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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE OPERAÇÕES


FUNDAMENTAIS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

ISABEL PIRES MENESSES DE NORONHA

JÉCYLLIN DE CASTRO COSTA

KEYLLY RIBEIRO DE CASTRO SILVA

LUIZA FURBINO TAVARES TEIXEIRA

VIVIANE GLAÍSSA FERNANDES ALVES

GOIÂNIA

2021

ISABEL PIRES MENESES DE NORONHA


JÉCYLLIN DE CASTRO COSTA
KEYLLY RIBEIRO DE CASTRO SILVA
LUIZA FURBINO TAVARES TEIXEIRA
VIVIANE GLAÍSSA FERNANDES ALVES

O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE OPERAÇÕES


FUNDAMENTAIS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

Trabalho apresentado ao Curso de


Pedagogia da UFG - Universidade Federal
de Goiás, para a disciplina de Fundamentos,
Conteúdos e Metodologias de Matemática II.

Profa. Tânia Miriam de Andrade.

Goiânia
2021
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO........................................................................................................................ 3
1. O PROCESSO DE ENSINO DAS OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS NOS ANOS
INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.................................................................................4
2. OBJETOS DE ENSINO......................................................................................................5
3.1 Adição.........................................................................................................................................6
3.3 Multiplicação..............................................................................................................................7
3.4 Divisão........................................................................................................................................7
4. METODOLOGIA................................................................................................................. 8
5. PROPOSTAS DE ATIVIDADES.........................................................................................8
4.1 Atividades propostas................................................................................................................8
CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................................11
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................................12
ANEXOS............................................................................................................................... 14
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INTRODUÇÃO

Esse trabalho é fruto de um estudo sobre o processo de ensino e


aprendizagem das operações fundamentais: adição, subtração, divisão e
multiplicação nos anos iniciais do ensino fundamental, tendo como principal fonte
bibliográfica o trabalho de Toledo (1997).
Nele abordaremos o conceito de cada operação, suas Propriedades,
possibilidades de interpretações, técnicas operatórias, conteúdo proposto pela
BNCC, estimulando o leitor a pensar nesses conceitos de forma própria, também
serão articulados objetivos de ensino e propostas metodológicas de acordo com a
idade dos alunos.
Para exemplificar as estratégias abordadas ao longo do trabalho, serão
apresentadas algumas atividades que poderão ser propostas em sala de aula,
atividades criativas e que estimulam o interesse do aluno pela matemática, tornando
o ensino e a aprendizagem prazerosos e eficientes.
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1. O PROCESSO DE ENSINO DAS OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS NOS


ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A matemática está presente em quase todas as situações da vida e quanto


mais cedo a criança se familiarizar com ela, melhor será o aprendizado. Muitas
crianças já entram na escola com o conhecimento prévio dos números,
conhecimento adquirido nas relações familiares e sociais.
Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão, essas são as quatros operações
fundamentais, também chamadas de operações básicas, pertencentes ao conjunto
dos números naturais (N), aqueles que são positivos e inteiros. Partindo do princípio,
a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), propõe as unidades temáticas
correlacionadas e orienta a formulação de habilidades a serem desenvolvidas ao
longo do Ensino Fundamental. (BRASIL, 2018, p. 224)
O processo de ensino das operações fundamentais ocorre durante os cinco
primeiros anos do ensino fundamental, de acordo com a estrutura da BNCC (2018),
as quatro operações são objetos de conhecimento da unidade temática números. O
estudo da matemática é gradativo e sistemático, o aprendizado das operações
fundamentais nos primeiros anos do ensino fundamental, contribui para a
organização do pensamento e constitui a base para os conteúdos seguintes do
estudo da matemática, além de reforçar as relações da criança com o mundo no
processo de construção do conhecimento e do aprender a pensar.
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2. OBJETOS DE ENSINO
Quando a Base Comum Curricular (2018) fala que os sistemas matemáticos
contêm ideias e objetos que são fundamentais para a compreensão de fenômenos,
a construção de representações significativas e argumentações consistentes nos
mais variados contextos, se referindo a ideia de que os diversos sistemas
matemáticos não se restringem apenas á quantificação de fenômenos
determinísticos, mas também com contagem, medição de objetos e grandezas.
Assim, no Ensino Fundamental, as operações fundamentais desenvolvem
competências especificas, Toledo (2010) relata que as operações com números
naturais desenvolvem a familiaridade dos alunos com números, aumentando a
capacidade de estabelecer relações e descobrimento de propriedades.
Desse modo, há quatro campos conceituais, adição, subtração, multiplicação
e divisão. Envolvendo o tratamento de conceitos, procedimentos e representações,
por meio de situações da vida prática e resolução de problemas, estes campos
desenvolvem a oportunidade de surgirem diferentes raciocínios.
A adição abrange a noção de número descobrindo propriedades, como a
comunicativa e associativa, assim, ao reagrupar parcelas e encontrando a soma, os
alunos desenvolvem autonomia pelas discussões de várias estratégias. Outro
campo conceitual é a subtração, que desenvolve a ideia do tirar tendo como objetivo
envolvendo situações como comparar e complementar quantidades, a relação da
parte como um todo desenvolve a noção de reversibilidade, compensação, de ordem
ligada a aspectos complexos da estruturação espacial e temporal.
Já as estruturas multiplicativas por representarem o conjunto de situações
que envolvem e a divisão de dois números, abrangendo conceitos de proporção,
fração, semelhança entre figuras geométricas, razão, números racionais e função
linear, bem como raciocínio combinatório (TOLEDO, 2010). A respeito da divisão,
por estar relacionada ao processo de multiplicação e subtração, é necessário
entender que ela apresenta questões semelhantes das operações anteriores, então
é desenvolvida noções de que a divisão é como uma partição, junta com a ideia de
partir e de medir, assim, amplia a mobilidade de seu pensamento (reversibilidade).
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3. CONTEÚDO
A matemática está ligada ao nosso cotidiano e nossas ações, e com a criança
não é diferente, por isso todo o conteúdo ensinado á ela deve ser voltada para a
matemática na realidade da criança para o conteúdo ser mais lúdico e
compreensível para ela.
Ensinar cálculos para as crianças não é uma missão impossível mas possui
algumas particularidades, as crianças estão na fase inicial de aprendizagem por isso
existem alguns métodos a serem adotados e critérios a serem seguidos.
O conhecimento que uma criança adquire em um determinado ano da sua
vida escolar será levado para os anos seguintes, nos quais irá aprimorá-lo e
melhorá-lo. Uma criança que inicia o 1º ano do ensino fundamental ao final do 5º
ano estará conseguindo identificar mais símbolos, desenvolver com mais facilidade
alguns raciocínios matemáticos, e terá um conhecimento maior do que aquele que
tinha quando iniciou, esses são alguns conhecimentos matemáticos adquirido
durante esses anos:
 Ler mapas e plantas baixas simples.
 Identificar e representar semelhanças e diferenças entre formas
geométricas.
 Saber regras de sistemas numéricos.
  Identificar a diferença entre perímetro e área.
 Escrever, ler e ordenar números com vírgula e frações.
 Resolver situações problemas mentalmente, utilizando estratégias
pessoais e cálculos convencionais.
 Usar porcentagem.
O conhecimento matemático adquirido durante esses primeiros anos da
educação de uma criança é muito importante porque podem ser considerados como
a alfabetização matemática, qualquer fase quebrada ou algum conhecimento que
não seja absorvido pode deixar marcas que infelizmente só serão identificadas
depois de muito tempo, consequentemente podendo ser tarde demais além de
prejudicial para o estudo nos anos seguintes.
A seguir iremos ver qual conteúdo usar e de que forma trabalhar
especificamente com o ensino das operações fundamentais – Adição, Subtração,
Multiplicação e Divisão – nos anos iniciais.
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3.1 Adição

3.2 Subtração
A subtração indica quanto é um valor numérico se dele for removido outro
valor, possui um aspecto afetivo adverso na infância, principalmente por ser ligada
ao sentido de perda envolvendo situação e ideias diferentes entre si como “tirar,
completar, comparar”. Trata- se de uma operação básica, onde para cada 2 valores
um deve ser retirado do outro, e o resto é considerado o resultado desta equação,
sendo usado o sinal de – (menos) para representar a subtração.
A ideia de tirar se apresenta- se relativamente quando há um todo onde deste
se retira uma parte. A ideia de comparar provém de situações de confronto entre
duas quantidades independentes, ou ao realizar comparações com uma parte
isolada e logo após com outra o que traz um pouco mais de dificuldade a criança. Já
a ideia de completar, se dá devido as atividades que a induzem previamente ao
raciocínio, porém que lhes cabe também a subtração, como ao descobrir uma parte
ausente em determinada conta.
Toledo afirma que para o ensino da subtração nos anos iniciais é preferível
que se tenha início ao 3° ano, mesmo o professor já podendo trabalhar com
situações de subtração desde o 1° ano. Entretanto, a BNCC nos dá o ensino de
adição e subtração já ao 1° ano nos anos iniciais envolvendo atividades de retirar ou
separar envolvendo números de até dois algarismos.

3.3 Multiplicação
A multiplicação é uma das operações básicas da aritmética. Na multiplicação
as atividades envolvem a combinação de diferentes operações, com a multiplicação
e divisão, em diferentes níveis. Com isso também é perceptível a utilização de
outros conceitos da matemática que atuam junto com a multiplicação, como
proporções, frações, figuras geométricas e razão. Na relação multiplicativa abrange
várias classes de problemas e tipos de multiplicações, com isto para melhor
compreensão das crianças é importante conhecer cada uma dessas classes e
estruturas da multiplicação. Sendo assim dividida e classificada, os problemas
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aritméticos englobam o isomorfismo de medidas, ou seja cálculos simples, que são


divididos em quatro, a multiplicação, divisão como partição, divisão como medida e
“regra de três”, todos sendo aplicados de formas mais cotidianas e adequadas para
facilitar a compreensão. Os outros problemas são o produto cartesiano e a
proporção multiplica, sendo nesses casos onde requer mais raciocínio, são esses
problemas de níveis superiores.
Durante o ensino da multiplicação é preciso que o professor tenha
consciência que a multiplicação é uma ferramenta que oferece uma das primeiras
noções de proporcionalidade. Desse modo o professor precisa realizar uma forma
para que os alunos possam entender e realizar as tarefas com familiaridade com a
multiplicação. Assim no cotidiano do aluno pode-se apresentar essa multiplicação
como parte da turma, criando casos para os alunos pensarem e resolverem, “pegue
uma quantidade suficiente de lápis de cor para distribuir 5 para cada colega de sua
fileira” (TOLEDO, 2010) a partir desse exercício a criança pode ver quantas crianças
há na sua fileira e distribuir os 5 lápis de cor para cada um, tendo um ideia de
proporcionalidade e quantidade, o aluno irá reconhecer o total de lápis de cor que
distribuiu e quantidade em partes, e assim vai se desenvolvendo esse conceito de
multiplicação e da divisão como partição. Com esta compreensão sobre os conceitos
os alunos irão ser capazes desenvolver sua capacidade de realizações de tarefas da
multiplicação, com o intuito de aprimorar para as séries seguintes.

3.4 Divisão
A divisão é considerada uma operação inversa a divisão considerando que
para a realização da divisão deve- se obter um número (quociente) que, quando
multiplicado com o divisor, seja igual ou se aproxime o máximo possível do
dividendo, ou podemos trata- lá como uma subtração reiterada de parcelas iguais.
Esta operação está associada a ideia de repartir em partes iguais, devendo ficar
claro para o discente a ideia de resto e divisor, tendo em vista que nem todas as
equações será uma divisão exata.
Na BNCC, a divisão é apresentada ao 3° ano tendo como inicio a repartição
em partes iguais (contas exatas) e medida. Prosseguindo com resolução e
elaboração de problemas de divisão de um número natural por outro (até 10), com
resto zero e com resto diferente de zero, com os significados de repartição equitativa
e de medida, por meio de estratégias e registros pessoais, além de associar o
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quociente de uma divisão com resto zero de um número natural por 2, 3, 4, 5 e 10 às


ideias de metade, terça, quarta, quinta e décima partes.
Pode ser introduzida a partir de fatos cotidianos da criança como a divisão de
brinquedo passando ao ensino real da operação básica, esta que produz grande
confusão em seu aprendizado devido a longa forma como deve ser apresentada.
Denomina- se a forma longa, o processo euclidiano da divisão, onde a subtração é
indicada no algoritmo, obtendo assim o produto do quociente pelo divisor.
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4. METODOLOGIA
O método utilizado para a elaboração desse trabalho foi de pesquisa
bibliográfica, tendo como principais fontes a Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), “documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e
progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver
ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica” (BRASIL, 2018) e a obra
Teoria e Prática de Matemática: como dois e dois de Marília Toledo e Mauro Toledo.
No qual foram extraídos conceitos importantes para a realização do processo de
ensino aprendizagem da matemática ao longo dos primeiros anos do ensino
fundamental, assim como a didática e abordagem do ensino.

5. PROPOSTAS DE ATIVIDADES
Uma metodologia criativa proporciona uma melhor aprendizagem quando
instruída de forma corretamente, desta maneira é possível trazer para os alunos
formas de aprendizagem que agregue no seu conhecimento, de forma que seja
prazerosa, mas deve-se seguir algumas recomendações para qual não haja erro,
como identificar se aquela atividade proposta serve para o estágio indicado. O
ensino quando agrega em a representação de situações com material de
manipulação, ajuda os alunos a lidar com as operações fundamentais (TOLEDO,
2010). Pensando dessa forma, será proposto atividades voltadas para a
aprendizagem da matemática, as atividades propostas são pensadas para alunos do
Ensino Fundamental e para alunos do EJA (Ensino de Jovens e Adultos).

4.1 Atividades propostas

1ª atividade: Adição

Atividade proposta para o primeiro ano do Ensino Fundamental

Recursos necessários:

- 1 papel em forma de retângulo

- 3 quadrados menores e coloridos


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- 2 rolos de papel toalha

- 1 caixa de leite

- Tampinhas recicladas

- 3 agrupamentos dos números de 1 até 9 recortados

- Fita adesiva

- Cola e tesoura

Objetivos:

- Noção de quantidade

- Desenvolver a representação simbólica dos números no Sistema de Numeração


Decimal

- Compreensão do processo de agrupamento

Desenvolvimento da atividade:

-Para a atividade é necessário preparar o material para efetuar, no retângulo cole


dois quadrados e no meio dos dois desenhe o sinal de adição, depois desenhe o
sinal de igual e cole o outro quadrado, cole os rolos de papeis toalhas cada um de
baixo de um quadrado, abra um buraco na caixa de leite e a posicione para que as
tampas desçam dos rolos até a caixa centralizada. (Anexo 1)

-Em um primeiro momento, é necessário conversar com a turma a respeito de


quantificação de números, assim, fazendo com que seja possível de compreender a
atividade para sua efetuação.

-Com os números recortados e com fita adesiva é necessário demonstrar a turma


que a partir do numero que colocará em cada quadrado é preciso colocar a
quantidade de tampinhas pelo rolo.

- Para cada aluno, deverá montar uma equação diferente, individualmente cada um
irá executar a atividade, assim, quando colocar a devida quantidade nos rolos
deverá contar quantas tampinhas ficou dentro da caixa de leite.
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2ª atividade: Multiplicação

Atividade proposta para quarto ano e EJA.

Recursos necessários:

- Todas as cartas de um baralho convencional, exceto damas, reis e valetes.

Objetivos:

- Relacionar os fatores da multiplicação ao produto entre eles, desenvolver


estratégias e cálculo mental e refletir melhor a respeito do sei desempenho no
conhecimento da multiplicação.

Desenvolvimento da atividade:

 Organizar a sala em trios.


 Nos trios, haverá dois jogadores e um juiz. Os alunos decidem quem será o
juiz.
 O juiz embaralha e da metade das cartas para cada jogador. Nenhum jogador
vê as cartas que tem.
 Os dois jogadores que receberam as cartas sentam-se um em frente ao outro,
cada um segurando seu monte de cartas viradas para baixo. O terceiro
jogador fica de frente para os dois jogadores, de modo que possa ver o rosto
dos dois.
 A um sinal do juiz, os dois jogadores pegam a carta de cima de seus
respectivos montes e falam “Adivinhe, segurando-as perto de seus rostos de
maneira que possam ver somente a carta do adversário.
 O juiz usa os dois números a mostra e diz o produto, Cada jogador tenta
deduzir o número de sua própria carta apenas olhando a carta do adversário
e conhecendo o produto falado pelo juiz. Por exemplo, um jogador viu um 6, o
outro viu um 5 e o produto dito pelo juiz foi 30. O jogador, para levar as duas
cartas, deve dizer 6 e 5 ou 5 e 6.
 O jogador que disser primeiro o número das duas cartas fica com elas.
 Jogo acaba quando as cartas acabarem.
 Ganha o jogador que tiver mais pares de cartas no final do jogo.
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3ª atividade: Batalha de operações

Atividade proposta para quinto ano do ensino fundamental I

Recursos necessários:

Um jogo de 20 cartas (duas de cada valor), com as cartas sendo múltiplos de 2, 5 ou


10.

Objetivos:

 Efetuar subtrações, adições, multiplicações mentalmente, construir os fatos


fundamentais da subtração, da adição ou da multiplicação a partr de
situações problema. Este jogo auxilia o aluno a desenvolver agiidade no
cálculo mental, o que consideramos muito importante, visto que os
procedimentos de cálculo mental apoiam- se nas propriedades do sistema de
numeração decimal e nas propriedades das operações.
Desenvolvimento da atividade:
 Organização da sala em duplas.
 Ao iniciar o jogo, combina-se com a classe, ou entre as duplas de jogadores a
operação que será utilizada durante a partida (adição, subtração ou
multiplicação).
 As cartas são embaralhadas e distribuídas aos jogadores, sendo 10 para
cada um.
 Sem olhar, cada jogador forma a sua frente uma pilha com as suas cartas
viradas para baixo.
 A um sinal combinado os dois jogadores simultaneamente, viram as primeiras
cartas de suas respectivas pilhas. O jogador que primeiro dizer o resultado da
subtração, da adição ou da multiplicação entre os números mostrados nas
duas cartas ficam com elas.
 Se houver empate (os dois jogadores disserem o resultado simultaneamente),
00ore que o chamamos de “batalha”. Cada jogador vira a próxima carta da
pilha e quem disser o resultado da operação primeiro, ganha as quatro cartas
acumuladas
 O jogo acaba quando as cartas acabarem
 O jogador que tiver o maior numero de cartas ao final do jogo e o vencedor.
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4ª atividade:
Atividade proposta para

Recursos necessários:

Objetivos:

Desenvolvimento da atividade:

5ª Atividade: Jogando com a multiplicação


Atividade proposta para a Educação de Jovens e Adultos - EJA, podendo sem adaptada
conforme o grau de dificuldade das operações e o nível da turma.

Materiais necessários:

- 48 cartas recortadas no papel cartolina ou A4 (preferencialmente coloridos, para


despertar interesse).

- Canetinha ou caneta.

- Recortam-se 48 cartas para cada grupo de três ou quatro jogadores: 24 com as


operações de multiplicação e 24 com os resultados (pode-se organizar os cálculos
de diferentes formas, por exemplo: 8x3=24, 4x6=24, 3x8=24, 8x4=24.

- Ficha feita em papel A4, para marcar os pontos.

Objetivos:
- Desenvolver operações dos campo conceitual multiplicativo.

- Desenvolver cálculos mentais.

- compreender diferentes representações. (8x3=24, 4x6=24, 3x8=24, 8x4=24).

Desenvolvimento da atividade:
No centro da mesa, colocam-se as 24 cartas, viradas para baixo, em forma de
monte, contendo os resultados. As outras 24 cartas contendo as operações serão
divididas entre os participantes. Cada aluno desvira uma carta da mesa.
Encontrando a resposta certa para uma das cartas que tem na mão, forma com ela
um par e ganha um ponto. Se a resposta não corresponder a nenhuma das
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operações contidas em suas cartas, recoloca a carta no centro da mesa, com o


resultado para baixo, reiniciando, desse modo, um segundo monte, e passa a vez
para o companheiro. Se o aluno comprar a carta com o resultado 8, por exemplo, e
formar um conjunto com a carta 11 – 4, o resultado estará errado e ele perderá um
ponto

6ª Atividade:
Atividade proposta para

Recursos necessários:

Objetivos:

Desenvolvimento da atividade:

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Concluiu-se que
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília,


2018.

TOLEDO, M; TOLEDO, M. Teoria e Prática de Matemática: como dois e dois.


São Paulo: FTD, 2010.
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ANEXOS

Anexo 1:
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Anexo 2:

Anexo 3:

Anexo 4:

Anexo 5:

Anexo 6: