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Caderno

~ Prático
· Conjunto de exercícios organizados
por unidade temática
· Soluções de todos os exercícios
propostos

• Porto
• ~ Editora
Ml§ufll Probabilidades e combinatória
'
Ml§ufiW Introdução ao cálculo diferencial li 38

Ml§.rffl Trigonometria e números complexos 76

Soluções 98

Ao Aluno
A conclusão do ensino secundário , com exame à disciplina de Matemática, é o fecho de um ciclo de
estudos , que prepara, por sua vez, o início de uma nova etapa, a qual ex ige um trabalho regular e
responsável.
A persistência é uma faculdade que tem co mo mérito ir reduzindo as dificuldades, pois, em cada
nova abordagem, algo se torna mais claro.
A co nsolida ção dos conhecimentos adquiridos é atingida com persistência e trabalho assente nas
propostas diversificadas que te sugerim os neste Caderno Prático.
Este caderno divide-se em três temas :
Tema 1 -Probabilidades e combinatória
Tema 2- Introdu ção ao cálculo diferencial li
Tema 3- Trigonometria e números comp lexos

Em cada um dos temas encontras um conjunto de propostas, com soluções, que compreendem:
• exercícios mais ou menos rotineiros, para que desenvolvas e consol ides as técnicas;
• problemas que envo lvem a compreensão da situação, a necessidade de estabelecer uma
estratégia de resolução e, por fim, uma anál ise crít ica dos resultados;
• problemas que envolvem análise gráfica, modelação e comun icação matemática .
Não tenhas medo de errar! Os erros são fonte de refle xão e essenciais no proc esso dinâmico de
construção da tua própria aprendizagem .

Os autores

ISBN 978-972-0-42066-4
Probabilidades e combinatória

1. Introdução ao cálculo de probabilidades

1. Para cada uma das seguintes experiências aleatórias, indica o espaço de resultados .

1.1. Retirar, ao acaso , uma carta de um baralho e registar o naipe a que pertence .

1.2. Selecionar, ao acaso, um poliedro regular e registar o número de faces .

1.3. Selecionar, ao acaso, um poliedro regular e registar o nome do polígono


representado em cada face.

1.4. Lançar dois dados cúbicos com as faces numeradas de 1 a 6 e reg istar a
soma das pontuações obt idas .

2. O dado da figura tem a forma de um octaedro regular com as faces numeradas


de 1 a 8 .
Considera a experiência aleatória que consiste em lançar o dado e registar o número
da face que fica voltada para baixo.

Sejam A , B e C os acontecimentos :
A : "Sa ir número ímpar."
B : "Sair número primo."
C: "Sair número múltiplo de 3 ...

Representa na forma de conjunto o acontecimento :

2.1. A 2.2. B
2.3. c 2.4. Au C

2.5. Bn c 2.6. An B

3. As fichas representadas na figura, indistinguíveis ao tato, foram introduzidas


num saco.
Considera a experiência aleatória que consiste em retirar as fichas, uma a uma,
sem reposição, registando-se os seus números pela ordem de saída .

3.1. Representa o espaço de resultados, .Q, na forma de conj unto .

3.2. Sejam A e B os acontecimentos:


A: "A soma dos números da primeira e da ter-
ceira fichas retiradas é ímpar."
B: "O produto dos números das duas primeiras
fichas retiradas é múltiplo de 5 ...

Indica o número de resultados favoráveis a cada


um dos acontec imentos.
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

4. Um saco contém cinco bolas numeradas de 1 a 5 , sendo vermelhas as nume-


radas com número par e azu is as restantes .

4.1. Considera a experiência aleatória que consiste em retirar, ao acaso, uma


bola e observar a cor.

4.1.1. Indica o espaço de resultados.


4.1.2. Os acontecimentos elementares são equiprováveis? Justifica.

4.2. Considera a experiência aleatória que cons iste em retirar, ao acaso, uma
bola e reg istar o número .

4.2.1. Indica o espaço de resu ltados.

4.2.2. Os acontecimentos elementares são equiprováveis? Justifica .

4.3. Considera a experiência aleatória que consiste em retirar, ao acaso, duas


bolas, uma após a outra, sem reposição, observando-se a cor e o seu
numero .

Exemp lo de notação:
V2 : representa a bola vermel ha com o número 2 :
A5 : representa a bola azul com o número 5.

Sejam A, 8 e C os acontecimentos:
A: "A soma dos números das bolas retiradas é par."
8: "As bolas retiradas têm a mesma cor."
C: "O número da primeira bola retirada é maior que o da segunda."

Representa na forma de conjunto o acontec im ento:

4.3.1. A

4.3.2. 8

4.3.3. c
4.3.4. A íl C

4.3.5. 8u c
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

6. Num saco há oito bolas, indistinguíveis ao tato, numeradas de 1 a 8 . Retira-se


uma bola ao acaso.
Cons id era os acontec im entos:
A : "O número da bola não é múltiplo de 4 ...
8: "O número da bola é par."
C: "O número da bola é ímpar."

5. 1. Representa sob a forma de conjunto os acontecimentos:


5.1.1. An 8 5.1.2. A u 8

5.1.3. An c 5.1.4. C\ A

5.1.5. 8\A 5.1.6. A u 8

5.2. Estabelece uma correspondência entre os conjuntos CU A , A n 8 e


A n 8 e os acontecimentos :
I: "O número da bola é par e múltiplo de 4 ...
11 : "O número da bola não é múltiplo de 4 nem é ímpar."
III: "O núm ero da bola é múltiplo de 4 ou ímpar."

6. Uma moeda equilibrada tem as faces numeradas com 1 e 2 .


Considera a experiência aleatória que consiste em fazer três lançamentos da
moeda e registar em cada um deles o número da face que fica voltada para cima.

6.1. Indica o espaço de resultados associado à experiência descrita .

6.2. Sejam A , 8 e C os acontecimentos :


A: "No segundo lançamento ocorre a face com o número 1 ...
8: "Ocorre a face com o mesmo número no s três lançamentos."
C: "No primeiro lançamento e no últ im o ocorre a face com o mesmo
número.

Mostra que :

6.2.1. 8UC éoacontecimentocerto;

6.2.2. A U 8 é o acontecimento elementar;

6.2.3. A \ 8 =A n 8
PROBAB ILIDADES E COMBINATÓRIA

7. Numa turma com 22 alunos, sabe - se que 14 praticam natação, 1O futebol e


4 não praticam nenhuma destas modalidades. Considera a experiência que con -
siste na escolha aleatória de um aluno desta turma e no registo das modalidades
desportivas que pratica.

Sejam N e F os acontecimentos :
N: ''Pratica natação ."
F: "Pratica futebol. "

Determina o número de resultados favoráveis a cada um dos seguintes aconteci -


mentos :

7.1. NnF 7.2. NUF

7.3. N 7.4. N\ F

7.5. F\ N 7.6. Nn F

8. Numa aldeia decorre uma campanha de vacinação, feita por duas equ ip as, que
abrange todas as cr ianças com menos de 12 anos. Uma das equipas aplica a
vaci na A e a outra equ ip a apl ica a vacina B .

Em dada fase do processo, 70% das crianças já tinham s ido vacinadas por, pelo
menos, uma das equipas . Sabe-se ainda que 50% das crianças da alde ia já
tinham sido vacinadas com a vacina tipo A e 30% com a vacina tipo B.

Nesta fase do processo, indica qual a percentagem de crianças da aldeia que


tinham sido vacinadas:

8.1. com os dois tipos de vacinas;

8.2. apenas com a vacina tipo B.


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

9. Uma campanha de vacinação abrange um universo de 500 cr ianças. A cada


cria nça são admi ni stradas três vacinas A, B e C em momentos di st intos .

Em dado momento da ca mpanh a, os dado s relativos às perce nt age ns de cr ian -


ças vac in adas er am os segu intes:

• 35% com a vac in a A ;


• 50% com a vac in a B;
• 40% com a vac1na C ·
'
• 12% com as vacinas A e B;
• 20% co m as vacmas B e C;
• 10% com as vac1nas A e C;
• 5% com as vacinas A , B e C.

9.1. Representa os dados num diagram a de Venn .

9.2. Qual a percentagem de c r ianças ab r angidas pela campan ha qu e f o r am


vac in adas:

9.2.1. ape nas co m a vacina A?


9.2.2. com duas e só dua s vacinas?

9.3. Quant as cri anças ainda não for am vacinadas nesta campa nha ?

10. Numa gaiola estão 15 ratos, un s pretos e outros brancos, desconhecendo-se


quantos são de cada co r.

Admite que se re tira, ao acaso, um rato da gaiola, regista-se a cor e devolve-se


de novo o r ato à gaiola .

Esta expe ri ênc ia foi realizada várias vezes, obtendo-se os segu intes resultados:

N. 0 de
20 50 100 200 1000 2000 5000 8000
experiências

N. 0 de
14 32 79 158 798 1596 4005 6403
ratos brancos

N. 0 de
6 18 21 42 202 404 995 1597
ratos pretos

Com ba se nos dados da tabela, qual a previsão que f azes para o núm ero de ratos
brancos e para o número de ratos pretos? Fundamenta a tua opção.
PROBABILIDADES E COMB INATÓRIA

11. Num saco há bolas vermelhas , pretas e azu is num


total de oito.
Pretende-se est im a r o número de bolas de cada cor
que há no saco, sem as contar diretamente .
Para fazer essa estimat iva, repet iu- se um grande
número de vezes a retirada de uma bola do saco, seguida
da observação da sua cor e reposição da mesma .
Na tabela seg uinte estão algu ns va lores dessas expe-
riências.
I
Bola preta Bola vermelha Bola azul
0
N. de Freq. Freq. Freq.
experiências N. 0 de N. 0 de N. 0 de
relativa relativa relativa
ocorrências ocorrências ocorrências
(3 c. d.) (3 c. d.) (3 c. d.)
5 o 2 3
105 13 42 50
200 24 78 98
500 57 209 234
1000 120 395 485
1500 185 599 716

11.1. Completa a tabela com os va lores em falta.


11.2. A partir dos resultados obtidos em 11.1. , faz uma est imativa do número de
bolas de cada cor que há no saco.

12. Integrado num estudo sobre os malefícios do tabaco, alguns in vestigadores


observaram um grup o de 180 pessoas que tinham acorrido aos serviços de um
determinado hospital. Detetaram que 76 pessoas eram fumadores, 62 apre-
se ntavam doenças pulm onares e 56 eram fumadores e apresentavam doenças
pu lm onares. Cons id era a experiê ncia que cons iste na esco lh a aleatória de um
elemento desse grupo. Sejam os acontecimentos:
O: "Sofre de doença pulmonar."
F: "É fumador."

Determ ina a probabil id ade de ocorrer o acontec im ento:


12.1. o 12.2. Ou F
12.3. on F 12.4. on F
13. Num saco há três bolas vermel has, cinco bolas pretas e quatro bo las brancas,
indist in guíveis ao tato.
Uma bola é ret irada do saco ao acaso. Ca lcula a probabilidade de:
13.1. se r bola vermel ha (res ultado sob a forma de percentagem);
13.2. não ser bola preta (resultado sob a forma de dízima arredondado às milésimas);
13.3. ser bola verme lh a ou preta (resultado sob a forma de fração irredutível).
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

14. Admite que num saco há três bolas, sendo duas azu is e uma vermelha.

14.1. São retiradas, uma a uma, sem reposição, três bolas .

Determina a probabilidade de :
14.1.1. as bolas azuis ocorrerem em extrações consecutivas;
14.1.2. a bo la vermelha ocorrer na primeira extração.

14.2. São retirada s, uma a uma, com reposição, três bolas.

Determina a probabilidade de:


14.2.1. as bolas retiradas serem da mesma cor;
14.2.2. ocorrerem exatamente duas bolas vermelhas.

15. Num saco há três bolas numeradas: uma numerada com o 1 , outra numerada
com o 8 e outra numerada com um número natural par menor que 8 . O Carlos
retira, sucessivamente , sem reposição, duas bolas e escreve o número de dois
algarismos, em que o algarismo das dezenas corresponde ao número da bola
que ocorre na primeira extração.

15.1. Calcula a probabilidade de o núm ero escrito pelo Carlos ser:


15.1.1. múltiplo de 5;
15.1.2. ser par;
15.1.3. ser menor que 87.

15.2. Sabe-se que o Carlos tem 25 anos e a probabilidade de o número por ele
escrito ser maior que a sua idade é 50% . Determina a soma dos números
das três bolas.

16. Numa reunião de condomín io, o administrador fez circ ular uma folha pelos
28 condóminos presentes para que registassem o número de telefone, facili-
tando assim o contacto, no caso de ser necessário. Cada um podia registar o
número do telefone fixo e/ou o número de telemóvel.
No final, após todos os presentes terem efetuado o registo, a folha continha
11 núm eros de telefone fixo e 26 números de telemóvel.
O administrador esco lhe, aleatoriamente, um dos 28 condóminos.

Sejam F e T os segu intes acontecimentos:


F: "O condómino esco lhido registou número de telefone fixo."
T: "O condómino esco lhido reg istou número de telemóvel."

Determina:

16.1. P (F n T) 16.2. P(F n f) 16.3. P(F u f)


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

17. Seja Q o espaço de resultados associado a uma experiência aleatória E .


Sejam A e 8 dois acontecimentos tais que:
P(A) = 0,4; P(B) = 0,7 e P(A n 8) = 0,2.
17.1. Determina:
17 .1. 1. P (A u 8) 17.1.2. P(AnB)
17.2. Mostra que os acontec imento s A e B são compat íveis.

18. Seja Q o conjunto de resultados associado a uma experiência aleatória E.


Sejam A e 8 dois acontecime nto s.
18.1. Prova que:
18.1.1. P(A n 8) = P(A)- P(A n 8) 18.1.2: P(Au 8)- P(A n 8) = P(A)

18.2. Dos elementos de uma turma, sabe-se que:


• 10% são rapazes com óculos; • 65% são raparigas ou usam óculos.

Escolhe-se um elemento da turma ao acaso. Recorrendo à igualdade


demonstrada em 18.1 .2. , determina a probabilidade de o elemento esco-
lhido ser rapariga.

Sugestã o: Considera os acontecimentos:


A : "Ser rapaz." ; 8: "Usar óculos ...

19. Na tabela aba ixo está parte da informa ção sobre alunos de um a esco la qu e se
inscreveram para participar em atividades de ocupação de tempos livres.

Ano de i
Alunas Alunos
escolaridade
10. 0 ano 16 50
0
11. ano 17 40
0
12. ano 3
46 100

19.1. Completa a tabela com os valores em falta .

19.2. Dos estudantes inscritos, escolhe-se um ao acaso.


Determina a probabilidade de se esco lher:
19.2.1. um rapaz;
19.2.2. um rapaz do 10 .0 ano;
19.2.3. uma rapariga que não seja do 10. 0 ano .

19.3. Determina a probabilidade de o estudante escolhido ser do 10. 0 ano,


sabendo que é uma rapariga .
19.4. Determina a probabilidade de o estudante esco lhid o ser rapaz, sabendo
que frequenta o 11. 0 ano.
12 TE MA 1 PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

20. Considera um baralho de cartas com 52 cartas, sendo 13 de cada naipe.


Retiram-se, ao acaso, sucessivamente, sem reposição, duas cartas .

Sejam A , 8 e C os acontecimentos:

A: "Sair figura de copas na primeira extração."

8: "Sair ás na segunda extração."

C: "Sair figura na segunda extração."

Sem utilizares a fórmula da probabilidade condicionada, indica o valor de:

20.1. P(C I A)

20.2. P (8 I A)

21. Considera a experiência que consiste em dois lançàmentos sucessivos de um


dado cúbico, equilibrado, e no registo das respetivas pontuações.

Sejam A , 8 e C os acontecimentos:

A: "Sair 4 no primeiro lançamento."

8: "Sair par no seg undo lançamento."

C : "Sa ir par nos dois lançamentos."

21.1. Mostra que A e 8 são acontecimentos independentes .

21.2. Indica o valor de:


21.2.1. P(C)
21.2.2. P (8 I C)
21.2.3. P(C I 8)

22. Um saco contém cinco bolas, numeradas de 1 a 5.


As bolas que têm número ímpar são vermelhas e as bolas com número par são
aZUIS.
Retiram-se duas bolas, uma de cada vez.

Sejam A, 8 e C os acontecimentos:

A: "Sa ir bo la verme l ha na pr imeira extração."

8: "Sa ir bo la com número ímpar na segunda extração."


C: "Sair bola azul na segunda extração."

22.1. Considera as extrações sem reposição e determina:


22.1.1. P(A) 22.1.2. P (8 I A) 22.1.3. P(C IA) 22.1.4. P(8 I A)
22.2. Considera as extrações com reposição e determina:
22.2.1. p (8) 22.2.2. P (8 I A)
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

23. Num saco há cinco dados com as faces numeradas de 1 a 6 . Dois dos dados
são brancos e os restantes são vermelhos.
Retira-se um dos dados, ao acaso, e faz -se o lançamento desse dado.

Sejam A , B e V os acontec im entos:


A: "Sair número maior que 4 ...
B : "Sair dado branco ."
V: "Sair dado vermelho ."

Determina :

23.1. P (A n B) 23.2. P (A I v) 23.3. P (An v)

24. A produção diária de uma fábrica é de 600 peças . A máquina A produz 250 peças,
das quais 2% são defeituosas, e a máquina B produz as restantes peças, com
5% de peças defeituosas.
Para o controlo de qualidade foi retirada, ao acaso, uma peça da produção de um
dos dias.

Determina a probabilidade de:


\

24.1. a peça retirada ter sido prod,uzi~a p:la máquina A;


24.2. a peça ser boa, sabendo que foi produzida pela máquina B;

24.3. ser uma peça boa e produzida pela máquina B;

24.4. ser uma peça produzida pela máquina A, sabendo que é defeituosa.

25. Seja Q o espaço de resultados de uma experiênc ia aleatória E.

Sejam A e B dois acontecimentos tais que:

• P (A)= 0,7 • P(B) = 0,4 • P (A U B) = 0,8

Determina:

25.1. P(A n B) 25.2. P (B I A) 25.3. P(A I B)

26. Seja Q o espaço de resultados de uma experiênc ia aleatória E.


Sejam A e B dois acontecimentos .

26.1. Mostra que, se A e B são acontecimentos independentes, então:


P(A u B) = P(A) + P(B) P(A)

26.2. Se P (A) =~ e P (B) =i, qual é o valor de P (A U B) para que os aconte-

cimento s A e 8 sej am independ entes?


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

27. Seja Q o espaço de resultados de uma experiência aleatória E.


Sejam A e 8 dois acontecimentos independentes .

27.1. Mostra que P(A U 8) = 1 - P(A) x P(8) .

27.2. Numa equ ipa de futebol há dois jogadores X e Y responsáveis pela marca-
ção de penáltis . A eficácia do jogador X é de 95% e do jogador Y é de 90% .

Num jogo, se cada um destes jogadores apontar um penálti, qual é a pro -


babilidade de pelo menos um deles não o concret izar em go lo ?

Responde a esta qu es tão utili za ndo a igu a ld ade demon strada em 27.1. ,
explicitando os acontecimentos A e 8 nesta situação.

28. Na figura está representada uma


roleta dividida em seis setores cir-
culares numerados de 1 a 6 .

Sa be-se que:

• P(1) = 0,25

• P(2) = P(3) = P(6)


• P(5) = 2P(4) = ..!_
3

28.1. Pondo a ro leta em movimento, qual a probabilidade de ocorrer cada um


dos seis setores em que está dividida?

28.2. A roleta foi posta em movimento . Determina a probabilidade de :


28.2.1. ocorrer número ímpar, sabendo que ocorreu setor colorido:
28.2.2. ocorrer número maior que 3, sabendo que ocorreu setor branco.

28.3. A roleta foi posta em movimento três vezes. Determina a probabilidade de


ocorrer o setor co m o número 5, pela primeira vez, precisamente na ter-
ceira "jogada".
PROBABILIDADES E COMB INATÓRIA

29. A Luísa e o Tiago estão a jogar um jogo que consiste no lançamento de um dado
cúb ico, com as faces numeradas de 1 a 6 e no registo do número da face que
fica voltada para cim a. O jogador ganha se, no lançamento , obtiver mais de quatro
pontos . Para isso, a Luísa e o Tiago têm à disposição dois dados, A e B , não
equilibrados, dos quais esco lh em um, aleatoriamente, para efetuar o lançamento.
Em relação ao dado A , sabe - se que a probabilidade de sair face com o número 5
é a terça parte da probabilidade de sair qualquer uma das outras faces. No dado B,
cada uma das faces ímpares tem metade da probabilidade de ocorrer que qualquer
uma das faces pares.

29.1. Admite que se vai lançar o dado A. Determina a probabilidade de ocorrer


cada uma das suas faces.

29.2. Qual é a probabilidade de a Luísa ganhar sabendo que escolheu o dado B?

29.3. Id ent ifi ca o dado que proporciona uma maior probabilidade de vencer.

29.4. Qual é a probabilidade de o Tiago jog ar e ganhar?

29.5. A Luísa jogou e ganhou . Qual é a probabilidade de ter esco lhido o dado A?

30. Um estudo feito numa maternidade acerca da previsão do sexo dos bebés a partir
de 200 ecografias permitiu construir a seg uinte tabela:

Sexo verdadeiro

ô
Sexo na 102 23
ecografia
ô 5 70

30.1. Determina a probabilidade de :

30.1.1. ser um rapaz se a ecografia faz prever uma menina;

30.1.2. ser uma menina se a ecografia faz prever um rapaz .

30.2. Na tua opinião, em que situ ação há maior fiabilidade: quando a partir da
ecografia se prevê um rapaz ou quando se prevê uma menina?
Numa pequena composição fundamenta a tua op ini ão .

Nota:
Deves organ izar a tua composição de acordo com os seguintes tópicos:

• referência à probabilidade condicionada;

• probabilidade de a previsão ser de uma cr 1ança do sexo feminino e


corresponder à realidade;

• probabilidade de a previsão ser de uma cr iança do sexo masculino e


corresponder à realidade .
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

31. Oito bolas foram distribuídas por duas caixas, a caixa e a caixa 2, da seguinte
forma:

Caixa 1 : duas bolas azuis e duas bolas brancas;


Caixa 2: uma bola azul e três bo las brancas.

31.1. O Tó escolhe uma caixa ao acaso e retira uma bola.


31.1.1. Qual é a probab ilidade de sair bola azul? Apresenta o resu ltado
sob a forma de dízima .
31 .1.2. Qual a probabilidade de o Tó ter escolhido a caixa 1 , sabendo que a
bola retirada é branca? Apresenta o resultado sob a forma de per-
centagem .

31.2. O Tó escolhe, ao acaso, uma caixa e retira uma bola . Sem repor a bola, tira
outra bola da mesma caixa .
31.2.1. Qual é a proba bilid ade de as bo las ret iradas serem da mesma cor
e pertencerem à caixa 2?
31.2.2. Qual é a probabilidade de as bolas terem cores diferentes, sabendo
que foram retiradas da caixa 1 ?

32. Na figura estão representadas duas caixas A e B e um dado equilibrado com as


faces pontuadas de 1 a 6 .
A caixa A contém três bolas azu is e uma bola vermelha .
A caixa B contém uma bola azu l e duas bolas vermelhas.

Caixa A Caixa 8

Considera a experiência aleatória:


O dado é lançado. Se sa ir um número menor que 3 , ret ira-se, ao acaso, uma
bola da caixa A que é colocada na caixa B .
Se o número de pontos não for menor que 3 , retira-se da cai xa B uma bola
que é colocada na caixa A.

Determina a probabilidade de, no final da experiência, se ter:


32.1. a caixa A apenas com bolas azuis;
32.2. a ca1xa B com igual número de bolas vermelhas e azu is .
PROBABILIDADES E COMBINATÓR IA

33. A Joana tem duas caixas de fósforos A e


8 , com igual aspeto. A caixa A tem, no
total, vinte fósforos, c in co dos quais já
foram utilizados. A caixa 8 tem trinta fós -
foros, dos quais 20% já foram utilizados.

A Joana, ao acaso, escolhe uma ca1xa e


retira um fósforo .

33.1. Determina a probabilidade de a Joana retirar um fósforo já utilizado .


Apresenta o resultado em percentagem.

33.2. O fósforo retirado pela Joana estava em boas condições. Determina a pro -
babilidade de o fósforo ter s ido retirado da caixa A. Apresenta o resultado
na forma de fração irredutível.

34. Sejam A e 8 dois acontec im entos assoc iados a uma mesma experiência aleatória.

Sabe-se que :

• P(A) = 0,6 • p (8) = 0,3 • P(A U 8) = 0,4

34.1. Determina P(A n 8) . Apresenta o resultado na forma de fração irredutível.

34.2. Mostra que os aco nte cimento s A e B são compat ívei s.

35. Os dois melhores amigos da Patrícia são o Luís e o Diogo.


A Patrícia convida, com regularidade, estes dois am igo s para fazerem equ 1p a
com ela em campeonatos de j ogos tradicionais.

A experiência levou a Patrícia a concluir que o Luís aceita 90 % dos convites,


enquanto que o Diogo aceita apenas 75% dos convites.

A Patrícia vai fazer um novo convite a estes dois amigos para o próximo campeo-
nato, que se realiza na aldeia natal da Patríc ia.

Determina a probabilidade de, pelo menos, um dos amigos aceitar o convite.

36. Um inquérito feito, numa dada região, a pessoas em idade ativa, conduziu às
conclusões representadas na figura.
Das pessoas que responderam ao in- Empregados [88% )
quérito, escolhe - se uma ao acaso . Habilitações académicas
D Ensino Superior
36.1. Determina a probabilidade de a D Ensino Secundário
pessoa escolhida ter como habi-
litações o Ensino Superior.
D Ensino Básico

36.2. Qual é a probabilidade de a pessoa 50%


escolh id a estar desempregada,
sabendo que tem como habilita -
Desempregado s [12 % )
ções o Ensino Secundário?
15%

NEMA12CP-02

18 TEMA 1 PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

2. Análise combinatória

1. Numa grande zona comercial, o sistema de segurança identifica as lojas por um


código const ituído por dois algarismos seguidos de duas letras . Por exemplo:
09kk
Qual é o maior número possível de lojas que este sistema pode identificar?

Nota: Admite que o alfabeto tem 26 letras.

2. Uma máquina produz sistemas de segurança. A cada sistema de segurança pro -


duzido é-lhe atribuído um código constituído por uma sequência de cinco dígitos.

Por exemplo, a um dos sistemas foi-lhe atribuído o código:


00575
O computador que gere a atribuição de códigos está programado para que não
haja repetição de códigos.

2.1. Qua l é o número máximo de códigos que é possível atribuir nas condições
indicadas?

2.2. Quantos são os códigos em que:

2.2.1. o primeiro algarismo (da esquerda) é ímpar?

2.2.2. todos os algarismos são ímpares?

2.3. Admite que é gerado um código de forma aleatória. Qual é a probabilidade


de esse código ter os algarismos das extremidades igua is e diferentes dos
restan t es?

2.4. Se um código é gerado de forma aleatória qual dos seguintes aconteci -


mentos é mais provável?

A: "O código tem um e um só algarismo 5 ...


B: "O algarismo 7 não faz parte do código."

Na resposta deves indicar a probabilidade de cada um dos acontecimentos.


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

3. A Direção de um grupo desportivo, na comemoração do 25. 0 ano do grupo, pro -


moveu um sorte io de valiosos prémio s.

Foram impressos bilhetes identificados por quatro dígitos . Por exemplo, 0292.

Apenas foram vendidos os bilhetes numerados desde 1258 até ao número 7500,
inclusive.

Para atribuir o 1.0 prémio há uma tômbola com 1O bolas numeradas de O a 9,


sendo feita a extração sucessiva de quatro bolas com reposição.

A sequência dos algarismos das bolas extraídas identifica o bilhete premiado.

Qual é a probabilidade de o prémio corresponder a um bilhete não vendido?

4. Uma operadora de telefones fixos, para atribuir os números aos telefones de


uma ilha, dividiu-a em duas zonas : a Zona Norte e a Zona Sul. Todos os números
de telefone da ilha começam por 19 e t êm seis dígitos. Os núm eros da Zona
Norte são pares e os da Zona Sul são ímpares.

4.1. Qual o núm ero máximo de telefones que a operadora pode atribuir a cada
uma das duas zonas da ilh a?

4.2. A Carla habita na Zona Norte e o número do seu telefone é constituído por
seis algarismos todos diferentes, se ndo três deles pares e três ímpares.
Quantos são os telefones cujo número satisfaz as mesmas condições que
o da Carla?

5. Uma empresa tem delegações espalhadas por várias partes do mundo. Cada dele-
gação é identificada por um código constituído por cinco algarismos de 1 a 9 .
Por exemplo, em Portugal há uma delegação cujo cód igo é 2 2 7 3 7.

Os dois primeiros algarismos (da esquerda) identificam o país a que pertence a


delegação e os três últimos algarismos identificam a delegação.

5.1. Escolhido, ao acaso, um código possível de ser utilizado em Portugal, qual


é a probabilidade de esse código ter exatamente do is algarismos iguais?

5.2. O código das delegações em França começa por 3 5.


Qual é a probabilidade de escolher, ao acaso, um código possível de ser
utilizado em França e ter exatamente três algarismos iguais?
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

6. Uma empresa pretende selecionar para os seus quadros três novos func ionários
para o desempenho de tarefas distintas.

Apresentaram-se 25 cand id atos dos quais três são se lec ion ados.

Quantas são as possibilidades de esco lh a que a empresa tem se:

6.1. todos os cand id atos têm igua is possibi lid ades?

6.2. sete dos candidatos não reúnem as cond ições mínimas e foram elim in ados?

7. Numa prova de at let ismo participam 26 at letas .

7.1. Admit in do que não há des istência s nem atletas co m r es ultado s igu ais, de
quantas maneiras é possível obter o pódio (o s três primeiros lu gares)?

7.2. Perto do final da prova um dos atletas isolou-se, garantindo assim a


obtenção do primeiro lu gar e dois atl etas desistiram . Nesta situ ação, de
quantas maneiras pod e ser const ituído o pódio?

8. Do co njunt o de todos os números de três alg arismos co nst ituídos pelos algaris-
mos 1 a 9, algun s deles sat isfa zem as seguintes co ndi ções:
A: têm os alg arismos todos diferentes e são pares;
8: têm exatamente dois algarismos igu ais;
C: a soma dos três algarismos é ímpar.

Quantos são os números que satis fazem:


8.1. a condição A 7 8.2. a cond ição 8? 8.3. as condições A e C 7

9. A So fia co nstru iu um hexágono reg ular in scr it o


numa circ unferênc ia de ce nt ro O .
Escolhe-se, ao acaso, dois vért ices do hexágono.
Qual é a probabilidade de a reta definida pelos vérti-
ces escolhidos passar pelo cen tro da circunferência?
Apresenta o resu lta do em percentagem.
PROBAB ILIDADES E COMBINATÓRIA

10. Um jogo eletrónico é constituído por nove discos numerados de 1 a 9 , como é


ilu strado na figura.
Em cada jogada são ilumin ados aleator ia me nt e ~,.---------. . .
quatro di scos.

10.1. Determina a probabilidade de se obter, numa


jogada:
10.1.1. apenas números pares iluminados:

10.1.2. apenas números ímpares iluminados:


I.
10.1.3. todos os núm eros de um a diagonal
ilumin ados.

10.2. Determina a probabilidade de obter, num a jqga da, o número 4 iluminado,


sabendo que os quatro números iluminados são menores que 7.

11. Na figura estão representados cin co cartões, cada um


com uma letra .
Os cartões vão se r co loc ado s , lado a lado, ao acaso , man-
tendo a ori e nta ção das letra s (sem rodar) .

11.1. Qual é o núm ero máx imo de palavras diferentes, co m ou sem significado,
qu e é possível obter?

11.2. Determina a probabilidade de se obter a palavra LOGIN.

Apresenta o resultado arredondado às milésimas.

12. Na figura estão representados cinco cartões, cada um


com uma letra .
Os cartões vão ser colocados , lado a lado, ao acaso, man-
tendo a orientação das letras (sem rodar) .

12.1. Qual é o núm ero máximo de palavras difere nte s , com ou se m s ignificado,
qu e é possíve l obter?

12.2. Determina a probabilidade de se obter a palavra NATAL.

Aprese nta o res ultado arredondado às milés imas.


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

13. Num saco foram co locados se is cartões. Cada car-


tão tem uma letra. Há três letras vermelhas, duas
verdes e uma az ul.

As letras são retiradas do saco , ao acaso, se nd o dis-


postas, lado a lado, co nforme se exemplifica a seguir.

Dete rmina a probabilidade de ocorrer os seg uint es acon tecim entos :

13.1. nos extremos f ica m letra s verdes;

13.2. as letras verdes ficam em posições consecutivas;

13.3. as letras da mesma cor ficam em posições consec utiva s;

13.4. a letra azul não fica nos extremos.

14. Cinco discos, dois vermelhos, dois azuis e um verde, sã o distribuídos, ao acaso,
por seis das nove quadrículas de um tabuleiro, como é sugerido na figura .

14.1. De quantas formas diferentes, ate nd endo a que os discos da mesma cor
são indistinguíveis, pod e ser feita a distribuição?

A respo sta a esta qu estão pode ser dada através das seguintes expressões:
9
I: C2 x 7C2 x 5

11 9c5 x 5!
: 2! X 2!

Explica o raciocín io assoc iado a cada um a das expressões apresentadas.

14.2. Determina a probabilidade de o disco verde ocupar a quadrícula central.


Apre se nta o resultado na forma de fra ção irredutível.
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

15. Uma empresa de segurança privada tem 1O fun cionári os destinados à vigilância
not urn a de uma zo na comerc ial, esca lando diariamente seis desses funcionários.

15.1. De quantas maneiras diferentes a empresa pode organ izar a esca l a de


serviço para uma das noites?

15.2. O Rui e o Pedro são dois dos funcionários esca lados para o serviço de uma
noite. Por motivos imprevistos , pouco antes de ini ciarem o serviço, comu-
ni caram a sua ausê ncia. Quantas são as poss ibili dades de a empresa fazer
as subst itui ções?

15.3. Numa noite, o responsável pela distribui ção do serviço reuniu-se com os
se is elementos esca l ados e distribui-lhes tarefas . Três fazem vigi l ânc ia à
descarga de mercadoria, um vigia o parque de estac ionamento, um vigia a
zona cultura l e outro visiona o monitor ligado às câmaras de filmar.
De quantas maneiras o responsável pela distribuição do serviço pode atri-
buir as tarefas aos se is funcionários? ·

16. Numa agência de uma compan hi a de seg uro s os diversos processos, em sup orte
de papel, estão orga ni zados em 12 dossiês:

• se is do ramo automóvel : A, , A 2 , A3 , A4 ,

A5 e A6 ;

• quatro do ramo habitação : H1 , H2 , H3


e H4 ;

• dois do ramo vida: V1 e V2 .

Os dossiês estão dispostos num a rm ár io


com duas prateleiras, fi ca nd o se is em cada
prateleira.

16.1. Determina de quantas maneiras é possível co l ocar os 12 dossiês no


armário de modo que:

16.1.1. os do ramo automóvel fiquem na mesma prateleira;


16.1.2. os do ramo vida fiquem na mesma prateleira l ado a lado;
16.1.3. os do ramo habitação não fiquem todos na mesma prateleira.

16.2. Há n ecess id ade de r eg ist ar um a nota em todos os processos. Para o


efe ito, são retirados do arm ário quatro dossiês, ao acaso, para que um
funcionário proceda ao r eg isto.
Determina de quantas maneiras diferentes pode ocorrer a escolha dos
quatro doss iês se:

16.2.1. não hou ver qualquer indi cação;


16.2.2. exatame nte dois forem do ramo automóvel;
16.2.3. nenhum for do ramo habitação;
16.2.4. pelo menos um for do ramo vida.
TEMA 1 PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

17. Na figura está uma representação esquemática de E


parte da planta de uma cidade, em que as linhas
representam ruas.
Os pontos E, L e P representam, respet ivamente, a
escola, a casa da Luísa e a casa do Pedro .
L
17.1. De quantas maneiras diferentes pode ir a Luísa
de casa (L) para a escola (E)?

17.2. De quanta s maneiras diferentes pode ir o Pedro p


de casa (P) para a escola (E) , passando pela
casa da Luísa?

17.3. No regresso da escola para casa, quantos são os cam inhos diferentes que
o Pedro pode seguir se não quiser passar pela casa da Luísa?

Nota: Os movimentos são feitos sempre em progressão, isto é, 'não andam em sentido contrário
ao pretendido .

18. A Joana escolhe ao acaso um código constituído por cinco dígitos . Por exemplo:

02037

Admite que os dígitos são atribuídos ao acaso, com igual probabilidade de ocorrer.

Determina a probabilidade de ocorrer um código constituído por:

18.1. cinco dígitos diferentes;

18.2. exatamente dois 4;

18.3. exatamente três 5 e os outros dígitos diferentes .

19. Um grupo de sete amigos, três rapazes e qua-


tro raparigas, vão ao cinema, ficando em luga-
res consecutivos na mesma fila .

19.1. De quantas maneiras diferentes se podem


distribuir os sete amigos?

19.2. Admit indo que os sete am igos se sentam


de forma aleatória, calcula a probabili-
dade de:
19.2.1. os rapazes ficarem juntos;
19.2.2. as raparigas não ficarem juntas;
19.2.3. os extremos serem ocupados por rapazes;
19.2.4. os rapazes e as raparigas ficarem sentados alternadamente .
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

20. O código de um cartão multibanco é constituído por


uma sequência de quatro algarismos (por exemplo,
0232) .

Escolhida, de forma aleatória, uma sequência de


quatro dígitos, qual é a probabilidade de:

20.1. a sequência representar um número múltiplo


de 5, constituído por algarismos diferentes?

20.2. ser uma capicua (sequência de algarismos cuja


leitura da direita para a esquerda ou da
esquerda para a direita é igual)?

20.3. ter exatamente dois pares de algarismos iguais?

20.4. ser uma capicua, sabendo que tem dois pares de algarismos iguais?

21. Uma associação cultural vai eleger a Direção que é constituída por um presi-
dente, um vice-presidente, um secretário e dois vogais (os vogais não têm tare-
fas diferenciadas). De um grupo de 12 associados pretende-se formar uma lista
concorrente.
\
\

21.1. Quantas listas se podem formar se:


21.1.1. dois dos elementos forem incompatíveis e não puderem integrar
uma mesma lista?

21.1.2. o presidente e o secretário já estiverem definidos?

21.2. Do grupo de 12 elementos, há três que são irmãos. Ao ser definida uma
lista, aleatoriamente e sem restrições, qual é a probabilidade de, pelo
menos, um dos três irmãos fazer parte da lista?

22. Na figura encontra - se representado um cubo. H~------------~G


Escolhendo, ao acaso, dois vértices do cubo, qual
é a probabilidade de definirem uma reta que:
E ~--~--------~F

22.1. não contenha qualquer aresta?

22.2. contenha uma diagonal espacial?


__ 9-·------------- ------- c
A B
26 TEM A 1 PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

23. Foram introdu zidos num saco seis dados : dois verdes, dois vermelhos, um azul e
um amarelo.

23.1. Ret iram-se, simu ltaneamente e ao acaso, dois


dados.

Determina a probabilidade de cada um dos acon-


tec imentos.
23.1.1. "Retirar dois dados de cores distintas."
23.1.2. "Pelo menos um dado ser verde."
23.1.3. " Nenhum dos dados retirados ser azul."

23.2. Cons idera a experiência aleatória que consiste em retirar três dados, um a
um, sem reposição .

Determina a probabilidade de :
23.2.1. retirar , pelo menos, um dado vermelho;
23.2.2. o terceiro dado a ser retirado ser vermelho, sabendo que os pri-
meiros eram verdes.

24. Sabe-se que a soma dos dois primeiros números de uma determinada linha do
Triângulo de Pascal é 16 .

24.1. Determina o terceiro elemento dessa linha .

24.2. Dos números que constituem a linha seguinte, escolhem-se dois ao acaso.
Determina a probabilidade de serem iguais .

25. Considera a l inha do Tr iângulo de Pasca l em que o penú lt imo elemento é 16.
Escolhe-se, ao acaso, um elemento dessa linha. Determina a probabilidade de o
elemento escolhido ser menor que 500.

26. A seguir está parte do Triângulo de Pascal em que a, b e c representam ele-


mentos desse triângulo.

Determina os valores de a, b e c.
a 1365 b
• • • • •

c 4368
• • • •

6188
• • •
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

27. Determina, caso exista, o termo em x 4 , no desenvolvim ento de:

5
1
27.1. ( X+ X 2)

27.2. (2Vx- x)6

28. Considera a linha do Triângulo de Pascal, em que a soma dos dois prim eiros ele-
mentos com os últimos dois é igual a 28 .

Cada um dos elem ento s dessa linha do Tri ângu lo de Pascal foi escrito num ca rt ão.

Todos os cartões, co m igual aspeto, foram introd uzidos numa ca ixa , da qu al vão
se r retirado s, ao acaso, dois, um após o outro, se m reposição .

28.1. Determina a probabilidade de a diferença dos números dos cartões retira-


dos ser zero.

28.2. Sejam A e 8 os acontec iment os :


A: "O primeiro cartão re tirado tem o número maior do que 1 ...
8: " O ca rt ão r etirado em segundo lugar tem um número maior qu e o do
primeiro cartão."

Determina P (8 I A) .

29. Cada um dos números 16 , 32, 128 e 1024 foi atribuído a uma bola.

As bolas, indistinguíveis ao tato, foram introduzidas num saco.

Considera a experiênc ia aleatória que co nsiste , em retirar, ao acaso , uma bola


do saco e esc r eve r a linh a do Triângulo de Pa sca l, cuja soma do s se us elem en-
tos é igual ao núm er o da bola retirada.

Determina a probabilidade:

29.1. de a linha escrita ser constituída por 11 números;

29.2. de o terceiro elemento da linha do Triângulo de Pascal que é escrita ser


menor que 20 .

30. Numa linh a do Tri ângulo de Pascal, o 3. 0 elem ento é 300 e a so ma do s tr ês últi -
mos elementos é 326 .

Determin a:

30.1. o número de elementos da linh a;

30.2. os três últimos números da linha seguinte;


30.3. a soma dos eleme ntos da linha anterior.
28 TEMA 1 PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

31. Determina a soma do sexto elemento com o décimo elemento de uma linha do
Tr iângulo de Pascal, sabendo que nessa linh a há 17 elementos .

32. Sabe-se que a soma dos eleme ntos de uma linha do Triângu lo de Pascal é 262 144.

32.1 . Determina a soma dos três primeiros elementos dessa linha.

32.2. Quantos elementos dessa linha são menores que 4000?

33. Considera duas linhas consecut iva s do Triângulo de Pascal, das quais se repro-
duzem alguns elementos.

.
a 116 280 203 490 c

170 544 b 497 420

Indi ca os valores correspondentes a a , b e c .

34. Sabe-se que nc 2 + nc n_ 2 = 8n . Ca lcula:

34.1. nc o + nc 1 + nc 2 + ... + nc n-1 + nc n


I
34.2. nc 5 + nc b + nc 7 + nc a + nc 9

35. Sabe-se que nc o + nc 1 + nc 2 + ... + nc n_ 1 + nc n = k e n é ímpar.


I

Determina em função de k:

+ nc n+ 1
-2-

36. Recorre ao Binómio de Newton para desenvolver e representar, na forma de


polinómio reduzido, as expressões:

36.1 . (1 - 2x) 3

36.2. (x + x2) 5

37. Considera as funções polinomiais f e g tais que :


x4
f (x) = e g (x - 1) = 2x3 .
2
Representa na forma de polinómio reduzido as expressões:

37.1. f (x + 2)

37.2. g (x)
PROBABILIDADES E COMB INATÓRIA

38. No desenvolvim ento de (x- ~J determina o termo:

38.1. ind epend ente de x ;

38.2. de grau 4 .

39. Considera a expressão ( Vx + f J,nE lN .

No desenvolvim ento através do Binómio de Newton, determina:

39.1. o termo ind epende nte se n = 6;

39.2. o t ermo em x se n = 8 ;

39.3. o coef iciente do t ermo em x3 se n = 12;

39.4. o valor de n, sabendo que 7x 2 é um dos termos do desenvolvimento.

40. Considera a linha do Triângulo de Pascal em que a soma dos dois primeiros ele-
mentos com os dois últimos é 38 .
Escolhem-se, ao acaso, dois elementos dessa linh a.

Determina a probabil id ade de:

40.1. a soma dos eleme ntos escolhidos não ser 2 ;

40.2. os elementos escol hido s serem igu ais.

41. Um grupo de oito amigos dirigiu-se a um


restaurante para j antar.
Não houve po ss ibilid ade de ficarem todos na
mesma m esa, at end endo a que ap enas ex is-
tiam dua s mesas li vres de quatro lugares
que não era possível juntar.

41.1. A Carla e o Francisco fazem parte do


grupo.
Chegados ao restaurante, os oito amigos ocuparam os lugares das duas
mesas ao acaso.

Dete rmin a a probabilidade de a Carla e do Francisco ficarem :

41.1.1. em m esas diferente s ;


41.1.2. na mesma mesa fr ent e a frente .

41.2. O grupo era const ituído por quatro rapa zes e por quatro raparigas . Admite
que os lugares nas mesas estavam numerados de 1 a 8 e que foram sor-
teados pelos elementos do grupo.
Qual é a probabilidade de os rapazes ficarem nos lugares com número
ímpar e as rapar iga s nos lugares com número par? Apresenta o resu ltado
sob a fo rma de díz im a arredondado às milésimas .
PROBABILIDADES E COMB INATÓRIA

42. Na figu ra está re prese ntado um pri s ma octogo na l.

Cons id era a experiênc ia a leatória que co nsiste em


esco lh er, ao acaso, um vé rtice de ca da face.

Dete rmin a a probab ilid ade de os vé rtices escol hi-


dos se rem os ext remos de:
42.1. uma aresta la teral;

42.2. um a di ago nal de uma face lateral ;

42.3. uma diagona l es pacial do pris ma .

43. Em rela ção a um pris ma, e m qu e o núm ero de arestas é dado por 3n , co m n ? 3 ,
esco lh e-se, ao acaso, um vért ice de ca da uma das bases .

43.1. Most ra qu e a probabilid ade , em fun ção de n, de os vérti ces esc olhid os
2
serem extremos de uma d1·ago na l es pac 1·a l d o pnsma,
· e' da d a por n - 3n
n2
43.2. Sa be-se qu e a prob a bilid ade de os vé rti ces esco lhid os se re m extremo s de
uma di agona l de um a face lateral é 20%. Determ ina o núm ero de arestas
de ca da base do pri s ma .

44. O cód igo de acesso a um co mpu tad or é consti tuído por um a se qu ência de qu at ro
a lg a ri s mos s eguid o de dua s vo gai s . Por exe mplo:
0535 aa

44.1 . O Lu cas va i definir um có digo ao acaso. Qu a l é a probabilidad e de o có digo


res ulta nte ter as let ras diferent es e exa tame nt e dois alga ri s mos iguais?

44.2. A irm ã do Joã o sa be qu e o cód igo de acesso ao co mputador do irm ão é


cons tituíd o por qu atro a lg a ri s mos diferentes e du as voga is igua is. Qua l a
proba bilid a de de ace rtar no có di go à pr im eira te ntat iva? Apresenta o
res ultado co m sete casas dec im a is .

44.3. Co nsi dera o prob lema :

"Alguns dos códigos sat isfa ze m as seguintes três condições :


• a parte numérica represen ta um núme ro maior que 4000 ;
• tem os algarismos todos diferentes e ímpares ;
• as letras são diferentes .
Quantos s ão esses códigos?

Dua s res postas co rretas a este pro blema são :

Num a compos ição matemática, ex plica porqu ê.


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

3. Distribuição de frequências relativas e distribuição de probabilidades

1. Uma variável aleatória X tem a seguinte distribuição de probabilidades.

X = X; o 2 3 4
P(X =X;) 0,20 O, 18 0,30 0,22 O, 1O

1.1. lndicaovalorde :

1.1.1. P(X= 3)

1.1.2. P (X< 3)

1.2. Calcula o valor médio e o desvio - padrão de ~.

2. São retiradas simultaneamente quatro cartas de um baralho de quarenta cartas .


Por cada ás que ocorra há um prémio de 2 €.

Considera a variável aleatória X, que representa o ganho, em euros, numa


jogada.

2.1. Constrói uma tabela representativa da distribuição de probabilidades da


variável aleatória X.

2.2. Determina P (X< 3) . Apresenta o resultado em percentagem arredon-


dado às décimas.

3. Um saco contém bolas brancas e bolas pretas indistinguíveis ao tato. São retira-
das sucessivamente, com reposição, duas bolas.

Sejam X e Y as variáveis aleatórias:


X: "Número de bolas brancas que ocorrem nas duas extrações ."
Y: "Número de bolas pretas que ocorrem nas duas extrações ."

Sabe -se que numa extração a probabilidade de sair bola branca é 0,625.

3.1. Calcula:

3.1.1. P (X = 1)
3.1.2. P (Y = 2)

3.2. Constrói as tabelas de distribuição de probabilidades das variáveis aleató-


rias X e Y.

3.3. Determina o número de bolas brancas, sabendo que no total o saco con-
tém oito bolas.
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

4. Um saco contém seis bolas indistinguíveis ao tato.


Três bolas são vermelhas e as restantes são pretas .
Considera a experiência aleatória que consiste em
retirar do saco, simultaneamente, quatro bolas.
Seja X a variável aleatória : "Número de bolas verme-
lhas extraídas··.

4.1. Constrói a tabela de distribuição de probabilidades da variável X.


Apresenta as probabilidades na forma de fração irredutível.

4.2. Qual é a probabilidade de saírem pelo menos duas bolas vermelhas?

5. Numa caixa foram colocados 1O cartões.


Cada cartão tem impresso um valor em
euros, conforme é indicado na figura.
Uma jogada consiste em retirar, ao
acaso, um cartão e obter como prémio o
valor indicado no cartão .
Para efetuar uma jogada, o jogador tem
de pagar _5 € .
Seja X a variável aleatória : "Lucro/prejuízo obtido numa jogada".

5.1. Constrói a tabe la de distr ibuição de probabilidades da variável X .

5.2. Calcula o valor médio e o desvio - padrão da variável aleatória X .

6. Seis caixas com compotas, numeradas de 1 a 6 ,


são empilhadas, ao acaso, como a figura sugere.

6.1. Determina a probabilidade de o produto dos


três números das caixas do patamar inferior
ser ímpar.

6.2. Seja X a variável aleatória : "Soma dos núme-


ros das duas caixas que ficam no segundo
patamar".

6.2.1. Indica os valores que a variável aleatória X pode tomar .


6.2.2. Constrói a tabela de distribuição de probabilidades da variável
aleatória X.
6.2.3. Sejam f.1 e (J, respetivamente o valor médio e o desvio - padrão da
variável X.
Determina P (/.1 <X< f.1 + (J) .
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

7. Numa fábr ica, 85% das peças submet id as ao processo de co ntrolo de qual idade
não apresentam defe itos.
Um lote de 1O peças é submet ido ao processo de contro lo . Determina a proba-
bil idade de:
7.1. todas as peças se rem co ns id e radas boas;

7.2. exata mente duas peças aprese ntarem defe itos;


7.3. no máximo, duas peças apresentarem defeitos .

8. O "trapa lhão" é um jogo que dois am igos, o Ru i e o Pedro, jog am há muito


tempo. Neste jogo há sempre um vencedor e o acumular dos resultados obtidos
nas diversas partidas entre os do is amigos , perm itiu constr ui r a seg uinte tabela:

N. 0 de jogos 50 200 ' 300 450 700


------
N. o de vitórias do Rui 26 125 178 273 421

N. 0 de vitórias do Pedro 24 75 122 177 279

8.1. A part ir dos dados da tabela, faz uma est imati va do valor da probabilid ade
de vitória para cada um dos dois jogadores, quando jogam uma partida do
"trapalhão".

8.2. Adm it e que a probabil idade de o Ru i sa ir ve ncedo r numa partida é %


Os dois amigos comb in am fazer um con junto de quatro partidas do
"trapalhão" .

8.2.1. Determina a probabi li dade de :


8.2.1.1. o Pedro ganhar exa tamente três partidas;
8.2.1.2. chegarem ao fim das quatro partidas empatados.

8.2.2. Seja X a variáve l a leató ri a: "Núm ero de partidas em que o Pedro


sa iu vencedor" .
Calc ul a P (X ~ 2) .

9. Num concurso televisivo, há um jog o em que o concorrente tem acesso a um de


quatro prém ios, com a possibi li dade de ser elimin ado.
Os quatro prém ios correspondem respet ivamente a 500 € , 1000 € , 2000 € e
5000 €. A probabilidade de o jogador ser prem iado é igu a l à probabilidade de ser
elimin ado e os quatro prémios têm igua l probab ili dade de ocorrer.
A Carlota va i partic ipar no jogo. Seja X a variável aleatória: "Va lor arrecadado
pe la Carlota no final do jogo".

9.1. Constrói a tabela de distribui ção de probabil idades da variáve l a leatór ia X.

9.2. Determina, em percentagem, P (500 <X< }.1. + cr) , sendo }.1. e cr, respe-
tivamente, o va lor médio e o desv io-padrão da variável X .

NEMA 12CP-03
PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

10. Numa tômbola, há cinco bolas numeradas


de 1 a 5 . As bolas 1 , 2 e 3 são azu is e
as bolas 4 e 5 são verme lhas.

Retira-se da tômbola uma bola, ao acaso ,


e regista-se o número e a cor da bola.

Sabe-se que:
• as bolas da mesma cor têm igual pro -
babilidade de sair;
• a probabilidade de sa ir uma bola azul é o dobro da probabilidade de sair uma
bola verme lh a.

10.1. Mostra que:

10.1.1. a probabilidade de ocorrer a bola com o número 2


é
9 '
1
10.1.2. a probabilidade de ocorrer a bola com o número 4 é 6.

10.2. Seja X a variáve l aleató ria : "Soma dos núm eros da s bolas que ficam na
tômbola após a ret irada da bola" .

10.2.1. Indi ca os va lores que toma a variáve l X.

10.2.2. Determina P (X< p) , em que J..l é o valor médio de X.

11. Num teste, a primeira parte é constituída por cinco questões de escolha múlti-
pla. Para cada questão são apresentadas quatro opções, das quais apenas uma
está correta .

Admite que um a lun o responde, ao acaso, às cin co questões.

11.1. Determina a probabilidade de:

11.1.1. o aluno falhar exatamente três respostas;

11.1.2. o aluno acertar pelo menos numa resposta.

11.2. As cotações para esta parte do teste são distribuídas da segu in te forma:

• 9 pontos por cada resposta correta;

• -3 pontos por cada resposta errada;

• O pontos por cada questão sem resposta.

Para um total negativo de pontos é atr ibuíd a cotação fin al de O pontos .


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

11.2.1. Seja X a variável aleatória: "Cotação final obtida na primeira parte


do teste".
Constrói a tabela de distribuição de probabilidades da variável
a lea tóri a X.

11.2.2. Considera os acontec im entos A , 8 e C:

A : ''Acertar pelo menos uma resposta."


8 : "Obter cotação final inferior a 20 pontos."
C: "Obter cotação positiva."

Calcula a probabil idade de:


11.2.2.1. P (B I C)

11.2.2.2. P (A I B)

12. Numa caixa há cinco bolas, duas pretas e três azuis .

Considera a experiênc ia a leatóri a que co nsiste


em retirar da ca ixa , s imu ltaneamente e ao acaso,
duas bolas e verificar a cor das mesmas.

12.1. Determina a probabilidade de serem extraí-


das as duas bolas pretas. Apresenta o
resultado na forma de fração irredutível.

12.2. Admite que a experiência va i ser reali zada três vezes, nas mesmas condições.
Seja X a variável aleató ria: "Número de vezes em que as bolas extraídas
são pretas".
Calcula o valor médio da variável X. Apresenta o resultado arredondado
às centésimas.

13. O Carlos, na deslocação para o local de trabalho, atravessa diariamente a


cidade . O tempo gasto na travessia da cidade segue uma distribuição normal, em
que o valor médio é 20 minutos e o desvio-padrão é 4 minutos .

Determina a probab ili dade de, em ce rto dia, o tempo de travessia da cid ade ser:

13.1. inferior a 20 minutos;

13.2. superior a 24 minutos;

13.3. supenor a 12 minutos e inferior a 24 minutos.


PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA

14. Um praticante de atletismo regista, com regular idade, os tempos gastos ao


percorrer uma certa distância nos treinos que efetua diariamente.
Seja X a variável aleatória: "Tempo gasto em cada treino, em minutos, a percorre r
a distância definida".
Sabe-se que a variável X segue uma distribuição normal do tipo N (90, 2).

Determina:

14.1. P(90~X~92) 14.2. P(X~ 91)

15. O diâmetro de uma máquina de peças circulares, em milímetros, seg ue uma dis-
tr ibui ção normal de va lor médio 75 e desvio-padrão 3.

15.1. Escolhida uma peça, ao acaso, é mais provável ter diâmetro inferior a 7,3 cm
ou diâmetro superior a 7,9 cm ? Justifica .

15.2. Um cliente faz uma encomenda de 1500 discos e estabelece um contrato


segundo o qual não aceita disco s cujo diâmetro, em milímetros, não per-
tença ao intervalo [72, 78].
Faz uma estimat iva do número de discos que o cliente vai rejeitar.

16. Sempre que o motor de uma máquina está li gado mais de três horas consecut ivas ,
ao fim desse tempo é registada a sua temperatura, em graus Celsiu s .

Seja X a variável aleatória : "Temperatura do motor ao fim de três horas de


trabalho".
Sabe-se que X seg ue uma distribuição normal N (52, 3).

Vai ser feito o registo da temperatura do motor. Determina:

16.1. P (X ~ 50) 16.2. P(X ~ 51 ,5)


16.3. P(48 ~X~ 50)

17. Vários testes permitiram concluir que, em


determinadas co ndiç ões, a distância necessária
para que um automóvel fique imobilizado segue
uma distribuição normal N (40, 5) . O va lor
médio e o desvio-padrão são dados em metros.
Uma nova série de 80 testes va i sai feita, na s
mesmas cond ições, com 80 automóveis.

Quantos destes automóveis se prevê que


fiquem imobilizados numa distância compreendida entre:

17 .1. 35 m e 45 m ; 17.2. 38me40m.


38

Tema2 Introdução ao cálculo diferencial li


1. Funções exponenciais e logarítmicas

1. Resolve as seguintes equações .

1.1. 2x = 8 1.2. 7x = _1_


49

1.3. 1.4. 21-lxl = V2


1.5. 9x- 3YJx =O 1.6. e2x + 4e" - 5 = O

1.7. 3x'+1 - J_ = O 1.8.


9x

2. Considera a família de funções f, tais que:

f (x) = 4x - k2x , k E IR

2.1. A seguir, nos referenciais I e 11 , estão representadas graficamente duas


funções da família.

li

8
X X

2.1.1. Os pontos A e B pertencem ao gráfico da função f representada


no referencial I.
Determina as coordenadas do ponto B, sabendo que as coorde-
nadas do ponto A são (O , - 2) .

2.1.2. Os pontos C e O pertencem ao gráfico da função f representada


no referencial 11 .
Determina as coordenadas do ponto O , sabendo que as coorde -
5
nadas do ponto C são (- 2 , ).
16

2.2. Considera k = 12 e resolve a equação f (x) =- 32.


INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

3. A partir do gráfico da função y = 2x , preenche a seguinte tabela.

Zeros
Fu nção Domínio Contradom íni o Assíntotas
(caso existam)

Y =- 1 + 2 x-3

1
y=Tx
Y= 3 X 2 x+1

Y= 11 - 2x1
X

Y= 22

1
4. Considera a função f definida por f (x) = _ _x .
4 2
4.1. Determina o domínio da função f.

4.2. A ordenada de um ponto do gráfico de f é ~. Determina a abcissa desse


ponto.

5. No referencia l da f igura estão representadas duas funções f e g .

Sabe-se que:
,_,-:
• f (x) =8 2 e g (x) = 2x- l ;
• P é o ponto de interseção dos do is gráf icos.

5.1. Determina as coordenadas do ponto P.

5.2. Representa, na forma de intervalo de números reais , o conjunto-solução


da inequação:

5.2.1. f (x) < V2


5.2.2. O< g (x) ~ f (4)
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

6. No referencial da figura encontram-se representa-


ções gráficas de duas funções f e g tais que
f (x) = 3x e g (x) = 12 - 9x .

6.1. Indi ca o domínio, contradomínio e assíntotas


do gráfico da fun ção:

6.1.1. f 6.1.2. g

6.2. Determina, ana liti camente, os va l ores de x


para os quais se ver ifi ca cada uma da s segu in -
tes cond ições:

6.2.1. g (x) <9


6.2.2. (f + g)(x) < 12
X
6.2.3. g (x) > f (x)
6.3. Calcula a área do triângulo [ABC] , adm itind o que a unidade do referen -
cial é o cent ím etro.

6.4. Sabe-se que o ponto B pert ence ao gráfico de uma função do tipo:

y=~. kE IR
Determina o valor de k.

7. Para realizar um a experiênc ia co locou-se água


num reservatório e mediante dete rmin ados
procedimentos a quantidade de água no reser-
vatór io vai var iando.
No decorrer da experiênc i a foi registada a
altura do nível da água, no reservatório, tendo -
h [t)
-se concluído que, t hora s após o início da
experiência, essa altura, em decímetros, é
dada pelo seguinte modelo:

h (t) =- 41 + 5 X 21
Adm it e que o re se rvatório tem a forma de prisma quadrangular regu lar em que
a base tem de lado 25 cm .

7.1. Determina a quantidad e de água, em lit ros, qu e foi co locada no reservatório.

7.2. Determina durante quanto tempo de co rreu a ex per iência, sabe ndo qu e
acabou no in stante em que deixou de haver água no reserva tório. Apre-
senta o resultado em minuto s, arredondado às unidade s.

7.3. Determina o tempo decorrido, após o início da experiência, para o qual a


alt ura do nível da água no reservatório foi igual à altura inic ial.

7.4. Determina o primeiro in stante, após o início da exper iência , em que no


reservatório havia 37,5 litros de água .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

8. O Sr. Silva é proprietário de uma drogaria e está a lançar um novo produto 8


para substitu ir um produto A que já está no mercado há vár ios anos .
Durante algum tempo o Sr. Silva pretende comercializar os do is produtos.

Passados t meses, desde que o produto 8 foi lançado, as vendas mensais, em


litros, de cada um dos produtos, são dadas pelos seguintes mode l os:

PA == 3 + 16 x 4- 0·251 e P8 == 3 + (V2f .
8.1. Quantos l itros, de cada um dos produtos, foram vendidos no pr1me1ro
mês?

8.2. O sr. Silva decidiu deixar de vender o produto A quando as vendas do pro-
duto 8 igualar as vendas do produto A . Quanto tempo permanecem à
venda os dois produtos?

8.3. O modelo P8 manteve-se vál ido até as v-endas ating irem os 25 li tros
mensa is. A partir desse momento as vendas estab ili zaram.
Qua l fo i o período de tempo em que as vendas do produto 8 cresceram?

9. O Carlos e um grupo de amigos in vest iram na abertura de um bar.


O lucro L acumulado, em milhares de euros , t meses após a abertura do bar é
mode lado por:
L ( t) == - 9 + 3°· 41

Sem recorrer à ca lcu l adora, responde às seguintes questões.

9.1. Ao f im do primeiro mês de funcionamento do bar qual foi , em euros , o


resu ltado financeiro?

9.2. Quanto tempo decorreu até haver um equi líbr io entre as despesas e as
receitas?

9.3. Qual fo i o resultado financeiro, em euros, no decorrer do 7. 0 mês?

9.4. Ao fim de quanto tempo, o lucro acumulado at in giu o valor de 72 000 €?

10. Calcula:
1
10.1. log 2 8 10.2. log rr -11:

10.3. log 5 0,04 10.4. log 0,001

10.5. log 2 0,25 10.6. ln Ve

10.7. ln (ln e) 10.8. lo g 93


V3
10.9. log 7 V49 10.10. log 5 (5\Í5)
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

11. A partir do gráfico da função y =ln x preenche a seg uinte tabela.

Zeros
Função Domínio Contradomínio Assíntotas
(caso existam)

y = ln (x- 2)

y=ln(1)

Y= Iln(- x)l
ln (x + 1)
Y= 2

12. Na figura está representada graficamente a função f y


tal que:
f (x) = 1 - log 2 (ax + b) , com a , b E IR .

12.1. Determ in a a e b.

12.2. Mo stra qu e o ponto do gráfico de f qu e tem o X

abc issa 4 pertence à bi ssetr iz do s qu adrantes


pares .
12.3. Verifi ca que - 6 pertence ao contradomínio de f
e indica o respet ivo objeto.

12.4. O gráfico de f passa pelo ponto de coordenadas (2, log 2 c) , sendo


c E IR+. Determina c.

13. Sejam a , b e c núm ero s rea is tais qu e ab =c , se ndo b E IR+ e a E IW\{1}.

Mostra que:
13.1. log \a c = 2b 13.2. log l c=- b
a

13.3. loga (%) = b - 1 13.4. loga (Ya c2} = +


+b

13.5. loga ( f) + alog, b =- 1 + b 13.6. log~ ( ~) =- + +b

14. Cons idera os números rea is a, x, y E IW e a "F 1 .

Mostra que:
14.1. a log, x+log, y = xy 14.2. a log, x-log, y = !._
y
14.3. a1-log, (ax) = _l
X
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

15. Sejam f e g duas fun ções , de domíni o IW, definidas por:


f (x) = 2 - log 3 (x) e g (x) = 1 + log 2 (3x) .

15.1. Calcula, se m reco rrer à calculadora:


f (22012) - f ( 182012)

15.2. Representa na forma de intervalo de números rea is o conjun to-solução de:

15.2.1. g (x) ~ 3 15.2.2. f (x) <- 3


15.2.3. g (x) > f ( ~)

g
16. Na figura es tão re pre se ntadas grafic ame nt e
duas fun ções f e g, tais que:
f (x) = 3 x 2" e g (x) = 3 + 2 log 3 x .
Sa be -se que :
• o ponto 8 pertence ao gráfico de g;
• C é o ponto de interseção do gráfico de f
X
com o eixo Oy;
• [OABC] é um retâ ngulo.

16.1. Escreve equa ções da s assíntotas do s gráficos de f e de g .

16.2. Dete rmin a o valo r da área do retângulo [ABCD].

16.3. Calcula (f o g)(VJ) .


16.4. Mostra que (g o f)(x) = 5 + log 3 (4x), 'íl x E 0 9 , 1 .

17. Seja (un) uma prog ressão geométrica de termos pos iti vos e razão r> 1.
Cons idera as s ucessões (vn) e (wn) tai s qu e:
Vn = ln (un) e Wn = ln (~ ) .
Mostra que:
17.1. (vn) é uma progressão aritmét ica de razão ln (r);
, _ . , . d _ ln (r)
17 .2 . (wn) e uma progressao arttmettca e razao - - .
2

18. Determin a o con junto -so lu ção da s seg uintes eq uações .

18.1. 2x = 5 18.2. 5x- 3 X 52x = O

18.3. 2x - 6 X 2-x - 1 = O 18.4. 32x-1 + 3x-1 = 2

18.5. ex+lnx = 2x 18.6. 2 + log 10 X= 0

18.7. log 2 (x - 1) = 3 18.8. logx (Y2)


2 =- 2
1 1\ x E IW\{1}

18.9. ln x + ln (2x - 1) = O 18.10. 2 log 4 (4x + 1) - 1 = 2 log4 2X


44 TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

19. Resolve as seguintes inequações:

19.1. e2- x ?: 1 19.2. 3x < YJ


9
19.3. 73x - 2 X 7x ?: O 19.4. 4x- 2x < 6

19.5. log rrx < 1 19.6. ln ((2x 2 - x)) <O

19.7. ln 2 x-ln x <O 19.8. log 2 x + log 2 (x + 1) ~ 1

19.9. ln (x + 3) - 2 ln x >O 2
19.10. log 5 (x + x) - log 5 (3- i)= 1
20. Considera as fun ções reais de variável real f e g de finid as por:

f (x) = (
1 )9-x' e g (x) = 4
x
2 .,
2
20.1. Indica o domínio e o contradomínio de cada uma das funções .

20.2. Determina, analiticamente:


20.2.1. as coordenadas dos pontos dos gráficos das funções que perten-
cem à reta de equação y = 0,5;

20.2.2. as abcissas do s ponto s de interseção dos gráficos da s du as funções.

20.3. Para cada uma das funções diz, ju st ificando, se é ou não invertível.

21. No referencial da figura está parte da representação gráfica de uma função poli-
nomial f, do 3. 0 grau, cujos zeros são: - 2, 1 e 4.

Seja g a função, real de variável


y
real, tal que: g (x) = l og 2 (x 2 - 3) .

Det e rmin a os va lores de x que


são so lu ção da cond ição:

21.1. f(2x) x g(x)=0 X

21.2. r(1) x g(x)=0

21.3. f (x) x g (x) <O

22. Det ermina o domínio da fun ção f definida por:

22.1. f (x) = lo g 2 (x 2 - 3x)

22.2.
1
f (x) = 1 - log 2 (x)
X
22.3. f (x) = e x+ 1 - 3e"

22.4. f (x) = ln (ln x)

22.5. r (x) = V2x- e +lnx


INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

1
23. Seja f a função definida por f (x) = 2 - 3x .
23.1. Det ermina :
23.1.1. o domínio da funç ão f;

23.1.2. o(s) zero (s).


23.2. Seja f - 1 a função inversa de f .
1 1
23.2.1. Mostra que f - 1 (x) = ( ) e caracteriza a função f - .
log 3 2 - x
23.2.2. Ind ica o contrado míni o de f.

24. Na figur a es tão r eprese ntadas as fun ções f e f - 1 função in versa de f, se ndo
a função f definid a por f (x) = 2 + log 2 (x + 1) .

24.1. Escreve uma equação da assíntota do gráfico de f .

24.2. Sem utilizar a função f - 1 • det ermin a as coo rd enada s do s ponto s de int er-
seção do gráfico d e f - 1 com os eixos coo rd enado s.

24.3. Os ponto s A e 8 pertenc em à bi sset ri z do s quadrantes ímpares. Just ifi ca.

24.4. Determina com du as casas decimais, recorrendo à ca l culadora gr áfica, as


coordenadas dos pontos de interseção dos gráficos de f e f - 1 .

24.5. Define por uma condição a reg ião sombreada, in clu ind o a fronteira .

25. Considera as funções f, g, h e j definidas por :


f (x) = ln (x2 - 1) - ln (x - 1) g(x) = ln (x- 1) ;

h (x) = n log 2 x e j (x) = log 2 xn , n E IR .

25.1. Mostra que f(x) = g (x). vX E o h n Dg .


25.2. As funções f e g são igu ais? Justifica .

25.3. Para que valores de n as f un ções h e j são igua is? Fundamenta a tua
resposta.
46 TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

26. Cons idera as funções f, g e h definidas por:

f (x) = xe1 g (x) = ln x e h (x) = x4 .

Determ ina :

26.1. lim
X --+ - oo
f (x) 26.2.
. (g (x))
l1m
x --+O •
-(-)
h X

. f (x)
26.3. l 1m - - 26.4. lim g (x)
h (x)
x --+ + oo x --+ + oo h (x)

27. Considera a segu in te família de funções:

y = axbcx ; a ;;t:. O ; b > 1 e c E IR .


27.1. Dá exemp lo s de funções da família.

27.2. Quais os parâmetros que têm influência no estudo do sinal das funções da
família?

27.3. Considera a afirmação:


"Todo s os parâmetros têm influ ência nos contradomín io s das funções da
família."

Concordas com a afirmação? Fundam enta de forma clara a tua op ini ão .

27.4. No referencial da figura está parte da representação gráfica de uma


função g da família em que b = 2 .

Os pontos A (1 , t) e B (- 1, - 3) pertencem ao gráfico de g.

27.4.1 Sem recorrer à calcu ladora, determina a expressão correspon -


dente a g (x) .

27.4.2 Sabe-se que o contradomínio da função g é um intervalo do tipo


]- 00' k].
Recorrendo à ca lculadora gráfica, determina o va lor de k , arre -
dondado às ce ntés imas.
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

28. Considera as funções f e g tais que :


f (x) = 2 - log 2 (x) e g (x) = log 2 (x + 3) .

No referencial da f igura estão representadas as funções f e g e dois triângu-


los, [OAC] e [ADE] .

:b X

Sabe-se que:

• a abcissa do ponto A é zero da função f;

• b é a abcissa do ponto 8 de ordenada 4 e que pertence ao gráfico de g;


• P é um ponto móvel do eixo Ox que tem abc issa pertencente ao int ervalo
]a, b];

• os pontos O, E e P têm a mesma abcissa, sendo O um ponto do gráfico de f


e E um ponto do gráfico de g;

• C é o ponto de interseção dos gráficos das funções f e g .

28.1. Determ ina as coordenadas de cada um dos seg uintes ponto s:


28.1.1. A
28.1.2. 8
28.1.3. c
28.2. Determina a área do triângulo [OAC] .

28.3. Seja h a função que a cada x , abcissa do ponto P, faz corresponder a


área do tri ângulo [ADE] .

Mostra que:

28.3.1. DE = log 2 (x 3x)


2
:

2
28.3.2. h (x) = (x- 4) log 2( Vx +
2
x), xE ]4,
3
13]
48 TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

29. Admite que às O horas foi administrado a um doente um fármaco, o "Curabem ".
Sabe-se que a concentração do fármaco, por cada litro de sangue, t hora s após
ter s ido administrado é dada, em miligramas por li tro (mg/l) , pelo segu in te
modelo:
C (t) = t X 1, 05- 21

29.1. Determina :

29.1.1. a concentração de fármaco às 3 horas e 30 minutos. Apresenta o


resultado arredondado às décimas;

29.1.2. o valor da concentração máxima e a hora em que ocorreu.

29.2. Para o tratamento ter o efeito desejado é necessário tomar um 2. 0 fármaco no


instante em que a concentração de "Curabem" atinge o valor máximo, sendo
também necessário garantir que, após a administração do 2. 0 fármaco a co n-
centração de "Curabem" no sangue, se mantém superior a 3,5 mg/l, pelo
menos durante 3 horas.
Sabe-se que o doente tomou o "Curabem" às O hora s e o 2. 0 fármaco às
11 horas e 30 minutos.
Numa composição matemática, explica de forma clara o cumprimento, ou
não , por parte do doente, das indi cações médicas e se estão reun id as as
cond ições para que o tratamento tenha o efeito desejado.

30. Na a ld eia do Pedro há uma albufeira onde


praticam vários desportos aquát icos .
O Pedro está a iniciar-se na condução de
motas de água. Nos treinos tem de fazer
um determinado percurso, derrubando o
menor número possível de obstáculos .
Adm ite que o número N de obstácu lo s
derrubados pelo Pedro depende do
número de hora s de treino e é mode-
lado por :

N (t) = 2 + 8 x e- 0.4 51 , t em horas.


30.1 . Qual é o número de obstáculos que o Pedro derruba no início do treino?

30.2. Quanto tempo de treino deve ter o Pedro para diminuir em 60% o número
de obstáculos derrubados? Apresenta o resultado em horas, arredondado
às unidades .

30.3. Adm ite que o modelo se mantém vá lid o para um grande número de hora s
de treino . Será que o Pedro consegue efetuar o percurso sem derrubar
obstáculos? Justifica .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

31. Considera a função f definida por f (x) = 1,2- 3x .


No referencial da figura está parte da representação gráfica de f e um ponto
móve l P, de abc issa pos itiva, pertencente ao gráfico de f .
Seja A a área do retângulo [OMPN] representado na figura segu int e.

o X

31.1. Mostra que a área A é dada em função de x, abcissa do ponto P, por


uma função da família:
y = a x bcx ; a t:- O ; b > 1 e c E IR .
31.2. Mostra que:

31.2.1. a área do retângulo [OMPN] é máxima quando x = 1,83 (valor


arredondado às centésimas);

31.2.2. o perímetro do retângulo [OMPN] é dado em função de x,


abcissa do ponto P, por P (x) = 2x + 2 (1 ,2t 3x .
I

31.3. Observa com atenção a figura e imagina os diferentes retângulos para as I

várias posições do ponto P .


A (x) e P (x) representam , respetivamente, a área e o perímetro do retân -
gulo .

31.3.1. Conjetura resultados para os seguintes limites:


lim A (x); lim A (x); lim P(x) e lim P(x).
X--+ Q+ X --+ +oo X --+ Q+ X --+ +ex:>

Confirma (ou rejeita) as con jeturas feitas.

31.3.2. Tendo em consideração o "estudo" feito em 31.3.1. , o que podes


concluir quanto à existência de assíntotas dos gráficos das funções
A (área) e P(perímetro)?
31.4. Por processos gráficos resolve o segu inte problema:

"Para que valores inteiros de x o perímetro do retângulo [OMPN] está


compreendido entre 15 e 30 ?"

Apresenta todos os elementos recolhidos através da utilização da ca lcula-


dora, nomeadamente o gráfico, ou gráficos, obt ido(s).

NEMA12CP-04
50 TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

32. Na figura está parte da representação gráfica da função f.


y
Seja g a função definida por:
g (x) = ln (t (x))
32.1. Determina relativamente à
função g :
32.1.1. o domínio e o contra-
domínio;
32.1.2. o zero.

32.2. Resolve a equação:


f (x) x ln (x) = O

33. Considera a família de fun ções f tais que:

f (x) = a (1 - e -bx) , a , b E IR

33.1. Completa a seguinte tabela:

lim f(x) lim f(x)


x----. -oo x- +oo

a>O b>O
a>O b<O
a< O b>O
a<O b<O

33.2. Faz b =2 e resolve a equação f (x) =%.

34. Numa propriedade agrícola, foi detetada uma doença que afeta as árvores de
fruta.
Sabe-se que t dias após a doença ter s ido detetada o número de árvores afeta-
das é dado aproximadamente por:
260
f (t) = 1 + 3 X 2 -0.51

34.1. Determina o número de árvores afetadas no momento em que a doença foi


detetada.

34.2. Quantos dias decorreram até que o número de árvores afetadas passasse
para o triplo das que ex istiam no dia em que a doença foi detetada?

34.3. Se nada for feito para alterar a situação e admitindo que o modelo conti-
nua a ser válido, determina para que valor tende o número de árvores afe -
tadas .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li TEMA 2

2. Teoria de limites. Continuidade. Teorema de Bolzano. Assíntotas

1. Seja r a funç ão defini da por:


r (x) = 2x- 3
X- 1
1.1. Determina as equações das assín -
totas do gráfico de r. --------- --- ---------- -,------------------- .
'

1.2. Sejam (un) , (vn) , (wn) e (sn) tais


que:
2
o X
• un = n + n

• v = 1 +-1-
n 2n
1 - n3
• wn = -n2-
2n- 5
• s =--
n 2n
Determina :

1.2.1. lim(r(un)) 1.2.2. lim (r (vn))


1.2.3. lim(r(wn)) 1.2.4. lim (r (sn))

2. Na figura está representada uma função

IL
y
r.
As equações das assíntotas do gráfico de
r, tal como a figura sugere, são:

x=-2; x=2; y=2 e y=1. 2 --- -- -:--------------- .


'
----- --- -- --,------ 1
Sej am (u n) , (vn) e (wn) as sucessões '
definida s por: -2: o 2 X
'
(- 1)n '
Un = k + -n-, Vn = n2 + 1
'
1 - n2 '
e Wn= -n- · '
'

2.1. Determina:

2.1.1. lim r(vn)


2.1.2. lim r (wn)
2.2. Indi ca o valor de k E IR de modo qu e:

2.2.1. n é par e lim r(un) = - oo;

2.2.2. n é ímpar e lim r (un) = + oo ;


2.2.3. n é ímpar e lim r (u n) =- oo .
TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

3. Na figura está representada a função g, sendo x= - 3 e y = 2 as assíntota s do


se u gráfico .

3.1. Sejam (un), (vn) e (wn) as sucessões tais que :

Determ ina :

3.1.1. lim g (un) 3.1.2. lim gCJ


3.1.3. limg(wn) 3.1.4. limg(vn)

3.2 Dá exemplo de uma sucessão (a n) tal que : lim g (an) =- oo .

1
'· No referencial da figura está representada a função f tal que f (x) = -l - .
nx

Sejam (un), (vn) e (wn) as sucessões de termos gera is:

un = (n + 1)2 ' vn = -n +1-1 e Wn = -n + 1


n- .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li TEMA 2

4.1. Indi ca o valor de cada um dos segu in tes limites:


4.1.1. lim (r (un))
4.1.2. lim (r (vn))
4.1.3. lim(r(wn))
4.2. Seja g a função, rea l de variável real, tal que g (x) =r(- x).
Qual é o lim (g (( vn) - 1)) ?

5. No refere ncial da figura está represe ntada graficamen te uma função h, de domí-
nio IR, e as ass íntotas do gráfico .

-3 - _,' _____________ __ _
'
'

Dá exemplo de uma sucessão (un) tal que :

5.1. lim (h (un)) = 2


5.2. lim (h (un)) =- oo
5.3. lim (h (un)) = 3
5.4. lim (h (un)) =- 3

6. Sejam f, g e h as funções, reai s de variável real, tais qu e:

r (x) = x -
X+
3 , g (x) = ln
1
(l) X
e
X
1
h (x) = ln (x + ) .

Dete rmin a o valor de ca da um do s seguintes limit es de sucessões:

6.1. lim [(t (n))"]


6.2. lim (n x g (un)) , sendo un = _n_ .

*.
n+ 1

6.3. lim (h(vn)), sendo vn =


54 TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENC IAL 11

7. Sejam f e g funções, reais de variável real, tais que :

3
2+ - - <==x< 1
2 x- 1
f (x) = 3x - 1 e g (x) = ( 2x )
1ln - -
X+ 1
<== x ~ 1

Aplicando a definição de limite segundo Hein e, mostra que:

7.1. lim f (x) = _ __!_


X---+ -1 2
7.2. lim
X---++oo
f(x) = O

7.3. lim f (x) = + oo


1+
X---+ J

7.4. lim g(x) =- 1


X -+ 0

7.5. lim
X---+ -oo
g(x) = 2

7.6. lim g(x) = ln 2


X---++oo

7.7. lim _g(x) =- oo


x ---+1

7.8. lim1+ g(x) = O


X --+

8. Seja f a função definida por:

2
- x+ - se x < O
X
f(x) = 4 se O ~ x< 3
2x- 1
se x ~ 3
X+ 1

Aplicando a defini ção de limite de uma função segun do Heine, calcu la:

8.1. lim f (x)


X---+ -2

8.2. lim _f(x)


X-+ 0

8.3. lim _ f (x)


x ---+ 0

8.4. lim f (x)


X ---+ +00

8.5. lim
x --+ -oo
f (x)
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

9. No referencial da f igura estão r epresentadas duas funções polinomiais f e g.

Sabe-se que:
• f é uma função quadrática e os zeros são representados por c e e ;
• g é uma função cúb ica e os zeros são representados por a, O e d;
• a abcissa de um ponto de interseção do s dois gráficos é representada por b .
Indi ca os r es ultados dos seg uinte s limites.
l' g (x)
9.1. lim g (x) 9.2. 1m - -
X--+-00 x-e f (x)
9.3. lim (g x f) (x) 9.4. lim !_ (x)
x-o x- b g
9.5. lim (f - g) (x) 9.6. lim !_ (x)
x-b x- d· g
9.7. lim (g- f) (x) 9.8. 1
l 1m--
'
X-+ +OO x- e· f (x)
9.9. lim (g x f) (x)
x-e

10. Conside r a as fun ções definidas por f (x) = x2 - 1 e g (x) =- x2 - x + 2.


Determina:

lim _ f (x)
10.1. x-1
lx- 11 10.2.
. f (x)
l 1 m --
x--oo g(x)

. f (x) . x f (x)
10.3. l 1m - - 10.4. l 1 m --
x- -oo X g (x) x-+oo g (x)
. f (x)
10.5. l 1m - -
x-1 g (x)

11. Sejam f e g as funções definidas por f (x) = VX+J e g (x) = x2 - x.


Calcula:
f (x) - 2 ( )
11 .1. lim () 11.2. lim g(x) -2x 3
x- 1 g X x--=

11.3. lim
X-++oo
(f (x) -Vx) 11.4. lim ( --
x-o g(x)
1
+ l)
x
56 TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

12. Determina, caso existam, os segu int es limites.


. x2 -2x- 3 . 2x - 5x3
12.1. l1m 12 . 2. ll m 2 3
x--->3 9- X2 x---> + oo 3 - 2x + x
. x (4x 2 - x) . l2x- 41
12.3. l1m 12.4. l1m
x- -oo (x 2 + 1) (x2 + 2) X--->2 X2 - 4
. x2 - 1
12..
5 l1m
1
. ~ 12.6 . lim (___!___
X+ 2
x (x2 + 2x))
X---> 2- VX + 3 X--->-2

12.7. lim V2x 2 - x .


12.8. l lm - -
w
X--+ +00 x---.o X
12.9. lim
X--++oo
(V7 + 9x 2 - 5x)

13. Considera a função f definida por:

i" ~xl

l
se x <O
f (x) = x3 -x kx
se x >O

13.1. Determina :
13.1.1. li m f (x) 13.1.2. lim f (x)
X-+ - 00 X-++oo

13.1.3. k E IR de modo que exista lim f (x) .


X--->0

13.2. Considera k = 1 .
Seja g a função definida por g (x) = axn , n E lN e a E IR\{O} .
Indica os valores de a e n de modo que:

13.2.1.
.
l1m
(f(x))
- (- ) = 4 13.2.2.
. (f (x))
l1m -(-) = O
X---> +oo g X X--->+oo g X

14. Seja f a função definida por:

!
-X
se x ::t O
f (x) = x
- 1 se x = O

Mostra que a função é contínua em x =O .

15. Cons id era a fun ção h definid a por:

h (x) =
f
l rX- 2
x' l
se x ::t - 2 1\ x ::t 2

se x =- 2 V x = 2

15.1. Determina os pontos de descontinuidade da função .

15.2. Em algum do s pontos de de sco ntinuidad e há co ntinuidade latera l ?


INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

- x2 + 4x + 5
. _ x =
16. Considera a funçao g tal que g ( )

Estuda a continuidade da função g.


l 3
1 - x2
se x E IR\{- 1 , 1}

se x E {- 1 , 1}

1
17. Seja f a função definida por
f X =
( )
l1 -ln X
2
_ ek
se x >O 1\ x -:t-e

se x ~O V x =e

17.1. Determ in a k E IR de modo que a fun ção f seja co ntínua em x= O.


17.2. Mostra que f é descontínua em x =e , qualquer que seja k E IR .

18. Considera a função g definida por g (x) =v;_-} ·.

18.1. Determina o domínio de g.

18.2. Define a função h sabendo que:


• é um prolongamento de g a IW ;
• é co ntínu a.

19. Na figura está representada grafica- y


mente a função f que é definida por:

2+ ex~3 se x <- 3
f(x) =
8
1 +~ se x > O
1 Vx o X

19.1. Determina as coordenadas dos pontos A e B .

19.2. Define um prolongamento de f a IR que seja uma função contínua.

20. Considera as funções f e g definidas por:

lxl
f (x) =

l
x
k
se x -:t- O

se x =O
20.1. Mostra que f e g são descontínuas em x =O.
e 9
(x) = {4 se x
2 se x;;;:: O
<O

20.2. Determina k E IR de modo que:

20.2.1. f seja contínua à esquerda em x = O;

20.2.2. a função f + g seja contínua em x = O .


INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

21. A função f de domínio IW está representada


graficamente no referencial da figura, sendo
f (x) =- xex .
Mostra, analiticamente, que:

21.1. aequação f(x)=0,1 épossívelem X

]- 2' -1[;

21.2. a abcissa do ponto A , ponto de interse-


ção do gráfico de f com a bissetriz dos
quadrantes pares, pertence ao intervalo
]- 1 , O[.

22. Relativamente a uma função f de domínio IR, sabe-se que :


• é contínua;
• é ímpar;
• f(2) x f(-4)>0

Mostra que:

22.1. a função f tem pelo menos um zero em ]2, 4 [;

22.2. a função f tem pelo menos três zeros.

23. Considera a função polinomial f tal que f (x) = 2x 2013 - 3x2012 + 2007.

23.1. Determina:

23.1.1. lim f (x)


x _., - oo

23.1.2. lim f (x)


x --+ +oo

23.2. Recorre ao Teorema de Bolzano e justifica que a função tem pelo menos
um zero.

24. Seja f uma função contínua de domínio IR .


Sabe-se que :
• f é uma função par.
• f (- 1) X f (4) >0
Indica, justificando, se é verdadeira ou falsa a afirmação:

"A função f não tem necessariamente zeros nos intervalos ]- 4, - 1[ e ]1 , 4[ ...

25. Determina as assíntotas do gráfico da função f definida por :


3
2
25.1. f (x) = x2 - 25x: 6 25.2. f (x) = ~ - x
X - X -X
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

26. Seja f a função definida por:


2x
se x<- 1
f (x) = x+1
3x 2
1x-4 se x~ - 1

26.1. Determina o domínio de f.

26.2. Mostra que o gráfico de f tem duas assíntotas verticais.

26.3. Determin a, caso ex istam, as assíntotas não verticais.

27. Na figura está representada a função f . y


r
O eixo da s ordenadas e as retas r e s
são assíntotas do gráfico de f.

27.1. Determina :

27.1.1. lim f (x)


X -+ + oo X

. f (x)
27.1.2. l 1m
x--+ - oo
-
X
-

27.1.3. li m (f(x)+x-2 )
X--+ - oo

27.2. Considera as funções g, h e j definidas por:


g(x)=f(-x), h(x)=1+f(x-3) e j(x)=-f(x) .
Determina as assíntotas dos respetivos gráficos.

28. Sej a f um a fun ção de dom ínio IW , cu j o grá fi co tem uma úni ca assíntota qu e é
definida pela equação y = 2x + 3 .

28.1. Determina a equação da assíntota do gráfico da função g se :

28.1.1. g (x) = 2 + f (x - 1)

28.1.2. g (x) = f (- x)

28.1.3. g (x) = - 3 + f (x + 2)

28.2. Sej am h e i as fu nções ta is que:


f (x)
h (x) = - 2x + f (x) e i (x) = 3 + -x- .

Mostra que y = 3 é assíntota horizontal do gráfico de h e y = 5 é assín-


tota horizontal do gráfico de i.
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

1 +~ se x >O
29. Seja f a função definida por f (x) = ~x
se x ~O
1X - 1

29.1. Determina o domínio da função.


29.2. Mostra que os eixos coordenados são assíntotas do gráfico de f.
29.3. Determina as restantes assíntotas, caso existam.

30. Cons idera f uma função de domínio IR+ cujo gráfico tem como única assíntota a
reta y = 3x + 2 .
Sejam g e h as funções defin idas por g (x) =- 3x + f(x) e h (x) = f ;:) .
Mostra que:

30.1. o gráfico de g não tem assíntota oblíqua, mas sim assíntota horizontal e
define-a por uma equação;

30.2. o eixo das abcissas é uma assíntota do gráfico de h.

31. Cons idera a função j tal que: y


j (x) = 3 + ln (h (x)) ,
sendo h a função representada graf ica-
mente na f igura. 1 ---
A reta y = 1 é assíntota hor izontal do o
gráfico de h.
Determina:

31.1. o domínio de j;
31.2. as assíntotas do gráfico de j .

32. Seja f uma função contínua, estritamente decrescente, de domínio IR+ e con-
tradomínio ] - oo, 2[ .
Mostra que o gráfico da função g definida por g (x) = n 1(x) tem uma só assíntota
e define-a por uma equação .

33. A Carlota colocou uma bebida no frigorífico durante 45 m inuto s e, de segu ida,
colocou-a na mesa até ser servida .
Adm ite que a temperatura da beb ida, em graus Ce l sius, t m inutos após ter sido
co l ocada no frigorífico, é dada, para um certo va l or de k, por :

T (t) = {40- 5 log 2 (2t + 38) se O~ t < 45


3 + ke o.os(t-45) se t ; ;: , 45
33.1. Qual era a temperatura da bebida quando foi colocada no frigorífico? Apre-
senta o resultado arredondado às centésimas.

33.2. Por processos exclusivamente ana l íticos, mostra que 19 minutos foi o
tempo necessário para que a temperatura da bebida descesse 5 oc .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

33.3. Atendendo a que a função T é contínua, mostra que k = 2 .

33.4. No caso de a bebida ser servida à t emperat ura ambiente e esta ser de 9 oc ,
qu anto tempo passa entre o in st ante em que a bebida é retirada do fr igorí-
fi co e o in stante em que é servida?
Apresenta o resultado em minutos e segundos , os segundos arredondados
às unidades.

34. Seja f uma função contínua de domínio [1 , 6] e contradomínio [- 1 , 4].

Mostra que se f (1) x f (6) > O, então a fun ção f tem pelo menos dois zeros.

35. De uma fun ção g, de domínio IW, sa be-se que a reta de eq uação y = 2x- 1 é
assíntota do seu gráfico.
Mostra que, se a função h , de domínio IW , é definida por
h (x) = 1 - (g (x) f
x2
então a reta de equação y =- 4 é assíntota do gráfico de h .

36. Seja f a função de domínio IR definida por:


e'
f (x) = ex + 1

36.1. Verifi ca se 2 pertence ao co ntradomínio da função f.

36.2. Determina, caso existam, as assíntotas do gráf ico da função f.

36.3. Na figura , a região som- y


breada é limitada pelo grá-
fico de f, pe l os eixos Ox e
Oy e pela reta de equa ção
x=a; a;;;;,O.
Sa b e-se que a área A d a
reg ião sombreada é dada por: o a X

A= ln C~ e•)
36.3.1. Mostra que a= ln (2e A-1 ) .

36.3.2. Para cada valor de a a r eg ião sombreada corresponde ao mo l de


de um a peça.
Um do s moldes foi co nstruído faze ndo a= 5 . Depo is de co ns-
truído, foi ped ido um seg und o molde, porém, com a área reduzida
em 25% .
Qual deve ser o valor a atribuir a a na construção do segundo
molde?
Numa pequena composição, responde à questão colocada, recor-
rendo à calculadora para determinar graficamente o valor de a .
Apresenta o resultado arredondado às centés im as.
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

f(x)=
I
37. Considera a família de fun ções f , tais que:

0,25 + x' e-'


lnk
~-1
<== x>O
<== X= 0;
<== x<O
k E IR

X
1
37.1. Mostra que as retas definidas pelas equações y =!; e y =O são assínto-
tas do gráfico de qualquer função da família .

37.2. Dete rm ina k de modo qu e f sej a co ntínu a em:

37.2.1. J-oo , O]

37.2.2. [O , + oo [
37.3. Não há qualquer função da fam íli a que sej a co ntínua. Justifica a afirma -
ção.

38. Considera as funções f e g tai s que:

kx +e l -x

I
se x> O
3ex
f (x) = 2x - 1 + - - e g (x) = e se x =O ; k E IR
e+ 1
2x 2 + 1
se x <O
X
38.1. Mo stra que a reta y = 2x- 1 é uma assíntota do gráfico da função f
quand o x-+- oo.

38.2. Em relação à função g det erm in a k de modo que:


38.2.1. a função seja contínua em [0 , + oo[ ;
38.2.2. o gráfico de g tenha um a e uma só assíntota ob líqu a.

39. No refer encia l o. m. xOy da figur a estão y


partes das representações gráficas de duas
funções f e g e um retângulo [ABCD] ,
cujos lados são paralelos aos eixos coorde - o
nados.
Sabe-se qu e: o
2
• f (x) = - 1 + ln (2x) e g (x) = ln ( x)
2
• a r eta r é uma assíntota vertica l do grá-
fico da fun ção g; f-A: - - - - - - - - a

• os vértices A e C do r etâ ngulo são pon-


tos de interseção dos gráficos das funções
f e g.

39.1. Determ in a as eq uações da s assíntotas dos gráficos da s funções f e g.

39.2. Determina as coorde nadas do s vértices do retângulo [AB CD].


INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

3. Cálculo diferencial

1. Na figura está rep rese ntada uma função f de domín io IR.

1.1. Determ in a a va ri ação da fun ção f,


no intervalo:
1.1.1. [- 3 ' - 2]

1.1.2. [- 1 ' 1]

1.1.3. [2 ' 4]
1.1.4. [- 3 ' - 1]

1.2. Determina a taxa média de variação


(t. m. v. ) da fu nção f no intervalo:
1.2.1. [O, 2]
1.2.2. [- 3' 1]

1.2.3. [- 3' 4]

1.3. Dá exe mplo de um intervalo do tipo [a , b] em que a função f, nesse interva lo,
não seja crescente e a taxa média de variação nesse intervalo seja po sitiva.

2. Na figura estão r eprese ntados o gráfico de uma fun ção f e dua s retas r e t.

y
r

- - ------ -- --- -- -:----- - -- --


''

o 3

Sabe-se que:
• os pontos A (3 , 3) e B (5 , 1) perten ce m ao gráfico de f;
• a reta r pa ssa pelos pontos A e B ;
• a ret a t é tangente ao gráfico de f no ponto A e é definid a pela equação
4
y= - x + 4.
11
2.1. Determina a equação reduzida da reta r .

. f (x) - 3
2.2. Det erm in a o valor de l1m .
x-+3 X- 3
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

3. Na figura está representada graficamente uma função f, de domínio IR, e uma


r eta r que é tangente ao gráfico de f no ponto A (2 , 4) .

Sabe-se que a amplitude do ângulo formado pela reta r e o semieixo negativo


das abcissas é de 135°.

Determina:

3.1. f'(2)

3.2. g'(- 2) , se ndo g (x) = f (- x) , 'íl x E IR ;

3.3. h'(2), sendo h (x) =- f (x), 'íl x E IR.

4. Recorre à definição de derivada de uma função num ponto e calcula:

4.1. f' (3) ' sendo f(x) = W+2, ;


2
4.2. f' ( 1) ' sendo f (x) =x -
X
2x
'

1
4.3. f'(O) , se ndo f (x) = y?+l.
2
x +1

5. Caracteriza a função derivada da função f, sendo:


4
5.1. f (x) = - -3x - 4x 2 - x+5
2

5.2. f (x) = (x2 -1) (4x- 2)

5.3. f (x) = ( 2x; 1 J


(x + 1) 2
5.4. f (x) = x3

5.5. f (x) = fi x2 - 3

5.6. f (x) =x {f
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

1
5.7. f (x) = lx- 31

2
{\Í2X
3x se x~ O
5.8. f (x) =
se x >O

( 2x- 4 se x~4/\x=t2
f(x)= 12 - xl
5.9.
(x-4) 2 - 2 se x>4Vx=2

5.10. f (x) = (x --: 1)W"+1

f (x) = (~
<==x>2
5.11.
~
<==x~2

1~
se x >O
5.12. f (x) =
se x ~O
x2 +1

6. Co nsid er a as fu nções f e g , rea is de var iável rea l, em qu e g está represe n-


ta da no r ef er encial da f igura e f é t al que:

x + 2x2
f(x) = _2_
( <==x>1
x-1

a X

6.1. Determ ina:

6.1.1. f'(O) 6.1.2. f' (3)

6.2. Existe f'(1)? Just ifica.

6.3. A reta t é tangente ao gráfico da função g no ponto de abcissa a .


Determina g'(a).

6.4. A reta s é paralela ao eixo Ox. Determina g'(c).

6.5. Existe g'(b)? Just ifica.

NEMA12CP-05
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

7. Abr iu -se uma torneira para encher um reservatório


com a forma de prisma quadrangular regu lar.
A altura do nível de ág ua no reservatório , ao fim de
t minutos após se ter aberto a torneira, é dada pela
expressão:
3
h (t) = - -t_ com h (t) em metros.
2t + 5 '

7.1. Calcula, apresentando valores arredondados às centésimas :


7.1.1. a variação da altura de água entre o 3.0 e o 6.0 minuto;
7.1.2. a variação médi a da altura da água entre o 2. 0 e o 5. 0 min uto;
7.1.3. a variação da altura da água no instante t = 4.

7.2. Comenta a segu int e afirmação:


"O cauda l de água em itid o pela torne ira não é constante ."

7.3. Sabe-se que o reservatório tem capacidade para 5600 litros e a sua base
tem 2m de lado. Determina, analiticamente, o tempo que demora a encher.

8. Relat ivamente a uma fun ção f sabe-se que as retas tang entes ao gráfico, res-
petivamente em x =a e x = b, são perpendiculares.
Mostra que f'(a) x f'(b) =- 1 .

9. Considera f a fun ção definida por f (x) = ~.


x+4
9.1. Determina f'(O), recorrendo à def ini ção de derivada de uma função num
ponto.
9.2. Determ in a a equação reduzida da reta norm al ao gráfico de f no ponto de
abcissa O.
Nota: Reta normal ao gráfico num ponto é a que é perpendicular à reta tang e nte ao
gráfico nesse ponto .

9.3. Seja 9 uma função derivável e a reta r , de equação y = 2x - 1 , tangente


ao gráfico de 9 no ponto de abc issa 3.
Mostra que : (f o 9)' (3) =- \ .
2

10. Seja 9 uma função der ivável e y = 3x- 5 uma equação da reta tangente ao grá-
fico de 9 nos pontos de abc issa 4 e 1 .
10.1. Determina as ordenadas dos pontos de tangência.

10.2. Sejam h e j funções definidas por h (x) = 19 (x)l e j (x) = 9(1).


10.2.1. Determina h'(1) e h'(4) .

10.2.2. Para que valor de k E IR se tem j'(x) = k x 9{1)?


10.2.3. Determina j'(S).
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

11. Na figura estão representadas as funções g e


a respetiva função derivada g'. A r eta r é tan -
gente a um do s gráficos no ponto de abc issa 1 .

11.1. Identifi ca o gráfico de g e o gráfico de g'.


Fund amenta a tua escolha .

11.2. Determ in a a e b.
11.3. Sabe-se que a função g' é definida por : X

'( ) 8x
g x = - (x2 + 1)2

11.3.1. Det er m in a o co ntr adomínio da


fun ção g' .
3
11.3.2. Determina lim g (x)2 - g ( )
x-+ 3 x - 3x
11.3.3. Quais são as abcissas dos pontos de inflexão do gráfico da função g?

12. Dete rmin a f' (x), se ndo:

12.1. f (x) = 2ex'- l 12.2. f (x) = (3-x - 1) 2

12.3. f (x) = log 2 Vx 12.4. f (x) = x ln ( +)


e2x _ x2
12.5. f (x) = 12.6. f (x) = log 10 (x-2)
X 1 + Jx

12.7. f (x) = ( 1 - xl n x y 12.8. f (x)


2'rx
= Vx

12.9. f (x) = xexlnx'

13. Cons id era a função f definida por:


f (x) _ ln x
1 +ln x
13.1. Determina o domínio da função f .

13.2. Det ermin a as eq uações da s assíntotas do gráf ico de f qu e são paral elas
aos eixos coordenados.

13.3. Mostra que:

f' ( ) 1
x = x (1 + ln x) 2
13.4 Escreve a equação reduz id a da reta tangente ao gráfico de f no ponto:

13.4.1. de abcissa e;
13.4.2. de ordenada O .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

14. No referenc ial da figura está represe ntada u ma função f de domínio IR, tal que:
2
xe x Ç= X> Ü
f(x)= ~
!x 2
+1

Os pontos A e 8 são pontos em que a função toma va l or es extremos.


Determina as coordenadas dos pontos A e 8.

15. Na figura est á rep r ese ntada a fun ção f de domín io IR e co ntradomíni o IW .

1
Seja g a funcão defin id a por g (x) = - -) .
' f (x
Um dos gráficos seguintes pode ser uma representação gráf ica da função g
Ident ifica-o e, para cada um dos gráf icos rejeitados, apresenta uma razão que
just ifi que a sua r eje ição.

(A) (B) (C)


y y

X X X
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

16. No referencial da figura está representada a


função f', fun ção derivada da função f.

Sa be-se qu e o gráf ico de f pa ssa pelo ponto de


co ordenad as A (3 , - 1) e o gráfico de f' é
tangente ao eixo Ox.

16.1. Diz, fundamentando convenientemente a


tua resposta, quais das seguintes afir - o 3 X
mações são verdadeiras.
I. f(1) > f (2)
11. f tem um extremo em x = 3 .
III. f"(1) X f"(7) <0
IV. f"(3) = O
V. A co ncav id ade do gráfico da função f é vo~tada para baixo em ]3 , + = [ .
VI. O ponto A é ponto de inflexão do gráfico de f.

16.2. Determina a equação da reta tangente ao gráf ico de f que é paralela ao


eixo Ox .

16.3. Qual o va l or de lim f (x)? Ju stifi ca.


x --+3

17. Cons id era a fun ção f, real de variável real, tal que:
x2 x2
f (x) = ln x-
2 4
Mostra que:

17.1. f'(x)=xlnx, V xE0 1

17 .2. f (x) ?J; - ±, V x E IW

17.3. o ponto de coordenadas ( ~, -


4
! 2) é um ponto de inflexão do grá fi co da
função f.

18. Cons id era a função h real de variável rea l tal que:

1
~ Ç:::::: X
1
~ -
X 72
h (x) =
2x 2 + x- 1 Ç:::::: X < -1
4x 2 - 1 2

18.1. Mostra que a função h é descontínua.

18.2. Diz, justificando, se existe h'(~).


18.3. Determ in a a eq uação reduzida da reta tangente ao gráfico de h no ponto
de abc issa 1 .
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

19. Acerca de uma função real g de variável real, sabe-se que g'(4) = - 1 e
g(4)=2.

19.1. Justifica a seg uinte afirmação:


"A função é contínua para x = 4 ...
19.2. Indi ca o valor de lim g (x), justificando a sua existência.
x--+4

g(x) - g(4)
19.3. Calcula o valor de lim
X -> 4 X2 - 16

19.4. Determina uma equação da reta tangente ao gráf ico de g no ponto de


abcissa 4.

20. A função g", segunda derivada da função g, é def inid a por g"(x) = x 2 - 2x.
Qual dos gráficos seguintes pode corresponder ao gráfico da função g?

(A) (B) (C)


y y

X X

1
21. Seja f a função definida por f (x) = x ; 2 .

21.1. Determina f'(- 1), usando a definição de derivada de uma função num
ponto.

21.2. Estuda os intervalos de monotonia e a existênc ia de extremos.

21.3. Relativamente à função g sabe-se que g' (2) = 1 .


21.3.1. A função g é contínua em X= 2 . Justifica.
21.3.2. Determina (f x g)' (2) sabendo que g é uma função derivável.

22. Seja f a função def inid a por f (x) = ex(x 2 - 3).

22.1. Mostra que o eixo Ox é ass ínt ota do gráfico.

22.2. Determina f' (O) usando a definição de derivada num ponto.

22.3. Sejam a e b, respetivamente, o mínimo abso lu to de f e o máximo da


função f em IR - .
22.3.1. Mostra analiticamente que a=- 2e e b =-;..
e
22.3.2. Determina, recorrendo à calculadora, o conjunto das soluções
int eiras da condição: a< f(x) < b.
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

23. Seja f (x) = x + ln+ .

23.1. Determ ina f'(1) , usando a def inição de derivada nu m ponto.


23.2. Mostra que:
23.2.1 . f'(x) = 1 - e -x+ t(x) , V x E IW
23.2.2. y =- x + ln (2e) é uma equação da reta tangente ao gráfico de f
no ponto de abcissa ~
23.3. A solução da inequação f (x) < 6 é um intervalo do tipo ]a, b[, a, b E IR .
Utiliza a calculadora para determinar a e b. Apresenta os valores de a e b
arredondados às mi lés imas .

24. Na fi gura está parte da representação Y


gráfica da função g que é def inida por:

g (x) = - 1 + ln 2 (x)
g
24.1. Determina as abcissas dos pontos
A e B.
24.2. Mostra que o eixo das ordenadas é X

assíntota do gráf ico de g.


24.3. Det er m in a as abcissas dos po ntos de interseção dos grá ficos de g e da
função f definida por: f (x) = 3 l n Vx.

24.4. Seja P um ponto de ordenada negativa pertencente ao gráfico da função g .


Mostra que o valor da área do triângulo [ABP] que tem área máxima é e ~ .
2

2
1

24.5. Estuda o sentido da concavidade da função g e a existência de pontos de


inflexão.

25. Re l ati vamente a uma função f, deriváve l e de domínio IR , sabe-se que:

• tem contradomín io [- ~ , + =[;


• y=O éassíntotadográficode f;
• o gráfico passa pela origem do referencial;
• as funções primeira e segunda derivadas de f são definidas por f (nl(x) = (x + n)ex ,
respetivamente, para n = 1 e n = 2.

25.1. Determina uma equação da reta tangente ao gráf ico de f na origem do


referenc ial.
. f(a+h)-f (a)
25.2. Determ ina a E 0 1 sabe ndo que l1 m h =O .
h-O
25.3. Estuda os intervalos de monotonia da função f.
25.4. Mostra que:
25.4.1. o contradomínio da função primeira derivada de f está contido no
contradomínio de f;
25.4.2. o gráfico de f tem um ponto de inflexão.

25.5. Esboça uma possível representação gráfica da função f.


TEMA2 INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

26. Considera f a função de domínio IR definida por :


f (x) = xex

26.1. Determina, caso existam, as coordenadas dos pontos de inflexão do gráfico


de f.

26.2. Mostra que f"(x)- 2f'(x) + f (x) = O, '\1 x E IR .

27. Considera f a função de domínio IR, definida por:

f (x) = ln (x 2 + 1)

No referencial da figura está repres entada a função f e um retângulo [ABCD].

A X

Sabe-se que:

• o eixo Oy é um eixo de simetria do retângulo [ABCO] ;

• os pontos A e O pertencem ao eixo das abcissas e os pontos B e C perten-


cem ao gráfico de f.

Representa por a a abc issa dos pontos A e B.

27.1. Seja g a função que a cada valor de a, positivo, fa z corresponder a área


do retângulo [ABCD] .
Indica a expressão analítica da função g.

27.2. Determina a área do retângulo no caso de os pontos B e C serem pontos


de infle xão do gráfico de f.

28. Numa fábrica, a partir das 8 hora s e até às 18 horas, um reservatório de forma
cúbica, com 1 metro de altura, fornece água a uma máquina e recebe água con-
tinuamente de uma torneira de caudal constante .

Admite que, num determinado dia, a altura, em centímetros, da água no reserva -


tório, t horas após o início do fornecimento, é dada por:

1
h (t) = 30 + 2t + 5 ln (t + ) 2 , O !( t !( 1O
1
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL li

28.1. Justifica a afirmação:


"A quantidade de água que é consumida pe la máquina ao longo do dia não
é co nsta nte."

28.2. Mostra, recorrendo ao Teorema de Bolzano, que houve um instante entre


as 8 h 30 min e as 9 h em que a quantidade de água contida no reserva-
tório foi de 260 litros.

28.3. Determina a ta xa de variação da altura da água no reservatório às 14 horas.

28.4. Por processos analít icos, recorrendo à calculadora apenas para efetuar
eventua is cá lculos, respo nde às questões segu intes , fundamentando con-
venienteme nte as respos t as.

28.4.1. Em que período(s) do dia a quantidade de água que está a entrar


no reservatório é superior ou igual à quant idade de água que está
a sair?

28.4.2. Quantos litros de água contém o reservatório quando esta atinge a


altura mínima?

28.4.3. A quant idade de água consumida pela máqu ina foi superior ou
in f er ior à qua ntid ade de ág ua que entro u no reservatório? Em
quantos li tros?

29. Seja f uma função de domínio IR.


Sabe-se que a função f' , função derivada de f, é definida por:

f'(x) = 2 -x2
ex

29.1. Determi na a equação red uzida da reta tangente ao grá f ico da função f , no
ponto de abcissa O, sabendo que f (O) = O.

29.2. Estuda a função f quanto ao sentido da concavidade do gráfico e aos pon-


tos de inflexão.

30. Estuda e representa graficamente a função f definida por :

30.1. f (x) = +-
X - 1

4
30.2. f (x) = x - - 2
X

X
30.3. f (x) = - ,
ex

30.4. f (x) = - 1 : ln x
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

31. Relativamente à função f, é conhecida a tabela que se encontra abaixo e sabe - se


que:
• t em contradomínio IR ;

• lim
X---+ -00
(t(x)-2x) = 0

31.1. O que podes concluir quanto à ex istência de pontos de descont inuidade?


Justifica .

31.2. Comenta as afirmações:


I. "A função f é crescente em ] - oo , 2[ .:·

11. "Os extremos da função f são: - 3, 1 e 6 ...


III. "O gráfico de f adm ite assíntotas ."

31.3. Atendendo ao Teorema de Bolzano, pode concluir-se que ex iste um zero


no intervalo ] - 1 , 2[? Justifica a resposta.

31.4. Ind ica o valor de lim f(x).


X ---> -00 X

31.5. Esboça uma possíve l representação gráf ica de f.

32. Na figura encontra-se representada graf i ca -


mente a função f de domínio [O, a] e tal que
f (x) = - x 2 + 4x + 3 .

Cons idere - se o tr iângulo retângulo [OA8] em


que a abcissa de A pertence ao domínio de f e
8 pertence ao gráfico da função.

32.1. Determina as coordenadas dos pontos de


interseção do gráfico de f com os eixos
coordenados .

32.2. Determina as coordenadas de 8 de modo X

que a tangente ao gráfico de f, no ponto


8, admita uma inclinação de 135° .

32.3. Seja A (x) a expressão que à abc issa do ponto A faz corresponder a área
do tr iângulo [OA8] .

- x3 + 4x 2 + 3x
32.3.1. Mostra que A (x) = ·
2
32.3.2. Determ ina as coordenadas de A e 8 para as qua1s a área do
triângulo é máx ima.
Tema3 Trigonometria e números complexos
1. Trigonometria

1. Considera a fun ção f, real de variável real, def inid a por:

f(x) = 1 - 2 s in (3x+ ~)
1.1. Determin a :
1.1.1. o contradomínio da função;
1.1.2. os zeros pertencentes ao intervalo ] - n: , 2n:[.

1.2. Mostra que J271: ' do da f un çao.


e' per1o -

2. Cons idera a fu nção g, real de variável real, definida por:

g (x) = tg (2x) x sin (; + 2x)

2.1. Determina o domínio da função g .


2.2. A função g tem zeros? Ju st ifica .

3. Cons id era a fun ção f , real de variáve l real, definida por:


f (x) = 1 - \Í3 tg (2x)
3.1. Determ in a o domínio da função f .
3.2. Mostra que ; é período da função f .
3.3. Determina os zeros de f pertencentes ao intervalo [- n:, O[ .

3.4. Mostra que f (O) <r(~) . Podes concluir que a funç ão fé crescente no

in tervalo [O, ~]? Ju st ifica.

4. Na figura seguinte está representado um retângulo [MNOP] tal que NO = 15 cm


e MN = 5\Í3 cm .
Sobre [MN] desloca -se um ponto E de N para M .
4.1. Determina o intervalo de variação de a .
4.2. Mostra qu e a área A do tri â ngulo [ENG] é dada,
e m fun ção de a , pela ex pressão:
A (a ) = 11 2,5 tg a
4.3. Determina o valor de s in [3, sabendo que a área
do triângulo [ENG] é 56,25 cm 2 .
4.4. Atendendo aos dados do problema, determ ina um
valor, arredondado às centésimas do radiano , da
amplitude de a, de forma que o triâ ngulo [ENG] M.'----=------'
tenha 50 cm2 de área .
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

5. Na figura está representado o círculo trigono-


métrico e um quadrilátero [OPOR] .
Seja o: a ampl itude, e m radianos, do â ngulo
AOP, em que o: E ]o, ~[ e PR li Ox .

Sejam f e g as funções que a cada va lor de o:


fazem corresponder, respetivamente, a área e
o perímetro do quadrilátero [OPOR] .

5.1. Mostra que:


5.1.1. f(o:) = coso:

5.1.2. g (o:) = 2+2Y2 (1 -s in o:)

5.2. Indi ca para que va lor de o: o quadrilátero [àPOR] é um losango.


5.3. Determina a área e o perímetro do quadrilátero [OPOR] para o valor de o:
que é solução da equação sin (2o:) =coso:.

6. Cons ide ra as fun ções rea is de variável real f e g defin idas por f (x) = 2 + s in (3x)
e g (x) = 2 + 3 s in (x- n) e que se encontram re prese ntada s graficamente na
figura .

6.1. A cada função faz corresponder o respetivo gráf ico e indica o contradomí-
nio de cada uma delas.

6.2. Determina os valores de k para os quais g (x) = k é possível e f(x) = k e


imp oss íve l. Fundamenta a tua resposta .

6.3. Deter min a o período po s iti vo mín imo de ca da uma da s fun ções .

6.4. Sabendo que f(o: ) = g (o:)= m, podes garant ir que:

f (o: + 2;) = g (o: + 23n) = m ?

Ju stifica a tua resposta.

6.5. Ju stif ica que V k E 7L. : f (kn) = g (kn) = 2 .


TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

7. Resolve as seguintes equações:

7.1. 2 cos(1)+v3 = O

7.2.

7.3. sin (2x) = cos (~)

7.4. 2 sin 2 x +Vi s in x- 2 =O

7.5. tg 2 X- 3 = 0

7.6. 2 sin 2 x = 1 - sin x, em [- n, n]

7.7. cos (3x) + cos (x) = O

7.8. cos (~ + x) = sin (x), em [O, 3n]

7.9.

7. 10. SlnX-COSX=O
1 - tg X

7 11 y3- tg x = O em [- n , 3n]
• • 1 - 2 COS X '

8. Considera a função f , real de variável real, definida por:

f(x)=cos(x -:)- V:si nx

8.1. Mo st raque f(x)= V:cosx, 'í/xE IR .

8.2. Determina o co ntradomínio da função f.

8.3. Indica o número de so lu ções da equação f (x) =- n1 que pertencem ao


intervalo [-n,
3
n].
2

1
8.4. Resolve a eq uação f (x) = 2.
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

9. Na figura encontra-se uma representação gráfica da função h definida por


1
h(x) = f (x), sendo f(x)=1 +2s inx.

n :
n a:o b:
'
'
'
''

'
'
''
'
.'
c,

'
'
'
''
'
'
'
'
.''
X

9.1. Determina o domínio e o contradomínio de f .

9.2. Sabendo que a, b e c representam valores não pertencentes ao domínio


de h, determ ina-os .

9.3. Sem recor rer à ca lcul adora , dete r mina o co nt ra domín io de h.

10. Considera a função real de variável real definida por:

f(x)=1-2sin(nx - ~)
10.1. In dica o domí nio e o co ntradomín io da fu nção.

10.2. Determ ina o período da função .

10.3. Calcula os valores de x E [O, 3) para os quais a função é negativa.

11. Cons idera as funções rea is de var iável real f e g ta is que:

f (x) = V3 + 2 cos x e g (x) = ViTi) .

11.1. Relativamente à função f, determina :

11.1.1. o contradomínio;

11.1.2. a expressão geral dos zeros.

11.2. Determ ina os valores do dom ínio de g que perte ncem a [O, 2n[ .
TEMA3 TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

12. Na figura encontra-se representada uma circunferênc ia p


de centro O e raio 6 cm .
Sa be-se que AP e BP são ta nge ntes à circu nferê ncia ,
respe tivame nte em A e em B e a E ]O, n [.

12.1. Mostra que a área da região colorida é dada, em


centímetros quadrados, pela expressão :

A (a) = 36 tg ( ~) - 18a

12.2. Determ in a a área da reg ião co lorida, apresentando


o res ultado ar redo ndado às ce ntés imas , quando :
2n
12.2.1. a=
3
12.2.2. o perímetro do quadrilátero [APBC] é 24 cm.

13. O tr iângu lo [ABC] represe ntado na figura é isósceles e retâ ngul o em A , sendo
AC = 1O cm .

Seja P um ponto móvel pertencente a [AB] que se desloca de A para B e x a


amplitude, em radianos, do ângulo ACP.

13.1. Indica o intervalo de variação de x.

13.2. Mostra que :

. f3 + Sln
Sln
. a= 2+\Í2 COS X-
\Í2 Sln
. X
2 2
13.3. Determina o valor de sin f3 +sina quando P se situa a 7,5 cm de A.

13.4. Determina o valor de x, arredondado às centésimas, para o qual a área


do tr iângulo [APC] é metade da do tr iângu lo [ABC] .
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

14. Na figura encontram -se partes das representa ções gráficas das funções f e g
definidas por:

f(x) = cos(2x) e g(x) = sin(x -~)·


y

14.1. Calcula a medida da área do triângulo [ABC] , sabendo que A , 8 e C


são pontos de interseção dos gráficos das funções.
14.2. Resolve em [O, 2n[ a condição g (x) > f(x) .

14.3. Re so lveaequação f(x)=g(~) ·

15. Calcula:
15.1. lim sin (2x) 15.2. lim Sln X
x~o X x~o 3x

15.3. lim Sln X 15.4. lim tg (lx)


x ~ += 3x x~ o X

. x+s in(2x) 15.6. lim sin (nx)


15.5. l1m x
x ~o x~ o s in (3x)

157
. sin(x - 3)
.. l1m
x~ 3
2
X - 9
15.8. lim (x tg
X-+ +OO
(l))
X

cos (x + ~)
15.9. lim 15.10. lim
rr
x ---. 3
3x - n X-+ 6
rr
6x- n

1 - cos (3x) . 1 - COS X


15. 11 . l i m -----.,.---'---'-- 15.12. l1m . 2
x~ o 4x x ~ o 3 Sln X

16. Mostra que:

16.1. lim sin (3x) = V2 16.2. lim 1 + cos (4x) =O


x~ a · V1- cos (3x) x --~
4
1 - 2 sin 2 X

16.3.
.
l1m
sin (ex) 1
=- 16.4. lim SI n X - COS X = V2
x ~ -= 5ex 5 x-+4
rr
x-- 1t
4

NEMA 12CP-06
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

17. Considera a função f, real de variável real, definida por:


f (x) = 2 tg x - sin x
17.1. Determina:
17.1.1. os zeros da fun ção f pertencentes ao interva lo [n:, 3n:];
17.1.2. a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de f no ponto de
abcissa n:;
17.1.3. o valor de lim f(x) .
x- o X
17.2. Na figura está representado o círculo trigonométrico e uma reta r defi-
nida pela equação x = 2 .
r
y
p

O ponto B tem de coo rdenada s (2 , O) e P é um ponto móvel perten-


cente à reta r com orde nada positiva.
A cada posição do ponto P corresponde o ângu lo BOP de amplitude e radia-
nos.
Mostra que a área do triângulo [ABP] é dada, em função de e, por f(e).

18. Determina f' (x), sendo:


1- COS X
18.1. f (x) = si n (2x) + c os x 18.2. f (x) =
Sln X

18.3. f (x) = x tg (x) 18.4. f (x) = x2 - tg ( f)


18.5. f (x) = si n3 (2x) - cos 2 (- 2x)

19. Considera a função f, real de variável real, definida por:

sin (1) cos x- cos (1) sin x


f (x) = _ __:___:_ _---,----,_.:........:...__ _

tg (1)
19.1. Determina o domínio da função f.

19.2. Mostraque f(x)=-cos(1)· 'í/xE 0 1 .

19.3. Determina :

19.3.1. lim f' (x) sendo f' a função derivada de f.


x--o X I

19.3.2. lim
1+ ~ (x)
x-o X
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

20. Cons id era a função g, real de variáve l real, definida por:

c os e21t + 2x)
se x>O
3x
g (x) =
2
- se X=0
3

2ex- 2
se x < O
3x

20.1. Mostra que a função é contínua para x =O.


20.2. Verifica se o gráfico da função adm ite assíntotas horizontais .

21. Considera a função h, real de va ri ável real, definida por:

s in (2x)
se x<O
4x
h (x) = 2k+1 se x=O
ln (x + 1)
se x>O
2x

21.1. Mostra que existe lim h (x) e determ in a k de modo que a função seja
x~o

cont ínua no ponto de abcissa zero .


21.2. Mostra que a função tem um único ze ro no int erva lo ]-n, + = [ e id ent i-
fica-o.

22. Co ns id era a função f, real de variável real, tal que f(x) = x + s in x.


. f (x) - f (O)
22 .1. Ca lcu la l1m x .
x~o

22.2. Determina uma equação da reta tangente ao gráf ico de f no ponto de


abcissa ze ro .
22.3. Determina os pontos do gráfico de f, cujas abc issas pertencem ao inter-
va lo [- n, 2n] e adm it em tangente paralela à bissetriz dos quadrantes
ímp ares.
22.4. Determina os va lor es de x E [-n, 2n] que satisfazem a cond ição
f' (x) = 1 + f" (x) .

23. Cons id era as funções f e g, reais de variáve l real, definidas por:


f(x)=lnx e g(x)=1+sinx

Mos t ra que (f o g) " = - 1. , >-~v X E Ofog


1 + S ln X
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

24. Seja g uma função de domín io IR t definida por :

tg (%) <= O ~x<n

g (x) = k <= X=1t

sin x
--
n-x <= x>n

No ref ere ncial da figura, encontra-se parte do gráfico da função g .

24.1. Determina uma equação da assínto ta verti ca l do gráfico da função g.

24.2. Determina as coordenadas do ponto A assinalado na figura.

24.3. Mostra que a função é descontínua no ponto de abcissa n, mas existe um


valor de k para o qual a função é contínua à direita de n. Indica esse valor.

25. Na figura estão representados :


• o círculo trigonométrico;

• a reta BC definida pela equação x = 2;

• o ângulo EGO de ampl itude a E ]o, ;[;


• o pentágono [OABCO] .

X
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

Seja f a função que a cada va lor de a faz corresponder a área do pentágono


[OAB CD].

25.1. Mo straque f(a) = 4sina-±sin(2a).

25.2. Calcula a área do pentágono se a=~.

25.3. Calcula lim rr - f (a) e interpreta, em termos geométricos, o significado do

valor encontrado.

26. Seja f a função de dom íni o IR defin ida por:

f(x)=1 +2sin(~+x)-
26.1. Dá exemplo de três valores de a para os quais o ponto A(~ +a, -1)
pertence ao gráfico de f.

26.2. Determi na números reais A , B e C de modo que :


26.2.1. f (x) =A + B cos (x + C)

26.2.2. f' (x) =A+ B s in (x +C)

27. Seja f a função real de variável real, definida por:

f(x)=1 -s inx

27.1. Mo st ra que a função f é ím par.

27.2. Calcula :
27.2.1. lim f(x)
x-o X

. f (x)
27.2.2. l 1m - -
x-- +oo X

27.3. Mo stra que :


27.3.1. f' e f" , prim eira e segu nd a derivadas da função f, adm item
como período positivo mínimo 2n;

27.3.2. r(~+ 2kn); k E 7l corresponde a valores que são mínimos rela-


tivos da função f.

27.4. Determina as abcissas pertencentes ao intervalo [50n, 52n] , correspon-


dentes a ponto s de infle xão do gráfico de f.
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

28. Numa localidade, durante as 24 horas de um dia, fo i feito o registo da temperatura.


A temperatura é dada em função da hora do dia pela função T def inid a por:

T(t) =23+2 ,5 st n
. [(18 - t) n] , o ~ t ~ 24
12
T : em graus Celsius
t: em horas

28.1. Qual é o va lor da temperat ura às O horas?

28.2. Qual fo i a tempera tura máxima e a que horas ocorreu?

28.3. A temperatura foi s up erior a 25 °C durante um período de tempo , qu e


pode se r representado por um intervalo do tip o ]a , b[ .
Recorre às capac id ades gráficas da calcu ladora e determina os va lores de
a e de b. Apresenta os resu ltados em h0ras e minutos, sendo os minutos
ar redondados às unidades .

29. A tempe ratura , em graus Ce ls iu s, num a câma ra frigorífica, durante um dia com-
pleto, das O hora s às 24 horas , é dada por:

T(t) =2cos(~~)-cos(:t); tE[O, 24]

29.1. Fa z o estudo da variação da tempera tura, em fun ção do tempo t, e indica


os in sta ntes em que a temp erat ura atinge os valores máximo e mínimo e o
instante em que tal acontece .
29.2. Recorrendo ao Teo rema de Bolzano, mostra que há pe lo menos um ins-
tante entre as sete e as oito horas em que a tem peratura at ing e os O oc.

30. Um a bola está a flutuar sobre uma s up erfíc ie de um líquido cont ido num reci-
piente. No in stante t =O, é provocada uma ondulação à superfície do líqu id o e a
distância da bola ao fu nd o do reservatório é dada pela fun ção O definida por:

O (t) = 2 + e- 0·11 cos ( ~t) , t em minuto s e O e m metros .

30.1. Recorre ao Teorema de Bolzano para mostrar que a função derivada da


função O tem um ze ro pertencente ao int ervalo ]3 , 4[ .
30.2. Dete rmina, caso ex ista, a assíntota hori zo ntal do gráfico da função O.

31. Sejam f e g funções de domínio IR tais que:

f (I) = 2 ; f' (x) = 2 c os (2x) + 1 e g (x) = tg ( n;) .


31.1. Determina (g of)' (-z-) .
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

31.2. Escreve a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de f no ponto de


. n
a bCISSa .
4
31.3. Sabe-se que f é uma das funções da família:
y =A sin (2x) + Bx +C; A, B, C E IR.
Determina os valores de A, B e C.

32. Considera as funções f e g definidas em IR por:

f (x) = ln (1 + x2 ) e g (x) = cos x .


Seja h =fog .

32.1. Determina uma equação da reta tangente ao gráfico da função h no ponto


de abcissa %.
32.2. Mostra que a função h nos pontos de abcissas x = kn, k E 7L atinge o
n
seu valor máximo e nos pontos de abcissas x =
2 + kn, k E 7L atinge o
seu valor mínimo.

33. Considera as funções f, g e h definidas por:


f(x) = 2 cos x + sin x; g (x) = sin (2x) e h (x) = esin x .
Mostra que:

33.1. f(x) sin x + f'(x) cos x = 1, V x E IR

33.2. (g' (x)r - 9 (x) g" (x) = 4. vxE IR

33.3. h (x) si n x- h' (x) c os x +h" (x) = O , V x E IR

34. Considera a família de fun-


y
ções de domínio IR , definidas
por expressões do tipo:
o
y = Ax + B sin (1); A, B E IR

No referencial da figura está


parte do gráfico da função
derivada de uma função f da
família .

Os pontos A (O , - %) e B (n, - 2) pertencem ao gráfico da função f' .

34.1. Determinaosvalorescorrespondentesa A eaB.

34.2. Mostra que os pontos do gráfico de f, que têm abcissas do tipo


x = 2kn, k E 7L, são pontos de inflexão.
TR IGONOMETR IA E NÚMEROS COMPLEXOS

2. Números complexos

1. Comp leta a segu int e tabela :

z z I
lzl

2+ i

- 5+ 2i

-1-3i

5i

2i

V2 -2i

2. Completa a seg uinte tabela:

z, z2 Z 1 +Z2 z1 -z2 z2 z, xz 2

1-5i -2 + 3i

3+4i 2i

-1 + i 3 + 4i

1 +i 9 - 3i

3- 2i -4+ 2i

3. Representa na forma a lgébrica :

3.1. 2i (1 -i)-(+ - 3i) 3.2. (2 - 3i) 2

3.3. i(1 - 2i) 2 3.4. (3 - i) (1 + i) 2

3.5. (V2 + i) 2 + 3- 2\12 i - i3 3.6. 2'I 3 - .I (2'1- I'9)

4. Co ns id era os números comp lexos:

z = 3- i7 ; W=-2+i e t =- 3i.
Repres e nta na forma algébrica :

4.1. 4.2. -
w
w t
z- t w-z
4.3. 4.4.
w
TR IGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

5. O ponto P é a imagem geométrica, no plano complexo, de z .


Atendendo à figura, completa a tabela.

Número complexo Imagem geométrica lm [z)


p E
z p • •
z A

-z

z+3
o Re [z)

z- 2
B

c o

z-2 i

6. Considera os complexos z1 = 2- 3i e z2 = 4 +i .
Sem recorrer à calculadora, representa na forma algébrica os seguintes números:

6.1. z,2- z2
IZ 1
6.2.
z2
z2
6.3.
2- z,

6.4. ( z,
5 - z2
y
7. Considera os números complexos z do tipo z =- 2x + yi ; x, y E IR .

7.1. Determina x e y de modo que:


7.1.1. Z= (3+i) 2
t --
7.1.2. z seja solução da equação -:- = 3 + i .
I

7.1.3. 1 seJa
z--:- . um numero
' rea l.
I

7.2. Sabe-se que z x (1 +i) é um imaginário puro. Determina uma condição que
re la cione x e y .

8. Seja w=x-3yi, x , yE IR.


Determina x e y de modo que :

8.1. w=(4+i) 2
z
8.2. w seja solução da equação
1 +i
8.3. (2- i) w seja um imaginário puro.
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

9. Considera os números complexos:


z = - 4 + i , w = - 3i e t = 4 - 3i .
9.1. Representa na forma algébrica os números com plexos:
9.1.1. 2z - w x t
9.1.2. t X Z+ W
9.1.3. z2 - w
w
9.1.4. -
t

9.2. No plano comp lexo , indi ca a que quadrante pertence o af ixo do número
complexo:
w
9.2.1.
z
zw
9.2.2. - -
t

10. Sejam os números complexos do tipo z =- x + 3yi; x , y E IR.

10.1. Determin a x e y de modo qu e:


10.1.1. z seja o conjuga do do número complexo representado por 1
----::=---
1/2- i'
10.1.2. a imagem geométrica do número complexo representado por 1z
pertença ao semieixo real positivo;

10.1.3. _!_ = i3 (2 - i)
z

10.2. Verifica se ex iste a lgum z que seja so lu ção da equação w= iw + 2.

11. Resolve, em C, as seguintes equações :

11. 1. z 2 + 2z + 1O= O

11.2. 2iz + z (1 +i ) = 5- i

11.3. 2Z:Z + iz = 3- i

11.4. z 2 + 2 = iz

11.5. z2 =i(z-2i)

11.6. z3 + 5z =O

11.7. z4 + 3z2 + 2 =O

11.8. z3 - 2iz2 = 6i - 3z , sabendo que 2i é uma das soluções .


TR IGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

12. Na figura estão representados um quadrado


lm [z)
[ABCO] e um círculo inscrito nesse quadrado.
Sabe-se que:
• o vért ice A é a imagem geométr ica do
número complexo z = 2 + 2i ;
• o eixo real é um ei xo de simetria do quadrado . Re [z)

Considera os números complexos:


w= VJ -i e t= V2 - VJ i.
Mostra que:
12.1. a imagem geométrica do número complexo w perte nce à circunferênc ia
que limita o círcu lo inscrito no quadrado [ABCO] ;
12.2. a imagem geométrica do número complexo t pertence ao quadrado
[ABCD] mas não pertence ao círculo nele inscrito .

13. Na figura está representado um triân- lm [z)


gulo [ABC] em que os pontos A, B e C
são as imagens geométricas, no plano A
complexo, das soluções da equação:
c
z 3 + z - 4 = 4z 2 4 Re [z)
Determina as soluções da equação .
8
14. Completa a seguinte tabela:

z na forma Argumento positivo z na forma


lzl
algébrica mínimo dez trigonométrica

1 +i

-V5 i
7

\Í3 +i

- 2+2i

3 - \Í3 i

3
2n:
3

V2 cisC6n:)

5 eis(%)
TEMA3 TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

27
' r;:.
15. Cons id era os número s complexos z1 = 2v3 + 3i6
+ 2i, z2 = 1.14 + -2i ---,.;;--
i9

15.1. Indica a que quadrante pertence a im agem geométrica do complexo z2 .


15.2. Representa na forma trigonom étrica os complexos:

15.2.1. z, 15.2.2. z 1 x z2

15.2.3.
z/
z2

16. Considera os seguintes números complexos:

z 1 = 2 eis( ~7t), z2 = 2i - eis(~) e z3 =- s in (~) - i cos(~).


16.1. Representa na forma algébrica:
16.1 .1.z, 16.1'.2. z2
16.1.3. z3

16.2. Representa na forma trigonom étrica :


16.2.1. z2 16.2.2. z3
16.2.3.

17. Considera os seguintes números complexos:

z = 1 -eis e31t) e w = 2 eis(,~).

17.1. Representa z na forma trigonométrica.


17.2. Atendendo a que U1t =
1t
- 1t , representa w na forma algébrica .
3 4
17.3. Determina o menor número nat ural n para o qual zn é um imaginário puro.

18. No plano complexo da figura encontra-se representado um losango [A8CO] ,


centrado na origem, e uma coroa circular definida pelas circunferências de raios
- -
OA e 08 .

Sabe-se que A e 8 são as 1magens


geométrica s dos complexos:

z 1 = 2 eis ( ~) e z 2 =- 3 + V3 i .

18.1. Indica as coordenadas dos vér- Re [z)


tices C e O do losango. Repre-
senta na forma trigonométrica
os números com plexos corres-
pondentes a C e a O .

18.2. Determina a área da coroa circu lar representada na figura .


TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

19. Considera no plano complexo o conjunto repre -


sentado na figura .
Sabe-se que o ponto C , centro da circunfe-
rênc ia que pa ssa pela origem do referencial, é
a imagem geométrica do número comp lexo
-4 + 4i.

O ponto A pertence à circunferência e AC é


Re [zl
paralela ao eixo imaginário. O ponto B per-
tence ao eixo imaginário, sendo AB paralela
ao eixo real.

19.1. Representa na forma algébrica o número complexo z 1 CUJa 1mag em geo-


métrica é o ponto A .

19.2. Representa na forma trigonométrica os números complexos z2 e z3 CUJas


imagens geométricas são respetivamente B e C .

19.3. Representa a mediatriz de [BC] através de uma condição em ( .

19.4. Define por uma condição em ( a região colorida, incluindo a fronteira .

2i7 2 . TC
20. Considera os complexos z1 = 1-=i- i e z2 = 2 c1s 3.

20.1. Representa na forma algébrica:


20.1.1. z,

20.1.2. z1 x z2

20.2. Representa na forma trigonométrica :


z,
20.2.1.
z2
20.2.2. z, 5

20.3. Resolve as equações:


20.3.1. z3 = z2 - 4

20.3.2. z4 z2 = z

21. Considera os complexos z1 = VJ- 3i , z2 =i- 1 .

21.1. Mostra que z 19 é um número real e z210 é um imaginário puro.

21.2. Calcula ~ na forma trigonométrica e indica o quadrante em que se encontra


z2
a sua representação geométrica no plano comp lexo.
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

22 • Cons1'd era z= 1+ i
, r;:.
3 + v3 i
Mostra que, se k é um número int eiro ímpar, z6k é um número im ag in ár io puro,
e se k é um número inteiro par, então z6k é um número real.

23. De um comp lexo z = c1s a , sabe-se que a sua representação geométrica se


s itu a no 2. 0 quadrante do plano comp lexo e que s in a= i.
23.1. Representa z na forma algébrica.

23.2. Calcu la z3 na forma algébrica e na forma trigonométrica e, a partirdes -


ses resultados, determina os valores exatos de cos (3a) e de s in (3a).

24. Seja z um comp lexo ta l que z = 3 eis 8 e 8 E ]o : ~] .


24.1. Mostra que, se as imagens geométricas de z e z3 se situ am no 1. 0 qua -

drante, então necessariamente 8 E ]o, ~[ .


24.2. No pla no complexo, considera o polígono cujo s vértices são as im age ns
geométricas de z, z,
z2 e z 2 .

lm [z)

Re [z)

24.2.1. Ca lcula a área do trapéz io que se obtém para 8 = ~ .


Apresenta o resultado arredondado às centés ima s .

24.2.2. Calcula z, z , z2 e z2 na forma a lg ébrica para 8 =% e int erpreta


geometricamente o resultado, id ent ifi ca nd o o polígono obtido .

24.2.3. Determina o valor de 8 , arredondado às centésimas, para o qua l


as im agens geométricas de z, z, ? e z2 são colineares.

24.2.4. Mostra que a área A do trapézio obtido para valores de 8 inferio-


res ao e ncontrado na alínea anterior pode ser dada pela expressão:
A (8) = (3 s in 8 + 9 s in (28) )(9 cos (28)- 3 cose)
TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

25. Os pontos A e B representados no plano complexo são dois vértices consecuti-


vos de um polígono regular de centro em O .
Sabe-se que os pontos A e B são s im étricos em lm [z)
relação ao eixo imaginário e A é a imag em geomé-
trica do nÚm erO COmpleXO ZA = 2 CiS e1t).
8
B- --1---- .... A

Determina:
25.1. na forma trigonométrica, o número complexo
z8 cuja imagem geométrica é o ponto B ; o Re [z)

25.2. o número de lados do polígono.

26. No plano com plexo, encontram-se


representados um pentágono [ABCOE] lm [z)
Q
e um quadrado [OPOR] , ambos centra-
dos na origem O .
Sabe-se que A é a imagem geométrica
p
dezA=1+\Í3i. R E Re [z)
26.1. Representa, na forma trigonomé -
trica, os complexos cujas imagen s
geométricas são os vértices do o
quadrado.

26.2. Calcula o valor da área do quadrado.

27. Representa no plano complexo os conjuntos definidos pelas seguintes condições:

27.1. lz l ~ 3 1\ I~ Arg (z) ~ n

27.2. lzl ~ 2 1\ Re (z) ~ 1

27.3. lz-3il~5/\lz-3il~lz-41

27.4. 1 ~ lz- 1 - 2i I~ 3 1\ : < Arg (z) ~ ~

27.5. lz-3il~lz+2-il/\1m(z)~2

27.6. lz- 1 - 2il ~ 2/\ O~ Arg (z- 1 - 2i) ~%

27.7. ~ ~ lz + 21 ~ ~ 1\ Re (z- 3 +i)< O

27.8. ú - 2 (z + z) = 5 1\ : ~ Arg (z- 2) ~ 5


rt
6

27.9. (lzl ~ 1 V lzl > 2) 1\ lm (z) ~O


TRIGONOMETRIA E NÚMEROS COMPLEXOS

28. Considera o número complexo w = 2i - 5, em


que a imagem geométrica é o ponto C, cen-
tro da circunferênc ia representada na f igura.
Sabe-se que os pontos A e B são as imagens
geométricas, respetivamente, de u e v .

Sabendo que o conjunto de pontos da região


somb r eada é definido pela cond ição:
0 Re lzl
lz + 5- 2i I ~ 4 1\ O~ Arg (z + 5- 2i) ~ 2
rc ,
3
determina u e v.

29. No p l ano complexo da figura, encontra-se representada uma c ircunferência


centrada na origem e de raio 4.

Cons id era os seguintes números complexos: lm lzl


. rc w
w=(1+ i) 6
, U = 2 CIS 4 e V=-.
u

29.1. Mostra que o afixo de v pertence à zona


sombreada da figura .
Re lzl
29.2. Define por uma co ndi ção a região som-
breada.

29.3. Sabendo que v é uma das raízes cúb i-


cas de um complexo, determina as res-
tantes .

29.4. Resolve a co ndi ção z 5 = u.

30. Na figura estão representadas as im agens geométricas, no pl ano comp l exo , de


dois números comp l exos w e t.

30.1. Atendendo aos dados da figura, repre- lm lzl


senta o número comp l exo w na forma
trigonométrica.

30.2. Sabe-se que o número comp l exo w é w


uma das r aízes índi ce 4 de um número
comp l exo z . 2 Re lzl

30.2.1. O número comp l exo t pode ser


uma das raízes índice 4 de z?
Justifica .

30.2.2. Determina todas as raízes índice


4 de z e representa z na forma
alg ébrica.
NEMA 12CP-07
l l L L L J I I I I I

r98 ~-r-11~[1{•1~1
u
-
TEMA 1- PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA 8.
A 8
1. Introdução ao cálculo de probabilidades

•••
1.1.
1. 2 .
Q =( copas , paus, espadas, ouros}

Q =( tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro, icosaed ro}


40 % 10% 20%

30%
1.3. Q = (triângu lo, quadrado, pentágono}

1.4. D= (2 , 3, 4 , 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 , 12}


8.1. 10% 8 .2 . 20%
2 .1. A = (1 , 3 , 5 , 7}
2.2. B = (2 , 3 , 5, 7} l:tifi:M I

2.3. c = (3 ' 6 } 9 .1.


2.4. A u C = {1 , 3, 5, 6, 7} A 8
2.5 . B n c = (3}
18% 7% 23%
2.6 A n B = (3, 5. 7} • • •
5%
3.1. Q = ( (2 ' 3, 5) ' (2 ' 5 ' 3) ' (3 ' 2 ' 5) ' (3 ' 5 ' 2) ' •
5% 15%
(5 ' 2 ' 3) ' (5 ' 3 ' 2)} • •
3.2 . A: 4; € : 4
12% 15%

•••
4.1.1. Q = {ve rme lh a, az ul}
9 .2 . 1. 18%
• c

9.2.2 . 27%
4.1.2. Não. P("Sa ir verme lha") ofc P("Sa ir verde" )
9.3. 60
4.2 .1. D= (1 , 2 , 3 , 4, 5}
4.2 .2. Sim. P( 1) = P(2 ) = P(3) = P (4) = P (5)
1 o. 12 ra tos bra ncos e 3 ratos pretos.

4.3 . 1. A= ((A1, A3) , (A1, A5 ) , (V2, V4) , (A3, A1), (A3, A5 ) ,


(V4 , V2 ) , (A5 , A1) , (A5 , A3 )}
4.3.2 . B= {(A1, A3), (A1 , A5 ) , (V2 , V4), (A3 , A1), (A3, A5),
•••
11 .1.

(V4 , V2 ), (A5 , A1), (A5 , A3 )} Bola preta Bola vermelha Bola azul
N.• de
4 .3.3. C= ((A1, V2 ), (A1 , A3), (A1 , V4) , (A1, A5) , (V2 , A3) , experiên- N.• de Freq. N.• de Freq. N.• de Freq.
c ias ocorrên - relativa ocorrên- relativa ocorrê n- relativa
(V2 , V4), (V2 , A5 ), (A3 , V4), (A3 , A5), (V4 , A5 )) cias (3 c. d.) cias (3 c. d.) cias (3 c. d.)
4.3.4. A n C = ((A3 , A1) , (V4 , V2) , (A5 , A1), (A5 , A3 )} 5 o o 2 0,400 3 0,600
4.3.5 . 8UC= {(A1, V2) , (A 1, V4) , (V2 , A3), (V2 , A5), 105 13 0,1 24 42 0,400 50 0,476
(A3 , V4), (V4, A5)} 200 24 0,1 20 78 0, 390 98 0,490

•••
5.1.1. A n B = (4 , 8}
5.1.2. A u B = ( 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8}
500
1000
1500
57
120
185
0,11 4

0,1 20

0,1 23
209
395
599
0,418

0,395

0,399
234
485
716
0,468

0,48 5

0, 477

11 .2. Uma bo la pre t a , tr ês bolas ve rmel ha s e quatro bo la s


5.1.3. A n c= {2, 4 , 6 , 8)
azu is.
5.1.4. C\A={ }
59
5.1.5. B\A={2, 6) 12.1. -
90
5 .1.6. AUB ={ 2 , 6} 41
-- -- 12.2. -
5.2. CUA: I ; AnB : III ; A n B : 11 90

...
6.1.

7.1.
D ={ 11 1 ; 112 ; 121 ; 122 ; 21 1 ; 212 ; 221 ; 222 )

6 7 .2 . 18
12.4 .
49
12.3. -
90

13.1 . 25%
13.2. 0,583
1
30

7.3. 8 7 .4. 8
1
7.5. 4 7.6 8 13.3.
3
I
99

'

1@1.1 22.1.3 . 21
14.1.1 . 32 22 .1.4. 43
14.1 .2. 31 22 .2.1 . 53
14.2.1. 31 22.2.2 . ~
5
14.2.2. 92
I MEl
15.1.1. o 2
23.1. -
15.1.2. 32 15
2
15.1.3. 1 23 .2. -
3
15.2. 11 2
23 .3. -
5
9
16.1 . - 5
28 24 .1. -
1 12
16.2. -
14 24.2 . 0,95
19 133
16.3. - 24.3 . -
28 240
2
24.4. -
1@11 9

17.1.1. 0,7 25 .1. 0,3


3
17.1.2. 0. 2 25.2. -
7
18.2. 0,55 1
25 .3. -
4
19 .1.
Ano de
escolaridade
Alunas Alunos 26.2. %
10. 0 ano 16 34 50
l@t+
11. 0 ano 23 17 40
27.2 . 0,1 45
12. 0 ano 7 3 10

46 54 100 28.1. P (1) =±; P(2) =P (3) =P (6) =,;.; P(4) =~


1
e P( 5) = .
19.2.1. 0, 54 3
19.2.2. 0,34 28.2 .1. 1

19.2.3. 0,3 28 .2.2. 75%


4
19.3 . ~ 28.3 . 27
23
17
19.4.
40 1@~1
1
l@fi 29.1. P(Face5) =l6

20.1. _!_ P (Face 1) = P (Face 2) =


17
= P (Face 3) = P (Face 4) = P (Face 6) = 2.
20.2. ..!:.._ 16
51 1
29.2.
1 3
21.2 .1. 4
29.3. Dado 8
21.2.2. 1 7
29.4.
24
21.2.3. 21
29.5. ~
7
22.1.1. 53
30.1.1. 18,4%
1
22.1 .2. 2 30.1.2. ~ 7%
IMt.i
31.1.1 . 0, 375
-~~·
13.1. 1 1
- 13.2. 3
15
31.1.2. 40% 3 2
13.3. - 13.4. 3
41 5

.•,.
31.2.1.

31.2.2. 32 14.2. -1
9

~~
1
32.1 . 12 32 .2.

•••
33.1 . 22 .5%
1
33 .2. ~~
15.1. 210
15.2. 6
15.3. 120
16 .1.1. 1 036 800
34.1 . 10
16.1.2. 72 576 DOO
35. 97,5%
16.1 .3. 449 971 200
36.1. 32,6% 36.2. ~ 9,8%
16.2.1. 495
2. Análise combinatória 16.2.2. 225
I
16.2.3. 70
,,
16.2.4. 285
1. 67 600

2.1 . 1DO 000


2.2.1. 50000 2.2.2. 3125
••t•
17 .1. 20
2.3. 7290
17.2. 120
2.4. O acontecimento mais provável é o B . P (A)= 0,328 05 e
17.3. 132
p (8) = 0,590 49.
18.1. 0,3024
111·111 18.2. 0,0729
I
3. 0,3757
18.3. 0,0072

4.1 . 5000
19.1. 5040
4.2. 540 19.2.1. 71
5.1. 0,46 31
5.2. ~ 0,075
19.2.2. 35

19.2.3. 71
1•1·1 1
6.1 . 13 800 19.2.4. 35
6.2. 4896

7.1 . 15 600 lii&ifW


7.2. 506
20.1. 0,1008
8.1 . 224
20.2. 0,01
8.2. 216
8.3. 120 20.3. 0,054
20.4. _2_
9. 20% 6
21.1.1 . 40 320
IMJI 21.1.2. 660
10.1.1. rn
1
10.1 .2. rn
5
10.1.3.
2
21 21.2. E
44
2
10.2. 3
I 22.1. ~
11 .1. 120 11.2. ~ 0,008
7

12.1. 60 12.2. ~ 0,017


22.2. _2_
7
-, __
1

101 '
'

~l· 1•1·1
13
23.1.1. 15 23.1.2. l 42.1. 1 42.2. 1
5 8 4
2 4
23.1.3. 5 23.2.1. 5 42.3. 5 43.2. 10
8
23.2.2. 21 44.1. 0,3456
44.2. 0,000 039 7
24.1. 105 24.2. - 1
15
3. Distribuição de frequências relativas e distribuição de
25. -6
17 probabilidades
26. a = 455 ; b = 3003 e c = 1820 .
1•11
IMJI 1.1.1. 0,22
1.1.2. 0,68
27.1. 10x4 27.2. - 4x 4
1.2. f1 = 1,84 e a = 1,255
28.1 . - 1 2.1.
13
28.2. -12 X=X; o 2 4 8 16
13
3•c, ' c, x 3•c3 ' Cz x 3'Cz ' c3x 3•c, ' C,
29.1. 1 29.2. 1 P(X= x,) -
•o c, •o c, •o c, •o c, 'o c,
4 2
30.1. 26 2.2. 95 ,7%
30.2. 325 ; 26 ; 1 3.1. 1. 0,468 75 3.1.2. O, 140 625
30.3 . 16 777 216
3.2.
X; o 1 2
1•1:1 P(X = x,) 0,140625 0,468 75 0,390 625
31 . 57 188
32.1 . 172 y, o 1 2
32.2. 10 P(Y= y,) 0,390 625 0,468 75 O, 140 625
33. a=54264; b=319770 e c=293930 3.3. Cinco bolas brancas.
34.1. 512
34.2. 256 l•tl
35 . "C0 + "C1 + "C2 + + "Cy =~ 4.1.
X; 1 2 3
36.1. 1 - 6x + 12x2 - 8x3 1 3 1
P(X= x,) - -
36.2. x5 + 5x6 + 1Ox 7 + 1Ox8 + 5x9 + x10 5 5 5

37.1. f (x + 2) = 1 x' + 4~ + 12x2 + 16x + 16 4.2. -4


2 5
37.2. g (x) = 2~ + 6x 2 + 6x + 2 5.1.
X, -4 1 3

0,3 0,5 0,2


l•tl P(X= x;)

38.1. - 160 5.2. /1 =- 0,1 e a ~ 2,663


38.2. - 12x' 1
'
6.1 . -
20
39.1. 15 39.2. 28x
39.3. 66 39.4. n=7 6.2.1. XE (3, 4, 5, 6 , 7, 8 , 9, 10, 11 )
170 2 6.2.2.
40.1. - 40.2. -
171 19
x, 3 4 5 6 7 8 9 10 11
4
41 .1.1. 7 P(X=x;) -
1 -
1 2
- -
2 1
- -2 -
2
-
1 -
1
15 15 15 15 5 15 15 15 15
41.1 .2. 71
4
41.2. 0,014 6.2.3. 15
••e•
7.1. ~ 19.7%
TEMA 2- INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL 11

1. Funções exponenciais e logarítmicas


7.2. ~ 27 ,6%
1#11:1
7 .3. ~ 82 ,0%
1.1 . 3
8.2 .1.1 . 0,1 536
1.2. -2
8 .2.1.2 . 0,3456 1.3 . - 2
8.2 .2. 0,8208 1
1 .4 . -2; 2
9 .1. 2
x, o 500 1000 2000 5000 1.5.
3
P(X=x,)
1
-
1 1 1 1 1.6 . o
2 8 8 8 8 1 .7 . - 1
1.8 . - 2; 3
9 .2. 25%
2 .1.1. 8 (log23 , O)

•••
.•,.
2.1 .2. O (O , 2)
2.2. x E [2, 3)
10.2.1. Va lores da variáve l X: 10, 11, 12 , 13 , 14

10 .2 .2 . 95
11 .1.1. ~ 0,264 3.
11 . 1.2. ~ 0 , 763 Contrado- Zero Assíntota
Função Domínio
mínio (caso exista) (caso exista)

y =- 1 + 2' - 3 IR ] - 1, + oo [ 3 y= O

11 .2 .1. 1
X=x, P(X=x,) y = 2' IR IW y= O
o 0, 75 + 5 5
C1 X 0, 25 X 0, 75'
y=3 X 2>+ 1 IR IW y= O
5 2
9 C2 X 0, 25 X 0,75 3
21 5
C3 X 0,25 3 X 0,75 2 r=l 1 - 2' 1 IR IRõ o y= 1

ii'
5
33 C, X 0,25' X O,75 y= IR IW y= O
45 5
0,25
4 .1. O, =IR\ [- 2)
11.2.2. 1. ~ 0, 264 4 .2. - 1
11 .2.2.2. ~ 0, 659
5.1. p(t . 2g)
12.1. 12.2. f.1 = 0,3
10
5.2 .1. ]% , + oo [
13.1. 0,5
5.2.2. l- oo, - 2]
13.2 . ~ 0, 16
13.3. ~ 0,82

l#itM 6.1 .1. O,= IR ; o;= 1W ; y = O


6.1.2. 0 9 = 1R ; 0~ = ] -oo , 12[; y = 12
14.1. ~ 0, 341 5 14.2. ~ 0, 69 15

15.1. É mai s prováve l o di â metro do di sco se r menor qu e 7,3 cm


6.2.1. x E H, + oo [

do qu e ser ma ior qu e 7,9 cm . 6.2 .2 . X E IW

15.2. ~ 475 6.2.3. X E ] - oo , 1[


6 .3 . 5 cm 2
16.1. ~ 0,2525
6 .4 . k =- 1
16 .2 . ~ 0, 5662
7 .1. 25 litros
16.3 . ~ 0,1 613
7.2. Aproximada ment e, 139 minu tos.
17.1. Apro ximadamente, 55 aut omóve is. 7.3. 2 hora s
17.2. Apro ximadamente, 12 autom óveis. 7.4. 1 hora
-

l~
:I
_I_
103

-
III!I 18.1. {log 2 5)
18.2. [- log 5 3)
8.1 . Produto A : 19 li tros
Produto B : 4 litro s 18.3. {log 2 3)

8.2. 4 meses 18.4. {log 3 2)


8.3. 9 meses 18.5. {ln 2)
9.1. Houve um prejuízo de 8000 € . 18.6. {0,01)
9.2. 5 meses
18.7. {9)
9.3. Houve um lucro de 7707 € .
9.4. 10 meses 18.8. {2)

1 0.1. 3 18.9 . {1)


10.2 . -1 18.1 O. [)
10.3. -2
10.4. -3
10.5 . -2
19 .1. x E ] - oo , 2]
10.6 . 2
19.2. x E] - oo , - %[
10.7 . o
1 19.3. x E [log 7\Í2, + oo[
10.8 .
4
19.4. xE ] -oo , log 2 3[
2
10.9 . 3
19 .5. X E ]O ' 1t[
3
10.10 . 2
19.6. X E]- .2_ o[ uH.1[
2'

IWf' 19 .7. x E ]1, e [

11 19.8. x E ]0, 1]
Contra do- Zero
Assíntota
19.9. x E ]0, 3[
Funções Domínio
mínio (caso exista)
19.10. xE ] -5 , -1 [U]O, 3[
y= ln (x- 2) ]2, + oo[ IR 3 x=2

y = ln(~) IW IR 3 x=O
20.1 . 0 1 = 0 9 = 1R; D;= ]o.
5 ~ 2 ] ; O~=IW
20.2 .1. Pontos do gráfico de f qu e pe rt e nce m à reta:
y= Iln(- x)l IW IR ~ - 1 X= 0
(- 2\Í2' ~); (2\Í2 ' ~)
ln (x + 1)
y=
2
] -1, +oo [ IR o X=-1
Ponto do gráf ico de g que pertence à reta: ( 1 , ~)
-1-\ffi -1+\f.fi
12.1. a = 6 e b = 8. 20. 22
. . 2 ; 2
12.3. X= 20 20.3. f não é invertível uma vez que não é injetiva (por exemplo,
12.4. c= 0,1 f (- 2) =f (2)) .
g é invertíve l porqu e é injetiva.
lht+• 21 .1. x E {- 2 , 2)
15.1. 4024
21.2 . xE{-6 , -2, 2,3, 12)
15.2.1. ]o. ~] 21 .3. xE ] -oo, -2[u ]-2, -\Í3[ u]2, 4[
15.2.2. ]243, + oo [
22.1. ] - oo , O[ u ]3 , + oo [
15.2.3. ]3, + oo[ 22.2. IW\[~. 3]
16.1. Assíntota do gráfico de f: y = O
22.3. IR\{e)
Assíntota do gráfico de g : x =O
16.2. 3 22.4. ]1, + oo [
16.3. 48 22.5. ]O, ln 2]
I I I I I I I I I I I

104 ~llll{•l+'"1 [
L---------~-u~--------~============~==============================--

IMfW 31 .3.2. x~n;J - A (x) =O lim A (x) =O


X --+ +e<>

1 x ~n;J - P (x) = 2 lim


X--+ +oo
P(x ) =+ oo
23 .1.1 . IR\[0} 23.1 .2. --2
log 3
31 .4 . {8 ' 9 ' 1o ' 11 ' 12 ' 13 ' 14}
23 .2.1. r-1 • ]-oo , 2[ \ [1} -----+ IR\ [0} ,

sendo r- (x) = log3 (~ -X )


1

23.2 .2. ] - oo, 2[\ {1) 32.1 .1. 0 9 = ] - 3 , O[ ; o; = ] - oo, O]

32 .1.2 . - 2
24.1. X=- 1
24.2. (2 . O); (o.-%) 32 .2. X= 1V X= 2

33. 1.
24.3. Os gráficos de fun ções inversas são s imétr icos em relação
à bi sse tri z dos quadrantes ímpares . Portanto, os pontos lim f (x) lim f (x)
X --+ - 00 x- +oo
com un s aos gráficos pertencem à bissetriz dos quadran-
tes ímpares. a>O b>O -00 a
24.4. y ~ 2 + log 2 (x + 1) /\ y?- 1 + 2x-z a>O b<O a -00

24.5. A (4,44 ; 4,44 ); B (- 0,86 ; - 0,86) a<O b>O +oo a


24.6 . r- 1 • IR -----+ ] - 1 , + oo [ , sendo r- (x) =- 1 + 2x-z
1 a<O b<O a + oo

33.2 . x = ln ('! 7.)


25.2 . São iguais. 0 1 = 0 9 e f (x) = g (x).
25.3. Núm e ros ímpares. 34.1 . 65 34.2. 6,3 dias 34.3 . 260

•wt• 2. Teoria de limites. Continuidade. Teorema de Bolzano.


Assíntotas
26 .1. + 00 26.2. -00

26 .3. + 00 26.4. o IWjl


27 .1. Po r exemplo •y=2xx3x e y= - xx2 - 2x. 1.1. x= 1 ey=2
27.2. O parâmetro a. 1.2.1 . 2 1.2.2. - 00

27.4.1. g (x) = 1,5 x 2-x 1.2.3. 2 1.2.4. + 00

27.4.2. k = 0,80 2.1.1. 2 2.1.2. 1


2.2.1. k=-2 2.2.2 . k =- 2 2.2.3. k = 2
I Mil
28.1.1. A (4, O)
MMfi
28.1.2 . 8(13 ' 4) 3.1.1. 2 3 .1.2. 3

28.1.3. c (1 ' 2) 3.1.3. 1 3.1 .4 . 4

28.2. 4 3 .2. Por exemplo, an = - 3 - n1


IMfl
29.1 .1. ~2 . 5mg/l 4.1.1. o 4.1 .2 . o 4.1.3. + 00

29.1.2. ~ 10h 15min; c~3.77mg/ l


4.2. -00

30.1. 1o 5.1 . Por exemp lo, un = 1 - n2

30.2. 3 h 5.2 . Por exemp lo, un = 1- _!_


n
30 .3 . A função N é estritamente decrescente e a reta de equa-
ção y = 2 é uma ass ínt ota horizontal do seu gráfico. 5.3. Por exemp lo, un = 1 + _!_
n
Donde se conclu i que o número de obs táculos derrubados 5.4. Por exemp lo, un = 4n
vai diminuindo mas é sempre superior a 2 . Por muitas
horas qu e o Pedro tre in e não chega a fazer o pe rcurso 6.1 . e-' 6 .2. 1 6.3. 1
sem derrubar obstác ulos .
IWfl
8.1. 1 8.2. - 00 8.3. 4
31.1. A (x) =X X u-Jx 8 .4. 2 8.5 . + 00
TIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 105

IM}W 27 .1.1. o 27.1 .2. -1 27 .1.3. o


27 .2. Assíntotas do gráfico de g: x =O , y = x + 2 e y = 2
9 .1. -00 9.2 . + oo 9.3. o Assíntotas do gráfico de h : x = 3 , y =- x + 6 e y = 3
9 .4. 9.5. o 9 .6. -00
Assínt otas do gráfico de j: x = O, y = x- 2 e y =- 2
9.7. + oo 9 .8. +oo 9.9. o
28.1 .1. y = 2x + 3 28.1.2 . y =- 2x + 3
1
1 0.1 .
2
1 0.2. - 1 1 0.3 . o 28.1.3. y = 2x + 4
2
10.4. -00 1 0 .5.
3

11 .1. 11.2. +oo


4 29 .1. 0= IR 29 .3 . y= 1
11 .3 . o 11.4. -1
31 .1. 0= ) -3 , +oo [\[2} 31 .2. X=- 3; X= 2 e y = 3

32. y= o
l•i• 33.1. 13,76 °C
2
12.1.
3
12.2. -5 12.3. o
12.4. Não ex iste. 12.5 . -8 12.6 . 4
12.7. +oo 12.8. Não existe. 12.9. -00
33.4. 21 minutos e 58 segundos
13.1.1 . 13.1.2. +oo 36.1. 2E0' 1 36.2. y=Oe y=1
13.1.3 . k=-1 36.3 .2. a = 3,91

13.2.1. a=..!_· n=2 13.2.2. a * O ; n ;;;. 3


4'
15.1. X= 2 e X=- 2
l@fi
15.2. Em x = 2 . A função é contínua à direita em x = 2 . 37.2.1 . k =..!:.Íe 37.2.2. k =H
•••
37 .3. Qualquer que seja o valor positivo de k , obtém -se uma
função descontínua em x =O porqu e não existe )i.Tof (x)
(os limites laterais são diferentes).
16. A função é descontínua em x = 1 .
38.2.1. kEIR 38.2.2. k = 2
17.1. k = ln 2
39 .1. Assíntotas do gráfico de f : x =O
18.1. IRQ\[9}
Assíntotas do gráfico de g : x = ~ e y = O
Vx-3
18.2. h : IRt ->

l
9 -x
IR , sendo h(x) = _ ~
se xE [O , +oo [ \[9}
39.2. A ( 21e , - 2) ; 8 ( ~2 , - 2) ; C ( ~2 ' 1) ; O ( 21e , 1)

.•,.
se x = 9

3. Cálculo diferencial
19 .1. A (- 3 , 2) ; 8 (O , 1)
19 .2 . Por exemplo:
1 15
2 + e •3 se x <- 3 1.1 .1. -6 1.1 .2. 29 1.1.3 . o 1.1.4.
2
IR , sendo g (x) = - ..!_x + 1 - 3.;;;; x.;;;; O
g : IR ->
3
se
1.2.1. 3 1.2.2. -43 1.2.3. 2

1 +~ se x >O 1.3. Por exemplo, [1 , 4) .


\rx 2.1 . y =-X+ 6 2.2.
4
11
20.2.1 . k =- 1 20.2 .2. k = 1

111·11
••+•
23 .1.1. -00 23 .1.2. + 00
3 .1.

3\Í11
3 .2. -1 3 .3. -1

4.1.
11
4.2. 4.3 . o
24. A afirmação é falsa .
5.1 . f' : IR - . IR . sendo f'(x) =- 6x3 - 8x- 1
25 .1. x =- 3 e y = 1 25.2. x = 1 e y = 2x + 2
5.2 . f': IR -IR, sendo f'(x) = 12x2 - 8x + 1

f': IR -IR, sendo f'(x) =% (2x- 1)2


1Mfi 5.3.

- x2 - 4x- 3
26.1. O = IR\[4} 26.3 . y = 3x + 12 e y = 2 5.4. f' : IR\[O) - IR , sendo f '( x) = ,
X
- -1-- - ~ --r-1--+-~-+--~+--r-1--+-~-+--~+--r-1~

5.5. f' : ] - oo. - \ÍJ[ U h/3 . + oo [ ---+ IR , 12.1. f'(x) = 4xe'-t 12.2. f'(x) =- 2 ln 3 (3 -x - 1)3 -x

sendo f'(x) = ~
2 " (x 2 - 3) 3
12.3 . f'(x)=-1-
2x ln 2
12.4. f'(x)= - 1 + ln(~)
I
12.5 . f' (x) =- 1 + e2x (2x - 1)
5.6. f' : JR+ ---+ IR , se ndo f' (x) = Vx
2x
x2
I

12.6. f'( ) 7
= (1 + 3x) (x- 2) ln 1O

:7~&~\{3) ~ (L3 -~
x
2

se x > 3 12.7. f'(x) = - 2 ln x + 6 ln x- 4


IR . ""'' I(•) " r- l 3)'
12.8 .
xl
f'(x) = 2nx (2rrx ln 2- 1)
se x < 3
xf 2xVx
12.9. f'(x) = e'lnx'(1 +X ln X2 + 2x)
5.8 . f' : IR\{0} ---+ IR, sendo
=
16
x
se x <O
f'(x) _ 1_
se x >O 13.1. IW\[~) 1
13.2. X =e ; y=1
'ffx
1 1
13 .4 .1. y = Te"x + 13.4.2. y = X - 1
0 Se X,;;; 4 1\ X* 2 4
5 . 9. f': IR\{2} ---+ IR, sendo f'(x) = { (x _ ) se x >
2 4 4
l@ll
, 2x 2 - x + 1
5 .1 O. f' : IR ---+ IR , sendo f (x) = (;;2+1
\ x2 + 1 14. A(2 . 2e) e B(-1, - 4) 15. (A)

5.11 . f • IR ~ R• "o do f(•) " 1 t:- 3


se x >2

se x,;;; 2
l@li
16 .1. I. Falso
III. Verdadeiro
11. Falso
IV. Verdadeiro

5.12 . f' : IR\{0} ---+ IR, sendo f'(x) = ~- 2~


1- x 2
se x > O

se x <O
V. Falso
16.2. y= - 1 16.3. -1
VI. Verdadeiro

(x2 + 1)2

6 . 1.1. 1 6.1 .2. _..!_


18.2. Não ex iste h'(+) porque a função h é descontínua em
2 1
X=2.
6 .2 . Não existe f'(1) porque a função f é descontínua em x = 1 .
6 .3 . \ Í3 6.4. o 18.3. y= 1

6.5. Não existe g' (b) porque g' W) * g' W) .


INt.M

·•·*·'
7.1.1 . 0,24 m
7 . 1.3. 0,09 m/minuto
7 . 1.2 . O, 11 m/minuto
19. 1. Toda a função que admite derivad a finita num ponto é con-
tínua nesse ponto. Como g' (4) =- 1 , e ntão g é contínua
no ponto de abc issa 4 .
19.2 . )i.T4 g (x) = 2 .
7.2 . A afirma ção é verdadeira. O caudal de água emitido pela
Como g é contínua para x = 4, )~ g (x) = g (4) .
torneira não é constante uma vez que a variação da altura
em intervalos de tempo iguais é diferente. 1
19.3 . 19.4. y=-x+6
Por exemplo, f (6) - f (3) * f (5) - f (2) . 8
7 .3 . 35 minutos. 20 . B 21.1. -3

1 1 21.2 . Estritamente decrescente em IW e ]2 , + oo [;


9 . 1. 9.2. y= 16x+
16 2 Es tritamente cresc en te em ]O. 2[;
o I
.•.,.
1 .1. (4 7) ; (1 ' - 2)
o 10.2.1 . h'(1 ) =-3 ; h' (4)= 3
Máximo absoluto igual a para x = 2 .
1

..,.
3
1 0 .2 .2. k = 2 10 .2 .3. 2 21 .3.1. Sim. Existe derivada em x = 2.
21.3.2. 41 22.2. - 3 22.3 .2 . Zõ\(- 3}

11.1 . I : g'; 11: g 11.2. a=2; b= -2

30 30 23.1 . o
11 3 1 [-
00 o 2 ' 2 ]
23.3 . a= 0,002 ; b = 8,0 91
2 \ Íe
11.3.2. -25 11.3.3 .
3 3
24.1. XA =e ; Xa = e1 24.3 . - · e 2
e
107

24.5. Concavidade voltada para cima em ]O, e[ ; 30.2 . O= IR\ {O}


Concavidade voltada para baixo em ]e, + oo [ ; Assíntotas: x =O e y = x
Ponto de inflexão: (e, O) .
Máximo: - 3 ; maximi zante : - 2
25 .1. y=x 25 .2. a=- 1
25.3 . Es tritamente decrescente em ] - oo, - 1[;
Estritamente crescente em ]1, + oo [ .

25 .5. y

-- -2 -1 o
X

30.3. D =IR
Assíntota: y= O
I Mil '. 1 . . V2
Max1mo: • ~ ; max1m1zante: -
v 2e 2
26 .1. (- 2'- ~2)
1- · · · ·
27 .1. g(a)=2aln (a 2 +1) 27 .2. ln 4
Mínimo·. -~
- , m1n1m1zante: - TV2
28 .1. A função f não é constante.
y
28 .3. "' 0,57 cm/h

I MEl I~ X
28 .4.1. Das 12 às 18 horas.
28 .4.2. Aproximadamente 219,06 litros.
28 .4.3. A quantidade de água consumida pela máquina foi supe-
rior à quantidade de água que entrou no reservatório. A 30 .4. D=IW
diferença foi de, aproximadamente, 39,8 litros. Assíntota: y= O
29 .1. y= 2x 1
Ma·x·lmo : ? ; max1m1
· ·za nte : x = e2
29 .2. Concavidade voltada para cima em ]- oo, 1 -\Í3[ e em
]1 +\Í3 , +oo[; y
Concavidade voltada para baixo em ]1 - \Í3, 1 + V3[;

Ponto de inflexão para x = 1 - \ Í3 e para x = 1 + \Í3. o


r-----· X

30.1. O=IR\{-1, 1}
Assíntotas: x = 1 ; x =- 1 e y = O
Ponto de inflexão: (O, O)

:
i:
y j
!
:
•••
31.1 . Não exis tem pontos de de sco ntinuid ade porque a função é
derivável em IR .

. \ ,\___ X
31 .3. Sim . Porque a função é contínua no intervalo [- 1 , 2] e

31.4. 2
muda de sinal.

32.1. (2 + \Í7 , o) e (O. 3).

32. 2. (~2 ' !!..)


4

32.3.2. A (3, O) e B (3, 6) .


I I I I I I I I I I I I

TEMA III- TRIGONOMETRIA E NÚMEROS rr 3rr


7.4. x= v x= + 2krr , k E Z
COMPLEXOS 4 + 2krr 4
7.5. X =3rr + krr V X =- 3rr + krr , kE Z
1. Trigonometria rr 5rr 3rr
7.6. X = b + 2krr V X = + 2krr V X = + 2krr , k E Z
IMM 6 2
7.7 . x = ~ + krr V X =- ~ + krr kE Z
1.1 . 4 2 2 '
1.1.1. (-1 ,3] 7.8. x E [O , rr , 2rr, 3rr}
25rr 17rr rr 7rr 23rr 17rr 47rr 55rr 71rr ] rr 5rr 13rr 17rr j
1.1.2. [- 36""' - 36""' - 36 ' 36' 36""' "1""8' 36""' 36""' 36"" 7.9. xE [12' 12' 12' 12
7.10 . xE {}
2.1. Dg = [xE IR : ;r~+ k2rr ' k E z]
X

7.11 . xE [- 23rr, ~rr ]


- g: krr k Z
[1
2.2. Ze r os da funçao
2 , E
j 8.2. o· =[- \Í2
I 2 ' Y2]
2
3.1. o,= [X E IR : X ;r 4rr + 2krr ' k E z
8.3. 3 so lu cões
•'

3.3. [ - ~ _5rr ]
12 ' 12 8.4. x=
n
4 + 2krr v x =-
rr
4 + 2krr , kE Z

3.4. Não. Por exemplo , O<~<% e, no entanto, f (~)<O e M•W!Il


.III,I!P.#·M·-----------------
f (O) >O , o que prova que a função f não é crescente no
9.1 ' 0 1 = IR ; Di= [- 1 , 3]
intervalo [O, %]. 9.2. a=-~ b=
7
rr ·c=~
6 ' 6 ' 6

4.1. aE[o . ~] 9.3 . o~= 1- 00' - 1] u [i ' + oo[


2\Í5
4.3. --

...
5 10.1. 0 1 =1R; Oi= [-1, 3]

4.4. 0,42 rad 10.2. 2

10.3. X E H'HH' 3] u

rr 11 .1.2. Di=[- 2 +\Í3 , 2 +\Í3]


5.2. a=b
5rr 7rr
11.1.2. x = + 2krr v x = + 2krr, k E Z
5.3.
. V3
Area : T ; Perímetro: 4
6 6
11.2. [o , 56rr]u[ 7; , 2rr[
6.1. f-B:g-A
Di= [1 . 31: o~ = [- 1 . 51
6.2. k E [- 1 , 1 [ U ]3, 5]
12.2. 1. 24,65 cm 1
2rr 12.2.2. 7,73 cm 1
6.3. Pe n'odo pos1t1vo
· · m1n1mo
· · de f e· 3 ;

[o . ~]
Período positivo mínimo de g é 2rr.
13.1.
6.4. Na_o. Apenas se sabe que f ( a+ 2rr) = m , uma vez que 32rr
3 8 +\Í2
é per íodo de f. 13.3. _1_0_

IW:I 13.4. 0,46 rad

7.1. X =
5rr
+ 4krr V X =
7rr
+ 4krr , k E Z
1@:11
3 3
11rr 29rr
7.2. x =- + 2krr v x = + 2krr , k E Z
24 24
3rr 7rr
7.3. x= 20 + krr v x= 20 + krr , kE Z
~~ li 1111111111111111111111 l l ll f fl f I 109

5TI 5TI
14. 3. X=
24 + kTI V X=-
24 + kTI, k E 7l.

15.1. 2 24.1 . X=TI

1 24.2. A (TI, 1)
15.2. 3
24.3. k = 1
15 .3. o
15 .4. 7
15.5. 3

15.6. 3
TI
••+•
25 .2.
8\Í2- 1
4

15.7. 6
25.3. lim . f (a)= 4. Quando x --+ %-, em termos geométricos,
a-~
o pentágono tende para um quadrado [A8CD] com
15.8.
2 unidades de lado.
1
15.9. 3 26 .1. Por exemplo, a= TI; a= 3TI ; a=- TI
1 26.2 .1. A=1; 8=2; C=-~
15.10 . --z;
26 .2.2 . A= O~ 8 = 2 ; C=~
15.11. o
15.12. 61 27. 2.1 . -21
27.2.2 . 21
27.4. 50TI ; 51n; 52n
17.1 .1. [TI , 2TI, 3TI)
17.1. 2. y = 3x - 3TI
17.1.3. 1
28.1 . 20,5 °C
18.1. f' (x) = 2 cos (2x)- sin x
28.2 . A temperatura máxima foi de 25,5 °C e ocorreu às 12 horas.
18 • 2 • f'(x) = 1 -. cos x 28 .3. a : 9 horas e 33 minutos
Sln 1 X
b: 14 horas e 27 minutos
18.3. f'(x) = tg x +-----;..-
cos X
29 .1.
18.4. f'(x) = 2x +
2
( )
t o 4 12 20 24
1 1 2
x cos -
T" (t) o + o - o + o - o
X

18.5 . f'(x) = sin (4x) (3 sin (2x) + 2) Mín. Máx . Mín. Máx . Mín.
T(t)
1 / 1,5 -3 / 1,5 1

19.1. O,=[xEIR: xiokTI, kE7l. )


"'" "'"
A temperatura é máxima às 4 horas e às 20 horas. atin-
19.3.1. 41 gindo 1,5 °C .

19.3.2. 8 1 A temperatura atinge o valor mínimo de - 3 oc às


12 horas.

IM:fl 30.2. y = 2

20 .2. y =o 31.1 .
4TI
3
21 .1. k= - 2
TI
21 .2.
2
22 .1. 2 31. 2. y=x+2-.::_
4
22 .2. y = 2x
31 .3. A= 1; 8= 1; C= 1 _.::_
22 .3. (- .::_ _ ~) . (.::_ ~). ~)
(3TI
4
2' 2 ' 2' 2 ' 2' 2
32.1. y=O

34.1 . A=- 2; 8=1


2. Núme ros complexos 1@1·1
1M:!:I 9 .1 .1. 1 + 14i 9.1 .2. - 19+1 1i
1. 9 12
z z lzl 9 .1.3. 15 - 5i 9 ...
14 25-25 1
2+ i 2- i \Í5 9.2.1. 2. 0 quadrante 9.2.2. 4. 0 qua dra nt e
-5 - 2i -5 + 2i V29
-1 -3i - 1 + 3i
10.1.1. X=- J\Í2 1\ y = - 91 10 .1.2. x= O1\y< O
\Í1Ü
1 2
- 5i 5i 5 10.1.3. X= 51\ y= 15

7 7 7 1 0.2. É impossíve l.
2i - 2i 2 11 .1. z E 1- 1 + 3i . - 1 - 3i) 11.2. z E 1-3 + 8i)

\Í2- 2i \Í2 + 2i V6 11 .3. z E [- 1 + .I , - 1 - 21.)


1 11 .4. z E l2 i, - i)

2. z, Zz Z 1 +Z2 z1 -z2 z, xz, 11 .5. z E ( 0 + _!_i - V7 + _!_i} 11.6. zElO . \Í5 i, -\Í5i]
2 2 ' 2 2

.•,.
1- 5i -2 +3i - 1 -2i 3- 8i 13 + 13i
3 +4i -3 - 2i 2i 6 + 6i -1 -18 i 11 .7. zE ii. -i, \Í2i , - \Í2 i] 11 .8. zEI2i , \,Í3i , -\Í3i]
2 + 5i - 1+ i 1 + 6i 3 + 4i -7- 3i
5- i - 4+ 2i 1+ i 9- 3i - 18 + 14i
3- 2i -7 +4i -4 + 2i 10- 6i - 13 + 26i 13. z E 14 , i, - i)
14
Argumento
3.1. l+ 5i 3.2. -5 - 12i z na forma z na forma
2 algébrica lzl positivo
trigonométrica
mínimode z
3.3. 4- 3i 3.4. 2 + 6i
\Í2 eis(~)
1t
3.5. 4 +i 3.6. 1- 2i 1 +i \Í2 -
4
3 6. 1 2. 3n
4.1. -5 +51 4.2. 3-31 -\Í5 i \Í5 \Í5 cise;)
2
2 11. 5. 7 7 2n 7 eis (2n)
4.3. -5 - 51 4.4. -31

eis(~)
1t
\Í3 + i 2 - 2
lm:~l 6
3n
5. - 2 + 2i 2\Í2 2\Í2 cisCt)
Número complexo Imagem geométrica 4
z
z
p

c
3-\Í3i 2\Í3
11n
6
2\Í3 eis C:n)
3 3\Í3 2n
-z D - 2+-2-1 3 3 eis e31t)
3
z+3
z -2
E
8
V6 \Í2.
-2-21 \Í2
7n
6 \Í2 eis C;)
1t
z- 2i A 5i 5 -
5 eis(%)
2

14 5.
6.1 . -9- 13i 6.2 . 17 + 171
IWfi
1 4. 6-~i
6.3 . 3-31 6.4.
2 15.1 . 2. 0 quadrante
1
4cis(~)
7.1.1. X=-4/\y=6 7.1.2. X=--/\y=3 1
2 15 .2.1. 15.2.2. 12\Í2 eis ( \ ;)

7.1.3. xEIR/\y=- 1
15.2.3 . -32\Í2
- CIS (-4
1t)
7.2 . y= 2x 3

8.1.
8
x= 15 /\y= - -
3
8.2. x=O/\y=2 16.1 .1. - 1 - \Í3 i 16.1.2. - v; +% i

8.3.
2
y= -3X 16.1.3. -~ - v; i
.,-
.I
111 'I
....
'

16.2.2. eis ( ~rr)


24.2. 3. e~ 0,65 rad
16 .2.1 . v3 eis e31t)
2
16 .2.3. 2\13 eis rr()3
••·?•
25 .1. z8 = 2 eis ( rr)
5
8
17.1. v3 eis(~) 17.2.
V2 +Vb +V6
--2-
-0.
--2- 1
25.2. 8 lados.

..,.
17.3. n=3
3
18.1. C(- 1, - \ ÍJ) e 0(3,- vJ) 18.2. 8rr 26.1 ' O--> z0 = 2 cisC ; ) ;
1

P--. Zp= 2cis( rr ):


30
19.1. z 1 = - 4+(4+4 \12)i

19.2. Z3 =(4+4\f2)cis% e Z3 =4\12 cise:)


O--> z0 = 2cis(~~):
19.3. lz + 4- 4ij = lz- (4 + 4\12)il R --> ZR = 2 CIS JO
. e1rr)
19 .4. lz + 4 - 4i l.ç_ 4\12 1\ lm (z);;;. Re (z) 1\ -'- 4 .ç_ Re (z) .ç_ O
26 .2. 8
20.1.1. z 1 =1 +i 20.1.2. z, x z2 = 1 -\13 + (1 +vJ)i
27 .1'
lm lzl
z, = 2V2 CIS
20.2 .1. z; . (5rr)
3 . (5rr)
20 .2 .2 . Z1 = 4,Vr;;2 CIS
5
4
20.3 .1. z = fi2 eis (~;)v z = tm eis ( \ 81t)
7
vz = tm eis e1981t)
20.3 .2. z=0Vz= f/4 CIS. (- f/4-ciS. (CJ
rr) Vz=- 5rr) V
2 9 2 3; Re lzl
'
f/4 . (11rr)
V Z=2CIS - -
9

21 .2. ~
z2
= Vb eis(~)
12
21 -3
A imagem geométrica de encontra-se no 2. 0 qua-
z2
drante do plano complexo.
27.2 .
lm lzl
IMtW
2\12 i
23 . 1. Z= --3-+J

.b . 1o\12 23.
23 .2. Na farma a lge nca z3 = - ~ + , ;
27 2; Re lzl
na forma trigonométrica r= eis (3a)
10\12 . 23
cos (3a) =- ~ e s1n (3a) = 27·
24 .2. 1. Aproximadamente, 17,68. -2
24.2.2. z=3i, z=-3i, z2 =ZL=-9
Trata-se de um triângulo isósceles cujos vértices perten-
cem aos eixos do plano complexo, sendo o eixo real um 27 .3.
lm lzl
eixo de simet ria do triângulo, como está representado na
figura . 8

lm lzl

Re lzl
Re lzl

-2
27 .4. 27 8
· · lm (zl

.'
,,""
O 2 Re (zl
''
~,' :4
' '
Re (zl
27.9 .
lm (z)

27.5.
lm (z)

:
3 ; 2 Re (z)

••z.•
28. u =- 1 + 2i e v=- 5 - 2\Í3 + 4i
5
29.1. v= 4 cis( :).
A imagem geométrica é um ponto do 3. 0 quadrante que
27.6.
lm (zl resulta da interseção da bissetriz dos quadrantes ímpares
com a circunferência de centro na origem e raio 4.
29.2. Por exemplo, jz + 4 + 4i j.;; jzj/\ jzj.;; 4
,' 29.3 . As três raízes cúbicas são:

4 ; 4 CIS U
: 2 -- 1-- --- - 1 - - - - - . (5n)
4 CIS . (7n) . (23n)
e 4 CIS
, 12
'
'

o Re (z)
29.4. z E { \12 eis (~). \12 eis G~). V2 eis c;on).
V2 cis(54n) . V2 cise23;)}
30 .1. w=2cisCn ) .
2
27.7 . 30.2 .1. As imagens geométricas das raízes índice quatro de z
lm (z) :
:,' dividem a circunferência em quatro partes iguais. Sendo
' w uma dessas raízes e como a imagem geométrica per-
tence ao 1. 0 quadrante, as restantes imagens geométri-
cas das raízes índice quatro de z não podem pertencer
ao 1.a quadrante.
Daqui se conclui que t não é uma das raízes índice qua -
tro de z.
Re (zl
30.2.2 . Raízes índice quatro de z:

2 eis cn ) ; 2 eis
2
C;); . ( 13n) e 2 CIS
2 CIS
12
19n)
. (12.

Z= 2 + 2\Í3 i .

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