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CHAMADA DE TRABALHOS PARA O

2º CONGRESSO CRISES DA DEMOCRACIA


O Politeia, grupo de pesquisa interinstitucional em direito constitucional (UFU,
UFJF-GV, UFERSA, UFV, UFSJ), juntamente com o PET Direito da UFU, convida
pesquisadores de áreas afins à temática, de qualquer grau de formação, a submeter
resumos expandidos, para grupos de trabalho que ocorrerão nos dias 08 e 09 de
dezembro de 2021, nas atividades do II Congresso Crises da Democracia, em
formato virtual online, nos dias 07 a 09 de dezembro de 2021.
Os trabalhos a serem apresentados oralmente deverão seguir as orientações
abaixo:

1. ENVIO DE RESUMO EXPANDIDO

1.1. Os autores de trabalhos deverão enviar o Resumo Expandido original, até o


dia 02 de novembro de 2021, através do formulário eletrônico disponível em:
https://forms.gle/PQ8bWprdZZDDbY9CA, junto a um arquivo pdf com todas as
informações exigidas para os trabalhos.

1.2. Os Resumos Expandidos serão publicados nos Anais do 2º Congresso Crises


da Democracia, disponibilizados on-line após a publicação.
1.2.1. Os melhores trabalhos apresentados e convertidos em artigo completo podem
ser convidados a integrar a publicação do Grupo Politeia.

1.3. Os trabalhos poderão ser enviados individualmente, ou em coautoria, limitada a


3 pessoas.
1.3.1. Cada autor poderá enviar até 2 trabalhos a serem apresentados em Grupos
de Trabalho distintos.
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07 a 09 de dezembro de 2021

1.3.2. Não serão aceitas múltiplas submissões de um mesmo trabalho. A cada


título e conteúdo deve corresponder apenas um envio. Trabalhos iguais submetidos
para grupos de trabalho diferentes serão desclassificados.
1.3.3. No formulário online, faz-se necessário o envio por apenas um dos autores.

1.4. Os resumos serão analisados por Comissão Científica que julgará a adequação
do tema, bem como inovação, coerência, clareza, estrutura e qualidade técnica do
texto. A Comissão Científica poderá realocar um trabalho em outra área que não
aquela indicada no ato da inscrição, se o julgar adequado às demais temáticas
desenvolvidas.
1.4.1. São os Grupos de Trabalho do II Congresso Crises da Democracia:

GT 1. A Historicidade e a Temporalidade na História do Direito


08/12 (quarta-feira) das 14:30 às 17:00h
Coordenação: Paulo César Oliveira (UFV)

Afinal, o que se entende por História do Direito? A presente proposta de trabalho tem
por objetivo acompanhar a tarefa de se pensar na utilidade e na vantagem da
tematização histórica do Direito, com intuito de se chamar a atenção para dois dos
riscos manifestos de sua caracterização: a ideia de continuidade e de recepção dos
institutos jurídicos no tempo, bem como a ilusão da teleologia histórica. Dessa forma, o
nosso intento é lançar luz acerca do modo através do qual poderia ser possível a
temporalização da História do Direito a partir da retomada interpretativa de seus
conteúdos. Nossa investigação é apoiada na hermenêutica fenomenológico-filosófica
de Hans-Georg Gadamer.

GT 2. Política, Imaginação e Futuro: temas e metodologia


08/12 (quarta-feira) das 14:30 às 17:00h
Coordenação: José de Magalhães Campos Ambrósio (UFU)

A compreensão do poder enquanto originador da realidade e produtor do futuro carece


de desenvolvimentos mais profundos. A política em geral e o direito em particular são,
respectivamente, os fatores ontológico e lógico que se entrelaçam nas possibilidades
de construção de um porvir democrático. Para isso, a grande tarefa que se coloca é
desenvolver métodos plurais de imaginação institucional que viabilizem os objetivos
maiores da nossa sociedade em contraposição ao mesquinho debate sobre a gestão
dos interesses e dos conflitos cotidianos das instituições.

GT 3. A cidade como lócus de enfrentamento às crises


08/12 (quarta-feira) das 14:30 às 17:00h
Coordenação: Maria Clara Santos (UFSJ) e Raphaela Borges David Binato
(UFRRJ-TR)

Quando pensamos em lugares de realização de direitos, muitas vezes voltamos nossos


olhares para ações que se desencadeiam em comarcas, fóruns e tribunais. Para além
destes espaços, nossos direitos se realizam pela convivência cotidiana, pelo diálogo de
interesses e pela organização social para efetivá-los em um espaço que se apresenta
difuso mas também reprodutor das características de nossa sociedade. É neste sentido
que as reivindicações do direito à cidade encontram abrigo em nosso modelo
constitucional, ao consagrar uma série de direitos sociais e coletivos no rol que
demanda pensar e fazer cidades que cumpram sua função social.
Assim, este grupo de trabalho pretende discutir textos que apresentem uma abordagem
crítica sobre as diversas dimensões sócio-espaciais das cidades brasileiras e as
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07 a 09 de dezembro de 2021

expectativas constitucionais vigentes. A título de exemplo, os temas a serem discutidos


podem versar sobre cidadanias e diversidades; vulnerabilidades, resistências e
insurgências; políticas públicas e gestão democrática das cidades; espaços públicos,
comuns urbanos e função social da cidade; tributação sobre a propriedade privada e a
consolidação da função social da propriedade; cidades sustentáveis, cidades resilientes
e cidades inteligentes.

GT 4. Neoliberalismo e pensamento jurídico brasileiro


08/12 (quarta-feira) das 14:30 às 17:00h
Coordenação: Felipe Castro (UFERSA) e Pablo Leurquin (UFJF-GV)

O neoliberalismo pode ser entendido i) como um sistema de acumulação que


caracteriza o atual estágio do capitalismo; ii) como uma nova razão mundo que
estrutura as relações sociais com base na expansão da lógica concorrencial; ou ainda
iii) como estratégias de conformação do social ao mercado por meio de um Estado
gerencial. Desde o que foi chamado de “fim da História”, o neoliberalismo deixou uma
posição marginal para tornar-se pensamento político-econômico hegemônico,
embasando uma série de reformas institucionais em vários países distintos,
especialmente a partir da década de 1980. As reformas tinham como objetivo
consolidar o modelo de Estado gerencial e foram difundidas como as condições
necessárias para alcançar o desenvolvimento econômico. A experiência brasileira
revela algumas contradições que ajudam a compreender melhor os desdobramentos
do fenômeno descrito. A transição democrática mais recente do país ocorreu a partir de
uma perspectiva socialmente inclusiva, com o fomento da expansão da cidadania e
com a pretensão de construção de um Estado social. A transição neoliberal, por sua
vez, teve efeitos práticos excludentes, por meio da financeirização da economia, da
concentração de renda e da deterioração das condições de vida. As atuais crises deste
modelo político-econômico, ao invés de apontarem para sua superação, têm
intensificado suas lógicas internas e promovido um acelerado processo de
desdemocratização da esfera pública nacional. Com base nessas tensões e
contradições, o objetivo do presente grupo de trabalho é discutir, a partir de
abordagens interdisciplinares, as múltiplas influências do neoliberalismo nas
instituições e no pensamento jurídico brasileiros.

GT 5. Diversidades identitárias: precariedades e violações


09/12 (quinta-feira) das 09:30 às 12:00h
Coordenação: Marcelo Corrêa Giacomini UFJF-GV) e Nara Pereira Carvalho
(UFJF-GV)

A hegemonização das normas e institutos jurídicos acobertada por expressões como


“sujeito de direito”, “homem” e “família” vem produzindo, historicamente, a precariedade
de vivências, mesmo em um escopo político de representação democrática.
A emergência contemporânea das demandas pelo reconhecimento de diversidades
identitárias, diante de questões de gênero, raça, sexualidade e classe, inclusive a de
outras designações atinentes a corpos que não se acomodam aos tratamentos
correntes, desafiam a compreensão de que o modelo democrático de igualdade de
atuação na esfera pública de fato promova políticas de inclusão.
Nesse sentido, este grupo de trabalho convida a refletir e discutir sobre as pluralidades
identitárias, em suas diferentes densificações, diante de processos de marginalização,
precarização e violência que perpassam modelos políticos de Direito e Estado.
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GT 6. Desenvolvimento, Subdesenvolvimento e identidade


jurídico-política brasileira
09/12 (quinta-feira) das 09:30 às 12:00h
Coordenação: Pablo Leurquin (UFJF-GV) e Raoni Bielschowsky (UFU)

O subdesenvolvimento é uma condição de inserção no processo de globalização que


tem profundos desdobramentos nas estruturas socioeconômicas de um país. De um
lado, entende-se que os altos níveis de desigualdade social e regional, bem como a
dependência econômica, tecnológica e cultural são algumas das características mais
marcantes do subdesenvolvimento brasileiro. De outro lado, parte-se da compreensão
de que o pacto e projeto jurídico-político da Constituição da República Federativa do
Brasil de 1988 se construiu também a partir da necessidade de superação dessas
heranças do subdesenvolvimento. Com base nessas constatações, o presente grupo
de trabalho tem como objetivo promover debates interdisciplinares sobre as gêneses e
as articulações entre as diferentes faces do subdesenvolvimento, com intuito de discutir
(re)interpretações sobre a formulação e sobre a aplicação do Direito no Brasil.

GT 7. Conservadorismo e autoritarismo na articulação dos direitos


constitucionais no Brasil
09/12 (quinta-feira) das 09:30 às 12:00h
Coordenação: Adriane Sanctis de Brito (IRI/USP) e Luciana Silva Reis (UFU)

A constituição, como instituição político-jurídica, define de que maneira o poder deve


ser exercido e se apresenta como pacto fundante e estabilizador das relações sociais.
Mas seu sentido está em permanente disputa nas reinterpretações veiculadas nas
dinâmicas sociais e nos espaços institucionais do Estado. O objetivo deste grupo de
trabalho é discutir pesquisas finalizadas ou em andamento sobre a mobilização de
temáticas consideradas conservadoras e/ou autoritárias no paradigma constitucional
brasileiro, assim como as resistências a essas iniciativas. Serão aceitos trabalhos que
tratem da formulação e da defesa jurídica dessas temáticas perante o sistema judiciário
e os poderes legislativo e executivo brasileiros, assim como trabalhos de caráter teórico
ou histórico que abordem a articulação da linguagem de direitos em espaços
sociopolíticos não institucionalizados. O interesse é compreender como tais pautas se
valem do vocabulário dos direitos constitucionais e quais são as estratégias
político-jurídicas empregadas para reforçar suas leituras interpretativas no Brasil.

GT 8. Autoritarismo, Erosão das Democracias e Constituição


09/12 (quinta-feira) das 09:30 às 12:00h
Coordenação: Ulisses Levy Silvério dos Reis (Ufersa) e Tayara Talita Lemos
(UFJF-GV)

As revoluções burguesas ocorridas a partir do século XVIII consolidaram no Ocidente a


ideia de que os pactos político-jurídicos fundamentais devem ser organizados a partir
da elaboração de constituições. Durante o século XX, várias experiências
constitucionais foram interrompidas em razão da ascensão de grupos políticos de
matriz autoritária que consolidaram o seu poder por meio da força e da suspensão das
constituições. Restabelecida a democracia em boa parte dos países no fim do século
XX, novas ondas de de autoritarismo despontam no século XXI não mais a partir do
recurso a golpes de Estado no sentido clássico, mas através de práticas, em geral
realizadas pelos chefes do Poder Executivo (mas não exclusivamente), que suprimem
as capacidades institucionais de fiscalização titularizadas por órgãos dos Poderes
Legislativo e Judiciário, além da supressão das oposições. A literatura recente qualifica
esse fenômeno a partir de categorias próximas: constitucionalismo autoritário, abusivo,
iliberal, erosão constitucional etc. Esse grupo de trabalho visa receber trabalhos que
discutam as categorias mencionadas a partir de experiências concretas.
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1.5. O resultado dos trabalhos selecionados para apresentação será divulgado via
correio eletrônico, e disponibilizado no site do evento, em 19 de novembro de 2021.

1.6. OS RESUMOS DEVEM CONTER OBRIGATORIAMENTE:


1.6.1. Indicação do Grupo de Trabalho, dentre os disponíveis no formulário
eletrônico;
1.6.2. Título em letras maiúsculas;
1.6.3. Indicação do(s) Autor(es) e Titulação (no máximo três autores);
1.6.4. E-mail dos autores e link para currículo em plataforma lattes;
1.6.5. A indicação da instituição de fomento à pesquisa, se for o caso;
1.6.6. Palavras-chave: no máximo três, em português e em língua estrangeira
(inglês, francês ou espanhol).
1.6.7. Exposição do conteúdo da pesquisa, com descrição do MARCO
TEÓRICO e/ou da METODOLOGIA empregados, os dados e informações referentes
ao DESENVOLVIMENTO da análise e os RESULTADOS (obtidos, parciais ou
esperados), além das REFERÊNCIAS ao final.
1.6.7.1. O corpo do resumo deve conter entre 3000 e 5000 caracteres (com
espaço), excetuados título, autores e palavras-chave.

1.7. Trabalhos que não cumprirem todas as exigências especificadas neste edital
serão desclassificados sem passarem por avaliação de conteúdo da Comissão
Científica.

2. APRESENTAÇÕES NOS GRUPOS DE TRABALHO

2.1. As apresentações serão realizadas tendo em vista o grupo de trabalho


escolhido pelo inscrito, ou redirecionadas a critério da Comissão Científica, através
da plataforma googlemeet em link a ser disponibilizado aos participantes de cada GT
e divulgado na plataforma do evento.

2.2. As apresentações de trabalho ocorrerão no período da tarde do dia 08 de


dezembro, ou na manhã do dia 09 de dezembro de 2021, segundo cronograma
divulgado junto à listagem no formulário de inscrição.

2.3. É necessário que ao menos um autor esteja presente no dia estipulado para a
apresentação, o que é condição para emissão de certificados.

2.3. Em caso de coautoria, faz-se suficiente a presença de pelo menos um dos


autores no momento da exposição.

2.4. Somente será permitida a apresentação de trabalhos pelo(s) autor(es).

2.5. Cada trabalho será apresentado em, no máximo, 10 minutos,


independentemente da quantidade de autores presentes no momento da
apresentação.
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2.6. Para a apresentação, os autores poderão utilizar os recursos multimídias


disponíveis no Google Meet. A coordenação do GT não se responsabiliza pelo
funcionamento ou exibição dos recursos eventualmente escolhidos.

3. ENVIO DOS TRABALHOS COMPLETOS

3.1 Os autores de trabalhos completos deverão enviá-los até o dia 20 de janeiro de


2022, para o email politeia@ufsj.edu.br.

3.2 Os trabalhos completos deverão conter:


3.2.1 Título em letras maiúsculas;
3.2.2 Indicação do(s) Autor(es) e Titulação (no máximo três autores);
3.2.3 E-mail dos autores e link para currículo em plataforma lattes;
3.2.4 A indicação da instituição de fomento à pesquisa, se for o caso;
3.2.5 Resumo e palavras-chave: no máximo três, em português e em língua
estrangeira (inglês, francês ou espanhol).
3.2.6 Corpo do texto com no mínimo 15 mil e no máximo 25 mil caracteres (contando
os espaços), excetuados título, autores, resumo e palavras-chave.
3.2.7 Exposição do conteúdo da pesquisa, com descrição do MARCO TEÓRICO
e/ou da METODOLOGIA empregados, os dados e informações referentes ao
DESENVOLVIMENTO da análise, CONCLUSÃO, além das REFERÊNCIAS ao final.
3.2.8 O formato deve atender às normas da ABNT:
3.2.8.1 com fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5
cm, configuração de margem: superior 3cm, inferior 2cm, esquerda 3cm, direita 2cm,
parágrafo 1,25 e sem espaçamento (0 pt) entre os parágrafos.
3.2.8.2 As citações com mais de 3 linhas devem ser feitas com recuo de 4 cm, fonte
11, espaçamento simples
3.2.8.3 As notas de rodapé devem ser apresentadas em fonte 10, espaçamento
simples.
3.2.9 As referências devem seguir as normas da ABNT, de acordo com os seguintes
exemplos:
Periódico:
Autor. Título do artigo: Subtítulo do artigo. Título do periódico em negrito, Local,
Volume, Número, Páginas, Data.
Exemplo de Referência:
SILVA, Maria da. Constitucionalismo, democracia e redução das desigualdades.
Revista Politeia, Governador Valadares, v. 1, n. 13, p. 4-26, nov. 2021.

Jornal:
Autor. Título do artigo: Subtítulo do artigo. Título do jornal, Local, Data de publicação.
Caderno, Página.
Exemplo de Referência:
SILVA, Maria da. Democracia, campo jurídico, crise e crítica. Folha Politeia,
Governador Valadares, 5 set. 2021. Caderno de direito constitucional, p. 10.

Legislação:
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Área geográfica. Lei ou Decreto. Número, Data. Título do decreto. Título: Subtítulo.
Responsável. Edição. Local, Volume, Número de publicação, Páginas, Data da
publicação. Descrição.
Exemplo de Referência:
BRASIL. Decreto n. 83.221, de 8 de nov. de 1990. Dispõe sobre documentos e
procedimentos para despacho de navio em serviço nacional.

Livro
Autor. Título: Subtítulo. Edição. Local: Editora, Ano. Páginas. Volume.
Exemplo de Referência:
SILVA, Maria da. Crises da Democracia. 2. ed. Governador Valadares: UFJF ed.,
2021. 123 p.

Trabalho Acadêmico:
Autor. Título: Subtítulo. Ano de defesa. Folhas ou páginas. Trabalho (Título e curso)-
Faculdade, Universidade, Local, Ano de publicação. Volume.
Exemplo de Referência:
SILVA, Maria da. Direito constitucional, interpretação jurídica e impasses do
estado de direito. 156 f. Dissertação (Mestrado em Direito Constitucional).
Departamento de Direito, Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, Juiz
de Fora, 2020.

Site:
Autor. Título: subtítulo. edição. ano. Disponível em: Link do site. Acesso em: data de
acesso.
Exemplo de Referência:
PEREIRA, Alberto Ramos. Politeia: crises da democracia. 2019. Disponível em:
<http://www.adufersa.edu.br>. Acesso em: 5 set. 2021.

4. DISPOSIÇÕES GERAIS

4.1 Qualquer alteração na programação será informada pela comissão organizadora.

4.2 Qualquer dúvida deverá ser encaminhada para o email: politeia@ufsj.edu.br

Grupo de Pesquisa Politeia:


cultura política, teoria e identidade constitucional

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