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Ipatinga, 26 de Julho de 2021 – Diário Oficial Eletrônico – ANO X | Nº 2.658 – Lei Municipal 2.

706 de 26/05/2010
DECRETO N.º 9.741, DE 26 DE JULHO DE 2021.

“Regulamenta a Lei Municipal n.º 4.185, de 17 de junho de 2021 – que


dispõe sobre a regularização de edificações irregulares no Município de
Ipatinga.”

O PREFEITO MUNICIPAL DE IPATINGA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso VI do art. 78 da Lei Orgânica
do Município,

DECRETA:

Art. 1º Este Decreto regulamenta a Lei Municipal n.º 4.185, de 17 de junho de 2021 – que estabelece normas
e condições para a regularização de construções, reformas, modificações ou ampliações de edificações irregulares, comprovadamente
existentes até a data da publicação desta Lei, executadas sem o devido licenciamento do Poder Executivo e/ou que estejam em desacordo com
os parâmetros estabelecidos na Lei Municipal n.º 3.408, de 27 de novembro de 2014, e demais legislações vigentes.

Art. 2º Para os fins da regularização de que trata a Lei n.º 4.185, de 2021, consideram-se edificações irregulares
aquelas:

I – concluídas sem projeto arquitetônico aprovado;

II – concluídas em desacordo com o projeto arquitetônico previamente aprovado;

III – com áreas ampliadas ou modificadas sem aprovação de projeto arquitetônico;

IV – com estrutura concluída.

Art. 3º A abertura de processo de regularização das edificações dar-se-á por requerimento do proprietário, ou
seu representante legal devidamente identificado, mediante a apresentação dos documentos de que tratam os arts. 4º e 7º da Lei n.º 4.185,
de 2021, e demais documentos que se fizerem necessários à comprovação de informações relativas à regularização.

Art. 4º Caberá ao Departamento de Regulação Urbana – DERURB a análise do processo de regularização de


edificações, podendo adotar procedimentos administrativos e operacionais necessários ao prosseguimento do pedido de regularização.

Art. 5º Para efeito do disposto no art. 7º da Lei n.º 4.185, de 2021, o DERURB poderá solicitar junto aos demais
órgãos competentes, sem prejuízo dos demais requisitos legais:

I – documento oficial emitido pelo Departamento de Geoprocessamento, comprovando a área da edificação


existente, cadastrada anteriormente à publicação da Lei Municipal n.º ; ou

II – certidão de área construída, emitida pela Seção de Tributos Imobiliários – SETI, comprovando área total da
edificação existente, cadastrada anteriormente à publicação da Lei.

Parágrafo único. Na hipótese do disposto no § 1º do art. 7º da Lei n.º 4.185, de 2021, a comprovação de
propriedade dos vizinhos confrontantes poderá se dar por consulta ao Cadastro Municipal de Imposto Predial e Territorial Urbano.

Art. 6º As irregularidades previstas no art. 3º da Lei Municipal n.º 4.185, de 2021, poderão ser sanadas desde
que observados os seguintes procedimentos:

I – parecer da Defesa Civil do Município, quando houver suspeita de edificações situadas em áreas de risco
eminente ou considerada não edificante ou alagadiças;

II – parecer do Departamento de Planejamento Urbano – DEPLUR, em caso de edificações situadas em terrenos


considerados necessários ao desenvolvimento do Município;

III – consulta às reclamações e autuações existentes no Departamento de Meio Ambiente – DEMAM, em caso
de edificações em terrenos considerados necessários à defesa das reservas naturais e à preservação de interesse ambiental e dos aspectos
paisagísticos, conforme termo constante no Anexo I deste Decreto.

IV – consulta às reclamações e autuações existentes na Seção de Fiscalização de Obras e Posturas – SEFOP, em


caso de edificações que perturbem a paz e o sossego públicos, conforme termo constante no Anexo II deste Decreto;
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V – anuência do Conselho de Gestão Colegiada da Área de Proteção Ambiental Ipanema – APA Ipanema, e do
Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – CODEMA, caso a edificação esteja inserida em Área de Proteção Ambiental ou Área de
Preservação Permanente – APP, observadas as legislações específicas.

Art. 7º O levantamento fotográfico de que trata o inciso VI do art. 4º da Lei n.º 4.185, de 2021, deverá ser
constituído de, no mínimo, 10 (dez) fotografias coloridas, sem rasuras ou danificadas, contemplando toda a edificação, de forma a demonstrar
sua situação atual, inclusive de todos os ângulos do passeio.

Art. 8º A regularização de edificações pertencentes a condomínios, de qualquer natureza, dependerá da


anuência, por escrito, de todos os condôminos proprietários ou seu representante legal, conforme constante no Anexo III deste Decreto,
mediante a apresentação dos documentos de que trata o art. 4º da Lei 4.185, de 2021, e deste Decreto.

Art. 9º Caso seja constatada qualquer irregularidade nos documentos apresentados para a abertura do
processo de regularização da edificação, o interessado será notificado, por meio de relatório de análise, para prestar informações ou sanar as
irregularidades, no prazo de até 30 (trinta) dias úteis, prorrogáveis a critério do DERURB, sob pena de indeferimento e arquivamento do
processo.

Parágrafo único. O relatório de análise referido no caput deste artigo será disponibilizado no sítio da Prefeitura
Municipal de Ipatinga, no endereço eletrônico www.ipatinga.mg.gov.br, através do e-facilita, ou poderá ser requerido na Seção de
Licenciamento de Obras – SELO, no 5º (quinto) andar da Prefeitura Municipal de Ipatinga, de segunda a sexta-feira, no horário de 12h às 17h30.

Art. 10. O DERURB poderá exigir documentos complementares necessários à comprovação de informações
relativas à regularização da edificação, conforme sua complexidade, sem prejuízo dos documentos exigidos neste Decreto e na Lei n.º 4.185,
de 2021.

Parágrafo único. O requerente terá o prazo de até 30 (trinta) dias, contados do recebimento da notificação,
para apresentar a documentação complementar de que trata este artigo, sob pena de indeferimento e arquivamento do processo, podendo o
prazo ser prorrogado a critério do DERURB.

Art. 11. Concluída a análise técnica dos documentos exigidos neste Decreto e na Lei n.º 4.185, de 2021,
incluindo os documentos complementares, quando for o caso, e sanadas todas as irregularidades apontadas, o DERURB elaborará planilha
contendo o cálculo com o valor total da contrapartida financeira a ser paga pelo requerente, conforme constante no Anexo IV deste Decreto.

§ 1º A cópia do comprovante do pagamento da contrapartida financeira deverá ser acompanhada do original,


para autenticação e juntada ao processo de regularização da edificação.

§ 2º A regularização da edificação dar-se-á após a juntada do comprovante de recolhimento da contrapartida


pelo requerente.

§ 3º Na hipótese de pagamento parcelado da contrapartida o documento de regularização será emitido após a


quitação total do parcelamento.

Art. 12. As edificações a serem regularizadas serão vistoriadas pelo DERURB, a fim de que seja verificada a
veracidade das informações e documentos apresentados.

§ 1º Constatada quaisquer irregularidades, o interessado será notificado a saná-las, no prazo de até 30 (trinta)
dias úteis, sob pena de arquivamento do processo e aplicação das sanções cabíveis.

§ 2º O interessado deverá comunicar ao DERURB, por escrito, a realização das adequações exigidas, para
prosseguimento do processo de regularização.

Art. 13. Para os casos de adequação de passeios, o projeto deverá ser previamente aprovado para a emissão
de licença da obra.

Art. 14. As edificações residenciais de caráter social, com área construída igual ou inferior a 70,00 m² (setenta
metros quadrados), poderão ser regularizadas por meio do requerimento constante no Anexo V deste Decreto, atendidas as condições
previstas no art. 11 da Lei n.º 4.185, de 2021, e demais procedimentos a ser definido pelo DERURB.

Art. 15. Os imóveis de propriedade do Poder Público Federal, Estadual ou Municipal serão regularizados por
meio da apresentação do requerimento constante no Anexo VI deste Decreto, instruído com os seguintes documentos:
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I – cópia de um documento oficial de identificação do representante legal do órgão público; ata de eleição,
nomeação e/ou termo de posse que comprove vigência do mandato da atual diretoria do órgão;
II – cópia do CNPJ do ente federado;

III – comprovação da propriedade do imóvel por meio de escritura pública;

IV – documento com a anuência expressa do proprietário do terreno limítrofe, conforme termo constante no
Anexo I da Lei n.º 4.185, de 2021, acompanhada de cópia de documento de identidade e de propriedade do imóvel do anuente, quando a
abertura de vãos de iluminação e ventilação, com recuos das divisas, forem inferiores a 1,50 m (um vírgula cinquenta metro) das divisas
paralelas; e 0,75 m (setenta e cinco centímetros) das divisas perpendiculares.

V – ART ou RRT de Prevenção e Combate a Incêndio, quando necessário;

VI – projeto de levantamento arquitetônico da edificação, nos termos e padrões exigidos pelo Poder Executivo,
elaborado por profissional habilitado e devidamente registrado no Órgão de Classe correspondente;

VII – apresentação de laudo técnico, assinado por profissional habilitado no Conselho Regional de Engenharia
e Agronomia – CREA ou Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU, garantindo a estabilidade estrutural da edificação, atestando as condições
mínimas de segurança, habitabilidade e higiene para o uso requerido;

VIII – Anotação de Responsabilidade Técnica – ART ou Registro de Responsabilidade Técnica – RRT do


responsável técnico pelo levantamento arquitetônico e pelo laudo técnico.

Parágrafo único. Para as edificações de que trata o caput deste artigo não será recolhido qualquer tipo de taxa
ou multas referentes a regularização pretendida.

Art. 16. As edificações em regularização deverão possuir no mínimo 15% (quinze por cento) de área permeável
da área do lote, sendo permitido caixa de captação de águas pluviais, desde que seja garantido metade desse percentual com gramado, áreas
ajardinadas ou terreno natural.

Parágrafo único. O cálculo de contrapartida financeira de área permeável não executada dar-se-á nos termos
do inciso IV do art. 13 da Lei n.º 4.185, de 2021.

Art. 17. Deferido o processo de regularização, nos termos da Lei n.º 4.185, de 2021, deste Decreto e demais
procedimentos exigidos pelo órgão técnico competente, o processo será finalizado e a edificação será considerada regularizada ou licenciada
para conclusão, reforma e/ou acréscimo de área – desde que o acréscimo atenda à legislação pertinente.

Parágrafo único. Concluído a regularização, qualquer alteração na edificação deverá enquadrar-se nos critérios
e normas da legislação municipal vigente.

Art. 18. O DERURB poderá solicitar termos de responsabilidade técnica e civil atestando a veracidade das
informações contidas no processo de regularização de edificação, e expedir procedimentos administrativos e operacionais complementares a
este Decreto.

Art. 19. Os processos de regularização de edificação protocolados e em tramitação na data da publicação da


Lei Municipal n.º 4.185, de 2021, poderão ser apensados ao novo processo de regularização, competindo ao setor técnico analisar a
necessidade de recolhimento de nova taxa referente à regularização pretendida.

Art. 20. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Ipatinga, aos 26 de julho de 2021.

GUSTAVO MORAIS NUNES


Prefeito Municipal

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ANEXO I
DECLARAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

Eu, ____________________________________________________________________, responsável técnico do Departamento de Meio


Ambiente – DEMAM, nos termos do inciso VI do art. 3º da Lei Municipal n.º 4.185, de 17 de junho de 2021, declaro para os devidos fins que,
em consulta realizada no sistema de registros de processos do Município, verifica-se que a edificação pertencente ao Lote nº ______________
da Quadra nº _______________________________________, localizado à Rua/Av.
__________________________________________________________________________________,
do Bairro _____________________________________, deste Município de Ipatinga, não prejudica as reservas naturais e a preservação de
interesse ambiental e dos aspectos paisagísticos.

Declaro, ainda, que a edificação descrita se encontra em conformidade com as leis ambientais deste Município, não apresentando notificações,
advertências ou autos de infração lavrados por este Departamento.
Ipatinga, _______ de ______________________ de __________.

___________________________________________________________________________
Assinatura do Fiscal do Departamento de Meio Ambiente

ANEXO II
DECLARAÇÃO DA SEÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS E POSTURAS

Eu, ___________________________________________________________________, responsável técnico da Seção de Fiscalização de Obras


e Posturas – SEFOP, nos termos do inciso VII do art. 3º da Lei Municipal n.º 4.185, de 17 de junho de 2021, declaro para os devidos fins que,
em consulta realizada no sistema de registros de processos do Município, verifica-se que a edificação pertencente ao Lote n.º ________ da
Quadra n.º ___________, localizado à Rua/Av. ________________________________________________________________________, do
Bairro _______________________________, deste Município de Ipatinga, até a presente data, não possui elementos que indiquem a
perturbação da paz e do sossego públicos, bem como Notificações, Autos de Infração ou Embargo lavrados por esta Seção.

Ipatinga, _______ de _____________________ de __________.

___________________________________________________________________________
Assinatura do Fiscal da Seção de Fiscalização de Obras e Posturas

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ANEXO III
DECLARAÇÃO DE ANUÊNCIA DE CONDÔMINO

Eu,_____________________________________________________________________________, abaixo assinado, estado civil


______________________________, portador (a) do documento de identidade n.º _________________, inscrito no CPF sob o
n.º___________________, proprietário (a) da edificação pertencente ao Condomínio __________________________________, situado à
Rua/Av. ___________________________________________________________, n.º_________, do Bairro ________________________
,deste Município de Ipatinga/MG, DECLARO estar de acordo com a regularização desta edificação, nos termos do art. 8º da Lei Municipal n.º
4.185, de 17 de junho de 2021.

Ipatinga, ______ de _____________________ de ________.

________________________________________________________________________________
Condômino Proprietário (se representante legal anexar procuração)

ANEXO IV
PLANILHA DE CONTRAPARTIDA FINANCEIRA
NOME DO REQUERENTE: _______________________________________________________

NÚMERO DO PROCESSO: _______________________________________________________

SQL: ______________ SEÇÃO PLANTA DE VALORES: ________ VALOR POR M² ______________

METODOLOGIA DE VALOR DO ITEM


ITEM RERÊNCIA CÁLCULO (R$)

Edificação de área acima do Área irregular Valor do m² do 10% (dez por cento) do
permitido pelo Coeficiente construída terreno resultado da multiplicação
de Aproveitamento da área irregular construída
pelo valor do m² do terreno
R$ R$

Edificação que não atender Multiplicação do nº de Valor do m² do 15% (quinze por cento) do
aos afastamentos frontal, pavimentos pela área terreno resultado da multiplicação
lateral e fundo mínimos construída irregular do número de pavimentos,
exigidos pela área irregular
construída, pelo valor do
M² R$ m² do terreno

Edificação que não atender Área do plano vertical Valor do m² do 10% (dez por cento) do
à altura máxima na divisa excedente terreno resultado da multiplicação
da área do plano vertical
excedente pelo valor do m²
do terreno
M² R$
Valor do m² do 20% (vinte por cento) do
Passeio Irregular Área do passeio terreno resultado da multiplicação
da área de passeio pelo
valor do metro quadrado
M² R$ do terreno

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Área permeável não Valor do m² do 20 % (vinte por cento) ou


Edificação que não atender executada terreno 30% (trinta por cento) ou
ao mínimo de 15% (quinze 40% (quarenta por cento),
por cento) da área do lote do valor conforme art. 13
de área permeável R$ R$ inciso IV Lei 4.185 de 2021

Edificação que não atender Área de vagas Valor do m² do 50% (cinquenta por cento)
ao número de vagas de necessárias terreno do resultado da
garagem multiplicação da área de
M² R$ vagas necessárias pelo
valor do m² do terreno

Edificação que não atender Área do pavimento Valor do m² do 30% (trinta por cento) do
ao número de pavimentos irregular terreno resultado da multiplicação
máximo da área do pavimento
irregular pelo valor do m²
M² R$ do terreno

VALOR TOTAL (SOMATÓRIO DO VALOR DOS ITENS) R$

ANEXO V
REQUERIMENTO DE REGULARIZAÇÃO DE CARÁTER SOCIAL

Eu,__________________________________________________________, abaixo assinado, estado civil _________________, portador(a) do


documento de identidade n.º ______________, inscrito no CPF sob o n.º__________________, proprietário(a) do Lote n.º _________da
Quadra n.º_______, situado à Rua/Av.________________________________________________________, n.º_______, do Bairro
___________________________, deste Município de Ipatinga/MG, venho por meio deste requerimento solicitar a regularização de que trata
o art. 11 da Lei Municipal n.º 4.185, de 17 de junho de 2021.

Na oportunidade, DECLARO, para os fins necessários, que a edificação de minha propriedade se destina ao uso exclusivamente residencial,
com área total construída igual ou inferior a 70,00 m² (setenta metros quadrados) e que não possuo outro imóvel no Município de Ipatinga,
estando o imóvel à disposição para a fiscalização de obras do Município comprovar estas informações.

Ipatinga, _______ de ______________ de ______.

___________________________________________________________________________
Assinatura do proprietário ou representante legal

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ANEXO VI
REQUERIMENTO DE REGULARIZAÇÃO DE IMÓVEL PÚBLICO

_________________________________________________________________, inscrito no CNPJ sob o nº ________________/________,


(ENTE PÚBLICO), neste ato representado por Sr.(a)_______________________________________________________________________,
portador(a) do documento de identidade n.º ________________________________, inscrito no CPF sob o nº ______________________, vem
requerer a regularização da edificação pertencente ao Lote nº_________, da Quadra nº____________, situado na Rua/Av.
__________________________________________________________________________________, n.º _______, no bairro
____________________________, deste Município de Ipatinga/MG, nos termos do art. 18 da Lei Municipal n.º 4.185, de 17 de junho de 2021.

Segue em anexo todos os documentos necessários para a devida análise.

Ipatinga, ______ de _________________ de ____.

___________________________________________________________________________
Ente Público Proprietário do Imóvel (representante legal)

PROCURADORIA GERAL
TERMO DE FOMENTO N.º 062/2021 - SMAS – SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL X NÚCLEO DE ATENDIMENTO E APRENDIZAGEM
DE ADOLESCENTES E JOVENS – EPTOM, inscrita no CNPJ sob o nº 21.221.296/0001-40; Fund. Legal: Lei Complementar 101, de 04 de maio de
2.000, nas correspondentes Leis de Diretrizes Orçamentárias e de Orçamento Anual, na Lei 13.019 de 31 de julho de 2.014, no Decreto 8.726
de 27 de abril de 2016, Edital de Chamamento Público nº 04/2020, de 20/10/2020, Lei Autorizativa nº 4.197, de 30 de junho de 2021, Processo
Administrativo 008.008.2021/05859.; Objeto: 1.1 Constitui objeto deste Termo de Fomento a cooperação mútua entre os partícipes, para a
execução do Projeto "Uma mente brilhante", para 100 aprendizes, 50 pais/responsáveis/educadores. 1.2. O Projeto tem como foco a promoção
dos direitos humanos, proteção integral e prioritária e defesa dos direitos dos adolescentes através de políticas públicas que assegurem o
desenvolvimento físico, mental, moral e social, em condições de liberdade e dignidade, assim como a redução do estigma\preconceito
associado a questão envolvendo a saúde mental. 1.3 - Promover ações de promoção da saúde mental de adolescentes, com vistas ao combate
ao suicídio, articulado às ações junto as famílias e educadores das instituições inscritas no CMDCA. 1.4 - Constará do termo de Fomento, o
plano de trabalho que deles será parte integrante e indissociável; Prazo: A vigência do presente Termo de Fomento será da data da assinatura,
por um período de 12 (doze) meses.; Dot. Orç.: nº 2159 3.3.50.43.00; Valor: R$ 100.000,00 (cem mil reais); Dt. Ass.: 20 de julho de 2021. Jany
Mara Bartolomeu Félix do Nascimento - Secretária Municipal de Assistência Social.

TERMO DE FOMENTO N.º 063/2021 - SMAS – SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL X GRUPO ESPÍRITA LUZ AOS PEQUENINOS,
inscrita no CNPJ sob o nº 21.028.055/0001-80; Fund. Legal: Lei Complementar 101, de 04 de maio de 2.000, nas correspondentes Leis de
Diretrizes Orçamentárias e de Orçamento Anual, na Lei 13.019 de 31 de julho de 2.014, no Decreto 8.726 de 27 de abril de 2016, Edital de
Chamamento Público nº 02/2021, de 10/03/2021, Lei Autorizativa nº 4.197, de 30 de junho de 2021, Processo Administrativo
008.008.2021/08305.; Objeto: 1.1- Constitui objeto deste Termo de Fomento a cooperação mútua entre os partícipes, com vistas ao
desenvolvimento de ações do projeto "Reconstruindo Histórias", com crianças e adolescentes entre 06 e 14 anos. 1.2 - O Projeto tem como
objetivo executar, ações que ampliem a visão de mundo, qualidade e perspectiva de vida das crianças e adolescentes a partir de oficinas,
preventivas e de conscientização no combate a toda forma de violência, prática de bulling, ao uso das drogas e ao abuso sexual, contribuindo
para a socialização e fortalecimento de vínculos familiares. 1.3 - O Projeto visa oportunizar espaços de fala e escuta da criança e do adolescente,
promovendo o conhecimento dos direitos e deveres. 1.4 - Promover campanha de prevenção e combate a todo tipo de violência, bulling, uso
de drogas e ao abuso sexual contra crianças e adolescentes. 1.5 - O Projeto pretende promover o acompanhamento periódico com as famílias,
auxiliar no desenvolvimento motor, cognitivo e sócio-afetivo das crianças e adolescentes. 1.6 - Constará do termo de Fomento, o plano de
trabalho que deles será parte integrante e indissociável; Prazo: A vigência do presente Termo de Fomento será da data da assinatura, por um
período de 12 (doze) meses.; Dot. Orç.: nº 2159 3.3.50.43.00; Valor: R$ 100.200,00 (cem mil e duzentos reais).; Dt. Ass.: 20 de julho de 2021.
Jany Mara Bartolomeu Félix do Nascimento - Secretária Municipal de Assistência Social.

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