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Nome: Jônatas Silva Pereira

Matrícula: 20117160161
Curso: Engenharia de Produção
Polo: Campo Grande – CEFET/RJ

Declaro assumir o compromisso de confidencialidade e de sigilo escrito, fotográfico e verbal sobre as questões
do exame ou da avaliação pessoal que me serão apresentadas durante o curso desta disciplina. Comprometo-
me a não revelar tais informações, reproduzi-las ou dar conhecimento delas, em hipótese alguma, a terceiros,
e a não utilizá-las para gerar benefício próprio ou de terceiros. Reitero minha ciência de que não poderei fazer
cópia manuscrita, registro fotográfico, filmar ou mesmo gravar os enunciados que me serão apresentados.
Declaro, ainda, estar ciente de que o não cumprimento de tais normas caracteriza infração ética, podendo
acarretar punição de acordo com as regras da minha universidade.

Nome completo: Jônatas Silva Pereira


Matrícula: 20117160161

APX1 – Psicologia e Sociologia do Trabalho – 2021.2

Q1 – Certamente pode ser considerada. É sabido que, apesar dos esforços progressistas para o
convívio efetivamente igual e livre da sociedade, muitas situações de preconceito e exclusão ainda
ocorrem no ambiente de trabalho. Desde o momento do processo seletivo, onde o racismo estrutural
e sistemática se faz presente, até o momento da remuneração propriamente dita, onde a média
salarial das mulheres de uma empresa é menor do que as dos homens, mesmo no desempenhar das
mesmas funções. Além disso, há inúmeros relatos de assédio moral e sexual como, por exemplo, o
caso do ex-presidente da CBF com uma de suas funcionárias; isto é, pessoas de mais altas posições
hierárquicas se aproveitam dos seus cargos para oprimirem seus colaboradores e tirar vantagens
escusas.
Há de se ressaltar o quão inconcebível é conviver numa sociedade onde aparência, cor de pele,
orientação sexual, tipo de cabelo e condição social são fatores mais terminantes do que a avaliação
de capacidade e produtividade propriamente ditas.

Q2 – Os autores escolhidos são:


1. Platão: Uma das maiores contribuições de Platão gira em torno do “Mito da Caverna” que
versa, basicamente, sobre a buscar pelo novo, explorar o conhecimento, adquirir, conferir e
sintetizar novas formas às informações já obtidas.
2. Karl Marx: No seu entendimento, Marx discorria de forma enfática sobre a atividade
produtiva, pois relacionava diretamente a essência do homem com a sua atividade laboral,
com o seu trabalho. Isto, inclusive, ilustra uma crítica sobre a opressão dos burgueses sobre
a classe operária, efetivamente produtora, com imposição de formas de trabalho que
alienam.
3. Anton Makarenko: Estando em outro período em relação à Marx, fez ajustes em suas teorias
e convergiu seus focos na educação de base de qualidade, quando, no momento, tinha índice
de 80% de analfabetismo.

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APX1 – Psicologia e Sociologia do Trabalho | 2021.2
Nome: Jônatas Silva Pereira
Matrícula: 20117160161
Curso: Engenharia de Produção
Polo: Campo Grande – CEFET/RJ

4. Antonio Gramsci: Este autor defende a ideia de que a concepção do mundo mais eficaz é
aquela que resulta da atividade real de cada um, a que se encontra implícita na ação humana.
Além disso, a proposta teórica central de Gramsci incorporaria duas frentes: A participação
do Estado na escola unitária e a ressignificação das relações entre trabalho intelectual e
industrial.
Na minha opinião, a maior contribuição foi dada por Platão, uma vez que, em seu Mito da Caverna,
traz conceitos que giram em torno do desbravar do conhecimento e da transformação das
informações às quais temos acesso em ferramentas de melhoria humana e da sociedade. Nesse
sentido, educação tecnológica e atividade produtiva necessariamente tiveram seu início a partir do
pensamento empírico de que há um mundo a ser descoberto, desbravado e possível de nova
formulação, interpretação e manipulação.

Q3 – Com o avanço das tecnologias de perfuração, a atividade exploratória de petróleo está cada
vez mais aquecida. Com isso, os trabalhadores offshore estão cada vez mais pressionados com o
aumento de demanda, de horas trabalhadas, de dias isolados (obviamente com variação
proporcional de salário). Este último tem influência direta na relação do trabalhador com a sua vida
pessoal: dependendo da escala (que tendem a ser mais apertadas), o colaborador deixa de ver o
nascimento de seu filho, de participar do aniversário de sua esposa, pais, datas comemorativas de
fim de ano, como natal, virada de ano, férias escolares; isto é, abre mão, de certa forma, de
momentos únicos que fazem parte da coleção de memórias do indivíduo.
A pesquisa busca relacionar os fatores do isolamento do trabalhador com sua saúde mental, com
vistas ao que foi citado acima e que acabam por ter influência direta, também, nos fatores físicos
do trabalhador e, consequentemente, abrir campo para análise sob a ótica da Psicologia do
Trabalho.

Q4 – Após leitura do trabalho, percebe-se que este se relaciona com ambas: tanto com a Psicologia,
como com Sociologia do Trabalho.
Na descrição das relações in loco do broadcasting, ficam evidenciados problemáticas de cunho
opressor e de repetição de uma “cultura” (mais um mau hábito) de extrema disponibilidade e física
e mental. Nesse sentido, dados os abusos e excessos dos diretores, por exemplo, evidencia-se a
relação com a Psicologia do Trabalho.
No que tange à Sociologia, podemos traçar um paralelo com as reflexões contidas na conclusão sobre
o desconhecimento dos telespectadores sobre os excessos que ocorrem para que o programa chegue
à televisão e seja transmitido, evidenciando assim uma relação (mesmo que negativamente
desconhecida) do trabalhador interno com a sociedade que consome seus produtos.

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