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Aplicação de tempos padrões para a estimativa de tempos de análise na indústria de

eletrônicos

Ana Paula Mantovani (Mater Dei) ana.paulamantovani@hotmail.com


Prof. Ms Marcio Rogerio Koth (Mater Dei) mrkoth@terra.com.br

Resumo:
A cronoanálise tem sido um assunto que vem cada vez mais sendo abordado nas empresas que
estão buscando a efetividade operacional. A definição dos tempos padrões operacionais que
auxiliam o planejamento do sistema produtivo também é muito utilizado para a estimativa dos
tempos de produção de produtos novos, ou seja, ainda não estão em produção e portanto não
possuem cronoanálise. O presente trabalho objetivou a implantação da técnica de tabelas de
tempos padrões operacionais da cronoanálise para a previsão do tempo de produção na
indústria de eletrônicos da região Sul do Brasil. Para a determinação dos tempos padrões, foi
levado em consideração todas as atividades e todos os movimentos realizados pelos
colaboradores. A técnica que utiliza dados históricos para estimativa de tempos através de
tabelas também conhecida como: tempos sintéticos e o MTM (Methods time measurement),
pode eliminar a necessidade de realização de cronoanálise para todos os produtos da fábrica.
O resultados obtidos após a implantação da técnica de estimativas de tempos de produção
através de tabelas foram satisfatórios na empresa pois além da padronização possibilitou a
redução no tempo de elaboração de análises de novos produtos em 56%.
Palavras-chave: cronoanálise; tempo padrão; tempos sintéticos, tempos históricos.

1. Introdução
Com o aumento da necessidade de planejamento sejam a curtos, médios ou a longos prazos,
as empresas necessitam de planejamentos cada vez mais acurados, principalmente devido as
grandes competitividades entre as organizações, Adriano et al. (2011) afirmam ainda que ao
longo da evolução tecnológica os estudos baseados em tempos e nos movimentos se tornaram
imprescindíveis para o planejamento de produção, buscando principalmente redução de custos
e acuracidade de informações. Lopes (2017) acrescenta que a competitividade das empresas
propicia o estudo de seus processos produtivos com o objetivo de aumentar de forma eficiente
além de segura, suas capacidades, para isso as empresas utilizam técnicas de cronoanálise
afim de identificar seus gargalos produtivos. Essa técnica é amplamente utilizada para
cronometrar e analisar as atividades dos operadores de uma linha de produção/serviço e a sua
realização permite a definição de tempos de processamento padrão, (BARNES, 1977).
Após a definição de seus tempo considerados padrões, Barnes (1977) afirma que esses
poderão ser utilizados de forma a prever tempos de produção para produtos que ainda não
entraram em linha, como forma para calcular previamente os custos e capacidades de
produção.
O objetivo geral é implementar a técnica de tabelas de tempos padrões da cronoanálise e a sua
utilização para previsão de tempos através de histórico para produtos em fase de orçamentos
em uma empresa de eletrônicos da região Sul do Brasil. Os objetivos específicos e que
atenderão ao objetivo geral são: mapear os tempos de produção corrente através de
cronometragem, analisar dados mapeados e determinar os tempos padrões, implementar as
tabelas de tempos padrões da cronoanálise, utilizar as tabelas de tempos padrões para a
previsão de tempos de produtos que estão em fase de análise de orçamento.
2. Fundamentação Teórica
2.1 - Uso e aplicação dos tempos padrões
O tempo padrão deve ser estabelecido através da cronoanálise para que um operador execute a
atividade previamente estabelecida, Jacoé (1968) cita as funções em que a determinação dos
tempos padrões podem ser utilizadas.
a) Estimativa de custos de produção - Os elementos que compõe os custos do produto, para
Jacoé (1968) são: material direto, despesas e mão de obra. Os custos de produção padrão são
definidos através estimativas de gastos com despesas, material e mão de obra, os custos de
mão de obra podem ser definidos com o tempo padrão de operação, a afirmação é de Jacoé
(1968), o autor acrescenta que é com base a esses custos padrões que a diretoria de uma
empresa faz suas tomadas de decisões.
b) Orçamentação - Os custos gerais de produção necessitam ser controlados devido a
tratativas comerciais da organização, a afirmativa é feita foi Jacoé (1968), o autor acrescenta
que esses controles são realizados na maioria das vezes por orçamentos.
c) Planejamento de produção - Jacoé (1968) defende a utilização dos tempos como sendo
essenciais para o planejamento de produção e isso se deve principalmente para que os
programas sejam cumpridos dentro do prazo previamente acordado.
d) Previsão de mão de obra - As empresas que utilizam o processo de planejamento a médio e
longo prazo necessitam realizar atualizações constantes para comparar se o quadro de
funcionários atual é suficiente para atender a novas demandas e o tempo padrão é empregado
para calcular o tempo total de produção de um determinado produto, permitindo com isso a
previsão de mão de obra necessária (JACOÉ, 1968).

2.2 - Determinação de tempo padrão a partir de tempos elementares


Barnes (1977) afirma que existem estudos para a aplicação dos tempos padrões para
atividades similares, e com essas informações é possível construir tabelas de tempos pré-
determinados e que poderão ser aplicados a todas as atividades que se repetem nos demais
produtos da empresa. A utilização de tabelas de tempos padrão reduzem consideravelmente o
número de estudos necessários e o tempo desprendido para a análise também reduz.

2.3 - Uso de tempos pré determinados


Barnes (1977) exemplifica a utilização das tabelas de tempos pré-determinados, o autor
acrescenta que mesmo se tratando de uma atividade de alta complexidade, é possível
determinar o tempo padrão de qualquer atividade através de tabelas, e que essa técnica é
muito utilizada em um fabricante de ferramentas, e mesmo tendo sido desenvolvido a vários
anos, a técnica ainda atende aos objetivos iniciais.

2.4 - Tempos sintéticos


Fonseca (2015) aborda o assunto de tempos sintéticos como sendo uma das formas que
eliminam a necessidade de um estudo detalhado dos tempos, podendo-se utilizar como base
padrões anteriormente determinados para cada etapa do processo produtivo, ou seja, de um
banco de dados. Para se construir um banco de dados seguro e confiável, Fonseca (2015) cita
que as empresas devem arquivar seus estudos de tempos, permitindo com isso resgatar esses
estudos e os tempos elementares da operação semelhante, eliminando a necessidade de
acompanhar a produção do produto, realizar a cronometragem para então determinar o tempo
operacional padrão. A utilização da técnica de tempos sintéticos possibilita o cálculo do
tempo padrão para a fabricação de um determinado produto antes da produção ser realizada, e
com isso poder realizar os cálculos antecipadamente da capacidade produtiva, (FONSECA,
2015).

2.6 - Tempos históricos


Os tempos históricos para Fonseca (2015) são diretamente ligados a estudos anteriores
realizados pela empresa durante anos de trabalho, e muitos dos modelos produzidos possuem
níveis de semelhança, ou seja, mesmo processo produtivo e consequentemente mesmo tempo
de fabricação. A utilização de tempos históricos, ressalta Fonseca (2015) elimina a
necessidade de realização da cronometragem de todos os elementos e de todos os produtos de
uma empresa e utiliza-se uma base de dados para esses elementos/produtos.
Os tempos históricos fornecem base para cálculo de estimativa de tempos de montagem, e a
capacidade produtiva, permitindo o estudo prévio da demanda (FONSECA, 2015).

3 – Metodologia
O método utilizado para a aplicação desse estudo é caracterizado como estudo de caso, pois
irá abordar tanto técnicas estatísticas como observações e levantamento de dados, Gil (2002)
considera um estudo de caso como sendo um estudo amplo e detalhado de um ou poucos
itens. Para atender aos procedimentos apontados por Gil (2002) e Marconi e Lakatos (2003) e
atender satisfatoriamente ao estudo, os procedimentos metodológicos adotados foram: revisão
bibliográfica, entrevista semiestruturada, observações não participativas e cronoanálise.
a) Revisão bibliográfica: O delineamento da pesquisa com base nos procedimentos técnicos
utilizados será realizado com caráter bibliográfico com consultas principalmente em livros,
dissertações de mestrado, trabalhos de conclusão de curso, tese de doutorado, artigos
publicados e periódicos e anais de eventos.
b) Entrevista semiestruturada: Para Gil (2002) a entrevista pode ser descrita como uma
técnica que envolve duas pessoas, das quais uma delas formula questões e a outra responde a
esse questionário. Ainda para o autor, a utilização de entrevistas não exigem treinamentos e
podem garantir o anonimato do entrevistado.
c) Observações não participativas: Na visão de Marconi e Lakatos (2003), as observações são
técnicas de coletas de dados para adquirir informações de determinado aspecto da realidade, e
amplamente utilizado para os estudos de caso. Durante as observações não participantes os
registros de elementos de interesse a pesquisa foram feitos em notas de observações para
reduzir a subjetividade e facilitar a recuperação das informações coletadas.
d) Cronoanálise: As cronoanálises foram realizadas em etapas: obtido informações referentes
ao processo operacional através de observações, realizado a divisão das operações em
elementos que facilite a determinação do tempo padrão das operações, realizado a
cronometragem dos elementos utilizando cronometro digital e folhas para anotações, cálculo
do número de amostras necessárias, determinação do ritmo do operador, avaliação das
tolerâncias e determinação do tempo padrão de uma operação, através de planilhas
eletrônicas.
e) Coleta dos dados: A coleta de dados na empresa caso foi realizada durante 6 meses. Para a
coleta de dados foi realizado acompanhamento na empresa em toda a área fabril através de
observações não participativas, realização de cronoanálises e análise de banco de dados
existentes, visando levantamento de informações operacionais e administrativas. Após a
realização de todas as coletas de dados, estes foram tabelados em planilhas eletrônicas, após
esse tabelamento, foram realizados os cálculos dos tempos padrões das operações, para serem
utilizados nas previsões de tempos. Foram utilizados dez produtos como amostra para o
tabelamento de cada operação, ou seja, para cada tabela terão dez linhas nomeadas de Produto
01 a produto 10.

4 - Resultados
A média de tempo para a realização das análises é de 1,69 horas/análise o que representa
anualmente o tempo de um analista de engenharia de processos é em média de 5,5 meses, ou
seja, um colaborador do setor passa 46% do ano fazendo análises de orçamento. O processo
de elaboração de uma análise crítica de novos processos consiste na definição dos tempos
padrões operacionais e de investimentos iniciais de montagem e necessidade de investimentos
estruturais. Visando principalmente a redução do tempo aplicado para a realização das
análises foi implementado a metodologia de tempos padrões tabelados de Barnes (1977),
Peinado e Graeml (2007), Wurzer (2006) e Fonseca (2015), os quais definem que qualquer
atividade pode ter seus tempos de processo extraídos de tabelas.
Os tabelamentos iniciaram no primeiro semestre de 2018 e desde então são utilizados para a
realização das análises de tempos de produção. Os tempos utilizados para o tabelamento são
os tempos padrões das etapas, ou seja, já com os acréscimos de relacionados a amplitude e
suplementos.
4.1 - Operação 01
Os tempos de operação 01 tiveram seus elementos separados em: colocar os produtos na
base/gabarito, tempo de corte e remover os materiais da base/gabarito. O tempo de corte é
diretamente ligado o número de pontos de corte executado no material, portanto foi definido
que o tempo deve obrigatoriamente considerar o número de cortes, o levantamento dos
tempos pode ser observado na Tabela 1.
Tabela 1 - Tempo padrão para Operação 1

Fonte: a autora (2018).


Para a definição do tempo foi calculado conforme abaixo:
a) Processo A: para o tempo do processo A, a quantidade de produtos não interferem no
tempo total, portanto o cálculo para a definição do tempo padrão da operação foi de média
simples;
b) Processo B: nesse caso a quantidade de produtos interferem diretamente no tempo, visto
que o processamento nesse caso é unitário, o cálculo utilizado para a definição do tempo foi
calculado individualmente por amostra e posteriormente realizado a média simples de todas as
amostras.
c) Tempo unitário de operação: nesse caso o que interfere no tempo é a quantidade de pontos
de corte necessários no produto, portanto o tempo padrão elementar foi calculado através da
formula abaixo e posteriormente realizado a média simples de todas as amostras.

4.2 - Operação 02
Os tempos de Operação 02 estão diretamente ligadas a quantidade de cortes necessários no
produto, os dados levantados são apresentados na Tabela 2.
Tabela 2 - Tempo padrão para Operação 02

Fonte: a autora (2018).

4.3 - Operação 03
Os tempos de operação 03 estão relacionados ao número de produtos que estão alocados no
gabarito, pois os tempos de transporte são constantes pois a distância percorrida é sempre a
mesma. Os demais processo da operação estão diretamente ligadas a quantidade de produtos
processados, ou seja, foi definido o tempo padrão médio por produto processado. Os dados
levantados são apresentados na Tabela 3.
Tabela 3 - Tempo padrão para Operação 03

Fonte: a autora (2018).


Para a definição do tempo unitário foi calculado conforme abaixo:
a) Tempo de Processo A: para o tempo do processo A, a quantidade de itens não interferem
no tempo total, portanto o cálculo para a definição do tempo padrão da operação foi realizado
através da formula de média simples;
b) Tempo de Processo B: nesse caso a quantidade de produtos interferem diretamente no
tempo de operação, o cálculo utilizado para a definição do tempo foi calculado
individualmente por amostra e posteriormente realizado a média simples de todas as amostras.
c) Tempo de Processo C: nesse caso a quantidade de produtos interferem diretamente no
tempo de operação, o cálculo utilizado para a definição do tempo foi calculado
individualmente por amostra e posteriormente realizado a média simples de todas as amostras.
d) Tempo de Processo D: nesse caso a quantidade de produtos interferem diretamente no
tempo de operação, o cálculo utilizado para a definição do tempo foi calculado
individualmente por amostra e posteriormente realizado a média simples de todas as amostras.

4.4 - Operação 04
Os tempos de operação 04 estão relacionados a quantidade de itens montados e a quantidade
de produtos e podem ser observados na Tabela 04.
Tabela 4 - Tempo padrão para Operação 04

Fonte: a autora (2018).


Os tempos de Operação 04 estão relacionados a:
a) Tempo de operação: é o tempo de inspeção de todas as produtos estão relacionados ao
número de itens inspecionados e o total de produtos no gabarito,.
b) Tempo de Processo A: é o tempo de montar o gabarito de alinhamento dos materiais e está
relacionado ao total de produtos em operação.
c) Tempo de processo B: não possui relação com o número de produtos ou itens, é um valor
fixo do processo e o tempo padrão definido através de média simples.

4.5 - Operação 05
O tempo total de Operação 05 está diretamente ligado ao número de itens montados nas
etapas anteriores e a formula para a definição do tempo padrão foi a fórmula apresentada
abaixo e o resumo dos dados coletados podem ser observados na Tabela 5.
Tabela 5 - Tempo padrão para Montagem 05

Fonte: a autora (2018).

Portanto o tempo de Operação 05 está diretamente ligado a quantidade de itens montados.


4.6 - Operação 06
O tempo total de Operação 06 está diretamente ligado ao número total de itens montados e o
resumo dos dados levantados podem ser observados na Figura 6.
Figura 6 - Tempo padrão para Operação 06

Fonte: a autora (2018).


Os tempos de Operação 06 estão relacionados a:
a) Tempo de processos A: é o tempo de remover o produto do equipamento e abastecer outro
para iniciar a operação.
b) Tempo de operação por item: é o tempo efetivo de operação e esta relacionado a
quantidade de itens montados.

4.12 – Resultados e discussoes


Após a implantação das tabelas de tempos padrões para orçamentos, houve significativa
redução no tempo de análise. A média de tempo para a realização das análises foi de 0,723
horas/análise o que representou uma redução 57% do tempo desprendido para realização de
análise de processos.
O tempo disponibilizado anualmente de um analista de engenharia de processos reduziu de
em média de 5,5 meses com base nos dados de 2012 a 2017 para 3,05 meses em 2018. Enfim,
após a implantação das tabelas de tempos padrões houve redução considerável no tempo de
análise.

5 – Conclusoes e consideraçoes finais


Os objetivos do presente trabalho foram alcançados de forma satisfatória visto que o objetivo
era implantar a técnica de tabelas de tempos padrões para a estimativa de tempos de produção.
A ferramenta se demonstrou de suma importância para a empresa pois padronizou o método
de definição de tempos padrões para a estimativa de tempos de produção de produtos os quais
ainda não possuem cronoanálise realizada, ou seja, ainda não foram produzidos.
Através de aplicações de cronoanálise, o mapeamento do processo, estudo dos elementos
operacionais, observações não participativas e entrevistas semiestruturadas foi possível obter
uma visão ampla de todo o sistema produtivo da empresa proporcionando a identificação de
todos os processos que poderiam ser mapeados e cronometrados e com isso a determinação do
tempo padrão elementar, visto que esses tempos serão utilizados como base para
planejamentos de capacidades produtivas e isso é de suma importância para o Engenheiro de
Produção visto que a engenharia de métodos é uma das áreas de atuação de engenheiros de
produção nas empresas.
A implantação das tabelas de tempos padrões na empresa estudada trouxe benefícios além da
padronização, como a redução no tempo de elaboração de análise crítica de novos processos,
que após a implantação das tabelas de tempos padrões foi possível reduzir o tempo de
elaboração de análises de orçamentos de 1,68 horas por análise para 0,723 horas.
Como sugestão para a continuidade do estudo, pode ser realizado análise de acurácia das
informações contidas nessas tabelas e realizar a comparação dos tempos estimados e
cronometrados visando aprimorar os dados tabelados, assim como estender o estudo para as
demais etapas de produção não contempladas nesse trabalho como por exemplo montagens
mecânicas.

Referências:
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