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Genevásio António Naiene

A valorização da Etnologia como ciência social em Moçambique, Desafios e


Perspectivas

Licenciatura em Ensino Básico

Maxixe

2021
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Genevásio António Naiene

A valorização da Etnologia como ciência social em Moçambique, Desafios e


Perspectivas

Trabalho de investigação científica a ser


apresentado na cadeira de Antropologia
Cultural de Moçambique para efeitos
avaliativos

Docente: MA. Isabel Vilanculos

Universidade Save

Maxixe

2021
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Índice
1. Introdução .................................................................................................................................... 3
1.1. Objectivo Geral......................................................................................................................... 3
1.2. Objectivos Específicos ............................................................................................................. 3
1.3. Metodologia .............................................................................................................................. 3
2. Fundamentação Teórica ............................................................................................................... 4
2.1. Conceitos Basicos ..................................................................................................................... 4
2.1.1. Antropologia .......................................................................................................................... 4
2.1.2. Etnologia................................................................................................................................ 6
2.1.3. Ciências Sociais ..................................................................................................................... 7
2.2. Desafios e Perspetivas da Etnologia como ciência social em Moçambique ............................ 8
3. Conclusão .................................................................................................................................. 11
4. Referencias Bibliográficas ......................................................................................................... 12
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1. Introdução

O presente trabalho aborda a temática da “valorização da Etnologia como ciência social em


Moçambique, Desafios e Perspectivas”. Onde de forma detalhada será apresentada neste trabalho
muitos pressupostos teóricos relacionados com o tema. A disciplina que hoje conhecemos como
Antropologia é fruto de um projeto intelectual situado historicamente. Muito interessante é que
aquele momento apresentava algumas similaridades com o que vivemos hoje. Foi um período de
grandes transformações no processo de produção e de comunicação. Não se pensava, na época,
na palavra antropologia, mas sim em etnologia e etnografia.

O emprego do termo etnologia associado à etnografia surge no cenário da expansão marítimo-


comercial europeia dos séculos XV e XVI, que garantiu o processo de acumulação de capital para
o desenvolvimento industrial moderno.

1.1. Objectivo Geral

 Reflectir sobre a valorização da Etnologia como ciência social em Moçambique,


Desafios e Perspectivas.

1.2. Objectivos Específicos

 Descrever os desafios e perspectivas da Etnologia como ciência social em Moçambique;


 Abordar sobre a Etnologia como ciência social.

1.3. Metodologia

Para Fonseca, apud Maxwell, F. O. (2011), métodos significa organização, e logos, estudo
sistemático, pesquisa, investigação; ou seja, metodologia é o estudo da organização, dos
caminhos a serem percorridos, para se realizar uma pesquisa ou um estudo, ou para se fazer
ciência. Devido a natureza dos objectivos do trabalho, tem com o procedimento técnico, ou seja,
a maneira pela qual obteve-se os dados necessários para a elaboração da pesquisa. o presente
estudo terá sua delimitação caracterizada como pesquisa bibliográfica: consulta de livros, Jornais,
artigos científicos e Internet.
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2. Fundamentação Teórica

2.1. Conceitos Basicos

2.1.1. Antropologia

A noção de cultura é das mais enganosas para o estudante de antropologia, devido ao facto de ter
na antropologia, e nas ciências sociais em geral, um uso diferente da linguagem quotidiana. Este
associa cultura a determinados aspectos da vida social, como saber ler, saber música, ser pessoa
de grande saber, ser culto, etc. Na linguagem corrente ter cultura significa ser instruído em
termos literários, científicos, musicais e artísticos (GUSMÃO, 2008)

Refere-se ao modo de vida global em qualquer sociedade, e não simplesmente aos aspectos que
cada sociedade considera superiores ou mais desejáveis. Assim, cultura, quando aplicada ao
nosso próprio modo de vida, não tem nada a ver com tocar piano ou ler Browning. Para o
cientista social, tais actividades são apenas elementos pertencentes ao todo cultural (JORDÃO,
2004)

O qual inclui coisas tão mundanas como lavar pratos e guiar, as quais, em termos de estudo da
cultura, valem o mesmo que as actividades “refinadas” da vida social. Daí que para os cientistas
sociais não existam sociedades ou indivíduos incultos. Para Maía (2000) cada sociedade tem uma
cultura, por mais simples que ela possa ser, e todo o ser humano é nesse sentido um ser culto.

Para Spiro (1998) o paradigma da cultura é composto por um conjunto diversificado de escolas
teóricas, orientações filosóficas ou pressupostos ideológicos. A razão desta multiplicidade
encontrasse no fato de que conhecer o universo da cultura tornou-se uma forma de contribuir para
o entendimento da natureza humana, sem contar que através da compreensão do universo cultural
é possível propor ou encontrar alternativas e soluções para os problemas sociais, planejar formas
de promover o convívio harmonioso entre os grupos humanos e o desenvolvimento.

Na Antropologia segundo Gusmão (2008) e Jordão (2004) privilegiam-se os aspectos culturais do


comportamento de grupos e comunidades. Questões cruciais para o entendimento da vida em
grupo, como alteridade, diversidade cultural, etnocentrismo, relativismo cultural são tratadas por
essa ciência, que, em seus primórdios estudava povos e grupos geográfica e culturalmente
distantes dos povos ocidentais. Ao longo de seu desenvolvimento, os antropólogos passaram a
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analisar grupos sociais relativamente próximos, buscando transformar o exótico, o distante, em


familiar.

Assim, Geertz (1973) afirma em sua história que, a Antropologia revelou estudos notáveis sobre
sociedades indígenas e sociedades camponesas, identificando suas diferentes visões de mundo,
sistemas de parentesco, formas de classificação, cosmologias, linguagens etc. Também
desenvolveu uma série de estudos sobre grupos sociais urbanos, enfatizando a diferenciação entre
seus indivíduos, com base em critérios de raça, cor, etnia, género, orientação sexual,
nacionalidade, regionalidade, afiliação religiosa, ideologia política, sistemas de crenças e valores,
estilos de vida etc.

1. “Culturas são sistemas (de padrões de comportamento socialmente transmitidos) que servem
para adaptar as comunidades humanas aos seus embasamentos biológicos. Esse modo de vida das
comunidades inclui tecnologias e modos de organização económica, padrões de estabelecimento,
de agrupamento social e organização política, crenças e práticas religiosas, e assim por diante.”

2. “Mudança cultural é primariamente um processo de adaptação equivalente à selecção natural.”


“O homem é um animal e, como todos animais, deve manter uma relação adaptativa com o meio
circundante para sobreviver. Embora ele consiga esta adaptação através da cultura, o processo é
dirigido pelas mesmas regras de selecção natural que governam a adaptação biológica.”

Para Jordão (2004) citando Geertz (1973) afirma que as teorias idealistas de cultura, que
subdivide em três diferentes abordagens. A primeira delas é a dos que consideram cultura como
sistema cognitivo, produto dos chamados “novos etnógrafos”.

Esta abordagem antropológica tem se distinguido pelo estudo dos sistemas de classificação de
folk (Chamamos de sistemas de classificação de folk àqueles que são desenvolvidos pelos
próprios membros da comunidade. Um exemplo disso entre nós é a classificação popular de
alimentos fortes e fracos.), isto é, a análise dos modelos construídos pelos membros da
comunidade a respeito de seu próprio universo. Assim, cultura é um sistema de conhecimento:
"consiste em tudo aquilo que alguém tem de conhecer ou acreditar para operar de maneira
aceitável dentro de sua sociedade." Keesing comenta que se cultura for assim concebida ela fica
situada epistemologicamente no mesmo domínio da linguagem, como um evento observável. Daí
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o fato de que a antropologia cognitiva (a praticada pelos "novos etnógrafos") tem se apropriado
dos métodos linguísticos, como por exemplo, a análise componencial.

A segunda abordagem é aquela que considera cultura como sistemas estruturais, ou seja, a
perspectiva desenvolvida por Claude Lévi-Strauss, "que define cultura como um sistema
simbólico que é uma criação acumulativa da mente humana. O seu trabalho tem sido o de
descobrir na estruturação dos domínios culturais — mito, arte, parentesco e linguagem — os
princípios da mente que geram essas elaborações culturais." Assim, os paralelismos culturais são
por ele explicados pelo fato de que o pensamento humano está submetido a regras inconscientes,
ou seja, um conjunto de princípios — tais como a lógica de contrastes binários, de relações e
transformações — que controlam as manifestações empíricas de um dado grupo.

Jordão (2004) a última das três abordagens, entre as teorias idealistas, é a que considera cultura
como sistemas simbólicos. Esta posição foi desenvolvida nos Estados Unidos principalmente por
dois antropólogos: o já conhecido Clifford Geertz e David Schneider.

O primeiro deles busca uma definição de homem baseada na definição de cultura. Para isto,
refuta a ideia de uma forma ideal de homem, decorrente do iluminismo e da antropologia
clássica, perto (a qual as demais eram distorções ou aproximações, e tenta resolver o paradoxo de
uma imensa variedade cultural que contrasta com a unidade da espécie humana. Jordão (2004)
adianta que para isto, a cultura deve ser considerada "não um complexo de comportamentos
concretos, mas um conjunto de mecanismos de controle, planos, receitas, regras, instruções (que
os técnicos de computadores chamam programa) para governar o comportamento". Assim, todos
os homens são geneticamente aptos para receber um programa, e este programa é o que
chamamos de cultura.

2.1.2. Etnologia

A etnologia, nos dias atuais, conhecida como antropologia cultural (ramificação da ciência
antropológica que se ocupa dos sistemas simbólicos, religião, comportamentos), durante metade
do século XX, inicia a intercambiar seu campo de estudo com o da antropologia social
(organização social e política, parentesco, instituições sociais), desenvolvida por franceses e
britânicos. Em virtude disso, por um breve período, questionou-se se a antropologia deveria se
ocupar dos estudos de análises culturais ou do estudo dos sistemas sociais. Portanto, o estudo
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comparado de povos ou de grupos de pessoas com diferentes características diz respeito à


etnologia (parte mais complexa da antropologia).

Na perspectiva teórica, segundo (MELLO, 2003), a etnologia se ocupa do estudo sistemático e


comparado da diversidade dos povos. Sua dedicação é explicar as diferenças e as semelhanças
entre as culturas.

Para alguns autores, etnologia é sinônimo de antropologia cultural. Na atualidade, a etnologia se


ocupa tanto das sociedades campesinas, marginais e da própria sociedade urbano-industrial. Por
muito tempo, seu interesse se limitou aos grupos humanos mais “rústicos”, ou seja, por serem
considerados sociedades ou grupos mais elementares, eram olhados, por parte dos etnólogos,
como relíquias que subsistiam no mundo ocidental.

2.1.3. Ciências Sociais

Muitos estudiosos Assis (2008), Batalha (2004), Nunes (2005) quando falam sobre o conceito de
ciência, convergem na sua maioria na palavra conhecimento, no sentido de que, ciência é
conhecimento no seu sentido lato, isto é, um conhecimento organizado. De acordo com Peirano
(1986) o caracteriza a ciência não é só o modo como são os conteúdos dos mesmos
conhecimentos ou organização dos discursos, proferidos na oralidade, como uma das formas de
exteriorização do conhecimento, mas o próprio discurso científico é que possui características
próprias.

A ideia de Peirano (1986) é corroborada com Maía (2000) quando falam de que não se faz
ciência sobre o geral, mas faz-se sim, ciência quando se delimita aquilo que se quer estudar, o
objecto de que se pretende estudar. O objecto de estudo não é apenas delimitado, pode ser
construído, pois trata-se de algo ideal, de uma representação. Esta delimitação é da ordem do
discurso e não da experiência.

Como se pode depreender no exemplo demonstrado acima, a delimitação é resultado da


experiência humana na sua relação com os diferentes elementos que compõem e constituem a
natureza. E também, os resultados das sistematizações dos discursos podem ser verificados em
condições experimentais, como é o caso dos laboratórios. O que se procura verificar na essência é
se o discurso que se fez é verdadeiro, ou seja, se o que se disse é condizente com a realidade.
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Para tal emprega-se o termo hipótese, que significa entre outras palavras, se é um discurso que
está, assente em alguma base verdadeira na vida real, e esta só existe ou se confirma depois da
verificação pela experiência -Método (NUNES 2005; ITURRA, 1987)

As Ciências Sociais fazem parte do grupo de saberes intitulado Ciências Humanas, que
apresentam métodos próprios de investigação dos fenómenos observados. As Ciências Sociais
nos ajudam a "limpar a lente" para enxergarmos melhor as diferentes realidades com que o
homem enquanto individuo e ser social convive (PEIRANO, 1986).

Portanto, a ciência não é simplesmente o conhecimento organizado ou sistematizado das relações


objectivas da natureza ou dos homens, ela é uma interpretação da realidade, que supõe uma certa
bagagem conceitual e teórica sem a qual tudo permaneceria mudo.

2.2. Desafios e Perspetivas da Etnologia como ciência social em Moçambique

Para Osório e Macuacua (2013) nesse período, a antropologia portuguesa ganhou maior impulso
do Estado. Ela apresentava-se, no conjunto da acção colonial, como «ciência global» do homem
africano. Encarregou-se da universalização da ideologia colonial no espaço português,
apresentando, as suas ideias como as mais racionais e universalmente válidas e, portanto, como
de interesse comunitário de todos os membros da sociedade.

Nesta dimensão para Costa (2013) também «fornecia aos missionários uma vasta panóplia de
preconceitos racistas e etnocentristas e às diversas organizações coloniais do governo uma
argumentação e conhecimentos que lhe facilitavam a sua acção destruidora das estruturas sociais
e económicas indígenas», prestando relevantes serviços ao Estado Novo.

Para responder melhor aos objectivos da colonização e sob o impulso do próprio Estado Novo,
Geffray (1991) foram sendo criadas instituições especializadas. Orientado pelos mesmos
objectivos, destacava-se o «Acordo Missionário», de 7 de Maio de 1940, assinado entre a Santa
Fé e a República Portuguesa, no qual as missões eram consideradas «corporações missionárias»
ou «religiosas».

Esta filosofia etnológica fundamentava e alimentava ideologicamente todo o discurso político e


religioso, tranquilizava as consciências da dominação e exploração económicas e, sobretudo,
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«ocultava» - usando a expressão de Mário Moutinho - o carácter etnocida da política colonial


(CABRAL, 2005).

Por vezes, diz Conceição (2006) o sistema de ensino colonial foi sofrendo reformas, mas
adequadas às circunstâncias histórico-económicas e à conjuntura política internacional. E
Redondo (1994) a formação do indígena e a criação da figura jurídico-política de «assimilado»
impunham-se como necessidade de força de trabalho qualificada para a maior exploração
capitalista.

Para Redondo (1994) e Cabral (2005) o sistema de educação colonial organizou-se em dois
subsistemas de ensino distintos: um «oficial», destinado aos filhos dos colonos ou assimilados, e
outro «indígena», engenhosamente articulado à estrutura do sistema de dominação em todos os
seus aspectos.

Para Lopes (2011), consolidando a ideia de Redondo (1994) a antropologia foi, pelo menos até às
independências dos povos africanos colonizados, um «discurso do Ocidente (e somente do
Ocidente) sobre o outro». A ciência antropológica permitia ao pesquisador conhecer o universo
cultural dos povos colonizados, para apenas recolher dados que facilitassem a penetração e
exploração coloniais. Reconhecendo embora a outra cultura, esta continuou a ser pensada e
avaliada a partir da cultura europeia.

A negação da cultura ao colonizado constituía uma justificativa ideológica para a acção


civilizadora junto dos «indígenas», mantendo-os submissos à exploração da sua força de trabalho
barata (CABRAL, 2005).

Nguenha (1998) a Independência, portanto, foi vivida universalmente com um enorme


sentimento de esperança e o país estava inicialmente em paz. Aliás, durante as duas décadas
precedentes à Independência, Moçambique tinha experimentado um processo acelerado de
crescimento económico e modernização. Infelizmente, diz Geffray (1991) coadjuvado com
Cabral (2005) que por um lado, os jovens líderes do movimento militar não estavam preparados
para tomar em mãos um Estado moderno e, por outro, o êxodo da população branca e mulata
durante o período de transição, que ninguém soube ou quis impedir, retirou os principais recursos
humanos ao país.
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Dado que o mundo colonial Cabral (2005) diz que foi pensado como um mundo dividido em
dois, que funcionava segundo uma dialéctica de exclusão recíproca das identidades nele
simetricamente colocadas,

o mundo pós-colonial define-se pelo desaparecimento dessa dialéctica. Ele não está mais dividido
em dois, mas mostra-se, antes, em termos de diferenças, de misturas, de hibridismo e de
ambivalência.

Para Costa (2013), Cabral (2005) e Conceição (2006) no actual contexto o “atrelamento” à
ocidentalização fez emergir o conceito de “pós-colonialidade” que, em alguma medida, procura
mostrar como é ínfima a margem de manobra dos povos saídos recentemente do quadro colonial,
como é o caso de Moçambique, em direcção a uma modernidade mais assente em seus substratos
culturais.

Cabral (2005) diz que a fase de “pós-colonialidade” emerge com novos problemas mais ou
menos insolúveis com os quais se choca um anticolonialismo desprovido de suas ilusões – mas
que parece ser a única via possível - que é tomada como constitutiva de um momento particular
da história social e intelectual (GEFFRAY, 1991). A expressão parece ser a que dá melhor conta
da problemática do mundo em desenvolvimento, na medida em que a característica principal do
período actual é o fracasso de todas as “hipóteses felizes”, quer elas venham do interior ou do
exterior, e o desaparecimento de qualquer outra solução que não seja o ocidentalismo.

Ainda de acordo com Geffray (1991) com efeito, chegou-se a pensar que a independência
política, possibilitaria o controlo das rédeas económicas, o que não ocorreu. Foi mais fácil
realizar a independência política que a independência económica. Por definição, é sabido que, a
economia de uma sociedade colonizada é essencialmente dependente de economias mais
avançadas.
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3. Conclusão

Concluímos neste trabalho que a etnologia revela os padrões e regras gerais que governam o
comportamento humano. Esta ideia revela uma preocupação universalista que actualmente não é
partilhada pela maioria dos antropólogos/etnólogos (os nomes são sinónimos na maior parte das
vezes). De qualquer maneira, a etnologia procura comparar a informação etnográfica recolhida
em diferentes locais e sociedades, quanto mais não seja para tentar mostrar que não existem
comportamentos ou elementos culturais universais e que cada sociedade humana é diferente de
todas as outras.
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4. Referencias Bibliográficas

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2009.

CABRAL, Ilundi. Rito y reconciliación en Mozambique. La cultura como mediadora de la


experiencia bélica. Revista CIDOB d’Afers Internacionals, No87, 2009 pp.123-145. Thompson,
Steven K., 2002. Sampling. Second Edition, Wiley-Interscience, United States of America.

NGOMANE, Yara Neusa. Estudantes moçambicanos em Belo Horizonte: uma discussão sobre a
construção identitária e redes de sociabilidade. 100f. Dissertação (Mestrado em Antropologia
Social) - Centro de Educação e Ciências Humanas.Universidade Federal de São Carlos, São
Carlos, 2010.

GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores, (1973) 1978.

GUSMÃO, Neusa Maria Mendes de. Antropologia e Educação: origens de um diálogo. In:
GUSMÃO, Neusa Maria Mendes de (Org.). Antropologia e Educação: interfaces do ensino e da
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STRATHERN, Marilyn. Artefatos da história: os eventos e a interpretação de imagens. In:


STRATHERN, Marilyn. O efeito etnográfico e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
p.211-229.

TEIXEIRA, Beatriz de Bastos. Comunidades de escolas democráticas. In: GUSMÃO, Neusa


Maria M de. Diversidade, cultura e educação: olhares cruzados. São Paulo: Biruta, 2003. p.47-
82.

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