasia fora deste processo que irá formar as doenças trobolíticas, ou seja a hemostasia fora do processo hemorrágico é uma patologia chamado de processo de trombose. A hemostasia é controlada por alguns fatores independente do nível da lesão ocorre os eventos abaixo na seqüência:1) 2) 3) Vasoconstrição Agregação plaquetária Formação de fibrina ( o mais importante )

Hemostasia = evento fisiológico Trombose = evento patológico ( diferente de coágulo porque ocorre “in vivo”) Sempre que se tem uma lesão ocorrem os efeitos 1o); 2o); 3o) Depois que a fibrina se forma é que ocorre a coagulação Alguns testes mostram isto e os principais deles é o TP ( tempo de protombina) e o TTPA ( tempo de tromboplastina parcial )

Cascata de Coagulação

Via Extrínseca Aqui usa a via “alternativa”, não se usa todos os fatores.

Via Intrínseca Aqui utiliza todos os fatores sangüíneos para que forme a coagulação

Fatores de Coagulação = Temos enzimas circulantes na forma inativa, que não catalizam reações, e são chamadas de Zimógenos. Estes zimógenos na coagulação recebem o nome de fatores, logo cada fator na verdade são enzimas. Por exemplo, na Via Intrínseca ou Via de Contato vai se iniciar quando o sangue entra em contato com algo artificial, ou seja por ex. “in vitro”. A via Extrínseca ocorre “in vivo”. Via Intrínseca = Inicio: Fator XII é uma enzima que quando passa a ser ativada é chamada de XIIa, quando entra em contato com superfície estranha
Zimógenos

XIIa XIa
Ativa o fator Ativa o fator

XII XI IX

IXa
Ativa o fator junto com Fator VIII + Ca++ + fosfolipideos

Xa

X

Via Extrínseca Para ser ativada precisa de O principal estímulo é a lesão
Fator VII + Ca++ + fosfolipideos

Este conjunto ativa direto o Fator X Logo o sangue “in vivo” coagula mais rapidamente que o sangue “in vitro” pois pula as etapas iniciais.
Ativa o fator junto com Fator VIII + Ca++ + fosfolipideos

Xa

X

Protrombina ( Fator II )

V + Ca++ + fosfolipídeos
Trombina

Enzima anti-trombina III ( INIBE )

Fibrina ( gelificação = insulúvel )

Fibrinogênio ( solúvel = enzima )

Depois que formou a fibrina tem que ter um mecanismo que pare o processo de coagulação. A trombina também ativa outros fatores: X; IX; VIII; V. No início o fator XI precisa do Fator XI a., depois da trombina ela também passa a ativar os fatores IX e também os outros. Para interromper é necessário para a trombina que é a anti-trombina III ( fisiologicamente ).

O estímulo é o excesso de trombina. O mecanismo é contínuo, até para cessar, não para imediatamente Patogenicidade Trata-se a: Trombose = formação de trombos 1) Arterial – É a formação de coágulo gerando a fibrina; além de gerar fibrina, temos uma grande quantidade de plaquetas e de leucócitos, ele é chamado de Trombo Branco. 2) Venoso = Possui : Fibrina + Plaquetas + hemáceas chamado de Trombo Vermelho O que predispõe a formação de trombos: hipertensão obesidade gravidez diabetes Exercícios físicos intensos com caimbras ( senta-se e devia-se o ritmo cardíaco, o sangue pode voltar no sentido oposto ) Alteração do fluxo sangüíneo Desligamento de placas de ateroma Aterolcleorose Tipos:

Hemofilia Dificuldade de coagulação, os 2 tipos são hereditários: 1) 2) Clássica – decorretne de uma deficiência do fator VIII Hemofilia β ou de Chistmas deficiência do fator IX

Anticoagulantes Injetáveis Heparina Grande parte vem dos mastócitos ( “in vivo”) Mecanismo de Ação Ativa a antitrombina III impedindo que a trombina passe o fibrinogênio a fibrina. Bloqueia a coagulação tanto pela via Intrínseca como pela via Extrínseca. É injetável porque tem alto peso molecular , pela via oral não sofre absorção. A ação é imediata, começou a injetar já aumenta o tempo de coagulação. Efeito colateral Hemorragia, antes do pré-operatório faz-se o TTPA ( tempo de tromboplastina parcial ativado ). Para reverter o efeito colateral = Droga Antagonista = PROTAMINA = Inibe a Heparina faz o antagonismo por competição que é a antitrombina III, elas competem pela mesma enzima anti-trombina III. A ação é imediata. Outros efeitos colaterais Hipoaldosterismo – diminui a aldosterona , não se conhece o mecanismo. Osteoporose – não se conhece o mecanismo.

Anticoagulantes Orais Warfarin = descoberto por volta de 1930 Durante a depressão nos EUA o gado foi alimentado com trevo doce ao invés de milho, mas, como o trevo muitas vezes era dado estragado devido a estocagem, o gado começou a morrer devido a intensa hemorragia. Quando se estudou as causas descobriu-se o princípio ativo do Warfarin. Os fatores são glicoproteínas que para serem sintetizados no fígado precisam de glicoproteínas ( aas ) ( ácido glutâmico ). Mas, para os fatores X; IX; VII o acido glutâmico precisa sofrer uma γ− carboxilação, que para ocorrer precisa-se de vitamina K. O ácido glutâmico após sofrer γ− carboxilação ele passa a se chamar ácido

γ− carboxiglutâmico.
Vitamina K = lipossolúvel ( azeite, verduras ) Para a formação dos fatores X; IX; VII é necessário uma γ− carboxilação no ácido glutâmico antes do mesmo ligar-se a glicoproteína, esta é mediada pela vitamina K que passa da sua forma reduzida para a sua forma oxidada e regtorna pela enzima vit K redutase. Inicialmente Ac. Glutâmico = para fatores X; IX; VII

γ − carboxilaçã
o Vit K reduzida

Ácido γ − carboxiglutâmico.

Vit. K oxidada ( perde e- ) Enzima Vitamina K redutase

Mecanismo de Ação do Warfarin Inibe a enzima Vit K redutase promovendo a redução dos fatores de c\oagulação ( X; IX; VII ). A ação é mais lenta que a heparina ou seja, não é imediata porque sempre tem ácido

γ− carboxiglutâmico na circulação.
TP = colhido com citrato que quela o Ca++ - coloca-se depois quantidade elevada de Ca++, para analisa a resposta ao Warfarin Efeito Colateral = Hemorragia Antagonista = Vitamina K – o efeito é lento Cuidados para o uso: Não pode ser utilizado com substâncias que inibem a agregação plaquetária ex AAS – risco de Hemorragia. Warfarin tem alta ligação protéica plasmática. A taxa chega a 98% só 2% fica livre tem ação . 98% tem ação imediata. A AAS também tem afinidade protéico 98% . O cone o deslocamento protéico quando se inicia com AAS ele desliga ex: mais ou menos 40% e dixa mais alta a taxa de Warfarin livre exacerbando os seus efeitos colaterais. O Warfarin é todo metabolizado no fígado ( CYT P450) 100%. Tem drogas que são inibidores enzimáticos Ex. Cimitidina, Cimetidina; Metronidazol ( Inibem CYT P450 ). Logo tem mais Warfarin agindo . Dose ativa e Dose tóxica são mais próximas. Tem drogas que são Indutoras enzimáticas : Barbital; Álcool – inibem mais rapidamente a ação do Warfarin. Warfarin tem ação Teratogênicos é arriscado o seu uso nos primeiros 3meses de gestação e nos últimos 8 meses, atravessa a barreira placentária e tem ação de mal formação do SNC.

ANESTÉSICOS LOCAIS Os anestésicos locais começaram a serem estudados em 1860 com a cocaina. Freud queria pesquisar os efeitos anestésicos tópicos da cocaina ao invés das pesquisas psicológicas. Os oftálmicos começaram a estudar os anestésicos depois forma os denteistas. Depois se percebeu que ela é um anestésico local. Cocaína aumenta aminas cerebrais Noradrenalina, causando dependência, mas ela não dá parada cardíaca. O único anestésico que não causa parada cardíaca, nem respiratório. Estrutura Geral dos Anestésicos Locais

COOCH3

O C O
NCH3

CH2

CH2

Grupo Hidrofóbico

Grupo Éster
Obs: pode ter amida neste lugar, o que é melhor pois ela pode ser quebrada pelas Esterases o que dá meia vida ( T ½ vida )maior.

Amida básica ( cocaina )

A amina básica deixa o Pka com 8-9. Todos anestésicos locais tem caráter básicos Uma droga uma vez administrada ela fica na forma iônica ou molecular. O que determina se ela vai ser absorvida é quando ela fica no molecular isto dependendo de pKa da droga e do Ph do meio, Logo ela não tem ação via oral.

Ela tem que ser administrada em uma região e lá deve ficar mas isto não acontece ela sempre vai cair na via sistêmica , para diminuir isto aplica-se a droga com vasoconstritor.

Modo de Ação Para levar a informação ele tem que levar a informação para o axônio para isto ele tem que despolarizar, ou seja, mudar a carga, entrando uma carga positiva, que ocorre quando entra Na+ através dos canais voltagem dependende . Bomba de sódio Para que a célula mantenha sua homeostase osmótica, existe uma necessidade de extrusão continua de sódio, do meio intracelular. A "bomba de sódio" troca o Na+ do meio intracelular pelo K+ do extracelular e impede perturbações no fluxo normal de íons pela membrana celular. Observações feitas em fibras nervosas e no músculo cardíaco mostram que a bomba transporta três íons Na+ para fora da célula para cada dois íons K+ que são transportados para dentro. Essa drenagem líquida de cargas positivas para o meio extracelular também contribui para o estabelecimento do potencial de membrana.
+ + Na Cl Na Na+ Cl LEC K
+

LIC

Mais eletro Cl- K+ AXÔNI ClK+ K+ positivo +O ++++++++++++++++++++++++++++++ - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - menos eletro -+ + + + Na K Na positivo Na + K+ Na+ ClK K+ Cl Na+ Cl- + K - Cl

-

K

+

Na+
K+

Cl-

Na

+

Cl-

Dentro e fora da celula

A

-

A

-

A

-

A

-

A

-

A

-

A

-90mV

A

-

Ânion Representam moléculas grandes que não conseguem atravessar a membrana

Por convenção quando se mede ddp nos tecidos

o ponto de referência é o meio intracelular

Como sentimos Dor Tem uma substância chamada Bradicimina que quando se liga a um receptor Nociceptor sentimos dor. No potencial de ação . Tem mecanismos que deixa os nocireceptores receptivos por Bradicinina. Os nociceptores são excitáveis por um neurônio. Cada potencial que é gerado estimula um nocireceptor. Para anestesiar impede a transmissão sináptica para o nocireceptor. A peça chave do potencial de ação são as aberturas dos canais de Na Drogas Cocaína Lidocaína Tetracaína Bupivacaína Levobupivacaína Procaína = cocaína com ação central

Mecanismo de ação dos anestésicos locais Bloqueiam os canais de Na voltagem dependente nos neurônios São drogas dependentes de uso. É mais fácil bloquear se o canal esta aberto.

Na+
Na+

Quando o canal está aberto quanto maior o número de potencial de ação, isto é está com mais canais abertos. Quanto maior o número de canais abertos, maior o bloqueio dos anestésicos.

Na+
Na+

Hidrofílica Entra pelos canais É dependente de uso

Bainha de Mielina Hidrofóbica Entra pela bainha entra por qqer lugar, não vai ser dependetne de uso

Se quer deixar menos dependente do uso entra pela posição hidrofóbica. Quanto maior excitação local age mais hidrofílica. Hidrofóbica não tem predileção. Elas se ligam mais a neurônios de calibre menor que são os que mais se ligam aos nocireceptores, que são chamado de Ag e C e são todos de calibre meor e que propagam melhor a dor. Efeitos 1) 2) Desvantagem: Se a droga cai nos vasos teremos problemas com  SNC  Cardíaco bloquear a dor bloquear a sensibilidade – porque está nos neurônios de calibre menor.

 Respiratório  SNC – consegue atravessar a barreira hematoencefálica no primeiro momento é estimulante, ocorrendo tremores e até quadros convulsivos devido a estimulação central. Em um segundo estágio é depressora quando chega a doses altas.  Cardíaco – Se a droga cai no coração bloqueia a despolarização, ocorrendo bradicardíaca, podendo chegar a parada cardíaca. A bradicardia dá hipotensão. Exceção – Cocaína – dá taquicardia porque aumenta os níveis de noradrenalina, bloqueia a recaptação de noradrenalina.  Respiratório – é o que mais mata, porque não tem estímulo neuronal nos músculos do pulmão e dá parada respiratória por colapso respiratório. Para amenizar os efeitos tem que aplicar adrenalina.

3a) Aula 05/03/2007 Fármacos Contraceptivos Controle neuro-hormonal do Ciclo Menstrual Folículo de Graaf aumenta a vascularização aumenta o muco pH 8 a 9 Hipotálamo
GmRH = Hormônio de Liberação da Gonadotrofina

Adeno Hipófise

LH

-

Aumenta a camada epitelial. Eleva a temp 0,5 oC para Progesterona favorecer a nidação.

Estrógeno

Ovulação Corpo Lúteo

Enquanto estiver com os níveis altos de progesterona não ocorre a menstruação.

-

Se houver a fecundação o corpo lúteo permanece por mais tempo produzindo progesterona até a formação do córion no feto que começa a produzir progesterona e HCG ( Gonadotrofina Coriônica Humana ) serve de teste de gravidez . Córion – Pré-placenta 2 – 3 dias - Progesterona + HCG só agem sobre o endométrio dão sustentação ao feto. Placenta – O córion dá lugar a placenta e ela assume a produção de Beta HCG e Progesterona.

-

Na falta de gravidez 13 dias depois Não tem o corpo lúteo Cai o nível de progesterona e acontece a descamação.

Quando o folículo já completou a maturação diminui a produção de FSH, o estrógeno faz o feedback negativo na adeno hipófise para reduzir a produção de FSH. O LH foi liberado para que houvesse ovulação , após a ovulação a progesterona faz feed back negativo para reduzir a produção de LH.

Fármacos São sempre a ase de estrógeno e/ou progesterona  Reposição Hormonal - É preferível o uso de Estrógenos em quantidades baixas 10 – 20 µ g/dia – só para evitar os efeitos colaterais.( menopausadas)  Fármacos para Contracepção ou Estrógenos ou Progesterona 1) Orais I- Ou são cominado – estrógenos + progesterona ( derivados de – Terapia Progesteronica ) Efeito simples e reduz ganho de peso; reduz reserva hídrica; reduz espinhas; aumenta a probabilidade de tromboembolia. Derivado de Estrógeno ( combinados ) Estradiol; Etinilestradiol 1-

. Ou sómente progesterona ( derivados de ...) Derivados de progesterona Norgestrel - Levonosgestrel - Gestodeno - Neritisterona Usa-se 1 derivado de estrógeno e associa-se com 2 progesterona Mecanismo de Ação Eles impedem a concepção pore eles são agonistas do estrógeno e progesterona. Não ocorrendo liberação de FSH e LH.

II – -

“Por serem análogos ao estrógeno e progesterona promovem um mecanismo de retroalimentação negativa sobre a adeno-hipófise inibindo a liberação de hormônios FSH e LH impedindo respectivamente a maturação do folículo e a ovulação". Progesterona – para evitar os efeitos colaterais. 2) Contracepção de emergência ou pós coito - Levonorgestrol ( Progesterona ) 1a dose – até 72 hs pós coito 2a dose – até 12 hs após a 1a dose . – Anti-gestacional ( abortivo ) 600mg até 50 dias após o 1o atraso menstrual . – Injetáveis – Uso prolongado Medroxiprogesterona – de 1 a 3 meses – derivado de progesterona taxa de fertilidade 0,3%.

Fármacos Andrógenos e anti-andrógenos masculinos No homem é mais simples só produção de testosterona Hipotálamo
GmRH = não tem ciclo depende do uso

Adeno Hipófise
libera

FSH

LH

Testículo

Células intesticiais ou cels de Leidyg

Túbulos seminíferos

O LH estimula as células de Leidyg a produzir testosterona . Para dar caractéres masculinos tem que ir para os órgãos, então ela tem que passar para a forma de dihidrotestosterona para poder chegar até os outros órgãos. Quem faz esta transformação é a enzima 5-α− redutase. Outra funçãp da estosterona é produzir a maturação dos espermatozóides nos túbulos seminíferos. Fármacos Andrógenos  Testosterona  Namdrolona  Estanozolol Objetivo do uso terapêutico Pós cirúrgico para revigoração do paciente ( tanto masculino como feminino ) Pode também ser usado por atletas ( com restrições ) para aumento de performance. Crianças com hipogonadismo principalmente testosterona ( na forma de sal que não sofre degradação ) Testosterona aumenta fisiologicamente feed back negativo na Adeno-hipófise. Quando se toma não ocorre feed back negativo Efeito colateral = Adenocarcinoma de próstata Quando se toma antiandrógeno ( inibe a liberação de testosterona ) Finasterin = usa-se para adenocarcinoma Mecanismo de Ação Bloqueia a 5-α− redutase bloqueando assim a passagem de testosterona a diidrotestosterona. O FSH atua sobre as células de Sertoli na produção dos espermatóides. A testosterona matura os espermatozóides.

Fármacos Hipocolesrolêmicos  Reduzem os níveis de colesterol

Ateroma = Resposta inflamatória a uma lesão no endotélio do vaso ( tem colesterol e triglicérides ) Fatôres que predispõem Tabagismo Obesidade Diabetes Sedentarismo

Formação do Ateroma 1) Ligação plaquetária do endotélio. Exemplo: Fator de Agregação Plaquetária ( PAF ). Aspirina em baixas concentrações reduz esta agregação. 2) . Placa de . Ateroma . . . . Eventos. A placa se forma sobre as paredes dos vasos na região Adventícia. Para esta região ocorre uma migração de células fagocitárias ( macrófagos ) ( no sangue circulante = monócitos ). No Ateroma tem lipídeos + colesterol + infiltração pelos monócitos que quando se infiltram passam a ser macrófagos ( porque está no tecido). Região adventícia Luz do vaso Captação de lipídeos no endotélio Obs:

O macrófago quando fagocita libera quimiocinas ou citocinas que induzem outras células para chegar até o local , as próximas células a chegar serão os linfócitos. Chegando o linfócito T está formada a placa de Ateroma. Principal Fator Determinante Captação de Lipídeos e Colesterol – como o colesterol e lipídeos passam em determinados locais e como o colesterol foi formado? 1) Formação ou transporte até o local das Lipoproteínas Eles são transportados por 4 lipoproteínas, o colesterol nunca esta livre, ele sempre está sendo transportado por uma lipoproteína. As 4 lipoproteínas são: presente na circulação por um período de até ½ hora após as refeições. –VLDL – ( Lipoproteína de Muito Baixa Densidade ) – possui muito mais triglicérides e colesterol e baixa quantidade de proteínas ( 1 – 2 % ). - LDL – ( Lipoproteína de Baixa Densidade ) – possui muito triglicérides e colesterol os dois na mesma concentração e baixa quantidade de proteínas. – HDL – ( Lipoproteína de Alta Densidade ) – possui baixo triglicérides e colesterol e muita proteínas. O que muda é a quantidade de triglicérides e colesterol em relação a quantidade de proteína. Quilomicrons: é só colesterol e triglicérides do meio exógeno ( alimentação) está

Via Exógena

Absorção no Intestino na forma de Quilomicrons ( macromoléculas ) Segue para Músculo e Tecido Adiposo

Uma parte fica armazenado ; outra parte são quebrados em ácidos graxos. Via sangue

Fígado
Sintetiza - Ácidos graxos ( moléculas menores )
Colesterol Endógeno – ( Precursor da maioria dos hormônios )

VLDL

Deixa o fígado para ir para a corrente sangüínea ligada ao VLDL
Músculo tecido adiposo. Hidrólise

Ácidos Graxos

Fígado = colesterol Moléculas ainda menores para o sangue

Ácido graxos - LDL
Tecido Adiposo

Membranas moléculas menores. Moléculas menores
Não vai mais para o fígado ( triglicérides e colesterol )

Músculo – Tecido Adiposo

HDL = Sintetizada no fígado

Fígado = Para ser metabolizado

O problema é quando o colesterol é transportado na forma de LDL e VLDL maior é a captação e maior a probabilidade de ATEROMA. Função do HDL – Retira o excesso de colesterol e triglicérides porque ele faz o transporte inverso do colesterol porque ele retira dos músculos e tecidos e levam para o fígado. Isto porque tem grande quantidade de proteínas. Fármacos  Estatinas  Sinvastatina  Lovastatina  Fluvastatina  Atorvastatina  Rosuvastatina Mecanismo de Ação Hidroxi 3 metil Glutamil – Coenz A O HnG – CoA

Enzima HmG – CoA redutase

Ácido Mevalônico

Colesterol

As Estatinas inibem a enzima HmG-CoA redutase impedindo a passagem da HmG-CoA a ácido Mevalônico reduzindo a síntese do Colesterol.

2) Resinas de Troca Iônica Colestiramina Colestipol Drogas insolúveis, não sofrem absorção

Mecanismo de Ação Lipídeos exógenos para ser absorvidos, a gordura precisa ser quebrada pelos sucos biliares na região do intestino pela enzima lipase, depois de ser absorvida é que é Quilomicrons. Estas drogas encontram com os sais biliars elas fazem uma troca iônica. A droga doa Cloreto para os sais biliares. Os sais biliares ao receberem os cloretos e ao perderem seus ânions elas perdem a possibilidade de quebrar ( emulsionam ) as gorduras que por serem grandes não serão absorvidas. O que faz uma pesquisa de troca iônica? A droga promove uma troca iônica entre o cloreto e os ânions e os sais biliares impedindo a emulsificação das gorduras no Intestino, reduzindo a absorção dos lipídeos e colesterol.

Eloi 4a aula 12/03/2007 Controle Glicêmico Pâncreas = Glândula endócrina como exógena

Libera insulina

Ilhotas de Langerhans

Insulina são produzidas pelas células β . Células A = produzem o hormônio Glucagon Células D = produzem o hormônio Somastotastina Células PP = produzem o peptídeo Pancreático

Glucagon = função – faz a função contária a insulina ou seja: aumenta a glicose plasmática diminui a glicose nos tecidos – Provoca a hiperglicemia

Insulina : aumenta a glicose tecidual reduz a glicose plasmática ( hipoglicemia )

Diabetes – hiperglicemia = aumento da glicose no sangue, quem reduz é a Insulina.

O que é a Insulina? É um hormônio. É uma proteína composta por 2 cadeias de peptídeos ( seqüência de aas pequena ): uma delas 21 aas a outra 31 aas

Estas duas cadeias são ligadas entre si por pontes de Disulfitos. S S S A sequência de aas que formam a Insulina é conhecida desde 1955

Como a Insulina atua ? 1. Mecanismo de Síntese da Insulina Quem sintetiza é o pâncreas nos ribossomos que estão situados no retículo endoplasmático rugoso, a insulina produzida neste local ainda é uma pré-pró-insulina porque é uma molécula muito grande, isto é com muitos aminoácidos. Ainda dentro da célula, do retículo endoplasmático esta molécula vai para o “Complexo de Golgi” e lá sofre uma clivagem pelas proteases e passa a ser uma pró-insulina, porque já diminuiu bastante o tamanho da molécula. processo de clivagem até formar só Insulina. Assim que a Insulina é formada ela é armazenada nos grânulos das células β das Ilhotas de Langherhans. ( todo este processo é intracelular ). Continua o

2.

Mecanismo de Liberação da Insulina.

Célula
Hexoquinase

Glicose
G6P
I N S U L

Glicose
Piruvato entra na mitocondria
I N A

Glut 2

Eleva ATP Ca++

Canais de K

vaso

A proteína transportadora Glut 2 seqüestra glicose do vaso e a transporta até o interior da célula. Piruvato = só o piruvato entra na mitocôndria da célula. Elevação de ATP = função – bloqueia os canais de K da membrana citoplasmática celular. Após bloquear o canal de K ocorre diminuição da condutância do K ( saída de K ), o K fica impedido de sair da célula. O fato de não sair K provoca um pequeno grau de despolarização celular. A célula β se despolariza, de maneira similar do que acontece com o Na++ na célula nervosa mas de forma menos acentuada. Uma vez que a célula foi despolarizada vai permitir a infusão de Ca++, o Ca++ extracelular vai para o meio intracelular. O Ca++ intracelular provoca a expulsão dos grânulos contendo insulina e ela vai para a corrente sangüínea. A insulina sai pela exocitose da membrana celular e vai para a corrente sangüínea por transporte passivo. Este é o principal método de captação de insulina, aumento da quantidade de glicose.

Outros fatores que interferem na captação da Insulina  Principalmente hormônios Gastrointestinais ( GI ) como: Secretina Gastrina Colescistocinina Peptídeo inibitório Gástrico Hormônios Gástricos que aumentam a Liberação de Insulina

Após as refeições aumenta cada um deles. Por isto quando se faz a comparação das vias de administração Intra venosa ( I.V. ) e Via oral ( V.O. ). A que libera mais insulina é por via oral  Controle pelo Sistema Nervoso Autônomo Parassimpático – Também aumenta a liberação de Insulina. Ao passo que o Sistema Nervoso Autônomo Simpático reduz Insulina

Patologias Envolvendo Insulina  Diabetes melito O que é diabete? É uma disfunção na liberação ou na ação da insulina. Qual é a ação da insulina?  Transporte da glicose do meio plasmático para o interior da célula  Aumenta a síntese protéica, aumenta a entrada de aas na célula  Aumenta a formação de ácidos graxos  Aumenta a formação de glicerol  Aumenta a formação de triglicerídeos  Outro fator importante da Insulina é que ela diminui a condutância do K, ou seja ela impede a saída do K do meio intracelular. Ela pode ser usada como terapia em pacientes com síndrome de hipercalemia ( excesso de K circulante no plasma ) onde administra-se insulina + glicose para reter o K intracelular. O diabetes é subdividido em 2 tipos: 1. Tipo 1 ou insulino dependente – É o menos comum e ocorre entre 5% a 10% dos casos de diabetes. Acomete principalmente crianças e adolescentes, porque tem-se um grande fator hereditário ligado a diabete Tipo 1 e é uma doença auto-imune. Evolvem também pais que tem diabetes. As céluas expressam antígenos na superfície, que o sistema imune não reconhece ( non self ). Esta resposta imune é mediada por anticorpos anti-células β do pâncreas. Sem células β não há síntese nem liberação de Insulina. Não possui cura, mas controle. No início da terapia trata-se com corticóides para suprimir o sistema imune. Atualmente pode-se fazer o transplante de células β . 2. Tipo 2 – A grande maioria das diabetes é do Tipo II – é chamada diabete da maturidade – pois normalmente ocorre após os 35 anos de idade e também tem caráter

hereditário, que se relete pelo estilo de vida somado com as causas hereditárias. Hoje ela é a principal causa de predisposição a:  Membros amputados  Insuficiência ou falência renal  Infarto do miocárdio  Cegueira

O que acontece com o indivíduo diabético fisiologicamente: Ele acaba tendo uma resistência a insulina, ele produz a insulina em níveis normais, mas a célula não consegue captar glicose, ela precisaria de uma dose extra de insulina, mas as células do pâncreas não produz mais quantidade de insulina em volume suficiente. Quem adquire resistência são todas as células do organismo.
Insuli na

Receptores β e α

Glicose

Glut 4

Não tem receptores para transportar o Glut 4. Se a célula não está utilizando Glicose para de produzir o ATP, ou seja o que ocorre é um desvio de metabolismo e começa a metabolizar o ATP através da via dos lipídeos. O problema é que se formam os chamados “Corpos Cetônicos”, então ocorre no organismo um excesso de “Corpos Cetônicos”, o problema do diabético se resume nisto:  Aumenta a diurese ( poliúria )  Aumenta sede/fome  Provocam acidose metabólica ( todo o problema começa aqui )

Os níveis normais de glicose em jejum de 12 hs é de 70 – 00 mg/dl. O limiar renal de concentração de glicose no plasma é de 180 mg/dl, a partir desta concentração o rim começa a expelir glicose pela urina = glicosúria é por isto a poliúria. Tratamento Para cada tipo de diabete o tratamento é diferenciado:  Tipo 1 = Insulinodependente Hoje se sintetiza através do DNArecombinante e promove a síntese dos aminoácidos que compõem a Insulina, ou codificação do DNA,ãoao ou ainda DNA recombinante. Tipos de Administração da Insulina O que vai determinar os tipos de administração é o tempo de ação da droga I) Tipo = Insulina de Ação Rápida – conhecida como Insulina Aspartato é insulina pura e pode ser administrada tanto IV como IM. Início da ação em 15 minutos ( T ½ vida = 8 minutos ) Tempo de ação curto = 3 – 4 horas. Se for dada subcutânea o tempo de inicio de ação é mais lento. II) Tipo = Insulina de Ação Intermediária – é dividida em dois tipos: a) Insulina NPH ( Insulina ligada a Protamina ) – Insulina + Protamina, a Protamina se precipita. b) Insulina lenta – Mistura de Insulina com Zn – O Zn faz com que a Insulina se precipite quando ela é administra. Faz também com que se tenha Tempo de ação maior. são administradas Via Subcutânea se precipitam no tecido da região de aplicação, formando um precipitado que é insolúvel e demoram para se solubilizar. Primeiro eles são solubilizados nos tecidos e depois serem absorvidos, por isto elas são de Tempo intermediário. Início de ação: 1 – 2 horas. Tempo de ação : 10 - 16 horas. Quando

III) Insulina de Longa Duração – ou Insulina Ultra Lenta – É igual a lenta Insulina + Zn mas com quantidades maiores de Zn++ . Quanto maior a quantidade de Zn++ maior a precipitação. Início de Ação : 1 – 3 horas Tempo de Ação : 20 – 30 horas Efeito Colateral – Hipoglicemia – que mata tanto quanto a hiperglicemia, principalmente ao dormir, levando ao coma hipoglicêmico.  Tipo II – Hipoglicemiantes orais = Eles promovem aumento na liberação de insulina, fugindo-se assim a resistência celular. Classes de Hipoglicemiantes orais 1a) Classe - Sulfoniluréia Drogas : - Glibenalamida maior que as mais antigas – Clorpropramida - Tolbutamida Mecanismo de Ação Promovem o bloqueio dos canais de K nas célula β do pâncreas diminuindo a sua condutância, elevando o Ca++ intracelular o que libera a Insulina pelos grânulos. Fisiologicamente o que bloqueava estes canais era o excesso de ATP. Efeito Colateral – Efeito de “Dissulfiran” – antietanol Álcool Acetaldeído Ácido ( acético ) excretado. O acetaldeído é extremamente tóxico. A enzima Aldeído desidrogenase pega todo o Acetaldeído e vira ácido. O dissulfiran bloqueia a enzima aldeído desidrogenase. As cefalosporinas tem a mesma ação. 2a ) Classe = Biguanidas Drogas – Meteformina Mecanismo de Ação - Aumenta a captação de Glicose pela célula e diminui um pouco a glicogênese. O mecanismo é pouco conhecido. Acredita-se que ela aumenta os receptores de Glutivatos, ou seja faz a transmigração dos Glutivatos. 3a ) Classe = Glitazonas Mais antigas 2a geração pode ter concentração até 100x . . .

Drogas -

- Pioglitazona - Rosiglitazona

Mecanismo de Ação Existem receptores nucleares PPAR toda vez que ela se une ao receptor ( droga ) manda um estímulo para o núcleo expressar novos RNAm e depis que ele se ligou começam a aumentar a síntese dos compostos que diminuem a glicose nas células. Acaba tendo mais Glut 2 e Glut 4 e consequentemente aumenta os receptores que levam a glicose para dentro das células. Até começar a produzir e a glicose começar a entrar na célula leva de 1 a 2 meses. Ditado “Através da ligação das drogas nos receptores nucleares haverá maior expressão do RNAm envolvidos na síntese dos compostos que tendem a reduzir a glicose plasmática.” Sem a Droga o RNAm produz 10 Glut 4 p.ex. . Quando a droga se liga ao receptor tem mais RNAm que então produzem mais Glut 4 e então passa-se a ter 30 Glut 4 p.ex.

Eloi 5a aula 19/03/2007 Fármacos Analgésicos Anripiréticos e Antinflamatórios ( só vai encontrar na procura na verdade uma classe só ) Analgésicos - diminuem a analgesia ( dor ) de baixa intensidade. Dores de intensidade maior ex. Câncer = opióides. Antipireticos – diminuem a temperatura corpórea só a temp anormal ( pirose = febre ). A normal não é reduzida Anti-térmico diminue qualquer temperatura. Antinflamatórios – diminuem processos inflamatórios este estritamente legados ao processo de algesia e piréticos. Quando bloqueia um mecanismo bloqueia os outros também mas não com a mesma intensidade . Inflamação = resposta a uma determinada lesão para posteriormente processo de reparação. As vezes a intensidade acaba trazendo processos patológicos. Todos os fármacos antinflamatórios mascaram a doença. Eles diminuem os efeitos mas não eliminam a causa. Mecanismos inflamatórios estão estritamente relacionados com os processos imunológicos . Existem 2 vertentes que ocorre no processo imunológico ( mas na realidade ocorrem mais de 10 ), estes processos ocorrem ao mesmo tempo ( o leque para se chegar a inflamação é grande. Pode-se bloquear algumas vertentes e as demais ficam comprometidas e os demais processos podem parar. 1. Mecanismo Imunológico Inata A resposta imune é dividida em :

– menos específica - e tem a característica de ser igual para todos os estímulos. A resposta inata inflamatória se inicia por um estímulo independente qualquer, que pode ser: Físico; Químico; Biológico. Características da Resposta Inata: Pode ocorrer inflamação Ë sem processo infeccioso, mas todo tipo de infecção tem sempre processo de inflamação.

mediada por células – no local ocorre migração celular. Ex: processo infeccioso nas tonsilas: primeiro ocorre processo inflamatório porque as células migram para as tonsilas. Migração celular = Quimiotaxia Primeiro chegam os leucócitos que liberam os Mediadores Inflamatórios os que liberam Histaminas por exemplo, esta substância é um vasodilatador e sensibiliza as células do vaso , - Histamina células locais próximas ao vaso. Os mais poderosos mediadores são : - Bradicinina - Interleucina Potentes vasodilatodores ( Fator de Agregação Plaquetária ) - TNF ( Fator de Necrose Tumoral ) No processo inflamatório o plasma intra vascular ( dentro dos vasos ) é extravasado e vai para o interstício gerando o edema. Os vasos dilatam e o sangue chega a uma quantidade maior e a velocidade de liberação é mais lenta e a localização do sangue no local fica mais intensa gerando uma zona de maior calor ( sensação de rubor ou de febre local ) Quando se aplica compressa de gelo diminui-se o extravasamento de plasma no local e diminuindo a vasodilatação. Bradicinina – responsável pela dor. Próxima a área de inflamação existe uma grande congestão porque sempre vais chegando mais leucócitos pela influência da Interleucina. Próximo ao edema tem receptores de dor ( nocireceptores ), se a Bradicinina se liga aos nocireceptores gera o processo da dor. Ocorre agravamento da dor. O processo de “feed back” não é muito efetivo. Dependendo da área pode ser fatal . Ex: na área cerebral.. Tudo isto é uma resposta a um estímulo inicial. O objetivo final deste processo é a reparação de tecido lesado. Exemplo: quando se corta a pele e ocorre posteriormente a cicatrização, a área cicatrizada fica com a sensibilidade diminuída, isto porque a reparação se dá por fibroblastos, raramente na reparação ocorre pelo mesmo tecido funcional, esta é a explicação da diminuição da sensibilidade. Quando isto ocorre no músculo cardíaco o órgão perde a sua função. Logo o problema da inflamação é o descontrole tecidual que ela pode ganhar.

- PAF

Paralelamente ocorre outros mecanismos que são instigados pelos anteriores. Hoje só estuda-se estes dois mecanismos porque só tem fármacos para este 2, quando houver fármacos que atuem em outros mecanismos então eles serão estudados. Quando ocorre uma Lesão Celular
(no sangue quebram os ácidos graxos ) o ( biológica, química ou física ) a

membrana celular libera

fosfolipídeos. Estes fosfolipídeos serão metabolizados por uma enzima a fosfolipase A2 ácido graxo mais importante neste caso é o Ácido Aracdônico. O ácido aracdônico sofre nova metabolização por 2 novas enzimas: A- Lipooxigenases ( onde o ácido aracdônico funciona como o substrato da reação ) e como produto teremos os Leucotrienos ( que estimula a resposta Inata e depois também a adaptativa) . Os leucotrienos são uma família grande de substâncias que tem a única função de estimular o sistema imunológico ( aumenta a resposta imune ) .A via mediada por esta família induz a resposta imune. B- Cicloxigenase ( COX1 ; COX2 ) COX1- Cicloxigenase Constitutiva porque tem liberação de COX mesmo fora deste mecanismo porque durante o processo fisiológico tem COX1 sendo liberada isto porque ela regula alguns fatores que são: -Prostaglandinas – descobriram no sémem, assim que chega ao útero provoca contração uterina. Exemplos de Protaglandinas constitutivas: - Algumas favorecem agregação plaquetária, importante nos processos de coagulação. –As mães no momento do parto tem uma contração uterina que ocorre como resultado da liberação de um tipo especial de prostaglandina naquele momento. – Quando a prostaglandina é liberada na mucosa gástrica ocorre a liberação de muco e de bicarbonato e diminuição de HCl neste caso tem função protetora. COX2 – Não é constituinte – libera Prostaglandina Inflamatória A COX2 é específica do processo inflamatório, ela provoca dilatação dos vasos e inicia todo o processo inflamatório. Como durante o processo já ocorreu o aporte de Bradicinina e Histamina o processo fica cada vez maior. Pode ser chamado de Mediador Inflamatório, provoca : - Quimiotaxia – dilatação dos vasos - Pirese ( febre ) somada também a ação da prostaglandina

Mecanismo de liberação No hipotálamo são liberados os mecanismos de controle da temperatura corpórea. Quando a prostaglandina chega no hipotálamo ele desregula os mecanismos de controle do hipotálamo. É um tipo específico de prostaglandina que desregula este centro termostátivo. Na dor – Tem uma prostaglandina específica que vai até os nocireceptores ( receptores de bradicinina ), ocorrendo a sensibilização do nocireceptor pela bradicinina ou seja, elas sensibiliam o receptor para se adaptar ou receber mais bradicinina aumentando a dor local. Estes mediadores acidificam a área 2. Mecanismos não esteroidais a maioria dos fármacos agem neste mecanismo Adaptativa – Se caracteriza pela Especificidade e é mediada por anticorpos. FÁRMACOS Antinflamatórios Não Esteroidais ( AIMEs ) Tem uma ação dependente da

São as drogas mais utilizadas. Não são derivados de nenhum hormônio . A) AAS ( Ácido Acetil Salicílico ) ( Aspirina ® . ) dosagem, dependendo da dosagem ele tem uma ação diferente. Ex: 4 g por dia – preferencialmente ação antinflamatória. 2 g por dia – ação analgésica ee antipirética Logo se mudar a dose mexe-se na ação. Isto porque temos várias prostaglandinas que são diferentes entre si. Mecanismo de ação Inibem de forma não seletiva as cicloxigenases 1 e 2 diminuindo a liberação das prostaglandinas. Este é o mecanismo de todos os antinflamatórios da classe AIMEs.

Quando se mexe com a dose a inibição da protaglandina vai ser também diferenciada na mesma COX2 por exemplo. Em concentração de 4g/dia ela inibe por mais tempo a COX2 por exemplo e libera a prostaglandina inflamatória. Mas libera um pouco também daquela responsável pela dor. Em concentração de 2g/dia inibe por menos tempo a COX2 e libera só as prostaglandinas de analgesia e antipirética. Nas dosagens de 100 – 125 mg/dia inibe preferencialmente a COX1 (Prostag. Constituinte) que age na agregação plaquetária. Efeitos Colaterais 1. Irritabilidade Gástrica – Porque bloqueia a COX 1 que libera a prostaglandina

que estimula a produção de muco e de bicarbonato. Ocorre também com a maioria dos antinflamatórios não esteroidais . 2. Salicilismo – Intoxicação por AAS ( quando passa do nível terapêutico e entra no nível tóxico ). Sintomas : Provoca maior consumo de O2 pelas células. Quando se consome mais O2 todo o O2 é convertido em CO2. O aumento de CO2 provoca um mecanismo de “feed back” provocando hiperventilação, ou seja a freqüência respiratória gera a Alcalose respiratória . 3. Antiaderência Plaquetária – Não podem ser administrados associados com Warfarin ou seja com anticoagulantes orais porque ocorre sinergismo. Se associados risco de hemorragia. 4. Baixa ligação a Proteínas, mas tem muita afinidade as proteínas e fazem o deslocamento protéico com outras drogas. Se a droga tiver alta taxa de ligação protéica o efeito colateral será pior. 5. Síndrome de Reye – Efeito colateral observado por exemplo em crianças de 015 anos quando passaram por algum tipo de Infecção Viral e durante esta fase faz-se também administração de aspirina desenvolve esta síndrome que provoca: . – Hepatotoxicidade – associada a lesão do SNC é fatal. Pode ocorrer em qualquer virose desde Herpes a Catarata. Logo, para crianças entre 0-15 anos é

contraindicado a administração de AAS. . - Insuficiência Renal raríssimos casos Aspectos farmacológicos Liberação 50% estômago 50% no intestino 15% sofre efeito de primeira passagem cai no sistema porta hepático e vai para o ................................................................................ Tempo ½ vida 3 a 4 horas Toda ela sofre metabolismo hepático ( 100 % ) 30 a 40 % sofre ligação proteica plasmática, mas já é suficiente para correr o deslocamento plasmático. B) Paracetamol – ( acetaminofeno ) O mecanismo de ação É o mesmo – Inibe a COX1 e COX2 . A diferença é a seletividade tem pouca ação antinflamatória. Efeito colateral Extremamente hepatotóxico Se administrado 4 a 5 vezes a doses usuais causa degenerações hepáticas e o fígado pode não mais se degenerar. Ele é metabolizado pelo CYT P450. Não é aconselhável que ele seja administrado com indutores ou inibidores enzimáticos. Diminui a irritação gástrica – não é necessário associá-lo com drogas que inibam o HCl. C) Fenilbutazona – da mesma família – É um pró-fármaco, primeiro tem que ser metabolizado para depois ter sua ação. No fígado e metabolizado pelo CYTP450 é toda metabolizada a oxifembutazona e é ela que tem ação antinflamatória. Ela tem somente ação antinflamatória. É incomum usá-la como analgésico e antipirético.

D) Dipirona – Efeito colateral – Provoca aplasia ( diminuição do tecido ) de Medula, causando anemia profunda. Portanto deve ser usada com muita restrição. Dipirona IV é muito solúvel em caso de convulsão . Melhor ação = antipirética Boa ação = analgésica Péssima ação = antinflamatória E) Cetoprofeno; Ibuprofeno - Predominam ação antinflamatória Cetoprofeno = menos irritação gástrica Ibuprofeno = maior Irritação gástrica F) Indometacina Age principalmente no músculo liso retardando a prostaglandina que iria agir no músculo liso, é usada em:  Cólicas  Retarda a contração uterina para retardar o trabalho de parto ( Citotec )  Pode também acelerar a contração uterina Efeito Colateral:  Irritação gástrica  Pancitopenia – ( diminuição de todas as células sangüíneas ) G) Diclofenato Ação predominante = Antinflamatório – usado na artrite reumatóide ( porque se armazena no líquido sinovial ). Boa para ser usada na via parenteral. Via oral 50% sofre efeito de primeira passagem. Ação injetável melhor que oral Efeito Colateral  Extrema irritação gástrica  Baixa ação antiagregante plaquetária

H) Piroxicam, Meloxican, Tenoxicam – Ação antinflamatória Efeito Colateral  Trombocitopenia = diminuição das plaquetas  Ação gástrica I) Ácido Mefenâmico ( Bonstam) ; Ácido Flufenâmico Predomínio de ação analgésica . Baixíssima ação antinflamatória Atuação no músculo liso. Efeito Colateral  Irritação gástrica J) Nimesulida – prevalece ação antinflamatória – Principal antinflamatório Efeito Colateral  Deveria provocar irritação gástrica ( teoricamente é o que mais bloqueia a COX2 ) Seletivos da COX2 – São classes mais novas de antinflamatórios só bloqueiam a COX2. Todo o efeito colateral está quando o antinflamatório bloqueia a COX1 por isto esta classe quase não causa irritação gástrica.  Valdecoxib  Celecoxib [Apresenta interações cardíacas, talvez porque aja na COX3 que está relacionada com a prostaglandina cardíaca. ( Celebra ) ]  Eritocoxib
®

Antinflamatórios Esteroidais  Predizona  Predinizolona  Hidrocortizona  Dexametazona  Betametazona Mecanismo de Ação Inibem a enzima Fosfolipase A2 bloqueando tanto a via da cicloxigenase quanto a da lipoxigenase. Poderoso antinflamatório. Efeito Colateral  Imunosupressão – deixa com predisposição a infecção  Inibe Hormônio antidiurético, causando Edema generalizado  Diminui captação de Glicose pela célula gerando Hiperglicemia. No metabolismo do cortisol faz com que o metabolismo quebre mais proteínas, logo aumenta o catabolismo proteico. “Tira” a proteína do músculo e joga na corrente sangüínea  Ação no metabolismo dos lípides – quebra a gordura do corpo como um todo e deposita em lugares específicos como: abdômen, rosto.  A somatória destes efeitos colaterais causa a Síndrome de Cushing.  Causa depressão Para retirar esta droga tem que fazer a terapia do Desmame, pois a droga é análoga ao Cortisol humano, a droga faz “feed back” ( é produzida fisiologicamente todo dia cedo ). Como se toma o corticóide a supra renal não produz mais o cortisol. A supra-renal precisa de um tempo para perceber a falta da droga e começar a funcionar.

Características Menos específica baixa intensidade. diminuem a algesia ( dor ) de Se inicia por um estímulo = opióides. Dores de intensidade maior ex. Câncerindependente Físico; Químico; Biológico diminuem a temperatura corpórea só a temp anormal - Histamina Sem processo infeccioso Migração celular = Quimiotaxia - Bradicinina Mediadores são Potentes

Analgésicos

Mecanismos inflamatórios = Estão estritamente relacionados com os processos imunológicos Resposta Inata Antipireticos

diminuem processos inflamatórios estão muito ligados a processo de algesia e piréticos pela

Resposta Antinflamatórios Adaptativa Característica Se caracteriza Especificidade e é mediada por anticorpos

Mecanismo da Reparação Celular

Bradicinina se liga aos nocireceptores gera o processo da dor - TNF ( Fator de Necrose Tumoral ) Chega mais leucócitos pela influência da Interleucina Objetivo final deste processo é a reparação de tecido lesado O tecido reparado é substituído por fibroblastos diminuindo função/sensibilidade tecidual Lesão Celular ( biológica, química ou física ) a membrana celular libera fosfolipídeos, fosfolipídeos serão metabolizados por uma enzima a fosfolipase A2 Ácido Aracdônico,ácido aracdônico sofre nova metabolização por 2 novas enzimas : - Lipooxigenases ( onde o ácido aracdônico funciona como o substrato da reação ) e como produto teremos os Leucotrienos ( que estimula a resposta Inata e depois também a adaptativa) . Os leucotrienos são uma família grande de substâncias que tem a única função de estimular o sistema imunológico ( aumenta a resposta imune ) .A via mediada por esta família induz a resposta imune. B- Cicloxigenase ( COX1 ; COX2 ) COX1- Cicloxigenase Constitutiva regula alguns fatores que são: Prostaglandinas COX2 – Não é constituinte – libera Prostaglandina Inflamatória A COX2 é específica do processo inflamatório provoca : - Quimiotaxia – dilatação dos vasos - Pirese ( febre ) somada também a ação da prostaglandina No hipotálamo são liberados os mecanismos de controle da temperatura corpórea. Quando a prostaglandina chega no hipotálamo ele desregula os mecanismos de controle do hipotálamo. Estes mediadores acidificam a área ( Bradicinina + Prostaglandinas ) A maioria dos fármacos agem por este mecanismo

vasodilato - PAF ( Fator de Agregação Plaquetária dores

- Interleucina

Mec de Liber Mec.não esteroidais

Fármacos
Antiinflamatórios não esteroidais (AIMEs ) Não são derivados de nenhum hormônio ação dependente da dosagem Em concentração de 4g/dia ela inibe por mais tempo a COX2 por exemplo e libera a prostaglandina inflamatória. Mas libera um pouco também daquela responsável pela dor. Em concentração de 2g/dia inibe por menos tempo a COX2 e libera só as prostaglandinas de analgesia e antipirética. Nas dosagens de 100 – 125 mg/dia inibe preferencialmente a COX1 (Prostag. Constituinte) que age na agregação plaquetária. Mecanismo de ação Inibem de forma não seletiva as cicloxigenases 1 e 2 diminuindo a liberação das prostaglandinas. Este é o mecanismo de todos os antinflamatórios da classe AIMEs. Efeitos Colaterais: Irritabilidade Gástrica – Porque bloqueia a COX 1/ Salicilismo – Intoxicação por AAS/ Antiaderência Plaquetária/ Baixa ligação a Proteínas / Síndrome de Reye = Hepatotoxicidade + insuf renal ( raro ) Aspectos farmacológicos – Liberação = 50% estômago 50% no intestino -15% sofre efeito de primeira passagem cai no sistema porta hepático - 30 a 40 % sofre ligação proteica plasmática, mas já é suficiente para correr o deslocamento plasmático.- Tempo ½ vida 3 a 4 horas Toda ela sofre metabolismo hepático ( 100 % ) O mecanismo de ação = É o mesmo – Inibe a COX1 e COX2 . A diferença é a seletividade tem pouca ação antinflamatória. Efeito colateral = Extremamente hepatotóxico : - Se administrado 4 a 5 vezes a doses usuais causa degenerações hepáticas e o fígado pode não mais se degenerar. Ele é metabolizado pelo CYT P450. Não é aconselhável que ele seja administrado com indutores ou inibidores enzimáticos. / -Diminui a irritação gástrica – não é necessário associá-lo com drogas que inibam o HCl. Antinflamatórios esteroidais

    

Predizona Predinizolona Hidrocortizona Dexametazona Betametazona

A) AAS ( Ácido Acetil Salicílico

Mecanismo de Ação Inibem a enzima Fosfolipase A2 bloqueando tanto a via da cicloxigenase quanto a da lipoxigenase. Poderoso antinflamatório. Efeito Colateral Imunosupressão – Inibe Hormônio antidiurético, Diminui captação de Glicose pela célula gerando Hiperglicemia. Aumenta o catabolismo proteico. “Tira” a proteína do músculo e joga na corrente sangüínea Ação no metabolismo dos lípides – quebra a gordura do corpo como um todo e deposita em outros lugares: Para retirar esta droga tem que fazer a terapia do Desmame, pois a droga é análoga ao Cortisol humano, Como se toma o corticóide a supra renal não produz mais o cortisol. A supra-renal precisa de um tempo para perceber a falta da droga e começar a funcionar.

B) Paracetamol ( acetaminofeno )

C) Fenilbutazona

É um pró-fármaco, primeiro tem que ser metabolizado para depois ter sua ação. No fígado e metabolizado pelo CYTP450 é toda metabolizada a oxifembutazona e é ela que tem ação antinflamatória. - É incomum usá-la como analgésico e antipirético.

D) Dipirona E) Cetoprofen;Ibuprof F) Indometacina

Efeito colateral – Provoca aplasia de Medula Melhor ação = antipirética /Boa ação = analgésica / Péssima ação = antinflamatória . Dipirona IV é muito solúvel em caso de convulsão Predominam ação antinflamatória Cetoprofeno = menos irritação gástrica Ibuprofeno = maior Irritação gástrica Age principalmente no músculo liso retardando a prostaglandina que iria agir no músculo liso, é usada em: Cólicas /Retarda a contração uterina para retardar o trabalho de parto ( Citotec ) / Pode também acelerar a contração uterina Efeito Colateral: = Irritação gástrica + Pancitopenia – Ação predominante = Antinflamatório – usado na artrite reumatóide ( porque se armazena no líquido sinovial ). Via oral 50% sofre efeito de primeira passagem. Ação injetável melhor que oral. Efeito Colateral = Extrema irritação gástrica /Baixa ação antiagregante plaquetária Ação antinflamatória Efeito Colateral = Trombocitopenia = diminuição das plaquetas / Ação gástrica Predomínio de ação analgésica . / Baixíssima ação antinflamatória Atuação no músculo liso. Efeito Colateral = Irritação gástrica ; prevalece ação antinflamatória – Principal antinflamatório . Efeito Colateral = Deveria provocar irritação gástrica ( teoricamente é o que mais bloqueia a COX2 ) São classes mais novas de antinflamatórios só bloqueiam a COX2. Todo o efeito colateral está quando o antinflamatório bloqueia a COX1 por isto esta classe quase não causa irritação gástrica. Valdecoxib Celecoxib=[Apresenta interações cardíacas, talvez porque aja na COX3 que está relacionada com a prostaglandina ® cardíaca. ( Celebra ) ] Eritocoxib

G) Diclofenato H) Piroxicam, Meloxican, Tenoxicam I) Ácido Mefenâmico ( Bonstam) ; Ácido Flufenâmico J) Nimesulida

Seletivos da COX2

Eloi 6a Aula 26-03-2007 Fármacos Anti – Histamínicos São usados para inibir processos alérgicos, mas eles possuem tantos efeitos colaterais que eles podem ser usados pelos seus efeitos colaterais. Eles podem ser por exemplo:anti-alérgicos anti-heméticos

Histamina Síntese - É proveniente de um aminoácido a Histidina que sob a ação da enzima histidina descarboxilase passa a ser histamina

Histidina

histidina descarboxilase

HISTAMINA

Esta reação ocorre nos mastócitos que é a principal célula responsável pela síntese e armazenamento da histamina, em regiões chamadas de grânulos. Os basófilos também produzem histamina, mas em menor quantidade pis a sua concentração no sangue é de 0 – 5 %. O principal produtor é mesmo o mastócito. Liberação de Histamina Em que situações os mastócitos liberam a histamina? Sob ação da IgE que é uma reação específica, ou seja é quando o organismo fica sensibilizado devido ao primeiro contacto com uma substância. Ex: O organismo percebe que a penicilina é estranha. Ele entendendo que é uma substância estranha ele irá ativar uma reação imunológica para sintetizar anticorpos. Existem 5 classes Anticorpos: IgG; IgM; IgE; IgA; IgD.

A imunoglobulina especial desta ação é a IgE. O IgE é o anticorpo anti penicilina, é específico para aquele elemento que o organismo entrou em contacto. Assim que ele ( IgE ) foi produzido ele não fica circulando no plasma sangüíneo, ele se liga na membrana do mastócito através da fração Fc. Quando isto acontecer o organismo já estará sensibilizado e ele passará a ser alérgico a substância penicilina p.ex. . O tempo para iniciar a sensibilização é indefinido. Regiões onde tem grande número de mastócitos: Pele; Pulmão; Mucosa Intestinal. Depois de Sensibilizado quando se toma a próxima dose de penicilina, o anticorpo existente já está pronto para reconhecer a penicilina. Quando 2 anticorpos presentes na membrana do mastócito se ligam a penicilina, formam a ponte esta irá provocar a degranulação , porque ocorre sensibilização da membrana. Existem outros mecanismos que também liberam histamina e que não são provocados por processos de sensibilização. Exemplos: Exercícios físicos intensos – podem liberar histamina e causar broncoespasmos Temperaturas frias podem provocar liberação de histamina Vancomicina mesmo na primeira vez da administração Anestésicos gerais Rifampicina – mesmo na primeira vez

Ação da Histamina 1a Ação ) no vaso – Dilatação do vaso ( eritrema, edema ) chegando a pápula, diminui a P.A. se liga a receptores H1. 2a Ação )no coração – Ação indireta por mecanismo compensatório aumenta a força de contração, porque a P.A. diminui, quando a Histamina se liga ao H2 cardíaco e aumenta a força de contração, estará ocorrendo uma ação direta. 3a Ação ) Brônquios – Constrição brônquica pode matar por choque anafilático. Nestes casos Fenoteral ele é adrenérgico e se liga com receptores β 2 e se liga a receptores H1. 4a Ação ) Trato Gastrointestinal – Aumenta a liberação de HCl 5a Ação ) SNC – Ações nos receptores H3 tem localização no SNC onde esta ação pode variar muito, desde o estado de euforia ( ligado a reações de tremores ) quando a ação é somente da histamina. Em crianças - indução do efeito depressor no SNC .

com álcool – aumenta a ação depressora com Fenobarbital – também aumenta a ação depressora no SNC, ou seja com drogas depressoras do SNC a depressão fica exacerbada porque eles se ligam aos receptores H1. DROGAS Cromoglicato de Na. – É o único que tem ação diferente dos demais. Ação – Só funciona quando ainda não ocorreu o processo alérgico. Causam uma estabilização da membrana do mastócito e ele não libera histamina, impede a degranulação . A histamina que foi liberada não é bloqueada ( nesta fase a droga não age ). Ela só impede que novas histaminas sejam liberadas. Inibe a degranulação. Antagonistas de H1 – Ligam-se aos receptores H1 provocando um bloqueio. Drogas de Primeira Geração- porque são antagonistas H1, mas também bloqueiam outros como: α 1- adrenérgicos; muscarínicos; serotonina ; D2 da Dopamina, ou seja eles não são seletivos apenas para H1. . . . . – Prometazida ( Fenergan®) – Flexofenazina – Difenidramina – Cinarizina

Ação primordial – São antialérgicos – Porém, podem inibir outros receptores o que faz com que tenham um grande leque de efeitos colaterais que inclusive pode ser usado como ação principal. Cinarizina – Além de bloquear H1 ela bloqueia D2 Dopamina e é usada para o tratamento da labirintite, quando ocorre perda do equilíbrio. Prometazida- além de H1 bloqueia os receptores muscarínicos, causando sedação no paciente, é um efeito colateral que se usa como ação principal. Todas estas drogas de 1a geração tem estes efeitos porque elas atravesssam a barreira neurológica e chegam ao SNC. Drogas de Segunda Geração – são da mesma geração antagonistas de H1 . . – Loratadina – Terfenadina

.

– Desloratina

.

As drogas de segunda geração atravessam menos a barreira encefálica ( SNC ) e são mais seletivas e menos lipossolúveis. Todas elas são indutoras enzimáticas, induzem o CYTP450 não podendo pois serem associadas com álcool. O tempo de ½ vida fica retardada quando associadas a outros indutores enzimáticos.

Fármaco Anti-gota Gota –

Fisiopatologia – Característica principal – “Precipitação do ácido úrico nas articulações” De onde inicia? Do metabolismo dos ácidos nucéicos. Fisiologia Assim que os ácidos nucléicos vão sendo metabolizados eles forma um composto a Hipoxantina (é solúvel no sangue circulante ) , pela ação da enzima xantina passa a ser ácido úrico, todas são solúveis no plasma: Valores Normais - Homens 6 a 7 mg - Mulheres 5 a 6,5 mg Não pode exceder estes valores porque todo o ácido úrico é excretado pela via renal. Ao chegar nos rins irão sofrer secreção tubular com o propósito de sofrer eleminação. Mecanismo da fisiopatologia A secreção é menor que a eliminação Ex: insuficência renal. Drogas nefrotróficas diminuem o mecanismo de secreção, que quando usadas desenvolvem diminuição de eliminação do ácido úrico. Tudo começa com acúmulo de ácido úrico 90% das vezes é ocasionado por Insuficiência Renal. Tem indivíduos que tem predisposição a gota, são distúrbios metabólicos e não possuem distúrbios metabólicos. E alguns alimentos contribuem para isso. Ex: feijão; ervilhas; tomate;etc... . Quando os distúrbios metabólicos se associam a dieta aumenta a deposição de ácido úrico. Com a deposição de ácido úrico, ele chega até as articulações onde encontra pH diferente, se precipita ( forma cristais ) que são insolúveis. Só isto já caracteriza a gota. celular. Com a chegada das células ( principalmente as fagocitárias ) começam a liberar mediadores inflamatórios e começa o processo inflamatório. Isto vai dar lugar ao Tofo gotoso onde já se instalou o processo infeccioso. O Tofo gotoso se percebe principalmente nos dedos. DROGAS Vão agir de 4 formas : 1a forma ) Reduzindo a síntese do ácido úrico Sintoma – Dor Caso não seja tratado a presença de cristais forma processo inflamatório, com quimiotaxia = migração

2a forma ) Aumentando a excreção. São as drogas Uricosúrios aumentam a eliminação do ácido úrico na ................................................................................................. 3a forma ) Diminuição da migração celular 4a forma ) Combatendo a ação antinflamatória. 1a forma ) Diminuem a síntese de Ácido úrico: Droga = Alopurinol Ação = Inibe a enzima xantina oxidase reduzindo a formação de xantinas e ácido úrico.

Hipoxantina

Xantina oxidase

xantina

xantina oxidase

Ácido Úrico

O único problema é que aquele ácido úrico que já precipitou continua a ter efeito. Portanto esta droga não tem efeito imediato. Em situações de crise aguda esta droga não irá resolver este problema. O seu uso principal é profilático ( preventivo ) ou a longo prozo. Ou para casos crônicos. No inicio é a melhor droga. Sob a ação do Alopurinol aumenta a Hipoxantina que sofre excreção renal. O Alopurinol é um pró-farmaco ( só tem ação depois de metabolizada ) ele é metabolizado pela enzima xantina oxidase e ela passa a Aloxantina que não metaboliza mais a Hipoxantina e nem a xantina. 2a forma ) Uricosúricos Drogas: Sulfinpirezona Probenicida
DPt Ac Ur

Ac Ur

Ac Ur

DPt Ac Ur

Tem uma Proteína ( Pt ) que se liga ao Ácido úrico e promove sua reabsorção. Estas drogas ( D ) se ligam a estas proteínas e inibem a reabsorção logo se não está sendo absorvida será excretada. Mecanismo de Ação Ligam-se aos sítios ativos da Proteína carregadora do ácido úrico competindo com o mesmo, diminuindo sua reabsorção. Obs: A aspirina dependendo da dose tem função diferente na gota: menor de 3g/dia aumenta a reabsorção de ácido úrico sendo péssimo para ácido úrico. Maior de 4g/dia o ácido acetil salicílico é um uricosúrio

3a forma ) Diminuição da Migração Celular Droga: Colchicina

Mecanismo de Ação Liga-se a Tubulina promovendo uma Despomelirização dos microtúbulos reduzindo a migração dos neutrófilos

Microtúbulos liberam citocinas para a ocorrência da Quimiotaxia. Quando se inicia a Quimiotaxia começa uma cascata onde migram outras células sob a influência da primeira. Quando se bloqueia os microtúbulos das células presentes diminuem a migração celular.

Despomelirização = bloqueia estes microtúbulos Sai da crise aguda em 12 horas, bloqueando a dor também em 12 horas Quando é administrada de forma crônica os efeitos colaterais são graves, começam de forma simples como diarréia por exemplo O problema do uso crônico é que pode ocorrer Aplasia de Medula especialmente em altas doses. . – reduz o número de hemáceas ( processo anêmico ) Doses altas cessam a dor e devem ser controladas por dose/resposta.

4a forma ) Antinflamatório – São os mais usados como terapia celular Drogas : Cetoprofeno Ibuprofeno

Eloi 26-03-2007 1a aula p/ B2

Antimicrobianos O que são? É qqer substância capaz de matar ou inibir o crescimento de bactérias. ( são a grande maioria ) são sintetizadas. Antibióticos A diferença dos antimicrobianos é que são derivados de organismo vivo. Exemplo = penicilina derivada de um fungo. Existe o semi sintético, onde o grupo principal é derivado de um organismo vivo. Histórico - É o divisor de águas da farmacologia. Começou na 1a Guerra porque grande parte de baixas de soldados não era em campo era pela infecção dos ferimentos. Hoje é necessário descobrir novos antimicrobianos porque as bactérias ficam cada vez mais resistentes, isto ocorre devido ao mau uso. Ex: no EUA 50% é prescrito de forma desnecessária. Ex: Penicilina de baixo espectro só age sobre os gram-positivos Amoxilina amplo espectro age sobre gram-positivos e gram negativos Exemplo: A amoxilina debela qualquer infecção mas de administrada de forma exagerada logo nas primeiras infecções da infância, quando chega na adolescência a pessoa já está com resistência. Na idade adulta a pessoa já tem que partir para Azotromicina por exemplo, e se ficar resistente não tem outro antibiótico. - Quanto ao erro de prescrição por exemplo : 8 x 8 horas 3 doses ( 8 manhã; 16hora; meia noite ), se não der a dose da meia noite entra na faixa sub-terapêutica neste espaço de tempo dá condições para as bactérias acionarem mecanismos de resistência. Exemplo: tem bactérias que quebram o anel β lactâmico dos antibióticos beta lactâmicos e perde o efeito dos antibióticos de parede. Para administrar antibióticos tem que ter um padrão de uso Exemplo: Escolha antimicrobiana

1o) Tem que saber se a patologia é mesmo um processo infeccioso como: Tonsilite – nem sempre é processo infeccioso. Faringe – região que se irrita facilmente ( mito gelado ) a pessoa pode ficar com sintomas de infecção devido ao gelado mas não é infecção. As vezes esta ademaciado mas não é infecção o que pode estar ocorrendo é uma resposta porque a Tonsila é um glânglio. 2o) Se for comprovadamente bacteriana, verificar se a terapia é adequada. 3o) Definições pelo gram pelo menos, porque já minimiza a chance de erro 4o) Dar a droga específica para bactéria ou para o grupo. Fazer antibiograma que fica pronto no mínimo em 24 horas. Quando obter o resultado do antibiograma ajustar o antibiótico para adequá-lo ao resultado. 5o) Condição do paciente – grande parte dos antimicrobianos atravessam a barreira placentária e são teratogênicos. Ex: Toxoplasmose – Utilização de Ácido Fólico na gravidez, Sulfas bloqueiam a síntese de ácido fólico. Ex: Crianças em fase de crescimento – Tetraciclina faz quelato com Cálcio e pode produzir calcificação óssea.

Antimicrobianos 16-04-20072a aula

1) Formas de Classificação A) Quanto a sua classificação química [ com grupos farmacofóricos ( estrutura) ] A.1) Antimicrobianos β - lactâmicos Apresentam anel β -lactâmico na sua estrutura, diferenciam-se no modo de ação. Exemplos:  Penicilinas  Cefalosporina ( 1a ; 2a ; 3a e 4a gerações )  Imipenem ( mais novo )  Amoxicilina  Ampicilina A.2) Antimicrobianos Aminoglicosídeos. Exemplos  Gentaminica  Amicacina  Neomicina  Canamicina  Tobramicina A.3) Macrolídeos. Exemplos  Eritromicina ( mais antigo ) obsoleto muitas bactérias resistentes.  Azitromicina  Claritromicina A.4) Tetraciclinas. Exemplos  Tetraciclinas  Doxiciclina

A.5) Fenicóis. Exemplos  Cloranfenicol  Tianfenicol

A.6 ) Quinolonas. Exemplos  Norfloxacina  Ciprofloxacina A.7) Sulfas. Exemplos  Sulfassalozina  Sulfametaxazol Obs: Sem Classe. Exemplos  Polimixina  Vancomicina

B) Quanto ao Espectro de ação

B.1) Exclusivo para bactéias Gram positivas ( aqui entra a maioria dos β - lactâmicos ). Exemplos:  Penicilinas  Cefalosporinas ( 1a geração )  Vancimicina ( prevalece ação para gram positivo )  Carbapenens ( Meropenen, Imipenem ) B.2) Exclusivo para bactérias gram negativas  Todos os aminoglicosídios B.3) De amplo espectro  Cefalosporina ( 2a ; 3a ; 4a gerações )  Amoxilina  Tetraciclina  Obs: Fenicóis ( são de amplo espectro com prevalência para gram negativos ) B.4) Antimicobacterianos ( bactérias com características fúngicas ) Exemplo:( Bacilo de Koch):  Rifampicina  Isoniazida  Piranamida

C) Quanto ao mecanismo de Ação C.1) Antimicrobianos de Parede  β -lactâmicos - Penicilinas − Cefalosporina  Vancomicina  Carbapenens C.2) Antimicrobianos Inibidores de Síntese Protéica ( a maioria inibe 1 não é o ...............................)  Aminoglicosídeos  Fenicóis  Tetraciclinas  Macrolídeos C.3) Ação no DNA  Quinolonas C.4) Síntese do Ácido Fólico  Sulfas C.5) Agem a nível de membrana  Polimixinas

Formas de Classificação
A.1) Antimicrobian os β lactâmicos – Apresentam anel β lactâmico na sua estrutura, diferenciam-se no modo de ação mais são β− lactâmicos.E x  P  C ( 1a ; 2a ; 3a e 4a gerações )  I  A  A B.1) Exclusivo para bactéias Gram B)Quanto ao Espectro de ação positivas ( aqui entra a maioria dos β lactâmicos ). Exemplos: Penicilinas Cefalosporinas ( 1a geração ) Vancimicina ( prevalece ação para gram positivo )  Carbapenens ( Meropenen, Imipenem B.3) De amplo espectro B.2) Exclusivo para bactérias gram negativas Todos os aminoglicosídios B.4) Antimicobacterianos
a

A) Quanto á sua classificação Química ( com grupos farmacofóricos semelhantes)

A.2) Antimicrobianos Aminoglicosídeos . Exemplos  Gentaminica  Amicacina  Neomicina  Canamicina  Tobramicina

A.3) Macrolídeos. Exemplos  Eritromicina mais A.4) Tetraciclinas. antigo e obsoleto, Exemplos muitas bactérias resistentes.  Tetraciclinas   Doxiciclina Azitromicina  Claritromicina

A.5) Fenicóis. Exemplos Cloranfenicol Tianfenicol

A.6 ) Quinolonas. Exemplos Norfloxacina Ciprofloxacina

A.7) Sulfas. Exemplos Sulfassalozina Sulfametaxazol

Obs: Sem Classe. Exemplos Polimixina  Vancomicina


3a ; 4a gerações )

Cefalosporina ( 2 ;

( bactérias com características fúngicas ) Exemplo ( Bacilo de Koch):    Rifampicina Isoniazida Piranamida

 Amoxilina  Tetraciclina Obs: Fenicóis ( são de amplo espectro com prevalência para gram negativos )

C.2) Antimicrobianos Inibidores de C) Quanto ao Mecanismo de Ação - Cefalosporina  Carbapenens Vancomicina C.1) Antimicrobianos de Parede β -lactâmicos - Penicilinas Síntese Protéica ( a maioria inibe 1 não é o ...............................) Aminoglicosídeos Fenicóis Tetraciclinas Macrolídeos C.3) Ação DNA -Quinolonas C.4) Síntese do Ácido Fólico Sulfas C.5) Agem a nível de membrana Polimixinas

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