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AMENDOIM

CLASSIFICAÇÃO BOTÂNCIA:

Família: Fabaceae (Leguminosae)

Gênero: Arachis

Espécie:
De acordo com a Monografia de Antonio Krapovicks &
Walton C. Gregory (1994) = 69 espécies e com Valls &
Simpson – 1994 = 80 espécies

Há espécies diplóides (2N = 20 e 2N =18) e as tetraplóides

Distribuídas nas secções:


Secção: Arachis - ocorrência Brasil, Bolívia, Paraguai e
Uruguai
- Espécie originada na Argentina e cultivada em mais de 80
paises: A. hypogaea -– groundnut, peanut, amendoim –
tetraplóide (reune 2 genomas ocorrentes em espécies
diplóides). A mais conhecida. Pode ser comunidade cru =
importante fonte de proteína na pré-história sul
americana. É dividida em subespécie:
A. hypogaea subespécie hypogaea
Var. hypogaea – pp Bolívia e Argentina
var. hirsuta - pp Peru
A. hypogaea subespécie fastigiata
Var. fastigiata – pp Brasil
Var. Aequatoriana – pp equador
Var. Peruviana – pp Peru
Var. vulgaris – pp Uruguai
- Espécies restritas ao Brasil: A. decora, A helides, A
hoehnei, A kuklmannii, A palustris, A praecox, A.
sternosperma.
- Espécies de ocorrência no Brasil e na Bolívai: A
glandulifera, A magna, A. simpsoni
- Espécie de ocorrência no Brasil e no Paraguai: A
microsperma
- Espécie de ocorrência no Brasil, na Bolívia e no Paraguai:
A diogoi
- Espécie de ocorrência no Brasil, Argentina e Uruguai: A
villosa

Secção: Caulorrhizae
Espécies:
- A. pintoi
- A. repens

Secção: Rhizomatosae
Secção: Procumbentes
Secção: Erectoides
Secção: Trierectoides
Secção: Extranervosae
Secção: Triseminatae
Secção: Heteranthae

Portanto, há no Brasil uma grande fonte de


diversidade genética de espécies de Arachis.

Dispersão:
- Homem
- Fenômenos naturais – desmoronamento de rios
- Dispersão por semente é limitada pois a produção é
subterrânea e o afastamento da semente da planta mãe é
em torno de 1m.
- Número de sementes varia muito por espécie

Arachis hypogaea

Grupo 1 – Virgínia: Arachis hypogaea subsespécie


hypogaea var. hypogaea.
Características:
 Ramos: 1 a 5 longos
 Frutos: grandes (5cm/2 sementes)
 Ciclo: 120 a 150 DAS
 - produzido no Brasil
 + exigente em nutrientes
Grupo 2 - Spanish: Arachis hypogaea subsespécie fastigiata
var. vulgaris
Características:
 Ramos: 1 a 3 curtos
 Frutos: pequenos (1 a 4 cm/1-2
sementes)
 Ciclo: 90 a 120 DAS
 + produzido no Brasil
 - exigente em nutrientes
Grupo 2 – Valência: Arachis hypogaea subsespécie
fastigiata var.fastigiata
Características:
 Ramos: 1 a 3 curtos
 Frutos: grandes (1 a 6 cm/4-5 sementes)
 Ciclo: 90 a 120 DAS
 + produzido no Brasil
 - exigente em nutrientes

DISPERSÃO:
para o México (tipo Virgínia) pelos espanhóis,
para a África e Ásia (tipo Spanish) pelos português
Brasil: tipo Valência.

FINALIDADE
semente (grão) – alimento, óleo e pericarpo do fruto (casca) -
farelo
consumo inatura:
100 g de amendoim cru contem:
578 calorias, 29 g de proteínas, 49 g de lipídios, 61 g de
cálcio, 365 mg de fósforo, 2 mg de ferro.
Subprodutos: torta: (casca, farinha desngordurada), usado
alimentação de bovinos, adubo orgânico

Custo: herbicida, sementes, fertilizante, fungicida


(cercospora), preparo do solo, semeadura, amontoa e colheita

RENDIMENTO AGRÍCOLAS E INDUSTRAIS

oleaginosas R. industrial R. Agrícola Produção


Óleo (%) (kg/ha) óleo (kg/ha)
Amendoim 45 1300 585
Mamona 44 1000 440
Girassol 44 1500 660
Soja 18 2000 350
Algodão 18 800 150
Palma 30 13500 3900
Babaçu 4 4000 168
macaúba 20 28000 5700
Jojoba 50 3000 1500
Abacate 13 10000 1300
Pinhão 39 1000 385
manso

DESCRIÇÃO DA PLANTA
 PARTE ÁEREA: anual, ramificada, porte ereto ou
rasteiro
 RAIZ: pivotante com abundante ramificação (raízes
laterais), 1,30 m de profundidade (seca), com bactérias
nitrogenadas – inúmeros nódulos
 FLORES: aéreas (frutos embaixo da terra), axilas das
folhas, 5 pétalas e 5 sépalas, gineceu com 2 a 5 óvulos
(ginóforos), androceu com 10 estames, sendo 8
funcionais na mesma planta (autógamas), com 0 a 6%
de cruzamento. As flores fecundam com o próprio
pólen. Botão abre de manhã e tem duração curta – de
manhã é flor, fecunda e a tarde está murcha.
 FRUTOS: vagens indeiscentes, estranguladas, tendo 1 a
5 sementes com pêlos (absorção)
 SEMENTES: tegumento de coloração variada: branca,
rosada, vermelha e roxa, var. do grupo valência e
spanish (Brasil), com ou sem dormência – quando sem
dormência - germinam no solo após a M.F , problemas
com chuva na colheita

EFICIÊNCIA DE FORMAÇÃO DE SEMENTES – hábito


indeterminado
100 – Florescimento
90 – fertilização
70- formação de peg (ginóforo)
20 – formação de sementes

PROPAGAÇÃO DA PLANTA

PORTE ERETO
 Espaçamento – 60 cm
 Densidade – 12 a 15 sementes/m
final: 10 a 12 x----100
12--- 80 x= 15
 Seleção das sementes: Qualidade – 80% de germinação
(padrão M.A.): IAC, COPLANA, EMBRAPA
Tratamento – para fungos de solo, semente beneficiada
Aquisição – órgão produtor ou produtor (próprias
sementes)
Para o beneficiamento – desinfestação com solução de
hipoclorito de sódio
 Época – no sudeste: água (setembro a outubro), seca
(fev a março) e no nordeste de abril a maio Colheita não
deve coincidir com as chuvas
 Manual ou máquina
 Seleção das Cultivares: sem dormência, média 3500
kg/ha, peso de 100 sementes= 40
Tatu 90-110 dias, Susceptível Cercospora, cor vermelha
IAC Tatu 90- 110 dias, cor vermelha
IAC 5 100- 120 dias, cor vermelha
IAC 22 100-120 dias, MS, cor creme
Botutatu 100- 120 dias, MR,cor vermelha

Experimento:
N.s/m % n.s/v 100s n.v/planta Vagem Vagem
casca (g) (g)/planta (kg/ha)
7 29 3 35 18 31 3200
10 28 3 36 17 22 3500
13 30 3 32 13 22 4000
16 28 3 36 11 17 4000
19 28 3 34 10 16 4100
22 27 3 37 9 14 4300
25 25 3 39 8 12 4300
28 29 3 35 8 12 4400

PORTE RASTEIRO
 Espaçamento – 70 a 80 cm (linhas duplas) ou 1,0
(linhas)
 Densidade – 10 a 12 sementes/m – 6 a 8 (60% de G)
 Cultivar: caiapó: 130-140 dias, MR, dormente, 4500
kg/há, peso de 100 sementes= 50-60, cor castanha
BR 1 e BRS 151 L – 7 (NORDESTE)
 Semeadura: sudeste (novembro)

FATORES EDAFOCLIMÁTICOS

SOLO
Evitar muito argilosos, sujeitos a encharcamento (mal
drenados)
pH entre 5,5 a 6

CLIMA E DESENVOLVIMENTO DA CULTURA


Climas quentes: regiões tropiciais

Temperatura:
aumento da temperatura favorece a formação de óleo e
diminui o ciclo vegetativo
Temperatura média de 22 a 29º C ótimo desenvolvimento

 Embebição a emergência 4 (36º C) – 13


(21º C)
 Emergência a primeira flor 27-37
 Emergência ao máximo número de flores 65-110
 Emergência ao primeiro peg 40-60
 Emergência ao final de formação do peg 95-150
 Emergência a máxima massa seca 90-150
 Emergência ao final da maturação 100-160

Umidade:
relativamente resistente a seca: raiz pivotante
moderada precipitação pluvial de 450 a 50 mm anuais
umidade suficiente nos dois primeiros meses (semeadura e
início do florescimento
redução das precipitações no final do ciclo (colheita)

Fotoperído
Não é sensível.

Nutrição da planta
respostas do amendoim a aplicação de adubo
Positiva: P, Ca, N, Mg, B, Cu, Mn
Interação: PK, NP

quantidade removida pelo amendoim (kg/ha)


N =50, P= 3, K =23, Ca= 15, Mg= 6, S= 3

TRATOS CULTURAIS
 PREPARO DO SOLO: para incorporar restos culturais
(evitar com doenças), penetração do peg, formação da
vagem, colheita) – aração e 2 gradagem
 AMONTOA: 1/3 a 2/3 da parte aérea (porte ereto), mais
ou menos 50 DAS= 2ª Capina
 CALAGEM: pH do solo e ou fornecimento de Ca.
Também recomenda-se para altas produtividades: cal.
Calcítico ou gesso em cobertura, por ocasião do
florescimento. Ca promove casca firme e sadia,
diminuição de vagens chochas
 ADUBAÇÃO ORGÂNICA: incorporação de restos
culturais, esterco de curral ( 5 a 10 t/há)
 ADUBAÇÃO MINERAL: de acordo com análise de
solo (Manual de adubação – RJ)
N- ha elevada exigência nutricional, porém a fixação
simbiótica de nitrogênio supre as necessidades da
planta. Em geral, a planta nodula bem sem inoculação,
pois a bactéria (Rhizobium) é comum nos solos.
K – regula processos essenciais - 20-40 kg/ha de K2O
(0-90 ppm de K no solo), no sulco de semeadura
P – armazenamento e transferência de energia - 40 a 80
kg/ha de P2O5 (0-20 ppm de P no solo), no sulco de
semeadura
Na semente: Mo + Co
Folha: Mn + Zn (florescimento)

Fonte P2O5 (%) Ca Mg(%) S(%)


(%)
Superfosfato 20 20 0,3 12
simples
Hiperfosfato 28 30 0 0
Yookarin 19 15 3 5
Termofosfato 18 20 9 0
Fosfato 26 25 0 6
parcialmente
acidulado

Experimento:
1987/88 1988/99
Fontes Vagens Sementes Vagens Sementes
(kg/ha) (kg/ha) (kg/ha) (kg/ha)
S/Ca C/ Ca
Superfosfato 2250 1550 1700 1600 1100
simples
Hiperfosfato 2280 1600 17400 1700 1100
Yookarin 2300 1600 1900 1700 1100
Termofosfato 2700 2000 1900 1600 1000
Fosfato 2200 1600 1700 1500 1000
parcialmente
acidulado

3 meses de armazenamento
Fontes germinação Vigor
S/Ca C/ Ca
Superfosfato 70 17 26
simples
Hiperfosfato 77 15 35
Yookarin 71 9 36
Termofosfato 70 7 43
Fosfato 70 11 55
parcialmente
acidulado

S/Ca C/ Ca
Águas 1800 1700
Seca 1200 1500

 PLANTAS DANINHAS: anuais (capim colchão, capim


marmelada, capim colonião, corda de viola, beldorgea,
cururu de folha comum e larga), perene (tiririca)
Controle: mecânico (enxada ou trator), químico
(herbicidas em pré-plantio, pré emergencia ou seja na
semeadura, pós-emergência)
 PRAGAS: pragas de solo (lagarta elasmo, lagarta rosca)
e pragas de parte áerea (trips, cigarrinha, lagarta da soa,
curuquerê dos capinzais, lagarta do pescoço vermelho)
 DOENÇAS: pré-emergência (Aspegillus) pós
emergência (Rhizoctonia), final do ciclo (mancha preta
- Cercospora)
 ROTAÇÃO: - doenças e pragas, - uso de fertilizantes

COLHEITA
 Importância
 Variação: PMF – Condições climáticas, época de
semeadura, nutrição da planta, controle de pragas e
doenças. Em média; eretas (100 a 110), rasteiras (120
DAS)
 Características – planta, vagem e semente – 70%
coloração amarela das folhas, vagens coloração interna
marron e sementes de coloração característica do
cultivar
 Antes da maturidade e após a maturidade
 Operação – manual (cultivos pequenos) e mecânica
(escavadeira-colheitadeira – cortar – arrancar – sacudir
– limpar – enfileirar)
 Arrancamento da planta – manual, arado e máquina
 Secagem. Na colheita 35% - atingir 7 a 13%.
Secagem ao sol, plantas em fileiras, vagens voltadas
para cima. Desvantagens: geminação, apodrecimento e
contaminação por aflatoxina.
Sistema de secagem em meda- evitar o contato com
superificie do solo.
Secagem artificial (tempreatura menor que 35º C), pois
pode causar torração, enrugamento e rachadura da casca,
sabor desagradável. Se for muito lenta, pode causar bolor,
descoloração.
 Despencamento ou batedura
 Limpeza
 ensacamento
Experimento:
Colheita Vagens Grãos Sementes
(DAS) (kg/ha) (kg/ha) (p.18)
(kg/ha)
87 1744 690 400
94 2400 1100 800
101 2740 1200 1100
108 3300 1600 1500
115 3740 1800 1600
122 3740 1800 1800
129 4100 2100 2000
136 3400 1900 1800
143 3800 1900 1800
s/c 3200 1500 1300
c/c 3400 1800 1500

 Colheita antecipada – sementes imaturas


 Colheita tardia – deterioração no campo, com as
chuvas: aumento do teor de água e apodrece
 Colheita ideal: maior produção – 129DAS

ARMAZENAMENTO
 Importância
 Local – temperatura e umidade relativa do ar (30% de
UR e 25º C ou 25% UR E 30ºC).
 Sistema – embalagem (25 kg – beneficiada ou 50 kg em
casca)
 Tratamento – doença transmitida por sementes -
cercospora e rizoctoniose
 Desinfecção –limpeza das sacarias e ambiente
 Pragas: traças
Fungo
Aspergillu Substrato: Cereais, rações, alguns alimentos
s flavus leite
Aspergillu
s Toxina: Aflatoxina B1, B2, G1 e G2
parasiticus
Suceptibilidade Suínos, bovinos, aves,
camundongos, ratos, cobaias, macacos, cães,
homem

Efeitos biológicos Hepatomas, cirose hepática,


hemorragias do trato gastrointestinal, prostação.

ANVISA: RESOLUÇÃO – RDC – N. 274 DE 15/10/2002


Estabelece o limite de 20 microg/kg de aflatoxina B1, B2,
G1 G2 em amendoim em grão e em pasta.
 Campo
 Armazenamento

INFECÇÃO
 VIA FRUTOS SUBTERRÂNEOS –165 UFC/G DE
SOLO
 VIA FLOR – PP// INSETOS

O CRESCIMENTO DE FUNGO NÃO ESTÁ


RELACIONADO COM A SINTESE DE AFLATOXINA

NO ARMAZENAMENTO
Faixa de crescimento: 6-45oC e 0,80 de atividade de água
Faixa de produção de toxina: 35oC e 0,90 de água.

MANEJO DA CULTURA
PRÉ- COLHEITA: COND. CLIM., CULT., Ca NO SOLO
PÓS-COLHEITA: SUBSTÂNCIAS: Ácido propiônico,
betonitas, aluminosilicatos, sais de alumínio, ferro e níquel,
uso de extratos de plantas medicinais (alho, cebola, canela e
capim limão).

OBJETIVOS DO MELHORAMENTO
 Produtividade- alto nível de produção em diferentes
ambientes e maior rendimento de óleo
 Hibridação e seleção para rasteiras de ciclo semi-
precoce
 Resistência a doenças – redução de pesticidas
 Resistência a nematóides
 Resistência a insetos
 Resistência a seca – estresse
 Precocidade – menos vulnerável ao tempo
 Qualidade – mercado – exigência do consumidor
Óleo - 47 a 64%
Proteína – 25 a 30 %

Arachis pintoi
Botânica:
Família: fabaceae (leguminosae)
Gênero Arachis
Secção caulorhizae
Espécie: pintoi
repens
origem
área das bacias dos rios Jequitinhonha, são francisco e
tocantins
adaptação
 desde nível do mar até 1800m.
 Precipitação pluvial superior a 1200mm (excelente
desempenho com 2000 a 3500mm), bem distribuídos
durante o ano.
 Pode sobreviver a períodos de seca e a geadas em
regiões subtropiciais.

Características
 Herbácea perene, hábito de crescimento estolonífero e
rasteiro
 sistema radicular pivotante, podendo chegar a 1,8m de
profundidade, sem que 80% está até 80 cm.
 Folhas alternadas, com dois pares de folíolos. O caule é
ramificado, com entrenós curtos e estolões, que podem
chegar até a 1,5 m de comprimento. Porte variando de
20 a 40 cm, dependendo das condições de cultivo.
 Florescimento indeterminado. autógama
 frutos: pequenos (1 cm/1-2 sementes)

Finalidade/importância econômica
 cobertura verde do solo
 valor paisagístico
 nutrição animal (forragem)
 adubação verde
Produção de matéria seca: 5 a 8 t/ha e de fixação biológica:
150 a 180 kg/ha/ano

estabelecimento
 semente
cultivares: Amarillo, Belmonte, mani forrageiro
Em sulcos espaçados de 0,5 m e a 8 cm de
profundidade
 estolões

Solo
arenoso e argiloso
fertilidade: tolerância a solos com elevada saturação de
alumínio

Épocas de semeadura ou plantio


Inicio das chuvas, sem veranico para o estabelecimento das
sementes ou mudas. Temperatura superior a 18º C.

Pragas
Sáuva e outros insetos mastigadores

Doenças
Na costa rica: Rhizoctonia, cercospora

Colheita
 Mecânico
 Semimecanico
 Manural
Entraves
 Pouco estudo sobre a cultura
 Acesso aos materiais de propagação
 Grande necessidade de mão de obra
 divulgação
Centros de pesquisa
Ciat (Colômbia), Embrapa – CPAC (Brasília), Acre (Rio
Branco), CEPLAC (Bahia)

Experimentos na Colômbia (melhores resultados em


negrito)
Temperatura mínima de 16 a 22ºC
Temperatura máxima de 28 a 32º C
Altitude de 150 a 1400
Meses com chuvas: 4 a 12
Solo: textura franco arenosa a franco argiloso

Cal (t/ha) RSP Biomassa Sementes Viabilidade


(kg/ha) (kg/ha) (g/100) 3Meses
(%)
0,5 2745 6222 18 82
2 1849 6936 17 74
4 1665 7818 17 87

Densidade RSP Biomassa Sementes Viabilidade


de (kg/ha) (kg/ha) (g/100) 3Meses
semeadura (%)
(kg/ha)
10 1800 6000 18 79
20 1600 5900 17 90
40 2100 2600 17 82
85 1900 6800 17 86
Estolões 248 10396 16 89
100mil/ha

Para estudo

Arachis pintoi
 Circular técnica n. 43 – EMBRAPA – 2001
 Comunicado técnico n. 152 – EMBRAPA – 2002
 Periódicos: Pasturas tropicales, v. 19, n.3; Revista
de Biologia e Ciência da Terra, n.1; Ciência
Rural, 38,8.

Arachis hypogaea
Informe agropecuário, 7, 1981
Periódicos: Pesquisa agropecuária brasileira, v28, n.4;
v.33, n.5; v.29, n.10; v23, n.4; Revista Brasileira de
Sementes, v.12, n.3; v.16, n.2.

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