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ESTATÍSTICA APLICADA

PROFA. MS. PAULA DA FONTE SANCHES

paula.fonte.professora@gmail.com

BOM DIA
Seja bem-vindo (a) à disciplina de Estatística !

A estatística é uma ferramenta poderosa e dinâmica com aplicações em


diversas áreas do conhecimento, desde área de exatas, como humanas e
biológicas.

A palavra Estatística não tem uma única definição, mas o que podemos
afirmar é que quem a usou primeiro foi um economista alemão, há mais de 200
anos. O que importa é que a estatística, independente da origem, está presente
no nosso dia-a-dia, em todas as situações do cotidiano, e até então passamos
despercebidos por isso.

A partir de agora, começaremos a observar mais e notar a importância da


estatística nas tomadas de decisões.
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Fundamentos da estatística. Coleta e Apresentação de dados. Medidas de
posição e dispersão, população e amostra. Séries (Tabelas e Gráficos).
Distribuição de freqüência. Aplicações da estatística. Probabilidades e Modelos
de Probabilidades.

Aprender tópicos fundamentais e específicos ao ensino de estatística indutiva,


com aplicações de suas principais técnicas, necessárias na resolução de
problemas do cotidiano. Utilizar os métodos estatísticos para tomadas de
decisões.

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- Duas avaliações bimestrais individuais – P1 e P2 – Valendo 10 pontos cada.

- Além das provas terão listas de exercícios que valerão pontuação .

- Observações: A prova substitutiva será oferecida no final do semestre, para os


alunos que perderem alguma avaliação, nos casos amparados por lei. O aluno
deverá apresentar requerimento com, até 3 dias após a avaliação perdida. No
caso das atividades em grupo, sua substitutiva será realizada individualmente;

P1 –14/09
P2 – 22/11
MÉDIA = 𝑃1 × 0,4 + 𝑃2 × 0,4 + 𝐸 × 0,2
SUB – 29/11
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SANCHES, P. F. et al. Estatística Básica. Gráfica e Editora Vitória: Indaiatuba – SP.
2014, 172p

R$ 29,90

BUSSAB, Wilton e MORETIN, Pedro. Estatística Básica. Saraiva, 2006.


MANN, Prem S. Introdução à estatística. LTC, 2006.
SILVA, Ermes Medeiros da, Estatística. Atlas, 2007.

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INTRODUÇÃO À
ESTATÍSTICA
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Introdução a estatística – conceitos (página 11)

Na antiguidade, vários povos já registravam o número de


habitantes, de nascimentos ou de óbitos em suas comunidades,
faziam estimativas das riquezas individual e social, distribuíam
equitativamente as terras, cobravam impostos e realizavam inquéritos
quantitativos por processos que, hoje chamaríamos de ESTATÍSTICAS.

A palavra ESTATÍSTICA provém do termo “Estado”, utilizado


originalmente para denominar levantamentos de dados que tinham
por finalidade orientar o Estado em suas decisões econômicas.

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Introdução a estatística – conceitos (página 11)
Atualmente, define-se ESTATÍSTICA como sendo um conjunto de métodos e processos quantitativos que serve para estudar
e estabelecer medidas associadas aos fenômenos coletivos.
A ESTATÍSTICA é considerada como a ciência que se preocupa com a coleta, organização, descrição, apresentação, análise e
interpretação de dados experimentais para tomadas de decisões.
Aprovados e Reprovados em Estatística Aprovados e Reprovados em Estatística (%)
40 36 37 18%
34 35 34 16%
35 16% 15% 15%
30 14% 14%
30 14%
25 12%
10%
20
8%
15
6%
10 8 3%
6 6 4% 3%
4 4 2% 2%
5 2 2% 1%
0 0%
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aprovados reprovados aprovados reprovados

Reprovados - 30 Reprovados – 13%


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Introdução a estatística – conceitos (página 11)
A ESTATÍSTICA é considerada como a ciência que se preocupa com a coleta, organização, descrição, apresentação, análise e
interpretação de dados experimentais para tomadas de decisões.

Em geral, costuma-se dividir estudo da Estatística em:

• Descritiva - ramo da estatística que tem por objetivo descrever os


dados observados. Aqui que realizamos a coleta dos dados,
organização e preparamos para a apresentação.

• Indutiva – ramo da estatística que, partindo de uma amostra,


estabelece hipóteses, tira conclusões sobre a população de
origem.

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Introdução a estatística – População e Amostra (página 12)
Uma população pode ser definida como o conjunto total de indivíduos ou objetos de um
determinado grupo de interesse. A população pode ser:

• Finita: quando apresenta um número limitado de indivíduos (N)


• Infinita: quando o número de elementos for infinito, ou quando formos incapazes de definir o número exato de elementos.

Sabemos que nem sempre é viável trabalharmos com o total de elementos da população, sendo assim, podemos utilizar um
subconjunto desta, denominado amostra.
Então, uma amostra pode ser definida como um subgrupo finito representativo da população.

É necessário garantir que esta amostra selecionada seja representativa da população, ou seja, que este subconjunto finito
tenha uma quantidade suficiente de elementos para representa-la.
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Introdução a estatística – População e Amostra (página 12)
Em todos os casos utilizamos amostragem?
A amostragem é utilizada na maioria das pesquisas, e as amostras são utilizadas para inferir
comportamentos da população de interesse.

Quais os motivos para utilizar amostragem e não o estudo da população como um todo?
• Custo: muitas vezes o valor para fazer uma pesquisa é elevado, e por isso opta-se por trabalhar com a amostragem.
• Tempo: fazer uma pesquisa com a população toda leva muito tempo, por isso na maioria das pesquisas é utilizada a
amostragem, que reduz significativamente o tempo da realização da pesquisa;
• Tabulação: Tabular os dados de forma mais rápida e eficiente, utilizando as amostras para chegar a inferências sobre a
população;
• Casos de ensaios destrutivos: nesses casos, o produto a ser “testado” é destruído, e não queremos destruir a população
toda deste produto para realizar uma análise.
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Introdução a estatística – População e Amostra (página 13)
Afinal, o que é uma amostra aleatória? O que significa ela ser representativa?

Podemos dizer que uma amostra é representativa se ela for extraída da população com as mesmas
características.

Em alguns casos, não será possível evitar que as amostras coletadas sejam pequenas. Podemos fazer também uma
amostra com reposição, dessa forma uma amostra é coletada e a cada elemento selecionado ele é devolvido para a população.
Alguns casos são feitas as reposições para evitar alteração da população de qualquer forma.

Segue alguns exemplos de planos amostrais:

• probabilístico: É aquela em que todos os elementos da população têm probabilidade conhecida, diferente de zero, de ser
incluídos na amostra, o que garante a representatividade da amostra em relação à população. Pode ser: aleatória,
sistemática, estratificada e por conglomerado.
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Introdução a estatística – População e Amostra (página 13)
• Quase-aleatório (Não probabilística): A pesquisa não probabilística é uma alternativa quando não temos
informações sobre o universo de pesquisa, ou seja, não temos certeza sobre quantos são, nem mesmo as
características do público alvo.
Neste caso, o pesquisador pode definir os critérios de pesquisa, mas não irá garantir que os resultados possam ser
representativos. A seleção é feita desconhecendo as características dos elementos, criando influência ou falta de controle na
escolha da amostra. Na amostragem não probabilística, não existe referência a margens de erro e níveis de confiança.
Alguns tipos de amostragem não probabilística: conveniência; julgamento; bola de neve; cotas.

• Intencional (Não probabilística): Amostragem intencional é uma técnica de amostragem na qual a pessoa encarregada de
conduzir a investigação depende de seu próprio julgamento para escolher os membros que farão parte do estudo. A
amostragem intencional é um método de amostragem não probabilístico, isso ocorre quando “os elementos selecionados
para a amostra são escolhidos pelo critério do investigador”.
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Introdução a estatística – População e Amostra (página 13)
A qualidade da amostra é fator determinante para os resultados de uma pesquisa. Conhecer
quais os tipos de amostragem vai garantir que as respostas sejam as mais próximas possíveis do
objetivo a ser analisado.

Para ter uma amostragem válida, defina qual o público da pesquisa e o tipo de informação de que precisa. Depois, verifique
qual a margem de erro que você está disposto a obter. Por fim, identifique o número aproximado de entrevistas que precisa
fazer. Com essas respostas, você vai conseguir identificar qual amostragem é ideal para a sua pesquisa.

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