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HALL. HOLOII'EXKO.

LAUGHLIX

ELEITIENTOS
ORGÂNICO
DE trlÁOUlNAt (2.a
ED,ÇÃoRE
ResuÍÌ|o da Teoria
32() pr.oblemas rêsolvidos
266 probl€Ínas propostos

Ìroduzidooor
PAULO MURITO A, DA ROCHA

GOI,EOIO
SGIIAUMMcCRAW-HILL
ÂLLEN S. HALL, JR" M. S., Ph, D. ALFRED R. HOLOWENKO, M.S.
HERMAN G. LAUGHLIN. M. S.

ELEMENTOSORGANICOS
(Pre!â.âdo
ÌÌCIIÁ

Fro
I]ATÀLO(}B'(i'rcÀ

cenho ae câialoetçáo-ú-'ontë
DE
Bra6 êt't tto Ì,|üo sP)

MA Q UI NA S
câmÁrâ

HâI, Âllen strickrâlit, i917- TRA.DUçÃO


stíckland IIâu têl ÊêrnÀn a PATILO MTJRILO ARAUJO DA ROCHA
ENCNIETTO MICÂMCO
Rochâ, são Pâdoi
P, iÌúst (c!réçÃo schaüú)

Projê'o 2 Eaênn'íe m'dr'

artueô R. 1Í. IÁusNi. Êênaí G III TIIU'


ìó. IV. sérl€: schauÉ

llaic€È Par' @iá]oso rist€m6uco:

Ensenra.lã me.ânlce 621 070


g. uen*"* rÌojeto : !Ìns€lhEÌts mô"ìnl'À rrl
' me.lnlcd €ll 0?0 'll
EE€rhâri'
ttê mÁqutta. : tnsênha.la h..Ânlo ilt rl'
{. P.ol€to

lÃo P Ur.o
OI JAI{EIFO
HOiI2ONÌE
AtEOf,E
ilctft
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Do OriÈâl

Ethau,rr't (lutline of Theory and Probl.ems


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Machine Design
publicado nc Ë.U.4. por SchM pübliúirg Co.
coprÌidt @ 19ót by MccÍM-Hi\-re.

CoptÌisht O 1970 da Fditdr Mccraw-Hill do B.sit üdr.

pâne d$ra publicaçãó podcÌá aí r€pruduid4 erqÌdad. pero sist ma


_. I.".t].,
-ÌerÉval" ou tÍârsmitidâ (le qlarqud Dodo @ pú qurtqq ourÍo @io, *ir cate
rorocólia.de sÍÀvâç5o,
ou ootroqso DÍéviâturoÌia{ão 5U MÁ R IO
llï.?i""Ì; ïïËi,3;"1"

Scsudâ Edição vn
D(
r - IltrodúFo I
2 Esrudo dar TeDsõs De*nvoÌvidàs eú Elmdt6 de Máqüms 9
3- Ajulaed e Tolerâncias ilê Peçs MêtáìicâB 33
46
5 - Fl€rão € Fldbagen ê m El e ftn tc ilê MáquiB ...,.,.,,. 65
6 - Prcjero ilê Eld.nros de Máquus sob a Âçãô d€ Cúgs
119
7 - úbrição nis Máquine t44
8 - Velaidade CÌíÌica de Eirc! e Áryúes 167
9 - T 'â nsi sã o d . Po l ê b ci a .... .. ,. .., 189
l0 - Proieio de AcoplúeDro\ 217
tl - C h âve l â s, Pi tr o ! e Ár d Ê' Fskta d ò ............. .. 229
fodot o..tit.ilo. ptt. tln|!. Nnúgn.* wn dot pk 12 - PÀrafrac d. Acionuerlo e de União 241
EOÍÌOBArrcGÊ^W-H[L m AR^Sll- LIDA. lJ - Edotço\ oos Púúusos 260
2:77
15 FE ic .......... 298
Ru Ì.b69ú, 1105 Cond3 dê BonÍm, r3t^
slô P ulo Ê|o
^( D€JAatEttìo 16 Mo lÈ! . . . . . . . . . . 3m
-ESÌADO DÉ SÀO P ULO EsÍ^DO @ ÊrOOEJÁ!|E|nO t7 - Iorças oa EtrgEnagcn5 346
18 tue Í eúgds Cilí údr ica . . . . . . . . . . . . . 377
Ìeblon.:22-295í9 19 - EolreÈseor Helicoidais... 399
Ì.têlonê:€-5&34
BEIO HORIZOI{ÌE PORÍO ALÊGFE 20 - E úgÍ em eÉr sCônicas. . . . . . . . . . . . . . . 4t2
MII{ASGEÂÀS Fb cRÁIIOE t)o SUL 2r - P & a Í úo SeD. I im . . . . . 426
22 - Múcoie de Rolâúetrro 438
Ar. Joãode B.rbq l-75oJrr 23 - Proi€toé LubÌificaçãodè Mú@is de Deslimelto .-..-..... 474
24 A ci om í lo por Côr eia! . . . . . . . . . . . 496
25 - Solda 517
542
5ó0
trdie Atrúoo 581
À SEGUNDAEDIÇÃO
PREFÁCIO

litdarua técnie, em Íi)9 i(Íom, coÍtinuâdmente


qe m6'trriqu@-ç
couhe â hoüa i'e prêfaciiÍ'
@s ^ c bos púlica4('€s! @mo 6ta
'Fas o liEo haçiÚ* Duoâ aP@Dla4ão Ìeô
Or DrircÍpios qE norteiú
hmôúict d' Úodô â ptmiÚ um táol edo_
- p.ario p.rt;r"-"or.
'i""

O íaro il,È Dão s obsvâtío o sisieúa úétri@' prcblem4 ile oíg'm'


téoi6, sAô iutifedas plênÚcÍté Essa nos'
@tÍdiando oixs
'Il)tru ât€o.ieiloÍ€s quê s@os ile &t'Y àoP estÍãúeÊto c
Ie d. daaeniolvim.úo,

Á obrâ úG tl,á út idéis c!4Â {ra Yivência proÍiisional ê iÚênção de


*m autos m Íom icquÍvo e obietiva de âprcsêntála" principa&Énte'
l:m rclâéo @ qeÍ.ícic dc aPticÀção'
I{eüft, ainils, a$éctos d! difercútés Íat@a: cinemático' eúático e di-
umâ perfeita údeiâç59 oi difereÍte elê-
ra-,co, ã i-."1 u ':tÍe
meltos úeâDlsói m€.ânic6 "*-,ir qE @mPGm rmâ m4una
loúgo de sW erpqiçõe e' É foÍEa d' su tratmento' co{dlz @nr
õ @neza
^o
*srltanç4 o 6rudaÍG ou o técúi@, aG cílcdos e âo PÍojeto' com
dê oD 6"irado Podli'vo.
cmo elementár €m arg$ (tos
À iDPrsão âp@íÈ iL e .prc*otai
aDt$nlâ-.os, ooFaÍismúq Do su cútutrto um
8ú16 rÍdadc, 'on'
teúito $üstaÍial ü'trc ainila dG ngos dâ tôíio êtü'l'
itiríam qüê eíâ obÌâ' a pÚ <l'e ma 6Ídição essÚiaÌ-
Corrluindq
ebÈmodo {úo uú au'iüd expÌe$irc Ú 6tudan_
c6L didrric4 cortrrbui
coÍtaúq de máqünõ' hêm como' p@ncrìc um pare
re, e pojeti!Ía e ao
dÒ vdio de r@ã liteÍúür. técú@.

M]{RCO STIPKOVIC FILHO


PREF ÁCT O

dG 'ódisc e t3bPtâÈpora 'ibrúlgtlÉ MúLG


Drobìpmaqprúli.o( ' onhÉiút nl G slqm Úd d" e'periâF

;:;;t'; -;i,;; "*,:*""ry"*l tïïXÌ,;ï;ïiJ,iï;i,;


* .*- *, plênum'trte alrúçddo ap.c
ã**"ìi.*

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que 6tê üYro é dientâdo
*ítido
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dê Íìs$4 Tiv6
;;,'"'* dÊtem 4r.ê rrsl'Âlbo â @ sÌúdÌ trúnIm
dâs Máquimr' ÍoEÚ
*"-,", *U- n*'oin ie dos ltlatPriaj' ê nináúi'a

#i*:"',:ïïrï#*'JJlï1'"ï"1ts:"Ëi"üï$ï,.;i"$h*,r
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I nt ro d u çã o
c au'|ors ti'am-nì6 im.Nmeore âsÌud@idc
por
l'"li.Ë"ï
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dÍstÌurrÌs € sueÉsr6'
sms .rítid6
-*-"","-* C apítul o 1
a ES Àft' Fmtêsot de PÌojeio de Máqui-
;ï; *;l; ,",,;
-*a* pìa'",,'rc'
"sp€{ial
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o méü)do sesddo por ú( :.ïff ïï"*inT'::,,ï
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ÂG núLod. o ele E€ dele
*"-**- Mq spü's(te" da fómuls dê Lè*is'
por
Projeto3 ile engenharia consistem na cÌiação de planos d€
llâvden' pâIa
-ì,*ì Àqaderimenld eÌl€Nir@ pdrli'ulÊmente a NL lleÜ! 'ãoé @ máquinas, estruturas, sistemas ou idealização de pÌocessos
d' an" erár'a D6 risus rcarÉmo
;;;ui(j;
"*
ff:;;,;;; 'ujo d*edpêoha
* *" â\isun'ição reaìizarem funções beú dôfinidas
ïïYilfffi.".r^,.ii'"i,ï-'
* que trG Um pÍojeto' compõe_se das seguint€s etapa6:
c"au o Às 'esuitrr€.€nÚdldesret remj'!ào
;;".* 'g''a'
mrérir de dÌeito d"lcite l in'oln Fle'rrir compÚr' ít) reconhecjúento ê coÍlstatâção dâ sua nacess;dadé;isto
n-'í],1ì.
",o"*, Beúins uúurs"rú6 As'iarioo \t' À'a Râinodi e d,eÍiíte o poblem\ .
il:ï;p,,ï.;
Nlr. Jobn Bovd d sdlinehou'e ue(lri' LompanÌ (2) estudo de alileÍentes encaminharÈentos do pÌoblema e
seÌeção de ún deles que será estudado eü mâioies detalhes; deste
estágio, fâzem parie pesqüisds especrais' se necessário;
À.S- IIa[ JÌ. G) deÌíneenenlo do anlePdjero da fláquina' estÌütuÌâ, sistema
ou DÌocesso setecionado. Com isto estârá estabelecido o aspecto
H.G. IÁuahlü geral e possibilitará a organizâção 'Jas especilicaçõesdos compo-
nentes mais iúPortantes;
(4) dinensionameoto de todos os compooeotêse prcparação
dos desenhos d especificações pormeno 'â'ìos'
Nas primeiras etapas do pmjeto, o projetistâ ê tm Üiedor''
aí ele porle dar vazão à sua capacidade inventiYa'
Os alesenhos e especiÍicações finais de ürÌr proieto 3ão o
.êgislro de uma ioÍinidade de decisões \as úllimas ctapas do
t,ãbâlho o prcjêtista ê o honem que lom& as decisães Cabe-lhe
trabaÌnar sáürhmente baseado em princípios cienííficos comple-
mentados poÌ dados enpíricos. Contudo, deYemos coÌxpreendex
aue a ciêo.ia DodeapêoâsestâbeleccÌ üúitcs dtotro dos quâ;suma
i.ciseo <leve tont"a" ou evidenciarcslâtiqlicamcole os êlcilog
"..
ale uma certa decisãó. A decisãotem que ser do pÌojetista; daí â
o
caÌacterística prlncipaÌ de um bom projet;sta ser, poÌtantor
óom-sensoao tomar as decisões.
2 EI,EÌÍENToS oRcÂNrcos DE Míqunüs cÁP. I INTRODüçÃo

O projelo de umâ D.iqui!â dcve scgúr um €squemâ de Cinemática, Estática, Dinâmica e Resistência dos Matedais. CoD-
tübaÌho semelhaúte ao apresentado ne Fie. 1-1. tudo, todos os assuìtos lecionados em um .urco de engenharia são
indispensáyeis a um bom pÌojetista. Entre estec assuntos de Ìeal
iúpoúâüciâ podeÍÌos c;târ a NomogrâIia, Ecoüoüia, Metalurgia,
Tereodinâmica, Transmissão de Calor, Mecânica dos Fluidos e
EÌetricidarte. O estudante âo iniciar-se em PÌojeto de Àfáqì]inas
devê ter algum conhecimenÍo de todos estes assuntos.
À Ìelação de perguntas e pÌoblemas sobÌe Mecânica aqui
apresetrÍada, dará ao leitor uma possibiÌidade de veÌificar seus
conhecimentos cDm Ìelação a assuntos básicos. Devem ser respon-
didos, coretaüente, sem consultâs, pe-Ìo menos 90% dos quesitos
âpresertâdos. Em càso conftáÌio, recomeÂda-seque seja Ieitâ üma
Ìeüsão deste assuÌìto.

REVISÃO DE Mf,CÂNICA

(Ô rcmÍn rrnóúel ite indbalho é d. S lútu. as resrstds sõ.oaIoúB


Fis. l-t ao Jim do .ãpíttto.)
Depois de asspntadasas cspêciÍi.açõesgerais, deve€e estâìe_
. F!çê or eÊq@úas què quiser. Dê s respcras
teÍct o armnjo cinêmáticodâ máquina. À etápa seguirìÍ,econsiste côm aô
uida.lcs coÌ.eras.
em um estudo das forcas atuantes, estudo este airda incompleto
noe casos em que as foÌças provenientes de acelerações sejam r. Quaì â potêaciÀ ne$ária pâÌa môye. uú ca@ q 60 m.p.h. (96
consideradas, poÌqìre Dão são codìecidas as massas das kn/h) âo loneo d€ unâ stradâ ho.imnraÌ, hnyendo uma fo.ça uisrenre de 500 lb
DaÌtes (225ke), na direcão do noviúênio se o rendinerto @câni@ torat é dc s5%l
móveis. Com êstas iDÍormaçôespodê ser Íciro um ant_cpmjeto
clos componentes (ainda não müito prêciso pois trão são conhecidas 2, Un pdafGo de lÌúmissão de porênci{ €stá sendo pesJNádo com
exatamente todas as forças). Àgora estamos habiütados a fazer otâção coEtante p€la aplicação d€ uú momento dê to4ão de r50 b.pot (r?0
üma análise maie exata das lorças e a completar o projeto. Além ke.cn). Qual o t.ahàlho 0b.poD Gs.cn) realizãdo po. rctação I

.da resistência e Ìigidez, muitos fatores aÍetaú as decisões Íinai6,


3. Una poüa de 10 pol (25 cm) de diâúerm csrá Donrade €ú uma útuoe
como Bejâm epaËncia, liEitações de peso e espaço, Íacilidade de a meia distâÌciâ ertre dois múcsi6 sepeados de 30 pol (?5 cm). À pôliÈ é
acionâda por uma cdreia com os úmos puÌaúdo-a yeúicâlmenL para cima.
obtenção da marérìa-pr;ma, têcnicas de ÍabÌicação etc.
Se a fo.qâ no rúo í€úo da coÌfeia ê de 600 lb (2?o ks) c Ío r@o I|oEo é de
O exposto acima é apenas utrl reeumo do problema mas, apes€Ì 200 Ìb (90 ks), qúár o DáÌimo momenro fleror e o máÌimo moDenro d€ rorção
disso, não deve ser esquecido. Toilas as etapa! mencionadas estão 6e a potência é rêtíadâ por uúa ila ertemidsdês da ároÍe, errav& de uú
haslante interÌigadas; há um contínuo processo de vaivém, ilustrado ;copla@úto fidivel I
pêlacselâseDìljnba tracejadana Fig. l_.. 4. Co$iderê-se um cabo pâsado soba uúa Íbìiâ qüe sha ÌiÌrem€nre eú
tomo do eLo. Em úâ d6 èhenid{des do caho há ú peso de 200 tb (90 ks)
Por exempÌo, depois de ììÌna p mei.a tentativa de pÌojetaÌ o€
_ e na ou[.a ú de s0 lb (22,5 ks). Ddprezúdo a nNá d! potia e o ar.ito, caÌculâÌ
elementos dc uma c€Ìta máquina, uma anáÌise dinâaica pode acusaÌ
o aparêcimcnlode êlcÌadas forçasdê irárcia e obrigar, portalto, a
5. Um quâdE rígido, @ fo.mã de À. é consrituido de irês etemenros, ligÂdG
uma revisão no esrÍuema cineìÌÌático da mesma. po. int€rmó.lio de pinos; o quadú está colocado eh ú plâno seú atrito e suporíÀ
uha foça F âDlicada yê.ticÈÌúenic pare baüo no pino do Ìériice. Fúe. uú
As ciências Ìnas intimament€ .etacionadas ao projeto de
€qmma do dis8Ìlma de colPo IiÌre pea cada elemenro, mGrrúdo rodas @
ÍBáqüinassão a Maremática e a Fisica, r,endoespeciatJesúque a
EI,EMIII\MOS OBGâÌ.IICOS DE MíQÚINTS crr. f ì1ÌTRODUçÃO

(ó) ÂnálDep ao âcima d@to que s trê5 t@!õé prieipâis são: @nplesôeo
ó. {o) Quôl ôi derúição natemári@ de bomerto dè tuérciq de um áEal
(ò) DoboDstrú aF o úonetrto itè irêEi! ate uú EiâD8uló, @ .ek6o dô 600 !si, c@püsão dê 8{rc !6i € zN.
À um ei$ qE pNe lelo *u cerrú de úase e *ja pâúbro À b@, Ì3. (d) Se rú hoúêú !!]r@a úa ds exíEúidâdes de uúâ colda
(cabo)
ê ht'1r2. ! l'@ árore ê pe(tEâ n& out a extEúidÀde üE pe de r00 lb,
quâì â {orcã
(c) DêmoBrraÌ qre o uódulo ire êtuttucia peâ o itú (Õ) é ÕÀï6- trdi.iya dese|Nlüda na cdda (câho) I
(d) T€trdo por b66 qu€ o bodêtrto ito inércia de ua &!ão cirol& (ó) Qre tosËo o:isiiriÀ E coÌda (catú) e on 'sd' drftDidaiìê uô bonem
d! reÌação e um diâ@trc é .d164, dôte@iÍe o @@Íto dë iÍéreio a pq.s com úúa foÍça de 100 ÌÌ,1
de úú cobq circdd tendô uú diâetu qüèEo de rr FI ô [m
ô 60
iliâ@t o iúrdno de 2 pol 14. Uú cmiDhão @E ptu!É ilê 3 pés ilé iliâúetrc elt@o, Eoveae
ponto da pqiíeria do púeu' mâi8
(.) DedoDtuaÌ dmo * pode obter @m r@ávêl rmiúo o @uêÍro
pê/s. Quar a rehidade rêratiYa ao slo dé um
_.ru't.a"_r*"i*t
{to slo em m dado iNttute I Qual À vêtocidÀile Úsulü
dê inérciq dê uú áEa toial,lhtê i.iesüIe.
G.p.m.) il6 rod6 @t6 @ndiçõd I Qual a a@leÍa6o ile uD PDto da !ê'iíeÍia
?- O rctor dê um úoto elético pëâ r0 lb (5 ks) e teú 4 Fol (10 cm) de diâ- ito pneú eú coltato cd o $lol
nêtrc. Quâl o tempô @cNáÌio p&a a *l@idade do moto. paü de 0 4 t.800 de ? pol (r?'5 cÚ)
15. Utu eÍs€úseú óDica t@do um diâ@tm pimitiÍo
Í. p.n., Ádmitindo uD eomento de to.ção lfftdte de 20 ìb.pol (2,5 N.m) ê 14 pol (35 cm) do útual
é entada ú è{.úiitade ile uúa áfrore, €m boÌânço, À
a não distêrciâ de cúga 6tda, dúel€ esie períodol @m!o!@ts: túeencial
Dáb Eóriúo. A coÌsÀ ra eneÌúageú têm I *guint6
SuÍbr que o útoÍ ó uÊ cilinde bomgCn@. = 500 lb (225 ks)'
& - ì . 200 ìb (540 L8), .adial r' = ?00 lb (315 ks) e diâl
a. Delidr momento íletôr. Qual a coov@ção @múm@te âdolâda pM (d) Câlcülü o @'ìhro
'a
de toição que cda força fe ôurgiÌ ú árde
dete@iÍa! o sinál do Eommto íletoÌl DemoNtÍd o aposto, lDr inteBédio
íò) Cqbdü o motuÍto fleior ala ároe' !Ò hqDcal nais P'6xino' deYido
d6 co.Fos isÌsdG 0ivr6), @NistiDdo em pequens sqõé retidd6 d6 dt|@i-
dad6 ilê úa yiga simplMente apoiada, cqÌreeÂda de tal @do q@ exitt!
momerto Iletor psiiivo na vizitrüúça iÌa ext@idade 6sueÌda e m!'hto (.) Cqlculd o úoIÌuto fletor Bulitut€, da ámre, no mancaÌ mais sóxiúo
fletoÍ neeatiao na viziDiúça dq ertÉmidade dirciia da vka. quÚdo tdtado
1ó. Uú Eiìuto! de Ìermida.le tmdo uu elação de 10:l'
9. Sê Na moL! d€ílete 2 pol (5 cn) sob l'@ cúca de 500 lb (225 ks) dó estradã de I o00 ip ú psra fomeer uú mol@Lo d"
@ú o@ vetei.rsde
qüoÌ a enqgia t@ozÚada 3e a ctug ó gadualúenê apücad{t tle 50 lb pol, ftc*itóu <té u@ momento de ó ìb pol Qusl a eficiêeia
tor6o
ì0. DelúÈ o hp e moEi.e que s potêncis @ bp Ibrle s expre Iú:
alitl41âdor d6peja deia ôobre DD ltá.slDrtÀdor de coreiÁ' €m
F' 0b) x r/ (pés,hú) - r0b Dol) x ?V(r.D.m.) ú. Um
é dê
P= Èovillmto e dt@ado horidtslúèírê. Se ! rel@idaite dÓ trNPorüado!
33.000 63.000
€ â v&ão do ali@ÍtÀdor é ile 15-000 lb/nin, qual a fô'ça ne6_
2.txlo pês/úiÍ
a;rla a riout o toa;Fo.tadorl Delrzd o âtÍito deseNolvido eÍtre os
GlêEmts dê !cid!ú@ao do tr@Iriador.
D _ F(ts) X Y(úoítnin) I(ks.cn) x NG.p.@)
_- -ì.16-
- ,l 5í) '- " x to, r8. Uma visa dê âço, siúpl6úen1€ aPoiâda, quúdo cÚe8!dâ com uma
' foa,l rre 20o ìh eú Á, t@ üE o{Edam€ulo de 0'4 pôl eú B Que força' aPlicadâ
tt. Iluttr s'aficmdtê a ilistÌibuição dè tdÁõB sobt€ a eção t @ll:el ilê 0,1 IDI eE Á I
ú A- cdsá üE aÍuda@lto
de uM viga n6 eguiat6 ctsG:
(a) Têúsão deüda à fleúo (Mc[), eú @â visâ siEpidnmte lFoiad qE 19. Utu detúe@ FlúeráÌiâ mdee coú uma veldidÀde angule de
é (r) siúétÌica en Elú€o âo eüo nêuló da 6eéo tÌ?Ey4al; (2) süo-étÌica 20 radA e a Í€úda{ìe de eu @irc dê savidaile 6 de 10 pâ/s' Qual a ôua
CoúidEú . eosÈÍagEú cono un citindrc IEtudo t0 lb
@ reÌacão ao citado eüo. .*"*i. A"C.i*l
(ò) Teúão de t.a€o ou @mp@são (F/4) devidâ â ma cesa dial € têldo !E diâ@tp rle 6 Fol

(.) T€nsão dê torção ("./J) deúda ao tll@eiio de td!ão aplíoâdo (ôó p&a dd ú@iúento de ú siete@ vúrete cob
,0. À éqüação dif@isl
122=0
eì@êrtos de @o reta ci.cde). âEdteiúento (ú6a + mola) de ú glÀü de libérdade ê 8t + 5i +
(A! uidad€' 3ão lb' pol' s')
(d) TeÍsão cÈaÌhete (vQlÌò) @ um visa siúpleô@te apoiadr c@: Qual á fteqiiêúeia úatuar do sistemsl
(Ì) seoãotÌ@vdsal circ"rü; (2) *éoila$v6âr ret&süle e (3) eéot ,EvêBar adúitn q@ à bi€la 6tá Újéiis
'21. Nuú ôisú.ma tuholGbiêla_meivelq
a uE tuvi@to túl que i &elerslcão de uma enremidadê em rekçeo À outÍa
12. (a) Se ú elenênlo de uma máquinq *tá cúr€sado do tôl modo quo ó d.20o pés/s' (60 id/f) ê fú, ú âDsllo de !0o @m relncão à direrão do êiro dú
s tr& ienBõ€â principais em @ ÍDíto são: tensão de túção ilê 600 !6i; têo!ão llú. O A. hi.Ia é dê I por (20 c!) Caldtd 3úa vel@idúdê e
de iração d6 800 p6i è do, qual é â Etuima i€$ão cislhana€ !o !o!to I ".-p'.".i.
.cêl€.&cão ansulúè.
xmMEN!9S OnGÂNTCOSDE úíqUrNrS cr?. 1 ÌNTBoDoçÁo

tr, Uú cato dê âço é eltolãdo du8 ve6 eú tmo iÌe um FGt4' Eb câda, 6o sübitaúeíte apliced6. Co6iddúilo a büa !ísids, detaúinú:
üma da! 6xüeúidad6 lpüca-e lr@ {oÍç. P e À outlt uDÀ fq& de 31000 lb- (c) o n6litu momêÍto tlet!È; (à)  ná'iúa 1ê4ão d€corenie.
um co€ficimrê dô atrito isuaÌ a 0,15 det€@ine: (c) { fotca P Í.@-
pála fad o caho nover-Èe @ setr eÍtido;
^dnúilído
.úÍlÀ (ô) Âfoça P'ne63áÌi! 6 wite Á mÀioÌ ou menoÌ faciÌidâde em se aplicar os pÌincipios
qüo o cabo se moÌ& no sentido da foÍça iÌe 3.000lb, da Ìnecânica à análGe racionaì e ao projeto de elementos de má-
23. Uú bloco péedo 100 lb dscansÀ sobE ll@ spêÌficie húi'onial. qüiüas, coúo em qualquer outra atiüdade, depende, principal-
Sê o coêíiciento do arÌiro é 0,3 (túto o €táti@ quanÍo o dinâmi@), qud a foÌçâ mentÉ, de pÌática. Os capíinloi segúntes Yisam a daÌ esta pÌá-
de âüito desnvolÌida * a fo&a apÌicada ao bl@, ôm uD diíqão Dürlelq À tica ao €studâÌrte.
süpeÌficiê boÌi@ltsl é dê: (a) l0lb; (ó) 20lb: (.) 30 Ib: (d) 40 rbl
O segui4te plâno de estudo é rccomendado paÌâ cada capítulo:
(1) LeÌ a expücação ala teoía e pÌincipios.
,0" -- -,rl
(2) FãzeÌ os pmblemas rcsolüdos. ÜsaÌ lápis e papel.
DeseÀvolyer toalos os detalhes por si mesmo, seguindo as indicações
dadas. (Àlgrms dos pÌoblemas resoÌvidos estão altamente detalha-
dos, outÌos têm akumas etapas de cátculo omitida-s.)
(3) Fazer os pÌoblemâs pÌopostos. Àpôs ler o problema,
ye.ifrcaÌ detalhadam€nte quais oB princípios a aplicar. De pÌefc-
Ìência Dão yoltaÌ a olhar poblemas ÍesolYidos semelhantes ao que
estâ ÌesolYetrdo.
Os pÌobleaâs Íesolüdos pelo leitoÌ deYem ser gumrlados, pois
poderão ser de grande ütüdade em ÍütuÌo pÌóxÌmo.
(4) EstudaÌ a teoÌia tântas yezes quântas foreú necessárias
para compreendèla perfeitâmente.
Fis- l-l

F 5n' RESEOSTÀ9 - CÁPÍi'I]I,o I


;---tt----:-----
I Fig' l-4
t. 94, hp (93,2 hp).
9!2lb pol (1 065 ks.cm).

'
3. ilíò = ó.000 Ib.rDl (6?50l(g.cú), ? = 2.000 lb.pol (2.250 kg.co).
24, À bmÀ de âço, dgida, sr[entada ú Fia. r-2. tem 20 pol ilc coDpÌi-
bênto e suâ s€ção reÍa é ú qüadrado.le 1pol de lâdo. A bâm 6tá ú reÍD@ 1. 80 Ib (36ks)-
sôbft ll@ ôupeÌIiciê hori@ntâl, eE !ftito, qlfudo uma fôÍla P : ã,orb é 5. À3 fôíçG se il€eDvoÌvú ao loneo dc í!è lado&
Êìbitâmdte âplicâdâ. Deiê@irü: (a) o úáÌiúo E@@tô flerdi (ò) a ná-
ó. Yide qúlqü6 ülGlerto de M*6nice.
xinÀ têr!ã9 dsida à fle!ão.
o,a9 s (0,473).
25. ÀpÌcÀe ao útor de um motor elétri@ (Fia. l3) de tunento ite iúércia
IÀ, uE @ú@to ile rorção co6túte. O pinhão eioú duc deêúgcE, uma a. Vi{iô quarquã ìÌGrdto iic Reistência dc Matdiai6.
dB quais 61á lieEila a una úNa de úl'@nto de i!ércia /í e I orúa À l'@ 9- 500Ib. Fol (562Lg. cF).
basa {i6 enento iÌè iné&ia ZÀ. À alação À1 : DrÍDr é ieunr a 3. Quâl 2ÍTN TN
deve H a nÌacão rÌr - DalD! pda que a eneenaeÉm 4 tclha a @ior @lÉação ro. P : :
t2 x 33.000 ?ã.0{õ"
úedü pGslveÌ I D6prsü q úGa da e!8@esd.
u. Vide quarqnd ìi@-terto de Rdistêrcia d@ Maleiatu.
26. À bma ils aço apÌ€sentsda ú FÈ. u rêm 30 pol ile @pÌiúêrto e
suÀ ssção retâ é uD quailrado de 1 lol aLèlsdo. À Ì,ea 6tá @.epoue &bÉ lr. (a) rO0 F6i. (ò) 700tôi.

i u@ supeÌfúto hori@Dtal, seú ahito. Du6 Íorças iguâb e ol8ts ilè 20'0 lb 13. (a) 1o0lÈ. (Õ) loo Ìb.
EÌ,nrrENros oncÂNrcos DE NÁqurNÀs

14. 382 r.p.m., 2.400 pés/s:.


( a) M o ú e n tod e to f(ã o d e v i d oa 5 0 0 l b= 0,a7001b:0ea1.200
lb = 4.200 lb.FÌ (4 720 ks-cm).
(6) Mo@D1olteb. deyido e 500 Ìb = r.?í) Ib g)l (r.970 ks.cm), a
?00 lb :9.800 lb. pol (rr.000 Lg.cm),a r.200 lb = ró.80Olb.poÌ
(r8.900 Ls-cú).
(.) 16.800lb pol (2r.000 ks-cn).
16. at,4%.
258 ÌÌr.
em
Estudodas TensôesDesenvolvidas
ú. 50 Ib. de Máquinos
Elementos
19. 250,93lb-pé.
20. C a p ítu l o 2
21. 16,15rad.^, 150.ad./s'.
, ' : 4 5 5 Ib .
P = 19 .? ? 0 IbP
2t. (d) rob, {ò) 201},, (c) 301b, (d) 301b. O pÌojeÌo de enyolye, além de outÌas corúiderações,
'náquina de seus elemetrtos parâ que po€Êâm
u. 592 ll, poÌ, 3.550 psi. o dimensiotralnento coÌre'bo
ÌesistiÌ, com aegurança, às Ìensões úáúmâs induzidas quaìdo ele
R, = t/t-s = \3a. está su.ieito, sepâÌsilamente, ou a uma combinação de esloÌços
26. 5?5lb pol, 3.450 p€i- de nexão, lorção, trâção ou compÍessão.
Os elementas úâìrulaiuÌados coú materiais dúcteis, como og
aços doces, são neaoe .esistentes ao cisalhamento e são pÌojetados
toúândo-se poÌ base a mâÌima tensão cisaÌhante; os matrúatuÉdos
com úateriâis qüebÌadiços, como o ferro fundido e ceÍos açoBduÌos,
são uEúalm€nte projetados tomanilo_se por base a máÌima tenÊão
da túâção oü co4pressão.
Os valoree mánmo e minimo das tensõ€s normatu'
a"(eáÌ.) oü o"(mín.), que podeú ser esforços de tÌação oü com-
p€$são, são deteÌminadoe, no caso de Íôrças âgindo em um rinico
plaôo, poÌ:

: -!r'" +l(=q;'ï
G),íúáx.)
: *!,' -leg+,h
(2) drnín.)
Às equa!ães (f) e (2) dão os valores algébricos nâximo e mínimo
onde:
o, é o eslorço em um ponto cÌitico sujeito à tmção ou coú-
pressão, normal à seção tmmr.eÌsal côEsiderada e pode ser devido
à flexão, a câÌga! axiais ou a uma combinação das duas.
10 u,EìdENTosoRa^Nr@sDE üÁqúôrÁs cÀP. 2 TEì{EõESDEsENvoLvIDÁs
TM xT,EìÍENmsDE TÍÁQÚINÀS 11

Quâüdo d, Ìepresenta tÌação, deye ser pÌec€di.lo do siDsl mais das quais se coDriderará a de maior vâÌor ÌÌuúédco. Os planoB
(*) e, quando rêprcsetrta compÌessão, do sinâl m€nos (-); onde o cfualhamento é máximo, são incÌinados de 45o com os Dlâüos
d! é o €sÍorço no mesmo ponto crítico Dâs em ìtma diÌeção principais, corno aparece na Fig. 2-3.
normâl a t,, Deve, também, ser precedialo pelo sinal conveniente;
tr é o esfoÌço cbalhante rìo mesmo ponto cútico agindo em
ura plaDo noreal ao eixo dos y G)lâno rz) e eú um plalo normal ao
eixo dos a (ptano yz). Este esforço cisalhante pode seÌ Botiyado
poÌ momento de torção, caÌga noÌ!Ìal ao eleúento oü a Ìrma conrbi-
üa(ão do8 dofu. À Ìq)resenÍâção da orieDtação d€€sas tensõ€s
é {eita Ì1A Fig. 2-l;
dímáx.) e d"(mfu.) são chamadâs &ruões prl:rúipais e aparecem
eú pÌanos ortogonâis, châmadGspknos prr:ncipaÈ. N€stes plmo6,
o cisâlhameÂto 6 nulo. Pâra us cârÌegâmetrto birlimensional, a Fis. 2-3
terceira tensão priacipal é nuÌa. À ÌeprBetrtação da oÌientâção
das te$ões princjpaÀ é Íeita na Fig. 2-2- A aplicação das equações (1) e (2) reqìier a determiDação de
d,, o, e 14 no ponlo cútico do elemento da máquina. O ponto
crítico é aquele no quâ.l as cargâs âplicadae produzem os esfoÌços
conbinados máximos. Em uma viga, podemos ter as tensões
indicaalas a 6egÌriÌ e cujos yalores seÌão substituidos nas equações
(1) € (2), caso atueú em uú mesmo ponto.
.Mc P..
Í, e tr, - + F Ìeúbrândo quê eslasleDsòcspodem
;.
teÌ o sinal mais ou menos, depcndendo de se trataÌ dô tração ou
compÌessão; -
r- : + o- para seção íÌansv€rcal ciÌcular (quando estas
ï
temões são pâraÌeÌaÁ);
M : momento fletoÌ, lb.pol;
Fis. Èl Fig- 2.2
d : distância do eixo neutro à superficie extema, poì;
r : raio da seção ciÌcDÌar, pol;
O eÈforço étualharte mríximo,. r(máx.), no potrto cÌítico em I : moúento de inércia da seção Ìeia, em relação ao eixo;
estÌrdo, é igual à maior das semialilerençaseDtre dua-sdas tlês tensõe.s treutrc, pol';
púncipais (não despÍezaÌ nenhuÍÊa temão pdncipât, mesmo qüe
P : carga axial, lb;
aeja nuÌa). No caso de üm caÍegametrto bidimensiomÌ, tem-se:
A : área dâ seção transyeËal, polt;
a. (náx.) - 0 T : momento de torção, Ìb.poÌ;
a" (máx.) - a" (míú.)
t(máx.) = J momento de inórcia polar, da seçãóreta, poÌa;
cisâÌhamento, na barra lletida, psi;
d.(mín.) - 0 VQ
2
cÀp. 2 rENsõËs DFxiEÌ{!ÌoLyrDÁsErÍ Er,EMxÌìrog DE MáeúrNrrs 13
12 Er,f,MENTosoRcÂNrcosDE üíqÜrN^s
dn (úáL) = r, = + 69,0kc/cú'(trâéo)i
y = carlegameÈto que produz o cisalhamento ttansveÌssl,
na seção reta, Ìb; = X 69,0 = 3a,5Ì.sfú' Girlrhdménio).
"(oár) ;
6 = laÌgura da seção conterdo o poúto cÌitico' pol;
seção r€ta âciúa ou abatr(i lb, FLz.@
Q = momentô estático da iireâ da
iÌo ponto cdtico, em reÌação ao eüo neutÌo, polt; Gpon t cÁeAsãocdt ic6,
4V t! = 0, n6 poút6 á ê A;
oeubo;
d, (máx.) = ii nara uma secãoeircdâr ê ocorÌetro eúo
, M. 270x 25X61><25 =
+; - FË + 5s{ ls/ @'. úo poúüoÁ;
Úo €üo "'=
o, (máx.) : ji rara umÊ seçÈo retansular e ocoÌre
-;= - 55oLs/ @',e Doí io a;
"'=
o" (mâx) : a úâúma tensão, algebúcâmente' psi;
í"(mín) = a mlnima teúsão' aÌgebÌicametrte' psi;
r(máx.) : a márima tensão cisalhante, psi'

PROBLf,MAS RESOLYIDOS

e
l. Uma peça de 4Ìáquina de 2 pol (5,0 cm) d€ diâúeiÌo Fie. 2-5
em um extÌemo' como
f0 pol (25 cm) de compriúento é engastadâ
se deteÌ-
umã viea em balanço, e serâ usâda para denonstÌâÌ como di(báÌ.) : + ssola/cú' (r.âÉo @ porto Á)i
a" t .ção, coÉpÌessão e cisâlhâmeÍto' paÌa YáÌris
d. (níú) - 0 (@ ponto 4);
-ioo*ï, ""t*ço" Observar que' neste exempro'
tipos iÌe câÌregamerto unianial. (d polÍô a)i
- o
a, = 0, nos pontos cÌíticos. 'i(o6!)
t'(níú.): - 55{ teicú' (@mpt6ão no ponto a)i

r(m&.) = X 55o - 225 &a/cDz (cisâÌh@oto sc poúto! ,4 ê A).


t

k T..rt ,
N6te c@, 6 poú16 cíti@ ôcol!ú na superrrie etu!.
EiE. 2-4 =' 2.000lb pol.
2' Diâm. (s,ocm) " (2s ks:m)

Oü$:. À soÌÌrção clesteprobÌeúa seráÍeita eú ìrnida'les métÌicâa' 6$?


10" (25 cn)
NBte .as. lodd 6 pontos do èÌ6úento 6tão sujeitc à mêm! t$íq
rÈ. 2ó
, =i4= tx25 = rq.es*t,
'-14
?. 2.300X2.5X32 -_. ,
o,= + A= +ffi = + 6e,0
k8/cm';
r'(ú&) = + 94L&rcE' (íÍâ60);
14 EÍ,EMÍNIOS OBGÂNICOS DE üÍQuDÌIs c^". 2 lENsõEs DEsEÌ[voLvD.{s E]ìr xI,EìrENtDs Dr !ÍíQÌjrNls

(nhJ 9a ks/d' (@npÉeo);


', - -
= 9aÈs/cn' (cbath@edô).
"(nâÌ.) pM.
{d)
o,= +7 t-i= +ó9 t_sso= 6t9ts/@! (úração);
o3 po nic4e Bôãodit ic G . t (Dtu.) = r-
- 619ks/@t (r.â!ão).

",=+i=+5s0ks/@',
2.0d) lb-pol. (23
.(Dó!) : =
2 ' Diâm. 600tb + X ór9 Bog,s}s/cn' (cüÂth@êÀro).
(5,0 cn) (270ks)
", - - $ = - sso t" l " -',

' - - $ = l l . r 7 " -',*p " " - o' - + PM. -- = + ó9 - sso _ 48r keicDt (6Eprèsão)i
T -
rcÁea:
I'E. 2.7
d"(níú.) - - 48rk&'cú, ( EpEsão).

otr{úax., = f-. + (+)' :


- 225 + 212 4ó7l,sl@2
(heção no lDrto Á); '(úái) - +. a8r:2a0,5ts/.e! (cisarh@nia),

on(rúD.J - 225 - 242 = - r? k8/cú1 (@úpesão ú !oúr, B); (t T,!4õô . úso d,ial
on.fo'Át) - - 225 + 242 - + r?ks/dnt (tÌa6o rc poDro B);
Os pontos c!íricoe @rrem É süpeútcie €xr€!&
6'(Âit.) = - 225 - 242 = - 46? ks/@? (@mp{€são m Pont B);
r, + | È ó9 [8/@r-
á-
- _-- _ 24: Lc/@' (.isrlhajlblo ú Donro .4):
"(mÁt.r
t4= ï: e1\ elú'l
íd6r) = -=-l:l - ,:- = 242 ks/@' (ciÃaÌlallur,o tro poDh a).
.ô it;;iì-
OìeeÌvaÌ que 6 valoB úslutos d6 teúíê ms pontos Á ê B 3ão 6 eú. o"(-tu.) = + + F qa, = 2a,s F ee,E r34rB/cb'(Lraéo)i
; { (; ) -
Os sinoi6 ds rêGõê romais indicam tração ou coúpÌ€€ão ênqudto qo. o 3iDãl
o púieto é b@ario @ *u r.(miú.) = 34,5 es,s = ós [c/.bt (@bprseão)r
'dâ tdÁão dê iúalhamento úão têm imtbrlâei4IDi3

- 995 As/@t (cis,ttìnpqtó).


"(náÌ.)
600 lb (270 kq)
2.000 lb pol.
2' Diám. (5,0 clíì IP = 3.000 lb 2' Diâm.
(1.360 kq) {23 ks. m )
P = 3.000 lb
(1.360ks)

Fig. 2-8 I.is. 2_9

k) Flaao, aat eíol . tofio


r,, - o n@ pôtrtos èríti@ Á e a. Á5 tàsõ6 n;-im{a @rEÌão M Íbltc Á ê B.
Crrr. 2 fEr{sõrs DEsENvoLyrDás
EM ÍtÀMEìüFog DE MÁertrNÀs 77
16 ELETTÉÀIIOS OÊCÂNICOS DE MÁQUINÁS

ldÌ FLrão . brçtu (Fis-.z-Ô


ú""+7.ó50p6i@Á:
d , - - 7.6 5 0 p € i @B;
(1.3@ kq)
Ía= TlJ: 1. 272r ÁisAeBi

Fig. 2-10

dn(m''n-) :+ 3.8% - 4.030 : - !05 Ítsi (compn$ão em Á);


ú,(m&.) - 3.825 + 4.030 = + 205 p€i (ír!(ã0 em a);

+! + | - + s5o+ óe- 6reks/cú'; d'(mín.) = - 3.825 - 4 030 = - 7.855 psi (onpesão en B)i
',=
t(Ótu ) = = + 4.030 rEì r.isalhúDênl,oêo / J:
,*=!=s'wt'"", z-

íDtu.) - -; -" - 4030 (cissr}aúenr.oeD ôr;


-

(.) Fbztú e angd o.iil (F s. 2a)


dn(úíú.) = + 309,5- 322,5= - 13ka/@x;
rry = o úc Fontc oí0i@s Á è 8.
.(úáx.) : 32:,5 k8/cm' (cbalha@!ro)'

EÚt Unidades I sresas


t :9í1+
- PIA + MclI 7.650 - 8 604 p6i (rracão)
(a) Caryt azial (Ftc. z-t) t'(náx.) - d, = 8.604psi (iração)
o,:1 ! !91 - + esrni, Ìz!=o"
t(84!.) = r/2 {8.604) = 4.302psi (cÈâìháneoio)
di (náx.) = í' = + 954 Psi (l'aeão);
7(rnáx.) = r/2 054) - 4?? psi (cisalhaúeúoì'
ú. = 954 - 7.650 = 6.696 psi (@úpl8ão)
(ü) Ìrlerao .imPia (Fig. 2_5)
dí(úái) = 0, d"(-r".1 = 6.696psi {compGÈão)
r{mtu.) = l/2(ô 696) - 3.348 p€i (._6slhúedto).
, 600(ri)4] (64)= +?.6s0Fei
@ 4;
*= ++= +
(í) 1'oúÃo . úsa ozial (Fts. 2-9t
d, : ?.ó50 P€i em B;
dtr(mir) = 0 eú a,: PIA = + 954Én
d,(máÍ.) - + ? 650 p3i (t ação eú l)' ^:
dn (úáÌ.) = 0 eú B, da(úl' ) = - ?'65OPsi (comprcssão @ B); Ìa=i-r.272!6i
(cisalh@e o !6 Dontc Á e B)-
r(máÌ.) = Ì/2 (? 650) = 3 825 !èi

(c) ToúõÃ siÌkPles (Fie. 24)


=
""r--.r S + {(:f)" 7) + t.zzzf-.+n.+-,.",,0=
=+r $?p3i( t r sdo)
ri{úíú.) : + 4?7 - 1.3óO - - 883!€i (@npEâsão)
2 000 (r) (32) .
õ.=o, Ì.!: -----, = l-36tt psi (cisÀlhmenÍ,).
'(úár)
dí(náx.) = + r'2?2Psi (tação):
to) Fbáo, tup @ìal e to.Ãr (t'te. Zr0,
d"(nín.) = - r'2?2Fei (@mpÌ*ão);
Á6 Lúõ6 máYin* i\ffieo m poqtd .:l ê B.
Í(úÁi) = 1.2?2 PSi (cisalhâúento)'
18 ELÍMÍNTS ORGÂNIC@ DE ITÁQI'INTA c^p. 2 ,:ÌNsõEs üBaENvoLüDÁsrú Erúrìúos DE ìríeun{r.ã 19

En poDt6 .o toDso dú |i.ha B-A:

,, - i + T - + 7.6s0+954 - 8.604ÍEi .<"*t - i ;Y- (3i)rl#P - 4Eo


e".(cissrham@üo).
'"\
Ì.'=;=r.272rsi
De5ê Eo.ro, s báriú! rã.ão cisÁlhúre é devida ao ètorço cisaìhetè rla
caraa ê o@ft e loqo do eilo @rro &8.
: $ * : + s.?s2p.i
(r*éo)
""r-*.r {(1fi)t*
dn (Eír) = 4. 302 - 4- 480 = - Ì78 !6i-"*
3. Uú ponto cítico de um elemento de máquinâ está süjeito
(c@pr6ão)
a uú caÌÌegameÍto ÈiaÌiâÌ qüe púdrJz r,, 6! e ,4, como moGtro
7(úáÌ) - a.a8{ p6i (cisolhaEmta).

o, - - 7. 6f i+ 9 5 4 - - 6 .6 9 6 p d ,
r - 1.272lAi
u
*{'a* r = - !e6
2 (u Í'u)"+o.r',r:
+{(!'!9Í1" : - 3.348+ 3.581:
+ 23:t(t aéo)
d"(níú) = - 3. 318 - 3. 581 : - ó.929 p6i (coEpis6ão):
7 (DÁx.) = 3.58Ì!6i (ctuaìh@êÍto).

d, = - 550 +69 = - 481ks/cm'

- l " ' + r/í n Ï' ì +rn " =-2&5+25&5= a ligura. Determinar m yaloÌes máximo € Ílnimo da teúsão noÌinal
", r . e . . r- ' = 18.5ka/cúr (ttàéo) e o valor márimo ds tansão cisâìLante.
d,(mtu) = 240,5 - 2s8,5 a99Le/cn' (cú!úedo)
- - -
?(úáx.) = 258,5 ks/@' (cisalhmènto).
Go(nlb Sofúção:

2. Uma üga em balânç.o, de 4


pol de coúprimetrto, tendo uüa Êeção
Ìeta de 2 pol X l0 pol suporta üúa
carga de 6.000 Ìb. QuaÌ a máxiúa ten-
são cfualhante e -onde ocorre I
4
I 1".
{
'"(-e-)

d,(eíL)
= -@.
2
r'm

: - 30oFi (eônpÌ6úo)

- -
+./í
'ì\

r.300 p6i (@Ì'rssão)


(-1200)\'
400-+,f
+ (3oo)'

Á náriúÀ teú€ãocÈalhútê poilèoc()rú I'l!.2-tl


d'(bíoJ - 0
€n pontns úo Ìoneo da liDha À-À ddido {o t(oár) '2 - - Á{E
-
@Ìnerto fletor, ôu pode oclrÚ êm IpÍt4 ao loÍep da linha D-D dcvido
aô 6fô.ço cisalhúto da @eú.
úúa v€ q@ a t€@id têlsão pÌiacipst é = 0.
Em poÍtG ao lolgo da liDha À-A:

:1, TÌaçar os dia$smas de momento paÌa os elementos abâixo


Ìq)Ésetr t{dos,
oÁp. 2 ÌENsõEs DEsENvoLvrDrsÊú rr,EìrEìr'r,osDx MíQuo.r,ls
20 Er,EMEr{rOS ORCâXr@SDE MíQún{ÀS

Sorucãor À ten6ão cítid 61á m ponio -4

I - .d164: ,Y164 = o,1aspol'

J = Ìd!32 = Ì2!32 = r,57 rnlr


. P llh 2.000 (2 000 x l /Ìr
o ' -+ ' a + ; -+=;' +:oíor" -+tt8op6i
?r (r.000)
(r) :o ó Íe € l
Í4: -^-
/: 15?

di(ntu.) - I r. tso/: l v{a rstÉFJ õl_tF - + 3 30sFi (rFsão)


Fig. àl4 : 14tlso/ìtT (63?P= l .?r5psi (cisarüanenio).
"(-á'.)
P.lo tìda@ nÁ!,i@:

I - Ì ( 5t 1ô4=3O . 7cní . J - : : r =6r . 4cm l

90o (900x 2,5){?.s)


2sÌtr.:
l -
iro]]:;- I r25 L€/.m'
",-

=; -
' ry

."r-a'.,= -r- : 4s. ?Ì €hD:


ï'.{(+i f (4r.?},. (,râçào)
+2r4Ì€hm,

fig. 2-15 rt. 2-Ì6


5, Uma barra de aço de 2 pol (5 cm) supoÍa 2.000Ib (900kg)
e âléú iÌÌsso pstá sujeita a um mometrtode toÌção de 1.000lb-pol 6. Uúa baÌra de ferro lundido de 3 pol de diâúetro está
(rujeitâ a um esforço axial de compressão de ì2.000 lb e a um mo-

2.000rh (900kr)
Fig. 2-17 Fig. 2-lB

DetermiÂâÌ a tenúo mento toÌsor de 2.500 lb.pol como âparece nâ Fig. 2-18. Deter-
(1.120 kg.cm), como apâieee na Fig, 2-l?-
&inaÌ as tensões nonnais máxima e mfuuna.
e o cilaìhamento máÌimos.
22 EI,EMRNTOS OB4ÂNICOS DE üÍQÚTNTA rlü EÍ.sMÃrrr!'SDÌ uÍqorNls
cÁp. 2 mNsõEs Dtr&NvoLVrD_Ás 2g

8. DeteÌminâÌ a espessüÌa necessária à cantoneira na.S€ção


Â-À, quaüdo caÌÌegada coúo mo€tÌa a Fig. 2-20, a Íia de qu€ a
máximÀ tatrsãode tÌâçào seja 10-000psi.
(a)
n, - - o2 .qìql = - r.?oortsi
't.o(Fth
Í,, -
(2.soo)-{Is)(32)
- 472
.
-t'r l.0oo tb

a^(atu.) - - t.zoolz + J\.Í3ooliool?Í@8 = + u2p.i (rra6o)


di (Eú!.)
- -
r.822 psr (@úpresão).

7, CalculoÌ a úáriúa tensão ni


7tí = 2.m0 lb .pot.
.t.000tb

Fie. 2-b

il4 : (1.000)(2) : 2.000tb.pól nâ S€{ão A-À


P 1.(n0

= rff + 93$fI!13)-
_,0.**,
""r^*1 "": nLa!-
Fis. 2-19 ó = 0,35Folrre]sáÌio poraüúite a t€nsãoem t0.000Ísi,
a máÌima tensão cisalhâúte na Seção À-À no elemeúto Ìq)Ì€ent{do 9. Á barÌa de ligação lateraÌ das Ìodas de umâ locomotiva
na Fig. tl9. pesa 60 lb/pé. O coEprimento dâ maniyelâ OP é de t5 poÌ e o

r ?'*200X I = ì.600Ìb.!ol ilwida è c&eâ de 20{,lb


tt = 500 X I = 4.000lb.pol deyidqs à cúsa {ìe 500tb
ì4 = 200 X l0 - 2.ooolb.pol dêvide à cesa de 2lx) ìb.
O fleto. tolal é o veíor sme da doi5 úúeÍt6 fleto6.
'tr@cmo
ì4(rorãD = y'i.õodJ-ã.ooF = 4.4?0tb.ÍDl;
P M. 5'00 í4.4?0)O) (64)
ú, - - A - - -----;t-= -o.s,Fl
t ;
Tì tnT = (16)(l.600)
14 = j - -.ü ---;t-= ' .u -*

o, (-rn.) = - s.sre/:- VGIõlF-fÌiìzoF = - 6-025


psi(6mp.edo) Fig. L2l

.<^*S = .'FntgÌzP + <tnnf : B-ro0p3i(cisalh@dto). Ìaio da Ìoda é de 3 pés. Se a yelocidade da máquina é de 60 mph
Oh6qvü.que t' (ni!.) é o @ior valor 8'hsluto d4 teÍgo @@aL e o e3Í0Ìç0 de tmção poÌ ro<la é 10-000 lb, calcular or máximog
24 oRGÂNr@sDE üÁqurNrs
EÍ,EMENToS CÀP. 2 lENsõEs DEs.EÀTvoLYDTs
E}Í EI,EMxNaos DE üÁquô.áa 25

esÍorços úormâl e cisalhaÊte na barta, devidos à fuércia e ao caÌre-


gameúto axiâI, pâÍa a posição Épr€sentâda tra Fig. 2-21. LeYâÌ
em consideÍação o peso da baÌra. À seção rêta da barra é de
3 pol X 6pot.

À 60 n.p.b. âs rdas 6Íã0 feeúdo ,1,6? .p.s-

Tod@ @ pont6 na búa ÌateÌàl tê@ rr@ @lqaéo pl.a haib iF.l a o*

ãe= ã' +d@ - ãp' úa vd que a' = o

aw = rc'z = QÌ x a,67)" = ì 080 p,a./8"- F;e. z-22


ì;

Ps total (Ll búa = 60 X 6,5


- 3901b.

Foiça de inéda âsindo Í& búrà, edâ .i@ = x r.ostl : 13 l0o lb. C@sid€raldo { part da @toeiÉ aciEr da S€ção A-À
# liYre, teJ@ no tDíto lV: o! =O e ra =o,

Foiça líqüda na bdÌa. ÍEa cima : 13.100 - 39O - Ì2.7101b.


l0 000 ì0.000x?xlx12
À forçâ dial F lode @r d€tdúiDad! iomÀúilo* t mda tl@ira G a b'd o.=T+ r - 10 - -=;-ã-=
como @r!os liÌr6 e {&end(,* a súa dG @@nre @ reIação e (uto ila
- 22-000psi

l5Ì 7r 10. 0 0 0 X3 6 , r - 24.000Ib c5Ìsa uiaL r(úáÌ.) =-- = lÌ.000p€i Ícbalbampd,or.

O moúeúto fl€tor mâÌiúo pes uúa üsa simpleúebra apoiadtr óm cesa


1?Trqx?8 C6&idaúito a paÌte iìa cdtoftüa à eque.{tá da Seção B-B @mo uú co4D
üúifoúemenr€ iÌistlibuído ê _lfl - - 12!.001,tb'pl.
üre: n@ porL@ 0e À, út = 0 e Ìa = o.

P
o.= 7+-t
M. = 24.000 Ì, 124.000x3x12 - 3'2fl pet Mc 1 0 .ü 1 0 X9 Xl X1 2 - - - ,-000 p€i (lracão no poor'o À c
rs 3 X 6t * =
i - -Ë
= 2?
' ' doplBõo m porlô Q);
rn(ú&.) = í" - 8.230 P.i (l'eção)

r@r-) = -ï = 13 í10 p6i (cisâlhMmr. oa Spcão BAì.


(cisaÌh@dlo)'
- - 4.rr5p8i
'(máÌ.)

- u. UúÂ aÌdabra ile aço teú l/4 pol de espessuÌa. Uma lorça
10. UmÊ cartoneirâ eú foÌma de Z é süpoÌtãda e caÌr€gada dê 600Ib é unilormemeste ilìstuüuída conlorme mostra a Fig.2-23.
oorúorme a Fig. 2-22. CalculaÌ a máÌiúa tenâão cisalhante na3 DeteÌminaÌ as máxiúas tetr€õescisalhante, de tração e de compresão
SegõesÀ-À e B-B' Da Seção À-Á. e no ponto -B.
26 Er,EMENlqs oRcÂNrc'os DE lÍíeDrÀrls crp. 2 rENsõqs DEsNl'oLvDts EìÍ E.I,EMÈNros DE ìaÁeÌJaÌÁF

12. Determinar os máximoe esforços rormal e cisalhaate na

lF'
q*,""",.
Seção À-À da maniveÌa Ìepres€ntada na Fig. 2-24 quaado urra
caÌga concentradâ de 2-000Ib atua no ceúfio do pino da maúivelÀ.

Fie. 2.8

Fi,A. 2-21
O ponto crítico 6tÁ Í6 fiha spêrioM.

".=+ +i =reeã##e +ffi. : e.eoon G poÍr6 c.íticG €tão !s fibrs trenq e diaúkna ita erÂo.

dn (náÌ.) = t, = 6.60op6i (tncão) @ fibrs epdioÌr6 d. Se@ llt = (2.000)(3,5) = ?.0001ì.!ol


^-À- r : (2.000) (5) : ro.fiìolÈ.rDl
on{aÍn.) : - 4.200 p6i (6Ep|são) úa Iihês iúqioË do SeÉô A-À
o. = -44r: (? om)!lill!!t- = 2.6aa
*i
r(úár) - 6.600/2 : 3.300 p6i (cisalha@to) !q' fiDrs mpc.irË da j ,tr.,
Wo À-^.

No polto B (depúddo 4 lfuetuaçõê dé reÉõ€): "-:+:ry-:r.sss!"i


o-t : z.aqlz + t/e.aq8 + tr.awf = 3.620 p6i{úa6o)
M. P íqX,) {l) (r2ì 6lllt 'eò
",=- - + e - to-ptlt- ITJs;{r; -6 . í n F i(k d o )
r(tuÁ.) = V(t-6-rolAt+ G.sssÌ,= 2-300psi(cisalhaúeúio).
= ?.200psi (rÌ!60) 13. Em üm ponto do rotoÌ de uma turbiÌìa a gás (Fig. 2-2S)
Íom4 eÈcontÌadas uúa tonsão Ìaalial
de + 3-000 psi e uma ten6ão tangen-
ó.600 r-?.200 lr o ooo---Ìãì- cial de +7.000 psi. QuaÌ a máxima
ú,(mJ---
2-+1\- , ,-o- tensão cisalhaüte De€te Ímnto !
= ?,200 !6i (üa!ão)

= o* ï' * -dC"";Ì-"I-
ot-o.r :
- ó.ó{0 psi (tÌá€o) dn(6tu.) - d, : 7.000 !6i (rracão)
Fie. 2-25
rr-6,.1 = 519Érì-1 = r.60op6i (.i.€rhÀú@úo). -j; -: - 3.500p€i
"(@tu.) -
C]P. 2 TÚÌ\-SõES DESÊìiVOI,VDÁÂ EìT EI,EìIÚNTOS DD lTÁQUÌNÁS 29
28 DT,EllÍNÍOS ORGÂì{ICOS DE M-ÁQüNIS

PROBLEMÂS PROPOSTOS 16. U@ bua cndìrâÌ de 2 pol (5 @) de iliânêtrc 6lá sujêitq À um @Í-
jueado dc 5.000 lb.lol (tó20 Ls @) e a üma @mp.esão de r5 .000lb (6 .750ke)
t4. Uma yisa em baÌaíço, de seção.ir.uìd, ê ctrêsadÀ @úfone mGtÉ coúo aPa@ ú l_re. 2-2S.
ô Fis. 2-26.
Em füção de ?, I', Z, d e P sÌeÌe. 4 etpr6sõ€ pâh:

Fie, 2-:â
(ô) máúDa trÂção !o ponto Á;
(à) m6Ìida dmpr*ão no ponto á;
(c) máxima t.ação D poDto 8;
(a) a E&ina tdEão ctoâlhútê;
{d) náxiÌna coúplessão ú Porro -B:
(ò) a útuima ieúsão dê uâ6o;
(e) náÌiúo ci.alàameÁto nG pontos 4 e B.
(.) a úâiúa taNão de dmpr6ão.
19.sp.: Vc. Prcbl. l.
ÌÌar.: (ô) 3 9s0 psi (2só ks/cmli (ò) 1 590 Fei (u4 ke/cú'z); (c)-6370
15. Uú êÌemento de aç! êtá ojeito a ú mo@nto de tonÉo dê Ì.000 ( 458 Lg/@') {conplEêão).
Pei
lb,pol (r.120 Lc cn) e uma cúsa eiaì de 2.000 lb (900 ts), aplic&rlos @mo
â máúúa t€úsão cisathaotê Ú eleúenlo eptwliado !a
l?- Dt{ê@tue
fi'e. L29.
Rã?.: r. ?85 !6i (cisãÌha@úio).

{20 9m) I
1.; (50cm)

ÊtA- ,.29 fiA. 230


lb (9m ks)
Fis. L27
ls. núiwlâ Ép@ítails nÀ Fk. 2-t0 6tá Bujeit! a uma ca'sâ de
2.000 lb. ^Detdúilú a;áriEâ teÍsão cisalhÚtê Da SeoeoÀ-À' otrde o diâmctlo
é ite 2 poÌ.
(a) a Dáxine Ídsão cisaÌhtuíe; R6r.r d, = 28.00olxi; u 4SoIEi; dnúx) = 18 100!6i'
'4 -
(ü) a máxima tetrúo m@al;
19. Âs !ê. eoúFo|Ml€ de úa força ssiúdo @ uúe €nerclag€m cônicÀ
(r) q míDiúÀ teúsão nomar.
sib âplicadB eú ú Püro ilo diâmet'o p'iúiti@'
Adúp.: (o) r.?40 p6i (125 ks/cn'); (ó) 3.330psi (240 Ì.s/cn'); (c) - 2.100 "a" rePr€@rqdo-tgo"tt,
co@-*t-*"t" !â I"ra. 2$.
psi (- úr Lc/cm'l (.onpr€são).
30 TIÌIÍENTOS ORGÂNICOS DE MÁQÜINÀS crP. 2 lENsõEs DEsENvoLvDls EM Ìr,EMENTos DE üíqïNÀs 31

Dêteútud o úomdto flèror ê o úári@ èfo&o cÈâÌhúrê úasle6o À-rL ti(úíú.): - 29 50o ' (mmpÌes-o)
n rr.: Ì4 = Llsolb !úl; í(6á!.) - 6.120F€i. t5_250 !6i (cÈarhanqtô).
'(náx_) -
22. !êsões d@úúlüd6 em üm poúto de uúa áwore @a, daido
r úa ajGrasêm
^s pmada, ío.aú de 5.000 p6i e 9.000 psi, aÌÌüs de iração,
lr'e m6ta ! Fig. ?34-

Qual o ntui@ rdrão cisâüsre no ponlot


À6r.: 4 500 tui (cisarhaúelt4).

F i s ,2 -3 Ì

20. Uúa canioíeira de e@ @ú âs dimdsõ6 rep.€mtldc Í! fre.2-32


6Lá sDjeií.ã À aéo {ie u@ lúça de

ffi s o0olb. D6pdú o pm póFio da


ffi canlotreúÀe e 6morÌaçô6 ile tdsõè
ffi *is[FDre. Se s máttú" r4ão de rÌado ìi€. 2_34
ffi d cúLFiÌÀ !ão deÉ eredà dê 5.m0
ffi pd, qual o |'q6 valoÍ qe pode üe.
â .,i -d o rr 21. Deí@iú s! málme reD!õ6 norúâl e ciòalhút€ !a SeçÃoÀ,A d.
ãd
@ivela repMtadô na Fis. 2-35, qtrando uma carga de 2.000 lb 6ne!úÂila
-'tr2"1 é aplicada no Éntm do mGnr€ da mdiveta. DeFe& o cidaÌhÀmeDto[Iaús
Fì8. 2-32
l%rp.: dr :2,64ìpsi: ra: 1.630Ítsi! r(már.) = 2.100!6i (cisalha-
2r. À bds de üsação lataal il6 úda de l'@ l@moüivô !€À 60 lb/pé. @to); r, (Eá!) :3.420!Êi.
O @Ìpriúentô ila maniyela OP é 16 poÌ e o Íaio da rcd 3 p6s. Sc a yêÌocidâde
da rnâqüna ê de ?5 n,ph e o 6forço de tÌÂ{ão, For úda, é dê l0-01rc |b, c&Icold
@ útuiús t@sõ€s rcnal € ctualhdÍ€ ú bara, devida à üércia e à câÌsr diúL

. Fis. 2-33

À seção Èts dâ baEa 1êú e diuid$€: i pol X 6 pol. Fie- 235


Pa!.: À@leâ€o d h€m r.?90 pê/st púa .ina
-
fo.çà de i!€ftiÀ na büE = 33.,Í10 lb rtua IÉiú 24, VÈgalhõè ite l rDl ilê dieBeho, formedo.ÌêeEN do úà ecada,
. 60 eldadG à nì@a de úô visa @ I (Fie. 2..j6) ê !ú!
eíoioo aial íÀ bera : 22.5CO Ib (@bpÌe&ío) @nodâ€o do pé, Èão
ilobr.de {ie 3 pol rEE f@, E plúo tÌoízoúiqt. Suposdo riids a! qrr@i_
d. (EéÌ) = 27.000 P€r (ta@) dlilè $Lr'tre, calcuÌd a Dtui@ t@são de cisarhaúdio criadâ Do ve.sqÌhão
32 trI,EìÍEìffOS ORGÂNÌCOSDE !'íquINÁS

por um homêm de 180 lb com o pé no eútro do degrau- D6I|r@o o ê{êilo dâ


curvatua do vereãlhão no cáÌcuÌo.
Àáp.: t(náÌ.) : 2.200 rai.

Ajusta g e me To l e rá n ci a d
s e Pe ça s
-&P 8'\-+
Metó l i ca s
C âpítul o 3
Fis. È36 Eie. 2-37

À ajustagem dos componentes de rnáquinas ou de qua\uer


25. Um pe dc r.000lb ê suportâdo @rlo.@ mostla a Fie,23?, Â plÀ-
tâforma de suÈtentação 6tá sujeiÍq s üma @leação de 8 pé9/s'?. Derrúiú
üpo de montageü visa a assegurar que estâs peças tenhâm um
o dieúêtuo da btun úesário pua qú â mán@ &Ísão.isalhmte nâ süa b@ trabalho em comum ÊatGfaiório. Sendo impossíveÌ â faìÌicâção
oão uÌl,rapasse10.000 psi. em grândes quântidades, com medidas exatas, Ioram estudados
váÌios siÊtemâs que, peÌmititrdo peçrenas variações nas dimensões
26. Uúà múivcÌÀ côrstruída de *çõ6 cilíúdri.6 eldâdB requE ú cor€q)ondetrtes, não tragam, entrctânio, prejüízG ao tuDciona-
êfo.ço dc 250 lb pua Ìence. a Éisiêícia (aíÌfto), quúdo * úconEa na !@i6o eento.
repre&ntada na [ig, 2-38. Dínansão on collr nnnínal é a diúensão comum aproximada,
escolhida pelo projetistâ pâÌa o conjunto e â pâÌtiÌ da quaÌ serão
coosrderâdasas foÌgas e demaìs variações.
DitÍtênsão on cok hose é a dimeNão a partir da quaÌ, segundo
um sistema escolhido, seÌão permitidas vâÌiações especificadas.
Tolerârcía ê a náxima variação permissívet na dimensão da
peça. I
Fie 2-18 tro&ld é a difeÌença entÌe as dirüensõesbásicas corr€ôpondetrtes
(a) Deternind e máxim4 têrsõ6 no@.! e cisalhânte iduida ú nas peçâÊ que tenham trabalho em comum. Quardo a foìga é
regativa, pode receber o aome de aperlo ott inleìleftncía.
(ó) DetaminÀr I náÌimc tên õê cisalhútB G púre I, II e lII.
À tolerância pode seÌ bilateml e, neste caso, a cota da peçâ
R6p.. (a) ta@âx-) -29-000psii t(már.) - r5.000F6i; (ó) (Ì) r0-5í) Íai; pode variar para mais oü para menos da cotâ básica; por exemplo:
(II) 6.880 p3i: OU) 15.000 rsi.
2,500 + 0,003. Pode ser unilâteral e, neste caso, a dimeÌrsão pode
ser maior ou menor do qÌre a cota básica mas, para cada caso, só
podeú €rGl,ir uma das sil.uâçõesritãdâs. EÀ.: 2,500 +
' _ 9'999
U,UUJ.
S€guÌÌdo as rccometrdações dâ ÀSÀ, a cotâ nominal do Íuro deve
eer toleúncias unilaierâis. No sist€ma em que o luÌo tem a di-
menbão base, o iliâmetro nÍnimo do furo é a òmensão nomi-
nat.
:l![ Er,E]ÍENTosoRc-iNÌcosDE rííqúrNÁs cÁP. 3 âJUSTÁçEìÍ E MLERâNCIÀS DE PEçbS ìTETÁ'-ICAS 35

!'oLl* E TordâÍdrÊ RacoeiDrú\B


SiÊtema de furo hase ou notmal. O sistemâ prevê oito
cÌassesde montâg€ns, cobrindo desde o emprego de grandes Íolgas
ató as montagens Íorçadas:
Ì. Ajustâscm móycÌ com srand€s foÌgas nínimas (looseJtO.
É empregadaonde a precisão não ê um fâtoÌ essencial.Exem-
plos: equipamentospâra âgricultuÌâ, coÌìstruçãode cstÌâdas, mi-
I 0,002.5d:r
9 0,001.3dt,
2. móveÌ com foÌgas mínimas mêdlas Uree Íit).
^justaseÍn
Í enpregada em ajustâgens Ìotativâs com velocidadcs acina de 3
600 r.p.rn. A foÌga é suficiente pârâ pÌover lubrificâção satisÍa- 0,00{t_0
tória. Ex€mpÌos: dínarnos, máquinas opeÌatúzes e peças de
5 0,000.0
0,000.25d
3. Ajustâgem móvel com p(quenas Iolsas mínimas (nedíuzr
lil). É empresâdâ para montase.nsÌotâtivas com velocidades 7 0, 000. 5
d
abaixo de 600 r.p.m. oü paÌa ajustasens d€slizantcs. ExeÍnpÌos: 0, 001. d
0
ÍnáquÍÌas, ferrâúentâs e peças de âutornóìrcl,de pÌecisão.
4. {jusrüsFm deJiza',re.lôlsâ mínima nula lsnus !ì!). É
empregadaquando não é peÌmitido movimento Ìelatiyo sob câÌga' d
É a dc meror foÌgâ gue pode ser montâdâ â ÍÌão. Ir : tolerância do {uro
5. Àjustagcm incf[a, rotâtivâ durâ, é pràticamente contato : toleÌârÌcia do eixo
de metaÌ com mcÍal (urínsìns Jil). Não é intercâmbiável, usa o J : folga
sistema seÌeÌivo e exige pequenâspancadaspara coÌocâÌ em po- : foÌca negativa, aperto ou interferência.
sição.
6. Ajus[agen inc€rta {oÌçada lc.fc (Iìsht Jit\. Ocasionainter-
;lI;I FFFI
fêrênciâ do mâleìial. É usada pa.a montâgerÌssemipcmânentes,
parâ acioÌÌamentosou para fretagem de peças de pcquenâ espes-
;# Es
Pârã ajustasens dãs classêsI a 4
7. forçada média, exige razoável pÌessão paÌa a
^jüstãsem
montagem. É usâda pÂ.â tretagem em peçasde espessurâmêdia
ou longos ciros. É a dc maior cìassequc podc ser utilizada em
Kí FF?Fì
peçasextefltasde {erro fuddido. Exemplos: rodas dc locomotiva, &, 9lí
armadura dc moto.es e geradorcs,Ìodas de autoÍnóyel el.c.
PeÍã ajustasensdasclasss 5 a 8
8. Ajustâsem forçada dura, fretada (ÀearyJoreeJil). É usada
na montâgemde peçasextcÌnasde âço, necessirandode consideráyel Ft!.:|.r
prcssão ou de fretasem. ExcmpÌos: Ìodâs de Ìocomotivas ou
pcçÂsde gÍandes motores téÌmicos. Ajüstageú seletivâ, significa efetuaÌ-se o gmpamento das
Nâ Fig. 3-1 pode-sevcr a aplicaçãorle tolerânciaspelo processo peçâs qüe tenham as cotâs situadas dentÌo de determinados irÌteÌ-
.Ì' frrro nurmal. \" dim,.DsüpÊ rlo nrru são as mesmasqu'r para valos para depois combiná-las com as correspoDdentes Íambém
o caso dc noviÌÌrento reìâtivo, quer para o dc montagem forçada. grupadas em intelYalos. Parâ hso, diyide-se a yariação entrc a

l*
36 DE ![&uNÂs
E,EMENros oRGÂÀ-Icos cÀP. 3 ÀJUSIÀGEM E lOLÈIÌÁNCIÁS DE PEçÁS }ÍETíT,ICÀS

Íolqa máxima e a mlnima em um rúmcro de futervaÌos cotrYenietrt€e' d; = diârnetm iÍtemo da peça futeÌna, pol;
Obtém-se, assim, meÌhoÌ ajusl,agem por menoÌ cüsto de pÌodução' d. - diâmêlro da superÍíciede conlato, poÌ:
Por er.mplo: um eiro d" I pol devc ser fabri(âdo de acordo com a : diâmerroeltemo dâ peça êdcroâ. poì;
classede ajustagem 2, cujas dimensõ€sdevcm' poÌtãnto, vaiaÌ de : coeficieníe de Poisson da peça extema;
0,998.6a 0,997.3pol. O Íüro coffespondentedeYevaúar de l'000'0 - coeÍicietrlcd" Poissonda peça interúa:
a I,001.3 pol. Sc tor reaüzada a montageú bâseailâna irteÌmü- - módulo de elâsti.idade da pcça PÌlcma. psii
tabitidate, a tolga Yariará de 0,00r,4 a 0,004-0pol' Se fot, poÌém' Et módulo de elasticidadedâ pcça inlema. psi.
-
ale inter*se mâ ter â lôÌga no interYalo dê 0,002-0 â 0,003 4 poI'
taÌvez por questão de lubrìficação, pode-sc dispoÌ os eixos e fuÌos
em dois grupos, Á e B.
í luros: 1,000.0 a I,000 7 Pol
Gruno A (
- 0'99?.3 a 0'998 0 Pol
[ -B;r"si
í ll,ros: 1,000.7 a 1,001 3 Pol
Crano B (
- |ti'os: 0,9980 a 0'998 6Pol' I.È. 3-2

Unindo quaÌqucr f"".." d<t grupo A'a tolgâ YâÍiârá de


"f* Se as duâs peças são do mesmo materiâI, a eqüação acÍma
0.002.0 a 0,003.4 pol; paÌa o rrulo B a {olsa variâÌá de 0'002 1 a
0,003.3 pot. O resuÌta<ìodessâoperâção Ioi a obtençãode uma ee r€duz a:
tolerância menor do que seria de esperarpara a c-lasscde usinagem ô
especificada, sem a cÌevação s{,'nsíveÌdo custo' apenas com peqreno - '
sacrifício da iniermutâbiÌidade das peças. Se o número de grupos '' -_uilll-!:\
E (ü - dt) @,' d"'\
Iôssemaior, podeÌia ser consegÌìidarariação aintla mercr na lolga'
\aq monLag.ns Íor(âdâq.l.m lârSoempÍcSoesseprocesso' visandese
limites acei[áYeis' Uma vez determinedo o vâìoÌ de P", as íensões tangenciais
nessecasc a conteÌ as iensões máximas dcniro de
náxioas para uso segurdo a teoria do cisâlhâmeDto máximo,
Nâ tabeÌa de folgas e tolerâncias recomendadas, as classcs de I
podeú seÍ obtidas por meio das equações rle Lamé.
a 4 são cataÌogâdâs como intercambiáveis: isto signilicando que I
qualtu.r peçada class' porJescr combinadacom â 'orrespotdenLe
' á' manlando-seâc tolgasnos limìl'es prerisÍ'os' Para d,t ct, =
Paraa superlícierle di âúrLeÍÍo .
"ln"rt. I, paÌavra $eaelimindica que as peças deYem s€Ì
#+ì
-""-r
as classesde 5 a a paraa supeÍÍíciedediâmerÍod" d,"1 d,,\
gÌupadas para a obtenção do aperto prwisto' dâ peçaexf,cma: d* - P,\I _ .
Essas tetrsões ol: e, I
Tensões decorrentes de lnontagem foìçadâ'
as duas paúes como cilindÌoe pâra â superÍíciede diâ_mêrro
4
poalem ser calculadas, considerando+e | d"" + d," \
a seguir (Yef Fig' 3-2)' dâ peçaioLeÍDâ: d,i: ,\*, _ a ).
ãe parede" e"p"s"a", poÌ meio das expressões

pt PaÌa â supeÌÍície de diâmetro d.: oa


d", + d,, t'è 1
4 l4 \d", - dt)
.
* sJd"" d,\ E-E)
Poílem ser usadâs também as equaçõesde Bimie, que Íomecem
ondgt po = pÍessão na superficie de contâto, psi; ãs tensões tangenciais equiyalêntes eÍn coniugâção com a teo a da
õ = interf€Éncia total, pol; ÌuptuÌâ pela deformação máxima.
38 EÍ,ElrENTosoncÂNrcosDE MíqúNls cTP. 3 ÀJIJaTÀoEM E mLEEâNcL{a DE PEçj{.g METÁt,Tc,As 39

PROBLEMÂS NXSOLVII)OS
Para a superÍicie aomd.: ou
' - .?-P'd:
d,' - d"''
l. Quais rão oa vaìores da ÍoÌga e toÌerâncias do furo e eixo,
' rd"' I- d.' ì para as seguitrÌe6 cot€s úominais, considerando-se o sistema furo
PaÌâ a suDerfíciecom d"t ob : p,l: t tt'''
ta"- d" bâseI
tpeça exIeÌ.aa,'
p a ra as uperÍíc i ec omd.,-" ; " - - *). Szro: 1,500.0 pol (3,750.0 cm) Eiio: 1,498.8 pol (3,74?.5 cm)
(peçaintema) "(,;,t fr 1,500.9 pol (3,752.5 cm) 1,497.8 poì (3,745.0 cm)
- ?^ ' 12
Parâ a supêíí.ic com tl,: 6,i
O llm Ìeia de r,ín.o a 1,500.0+ 4, doúde4 = 0,000.9
pol.
Fo.ças e momentos. À força adal Ítâ\iúa tr'", ÌìecessáÌia FolSa @rE ÍN e €iÌo:
para uma montâgem Iorçada, é dadâ por
lín.0 -J = 1,498.8poÌ, dolde I :0,001.!pol.
F" : J".rdLp" O eis ydia de 1,500.0-Jaté1.500.0 J-Í, = 1,497.$,
dondeL = 0,001.0

e o momento que pode ser tmìsmiúdo por uma mortâgem ÍoÌçada,


Pela ôídrtu nêtríú:
6em que oeorra movimento ÌeÌatiì.o entrc as peças, é dado por

hp1rúL
--2 t - 3. ?5: . 5- l, ?50. 0- 0. 002. 5. n. .
Eít
onde:-È'.: Íorça axiaÌ, lb;
J = 3, ?50. 0 3, ?4?- 5: 0, 002. 5@
T : momento de 1orção transmiúdo, lb.pol;
: diâmctro nominal do eixo, pol; L: 3, 750 0- 0, 002 5 3, ?45, :0 0, 00, . 5cD.
= coeficiente de atÌito; 2. Um eixo de 3 pol (7,5 cú) giÌa no irterioÌ de um mancal.
L : comp m€nto da peça extema, pol; À tolerância de ambos é de 0,003 poÌ (0,007.4 cm) e a Íolga exigida
. pr.ssão de .onlalo cotÌe a-s duâs peçá5,psì. ê de 0,004 pot (0,010 cm). Dar as dimensões das duas peças de
acordo con o sistema do íuro base.
Montagem frctada. À montag€m de peças poÌ apeúo ê Íre
qiientemente faciÌitada pelo aquecimento do Iüm até que ixre
tenha se dilatâdo de um valor igual ou superior à iÍteúerência. À MMaÌ.. d: 3,000poì- Eì..o: tl -.1- J - 2,996po]-.
variação dc temperatura Á7, necessária paÌa a obtenção de um d+4- 3, 003pol. d - t . =2, 995pÕ 1,
aumento ó no diâúetlo inteüÌo do cubo (fro), é dada poÌ,

.x d, Fw o: d: 7, 500. 0cm Eit o: d' = d - J =7, 490. 0cm


al+I , : 7. 507. 1ú d'- 1. =7, 142. 6cm ,
onde: Àf : vaÌiação de temp€ratura, oF;
3- *Uma montâgeú forçâda média d€ ÌÌm eiÌo de 3 poÌ (7,5 cm)
ó : inteÌIerência ou âpeÍo diametì:aÌ, pol;
eüae ümâ toleúncia no Iuro e no eixo rle 0,000.9 pol (0,007.3 cn)
d : coeficiente de diÌatação üneaÌ, poÌ.F!
e um apeÌto mêdio (ÍoÌsa negativa) de 0,001.5 pol (0,00a.3 cn).
dr : diânÌet'Io iniciaì do íuro aütes do aquecimento, pol. Dar as dimensõesarlequadas do fúro e eixo de acordo com o sistema
Podede, ao itrvés, efetuaÌ o resfÌiamento do eüo por meio de
do furo base.
urna lonto lÍia, como por exempÌo o gelo seco, obtendo-se o
moonÌo Ìesultado, ' G
yaÌoG d cm fonm etindos dê Tab€lÁs do Sistêma I. S. À.

&
ciP. 3 ÀJUsrÁcEn E Tor,EBiNcrÀs DE PEçÁs ì[ETÁLicÂs 41
40 ELEMÌì}ì"TOS ORGÂNICOS DE ìÍ-ÁQÌ'NÁS

(.) Pa.a é9 tipo dè n@úisúo sdá satisfÀÉria a clNe l.


rolga: 0,002 5 (2)'z/t: 0,004po1.
lqrr,i d = 3,000.0 Pol. d' : d +_l = 3,00r.5pol. alotÈtuti@: çúo ô ei.o): = 0,002.5 (2)rF = 0,003 !ol.
d+4:3 ' 0009Po1' .I' + I" : 3.@2 1vtl.

Pelo sisletua mel!i@:


f{D: d = 9,000 Fol. liÌo: d'- 1,996pnl.
fLro : d=?,5 00oc m .l ' = Ít+ J = 1,t043 cm d+t=2,003Fo1. d,-r.:r,993po1.
íl' + L = 7,5rr-6cú.
d+, - 7, 507 3t ú
6. É prática comum dimensionaÌ o cubo, tomando o diâmetro
a. (a) Qual é a diferença no tipo de montagem geÌalmente externo cerca de duas vezes o do orÍíciô, À ajustagem do eubo
usado Ías ajustâgensmóYeis e nâs foÍçadas I ao eüo por apêrto usa o pÌocesso scÌetivo. Neste pÌoblema
procurou-se locâlizar 03 ì'alores extremos de tensão que podem ter
(ò) Parâ uma ajlÌStasem lorçadâ nédia (0,00r.5 pol)
lusaÍ quardo há interferôncia (cÌasse 8) sern o recurso do processq
Ìodas dc âutomóyeì, selecionar no grupo âìaixo os paÌes
s€Ìelivo.
pondenL€s;as dimen$es sendo em pol.
' Detcrminâr as lelsões tâng€nciais máxiúa e mírrima quc podem
Rôdas A B C; resultâÌ se lo.em utiÌizadas as interleÍênciâs márima e miÌìima
Diâmetros do Íuro: 3,000.9 3,000.5 3,000.0 entÌe um cubo de 2 pol de diâmetro externo e um èiÌo de t pol.
E F Âmbas as peçás são de aço. O Coeliciente de Poisson pode 6eÌ
Eíros D
3,002.4 tômado como 0,3.
Dìâm€tÌos: 3,001.5 3,002.0

Do tdto t@$: di = 0; 4 : r !úl; d€ = 2 pol.


(a) Às ajNtâs€$ rúv€is são 6lritameítê intsmutáv€i dquúto 6 fo'çadG
Detemimção da p6io râdiaì na superlicie de mntâto, pc, púÈ ambú

(ò) Os conjuntos deYem ser A !' B E' C D.


ôD (d.x d;\ (d: dc')
Pc: 2d.1A", _ *-:
5. Escother as dinensões do luro e ilo eixo para âs seguinleg
montasens: (o) um úàncal dc motor elétrico de 0,5 pol; (ó) uma ooqoz o)(2, r,) = ô{lÌ,2s) (106)psi
ô(30)
úontagem forçada médiâ num eixo de I poÌ; (t) uma câpã de mancâl 2 (L' (22 0) -

de 2 pol, dc um mccânìsmo de eÌeYaçãopara equipamento rodoüáúo. DeterminãÉo das t€Àsõès tangenciris ná superficie de mnt{to da poçã
ertcÍla lbr $cio d{ cquação dc Lamé:

(o) Umã ajNtascD da classc 2 seria razoávêl pda um múcal de motor


o @ = p "v,, - õ ít L tr r , t0 6 r : r-- - ô | ts.7 5 )l r 0 .6l xi .
;,
Llraj 0.001.4dtl3 :0,001 4 (0,5)!/' - 0,000 9!ol.
Pâm @a ajGÍascm da das 8:
Toletâncias(Jurc e eiro): 0,001 3 (0 5)r/3 : 0,001 0 pol'
as diôensõ6 do furc vdiàÌão de 1,000.0 a 1,000.6 pol;
as diDeÍsõe do eixo Ìa.ia.ão de 1,001 0 ã 1,001 6 póÌ,
FÌfo i d:0 .500. 0PoI . üx o: . l' :0 , 4 9 9 . l p o l .
l+t=0 , 501 0PoI . . f - L - O , 4 9 A . 1 P . '1 . Eo coEaúônciâ â üt€rIerência teÌá ptuâ vaÌores:
:0,000.5 X a :0,004 0 pol.
{,)) O apcdo sc.ia: 0,000.5 d ,(úáx.) : 0,00r. 6 pol. ó(mín.)= 0,000.4poÌ.
'tnran íÃs lJüro e.ìÌo): 0,000.6 (8)I/':0,001 2 lol
VoloG da tensão superticiaÌ:

g,,oi de (DáÌ.) :'(0,00r.O {Ì8,?t (106): 30.000Éi:


l"rror .l - 8,000 0 !ol. d' - 8'004 0 po|.
{, +, - 8, 001. 2! ol. d' + l . : 8 '0 0 5 2IDl- de(miD.) - {0,0004) (ì8,?5)(r09 - ?.500psi.
O Er,EürNrgs oÊcÂNlcosDE MÁqÌlÌNls c-T?.3 ì mr,ERÂNcÍts DE ÌEçÁs MBríücls 48
^JUsirÀcEttr
?, Um eüo de aço de 6 pol (15 cln) de diâmetm deYe recebeÌ (ò) r.= 0,r2 (r) (1s)(ã) (210) 29 sooks.
-
um montagem forçada de um cubo de fe o lundido de 12 pol (.) r= " *; .'" = x2:1.000trs cD.
(30 cm) de diâmetro extemo e r0 pol (25 cn) de comprimento-
À tensão taneencial máximâ deve ser de 5.000 psi (350 kg/cmr)' 8. Um cubo de âço Íundido tendo um diâmetro minimo de
E : 30 X loc psi (20 X ì0' ks/cm') paÌa o aço e 1s X Ì06 psi (10 X 4.000 pol deve ser fÌetado em um eixo cujo diâmetro máximo é
X t0õLs/cm:) paÌa o felro lundnb; J":0,12 ep:0'3 para
de 4,006 pôt. À temperar.urâ âmbidte ó de i0.F, o coeficiente
ambos os mâteriars. (a) DeteÍminar o mâximo apêrto diametral' de dilatâção ìinear paÌa o aço é de 63 X Ì0-?/.F, e a fotga desejarla.
(ò) QuaÌ a força axiaÌ necessáÍia paÉ a moÍrtâsem I (c) Quar o parã o momento da montageüÌ é de 0,002 poÌ. A que tempemrura
conjugado que pode ser tra$mitido poÌ esta montagem I míDiqa deve o cubo ser aquecido paÌa permitir uma montagem
sem inteúeÌência I

(a) A teNão túsenciaÌ máximâ oone úa sup€rrÌcie 4 da ÍEca drEmâ'


Di&Ìetm que deÌe têr o c!ÌD depois ilê êxpúdido:

4,006+0,002 = 4,008pol.
.* - : , s 000= p. ( r;' ; . e" - r 000e€i' TeotEatüa a que d€\r eÌ elevãdo:
- r
" \ï'", )
=;ix1 0,008
D€termiúarão do âp€úo por meio da fómúla da pÉsão Ídâ o (*F {ie dois - rtt'r.
^' 1"r*1
T +AT - 70+x r ?- 3s ?F .

ol4,un,0,,' i, . PROBLEMAS PROPOSToS ,


"!iin)..'
ô
"'i;) 9. Quaissãoos ystoB da rolaa e ds roldânciü psE os ôcgúni6 @njmros,
3. 000= _l segudo o sist€ma do fuú b$êl
0,3 0.3
io x l' r" -t s X ro " l I'rro: l,?50.0rDt (3,000 _ocm) Eixo: t,?49.0pol(2,99?.5cn)
r , ?50. 6pol( 3, 00r . 6cm ) Ì . ?t 8. jlot ( 2, 995. 0cm )
donde ó:0,002.?SrDl qú é o ãPe.to náximo dimet.á.I perDisiYel' lÌ4!.: t: 0,000-6pol (0,00r.6ctrr)j J = o,o0r.0 rDI (0.002.scm). ,, :
(b) F@ça n@6stuia P&a a noúã8em. - 0,000.?pol (0,002.5cm).
Fs = JdirdLp. = (x,r2J ç.) (6) G0) (3 000) = 67'800lb. 10. Da! 6 dimosô€ Ìimitê püa ú conjmro @trstiruido de @ êixo
dc 6 poÌ (r; cm) quc d9Ìe recebd um cüìo sesundouúa ajsraseú íla ctNê s.
(.) Conjugado quê pode ser traúmirido ÉÍ m€to d$a inteú6ênci''
n6r.: I#o: ó,000.0pol(1s,0{0.0m) liÈoj 6.006.0 poÌ (r4,9gs.0@)
6,00r.r pol (15,009,9
r -6",e | - a (*) -' (f) - zor'oouo.r.
eoo cn) 6,00?.1lol (14,982.r@).
. Una @ntee€m forçadâ médiâ en um eüo de 3 FÌ exÈe @ã üte.âmia
de 0,000.9 lol p@ o fuú e o êixo, e @ aperto de O,0OI.S rEt. Espeificú s
Pelo 6ülenÌd ntÁ!ìíú.
die@sõB oÌepondetrt6 püâ o íú ê o eirc.
iap-: t'rr,: 3,000-0pol
lô) dk = 350= ffi- r,b,dooder t co: 3, 001. 5pol
3,000.9Íbl 3,002.4pol.
?c - 210ks/cm'; Xl. Uú culìo de sço dc t?,5 pot de iÌiâú€ib exremo, lO ÍDl de diâmêr.o
t0: + Is" htemo e It ibl de comprireqro, dde s. frctádo m @ eüo taDbém de a.o
5-rrorri,l*;iffi+ -
rs3)
rït rõriiõi-- ílê l0 pol dê diâmcl,m. A ücGìo raneacial d su!+rfi, ie dp e.tolo dd;"
fi@ limirâdâ a rs 000 psi. (c) Qusr a ênsão Ìailial ú superfi.ie de ólrâto I
0 ,3 0 ,3 'ì
r (ó) Qüe nonento de toção pode *. r.tumirido
tiii rN + ìo xïil ;
dc 0,181
6utDrto um c@íicient€ ale ahiio

ll - lì,|)t'?.ltr nì. R ap.: p. =7- 56*i, M r = 2r 5. 000lb. pol.


It TI,EIIENTOS ORCÂNTCOSDE ìLíQUINÂS c-|P. 3 .À'T'STIÂGEM E mT,FÌâNcTÁs DE PEoAs }ÍETíIlc,ls 45

13, Ud cuìo de aç. de 2 pol dê diâúetrc exictuo e t Fol de diâmeüo intêmo uúâ iotelteÉúci. úáIimâ de 0,002-2 pol ê úa tutêúérência nldmâ d. 0,00t.8
dov0 er moniado en um eixo de 1 pôl !o. una àjÌstaecm dn d's 8, *m o @ DolI
do crilério da selctiYidade lt.rp.: 4 stuÍs, de eordo 6n À tqbela abÀuo.
(d) Dêtmilú a t leÌâ..ia, a interrerêDcia e 6 dimensõd linit6 da du6
(ò) a náÌnna iensão radiâl de cortÂto! (c) QuaÀ os Yaloe má_
Dq!ü8. QúaÌ A B c D
ximos e nínnNs dÀ tensão tuepncial dc @ntato I (Usar a equação de Íimé.)
(d) Qua;s os vâror6 eÌtenos ds t€mõ€ td$nciais eldivãÌê!í6, bseadôs !i
t€ôriÀ da dcfurmação máxnna nÀ supê|rÍiie de coútalol (UsaÍ a e4uação de | ,.ooo., 2, 000. 4
Bhnie.) k) QusÌ â ío.ç axiat máximÀ Ã. cxisids pa.a a montdseÍr dG pe48
2,000.0 2,0002
supondo uú comprimeDtD de cüìo de 3 pol e .ía - 0,12 I U) Qu.Ì o noncnto
máximo que pode se. t.aÉsmiliilo com 6ta monlaeÈrD I (Du a elüção Ì6eada
na intarfeÍêncin máxina.)
2,0o2.2 2, 002. 4
Edp: (a) Tokrô,n ia: 0,000 .6 polt íúldleência ndÌ.: 0,001 6 pírl:
mh.:0,000.4poÌ. Dimcnsõ6: l'zÌ,i 1,000.0pol t?ìoj r,00r 0 tDl 2,002.o 2,0t2.2
1,000 6 Pol l00l 6pol'
(ò) p, (mí\.) : Ì8.000psi.
G) d! (máx.) : 30.000 psi,
(d) d, (náÌ.) = 3í 400 psi,
{d) Fd : 20.4001b-
U) M, - Ì0.?00 ìb poÌ.
lr. Um.ulD dê aço de I p.]l de diânei.o int€mo, dqa s. mortado €m otrl
eúo.ujo diântetro é de 1,0or pol. À qoe lcnÌp..atü.à derc ô .jxo sr r6friado
para ller.)ilif unÌa nonlagem d6lizante I À tempoal,ura aÌìbiente ó de i0"[ c
o coefi(ienie de dilatação ìinear é de 63 x r0 rfl'.
lì.sp.: - BB,5'F.

r5. Descja+e unir dois cilindrcs de açó Á ê B por alertq admitindN urÌ{
iel"no hnsencial nã sulerficie itr€.!â do cilindtu ]9 dê 12 000 Ìui. Detcúine:
(d) â nÍerte.ênci! nassárie: (Ò) as tcÍsòè tans€ncids nd superrriB dtdna
e intornà d{s duas !.ças, *-gtrndo a cqurçiid dc Bimie.

Cilindú ,'1 - diâiìctro erte.no: 2 pol; int.rno: I po!.


Cilindm A diâmetm dt(Ìno: 3 plll; inteno:2 poì.
' R.sp.: ta) p. = 4.r30p3i. ó = 0,001 178poÌ de iDterf.
(ò) d;i: 1r o20psi, = 5.650Psi,
',.i
or = ó 603 Psi, dia -l- 12 00o !6i.

16. Um disposil,iÌo de cenuaelm têm por Í'isão Stid 6 du6 parrB de


um scopìamcnto por fl&s6- À clasc 4 Gcolhida púa a ajüstascm pmporciom
toha .uoárcl üras os tolêúncis são p€quen4. ItspeiftuaÌ 6 dinìlsõ6 do
dislìosil,ivo con diúeDsão nomiDal dê 6 pol pa.a o èmpr'ã4 coúbinado da Íolsn
d! clMo .t .om s toldâncis da cÌase 3. OlNdvu quc há cdta vútáscm do
Í$nt4 d€ vislÀ dq produção oo ED d6e tipo
'Ìisüô.
,i.rp. | 6,00t.5pol
" sgggJpot

l?. clltgs€ I ó üsada pda a frÕtasenì dê um cuìô ern unÌ èiio de 2 pol-
() 0Írloi sr,tns
^ úo n€cNúrios pú4, Po. neio de u'nâ âjusta€e'x s.leíiYa,.le.+
C,rP. 4 YIGÁ8 CÚRVÀS 47

A dtutÌibuição rte tcnsõeÊ devida à flexão é dada por:

ae (r" _ y)

d é a tenúo dê fle$q psi;


tí é o Eomento fletor em relação ao eixo qüe passâ pelo centro
de eraüdade, lb.pol;
Vig o s C u tv u s y é a dietância do eixo neutro ao porto em estüdo, poÌ; positiYo
quanrlo contado do eixo neuiÌo para o centÌo de curyÂtura
CapítuÌo 4 e negaúvo em caso eontÌáÌioi
,4 ê a áÌea da seção, pol';
e é a distância do eüo do centro de graúdade ao uxo neutro,
N:rs viaas curvas a fl€xão não segue a mesma YâÌiação ìineaÌ p"l;
que nas vigas Ìetas, em viÌiude da variação no comprimento do r" é o raio de cuÍvatuÌa do eir.o treutÌo, pol.
arco. Embora as mesmas considençõ€s sejâm usadas paÌa ambâs, A teGão de flexão lra fibla inteÌnâ é dada poÌ:
isto é, que seçõespÌânas perpendicuÌares ao eüo da viga peÌma-
necem plânâs depois da ltexão e que a tensão é proporcionaÌ à ( r :- , Mh,
defomação, â diÂtúbuicão da-s tensões é bâstaÍte diteÌetrle' Â Aetì
onde:
Fig. 4-1 úìostra a variação linear das ieNões em üma Yiga Ìetâ e
a distÍibuição hiperbóüca que aparece em uma Yiga cuÌva. Ob€er- lq é a dietância do eixo neutÌo à fibla intêü4, pol (h : r" - fr;
va-se que, em uma niga curva, a anulação da tensão Dão se dá rr ê o raio de curvatura da libÉ interna, pol.
sobÌe o eüo do centro de gravidade; o eixo neutro está entre o erxo -|. tensão ile ílexão na libra erteÌna é alada por:
MK
|':..;-'

(t
Elxo p.e.dô p.lc c.G.
lu ó a distância iio eixo neutro à ÍibÌa extema, poÌ (lu : r, - r,):
r, é o mio de cuÍìrâtura da Íibra er.'terna, pol.
Se a seção ê sin&ri.ca (como um círcuìo, um ÌetângüÌo, uma
yiga I de abas iguatu etc.) a máxin1a teDsão de |Iexão sempre ocoúe
úâ fibÌa iateÌna. Se a reção é assimétrica ela pode ocoÌrer tanto
úa Íibm interna quanlo na eÌtema.
Se a seção está sujeita â uma cârga axial além do esforço
fletôr, a tênsão axiaÌ deve ser somada algebÌi.amente à tensão de
flexão.
 di6tância e do eixo do C.G. ao eixo neutÌo é geraÌmente
pequena Una variação numérica no câÌculo de e pode causar
gmnd€€ Ìâúâções no resultado final.
Eta. +l
À Tabela I dá a posição do eixo neutro, a distância do eixo
do C.G. ao eixo neutro e a distância entre o eixo do C.G. € o centro
do gÌqvidade e o ceÂtm de cuffatura; isto sempre âcont€ce em de cuÌÍatura para vâriâs seções ÌeÌas comumente encontradâs.
vigm ourvol.
I
48 ET,EMENTOS ONGÂN&9S DE üÁQÍITì{áS c-aP.4

h
," = Ire.A;

R= r. + N2

k= r*dlL

{b-Ò(4+rô)+lI,

G -0 (4 )+ 0 b -DG )+ t 4 t"h\Litt',b. lr |,ó-r,{t\rà-1.,,


'" r il ti r. t ^
4 toe. i Mo& - + óblo&-

rJ (b -t + (ó . -0 (lJ G -â L )
(ór-!)(li)+(4 D(l.)+tt

PROBLEMÀS NESOLYIDOS

l. PaÌâ a bâÌÌa repÌesentada na Fig. 4-2, o eleito dâs duas


Íorças aplicadas é üm momento puÌo qÌre iende a lletir a bana.
DetermúaÌ as máxima! tcnsões de tração, compressão c cisalha-
Eeoto e a seçào cm que elas oeorrem.
( 4- 0( È) +ü

(d) O tundto ÍeüG, d qualqud se6o, sâ: 200 X 5 V2 : r.r00 lb pol,


(ô) Uma vd qtr€ o mondto eqniübret4 é @no etá rêpH iado, disté

"=.,*_aç1ffiq Laéo ú4 Íihr{ supeÌior CDE e @úpl@ão !a Íü.â iDfdior 4ÈI'. Cneo a visa
é siméEica { máliEa téÍ!ão mtuaÌ ocore na fibÌÀ iútqÍa, na pÂIt€ orde o laio
iiê cfrú@ é m@r, @m À = 3 V2 pol; = 3Inl; 4IbÌ; Â i6ão úáriúÀ
'i '" -
é de @roprs!ão. C.ntudo, o l*5ltâção da toúão máxins de traéo úão ó
oiikote â3 e€6 @ú À = 3 r/2 pol e n = 4 r/2!ol d6'€ú to Yqificrda!.
õ0 rLt![EN'rOS OBGÂNrcOADE MÁqItrNÁS crP. 4 51

(c) Dêter0iúâ6o d€ .: A rdo ú. fihra dtaa ê


Mh- = Ì.100 í0-520ì
o=6fu:;fi" -',**' ""- o*. -tto,*;É = 2.861'p€i @Erfè6ão.

. - R -.n = 1,5 - 3,485= o'ol5lDl. (, O .doÌço úáÌimo de ira6o o@E n fibm qrea, dê nio ib cutuÀturÂ
R = 3 V2pol
O 6forlo há-rpo de omprq6ãô {)lrlre Ís fibr@ iltes Da s€.ão de raio
E E
.lô dryatüÉ Ã = 3 V2rDt. A mtuima rtuão cisalha é é a metado dâ Eaio.
ililerE{tr ate du& dc rÌ& &Eõe primipais. Una ve qE ns fibras qteil8
2m lb (10 ke) .p&ee 4P.nqqÍleúo! a Dánú! tcÉão cisalàúte éà (_ s.9i0 _ 0) = 2.9ó5 p6i.
P@ @úpa.aãq a úínúa aeEão d uúa Ìiga Ei! scia:

= = = 3'3{0 psi (tÍação e @epÌeãô)'


F " i
-;ffi
rb (lü kq) P.L, tirb@ ÌA,íLn:
,o'(50cmr--J
(4) ]l'' : r00 G5) : r- 500I(g.@.
tb (ò) Dêyem s vairud6 3 seçõ€ 6n rai6 de 9 cm . U cD.
ks) (c) DetEnüúção de r:

t . 1t ) Ol b .p o l . s{ or.-r 2,5 2,í


{1.5,t10 kg cm)
q.
,.?s
lb flo ks) .- À- '. : 9- 8, 95: 0, 05@.
Ftz.+Z (d) P&a a s€ção@m Ìaio R 9@:
-
1.500Í1.25 00sì
ú,--l2i(0G)(?Ë=r72Ìeio'
1.5{10
0.25+ 0_05)
(d) Püs s soÉo coe R = 3 VzFol & te!áo m libÈaiítqDa é:
"'=ffi=rorçl*''
Mln r' r01'(0,48s)=5 ^"^
=+;tffi (.) Párs . sqão de mio A = u @:
, = - eroPsicoml*ã'
" #
,"=. +E - -?q- ro,ss
À i$ão !& fihra eíeEa é: ".;
-ú \7s
r.l0o(o'5r5)= r'72oPei'
= +ffi tração' .:r1_rc,85:0,15@
* -#
l 500 ít-Ì0ì
o,= rr,s rii(qrut = m'rtel*'
(.) Paú a É6o coú n: a V2 PoI; ro.-,
d'= l írc íL,t{}ì = er'1r's/m''
À l-,t = 4,480 pol ou t = Â - tn = 4'5 - '1'480 = 0'020 !'l'
t- , , = , 12; (oGõ25t
- - tltk rolri ro8' t/{
C@cluão: moi6 16!ã0 .ÌüE ú s€o itô raio n = 9 cD.
À t Ds-@ m íibta útmâ é: ^
l*dlÀr4nto mírie:

d. : à (- 3?2 - o) ts6 tsl@!.


-
crP. 4 YIGÁS CI'EVÀS õs
62 ET,EMENIOS ORGÂNICOSDE
'TíQÜINAS
- Iì^ttz + ì-t4tt = t11k + 31lr:t2
na visa (paÌa compsaçÃo): (á) - -j-i- -----Ì- = 3.482pol
T€nsão máxiúâ '!
2o?ke/cm'(tqçãoe oúp*'qãol (c) . = À-., = 3,5 - 3,482= o,otapol
ô = -l!s- = 119ï841=
h-0, - 0,018= 0,!t82.
dobÌa'Ia como . Mtu 500{0.482)
2. Umâ baúa rfe 1 pof (2,5 cm) de diâmetro' ^ ai =
\4, 7; - = s.ouop'.
Para trm raio minimo ri' de TìÌìF oõror ,r,
nfr. t,"" como uma mola
G) O 6forço de Á ÀB é tÍação, ede CaD 6 c@plmão.
"t,
(n n.r'nr ienôão cisalhere é V2 G.680) = 2.940 p€i € ocôft m rodos
100tb 45 k9)
G p d t 4 d e^áa Be d ê C a D .
k) U@ @ que s secão é sinêtrica, Íão bá úe*idade de velificar a teBão
100 tb DáÌim! trc liha qteB6.
(,r5
Pdo rírlaN úéIrico:
100tb
M = 1 0 0 (5 )= 5 0 (45 k9) (d) À teúaão DáIi@n de fl€úo atuâ Da seção de laio 7,5 cú (ve. a stuíão
lb Dol. (5,8 ks cm) êú üidad€ iúgléa).

!(n tb lto'/'tzsv'l' - [3 162-f2?381t


(45 ksì 1ty,"- 41 -s,?ocm.
r " ( 2 .5 c m) d c d i â m .
(., .:8.í5 8,70:0,05 cm
4 : r,25 - 0,05- r,20cn.
, "' =Zr,"*-g#ffiOfiO =r?7k^m'.
(.) Id@ a solução en unidade insl6as-
2,5cm (/) V2 (3?4 = 188,5 Ìs/cm' nos 1rcchN áBeCa

(q) Ideú a sluçâo eú úidad6 iDsle4.

3. Um elo em Iorma de S é teito de uma baüâ de l pol de


diâmetro. DeteÌmiDâÌ as máximas tensõesde tração e cisalhante.

100 lb (45 ks)


Fig. +3 (.) À@npüarão eútre a S€!õeôÀ-Â e BBmFk 44mGhaqueot@
IIetôÍ em À-Â é m€mr do que eú B B, mas o raio de cwâtüa é úaoi @
'!@to
À-^ do qm eú B-8. Se.Á, Fortaú), nÈNário veriticaÌ pata aebe 6 sê!õa
3 poÌ (?,5 cm), determinâr a mâxiúâ Íe'nsão cisaÌhânt€ e düeÌ
No F@to P da Seção À-À:

(ò) j|f = 600Ìb.pol

(ô) O potrtó olde @Íé a útuinâ tdsão cisalhete Fodé sd deLêdinado ç1 ," - L'Ê t "'t\' - Íelt'r' +, tztt'r'1"- r."," *,
B du@ tÚçs âpl;
Qualquer 'orDo üre qú iodoa . : n _ fn = 3,o - 2,979
ìín".*
" interior 6teÁ sjcir'n úô m*o momed' fler'or' -
0,021po! 4 - 0,5 _ 0J|2t = 0,479pl
;;il
-. ;" ;*r" -tto-*u..
-p.".; - dão orie@ a ú cdjüeado pu'o A úáÌimâ rd- Mh P 600(0.479) 201!
rto i"" * ai* t .ç* Ìnoor úaç- âo:7- ,- r ; = ++.i Ít=
"",
.!o d6 n€nìo @oúdÁ !À fihâ i mâ d@ saeõe @m Éio dê c@úuE iÍtd-
G
ì'r r r 1i ,,oar( r 5r
s pa 1a" ,l a a e de C â D) Âs tê'sõ6 máriús não ocorEÉo : 6_960+ 260 = ?_220p6i, t.s4ão.
I n
- é dé
Í|onCo. ontlc o rúo iltoitr 't }ol.
54 ELEuENros oRcÂNrcos DE ìtÁQuÂf s 55

No lonto Q da S€ção B B:
(d) ilt : 800 ì! Pol. (a) Cono â bu.a é simétrica, a maior tê6ão apÀÌ@ ns fibÌas intems.
O lDnto P da Scsão À-À erá o sujcilo aos maio.6 6IoaG.
Ít^tti + Ì,tt)t2 ft4,5tlr +r (3,5Í/ït
- "" - 3.o84pol (ò) O noúento na 5€ção Â-À tcrá o yalor M = 2.000 (-{) lb Fol.

e = 4,0 - 3'984 - O 016!0l; ii =05 - 0'016 = 0'484pol lì,ttÌ | ì,r'f l(6,0ilì + (2,0)Vlt = 3'732po1.
." =
4:
a=R . ^=4 3, 732- 0, 26ANbl.
-=
hi=2 0,26a- \732Núl
A 1í @)2- r2,56vrr.2
lí = 2oo(3)=600 lb Fol.
(a) O márino 6Io40 de t ação pemiiido é dc 10-000 psi. Tfãção púve-
200lb !L P
Dênrê dã Ílêrdo + lrâei,opm\fri'r,rc da Íorça úid +

ln ooo 2 00o(x) n.732ì 2 000


' - 12,56r0,2b8)(2) ! r:,56
de onde* obtém.tr : 19pol,
5. DsrabeÌecer as ÌeÌações básicas necessárias a obter a dis-
aribuição de tcnsões em umâ viga curva, deúda apenas à flexão,
Fis '/L4 e derivaÍ a equação que dá essa distÌibuição (ver Fig. 4-6).
lllh' P 800í0 434) 200
Gì ncÈo + 116(à0= 1.r' l- ,{ - (qotó) (jÉ) + ï:ÍÍ:
l;ll,
= 8.800 + 260 : 9 060 Psi, tÌeção'
= ps N pdto Q'
í, ci$âlhúenio ÌnáÌn.o = à (9 060) 4 530
Despre-
4. Uma barra é caÌregaila como mostra a Fig' 4_5'
zanalo o peso próprio da barra' quat o máximo valor da dimensão
X de tÉção permitido ê de 10 ' 000 psi I Onde
""ìo.ço
"" " '"ã*i-ámáximo
ocorrerâ o esfo(o cisalhante P

Solução: Fie' 4'6


(a) Coaidere* ú eleúmro direrenciâl da Ìisa, subte.dido por um

(ô) C-no Gülrado da lrexão ê de .4na setõ6 plotu ptnatuced planú,


@a sação a.bitÌá.ia p - 4 @upuâ a ÍDsição p' - 4' depois de defo.mÀção e
ctüá sujeiÍa a üm 6Í0.(0 de l.ação n6 lib.6 iní€.ns e de @mp6são nè lih.4
frg. 4-5 dtaÊ. À btação * dá @ tomo de uú ponro {ixo Do cüo neürm,
56 EÌ,EMENÌoS oRcâÌrrr@s DE uíqulNrs 57
cep. 4 YIGÁS CÚRYÂS

(c) O aÌonsamenroile uma fibra s uúa ilistância t dâ fibÌâ ÍÊutrâ é tdó'


6. QuaÌ o máÌimo yâÌor dà Iorça F paÌa que a tensão do
(d) O conprineíto oÌ,sinâr de úa Íibú eÌ@otú ê lìn- ìd0.
iÌa!ão desêayolúda na peça da Ft. 4-7 não ultÌÂpasse 20.000 psil
(") Cono 6 rdú€ são tmporcn Íab à6 ddlmaçõ4,

AÌ - adó E . on.rcdéstd6ãonecoÌ:L
o= G E . Ï E
^ "- *3ú

ü) À sna dc tod@ e forçs eÌemãiúê dero sd z@i pe. qu haia


'qui_

f'oo:o-I#:#:"*#,f#=,
@ ttúo de qüaÌqüq po o, drye
O) O nonento ila6 IoÍçN €ÌemeÍtas,
s€! ieül ao momento spüca{ìo ì4. Fìe. L7

Tomúdo o ÌDÍto Ì< Púa Mtrc dc m@@tc:

!,"0n:** Ilu!**'f,^=,
(d) À ú6rinq tãEão de tÍ&cão @ft@á !o poDto P da S€aão A-,{, êm cujq
se{ão a Ífeúo é ntuina, exÈte cwaÍuú e atua úa tê6ão de imqão.
(ò) À disrância do @Dtrc ile cDnatÉ ao C.G. é tiÌads da Tâ!. I.

g'f i,,^-,. R = ìt+


|*'+|+"o,-o
tu+(l,rt)4
*, o*"-u" *o*.,/;4; dÁ = ì4, e &!ôm.iro tú duc p{rc'r6:
:r+ *"r (*).i (*)'(i, *) :
.,(+)+(:-+)
(+) 1,332po1,

"f fvo"-f ,*:' (.) Tmbém, da Tah. I:


{4-4(ô+tÀ
(n Msd€(r, I*r-dt-oe I yde FD|€o.{ o úúdto.b (4-0Ìos.I+-li+,b&ja
J t^ -t J
reÌlcão ao eüo neutrc da áreÀ conprdd@do d *íão. Ireo' Jt dL &
so éditô (tro ,4r, ondê . ê s dÈtânciâ do eiú euüo e ei{ qüê ps.
(i-*) (à). (*)", = r,267 pol.
pelo C.G. tt t\. | | t/8 l. 2
(a - s|oc'- | rï'e' t
r,,at:u= (4 . = n-'r = r,fi2 - 1,267= 0,065po1.
( J ] E or Ìi oa e q u a c àeom (r) p o d e s d d i |Á + D I
* J' " Y
aãbt ^4 . .
dó^.
@
dò^ M h - t" - ri - 7,267 1,0 = 0,26?IDì.
d 0 -= A ,.
c),t.'=+(â +{(}) =o.,o,n"r'.
(É) À €quâção ds teúEõ6 @ (.), Fôde s eitã:
(, M@@r, fletor (@ tomo alo C.G) = r(2 + r,$2) = 3,$2r.
Lt
çl ru,a"+""a" = {*4' +!
r.Ì,, ^ !
lf^- tdo ac rn t
ï$2F @,261) e ,F'{óáximo)- 2761b.
qtr. dá ! vad.6o dú! rd.ã8. ã.000 - (0,203)(0,065)(r) + ì,r04ã-,
58 ELEìIENTOS ORGÂNTCOS DE ÌIíQUTN^S cÁÌ. 4 59

(à) Ob6end qüe, nète c@, a teNão n4 fibrs extma pode 3eÌ maioÌ (d) Secão Ca
quc nú inteúü, mqs a teDsão tr6 fìb6 eíona é de mmpr6ão.
Pmto,: No ponto t â a€Gão devtdâ à fldão é de coÚpÍ6são e at rsão nomal
é de tmÉo- En 6 tcNõ€ sè subtÌ@ À 1êBão de flexdo no
?. A peça repÌesentâda na Fig. 4-8 t€m I pol de e'specsuÌa 'rs€qúência,
poÌ B pol de largura e está subúetida â uüa caÌga corcetrtrada
de 400 lb. DeteÌminar os vaìores máximos dos esÍoÌços de tmção, Mh^ r2oox 9.5)(0,5+ 0,024) = 1.300p6i
Ldmpressàoì,
comDÌessão e cisâÌhamento.

_. = rqg.+/r - 3, 4?6I Dl, . = Â


oíder" -...... '.
ro4..d.i
. "- x. 4 3. 416=
= 0,024po1
- - l-
PIA:2íJ0la = 2slst.

Tasão 6' tút4 = 1.300- ã = r.2?spsi (comp6sãol.

, (200x 9,;) (0,5- 0,024) =


Ì.5?0 p6i (t.ação)
3(0,024)(3)
Fie. S
P / r - 2 0 0 1 8 - 2 5 p si .

Tensão roftl = 1.5?0 + 25 = l.595psi (üÌação).


(a) O mâìino nonento flëior poddá (nÌrd d:
(.) O 6Í0rç0 aáximo @oÌre na lsÌte reta, Seção À-À, o é de 3 000 p8i (tftção
1) Scção A-À. úo Fanto q e. comú6ão ú ponÌo P).
2) Seção B-8.
3) s€rão C-C. À máiima teÉão cisãihútê @ore eú p e q e é de ã (3 000) = r.500 psi.

Na SeaãoAÀ o momento ê máriúo m6 â yisa é rcía. PROBLEtrI4S PROPOSTOS


Na Scção B B o momento é me@r qoe eú ÀÀ Dë a rigf, t€m cnÌyatú-
a. PaÉ o clemento dc máqüins EpGdlado ú lig.4-9 e o cãÍÌega@nto
Na Scção C-C, o momerto 6 mcnor qne em A-À e B-8, m6 a viqa ten meÌo. e dstlhúte e dizd ondc @orc4.
indicado, detemúd 6 máÌim6 tmsõ€ úlúal
Èio de curvàtnra. Àléú disD, â Seção GC 6tá sujeita â @ 6foÌç! de rÌação
que !ão Âpare.e ntoc out a dú4 se!õ€.
Os Gforç6 scrno compütadc ús tÌês s€çõ6 € ompqEd6. (Cdìo n yisa
é siúétricâ, basta deremiú 16 de Im d6 Ìadc do pÌeo @Ítral.)

(ò) S€ção À-A

- ",' , !!i , - eo\ .: !,'l = 3 0o0Ís (rr.ç{oem4.


' I U,z1t2 8(rr,. 12 ãmpeeLo cm p;.

OÌ8.: CÈãlhâúento lransÌeÉâl n o nc lontc p e q-

G) secão B-B
Fig. 49
Mht 1200X | Ír {0.:l. 0.01s}
-Pontot: o, - -
Àt. s(o,ots-it..:j- - 2.215p6i(.omp6ào), 2.ó?0 !ei: 1,3:t5p€i; üb4 no ponto Á'
ÌÌ.s".:

- htrí =- 9. Uúâ ÌebitadciE hidÌáülica poúátiI é capu de d4er E 6fo.ço náaimo


oDd€ - roc.5/4 448rpor' = t- -
" de r5.0oo lb (6.?50 ke). O sÍmpo @ fofla ile U de aço {údido pcsDi í@são
- =â,8|0if' de nptu.a po. tÌqção de 70.000 psi (5.000 Ls/@') c tx@aúedo rúbóm por
(200x r4) (0,5+ 0,019) rrâÉo de 35.000 F€i (2.500 ks/@t). CoÉiddudo a Seção À'À da Fis. +r0,
P-t ., = r,9l0 Fei (lÌação).
"":4L 8(0,019)(5)
crP. 4 vrcns cuBY-Ás 6t
60 EIJìIENTOS ORGiNICOS DE MíOÚINÁS

I2. CiNid@* ú e3rcho dê euitrd6te leito de úâ b8m de 2 pol do


diâmêrD c cdeaado c@o m6tm a Fis. +13. Dete@iqú o mtuiúo ëtdqo
de tÌa!ão e dia @dè .rrc.
500Ib

!-is. 410

Àdr-: 159.000Ìb pol G79.000ks cm).


{ò) DistâÍcid do eiÌo do C.G.
ao eiÌo neutm- A4p:0,334pll (0'83ícm)'

{c) Tènsão de lÍação PúÌeni@tê


de cúsaÈ tuisjs, 4dsp.: t0.600lb(4 7?0kg)'
(d) ltáxima tmsão d€ rrâção e À"tp.: l? a6O Fi no Í.ír'o P (1 29O
onde oone Ìc/cng)'
(d) MáÌima temão ile cisalÌìúa- À€sp j 8'930I6i nosúto P (6a5 Ls/@1'
to c onde oco@ Fig. +lt
10. Um ãúel é feito dê um^ bÀra de 3 p.Ì de diâmetm; su diâmetb iítcÌío
o máriúo Â"rp.: 5.6a) Dêi no !@to r.
é it€ 4 pol. Pda o carcgamento repèstado na Ììg 4rr cdcÌld
slorço .isalhantè na bafta e düe. ondê eo@
13. Um elem@to dê Dáqúi@ é feiio dê uEÀ búa itê 2 pol d. diâ@ttu
G €tá @.€ado @Íílme mo6tn { Fia 4-14.

fie' +11
Àap.: 4.210psi !o pônro.l.
u. Derdúinú o vâÌor ds náÌima íeNão de tnção qüe e dlx@wÌÉ rig. +r4
no ôlemenlo (p.*ntado n Fig. ,!lr. Düer @ quô FoÌlo (Ì@e-
(a) Oìde o.o@ o útuimo €ÍdE!
f.rp.: 1.360 Fei Ío pnto P.
À?sr-: P@to P !a Se!ão À_A-
G) Qúl o tuudto fldôrúa.êção
Rér!.: 2t0lb !ol.

Fis. ar2 (c) Qu.Ì a cúaê ndbaì ãPlicada


ì eéo @i5 $ticitÂdâl tusp; 20 lb
(d) Qu.I ! ntuiEa taúão dô
na?.r 2- 430p6i-
ô3
62 EI,ËI,ÍENTOS ORGÂìiICOS DE íqÚrNÀS

14. A 6trotuÉ repr€otada nq Fig. 4 Ì5 6tá caÍÍ.gadâ om I t amcri@na.


Det€minú: (a) o ponto onde ocorre a máÌima tmsão de ómpr6são: (ó) o
ponto on<lc ocorre a mâximâ tdsão cisâlhht4; (d) o momento llctoÍ n.
Sejo À-Â; (d) comprsão PrcYmietrte da cdsa sialj (€) náÌima teGão
de compBão; (, máÌima td!ão catÌ,úte

Fia. GÌ?

Itap-: @) O projero úo 6íá ôaüiúató.io um vez sue ! márima td8ão


dê rÌâção d{*@yolüdÀ é de 45-300 I^i e a mâÍimâ peÍm ida é de
15.000 psi (ou a náxims teÍsão cisalbútê d6envoÌv;da é d€ 22 700
!6ieanáúna pêrmitida é de ?.500 psi).
Fis. 415
(ü) Ì) Deye€e üqaÍ uúe viea de pe.fil I ou T. 2) ÀunìentaÍ o
(o) ponto P na S€ção À-À; (ó) plúÍo P na S€ção À-À; (.) ?r'o{xl raio de c@atúa. 3) Àumetrte o diâmeio do graúÍb'
Rdp.:
Ìb pol; (d) 2 000 Ib; (t) 4-800 IEi; {t 2 400 psi' qoe' pora quetõ6
1?. Um secho de guiÍd61e lem uma s€gão tr@Y6aÌ
15. A Íisa rep.6entada ía Fis. 4-16 é suPortada pêlos mbdis C ê D e ile úátirc, sá ccii!.tada tÌapezcidâ1. Os máIimo6 6fo'ro6 ÍoÌma! € oiôÂ_
ó coísüiuidú pot umâ búâ de 2 pol de diâmeÍD. (a) Quais s FÁçõ€ en C lhúre@rrcm no pnto P,6mo úctÌa alis. 4-18. Deterniúü: {a) c dktâDcia
ê D I (ü) Cono vaia o nomento flêtor €m seçtu perp@dicuÌd6 ao eúo d üsa'  do @rb ile coryatuÌa ão €ixo que p$a pêlo C.G.i (ó) o tìomêtrto flcror m
qual a seção ou quais 6 s€!õ6 sujeiÍA . maioB S€!ão À-A: (.) s disieeia ilo c€úo dè cuÌYatur ao €iÌo Íeúrc; (d) a á'4;
ontE 4 e B I (.) Detúinü
6forços. (d) Qual a r€nsão máÍi@ dmvolYida I (e) a náxn!â tdão de tr{ção (tu poúto P); 0) úáíoa t@são no ponto q'

I
't.000tb

.,'Ì
iWì
5€!ão A-A l
I't. 4-16

Resp.: (d) R€ação em C - l-0001b; em D = 1.0fit Ìb; (ò) O úono'o


fletoÌ ê o m6úo de Á a B e kual a r0 000 Ib lbl; (.) de Á a E e de
r a B; (d) 15.700 Psi (íÌação).

16. No dispNitis Epsdtado !a Fis. 4_t7 td* a ío&a Il/ = 1.000 lb.
(a) 56 â náxina tasão cieâllÌmte d*e 6@ de ?-í10 !6i e a máxima dc r'açío Fia. 4-18
d0 15,000 p€i, 6tá o ilhposiliyo cor.êtdúte di@ionado quanto à EÈtência I
(Ú) So o dimeísionÀúenlo não 6tiv6 coreü), quais G modirtcaçõB íi:lBátic
d6 forga d€Ípis de aÍFr[do o pda_ Edp.: (a) 4,33 pot (ò) 86 600 ìb'Fol; (.) 4.0 pol; (d) 10 r/8 pol:i (.)
pn! Ínolhorálo I 9lg6tãoi fee! a aáli*
r?.500 p6i; U) 9.130 P6i (dnP.*ão)'
64 ÌLE!trENrqg oRcâNIoosDÉ ü-íQuDrrs

r8. C@siddddo o dÈpósiLivo E!@aatdo ú Iïg. 4rq deaãmiolt n


nátimÀ t@ão cisaìhdte ê di@ o[de ocom

Flexãoe Flambagem de
em Elementos
Iis. +Ì9
Móquinas
poútd
C a p ítu l o 5
Âel!.: 1.9?0 p6i, !c Á é 8.

Rigfdez. O projeto de um €leúentô de úáquina deYe, em


alguns c.ÉÌsos,ser leito leya]trdo-se em conta a rü;det. O elenento
pode s€Ì bastade ÍoÌte paÌâ evitar a ÌuptuÌa mas pode trão seÌ
s{tiÊÍaÍorìaüeate rigido paÌa desempenhar as Íunções que lhe são
atrüúdaa. Oe tópicor a seguir anaÌisarão a Ìigidez ÌeÌativâmente
às deformações axiais, lorsionais, por fÌ€xão e por eleito do cisa'
lhamento e flsmbâgem.
Deformação ô deÌida o uma caÌga aÌiâl F é baseâda ú&
lci de Eooke.
/Â\ F
s:t+t(8"):-. A
\L
''
Daí YeE que

""_F L A E
onde:

ô deformsção axiÂI, pol;


-
, : comprimento iniciaì do elemetrto, pol;
á : s€ção Ìeta, pol';
E : m,ódulo de elasticftlaile, psi.

DêfoÌmagão aaeglar d' devìala a um esfoÌço de torção, eú


üm elemento de s€ção rets circuÌar, é dada por:

5A4TL
^- -EDí
v':
66 EI,EIIENTOS IJÌIEÁ\ICOS DE ÌT.{QUÌNNS CÂP. 5 fi,trxÃo E FLrìrB-{cEÌÍ En rr,EÌrENTos DE MÁeuÌNÀS 67

PaÌâ uú elemento cuja seção Ìeta seja uma coma circuìãÌ. I y = deÍoÌmação, pol;
deformação angular seÌá: r : distância da extremidade do elemeDto à seção oDde a
5A4TL defoÌnação seú deteuinada, poÌ.
G (D,1- Dt) ' Umâ solÌrção anaÌítica para esÍa equação, por dupla integrâção,
é müito tÌâbaÌÀosâ para yigaÊ com (ãÌÌegamertos múÌtiplos ou com
seção retâ vaÌúvel. Há processos tìe resolução mais fáceis como:
0. defoÌmâção ansuÌar, graÌìs;
(1) método do mometrto estâtico; (2) método da ì.isa conjusada;
T momento d€ toÌção, lb pol; (3) uBo de lunçíes em degrau; (4) uso do teoreúa de Casrisliano;
D diâmetÌo do elemento maciço, pol; (5) intesrâção srâÍica.
D. diâmetro ext€rno do elemento ÍuÌado, pol;
Di diâmê|rcintrrDo do elcmeDloÍumdo, pol;
L compúmenfo arial do elemento entre o momento de
toÌção aplicado e o rcsistente, pol;
G: móduÌo de rigidez, psi.

Para Ìrìr1elemento sôlido de seçãoreta retatrguÌar a d€Íormação


aneular é:

^ 51.3 TL
" ahcxc

ó : maior lado do retângulo, pol;


tado do retângulo, pol;
Fig. 5-l
d : um fator dependendo da rcÌação ó/c como se segue:
ò/c : 1,000 1,500 l,?50 2,000 2,500 3,000 4,000 6,000 8,000
O método do momenio Btático das áreâs para d€terminar
10,000
-; a deÍoÌmação de uma viga dcvida a mornento fletor é bas€adô em
a = 0,14Ì 0,196 0,214 0,229 A,249 0,263 0,281 0,299 0,307 que a distáncia, medida na perpendicuÌar ao eixo da viga, de quaÌquer
0,3130,333; ponto Á da elástica à tangente a qualquer outrc ponto B da elástica
O : móduÌo de rigidez, psi; é igual ao monento eÍa relação à ordenada do ponto .4 da área do
t : compÌimento do elemento, pol dtâgtúÂ MIEI, entÌe os pontos /4 e B (ver Fig. 5-Ì).

A defl€rão lâteÌâl devida à ftexão só pode seÌ aleteminada A - A\4+ A,i , +


ÌesoÌvendo-se a equaçeo diÍerencial da elástica do eixo neutm

d 'r_ M á' : área I do dt gÌama MIEIi


EI
tr : distância na oÌdenada, de / ao centÌo dc gmvidade
oade: de Á':
M = momento fÌetor, lb.pol; At : ârea II do dra$aÍ\^ MIEII
Ì momenlo de inércia, pol'; ãr : distância na ordenada, de ,4 ao centro de gÌavidâde
-
E módulo de eÌasücidade, psi; dè.4,.
-
68 DE ìúíeúnrÁ-s
Er,EÌÍENTosoRcÂÃ.-rcos cáp. 5 I'LExão E I.LíMBáGEú EM ET,EMEìfros DE MíeurNÂs 69

IÌustüÌemos o pÌocesso exposto âplicatrdo-o a uma viga sim- Em yiÊta da seEelhaüça alas equações acimâ, as bâses paÌa a
plesmente âpoiadâ, de comp mento t, sujeita a uma caÌga con- determinação da deformação são as ôeguintes:
centradâ P, shuada a uma distância a do apoio à esquerda e a uma r. O esÍoÌço cisalhante na viga conjugada é equiyaÌente à
distânciâ ò do apoio à direita. Para determinaÌ a flecha y Êob a iftlinação nâ Yiga real.
caÍga P (Fis. 5-1) deve-se proceder como se segue:
2. O momeÌÌto ÍletoÌ na Ìiga coqiugada é equivaÌente à de-
l. Ésboçar a eÌástica.
Ílexão na Yiga Ìeal.
2. Esboçar a tângeÍie à eÌástica tro ponto B, no apoio à es- É necessário, contudo, de princípio, escolher a viga corfugada
querda. de t€Ì modo que as condições-ümites sejam satisÍeitâs. Nos pontos
s. EúoçaÌ o üagrarlra MIEI. em que a inclinação na üea original não é zero, deve existir um
esfôrço cisalhante na viga conjugada. Se o caüegaúento Íor
4. DetelminaÌ A' somando os momentos das áreas das seções
tal que não exìstâ cisalhâmento, uma força cisaÌhante deye seÌ
I e ÌI em reÌação ao suporte à direi[â.
iDseÌidâ no carlegamento da ügâ coDjugada. Fato aÌráÌogo ocoüe

(#)
^,: .
(+) (#) (,.
+): com a deÍoÌmação; se eÌa não Íor nuÌa, deye existir um úomento.
Se o caÌÌ€gamento for taÌ que úo eÌista momenio, um úomento
deve ser inserido úo câÌregamento da viga conjugada.
Pba,Pbla',Pbu"
- 'r r À Íim de demonstraÌ o exposto, consideÌe-se uma yiga e4
3r, 2LEI 6LEt
balanço, com seção Ìeta constante e sujeitâ à ação de uma carga
5. Delerminâr 4,, quc é iguaÌ ao momen[o da área da seção concent ada na extremidade, como mostra a Fig. 5-2. O procedi-
II em reÌação â um eixo verticaÌ pa$ando por C. meúto tr)aÌa ôe deteÌmúaÌ a deÌlexão na extuemidade da viga, serâ
o eeguinte:

6.
^":(+#)(+):#
DeterminaÍ A3 por pÌopoÍção:
1. Esboçar o diagrama de momentos.
2. Carregar a üga conjügada de tal modo que a carga em
cad{i seção õejÀ iguaÌ à ordemdâ do dtagram MIEI.
d A' Phxa" Pb?ax Ptul 3. À lim de satisfazer às condições enunciadas deye haveÌ
u^ '- -:st" E t I zt' a | *.et '
t
7. Finalmente:

Pb'aa PIr'a' Pbal


y-Aì. A :- | |
IL .E I 2L'81- 6LW 6LEI

Obs€Íyâr que na Fig. 5-l as áreas I e II Bão positiyas. Se


qualquer paxte do diagmma MIEI Íor negaiiva, seu momento devê
dêr tomado com o sinal menos.
O môtodo da viga conjugads paÌa determinação da defor- ) 'i, "
mação Ìat€raÌ devidâ à Ilexão é baseado na sernelhançamatemática
!!
dos diagramas de caÌrcgamento, cisaÌhamento e nexão em Ìelação
tfrí
aos diagramâs de câúegamento M/81, curva[ura e dellexão: FiE, í2

dltrMMdaty um rralor da inclinação ou dsalhfinento na seção da ì.iga conjugada


.t\U =u- tb tu., tiJt: Et
-
a, - *". sob a câÌga P, Ìepreseütacla pela reação R.
?0 EI,EMENTOS ORGÁÌ.rrcOSDE IÍÁQUI-\ÁS cÁp. 5 r.LExÃo E r,LrÌrBÀcÈM ErÍ ELEüENToS DE rtíevrNÁs 71

A Íim de que exista uma delormação ou momento no engastâ- Usando-seas funções em degraus pode ser escrita uma expressão
monío deve hayer um momento M âplicado à extrêmidade direita simplespara ,,l4/d1que é válida para quaÌquer seçãodâ yiga e que,
do viga. depois de uma dupÌa integração,resulta em uma exprëssãosimples
paÌa a deílexão, iguaÌrnenteválida para qualquer seção da yigâ.
4. A caÌga triangülar distribuída na viga conjueada pode ertão
A ÍÌotâçãoadotada nâs íunçõesem degrausé a seguìnte:
.oÍ considerada como equiyâlente à ár€a deste t âneulo, Pl,ï28I,
concenlÌada no seu ceniro de gravidade. 11" ê a Iunção em degrau onde: H" = 0 se x < a
5. Somando-se as caÌgas yerticais etrcontra-se a reação na ex- 11':1 se c2c'
tremidade dircita Ãã Íiga, qrre é PL'|2EI. IÌà é a função em degrau onde: 1Ia: O , a ,
""
6. Tomando-se os momentos em Ìelação à extrenirlade direira IIu:1 se ràó.
da Yiga, re8ulta:
O produlo das duas lunçõescm degmusserá ertão, paÌa ó > a:
hr' /ô, \ PL"
-oou II" H6:0 se r<b
-;;,\';)ì"M
":iE| H.. Ha: I sc x2b.
que é a deflexão nâ extÌemidade direita da viga. Uma reprcsentação das íulções em degraus apreseníâdas, apa-
A aplimção de funções €m d€gÌaus paÌa se obteÌ a defor- rece na Fig. 5-3.
mação de uma viga, devida a momento ncüor, eÌig€ apenas a de- i O pÌocedimentomatemáticopara a integrâção de uma lunção
teminâção de duâs constântes de iniegÌação, nesmo para uma eú desrauÊ multipìicada poÌ uma função l(r) é
viga sujeita a quâlqueÌ tipo de caregâmento e de seção Ìetâ,

f '"1ç10,:u"l""tata,.
Exemplo l! S.rjâ J(x) : c,.

Jï ".,,* _u"t"","a,:1,"{].+c: n# *"


onde C : constante de integração.
Exemplo 2: Quando ò > a:

a= fl
I H "tt.e- a)tu- tu J ÉI ç-a)tu:
JO

_ ,'. f.a- o)"f', . _ t, - ü_ J!__!L t c.


-^,L , ),+ç_nh- - 2

Erebplo 3: Se a úga tiver seção reta vaÌiáv€I o caminho


indicado a seguir é o aconseÌhável. A Fig. 5-4 mostra uma viea
teÌdo t.às se6es de difeÌentes momentos de inércia. Ì'1 e tr', são
as caÌgaE apücadâs e há apoios em À, e Ãn. À equação de mo-
viÌlÁv0|. Se se aplica o método da dupÌa htegração, que comist€
mentos vâida paÌa qualquer s€ção seÌá:
Èrlr li{ìíovcr q equação d€ M/EI paÌa cada seção da viga, é preciso
etlr,rlür duqs consiantes de intêgÌação paÌa cada s€ção. M : - Fp + RL(. - a) H".t Rnl.:.- b) Hu

*
ETEMEÌfI9S ORCÁNICOS DE MnqUìrrS c,{p. 5 rÍ,Exio È FL MB.{GEM
ltf, EE}ÍENros DE MíquÃüs ?3

IUas r/1,, o inverso do mornento de inércia de caila seçãoj


poderá ser escrito:

r rr.
- - = ,l r-Iío + -
t. 1 L
-. H"
m
H6
m
H61
n -J
diÍ€Ìencial tomedo no eixo que passa pelo cetrtÌo de graúdade do
elemetrto, como mostra a Fig. 5-5.

dr'
E
= r. (oo eüo úeutro)
G
_1_
(VeÌ Cspítüìo 2)
VQ^t
^ _lrz
u' , ut
-r_^
T
\

Fig. 5_!t

Daí vem:

tE - t- F,.Ì | Â. (..- a) H" I Rau _ b)Hal


âï

l , n o.(t
L -\m r)+rr,í-'
/ "\ n
*'ìl:
nlJ

: ' F , Ì l Â, (t o \H " I R a G- b )Ho- r ,,a.( r -


' ;*
ít \ /' \
+ a " r .,- òH ,H ,\- .t)+nÈ k -b) Hb H, l- - 1 )
Fig. í5
/ t / | r\
* Fú H,( +'-)' \ + R"t, - a) H " Hb \ - - +'
; ) otrde G 6 uma constâüte que leva em conta o ângulo de rotaqão das
f , r\ sêções Ìetâs em Èlação à linla de deíoÌmação nula. (Torlas ae
+ R R G - b \E b H b l -l +-rl s€6es retss giÌam de um nesmo ângulo.) Integrando, yem:
' \ m nt
KV.c OA
À dupla integração pode ser completâda como expücâdo âcima, onde: í-lF
Yt: AC +uÊ+u:
obseryando que I1"I1" : II" e H"& = Ha-
Ì< : 4/5 paÌâ seção Ìeta ctucuÌaÌ
 defonnação devida ao cisaÌhamento pode seÌ impoúâlte,
por exemplo, eúi elementos de máquút-'s em que a relação conpú- K : 312 pan seção rcta retângulaÌ.
mento- espessuÌa é pequena ou para elementos oco€ de gmnde diâ- (Para a Fig. 5-5, Cr:0. Yer Fig. 5-19 paÌâ esclaÌecimento
tnetro. Em tais câsos a deflexão d€üda ao cisalhamento deveú de C'.)
óer somada à defonnação dedda ao momento fletoÌ. Istó pode
aoa de gratrde importância quaado se câlcula a deÍorúação para a o tcorema de Caôtigliano pode ser asado paÌa deteÌúhar
dôtorminação de yelocidades cúticas de elemenros sujeitos a moú- a delomação tarto de eleúentos simples como de estruluÌas com-
monto de rotação. UEa expÌessão para a flecha yr devida ao plexas. Este teoÌeúa é bas€ado em relações eútle defoÌmacões
oitalhamento pode ser detelÍnitrada conêideralìdo-se um elemetrto e trabaÌho. Por exemplo, o trabaÌho de deloÌúação U paÌa um
74 EI,EìtrENToSoBcâNrcos DE MíenrNÀs c^p. 5 fl,Exio E I'r,ÂüBncDú EÌr EÍ,DúENros DE ÁeúrNÂa 75

€leúento de coúprimento Z sujeito apenas à tração, seÌá: De acodo com a Fig. 5-6 pode-se escrever que o trabalho
elementâÌ âmãzerado em uma seção muito pequena deyido a
F'L uú mometrto ÍletoÌ M, a uma força normal P e a um esforço cisa-
2AE lhante I/, seÌá:

derivando parciaünente, a equação, em relação a F determina-eê M'dó .lP'Rdó MP dô\ KVR dó


â delormação ô do elemento na direção da força apücado F- 2AeE \ 2AE AE )- 2AG '
onde:
ôU FL
ôF AF Ìt4] dó
: trúaÌho de deÍoÌmação deyido ünicamente âo mo-
zA"E
llrento IletoÌ Ì4;
Toúando a derivada parciaì do trâbaÌho de defomâção ü de
P'R dÓ
um elemento sujeito à toÌção, pode seÌ deÍeÌmhado o âüeì o de qEe : irabalho de deformação devido unicamente à Íor-
2AE
giÌou uma seção reta de uú eleúento ciÌculaÌ, quando sqieito à çâ P;
ação de um momento de torção ?. MP dó
- AE- :
trabalho de deloÌmação resuÌtante do fato de que
T'L ôU TL a força P tende a güar as laces do elemento confta
-,
U - -"íí e fr: (radianos). os momentos Ìeútetrtes M.
*7:d
Nâ Fig. 5-6 este telmo ó negativo uma vez qìre
Àdmite-se aqui que o material dos elementos condderados ae- a loÌça P tende a aumentâr o ânguÌo entre as düas
gue a lei de Hooke. Iac€s, enqüanto os momentos M tendem a diminuí-lo.
O tÌabaÌÀo de deformação para uma viga reta sujeitâ a üú úo- Se o sentido de P fosseo opostodo indicâdo,então
mento fletor M é: tânto P quantô os úomertoÊ M tetrderiâm a dimi-
nuir o ângulo entre as faces.
M'dr KV'R dó
,:
'J z E If G
trabalho de delormação devido ao esforço cisaÌhan-
lE V.

O trúalho de deÍormação para Uma vla curva sujeitâ a um


momento lletor M é

' u:
- f M:4ó
J 24eE

O trúalho de deÍomação para uma üga reta sì{ieita â um


€slorço chalhânÍe I/ é

T KV'dX

O fabaìho de delormação para uma viga curva suj€itâ a um Fie. í6 Fis. í7


Fis.
orlorgo cisaÌhante Y é

,=T KV'ds Kt4Rdó


2AG
Á aplicação das equaçõe! acima rcsolyerá os prcbÌemas de de-
ílerão baseando-se ro ieorema de Castigliano que estâbelece que
a derivada parcìaÌ do rrúaÌho de deformação em relação a qüalqueÌ
ÌTLEXTENTOSORGÁ-\rCOS DE rríqUrN-ÂS cAP. 5 I'LETIO T fLAtrlB.lCEìT ETt ELEtrÍENTOS D! ìÍÁQUN,|S

Iorça (ou conjugado) representa a deÍlexão (ou ânguÌo de deformação), 5. Àúalogaúente' tem-se:
coüespondcnte. Em outÌas paÌavms, se o ÍÌabaÌho totâl de defor-
úação de um sistemâ lor escúto como Ítração dc uma ou mais
Íorças, então a defleìão na direção de {Ìualquer força escolÌìida
'-2 ":]+
a linha n- 2" é a soma
poderá scr deteminada por meio da derivada paÌcisì do trâbaÌho oü â á.ea o,J, = Hç, - 2")' Àssim,
totâl de defoÌmação em ÌeÌação à Iorçâ selecionada. Tanbém, se das duas âÌeas Ìepresenrâdas'
o tmbaÌho totâÌ de defomação é Iunção de um conjugado e de pâÌa doft casos:
uma ou mais fôrças, eütão a dcrivada parcial do i,mbaÌtìo total 6. O pÌocedimento acima seÌá itusiÌado
S-8(a)l - iliâmeiros co-
de deformâção em reÌação ao conjusado dará o ânsuÌo dc rotâção (o) Visa âpoiada nos eì-tremos lFie
da seçãona quâÌ ele atua. O teoremade Castiglia& pode tambérn nhecidos.
S-8(ó)i - diâmetlos
ser usado para detcrminar a defÌexão em quaÌquer ponto, mesmo (à) Yiga coÈ uÉa paÌte em balaúço IFig
que não hajam cargasneÌeâplicadasna direçãoda deflexãodesejada; desconhecidos'
empr€ga-seo artifício de âcrescentar uma câÌga Q no ponto escoÌhido
1801b 90tì
e na direçãon qual se des€jadeterminar a delleÌão. Assim,a deú- t I
vâda parcial ô U/AQ darâ a defÌexão quando Q íor Ieita isual a zero.
 integ.ação gráficâ é outro método de se obrer a curva de
deflexão de uma árvore sujeita a caü€gamentosque produzam
flexão. O nétodo ó iÌustrado pelo seeuinteexempÌo,que enì.olve
as etapas abaixo (ver Fis. 5-7).
r. Dividir a área em seçõescom ordenadas y1, y, erc. Ìros
pontos médios dos segmentos11, ,!, etc. pâra ÌocalizaÍ os pontos
l, 2 etc. (rÌ não ó nccessariamerteigual a Í, mas para simpÌificar
It
o desenho,normaÌmente se faz ïÌ : r, : .. .). DlllÌânr.

2. ProjetaÍ os pontos 1, 2 etc. sobÌe qualqueÌ Ìetâ ye.tical '7


,48, obtendo-seos pontos Ì', 2' etc. De qualquer ponto O' do
eixo hoÌizontaÌ (determina-scasúm a distâacia ÌI) tÌaçar os mios
_-J
O' - 1', O' - 2' etc.
. 3. TraçaÌ umâ liDha O" - 1" parâlela a O' - 1, e outÍa
1"- 2'l paÌaÌelâ a O' 2'. L ünha rn- l" é proporcionaÌ à
tuea I e a linha p - 2" é proporcional à área II, sendo a Ìinha
rÌ - 2" pÌoporcional à soma das áreas I e II.
4. A con{irmação do eìTosto acima é obtida dâs prcpriedadeg
de triângulos semelÌÌanlcs. Considerem-scos triânsulos O/-Á-1'

I' n -l " y, m -l '


^ Y: ! +
'1
O-e -O-^ * u-,,
Por co seguinte,a ârea xgt: HQn - 1"). Àssim, a distâncìaver-
ticÂl m - l" ê proporcionaÌà área I que ó aproxinadam€nteigual
a rúr. Se o vaÌor rr Íor pequeno,a aproximaçãoseÍámuito grande, Fis.
78 Èr,ErENTosoRcriÌ{rcos DE NíqúNÁs c-rÌ. 5 r|-Ex:io x FrrnlrB.rcErÍ EìÍ ÌL;EìID5\TOSDE ÌúqUNÂS ?9

Exempro (a): Determinar a delormação sob cada carga. UsaÌ Resultado:


duplÊ inÍegrâção gÍáfica.
ResÌrltado ! na cãrsadc q0Lb: r - ro.rsr(S)'
DeÍormação
Pam Ì80Ib: y : 0,215(0,u92) : 0,005.3pol.
Para 90lb: y : 0,435(0,019
2) = 0,008.4poÌ. PâÌa y:0,00Ìpol vem: I:0,032po1a e r:0,90poÌ

Dxempro (ò): Determinâr o diârneiro D pa.a ümitâr â defoÌ- Á flúbagem ocorle fÌeqüentemente em elementos de má-
mâçãosob a cârga de 90 Ìb a 0,001". Usâr dupÌa integmçãogÌâfica. quinas sujeitos a carregâÍÌento axiâÌ. Se o esforço axiaÌ é de tração,
O momento de iIércia das seçõesde diâmetro D ê 1. ê aplicávcl a equação d : P/á. Se este €sÍorço IoÌ de compressão,
há ftcesÊidade do üso de equaçõesprcpdas.
90lb À equação de Euler para o caÌÍegâmento critico de colunas
€sbeltas de seção traìsye$al ÌmiIoÌme é:
lÍ _ 8rl
(. =e"l &r'EA
"- " : (wY'
onde:
Dl.!r.m.
canegamento máximo que não produzirá Ílambagenì;
C: c,onstante que depende do tipo de ügação das extre-
5*211:1"=
lffoor.r= q midades (ver Fis. 5-9);
módüÌo de €lasticidade psi;
ârea da seção transveftql, pol';
compÌimento da coluna, poÌ;
raio <le giração nínimo igual a lIlA, pol oúe I ê
o momento de in&cia roínimo eü reÌâção ao eiÌo da

PaÌa ìrmâ seção circuÌar È = D/4.

r c r ans ul ar
Pamüm as c ç ão É - nf- ," ^* nA a
rL tncline!ão menor dimenúo rlo retánguÌo.

À caÌga cÌíti€a para colunas de compimento médio e seção


Ìêta uniÍoÌme é dada por várias IórnuÌas emplricas, uma das quaie
DirlrüÉ
é a rle J. B. Johmon:

r.,:,,alt
-- L "l\Lt!)'1,
4ur 'E )
oÍde ry : tensâo de escoamento,psi,
Fis. 5-qü) Os dehais símbolos jâ ÌoÌal, deÍiddoe na lórmula de Euler.
80 EI,EMEìÌÍOS OÈCÂNTCOSDE üíQOôÍÁS crp. 5 rl,Ex;ro Í FLÁtrúBÂcEr,ÍEM ELEMENmS DE MÀQúrNÁs 81 ï
'!
O valor tle C depende das condições dos apoios, (Fig. í9).
Dnbora sejam dados valorrs teóricos de d maioÉs qÌre l, Ìeco- c E (uk)
menda-s€ gÉnde cuidado em avaÌiaÌ o lipo de íixação das extre-
t
midadee. Quando as condições são itrceÌtas, C não deyc erceder ,o ,a tnooi 80.000p6i 1. 849 43
' ?0. 000 2. r 13 46
o valor 2 mesmo que ambas âs extrcmidades pareçam füas. Em 60. 000 2.465 50
geml C = 1 como vaÌor mfuimo, será satidatório e nos casoa em 50. o00 2. 938 54
que uma das extreEidades lenha gEnde flexibiüdade o va.lor a 40.000 5 697 ól

âdotar é: C: 1/4. I 40.000psi ?. 394 86


?0 000 8. 45r
6{t.000 9. 860 99
50. 000 11. a32 109
r!0.000 14. 739 l2l

2 3{ X 106psi 80 000 psi t4.749 l2r


?0 000 Ì6.902 Ì30
í) 000 19. ?19 l,to
50.000 23.663 lSrt
!().000 29.í79 172

Se L/È é menor <lo que o dado po, lz1zr"Elo, , deve ser usada
"e/,ot
a equação de Johnson que é váüda até L/É : 0.
Às tensões equiyaletrtes de flanìbagem são usailas quândo â
Ílambagem deva 6eÌ combinaila coú outÌos eÍeitos cono fÌexão e
toÌção. À ten!ão equivalente é uma tensão lictícia relacionada
Fis. í9 à tensão de escoamento, ilo mesmo Írodo qüe a câtga âiuaate é
relacionada à carga cútica. Ou seja:
F f a" U H '1 F ,v l Ll k Y
O caÌI€gâmerto máÌiúo dêntro da seguÉ4à é obtido divi- - d.on( l e - 'c " " 8 .
diqdo-sê a câÌga crítica por um fator de segurânça lV. " ,.= r L c " ,E ) : ":
F- C'r'EA Observe-Âeque a tensão equivalente depende da teNão de e8co'
reÉ eouâcaooe r-lrlef:,í âmeúto, embora o câÌÌegâmerto cÌítico seja independente dessa ten-
N N(Llk)'.
aão. PaÌa colunas de nesma6 dimensões a mudança de mateÌial não
, Pela equação de J. B. Johnsonr acarÌeta modificações no câ$egamento cÌítico, mesmo que a teneão
equiyatente solÌa aÌteração no seu valor' À relação entrê o caÌ-
F* o,4 l, ú,(Llkfl I€gâmento real e o cdticó é a mesma que a existente entue â temão
-^ N L- 4Cr'E J' equivalente e a de €scoamento.
^r'
À tensão equiyaleúte de llambagem para uúÊ carga real F,
O volor de Z/Ã, que detemina se derre ser usada a equação de EuleÍ
derivada da eqüação de Johnson, é:
ou a de J.B. Johnson, é obtido igualando-se estâs À€s equações: -l I
FF I F
Al . ; ; a í n t ''
Cr('EA
(Llky
:"ol'-+H#l+:1I-rc"'E-
-
'.'
L'-
" ( w y l - , q '" '" *" '',
"4c""8
J '- 4c',,"í
São válirlas, poúanio, as seguÌlttes reÌações:
Os vaÌores de L/È, acima dos quais deyemos üsar a e$Éção de F__,"
Auhr, aão:
a2 EÌ,Ì4ìÍENTOS ORCâNTCOSDE ÌÍÁqirNÁs orr. 5 rr,nxÃo E rÍ.Áì'BrlçElÍ EM tLEMÍìqros DE ,ÍÀQÚIN'aa 83

PROBLEMÁS RNSOLYIDOS À s44|Dita int eúÉo !6 dá:

l. Deduzir uma equação que Ìepresente o trâbatho d€ deÍoÌ- au-- lé + P? +c,


mação elâstica de uma yiga Ìeta, sujeilâ à ação de um moment,o '!r_- L

Iletor. Como t -- 0 q[ú.lo t=, v@:

c,= _ -;_ c

or- -!u t* +-+


O ensulo da d€ qüe SEú dús sçõ€s rt6 d. viea, eDerds por tìm
dÈtância d, o Frcduido lor um mmento fletor rÌ4 é: dd = MíttlEI. O |dettâ\ro
de defoÌmação em uúa 6eção da üga de conpÌinento d. é:

""- 2 # ^"=I 2EI !_


_
_1.PL.

2. DeduziÌ umâ equação que Ì€prêsente o trabâlho de deÍor- (h) Usrdo o naoú do@tu
mação elástica de uma viga curva, sqieira à ação de Ìm momento & a{Aüt, (Fi8. $r0). -'+
lletoÌ. G) ..ìôcÁr ! Yisà eostrúdo a O"r. . #
e) èboçd a êÉ'ticâ è trâçü 3
O ângulo dd de qu€ gi.an duas seçõ6 r€rG da visa seÍ@ad6 poÌ üm ân- t{r€rdtê à qllm Ìo Imto B Fis. Í10
sulo dé em uúâ vigâ cu.ra sjêiía a um momeúo ]l4 ê: atd : Mítd,!^eB, úÀe . Éhots o diasr@
(3) IílEÍ
é a distâ&is do eüo que pssa pelo C.G. ao eiÌo neuto; sempre medida do eüo da 6@ do dïsEtj.nd MIEI
(4) â ilefldão r é obtida tot'@do{ o úoúdto
que pNA peÌo C,G. paÌa o cmtro de cutuarua- O fuabalho de def@ação úa ep@to'l O bÍ!ço do @úetrio ê 2'l3 e s
serão ènire G dois plmc êi arÌe@ poút6 Á eB@relado
6rcs - PL?EL Àsiú:

du=Yy:# . r-f-","i- (pJ(=#Í1)


- - PL'

3. MostÌar que a defleÌão pÌoduzida no seu ponto de apÌi-


"= 'EI
l.) Uúnd4 o tú@3 d. CedísLiM
cação por uma força P atuaúdo no extremo d€ uma viga em balânç. êú úa viea tei! sjêitq I um
O rr1bâlho ile itêf(úsaÃo, ada@aò '@
ê PL||SEI, sendoÌ, o compÌimento da viga. Usar os processos:
(d) dupla integração; (ò) mêtodo do momento €stático daE áreâÂ; .. f r'Ìd'
(c) teoreúa de CastigÌiâno. " =1 -zsr.
C@o o tr@úto é - P'' ! 4eÌciâ lica lob ! fma:
(a) Ufurlo .l|pla intzs.qãa.
n"È*,*
=Ï#'
À equação da eÌástid é:
"-I"
EI ' , r . M = Pr À lleha .6á, Fltanto:
PL'
orde. é úedido dq ca.gú pala o apoio, IDt4Ìúdo ü r-
ôU = 2PL' - -íEí'
aP oe.
.1! Pr, !r. d4tido qúe o dc

- ' dr - O siú.Iposiri$ m fl@ha ioiti.a qú€ etr ocore ío E6Eo

Uma ve qüe â inclinação ê nüla paE . : L, têm-se q = pZ12 e üma


4. MostÌaÌ que a flecha proiluzida no ponto otrde atua
aty Pf uma viga simplesmeúte apoiÂ'la
^.
PL2 Íoçs P aplicaík ìo meio de -é
' td ,:-2 r2 (ô) da
piltloer.' uo. os pÌocessos: (o) do momento eeútico;
cÀ.P. 5 fl,ExÃo E rIáìrBAcEìÍ ÈìÁ ErÍMÌNms DE MíqurNÂs 85
84 ELEME,-VIOS ORGâNÌCOS DE MÍQVTìTAS

c@jueadq Fúydi@ie d8 áÌe6 À e B, 6no 6nc@tÌed@ rc. .dtrc8


vigo conjugada; (c) das funções em degrau; (d) ilo teorema de gravidade das nen4. Es* (eegúmtos rdão d sesuint6 yaÌota:

Câstigliano,
A-B=+(h \ ,r'--
76EI

Podcm s dêidnúadb agoú 6 Ìeaçõe à direita e à 6quêda, N6te cM,


êls srão iguais em vista do {]!@aúento M simétÌio e são eÍónt.ads íazendo-
e isüal a zqo o $matório dc tod4 I I@ças Ìqticais:

PL2
.L = = -t6FJ .

Cono se sâhe, a dêíledo m qualqüe. se!ão dà üsa reol é isual ao noEento


Íetor d viea @njusâda, na mma s€!ão- O úoeetrlo fl€to. da visá conjusadÀ
ou a deÍl€rão p!Ìa a viga dâda, m s€u ponto médio, s6á:

)G- ï =#
"*=(+í)(:)- (,"*;
Fis. íU G) O M das fúçõ6 em dc€Íau é b6t€nte simple !€stê cM, pob a Íiga
rem s€ção reta uíome, À equaqão de moúdtoq tDde 3er 6oiia:

(4) Coúo no6trâ â Fie. s-lt cmvém 6!0çü a eÌásti@ ê o dirytua MIEI.
., g! =u:i"-'Q-i)n,,
Traçar m seguida À tú8entè à elástica m *u ponto m€dio á, quê tr6te ce éo
ponto de íleha máxina. Súêndo+e quc a iúcüméo 6 nula do ponto de saraa6o ondê ú íüÍção em de4Ìau It /, : o paÌa . < L!2, H 4t - | pÃt^ t > Ll 2,
ds cega, ficâ siúpfficado b6túlè o Pmblmc À pÌimena ük€tação dá:
À d.fldão À é dtão deiêminadâ tomaúd(R o momedÍ, da áM .lo die
$@a M/t/ entÌe os pontos Á e A eú relacão ao ponto A.
À tuêa do diaelì]m M/EI atre c Ponbs Á e I é:
,#=+ !e?t"",*",
I / PL\ L PL ,
2 \a L i t v= toa
O brâço do nomento datuea tÌiúeulà. é (2/3) (112, = U3. ÍÃÍí'o. ,u ur,r** . or*f' u- uzta'-Pt' uLtzt'
ns,.
f
o-(i"í,)(;l-;',, =
Iévúalo m @nr! que dy,/d.: 0 quddô z = r/2, i@{e:C\ PLzl766
{ô) Usedo o método da visa dnjusadq d*ee f@o o o eboço e cte
dr P! Pl! - Ll2)2 ,, PLz
-, q. 2 |J.
- t d "- "L ú -

À ô€gunda integdção dá:

Pb a2t ' . . PLz


Ery- t2 6
dLtt - :16-t .r Lr.
^

Iaedo eú @ntã quê J = 0 qutudo . = 0, reltâ Cr - 0.


tituiúdo ,/2 por r, a dêfletão eo z = L/2 r€m püa valoÌ:
Fis. í12
PL3
qualqü@ sêtão sej{ ieuar à odêlada Er! - Y= -
sá-lô de ial modo que o valor da cdsa em 96 32 l * ,EI
ilo diasrde M/tI @úo Àpü€cè na Fi8.5-12. co6id€m s c&Ìsa ra visê
oRcÂNrcols DE M-ÁQttrNÀs GTP. 5 FT,Exio É I1,ÀìÍ3ÂGSIÍ E:M ELEMEIüTOS DE T'ÁQUINAÉ 87
86 EuMENms

dé defo@a6o ddle€o v€'tical é:


(d) Usddo o te.da de CastisliÈno a equação do trúalho
^
to@ q seguiDte foma: ôu FhL,.;;_
+ 2QL.l3
- = ..-

'=I :I* #.I;


0|:

=I*"H**
=F zEI
" ôQ

F&ado Q - q teú+ fioalmmte a dêflexão vdticsú no pontD P:

+l li-"Ç àl'* Ò,=


2 Ef
.

6. Um eixo ê suportado pr dois mancais em Á e C e recebe


cargas de 30 lb (15 kg) nos pontos B e I, como mostra a Fig. 5-14.
ôU : À parte do eüo compreendida entre os pontos B e C teú um diâ_
u=ff"lo.r-to,r= ôP 4{,EI metÌo 2D € aE paÍt€6 comprcetrdidas entrc á e B e C e P têú um
iliâmetro D. Na rleterminação da yelocidade cútica, deseja-se co-
5. Determinar a delÌexão ver[ical, deüda à Ílexão' de.um
rheceÌ a deÍlexão do eixo nos pontos B e F UsaÌ o método do
ponto P de uma viga em balan@ câÌrcgaila com uma caÌga hoÌi-
mom€nto eslático e coruideraÌ apenas as deÍorÍnações deYidas a
zontsl F como mosiÉ a Fig. 5-13(a). Desprezar a deÍoÌúação
no elemento YeÍtical.
6"(12

Í
{
II
r
(ó)

Fis, 5-t:!
Fis. í'r4

momento lletor. (Ver o capitulo de paÌa um estudo mais


Um prcblda d6te tiÍb pode ser GoÌüdo pèlo Ie@ú de CdtiSüaú *
no ponto @de * d€ej& detêúidÚ à de apurado de dellexões.)
Ío! ãcsceDtqda uúa ca.8a vdiical Q
norão. IÌer Fic. $13(ò)1. o t úâlho de detonação é:

F4tlL+FheL'+eL.E (1) ÈhoaÀ a eláiticÀ psssandô pel6 poatDs dê dêfomeção Nlâ Á e C o


u- - -- 81 '
Jo itqs ô reeEntê @ lonto Á.
88 ELEMENTOS OBCÁNICOS DE UìqI,IN!S c-rp. 5 fl,ExÃo E I'I/ÂMBÁGEMEìú Er,EúENms DE MíeuúíÁs 89

j}í/EI obsyddo n. 73í : 9. 045


(2) EsbocaÌ o diaslda q@ o nonEnra de iúérciú da - = i=Â,
L"
seção que pos$i diâmetú 2D ó 16 ve4 Ddor qrc o da erão dlìo diâ@to é D- 3Er El
O valor I lefrcse às perB de diâúetú D. ,t 320
Á1 t@aodo o boúdÍo
A\ 11)-
(3) Deíerhind de áÉ do di.s@ ìtlÊ/ @t& E,
^.=
G pontos Á è r, @ EIÂção qo ponto i. 47
=
12 - Ãs - \ - (UEt) lo 0a5 - a r20)
oor+ffi) (i) oo- :rp.
(#) (f) oi+(-,-4-)
^,- ?. Re€olveÌ o PmbL 6 us*ndo o --teoÌema de Casügüano.
(4) Dèreúire A, tonando o momotô d6 ára do diàglea MlEl úr.e
or portos á e C d ElaçÃo @ porto C.

^ ,=( # ) o r ,o(+ff) $)o, =t gt .


O kúalho .Iê defdúqão tolal dáüilo à fle!ão É.

(5) DeteúiÍe poÍ púpdrão:


= u\+ u,+ us,
"-í
^!
t8 , ó ?8r,75
L. r=
E^ ,= - E]
Ur: ttsòarho do keìo t : 0 até z :6i
Errão: üt: tr a ò a l h o d o ke h o . =6 a a ê .- l 2 a
5.s'lil'75 U! : rÌaborhô do ü@ho r : l2 úré , = 18.
lt - ax = --E--
^t- ., f oufa' f at+1e s6/er'_ 3ó íP, I P"ìl
(6) Dêtdniad Âr For p!úFor!ão: '' 2EI L ô€r lo EI EI\ 2 t
J.
. À, 2 26r,
_.38I
,, ft8 P2' lr} - àt dt !6P2t
ur= -------r;t- =
I Er-

Erltão:
"=(#)(*),,=#- Se I é o momdiô dê iúércia da *Éo dó diâm€im D, dtão o monênio dê
i!éÌciÀ da s€ção de r - 6 até r = 12, cuio diâmetú é 2D, 3sá ró1. O trabÀlho de
dcio@ação ú pete cdÍror, soá:
1 lal25
y r= a r_ Â r= _ _ Ìi _ .
u,= B* -:;ço qrd"
f'"
180 / 12\ = 1.080 l8{r02) = ü}5 3É
A, = - Int4sreilo, süherÍutulo È, *. t**'
E-t bìt- EÌ- " "i.ptiti"uoao,
.
a. = -
1_08t1

=#1, (+)" +,P,(3j4) - 6P,,1.
Ar = 4r (:8) * Ár (ra) * ,r (8)
^
êndeü totqÌ ôrá: U: U\+ Uz+ Ux
^
_ 4r .3 I0
-'
^- EI u:#ï (P't,P")'+;Èï [" (", ; "')' + rc.(l:-rf -
L, - At(16)+ A2\6)=i7
-ar,"l+$!
\ 361,'4íll') = ::::: À d.íteÉo eb Pr qá:
-
r';+'zs
J'r- Ár _ Ât = (r/EO(1t.rr0
_ â7.rt =
a_G4.r?s) ffi ' ff e,+c;+fiC'++) : #g +re!ã=
90 u,EMENTqS ORGINTCOS DE rúÍqúEüS cÁp- 5 FLE),ão E I'LÁtrrB'tcE!Í ÈM EI'E ENTo8 DE MíQUIN^S 9l

À d€flexão sb & s6á. 3. Pe ilsttu oütro rú@ilime!ío, o diaeÌha de momentos foi comtÌuido
por pet6, 6mo mostÉ a Fig. 5-r5(d). Ìls p.o@so é de gÌdde vâlia em al8üús
cas, Íbis f@ilit! a deteúinação de á.ês e @s c€útrcs de gÂvidade.
â i, = # ,,,tc d + ffi 1 " ( a ; ! t )(; ) "i'l - 4. Nete @s apenas ros úteÌ6Àm 06 momêtrios ds seçõêB I e IL
7 2 P, | 080 3 0 1 ,? 5 2 .l õ0 1.543,?5 =
a-É-= et- + Er +--E- a À áÌeado seéo t _ (-; .l (;) rï
uLl
8. (o) Empregando o uétodo do momento estátrico, mo6txaÌ a áu dasecão= (-u" .l (!) u] = *
que a deflexão ná:xima de uma viga simplesmente apoiada, de "
A di sr â&isdo c. c. de scçàoI oo ponb B , , ( ; ) (:) =
comprimento Z, sujeita a um caÌIegâmeÂÍo üDiÍolmementê distÌi- :
buído de $/ lb/pot, ê' ítD La:SMEI. (ó) Idem, empÍegsúdo o teo-
rema de Castiglisno (ver Fig. 5-I5). c.c. daseção
À disrâncis.ro B é,(+) (+) = +
u aoponro

E'y-(i Í)(:)
Eú Ê.: (# )cï) =#
5úL4
è r - 3síEí-

lh) Urmdo o túúa de CütislíMo.

1. Dêy€* ac6cctrtt uma cdsâ O ãsinilo no ponto ondê s€ al6êiã iÌeté.-


miJM ú nêho l ve Fi a . 5 l 5 ( "ì1 .
r ,d ) _
por rrpràoó:
de d.toÍmâçãô
2. o r.Ìabârho *-
J i;; " ^.'"".
6quqd da visa o t.abalho de dêfoÍmação é:

,, l 'Lt' t+r
'-.t+ot' +.;) ,a,
"'- J" ,,
Ud vez que. i.abalho de delormaçãoà esquddÀ é o ú6mo que à di.eiLÀ,
a @gic loraì erá: U : 2Ur.

- f LP t lt úL+O ) t - +úr , ld!


Jo
t f í uL I Q \ ! L' ( úL + Q 'uLa , ut L31
- ElL\ , / t 2s - 6'r i )
AU lT. . úLa
y ^L'
| \t) ^1
Fig. 5-r5 U - Er LIDL 4s rrs "1.

1f úL. uLal 5üL'


(d) o úllado do MIo e.Iótíêo. y=
É,tL 1s - trsl-
U@do
3848r
l. E.lDçü a êìástica @úo âpd@e na l"re. trs(ó). TÉçe a roepnte
holiÉtrtsl no Fouro M. Então, s defldeo t é o momento da áEr do diâ8Ìúa ou, &!ilo W a carela iotal (W = úr) Ìd Ía:
d€ moú€ntô3 dbp.@dida mte os ponto. M ê I, d eÌação ao pouro B, di-
vididr por E/. 5WL3
J 3g4ul
,. Estpçd o diasr@â de tuúdros @Do !tE@ na IÌs. Ír5G).

_l
s2 EI,EìÍENTOS ORGÂNICOS Df, MíQÚTÀ'ÁS cÀÌ. 5 FLExão E ÍLAüBÁcElt EII ELEIIENToS DE ì[ÍQurNÂs $3

9. Deteminâr a defìexão horizontâÌ no ponto Á de uúâ r =f e'"*ea'"*'*)=


vigâ culYa,de aço,de 2 pol de diâmetm, terdo um raio de cuffatura "- Ji "Hu^(^u"
interrìo de 4 pol e câÌregadacomo mostra a Fig. 5-16. ConsideÌar
apenasa flexão. =/"+sffiËï# o'ou'Ì'P' :
Jr"('"órdó
_ o.oqs.4P, *ïï,,* (+)
[e4c+*ï=
À il€fiexão deüda ao cbaÌh@ento, Ía direção de íorça, é.

jg _ 0,08!rPr _ 0,088.1ir75)
r = 0,000048.6pol.

Coúpde dú a defledo de 0,001-442 poì devida aph$ à ÍI€xão'


Ú' P. "6L/. ú - Ú 6 6 (ô) À @mpo|@te noÌúar de P que púduz aloDgàsento em qualquêr s€ção

"2ffi*. À ót!ção ile uúa seção deüdo âo 6forço norúal é combatida peÌo moEc!ío

O Íabstho il€ d.fonação deYido à dmpÔnentê noÌmâ1, eú pÌença da


fig. t16

Eú qÈlqucr seção de visa definida por um ânsulo ó, íebae: M=P(s sm ó),


,=[l# #)u= f":s::tty-
O t abalho de defo.@(ão dcvido à fleÌão sdá:
p T.. ,s scnó) íp smórdó = o.ozo.se"
' f",..^ç,,a+.
fÍ (rP sn ó):dC 23 tP2 J. ;(30.r
u= [ " =
24"8 - 4 A"d' '0,,-
Jo -a-J-
f_.(sêtre)'de o.o2ò.sp,/,ì
o.o.op? ,i!rï,
-- FJ, - - \ '' 1i;
À defl€xão na dir€ção da csisâ P ó:
au [0,026.5 (1?5)Ìf= 0,000.0t4.s
(r? : 0,0s3 pol.
ôU = 2í rP
ôP 2 A" E-'
EDrão, a deforúação pooieútê dos tÌò êsfor@s citados é:
O yalor dê ., dÈiâaci! do eixo quê pass pelo C. G. ao cixo @tÍo' ÍEm
=
uúa sqão retâ circular,é: ô = 0,001.442 + 0.000 048-6 - 0,000 014.5 = 0 001 476' 1 pol
5 poì.
- 0,001-
(\/; + \/;)' (G+y' í) ":o,or o.,
^ 4
,_
DeteÌminaÌ o desloca-
"=^ - ll.
A detlexão Ía diÌeção dq .arga P: meDto horizontâl do quadro'repre-
seÍtado na Fig. 5-17. O ÉomeÌr_
ôU 2 5 rP =
=;-n"t:' 2ír(r13) : 0001.442
;r ;;OGiffi;-mE Por' to de inércia é o mesmo em tôiÌas
as seções. ConsideraÌ apenas as
10, Para o ProbÌ. 9, deterninar a delorrnação devila: (a) ao deíorÍnações proYenienies do mo-
cisalhamento; (ò) à ação combinada de momen[o tletor, cisaÌha- mento fletor.
mento e caÍga normal.
Fis. 5-17
Àplicândo o rêoremâ de C6tisü3rc,
(a) Dn qualqu4 seção o vàlo. do cisathamefto tÌâsvqsaÌ é t/ - P co. ó- nos
o irúatho <le deíomação do quadrc é ú 6@â dos trsbalhft de deforúáção
O trabÀlho de defoÌmação é: lr!. Dêúbros quê o coútitum. Pea os membrcs re 3 a energiâ éam4ma'

,h
cir,. 5 rLE)úo E ÌLÂìtBr.cf,M EM EI-EMENToSDE rt-iQulN^s 05
94 ELEMENTO9 ORGÂNICOS DE ìIíqUINÁS

À delerão h@i{Dt5Ì é deteroüâda toFodo ã ddiYada peis.l de t/ con


,, úat Fêhr
- f^ ,Et -.1o
ut.|-'Jo - fh -ztt
\Fi'dr =.^
oer retação ar el@ddoQ : 0.

.du
ãF=o.
- , - - El\
Fh2 ( 2h
- T- ") - AE' - t \ , FL
" fL tFht'1dt ç4h1L ph
u1- I #- o menìúo 2
-; À ilcfldão Ìe.ricâÌ é detdminadâ iomudo a deÍiYada parciaÌ de U em
,_
' ,l r4 wE
-\6 \+I F ,h ' L Ìelaçãoo Q e depoisfazendoQ:0.
] 2EI
ôu FLh t. Lt
. ht .
ôU = 2 F h T FhlL = - 6s=
-
+ ÁI. m dne(ãode r. áó 2; !
ar.- iet ;t
13. Deduztu a equação que dá a defleÌão proYeniente do
12. DeÍeÌmüaÌ para o quadro represeDtado na F;9. 5-18 as esfo$o cisalhaìte em urna viga sujcita a várias cargas e mudanças
defÌexõeshoÌizontal e veÌtical para a extremidade inf€rior do membÌo de seção.
I, devidas à Íorça horizontal F, Considerar llexão e câÌga axial. tu KV
À equaçãodc\erá scr do tipo ï;'c'+ ^ , /lC'

1- Considereseüd yìga.nú ca.gaÈ aplicedss.ú ,4. B, C e D cono


aDaree na !'ie. 5-19(o). Não foràn lcitâs .€lriçõ6 s rÈpeito de quais lotrtos
da yiga úo podem $lÌ6 dencxõ6. {Na fieur apaecem cdss concentrádas
ms o procêilimeDtc podê se. Etendido para cargs ÌdiáYê;s.)

Fis- írB iV

O ttôbâÌho de dcfoúação pda deflexão ô @sa uiol

<')'-*ih)'",+ HI
u"=
l" I" 218 '
\J\
f!.tìt\ (6 )

u"- rql'2È:!)"
.". Fis. 5-ì9
f" Ig#
2. À deftcÌão devidâ Ào cisaÌhamento se.á detominâda co$iderúdo âpetrs
totaÌê: u = ur+ u2+ ut
À €rc.srÀ
ú co..6poúdenie à suleÍftie n€ütÌa. Ì$o eÌirnita { neGsidadê de 5ê considcrúr

, =(#. #) +(ffi +ff +$i- +!t-")+ A mudtuçâ dc forma da secão, o que m r@lidade ocofre. os elên€ntDs dife'€tr-
ciois da s€ção Ìeta no eiÌo neDtro d6Ìizãm em uDa dircção le.pendiculd à super'
tície neutra da viea primitiyâ, Todos ôs p!ü@ conteÍdo 6ses elelÍenios nÀ

.( *E!-e![ï**: . #) sup..fi.ie netÉ p@darccem panÌeÌG


À superticiê mutra da visa p.imitiYa.
ümà Ìez que eles Èão popendicul4ês

i
|)7
96 ELEMENToS oRcÂNÌcos DE ìrÁQUrNÀs cAP. 5 fl,EXÃO E I'I,ÂMBÀCEM EìT ELEMEI{TOS DE NíQI.]ÌNÁS

3. Ás pdt€s do €lmento $frc.ão d€flelaë devida ao cisâlhaMlo e L- binada com as lunções em degraú' ObservaÌ que existe ponto do
m&ão o dpeiô dã [is. 5-19(ó) (as dcltexõe 6lã0 nuüo sasq{d6).
dellexão ììulâ entre os apoios.
4. Sahendo{e qüe os pontos .'l e D não podem eí.o detleÌõ6 já pode s
tÍaçoda â linha ÁD de defleiõês trutaô,
(d) À @dsia totãl emazenãdâ no eleDent' ê a somo dos t'abalh@ de
5. Âeore a linha,4A pode sc. haçada, pc.pendicul4úeDle à s€ção em Á,
def@aqÃo Pú s seçõ6 (1) e {2)
como uúa IinlÌa d€ Ìcferência.
r t2
ó. O ângulo eúÍc AD e AE é CL u- ur tut'l +üt I ^ ú r t|
D e os eixo$ dos €lmentc soá .haúado de d. Tm*: Jo "' Jto - 2^r ;
?- O âúsllo entc,
lr o r Lo. zp, " ft, K, - p] ) _ _ t . 2Kp1
0\ = t:t +"t 0,: q+'y,i 0t: Cr* t" = I -:;;' t u 'j I - 24c
"=- Ac
Jo Jt o
C,úo todos 6qes ânsuÌos úo p€qoenos, pode+ ercÌ6:
â11 24KP
tA0t= Ç! + t g. t \ ' , t s êx - q+ Ls ' f 2 i t s 0 z : C \ + t c " t 1 . À detomacâo rei.i.ot 'ú P ê ii = -IG '
8. A tans.xte de 0 é à inclinação da ütìa dos .cntrcs m r€lecão à lúbâ ÁD. intesÌddo:
O) À .l€flexão em P Dodqá ôer obtida
r-" o , ítì, !" d " -íq " ì. íg\ dt KY. ^
\r/r/r ' "t \d!r|l

9. Uma yêz qoe as rensõ6 são propo&iotais às defdmaçús: 0'2P € quê o aÀìo' de
Oì6ena* qle o aâlor de f eftÌe as du$ seçõ6 é +
âs fu4ões em deerâus'
d' -
hl
- t a 'l
Kv Vê - p *tre areaÉoa aireitâ e â carsaP Usâúdo
- t t a, ) r ' t t Àe -
a tiÌâ* P&a I/ a exDréão:
Na eÌpresão a.ida, (é una côtusiant€ que depende dâ $ção transvesàl : 0 paÌa . < loi Ìt10 = Ì ptua t > r0'
V = O,2P - l,2PHú, oíÀe I{
(Il = d/3 pra seção circuldì I( - 3/2 pÀ.n soção !êtcngtrlãr). Pea 6 dícrcDtes
r",a".9:4#@ *Cr
/(l\ /Kv\ r Kv\
rez ,- (ìã]", , * r , ( . ic . 1 , , , .
'c1 ,- ( ìc J r: ro)+cr'+c'l'
,o," 1,2Hú+Ç\Jdx-#$24- r.2tr10('-
10. Sulstituindo os yalor6 de (9) e (8) en (7), ten-se: "=$f
Td+e qú: t :o qúeilo t: 0 e Ct =0'
s eç r:
ão( ; 'r r - . , (l), r s p ç t| .| :( ;' r ,, .c,+ ( - ;;
' r ,,,, Y=0quúdoz=l0eCr=-0''
Porianlo: r=+ilo'2r- l2Hoír-l0ì 0 2r1'
lÌI: l+l
Se(ão = c1+ l=; I = -\#'
À ir€íÌcúo Ío ÍDnto cú qúe ' = r2por ê' t '
ll. Usando as equãçõc (r0) traçâr o diagrama dos 6fo.ços cortanta e $ÌF
sob
ütuir o sforço coÌtantc om os rapetiyos súaìs na oluação. Uda derlèÌão 15. DeteÌminar a dellexão deYi'la apenas ao €isaìhamento
positiÌâ sienüica dcflexno púa búüo e uma n.satiÌa sigÍifi.e pd ciú{- apoiada' da Fie' 5'2fl (o)
â cÀrgâ P paÌa a úga simplesment'e
t4. DeteÌminar a fÌecha deyida apenas ao cisaÌhamento nâ
direção dâ Íorça P (Fig. 5-20): (a) apÌicando o teorema de Casti-

Fis. $ 21
t0
(ò) usando a equação
urondo o métoiÌo clo tÌabâlho aledefoÌmação;
dr deílexão provenienie do cisâlhamentô'
(c) uôando as Iunções
gliano; (ò) âplicando a equâçãodo cisâlhamentotransyeNal,com- cm degaau,
E FIÁìIBIGE!Í EIí ET'EúEì{IOS DE MÁQÚINÂS 99
CÀÌ" 5 fl,NÌio
98 Er,rúENÌos oRcÂÌ{Ì@s DE M.íqsrN s

Iúrãg@dô, Ím:

(d) TÌcholho tdat, ü üJqtutur d@iü @ cisqüuttnaro; =+kl' ) a','('- l)) +c"- c''
'
, : | * tttu_tz
uI;. t,"";T,i"
=# {+). # (+). Qüúò r = o, t - 0, o
Q@iio t :
que dá C! - 0'

À defleÌão @b a caisâ P erá: dêÍleÉo no Porro - + é:


'
^
__êu-KPL+KPL,IKPL
' ôP 0AC l64G l6AG
' -# (+ " )-# (+ )+ o = js ' a
(bt Uffitlo d êqdarão do .ísdlhtnento tt$súeaúl: 16. Comparar a deformaÉo deYida ao cisaÌhâÍIeDto com
como mostra
devida ao momento fletor para o eixo oco, e carregailo
r. l*ã0<r< !.fr=c,+ffi.^a" v=; (616ç0c'E.thúíe). aEiq.5-22. A dcíle$o desejada é no ponto dê aplicação íla caÌga'
tambóú a deÍlexão totaÌ no mesúo poDto'
dl;- c,a !iPf'' O.t".mi"a"
r"r"s,^oa", '.-, ,r,r =.(c,t lfr), t o.
,a. v- - *_ t*r-ço.'"*- (.) dcJfuada daidõ do cíú111@8to ê:
2. Pús;<t<L1;-qt t2Atc,ot rtturc). ^
0<,<2 2 < .< 6
Kffi *.'orrr - (c,- {fr)" +c,.
- c,
Ínr"srúdo:* d, - KV
-
- "' -- ec
K( 440)
'
{: c, +ffi -c'+!ff ì; - "'--^c '
3. lem{e tüdà qE:
= 0, ], = 0, e ão de (I) Ym: I
( 2 ) r = L -r - - - Ì cr((4o0)
Q!údo
' ^
o: (c\+ KPI2AG)o
+C, . . C,:0. 1 r yy:c ."+éS '+c. -rrLt

Quodo , - I., / - 0, €Dtão de (II) v@: iúPõem:


Às côndiçõ6 do Psbl@n
o=(c,-K 41A qL+C,
t. Qu ú d o '- 0 ,x- 0 .
q'*4., = a" (I) r ita €quâção
OI): QuaDdo a = 6 Ê)l' t
= 0'
"n'ação -
f, I 2.
" I
t k p\ t t KP\Z,^ t. r de {1) - Y de (2) quaúdô
. ( c, | 2 a c);+o - \c'- 4Ac) i+ c' ' I . = 2!,ol.

Daí Ìem quê: Cr = 0' Cr : 0 e


. KP 3KPL & -3P= 8oo,b
t m { ê. por t t ur o :u r- -Ìa c e ^ sAc. Çt - 2.AtO KIAG
"z=
Fot r docr - cr =0úequ'do( r ) I
À deflexão no polto , - t/2 pode sd ddhÀda dê O): | I
ê |@lveído pãÉ a denÈào Do potrto ric í22
'-"; I
I KP KP \ L ,^ IK P L
i - 2pol. rPmae:
r=\- sA c+ 2 A ct 2 +r= - ÍÃF. *'ïï''' o=':ï^.
ffi I

lc) Utanno at lunaõ.. ú destuú. "-o* ' ''.-.'"'---"W..,,,


o €tõlço cisaÌhete médio no máximo 610190
scrá.t io' * fr = ff
pús a D.üração
A oqusçõo + c,." orde I( ó um fatoÌ que tldfotuã
cisalhúte ú €üo ndtÌo.
t lv = K P 3 K P-,
# à + - í t* n""+ c' Ú dee'rurr'Ê=0
^ @da ruDtão E@úo
"' "(!)=# - "=#,
rtúfe. < Ll2 a Huz- | püa. > Ll2.
crl'. 5 tLtx,io e lt,!-usÁcEu Etr Er.EMEÌ{Ìoa DE üíQurNÀs
100 ELEìrEN'rosoBcÂÌ.]ÌcosDE ìr,íesÀrÁs 101

@) A'qndo o Íãt@ dz C6rísIí@:


o- moúenio da ár@ acima do eixo nd[Ìo
À @e.sin de cicaÌüaDhrô é
(4i);*-("4:,
)++'
daata For:

ttD:;
's
D?\'
á@ seçÃorera' "=fg# I," *,., *
#fL=t.oo.
n
-I = Ì(D"1
" -
*-'
D!\
, momeíto de i"éria d! soçãorera, * f' xG,"-'+t__!sd-!"
*
ô = Do - Di: D, : diâmeho êÌtmo = aibÌ; Dj = diâmêko in
temo = 6 pol. + xa,nodoutlz.
1"""
E ôubúiruindo r poÌ 1,9? e os demáis símbôbs peÌos sm Ìalores, ÈúÌla:
1. 6 0 0r l .íto (1 ,9 ? ) : u,ex r { r .ÍDÌ'
o
í00 lblpot.
"= Ë = T ,ts
(ü) Dêfleúo deúda ao úoEerto fletoÌ:

(1.200)(4){r)
,=ffi o "-t - t t = 6 (6) G0 X r09 (r/64) (Do' - 41) 6' -1' 1-2:)=
_ 1,035x r0,ôpot.
t l, ?: 1875|b+gr h
(d) A rela€o dire s defoÌmaçõë pb{ìuid6 poÌ cisãÌh!@nto e Íl€rão ê ' 2 --
R L : 1- 125 ta+! u (o)
rr'9 (10-6)
ìn3slloj=t - 't;
(d) À deíleÌão total sb o poDio dè apìica6o tu úsa é:

ll,9 X 10{ + l-035 X 10. - 12,935X l0-úpoÌ.

(.) Ob*rvd que â teGão povúieúÍe da lleúo ê müilo pcque@:

M., _. - r _( 1.600) (8/2) _ 46,6ÂsL


o= _ trr = 1.875lt)
lìr, = 7.125tb
(b)
(r) DetdEinação da denexeo deüda ôo ciqlhddL, ôDpÌqmdo o t6-
F s- 5-zl

,=r f
J"
KePnrdr , f6 K( Ptï,da _ 2KÉ
2AG J, 2aC iAe Ëxl.i""*

u:
0 u *0""* ." polto ondes .reejâ derermtuüq
deforDação.rn-

l' d€fldão sb a drsa é:


ff rtv,o - zq.- e.r2s+ v2e, _ (rrze+ r.2?s)3
+
ôu = 4KP = 4K(1.2001 Ì.ó00r,..- . a. ._., + (?5+ I/2 QF - (600)rl
r - -4c- I'ddü€
âp u,e
-ira-
t - ff : ffixu"o - zsJ2-
(t.12s
+ u2e\z- (rr2e+ 1 27s),
l?. Determitrar a defÌexão provenietrte do cisalhâmento no +
ponio médio entre os apoios (Fig. 5-23). ResolyeÌ pelos processos: + (75+ V2QY.

(a) Teorema de Castigliano. Q u a ' d o e= 0 ., = - L l Ê K .


(ò) Equação do cisaÌhamento traúsyersal.
(r) Funçdo €ú degraN.
7CZ

Púa uú
Er,E!úEìírs6 oBGÂNÌ@s DE t[ÁqoÊ{Às

sêçãoretd8Úld de 2 ÍDl X I
pol leo+:

ÉPor'
I
i
oÀp. 5 Fr,Exio E Fr,lìúBÂoEMEÌÍ trLEMÈNTosDt üÁQurN,{Ê

18. Det€rmilìaÌ a flexão proveniente do cisalharnênto úos


pontos de aplicação das caÌgas Pl e Pr, como aparece na Fig. 5-24.

Usar a equaçãode deflexão provenienLr rlo cisal[amenr,o {v


103

:
"-'#*'#k:450x
,'arllÚdl {Fk. s-23 (ò)1:
(h) Uúntu aaqaãn dn cisdtlffinlo : Ç,^KV
+
2 r3 . < 50 Ac.
o <r<2 4
lt -c.+!\- *'^ * #= 8?5)
125
ì< (Ì . 125 100r) :q+I((1 -1q0c+r
= q+ ----ie -.

(1.125'- 5or) + ca' r = c," + * @.olf,.-Étô +c,


y - c,, + h

TeEé€ âiÍda que:


: 24pol' v - 0 (eú anbc 6 equaçõ6)'
púá . = 0, v = 0i pua'

Levúilo s$s valoF Ú* eeuãçõ4 acimq' t4m*:

c , = f f . a= o" " , = -* # o ^ '


sÍã: Fig. 5-24
A defleúo !Ô PoDtô ' - lzPot
= +
t = c,"+ft t.ns' -so"'t+ c, {f ozr 0<r <6 ó < ,< 1 2
*o = L#'
+;folr'ustrzl- so{rz)"1 .t _/"_ + {(30) .l:t
tu
^
K (0)
1ÁG
(.) Útutü a' !"nqõê' qn datú:
= 0 psa
GÚ'ro a fÚção @ degra! d'4
I equoçao para t t"'ça citaÌhÚl'€ Ot r = C Ê+l t+q. ( r ) r - c r z +0+c '
Í<24 oo lQ Hla - I Püã t > 24! ol è:
Y = 1 125 - l00t + Ì 8?5Ìt!a' u 3 . 3 t a f r =c , +Ã l - r q .
p'nèíimte ilo e
A equeção dé defonâção 'iqalh@drD
lv -i-v p 6', -É- 1r'tzs - r00r È l rÌ5 H!r)+cr-
.b Aç - (3) ^toK^
r=G*--ìFr+.+
IÍt€srando' YeE: Pea s @diçõ6 do PtubÌena:
G'
t = f6l tx' - ** + 1 s?5(' - %)Ìr'rÌ + cr' + Qu e d o t=0 . 1 =0 ,
= v da equação (2).
e q @ i l o '- 2 4 't
osin' Quddo z - 6, t da equaéo G)
-0;
T€ú -& aioila qÚ: quÚdo t - 0' Quardo . - 12. r = 0 Fela equÁçÃo (2) e pel& equação (3).
'-0
poíro - 12Dolé:
c, - 1!!', c, = o. À deroma€o!o ' Süb.iitnindo 66 @trdiçõa n6 equâçõ6 (Ì), (2) e (O, rem'€€:

7 moK íj^ lr'K^


= ^-^- 1
+-; " Ë (r2 )+ o = --Á c - a8c;0 t<^ 5 'lL0ì-Ku i u 3 - - /c t
+o]
sotr2)r "t- - e c.
r -;[-lt.rr.strzl -
104 ET,EMENToSoRcixÌcos DE íquÌiras
cÀ?. 5 FI,Exio E FLÀüBÁoEú EM nÌÌENTos DE ìríeurNÀs 105

PoÍtanto, â d€Ilexão$b â ceea Pr *rá tde e4oa6o (1I:


rL d€Ílerão pbvdimtê do cisâlh@@lo eú Pr é: .
Ì5 K 30r ÉK (,K
r=--A C,r ôU 3K (Pr
- I Pr) l- '3(
A c-t+n 7 Ç-, t - ãp, - ,Ac ì,cc
(P" - Pn + P"
È

e púa P'=Pr ' 301b,y- +Ë( osinul + iDdicadpneÌ àono s. t r üdo


y = + (o siml + biLìo a detomrção tro *Dtido
'u pciüs, isl,oé, püo bairo). d. Pr, isro é, pda cinâ).
--=
À deflexão sb a cüe P, se.á J(da eqüeção{3)l: 20. Determinar a d€foÌmação devida ao cisalhamento no centÍo
tsK 30r t4oK 15K 544K da viga de s€ção rcta uniforme. À carga é uniÍormemente distri
' a G- ac- ac i c' Ac buída e a yigâ ê simplesmeÍte apoiada. UsaÌ o teoÌema de Casti-
sliâao (YeÌ a Fig. 5-26).
270K . .-
ê púâ r = I8pol. y =- (o sinal - inüd q@ r drnqão é pe" ciúo).
;í.

19. Ànálogo ao anteúor, porém usando o teoÉma de Câsti- L la


güano (ver Fig. 5-25). z

úL+Q uL+Q
2 Fis. í2ó
2

CrloqüÕs @a {orçâ Q e ponto onitê sê quq il€t€rúiíÃÍ o deíldão.


Fig. 5-25 eúÌgia íle cbalhmDto é:

A reaçaono apoioàeequ@daéâ(Pr + Pteno apoioà direita é ë GP! - PJ. ": l"'áe(**$-*\'a.+


O irabalho de deformacâoé: aL k t.l
+ J" , í ; E \ ; - ; - . , ) o '-
,, - lu x lL,p' t ,,rr a' , ft" r' tirp, t Pz) Pt'.!, ,
"- Jo 2A ü 'J6 , Mt c '
\ Pz)zdt
: -#t(9)'-(*"*)'.(+-+)'-(-+Il
^
J" 2ÀG 3 túL . Q\'z
au ,( f30'
Itrtêgiúdo, veb: t: ao-= -oaç. L s,-- z \ 2 ' z )
,.
"=
À LPr I Pt,(6)
BAc -
K lPt Piz \n)
J2ac 1
K lP,)z @)
2c ' -:(-+-s)".+(-+)")
A deílêxão priFenietrte do cisalhanênto em Pr é: K."l ?
e pm Q=0, r =.ffi r .
ôu tK .- -- - -;;3r( íP, - P') +0
t - aPt - 2AC(Pr+ Pt
2I. Dua poÌiâs devem seÌ montadas e acopladaq usando 3
. PaÌã A * Pr = 30|}. v = +È (. ci,aÌ + indiea ílêfldão tro sdüdo mâncs;s coúo mostra a Fig. ç27(ò. É necesúrio que, após a
iNtalação, o momento ÍletoÌ tro eixo B e no ponto onde está o maDcal
d. PÍ, isio é; pqÀ h€ib).
ceÊtraì" seja muito pÌórieo de zeÌo. Á moúta8€m é Ieita como
106 Er,E'ìÍA-rog oricÂì{rcos DE üíqurì.,rs
CJP. 5 Ì'LDxiO E Ì'L^ìÍBÀGEìI ÌìI trr]E]IENTOS DE IúQUI\-,!S
107
indica a Fig. 5-27(b), com o eüo B monratlo em seus mancais
e qú opárpi tro 3mptâmrrbqusndo
o eiÌo,4 montado no mancat (t) e temporaúametrte apoiado u rur(a ÌÚt'cal qu. ! edê D.rdilc ' do s,
. e Í;1":::'."1j'"l.'
êrc Á €pardrusodu.
no ", ontàmcorô cxêr.p dohrc a uulrq_
(ó) Tomando G úomenros êú .elÈção
à erlremidâde eque.rla ito eiÌo Á,
ên
r}'c+ 80r = (1.000)
{30).
O úoúenro fleroÌ na polia (2) do eiÌo A {bve
6e. nulo; poúânio:
M . , 7O F = 0.
(.) R€oiyendo o scíeha, yen:

a: i33, 3lb Ì 4c _ t . 3i3lb, pol.


(d) Deyê er feito uú 6íüdo it* eÌásticas
do axo á anre e .lclois rle sfr
o_T.plú:"to. A ris. s_2ehosr.a u canesahelro e os diasÌaútu
:lïd*ad:
de Domenb tlero. e ds de{ormã{ão, eí6 dâ
fiÌaçãq

Fis. 5-t7

ponto de âcoplamento. O suporte do mancal O) serâ qiustado


verticaÌmente para dar o valor requcrido ao ângulo ó, ângulo €õte
formado pelas duas metades do acoplâmcnto. O acoplâmento sêÌá
agoÌa apârafusado úidamente ê o âpoio temporáúo âcima âlüdido, Fie. 5.29 Fis. 5-30
será rcmovido. Determinar o valor do ângulo {.
A iDrlinÂçàods ttueetrl? à etÉ.ri.â no ponlo
b oDdê.{j o !, ontm, nlo É ZrB0.
rt|o, kommÀ do moDdlo 61,áti@, t€o+i

z'at - st.zsol
(L\ (. + S) + r* (f) {ro)= ,r,ro, ,0.
Dntão, o eúsüÌo ?r ,qá:
-.r

^. a 2lsoxro'
adi@s ílg Ì È ?!. pois o ânsuÌo ,t pcq ono).

l.i*, S"O mo,rra o @ne€€@nto ê G


Fie. í28 . .À" djsgrsmss do nom.nru ftr.roÍ o
.ln .lcll,.x,io dopoi. dc apâbtusDdo o stuptâm.nl.,
IÌDÍrrc8{ndo o reo.cmc do hononr,o
€úri@i rem_scl
(h di{q.aDos de co.po livre dG du6 poli4 Ârnrc.em nn Fis. 5,:8. ztt:t - rt,6t x r0'i oxrÍo,
{r') ,, - {ï|,ãI .,,,,,,,,,,,,.
.il
108 ü,EMENTOS ORGÂNÌ@S DE MíqUNÁS cip, 5 FÍ,Enio E Ì.LriìrB,\cEü Eìr Er,EltEN{os DE rlÁeúrNÁs 109

(a) O â!€uÌo de qtre q metede{ìo Â@pÌaúdto fixo e eib Á ddc s enado à 6qú.da do nücal equc.do é Eta e f& um ânsulo A3 com a tiDha do ceDtm
dt* dê se ap@fum é:
Depois de feitô o s@plam@to, a siÍuação roúa o asp@ro rep.@iado nÀ
f (34.õl 27,50)106_l lao tr"rg. t32. À pete ilo eüo à equerila do múcal esquerilo é aeora qrryÀ ê â tú_
1r-1'-L so4r J e'"*. gdtê na êrtreúidade 6quâd fe ln âlgülo ì,1 com a tiDÀa de cenrro dG mücais.
" Cotrtìdo, @úo o diae!úá de momhtós entÌê os úúcais não mud@, a rtusenre
Cobo E= lX l07p6i púa o sço, e I - -:-+- pol1. 12-.rt O,2r5"- no múcal eqüeÍdo ãiddq fe um ân8ulo,yj com a Ìitrha de centoo doô mtucois.
O âng o de que a metade do @plam6to deye ler si.àda ú16 de e o apuafNqr
,l ò .
U) Ànálire da elástica do €ixo a snt6 ê depois iÌê qópÌsda ao €üo Á. À éQt
Fig. 5-Bl nctra q situação út6 de s fadr o a@pl@to. À I&úe .[o €üo M6, E (?r 7.) : área do diaslma de momenros €ntE a exbemidade
Gquerda do eüo e o lfucaÌ à 6que.da.
( 3 .3 3 3 /2 ) ( 1 0 ) r 8 0 ì
r't._ 't' _
{- - - / 0.041 8mú.
E- \-f , -

b) Finâfúdti, o âlguÌo entre 4 meradG do acoptamento dt6 de sercú

ó = 0,215 + 0,041 : 0,25681aN-

22. Um eiro cônico, corno mostÌa a Fis.5-38(0), é akumâs


vezes, mais coayerientemente analisatlo se substitüído ìror um

33,3 tb 2.{m th
-'*
3.33:tlb pol.l
'F+
\
ff
| I t.3113,3
lb
Fig. 5-33 (ã)

€ixo em alegraus como o da Fig. 5-33(ó). PaÌa resistências eqìiva.


lentcs.os diâmetrosdos degrauõsàodctprmiqadosdo seguinremodo:
Di p" 't D " ,
o,,\, _D " '! , tD ,,\,_ D l + D ,' . 1n- ,y_,
z " 22
23. Na vizinhânça de ÌessaÌios e etrtâÌhes, nem Íodo o materiaÌ
trúalha dando mais rigidez ao eüo, parâ atende. aos esforços soÌi-
citsútes. Um critéÌio é desprezaÌ a parte hachuÉda como mostÍa
! Fig. í34.

___-ffi F,@
-tffiÍ.
*ï5-
Fie. í3:, Fig. í3t
110 ET,EÀIDÀ-TOS OÌCiNICOS DE NíTQUIIi.{S cÀI'- 5 r.LExÃo E FLÁìÍBacEn rÌt EÍ,EttENTos DE MÁeuNÂs 111

24. Uma barra de aço ÌetângulaÌ tem seção Íeta de 2 pol X (ó) Vâlo. liniÍe de r/È pa.q Eo da f6.nüla de Joh$on:
X 3 pol (5 cm X ?,5 cm) e um compÌimento de a0pol G00cm).
L lJ( Í ?J( 20X t 05) -
À tensão de escoaÍnentodo úateriaÌ é 50.000psi (3.500 kg/cú!). , 12(.-_õo...:
t - 1- - toz
Àpücam-se caÌgas aìiais aoe extr€mos da bana. Det€rúinâÌ: (a) a
rcleção Llh; (ò) quâÌ a fórmula a usar @uler ou Johnson); (c) (.) Cúsâ oiticã:
iÌeteÌminar o calregametrto crítico admititrdo que as extremidades .
(d) a caÌga axial úáxima admitiado um F ã- 3500x 37s LI " "ao..i!l!L]
são relativamente úidas; l ,r r i i t,z o x r o,r- - t
{ator de s€guÌança If : 3; (e) a tensão de compressãoequiYalentre. fã : 103.000kc.

(d) Cdsa dial cob scsuânça:

,', !È ---4- (úia.YA = .+ = 6s.rptú Â - 2pol- P _ 103.000/3= 34_300


\/I ./bhíll2lòh Ès.
(.) Teúão de @mpreão eqüiyalentê:
(ò) O vaioÌ de abais do qüaÌ deve se. usada a equação de Johe! é'
;
3, 1300r I .ì
-
ô"=
íL = 1l-2ctE
'ï /r('x-ì(to'^ llS Lr-orrz l=Il6okc/@1
25. Uma biela de 20 pol de comprimento deve ser pmj€tada
trsd-F á êoGo a fóÌúuLs d" JohMí. obafrü quê roi m$iddodo c = I, paÌa suportar ua esloÌço axiaÌ de 6.000 lb. EmboÌa uma das
mboÌa B extmidadd sejm dadas cono relativaÈdt€ risida
extremidades da biela seja ügada mais ou metros Ìigidamente ao
(d) À cusa crítica é; êmhotroe â orìtra seja ligada por meio de urn pino a um elemeÊto

F-- ú,aLt-
r ",(+)'t
qaj5_J=
que se desloca em uma guia, convém usar o vaÌor C : 1. Dimensio-
rar a biela rìsârido um Íalor de segurânçâ 2,5 e um mate al que
{,enhateúsão dc escoamcol,odc 40.000 psi.
ì
(6)r_| - ìú;5laõi;mtl
- 50.000
s0 000í69.3ìt = 23e.000
rb.
L
(d) À cúsa uìsl nárioâ @m seüúça 3 é:
(a) De iúcio não s súê qüal cquÂção â usr. a de Eul€r ou À de JohMn,
ueÀ vd que não e mnìm o diâmetrc. Podae começa. pela de Eutq e dèpojr
I' = - : q: : = : = ?9. ?00I b.

(€) TeEão d€ @mpr*ão €quiYddrê: A teÉão p€missíÉÌ é:

oq - 16.i00P6i. d" 40 000


ll-. o"\wf l= da = = -_S_ _ --
Ì6 000 eÈi.
d.
L' 4Ct t E J
F fo v( U kt'1 0 .0 0 0 f _t
. ,- 4 0 .0 0 nL !0 .D /4 r ?
OtÊend qe pode ser obtido 6te vâlor fa@iÌo*: - ^^^
"q- a L- Íí* J L( r ,,.',úo,,r ot.l '
50' 000 "DÊ
il=r y .'. '3 .'. r- - l 6 . 7 {x r Í 8 .
Dú vom que D = 0,809po1 ou D = Ë/16 pol.

se ro" uada a equ"ção te-*e psâ vaÌor dâ t@ão 3*q - r:.s00 pui,
{ : 98,5.
o quê não teú ÈisniÍióado,lna v€z que o êfeito de ÍlMì6s€m 6É pr@lte

Péla sittana rári.õ:


+(ì?)
Pára C = r, t = 30 X l$psi e d, : 40.000 psi a aluação de Eute. dôye
k) uP = -4: og,t, orn,e* = tt{Íz- r.I ü.!dr s Z/È for tuio qüe l2l. Desle modo a Iómula |lsmqdável 6 a
sl\/ t2 - .quú9ão do JohEloD.
112 EriEìÍf,NTos oRcÂNrcos Df, ìÍíeüÌNAs crp. 5 Fr,Exão E FLÂìrB-{.cEü Eü Er,E}rENros D!ì ìríeuÌNÁs 11g

(d) Usaído a equ!ção dé Johnsn; D = 0.833pol ou D = ?,/8pol.


(a) Do lÌobl. 26, a tensãô equivâlenÍe márina de .omp.6são é t 3.900 p6i
L L 20
v- ,..r"it. n ac_ã o"ti.n o l : - - -91.4. e â máÌima lanúo de roÌção é 10.600 p6i.
i- ,
t1 í8 ) (ò) A rê$ão equivalêntê noroel dêvida à cdsa yáriáÌet, com unÀ re.são
;D ì
htuimá de t3.q,0 p6i, uúa
26. üm parâÍuso de 1 pol de filete quÊalÌado, tem o
Yeiáv€l de 6.950 psi é:
compím€nto €ntre a poÌca e o pivô de f5 poÌ. À cslga axial é
de 5.000 lb e o momento de io(ão aplicado é de 1.000 1b-pol. d e Kp , g so i
= , r 5 o .o o o ,{2 .8 ,{o
"^ ' -;18c - o- ^""u = ss ooop"i.
-^
Fâzendo C: t e desprezânilo o eÍeito dos liletes, deieÌmhâÌ o ". ' ìat-õõõ, oÌ;ìlrl,
fator de seguÉnça se o materiaÌ usado é aço coú uma temão de onde Á : 0,7 (ceresandro aÌiaDi a = 0,s5 (ratuúho do eÌeDento); C = 1
escoamenlo de ds: 50.000 psi. Considerar o carregameúto como Fob loi Nado o fato. de conenhâção de reDõe reat).
dtático. (.) À t@$o êquiyalêltê dc cisârhamenro deÌiala âo.oúesÀmento yeiávet,
@m üm máÌim dê t0-600 p6i, umâ tedão média de 5.300 psi e uma t€nsão
ÌâÌiável de 5.300 IEi éi

(o) o diemeh da raiz ; d" 0.783ÌbL P..rúb. = -?ó,ô. o tKi o ,' ,5 0 0 o o ) '0 .n ) r 2 0 r 1 5
: q#' . =^ 300)
"' "* -L ì;4t - "r "'"
1 .^ , -Tfuoo-tõt
'
^ - ^ - ^ p'i
,õss;ìD- - 'n **
(ò) O Ìalo. de t/È que d€tomi na qúl €quâção a Nú é:
{d) À rensão equiÉtmtê de cisÀlhamhro deyida à .a.8e va.úyel é:
L lt n-n'í 2 (1) (l) (30 X 106)=
t09.
p=l -
", +- rçì* t rn-ç- n * *'= *.zo.*'.
E ião a fórÌúule a usü é a de Jolnsr coú ,/É - ?6,6. {(t#)
(.) À teÍsão de 6mprc3úo eqüivalente é: (d) À teEão de prcjeb, dênrú da *euúça, uá:

r . l= - - - =1 V r a .2 0 0 p € i ... N =0 .6 5 .
ï- - -,
50 oo0(?6,ój. I
- ì(ÌtGtt(3o )alo9
- Um valor saiisfaióÌio de ,|r' s@is l,S; poúanro, o p.ojero não 6Íá sâtisfa!ório,
= 13.900 psi.
Obsere qu€ !o públema hâ du* rmsões e4È,:@Ìeul.s,ll@ devidã a uúú
(d) À tansão cisalhmte dêÌida À lôrção é: l.úão €quiú.ldÍe de @mplNão e n outú deÌida ao caúegmnL vdiá;t.
I. r.oo0(0,?83/2)-^
d.=7 -
fr[2ffiir' - r0.64oe6i- 28. DeduziÌ a expÌessão da tensão eqúvalenre de flambagem,
baseada na ÍórmuÌa de Euter.
(e) À tosão cisalhuie náxina é:
Solucão:
4Ìú\) = \/G1d2)z+ ,] = = u 650psi.
+ (10.600)r
(r3.900/2)r
por cisalhmeút é aprciEadm@rê de0,5t,= C*ZEA F* CT2E
U) À rdsão de *oaúenlo
= 0,5 (50,000)= 25.00OIEi,
-
r\í
= -N\ukf , ÃF = -N(L\EF
Cí28

s.á: ffi
o tato de s€€ur.nco - r.e8. oDdoiV é o falor dê 6cdurúca. ,l a are e r =
f
2?. Ànálogo ao PÌobl. 26 apenas a cârga varia de zero ao
Fú:.ído N = -L no eqüÈcão.trô*.
náximo. Àdmitir o fatoÌ reaÌ d€ concentÌação de tenú€s K, paÌa 'ïtima
os filetes sob carga atiaÌ como setrdo 2,8 e &' paÌà os fiÌêt€s em
F f d ,,tL tk) z1
iorção como sendo 2,0. O liúoite de lesistência à fadiga paÌa o
materiat sujeito à flexão altemada é de 32.000 psi.
'.= À L-ifr{ J.
t*
114 ELEITENTOS ORGÂNICOS DE ÍíqUINÁS crp. 5 FLExÃo E FL,rrtBAcÌrì1 Éìr Ìrr,ENENros DE rÍíeuÌN,4s
115
29. Deduzir a expressão da rcnsão cquivaÌenre, partindo rla {ó) Us â tução êe d€êtau e spücu a dupta tut€eÌação.
fórmula de Johnson.
nup., t - - ", tt u).
nìïrt
qLÈ'11 F. 33, Um €ixo de aço de 2 pol (5 cn) dc diânertu é rivÌeúenre
F..-o,,^f t. apoiado eú
' " L 4í - t ! D J- .\4 -!, 4 1'.
L '"'Ltü1.
4C,28 l'
dois mtucais 6epa.âdo6 de J0 poÌ (?j ctu). O eiÍo
si.a a r.800 r.p.m. e suporra
um wÌante nontado a meiadisrância ên..ê os hancÀis.
F _ úa f1 euaÌ pode.â ser ;p*o
6! t Lt k \ , 1 do volture * se d@jâ op€rar s 50% da veÌ@idade eitica do
eixo I Usd o méioito
4 NL A?t ' 1E l d ügâ @njusadâ pm dcrê.Einor a dctÌ.xão.

onde ,^úé o íato. ile sesurança,Á éaâ.eâe i' : &.


Fetp-: ! = 0,002_7toot (6,90 X t0 3cn) (viite Cap, S pam velo_
cidad€ úíica); p6o ito mtút€ _ tr3,slb6rkc).

FuêDdo \ , -q 34, Uú €üo dc iMmerm coBraniê é siDpÌemenre apoioilo nâs ê{rremida-


@ üriD6 @Êcào. obtén,*.
d6: À disÍância etrüe os âpoio6 é 20 poÌ (50 cm) e üm p@o
rle s0 ib (22,5 ke)
é @Ìocado a 4 pot (r0 cn) â diÌêía do maacat 6qüeralo. O
.. rr | __ l r.800 r-p-m. e sabèse que a verocidadê Gftica BrlimÀ .ìê 2.500"i,o
a"r" 6.-ï
cl,
, , t h ; -l-
r.p.n. il;á uúÀ
-'
"8",8 @di(ão d€ opeação s{ti!faró.iã. eüor o diâDer.o ninimo do eixo quo podê
sn E{do púa qüe a yetocidade oííica ninida sêja 2.500 r.p.D.

PROBLEIIÀS PROPOSTOS n*p.. Defohação sob s cúsa:3.4r2lEI ea_ooolqr); {tiâúeho mí-


tri@o do eiro _ 0.8t pot (2.D).
30- l!Íostr& que a deformação proveniênr. da lldão, úa exrremida.tc de
uma viqa €m baÌa.ço dc coúpÌimenro L .teÌida â Ìma carea Diforme@Dt€ diç 35. Um ete de aço, ti{êmênre lpoiado ms qhemoq é fêito em
_ [.ês Beçõd.
t ibuída u lb poÌ rnidade de compriúenÌÃ ê úL4laEr: A p.imêira rem l2 pol de @mpÌimento e diâmelrc dDÌÀnte;
(@) usodo o mér.odo a seaun.ta t€n 24 pol
alo momcrro €slático; (ò) rNando o reor.na de Csristieo- de conpÌimeÌio e t€m um diâúetro dupto do da p.im€ira *ção. À te.ceira
a@ 12 Fl_dê ompDúdto e diâmêrro i8uaÌ âo da D.imeirâ s€ção. Carss con-
rr. I qudo s rúç,ipc eD dcer€u csrsbêr.,+r ma cq,,".ã. p"- e, (tÌ) cht.ada de 200 lb são apticads nos ponros de müdÀnçâ alê iliânêró.
Môshd
que a de8€Ìão em caila um d46 ponr.6 é 0,092.9/Da, oúde D é o diâmerú <ls
e por dupla integração mostre que a úáÌima deforúação ile uma üea em
balanço de @mp.imcntô , dêvidâ â u@ carsa conceniraita p a ma die
tânciâ de d úidad€ da exrretuidâde livre ê ò unidadG de e\rÌmidaitc fixa é 36. Um €iÌo de À@, simpìBmqte aFiado êm dois múcáis alisratries de
2 pé3. suportr ma.úAr compotrada de 200 tb â Bpot do msn.atà diRirÀe nma
(aò + 3or ns díremid.de üvrc.
;;i cdsâ ile 100 lb a I0 poÌ do mancút à èquqda. O .liâoerro do êiÌo é .oúrúte.
M6íi& qE a deÍlãão @b a cuAÂ de ÌO0lb 6 0,002.44lÌ € que
32. Dêiemina. o afundâmento vqiicat d*ido âo moDento íletor Ìo poúro sb a ca.ga {te
2tD Ìb é de 0.002.2Ala
. : 6 p&a {m €lementô horizonrdl de coúpÌìm{to Z quando sujeno â uma fo._
ça.hoÌizoúrâl I asindo da .li.eitd pa.a a sque.da ê a uma disrâúaia de Ì Didad€ 3í. Uú eiÌo dê âço é süporrado IDÌ mdcais 6p!çados de 5 pés pGsui
âciaa do eiÌo úcutú da seção onde r = a, dmo mqfua a IÌs_ S-j5. e
un di*ode 3_00!tba I V2 pé do edcâl êqueriro. O t"- u_ io"o a" u pot
que * eteDde d6de o ne&al direfto aié o centuo do "i,"
itisco. Dermiqe a ãe-
foÌeâção sob o dis.
Èc,p.: r:0,02?Dol.
38. Un €iÌo, de seção Ìêüa coNrdre e diâmerro ite 2
Fol é siepÌ*mate
it âpôiado êm dois m&úcaìs epÀçados de 30 poÌ. O eiÌo supo.ta
400 lb câda. Uma der@ êrá locaìraila 9 pol à {rireit" it"
iìDs mâsss de
*-*r *-_a"
out.r o epolà èqu4d.do mjDcat di.ejr.o. Dcl,"r@i,e o denaúoebc;da "l
D4sa
o a vclocidade c.ícica do eim-
lìcrp.: y = 9,912.4 Oo1. críricâ - 1.680 r.p.m. (ver Cap_S).
"êlocidade
39. O;ixod. sçô de uús máquina Lem 2 Í pl)I dê @bprimctrro
. _ enrú m.n.ab,
(a) Usu o úétodo da Ìisa conjusada. 3 pol J diriü! dÕ nún".t equerdo s"u diâm"tro é dc 2 pot ê
^t(. o reltsnt, rcm
ilinnitro dc 3 Íkt. trma c{rsú de r 000 Ìb 6 apticdq cm
üm Í,oÌio siruodo n
116 EI,EMEì{TOS ORGÂ\\ICOS DE ÁQT'ÌN{S cÀP. 5 Ì4,ExÃo E FÌ'1ì[BiGEM E}Í ELEMENToS DE IIíQUINÂS 1I7

l0 pol do maúcal equerdo e outrâ carsa dê 2.000 Ìb é aplicada a umâ distâ@iÀ 4ó, Um eixo @, ilê aço, de 6 pol de diâmetro exteDo, 5 r/9 Dol rlè diâmebo
de 15 pol do m6mô ponto. Qual a deflcxão $h cada ctusar inlêúo ê 30 pol de @mp.iôúro 6rá simntÈmêDrr spoia{Ìo e;uporto qusrrc
Àerp.: / = 0,011!ol sôb e ceea de I 0001b, ÌotoG d€ ieual p@ e igtraÌmêria Gpaçados de ó pol, como mosha a Fis. íJ6.
y : 0, 009. 4pôl s b a. uga de 2 0 0 0 1 b . Csda rorôr p6. 80 lb. e.tudo âí in,luido t/4 dô peo dô eirc, Dê|.rmúü: rar
a ÍlÈhâ Fdmiolê dô momento fteror sb os ponrq .le aplicação ds cúg6;
,l1). Um eiÌo de 4 pol de diâmei.o é siúplcÈúentê ap.iado em dois maÍcais
(ò) à fleha prcvedetrte do cisalhúenro sb os ponios ile apticação {Ì!6
sêparados de 48 pol, No seu .eniro cxisl,e uma ms.cnaseú Fcúdo 3.000 lb- .dgtu.
Um fNo de 2 pol de diame[ro fêito nD cent.o da *aão .eta Btendl:s por la pol
â paúir do maúcal Bqnerdo e nô sdrido da enÁrenâõrem. N6re po o o diâmetro
do fuo dimiüui poú Ì V2 pol e o füo coniiÌ,uã ãté a extremìdade do eixo. DÈ
t€.mino. À defirrDâção sb a engren€aem poÌ três preGes difêrent6 e a Ìelo-
cidade c.iticu do eixo.
llesp.: / : 0,018.9 pol; vetocidadecriticÈ : 1.365 rp-ú. ($ Cap.8)-
41, Um êixo de âço de 30 pol de eomp.im€trto 6tá apôiado nG dt mos 'ri6,+6+6r:
em maícajs. Do nancal esqucrdo ató um ponto situado a l2 pol à sua di.cita
o cixo tem um diâm.tro de 2 pot. O r6túte do eixo tcn I V? pol de diâneto-
Dua fo.çâs de 400 lb cadã atúam, uma úo ponto onde ocore . müduça dê diâ-
metros ê a outra no ponto médio do irecho de mdor diametrc. Usmdo o método
da visà conjusada, deíerniDú { dcflexão sob cãda Iôrç4.
ìì.sp.: /=0.038 Ìpolsb a IoÌ94 à 6querda,
: ìrì6ÌÌ.: (a) r = 1,44 X l0 apol nos .lois roroÌes eÍÍem6,
1 0,037.4po1 sb a lorça à dircita.
J : 2,31 X l0-. pól nos dois mrom inrêrnc.
42. Uú eiÌo de aço de 45 lol de compriúcnto 6tá apoiado Íos en.€n6
(ó) y = 0,354 X r0 apol Íos dois Ìord6 €Ìtèmc,
€n mancãis- O ciÌo é dividido em trè po.çõs de l5 polì a du6 poÌçõ€ eíÌômâs
y : 0,532 X Ì0-a pol no6 dois rct rs turêrnos.
têm um diânerro de 0,?5D e a ccntÉl tem diâmeho I,, Ilavê.á uma cuea on-
.ent.ada de 4.000 lb €m (ada ponto de mudúça d€ seção. Se 6 defÌeú6 rc 4?. Fatahel@r, usando o teorema de C6tisÌioo, uúâ equação genì pqÀ
ponto6 ondê as cds6 €tão lplicadas Dão !ôdêú Ìli.ãpassd 0,001Pol, quã1 sú a fleha devida ao mmmÍo fle[o. em quaÌqueÌ 6cção de une ÌÈà $mpÌsúertê
a deflexão mánma do cixo I Dsprczd o p6o própÌio do eüo. apoiada, dd s€cão Ìetã ünifo.úe sb ação de una cusa p, {pli.a.la como moslla
Âerp.: D = 6,15!ol: t(máa.) : 0,001.08 pol (no cetrtrc do eüo). a Fis. ç37- ,5ü36&,: Co6ide.d uma caÌsa e inasinÁÌia, âplicada a uma
distânciq z ÍLo Mpo e equerdo. Á. di{âocia z é vüiáyel, enho. seia coEiderada
43. Um eüo dc aao 6tá simpl4mente apoiado €m dois m@ais, *pa-
Ìedos de 30 pol. O eüo tem um diâmelro de 3 pol em rm t@hô dc 10 Pol a paÌtü
do mancãl à aquerda, : V, pol eD um tÌeho de I pol e 2 Ibl nos Ì6tútd 12 lDL
O eixo suporlâ uma calga de ?00 lb em rn pontô sitüàdo a r0 pol à dircita do
n'úcal sqnedo. D€lcrúitra. a fleÌão sob a cüsa. QuÍI será â vel@idâde

r.sp.: y = 0.005.6 pol veÌocidadeüítica - 2. Í00 .,p,m. (ve. Cap. 8).

44. Uma árv.re de 2 pol de diâmetro e 60 plll de @mprimento Ì@lE trm


monÊnio de torção de 10.000 lb.lol po. intemédio de uDú polia situada na
exlrernidade esqoe.da. Uma etrerenasem situada a 30 pol do maÍcal à equerdâ
t.ansmite 6.000 ìb.IDÌ e out.a engrcnaeem nâ enremidâde direita da áryoe
t.mmil,e o r6iante, CâÌculd o úáxido uaülo dc Lorção da árvüe Ete
@odiçõ*, dAprczhdo{e o efêito ds chayêts. Toútu G = 11,5 X 106!€i.
Àerp.: 1,3350-
45. Estâhel€cer a equação da fleha devida ao cisúIhúento p&a trma visa 05'E'
simpl6mdte Èpoiada eb â ação dê um cúresmcnro uiloÌúè CoúprimeDto
dÀ risà ,. CaÌsa ú Ìb/pol. Fis, E_Az
-Kú-"KuLz
tl4 p-: ! ! L* r lr r ' ) r y ( oar . ) - ao pon@ r = i:oútante ao * det€mine o r.alaÌho de defomúção.
aac 2. A disiâDcia : é liDiíada
po. 0< r< 4, poa o dias.úâ de úoúmro fl€to..

*
118 rxrNEìiros oftciì\'rcos DE nÁQúlN-as

Ràp-t y = -:+ lL' ò' fl. lì"ta €quÂçãoé váÌda pm


0 < / < a. De üm nodo tuáloso deternina*ê a eqüaoãoque
dá âs fl€che à dirciia d€ P.

PROBLEMÁS SOBRE FI,ÀMBÀGEM

rÍ8- Quâl o etorço náiiDo perúisíyel de cofrprarsão en una büE


de 20 pol de comp.imento € seção trúÈveEal dê I pol X 2 pol, salEndo* qD Projetode Elementos
de Máquinassob
o Iaüor de ÈegdançÀ dev€ s 4. À iensão dc 6@amdto do úÍsial é dê 40.000
r'. - | a- \ / .-
Rêsp.: Púa Llk = 69.4 lse a ftumula de JoüMtr. r: r6.7501b. d oe \-ôrgds v ôflôvets
49. Ànáloso ao 48 m6 f&êído C - r/4.
^çôo
Ã?sp.: Pea ,/È = ó9,4 Ns a equacão de EuteÌ. F: 7.6701b. C apítul o 6
50. UDâ biele tem 60 ÍFl de comp.imnlo. Detdhire sn diâúeho
€aheído quc 6tí süjeita a ação de uDa cúga 4ial dc 2-000Ib e qE o aco ile
quc ê feira tee psa lidite de @oammto 40.000 psi. Àdmitir uú lator de
O pÍojeto de elementos de máquinas sob o ponto de visra
se gu rúça4 eC=1. da resistência é um dos estágios necessáriosao seu alìmensio amento
IÌ*p.: a equâçãode Euler. D: r,58pol.UsdD = r 5/8pol- Íinal. Normâlmente estes estágios conôisrem em um arranjo cine-
^püca$ mático, uma análise de íorças, uma escolÌra de matéria-prima e,
51, Um p!.afuso de Ì pol, I@a quâüad4 tem uú @úp.iú@to de 40 pol
finaÌmente, um esboçodas propor@esdo elemenroque se projcta.
etrte apo.cae o pivô. À cesa üial êde 2.000Ibe o momúto de tdção âpli-
csdo é de 1.000 Ìb-Fot. Àdotando C: I e dgpreando o eifeito dos {ilet se Bste esboço pode ser orientado por yáÌios Íarorcs, quais scjamr
.úc6t.aqão de tensõ$. detêmine o fútoÌ de *eueç., sabeÍdo qE o diâmêtrc resistência,Ìigidez, yelocidâde crítica, aspecto,corrosão,fâcilidade
da roiz é de 0,7a3 pol e que o úâte.ial tem üúa Gnsão de @ommto iernl a d€ fâbricação etc. p
50.000 INi-
IÌ.sp.: Àplicâaê a equação de Euler Te6ão eqüyaÌdte de flmbÈ À Ìesistência de um elemelrÌo de má-
geú = 14.800 psi; teúão de to.ção = 10.600 psi; r€nsãoúán- quina é in{luenciada por ytuios fatores, quate
úã de.isalìamcDto: Ì2.900psi. O fabÌ dê sesütuça l|a.a
Bcjam: corÌcenirâção de tensõcs, {adiga pro-
uma teísão ile 6coamento ao cisslhamúto do 25.000 Fsi é r,93-
veniente de cargas variávcis, choque, acúa-
mcnto superlicial e tamÌrém pelo seu tama-
nno.
A concêntragão de tasõee pode ser
cousada poÌ qualqueÌ descontinuidade como
íuros, variações bruscas de seções, entalhes
o dcÍeitos superficiais. I m exnmplo tipieo
do concentÉção de tensões apârece na
Itig.6-1, onde wernoeum Íuro de diâmetro
d cm um elemetrto sujeito a um esforço de
t.Içõo. À íemão adduire seu valor ná:xirro Fis. 6- l
ôm pontos muito próximos do Íuro e pode-
mos admitir que:

o(mâÌ.r : r1r-,
120 Er,!r\r lr\ros oRcÂNlcos DE ìr,íQsrr.tas
c.\p. 6 ET,EMENÌ9ÊsoB â Âção DE cÁÌaÁs vtÌhtÌErs 121
*pelidat (ú cam reuersãoparcíal, segundo mosrra a Fie. 6-2. A
P calga axiaÌ total, lb; ücnsàomâ\ima é o major ralor otgêbrìeoe a rcncaumin;ma é o
A área liquida da seçãocontendo o luro, pol"; menor vâloÌ aÌgébÌico de uma tcnsão variável. À rcnsão média ír-
Kt Iator teódco de concentmção de tensóes çalor geonú- ó a médiâ entÌe as t€nsõesmáxina e míninÌa. A reusãovariáveÌ d"
Irico). é igual à metâde da dilclençâ entle âs tensõesmarima e mínima.

Na determineção dos vaÌores de Kr usam-se métodos expeÌi- d': + Ír (Ìnáx.)


+ r(nfn.), o":i k(máx.)- o(mín.)l
mentatu como a anáÌise Íol,oelástica em modeÌos dc plásticô, seme-
Ìhantes à peça. Sob a ação ile eargas conslantes, os mat€r;ais = i[.(ma')+í-in)]. s, = ][<maxr-s(trÌii)]
dúcteis não são tão aJetadospela conccntrâçãodê te sôescomo a ""
anáÌisc fotoeÌástica possâ sugerir, poìs há uma redisiribui€o de
tensões em yiÍtude do escoamento do mateÌiaÌ, quando aÊ tensões (ó) R.F.tid: .'tf. o. (.1 R.P.rid.

âtingcm yaÌoÌes iguais à do ponto de cscoâmcÌìto. Os mateÌiâis


qüebradiçrx, como o feÈo Íundido, sob a ação de câÌgas constântes, t----ï "t-t '
estão sujeitos à concentração de tensôes tão vioÌentas quajlto as
;ndicâdâs peÌâ anáìise ÍotoeÌástica, pois, de um rnodo seÌal, não há
o escoamento do materiâl. Sob a âção de cargas vaúâveis, a re-
sistêrcià à fâdiga, mesmo nos materìais dúcteis, sofre um conside-
rá].el decÌéscimo devìdo à conccntÉção de tensõcs.
O índice de sensibilidade q do mateúaÌ pode ser usado para Fis. ó-2
determinar o fator de redução rle resistência à Íadiga ou faior pú-
tico de concentração de tensões Ì(/ em fuÌÌção do fator teórico de O Ìimite de Ìesistência à fadiea de um mâteÌial é determi-
concentmção dc tensões fr, para o caso de cargas variáveis. Ya- nado expeÌimentalmcÌìte girândo-se um corpo de prova quando
lores de q e Ì4, podem ser encoÍtÌados no livro Slress Concenhaft-oa sujeito a uma Ilexão. Curvas típicas mosrrândo a resistência à
'Faclorc, de R. E. Peteìson, ou em quaÌquêr outrc liYro que trate fadiga de mateúâis Íenosos e nãojerlosos aparecem na Fig. 6-3.

Ktl
q- o u K 1- t' lq( K l)
ffi

q :
um valor experimental do índice de sensibilidade devido
à concentrâção de tensões Seìr Yalor Yaria de 0 a 1;
K, : valor t€óÌico do fator de concentÌação de te.nsões. Va-
lores módios rão de I a 3, mas podem aìcançarvaÌons
!

t
È',s l í?r - N
-Ì-fïiï
superioresa 3;
Kr = valor pÌático do lâtor de concentmção de tetrSes' que ro. 106 r0. 10t r03 &e
seÌïe para determinar a redução da Ìe3istência à fadigâ .|.|ú d. n í. ..m rhrra. oônd.r.
do mate aÌ. Í.ie. GJ

As t€nsões vaÌiáveis podem ser classilicadâs como: (a) co.Ìr


Convêm observar que o limite de resistêaciaà Íadiga para o aço
rct)ercãocompleíÍr.t (b) rcpelida entìe os no,lDreszero e móaíno; (c)
deste corpo de pÌova é definido como J5.500psi, porém o alumírrio
122 trÍ,EúENTOS ORGÂNTCOSDE üáqI'IN'ìA c,lP. 6 ILELE^-TOS AOB Á ,rçÃO DE C,\RC,{.S V,|Rrí\Ets 123

não tem ümite de Ì$istência à ladiga deÍinido. O vator do timite


de Ìesistência à ladta é de 35.500 psi para câÌregamento à flexão' o."",'-
ì-r*-
onde üm pontô qualquer de libÉ externa é tracionado e compri- -*.,-
mido aÌtemadamente do mesuro vator absoÌììto. À Iim de evitaÌ
co usão, â erTressão Ìinile de resislència à Jadrga serâ usarla apenas
para lÌêxão òorn É]rersão completa. PaÍa outlos tipos de caÌÍe-
gam€nto,.a erTressão .cs;slância à Jedíga s,e üsada quaÌÌdo se
quiser eqnimir a capacitlade do úateial de resisiir à ladiga' e o
vaÌor não for o. obtido do ensaio acima ciiado, ou caso o mateÌial
não tenha timite delinido. O YaÌoÌ dâ resistência à fadisa difeÌirá
do Ìimite para solicitações diÍercntes do ensâio (r€vemão incom- ÌdC. nab

pleta, torção e carya üiais, por exemplo). Na Fig. 6-4 vèse o fis. 6-5
grâfico de Goodman modificado paÌa tensões Yariáveis; ÈsiEtêftia
à ladiga velsus tensão média. Cada material testado deveÌá ter de Édst€ncia à fâdigâ como para a tensão de eÊcoamento,podemos
seu aliagrâma de Goodmar caracl,eÌístico, CoÍtÌÌalo, se não se traçâÌ Dma linha CD, paralela à ìinha de Soderberg ,44, cono
dispõe de vaÌores de testes, podem ser construídos diagramas de mostra a Fig. 6-6. À ünhâ CD pode então ser considerâda como

3
EÊT
*.'

Ten.ão Dédiâ
t:I t Fig. 6.6

! um! linha de t€núes dentro da ÊeguÌança N. Por uma simples


ümclhança de triânguìos, podemosmostrar que:

l t- d ,
t,€. e ct

Goodman aproximailos paÍa mateúais dúcteis, admitindo que o  íim de transfonnar a expressão acima em uúa expÌessão de
liúite de rceistência à fadiga soÌr c gas c,orn reveÌsão completa dlmonrionamento, o valor experimental do limite de resietência à
será apÍoximadamente iguaÌ à metade da tensão de ÌupÍura do íldlgo a. eob cârregamento com ÌeveÉão compÌeta deve 6er multi-
materiaÌ. Recentem€nte, yalores de resist3ncia à fadiga têm sido pll(tdo por fatôres que Ìevam em contã o tamanho do eÌemento, o
representados em gráficos como o da Fig. 6-5' Êste gr.Áficomostra lolbumonl,o Bupeúicial e o tipo de caÌregamento, se de torção ou
a Ìelação êist€nte entrc a linhâ de Goodman modificadâ e a de rrhl, oo inv& de llexão. As tensões vaÌiáyeis calculadas podem
Soderberg. Tomarenos a ünÌÌa de Soderberg como base de nossos rÍr ôrrnont{das mì tiplicatrdo-se-aspor 1í, se se estiver Ìidando
pmjelos. Se usarmos um fator de seg:uÌânçaN tanto pâÌâ o limitc i{nn rrntrriois dúcteis. Para materiais qxcbradiços,o Íator dccon.

f*
124 ET,EITENTOS ONCâì{ICOS DE MíQÜINÌÀS
câ?. 6 ELEf,TEìsrOS SOB -r ÀçÂO DE C-{RCÀS V,\RÌí\,Í$ 121,'

centração de tensões teóÌico der.e ser aplicado à tensão média e o C c


fâtoÌ ile concetrtração de tensõe8 prático à tensão yâÌiávê1,

r , -, &6, pala mateÌiais dúcteb


T sob esÍorlos 0,91 0,?2
N: o, 6"AuC
axiaG, -i0.000 0,90 0,ó8
40.o00 0,88 0,62
I o- d"KI 90.000 0,aó 0, 58
.. quebrâd;(r6'
- K'+ mar'Frìais r00-000 o,s5 0,55
\ ;; ite ,*" t10.000 o,84 0,50
'J t20.000 0,42 o,48
I o^" Kt o- 150.000 0,?8 0,38
. - + =+;ï para mater;ais dúcrpis sob ação de 200.000 o,72 0,30
--
êslorçoscisalbaoLeÊ,

À : fatoÌ de secuÌânça qÈe leva em conta vadações de pro-


r! : tensão de escoâmento sob tração ou compÌessão; deye pÌiedades do materiaÌ, falta de conhecimento preciso
receber o mesmo sinal que a iensão m&ia r-; do carÌcgamento, dúyidas sobr€ as premissÂs adotâdas,
a mãode-obm inperfeira, possiveis reduções na du-
d- : tensão média normal, psi; Ìação, custo da interrupção das máqìinâs ou manu-
tenção, deliciêücia d€ dados de ensaio etc. O vaÌor de
dm: tensão média cisalhante,psi; N varia de 1,25 a 3 para pmjeto! comuns dependendo do
d, : tensão YaÌiável normaÌ, psi; maioÌ ou menoÌ conhecimento dos delâÌhes do problema.
Valores maiores que 3 podem ser usados quando temos
o,. - lpDsãovariável cisaÌhartr, psi; grandes dúvidas e as conseqüôncias de falhas no pro-
jeto são müito sérias. À escolha de -N é uma questão
o, : ümite de resistência à Íadiga do material sob ação de de prática € boú-senso.
íìêxào com rêv;sâo.ompÌetâ, psi:
 .enâão máximâ equivaìente de cisârhamento 7." (nnaÌ.),
Il, : Íator de coúcentÍâção de teNões teórico; quardo teúos uma tensão normal e uma cisalhante variáVeis, pode
8eÌ determinada usando.se a teoria das tensões combinadas. À
,Kr = Íator de concent ação de 1€nsões prático, baseâdo no
têDsão normal equiYalente ê:
índice de sensibilidade do mâteúal;

,4 : fator de coÌreção para o lipo de caÌÌegamento: 0,7 para d, ,,_ d,,ío"\ì;to,


_ + \n ) za c
carga variável axial; 0,6 para carga vaÌiáyel de torção;
A t€úsão de cisal[amento equivalente é:
B : Iâtor de coneção que Ìeva em conta o tâmânìo do
eleúento, uma yez que o corpo de proya lem um diâ- /- \ L'
c- - 6^"+
metÌo de 0,3 pol (0,75 cm); 0,85 para elementos variando - -" \c"/ ABC'
de 1/2 pbl a 2 pol (r,3 cm a 5 cm);
0ó6.: Usar á : 0,6 e dc.: (0,6)(a) nesia equação quando
C : fafôr de corrcção que leya em conta o acâbamento aô lrabalhar com materiais dúcteis.
superficial, uma rez que o co4)o de pmva é poüdo- A tensão máxima equivaÌente de cisalhamento r", (nâr.) para
Àkuns valores de C para supeíícies usinadas e Imra nrteriais dúcleis pode ser obtida por:
aupeíícies Ìaminadas a quente apaÈc€m no quadÌo a
: \/e
r., (máx.) ("'^y.
seguir. ".")"+
126 Er,EÌÍENTosoRoâÌ.rrcosDE u-ÂesD{Ás cÁP. 6 ELDJiT\rOs soB a D!, c$üì.\s \aRtí\,Trs 127
^qÃo
Pode-se então ter, Íinalmente, a equação de projêto: A têNão Ìdiável é
F 4F 4x40. 000
to,")'.
i - \/ ti 6".) +
t' 4F
Oòs.:Usar'a," : 0,5 ('! ne8ta equâção. ' A ttlt '
A tensão roÌmal equivâlentê máxima a ser usada quatrdo o
O fator de corrcção dã .6istêncir à fadisa pa.a cÀrgas axiàb é á - 0,?,
projeto enyoÌye materiais frágeis é:
O rab. dc dÌ.eção da rsistência à fâdiaa pa.! o ramÂnho, admirindo
c..(mtu.): I r/il . al> |Áíút, ê B = 0,A5-
"- t "..r + t"-f
O fal,Ì dc corrcéo dã.eshtência à lÃdiga par sup€rfries usinâdtu ó C
Podemos então tcÌ, finalmente, a equação de projeto: - O,g.
Àdúitirdo que ìão hãju con hr.ação d€ tensõÉ! r,
- 1, vem:
- i d " , I V f l " . . r' + to ,r . 1 _ú^
+ Kt o, Ì : n, o) (1) (.10.000)
* N ov drABC Íd, {ï?.500)í0,?)(0.85){0,8)
O vaÌor da telsão de eecoamento ao ciÊalharÌÌento, tv,, para tI : l,66pol o! .l = l pol-

ser usado na €quação da tensão de cisaÌhamento êquivalent/:i d-,


deve seÌ tornado como 0,ó vezes â tensão de eecoanrentosob esfo.ço
(D (4) (Ì8.000)
normaÌ, o que estâ totalmenie acorde com os dados experimentâis. i :o* rdr (5.425)(0,?l(u,851(0,u)
Coniudo, o,,, deve ser tomado como 0,5 yezes a tensão de escoa-
úento sob esforço nonnaÌ para ser usâdo na €quação de projetô 2. Uma baÌm de aço ÀISI 1025, Ìaminadaa qüente, está su-
sob cisalhamento máximo. Esta equação tem como bâse a teoria j eita a um eslorçode torçãoque vaÍia de - 1.000lb .pol a 4.000lb .po1.
da fraturâ peÌo cisalhamento máximo quatrdo considera a peça DeterminaÌ o diâmetro da barra sendo N : Ì,?5.
sujeita apenas à tÌação.

PROBLEITÀS RESOLV )OS Âs prcpnedadG dét úatoial são:

r, = ó?.000psi; d, = 45.000psi.
Ì: Uma biela de aço ÀISI 8650, tempelado em óteo a Ì.500'F
(8-16"C) e rey€Dido a r.000'F (538'C) estâ sujeita a uma carsa Âdmite+ qüe í. : à 6?.000 : 33.500 psi púa flqão g:lternada e quc a
tc6ão de ecomerúo sb cisâlhamenro é 0,6 da sò 6fo.ço norÍnal:
a.íiãl com ÌeveÉão conpleta de 40.000 tb (18.000 kg). DetermtuâÌ
.o diâmetro da biela âdúitindo um fator de seguEnça N = 2. Des- de, - (0,6) (4;.000) : 27.000psi.
prczar os €feitosde flâmbagem. tmbém que não há cÕq.enr,reção de t€Nõe, KJ = L
^dmitiÌ
O fator d€ dE€ção püâ o limire de réisrência à fadisa sb momeíro de ro.ção
ó ,,1 - 0,6. O fato. de co.reção pea o tiDite de r6isrên.ia à fadigÈ, pú! o ia-
Às prcpriedadB dêse úaterial 3ão: múlfo, admirindo-sed > 1, Fl e:B : 0.A5.

ds : 155.000psi = r0.8í Lg/@' O fâto. de comrqão pú.a o limitê de .6islê&ia à tadjsà para maloiais lãmi-
ntulor Í qu€ntê c t@do d, - 6?.000psié C = 0.68.
d,: r32.000psi= 9.24{,kg/cDl.
te6õê média e vúúv€t 6ã0 füçõe! do6 momenrG nódio e yaiáyet.
^s
O moDeÍto médio é:

r": +d" = à 155-000: ?7.500psi 7- = à l"(mâx.)+ r(nín.)] - àt4.oo0+( r.000)l= r.5o0lb.pôÌ.


o, = t 6 : t 70.850= 5.4231<sl.m2. o nomenco leiáyel é:
"
À tênsão mêdia é dã = 0. 'I, = à [4.ooo- (- ].000)l : !.500lb.pot.
- à l7(má'.) -
"(-íú.)l
cnl,. 6 Er,Ei{ENlros soB Á Âção DÌ cÁnc-{s v,rRrÍvErs
128 ELEMriNros oBcÂNrcos DE rÍÁqulN:rs
Então
Então, para qualqür lonto da su!€ ície eÌt@a. teq4:
r(min.) : (8Ì,5)(-5t) : 407.51c
T^c lõÍ- 16 X 1.500 24.(D0 d(máÌ.) = (81,5)(lsF) = 1.222,5F
j =-;d .---_ -'/,'-;r
'*- 6-: + Ir.222,sF + (- q7,5i.)l = 4o7.sF-
Tn 16I" 16 Y 2.501 o, : t 1r.222,5F
- (_ 4n1,sa)_ stsa_
'Í).{l0O
Suü€íiruin4o 6rs vslorcs : = S4 + - !-L
Substituiódo no equcão dp pÍojelo. vcm: "- 1\ da úa AEC

I d-. Atou | 2'Í.000 Ì _@1I4r rt.38'{8tf,Fì


(dr) 27.000 2 68.000 (40.000,
(0,85)Lo,ggr
. (r) (40.000) Àmlisadc 6 úètr6õs do ponb B rm-&:
' LÍdr)(33.540) (0.68)
t0.ó){0.85) ú(míL-) - \222,5F d_ = +Í441,sF + (,1.222,5F)-1= _ 4ô7,5F
e d = 1.34pol. Usd d = rtó pol. : +,()7,5r
d{mtu.) ú,:+14ô7,iF (_ 1.22r,sr,)
= +stsa.
3. Uma viga em balanço, feitâ de aço G1025, estirado a ftio' êo *- ! : +J! *-
subsür,ub do e ob€r t údo que o! r pr 6 sinat n. g€-
tem seção circÌilaÌ e esiá sujeita à ação de uma caÌga que varia úvo paú dnMdd @m o siúsÌ neeâtivo iÌa ÍeÍ6ão mêdia, pode* (É@t?.:
de - F a 3F, como mostÉ a Fig. 6-?. DeteÌminâÌ o eúorço máximo
t_ 1o7. 5F í t , 38) ( 8t 'f l
|
2 ó8.000 {40,0001 (0,8S)(0,88) ' ' '

4. Uma ba.Ìa de seção circuJar de açô G1025, estirado a


Íúo, está sujeita a ÌÌm momento netor vaÌiarldo de S.000lb.poÌ a
10.000 Ìb.pol (5.?50 kg.cm a 11.500 kg-cú) e a um esforqo axial
vaìiando de 1.000 lb a 3.000 lb (4S0 ks a 1.850 kg). O momento

Fig. G7 _l ÍletôI máximo ocorre no mêsmo instarte que o csforço axial máxirno.
DetexminâÌ o diâmetÌo da bana, admitindo um Íator de segürança
N: 2. DesFezar a concentâção ate teDsões e o eÍeito de flam-
bagen e basear os cálculos na mánima tensão cisalhante.
que este eleÍnento pode suporta. pâÌa vida iüíinÍa' âdmitindo N:2.
A aüáÌise fotoelástica de um modeÌo indicou rr : \42 e q : o'9 PaÌa o aço C-I025, etiÌado a ÍÌio, teú-se:
para adoçamentos de rl8 poÌ de râio. ÀnaÌisar apenas o ponto ú" : 80.000psi (5.680kc/cm')
de úudança de seção. B : 0,85, IatoÌ de correçãodo râmanho
r, : 68.000psi (4.?90ks/cm,)
O !ço C-10:5, Glirâdo q frio. pcsi 6 prcPriedâd6: C : 0,88, ÍatoÌ de correçãodo acúamento supeúicial
d" : 40.000psi (2.820ks/cÍr,)
- 68,000
Éi á : Ì,00, paÌa JÌ€xão
- l) : I,3a
K1 = I +4(r. - l) - r + 0,9(1,42 & =L
- I,
pois o cìcmento 6tá 6uj€ito a mommto Iletor Á : 0,?0 para carga axrâÌ
B = 0,85, foíoÌ de cor€Éo què IeYa eú dDta o tmdho do d@tD
Ç = 0,88, Iator de conegão q@ Ìera d .ont o a@bmeDto spnfEial.
Déldúitrscão dá reÍsão tumsJ equj , atflü ,
O mommÍo fletor na mnddça de seção vdiâ dê 5f â Ì5P. À teEão
(a) Os nomentG nédio e yÈiáyel, il€yidos à flexãq são:
coú6potrdeÍtê Do ponio Á eú fução do momdn flPLÌ ó

52Ìtt I4r :; (5.000+ 10.000)- 7.500lb.pol


: a!5[t M, = + (10.000- 5.000)- 2.500lb.pot.
t30 dLEúENTOS ORCÂNICOS DE ]IíQÚINÁ.S I q{P. 6 ErrEÀÍE\'llos soB Á ,{-Ão Dn crRcÁs vÂRrÁvDÌs 131

U. = x2r,I = (32)(?.s00) M. = 12!í rrzÌ e.s00) . t54.000 3.020


ú- - -Ìd ? -' -" d" - d- üobr - + = -ri -: 2.3e5.
r nal ""=- -
" -.
, o tK!o " í3 2 rr7 .5 0 0 ,, rõ8.000,
t1)(32)(2.500) -;-
-"' '" o"4BC Ìd i (0,88)-
( t) (0.85J
fd r(40.000) -:
d: '1 ,1 2 @.
134.000
5. O eüo Sr €sú dmndo ro seEtido dos pont€iros do rclógio
(D) Ás foÍça6 úédia c yariável, desidas ão 6forçs aiàj, são:
à razão de 1.200 Ì.p.m. e suportâ uÌÈa caÌga concentrada üão-
-bâlanc€ada W : 8lb, cujo centÌo de gravidade descreve uma cir_
ìc- : + (r.000+ 3_000)
= 9.000Ìb ; r', - à (5,000- t-000)- 1.000tb.
cunÍeÉncia de 2 pol de laio; eÂta carga está situaila a meiadistância
ent,t€os epoio€Á e I, como Eostm a Fig. ó-g. L ma carga verticsl
( 2. 00 0 )(4 ) (6 8 .0 0 0 )(1 .0 00) 6.690 . c
: -7- (pera cúsd dúr).
"' ;r- (oisl
ú.?o)O.e5,
-;ttúoior,/
(.) Tensão no.úal equivar€úe íot"l

134_000 6,690
d d rrc .a r): +-

(d) Isuãlando o Ìaìor âcimâ a

Ì34-000 6,690 d- 68.000


-;á''T-ty- z
€ dài tira-sé, por tentariva, o yolor d : 1,625po1,

Pelo sisbr.a mêIrico:


IÌomÊnto devido à tlexão Fis. G8

Mã : +(5?,5+ 11;)x r0' : A.625ks.@ constatrte ,I/r : 1.500 lb é apücada através de dois maìcais anti-
M, = + (r15 - 5?,5)X tot : 2.8;5ks.cD. ÍÌicção, locaÌizados nos potrto€ C e ,. Se o marerial do €ixo tem
t, 60.000psi e r,:45.000psj, guat o diâmetro do eixo na
-
32(4,625) 3212.8?5ì Seção A-Á para se tÌúalhaÌ coú uú fator de seguÌança ,ry = 2l
- Ìd'
Considerar apenar o ponto -P.
32{8,62s) 4,i90 (l) t32r lt_8?5)
ttrr fd,,12.820) (lJ (U,85)(0,8a)
32 Ì<r nno
d- = (s o2r * a.slo) -;-.
- O) d" = io-000psi; Ií, r; .4 =0.8s; C=0.9.
;;a ^dnirir +- -
(2) M6r.ar que o momeDto fJèror deúdo à carea oraliya Ì$ia dc
-ó.640 lb.rúl ! 6-540 tb.pot.
I'-: à (r.350+ 4so)- 9ool€
(3) M@tre que o mo@dro fleror devido À ca.ea ve.rical coGrúre
r" = + (eoo):4soks . ?.!00 lb.!ot,
é ieuaÌ

900(4) 450í4ì {4-;90)


" td" (Íd:) (2.820)(0.7)(0,8s)(0,88) (l) O Eoménto fleíor @nbiúado vüia dião de 960 tb.pol aió 14.040 tb.!ot.
4 (450) .^ . ^ -_- 3.020 Pân o poúta P, ep|@ntado Ía Fis. 6-8, o momêtrío de ld.0,r0 tb.pol
.(l)
ÈíNÍ'r @queto que o de 960 lb-pot Foduz traçÃo.
'rmp!úÃo
13! EI,EMENTOS OBCÂNICOS DE MÁQI'INÁS
cÀ?. 6 Er,EMENros soB À ÁçÃo DE cÁÌcÁs vÁÌúvüs 133
(ó) Ás teÉõ€s náxina, nitriúa, mAiÀ e Yeiável' Êão:
Os tÌiâúsulos semelhant6 ÁCB e ANT dío.
, . - (32)O4.0rl0)
_-_
14r.000 ooo _ r = 67.soo
d(max,J ---;-
-fL "o ..- --_ ps,.
90.000- 120.000
-
^
- 143,000+ 9-775 66.ó10
o ^ --_ Então:M?V- 22.500psi e -^{P= 45.000pci, @â vezqu€,r',4 ó una linba

+ 132)
r-;-:
(960) + g.Tls 7. Uma árvore de aço laminado a quente está sujeita a um
o(mií.) =- - -ã-'
esforço de torção que vaÌia de 3.000 lb poÌ no sentido dos pontciros
9_zi5 _ (_ 1,!i',000) 7639/J
do relógio até 1.000 lb-pol no sentido contrário aos ponteiÌos do
6 ,--.à -F-=
relógio, eÍquanio que um momento lletor apÌicado numa seção
críÍica yaÍia de +4.000 Ìb.poÌ a 2.000 lb poÌ. árvore tcm
seção lransvelsal üniÍorme e não há rasgo de clìaveta ^ na seção
| Kr 6, 66.ó10 ,
= ún r;;Ãfr -
_-
4s-000d,- críticâ. D€terminar o diâmetÒ paÌa um materiaÌ que tem
N a"
:
ús 80.000 psi, :
o,y 60.000psi e d" : 40.000psi. Ádmitir N:1,5.
(r) (?6.390)
f .l - 2,r2Fr .t d = 214vn-
(lJ (0,85)(0,9o)dt
' 130,000)
(u) DetdoiÍat a l€osão nonâl êquivalênte deyida à fldão.
6. Uú aço Iem d":90.000 psi, d,:60.000 p€i e d.:30'000 psi'
(32) í4.00{)
pÂÌa lÌexão com reyeÌsão compÌeta. Esboçsr o diagrâma de Good- _ _
d(oaL, : -,
man modificado. Indicar no diagrama e dar o YaloÌ da tensão de
[(32)(4.000t + [ (32)(2.000)] r0.200
fadiga para o caso alo caÌÍegaÉeÈln variaado de zem ao márimo'
"* - z"a" -
d "- ,

- (32)(2.000)

[(32)(4.000t - l-(32) (9.000, 30 600


%=''. i; T- =. {

A üeúsãonoÌmal €qrivâlent€é: (,{ = r; B-0,85; C - 0,621 &=l).


10. 200 f 60. 000ì r10. 600 o?. J00
ì =-a,
d- - d. -+ L40!o0JLZrLrtro"e;,O,,,2r
I
(ó) Der€.Eine a t€6ão equiyale.t€ de cisalhaúento.
í16ì í3.000) íÌ6ì (t,000) 5.100
ú! {m à; - )= o^, =- ; - - - - i{
I Ì dx
I ì0.200
-(16)
B
ú,(mú.r - ----rdr-0.000) ú,-- 06) {2.000)
Ìd!
À téo!ão €quiyâlerte de cisalhammto é: (.4 = 0,6; B = 0,85i C: 0,62;
Fis. G9
5.100 . f {0,6)(60.000)ì r Ì0.200 _l J4.Ì00
o( =
dt 't L 40. 000 J L d" ( 0. 0rú"ssr( 0"õ, ) - a" '
(c) ÌsleìaDdo a trúúo máriúa equiyaÌeite de cisalhúento a d!rN. oÍde
&ìoça+e o itiasms <le Goodúú, @no ú6toa s Fis- G9. Àlbha ?VP
o da reistêÍci à fadk! pea o cg) de Í,@8!múl' vdiando tr. 0t5 t, = 0,5 X 60-000- 30.000ÍBi, tem*:
.epr$dta vâlor -
d6 z€ro ao máxiEo. Os valoB podôú s detêúi@d@ de uú diasrda I€iiô
eú êscala ou êttão de cárculo. (l!#)'+(r4roo),: +P .'. d = r,44!or.
'r(lltu.)-+
134 ELEMENmS oRcÂNrcos DE MÁQUrNrs cÁ?. 6 Er,ElÍsÌÌrgs s'oB Â -açío DE cÁrì6-{s vÀRrÁvErs 135

dr. :o,ótq poÌ torção (c) o"=o,6út - (0,6)(58-000Ì: 34.800psi, Á - 0,ó(to.ção),Ã=0,85,


Oôr,: EúboÌa * rdmeÍde F!.4 cisàthúdto
puE, foi úado. dr. - 0,5 d, pua osâÌhaúúto @Dbüddo' C = 038. À tdsão ciÁolhanÍeeqúvalenle ó:

8. Uma polia esiá eÌÌchâYelada a uma árvore a neia_distân- .-= .^,( ?) 1#


#,( :i#) (r,3)(2.r45)
(0,ó)(0,85)(0,88)dx
cie etrtÍe os manceis. O mom€nto fÌeior no potrto onile está a Flia
11.620
ysÌia de 1.500 lb'pol a 4.500 lb pol, enquantô qüe o momeÍto de
ã
torcão na árvore ì'aria de 500lb pol a 1.500 lb'poÌ- À freqüência
tII. Ieúlanilo â t€6ão máxima €quivaleíte ilê cisaÌhamcnío à d!JN:
de variação da câÌga é iguaÌ a velocidade da áÍvoÉ' Estâ é feitâ
de aço estirâdo a lrio tendo c" : 78.000psi e or : 58.000 psi. De-
terúinar o diâmetÌo n€cesúrio parâ vidâ infiDita. O Iaror de
,-,.','-{1-,
f *",=+ Ì
d"
(
tt';uon :
)' + o'.u,ort
concetrtrsção de tensões para o Ìâsgo da chavetâ é de l'6 e l'3 pÀra (0,5){58.000)
d = l,44pol,
Ilexão e torção, Ìespectivamente. ÀdoiâÌ ní : l'5-

9. Uma árvore de lerro fundido ÀSTM-25 com d" : 25.000 psi


L Del@inaçeo ila tdsão &nal €quivaleDte dá: está submetida a um esÍorço de torção com Ìeve$ão compÌeta. A
(a) Devido ao Eomênto fl€r.., tdtrae: carga será apÌicâda un número infinito de vezes. À ârvorc tem
{32) (4.500) 45-$0 2 pol. de diâmetÌo e está ligada a outra árvore de 3 poÌ de diâmeho,
, ( m d. r = , hâvendo entue eÌas uú âdoçaüento de 1/2 pol de raio. Adotâr lV:2.
t r i_= d,

_ -(32) (1,500) ls.Jlxl Quaì o máximo nomento de torção que pode ser aplicado à án'oÌe p
- .
'(dú.r f,d, d. Remlver nsando: (o) a equação de Soderbers; (bl a": TclJ.
(ô) Àioda devido ôo moúdto fletor, virá:

45.900+ (-15.300) Ì5.300 (d) t€úsão média cisâlhúte


a^=-.2_-.T' é nüÌâ.
^
45.900- (-ls.3oo) 30.600 2T
, onde 7 ó o nóúeq1o de úõ.ção
o'-.-.-8-=7
^""rúdê."^-#:#
(.) ÀdDitirdw,' - 39.íto0P6i. Á=1. a - 0,85, (ò) À tênsão €quiÍaÌenê de cisalhamob cú um ponto dâ superficie é:

C- 0,8s, a tèúão nomaì €qúvsÌete torá o vâlo:


/ d-\ &d, 15.J00 1 s3.0o0\ (1.ó)í30 600) = ll2.ó0o
, ^" " " ' J .
\ " :)7 ú = d, \ re .0 0(i , (o.ss,(03s)d, d.

II. DetêmtusçÃo da tasão ctualhúlé êquivãledê da- dd : tàsão m&ia cisalh@te = 0;


(a) Te6õ6. cbalhúte máÌima ê úiniúÈ Ií! = fator t€ôico de @trcêot.ação de teÍÈõe6 : I,l?; para o caso do prc-
( t6) o.5oo) ?.635 bÌma, ohrido de [616 fot@lásriGj
tr ( Dd.' =
- ,
d I(, : faõor púti.o de mnetrtdção d€ r€reõê, ond,e:

06) (s00) --F--


2.s45 b : | *,j(Kt r) : 1+0G,u - r) - 1.
a.tm.) - -rê - o indi@ de sDibilidade adotado loi isual ã iero pã.a o ÀsTM -25.
(à) Tdõ€ c'sÀlhet4 6édta e v@úveÌ: rr rên$o vúiáyêl dê cisâlhamdto : :: p6r;
-

"*=- -r
7.635+ 2.5,15 =--, 5.090
t,.
-
üdÁão de 6@aúe o ao cisâìhhento po.e o feno {uDdido. Esto
vrìor é Eualúdte ig[âr à tuDúo do eóamenro sb esforqo úorDal
1.6t5 - 2-545 : ' 2.545 e €61&Ibdê s Loúada dúo 6070 dâ ren6ão de tuptura, Âsim:
q'=
2é d, ' dr. : ds - (0,6) (25.000) = 15.000 psi.
cÁp. 6 Er,EMÉNm6soB À DE cÂÌoÁa vrÌú\Ers 13?
136 Er,EúENlos o*cÂNrcos DE ÌÍíQUrNrls ^ção

d- = limite dè Gütêúcie à ladieÊ sb ìlqeo pm o f.m füldido. OE a quente. Sendo d.:85.000psi e d, = 55.000psi, O diâme-
tqi6 têú m@tlâdo que ele vdiã de 0,3t ! 0,6 vi,6 a têDão dê hF tro d& polia é de 10 pol e o diâmetro ptimitivo dâ en$ênagemé
tura. O limitê dè rëistêmie à fÂdiga !a tq!ão v.tia de 0,?5 a r,25 tânb€m de 10 pol. Os pesosalapoüq e il eng?e[agemsão iguais
vd€s o liúite de ÉistêÍcia à fadisa nÁ flâão. O liúite dê Bn'têí-
a 30 lb. Derprezar o leso rla áwore. A relação de tensõesnos
ch À íadka nÀ fleúo sá ton.do .ono 0,4 vèa e
'rhihaÌüt'tML,
teÍsão de tuDtu{. Teme, Po.túto: 51t b
dn = (0,4) (25.000)- 10.000p6i; Á:0,75; A = 0'85; C=l'

e Ìêyúdo 6t6 valoB na €quaçeo que dá a tetuão eqüiYaìdte dê


cisalhaúento:

,,,.íf\F r5 . m0 ' l-, . ,


d .t = r v,( r ir 4

íc) A t@õo nomal equivaÌdtê ê im. Da equúÍão d@ teGõ6 dmbi-


mdas, â rensão nátiúÀ €quivaldte de i.ação é:

, r;---- y ' õ -Ï ì t " rrt -- t s z ' p . r.


d "( ú á '.)=t,-+{(;,-)'Ib,,Ì - o+
Ejoo= z.soo
ro.
(d) À teNão útuiúa petEitidâ é:
fr -

?.500= t,s? ou ? = 5.0001b'Pol.

Àsiú, o moúento d€ 10Ì60 p€mitido é: ? = 5.00olh pol


ff) À úÌucÃo prccêdêtrteiÌútrq a aplicaçãoda qüação de Sode.ìêÌs P@
o fero fDdido. Ciúo stasõ6 seo comÌd6ão @npÌêt!, pod*.p|rce diÈ
(d,) (Á) (B) (c)
ramentea equação "^.
',=+, ",:

Dl.!rrrí. dê mo.nêítot
6alA\ (BJ Q) _ T. (0,?5)
ro.ooo (0,8í)(r) T(r)
--- z --;@)M-
1. 965lb pol.
? - 5.000|b.poÌ..

Na €quação aciint on = 10.000 psi loi muttiplcado po. Á, ,B ê d pars (Úrai.


o tipo de cdesamhto, tmanho do elêm@tô e tuab{lmto sperficia!' Êpe-
tiymotei usu* lV : 2. Não se ea!úesou fard de M@tra{ão de tmõ€
pois o iDdicê dc se6ibilidade do Ilm funüdo é z@. Fig. 6.10
Smpre que se dispúer dê dâdc exloimfltâb, os aâro8 dd€rão s opli_
cados diret@dle, dando mqis sêauânçâ tus .i1416' Sê o câÌtsmhto nÃo
for totaÌmúie altmado ê ou G dadc €lpdimdrais *{Éc' dèves uÁÚ a {ú umos do correra é T'lT,: 2,5. O ângulo de pÌessãoda en-
ì
êquÈção dê Sode.beÌs.
llürgcD 6 de 2o'.
I0. Na Fig. G10 a áryoÌe tÍansmite I0 hp da polia P pa[a DotsrminaÌ o diâúetro alâ árvore usaado a equaçãode So-
a engÌeoagemG, cou s veÌocidadede rotaçãode 900 Ì. p. m. e sôb dtbcr3. (A solu6o seguindoo códigoda ÀSME esú no Probl. 12'
ca€a estática. À árvore é usina<la de aço ÀISI-fO3S' laminado EfD. 9, bom como o pÌojeto pâÌâ rigidez e Yelocidadecúticaì
138 EÍ,EMEiÀrrÍ)A 080âÌrr@6 Dx X,ÁqurNlS
T crP. 6 TLEMEìiTO6 SOB Á ÀçÃO DE CÁÌC11S vÀÌúvEÍs r3O
(À) À tdsão nornal equiysleúte é:
(o) O nondto d. tecão ]}í, Ea Árw@ 6.
= o+ r.oz 55.000
Ml 00o) "^ -'^ + 4 ""4 (5#o) (42.500)
(1) (0,8s)(0,8?)
nt!ff/63.000 P .'. ìn M, - 700lh.rbl
- 6t-000 - 1?.300
---ã-
(ó) Às í@ç8 tus !am6
(t À r€Bão ci.aÌherê devida à rorção é dEüaúte, umÀ v@ qúe Õ DD
(T\-T^'R:M. '. (rr- ?00e |!Fto 6 ('Etht€. A t@!ão cisalhhrê yariávet é ,e.o. À êtrsão ú6dia cisÀ-
"r(5) - â -2,s.

rt - 233b ô rr - 93Ib. T. 700\.1t2) t,5?O


"_=j=_;a,tn^-_F.
(c) O 6Í0.ç0 râlsrúcial tra @s@tsM é:
(r) Â tãsão cbalh@te €qÌriyaÌente é:
r,-4=44-w*.
_'
À 5 -_ 3itq ,
o- - o-, r Ú"ìÁBc =
^' a" "-
(d) A tdpa mdiar Fr tsó : l4O !g20o 5Ì lb.
- &. - (ë) A tdsão cisaÌÀúie perEisivêÌ é:
(.) O cqreeÃ|l@t ê o diâeÌama dê mômhra Àpalllm ra fisüÀ As
Íorças na coreia ê eDsÍeúaseú fo.am âdnitida con@ úda. O! p@s da poti! r r _ 0. 5( r , ) _ ( 0. S) í ; S, 000)
= 18 300 Psi'
e iL esrcúagem €tão inclúíd@.
/V - --l- - ---_t5-
(, Comiddd & soção ds eúeÍeúqepm em p.i@iú lssqi EDìôd âqüi
o mometrto fietor seja údor que ío mdcÊl à düeita, & pÌ6mca do rsgo dâ chÈ (D Isúlddo a ieÍsão cisalhdre pe.mi$iÌet à tensão ciôalìatrre nárioá,
vela pode se. um fator de gr@de inflÉncia.
O fato. Ì(r deüdo ao raso da châvétâ, eú nexão, é 1,6. ro.i00: /G;), + (d-F: \/ (rT.?íotFFl <e";-rota"f d - 0,796pol.
O latór d€ concentação de tesõe eú fleÉo, dêvido @ adoolmenío na püra
(a) À án@, m haDcâl à di@ite, será úalisaila posreriorDeDre EsDê-
da ámre oDdê o diâmetú d muda püa 24 depende do dio de adoçtuento. M6mo
cilir@re, sá @Nidsada a ."cào dê úàDêlm d nr p"nr,o .m que bá o reo
quúdo a .úzão dése raio pea o diâúetú d da áÌvoe fo. €sp@ificadq pe s
de adoçãmeúto- À ÍeNão médic deyida à fl.Ìão é d- = 0.
obte. o fator üoóri@ de concenlraOão de tmõ6 Ifi, o fator prÁti@ de @c@
ha{ão do tesõ€s rí, deponde.á do íddicè de Besüilidade, que é fmção do nto do À tc"são variáÌeÌ deyida à flcÌão é:
medondMento. Àsim, tm* que f8H tentativ8. Depois d€ âlgu6 cálcubs,
M. l-gbí tdl2\ 20_100
6|:._=- -t-
-;-_
= 0, 0e3 e djí . : ; po t .
d O fatd de oDcerrnção de Ítuões ta, não poile se. dere.@inado dirct€_
m@tê n€tc cM. O 6emo peedimeDro é Âdorado pa.a a seção onÍle èetâ ÌG
Pda 0,083 e umâ .elo{ão dê diânèhos ielal s 2, o fatoÌ léó.i@ de catizada a dlgrenag€@ e, depois dê algu@rs renrndvas, obió@_se:
'/d - q é de 0,78
6neí1.ação de lmõ€ ôob fÌdão é 1,86. O ínüce dè smúilidad€
pda âços re@zidos e .om raio de @FÀtúa dè V16 pol; teú+, portd[o: .l
_ _ o.z2 (ír = r'; pot . , pol.
;
K, - | + qlK.- r) = r + 0,?8(r,86 Ì) : r,6?.
Püa 4d = 0,221 &:r,t7 epara.=l/4pol; q - 0,95.
O &doçamento câNd, por @nsesuinte, uúa @Dc6tração de te6õ6 nôior
que o rN€o da chaÌeta. Etrtão:: /(J = r +q(rr - r) = I +0,9J (1,8?- 1) = r,is.
(s) O momento neto. é orNtdte e isual a 580 lb pol, ma @o püícuÌá À r?6ã0 rorhâl equiyãÌerre é:
tr su!.rírcie eelá süjeit& â ie6õ6 coú reydsão coúpleÌa. À losão média
sob tlqão é ieüal a 0. À tefteo vuiável é: o,, o- + Kj o"--!:-- o + r,ss(?!1!9) 55_000
(42.500)
(r) (0,8s)(0,87)
Mc 580 (d/2) 5.910
47_600
rd.l64
140 ÌI,TMENToS

16T
ORGÂNICOS DE ÌtÍíqÌ'TNÁS

(n) À tosão cisalÌrdre média devida à torção é:


(16)í?00) 3.570
I cr?. 6

o'u""t.4,.1-
'
t"'"j-/
ErMrNTo6 soB t

Ìd"
; o(.to.r
' - -
^ç6c'
DE caRcÀsvrÌúr'Ers

'"''1s0ì
Ídr
141

''- d.lr ,.ll d' '


( r 2)000) 5! 0 t 3zr Í 200ì t . 020
,q. tÉÌsão cisãlhulê !a.iáv€Ì é d,,=0, À tmão cisaìrmte equiYâÌeíte erá, . 2Ìü

/4 .. Á t6!ão loúaì equivaìetrte dêüda ao6 clorq)ú aÌiâi6 é:


da o- " | - "' l \ | 3.:j 70
=- ã - ,
l- o
^.
r "^
^t 6- l
(o) A isão cisúÌh{nte pemjsíyêl foi dete.minad d aË) e é i$ìal â (o-L= -l+
.d,ì
{68.000)
+ (4,o,ooo) í250)0,63)
(rd:) (0,?J(0,85)(0,9)
=d"460
18.300 psi.
, , , ,lo0
(?) Ten{e finalúent€: o o d e d ( d â r .) d \@t^ .) - . :;100 o _ =-
t50 . 250
;i ;
ts.roo= úl;;:-=;; \/,ü,.ooidi-t ;t..iord"f - .
A teNão ÌoÌ@l €quiyaldtê toio:I, no ponio Á, serÀ:
.. d: 1- 09pol -. d= r % P o l .
(q) O diâmetrc da árvoÌe foi determinado pelos 6forçG aluüt6 no mdcal 3.780 460 68.000
=ì i: 0,490pol.
'- = dr + d: d:
Âs prcporçõ€s Íinais, .oBide.ando*e apd6 a Gistêúcia € súdos a equ&
ção de Sod€rbds. são: 12. Em aÌguns casos ê msis econômicoprojetar baseadoem
d - r\hpol, ,l = 2\.Po\. um limite de Ìesistência à Iadiga para vìda finita do que para vida
inÍinita. Por exempìo, um eÌemeúto dc uma bomba dcve ser proje-
ll. Umâ v;gâ de âço em balânço está sujeita ao carregamento tâdo pa.a até 100.000 cicÌos, estando sujeilo a uma carga variardo
indicado na Fig. 6-lt. DeteÌminaÍ o diâmerro d para vida inli- de zeÌo a l.?50 Ìb. Sabe-seque o,:55.000ps e d":38.000 psi
nitâ, usando lV: 2. O mateÌiat apresenta as sêguintescaÍacte- para caÌÌegamento com revercão compl€ta, mas que oi, : 50.000 psi
Ìísticas: o-, = 80.000psi, r, : 68.000psi, d" : 40.000psi. para urna vida de Ì00.000 cicÌos. Àdmitindo -N: 2, deteminar
o diâmeíÌo do eÌemenlo pa.a vida limitada a 100.000 ciclos e para
vida infinita.

r00lb como se te. a cúgâ vdimdo dê,qo a + ' '_' ' - = "= lÌ
A
= T1150
;a =
z . z' ,o
:--T'
Supõ€seÌ<, = Ì(, = Ì; 4 = O,?r B:1| C = 0,9 púâ dp.ego na €qua-
Os lâloÌes de concentração de tensões teóÌicas para flexão e ção de ca.Ícs@dto YdiáYel:

esforQosaxiais são Ìespcctivamcntei$ais a 1,44 e 1,63, na parle | 6-. Kt i,


onde se tem Yadação na seçãoreta. A ';;ìBd'
^'-
(a) Pea üda íidrâ de 100.00{ cicÌos
Para o ponío .4, que é ..ítico, d6Fê detoúinú a temão nomaÌ €qutva-
l€nte. À t€$ão normúl equiÌalente é isuaÌ à soma algébÌica dG lasõ€ &mâis 1 _ 2,230 + {r) (2_230)
€quivÀleDies devidas à fleÌão e ao cM€gamento aÌial- t - ?
65i00) -7 (s0!00) (0J) (1) (0B) ou d= 0'475pol'
À tensão normal €quiÌaÌentê devidÀ à fldão é: (ü) PEa vida in{iniia
ô, , . ^ Kt = 5lo ( ô8.n n 01, 1 . 0 2 0()1 , 4 4 ) 3.780
to-t' d- a F _* 6j6q;1 -7' I = 2.230 tl\ (2.230,
d. úi.0rr0) I 71s.0oor (03, (iJ 1qE ou d - 0 sÌ7pol'
o"eeC- ,t' ü , n r 5 , 1 q r )
2
142 EI,EMENTOS ORGÂNICOS DE üÍQOINÁS
cÁP. 6 Er,EìrE:{Ìos soB { Àçìo DD CÀRG{Sv^nrír,Ers
143
PBOBLTÀ!,{S PNOPOSTOS DêteÌújmr o aforco mánoo a quê pndp
.15. Mrslü
sporaúâi.arcgadú cicücaBÊnrcmmo Dosirâ
a FiA. GtJ.
13. U@a Ìiga em balan@, usinadã. de I p(rl (2,5 cm) de diâÉeüo e r0 poÌ Csmrrêrirüo" do nâL?riot: o! ._ tO0,00Ops,:
. d,
(25 cú) dc dnp.imento é caftcada ra extemidade In,re @m uma fo.ça que 6roÌ@s tuiais, d, .- 50,000 psi pJ.a ftp\ão slli.mads.
yÀria de 60 lb (2? ks) pa.a baixo a100 lb (.15kg) pa.a cina- Itá uú âdoça,
nento de r/4 pol (0,62 cm) de .aio ro ponto ed que â vi8a é engasladâ, o que dá
orieem a um fato. dê @nceílrãção de teffõ6 róri@, Ií! - r,32, O indice de
3ê6ibilidade é q = 0,92.
Se as cara.iê.ísri.as do mate.ial são dr = 40.000 Fci (6.200 ns/cm),
dr = 35.000psi (2.s20 ks/cn:), d, = 60.000ÍNi, {4.300 ks/.n ), dêtmi.d:
(a) tensão máxima prc\eni*l€ do nomento flet' ; (ú) tensão mínima
poÌúicnte do moúcDto fl.tor; (d) t6ão nédia; (d) te6ão I,is. ó-l3
(e) fator de 6e.su.anço N. 'a-
.iá'el;
Àd o r a r ,Ì\r '= t,3 ; 8 =0 ,8 5 ; C =0 ,9 0 .
IÌ.sp.: (d) l0-x00 psi i73; ks/cm:); (ó) - ó-I20 !6i (-449 ks/cmr):
(c) 2.040 lsi (r4i.5 Lslcmz)i {4 8.160 psi (547 k':l.r;r): (e) 2,29. lÌdp.. pdÀ üúa t€6ão
hédia iìe _9?L psì e ms rêtrsão reiáveÌ
14. Uma lòrça ãllicada na eÌtÌemidade de uua Ìiga em baluço Ìeia @m
o tento, no tÌono do papcl, emo mostra a Fjs. 6-12. Lm faror de scgma[çÈ , t6ty
tm_se l/ = 2,8í0 Ib e 3Iy = 8.550 lb.
N: 2,5 loi adotado e as dinìcrsõès são as da figura,

jir,zs "-r . a"','-*", ü m À á Ae . d Ê d i â h d r c d e r ó ü q o d Àa ô u l ( s


_ .- t6 . uD Â{,oçâmÊnlopo.,
mqo.de
d ê d i à D e ü r t.Sd p o r
l? o qüst s r.m À./ = r.22 !4 .âso dâs peçâs
sujei;a;
a È r o .çn d d e r u r çã u . cú a ,i cr i Èr i .e d o m a r ú i a t:
o ! = sl .sd ;si e ï6 _
ôy,s_:ÌÉist d' = 54.500 èsi sob lrexão atretuada, dÍ, =
= 32.?00psi sob rorção alt€.Dada. 0,6 X S4.s00 =

10" (25 cm B:0,85; C= o,ei; / _ 0,6 ê tV= g, detèrninú o


_ ddp
m .ÁdmiÍindo diâDcr.o
mq@ pda umÌom.nrô dp rorcjo (n,e vorie
d" O o 20.000tb.pot.
1,200 I d "r r .: d . Ì.a j p ìì: o d o r e d =J,j r 6 p o t.
í540
Ì7._ Uma Ì,iCe em balanço de seção traBr€.sat
600 tb í270 . circuta.Brá sujena a êç
Íor(ps altermdoc traq fibrdç rrr"riure oo plann
dc rnAsrampnro:6t ô 6forçd
Fi3;. 6_12 úmp**ão sré 4.00npsi, Íruejo. rn .e-o r,..p"
]ï'j-1.
u m 6 0 r çô Ìl1io
o JtFmïra d od a i d o r o ,.r r "g o m .o r o a ^ i a l q u e
ï,i
\Èi s d c 2 .0 0 0p .i ,.o m _
O máterial é o aço ÀISI,1020 corn as ca.acteríslicas: o! : 6.[.000 psi (4.600 prsão a 4.000 psi, rração, Caacídì,sricas dl
kÊ/.nr), 4" = 32.000 psi (2.300 ks/cm?) para alexão alie.nada, d! = 48.000 psi ú, : .''.000psi. Admir; (r r; ; f ;ìr, ""':'ïÍ' í:,J_Íï;ït"ï';
tansãô. nôtu€ì
-
(3.500 ks/cm:). pda 6iorços aÌ'ais. €qüv3Ìhre deÌ.ida ao ca..e.sdenío aÌiar; (Ò) â rcnsão
no;tual
equivaleni€ d6,ida ao Dodentd flêro.; (.) ;iêrsao qo.mal
Para À Seção ?l--{ o tdto. têóricô de oncent.açãô de teFõ6 é lí! : 1,3? equiyareúb tolat.
À4p.: (a) 9.425 psi; (ò) ?.3óo psij (.)
parã ã barra de d;âdreho iguâÌ a 2 IÌ (i cm) e adoçamentode 1/2 pol (1,ã cn). t6.?85 psi.
O íúdicc de scnsitülidrde a ldoiar é 0,95- Àdmilindo C : 0,90; B : 0,85 e 18. Um elcmqro dê seção Ìera cilcutd esrá
sujeiro a um esforço de torção
Á - I, determinar parâ â Seção Á,À: (ír) o fator Kr; (ó) a tonúo médiâ d-: q u c ú Ìi a d ê 0 o s.0 0 0p .i e â o m 6 m o
r 4 m Ír oFt; s,,i .i r . u ,. ..r ",.o
{.) a tensão va.iáÌcÌ d,; (d) o faúr de sesìrüea Nì (e) se o dimcn,ionaúcn, dê 2.000 p.i , . 4,000 psi. D6pFzrndo ",i "t "J.i _
'ârdo rcodotrsçlo dc r"nsn.. ê etci|,o
to ctá cor.clo: (, sÊ as prcporçõ.s rão *Go sa(isfal,ó.ias, o quc dclc $r feiio dc flúmbrseD e adniíiülo que os Dáxioos fÌcto.e
p a melhoror a soluçãosern mudar o diâmettu de 2 !!Ì (5 cm). e aÌisjs oónerD ao tu6mo
r o m Jr . d p r Ír D h tu :, r a r à r tu i o ,i ú th a n r p ê q u i \a l ,tr r c
m .i \r m â : ( ó J o f€ r o r
nsp.: (a) Kr = r,35ì (ò) d4 = :1.820psi (2Ì5 Ìglcnl); (,) d' - 1Ì.480 (n n,Frrnca ri44do na tpDà;o Jê
B, oompntô áo .iralbâmênto, Cúa, i",ibri@s
psi (81õ Is/crnz): (d) À:1,4; (e) as pmporçõcs nãÕ úo sa- 3 0 0 0 0 p si . d , .. 7 0 .0 0 np "i . o Ji j m ê r r u
:ni 'u n-rtn do
íisliìlóriâs; (l) user um mâlerial melh.r cnm um limite de .e- {t".u
p -lr:.- dl p".u r . AJm i r i r ô = tF C _ t.* p _ th r í1 1 1 , "tp m .n l o é
sistên.ia à fãdjsa raior. l-Ìm raio dc curvatÌra maior no n r tp ... tu ) Ì."( n ú \.) - o .t0 0 p "i : r Òr \
- 3 ,8 5 ,
adoçanrentonão da.á audcnlo súicicnre de cirtência para
19.,O_rço SAD-Jrzj teD as segui.reÈ caracrcrisricas:
alcndcc a. falor de seAuroça 2.5. Isro Iìodc ser ycrificado d. = 100.000psi,
t! 64.000 r i, rn = 32,000 psi sb fteÌão {tremuda.
fqendo-sê lí./ : I como valor ìiDjre. -
7U ET,Ei1ÂÀ1TOSORCÂNTCOSDE ìÍíqUÊ{ÁA c,rP. 6 ET,TITENI\OS SOB  DE CAR4ÀS VARIíI.EIS 145
^çÃO
&boçü o di!$Àúa ile G@ilúú modificado e s paúir dele det€oi@ o
22. Uúa tira d.u@ châpa de q@ do 2 Íbt X l pol ê dyâda..mo mosr.n
wlor da ruistência à fadisa paÉ o ce de caÌsa Ya.iudo dc @o e útui@' a Ils. Gl5. À cdsa r v@ia de 1.000 lb s 4.000 tb. Ceâciedsticâs do mlrè
n rp.: 48,600 tÁi. ri.!: dr - 40.00{t psi, o, : 50.000 p€i, rn = 40.000 psi sb flexão con E
rcftão @mple!a. Deõqúiúú (u) â teD!ão Dédia, deüda a 6fo.ç6 flettB,
20. Uma ba{Â de 2 pol ile diâmetÍo está cúrÍada 6ú0 riúGtú À Fk' 6-14'
À bÂúa é de Àço' @m * *guiôt6 cÚactê- m ponto P; (ò) a te.são yeiá@l dêvidâ o efoiços íeroE, úo po!!o P:
À fo.ç! qplicadâ vftia de 0 a I'ìb. (r) a teNão nédia, deüdâ a e6to.ços aÌiais, no lonto P; (d) ú tensão va-
.ísticâs: d, - 60.000 psi sob 6ldços diais, oí : 45-000 pÈL
Ìiável, devida e 6fo.cos üiaiô, no potrto P; {r) a ie6ão êquivalúie psdu_
Z'Diâm- zid rM úoúeto flêtor êú P. admiíindo C 0,9; (, a teftão eqúivateítê
-
pioduida por 6fo.ços üiais eú P, ad4itiDdo á 0,? püa c!ftgaúeíro
-
diaÌ e C:0,9: (9) a t@são hral equivâÌentê eú P; (à) o fÀrot dê sesu-
arlb rúçã cm P, bMdo na t€úõ6 va.iáveis; (i) a tê@ãô de iisção úâxiúa
d P, Gando o caftaaúdro mtuimo e det€rniúudo o fator de *sua!ça
ti tr @bo & â c@a í6ô @útante.
22-500p6i; (d) 7.500p8i; 4?.600 psi (t ação)i
(ó) l:}.í10 Íai; 44.600 psi; (À) ,ry- L05;
(') 1.250íbi; U) 3.000 p8ii (t 38.000 rFi, lV 1,32.
-
Fig. GÌ4

qtrercúG t.ahalhú com


Quâl o eÍo.q) nánmo que podê ser âplicâdo sê
uú f&ior de *gurúça ff = 2, bscado na iensão de e@Àootrio I Usat a equa-
de Sode.bêrs pua s tê$õ€ vâ.iáveis. Àdmiti. C : 0,8 O ca'rcaam@to
çõ€
r!áxìmo deve @ o 6ú6PoDdmte à tmõB vdiáwis que @Fem nÀ 54çã0 À-À'
Ãerr.: À tensão márima ía 5€(ã0 À-À deYida À flcrão e @Eidè
rú.lo a visa cuÍva ê 5,08 P- À têdão va.iívèr é 2,54 P e a
nédiâ é 2.54!'. Coúo s vai o6idè.4 â üea coúo cuÍvô
nos c álc uh. r , : L Ad o t a ú d 6 e  : t B = 0 '8 í ; C :
=0,8 têú& o YúÌor mánmo de f isúar a 3.980 rb.

21. Análogo ao 20, apens adúiLiúilHe quc o csresÀm@to mâlimo d@


se! @@ntrado s PtuLiÌ d6 t6õ* vdiáYeÈ qde @Ir@ na Se4ão B-B'
Àdsp.: À t€nsão ntui@ .a Seéo BB (pea aisâ reta) ê 7'6sF'
Usúilo o €$rÀéo ile Sode.beÍa coú .4=r; À=0'85 c C:o'a
têmB tr' = 2.650 lb.

rig. 6-t5
cÀP. 7 YBBÀçÍO NÁS TíQUO.IÀS ltí
oadê:

constânte dâ mola (lorça por unidade de deflexão);


cod;ciênte dc resistêneiaviscosa(Íorça por uDidâdede
Ìelocidade). Admire-seque a Íorça resistentcì iscosaé
protrnrcional à veÌocidade de deslocaúento cÌa Diassa:
t l-
F(ü : IoÌça extema, lunção do temDo:
V rbracõonds ÍVtdqulnds
r = deslocameltô da massa a partir da posição de equilíbdo
7 e3üÉú.o;
Capítulo
ã, ã : deriva<lae1.. e 2.. de,, em ÌeÌsçãoâo tempo.

Qualqüer 6istrma de um grau de libeÌdade poale ser re-


Os movirnentos vibÌatórios âparecem nas máquinas quando preentado por üma equação diíerenciaÌ, semelharte escrita
à acima,
forças variáveis agem sobre eleúìenÍos elásticos. NoÌmaÌmente se a Íorça da moÌa Íor proporcional ao deslocamento e a Íórça

estes moyim€ntos são indesejâveis, emioÍa em alguns câsos (tmns- atrito Íor propoÌciotral à velocidade. para qualquer sistema de um
portadores vibntórios, por exemplo) eles teihara sido introduzidos gÌâu de Ìiberdade, podemos eÊcÌerreÌ:
propositadaÌnente.
A anrilise dss vil'Ìações Ì€quer o seguinte pÌocedimento: nhí+c .i +k " r =F ( t) ,
Ì. Avaìiar as massase a elasticidade dos etemenios enYoìYidos o\ìle w, c., É. são respectivamente a massÊ, coeÍiciente ale amoÌ_
2. Àvatiar o atrito deseúvolvido. t€cimetrto e constatrte da mola equh)abntê.s. O deslocamento
,
3. Substituir o mecanismo reaì por um útema aproúmailâ_ pode sêr tanto angülar qüaJljto üncar.
mente equivaÌente de massas, molas e amoúecedorcs' A Íôrça atuanr€ pode ser quaÌquer mas, no presente $tudo,
4. Estabelecer as equações dilerenciais do moYimento pala o 3erá coDsiderada senoidâI.
sistema ideâlizado.
Ìq(0 : tr', sen t:1,
5. Resolver âs equações e inteÍpÌetaÌ os Ìesuìtailos'
onde F. é e amplitude da ÍorçÊ exlema aplicaale e o é a Írcqüência.
yibÌâgõ€s fivres ocorren quando, dqmis ale uma perruÌbação
- - -
ioicial, não há ma;s toÌça eÌtema âtuanaÌo, isto é, Ì'(0
equação diÍerenciaì seú: - 0.'À

m .'à+c ,i +k r :0.
 solução geraÌ desta equação Íem o as])ectoi

i: Ap\ t +Aze. ] ,
[Ìs. ?-l

O sistena ideal mais ÊiBpI6 corÌshte dc uma massa, uma


mola e um âmoúecealoÌ, como úosira â Fig. 7_t. Â equação dife_
-$ "
":- *,L'+,1(çJ
rcnciaÌ do movimento pârâ este sistemaó: k.
(;ï)' .
mi +ci +kr:F (I),
vrBaÂçioNÂs ìríqnÍìr s t49
148 Er,EMtNros oRcÀ\t(Ds DE rÍíQurìr,|s
que pode ser escrita tanüém sob o aspecto:
e ?4re ,4' são constantes determinad$ a paúir das condiçõesinicüis.

No caso parúcutar, onde l : :,k" rcmos Y:--::-1L


":
I m. _\/(r ,,y+OEg'
t-1AIBI)e'1.
onder :: (retação
de freqüêneias)
e{ (retação
deamor_
O amoÌt€ciÌnento cÌitico se re{ere ao caso paÌticuÌaÌ acima - fr
.r c. \' k. t€cimentôs).
mencionado - para o qual - k).:2\/h",n,
\h) f " ": O íator de amplificáção ttí é dado por:
ê o mlor críIìco do coeÍiciente de amoÌtecimerto-
Se o Àmortecimento é maior que o crítico, a solução da equação M=: =
<üferenciaÌ, para vibnções liYÍes, não contém termo periódico. À f Jk {1t _ sy a 12çy.
massa, depois de üma perturbação iniciâÌ, YoÌtâ à posição de €qui-
líbrio mas não oscila. M é a relação€ntÍe a amplitude do aleslocamento
p€rmanente
e o ampÌitude do deslocamentoque pode ser carrsa.Ìàpo. uma
ÀmoÌÌccimento menoÌ que o critico. Neste câso teú-se
íorça estática igmì a F".
movimentô osciÌatóÌio. À Êolução da equação diJerercial, paÍa Yi-
bÉçõ€s livres, pode ser escÌitâ sob a ÍoImal O ângufo de fase f pode ser determìÍÌadoaÌoscguintemodo:
r : €"' X sei (aàt + ^t|,
onde: ts- 6 : -
k, - m.<t'
--:e-: (h,- n,e,), + (e,nf
lL
"
 {oÌça tÌaíÊÌnirida à baee é a somadas forçasda mola e Íle
od é a fÌeqüência do sistema com aúoÌtecimeúto. Se o amor_
k,c + c"i.
r t-
tc.iÍncnlo tor nulo, a freqüências.ú i,r" - { ^' e é chamada  aúpÌirude da lôrça rmnsmitida é:
de {r€qüôncia natüml do stutema'
As constânt€sX e 'y são determhadas a paÍir dâs condições Frn:
F"\/k:+i:ãr
iniciais. \/G: *"."r +G",r '
' Para vibraçõcs foryadas a soÌuçãoda cquaçãodiferencialé a Á rcIação de transmissibilidade é a Ìelação entre a amDli
mesmâ que a dâs vibÌâções Ìirres, maìs uma irlegraÌ pa{icular. tude da Íor(â tÌâtrsmitida c a amplitude que eìa teria se a massa
À soÌuçãopode ser esc ta sob â foÌma: estiyesse rigidamente ligada à base (sem molas e amortecedorcs),
c : e '' I scn (c"atÌ r) * rsen (c,r, ó).
\/ k,"+Gò" \nilzlr
A primeira partc da er?rcssão acimâ Ìepresentâ a ,iòtação ''-'- ,F, 1/(h.- \/(t-,,)"+eU,'
tÌansit'ría eIa d€sâparece com o tempo. À segunda parte ê â ^,".y + k.")'
tibração permanenlec ó a paÌte que, ueualmente,mâis rteÌessâ Na discussão supra, a lorça apÌicaita foi âdmirida como funcão
ao engenheiro. periódica do lempo: conludo. uma oìrtra situâçào importanL" esLú
À amplitude do moümento permanenie é: iluetrada na Fig. ?-2. Neste .aso é o movimênto DcÍìódico da
boscque induzo movimeútona mâssa. Nestasituação.o probÌcma
quc 8e apÌesenta é a escol[a da moÌa e do amoÍtecedor de tal modo
\/ \k, - ,,",""),+ ("..t '
c-{?. 7 vrBRÁç[o NÀs üíqurNAs lí1
150 EI,EMENTOS ORGÂNÌCOSDE ]TÁQOINÁS

que a amplitude do movimento da massa seja pequenâ qraúdo terminar a íreqüência landanental de yibÌação do ôislema. Bstc
comparadacom a da base. elemendo é de grande valia para o pmjetista.
O sistema com dois gra,x de liberdade, da Fig. Z-3, t€n dois
modos distintos dê yibrar. Em um deÌes, as duas maasâsae movem

Fís' 7'Z
Fis, 7-3
Ào se admitiÌ z(0 senoidal, isto é:
em Iase, aìcanç,ando o deslocamento máximo úa mesúÂediÌeção e
z(q: z stn t,í'
ro me6mo t€mpo! no outto, o ìnoyiúetrto das massasestá defasado,
então a equação diferenciaÌ do novimento da nâss:r será: alcançando desÌocamentosEáximos, em alücçõesopostas, ao mesmo
t€mpo.
n,ì 1 ..i + k"r - zJh' I k,ur scn((.,l- r/)'
O método das eneÌgiaÊ paÌa dererminâr a fÌeqüênciâ funda-
ondeúêoângulodcfase. mentâl é ba6eâdo€m que, desprezando-s€o atíro, a eneÌgia cinética
h" máÌiúa do sistema deve ser igual à €nergia potenciaÌ máxima.
./ ki + k",y Sejam X, : ampütude do movimento da massa rn1,
& : anpÌiturle do movimento da massa zr,.
Á equação acima, e\cluindo-se o ânsuÌo de fase {, é idêntica'
PaÌa üm moviúcento setroidaÌ de lreqüência r,r, a eneÌgia cinética
em forma, à equâção previamente discutida. Â soÌução mostraú máxima do sisiema seú:
que a amplitude do ÍnoYiÌnento ÌúÌatório peÌmanente ila mâssa é:
: +ntx?t " *4 nzx,za".
M6,x.E.C.
+ (",-),
"\/k nln)
\/(k, + (c"@)'  energia potenciaì máÌima, arEazenada úas úrolâs, seÉ;

À retâção d€ tÌansmissibilidade é a reÌaçãoda amplitude do Máx.E.P.: à È1Á'+ I n" (x' _ x,)".


Ìnovimcnto da massapara a do movimento da base'
Desprezardo o atÌito, yem:
-! \/ k,, 1 @.J"
z ,r.]JJ'z)'I @..')' Máx. E.C. : Máx. E.P.
\/ \k.-
Daí têmae:
Este vaÌoÌ é anáÌogo à relação de transmi$ibilidade de forças'
Os siÈtemas com mâis de um eÌau de liherdade não podem k\xt, + k, (x, - x)1 e , + k , (+ -Ì )'
ser Ìeprcsentaalos por uma simpÌes equação diferencial de segunda
ordêm. Uma análi-c .omplelâ dc lais sislemas.em gPral' rcquer
a solução simuÌtânea de n equações diÍerenciais de segunda ordem'
^'+*(+)'
Esta equação dâ dirctâmenÍe a Írcqüência fundamental de
ontle n é o número dc graus de überdade dt sistema' ÀpesâÌ distô'
vüração, quando se conhec€ a ÌeÌação de ampÌirudê
€xistem métodos pÌáticos, relâtivamente simples' que peÌmitem de_ -{,/X,. Na
152 rLEMEìrr\os oRcâNrcosDE MÁqurNÀs c^r. 7 vBBÀçÂo NÀs ÌÍÁqúrNts 1õ3
que 6tabel@ s a $mq d3 foÌças erta6 iguql m produro da Ea$Â p.lÂ
prática, poÌ tetrtâtiìras, usa-se uma série de vâÌores paÌa €sta Ì€lação
e a qüe der menor yâlor de (' é a mais próxima do Yalor coÌreto.
- .à - hz: n'i :. tuï+.i+k.=0.
A Ì€ssonância é definida de vários modos eú liYro6-textoB.
Oì€s* quc a fdça da bola foi ro@da dú o siDál Íesativo (- Èu) pois
O termo se reÍeÌe gemlmente à operação na vizinhançâ da âmpütude
tem *llido oposto Âo dslocaneDro. Pr@üúento anáìoeo foi adoiado paÌÀ a
máxima da vibração forçâda. Para sistemas sem atÌito isto 3i- fõiç! ile Mníâciq yislr@, Fois ela tâúbé@ rêm srido oposro à vetocidadê ;.
gniíica operâção à fÍeqüência natüÌaÌ:
2, Esc.eveÌ a equação diÍerencial para as vibrações liyres
= do si8t€ma rq)resetrtado na Fig. ?-5. Desprezar a massâ do lio.
' . 1- . '
Com âríortecimento viscoso e üma fo$a extcrna tr', setr ol
aplicâilos à massa, a máxima ampÌitude é obtida para a fÌ€qüêncü:

a<'J.a.v' a-t/t - zË.

ObseÍvar que este vaÌoÌ é iMercnte da íreqüência com amorteci-

- t.
'"-,"\/t
Na ausênciade amorlccedores.o lalor t - (;. é ouito peque-
no e (,a, (,d e ('(EÁl) r são aproximailâmente iguais. Nos problemas
que se seguem quando se mencionar a exprcssão rcssonÂncíL,q,reÍ
dizer que o sistema es1á opeÌardo com a freqúêìcjâ naturat (.,".
PaIa uú sistema de mútos graus de liberdade signfica qÌre
ele está operando com uma qualquer alas suas Ír€qüêÍcras tratuÌais.

PROBI,EMÀS RESOLVIDOS

Ì. EscreveÌ a equação difeÌencial paÌa as úbrâções liYÍ€{ Tnh+ de uú novinmlo aúernd. SoDqm-sc os moDentos das. f@cas
paÌtiÌ da posição .yt úe d rclação @ p@to O e igoala*ê ao produro da aceteraçeo deurd peto
3o sistema repÌesentado na Fig. 7-4; c é medido a Íôomerto de i!éÌciâ em relâção m m6mo ponto O.
em que a mola não esiá tracionada.
Pan u p€qu@o d6locúenÍo, a folee na mola se.á âpúÌiúadame e
lgual a - Ëd, e s lqça de 6ilLêmis viÁ@a qú - roá. lmr'Em o" lraço"
\*.
do .lavtucã, paÌa 6ts fiÌças, são muiro âprcÌimadameúre isuais á d. O bfa-
ço de ala@ dô ÈÊo é ó s d ou âproximadametríe ód. O móneúto d€ inéF
oh da t[84 @ relaéo tu rDúro O é ad; âsim, tem-se:

hstbs)=
4 =-r' - 1fi|" - ç"0t"
"ú;0
. .
Fu=-"; .-- hÊi; + e,íi+ (k", + nsb)o= o.

Fie. 7-4 3. PaÌa o PÌobÌ. 2, deÍemüãÌ:


(cJ a lreqüência naturaì; (ò) a ÍÌeqüência com âmodecirúento;
PriE€iraEoÀte dq6e f&et um diae!@a de coÌlD li\t e mücd tod6 6
(c) o vêloÌ crítico do coeficiente de amortecimento.
Íorçs! atuoút€. na dileqão do deslocãúento z. Àpü@do a sesúda lei de Newtôtr,
154 rr,*MENms oRoiNrcos DE ìrÁQuD{rs cáP. ? vrBR^çfo NÀs üÁQUrNÁS
165
c@ao pdi diedtaçno 6n etãção â vqricaÌ, o procedimelio
ó diíe.ente. po.
Edplo, a íreqüê@ia narual paÌa ere sisr;a
C@puúdo ã equÀção obiida ú PDbI.2 coú a equaÉo celr dos sbteúc e:
d. ur 8rÀu dc libftdade, ven:

,=0; i ='0; i-ò;


",.=^ú;
c.=ê; }r-hê+tú. *: (+)
Enião:
5. Uú motoÌ está montaaÌo sobÌ€ t{olas. Um pequeno
fh- | k"";;'Ã
dese_
G) @"-1,,, =1- ;F:,
quiübJio alo rotor causa vibraçôes quatrdo o motor
está em luncio_
namento- ÂraüsaÌ esta ôitüação de modo que se possam
escolher

,,,.,={*--(#t=
" - - \ W l'
kê +nú / @r *
nolas adeqüâdas à montagem. Consitlerar apenas
vertical (ver Fis. ?-?).
o moìrimentô

(c, (.,L = 4é = z^./Eetu:2./@ + -'-


^rq;8
4 - \d, ) {\k'" +
'tcb) 'ú" '

4. EscÌeveÌ â equaçãoalif€rencialpâÌa o sistêmada Fis. ?_6.

pesuenos dGlocametrtos ê fec.6 EBm4 apro{m4çõ6 do lÌol,l' 2.


ryI
^d6iti.
O enguto d é medido a páÌtit da psição tle equilíbrío crlátírt Istô 3i8niÍics que
. fo.ça dc mol! deye eÌ inicialmente belúle elede !@ e@nibÌa. o eÍeito

.t FiE. í7

' -E -j * ' 6 *grinr6 símhol6:


^dot@mc
Àí = mN! totãl do uoíd;
n : dB€quníbdo do bÍor (p.o{ruro .ta
massa it6equilib.ada pslo raio);
à - @Érãrte da molq (de toatas 6 molas
do sisêúa);
. : 681úre de aDdt€ciúeDío yibei
FiE. 7-6
o : vel@idadc do DotoÌ (dd. f,r);

Tomúdo os nomeotos eú tomo do ponlo O: o, = âD.eotô_de turãdo da mâsa d@quitihaíta,


m€alirto a pâ i. dâ hG

Í - Nq )o I l -h a ' ' n s l a + n s h + F.hsot= ndo r = dÈÌ@amdro vdíicat do moíor, meitiíto a peri. da DGição ite equ!
Ìíbtio €lári@.
ou nt;ii+dtd+kêo=F"h* @L
O m i r o r ,co @o u m r .d o .l e D u m â o cê tq a çi o r e r ü cst;.
, Até m d i sb ,.h a ssr
Ob€ervú quê @m 0 medido a petir {ra posicão dè €quilíbÌio etíti@, a fdça n Lêm-umâ aêtqacão veíicât isuât a a/senoi.
EmhoÍa 6re sistêmâ seja o m6no do il6 Pmhts' 2 ê t, :ïl-11.-"* {s Íorçs
do p.s d€sapd{@ ellmrs aio o pH Mt. â Ío.çâ dã mota ê s dâ @illêmiâ
vis@sa.
156 OBGâìÌCOS DE ìLíQUBTÁS clt- 7 \TIBBÂçIIO NAS M.{QÚÌNAS 16?
'I,EMENTOS
@de (- ó + P) é o âÍs',lo de fe d.re a ío.ça'a@1sa @,€ a torca rransmirida.
-.i - hz - Ms +Ms = M'; n @ 'ú 6 1 À aDDütúile da Íoiça ttuíida eú:
Mi +c; + k r - + nelf t u6 1

Obs.: O fÀto do termo à diÍeita da igualdade ser pcirivo ou DeSatiYo c


FrE- Y./ e" + t^f = ^"."\/À,leo
MAF
\/o- + tol-
também do Âpdeimmto dos ttrmos meo':se! @a ú ruõt @61
depddc da rcferência romada p@ s mediro âíello de rotação, do Pode m aplgetada rlDbén sb o aspecro abaixo, d6do qüo 6e {aça:
6eniido de rcta€o adoíado e do senrido posiüvo dos delementog
,. Se, For dhplô, o, ÍNe n€dido PosiriYúdte no *ntÌdo dc ,- s =-
a"
: e r ='. - - - - - L
útação dos ponteibs de ú rclóero e a parLiÍ de um eüo Ì'6tical'
\/ktM
a função Ìeultantc süia: 4@t 6 ôt. Isro não âltdeá 6 Eult{_ @iie e|. = írcdiàda úiual .r : @ficidre de MoneimeDro oíii@.
dos finais da aúálise.
A equaéo dfereúciet aciúa iem o m6mo 6teto que a dÀcürida pM o Fra .,/í+EEr
ceo geral. Contudo, a amplitude da f@çâ e iNés dc so @Greta c igud â t1 .' - e r + g i i -
f, é umá fução de o-
À ÉlaÉo ãrre a amptihde da fo.ça tl@úitida púâ â úplftude da fo4a
Àdmitindo+e uúa elução peticular dâ foma
!tunté ócà@ada zraão d. tÌ@íEíhíltìlltìL-
No prohr.:@, d6eja+ detaúiú & @tutetutice d6 moÌs que sa.an-
'=rsd@r-ó)- te É a ÍdçG üEeìtid6 múto mtuoÈ eo @bp&açõLo @m 6 que ssiam
Dntão: i : Ya @s (@t - ô e i = - Yd'1 6en(at - ô)
ln|Mitida e o moto.í(& dsiibE órê üsado à báe Ou d€seja{e, FÌtúro,
Sübstituindo 6tes vaÌoe na eqdqão dÍereDciaÌ, têm*ê: que { rêla6o de trdúnsibilidade eja nuito próíDa dê ,m. O atÍito saá
F€qtr@, e me@ sÌre, ddibeEdmmt€, s ur um Morteedor, AdDilindo, por-
Mt- ro'seÍ(o , d) l+ c v @@ ( ot ô) + ÉI. 6 ( o l Ô J = n u t '] s ê t @ t teto: Ë : 0,05 e n.T. : qr, Fêla êxpGsão:
ou - Mrd '(se nolc 6ó - c G dl6od) + cvo (@or@ó + so, @ó) +
+ Èr(sho , @s d - G @r * nd) = , l@' gsa o L FT- _ - - - - :- - :1 ]:!:/

poÌtanto,
11t- 4+<z Eü'
Toúhdo, I iguaÌdad€
obtér* o . n.xB&io.
- MYd' @ ó + cY@ú6 + hY 6Ê ó = M1 Subsiituindo @ vát@s !ci6a:
MY6'1 *Ló + cYa @3 ó - ÈÍ*né = 0.

0,1- /Ì + 4(o,od r = 3,40.


A solucào sidulltuea púa 6 du6 €quçõ6 é:
^/G=jF + 1rqoi,Ì
h M62
.c6 ó = :;' Ohs: D€!úêzúdo* o strito, o .@ltÁdo Mia: r * 3,41, o què @st Â
\/ah tr"t + @Y \/\h - Itd'1Ì + (bf. qúe ú Gaimqtiv{8 rápida sb .s @!diçõ€ dtuire pode+ d€spÈ-

snó=--4-.
\/(b- Ma,), +(My
S. .: 3,,r'l},.úi sdá icual t" =
" 3,4o ",*,.,{ M 3,&
PoÌianlo, â slução tEticulêr paE a equãçãoilÍ@cial á _
' i rrj6'
ÀdDili.do r€pE qü€ o mtd r)@,t2 lb ê opera I I,150 ip.ú., veE:
t(h -- M@'FGãF
. M,i :--=t112t32.2t(2Ìx t-1ilt6oÊ
aeoú a fo.ça ttdúilidú à bN- lìsta Íorça será À sBa r -ìrso = l ó3i lb/pé ' 13ólbhoÌ'
D*e-se inÌetige
d6 íorças d mola e de moÍt@immto.
U.rDd@ a mhs, N4iads d paÌ.leÌo, cada Ea roá úa coúrdt€
er +.i ou!èrsÍ (ot - óJ + .Y.t@(6t - ó) l|u.l I Srlbhol.
quo tdbéú pode ser âpÌ6htada $b o epecro:
6, Üma meea vibratória esú suj€ita a ün movimeúto de
Yat/Ë.+ttufsúíd]t-6+Ê) VtlYaú com uma amplitude de 0,025pol (0,063.5cm) e uma frqüôn-
158 Er,E]MrÀrrosoRGÂNIcosDE [íqltNrs C.AP. 7 YBBÀçáO NÂS üíQÚÌN,1S 159
cia de 6 cicÌos por segundo. À mesa rÌeve ser suportadâ poÌ duas reça Do $l€nóide:
molas de aço, como rnostÌÀ â Fk. 7-8, tendo cad uma dêlâs uma
constânte È delinida como a ÌeÌação €Dtre a Íorça tra entremidade l----_ --;=:=-
fo - 0 .0 5 ( 2 ) 1 Íz( 2 o ,2 ) ( "":,r ( r :,) í0 .0 ó J.s,
t \Yó a '' )
P, = 0,333Ls.

7. Deseja-sc montar um secador giratório como


t-ts- 7-9-

supeÌior da Ìâmina e a deflexão coÌrespondente no Íresmo ponto.


À mesa pesa 80 Ìb (36,3 Lg) e será acionada por un soÌenóide que
desenvolve uma força senoidaÌ tr', sen oí. QuaÌ deve s€r a constante
do conjunto das lâminas acima mencionadas I Se o atrito é râl
que c, : 0,05 c", qìrât a máxima lorçÊ -È', que o solenóide deve prF
duzir I

O pmblma tÌaía de übraçõ6 fqçad8, dja dptit{de de vibr.{ão sá:

EiE. Z_9
;ãF+ Gr,'Ì
^/tk;
Determinar as caÌacteÍísúcas das molas e amortecedores, para
m. - m: m M e{ r am d; as s€guintes cotrdições:
È. = 9È (rDis são duas as molaÈ de @6túte â);
cà =.: O,O5a - t,OS X 2 Jí;;;
Pôso total do secador mais o conreúdo : S0 Ìb.
o (6) (2r) = 12r Ì{dÀi Yelocidade de rotação : 400 Ì.p.m.
-
r = 0,025 pol = ampli|,ude deejada.
v
Examinando a €quâção acima vê{e que f é aprcximâdMale máIiúo p@
'
üú dado varor de r',, na f(qúêncn de wúânijq isto ê qoado @ é isul à
ft€qüêncE laiumÌ do sisiema. Pode$ê @tão adota:

kè= 2h = ndz ... Ë = àno2 = + (80/32,!) (Ì2fy - r.?6stb/pé: r-!?Ib/poÌ.

y = 3-
Qurtrdo o@rÌê Í6soD6n.iâ: AsiD, a tq$ Ê" Dádm. sá:

Fo = úY - 0,05.,.'Y - o.o5(2 \/ k",'t) @Y= (o,Oq121/6 1,.765)(W32,41


(rzt) (0,02512)
Fo - 0,74W.
Pclo sí.lend nétiú:

e = u, @' = v, (#) 02Ìf = ,zhst@. Desequilibrio máximo (produto do peso peÌâ excentricidade) =
: 20lb.poÌ.
160 ET,EMEìÌrosoBcâÀircosDE ìÁíQúr^\Ás c.{?. 7 vrBR^çÂoNÁs üÁeurNÁs 161

Á amptitÌrde dae yibÌações não Pode excedeÌ dê ã pol, ne Ìes- Dève* qeoE caÌcüÌa. o @eÍici@te de Âmorrêcihetrto
. ne*áío a tiúiüar
sonância, em qÌralqueÌ diÌeção. a mplitude a V2 poÌ, ra tt$!ârcia- Na lwoDância. teúse:

=
"ï:;'H â=u'srh s/P 6
Y=
TÌàças üm sÈteúa d€ eies @ordmâdG (mo n6ilÀ a Fig. 7-10. ÀdDi_
/õ+ G's "' '=ff
-"t : 0,96tb . s,rpol
tindo4e um !êqueno d6locamento t do @ts do @âdor, a tulÀ I *tú [Í&imcd,,
â 3 coúp.imida c ô 2 sIÈá uma variÂçío de comp.ire o d6puívêI. Às onde Y : pí'. n : (20Ë2,9 (r/Ì2) : o,ost. ? srüs.pê:@n
+ - ízÌ X 4ú160)/J =
forças atuaÍtes são aprcximaÍÌamentê s iodicâdas nq Fig. ?-ll.

Rdr?.: P.ojeto prâ o,


- o/i; È - 16,s lb/por; c = 0,96tbtDt.
L Na Fis. 7-12, m, pesa I0 lb (a,S kg), rn: pesa 20lb (9,0 Èg),
È.:8 lb/pol (r,a ks/cn), Èr: lOlb/pol (r,s kg/crÌì) e èr: S
lb/poÌ (0,9 kg/cn). üsando o mérodo itas energias, ateteÌmina. a
Ir€qüência naturaì de vibração (1." modo), para o movimento veÌ-
tical.

Fis. 7-U

À fórça resultantê trâ dirêção d@ -lr eú:


r'= 2Ó s 30aÈr c 630p = - r,5Ét

Eú outÍN pâlaúÀs, a 6$rqnie "rcot" ds úds Da di.ecão do €üo dG X


*râ r,sÈ. Coú uma anóÌise @melhúlc chessse ao ú€úo vald pam ! dir.{o

Âo se aúslisr aô fo.çÁs anoÌt@eiÌoEs na di.eéo dos eirG dos -tr e d@ f


de modo ânáloeo âo edp.egado pa.a s moÌas, @Íclú+e qrre c dtr''ie'Í6 de
@o.lacime;üo't@is" são de 1,5. ratrto na dne{ão do eiio dos X @mo nadG f.
Como todos os @eficicnts d$ equaçõe diÍMciais são ieuais oa dne{ão fia. 7-12
dos dois eüG, baúâ 6ar uma equâçãoi
M ' à + r , 5 c i + 1, í h' = ( r e ) @ 's q @ L
Seju Í1e s abplitndB dos moviooútos âbsluros d6 mNa6 ht e nr.
À amplitude dó delocaúenl, serÂ: -r,
itDêctiÌa'lHte, e eedidG ! perir da posiÉô de equitíbrio 6táü@. SupoDhâao
doda que & e ôr ejú G deroea@Dros ds ma6@ sb a ação de seus p.ópú6
\/íii nGFi 1r,to1 ' peo6 G Dediilc a F€ríi! da rGição eú que s eoÌ6 !ão sião i.acionâdss,

po! anàloeia com.o Prcbl, 5. amplitudc da foÌça tÌffimititu sá:


^
-4íò-tuf -lsò
\/íiÉ.|f + G.5
^"., -Ì
\/(t,5 h Mdf + (r,5

No Psbl. 5, para quc a fÒrçÁ tÉúsmiaida tM pcquda, a fÍeqü&cia úhÉf l,(à-à)
alêvêriÈ se. peqúcúa, en coúpanção à írcqúência de t âbalho. Pd uúa Í'i-
hêira rentativr podN IaA @/@": 3. Com à freqúàcia naluál d€te sÈrda ris. ?-ri
e a" : "/vnÌfi, "e :
(50/32,2) 8.9ü!do os diag@ás do @.po li@ da ris. ?-r3, Da posição de €quilÍhiio
t,5k=@",M= (+)" M .
. : LIM = (()0 X 2trlóof
" (9 (r'5) -(9xr5) ttllbo:
-È1óÍ+Ã2(ô'-ôr+4s=0,
É = 20llb/pé = 16,8lbhol. - Èr(âs
-ôJ - Èaô:Aarg = o,
EITMENIOS OEGÂNrcOS DE MÁQI'INÀS c4P. ? lBBÂçio r.La ìúÍeúnüs 108
PoiL e rdlto @tão o vdo!: úr : 12,s3nü/q Ge.almelr., uú hoE
-8ô1+r0(ôr-áJ+ro : 0 , v*úrãt ltadoéadôéodódêfleÌõG6úrics. Noceô/ôr 2,?00/2,0ó0_
- Ì0 (ô,- ôr)- 5ô, +20 :0. : Ltr, q@ ó m vdor bôú p.&iúo do rdorado pÀrÀcíÌculo poÌ- úrio
dê !ésr!.
D3í obiêú*: ôr - 2,060pol e ,r = 2,?08!Dl. P.L .ìtblô tú,í@l
Ál fó.çaô iniciâis ÍaE mols são:
- L4ot + t,8(ô,_ ôJ + 4,s- o
Mold Ì, (8) (2,0ó0) = 1ó,4$Ìb. - r,8(& - ô, + 0,9(ô,)+ e.0: o.
Mola 2, (r0) (2,708 2,060)= 6.48Ib.
MoÌa 3, (5) (2,?08): r5,54lb.
Depois dc deleancútG Xr e .r! q Daúir d. posiçãode eqüitibrio 6ráricô, ór - 6'8cn'
have.á 6 6eguiít6 vdiaçõe de oereia porrÍcial: ôr - 5'2ú'
Fqç6 i.iri.i. lar Dole:
A.uoulods oa dola r. 116.18) x! + I (8) Ãf.
Àcumulâdâ Da mola 2. (6,48)(x' - xJ + * (r0) (x, - .r|)!. Mor. l. r,4 6,2) = ?,3Lg.
,A.cumufadana nola 3, (11,54)Xz + t 6t xl:. Molo 2: r,8 (63 - í2) :2,9 k€l
VeiaçÃo do potdciâl de n! - loxr- Mor. 3: 0J (6,8) : 6,rka-
Yariação do polêÍciaÌ de rÈ, 20Xs.
EGsii lored.L
À veiação totâl da eúê.sialDtenciql, m *u d^l@úmro a partir dÀ posido
de equtlíhrio eíáti@, é. .! tuh r: ?,t xr + (U4 O,r, (xr,r.
^@ulado
A@r'lúdr ú @h 2: 29 (Ìt - ,rJ + 0/2) (l,s) (x! _ X:)r_
E.P.= 4X\' + 5(X' - xìÌ + 2,5X,,. !a etô i: 6,t (x,, + /'].f2]-@,9)lxr,.t.
^@rfdr
Convéd obrdd que c iêrúc |fi6londmr6 à mudança dc ddnéo Ydi.rão u óúêrsi. Frâcidt q - \í XL.
cÂn@laE os têmos cmêFndentê às ldç6 iniciais da mts. (X sislds V!Ìia6o ú! coôÌgir por@liat. nh - g,O Xz.
pod€m er hatados coúo se eÌes * movqem uo plbo ho.iúÍt{L *m âtt€râ.
Vad.6o iohr de êDdgir lorociâ.I:
À oftrsia ciútid Dáxiúa ds nâúq, adEitiÍdo @ mqiD6[o tuid.t E.p- : o,42) (7rr) + G,8/2)(X, _ xff + Q,slz)(&".
E!€i8ia .iú6fti E.c.:
E.c. = àarvr, + èdrv.. - r (1ols)
(xí!t2 + +(wb 64'y -
(W(qslÊl(xírl + (W(e0lò(x*'), : a2tct2,2s
xÌ + 4,sx,\.
= (sxt + rox,ï :-. ISu.lüdo E.P- I E:C., ra+:
IgualaDdo E.C. a 8.P., r6ült!:
[r.n+ '.u(f - r)'+o,(+)'1,
---G;IH-:
_,), D.Dro vdl)È e Xrfxr res:

."_l,., (ts+to(fJ'
j":(fi)"]" &txr
r,6 0,15& l2,s EdJs
1.4 O,tí4,
1,2 0,r589 u,s Íqd./s
FÍDalúeDte, adúirido n-" , cat@tas @. o mend vâbr
'a-* f côao aciEa, @n @ : I2,4úd./s.
de úi é ô úâi6 c(reto. (Obe.r 9 : 386povs!.)
PnoBLEltdÂs PnoPiosllos
VatrE8 d.lníIíalN .le Xtlxt
O,3979 12,38 .ad.Á 9. &@@ s equaçõ€ dif@ciâis do E@imeuto itos sietèúa! rcpr€c€n-
t,4 O,3919 12,33 ..d./s ad@ @ fÌss. 7-14. ?-15 e ?-ró. Cosidqar s@pft. Eedido â pariir d6 po6iÉo
O,&2! 12,45 nd./s |r. eqtriüb.io ..úti@-
c^P- 7 vBRAçÍo NÁs MÁeurN1s 105
164 ú,EIIIINTOS OIìGÂNICOS DE ìIíQUNáS

Fi& ?-r?: tutiô + d;ì) + ktï - bF"... at.


FiÂ.?-14: m; +.: + l-+ | . - F(0.
\ Èr Ì Èr l Fis. ?-la: *ii + + <p"'+ ^sb)o- ti"
-.ò "s ot.
Fie.7-r5:a'i +.i + (4+ k,). - F(t). Fig. 7-r9: tuge + Òô'+ kd10- o.

Fic.
- ?- 16:m: *.; *í,È 'l', ì a*,,.
\& +è,/ " -

\\\

Fig. ?-19

fis. 7-14 rr. Quar â tuqiitoci latúal de vibÌação pdâ os sÈtem4 das Fjss. ?-14
a 7.191

lh
"".",* {o,ffi, Fig. ?-l?:
r1;'
"

I k. +
fig. 7-15:
1 -;*-",ib
F;9. 7-18:

o"."'u,{p'*ur- oa.r-rr.
{rffit.
12. A equação díe.dcial r0; + 9i + sro, : 0 iepresenlao moÌimeDro
Fis. ?-16 deumsisúma @m uú gnu deìiherdâde. Âs midad€ são pol, s,lb. Detêrn;nar:
(4) a teqiiêqciâ naiu.al, os; (ó) ! ÍÌeqúência @m aúocteim.Dto, @d; G) A
10. FÁc.eve. 6 €quaçõas dilden iait do moÌimsto paÌa os sislema d6 relâ6o de amúeim€ntô, g = a/a-
Figs. ?-l?, ?-18 e ?-19, .oGiddúdo sempÌe o d6l@úeÍto d mqÌido a Paúir Â6P.: (a) o' = 9 @d./sì (ó) @d= e rad,/s; (d) t:0,05.

ür. À equa6o difêqcial ro; + 200; + 8ì0r : 0 .ep.6ear.a o movim€nl,o


d. trú 8Èteúa dú um arqu de Ìibedêde. Às úidade são pot, È, lb. Dize!
!ê 6te sistema é Gcüürê.
46".. Não. = 200/180. O úoúecimento é maio. que o c.íii@.
'/s,
14. €qüaéo difer€nciat 2ï + 12à + 50.=s*t1u rcÊ.6cnrâ o úov!
Emto dç ^uo sistama @m um sau de Ìibêrdàdê, em vibÌâção lo.çãdã, Ás ud,
dâde3 são pol, s, Ìb. DetminaÌ: (4) a fÌêqüêmia narural, o"; (ò) n {reqúência
i@.t4.idq oE: (.) a.elaráo de úotsinent, t; (d) Â amplitude das yibiaç&s
om Egi@ (j@tút6.
fi",p.: (a) s rad-/s; (ô) a úd./s: (d) 0.60: (d) 0,041.6 pol.
Fig. 7-17 Fis. ?_tt
15. Uú moto. €létrid p6údo 25lb deve sd @niado sobre qüat.o molnr.
O Íoao. do @ror !|@ r0 lb e reD uúa dchtÌicidado do o,o1 pol- A veleid{do
da posição de equilíblio ëiático. ÀdnitiÌ , P€qudo ê f:ìa a apÌorinaçõG
do &otor é dé r.200 r-p.m. À Ìelação ile aúorúecindto deve u 0,05. Del,oF
166 EÌ,EMENÌOS ON&INICOS DE ÌÍÂqOINÁA

Diur ú @útâÍtc d. nôla n@â.ia pea quê ! fo.ça t@itids à ho6e não *jâ
supaioÌ a 20% da forçÀ ceúkífusa d.r-ida ao d6cquilíbÌio do rctd.
Ã6p.: 41.2 lb,/pol ou mq,ts. \N
ló. Lm iGl,rumolo *rá mool,.do cú um painel fliriüo r ?.
tìb.acü6 dê O,: pol dê Mplilude e d. ÍÉqüàci! de 30 cictos por
6%údo. O irurruúml,o p€a 2 lb, Qual a @DíaÍl,e de moltr DÈ í
lw6ri, à mootagpm se a amDliüudedo ,tryiúoto do iNüÌü@F
ro nào podê ullrapssd de 0,02 poll
Êap.: 16.? lb/poì ou Dúog
-
>1" VelocidodeCriticade Eixose Arvores
17. Pea o sistÊma dã I ig. ?-m, onde Ér =
D1= n, = o,rrbs!/Dor
det",-* . *t**;:rïiilg:: W& C a p ítu l o 8
Frs. 7-rO
Retp: 4,77 râd.ls.

la. Para o sisteúa da Fis. 7-20, oÍde {4 : n, : 0,9Ib.s':/poÌ ê Ë1 : Èt : À. Dcformaçõês de eüos e áryores. Todos os eixoe ou árvores,
À fnqüêí.ia naiual de vib.âí-ão (r.o modo) é r?,54 Ed.Á. Quar o valor dè Ël mesmo na ausência de caÌga €xteÌna, dellete$ duúnte a rotaçãor-
ÌÌ.q.. 160 Dh.Ì. À dellexão depende da úgidez da peçâ, de seu! suportes, das masaa!
19- Um yeútilâdor d*. se. moÍhdo detrte de um epú€rho de d EfrigÈ pr6prias e dos elementos anexos, do desequilíbrio d€ mâssas em
rado, @mo most.a a FÈ. ?-2r. O vmliìador (@m o Eolor) p6a 20 lb. À düd telação ao eüo ile .otação e alo âmortecimento do sistema. Â
p€a 50 Ìb. Às molas usadtu püa isld o yentilâdo. da caüa têm uma oGrdre dellexão, considerada como Íunção da reÌocidâde, passâ por valoÌes
torql de 100 lb/pol. Âs molàs uadas pdâ ield a cãixú do slo têú Ima @Dstete
máximoe nas ,ebcidad€s crtricdr. PaÌâ qìralquer árvore há uma ilúi-
toial de 200 lb/pol, O'veniiÌâdor opêra a 4{0 Ì.p,n. Há algüm poieo, e o
sisramâ vibru do l.o modol Usú o úélodo da eú6si4. nidade de veÌocidades críticas, mas apenâs a úâis baüa deÌas furi-
meiÌa) e ocasionaìmente a segunda são de rnteÌe6s€ do pmjetista.
Às oütras serão, em geraÌ, tão âÌtas que estaÌão ÍoÌâ da gama de
velocidades normâis de operação.
Na pÌimciÌs yelocidâde critica a deflexão da árvore será
o de Íorma mais simpÌes possíyeÌ. Na seganda, a delÌexão seÌá de
Íorma ligeinmente mais complicâda. Por exempÌo, uma árvore su_
poÌtada tros extreúos e sob a ação de duas graÌdcs massa8 (compa-
radas com a da própria árvore) soÍÌerâ âs deflexões indicadas úa
Fig. B-r(c) e &r(à) para a púmeira e segrnda reÌocidades críticâ8,
FiE. 7-21
trE)ectivamerte.
Àsp.: Não. À Aêqüência úatü.s] é aprciiúada|'hte I,5 Ed-,ts Fqn
o l: modo de vibrâção e a vel@idade dô ÌdtiladoÍ é rÌe 41,8 ÌÍd.É.

a). À frcqüênch d€ vibnção |i1G de um sistema é iÌe 12 .ad./s. |''F


tdte de mola e a mÀcsâ são pe.teitâm@È @ìh@ids e t@lr@do daí q@ ^@':15
rad./s. (a) Qüâl o valor de Êl (ò) À q@ rreqúàcie poílo* 6pêrsÍ úôp|ihrile
márina das Ìibraçõ€ foçad6 sê ! fGçú dlmd é do tipo f. @ô,1 ^a.' 2
Flg. &r (.)
À.rp.: (o) E : 0,6; (ò) o-Á-. r : 7,95 Éd.À-
.| freqüônciâ natuÌâÌ de uma áÌvoÌe gujeita à Íl€Ião é mui{.o
ttúIiúo do veÌocidade crítica e seus vaÌores são usualmente cotr-
I Notâ do T.adutoi, Sãá úada a pâÌsEa ôwÌ. pea sien'{icd turon ô
aUo aôoprsgue o asunro €qlobü a due sigrificaoõe.
168 ELE\rENTosoRc,iNlcos Dn MíenD{ns crP. I vtracDrDD cRÍarcÀ DE EEos Í íRvoBEs 160

fundidos. Há uma diferença, geralmentê muito pequetra, devida à Ë : constanie de mola da ârvore (força necessária para pro-
ação giroscópicâ das massas. duzir detlerào uoit.6ria no ponto onde esú siruadâ a
ú2
mas6a).
Esta relação independe da incÌinação da árvore (horizontal.
Terticql ou p6ições inteÌmediârias), O síüìolo X, úa Fig. g-2, re-
pÌ€s€nta a deflexão da áÌvore, duÌanÍ€ a Ìotâção, no ponto onde
e.stá siturada a massa. Também poilemos rcr:

Fie. 8_r(4,) t;
d. : Ìad./unidade de rempo.

Para uma árvore suportando apenas umâ massa (Fiç. 8-2 onde:
e 8-3) e se €sla é muil.o grandc, compaÍada com â da própria
ô: deÍlexão estâticâ (deflexão, ao ponto onde esú situarla
áwore, a primeira v€Ìocidade critica pode seÌ caÌcuÌada, apmxi-
a massa, que seÌia causadâ pela {orça W : rrg);
mâdarnente, peÌa fórmula:
g : âceleÉQãoda srayidade (32,2 pés/s'ou 386 poÌ/s,). (No
,. : *u.ru"tu'uc ilc tempo, Jstema métúco , : 9,81 ú{s,.)
{!
PsÌa unâ áaore de seção r€ra constante! simpl€smente
apoiada nas extremidades, Bem outm maasa que a pÌópria, a pd-
meim veloci<lade crítica será, aproúmadame,nte:

Í. /
* - ^ rad/uo;dadêde tempo
{i (A;ç.,)

otrde ô(úáÌ.) : máxima dellexão estárica causada por uma caÌga


unifoÌmemente distribuída e igual ao peso da árvore.
PaÌã uma áÌvo.e de rnassâ despÌezíyeÌ suportaDdo váÌiâs
massas concentrâdas (ver Fig. 8-a), a pÌimeira velocidade cútica
Fis.8-2i6) é apÌoximadamcnte:

/ rrw !
rig. 8-2(d) (,. :
1- g' j:,;;":: o"" Equâçàod. Rayteish-Rirz.
I'w'

ÌIl": peso tla enésima rnassa;


ô" : dellexão estática sob a enésinu nassa;
j : nrimero total de maesas.
Estã mesma equâção pode também ser usada para dererminaÌ a
Fig, a-3
primei.a velocidade críiica de uma árvore suportando massas dis-
oÌrd0: tribuída-s (ver Fk. 8-5). À massa distÌibuída pode ser suposta
dividida ea váriâÊ massas tu\, mL, m3 eÍc. e estas, poÌ sua yez, con-
m = massa da áwore; ÊideÉdâ-s concentraalas em seus ceniros de grayidade. O número
170 EI/EIMIL9S ORCiìIÍCOS DE üÁQI'INáS cÁP- 8 VET4CIDâDE CRITIC DE EIXOS E ,IÌVORES 77L

de massâs pârciais em qu€ é subdiyídida a massâ totâÌ depetrde da primeira veÌocidade crítica. SeÌá âpresentada apenas uma equa-
da experiôncia do pÌojêtista; mesmo que se terìhâ osado um número ção qüe se apìica enclusivâmente a sistemas compostos de dÌras


-Gnn,+a,,n) | @\a2 aeoü)n'm,-0.
d, ;1

n2 Estâ equação biqüadÌada tem como Ëizes positiv"" -L -L, *6"


"
Flt È{ @ìe (d, são a pÌimeiÌa e a segunda velocidades críticas (ou fi.eqüôncias
tratura''sd. v'òração). As düas mâssâssào Ìn, c m1.
de massas peqüeno em relação ao que derreúa seÌ considerado' Á.s constantes o são coelicientes de ínflaêncía.
os resultados obtidos pela íórmula acima serão nuito púrimos.
a'r : deflexãono ponto de âpÌicaçãoda massa 1, causadapor
umâ ÍoÌçâ unitária atuante no ponto de aplicação da
massa 2.
ar : dcflexãono ponto de aplicaçãoda massa I, causâdapor
una loça unitária atuàntê no ponto de âpÌìcaçãoda
massa I ctc.
Ftt.8't O teoÌemâ da ÌecipÌocidade de MaÌwell estatui qÌre ou = d!.
À equação de DurkeÌtey também forn€ce valores apÌoú-
Para qualquer sistema composto de muitas massas a
mados da primeiÌa yelocidade cútica paú um sGteúa composto
equaçãoquc dá a freqüênciaé obrida iguaÌando-sea zero o deteÌmi-
de muiías massas.
1t1,1,
- ì + I tjqua(ào de Dunkerìev;
.i ;,, ,l
(. , ^ *) @..n") V\z mz)
-j
oade:
(a^
6. : primeira velocidade crítica do sistema; 'n')
veÌocidade cÌltica que âpareccria se hoüì.esse apetras a
(o' n') (""^-
massâ *)
'nj;
(,, - idÍm massa m, el,c.

É bom ressaÌtar, mais uma yez, que tanto a equação de Ray-


leigh-Ritz quanto a de Dunkerley dão ì.aÌores aproximados da
pÌimeira Íreqüência DatüaÌ de vibração que ê aproximadâmente
igual à veÌocidade cÍítica de Ìotação. Em geraì, a qìuação de PROBLEIIÀS RESOLYIDOS
Râyleigh-Ritz dá valores maioÌes e a de DunkerÌey vaÌores menores
que o da frcqüêücia natural ÌeâI. I. À árvore que aparecenâ lig. 8-6 supoÌta uma engrènagem
mr pesando 50lb (22.7ks) e um volântc m, pesandoÌ00 lb (45,4kg).
A det€Ìminação de vel@idades cú.icas maioÌ€s (de oÌdem Âc deÍlenõesestáticas são 0,001 2 pol (0,003 cm) e 0,000.3 pel
superior à primeira), para sistemas enYolvendo mütas ma-csas,êxige (0,000.8 crn), rcqlectiyamcnte. DeteÍminar a primeira vclocidade
cálcuÌos muito mais eÌtensos quê os neccssáriospâra a deteÌminação orÍl,ico, desprezando a massa da árvoÌe.
172 ORCÂNICOS DE }IÁQÚÌNÁA cÁP. 8 YE'CIDÁDE CEITICÀ DE TIXOS E ÀNVONNS 173
'LE}íENTOS

= 0,090lbrDl àX : íoI(Á de bola Sue o eüo exfte na massa, seDdo Ë a constete de moÌa
>ü/ô = (50)(0,0012) + (100)(0,000.s)
úa rbnb de aplicaçãô da mNa, isto é, a Io.çá nec€sária a prcdui.
>Wô, - (50)(0,001.2f+ (100){0,000.3Ì-81X r0r lb.poP deto@aéo mitária tr6te ponro;
(-t+.)o2 : aeÌdação
= - i+*p = 6ssra.,./s
- 6 2501p.n.
do c€útrc de slayidÈdê dâ mdsá.

- {$ R@Ìyendo peâ
-r, a dêÍloxão do oiro ú Íero onde êÈrÁ ôiluada a easss

'\( k- tu 1 ) =tu @2 .'. x - .^ "" -^.

Sob 6 cdsidâàçõe ÍêitG, a dôIlcxão lí tomas muiiô glarde quúdo


r-
fr @.. A vefeidadêq ica ó o! porlturo. Ã,n -
I'is. 8-ó - 1 ;t ú8. n - wl
: k4!W : slô- (Po delinição, a detleÌão Grática ô ó a quc Èeie causadapêÌs

Ídça B/. r.so, : ó.)


>ltlá = (22.?)(0,003)+ (45,4)(0.0008) :0,r04ks-cm ;
>lyô, : {22,?)
(o,oo3)e = 2,33x 10 . ks cm'
+ (45,1)(0,000.08):
: : 66rÌair/s
=63,0..p.ú. Jst6-
"":
", - 1@ lgP'i*l, q2W6
3. Deduzir a equaçãoro.: a pdmeiÌa Yelo-
2. Deduzir a equação ô, : 16lA quc dá a yelocidade critica II'ó? -*-
de um eiÌo supoÉando Ìrma única massa concelÌ1rada (Yer a cidade crítica de uma árvore que Buporta vfuias
tradas (Yer lÌt. &8).
Fig.8-7).

Sc.ão dsp.ezodos: â peluenâ inclinação da m.sa e ôs êfeitos do at iü) e


admitida { eisiêrcia de uda peqÉna eicent.icidade e do ccnírc dê s.âÌidade

lìe. &a

Fig' a-7 ElboOaae a áúore ee üúa posiqão de yibração Da fÍeqüêúcia fundúental


., (l.o modo de ürì.aÉo), @mo mctra a Fis. 8-8. À tuersin poremial úáximo
arEÍrooqdâ trâ &vore dcve s6 ÈuaÌ à enersia cinótica dG masÈas em movimento.
dn úâ$a cn relà{ão âo eixo dc snação. Asir',
- +mrv?j- +n,v,, + ...
E.c.íúáú.)
cÀe. 8 VET,OCIDÁDECBTTÌCÂ DE ED(OS E .ÃRVOEES 116
r74 EÍ]EMENTOS OBCâìÌICOS DE üÁQÚÊJlS

sdá senoidar. À vêtocidadê báiiM paÌq qualqu dqs deflexões, os coeÍicientes de influência enconhados foram:
O úoyimênio ds úN6
ds ms4 *ráX"@.onde '{n é a Ámpltiude do noünento da mNa 6úidoade. ar:2 X 10-6polilb,
ale : 12 X 10 6povlb,
E.c. (mtu.) = à a1 (x1o)' + ï + .. : i @'>n"x^'.
^r 62.)' 4 X 10{ poÌi4b.
À enersia lolenciat úáÌimÈ afuadailâ Da á8ore é ieual ú trúìqÌho É DeteminaÌ a primeira velocidade critica, desprezando a massa da
c*áÌio p$aÌeyálÀ sübafoma definidâpek amptiludë Xr,.f2 etq Portur.:

: à è1xl +à k'x,' + ... : t>knxn'


E.P.(úáx.)
onde È é a coútútê d€ moÌÀ dja d€Íinição pode s sDlidda @mo sè s€suq (c) Ur@tdo d eqdrtu d. DunheÌlcr:
Âilnite4e que ,'r,fr,f3 etc.. sejd 4 forças que, asiÍdo simült€4deúte @ I'
9,3 eic., rGpectivammte, púdüzan s defÌ6õ6, Xr, -trt .trt etc. O fomâto dd ={ *1 - " 'n 'o o ,
deíonâção da árEre depetrdê po.6m dst6 fo.çN e não aê @mo são âplicadG- ", {í ={- t
Podê 6q suposto, por exemplo, que I'1 foi apticada primeim, depob F.' m sêeDidâ
rr, ..., de qualqüd modo aÌbitÌáÌio que @ deie; no cN s fGçc sêrão c@i-
aldâd6 @no âplicedas sinultãncament€, a panir de zm ê euaÌdúdD @ú É I
I t+l _ I
lâção lineqÌ lÍm as defl€xõ8, nG lontc delua apÌicâção. +
Ver 6 diasraDs {o.çaìefoÍnação dâ Fis- 8{- O tiabalho @Iizdo no
potrto de âplicÀção ale cada foÍçe é ÌepÌ6@tado peÌq á@ smb@dâ sh a reL. (ó) U@tllo a .qüaaão.le Raieisn-Rí|.:

= | '2wõ '
Isuãlado G €ndgis Íbten.iâÌ e cinéticã máidmG, aem:
'' l.nü
zkíx.N â\ - Wraú + W2a* = (r4o)(2)Ì0i + (60)(4)r0-ú : (5,20)r0r pol,
õz: waa2r+ wraa: 60) GA rF + (140)(4)r0 6 = (rt,8q r0r{Pol.
Supondo aeora quo a fomâ que a áÌwre adquie dt'@t€ a vib'â{ão ê a w6
m6ma que a produzidâ peÌÀ ilêfldão ëtática, isto @í6ponde a e re -{r
= (r) (r40)(5,20)
rr
: (7.28)1o-,
= C6r, Xz = C62 et{. Tâl dúcluão não cor6ÍbÍde à reaüdâ{Ìê m3 @ dá
(2) (60)G2,80)rr : 0,68) r0-'
úa apronúÀção reoáYel. Àsim:
> : (14,96)
lo_' Ib.pol
" :Ã"ô"' - -tw;t:-
d'='2n^ô^' s>w"ü
(l)
wr = (37,9)r0-ó
(?,20 (r0-,) (5.20)(rr)
pois
w-
: -- e hnoa - w".
(2) (?,60(ro ,) (12,80)
(ro3) : l9grlllq1
"r" t-: (Ú6.2) lo'a lb PoP
' Aa-itioao â freqüênch natúal de übÌação o' isúal à vel@idâde cíticâ I 3Só,( 14- 16'
( 10 ' --.
de Íoiação @. abadoúddo
e o írdice t pd siúpÌicidsde dá, fiÍalmmte: ''-{ffi -ost"ai ''
s>wõ
= ->wr- du4 slüçõ6 são òfamra, @mo era de se 6pdd: e êquação dè DuD
'" lüÌey ^s {ìâ valoé iDfdid6 ú Ìear e â de Râ eish-R,tz dá vâÌor6 suPe.io.6.
O vdú Ìeal 6Ìá compÌmdido êntre 62r e 6sl rÂd-/ô.

k Ur@út a quaaão d4lr.qúôneíc

-t I a*nà + ía r a ,2 - o t'6 ìn t n '- 0 .


á "- , a,

(ou + de h!) - (2)(r{ts) + ('r) (rüir (ì;, = (2.se,r0 6.


'|, t;;,
Frs.8-t
Gtazl- aaozt)mro'z:If"l Orl - tnltrl I !4#E
4. Duss massas tnr e m2 suDoÌtaalas pela áÌYoÌe da Fk' 84 : (0,45r) u-D.
p€sâm, lespectivamente, t40 1b e 60 lb' PoÌ meio de ümâ análisê
IìI-EìIENTOS ORGÂNTCOSDE }'íqUFIÀS c,rP. 8 vEi-ocrD-rDE cRÍTrc-r D! Erxos E ÁRvoBEs L71
176
5. À árvore de aço da Fig. 8-10 suporta duas engrenagene
eo"tunr.,1l - {z,sll lau 4 + {o"ts,)ro' - o n-u a quala mdoÌ mü pesando 50 lb (22,7 kg) e 100 lb (45,4 kg). Desprezandoa massu
posiiiva é a, = 624md./s. da árvore, calcular a primeira velocidade crítica.

0" (25í cr|}) 0:' (25,acm) ustudoa €quação


d. Ralhisr,-ni''.. - t/ , .r".
= 1 ()0 l b t 3tíof " ',**" "".-
(45, 4 k9) siste na deterúinação dG ô. O prcc6so ê esuir se.á o que mosr.a os diá_
grlìl@ da Eis. 8-10.
i = 50 l b
(2,7 ke) (r) Supor cúr€gamenb estátis com forç4 iemis a Iyr e nr, e com ràis
2" (5,1 cm) sdridos que a á.vorc se cu.ve adqui.iÂdo â fo.ma mais simpì6. tcm-se â.$im
o diÂgÌâ@ de cdregúenke.
(2) Càlcula B.eaçõ6 nos ndcais-
lb (45,4 ks) (3) Dètcmiotu os momentl)s flerore e 6boqa. o diàelaDa.
(4) Dctc.minü e defÌciõ6 ôr e ô2, uando lor eÌcDpto, o mórodo .lo mo_
70 lb (31,7ôkg) 700 lb.pol.

(d) ZrDl : eoúenro da á.eas ár, Á, e 43 eú tomo ile e


:lO0 lb pol.
(161 kg.cm) lru'; uu'l(r0 F(r0,(a00.,s,
n0ìi100)
-
ï) (m)
= ?6.66? lb pol.;

(ò) zLEI = 76.667(19) =:o:::u.nr,;

zsEr- 76 661(ff) : roz.:aru.,.r,,


(d) 4El moo"Dr. íli ürP! 4L êm lom dp p =
D.fl.Ii. : í10)íì00\ / ì0\
"- i ( J, f - t r . 66?lb poÌ : :
z5
Zí81 : moúenío ds árcs Ár, /, e,4, em rorno de U
-

1to t ;J | 'r o,r 4oo,'r 1,


* !q#q
- ( ,n ï) r Ì9 ( h) - r ;r z r or rp.r
, ,,
(!) üEI = ZIEI ZIEI : 3A.t33 tt.661 :26.666:
õt EI = Z6EI ZxEI - 157- a76 10?. 334: 49. 88: .

(5) ,- =" :;! - o.;ai púrr'.- Ìr r 0.ai ( z r . ,o- !a) ,* " ..


T
IÌs. 8-10 49.AA2
(6) ôr - : (:,118)10 r pôI,
(3) (107) (0, i85)
E3ie ó o vaÌo. r@l dâ velocidade c.ítica (d@íÉ da pÌeiúo da.ésú de cál-
culo). Púa ete ce pïíicììa. a equr6. de DinÈdley trs dá eelhd aprcn- a : 1')#ffr6r, - rr'''2)ro-3
pol'
maçõo que a de RaJl€rgh-fttz,
1?8 EI,EMEìI'IOS OEGÂNÚOS D4 ìtrÁQÚNÂS vEocD.lDE cúTrcÀ DE ED(os E íÌvoÊEs 1?9

(?) Iy1ôr = (50)(2,rr8)loi = (r0,59)(rt w\ ô\t = (2,24x)W I-"2w6 l{rartõEii


rí1ôr-(roo) G,B2)r03 : {ll'34r0.' w " â Ì= (ry !:
> - (2r,9r)ro1 > = (r,520t(r ú," = t93ndJ&

|,zw6 ó. Determiaar a prineira e segtmda yelocidâdes críúcas parâ


""=1-m_=$ffff:nr*a.,". o sistemâ dâ Fig. 8-10.

= r. Ssá @da na $ru€o a equa6o da tuqúâich:


,r\ J eD e'o6kc ,r, {,v' =eoer
=
s.-
'- ' t Âs= 3r,7óLc t ltfr 46rlg cm I
(otr,'h + da Dr. l _
+ (afl - ou o'ì)4lna-0.
;a ;. "n
(3) (ò 4 Er= ë1ë]4! (,',' +#) +t'.nrtlerr($) + O úaid tÌabatho c@ist iÀ derad!À6o dê ar1' d!! ô dlr = d,1. Dú{s
bíE€ & {ìêÍqõ6. da6m m Í€irs.
+-llaf-ltl ffi r,r) =,',n'fnor(' +]) + 2. Püa e detãmiDü ao e q podesÈ .plicaiÌa l,@ Éaa de r lb Da poôi-
" íão d! @sa númm r, qchdd(E êú 6€suidúe dêíexõe eb s úNsB r e 2
(vE l"rg- &lr). AuloAúdte p6ú â delerúinação de d2, ê au apti.ose Me
+ c",,o (+)] - s?o.oooks'cm!; cüea de r lb !o l@al dtr bG& núm 2 ô e achaú 6 dêfldõq {,lrcDonddres
úb s |.* 2 e I, Gpèrivâl'urè F.@do à D*Í€ G cálcuto6,G rdulüdos
\h) z'EI = 57o.o@(*4") : t t...o'
oE - dl " (9,5o)t0. povlb.
d11: (r5,3S)rrpoub,
{.) zrEr= 5e6000ffi) t* *'
- ooo.ooo .tr = (?,ri) l0{pol,'Ìb.

<a;z,et- ël|Y (?95 =s66001*'.-',


(e) ZíEI - 555.Mo +390 000 + 163.000+ 63 '140= I u0 000l(g cú3;
:
U) 6zEI = ZeEI - ZaEI:284.000 - 86 600 197.4001a_cú'
ôltI = r.l?0.000 800.000= 370 000ks cmt.

( 41 Ì = - :-:::-= 3 3 ,2 c ó r.

E = 2r X 10ókg.cnt.

370.000
3 3 ,2 X2 1 X l G Fig. 8-rl

a,- =,urlfi.' : 2,8ó


x ro-t@.
t.,tôt + a^n,- (2i.35)rr"
($) +rz,ooro-"(j$): rr.rupo-.,
(6) Wr6L - Q2,7)(5,30) r0-r : 0'r2r ks'@'
}yr ôr = (45,.Í)(2,86) l0'r : 0,130kc'cm' (dlra' -ar o't arzÈ = tes,35)(7,04- (4í,]l
ttYô = 0,25r kc cm.
- (3,59)r0-tt.
(?) W1ôrr : 0,640X r0-'kc'@',
IY' ôr! = 0,370 X 1F ka cnz, j - o,u"roo"l j + ose)ro-u= o
>Wôt = r,010 X 10_tLs.cm'?,
180 Er,EMENrosoRcâxrco$ DE ìríQDrNÁs c,\P. 8 rÌr,ocrD-rDDcRíTrcÁDÈ llxos E tRvoREs 181

que iem como mízG Í6i[iYas: À neÌibilidade dG suporíe rcdtrz a vetocidade cirica de

o.. - 483 rad /s (4fi 3q5' ,^^-


' 1007.ô l57a
46a:: "
oq = r ' 090ÌadJs-

?. Os mâIÌcatu do eixo ÌepreserÌtado na Fig. 8-12 têm fleÌi- 8. DeduziÍâ equaçào de Íreqüência j +
),-A,,^,+*"^l
biÌidade €qÌìivalente a uma constante de moÌâ È de 250 000 lb/poì
+ (ar1a,,- &v a'ì m1n, = 0, pâÌa um sistemade duasmassas.

q=a'
b- ro' Fis. &lj

l. V6 a Fis. &13. CdsiddaÌ o ei- em noÌtnenío e ófÌddo deflêxões


.D virhde das füçs eenhíuS:s níro1 e Dú,ot, úos potrio! onde 6rã0 fi_

t\ : a1tryJ\62 + a\rnztzé,
r t- a 2 2 n {4 t2 +d t\m g p ,.
fig. a-l2 2. Dõ €qu$õ€ tuiúa, @locaDdo rÌ e r, eú €vidência e dividindo por oq,

em qualqueÌ diÌeção peryendicú ao eüo. DeYido à caÌga' o eixo


sofre uma dcÍtexão ôu:0,00r.8po1 sob a carga de 3001b' Qual ( d u n t' t, Y, + ( d r ? n tr , - o
p
o eíeito da fÌexibiüdade ús mancâis na Yelocidade cúüca
(2,, ni)r, _ y! = o.
I (o? n, ;)

l. Se os supoft6 fo$en Ìigidos a vel@idadè dicica sie: 3. R€olvmdo pera h/t, Dâs equaçõê âcim!:

y'g.ror: r/:oeloPot.o - 4ó:-a,,,". JJ. = =; ;aen2 !! rla'z- ca2n,


"" -
e -
tt t!a' a\\m\ !2 a2t h\
2. A fleÌibilidâde dos süpôú6 âunmla â defldão no !onr, de apticâção Enüo:
ila caraa, medida em relação à linha de centÌo do eiÌo dBcaÍesailo. Prâ câÌ-
a12nt _ 116, - at nz
coÌar a vel@idade citica, !ôd€ er úada:

mt 'a d.Íl
"" -,fotu
y1 : i?l/Ë= 100/250.000:4XlF tDl - ( a ú 'a l a g n t) - è | ta n a n - a b d 2 ú m t. n 2 =o .
ã
y, = À2/È: 200/250.000
= 8 X 10-4pol
1. Podqia sd @lüdo mâiÊ simpl€mente, po meio dê um derermiÍúre
ô,=\+t$ rt; j: =(ó,7)r(rpol

àô+ ò. : (r8,0+ ó,?)10é = (24'7)Ì0r Pol' (*^-*)


Eítão: =0.
(**-à)
." = y':s6í2a,?xro-') : ecs.'a./*.
182 xr,EMúNl$,S ORCÂNTCOSDE ìúÁQI'INÁS ciP. 8 irr,ocDrnE cBíTrc DE rrxos E ÁRvoREs

a €qua6o de fteqüêÍcia' havddo !m o'id núúdo


5. PÀÌd d6eíÉÌver ôr : defleúo 6rática pata o €iÌo máciço;
pode *r ôêcúdo o memo raciocínio' l3r@endo om! qú- :
dê nasss eúlüd6, ô, deÍleião eiática paÌa o eüo o@.
pea a dêfldão sob .adâ masa À fim iÌe que o sistena d€ equaçõ6 eja
ção
Oó3.: Àmb6 6 dcflexõe corcpobdendo ao mesoo poDro.
sâtióioito, o iletêrminaúie fomado peÌG co€ficidra dG v d*e s Íülo'
2. l'lnndo o ci&, redu@-se o seu pe
9. Deduzir a equação de DunkeÌÌ€v pâra um útema de duas e a.igidêZ, afetaúdo Nim, de
dois mdc, a detlexão
O pëo é reduzido na Ìeão:

rr/^ Dt (tl4 D)' 7


r. PaÌíiíilo dâ equ&ção de fftdêlcia ddivada úo Pmhl' 8: w,:- a -'lr''
.- (dtr''ì aadt)fr.'a - o
O momdto de iné.cia I da seçãol.mÌe.sal ê reduido .â reão:
r"oox\,,t- | lada22
;{
rh ü - \ lt t Di
o âg'@ddsÌâi6 ó = ì ?s
2. Em qualquer êquaÉo ile f(ma I + òz + ': I,= a- zih'
z\ + .t = - b. Àsiú' !a nca equado dâ íftqiiêúia:
- ò. Poriaú: 3. Cono ô é pÌopoÌcional a lÍl, tem-sêl
1Ì : a\tmL + aún'
+-;7
- (,r) = r . s62eod ó"ôr I : 00\
";" ì; t;) -..,\
oúde, o', e ô., são a p.iúeta e ses:rda Yêloddad6 cÍíti6' É!erivll!d&'
: 1.500r,p.m. - - , ô2-

3. oq é 8.rãlm"nlê muil.o Daior que @.' Porrâtlo: -+ sá A Ìedução dâ n6sa tcDde â aum€rrar  vclocidãdec.ír,ica enquanio que a
"ilo
*, .igidez tade a diúinui-la. À massa6ofe m{ior redução que a.isidezi o eteito
*" 1t a":, oo,o.i^a.n
^,t- Íinal, po.ranto, é um âumerco {ìa yeÌ@idadec.ii!€.
1
@ q z :a tL tu + a ú n t ' PROBLEìITAS PROI'OSTOS

4. Tmbém se tem: d\rr{= anwlc eo\\Wr= ò!, n deÍerão etática ll. Um eixo simpÌeútute apoiado em dois mancais septuâdosde 20 lol
eb â mNâ núúdo I, caNada Pc Itlt lsiÍdo wiÚha PoÍtarto: at1m1 - (50cD) supo.rôun lolanle de 80 lb (36 ke) Â ? poÌ {r7,5cm) à di.eira do úancal
= áu/0 = r/@1, ondq @r: Yd@idadè círid $É êÚstiria e âpd@ 6liYe9 ÊquÈdo. cuúa de defleÌão pas p€ìG porios:
**"ão u númm l. ÀÍatrogammtet a8m2 = Vtt'a' ^
-*.
s. Àsim. ---.1" = -- + - ,, qu. é a equâção p€dida. 6 8
É
6. ÀsorÀ ficq didedé p@ quê â êqu'{ão de DonkÈlêr d dá târ(E 0,005 0-007
' n* q." o Faì pm a rel@idsde siricâ. eqüado admik -+ - oú rr +
+ ann, e aa Eaüdade6e tôú: ^
20
Ì1
| oqn' -
;F = * ^
' z' 0,010 . 0, 0141
0, 01610, 0Ì B
10, Um eüo de aço de diâmet o D possú uma velocidade
crítica de 1.200 r.p.m. Se o eixo Íosse oco, com iliâmeho intemo D.t rúi(d a vclocida.re c.iri€.

iguâl a 3/4 D, qual seria a Yelocidade cútica I Â6J).: 2.,t00 r.p.m. (2.500 ..p.m. no sisl,emamér.i@),
^prcimãdamênie
12. Uma árÌ'o.e dc âço de,ú pol de @mp.imenro 6rá simplemenre apoisda
'' " =9""a* Drl .xtrefridad6
S,5 pol no 6tmÍe.
e tem üm diâmctú de 3 pÒl n6 90 pot c€nrrois e diâmerrD de
l. o; 6 ptoporciooala Vô; atão,+ ' ,o Nos rúntc dc mudanç! dc diâne.ro r,emosdus massasde
100 lb ccda. D€púzado a mGsa da árvore e úúdo a equação .le Royleish-
@.i = v€l@idade ditic. Pân o dxo @l .Rlk, cllcuÌa. r p.imeüa lelocid{de c.íiica.
@d = vel@idâdo ditica pülo €üo maciço; Aap.: ôÌ = ô.:0,004.:5poli o. = 30 úd./s.
184 EI-ETTENTOS ORGô-ICOS DE }1ÁqUINÁS cÀP. 8 YET{CIDÁDE cRíalcÀ DE Elxos E íRvoREs 185
13. Determüe a yclocidade ,rÌiücâ púa o cixo dê a(! da [ig 814. l?. DètEmi@ { *lociitlde cdLicÀ do eixo de aço da Fis. &u.
prezü a úsa do eüo. Àetp.: 1.480 r-p.d.
Ãetp.: 1.900 r'P.m.

Fis' a-14 Fis. 8_l?

14. A árvor. (prdeniada na !'rg. &15 é de eço úoridárel (&: 26 X 106 r0- O €jxo dê açó da Fis. 8-ts devê !6 pmjetado de ral moalo que su velo_
psi). Deicrmi.àf *d diânei.o de raÌ úodo quc süa primci.a felocidade diticâ cidadê ciüca &ja supãior a l_800 r-p.m. Det€lmioú o meúor diâaerro que
*ja sDperior a iì ó00 r.P-rì. s[iefa{a à údi(ão iúFostâ-
À4 P: i, : : 1/ 1! ol Àap.: 2 pol.
5

Fie. 8-15
t'is. 8_la
15. Púa a á.vo.e de aço da Fig. 8-16 dêie.miod a prümi.a
c.írica, usando â €quação de Du.kerley. 19- Ue ên@ retn ì'@ ÉIocidade críiica de 800 Lp.m.
Ãúrp,: 1.800 r.p.d. iloì@.to, qual sá tì F velocidade dirica I
Àril'-: 1.6m r.p.D.

40-
Fis. a-ú Fis- a-19

t6. Idem pda a áÌ!o.e da Fig. 8-10- Z). Uú eirc 3uporta du6 Dss ieuaô, @ú@ntradáE Doô poÍtôs t é 2.
8ob â6o da nlg r apéns, âs defletõ6 em I é 2 são, rereiivamenre, 0,00g pol
186 Et tMEÌvros oRcÂNrcosDE lrÁQrrrì{ls crP. 8 VEIOSIDÁDEc[ÈÍTÌcÁ DE EÃos E fuvoREs
t8?
e 0,00? Fol, Se apeDe a nassa 2 6ÍiYd prest , s defleÌõ€ et6tica o I e tÉ. lo) Dete.min8 a pÌineira wlociitad€ cÌítica
FâÌa o eúo
! sõo, r6p€cíivÂmdte, 0,007 pol è 0,010 pol. Detdúiú a prinena *I@idade FiA. 8-21.

Ì?esp.: 1.400 ..p.ú. (Duíkerley); 1.480 Ì.p.b. @aflekh-Rilz).

2r. Púa o eixo do Prebl. ?0 detmine a pímeira e s.4onda vel@idade


c.iti.6, pêÌa eqúção de freqütu iâ. (Ohseúd que: nl : m! - n; au = 0,008/
:
ln$ ar\ - 0,0071ns: d12idr2 o,orolús.)
Ã.sp,: 1.480 r.!.ú. e 4.280 r,P.ú.
Íis. a_rl
22. Dete.mint a prinei.a e seguda vel@idadd c.itic6 púa À ánorc de
aü!6tõ.: C.pidoü a nNa ire caíla l0 pot ilê ei]o colchrrada eú seu
ndr.: 340 rad./s e 660 rãd./s. ceutÌo de gdüdade. Usd a equaçÃo íte natìêish türz,
(ú) P@ o ného eko, cosiderü uma aploÌ;uâcão
23. D€t€rúina. a primêirâ ÌcÌ@idadê c.ítica pea a á(oE da Ijg. &19 mai6 s.6eira, ou seja,
com üm sistema dè tuê! m66, adníi,.tos€ con,
€úi.csâ.do a equação dc Dunkerle]. nos centrcs de sÌ{yi-
dade ds porçõ€s de êixo de drâ-d-" 3 Ì.r, ó p"r ::i;:Ì:as
Ã.sp,: 303 .ad.ls.
nesp.: (a) ?-ó .ad./s (usúdo E : 30 X rÉ psi ê pêso
ép&ífi.o aço _
que 6 deüeIõÈ 6[áücc : o,28j lb/poli). (ó) M6no yator
2!t. ConstaLu sê. püa a árvo.e da Hg.8-20, rÌe (d) mm a apoximaçn-o aa
deYidas à fl€xão, sã6: Ìésuâ de cálc,ìlo.
o vald dc (ó) ó un pouco nenor que o dê (a) mas
., lìsct:.ão. e rqua de
cá|.'r|o nio trc ilá peisào púa que iôro scjo ohs\â.1o. psra Grimsr vcloci_
oao6 s'hc* de qdêm suppÌinr à priDeiÌ.. dp\pmq
tuc. ãnrcúDâçòe DaL

Oòr.: Ìsro nútén â ãtetrãaiya ur€.io. ile qw m6Ès disrribuídss


a eco hodo, M strLstiruídàs !o. nNN lodêm,
@nccDtradas pea derminâção ds
veleidade qír,ica de FineiÌâ ord@.

- Paâ ertuplo de pújero de áÌvoÌe na quat o dií&io de seleção sejÀ s


ìabcidade oítica, yq o prcbÌ. 12 ito Cap. 9.

DerêÌmhú a Fltridrde úithâ pqâ o @mpEsor.te ú ds


.-,ãt. Fie. &22.
laoa om dc mrqe p6a 80 tb cú.toindo t/a do pê6o da áruoE,.
{, 6;voF é

Fis. 8-20

ór : 0, 000. 9I bI .
ôr = 0,003.0po|,
ôi = 0,001 3 Íú1.

Os úúcais têD uma flexibüdade ne dneção veticâl equivalotê a ì)@


@lstule de mola È = 200.000 lb/pol, porén, xa dircção horüontal, ÍDdeú 66
@úsiderados .igid@. Qual o priúei.o nodo de vün(ão cÌiíical
Àerr.: Pode hav€r dois modos dê übração na prineiÉ vdftidade c!í-
rica, um no quaÌ âs dellexõ€s veúi@is r€ndd a sd eÌmda e o Fis. 8-t2
outro em que s defldõ€ hôrizonlsis é que úo stud6- ÁÂ ve-
locidad.ts c.ltic6, €lcüÌÂdas peta equà(ão dc Rayl€ish_rìÍz são, j:::::3g:- eÌreEo de 6 rDÌ è m inremod€ 5,5pL Dê.
BrÉctivamentq 3ó2 rad./s e 428 rad./s. !!!rü o al@tô "jlmerm
de Ìisid@ p.oduiilo rÉ16 rc1o6.
188 Er,Eu}ì{r9s oRclìIlcos DE xíQúINrA

Dú.aão: A âwre ê bstete ígida (I €ldado) tN de peq@t s4ção


trâD6v€Bat. O @Dplimúto é de a!@6 ci!@ v|* 6eu diâneho *teú. kt4
condiçõ€ tomú s dellqÃo pMãidte do cisalhmflto dc Ì6te& impoÌtâncnì
!o cáldt .
Àár.: (a) D6p!@údo e ilenêÉo pddidtô do ci'qlhúato.
uâddo â €quatão de Rad€ieh-Rit' rd@8: .r. : 1.4:n).&L/b-
(ô) C@sideimdo àeom a d.Íldão pro6i6t€ do .isdh@dto e Eú; .
do momoto fleror ô âitda úudo e equaéo de Revretsh_Riút' oòt6o4ê: @. _
Transmissão
de Potência
C a,pÍtul o 9

O pÌojeto de áúoÌes consiste, em prinúio, na deteÌminação


dê Beu diâmetro coÌreto paÌa gârantir Ìesistôncia c rigidez saris-
faúô.ias quândo elas transnitem potência sob deteÌminadas condições
de operâção € carrcgamento. Às áÌvor€s têm, em gerâI, seçãotuaìs-
versaÌ circuÌa., podeldo ser maciça.s ou oca6.
O pmjeto de ár]rores de mateúais dúcteis,. bâseaatona resis-
tência, é contÌoÌado pela r€oria do cisaÌbamcnto máximo. O que
se seguedü Ìespeitô a áryoÌes de materiâl dircül e seçãoreta circular.
Ás áryoreg de materiais quebndiços seÌão pÌojetadas haseanilo_se
o cáÌcuìo na tcoria do esÍorço normal máximo. As árvores são,
DormaÌnrente, sujeil†a esloÌçoÊ de toÌção, cisalharnento e àxiais.
PaÌa árvoÌes sujeitas apenas à torção, a tensão de cisaÌhamenio
é:
Mt . | 16M.
t4 - ,_ - _ _-'' para ánorcs ma.iças,
rÁM,.I':,;
r- - ,-i.' para árrore.socas.
7f\4"- - 4,. ) '

PaÌâ áÍvoÌes sujeitâs à fleÌão:

Mtr 32Mb
ct : - para á.vores maciças,
I
32MÉd"
6b - PaÌâ arïores ocas.
T@"1 _ o\\

Para árvorer sujeiias a eslorços axiâis, tem-se:

IF
d.: + rara árvores nacicas-

4F
c. : - .-; para árvores ocas.
T\a; _-L;-dÍ) -
E
190 EI]EITEN?OS ORGÍNICOS DE ìÍíqUINAS cAÌ'. I aRrNstrrssio DE porôNcr 1g1

A equação que dá o diâmetro rÌe uúa árvoÌe ocâ, sujcitâ a De acordo com o ÀSME pafa aços comerciais de árvores,
$foÌços de toÌQão, flexão e axiâis e levando em conta os eÍeitos
de choque, Iadiga e {Iâúbagem, de acordo com as noÌmas da ÀSIvlE d, (peÌmissiy€Ì): 8.000 psi (eüos ou árvores sem rasgo de
é a sesuiote: chaveta);
qE"a,o. + Kx) í', (pemissivel) :
f" *w,rt'.
16 6.000 psi (eixos ou áÌvoÍeB com rasgo cle
* cbaveta).
ra, (1 - K\) {["'',
O ÀSÀ{E estabeÌece tam}óm, para aços compúdos sob espe_
Para árvore maciça suiêita a pequeno ou nenbun esforço axial'
ciÍicâções que:
a equação se Ìeduz a:
t, (pemissíveÌ): 30% do limite €Iástico mas não mais que
dx - :L \J/ 6bMhf + tKM)' l87o da teNão dê Ìu?tura à tação, paÌa árvores e€m
rasgo de chaveta. Estes valores devem s€Í ÌealÌrzidos
onde: de 2570 se houver rasgo;
d : ÍatoÌ d€vido à âção de flambagen. (Il : I para tração.)
l,ensão de cisaÌhamento produzido pelâ torção (psi);
Para compressão, a é deÍerúinâdo por:
M .: momento de torção, lb'pol;
Mb: monent,o lletor, Ìb pol;
1 - 0,004.4(Llh) ou." 9. rt s,
diâmetÌo extemo da áwore, poÌ;
d;:
F":
diâúdtro intemo da áwore, pol;
carga axial, lb;
": #ír(+)' "".u f
:
t ls,
I paÌa ext{emidades articuÌadas;
K:
: 2,25 paÌa extÌeúidade6 ÍiÌas;
&: {atoÌ que Ìeya em conta o úoque e â Iadiga, apìicado
ao momento íletor; : 1,6 paÌa extÌ€nidades com movimeútos paÍciaìmeúte Ìes-
&: ÍatoÌ que leya eú conta o choque e a Íadiga aplicado tritos, como em mancais;
ao momento de toÌção. k = raio de eiração : V4a pol;

Pan eixos eslacionâ.ríos: Kx KI I : momenÌo de inércia, pol{;

r,0 1,0 áreâ da Beção|.ransì,ersâlda árvore, pol,:


Carga gradualmente âplicada
Cârga sulritamente aplicaila 1,5a 2,0 1,5a 2,0. tensão de cscoünml,o em compressão,psi.

O pÌojeto de árores levando êm conta â Ìiaidez à toÌção


Pota ômorcsoa eitus Erc gÚanl
6 baseado na deflexão angulaÌ pelmisÊível. À d€Ilexão anguìaÌ má-
Carga $adualmente aplicada r,5 1,0 rima peunitida deperde do c€so considendo e varia de cerca de
Carga subitâmente apücada (Pe_ 0,08 graus por pé pâÌa árvores de máquinas de um modo geml, âté
queno choque) 1,5 a 2,0 1,0a 1,5 1,0 grau por pé psÌa áívore de tÌatrsmissào.
Carga subitaúente apÌicâda GraB- 5A4MtL
de choque) A0 a 3,0 1,5 â 3,0. 0= para árvores circuÌaÌes, ocas;
C ld"l - d)
dò = tensão de lÌexão (tÌaçâo ou coúpres€o) psi; 584ML
v^ - para Ar}orcs cúnulâÌPs.
maciças:
do : teneão axial (|,Ìaçào ou compÍessão) p8i. Cd,
102 DLEII IìNTOS ORO,TNICOSDE ìíÁQUS_-ÁS
clP. I ÌR.Âìsìllssío DE PorÊNcr 193
ondo: ou mais planos. Â parti! desie diagrana pode-se aleteminÀr
os
, = deflexão an$ÌÌar, gÉus; ponios cíticoE que ocoüem duranle a fÌeìão.
f, = coúprimento da árvore, pol; O momento de rorção agindo em uma árvore poale sff al€teÌ-
.
M, = momeÍto de toÌção, lb pol;
G : módulo de elasticidade tÌansYerÉal, p8i; 9 x3 3 .o o o x1 2 63.000I ,,
M_ 2rr.p.m-
d : diâmetro da árvoÌe, Pol. Ì.p.m.
PâÌa um acioÌìâmetrto por correias o momento de torção é
O pÌojeto de árvores levândo em conta a Ìisidez À defoF
datlo por:
trrâção poì fleÌão ê baseado na defÌexão latêÌaì perdssível pâÌa
opeÌação ad€quâdâ dos mancais, tmbaÌho preciso das máquinas Íer- M,: (\- ?,) Ã Ìb.poÌ,
Ìaúentas, ação satisfatória dos dentes de engrenagem, aÌhhamento onde:
de fuvores etc. À d€fÌexão pode ser deteÍminada poÌ duas inte-
?r : tensâo no Ìado tenso da coneia, lb;
graçõessucessiYasde:
?, : tensão ao ìado lrouxo da correia, lb;
d\ _M6 Ã : Ìaio da poÌia, pol.
dr' El
Pâìa um acionamento por meio de cugÌenagens o mom€nto
onile:
de toÌção ê dado poÌi
Má = momenio lletor, lb pol;
M:F''R,
ã : módulo de elasticidade, psi; onde:
1 : momento de inércia, pol'- :
f, força langencial agindo na circunferência primitiva, Ìb;
Se a áwore tem seção tranwersaÌ variáyel, ê mais prático n : raio da circunÍerência primitiva, poì.
usar uma soÌução gráfica para a equação âcima (ver Cap' 5)'
Os rliânehos de írvores padronizados pelo "Àmeritán Engi- PROBLEMAS RESOLYIDOS
necing StandaÍds Committee" são: f. Uma árvore, de aço comeÌciaÌ, de 3 pés de comprimento,
PaftL ónorcs de baúntssãol tem transmiJir 50 Lp a 9.600 Ì.p.m., poÌ meio de uà acopÌa-
l. _qüe
metrto fl€xíveì, de Ìrm motor de corÌente âÌtemada pura
on ge.odo.
' ts1t6:t 3lt6; r 1116;r 1l/Ì6; I r5,/Ì6i2 gll6i 2 7lr6i de coÌÌeate contínua. DeteÌminar seu aliâmetÍo.
2 l1lle 3 7ll6i 3 1511614 7116;4151Ì.6" 5 7116e 5l5ir6.
2. Paru ânorcs de mâquirus: N6te ce â áÌyore 6tá âpeqõ suÌJúêriita a €JôÌço ile
toÌqão e, aCnirindo
que a csea é s"aduaÌúture apticada, fu+e
de 1/2 pol a 2 U2pol yariando de lll6polì Os compr;mentos & = r.
o, (pctuisíycl)
i pâüorizadossão:
de 2 5/8pol a 4pol variardo de I/8pol = 6-000 psi (de aco.do @m o ÀSME pea
á.yo.6 con
de 4 I,/4pol a ópo! variandode ìiapol ,l t6,20 e 24 pë*.
.aso de chavera);

o. rpq-isÍ"eÌ) =
Ë.
Os molnelltos fÌetores e de toÌção são os fatorcs mâis impoÌ-
tentes no prcjeto de ìnnâ 6ÌvoÌe' Um dos primeims passosno pm_
jeto consist€ eÍn elrboçar o diagrama de momenios fÌetoÌes que pode
t6 x 50x ó3.ooo .
ser simples eu combiÈado, depeúdendo do caücgâmentc agir em um 6.000= d = 0,905
rbl.
3_600r ;d-
104 trÌ-ioMEÌìTOB ORCiNÌCOS DE ÌÍíqÚE{ÀS crP. I TRÀNsMrssÃo DE porÊNcrÁ 105

Usd umÀ âNore de iliâmet.o 15/16 Fol quê ê a padÌ@izãdà im€diarâ@ote


supúior ao Yalor aclado. DetmináÉo dos môDdtos {ieror e de ioÌqão nárinc.
Pelo titttua marí@:
I,rr(náI.) : r ooo)+:eÌ00'- 22.700th.pol;
* o =" vì#jq(*),,.-=n .","-. Mr(mát.)=::--::-:::= tb pol,
- 8.,ro0
dr - 72,2 r' (pchissível) = 6.000 lEi

2. Uma árvore de aço comerciaì, de 5 pés (150 cú) de com-


pÌimento, supoÌta, no seu ponto médio, uma poÌia de 200 lb (90 kg)'
como mostÌa a Fig, 9-1. À poüa é €nchavetâda à árvore e Ìecebe .F=: ! lKbllbf +t &M üz -
20 hp a t50 Ì.p.m. que são irâÌìsmiúdoç a uú acoplâmento flexíYel'
16_- - =- - - -
imediatameúle à direil,a do mâÌìcaì rÌiÌerio. O acionameDt, por X .-;F
V(1.5 X 22.700)': + lÌ.5 X L 400f
ó.000 '
-
30" (75 cmÌ.i- (75 .m
30" (75 .'- d = 3,l2pol. Usd d = 3rl8!ol;

A _ _ 584X8 400yxo = 0,128".


" 'A4M
cd, \ L, Ìr2 x ro")r.jiú
+ ?2 = l .50Ol b
"r (675 ks) Pelo sistend ÌrtlÌi@.

Mò(-á*.) = -v{t3?t, + (25J00Ì = 25.600kg.cn;

,oo,o ,no*n, M,ínár.)= -'i-so"-, _ 9 700[s.cm.


| 9rrrcg.m.nto ÊÍtic.l
d!(p€rm.) : ó.000 rEi (430 ks/cm!);
3 .0 0 0l b .p o l .
100 lb ( 45 k s ) (3.375kg cm) 100lb (45 ks) _" _16íÌ 5ì v(2s
,-

M
d'_ 600): + í9.?oo)r;
(4toj

Dli!r.m. dG m.|||ctto. d :7 ,8 8 cm Ê8 cm ;

1 .$ 0 l b 4 _ s84ío ?00ì (75) _ iôo


- (3,tr X 105)(8f ^
(675 ks)
C.]r€irm€.úo ho]itonül
3. Uma árvore de aço, süpoÌtando duas engrenagens, está
760tb 22.500lb Pol. 7$ lb (337,5ks) sujeita à aCãodas lorçâs Ìepresertad†ìa Fig. 9-2. Ás engrenâgeng
(337,5 ks) (25.300 kg Gm)
estão enchayctâdas em B e D. A e C são os mancais de desÌiza-

@$M Di.lrrnrt dê moÍr.nt6


m€nlo. potência tÌansmirida é de 9 hp a 650 r.p.m. Â tensão
^ para uma seção sem rasgo de chaveta é de 12.000 psi-
permissíyel
: r. : 1,5.
ÁdmitiÌ ,a<à
Fis. 9-1
(o) Esboçar os diagrama! de momcntos lletores [orizontal,
vertical e combinado, dando os valores alos momentos nos pontos.
coÌreia é horizontâÌ € a soma das tensões 6 de r.500 Ib (675 kg)- caracterGticos.
DeterminaÌ o diâmetÌo da áÌvoÌe e a deflexão angular entre os
: (ò) DeteÌminaÌ o diâmetro da árvorc trecessária com pÌecisão
mancais com G = 12 X 106psi (8,6 X 106kgllcB'?) e admititrdo K,
= Kb : I,5. de 0,01 poÌ, indicando a seção díiica.
ET,EITENTOS ORCÂNTCOSDE ÌÍ-íQrí\.!s cÁ?. I TRÁìÌSÀ1iSSÃO DE POTôNCIÁ 1$7

M!(Dáx.) : (rt - ì2 = (1.900_ 400)t2 = 9_600lb.potr


"t
Mò(úáx-) = r{rtil6tl-(8.s65ì, : t.r.ssorì.pol;
,t/i(m:ix.) = :::::i:: = IiJ tlb.pol:
t, i!.ÌmÈsivet)= 6.000Fsi
,1t, (Ìnáx.) = 1.63:1tÌ pol. ( 2X14 850) '+O , sX9. 600Ì =28
Í X 6. 000
(r,5x 1.6J2)1
+{r,5 xB73f d: 1,0?pol
tr (1: 000)

400tb

1. 920 lb
G.E!r .nto rêrti..l

Fis. 9_2

Inediatãn€nte à dr.eira da cneÍenagemB:


Fie. ç3
r'l4r(dáx.) - 873Ìb pol;
Mó (dáx.) - r 132lb-Êol; 5. Â áNore da Fig. 94 gtua a 600 r.p.m. Uma potênciâ de
tÁ _ 20 àp é fomecida à áÌ}.ore através uma polia de 1g pol de diâúetro,
d' = ; ( o, it-' (l z o 0 0 r v (1 5 x I l J 2 ì: ' rl 5\87r' ? d = 1,07 p0Ì-
6ituâda 10 poÌ à diÌ€ita do mâncal diÌeiro. A tuïorc rransmire
Oòs.j trmòoú o monenlo fleroÌ cm À *ja mcnoÌ que em C, o diâúerio a potência reccbida atÌavés uma engrenagem cilíúd ca de donres
dÀ tuvore loi o m6mo, pôis tcmos .6so de chaÌerâ em 8. Ìetos de I pol, ôituada 10 pol à direira do mâncat csquerdo. A
correia acionadoÌa Iaz um ângulo de 60" com a horizontaÌ, como
4. úna polia de 14 poÌ d{r diâÌnerro âcionadâ pí,r uma coÍreia mostÌa a figura. À poÌia pesa 200 lb. À reÌação entre as tensõ€s
lìorizonlâI, tmnsmitc potôucia ârravés dc uma árvore maciça a um nos Ìamos da c,oüeia é de 3:Ì. A engrenagemtem âÍgulo atepressão
pinhão de l0 pol de diámetro, qìre por süa ycz aciotra uma ouha de 20" e engrena com outra situada imêdiatamente acìma dâ árvoro.
engrenagem. À polia pesa 300 Ìb. dìsposição dos elementos é Se a ten6ãode ruptum do mâteÌiaÌ da árvore é de ?0.000 Dsi c d
a indicada na Iìg. 9-3. DeteÌmirÌaÌ o^ diâmerÌo da áryore ale acoÌdo de csmamenl,o é de 4ô.000 psi. derêrminâÍo diám.rro da irvoro,
com o ÀSNíE, admitindo I(à : 2 e &: r,5. de acordo com o ÀSlíE, usando K6 = 1,5 e K = l,O.
I08 EI/EMTNTOS ORCÂNICOS DE MÁQIIINÁS
c_À?-I TBÁNsiÍrss^-oDE porÊNcra 10$

lhatrte rnâ\ima na árvore usando a equa€o do ÀS\ÍE


y, - il}91i91 aspecto mais geÍal. .\üÌtitir Kó: I,5 e 1(,: Ì,0.
- 2 16e15.n"1.

reúosaiÍda:1 ff, =';]n - " *o e, porroto, ?! - 3,t8lb; M'(*í'.) : + : ljf!+X r1q- 4;0000rb
por:
: rr6b; (4 + ?2) :464Ih!
",
: A!!Sff.!!l
u, 1-e*.y : 5 040 rbpútl
.000
o{2F r2') :
, o gro pot.:

r2") = zorpor,,
A_ "(w í
k = 1/ Ità - \,/ ís\ôl2or = 3,8aíal.

f : = m: . rrt. r,o"runt.,
"1fr : l'e";
d=
Dla.rm. d. |t|omntc rc.tlclt r - opor: (r4ol5f4)

at.- 20di ú. = 12 potK- : P =o,ut



C.rrrlirËnto h.?lz.lt.l
aF",t"(r+ Kì) _
Dl.grâ|ír do mo|n.|rtot hoÌia|Ll3 {["'''
* l, + 6.M,),
= + t?!3}J!9!$r?91I1-9Í)]'.''
x asooool
"-*i -lt{ttls
Fis. 9_4 + (1 X 5 040 000)'z= 3 800Írn'

4Ft = 2.roo , . F!= 525lbl


u,1.a..;-ff: 16!!9Ìt6!9I= 510.000kc
cm;
.F' = 595tc 20o = r9r lb;
18% X ?0.000- 12-ó00!6i; 30% X 46.000= Ì3.800 psi;í' (pmissíYel): 0o Y 72 6m
= ? 5 % X 1 2 .6 0 0= 9 .4 50p6i ;
nr,r-,i,"r - 8 Lg ,
- 5.8ro.ooo
100 "n
uu (na-r.)= y'r.trso,+ z.z:tor= 3.360
lb.pol; 1' - tr 1 5 1 1 3 s,1 - Btxt0 ", - r . r i l 4 Il o 4 ,l
ô4 - A,D
6 l :;l ìo ÓÌ

dt =; Vrs JÒ0< 15, (: l00rj l-14'roúd=ìspol


rïr.o
á - + 60' 30) - r.?óo
"-'i
6, Uma árvore oca de 20 poÌ (50 cm) de diâmetÌo extemo e
12 poi (30 cDr) de diâmctro interno, é suportâda por dois marcais u -v^:{ffi )$ :,,n ..,
separadG de 20 pés (ó00 cn). À turore é acionadâ poÌ um acopla-
mento flcrdyel em una das extremidades e movimerta uma Lélice tir=ffi:u.t. 4l,: < u5;
dc navio a 100 r.p.m. O empuxo máximo pÌoduzido.pela hóüce
I
ó de 120.000tb (55-000ks), quando se está traúsmil,indo8.000 hp.
À áÍvore pesa 15.000 lb (6.800 kg). DeteminâÌ a tcnsão dsa- r o,ou.r(ffi)
Er/E!ÍENIoS ORGINÌC9SDE ríÁqnrNrs crr. I ITBÀNSì SSIO DE PII/IôNCI^ 201

de pesô; 03 10 hp r€tsntes são rcirÌÀdos ehâvés de uma manivela


cuj; braço é de I pol. À t€núo tro ramo t€nso da coÍente é re-
íIi oÃ*ud" po. 7.; a do ramo Írowo pode ser dcsprezada' A
,, 30
--
ielacão entre as tensõesnos ramos da coneia é de 4:l' A árÌore
Á l; ------------ r'222x550{xro+0f)]'* estí gimÍdo a 300 r.p.m. Os choques poden ser consideÌâdos
=
;G'Ë:ì,t{Ltt.sl1sto.ooov -s m&ià e, portanto, Ko=z e K= l'5. DetêÌminaÍ o diâmetÌo
".
ria árvore se o, (adrds6ív€t) = 8 000 psi Àdmitü que a Ìoda den-
+ t G)6. 8ro.ooo)!' : tada e a potia eão encbavetâdas à árvore.
6. = 210kslcú,-

7. Uúâ áffore de 48 pol de comprimento recebe üm momeÀto


de torção de 10.000 Ìb.pol de uma poÌie locaÌizada tro seu potrto
maio, coÍdo mostra a Fig. 9-5.

lÍ, = 10.@0

DLdn d. ím c i'Ü..l.

c.Ftr|Iú hoirrtltl
r = 6,000 lb pol. ÌÍ = 4.000 lb po
I oL&-r d. ffi|6

Fis' 9-5
Fig. ló
ümâ etrglenagem na extremidade esquerda da árvore transmite
6.000 lb pol enquahto que o momento restânte é transmitido poÌ Sôìução:
outra engrenagem siluada na extremidads dtÌeitâ da árvoÌe. Cat- Í (rr - r,) 11 : 4.2(O
Do tslo LPú-r: I ?,, 4r, e. porranro:?L = 4òõlhr
culaÌ â dellexão anguJar da extr€midaÍl€ esque*la ern reÌação à ?t =11?Ì b; 4+4=5831b;
' direita, admitindo que a árvore é de aço e têm 2 poÌ de (MmeÍro.
Desprezar o efeito dâs chavetas. f = -: :r: : 2ô3lb-

Soluçãô:
Àt,lÌodãdmt.dâ) : IjF = 6 300lb Pol;
À deflexão ansuh de Ime dt.emidâde ên reÌa€o à oürE *rá i€uat â dife
lcnça enr.e as deflcxões anAulares das extÉúidadd eú relaéo e @r@. M, (polia) = 2Mr (maniYelÀ)= 4 900tb pol;
Asim:
lr4(màniYelà) : 2.100Ib Pol;
sM x6ooo/ 24 s84x 1.000x24 Mà(-á'.) : y't-2ssP + 3 r20' = 4.490lb poì, ne poliã;
- '- --=
üd
rr4 (náÍ.) - 6.3001bFI, ú Polia:
584X 24X í6 000- 4.000) ,__^
- --- - "- '€1 ê = - tKbMh)'+ (Át Ylr =
\', íloË, (r')
8. Uma Ìoda deDtada de 30 pot de diâmetm Ìeceb€ uma -:-!
(2Xa.a90f+(r,sx63001 11,06;
potência de 30 hp, atrâvés de uma coÌrcnte, como mostra a Fig. 9-6. Í(8 .00o)(0,?5)
Vinte hp são retimdos por uma polia de 24 pol de diâúetro e I . 000 lb d = 2,23po1. U!ú d = 2 3/16rDl.
2VÀ ELEMÈNrosoac;Nrcos DÊ üÁertDlÀs cÁ?. I ABÀNSüTSSIO DE PoTÊì{CIÀ 203
9. Det€rmineÌ o diAúetro de uma áÌvorê maciça sujeiÍs à
torção, setrdo a deflexão anguloÌ o ÍatoÌ dê pÍojeto. Á tetrgo de Mt n^ Snae CD :3X Mt n áÌvoie 4,B.
cisâìhamento permissível é de B . 000 psi e a deÍleúo angular niÍiha Cham!úilo o tliÀoctrc de .{a = dl ê o dê CD
- dr. Bulra:
é dê 1/12 de grau por pé. DesprezaÌ o elêito de Ìaggg de chsvel&
t.tdlJ ú,rd,'
G - 12 X l0'psi. tó - l6x3
e, cúo dr :2!ol, Ìeú: dr = 2,88rDl

. ,. 16Vt . ,, = - SA4M|L ll. DesenìolyeÌ uma expressão para determina! a percentagem


dr (pso6rvêr r = ^,
i u(I@rveu r
@r
- de Ìedução de peso que ee obseÌva quando se sústitui uma árvoÌe
mâciça Imr oul,Ìa ocâ, de igual resislênciâ.
i',ti = ff, momato qu€ pode er tÍuBDitidô dotÍo da dd6ão dsurat

P@ qEa átu naciar, sjeira a 6fo.çc de to.ção ô flexão, a rasão d€


Mt = moúêlro iJüc pode sq |'..!miúido deoho d. aaúõo Dq-
ï,
o. =- - + VM b, I M t , ,

Pea rn& árde cotrdiçõF, lem+e:


Dtruo,
0.ItG =
.innt- G/rD(d.)(r2 x r0.) 8.ü,(,
16 ' 5A4)( 12 16-.F o' -' ;- _ ai,) \,/Mb'1Í ui
r\d;
. . d = l Ì ID I.

10. Às árvores ,48 e CD Bão ligadas por meio de engrctrâgens ì4Ü : momdto fleto. na seção cÌírica, Ìb,pol:
ltt :
cilíììdricas de dentes Ìetos, como úo8tm a Fig. q?. Um momento úomdlo dc torção na s€rão críii.a, lb.poÌ;
do = diârelb dtano da áÌyo.e oea, pol:
aplicado em ,4 induz uma teDsão tra áÌvorc de 8.000 I)3i. DeteÌ- di : diâúetrc iúr.Ìno dâ á.vore oca, pol,

Cmo 4 árvoÍ,s devcn ter â maru rpnidènciÀ:


16 16l^ /ì\t /,t\.
;F - "u^ a,r (;;,f - (;,,1 (r)
'
o pêo da á.vorc,ô.,sr6 isuslso dâ mrci(d.murripü*a.o'. (r -
fi)
otd€, lV é a per@ntaeetu de Ìeìução de peso obridà .ou a mrdeça.

4-@.'-dÌ)L^ =||-+|:d'zÀ ou (4" 4"r=

:( t (2)
ì*J"
Fis. ç?
, : ompÍimdto da árvore, Dol;
p€o epeífi@ do Da.erial dà árvo.c, lttloF.
minar o diâmetÌo da árìrore CD, de lal modo que a teúsão cisalhânte -
^
não exceda 8.000 psi. DesprezaÌ o efeito dos rasgos de chayeta Suhsli0uindo o Íalq ale di d€ (l) en {2) e r6ôlÌcndo pârâ rVì íem-s:
e de Íle).ão da:s ánores. C 12 X loópsi, N = Ir - (üd), + 1/4iliÍ iJ.tl roo.
204 ErrEìtütNtgsonoâÌÌÌcos DE üíeurNrs cr}. I lrrÂNsMrssÃoDE PorÊNo^ 205
12. À árvorê da Fig. g-S(d) deve ser projelarla levanrlo-se Às Íorçâs na corÌèia são perpendiculaÌes ao plano do pâpel,
em coDta s Ìesistência, veÌocidade críticâ e Ìigidez. Á ptêacia sendo ?r a temão no Ìamo t€nso e ?, a no fmuxo.
6 ÍoÌnecid à árvore atúvós de uúa polia p e una correia plana
Á Ío.çâ iang€DciâÌ úa engÌenagem é F, e é rambém perpen-
e é retirada poÌ meio de uma engrenagem cilindrica de dertes retos
dicular ao pÌano do papeÌ.
G. À árvore é supoÌtâala por dois mancais de rolamento.
À Íorçâ radiâì é 1,.
Limilâções imposl,as:
(c) Â árvore, ro ponto de liyação da €ngrenagem, não pode
eoÍrer deflexão anguÌar maior que 0,001 pol.
(ò) À inclinação da árvore, nos mancais, não pode ulrrapas-
3Ar l"-
(c) À veÌocidade da árvore não poderá ulrÌâpassar 60% da
pÍimeira YeÌocidade cíticâ.

O cuho d! ergMaeem e o da loüa ótrtrihuem pdâ uD aunenro de rieidez


da án@: paÍÉl úátogo lem e pisÍâ int€.na dos mucais de Etrmenü)_ Se o
cühú é Elalivammle lorso, 6eu efeiro é difc.enr€ do què e ete é .urro. O p.ojero
.Èrá beailo no dê6Lo simDlificndo dÀ Fis. 9-s{ò) e t€yará cm óÍtn nerede
do cômpriDhto dos orbo6 e múncais. PrideirrDqr., *rá .l€roídnado o rtiâ,
ÍEcrc iÌa áÌyore visândo ap€ns à Éisrêícia, sesundo o
O none![o de torç:ao cnke à polia c s ÒarêÍàs!Í, ê:^SME.

( D) lo v 03- !!q
Mr' = ?ooÜJ.P't.
900

Fic' 9"4 À ena ds teLcõè n8 @.reis será:


Dados:
t Q \- T , ) s = 7 o o
Potência : Ìohp (caEegamento conituuo). I n:z572 e, pot€nlo: ?t = 233,3lb;r, = 93,3tb e
(rr + = 32ó,61b.
Yelocidade da árvore : 900Ì.D.m.
"2)
' Árvore de aço ÀISI t03S, laminada a quenre e usiÍada. rdça ürMiüdá rr : -; - r40 tb.
a" = 85.000psie r,: 55.000psi. ^
for$ adial €: F, : r!(| t8 20o: sI lb.
DiâmetÌo ds polia : l0 pol. ^O. dis€r@c de mometrto ÍtetoÌ hoÌi@ÍraÌ, ve.rical ê onbinado são os
Diâmetro primitivo da engreaagem = lOpol. t ![rseDrqi6 na Iìs- 9-9.
Peso da polia = 301b. t66ão cisalh.nte FêhiÉíyel será:
Peso da eneÌenagem= j0lb, ^
lg% X 85-000= 15.300pdi;30% X 55.000= t6.5OO
!6i.
Relação das tensõesna coÌreia: Ti T,:2,5-
Então: o (pemisível) : 15.300 psi-
ÁÌgulo de pressão da englenaeem; 20..
D! Fis. 9-q obrênsô: Mò = I 9?olb.!6l (notMio) náximo e úúcÂt
À polia e a engÌenagem estão fixadas- à árÍore por meio dc
ajustes prcnsados e chavetas. M, : ?001b.poì.
Dirnensõesá:B:C=6p&. PnÌ! cúeaúdro etátio, Kh = 1,5 ê Kí: 1,0.
206 ELEIIENTOS ORCÂNICOS DE MáQÜTÀ'-{S c,\P. I Ìri-Àìisìr$são DE PoliNcL{ 207

€xpasão s€.âÌ otitémse o valoÌ do diâmêtÌo. À fim de detemiaar o diâúêrrc nec*á.io pds quE & árvore opc.c .Ìni\o
dc 60% dã Ìêlocidade eriti.a é p@cis @mpurà. ãs ileftcÌões estáricas sob a .,arc,
D -;!fu Vrr.5x r 970f+ (r I ioUÌ : 1.01. n {Â c m ê â p o l i a d ê ü d r q r p ê n a q â .p u s n e ss p r i ,p r i G, É i m p o r r r n r " o tsn r ,r r
qrc taa obter a prioei.r vel@idade .rítìcâ, o peso da
Dotiâ na exrremidadc di-
Íiira da á.Ìore kú quê sc. considerodo agindo pa.a ciDe, a fim de satistìzer
ró p.i meüo Ìnodo de yibroção. À árvoft, seDdi€ramâ de moDeníos e sua .tásri{a
eslão rerìreDtàdos na Fis. 9 10, l'oi rÌaçada â túgenie à exrremidadc 6quêr.la
da eláslic., Fis o método .mpÌegado é o do momentó cBl,árico Dsra dercrminár
N dufìcrnë. Au i.vÉç dc Lrsçü o diagrsma M/f/, búto bE.n;s oh*r"ú que

Car..8ihênto EÉi..|

25,5 lb

de móincntG verticâis

Diáarâhâ dê Homênlos

fis' çÌ0

o úome.to de inéi.i{p qa a seção de diâmerÌo 2D é 16 vèzes o Dôhe.[o dè iné.ciq


púa I s.Íô6 de d;âmetro D,
Dêtcrúina se A1 Lmaodo ús úomentos das árcas em rehção à eÌrrcú a.lc
di.eita do diall.ama de nomcnros e chamúdo de / o eomer[o de ilórcia d{s
sotô6 de diâmet.o D. T.raÈá, porranto:

I o 8 r ) ìí6 ) /t ( r 8 0 ) .o t,0 ' r t3 0 ' õ .r i 4 , ì0 3 2 7 ,j i


t, "
Podrac 60r: D = 1,00 poì ê 2D = 2,00I|o1. - '- 2 tt to q t- '' ztt Li
208 EI,EIÍENTOSORGáNICOS
DE üÁQÚÍNÀS c,rP- !) laiNôúIssÃo DE r\o16NcrÀ 209

A, é oblido tomúdo+e os mondt 6 êm relação ao medl diÌ€iio:

(r80)(6) (3) (180)(6) (8)


.
+ = - 1.522,5'
^, = 164r 2 EI EI
C....!.mênto vêúicât
Àa ó detúlinÀdo por proporcão:

, la l8 4.522,5 = 6 783,75
ot = - E Á r =" t2 -F ,r F ,r
85,5tb
10.3r?,5 6.783,?5 3.543,?5
t\= Er - EÌ-

. (180)(6) (2) r.o8o


-. 2EI EI

6 7AX.7í = ..2 261,25 (Ê)r prcporcão)


- - .;Â" = --*;=
a-
^,
: 261,25 Ì 080 1 .141,25
EI EI

SuÌÌ6titúndo os válores de y1 e yt d eqüação da veÌ@idade díüica e ;güa-


lando-À â I $0 ip,m. uma vez que â Ìelocidado de opuação de 900 ip.ú. é 60%
dé 1.500 ..p.m. rêulta:

, aoo- tur,r Í30) (3.5.rJ.75)


+ (30)(r. r8r,95)(rr)
ll Í(3q (3 543,?5)'+ (30)(r rar,25yll(81)2
= rs7,7 q t/EÌ
(o,ors.
= 4x4..omo E = 0,006.2?5
pof.
t/EÌ - Xo X 1oGvem: Ì

M a, 1- ã: 0. 006.2 7 s , : 0,594pol

Obseryü que dtê diâmetrc ó bêm ÌÁonor quc o etróotrado no item et€rio.,
ãua Io s coNiddou e .sistênoia @mo fator de prcjerD.
A fim de projetü, b6eado nÀ Ìiside, precisa* detemiú a d€flBão sb a
€ngÌenaseru e a ioclin&ção da án ore nos múcaÈ, deyida aos cürcgmdros ÌeÌ-
ho.rúto5 (.m part.!)
ticais € hoÌüoútais. À I'ig. 9-lt repmeúta @ cae-gameÍlos vqticãis. Es|lo-
çods { elástic e forâm treçâdâs s ts.gêDt€s em,4 eBeo diaer{fu de momlDtrÈ.
A fim de facilita. a deiqúinação dos úoDetrtG d6 á86, o diaeÌúa dc no-
ment$ foi coBt.uirÌo por pãrt6. .oNisiiúdo êm qual,rc inâ.sulc e um .êlângl o.
Â1 é dêteminado tomaído{e os úomhtos das áreas I, II, III e IV, Ì6rÉc-
tiyamdrc, em rêlação ao alFio à direita e ohseNddo que os moúmtG dâs *tõ6
Fis. 9-ll
de diâúetro 2D são diÌididos por l6EI enqumto q& os d6 s€çõ6 de iliâmeto
D ô são por fI. Obse.vd tamlìé@ qúe o momenl'o da á@ III é neqatiyo,
a'=
^ os3)(ó)(!) = 9r8
2Er Et I
L ltJ) (6) (2/ Ll53J ( 6) ( lì ) ( 48o) ( bl( 2) {1 5 3 ) ( ó r ( 8 ) 3 ?ls,:i
r'8!4626
^
' (1)(16)EI rôÉ'r (2)(16rÉ/ 2Et El ' L. = \ - tuor !m!o.éo);
210 ET,f,MEìÌToS ORGâNÌCOS DE ÌÍÁQUINÁS cÀP. I TBÂNSMISSÃO DE POIÊNCIA 2lt

À o8Ìetrú€pú @ plúo :{:o,ru,z.'- D = 1,285pol +diâmetro reesârio a


y" = - a" = # /d'flerão sb vdricd)i
^" d.trdo &b r dsr@as@ a 0,001 Dol.
tli\ ' "#:! =:::a (inrliíscão oo údcal €quc.do, oo plúo vsrical).
-
Cârresãm€íto ho.izontâl

Â. é deteúiíado tonúdoé€ c tumatos d3 ál4 IY, I, II c III' Gpec-


tivrMte, em Elaéo ao úecal 6que.do.

í6 ) í 4) , í r 53) ( 6ì ( 10) r í 153) ( 6) ( 9 ) _ ( 4 8 6 ) í 6 )( 1 0 ) _ I 7 2 8 .


. =- {rrr\ r -8, - - Et '
^t 2EI tGE- - t6E, trr{tô)Er

= = (tuü!úção no e@sl direiio, Eo ptaro vsíicúl).


+ #
""ü
A FiA. 9-12 rcpÌdeta os curesamdüos hdi,ontais. Isudmqlê Bìoç!tü+
a eìástica,as taúgmte eú Á e a e túbéú o diaeram de mmdtosj 6te dividido
ns árw I, II' III e {V.
Deíminasê A1 tomúdose G momeítos dd árêasII, III e IY, GpetiYa_
ô€!te, eD relado ao aPoio direilo.

{ s 58r í õrr)
) (r.4 n r)ro r(2 ) ) (8)
(5 s 8 (bì 14 s46.25
Al =- r -T - E -;
lôE t 1 2 ,\to )EÌ
re? ,io.tioacaoío mon"at6qmdo. no prtuo horl
,*0, = +:f;" -

í 558r í o r(4 r 1 5 5 8 r(ô /ro r (ì ' /t0 4 )(õ)(l 0r Ìl 2l r,l s


-- + loEr-'- ìtt('orr'r- EI '
^"
Lsi" = -Et-
" = =Et' ,inclúocão oo nú.al diFir.o. @ plúo hqieor'd):
ÉË"

ís58 r(6) ( 3) ( t 404r \ Ò ) ( 4) | 680.7 5


Á, -i--+-L2J(rõÉ7 -s,

Por PoÍb.ção;

_ r nls. (a"n*ao sb . osúâ_


y\ - a1- = -s--hosa?s I ó80.75
= -Et
^. E- à*, ." prao mai"urrr.

À dêÍlexão eüÌiútê, $b a dseíaem' é o vetor súâ da deÍldõ6 úN


ple@ hoddíial e Yqrical.

r . 4 040
y - ?; \to42Ì | 3 q2i2 ' .
"erorsem) --_

À deflÊtão sob â egr@a8em 6ú limitada a 0,001--pol; Nin: Fig. çt2

4 040 ^ ^^_ = 0,13,t,7poì; À iDclina{ão Gultete no Edcat é isuâl à sme dos vêrores ÌepEmiÂriv6
(30 x rol @,001) di! inclúâçõ6 n6 plec hqiz Ítd e veúicãI.
212 TI,EüENaoS ORGÂNTCd9 Dg }[ÁQÚNÀS cÀP. I TRÀìÍSMISSÃo DE POTÉNCrÁ 213

No mMcâÌ 6querdo: t4. TnúmirBe porêici a uma áúoe, suFortadarD! úanceis disrúciâd@
dê 36pol (ql cú), por meio deuúa cqreia p6Ándo m uDâ potia de l8 pot (45cm),
8iúusdaeú balúço e e 10 pol (25 @) do nonaar direito. À á.yore r!ú3úir!
imliúado = E, VJlo!f 1.212:--i qG D.desq oo náriDo i8úl

ì t@gete de lô; portsnto:


1 250
- - - = ú c r= u ,u r, I = 0 ,002.3apof .' . D = q4?pol
'
lb í 315 kg)

iocliísção = ;T Vl44'+ 93a? = Ì;, valor mdor qu ú tucd +


-_ querco'
1.200tb (5zto r.920Ib (860ks)
20" (50
(20 Gm)
iXlOIb (Í35 ks)

Fis, 9-13

Deflqão eb à engrenageú 9!4Er 3 92tlEr 4.O14JEr


! Dotêmia r.ebidâ at âv& de q@ @ÌÈiE pa$Mdo êm una polie de t0 pol (t5 cn),
Ieliúação & mâncql €q&fdo 3r0lEI r.212lEI t.250lEr .itüadn a mia-distâúcia entre os úecais. tu di.€çõs dos a.ioúanentos fazem
ümâner o de 90" e a Ìelaçãode te6õe é de 3:1, setrdo de 600Ìb(270ks) o *forço
Iúlinação no nÂúcal direico 144lEI 9WEI 946JEI m5Ìimo pmitido no Ìmô l€co de cada uúâ del4. PdÌNe:
(ô) TÌâçar c diÀsdma de mommlo.
(ò) Dètemine o diâmet o necsá.io, usando{€ o aço SAE 1045 ê adc
DiA@bo tuc^síìío à. á)@ (vl) iendo rÒ= L5 e KÍ:1,o- 6!=97 000 psi (?.000 ke/.m); r/ : s8:000p6i

(.) Cálcdar a dêflêxão tusuld eú sÌaú.


R6p.. Mt@âx.): 2-000lb rbl (2.2ó0 ks.cm): Mr(náÌ.) = ?.520
ÀSME
lb.pol (8.400 ks..n); d = r,64 poÌ (4,Ì2 cm); d : 0,3??o.

D Ì 1,285 o,tL1 0,594 15. Uma áNore de aço de ó0 lol de @mprindlo .ecbe uú nomoro de
to'.ão dé rO 000 lb-púl a êla aFÌicÂdo qtÌâvés de üma pôlia sitDada Do mêio ita
2D 2 o,91 Lr96
óryoie. Uma qgroascm sitúrlâ na dtmidade Gqtrerda da ánoÌq rrar6ú e
üm moúhto d€ torção de a 000lb.pol dquúto què out.a, situáda 9 pì à e-
qüc.dâ da ext.enidade dirêjta, tÌtusmitê um mome.to de 2.000 !b,poÌ. CatcutaÍ
PBOBLEMÀS PROEDST0S ô ddldão úsulâ. a que êstaiá sujeiüa a áÌroÌe se seu diemeiro é de 2 pol rr. um
comp.imdto de 36 !ôl a paÌtiÌ dâ dtrmidãde 6querdÈ e o .6{drê rm um
13. Umê Folia de 24 pol (60 cm) de diâme[ú ë 30o Ìb (Ë5 kd de p@, dllúeí.o dè 1,5 p.,L D6p.aaÌ o €I€ito dos r*sos de cüâvel.6.
âcioDÈda po. uúa correia ho.i@ntal, tmmite Fíência devés de lms ándc
de a@, â um pinüão de l0 poÌ (25 cm) d€ diâmetÌo pÌimici@, qüè lcione laâ
outÍa eüêÍeôag€@, Os detalh6 de úo as@ apa@em na l.ts- 9-ri|. Pêd(*: 16. Uma áÌyorc de aço @mdciaÌ ó ôuÍFitada po. dois mtucais selorad@
do 5 Dô. Una agre.agem de tusulo de pr*são 20o e ? poÌ de ÍI;âmerro 6t6
(u) Esboçd os cúesandkts e diaeúm8 de moúocc, hoÌiroúâl ê vd-
onchâvet€da a 16 pol à 6que.dâ do mmcal d;reiro e é acioa{da pô. oÌrre ene6
dcar, bèú múo o dias.Àma de moúentos @úbinedc.
hüBcm, situada direíãmenÍe ahás dêla. UDa polia de 24 poÌ 6rá cncháverada à
(ü) DeteniDar o diâmelrc da árore, úando s lsõ€ ador{d6 Peto arore, 20 Íbl à direita do mancãÌ cquedo e acionã outra loìia siíuãda !o m€mo
ÂSME pqÍa aç! @m@ciôl; admitü Kb:z,o e Kt = 1.5, plrno hdi@nLol poÌ úeio de üma @r.eia pÌana. A Ìclàção de tênsõB íod ro-
Re'p.: rtÍmáx.) = 9.600lb pol (to.800 ke cm): Mó(@áx.) = 16 35o |1106da mrreia ó de 3:Ì, scDdo o .Mo fmoxo o sup€rior. À poiência í!ânsDitidu
Ib pol (18.300 ks cm)i d = 2,a3 IDI (7,08 @). a do óohp . 330 ip.n. AdnitiÌ (r = Ì<, -r,5. PedNe:
214 EI,EMEìTTOÉI OB4ÂNiCOS DE MÁQI'TNÁS crt I TBTNSMTSSÃO DE POTôNCIÂ 215
(a) T.sçar 6 diasÌt@s de noDútc. (ó) Carcúhr o dÍÌúetÌô dú áÍúq toDudo @ao bM dé cál@lo a r€ir-
(à) C.l@le o dienetD dâ áry@.
(c) Csrdhr ô dêfiê,úo úeula d g@ur.
Àa!.: M,(mÁx.) = 11.450 Ib por; Mô(ú&.) =38.5(|0lb lbl; D-
= 8,72t Poli 0 = qW.7".

lt. Due ár(m, uma @â e outú mÀcicÃ, déY@ ter isud cistêícia t
túcão. À 6Ìvoe oca terá ú diâm.t o 107o @ior quê a Eaciçl. Qúl Èá
â r.de6o d6 p6e ds 5ryorB e .ão do e6úo @tqial.
náp.: O p@ da oca é 607o do p€dô dâ úâciça-

18. O @fiodte dê qtlito mkeo tgoJto o o dis s4stridot da Iìs. 9-r4


é 0,3. O @Dúto de torcão re*áÌio peÀ sird o mâtto, nesso. @.diçõ6,
é aplicado nâ st|@idaiüe dEêita da sua áú@. Se €t. âdore é de aço SÁ.8
1020 toepqúdo e úmido, tendo tdÈão rle ruptua dê 80.000 pei ê têú!ão dc
dcoammto de 5-000 rBì, qoat s.á *u dieúètb, de eo.do 6m o ÀSMEI
Àdúiti. Kó = 2 e K, = l;5, D€pee o p@ da áNoft ê ad@itit taúhéo
què o mméíto de torCão m6xiDo o(rft quído o dis@ segui.lor etó !o psnto
naÈ aÌio dê sêu flr$, oDo m6tra À Fi8. 9-14.
Fis. 9-15
Rt!p.: l,0l pol.
(.) Câr@hÌ a deflerão úeulaÌ m sÌaus, da drÌêDidade direftà em dtueo
I èqü6dà, d6p,súdo o ef€ito dc rsew dê .hávêlÀs ê ísEbéô o aúdtô
è dside. pÌoduido pdc @bd da polia e da rcda dhrqd4
n*p.. Mt<úíú;) = 2-700 lb.pol rÌ'ò(eáÌ.) = 4.?00 lb.pol; d= 1,86
rDt 0 = 0,389D.
a). Uma ámre 6rá donrada atÌo Dúcais sepaúdos de 3l Dés (930 cú)
. t âEmire ü.000 hp â 90 ap.m. O D6Ò da á.wre é de 14.850lb (6.200&s),
..üdiâúet.o dtem é de lSpol(45cn) èo iútêno.b 12rDl (30@). Dêtefuinü
. t€ÍEão itrduida na ára@ ê a deÍlqão ansulü dhe G Dúcab. Não it6_
!.e'r. o p€o da áme.
Iìcrp.: c. : r.92ç pu; 174süe/dz); d = r,95ô(2,09ï.

2r. CôNidáEe  Fis. 9-1ó, orde o pinhão acima ümâ co.oa sirnado Da
iËúa vetticd e abairc deÌe. O mor@ dGdrclve ?5 hp a 200 Lp.m.i o eÌcita<to.
d.ode 5üpeo Büante é Áisoryido pelo pinhão. O motor e o excftadoÌ são
titrd6 À ál:l@ por úeio

Fie. 9 -Ll

19. Uma áryore de aço @mercial é süportad por doiE n@aiB .f6radc
de 36 pol. Uúa dglmaeêú úú 6 deúi6 dê pqfiÌ *olvdlÁI, @m ânedlo
dê pesão de 20ô, íendo 30 lol de diâúeho pdúitivô e p6údo 500 lb é @ch&
y6taitâ À á*qe I pol à düeitÀ do maocal üreito. U@a oita d@tlrld dë 12 pot
dè diâmet o é encbÈyetada à áÍy@e ,0 pot à direiia do m@cl 6quqdo. O IEso
dÀ úda d@tÀda é de 210 Ib. Àdnir6è u d6preivel a têDão ro rúo Êoú
da corMtê. À eís.daBd @havetqila À âPore @ÌE 9 LP a 2rg r.P a de
Fla. 916
outa mglmâsem siüuada na m6ma yqiical e sobre el.- Na od d6iÁú 3ãô
Éri.ados 5 hp è c r6tet6 sa@ atrN& de ú aóplaú@to ídívd Gitrado
(ve. rt8. 9-15). P€d@: d. qiulce preGado, dqueto o pinMo é eúchayêiado. pedNe determinú o
6 pol à 6quqda íIo múcd dquddo
dlloot@ da án|re, sah€ndGe quê €la é dè aço SÀE l0i5 tendo uma ren!ío
(a) TÍaçe o diasmúâ de úomút@. d. |uptuÍa de 75.0t10psi e uús rersão rle 66úenro de 4s_000psi. O ânsuÌo do
216 XLEÌTENTOS ORGiì.IÌCOS DE MíQUINÁS

p.6são dc d6r6 ê dc 20o e elè são rebaixadG. D6ppu â conMlmção de


tensõs proÌetriente do ajBle pr6ado.
T.ãça. os diãeramas de monetrto.
Àdnitir I(à = lír = r.5.
Rfp.: Mt:23.6t0 lb !ot; Mò(mô{-) : 69.20{ Ìb.!oÌ; d'(Fatuisí-
vel) = Ì3 500 psi: d 3,81!oL
-
22. Uúà í.Ìora de 18 pês ilè ompriúúb c I 3/8 Fol de diâmeho, recelp
10 lìp ê 500 Ì.p,m, em ünã das ert enidad6. Seis hp úo reri.âdd em um porro
sii(Àdo a I p{s ìo ponio de mhadê ers Elaúte sãô rcliúdc na outú erLc Projetode Acoplamentos
midade, Àdmilindo C = 12 X l0Ê !6i, detmiDâr â delldão aneuld de üBa
cÌkcnidadc cm rcÌação à oulra.
Resp: 0 = 2,49o. C â p ítu l o 10
23. UmÊ áNorc maciça dê 9 Fol é 6ada ptua acione a hóli@ de uú naüo.
É nea6sário rerlüzir o peso ila áNoÈ dè 70%. Quúis ddeú se. d dimdFõe
de uma áno.e @a ïeita do m6mo úatdiaÌ I
(È acoplamerrtos são usados para ligar seçôesde árvores ou
Rcsp.: do:75 ??lpol: di : 14.980 poÌ- para ligar a árvore de uma máquina molriz ao de uma acionada.
24. Umâ árvore de diÂmetro comtúie 6tá apoiãda €m mãncais epaÌadc
 ligação por meio de acopÌaüentos é pcrmanente, enquanto que
de 3t IÚl. Finrrc os maDcais, hâ du6 ÍoÌias erchõ'etâd6 à án'@: trmá ds o uso de embreagenspeÌmite à ligaçio scr íeita c desfcita à voútad€.
!DüaÈ, con diâmêiro de I pol ê peandD 20 Ib, 6tá situada a pol à diÌeita do marcal O estudo das embreagens será Íeito em um capitulo à parte.
êquerdo; a out.a, com diârnerro de 16 pol e peando 60 lb, elá siíuada 29 íbl à
direiia do dancal €querdo. Clcsilicação. Os acoplamentos podem ser divididos em dois
À tuvo.e gira a 900 r.p.ú. Os .Àmos iens e tmu\o da d.rja são horizontáis grandes g.upos:
e pa.ãlelÈ. Una pôlência de :d hp é f(occida à ÍnÌia dc 8 Èt. À polência é
t..Èsúirida da poliâ de 16 pol pa.ã oÌt a, situâiÌâ de tâl nodo a psduzir o nenor A) Anplancnlos úsidos:
momctlo flctoÌ na ánore, 6iando a coúeia na lúri?oDtãl ê tendo G .aúos teúso
São usados para baixas velocidades e ârvores muito bem aÌi-
À tasão máÍima p.mirsivel na dúch é dê 300 p6i. À relação do diâmetm nhadas! coüro exemplo, citâm-se 06 ajustados por pressão e os de
da polia para a et6sura da dreia deye ser isüál ou sDeio. a 30, À @reia luva cônicâ.
üscdÀ túá spcsüà de l/4 pol. O ceficieDte ile atrito mlre a @reia e a Doìia

B) Acoplamentot Jbxbeü:
À áryorc é dc aço SAE l0$ lminâdo â qüdte @m ìma taÌsão de nplü.a
dÊ 80.000 p.i c rcnqào de ccmamdr,o de 4q 0o0 ÍEi. Têm as scguinteslinalidades:
O cü.egamênio é 6tático: não hâ choqus-
(a) Ìêvar em conta pcquenÒsdesalinlamcrtos;
Dêle.úina. o diânctro dÈ ánore b$€do nâ aistêeià, rÌeneÉo nos @ais
e ÌeÌftidade ditica. Deprezd o pdo da áNoÌe e ilas D.,ÌiG Iúa 6 éÌculos (ò) peÌmitir mor.imento aÌiaÌ das árvores;
ile Íeistênciá e dellexão, (.) aliyiar os choquesfazendoa transmjsúo de potôncia atra-
Rccp.: D = 7,5 pol bd€do na Èistêncià, de aco.do @n o ÀStltE. vés de molas ou âbsorver vibraçõcs cÌisl,entes.
Para *lc diâmcÍro a vc.locidade Gííica é dc 2.720 Ììt-m., vaÌo.
6tc múto acima da yehidade dc fucioDúmto- À dendão Como cxcmplo, pode-sê citar o acoplamento fÌerivel FÀLK,
etáiica @b a poÌia de 20 Ìb é dê 0,00J-9 pol e eb a de 60lb
o acoplamcnto dc OLDUÀ\Í, o acoplamontofÌ0rí!eÌ tipo engf€-
é de 0,005 rrÌ- Un diâúctÌo dc 2,25 poÌ é |'llsáúo p@ Fitr
exc*iÌa deflexão nos m@âiq âdmitind()* I/D = 15. nãgem, o acoplamcnto por mcio de cadcia siLerìciosaetc.
Os acoplamcntospodertrtambém seÌ clâssilicadosqüaÍto à posi-
Cão ÌeÌaliva das árvorcs l;Sadas- Podc sc tcr os seguintcscâsos:
(d) âs árvorcs são colincaÌes;
(ü) as árvoras se interccptam (usar uma junta univcrsat)l
218 EI,IMEI\ÌIOS OROINTCOS DE MÁqUN!S c^P. l0 PROJXIo DE ACOFLÀMÈNTOS 219
(c) ae árvores são paralelas mas não coÌineaÌes (üsar uma
junta de OLDHÀM; e6te tipo de junta deve seÌ evitado, sempÌe
{c) r,a equocão Dx :Ì . MtKt. noo"ndada pêtâ AqfúE. podese
quo po8sível, quândo há grandes caüegâmento€, em lace do grande ,
úhito provocado). íird n capacidâdê de r.úsofti. momdro de rorção ila áNoe,

Como oÊ acoplamentos rígidos podem tÍaúsmiúr esÍorps de


ílexão, há â pGssibilidade do apaÌecimento de falhas por Íadiga- l6
:
Em vista disso, é importalte obter um bom aÌinlìamento das árvorcs ro4.400)(0,?s)M&. .' . MÃt r7.ooolb.pol
ê também locâlizaÌ os acoplamentos eú pontos onde o momento otrde d, dev€ ser o m@or yúlo. d6 ilüqs Ì€ldçõ6:
fletor seja praticamente nulo. Tanto os acopÌamentos rígidos como
0,l8dr = 0,r8 (80-000) = 14.400 psi.
os lleÌíveis são, geÍaÌmente, anaìisadG levandc.se em conta apenas
0,3ry = 0,3 (50.000) = 15.000 psi.
os e8forços de toÌção.
O faroÌ 0,75 ó úrilüldo e@ yi.ru{te da pr6dçâ de raseo íle chavera úà á.vore.
Embora sÌrâ lâbdcâção seja lmdronüada, Iacilitando a compÌa
(ó) O q@plaúmío pode ser pojerado admid.doje
!o comércio, a análise dos esforços e a unificação da Èsistência uú {aror {Ìe chôque
ô Íadisa Iç : 1, ou pode 6eÌ laado àré o lim do prcjero, o pmduto (r4rri)_
Èos pontos cÍíticos, é proyeitosa. (,) À análGe d@ prârDs rbde u lcfta de quãlqucr dos modoÊ apreseD,

PROBLE}ÍÁS RESOLV )OS (r) admitir que os pdafus são ãperràdos a mão e que a cúBÂ rbde se.
l. Um acopÌamento ígido tem, para diâmetro do luro cenl,ral, b.Dmiliila de üma pa.r,e à oürÌâ do amptmeDío, eÌercendo um ciÈaÌààme,ro
uíoúe no corpo do parafuÈo;

ffi nol {S cm). Quatro paraÍusosusìnâdos são âjusradoô em (2) addrir que os püafMs são ap€rrqdos ô não e que a careà po.tc seÌ
lmBmiiida .le uma paÌte à ourra do Àoptàmenro exÊfeúdo uú .;saÌhau€nío
furos cujo acúamento Íinal foi feiro com âlaÌgaatoÌ- O diâ- üoiÍo.@c no corpo do pa.ât@ e isuat a 4/3 da rosão cisalLere médjà;
metÌo do círculo onde os paraÍusos estão ìocalizados é de 5 pol (3) admirir que 6 parafus êrão apütúdos a t{t ponio que â potênciâ
(12,5 cm). Se, tanto os paÌêIus,os como a áÌvoÌe são de aço SÀE $ja tuMilid de uúa partc à ouíra do aoptaúcnro, at.avós do aíriio;
1030, com uma tensão de Ìupiun de 80.000 psi (5.?50 kg/cm) (4) admiti. quê os perafusos etão aperrados ítè t€t mo.to que pa.te
da
e uma tensão de escoametrto de 50.000 psi (3.600 kg,/cm), deteÌ- loíêlcia seja rÌaúmÍid{ por meio do ar.iro e paúe nr.avés do cisalhamcnro

Em (Ì) e (2) é usüal adn ir quc a carsa é uuiao.mcmen.e alisír;buí.ta enhe


tod6 os pdâfu$, una tez que sÊ r.aía dc pa.afüN om bôm acabanenío
aupeticid, âjustldc em furc6 cujo ãcabame,b Inlal Ioi teiro co@ ala.sador.
(Quudo houvcr rols oúre os pararu$s e os fuc, é à@$clhável sot[Ì a exis_
tlDcia, poa úlculo, dc apeias meradc dos parafNs,)
' (12,5cm)
(d) üsúdo â @tuidc.aoão (1), que ó a que corGponale
so cálc,ro nais se_

M , *' = .,1 "; ) 1 1 ,") ,,. . 1 7 .0 0 0 -41040 ( - "í xt,4 , . .


)(;
. . .1 : 03A7 wl,

r. - teDsão ciso.lhadie admisiyet, Íxi:


Fis, l0-l d : diâme[ro do orpo do pamfw, poÌ:
Da, : diâmetú da ci.cunfc.ê"cia otrde eúão llxútizaalos oô ceúírcs dos
mmaÌ o diâmetÌo necesúrio ao€ paraÍusos, para qüe tenham a ítrG dos püafus, Í6tj
mesma capacidade de tÌatsúiÍir o momento de toÌ6o que â árvore tr : númm toÍql de parqfcq.
(veÌ a Fig. Ì0-l). Use um puatuso de 3/8 pol oD ?16 poì.
aÍ,ErBNtoa onoÂNrcoaDE xlQun{_rs cÀP. 10 PROJBÌO DE ACOPI,Jì4ENIOS 22r
(.) U.ando (2) t€m*:
MateÌial dâ árvore - aço SÁE 1045, recozido, tendo uÌna
,,., : +". (+) (.|,ì . . d: qi4?Fol tensão de luplura de 85.000 psi (6.000 kg/cm? e uma tensão do
", êscoâmenlode 45.000 psi (3.200 ks/cn,).
PodeÌá s6 eò um pe4fw de Zró pol. Bxistem grandes IoÌgas entre os paraÍusos e os luros no acopla-
(, O pDbleEa que .e ê€a@irch{ a etocão pdo nérôdo (3), aciD& 6pè metrto (ver Fig. ì0-2).
Pede-se:
Pcb tbkfu hétÌi@:
(Ì) À capacidade mánima de lransmitiÌ potrêúcia, baseada no
16úK,
(4) (5)3 :
r (1.030)(0,?s)
tí,& = r9.0O0Ls:cú atdto, entÌe as düas paÌtcs do acopÌamento,
(2) Conparar as câpâcidades da árvore e do acopÌâmento de
d' = 0,18(5.750)= r.030 ksl@, @ transaitir potênda. ÀdmitiÌ caÌregamento estático e que a áryoÌe
d. = 0,3(3-600)- l.080ks/c@t. está submetida âpenas à l.orção.
(ò) e G) kuais.
(d) 19.000= r.0ï0(: Íd') (+ X r2,E)(4) (a) Á capeidade de t.úsairir momeúto de iorção, bas€aitano âtrito, é
d :0 ,9 ? c m ; u s ü d -l c ú . (Ê Capiürìo de Embrcqsc6):
(e) 19.000 = 3/1 (r.030) e te) è x rz,s) (4) F - !. RJ : 3O.W0(0,15)(3,?5)_ Ì6.900tb.pol
4:
d - l,ltz: usd d - t,2 cn,

2. No projeto de acoplamentos .igidos é usìÌal admitiÌ que os f - ío.çâ uiâl r,[âl caúáda peto apdro dos parâíus, tb:
paralusos se alrouxam duÉnte o serviço e a capacidade do acopla- J : @efici€nre de alrito;
meúto Ìmnsmitir momento de tor-
o á,.Ìi 'o'"(i ,:l=i .' =, ( !l 3l l = r,s o.r.
& - rãidc
ção é baseada nâs tensõeõ des€n- ) )
E volvidas nos parafusos, devidas ao Àdmite{e no c6o que a Fr6ão é unito.tuemdie disrribuída.
E
ctuâlhamento dos mesmos. O a- 4t'ry ló o00) í30or
PoGDcia tÌbmilida Flo atÌiúo - ' .. 3o.4 bp.
5 trito cistente entrc âs duas par- - ô3ìiin_
te3 do âcopÌamento, Ìesultânte do (ò) Capacidadê de raísmir,i. momhro, do áúorc:
E E
I aperÍo dos parafÌrsos, é geÌâlmênte
r, = !'r4 r? ioo (0.?5)rDi
desprezado. Àpesâr do acimâ e!- - . lS o00Ì b. pol
posio, o objetiYo deste problema @de: o' é o ndor dos yaÌor6:
é deÍeÌminar a capacidadc de
o,r8(85 000)= 15.300!si e
trânsmitir potência de um ceÌto
Fis. 10-2 0, J0( t 5 000)_ lJ. S00I *i.
acoplamento, Ììaieâda Do âtrito.
Condiçõessupostasl O fatoÌ 0,?5 foi @nsiddado peá teva. em co![a a @nc€níÉcão d€ rúsõ@,

capecidaÍle ite tmnsmitiÍ poíência da áNore : -l!-{ 15-990(300)


Nrimero dc parafusos - 6. -
: ?5,?hp. 63 000 63 000
Diâmetro dos parafusos - 1/2 pol (Ì,2 cm).
lìorca iniciaì cm cada paraluso - 5-000 lb (2,200 ks). (r) PâE c dados roÌneidos Ìèse que a capacidail€de fualsEiii. poúrciÀ
DiâmetÍo de contato intemo - ? pol (r8 c.Íì). do acôpÌamaro È€s€ado tro ar.itó) é baio. qüe a ita ánore.
Diâmctro de contato extemo - I pol (20,4 cm). Pelo .isteha ntui@l
Velocidade de mtação da áÍyore 300 Ì.p.m. (4) Mt - (6 X 2.200) (0,15)(9,€) = 19 t00 Ls cn
CoêÍiciênte de arfiLo - 0,15.
Diâmctro dÊ árvore - 2 pol (5,r cn). oDd ê: Â/ - i .ffi _
;r r a.a,_o.úr ,m .
ET,EMEÌvIOS ORCÂNTCOSDE !ÍÁQUrNÁS ciP. 10 PTìOJEI0 DE ÁCOPLÀìÍENTOS 223
Gddmture" o valq dê , dcrêniqado peta equado acina é euito pequ€no
. .! .üficuÌilâd6 de ÍuDdiéo ob.ieaú a usaÌ üm yaloÌ maior que o calcuta.lo.
79 bp. (2) CMpuão
72.600 - s4üJìrütl e..rre o patuJuú e a aLN. Neste cÂ@, reutra:

(bt Mt = 0.15:-= - o.rsrr.:oor( -,i.) = rs.loole.c. ú =ú B ( d t ) +^. , _ ; # " ,


t8 400(300)
_ __
_,íhp.
^ ú, :ttuão petuisiyel de @úpr$ão süpêrficial do püafM
72 640 ou ala àìoa
(a nènor), psi;
(c) Concl6ão idêntics à da slüção antdioÌ. d = diâmetm do pantDs, pol;
Dd : diâúeto da cir.unlerência d6 f@s dos pdâfrsG, poÌ;
3. Os PÌoblemas I e 2 se prcocupâÌam coú o cálculo do diâ- a : rúme.o de pa.afMs que rêalmenre suporre o esfô.ço, seguúrto o
metro dos paraJrsos necessârios a transmitir uÍúa dada potêtrcia. crpoÊto no iíen , do pÌobl. 1.
Neste problema o objctiyo é deteminar as dimensões necessáÌias (.) A espsua do flos€ é bòeailá em rcúúendaçõG práticas e en faciü_

4. Uma conexão do ripo FÀLK esrá cnchayetada a iluas


drvores de I pot de diâmeho (r"permìssível: 8.000psi pam ár_
voressem rasgode clìavcta c a" permiÂsiyel: 6.000 psi para ár].ores
com Ésgo de chaveta) (ver Fig. l0-4). À velocidade de rotação

Fis. l{,-3 Fig. l0_4

às várias pârtes do acoplameDto. EstabeÌecer, portanto, âs relações do conjunto é de 950 r.p.m. Sc a lâmina de ligação esrá a t,S poÌ
r nece$árias a determinü: (a) o diâmetro Dr do cubo; (ò) â e$. do centm da conexão, quantâs doò.os de 0,0Ì0 por 0,100
;ol
p$sura Í da alna; (c) a espessuÉ Ìr (yer Fig. 10-3). de aço (SÀE 1045 renpeÉdo em água e revenido a 600"F) são
recesúÌias p À Ìâmina de ligação deve ter gãqa àa resisiêicia da
árvore de acordo com a ASÌ!ÍE.
(o) O diâúetÌo do cuho por re@mèndaqão rÌe p.áüca, dqe sú de r% a z
vêa o da áúore. Ásim, ieúse: aco empregado na lâmim de ligação possui teÌÌsão de Íuptu_
-O 150.000 psi e tensão de eÊcoâmentro
ra d€
Ds-\,1íDs
tfe tra.000 psi. eual
a 2Ds.
a aobra de potência da conexão, quândo esia esf,iver rransmitindo
(ò) À ep€suâ mínima, é calculada laand(* eú onra: G) cidalüadèlro 13,5ìp I
dú alma; (2) ompr€èÈão ôup€Ìficial eÍíE 6 púâIu* e â orna (püafüB@
Ds pa.ed* d6 fuG). ^rdados
(r) CisüôrPÌto do dr@. N6te ce: (o) Câpacidade de im6nirir momeúro de torção, da tuvorc:
o"*& 6.oootr ( l:)
Mt-o,(rD!t)+ .'. r-#F .. _ _. t . Ì 90 Ìb. pot.
ì
EI,EÌÍEN-IOS OBCÂNICOS DE rÍÁqurÌ{ÁS
cÀP. 10 IBOJATO DE ÁCOPLÀÚSIi|ÌrIOS

(ó) Àdmit$e que as doüru 6tão sjeit$ apd6 a cisalhamhio. À capa- (c) Determinar o nomelto de toÌçâo trâ áryore Sr, na poeição
.idad€ de ttusúitir úomento d6 doôru é:
ft{}le8eútâda na Fig. l0-5.
ú=d,I h. Rt n .'. 0,95 (r,r80) = (:?.000) (0,0Ì0) (0,100)(r,5) (n)
+'(".""- €
l.nsão.taÌbanÍe pprmisíìcl. Lomuda dmo o,18,! de a.ordo @m
o (0,18 X 150 000 27.000psi);
-
^SME da lâmina.le aço (0,010 por;
, : 6pNüa
/r : ldgu.n da lâúitra de aço (0,r0 pol);
IÌ./ : raio medio do celtm da @qêrão à posição d6 dobr6;
n : número de .aóÜúi

lì€solveDdo a equução acima Ìslla:

n = 27,6. Usü 2A dob6.

(.) ParÀ 28 doò8 a .apecidade de rrMitir moúhto é:

lll.:ú " 1h. r y . n= ( 27 000) ( 0, 010)( 0 , 1 0 0 () r , 5 ) ( : 8 ) : l. l40lb.pol


poíênci a ser úransmitidà, ddt Õ da seeüdça, é:
^
.*- =;it 4. Ì r . Ì 40( 95 0 ,
1i.2bp.
õõit - - o:r ouo
Àssim, o acoplamenio pode trhsmi.ir l3,5 hp mm pcaibüdadc d€ uma ' ..ên20.:Í91'
: 65,{4..n26f
rb 12e,5ke)
sobrecuea dê c.Íc^ <tc 3070.

5. Uma junta universaì ê usada para ligar duas árvores que


se interceptâm mas não estão alinlÌadas, como mostra a I\. l0-5.
Às veÌocidad€s angulares das ârvores são difcrentes; e, só seriam
iguais se as árvores cstir-essern alinhadas. À rclação das r.etoci- ìí- 179x 2:353 rb-rôr. (4{5 ks.cmJ
dades é dada por:

À.s" cos0

Nsr : velocidãde anguÌar da tuvore acionada;


/{s, : velocidade anguÌar da árvore uouora;
0 : ânguÌo entre os eixos das árvores;
a : ângulo qÌre a árvore acionante laz com a posilão na
qual os piDos do garfo aciotrante estão no m€smo plano
das duas áwores.
Àplica-se um momento de torção de 360 ìb-pof (a05 kg.cm) Fis. lr-5
à árvore S1. Às duas árvores S1 e S, estão úo mesrno ptano hori-
(ó) Determinar s-s dimetrsões dos piúo5 da cruzete paú umâ
zontal.
tetreãode compÌessãosuperliciaÌ de 2.000 pôi (144 kg/cm1), umô
226 ELEMENIgS ORGÂNICOS DE UÁQVNÁS crP. 10 PROJETO DE ÁCOPI,Á}TTNToS 227

teúsão de tÌação de 20.000 psi (Ì.440 kg/cm) ê uúa tetrÂão de


cisaÌhammlo de 10.000 psì (720 kehn'). (o) 405 = r@s 20'(5), P=8ó,2Ls.
(c) Calcular a m6xina tensão cisalhãrte tra S€ç. B'E. I X 5 = 06,2x 5 - 431Lc.cm.
(ò) (r) r44: 86,?0,6d

(o) HÁ válios @dc dè se dolÈbiú o mommro úa árorc S,. UD dêIè ,r, ,.nno= 8u'(9:!)!,n!")
{r/õ{)(d')
ó dúiÍú a cMtÀ, aplicddo B €qúçis de equilíbri', e @&luiìdo quê s
únic6 f@ça quô podeú ô6 aplicadâB são d ildicad6 ú pldo dq (fut!-
f cad{ Ma d6 f@ç6 lgindo !4 @zètl As comrbút€
Sej.
de F asindo @ ór-
.,)*"=+(#)
yoÈ Sr 3ão f cd 20'ó f 3d 20o. O t''@ú|o ú! ár@S,, dqüo à ação {rq porlanto. d
Dqeá seÌ úado, - tcm,
.rozotaj é Mt = 360 = {r@ 2V) (2).'- F r9t-11b. O @úata E árl@
Sr ó i(2) = (19r,1) (2) = 383lb.pol.
-
C@vém obs@ü q@, prm a F6itío _- {8r x 5) (Ì,r2;) 29,s
onde: r'@a = 8lkC,
repGenrâda, â áFme & 6tá $jeita úpm6 à torção aql@to .Í@ Sr e.tá Fsúa = 29,5kC.
sú€ila à toÌ!ão e tlexão. Se a áryore $ fd snada ds 9('', fic!ú tujeit{ apêÀÃs o - 667kel@'
À roÌcão aquüto q@ g, €taá sujeita à toréo ê Íldão.
Cisalhamdto mtuimo:
UD se€údo Eodo é úa a relÀéo da Ìerocid&dG úeda6, paü obt6 o
moúdto do lorçeo. Dep@edo 6 atrits, a potôeia rcebillt .reve s ku.r o. t (661) : xx1,í ksl cú,.
-

PROBLEMÁS PROPOSTOS
Isr Nsr I& Na: 60
- ou ,s' rrq = ^,s' I ^. \
ót.000 ó3.000 [es' I _@iã*rtr. ó- Uú acoplMenlo Ìieido iem circo parôt$os de bom acabamento Èuper-
ficid âiútailos aos Ìêp@tiyG fús: o diâmeho da ci.cunfê.ôúcia dos centros
Pqa ?sr = 360Ìb.!ol, 0 : 20o e d = 90o, s posiÉo repGdtsda, vd: dG pdatD$s é de 6 pol (r5 cn). À3 áNoG são de aço óDe.ciâÌ lteBão de rup-
rúÂ - S. 000 p6i (5?5 ks/cm:ì ou 6 000 lrei (430 ks/cú') se houter .sgo de cha-
360 = veÍâl e têm diâmetG de 1sÁ6 pol (5cm). Deidminar o diâmel.o padonizado
Tsz= 383lb.tDl.
do püâIuso dc taÌ modo qDe el6 tetrham a mdmÀ r*istência que a á.yore.
Calclle de acoÌdo @m o ÀSME:
(ó) O ram@ho dc pinos dependdá do cârcs@@to má;úo qúê (){fre
pea a p@icão repr6miãda: n6te c8o. acsrAa rúÌiúa no pim é de 191,4 Ìb. (d) adriiúdo quc 6 parafuss se afÌoux@ c a ênsão cisalheta é ui
tomemenrc dishibúda;
(l) Diâúetrc do piúo baeado @ @Dpr6ão tuFê.ficiâl.
(ü) admitiÍdo que os pdafüs sc âÊoüÌáú c a teBão cisãlhate máxima
ób --ì-= l i 2 .o o o = ++ .. d: o,io4pol
 tcBão cjsÀìhante pe.dssível nc Éara{u$s é 10.000 pli (720 kg/cd).
(t) DiâmêtÌo do pino b@ado úa fldão: Íre6p.. la:) d:0,2?0 pol (10,? cú), úd 5116poÌ: (ò) d:0,319
poì (0,825 cn), üsd 5/16 pol.
2 0 .0 0 0 : lr9r.4x v4) (rl2<t:) .l = O,29úttL
kl6qda ?- Um íldêË lisa dus áÌvors de Âço come.cinl de 2 pol (5 cm) de diâúetrc .
Ás âlms .[os Írús6 ôão ligadd poÌ qualÍo pdafc6, do meìmo úiteriâl dÀs
(3) DiâEêtÌo do ád(E e @Ì@adas emfüM @m folsa. O diâmeírc dâ circutê.êdcia dos cenrrN
do6 peãftrs é dê 9,5 pol (24 cú) e a 6p*ua da alnâ é ?8 poÌ (2,t cm). DÈ
,oooo:(+)(i#)
"=(+)+..
d: oJ8pol
(a) o dieúeiú m'úino n@á.io a@ püafus$, peâ túDniiir o n6úo
Un ptqo de d = 416 rbl s6á satidatório. @m.o qÌe a Noe;
(.) À t@são de @mpresão máxima úa S€ç. Eq ê. (ò) a potência que podo sd tiadsúiíida a 200 rp.m. sob cureg{úoto con-

Mc P (l ? e X2 )(V 2 ) , 65,4 -,-^ .


r + A --llt,)ir2 * ÀdmitiÍ quc s ppfta pcs@ sê âlrouar du.aúlê a oPdação,
'=
À..p.: (a) d: 0,398 pol (0,98 cú); üar d = 3/8 poì oú ?16 tEl
À tetuão m;;ía de cidâlhâmdto sdá: 1 {e.Oso; = a.a25*1. (bsado na r@úo cisâlhúte uiforme).
228 ELEUENTOS ORGÂNTCOSDtr ì[íQuna-As

Oòr.: reIagão à reBão dè @npesão supe.ficiat (dc _ 2o.), o diâmêrto


, . -Com
6 do 0,070.8 lol (0,190 ctu).
lb) 29,9 hp 129 hp); moDoro = 9.420 tb.Fot (r0 ESc ls.d).
,. C:r" o*t: d. uh s@plsmenr.o seá üeâda  ma áree dè
,.^ '.,sido.
oDmerm , por mf'o de uma .hâvêr€ qraúsda dF dmprintuto iaüaì a 1,25D.
S€rão aados ciD@ paÌâflìs, sj6ú{dos a6 fUG eú lna citanfer€ncia de itiâ_
mettu 5D. AdmftiDdo o aoplamaÌo, áso6 e s chav€r6
do m(eo matdiaÌ, pede!ê:
(4) o diâmebo d dos púafus,
hento scjâ tão Êisterie
em fmção itê D, de raÌ modo que o a@pla_
à to.ção quúro à áooÌe;
Chavetas,Pinose Áruoru, Estriodas
(ò) a dimeÍsão da chavela, d furção .tè D, sè eÌâ rem que
rÈ a tll|e.
óapÁcidade que a árore !a túüeis!ão C apítul o
{te tu|!@b- 11
Iìetp.t (d) .l = o,r22D, admirindo rosão côathdre mifo@úáre
disírüuídq d:0,!41D, adúitiudo rêEão cissthúra máÌiúa
isual a 4/3 dÀ hffia:
Ás chsvetâs são rÌsâdas paÌa evit o movimento ÌeÌaúvo €ntre
(ó) laÌe@ : alrüâ: o,2a6D. árvor€s e i)6 elemenÍos a claÊ conectados, atÌâvés dos quais se trans-
_ -9.
ÀÈ dua paíÈ dê ub a@pÌamdio, rjBrait6 d áryor€ Íte aço de 4 pot mite potência. Embora âs cngreragens, polias ctc. possam ser
de dien€tb, são lisadG poÌ seis pdafÌls de 3/4 pol quê s adaÉa; m í0rú6 presas à árvore por mcio de ajüstes prensados, ê sempre aconseÌhável
@m cdtâ folga; o (M@ei.o da circunfqêúciâ dq drros dG futu dc peaíl)s pÌojetaÌ uma c[aveta para transmitir toda â potência.
é ile l0 pol. À reGão de npruâ da úmm e do ptuaf@ é de 64.000 Fei e a
de €mamato é de 48.000 Fi. SupoÍdo que a iêd.ão ldmÈsivel dG p@ils OB úpos mais comunsdê.baveras sào:
deve eÌ a deterúúada d6 âcoÌdo @a a ÂSME, !ârcul& a @aênciô quc po.Ie (a) chaveta quadrada; ver Fig- tl-Ì((7;
er tMitida, 6eguÀúenre, a 180 ..p-ú. AdmilÊ qüe ."r..g*to e *_
tío uo èa fleúodÈpr @í y el " (á) chaveta Ìetangular; yer Fie- Ìl-1(à);
R6p.t g 2r7be (cqpacid.de de rtumirir (c) chaveta Kennedy; ver Fig, r1-1(c);
- tum@ro, {ìG rúúfrr-
s 7ó 000 tb.pot, adúiÍ,irÌdo t@|ã|o cisaltúr,e uíorl.,''|Ère (d) chaveta Woodruíf (meialua); ver Fig. tl-Ì(d).
-
diBhüuida; capeidode dÀ óre de rrtlMüh e|thÍô :
- Ì08.000 lb-poD.
r0. UD mon@ro ,]l4, = 360 tb.pol é apücÀdo a @a áBoe
ü; $hqÌl(E f.] ,
qú? élâ erÁ lissda a tna ámre Sq poÌ @io de jura
uiy€6aÌ, peiloe derei_
/ft" í@1
(o) o @n6ío de t06o na áwore S;
1Ìï
\+-/ wa
(ó) a força !6 pi!@ ale ou*ra:
(d) s reÁçõe, m Á, B, C e D.
I.ie. u_t
TomaÌ pds rúdêneia & Fis. to-S e snu o eüo sl ile 90e da idricâ.ta.
!ci{ão
,4sp.: (o) 348lb.pol;
(ò) t8o Ìb; r*r;-'- a. l- *r n""*
(c) forçÀ eú d = 0j d A = 0; eD C=4r!t tb; @ D_4Lr

wj-M
lb.

Fis. 11-2

A IaÌgura dâs chavetaÊquadradÀs e ÍetângulaÌes é, normâl-


mente, de um quaÌto do diâmetro da fuvore. Estas chavetaspodcm
230 ILEMENTOS ORCÂNTCGSDE rdíQunrrs
crP. 11 ú'EÀYÊI!s, Pn{os Í iÌvoBElÊ EsmrrDÁs 931
íoÌ om cunha ou úão (face superior inclinada); se hoüì.er inclinação,
Uma chayeta quadÌads pode trânsmitiÌ o mesmo momeDlo
osto seÍá de 1/8 poÌ por pé.
de toÌção, qüeÌ o seu dimeDsionamento seja baseado nÊ resistência
Uma chaveta com cúeçâ (tipo cib-ÌIead) tem o âsp€cto apre_ ao' .islha.oento ou à mmpressão (paxa o. - prova-se is€o
).
Bonlado na Fig. ÌÌ-2. no Probl f. Âs chayetas ÌetaryuÌare€, que são mais largâs que
Chayetas tipo língüeIlt e eÊí'j.assão Ììsada_squando há nêcessi_ ahas, se rompeÌão deüdo à conpressão e âs do tipo lin nl€ra se
dade de rrovimento aÌial relatiyo entre a áÌvore e o elemento a rompeÌão d€yido ao cisoìhameato.
els lüado. Existem pâdÌonizaçôes de diìraeD$es pam châvetas e
eslúas úas oorÍna€da ÀS\lË e da ASÀ. Oe pirroa sâo usados em. juntas $ticìrìadas, para ügat duas
peça8 süjeitas a esfolçoe de tração ou compÌes$o, @mo mostÌa a
O projeto de chavetas quadndâs e Ì€tangutales pode ser
baseado no cisalhameúto e na compÌessão, induzidos em viÍtude do
Ìnomcoto de Lorçãoâ ser tÌaGmìtido. ÀE
forças agüdo na cbaveaa são Ìêpre€etrta-
daÊ ra Fig. t l-3. Á-s Íor(4s f', agem pro-
duzindo um biaário resist€ntê evitândo que
a chavel,a gire detrtro de seu rasgo. A
ÌocalizaÉo exata daE ÍoÍçes f não é G
úecida e é cooÌeni€ote admiriÌ que etaj
são tatrgetrtes à ánore. Esras Íorças pro_
duzcm simültsn€Ámenle cisaìham€Dto e
compÌessão na chayeta.
 ÌesisGncia ao momento de tôrção
Ft. u-3 trânsmiúdo pelâ chavetâ, será apÌoxima- ",
dament€: ?: F., onde r é o raio rlr
árvore. A tensão cisaÌhânte Dâ chayeta seÉ:

FFTT
a,=
bL - EG : - í G
onde Ì, é o compdmento da chayeta.
 toÌção que â úayeta é câpaz de trallsmitir, levando_seem ( D)
conta sua Ìesistência ao cisaìhameDto,é:
. T. : a.bLr.
À tensãode coúpÌeesãona chayeta é:
Fr
\qz)L luz)LÌ (tlz)tÌ .
A torção que a châveta é câpâz de tÌarÁmitir, levanilo_aê em (.)
conta sua .$istência à coúpressão, é: r|g rr-a(ô) . (c)

r" : ,"( u. Fig. fla(a). Se a ca4a F for muito grande, a julta pod€ folÀa!
de un dos modos abaüo relacionados:
"!)
ELEMENTOS OAGIì{ICOS DS üÁQÌrrNrS c^P- 1l cE vÊrÀa, prNos E ,ÁÌvoBEsEsTÈrÂD.{s 238
l. T€Dsãode traçâo na bâÌra: tih rà1
_ _ .. ;l
M ,:. '. I: ._ ,:.
s - t|4' ' 2'
4F
" ÍD' ' Mc 4Fb
Í.dz'
2. Ten$o de tlação tra bâÌra tra altuÌâ do olhal
l"* r'g- 10. Tensão de compressão no pino,
rr-4(ò)l:
deúda ao oìhal da barra:

(d"- qb F
6 .: ;i '-

3. Teüão de cisâlhsmento no olhaÌ da barra [ver Fig. fl-4(c)]:


ll. TeÍsão de compresúo no pino, devida ao olhal do gado:

a|= -r-lr --'-. (aproxiuadamente). F


o \d" - er) "' 2ad '
4. Tensão de traqão no gaÌIo Dá altuÌa do olhât: Âs ligaçõ€€ por 6tÌias' represeÍtailas na Fig. 11-6, são usadar
quando se deseja moúmerto aÌial relatiyo entre a árvore e o ele-
F
_. mento a ela conectado. Às estrias nada úais são qüe chavetas
(d._,1)%.

5. Tenúo de cisaìhaEetrto no gaÌÍo lsemelhante ao da IÌg-


rra(ò)l:
t. - ô:;i - --ìi (aproximadamcotê).
zo lao d) '

6. Tensão de compressãosupeíicial tro oÌhal da baüa, rleúrla


à ação do pino:

7. Tendo de compresúo $rpeúicial no oÌbaÌ do gaúo, deüda


à ação do pino:
feitas aa púpria árvore; seü nrúmero é, em geÌal, de 4, 6 ou r0. Og
F Ìssgo€ coÌrespoúdent€6 no cubo são Íeitos poÌ meio de brocâs.
"'= 2d" ' Às estrieE podeú ter lados Ìetos ou pdem seÍ coÌtadas segundo
üm pedil evolvental. Quando há moì.imento Ìelativo, ne8te tipo
8. Tensão de cisalhamento no Dino:
de Ìiga6o, a pÌe$ão nas estriâs não deve ser supeÌior a 1.000 psi.
F2F À capacirlade de t ansmiti. momento de ior€o de uma Ìigação
poÌ estÌias é:
7 : pAr^,
9. TeÌrsão de Íl€xão no pino, ad_mitindo que ele suporta uma
cârga coúo À repÌesetrtâda nâ Fig. 1I_5. O momento fletoÌ máÌimo otrde:
ocoÌre no centm do púo: p : pressão peÍmissível nas estÌias < 1.000 psi;
EÌ,EMENmS OR4^NÌCOS DE !ÍÁQÌrrNÁS
cÁP. 11 cIIÁYÊrÁs, PrNo6 E lÌyoBes Eslliünas 235
.Á = áÌes totâl da,s estrias, polt;
2. DeterminaÌ o compÌimentô de uma chaveÍa quailÌÂda, ne-
: +t(D - d) (L) (úúúeÌo de esrÌiâs) pol,;
cessfuio pqÌa qüe, setrdo eÌÀ e a árvoÌê do mesmo materiâI, tenhâm
: diâmetro da árvoÌe, pol; à mema Ésistência.
d D - (2 X âItu.a da estria), pol;
L comprim€nto do culo, pol;
O mom@to h@mitido por uúÁ âyore de diâmero {t, admiriúdo um faror
raio médio, pol.
0 ?5#f9.
o,?5 devido à @úedrÁção de r-íqões, é, = tsuloldo êstd
Pinos oônicos semelhantes ao apÌeseútado na Fig. 11-7 eão "
tumeúto ao q@ a cbav€iâ quadÌÀd! é @psz de Eistn, bvaldoae êE @íra o
Íreqüeotenente usados para Íixar cúos a árvores. O diâ.mebo ciqlia!|@io, tama:

_O.75nFo,
16_ " o,bLÌ.

Sub6Éttrinò; por ó € k$tv@do púa Z:

L = l ,l 8 d i w L =t, a t.

3. Deve-se Íixm uma engrenagem a uma fuvore de 1 ?16 pol


(3,6 cn) de úâmetro, por meio de uma chayeta quadÌâda. O
cubo <Ia engrenagem tem 2{ poÌ (6,4 cm) dê comprimento. Á
áÌyore e e chayetâ são do nesmo mateÌiaÌ tetrdo uma teÌÌsão de
cisâ.lhaeento p€missível de 8.000 psi (560 kg/cm). Sendo de
3.490 Ìb.pol (4.000 kg.cm) o moúreÌlto de torção transúitido,
quaia as dime.$es da ahaveta I
maior do pino é, geralment€, um quâÌto do diâmetro da áÌyoÌe.
À capacirlade de transmisÊão de momento deste tipo de chayeÍa
é detemfuada peÌas duas &eas sujeitÂs a cisthàmento. Ieúal@ito a eÌprdão que itÁ o @@!to de tdcão qe  chaveta ê @pa,
ìl,e Biô|i., |!Ìeiio+ eú @to o ciddha@to, ao vato. 9.490 lb.pol e Ì€âohe;do
p.Ì! 4 Y@:
PROBLEMAS RESOLYIDOS
rL!'6,:3.1q . .. (.!1q11) t",ultu11r.oo0)
- i.4e0 .. .
l. Demonstrar que uma chaveta quâdÌadâ é tão resistent€ ao .'. ü - 0, 3 pol. Us üúa châ@tq p&droli,ÀítÀ do 0,2Spol.
cisalhâmeÊto quânto à compÌessão.
P.b títbÚ núrt6.
4,000 : rLô o.
Sob o ponto-de-yisra de 6mptessão ã úaveta pode èsiún ao *euitrtè |F 4.000 : 1,8 (6,4) (ò) (s60)
ó : 0, 624cú.
múto: r. : d. (;r I..
Po{l! s adotÂrlq a nêmq ctevêia cihda.
Sob o tDnto de yista de cisalhamento o mo@!ô quê eta suporr{ é: ?. :
{. Uúa chaveta tilo lrngúera,de ll2pol de largura e B/Bpot <le
_
Isualaúdo as duas €quações para que haja a |Gtu
altuÌa deye trãnsmitiÌ uÈ momento de 6_000 lb.pol; a árvore ten
r6isúêúch ao ci$lha-
m€nto e à mmpr6são e leyando eú @ntâ que d. = ?d., v@: utn djâmetro de 1 l/2 pol. O aço da chayeta tem uma tensão per_
rnissíyel à tração e coúpÌessão de 16.000 psi e uma tensão perÃie.
z', (!) u =,,tt, í=ó (chavetq q@dEit|). íyê|, ao aislhâmeìlto de 8.000 psi. Dete!ìninar o compÌiDrento
do úaYetâ.
rr,Eì&Iir'roÊ oBcÂNrcosDE !úíqnrNÁa cÀP- 11 CEÂVÊÌÁS, FBIoS T íÌvosFs EsTeIÀDÁa 237

?. Uma Ìiga(ão estÌiada em uma traÌìF,missãode um autoú6vel


Co@ â ch{vels é matu Issâ qrc alia, ela iê rcDperâ pG efeito da oDpl6ão.
tem l0 ÌaDluÌas cortâdas em uúâ árvoÌe de 2 1/4 pol de diâmetÌo.
 tltuÌa de câda estúa é de 0,214 pol e seu compriúento 6 de l,?5 pol-
Li - 6 000 . '. (16.000) G) (0.?5)= 6.000. Qual a potência tÌànsmitida a 2.500 r,p.m. se a pÌesÊão nonaì
'. (r, (ïj
nas estria8 é de 700 psi!
, = 2,66pol. üsd+-á L : 2 Xlt vI

5. Se a chayeta do Probl. 4 tivesse 3/8 pol de largura e V2 pol Á@ bür das erhis: (0214)G,? G0)- 3,?4!of.
de altüra, qÌral Ê€da o seu comprimento, se âs demais coEdiçõ€s Mo@to : (3,74X 700)(r,0ro) = 2.660lb.pol.
Iossem as mesmasI
I'ot&ci! = -r:::::.:i;:::-. I = 106hp.

Nêsre (j@, À chav€ia é meis fÍásíl !o cislhaú@ro q@ à @bpr€66ão. 8. Udâ clayeta WoodÌúf de 3/16 pol X lpol é usada para
Iüar uma engrenagem a ìrrna árvore de 1 3/Ì6 poÌ de diâmetÌo feifa
o' bItr = 6 -oOO .'. (8.000) (0.5) (r) (0,75) : ó.00q t = 2 rbl de aço SÀE 1035. O comprimento da châveta é de 3/32 pol, Á
6. Um pino de uma jlmta aÌticulada, como a representâda na chayetâ é de aço SÀE 1035, estirado a frio (d.: 99.000 psi o
Fis. l1-4(a), está sujeito a um esloÌço aÌiaì de 20.270 ür (9.200 ks)- ar : 78.000 pãi). DetemioaÌ a capacidade de tÌansmitrir momento
À espessura do oÌhal ê 1,5 vezee o diâuetro do pino, a tengo per- da árvore, de acordo com a ÀSME, e a da char'€tâ, usando um íator
missível do materiaÌ à tração é de 9.000 psi (630 kglcm') e ao cisâ- de s€guÌanç 1,5 baseado aa teüsão de escoameDto do material.
lhament,o é de 4.500 psi (3Ì5 kg/cn). À teNão de compr€ssão
supeÌlicial permissíyel é de 3.000 psi (2r0 kg,ícm:). DetentuaÌ À r€Eão de cislh@enÍo penisíveì p@ â áFore é o @Dr dos ÌaÌo@:
o diânretÌo do pino, 0,l8rs ou 0,30rr. N*te (*e, o! = 0,18 (92.000) = 16.560 pôi.
Poúalto, l,@do lm {ÀtoÍ 0,?5 para levs om @Dtq a @rceírÍação de tdsõés
teú{ê, t)e a árqê:
Deves€ vôrificaÌ o pi@ quio: (c) à lÌeúo; (ô) Ào cielhAanrq (c) à
$peÌficiâI.
0,75r (1,18?.5)' G6.560) =
@opr*ão ,: 4.r00lb.pol.
16

\"),h- + - !l!+yl\ ... eooo=


@onn x \ídJ&)(dt2) À epacidadê de trúsúiiir mom@Ío {ìa chavêta, lèvúiüo-s€ eú @nta o
o'srhâm4rÌ^ e Âdritindo q@ a 5ì@ r6i6tentê ê 0,u8 poÌz, sá:
.'. d:2,08 Fol;
? d,Á,r _ -' (0.r?0) :;,
( _ r.2e0lb.pot.
...FF , .^^ m 270 -r<
\ Ò t o. = --
" -" - t;aE d = 1,?IDl;
IaÌddo* d @ntq a @mprésão, sá:

a t n = f i= (r,sd)d . . 3.ooo=l# .'. it = z,tv.J-.


, -,, (í) = (j",:.. ( *'ï' = 2 eoo,b
po,.
", ) ) u, (.!+_1)
Usd =2 1/ 8r DI
Âsiú, r epacid{de dc tÌ@FitiÍ úoúoto d€ toção sá @troÌada DelL
Pelo sìatúa nAiúl r6iíêDcia da chavêla, lêrúdo-6e em @trrq á @BDÍ€s6ão.
(a) à Íl€do: fio : e zoi 0:!qì ídl2)
a (rd"/MJ PROBI.EMAS PROPOSIÌOS
(ò) 3r5=ffi... d= tr ,3cú
r; 9. A Ils- 11-a tusha umÀ j@tÁ aÌtio ada f€it! de âço SÀE r0z), Se
IDlalD ms r@Eãodo ôa€o adúi*ív€l de rs.mo !€i (r.100 ke/mï 6 raEsÃodo
(,) @npÍesão ôupeúciar',r0 = . . .t = 5,4dn. cnlaÌh@to admisível iÌê 7.500 !€i (540 Ls/@â € ôabeDd@ que r 5.000
:# lb (2.2so L€ì/@), pêdÈse: -
II,EMIÌ{IOS OBCiìII@S DE XíqúrNrS crP. 11 clÌ,tv_iTÁs, PrNos E íEvoRls EsTRtÁDÁs 239
(ì) Uúa cxpÌ€6!ão aìséüni@ pam qda m dc ir.ús !ìai!o: d€ r/4 pol X r/4 poÌ (0,6 .m X 0,ó m): qral dêydá *r o @úpÌiúenro se ete devc
. (a) to!õod€ rração D{ Seç. Â-Á; ter 60% dâ ÉistêDcia úáìma da ánore I À chaÌeta é de aço SÀE 1030. lomi
(Õ) cÀaÌhatluto no pim; Dado a frio, @m umÀ teÍsão de Ìuptüâ de 80 000 !6i (; . ?50 ks/cmt) e unâ renso
dc eNanenb de 55.000 psi (4 000 ks/cm').
(.) cônpÉão spqficial @rÌe o Di@ ê e hq;
lR€sr.: ì Xi X 3à!oÌ (0,6 X 0,6 x 8,6cú).

U. UúÈ €neÌ@asem dcslizútc iraGmite uú móú@to dc 6.000lb.FoI a


üma ánüc d€ r r/2 pol de d'âd€tro atravê de @a tiwüelâ de r/2 poÌ de âIrum
po. 3/8 Fol de ÌaÌsua. Àdmitindo que â .hâycla seja do ml@o úatêrial qüc a
áfl@ e deÌa u tão Ìesisíente quúto eÊla, qual será o *u @úprimento eb o
cülb? Obuvü qüe n6l€ prcbÌema o ompÌinento do cubo da ênerEaem
Íão é iSDal âo 6mpÌim@to toíaì da chaleta.
tÌery.: 1,?? pol, basdo m @mpressão.

12. Uma chav€tâ q@dÌada de 1/2 X 1/2 pol ó empÌesada Düa lraEúiüir
IbÉFia d. nma ÁrÌoe Je 2 pol de djàmetro a umâ @gr.tragFm. À eoêÍeúeeú
eâtá apÌi@do uú mometrto do l5 000 Ìh poì- Quàl o @mpÍiú@to neosádo
te a chavet{ e o @c€satl@to é oliín@l À chaÌ€t{ é de aço SÀE 10J5,
Fis. U.g l.miÌ,.Ìo q fÍio, @m uma teDsão de ruptu de 95.000 pÈi ê umú ter6ão de este
@Èlo d€ ó0.000 psi. Us â úo.ma da ASME pa.a detcúine as rê!seÉ. aè

(d) @DEeão süldliciaÌ 6lr€ o pido ê o gaío; 46".: CoúpÌiúento iÌa chayetn : l,?5 pol, Usr 2 Íbl, um v@ qüe
to8ão de treção D Seç. BB rh b{d; o omprimento da cbavêía dele er, pelo beú6, ieuaÌ ao dìâ-
(.f) rômão de toação .a Se!. ÈB do Caío. melo da ónore.
t€Dsão de ílqão !o pi.o;
r:L Se üma áaore è u@ rhaÌeta são fêitas do í€sDo @t€dal, qtrâl o
(n) cisalha@lo da bafr peÌo ptuo kd Í-,s. uaG)I, compli@nL nE6sáÌio da chaÌetâ, tsa q@ ela &ja tão r€siôteÍt€ quútó À
(t cisalhú@to do eado pelo pi@. ón@l chavetã é rctãneuloÌ 6m ma lÂÌsua dc D/4 e una alroÌa dê 3DlÌú
^
À áwoe 6tá subúeriiìa ap@d à torção.

(ó) nap-: Comp.inetrto da chaÌetq = 1,5?D.

14. UEa deÍ€@sd €trchal.elada a r|@ ÁÍyoÈ de 2 pol d€ diâúetrc


(d) traMite Ìm momelr. d€ rorcão de 12.000 Ìb.pol, $b @nésÀn@to @ntÍnú.
ot = FlÍ c ( n- ú) l IJDtr chdetq qüailÌada de r/2 poÌ X l/2 rbt, í€údo üúa i€nsão de ciqlha@to
!.misíÌeÌ de 9.000 psi, dey€Íá ser eúpÌeslda. Qual deyê u o @nFinenr,
a c t = FlI 2\ n- d) I :
dée cbaÌckl Um aço SÀE 1035 tendo @a têEão de Ìuptüâ de 80-000 psi
. úmo t@são d€ €s@enio ite 50.000 psi súá lati6fatóriô paÍa a ánoiêl Prc-
(rr) l.ts dé a@.ilo @E a norM dc ÀSME.
(t o, = FI(%) @\1- Ìì.r?.: Comprimenr. dâ chaÌ€t! - 2,67 FoÌ. À ánore podeÌ6 supoÌt!Ì
(2) t€úsõ€s iìe úo mÂ;q Ì4.,Í)0 !€i, de acordo @m a !o!@.
Àô din€ÍsãÈ3 d6 vei6 peltë.
À.rp.: D - 0,652 poì (Ì,61 @): d : o,ó52 lol G'6r d); c _ 0,66 FoI 15. Detdrina. a @pâ.idade de traMitir polê@ia dos dois úta@:
(r,63 cn)! ò :0,33 pol (c,82 @): n = t!806 pol (I22 ú), üna átuoÈ de I pol de diábetrc e uma .ÀaÌeta de V4Xr/4 X2 poÌ € outÍa de r pol
. _
0,505 pol (r,ã cE). d. diâúeÌÌo @m lm pino de r/4 pol de dtân€to. O pino é pqpendio ar ao €ixo
-
PoÌ Ìa,õ€s e@nôoicas, lmÀ chayeta poirê seÌ lrsada e@ ln piú dc dr áÌvore e plìe pelo eu @r!rc. À on@ntração de taNões na &vore é a indi@{h
- -I0. Í'.la Íot@ da ÀSÌ\tE. O fator de @n@tração de t€Ísõ€s paÌq a Áryorc @m
ciealbaú@to, eh (:e de s@des shlÌfuse Uúa áÌ9@ de Àço S È 1045
@m l'@ tèGeo dô rupruÍa de 97.000 !6i (2.000 ee/m) uú fN Ìndial de r/4 poÌ é dè 1,?5. Àdúiii. a áro.e sjeita apênas à tôioãÕ o
ô uea t€Ísão de qe- quô o @t4riÂt de toalas as p€ças é o n6mo.
nento de 58.000 p6i (4.200 Le/cmr) 6ú üâllfuiritrito a porêúcia ní;nq. Â
áÌvoÍe lem 2 pol (5 cm) de iÌiâers. Se posdver, dève sq üsait ú@ cbaveta nap.: À áÌÌoÌe cnchavetada Fode trà6ú;ür hês Ìe€s úais potôncir
do q@ a @m o pino.
240 Er,EnrNros oRolxrcos DE ì[íQÌtrÌ{rs

16. Um chaÌets WoodÌúf de !2 x I U4 pol é feitÁ de âco SÁE 1035


6tnâdo q IÌir (dí = 92 000 p€i e a, = ?8 000 ps)_ Es chaÌ-et{ é @ih Pae
qu â
firu um loüa a uúa áÌvoÌê ile 13/4 pol .ie diâúetb e do |trljsm matedâl
chaverq. Usando ú fator de e8ü4.ço de 1'5 b:|s<lo @ rêú6ã0 {ie €mÌÌHlo'
dèt€mi@ a @pacidade de tlaÌMitir mÚêúro de torcão da chÂverâ' *8üdo
os 6foÍço€ il€ cisalhamento è omp.eseo. À áÌeâ Esist@ê âo ciealhaÚeÍü>
ó 0,296@l'è o oúp.imeúio dá charetq eb o cübo da potia é dc 0,ã/2 pol
CaÌcúlâÌ iÀúbóú a capacida<rê de tansmitü mnedo da árvore, de addo con

= 8-0751b'!DL
Porofusos
de Acionamento
e de Uniõo
Re!p.: Capaciilade da châvèlq (ci$Iha@dD)
Capácidado rìa chavetâ (@np|6ão) - ?-l?2lb ÈoL
Cepacidáde da áfl@ = 13.100Ìb'PoL C apítul o 12

Os parafusoe de acioramento pÌopoÌcionâm Ìecurso paÌa


se obÍ€Ì Ìma gÍanÀe canLtgeÌn mecôníca em aplicações tais como
macacoa, grampo$ prensas, dispositivos de cortrole de aviões eta.
Ocasiotrâlmetrte podem s€Ì tamb6ú usados para peÌmitir o moü-
mento de Ì€yersão de peças como, por exempÌo, o de brocas.
Os paafusos de rnião incìuem desde os parafusos comuns,
eatojos, paÌâíusos de pressão, panÍusoÊ de máquitrâs aìém de uúa
erande yadedade de dispositivos que empregam aquele pÌincípio
de Í|ìncionamrììto.
.tr terminolosia âdotada está ilìrsirada na Fig. 12-t, sendo
a Iorma do fil€te noÌEalmeúte rêpÌesentâdâ em seçõesaxiais. Às

rzJ/À-

Fis. l2-l

Ìo6caa de filete quailrado e ÂCME são comumente usadas nos


pâÌaÍusos empÌegados em acionamentos (Fig. ÌZ-Z). Para as uniões
!:I,EIIENTOS OBCÂì{TCOS DE MíQI'IÌ{ÀS cÁP. 12 PÁÌ,rEgSos DE ÁcÍoNÁ}IENTo E DE UNÌÀo 24J

por rosca, os padrõ€s de {iÌetes, Lrnificado e Amedcâno, seguem a3 nharia Mecânica que deyerão ser consültados quanilo se deseiar
Iormas básicas e proporções Ìcpresentadas na Fig. l2-3. Às Íormas cotrhecimetrtos mais detaÌhados.
básicas são âs que apresentam a maior quantidade de metal. Às Pa.ssoé a distância de uÊ ponro de um {ilere ao coÌresponalente
Do liì€te aüacetrtê. mcdida parâlelancorê ao êi\o.
A&nça ê a distâacia que o parúuso avança reÌativamente à
porca, em uúa mtação. Para um paÌafuso de simpÌes entlaaÌa o
ayatrço é igual ao passo. PaÌa um paraÍuso de dupÌa entrada o
o,í4.7p+(o,l7xíoisel aYanço é dua.s vezes o pâsso etc.
\\s. O ô.ngulo da Mlice d ê rclaciolJlado ao avanço e ao Ìaio medio
r- peìa equação:

l C d:
2Tt^

Em âkuns cáÌcúos s€Íá usado o ângulo d" que mede a iDcljnação


do6 liÌet€6 em uma se@o normal (yer Fig. Ì2-r). Este ângulo é

'{ï{i{.lïlïs Ìelecioaado ao ângulo 0 em uma seção aúal e âo ângulo da hólicc,


p€la eqüaéo:
tg0': tg0cdsd
Fie. l2_2
Oòs.: Nas equações que se seguem, onde aparecer o ânguÌo
,. eÌe pode seÌ subsritúdo pelo ângulo d; para pequcnos valores ile
variações para as dÍerenies classes de aiustes são feitas por meio
d isro não introduz gratrde eüo.
da retirada de mâterial. TabeÌas de dimensões padÌonizadas, sérieg
O mo|I€nto de toÌção e a carga aúaÌ são relacionados pela
aquação:
r _ w f, ( Led I fhos l " \ _t " 1
' - " L'. \l Llãdrcõad;,, -rJ"^l

momento apÌicado para eleyaÌ â carga;


w: caÌga pâÌâÌela ao eixo do parafuso;
raio médio dos filetes;
raio eletivo da superficie de âtrito, contm a quaÌ a
í.=Xu caÌgâ atua (chaüado raio do pivô);
coeficiente de atrito ertÌe os filetes da porca c do pa-
ÌâÍuso;
coeÍiciente de atrito tro pivô;
Fis. l2-3 ânguìo da hélice, no raio médio;
0, ângulo entle a tangente ao perfiÌ do fil€te (do Ìado
de Ìoscas e iÍformações a respeilo das classes dc ajuste são apÌe- caÌregado) e uma Ìeta ÌâdiâI, medido no plano normaÌ
sentâdas nos livros de Pmjeto dc Mâquina ou ÀIanuais de Enge' à hêlice dos Íiletes, no raio maìo.
trI,ETÍEN10S ORCÂNICOS DE IIíqUTNAS cÁP. 12 pnÌaÌttsos DE ÂcÌoNtìÍENm E DE uNrÃo 245

O momento de torção necessário ã o.bíLirdÌ d carya, setã: dado, aproximadamenre, por:

r' wl1"\"^( I, ',"i,tr!""'!"\+t.,.f. ^w 2tnbh


IJed'.osg" t ' J
O valor de P determinado pela eryressão acima deverâ
Este momento pode ser tânto positiYo, quanto ÍcgâtiYo. Se ser menoÌ
que o yalor rcal pois exisre Íoka entÌe a raiz e a
positivo, devemos realizar um ftabalho paÌa baixar a carga; se crista alos ÍiÌetes
fuÍernos e exteÍnas c assim a cârga não é suportada por
úegativo, a cârya âÌial será capaz de, por si só, pÍoduzir â rotação. toclo com_
pÌimerto l, do filete e, atém disso, estâ não fica
Neste caso diz-sc que o paraluso estâ scn âutGretenção. uniíormemente
distribuída ao longo de todo o Íitete.
A eficiência de um dispositivo roscado é dada como a relação
Tensões no cilindm-baee. As teasões que se ilesenvolvem
€ntre o lmbalho obtido e o íornecido. no cilindm-base de um para{Ììso podein ser cleterminaalas
consiile_
too (rD @vanço\ 100tgd Ìaúdo-se âs ca.gas e os momentos suportâilos por rm simples
Eticiôncia : %. ciìindro
,o -
(5+#*!').* Íu""!*"y91
o aÌÌÍlenÍo de Ìesisréncia produzirlo pelos fiÌet€s). À
temão cisalhaníe, deüda à torção, é

Ás tensões no. filetes são caÌculadas considerando se os 2T


mesmos como pequenas vigas en bala4o, engastadas no cilindro-bâsc
(Fis. I2-4). Àdmite-se um carresamen- onde r. é o raio da raiz do Íilet€ e ? é o momento de torção apìicado
to axiaÌ Iy, côncentrâdo nâ coÌrespon- à seção cotrsidenda. Este poale ser o momento rotaÌ apÌicado,
o
dência do mio médio. À largura da momento de atÌito exiÂtente no pivô ou apenas o momônto
no
visa é o comprimenüì de carga do tilête porcJuro (a diferença entÌe os dois anteÌiores). Devemos
examinar
(medido no Ìaio médio). Com estas cnidadoÊaÍìent€ cada caso paÌa ì.eÌ de que úoÌnenro se
rmra.
considera6es, a tcnsão fletoÍa na Ìaiz  tensão normal, que pode seÌ ale tlação ou compressão,
dos Iiletes serâ, apmximâdâmênte: é:
.W
3Wh dn:---=
w
area tta ÌâÌz

fie. 14 4 Uma modificâção da fóÌmÌÌÌa acimâ é usacla algumas vezes quardo


e a teÌÌsão pelo esforço cortante eerá: ae quer Ìevar em conÌa o aümento de resistência pro<luzido pelos
filetes. Basicamente a modilicação consìate em se adnitfu o ci-
w ÌinalÌo-bâse com um Ìaio maioÌ que o Ìeal. (Ver Cap. Ì3.) Àssim:
",: 2"*^b

onde n é o número de voltâs do filetc sujeitas à carya e ò ó a largüra w


do lilete na raiz. áÌea soÌr tensão '
Às tcnsões que se desenvolyem no polto de união dos lilet€s Os ìraioÌes das áreas íla raiz bem como ilas áreas sob tensâo encotr-
com o cilindro-base são de deterDinação muito complcxâ, portanto' tÍae-se tâbeÌado€em üìros-tcrtos p mMuais.
e as exprcssõcsacima nos dão apenas vaÌores aprorimados- ÀIútôs
pmjeÍistas substituem r, por riou r, se se trata, ÌespcctiYâmente, do PROBI,EIIÀS RESOLVIDOS
parâ-tusoou dâ porcâ. l. Âpüca-se um momento à extrenridade inferior de um
À pressão de rnancal entre âs superfícies dos fiÌctes da porca paÌ_âfu:o, coÌno mosrÌa â Fig. 1ZS. À porca esr,á carÌegada e
fi-
e do pamÍuso pode ser ììÌn íator cÍítico de projeto, especialmcntc rrda de taì ÌDodo quê não pode girar. Despreza_".oìr,irn u,,
para parafums emprcgadcs na hansmissão de força. Seu valor é tolameol.ode esícra_s.O diâmetro extemo do paÍafuso é do 2
Ìl{,1
248 Er,EMaNrOê ORCÂNTCOSDE ìúíQUN S
cP. 12 P/TEÁFUSOSDE ácIoNTÌtúüo
E DE ÚNIÃo 247
(5,0 cÍú), a Ìosco é ACME de tÌipla etrtrada e três fios por polegada.
O coeíiciente de atrito nG! Íiletes é de 0,15. DeteÌminar a câÍga
quô pode ser levantada poÌ um momenÍo de 400 lb.pol (460 d : r5":
hg.cm). "

:*: * - "f" (***lfrffiffi)1,'.,.


ry = 6l)6t(c,
=",
2. Estârá o parafuso do probt. i
z' (5,0cm) com auto-.etençãop
easso={10,a"-l
*to .","*t€úção se o ú',hro
Avâ.ço = r" (2,4 ch) ,o.o"^*
dádo peta dp.essão abaiÍo
for

7,=wl^Gïï;t##)+k"1.
Jc:0, r se.á Ìesari$ * (-ts4+/6sgJ
1^ fo. neeâiivo_
Iro lìobÌ, I, rene: rsd = ql?s
e l/@s ,, = 0,r5/0,96s = 0,rss.
oì::ïi-' o pahruso 6rsÌá seú aurcrêLêocao.poir .
_ 0.r7s J-0,rss *
uo tu'@roÍEmimÍFa" o*"r* i" * a*
iiffin"ïãÏïdo "
r=r["-(frffi)+i."] '*
t. a de coa0pressáo
.?:|,€TrI'a-Í eressão
ü- superÍícìes
superticiatmédiâenrre
dos fiÌe|esdo paraÍusoe da porra
do probl. L
Frcíudidade do fíete = 0,r8 Fol;

.'- l- 0, 18/ 2= 0, 91poI .


I
^w t . 290
= 210p6i
tcd = : 0r 75: 2r(6) (0.9r)(ojs)
- 2f , ( qel)

-;;
0 - 14,5. pan h()g ÀCME;

= (ts 14,5") (cos 9,92q) : 0,255;


0a = 14,2".

Oberyú qüê a difercnçÁ eltÌe d e ln é múü, rsruee, o qm ln Dê.m( 2(r) (6)(2.3r)(0,45s)


&t6üiuir 0" por t, em intrcduir €m ap@iárêI.
5,04
=ó.
o.r?s
+ 0.Ìs/o.eô8 ì 0,s4a
ìr
"* =.f"",í
r 4. &tabelecer uma equâção pâra
o momento 7 necessário
Pelo titt @ nébìcô (Rosca DIN r03):
,a -
razeÍ avatrçar um paÌafüso conba trmà carga
W.
é{111 :
"- - - e,15i4 2,2t1@ =43@t
f"'Í. lï._ O 6Íúco ãÌiât toht dq.ido
,Ys petoq tilpt,€s do porca
oDtra
Ed=t;#$=0.166l Esre€Ío.co é di,rdbuido;o Ì.ne" ao omprimonb
lj^ïTï.1
uêÌô ú 6Drarô eillabEússdo rodo s@ ttusura: I
li
,,ãse6foro @tr@r.ado-"*;*;.ïï;ï,fiiJ:ï " ""
;:ï',i"Jï
248 EI,EMEIfTO€ ORõÁNICOS DE ÁQIÌNÌÀS cfi.12 pÁRArrus,og
DE ÂcroN^M[!r,m r DE uNrÃo g4g

À forqa DomâÌ I'" a!sE@ reltrelrail! ú e6o úol@l F!. A dmpô- raio médio do pivó : 0,25 pol (0,62 cm);
-
nént€ I'q côs rn é ta4eÍte ao cdtudú de Eio úédio r- ê fá' ün âDsìlo a (âÚqülo
- caÍea lD :1.000lb (4S0kg);
da héÌie) @n o eüo do pânf@. A dúpot@ê r' @di é údhl
- o opemdor podÍe exeÌceÌ, Íâcilmente, uma loÌça ale 20 ìb na
extÌemidade da maDivela.

'( 15 cm )

ììg. 116

À foÍça de atrit ôlr'í, asiÍdo ao Iouso do hêlicóide- Tenc aiúdâ, asindo


sob6 o panfN, a @ga atieÌ Il/, o nolì@tq Eúltanl€ do aafto no piyô IfJd.
e o moúento apü@do f.
Aaãdo-Èe o eúâtório ds foas púaleta ao eixo do pomf@, tan-sê: FiE. t2-7

Il/ - I'í@sdn@a +.Ír'nud - 0. DeterminaÌ:


Faz@ìoe o s@t6.io dc noffirà em relÂçãoao eie do F€EIú, eolla: (z) Qual o comprimento Z necessário à maniyela
i
T- F " r-@ s q n ú a -J F ..íN @ - l tí... = 0. (ó) QüaÌ a máxiüa tensão cisaÌhaürc no corpo do parafuso
e onde se deeenyolve!
EÌiúiúdo rí d.È I dúas €4ad€, Ìen:
O Qüal â pres6ão de maEcal p noÊ fitetes I
/ rs d + J/6s8! \ a
^ -,f | t,'.).
"-I,L..(ffi;à")
5, O g"ampo eú folma de C da Fig. 12-? tem âs seguintes (d) o noú@to Í@á'io sá:

'r - w f t* d L l '6 0 " \


L(
- rosca americana padronizada; L \t - J tsd'úd^'t +!ú' J
- 13 lios/poÌegads, simples enftada (métricâ coo pâsso de
,, = ã (0,500.
o + o,!oo.r)= 0,225rDt;
0,Ì75 cm);
r/13
- diâmetÌo externo : I/2pol(l,2cm); - 2n^ 2Ì(0,225)
- diâmetro da raü : 0,400.1pol (0,954cm);
Pode+ rdu d. = d - soq,uúâ ve, queo âúsdtodâ tìéüe é nuiío
- áÌea da raiz : 0,125.7po1' (0,?15cm'); . . !€queno.
coelicientede atúto nos Íiletes :J : 0,f2;
-
r ='.*o[a,'s(;$Sftffia.) =ro,z,y
1o,2,yl
de aLriLo tro pir6 - l; - 0,251
- coe{rcreof,e -
rr,EÌÍnNTos oBcá1.ücosDE ì[ÁqúNÀs cÁ". 12 PÂR.AÍT'SOS DE ÂCIONAMINTO E DÍ ÜNúO 251

= 43,8 (moúento no poãIlM) + 62.í (úo@nlo m PiYô) : Pcb rìstz@ Dìarica:


(4) ,8 : à (r,2 + 0,e54) = 0,53scn;
- Ì06,3Ib.ÌDl.
O @mpdtuÍto ala @Divelã &rá: : : o.ost.7
ì*;ã oí.:oi
106,3 : ".
5,32pol,
L=
z : lsofo,sr*.!fijffffi] +o,x1o,o,y,
(à) À Sêção À-À inediatam@tê âci@ da pot@ Étá $jeita À toÍção e ì
I - 115,5kg cm;
floÉo.  S€ção B-B i@diÀtq@lte atqiú <la poM 6íí su.iêila à to4ão e à
@npÌÉsão. É n€cesúÌio vdm@ em quÀl d6 6€ql€s e il4úyolve o máìtu L=115, 519: 12, 4. ú.

= = : 66'ks/"-",
Teúsão r6'rltlnt€ do cielham@ro Por toÌção, ", ;r -llïá:#a
o=f -ffi=t.n"o*' *:# = o\.PaË*' : r.55ok/cm!!

: (665)'=1.o20ks/cú'.
? = 10 6 .3
tb .p o l .= .i = 0 ,2 0 0 p o t; J= ãÍ.r.:0,002 51prr.- 'r-a,r {(}Ìq)'+
Teúsão EuÌtaútê da íleÉo, ,lva aóÉo B-B
450(0.2;)(0.62)í0.4?7)
ttà. = (1m) (0,200) - 4r)orgl'D':
d ,-; l-^
e.r0' oe€i "' oJSJ
opoõ-
450 : ôr okcr m 'r
ondè: ,Íó: (20)(6) =l20lb Fol; d = ri=0,200!oÌ: Ì=i r'J=0,001.26 pots- o. -
0í r 5
T@ào c&rlqnrê máÌina. = y't-iãÍlìãJ = tz.zsopui-
'(DóÌ.) . (mtu.) : (Ef '+rroof: soerel".'.
,9çõ. B-B:
Estâ *ção 6tá strbmêtidÈâ um moúenl-o esisteri€, no piyô, isrsl â YJ.t-
À Írúsão muhaírê do ciqlha@Dto po. to.ção e.á:
G) P= 2 (Í) (14,3)(0,538)(0.r8)
tg't,!,\t, ír 000r(0.251!qi!tllL49l _4
o,=
-" 9?0p6i.
J 0 .0 0 2.51

À têNão r6uliaír€ da @mpr4são, srá: i = 0,6 0,417= 0,123ctui


n : 2,510,175
: 14,3,
a.=i:n,r%ì-7.e60rEi"
6. Desêja-se fazer um ma-
Tensão cisalhmt€ y'O-e60l2),+ ({9?0f :6.3?0Fi. caco de paÌafuso de acordo com o
-á'i^, "(-á'.) - $queúa da l-ig. l2-8. Ámìos os
 D6Ìima i€6ão ciqlhanto o.o@, po.t€nro, ú Sêcão À-À e sn verd ó
1r. ?50 p6i. paraíusos são fixos. O diâmetÍo
Ì.000 oxtcrno dos para{usosé de 2 pol.
c, P - 2r(13) (0,225)(0,050) -
1.090tÉi, O Íilete é quadrado (prcÍundida-
--y-
de: l/2 passo) e a rcscâ é de
dmples entrada e o coeficienlc de
múdi@íüo da @@ 1 ,^--
rtdto estiúado é de 0,Ì5. Ftg. t2-6
" = -:- p r* -= -:ró Ìú e u i
À ro - .r 0,250- 0,200 = 0,050pol
= = (a) QuaÌ será a eÍiciência do dhposiíiYo P
2õ2 ELEMEìiToS ORCÂNICOS DE ì cÁr. 12 p_ÁEÀFDsosDr ÁcÍoNiiÀEtNTo Ì DE UNIÍo
QÜIìIáS 25J

(ò) Que carga rráúma poale seÍ eleyada se â t€nsão cissÌhante (ó) O pemílF süpeÌior íàÌhdá pÌineio, úúa vèz que esú sujeiro ú om
mtu rc@fio e t€m ü@ ÁÌ€À de Ìâü mdor.
nos corpos dos parafusosé limitada a 4.000 psil Àdrnitir que o Há úúo reBão de comp.€são
dc e u@ tèDÂão de cieÌha@nro lbr iorção dr que dev@ h @6idemd6.
mometrto aplicado à porca não causa IleÌão Do paraluso inleÌioÌ.

""=r-X.* - # - ;#w =o.67at4/


(@) Em cailá yolta da poÌ@ a úsa srá èlèvada de una q@úüihde ieúl
À difeÌênçà entre os ayaíços dos dois Fdaflls. O ttarqbo obtido m t)@ .i =,o - proíuiri.rade
.rofiÌ"" - r * =
f lln.r.
TúbâÌho oÌJtido,&ottâ = rv (aÌdço do panlue tuperio.-aasú@ do pâbí@ ,, = + = !4y)!!!19_ : o.Lí2w
iúferior)

= w (s/8- rl2) = Y/8lb lb. ll ,


, = ,i : -i;_ por;
Não hÁ ahito ío pivô lois nãô há mtaçãodo ptmfus ao qüd 6ú apìi@ilÂa @!8È . r =àr i1: 0, 350r DÍ :
O úoFento ?' rc(NáÌio a êne á ÈtÌd, leÌddo-e d dntâ apetrd o t6n- T: Tt = O . 230W.
Tdsão cisâlharr€ tGJzfA ü
. . 1 .l 4 o ' + J 1 6 0 ; \_ ì .,,f 2? / 0.118+ 0.1i \' ì -e'i"'a, "Oax;:
^.
? '=wL r -'\.I_rìsô4-sr. - 4000= (o,6i4w12)2+10,452
))=*L.p - (o J s )r" J
I m' .' . W = 7.100tb.
= 0,250wlb.pot,
' ' s , 7. Uú dispo€itivo manual de esmeriÌhar válvulas, funciono
'J
Íorçando-se rr.na porca paÌa baixo ao longo de uma haste pÌovidâ
de entaÌhes lclicoidais de scção
Fôfundidade do lileL _527- axial quadrada. O cleiro da so-
2 - | - i; - -;; pott
brccaÌea obriga a hâsre â girar e,
5I' com ela, a váÌyulâ sobre a süa
v
: 0,114.
2r(27132) sede (vcl Fì3. Ì?9). Àdm e-se:
O none.nto 7" nc.cssârio a sna. â poÌ@, lwandoe en @ni. âpcE@ o O coeiiciente de atÌito I entre
parafrs inferior tuÌá dado pelâ êxpr*ão abaito. Ncet€ cas, a Ê]Ì6 ayânçé apoÌcâcahaste:0,10.
tra diÍeção da cãre:d a ela apli.ãda.
O coeficiente dc ahito í ertÌe
r.=Ãf
' ,^,,í= 9.,,.1_."drl,)_l _ y/fl í. .0:g"l-0..^^-_rjt!_ì.1
_ a Yáh.ula e o seu âssenro : 0,85.
L- \ t4 tta u t' ' 1 a a l -t L8 \Ì l (0,ì5)(0.0er' 0),/J O raio málio ondc se dá o
= 0.051Wtb.F)t, atúto enlre a yáh.ula e scu assen-
to: Ì,0 pol.
protundidade do Iilei.
= a_17,
- ï:ïFn;
Dete.minaÌ o valor mínimo
do ârguìo da héìice a que pode
8€r usado nestl] d;spositiro, respei
:0,091.0. Foi admitidodn" = d" = 0 . tâÌÌdo as condições apresentadâs.
2tG13)

O mooerto tot€l s 6er €pli.cdo à potca é:


O àsdo dâ heìie dêyê @ hasránre sÌtude púa eaÌhrir que não haj0
T = T' + ?" - O,2A7Wtb túl. Esrc yato. d€ a seráobüdo fa@ítos ? = 0 e esuaoõo
tr.ÌÉlho obtido por voÌtq rvls
Eficiêíctà =
tÌabslho fo.neddo po. Ìoltâ
:0,071
2r(0,21ì1'I,
, =* l,^(.,,Jï#,8#)
*'",.1.
- 7,170.
254 EI,E!úENTOS OROã.}ITCOSDE üfQrrrì{Ás
c^P- 72 pÁÊÂFusos Dr ÂcroNÀr[ENm E
DE rrNÌ.iio 285
Deú.t{d = !4+4!P!!_ (0.3s)
(o =
.Ã@g'a t.t.J = Í9,r-1l-Q,!.ll!!.0)
(o.rD(Ì) _ (r.0)(oJstõJt _"."
4'z ,
Daí Bdt{ qu tr/:24slb. &ra é a fôr$ axiel qu dêve sõÌ itèsablviitÀ
a (Dín.) 69,8".
-

8. O mândril da Fie. 12_10funciona, giÍando-se o


que apeda ou aÍrouxÈ o ânel segmeDtado volantê
e.mseu escâixe cônico

Girâ com o voiartê

Fig. 12_U

O |-!e.ro a s apti@do ao volqnrè (que fucio@ omo po.ca), sár

r - w f" ^("'\
Ed.+t.J " ,s e!\.,1
rJr'"J
L | J rsolN d'-,,

1 + 0-84
= -_-- = 0'460pol;
''
Ftg. t?-10 avqnço _ l/16
&a:
b-- : = 002Ì 6'
2f,"

no cabeçote do di$o6itivo. Àdmirindod. =, : 30", t€m+ ?:43tb_pot.


-;(ol60t
Ádmite-se.
9. DeteÌminaÌ o momento máximo que poile ser aplicaalo ao
O coelicietrte de atrito entÌe o ajreÌ e o assento : 0,20.
apertg um parafuso de 3/4 pot se a tensão cìsalhante máÌima
O coeÍiciente de ahito no cotâÌ de apoio : 0,IS. 1e
permisúvel no corpo do paraluso é de 20.000 psi.
O coeÍiciente de arúro nos íiletes : 0,10-
Diâmetro exteÌno do parâtuso: 0,?50.0 pol.
, O raio eíetivo do colar de apoio, r": 0,?5pol.
Diâmetro da raiz : 0,620.r pol
A ÌoÊca V, 60", com diâmetm extemo de I pol e üiìmetro Parafum com t0 Íios por polegada e d : 30o.
da
laiz de 0,8{ pol e terdo 16 fios por potegadü. Raio onde se dâ o arrito na porca : 0,S0pol.
S€ cadÊ segmento do snel errcrceüma íorçâ de 100 lb cont.â,a Coeficiente de atrito €stimado nos Iiletes e no pivô =
peçâ presa, qual o momeúto necessáÌio ro volante I 0,I0.

TeDúo cis.lbaDte Dtuima no drFo do püát@:


Cailâ l,@ ds púr€s do @tü 6r.á súnerirla às forçs EpÌ@Et{iÌs
I'ü. l2-Ì-1. 7 é o 6íoao siâl tôrsì. ,P é a fo$a normal
Da
. = \4nì_ ü
r(^â^.\
@[e o lìsfro óúicô
e o aGl. Eqüeçõ6 de equitíhio:
t, (4úÂo de í.ecÀo = -L w
- - ;(o;lìììF = 3 3ìII/i
w4 = P lf&2tt +o,n P @s 2A"i "!'
T'É T' L
P ds 20" - 0,20P *r 20" = 100. - ]ìd + 2t,357,; o
" -
--
úIiEMtNÌoa oRoÂNrcos DE tÍíQUrÀÍÀS
caP. 12 pÂRÀrttsos DE ÁcroNAMErÍro
E DE uNtíc) 257
PsrôI@ = úoD@to âph€do _ úo|lhro Bietar€ !o torça <lesmvotvida dr.e G mordenies e a peçÀi
(ó) a eficiêlch do n@nituo:
úoú@ío na Seç. A A do pâErúô.
*"4
'='l'-(##'*u.@-) Âerp.: (o) r.905 lb (880Le): @JrO% (\z,ayò);{c) E7 th.wr
166

lI. Estâhêle. u@ equação pua o momênio ne@6rio a fúcr avancaÌ


,. = sg.qti@.!: o,a+r.s
*r, üú panÍu$ ou umâ poM @ dneào da csreâ- (S,rroldo: üsr um 6@ê;À
co@ o da lìs. 12,ó. tu lfaçü G mrid6 do mooexü, r$jslpate ó pirã e du
*':W= *!r*rst :0,046
5;
12. Pan a qútro siruçdes iepresentad@ nÀ Fis. l2_t3 a câ.ga siat ìy
J -, - 0,10; 0,50pol
'â --
A da i ti rd o d n = d = 3 0 .:

r= n,f6,3*..1 oolos + o.ro/o'aor


L \ 1- (0,Ì0) (0,046.510,8ó6) 1qrol] :
+ 10,'o1
= o,o56lv
+ o,o1ow= o,ro6w.

dr - 21,j5 ?' = (2r,Js)(0,os6w)= 7,r9SW-


RelÉtrdo púa ly, s êqucão do o-qÌrqnèÌto máÌiúo, r6dta:
Ir = 9.800Ib.
O bolMüo r.bl
de âpêrlD que pode s. @do è:
=
? 0,1061/: 0,106X 9.800 : r.040 lb.pol. Fig. l2-tj

PROBLEMAS P&OPoSI1OS r.rê 1.000 ü, (450 kg), o dometo apli@do ó de 90 ìb.pol (10Ì ks.cú) è o úG
r@to de aEito ú pivô é dc 30 lb.ÍDl (33,8 kg.cm).
r0. PaÌa o gEnpo .€p.é€nrado e I-rA. r2-p, r@4:
0) Dètêmi|E, para €dÈ !m d6 @ssl á fo.ça aÌj^l e o momenro que
üt@ s @p.e4adc pd.a .alcülô. aÈ tesõÈ dcscaÌolyidas tro co|po do pa.a-
i!ô, eú úa seção i@diatameú[e aci@ da lDrca,
(2) Iden, n6 @GidÈando umr eção imed;arametrre abdÌo d& po.c&.
nAp.: 0) (a) Ì 000 tb (4r0 ks)j 60 ìb.pot (6?,4 Ès_cm);
(ü) 1.000 tb (4s0 ks); 30 lb.poÌ (33,8 ks.cú):
G) 0 lb (0 ke) ; 90 lb.pot (101,2ks.cm);
Fis. 12_12 {d) 0lb (0 ke) ; 0lb pol ( 0 Ls cm);
(2) (") 0 rb (0 ks) : 0 lb.lol ( 0 ks cm);
ï1*!." ï",- * psÌs_rus
_ I por(r.20@). (ô) 0 Ìb (0 ks) j 90 lb.pot (101,2ks.d);
,Búer@ da raú = 0,485 0 pot(1.005.2cn), r-000 Ìb (450ka);
{c) 30 lb.pol ( 33,8Ls.ce);
Psso:0,050 0rDl (êdtla.h sinpÌ6) (o,t?sm,. (d) 1.000 tb (450ks); 60 lb pot ( 6?,4 ks.cm).
l@o do po.r toqde e dá o aúÌiío) _ 0.280 pot (0,5
@).
|-@ú,êôie de a04to no pivô = 0,Ë. 13. Um p@f@ de r pol dc diâmerro slÌc um apeÍio râÌ que n IorçÀ aïial
C@fÌcierr€ de aÊito n6 fil€r€ : 0,15. d€s€nvolvida é de 10.0001b- O peÌáfuso rem s seguint€s cárÂct@futi@s:
Diâ@tó ãtemo = I poi: diâmetm da .âiz
*" oD op@áÍio po*a etler, - 0,83?.6 pol; I fios por poto-
. -fo}**
.le 30 lb (r3,5 k€) m alaEacr, dêremimr:
faciìaeore, M €forço @ii@o t. = t - 0,1si .c = 0,625poÌ. Dere.mim.:
(a) o @reítl) â s apliddo à poÌca;
258 EÍ,EMÈÌffos oRcâNrcosDE ìríeuD{,r-s cÁP. 12 PIBÂÍT'SOS DE ÀClOI{À@{!$ E DE UÀÌiO 259
tO) a ràço (ilslhâtrr? náxi@ d{*fútvid. oo @ÌFo do Fsnfue.
nüo d€vG 6c.der { a.0{o pdi. Delémi@ o @npiiúêtrtô nec€.stuio pãn a
Rdp.: lr) l.el8 Ib pol: (ó) 12.óí, psi

14. Usndo c dadG do hobl. r3, dêêrbire o 6€triote ite lrdro $b a À.,r.: 6 pol.
câlÈcá do !o.úI@ a Íiú de que não *jr mosáÌio rrII a dì€la dlmê o iFdr.. 18. À Ijs. lzr4 tuhâ @ dispositivodeÌ.arcal@ro d6jeôIÂ. Srpo!ò
Âdmftn s@ o Eio otrd€ s deívolye o ârrito é o n€3@ da D@a.
É coéficisr6 de atÌito de 0,3 e 0,2, rëÍrociiyatldre, psra a raDFq € o dim,
Rerp.: 0,t6, qul a força r na êí;rdiilode da atavsÍcâ púo d€denslyer |ì4 fdga
i.dF.:
15, Eb úa gEnde váÌúta de @nFcta, Edâ en u @@DaE6to de iL ?0 lb rtn Fader a iúelal
fuú de âtre prssão, a oúDortq !€a 1.500Ib e â fdça de arrit , daú{ìa à pÌ6ão nar.: 10Ib.
da áB!a, resisriodo à ah6tús dâ válvula é de 500 lb. À h4l4 da vátvütã não
si.a e é elevada Fo. nÕio íi6 ú úlúte @m |1)M iôrdú âr@do @mo lDM
etatiyt na h6te. O volaÍte s spóia @rrm lr@ lwa$p@te dé r 5/8 !ôf dc
diemetb tìtemo e 3 tbl dê dìâhêr6 dr€úo. À hste rr@ lt3á ile fiÌere qu-
ahado, d6 3 filets por tDl€ead! (€drad simpt€s). SuÍbnrlo q@ o @frci!úte
de arúito Fam a luvâ é de 0,25 e pÂú G fileês é {te 0,10, det€miú:
(d) o @Edto qu dêw s qFlid;lo
ao wLrtê IEú devE . @úForia;
(ü) a efici€nciâ ò mi}úisno Ìep@tàdo pelo !rúIü$ ê ldr l|M;
(.) ã náÌiba .eNão cbslhmtê no cüpo do FsÉ6e.
R6p.: (a) 8l8lb.poÌ; (ü) l37o; (.) r.2r5p6i.

ló. Um esticaiÌo. dfle dd u@ raBeo a tn @bo de aço- O. filer€ à


direiiâ 6 à equedq são de s€{ão qua.Lada. O diemer$ drdo do FoÉíú é
de r U2 pol e o pa$ é rÊ pol. O @6ci@t6 itê arÍiro dhe
as leas é 0,15. Quar o moú@tô a s apüddo ao 6ridd@ * é !ãEário
tracio@ o @lb @m 9_000 lbl
À.!ì,.: 6t8 tb.pot.

l?. Um paÌqfM de aco e rúo Fi)u de broÍa d.veú deÍvorye. rD


6roiço nÌi{ìl de 80.000 Ìb, O lsmJe.em diâ@rF dtdm ile,l pot, é ilê

Fiq. lt-14
entrâda simpl6. de fil.re quadÌaito (prcíudidàde : +rÉs) e @m Ìm aErlo
de 9/l poÌ. À pr*ão dê @úpÌes€ão superliciaÌ erhe os ÍÍer6 dr pou e G do
púaíus úão deve excedq 2.300 Â9i e a r€nsão cielh@ra Dtuim @ Íte[eg