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SEMIOLOGIA AULA 2

REVISÃO DE SISTEMAS (parte da anamnese depois da identificação, queixa principal e histórico


da doença atual)
 Febre
o temperatura corporal aumentada: refeições, exercícios, gestações
o Temperatura obedece o ciclo circadiano – temperatura mais alta entre
18h-22h.
o Valores normais: axilar 35,5 a 37ºC
o A evolução da febre pode dizer a causa patológica
 Características semiológicas da febre:
 1) explorar o início: súbito (acompanhada de calafrios;
infecções bacterianas e virais) ou gradual (dia a dia ela
sobre; linfomas e tuberculose – doenças granulomatosas
 2)explore intensidade: Leve ou febrícula (37,5; idosos),
moderada (37,5-38,5; linfomas e tuberculose), alta (acima
de 38,5; pneumonia)
 3)explorar duração: prolongada (acima de 14 dias)
 4)explorar evolução: febre contínua (alta com variação
regular de até 1°C), irregular ou séptica (ao longo do dia, o
paciente tem febre ou não), febre remitente (alta variação
de febre, mas com febre durante todo dia), febre
intermitente (diferencia da irregular por ter um padrão),
febre recorrente ou ondulante (vem e volta sem padrão)
 5) fim da febre: crise (desaparecimento súbito
acompanhado de sudorese e prostração) ou lise
(desaparecimento gradual)
 Pele
o Presença de prurido
o Icterícia (nos negros, icterícia visível na região sublingual)
o Lesões cutâneas (manchas, bolhas, máculas)
o Alterações de sensibilidade
o Lesões ungueais (na unha, borda da unha)
o Alopécia (perdas localizadas de cabelos e pelos)
o Hirsutismo (presença de pelos onde não deveria ter – bigode em
mulheres)
 Cabeça e pescoço
o Cefaléia
o Dor facial
o Tontura – perda de equilíbrio, vertigens
o Disfonia (alterações na voz)
o Dor cervical (se é em repouso ou em movimento)
o Deformidades, nódulos ou massas
o Alterações dos movimentos (paralisias, involuntários)
 Aparelho ocular
o Diploplia (visão dupla)
o Escotomas (pontinhos escuros na visão), manchas visuais
o Coloração da esclera e conjuntiva
o Lacrimejamento
o Fotofobia (dificuldade pra enxergar claridade)
 Aparelho auditivo
o Hipoacusia (dificuldade auditiva)
o Otorragia (hemorragia)
o Otolicorraquia (saída de liquor)
o Zumbido
 Cavidade oral
o Halitose
o Sialorréia
o Alterações dentárias
 Nariz e seios paranasais
o Epistaxe (saída de sangue do nariz)
o Alterações do olfato (hiposmia, anosmia, hiperosmia, perversões)
o Coriza (hialina, purulento, com sangue)
 Aparelho respiratório
o Sibilância (chiado no peito)
o Cianose (perguntar localização, tempo de aparecimento, se o paciente tem
anemia)
o Tosse (perguntar se é seca ou produtiva, relação ao decúbito
o Expectoração (catarro mucóide, purulento, ósseo, róseo)
o Fatores de alívio (de pé, a respiração é melhor que deitado pq o retorno
venoso de pé é melhor)
o Fatores desencadeantes (grau de esforço)
o Dispneia
 Eupneia (14-20 mpm)
 Taquipneia (>20mpm)
 Bradipneia (<14mpm)
 Apneia
 Hiperpneia
 Ortopneia (decúbito)
 Aparelho cardiovascular
o Palpitação (taquicardia, irregularidades)
o Síncope – desmaio (vasovagal – estimulação pelo N. vago, situação,
maifestações associadas, duração)
o Edema (anasarca e classificação das cruzes)
o Claudicação intermitente (paciente com insuficiência arterial, ao caminhar,
exige muito dos membros inferiores, gera um processo isquêmico e
começa a claudica, vulgo mancar)
 CARACTERÍSTICAS SEMIOLÓGICAS DA DOR
o Localização exata
o Irradiação
o Caráter e qualidade
o Intensidade (“uma nota de 0 a 10 qual a nota que o senhor me da)
o Duração
o Evolução (“ela vem e passa e agora piorou muito”)
o Relação com as funções orgânicas (relacionar a dor com a anatomia por
onde a dor passa)
o Fatores desencadeantes agravantes (“o que o senhor faz que desencadeia
a dor”)
o Fatores atenuantes
o Manifestações concomitantes (outros sintomas que vem junto – “a dor é
tão forte que me da náusea, palpitação, sudorese”)
 Aparelho digestivo
o Dispepsia (estufamentos, distensão, dor epigástrica)
o Saciedade precoce
o Distensão abdominal
o Náuseas/vômitos (explorar o vômito  se tem comida, se é logo depois
que come, freqüência, aspecto, hora de ocorrência)
o Icterícia
o Prurido anal
 Sistema Geniturinário
o Homens
 Impotência
 Secreções uretrias
 Lesões genitais
 Massas escrotais
 Outros (olhar Porto)
o Mulheres
 Lesões genitais
 Prurido
 Corrimento
 Dispareunia (dor no sexo)
 Dismenorreia (sangue no sexo)
 Metrorragia (sangramento fora da menstruação)
 Menorragia (sangramento abundante na menstruação)
 Sistema Musculoesquelético
o Mialgias
o Cãimbras
o Edema
 Sistema endócrino
o Galactorreia (produção de leite)
o Poliúria
o Hirsutismo
o Virilização

AULA 3: EXAME FÍSICO GERAL


 Importância do exame físico:
o Básico para coleta de dados para o manejo do paciente
o O prazer do diagnóstico
o Preservar a arte da medicina
o Acesso ao corpo prerrogativa consagrada
o Estreitar a relação médico-paciente
 Quando o médico olha o corpo do paciente – INSPECIONA (exame
físico)
 Quando vê a pessoa que se sente doente – VÊ (psicológico)
 Quando palpa ou ausculta o paciente – TOCA o corpo da pessoa
 Exame físico geral:
o Uso de todos os órgãos do sentido, exceto gustação
o Observar o conforto: paciente e médico
o Revisar equipamentos em mesa auxiliar
o Paciente com roupas íntimas
o Lavar as mãos
o Médico posiciona-se lado direito do paciente
o Respeito aos pudores, sem deixar examinar
o Expor somente a parte do corpo a ser examinada
o Evitar o “senta-deita-levanta”
o Exame físico
 Existem várias posições para o exame:
o Normal: paciente deitado
 Princípios básicos do exame físico
 Obs.: só o exame abdominal não segue essa sequência por
causa das alças intestinais (ausculta antes da palpação)
o Inspeção:
o Palpação
o Percussão (movimento para ouvir sonso e diferenciá-los)
 Osso do dedo do meio é o melhor para percussão
 Posiciona o dedo do meio no local que se deseja ouvir som e bate
com outro dedo por cima do ossinho
 Ex.: Pulmão sem derrame: som timpânico;
o Ausculta
 Quando o paciente entra no consultório:
o Aparência geral
o Marcha
o Fácies
o Biótipo
o Pele e mucosas: palidez, icterícia, cianose
o Estado nutricional e de hidratação
o Nível de consciência: atenção, orientação e memória
o Afetividade, humor e condições emocionais
o Padrão respiratório: eupneico ou dispnéico
 Paciente em pé: (em locais sem triagem)
o Marcha e equilíbrio
o Peso/altura
o Circunferência abdominal
 Paciente sentado, médico em frente
o Inspecionar mãos e unhas (apertar e olhar aspecto de preenchimento,
olhar cianose)
o Inspecionar pele, músculos e articulações
o Sinais vitais
o Palpar pulsos comparativamente
o Cabeça: configuração, pele, couro cabeludo e lesões
o Olhos: acuidade visual, conjuntivas, reação pupilar a luz
o Orelhas: exame externo e com otoscopio. Teste de audição
o Nariz: exame externo e com rinoscopia
o Boca: dentes, mucosa, língua, amígdalas, palato, orofaringe
 Sinais vitais e dados antropométricos
o Medidas do peso e altura: IMC
o Circunferência abdominal
o Frequência cardíaca (contar quando for comparar os pulsos; contar por 15s
e multiplicar por 3)
o Frequência respiratória
o Temperatura axilar
o Pressão arterial
 Médico coloca-se atrás do paciente
o Inspecionar mobilidade do pescoço (extensão, felxão, lateralidade)
o Elevação dos ombros
o Mãos sobre a cabeça
o Palpação de gânglios do pescoço
o Palpação da tireóide
o Percussão da coluna
o Punho-percussão lombar
o Exame pulmonar
 EXAME DO APARELHO RESPIRATÓRIO
o Inspeção: afastar sinais de insuficiência respiratória
 Cianose
 Batimento de asa de nariz (utilizar musculatura acessória para
respirar)
 Taquipneia ou bradipneia
 Ritmo respiratório anormal: Cheyne-stocks (respira 3 a 4 vezes
rapidamente e para e vai repetindo o ciclo
 Cornagem ou estridor laríngeo (quando escuta na laringe um som
de sufoco para respirar)
 Tiragem (usar os músculos intercostais para respirar – tiragem
intercostal)
 Baqueteamento digital: pode significar cardiopatia congênita,
DBPOC, cirrose (a unha, ao invés de crescer no leito normal, nasce
mais profunda)
 Pesquisa de cianose periférica
 Pulso e turgência jugular: “cor pulmonale” (na respiração a
carótida incha)
 Linfadenopatia supra clavicular: carcinoma, tuberculose,
sarcoidese (gnanglios muito crescidos na região supra clavicular)
 Eritema nodoso (parte anterior da perna): Tuberculose
o Palpação:
 Pesquisa de expansibilidade pulmonar:
 Juntas as mãos em forma de 90°
 Coloca um dos dedos sobre uma das vértebras cervicais
 Serve para observar simetria (quando há simetria, ambas
as mãos se mexem
 Pesquisa do frêmito toraco-vocal (“33”) – vibração cordas vocais
que se transmitem ao tórax
 Colocar as nas costas e sentir a vibração quando o
paciente falar 33
o Percussão: (simetria)
 Som claro pulmonar: normal (na hora da percussão, checar onde
estão as costelas, pois deve-se percutir entre elas)
 Som timpânico (parece tambor – aos invés de ter os alvéolos,
existe um monte de ar preso nos alvéolos, bolhas de ar): ar
aumentado. Ex.: enfisema pulmonar
 Som sub-maciço: densidade aum. E dim. do ar. Ex.: pneumonias
 Som maciço: derrame pleural
o Ausculta:
 Sons respiratórios normais:
 Som traqueal – região da traquéia (som de tubo com ar)
 Respiração brônquica – ápices anterior e posterior (som
ainda como tubo, mas com uma certa resistência do ar)
 Murmúrio vesicular – campos pulmonares (alvéolos)
 Ruídos adventícios:
 Roncos
 Sibilos
 Estertores finos
 Estertores grossos
 Atrito pleural
AULA 4: SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA
 Neuroanatomia funcional:
o Sistema nervoso:
 Sistema sensitivo: sensibilidades somáticas, tátil (protopático e
epicrítico), térmica, algésica, vibratória, propioceptiva), V NC;
reflexos; sensibilidades especiais (I NC (olfato), II NC (visão), VIII NC
(audição), desgustação)
 Um receptor vai captar a informação e vai levar para o SNC
por um nervo periférico, vai entrar na medula pela raiz
posterior
 Os estímulos sensitivos vão gerando memórias  é
possível saber que se está tocando em algo quente sem
olhar o negócio quente
 Há algumas sensibilidades que vão subir e trocar de lado lá
no bulbo (sensibilidade proprioceptiva e dolorosa)
 Há algumas sensibilidades que vão cruzar na medula já
(tato e térmica)
 Todas as sensibilidades vão chegar no córtex contra-lateral
sensitivo
 Saber a divisão dos dermátomos para o exame
neurológico (dermátomos principais: C3, T4, T10)
 Sistema motor:
 Formado por 2 neurônios: 1 no giro pré central e outro na
medula
 Movimento da mão: um neurônio da cabeça prolonga seu
axônio até a medula, faz sinapse com o 2º, o 2º prolonga
seu axônio até o músculo e gera o movimento
 Os axônios motores se condensam todos na cápsula
interna  mesencéfalo  ponte  bulbo, decussação de
pirâmides  medula, sai pelas raízes anteriores
 Aumenta-se a força do movimento de acordo com a
quantidade de recrutamento de fibras (força fraca, poucas
fibras)
 Tônus muscular: 2º neurônio tem autonomia e manda
potenciais de ação a todo momento para manter o tônus
muscular
 1º neurônio inibe o 2º para que este não tenha
hiperativação (em um AVC, o músculo fica rígido porque o
1º foi prejudicado e não inibe mais o 2º)
 Lesão do 2º inferior: hipotonia e atrofia
Os reflexos podem ser inibidos pelo 1º neurônio (lesão do
1º neurônio = hiperreflexia; lesão do 2º neurônio = afelxia)
 Lembrar arco reflexo simples
 EXAME FÍSICO NEUROLÓGICO
o Roteiro de exame:
 Exame do estado mental e funções cognitivas
 Nervos cranianos
 Sistema motor (força, tônus/trofismo, reflexos, coordenação)
 Sensibilidade
 Marcha
 Equilíbrio
o Funções corticais – avaliação do estado mental
 Linguagem: articulação/conteúdo (wernicke e brocca – 2 principais
áreas da linguagem, localizadas majoritariamente no hemisfério
esquerdo) – Obs.: áreas motoras e sensitivas são todas bilateral,
linguagem não
 Afasia (lesão na linguagem): pode ser de wernicke ou de
brocca
o Afasia de wernick: fala palavras fluentemente,
porém sem sentido
o Afasia de brocca: fala poucas palavras ou
nenhuma, entende a pergunta, mas fala pouco (as
vezes, o paciente responde a mesma palavra pra
qualquer pergunta)
o Exame dos nervos cranianos
 NC I (olfatório)
 Sentir o olfato com as duas narinas
 Distúrbios unilaterais são mais preocupante que bilaterais
(unilateral pode indicar uma lesão na base do lobo frontal)
 Hipo/anosmia
 NC II (óptico)
 Exame das pupilas
o Cada vez que examinar a pupila com a luz, quando
um olho contrair o outro também, porque o
mesencéfalo distribuirá a informação
o Se apenas um dos olhos contrair: lesão no nervo
oculomotor do olho que não contrai
o Se ambos não contraem: lesão nos dois
 Exame da acuidade visual
 Exame dos campos visuais (campo visual temporal –
captado pela retina nasal; campo visual nasal – captado
pela retina temporal)
o Retina temporal vai pro córtex do mesmo lado; a
retina nasal passa pelo quiasma e vai pro córtex
contrário
o Amaurose: perda visual de um dos olhos por lesão
no nervo óptico
o Heminopsia heterônima (Visão em corredor):
lesão do quiasma faz com que os campos
temporais sejam perdidos
o Hemianopsia homônima: lesão no córtex e perda
nos mesmos campos (congruentes)
 Exame de oftalmoscopia
 NC III (oculomotor), IV (troclear), VI (abducente)
 VI: coordena o músculo retolateral (abdução do olho)
 IV: controla o m. oblíquo superior (rotação ínferomedial
do olho)
 III: controla os outros Mm., além da elevação da pálpebra
 NC V (trigêmeo):
 Sensibilidade: passar algodão sobre o rosto
 Musculatura mastigatória: pedir para o paciente forçar a
mandíbula
 Reflexo córneo-palpebral: cutucar a córnea com alguma
coisa; se piscar, o trigêmeo ta normal
 NC VII (facial):
 Mímica da face: pede para o paciente sorrir, beijar e tentar
abrir os olhos dele quando estão fechados. Quando tiver
alguma paralisia na boca, a boca puxará para o lado
saudável
 Paldar 2/3 da língua
 NC VIII (vestíbulo-cloclear)
 Porção coclear: teste de audição com o diapasão
 Porção vestibular: avalia o equilíbrio do paciente
 NC IX (glossofaríngeo) – avaliado junto com o vago normalmente
(se o vago estiver lesado, haverá ronquidão associada)
 Gustação 1/3 posterior da língua: pede para a pessoa fazer
“aaaa” e coloca o palito lá trás na boca – sensação de
vomito
 NC X (Vago):
 Elevação do palato mole: pede para o paciente dizer “aaa”
e avalia para onde o sininho pende. Ele pende para o lado
saudável
 NC XI (acessório)
 Pedir para o paciente levantar os ombros com os braços
no peito. Se lesionado, o ombro cairá
 NC XII (hipoglosso):
 Língua penderá para o lado errado
o Exame do sistema motor
 Trofismo: observar se o paciente tem uma musculatura simétrica,
hipertrófica, atrófica, etc.
 Tônus: (liberação constante de potenciais de ação pelo neurônio
inferior), inspeção de hipotonia (bebê todo esticado), palpação
(olhar consistência do músculo), movimentos passivos
(movimentar paciente e olhar se ele oferece alguma resistência),
balanços passivos; hipertonia (neurônio superior não inibe o
inferior)
 Hipertonia na lesão piramidal (1º n inibe o 2º)  eletiva
(pega os flexores do MS e os extensores MI)  Elástica
(tem uma resistência decrescente do membro, e quando
solta, ele volta a posição normal)  sinal em canivete
 Hipertonia na lesão da via extrapiramidal  não eletiva
(todo corpo fica rígido)  plástica/rigidez cérea  sinal da
roda denteada (movimento fica trancado) – clássico de
Parkinson
 Força: motricidade espontânea (médico já observa o paciente na
entrada, como ele anda) e força contra-resistência (exame de
resistência – exame no Yuri)
 Manobras deficitárias:
 Prova dos braços estendidos com a palma da mão para
cima: 1min com os olhos fechados (perda proximal: flexão
e pronação da mão; perda distal: braço cai em bloco)
 Prova de Mingazzi: paciente deitado com as pernas
erguidas em 90° -- 1 min para sustentar
 Coordenação: avalia cerebelo (refinamento do movimento), avalia
a sensibilidade proprioceptiva, olhos abertos e fechados, avaliação
da metria e alternância de movimentos antagônicos
 Metria: índex-narix
 Diadococinese: capacidade de fazer movimentos
alternados constantes (alternância de movimentos
antagônicos)
 Prova do rechaço
 Reflexos (resposta motora em nível medular)
 Lesão de via sensitiva ou motor medular: reflexos
diminuídos
 Lesão do 2º neurônio motor (inibidor): reflexos
aumentados (aumenta a área reflexógena e reflexos
policinéticos)
 Reflexos miotáticos profundos fásicos: triccipital, biccipital,
braqui-radial, patelar e aquiliano
 Manobra facilitadora do reflexo: pedir para o paciente
puxar as mãos com força (distração)
 Exames adicionais: clônus
 Reflexos superficiais ou cutâneos (cutâneo-abdominais e
relfexo cutaneoplantar—sinal de babinski) – lesão de
neurônio superior
 Sensibilidade:
 Vibratória: repercutir diapasão e colocar em uma
proeminência óssea
 Proprioceptiva: paciente com os olhos fechados deve dizer
se o seu dedo está para cima/baixo
 Sensitiva: palito
 Térmica: borracha e haste de metal
 Tátil-grosseira: algodão
 Equilíbrio: visão + propiocepção + vestíbulo (2 sistemas
funcionando já é suficiente)
 Manobra de Roomberg: paciente em pé parado com os
olhos fechados
o Vestíbulo danificado: paciente cai pro lado do
labirinto deficiente
o Propriocepção danificada: paciente cai cada vez
pra uma lado
 Marcha: Marcha normal X Disbasia
 Hemiplégica: marcha ponto e vírgula
 Anserina: iliopsoas e quadriceps danificados (joga o quadril
pro lado)
 Parkinsoniano: se arrastando, puxando os pés
 Ébrio: marcha do bêbado
 Tabética: marcha com força (não tem receptores
sensitivos dos pés)
 Escarvante: fraqueza ao erguer o pé na marcha, arrasta os
pés
 Em tesouro/epástica: marcha em tesoura, cruzando os pés
AULA 5: SEMIOLOGIA DO APARELHO TEGUMENTAR
 Anamnese;
o Sintomas comuns ou preocupantes: perda de pêlos, erupções cutâneas e
nevos, prurido, ardência ou dor
o História da lesão: quando surgiu, o que piora e o que melhora,
medicamentos
o Antecedentes familiares: questionar atopias (lesões de pele) e ou doenças
dermatológicas na família
 Exame físico:
o Exposição adequada da área examinada (ex.: herpes zoster – seguir o
dermátomo – olhar todo seguimento da lesão)
o Não esquecer de olhar o dorso, nádegas, espaços interdigitais
o Boa iluminação (luz amarela distorce a coloração – iluminação deve ser
neutra. Ex.: icterícia em pacientes negros)
o Palpar e afastar os cabelos e apalpar as unhas
 Divisão do exame físico:
o Inspeção: olhar todo tegumento, cabelos, unhas e mucosas
o Palpação: observar elasticidade, mobilidade e turgor da pele, lembrando
sempre da compatibilidade da idade
o Digitopressão e vitopressão: pressionar com os dedos/lâminas de vidro a
pele lesionada do paciente. Observar como aquela lesão se comportou
o Compressão: avaliar edemas
o Coloração da pele: se há cianose, ictérica, perda de pigmentação (perda:
vitiligo; aumento: melasma), rubor
o Umidade: se há sudorese, oleosidade e ressecamento
o Temperatura: há patologias que a pele não consegue suar para regular a
temperatura corpórea
o Textura: áspera ou lisa
o Prega cutânea: velocidade com que a pele volta ao seu lugar
 Lesões Elementares:
o Alterações de cor:
 Mácula: mancha de até 1cm; Mancha: maior que 1cm
 Máculas vásculo-snaguíneas: vasoconstrição, constrição ou
extravasamento de hemácias (petéquias, púrpura,
eritemas)
 Manchas pigmentares (olhar slides da prof)
o Elevações elementares: lesões edemaciadas na derme ou hipoderme
 Urtica
 Angioderma
o Formações sólidas: manchas/máculas derivadas de um processo
inflamatório, neoplasias (aumenta de volume)
 Pápula (Ex.: sarna)
 Placa ou tubérculo (Ex.: psoríase)
 Nódulo (Ex.: tumor de pele)
 Nodosidade/tumor: maior que um nódulo (Ex.: melanoma
 Goma (ex.: sífilis terciária)
 Vegetação
 Verrucosidade
o Coleções líquidas:
 Vesículas: até 1cm
 Bolha: >1cm
 Pústula: conteúdo purulento
 Abscesso (edema, calor, dor rubor acompanhma)
 Hematoma
o Alterações de espessura
 Queratose (caminhar sem calçado  hiperqueratose)
 Liquenificação (aspecto quadriculado)
 Edema
 Esclerose
 Atrofia (pele parece que foi queimada, retirada)
o Perdas e reparações teciduais
 Escama (Ex.: psoríase)
 Exulceração ou erosão
 Ulceração: perda de derme, epiderme (Esacaras --- acamados)
 Fissura/rágade
 Cicatriz: pode virar hipertrófica ou atrófica
 Queloide
 Doenças comuns da enfermaria: Ptiríase versicolor (“micose de praia”), Escabiose
(Sarna)
 Mucosas: observar a conjuntiva ocular e a mucosa lingual
AULA 5: EXAME FÍSICO CABEÇA E PESCOÇO
 Fácies:
o Hipocráticas (desnutrição)
o “Uxingoides”
o Exoftlalmia (doença de Graves, hipertireoidismo)
 Cabeça
o Inspeção
o Palpação (palpar ossos da face e crânio  em busca de pontos dolorosos,
abaulamentos, afundamentos)
 Olhos (+ importante)
o Inspeção
 Visualizar conjuntiva (avermelhada: hiperemia conjuntival)
 Nicroftalmia
 Posição dos olhos (afastamento dos globos oculares:
Hipertelorismo)
 Cuidar regiões edemaciadas
 Inspeção das glândulas lacrimais
 Reflexo foto-motor: Par craniano oculomotor
 Campo visual:
 Depressão: perda do CV relativa, alguns estímulos são
vistos e outros não
 Contração: perda absoluta do CV, geralmente periférica
 Escotoma: pode ser absoluto ou relativo
 Fundo de olho (oftalmoscópio)
 Pupila dilatada
 Fundo de olho normal: reflexo vermelho  visualização de
vasos, mácula e nervo óptico
 Ouvidos
o Inspeção de todo o pavilhão auricular
o Palpação (pavilhão, tragos, mastóide)
o Otoscópio (presença de cerume, corpo estranho, lesões)  visualizar o
canal auditivo e a membrana timpânica e o cabo do martelo
 Tracionar o pavilhão para cima e visualizar com o otoscópio
 Autite media: membrana estará opaca (pus) sem reflexão da luz,
tração do pavilhão é dolorida
 Nariz
o Inspeção (lesões, fossas nasais, mucosa e coloração – rosada, úmida,
presença de pelos --, septo nasal, conchas nasais – medía e superior; inf é
difícil)
o Otoscópio com cone mais calibroso
 Elevação da ponta do nariz e visualização das estruturas acima
 Boca (Oroscopia)
o Insepção: mobilidade da língua (hipoglossomo), elevação da úvula
(glossofaríngeo e vago)
 “Abre a boca sem tirar a língua” e abaixar a língua com um palito
 Visualizar amígdalas (pilares amigdalianos)
 Pescoço:
 Linfonodos
o Palpação: pré-auriculares (na frente da orelha), retroauriculares, occipitais,
cervicais posterior (atrás do esternocleido), cervicais anteriores superficiais
e profundas (só superficiais na frente do esternocleido), submentonianos,
submandibulares e amgidalianos (bem no ângulos da mandíbula) e
supraclaviculares
o Liso, móvel e elástico = normal
 Tireoide (abaixo da cartilagem tireóide e anterior a traquéia)
o Palpação:
 1º: achar a cartilagem e descer um pouco.
 2º: pedir para o paciente engolir
AULA 6: SEMIOLOGIA PULMONAR
 Inspeção, palpação e ausculta – análise nessa ordem
 Anamnese: caracterização do sintoma principal:
o Dor torácia
o Dispneia
o Sibilância (chiado no peito)
o Tosse
o Hemoptise
 Dor torácica (causas):
o Anigina, IAM
o Pericardite
o Aneurisma dissecante de aorta (Dor torácica que se irradia para o dorso,
hipotensão, mediastino alargado no Raio X)
o Bronquite
o Pneumonia, derrame pleural
o Esofagite de refluxo, espasmo esofagiano
o Costocondrite, herpes zoster
 Raio X de pneumotórax: bolha preta no pulmão e colabamento pulmonar
 Síndrome Crornariana Aguda (angina): dor no esterno que pode irradiar para a
região epigástrica, para o braço esquerdo (A. circunflexa), para o braço direito e
para a mandíbula
 Dispneia:
o Não existe uma escala absolta para quantificar dispnéia
o Determinar sua gravidade e com base nas atividades diárias do paciente;
início e velocidade de progressão
o Aguda X crônica
o Repouso X exercício
o Ventilatório-dependente X independente do ciclo respiratório
o Classificação de Dispnéia: de I a IV
 I: dispnéia apenas para fazer atividades físicas intensas (caminhar
em uma lombada)
 IV: dispnéia em repouso
o Tipos:
 Ortopnéia: dispnéia melhora quando a pessoa está e deitada e
precisa levantar
 Platipnéia: dispnéia em pé
 Trepopnéia (pesquisar)
 Dispnéia paroxística noturna (pesquisar)
 Pneumonia
o Área de consolidação no pulmão no Raio X
o Dor torácia, tosse, febre, falta de ar
 Tosse
o Tosse produtiva: presença de expectoração ou escarro. Descrever volume,
coloração, odor e consistência do expectorado
o Tosse seca: ausência de escarro
o Sintomas alérgicos (rinite, dermatites, asma ou bronquite)
o Sudorese noturna e/ou expectoração com raias de sangue (ALERTA –
pensar em tuberculose)
o Pode ter origem cardiovascular: Insuficiência cardíaca, levando a edema
pulmonar (dispnéia paroxística noturna) causa tosse
o Tuberculose pulmonar:
 Achados Raio X: várias lesões ao longo do pulmão, principalmente
nas áreas menos vascularizadas do pulmão como o ápice
 Broncoespasmo
o Sons respiratórios musicais que podem ser audíveis pelo paciente ou
familiares
o Sintomas associados são dispnéia e tosse
o Investigar história de tabagismo, doenças pulmonares crônicas, asma e
alergias, doenças ocupacionais (trabalhadores em minas)
 Asma:
 Bronquíolo terá sua parede aumentada devido a
inflamação (liberação de IgE pelos mastócitos) e ocorerrá
diminuição do canal brônquico na condução aérea
 Poeiras, poluição podem desencadear surtos de asma
 Exame físico
o Parte posterior do tórax: paciente sentado
o Parte anterior do tórax: paciente em decúbito dorsal ou sentado
o Procurar manifestações indiretas de doença pulmonar ou hipoxemia
(coloração da pele, formato das unhas e coloração buscando cianose,
batimento da asa do nariz, musculatura acessória, etc)
 Unha em forma de vidro de relógio
o Inspeção geral – ESTÁTICA
 Formato do tórax, avalie diâmetro AP, assimetrias (cuidar tórax em
tonel/barril)
 Tiragem, batimento de asa de nariz
 Presença de cianose oral ou em extremidade
 Pesquise algum som audível (sibilos, estridor)
 Inspecionar pescoço
o Inspeção geral – DINÂMICA
 Frequência respiratória
 Tipo respiratório (paciente respira de forma abodminal, costal ou
misto)
 Observar a movimentação do tórax e abdome
 Ritmo respiratório (relação entre a freqüência e a amplitude)
 Respiração de Kuzmaul: paciente com certa acidose
diabética, etc  aumento de amplidtude e frequência
 Respiração Cheyne-Sokes: patologia neurológica grave do
SNC (traumas, etc): alta freqüência resp intercalada com
apneia
 Expansibilidade pulmonar
 Sinal de Lemos Torres (contrário da tiragem): abaulamento da pele
dos espaços intercostais na expiração  sugere derrame pleural
o Palpação do tórax
 Palpação geral para identificar áreas hipersensíveis
 Palpação do frêmito tóraco-vocal
 Encostar a mão no peito do paciente e pedir para ele falar
uma palavra de boa ressonância, tipo 33
 Linhas de orientação no tórax: medioesternla, medioclavicular,
axilar anterior, axilar média, axilar posterior
o Percussão do tórax
 Técnica: dedo médio na falange do outro dedo médio e percutir no
pulmão do paciente
 Notas de percussão e suas características
 Simetria: comparar um lado ao outro
 Locais de percussão:
 4 pontos do ápice(posterior) até a base + 2 na região axilar
= 6 pontos de cada lado; 12 pontos no total
o Ausculta Pulmonar (sempre o diafragma = parte maior)
 Ruídos respiratórios (normais):
 Murmúrio vesicular
 Ruídos broncovesiculares
 Ruídos brônquicos (no 2º espaço intercostal)
 Ruídos traqueais (na fúrcula esternal)
 Ruídos adventícios/anormais:
 Estertores-descontínuos
o Estertores finos ou crepitantes
o Estertores grosso ou bolhosos
o Sibilos-contínuos
o Roncos-contínuos
o Estridor/sopros/atrito pleural
o Ausculta da voz
 Ressonância vocal normal: auscultar o pulmão enquanto o
paciente fala; não deve aparecer o som vocal
 RV diminuída/aumentada
 Broncofonia: ausculta-se a voz sem nitidez (consolidação
pulmonar)
 Pectorilóquia Fônica: ausculta-se a voz nitidamente
 Pectorilóquia afônica: ausculta-se a voz mesmo quando o paciente
cochicha

AULA 7: SISTEMA CARDIOVASCULAR


 Sinais e sintomas: dor precordial, localização, irradiação, caráter ou qualidade,
intensidade, fatores desencadeantes ou agravantes, fatores atenuantes,
manifestações concomitantes
o Dor torácica irradiando para mandíbula, braço ou ombro = infarto
 Podem irradiar até para o dorso (menos comum)
o Infarto é a pior dor que o paciente sentiu na vida dele e que não passa;
angina dura alguns minutos e logo passa
o Por que o coração dói? Dor por isquemia (angina = isquemia q vem e passa
– estreitamento das coronárias, toma vasodilatador (nitrato – ISORDIL) e
passa; infarto = oclusão total da artéria sem melhora com medicamentos
dilatadores)
o Angina geralmente é só a dor; infarto tem outros sintomas relacionados
(sudorese, palidez cutânea, faces de dor, náuseas e vômitos)
o Tempos de duração;
 Angina: 3 ou 4 minutos, raramente 10 (lesão n é histológica)
 Angina instável: até 20 minutos (n é histológica)
 IAM: + de 20 min (lesão é histológica)
o Tratamento para infarto é melhorar os tecidos ao redor do infarto, pq este
tecido morreu
 Dispnéia
o Dispnéia de esforço (+ característica)
o Ortopnéia (dispnéia quando o paciente deita)
o Dispnéia Paroxística noturna (paciente está dormindo e do nada acorda
por falta de ar  excesso de líquido no pulmão que nem a orto)
o Cheyne-stokes (algumas inspirações + rápidas  aumenta [CO2} 
diminui a respiração)
o Tosse
 Exame físico
o Inspeção (olhando, nn) e palpação juntas
 Avaliação simultânea
 Abaulamentos (aneurisma, cardiomegalia, derrame pericárdico,
alterações da caída torácica
 Ictus Cordis (palpação do ápice do coração  5º espaço intercostal
 Pesquisa de frêmito
o Focos – pontos de referencia para ausculta
 5º espaço intercostal  foco mitral
 Próximo ao processo xifóide (esteto um pouco a direita)  válvula
tricúspide
 2º espaço intercostal a direita  foco aórtico
 2º espaço intercostal a esquerda  foco pulmonar
o Posições para ausculta
 Sentado
 Decúbito lateral esquerdo
 Mitral
 Decúbito dorsal
o Diafragma – lata freq
o Campânula – baixa freqüência
 Ruflar – estenose mitral
o Objetivos da ausculta
 Bulhas cardíacas
 B1 – Primeira bulha (Tum)
o Mitral e tricúspide (fechamento delas causa a B1)
 B2 – Segunda bulha (TA)
o Aórtico e pulmonar (fechamento B2)
o Desdobramento à inspiração profunda (TLA)
 B3 – Terceira bulha (alguns pacientes)
o Enchimento ventricular ocasiona estiramento do
ventrículo e causa barulho (campânula)
o Mais audível foco mitral
 B4 – Quarta bulha
o Contração atrial causa barulho  paciente com
atrofia atrial precisa de mais força no átrio 
causa som
 ECG
o Olhar se é um ritmo constante QRS (com a mesma distância entre QRS)
 O que ocasiona sopros
o Aumento da velocidade do sangue (febre)
o Viscosidade alta dos sangue
o Restrição de espaço
o Insuficiência valvar (tumores na valva aórtica)
o Sopros Sistólico
 Ejeção (estenose)
 Aórtico e pulmonar
 Entre 1º e 2º espaços
o Sopro diastólico
 Estenose mitral e tricúspide
 Insuficiência aórtica e pulmonar
 Após 2ª bulha
o Contínuo
 Fístula artério-venosa
 Manobras especiais
o Rivero-carvalho: paciente deitado faz respiração profunda  aumento da
intensidade do sopro sugere que sua origem é no aparelho valvar
tricúspide
o Agachamento e de pé  aumenta o retorno venoso --. Dá pra escurar
melhor o sopro
 Outros sons
o Atrito pericárdico (patológico)
o Clique
o Estalidos (mitral e tricúspide)
 Turgência jugular: paciente deitado em 45°  não se deve visualizar; se houver
visualização  há turgência; pode-se apertar a região hepática para melhorar a
visualização
 Edema
 Palpação dos pulsos
o Frequencia cardícada
o Ritmo
o Intensidade
o Ondas
o Simétrica
 Pulso em materlo d’agua  sistólica muito longe da distólica (ex.:
desidratação)
 Pulso filiforme (quadrado)  hipotenso
 Alternante (menor e maior)  arritmias
 Pulso paradoxal  paciente enche o pulmão e o pulso aumenta;
esvazia o pulmão, diminui (o normal é o contrário)
AULA 8: PROPEDÊUTICA DAS AFECÇÕES DE URGÊNCIA DO ABDOME
 Fisiopatologia (Iliidas)
o Início: agudo, súbito, crônico
o Localização: em qual região abdominal
o Intensidade: desproporcional ao exame físico ou não
o Irradiação: p região dorsal, lateralmente
o Duração: contínuo, em cólicas
o Alívio-piora: quando come, defeca
o Sintomas associados: náuseas, vômitos, icterícia
 Semiotécnica do exame físico: regras para a inspeção do abdômen
 OBS.: Inspeção, ausculta e palpação (nessa ordem, pois abdômen é
diferente)
o 1) Ambiente com iluminação de preferência natural e homogênea
o 2) iniciar Oe exame com o paciente em decúbito dorsal, cabeça levemente
inclinada com travesseiro, os MMSS ao longo da face lateral e MMII
estendidos, em posição anatômica
o 3) O médico deve se posicionar na direção dos pés do paciente quando
este estiver em decúbito dorsal, à direita e à frente do paciente quando
estiver em posição ortostática
o 4) Avaliar a forma global do abdômen, a pele e suas alterações; a cicatriz
umbilical, sua situação, forma e alterações; a influência dos movimentos
respiratórios, do esforço expiratório e os movimentos espontâneos do
abdômen
 Regiões do abdômen:
o Hipocôndrio direita, epigástrica e hipocôndrio esquerda
o Flanco direito, região umbilical, flanco esquerdo
o Fossa ilíaca direita, hipogástrica, fossa ilíaca esquerda
 Inspeção
o Estática
 Olhar tipo de abdômen
 Abaulamentos, retrações e cicatrizes
 Pele e anexos
 Turgência venosa
o Dinâmica
 Hérnias (importância da expiração e expiração forçada)
 Respiração
 Movimentos peristálticos
 Pulsações (aortismo X dilatação aneurismática)
o Variações patológicas do abdômen
 Escavado
 Globoso
 Batráquio
 Avental
o Abaulamentos localizados
 Hipocôndrio direito: fígado, rim direito, vesícula biliar, suprarrenal
 Hipocôndrio esquerdo: baço, rim esquerdo, suprarrenal
 Epigástrico: lobo esq do fígado, estômago, pâncreas
 Ausculta
o Movimentos intestinais
 Palpação
o Sensibilidade da ponta dos dedos
o Mão em forma de V com a ponta em direção ao local de palpação
o Superficial e profunda
o Sinal de Blumberg (descompressão súbita seguida de dor – Blumberg
positivo – irritação peritoneal  cirurgia)
o Sinal de Murphy (vesícula)
o Sinal de Curvoisier
o Propedêutica física do fígado
o Baço normal não é palpável (posição de Schuster)
o Causas comuns de abdômen agudo

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