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FRATURAS DO POLEGAR

(passar resumo feito no caderno)

- Classificação de Green
Tipo I: Bennet
Tipo II: Rolando
Tipo III: extra-articular
Tipo IV: descolamento fisário

1) FX extra-articulares:
- São normalmente transversas ou oblíquas
- A maioria pode ser tratada com redução fechada e imobilização gessada, mas algumas FX
instáveis requerem redução fechada e pinagem percutânea
- As FX da diáfise aceitam desvios de até 20° sem prejuízo da função
*Cesar – as extra-articulares são muito instáveis, devendo raramente tratada
conservadoramente. NO Miguel couto todos os casos são operados
Acesso: Entre a 1 loja extensora (extensor curto e abdutor longo) e a musculatura tenar.

2) FX intra-articulares
a) FX de Bennett (tipo I)
- FX intra-articular com luxação de parte da articulação
- O ligamento volar oblíquo é muito forte e mantém o fragmento triangular no seu lugar,
evitando a luxação completa
- Qualquer trauma causando abdução e hiperextensão do polegar, ou trauma axial direto
- A maioria das lesões ocorre em homens (70 a 90%), com pico de incidência entre os 35 e 45
anos
- Exame neurovascular é necessário (art radial, nervo sensitivo radial)
- RX do polegar em AP e perfil
 AP de Robert – hiperpronação encostando o dorso do polegar no chassi – é avaliado
com os sesamoides estando sobrepostos ao meta
 Perfil de Biling e Gueda – região volar do antebraço encostado no chassi, mão com
pronação de 20° e raios entrando 10° de inclinação cefálica. É avaliado com os 2
sesamóides sobrepostos, aparecendo como um só.


- A linha de FX separa a maior parte do metacarpo do fragmento volar, produzindo desvio
- A FX é desviada pelo abdutor longo do polegar (inserção na base - tração proximal) e pelo
adutor do polegar (supina, aduz e flexiona), resultando em flexão, supinação e migração
proximal
- Classificação
Tipo I: desvio do fragmento distal, com preservação da continuidade da superfície
articular proximal
Tipo II: o oposto do tipo I, com desvio do fragmento proximal, desvio da superfície
articular e preservação do córtex distal
Tipo III: mais comum (67%), com separação total do fragmento
- A redução é feita com um dos dedos fazendo fulcro no foco e outros dedos nos metacarpais,
fazendo pronação

b) FX de Rolando (tipo II)


- Requer maior energia que a FX de Bennett
- FX cominutiva da base do polegar em T ou Y, ou uma FX com fragmentos dorsal e palmar

3) Tratamento
- Redução fechada com pinagem percutêanea
- RFFI (Herbert)
- Fixação externa (Rolando)
- RAFI com placa (Rolando)

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