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A Sintaxe é uma das partes da Gramática na qual são estudadas as disposições das palavras nas orações, nos períodos,

bem como a relação


lógica estabelecida entre elas.
Podemos considerar a Gramática como sendo o conjunto das regras que determinam as diferentes possibilidades de associação das palavras
de uma língua para a formação de enunciados concretos. A Sintaxe própria de cada língua impede que sejam realizadas combinações aleatórias
entre as palavras.

Embora sejam bem distintas entre si, todas as línguas, além de possuírem um léxico composto por milhares de palavras, possuem também um
conjunto de regras as quais determinam a forma como as palavras podem se relacionar para formar enunciados concretos.

Sendo assim, a Sintaxe organiza a estrutura das unidades linguísticas, os sintagmas, que se combinam em sentenças. Para que o falante de uma
língua possa interagir verbalmente com outros, ele organiza as sentenças linguísticas para que possa transmitir um significado completo e,
assim, ser compreendido.

Funções e Relações Sintáticas


O enunciado se encaixa em uma organização/estruturação específica prevista na língua. Essa organização é sempre regulada pela Sintaxe, a
qual define as sequências possíveis no interior dessas estruturas.
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Vejamos agora quais são os tipos de relações e de funções sintáticas da nossa língua:
Funções sintáticas
Consiste na função específica de cada elemento na sentença ao se relacionar com outros elementos que também compõem o enunciado.
Leia o exemplo:
João vendeu um baú antigo ano passado.
- João: sujeito do verbo 'vender'.
- Um: adjunto adnominal.
- Um baú antigo: objeto direto de 'vendeu'.

Relações sintáticas
Consiste nas relações estabelecidas entre as palavras que definem as estruturas possíveis na Sintaxe das línguas.

Leia o exemplo:
João vendeu um baú antigo ano passado.
- João: agente da ação expressa pelo verbo 'vender';
- Ano passado: quando a ação foi realizada.
Para que possamos realizar a análise sintática dos enunciados da língua é necessário explicitar as estruturas, as relações e as funções dos
elementos que os constituem.
FRASE
A frase pode ser definida por seu propósito comunicativo. Isso significa que Frase é todo enunciado capaz de transmitir, de traduzir sentidos
completos em um contexto de comunicação, de interação verbal.
Tipos de Frases
Frases interrogativas: Entonação de pergunta. Geralmente, é finalizada com ponto de interrogação (?). Exemplo: Que dia você volta?
Frases exclamativas: Entonação expressiva, reação mais exaltada. Geralmente, finalizada com ponto de exclamação ou reticências (! …).
Exemplo: Que horror!
Frases declarativas: Não são marcadas pela entonação expressiva ou intencional. Geralmente apresentam declarações afirmativas ou negativas
e são finalizadas com o ponto final (.). Exemplo: Amanhã não poderei levantar.
Frases imperativas: Enunciado que traz um verbo no modo imperativo. Geralmente sugere uma ordem e é finalizado pelos pontos de
exclamação e final (! .). Exemplo: Fale mais baixo!

ORAÇÃO
A oração é uma unidade sintática. Trata-se de um enunciado linguístico cuja estrutura caracteriza-se, obrigatoriamente, pela presença de um
verbo. Na verdade, a oração é caracterizada, sintaticamente, pela presença de um predicado, o qual é introduzido na língua portuguesa pela
presença de um verbo. Geralmente, a oração apresenta um sujeito, termos essenciais, integrantes ou acessórios.
Observe alguns exemplos de orações:
– Corra!
– Esses doces parecem muito gostosos.
– Chove muito no inverno.
PERÍODO
O período é uma unidade sintática. Trata-se de um enunciado construído por uma ou mais orações e possui sentido completo. Na fala, o início
e o final do período são marcados pela entonação e, na escrita, são marcados pela letra maiúscula inicial e a pontuação específica que delimita
sua extensão. Os períodos podem ser simples ou compostos. Vejamos cada um deles:
Período simples
Os períodos simples são aqueles constituídos por uma oração, ou seja, um enunciado com apenas um verbo e sentido completo. Exemplo: Os
dias de verão são muito longos! (verbo ser)

Período composto
Os períodos compostos são aqueles constituídos por mais de uma oração, ou seja, dois ou mais verbos. Exemplo: Mariana me ligou para dizer
que não virá mais tarde. (Período composto por três orações: verbos ligar, dizer e vir.)

Antes de trabalharmos com a definição de campo lexical e campo semântico, é importante que tenhamos em mente o que é léxico e o que é
semântica. Por quê? Os conceitos de léxico e semântica são a base para fixarmos as diferenças entre os termos que são tema do nosso texto de
hoje. Vamos lá?
Léxico: é o acervo de palavras pertencentes a determinada língua. Tendo em vista que toda língua tem como característica básica a
mutabilidade, o léxico de um idioma não é finito.
Semântica: é o estudo do significado das palavras. A significação e as relações que cada palavra pode estabelecer são os objetos de análise da
semântica.

Ao observamos essas definições, já conseguimos entender o porquê de muitas pessoas confundirem os termos campo lexical e campo
semântico, uma vez que ambos trabalham com o uso das palavras.
Campo lexical
O campo lexical é formado por:
palavras que pertencem a uma mesma área de conhecimento;
campo lexical de trabalho: trabalhador, trabalhar, salário, equipe, patrão, chefe, funcionário, carteira de trabalho, profissional, profissão etc.
palavras formadas por composição (quando uma nova palavra é formada pela junção de um ou mais radicais) ou derivação (quando uma nova
palavra é formada por uma palavra que já existe, chamada de primitiva):
campo lexical de mar: marítimo, marinheiro, marujo, marinha, beira-mar etc.

Campo semântico
O campo semântico, no que lhe diz respeito, é formado pelas possibilidades de significação que uma mesma palavra pode assumir,
dependendo de como for empregada e o contexto em que estará inserida.
campo semântico de nota
Que nota você me daria?
Aquela boneca custou uma nota preta!
campo semântico de pé
Meu pé está todo machucado.
Ela bateu o pé. Disse que queria ir e foi.

campo semântico de bola


Nunca joguei bola na rua.
Aquele ali está uma bola.

campo semântico de morte


Ele partiu.
O rapaz lá bateu as botas.

Planeamento empresarial é o processo de antecipar os objetivos e metas que a sua empresa deseja e, principalmente, as estratégias que serão
utilizadas para que eles sejam alcançados. Em linhas gerais, significa projetar o futuro que se deseja, definir o que é preciso para chegar lá e
identificar o que se deve mudar para isso.
Por todas as suas características, o planeamento empresarial é indispensável em qualquer negócio, não importa o seu porte, nem sua
atividade, tampouco o seu tempo de fundação.
Por isso, ele precisa estar sob execução constante em todos os departamentos da empresa. Afinal de contas, seu negócio só consegue
sobreviver se cada departamento funcionar de forma integrada com os demais.
É a velha figura de linguagem que aponta para a engrenagem que contribui para a harmonia de toda uma máquina.
A importância do planeamento empresarial
Fazer um planeamento completo e com regularidade é essencial para manter o crescimento do seu negócio e evitar perda de tempo, esforço e
investimento.
Por isso, vamos mostrar agora três vantagens proporcionadas por um bom planeamento para reforçar a sua importância.
Dado o atual contexto econômico, o planeamento empresarial serve para ajudar a manter seu negócio saudável e preparado para contornar
qualquer adversidade.
Não dá para sobreviver a possíveis instabilidades sem estar preparado para elas.
Da mesma forma, quando o cenário é positivo, é necessário estar pronto para tirar o maior proveito possível da situação.
Mas, para começar, é preciso ter em mente que todos os departamentos da empresa, seja o financeiro, o administrativo, o operacional, entre
outros, são de suma importância para mantê-la funcionando – e funcionando bem.
Um mínimo problema em algum setor pode afetar drasticamente todos os outros. Por isso, o planeamento deve fazer parte da rotina de cada
um deles.
Para ajudar você nessa jornada, uma ótima ferramenta de diagnóstico de mercado é a chamada Análise SWOT.
Esse método possibilita ter insights tanto sobre os seus pontos fortes e fracos (ambiente interno) quanto a respeito de oportunidades e
ameaças (ambiente externo).
 Evita perda de tempo e investimento
 Um bom planeamento empresarial ajuda a sua equipe a identificar falhas nos processos e se antecipar a possíveis problemas.
 Seguindo seu planeamento, você evita retrabalho por parte dos seus colaboradores e direciona os esforços deles para questões que
realmente merecem sua atenção.
 Isso tudo ainda ajuda a economizar tempo e ganhar dinheiro.
Afinal, diminui um período precioso que seria gasto na resolução de problemas, aumentando assim a capacidade de produção.
Lembrando que o ideal é que cada profissional da equipe exerça uma função que esteja de acordo com suas habilidades.
Isso é fundamental para otimizar o funcionamento do negócio de forma geral.

Gestão eficaz
Com o planeamento empresarial, a gestão do negócio funciona de forma mais assertiva e eficaz.
Porém, mais importante ainda que traçar suas metas e objetivos, é planejar os caminhos que você irá seguir para chegar aonde deseja.
Por isso, estabelecer planos de ações é de suma importância para que os gestores consigam acompanhar de perto o funcionamento do
negócio.
Só assim eles poderão fazer ajustes sempre que necessário para aumentar os lucros da empresa.
Estrutura do planeamento empresarial
Para ajudar você a entender a estrutura do planeamento empresarial, é preciso levar em consideração dois fatores principais: dimensões e
benefícios.
Lembrando que o planeamento serve para organizar suas ideias e facilitar a tomada de decisões importantes, escolhendo o melhor caminho
para que as metas sejam cumpridas com o menor custo possível.
Dimensões do planeamento empresarial
Antes de tudo, é preciso ter em mente que nem todo o planeamento é igual.
E é natural que seja assim, já que as empresas também são diferentes. Logo, precisam ter suas particularidades respeitadas e atendidas na
construção da estratégia. O tamanho físico, a quantidade de colaboradores, o portfólio da empresa, o nicho de mercado, entre outros pontos,
são dimensões que variam de negócio para negócio.
Assim, seu planeamento também muda de acordo com essas características e a necessidade de estratégias de curto, médio e longo prazo.
Além disso, ele deve ser estruturado levando em conta o número de etapas para que os objetivos sejam realizados.

Também é preciso considerar os departamentos e pessoas envolvidos em cada tarefa, as ações que mais valem a pena investir, como executá-
las e fazer com que funcionem bem.
Imagine um planeamento de marketing.
Geralmente, costumam ter etapas bem definidas de início, meio e fim, correto?

 O lançamento de um novo produto ou serviço, por exemplo, poderia ser uma etapa de início.
 Já a verificação do desempenho desse novo produto no mercado pode envolver as etapas do meio.
 Por fim, a elaboração de um relatório com dados precisos para verificar se os objetivos estão sendo alcançados pode ser um bom
exemplo para se referir às últimas etapas desse planeamento.

Benefícios do planeamento empresarial.


Ele ajuda a empresa a se manter no caminho certo para chegar aonde deseja com o menor custo possível.
Por isso, ao estruturar seu planeamento, é preciso pensar nos benefícios que ele irá trazer para seu negócio.
Algumas possibilidades são:

 Solução de problemas
 Eliminação de retrabalhos e esforços gastos em tarefas que não trazem retorno
 Economia de recursos
 Melhor distribuição desses recursos e tarefas entre cada departamento.
Além disso, vale ressaltar que um bom planeamento empresarial ajuda a integrar os colaboradores na cultura da empresa.
E não esqueça que isso contribui para melhorar o controlo sobre os processos internos.
Dá para perceber que um benefício acaba levando a outro, não é mesmo?

Planeamento empresarial e objetivos


Já percebeu como ter um objetivo claro sobre onde você quer chegar é essencial para manter o foco nas suas ações. Isso se reflete
constantemente na nossa vida pessoal. E, no mercado, não seria diferente.
De nada adianta você gastar tempo estudando as dimensões do seu negócio e as possíveis vantagens para estruturar seu planeamento se os
seus objetivos não estiverem claros. Mais do que isso: também compreendidos por todos os envolvidos nos processos da empresa.
Lembrando que o ideal é que os objetivos e as metas traçadas sejam realistas. Eles precisam refletir a realidade do seu negócio, tanto do
ambiente interno quanto do externo.
Principalmente, devem ser mensuráveis, pois isso fornece as informações sobre o desempenho das estratégias.
É por isso que a adoção de estratégias de marketing digital tem aumentado bastante no mercado, pois, através de ferramentas de web
analytics, é possível ter dados precisos sobre os resultados da sua campanha.
Tipos de planeamento empresarial
Da mesma forma, um negócio exige organização e estratégia para sobreviver e crescer.
Então, para ajudar você a não se perder na sua jornada, vamos explicar agora as categorias existentes dentro do planeamento empresarial.
Planeamento estratégico
Como o próprio nome sugere, esse tipo de planeamento envolve a definição das estratégias a longo prazo para que se alcance os resultados
desejados.
Fazendo uma analogia com viagens, esse é o momento de definir para onde quer ir e como fazer para chegar lá.
Vale lembrar que, mesmo sendo pensado a longo prazo, esse planeamento precisa ser flexível.
Ou seja, os gestores devem acompanhar o mercado constantemente e fazer ajustes nas estratégias quando necessário for.
Técnicas de planeamento estratégico
Novamente, um diagnóstico de mercado, como a Análise SWOT, pode ser uma boa opção para essa fase.
Assim, você consegue reunir informações, descobrir a força da sua empresa e avaliar caminhos antes de escolher o melhor deles para chegar
ao seu destino.
Além disso, esse estudo dos cenários internos e externos é de suma importância para manter a equipe engajada e focada.

A sigla SWOT é formada pelas iniciais de palavras em inglês.


S (Strenght/Força): os pontos positivos da sua empresa em relação aos concorrentes
W (Weakness/Fraqueza): os pontos negativos
O (Opportunities/Oportunidades): oportunidades ou possíveis negócios
T (Threats/Ameaças): ameaças externas que variam de acordo com cada segmento.
Lembrando que, ao identificar os pontos negativos do seu negócio em relação à concorrência, isso possibilita a otimização nos processos.

Planeamento tático
Este é o momento de distribuir as tarefas entre cada um.
Ou seja, após estudado o planeamento como um todo, é hora de definir o que cada departamento da empresa precisa fazer e como fazer.
Sempre com o objetivo de entregar o resultado final planejado, é claro.
O planeamento tático possibilita que cada área compreenda seu papel no funcionamento da empresa como um todo.
A partir daí, se busca otimizar os resultados a médio prazo.
Por isso, dizemos que ele faz a ponte entre os planeamentos estratégico e operacional, que é sobre o qual falaremos agora.
Planeamento operacional
Seguindo essa mesma lógica, o planeamento operacional é focado nas ações a curto prazo, que geralmente variam entre 3 a 6 meses.
Mas nem por isso ele deixa de maximizar os resultados da empresa.
Para ajudar nessa fase, adotar a gestão de pessoas por competências pode ser uma boa opção para avaliar três elementos principais:

 Métodos utilizados
 Pessoas envolvidas em cada tarefa
 Recursos necessários para que a tarefa seja cumprida.
Ou seja, basicamente, no planeamento operacional, você precisa definir quem é o responsável por cada tarefa, qual o prazo para que ela seja
executada, como vai ser executada e quais recursos necessários para isso.
Quer um exemplo?
Vamos imaginar que, no planeamento estratégico, tenha sido definida a meta de aumentar as vendas em 20%.
Nesse contexto, uma boa estratégia de planeamento operacional pode ser investir no relacionamento pós-vendas, visando a fidelização dos
clientes.
Para isso, você vai definir quem será o responsável pelo pós-vendas, como o diretor de marketing, por exemplo.
Além disso, deve estipular o prazo ideal para a interação e como você irá abordá-lo.
Pode ser através da automação de e-mail marketing, por exemplo.
Assim, é só escolher a melhor ferramenta disponível para ajudar você a alcançar os objetivos.
Como fazer o planeamento empresarial?
Agora que você conhece os tipos de planeamento empresarial e sua importância, talvez esteja se perguntando: afinal, como fazer na prática?
Basicamente, para construir um bom planeamento empresarial, é preciso seguir cinco passos principais.
1. Ciclo PDCA
Você já ouviu falar no Ciclo PDCA?
Assim como a Análise SWOT, ele também é uma sigla. Nesse caso, representa as seguintes palavras:
Plan (Planejar)
Do (Fazer)
Check (Controlar)
Act (Agir).
Ou seja, todo o processo deve envolver um planeamento, sua execução, ter os resultados monitorados e controlados para que sejam feitos as
devidas modificações quando necessário for.
Para isso, o pontapé inicial é ter um plano de negócios completo.
Então, deve ser feito um estudo do mercado em que você atua, do seu produto, dos clientes e dos recursos exigidos para o presente e o futuro.
Com essas informações em mãos, é possível identificar falhas que podem ter passado despercebidas.
A partir daí, ajuste esses pontos antes que seja tarde demais.
2. Dando forma para o seu negócio
O segundo momento serve para você moldar seu negócio.
Essa é a hora de definir as características básicas dele, seu posicionamento e, principalmente, a missão, visão e valores da sua empresa.
Missão: é a razão de ser da empresa, seu objetivo: por que ela existe?
Visão: onde sua empresa quer chegar, não necessariamente na questão financeira
Valores: o conjunto de princípios que ajudam a guiar o seu negócio. Devem se refletir no comportamentos de todos na empresa
3. Análise SWOT
O terceiro passo compreende fazer a Análise SWOT e descobrir os pontos fortes e fracos da sua empresa, assim como possíveis oportunidades
e ameaças externas.
Lembre que, para o ambiente interno, é interessante olhar como uma pessoa de fora da empresa.
É preciso pensar nos diferenciais em relação ao seus concorrentes e em como explorar no seu negócio algo que falta neles.
Além disso, é primordial listar todos os pontos negativos da empresa e descobrir como contorná-los.
Já para o ambiente externo, é essencial que você conheça sua persona, que corresponde ao perfil ideal de cliente.
Assim, poderá identificar novidades e tendências do mercado a serem exploradas por você também.
Novamente, é hora de destacar seus pontos fortes para enfrentar as ameaças e vencer a concorrência.
4. Utilizando matrizes
Com o diagnóstico feito, é chegada a hora de qualificar seu planeamento com duas matrizes bastante utilizada pelas empresas.
Veja quais são elas:
Matriz BCG: serve para analisar o desempenho dos seus produtos e sua participação no mercado, além de identificar quais deles geram mais
receita com menos custo
Matriz GE: serve para identificar quais os melhores produtos ou serviços para se investir dentro do cenário previsto
5. Marketing
Por fim, mas não menos importante, o planeamento de marketing deve estar atrelado ao planeamento empresarial.
Ou seja, é preciso desenvolver estratégias de marketing e identificar os melhores canais para atingir seu público-alvo.
Estrutura Organizacional: Da mesma maneira deve funcionar uma empresa, ter diferentes departamentos, porém, onde todos trabalham
juntos, rumo ao mesmo objetivo. Assim, eles formam a estrutura organizacional da empresa, que inclui:
Divisão de departamentos;
Divisão de cargos;
Divisão de tarefas.
É o tamanho da empresa e a natureza de suas operações que vão determinar o número de departamentos e orientar a distribuição de tarefas.
Quando uma empresa não investe em uma boa organização, ela provavelmente terá dificuldades em:

 Controlar a demanda;
 Contratar funcionários no momento certo;
 Fazer planos de carreira que satisfaçam os colaboradores;
 Escolher bons líderes.
Contudo, a produtividade ficará comprometida, o que não é uma boa notícia para nenhum empreendedor.
O que é uma estrutura organizacional?
A estrutura organizacional de uma empresa é definida como a ordenação e agrupamentos de atividades e recursos, que visa o alcance dos
objetivos e resultados estabelecidos.
Simplificando, é a forma como o gestor vai alocar as pessoas dentro de uma organização, de forma que o potencial de cada um seja
aproveitado da melhor maneira possível.
É fazer a divisão de cargos, setores e tarefas, em diferentes níveis de hierarquia, sempre levando em conta o estilo da empresa, seu ramo de
atuação e, também, os objetivos do empreendedor.
Não ter a estrutura organizacional como pasta prioritária dentro de uma empresa e deixá-la a mercê da falta de organização. Essa falta de
organização pode ser crucial no que diz respeito a não apenas a ganhos e melhorias produtivas que você deixará de atingir mas também pode
definir a permanência de uma organização no mercado em que ela está inserido.
Isso porque, essencialmente a estrutura organizacional nada mais é do que a união estrutural de todos os setores que constituem uma
empresa. E essa união possui um propósito muito simples. Ela visa que a organização possa cumprir os seus objetivos.
Desse modo fica muito simples entender, afinal, a partir do momento que um dos setores não vai tão bem como deveria e é diagnosticado que
o seu problema é devido a uma questão estrutural fica evidente que os resultados da empresa e a busca pelos seus objetivos serão
prejudicados.
Benefícios da Estrutura Organizacional: Os benefícios em estabelecer uma boa estrutura organizacional são percetíveis dentro e fora da
organização. Influenciando positivamente na produtividade, no relacionamento com os seus fornecedores, colaboradores e também com os
seus clientes.
Até mesmo porque, tudo parte do pressuposto de planeamento. O planeamento é fundamental para qualquer empreendedor que almeja o
sucesso de sua empresa. Para conquistar metas e objetivos é necessário compreender muito bem quais são os seus processos.
Organizar e estruturar setor a setor de uma empresa para que eles possam desempenhar as suas funções em conjunto. Contribuindo um com o
outro em prol do alcance dessas metas e objetivos. Esse é o verdadeiro foco e sentido da estrutura organizacional.

Afinal, quando se estabelece uma boa estrutura você consegue ter como resultados:

 Melhor identificação das tarefas necessárias;


 Melhor gestão do tempo;
 Boa organização de funções e responsabilidades;
 Mais informações, recursos e feedbacks aos colaboradores;
 Medidas de desempenho compatíveis com os objetivos;
 Melhores condições de manter os funcionários mais motivados além de promover uma maior integralização do mesmo para com a
empresa.
 Exemplificação de processos, melhorando indicadores de desempenho;
 Maior controle de performance.
 Identificar falta ou excesso de recursos;
 Compreender de forma fidedigna quais são os verdadeiros resultados de sua empresa;
 Entender com cada vez mais eficácia quais são os riscos em potenciais à saúde de sua empresa;
 Comunicação mais assertiva para com funcionários, fornecedores e clientes;
Agora que você entendeu a importância a estrutura organizacional possui eu vou te apresentar quais são os principais tipos que existem.
Vamos lá.
Tipos de estrutura organizacional
Antes de mais nada, quando falamos de estrutura organizacional logo pensamos em dois pressupostos básicos sendo:
Estrutura Vertical
Estrutura Horizontal
Na estrutura vertical nós temos uma divisão hierárquica muito bem definida. Nesse caso o CEO encontra-se no topo dessa estrutura seguido
pelas divisões e subdivisões abaixo.
As decisões são tomadas de cima para baixo, por intermédio dos níveis hierárquicos, e, por conta desse motivo, possui uma estrutura menos
flexível além de uma comunicação mais lenta.
Já quando falamos da estrutura horizontal estamos nos referindo a uma maior integralização entre organização e pessoas. Nela, os
funcionários têm uma maior autonomia para tomar suas próprias decisões. Existe também uma maior flexibilidade e informalidade.
É válido ressaltar que não necessariamente existe um modelo superior ao outro, ambos possuem vantagens e desvantagens. Na realidade o
que deve ser feito é uma análise estrutural com base nas características e peculiaridades de cada organização.
Só daí será possível encontrar o melhor modelo para aplicar dentro de cada empresa. Esse critério é o mesmo a ser aplicado para os outros 2
tipos de estrutura que vou te apresentar agora mesmo. Confira!
Estrutura Funcional
Tem como seu criador nada mais, nada menos do que o pai da Teoria Clássica da Administração, Henri Fayol. Se trata, também, da estrutura
mais indicada para as pequenas empresas. Nesse tipo de estrutura os recursos são organizado e aplicados em departamentos e todos eles
respondem a um único chefe.
Em uma estrutura organizacional funcional, nenhum chefe de setor tem controlo absoluto sobre seus subordinados. Além disso, cada
colaborador pode ter de responder a várias chefias.

Suas principais características são:

 Tipo de autoridade funcional ou dividida;


 Comunicação direta;
 Descentralização na tomada de decisões.
Vantagens:
Promove o aperfeiçoamento;
Facilita a especialização, nos escalões hierárquicos superiores;
Facilita o trabalho em equipa (formação de equipes);
Dá maior flexibilidade de adaptação à empresa;
O especialista sente-se mais valorizado.
Desvantagens:

 Muitas chefias, causando confusão;


 Não há unidade de mando, o que dificulta a disciplina;
 A coordenação é mais fácil;
 É mais dispendiosa;
 Confusão quanto aos objetivos;
 Aumento do conflito interfuncional.

Estrutura Linear
Também percetível em empresas de pequeno porte, onde não há diversificação do trabalho. Possui uma estrutura pouco complexa, onde não
existe uma grande necessidade de especialização. Neste caso todo e qualquer tipo de autoridade, é do chefe, proprietário ou diretor.
A tomada de decisões é exercida de modo centralizado. As linhas formais de comunicação, geralmente têm fluxo descendente. Cada unidade
de trabalho executa tarefas específicas e bem definidas.
Vantagens:

 Autoridade única.
 Indicado para pequenas empresas.
 Mais simples e econômica.
 Facilita a unidade de mando e disciplina (disciplina rígida).
 Clara delimitação de responsabilidade e autoridade.
Desvantagens:

 Tendência burocratizante.
 Diminui o poder de controlo técnico.
 Comando único e direto, com menor cooperação das pessoas.
 Comunicação demorada e com distorções.
 Sobrecarrega a direção e as chefias.
 Não favorece o espírito de cooperação e equipe.

Estrutura Multidivisional ou Linha-Staff


Modelo mais destinado a empresas de grande porte ou em ascensão onde existe um modelo mais extenso de processos estruturais. Assume o
modelo de estratégia horizontal onde diversos departamentos agem de modo independente e autônomo.
Nesse modelo a comunicação ocorre de modo mais fluido e sem grandes barreiras, permitindo a rápida resolução dos problemas encontrados,
assim como o trabalho em equipa, que é evidenciado.
A estrutura divisional ou Matricial normalmente é usada em grandes empresas, que operam em uma ampla área geográfica ou que têm
setores responsáveis por diferentes tipos de produtos ou áreas de mercado.
Vantagens:
Comunicação mais fluída
Agilidade na resolução de problemas setoriais
Sentimento de pertencimento proveniente dos colaboradores
Redução dos níveis hierárquicos
Desburocratização dos processos
Aproximação do cliente.
Desvantagens:
Dificuldades em lidar com a perda de autoridade
Exigência de uma mudança de cultura
Desorientação por parte dos colaboradores.
Com todas essas informações fica bem claro toda a importância da estrutura organizacional. Portanto, cabe aos gestores e empreendedores
ficarem atentos a essa questão.
Além disso é preciso discernimento e muito planeamento para que possa ser aplicado o modelo de estrutura que melhor se encaixe dentro da
realidade de cada empresa.
A equipe de um projeto costuma reunir elementos de diversos setores da empresa. Por exemplo, um funcionário do departamento
financeiro pode ser encarregado de cuidar das finanças desse projeto específico. Esse colaborador continuará respondendo ao chefe do seu
departamento. No entanto, também irá se reportar ao líder do projeto em que trabalha.

Conceito
A departamentalização é a prática de agrupar atividades e recursos em unidades organizacionais, seguindo um critério de homogeneidade entre
eles, visando uma adequação da estrutura organizacional com sua dinâmica de ação mais eficiente. Segundo Colenghi (2007), “é uma outra
forma de fracionar a estrutura organizacional (divisões, seções, diretorias, departamentos, coordenações, serviços etc.), objetivando agrupar as
atividades homogêneas que possuem uma mesma linha de ação, segundo características de complementaridade e similaridade”.
Funções
A partir da especialização, a departamentalização visa a um aproveitamento dos recursos disponíveis de forma mais eficiente, a fim de controlar
e/ou coordenar as responsabilidades e os conflitos de interesses existentes nas organizações, a partir da delegação de poder e da integração do
ambiente externo com a organização vigente.
O processo de departamentalização pode ser implementado de várias maneiras: por funções; pela própria geografia da organização; pelos clientes
em questão; por processos, serviços e produtos e até projetos.

Objetivos
Visa a fortalecer o desempenho funcional, que deverá ocorrer por meio de procedimentos apropriados:

 Agregação: colocar os especialistas numa mesma unidade de trabalho a fim de possibilitar a troca de experiências, o que resultará em
ampliação do cabedal de conhecimento de cada um deles e, consequentemente, traduzir-se-á em maiores índices de produtividade e
qualidade. Com propósitos semelhantes, sempre que possível, os equipamentos especiais devem ser colocados numa mesma área de trabalho.
 Controle: as atividades devem ser agrupadas de forma que possam ser facilmente supervisionadas, possibilitando exercer um controle
eficaz e eficiente, favorecendo a realização dos ajustes necessários antes do produto ser considerado acabado e chegar aos clientes.
 Coordenação: a fim de se obter uma unidade de ação que será conseguida caso forem agrupadas atividades correlatas e de objetivos
comuns em uma mesma unidade organizacional.
 Enquadramento: as atividades devem ser agrupadas em unidades, de acordo com suas caraterísticas, em consonância com cada “grupo
estrutural básico”, o que evitará possíveis conflitos internos.
 Processos: destacar para um primeiro plano as atividades mais relevantes que estão inseridas em um mesmo processo, buscando agrupá-
las dentro de unidades cujos objetivos sejam comuns e que atendam a clientes determinados.

Tipos, vantagens e desvantagens

 A departamentalização por funções da empresa tem como vantagens a especialização de tarefas, visando um uso de recursos
especializados mais concentrados, levando a uma satisfação dos funcionários maior. Porém uma grande concentração de recursos e
especialização do trabalho afeta a visão de conjunto na organização, podendo gerar uma comunicação deficiente e uma insegurança quando
ocorre um crescimento notável na organização;
 Quando cada unidade da empresa ocorre em regiões diferentes, há o surgimento de um tipo geográfico de departamentalização, em que
cada unidade ou região pode ter um gestor e este se reporta ao nível hierárquico geral (matriz da empresa), isto permite usar os diferenciais
das diferentes regiões como vantagens competitivas em relação aos concorrentes, dado que o gestor regional conhece a área com maior
peculiaridade permitindo um tempo de ação mais rápida para eventuais problemas. Porém este tipo de departamentalização pode dificultar a
coordenação de pessoal devido às diferentes áreas de atuação e portanto interferindo em uma comunicação entre os gestores mais rápida;
 A departamentalização por clientes consiste em separá-los por grupos semelhantes e portanto mantendo o foco ideal para cada tipo de
cliente. É vantajoso no que tange ao reconhecimento e atendimento aos grupos, podendo haver uma vantagem mercadológica frente a estes.
Mas também enfrenta o problema de uma coordenação geral, pois os diferentes gestores exigirão diferentes recompensas, de acordo com os
respetivos grupos;
 Departamentalização por processos, ocorre na divisão das atividades segundo o processo produtivo, como na administração pública,
gerando uma especialização maior dos recursos alocados e comunicação das informações técnicas maior também, mas também pode
comprometer a flexibilidade de alguns ajustes necessários nos processos;
 A departamentalização por produtos e serviços ocorre geralmente na indústria de bens de consumo, pois gera uma facilidade maior
para a criação de novos produtos, além de facilitar a coordenação dos resultados individuais dos produtos e serviços da empresa. Porém
dificulta a coordenação geral dos resultados, além de gerar uma disparidade de poder entre funcionários de mesma hierarquia;
 A departamentalização por região ocorre quando a organização se estrutura por região.
 A departamentalização matricial.
 Por último há a departamentalização por projetos, que consiste na atribuição das atividades frente aos projetos existentes nas
organizações, como cada projeto é de grande conhecimento de seu gestor, esta prática permite um melhor cumprimento das metas e prazos,
uma vez que a adaptação dos gestores aos seus projetos é maior em relação ao todo. Como pontos negativos têm-se o emprego errado de
recursos, ou apenas ociosos, e a tomada de decisão partindo apenas um ponto de vista (gestores individuais).
Conceito de Hierarquização
Hierarquização hierarquização é uma ação ou prática comum realizada em vários campos, áreas ou planos, entre outros, que consiste na
organização e classificação das hierarquias ou dos diferentes níveis de atuação.
Basicamente a hierarquia é a organização através de categorias de certa importância que consequentemente atribui diferente relevância e
valor às pessoas ou objetos hierarquizados.
São estabelecidos vários critérios para realizar uma hierarquização. Estes têm a ver com a classe, tipologia ou qualquer outra questão
determinante que permita desenvolver sua classificação.
A hierarquização envolve sempre uma organização que vai de baixo para cima, ou seja, as posições que se encontram mais abaixo da escala são
as menos importantes e valorizadas, sendo assim são aquelas de menor importância em relação às escalas mais altas que obviamente dispõem
de maior relevância.
Vale destacar que as posições que se encontram no topo da hierarquização apresentam certo poder e autoridade em relação àquelas que se
encontram nas posições inferiores. Por isso, aquele que se encontra em uma posição de hierarquia superior pode, na medida do possível,
ordenar a realização de alguma atividade ou cumprimento de alguma tarefa a qualquer pessoa que se encontre numa posição inferior a sua.
As empresas de grande porte são aquelas que melhor explicam essa questão de hierarquização que compõe a estrutura dessas posições mais
ou menos valorizadas.
Normalmente a razão de ser disso tudo é que: quanto maior a empresa maior será a quantidade de empregados e cargos e assim sua
hierarquização. Esta é uma prática que coloca ordem e dá classificação, ela é ideal para que o trabalho se desenvolva dentro dos conformes e
que cumpra com os objetivos propostos.
Assim, o proprietário ou presidente da empresa é aquele que ocupa o lugar mais alto na hierarquia, em seguida, estão os diretores de áreas ou
de departamentos e mais abaixo os gerentes, desde que a empresa esteja setorizada dessa maneira, e finalmente os empregados ordinários,
aqueles que ocupam os cargos menores e que não têm nenhuma autoridade sobre os anteriormente mencionados.
O que é visão sistêmica da empresa?
Visão sistêmica é uma forma de entender as relações de forças que regem processos, organizações, fenômenos e outras interações complexas.
Segundo essa visão, o todo deve ser levado em consideração ao se analisar as consequências de ações individuais das partes que o compõem.
Assim, não há um foco no local ou no específico, mas uma visão geral e ampla. Dessa forma, cada ação deve ser analisada de maneira a se levar
em conta todas a reações que desencadeiam no sistema de interrelações como um todo.
Levando isso em consideração, podemos estender esse conceito para a visão sistema da empresa na administração.
Visão sistêmica da empresa:
Visão sistêmica da empresa em administração leva em conta as partes em função do todo, isto é: a visão é panorâmica, em que se entende
como cada detalhe se relaciona entre si e influencia toda a organização.
Para que você possa entender o que é visão sistêmica da empresa, imagine que a sua empresa é um corpo humano.
Cada departamento é um órgão importante deste organismo que é a sua empresa. Os funcionários são as células que compõem os órgãos.
Apesar de cada um ter funções específicas, eles precisam atuar juntos para manter o corpo humano saudável e de pé.
Analogias à parte, o que você precisa entender é que ter uma visão sistêmica da empresa significa compreendê-la como um todo. É analisar
todas as partes e perceber aqui, assim como no corpo humano, elas se encontram interligadas.
Uma visão sistêmica permite identificar como cada processo funciona e como cada setor interage entre si. Ela possibilita também entender a
relação entre os ambientes interno e externo da organização e como eles interferem nas engrenagens da empresa.

Em resumo, ter uma visão sistêmica significa ser capaz de enxergar o todo a partir de suas partes.
Veja também: Você sabe qual a importância do diagnóstico empresarial? Confira 9 razões para adotar essa prática
Você conhece a mandala do pensamento sistêmico?
Apesar do nome remeter a práticas místicas, a mandala do pensamento sistêmico é uma forma de entender essa abordagem e toda a sua
complexidade.
Trata-se de uma resumo visual esquemático de seus principais postulados e sua correlação com a maneira tradicional de analisar os
fenômenos.
Na verdade, se você está se perguntando como é possível treinar a visão sistêmica, começar por estudar seu conteúdo e manter a mandala
sempre a mão na hora de tomar decisões pode ser de grande valia.
Veja a mandala do pensamento sistêmico:
Visão sistêmica da empresa Fonte: Everton Gomede
Como dissemos, a mandala é um mero resumo visual do pensamento sistêmico. A seguir, entenda melhor cada uma das diretrizes do
pensamento sistêmico.

Os 8 pilares do pensamento sistêmico


1. Pensamento circular X Pensamento linear
Com a adoção da visão sistêmica na empresa, é preciso que os gestores e colaboradores lembrem-se que as ações geram consequências que,
em última instância, se voltam novamente até elas.
Assim, por exemplo, ao criar uma promoção de vendas que gera excelente resultados, inicialmente os vendedores podem ficar muito
satisfeitos, mas, conforme as vendas aumentarem, os vendedores podem se ver sobrecarregados.

Por isso, é preciso se antecipar e tomar as providências necessárias.


2. Complexidade dinâmica X Complexidade de detalhes
A falta de visão sistêmica pode levar as pessoas a se prenderem a detalhes que, na verdade, são irrelevantes em relação ao todo, porque se
modificam a cada instante, ao serem influenciados pelas outras ações da empresa.
3. Percepção de que a estrutura influencia o pensamento x Reação aos eventos
Reagir rapidamente a um oportunidade ou ameaça ao negócio pode ser um erro. Análise como essas questões se relacionam com outras áreas,
converse com os outros departamentos e chegue a uma solução conjunta.
4. Se perceber como agente causador dos próprios problemas X procurar por culpados
O vitimismo de si próprio é uma característica muito comum de pessoas que não adotam a visão sistêmica.
Apontar o dedo para outros departamentos, para a crise financeira, para a situação econômica e outras “muletas” não vai ajudar em nada.
Entenda que os desafios estão aí e que se você não reagir adequadamente, as coisa não vão melhorar. E sua inação será determinante para o
fracasso em se alterar essa nova realidade desfavorável.

5. Perceção da dinâmica resistente do sistema X Foco no resultado


Iniciar uma ação para se atingir um determinado objetivo e simplesmente aguardar para verificar os resultados não leva em conta todas as
reações ou entraves que essas ações podem gerar em outros departamento ou mesmo colaboradores da empresa.
Esquecer de administrar esse “meio de campo” pode ser um erro fatal.
6. Atuação nas causas e nos pontos de alavancagem X Atuação nos efeitos
É aquela velha metáfora de dar remédio para baixar a febre (efeito da doença) e se esquecer de dar o remédio para conter suas causas, um
vírus, por exemplo.

Assim, a adoção da visão sistêmica deve levar à busca das causas e não ao mero ataque aos efeitos.
7. Interligação dos eventos X Eventos isolados
Uma ação em seu departamento terá consequência em outros setores da empresa. Digamos que você trabalhe na área de vendas e decida
aumentar a comissão dos vendedores.
Isso impactará a área financeira, de estoques, de marketing, logística de entregas e até de TI, devido às vendas online, entre outras.
Por isso, nunca tome uma decisão sem alterar seus colegas sobre as reações que poderão surgir em seus departamentos.
8. Visão holística X Visão fragmentada
Por fim, a visão holística é aquele que enxerga o todo e suas partes de forma interligada e dinâmica. Já, a visão fragmentada não combina com
a metodologia sistêmica, em que as partes compõem o todo e, assim, se interrelacionam continuamente.
Você acaba de ser um resumo das principais características da visão sistêmica. Assim, se você deseja a adoção dessa visão em sua empresa e
procura saber como é possível treinar a visão sistêmica, o primeiro passo pode ser o compartilhamento da mandala, como uma forma de
disseminar seus pilares de forma prática e objetiva.
Habilidades fundamentais de um líder com visão sistêmica
Com base nos pilares da mandala, podemos dizer que as principais habilidades que um líder precisa ter para aplicar a visão sistêmica são:
Inteligência emocional para não reagir sem medir as consequências;
Capacidade analítica para avaliar dados e informações;
Fazer ilações complexas entre fatos aparentemente não relacionados;
Empatia para se colocar no lugar dos colegas;
Enxergar adiante sem deixar de observar os arredores;
Aceitar as opiniões de colegas e subordinados;
Trabalhar de forma colaborativa;
Estar sempre atualizado sobre novas tendências.
A importância de ter uma visão sistêmica da empresa
Como você viu, a falta de visão sistêmica pode levar o administrador a não perceber planamente as consequências de ações isoladas, em
setores e departamentos, em relação ao resultado final para o negócio.
Assim, por meio de uma visão sistêmica da empresa, os gestores conseguem coordenar melhor os projetos, pois eles passam a olhar como
tudo funciona de maneira interligada.
A visão sistêmica ajuda a ter mais dinamismo e organização na condução de tarefas. Ela possibilita visualizar com clareza e objetividade as
responsabilidades de cada departamento.
Para os colaboradores, ter uma visão sistêmica é importante para que eles possam compreender o papel que cada um deles desempenha nos
resultados da empresa. Assim, o trabalho em equipa se fortalece; os funcionários passam a se sentirem mais motivados para dar o melhor de
si, pois eles vão perceber que o trabalho deles realmente importa.
Com a visão sistêmica, os líderes conseguem traçar o caminho para, juntos com seus liderados, perseguir e alcançar suas metas e objetivos
previamente estabelecidos.
Dessa forma, os trabalhos focados na coletividade contribuem para o sucesso da empresa.

 INÍCIO
 INSTITUCIONAL
 QUEM É QUEM
 ESTRUTURA DO MAT
Vice-Governador Para o Vice – Governador para
Vice-Governador para área
PROVÍNCIA GOVERNADOR Sector Político, Social e os Serviços Técnicos e
Económica e Produtiva
Económico Infra-estruturas

Mara Regina da Silva Domingos Baptista


BENGO João Bartolomeu Agostinho da Silva
Quiosa

Deolinda Tchocondoca Adilson Dellany Martins


BENGUELA Luís Manuel da Fonseca Nunes
Valiangula Gonçalves

BIÉ Pereira Alfredo António Manuel José Fernando Tchatuvela

CABINDA Marcos Alexandre Nhunga Miguel dos Santos Oliveira Paulo Dinis Luvambano Macário Romão Lembe

Emília Cambundo
Domingos Bernardo
CUANZA – SUL Job Castelo Capapinha Tchinawalile António Salles
Bambi
Camuhoto

CUANZA –  Leonor da Silva Ferreira Henrique Jorge do


Adriano Mendes de Carvalho
NORTE Garibaldi de Lima e Cruz Sacramento e Sousa
CUANDO
Júlio Marcelino Vieira Bessa Adélia Muambeno Samuel Afonso de Antas Miguel
CUBANGO

Édio Gentil Saumbwako


CUNENE Gerdina Ulipamwe Didalelwa Apolo Ndinoulenga
José

HUAMBO Lotti Nolika Francisco Jamba Kata Leonardo Severino Sapalo

Maria João Francisco


HUILA Nuno Bernabé Mahapi Dala
Chipalavela

Elisabeth de Fátima
LUANDA Joana Lina Ramos Baptista Cândido Dionísio Manuel da Fonseca Fonseca Tavares Matos Lino Quienda Mateus Sebastião
Rafael

Deolinda Ódia Paulo Satula


LUNDA – NORTE Ernesto Muangala Lino dos Santos
Vilarinho

Evanerson Leandro Varo


LUNDA – SUL Daniel Félix Neto Mendes Lourenço Gaspar
Kaputu

Angelino Mungila
MALANJE Norberto Fernandes dos Santos Domingos Manuel Eduardo
Quissonde
Wilson Augusto
MOXICO Gonçalves Manuel Muandumba Victor da Silva
Tchinhama

NAMIBE Augusto Archer de Sousa Mangueira Maisa Tavares Ema Guimarães

UÍGE José Carvalho da Rocha Catarina Pedro Domingos Afonso Luviluku

Fernanda Deolinda Sumbo Ângela Maria Botelho de


ZAIRE Pedro Makita Armando Júlia
Guerra Carvalho Diogo

 ESTATUTO ORGÂNICO
 ORGANOGRAMA

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