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02/08/2021 SEI/ERJ - 20181465 - Edital de Licitação

15.8.2 - A anualidade dos reajustes será sempre contada a partir da data do fato gerador que deu ensejo ao último reajuste.
 
15.8.3 - Os reajustes serão precedidos de requerimento da CONTRATADA, acompanhada de demonstração analítica da alteração dos custos, por meio de
apresentação da planilha de custos e formação de preços e do novo acordo, convenção ou dissídio coletivo que fundamenta o reajuste.
 
15.8.4 - É vedada a inclusão, por ocasião do reajuste, de benefícios não previstos na proposta inicial, exceto quanto se tornarem obrigatórios por força de
instrumento legal, sentença normativa, acordo, convenção coletiva ou dissídio.
 
15.8.5 - Na ausência de lei federal, acordo, convenção ou dissídio coletivo de trabalho, o reajuste contratual poderá derivar de lei estadual que fixe novo piso
salarial para a categoria, nos moldes da Lei Complementar nº 103/2000.
 
15.8.6 - O preço dos demais insumos poderá ser reajustado após 12 (doze) meses da data da apresentação da proposta, de acordo com o INPC, que deverá retratar
a variação efetiva dos insumos utilizados na consecução do objeto contratual, na forma do que dispõe o art. 40, XI, da Lei n.º 8.666/93 e os arts. 2º e 3º da Lei n.º
10.192, de 14.02.2001.
 
15.8.7 - O reajuste será dividido em tantos quanto forem os acordos, dissídios ou convenções coletivas das categorias envolvidas na contratação, sempre calculado
a partir das datas-base diferenciadas, já que a contratação envolve mais de uma categoria profissional. 
 
15.9 - O prazo decadencial convencionado para a CONTRATADA solicitar o pagamento do reajuste contratual, que deverá ser protocolizado no Protocolo Geral
da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária – SEAP, é de 60 (sessenta) dias, contados da publicação do índice ajustado contratualmente, sob pena de
decair o seu respectivo direito de crédito, nos termos do art. 211, do Código Civil;
 
16 – ACORDO DE NÍVEL DE SERVIÇO – ANS
 
16.1 -  Os serviços deverão ser executados com base nos parâmetros mínimos estabelecidos no Acordo de Nível de Serviço – ANS (Anexo II do Termo de
Referência), cuja medição será realizada mediante as condições estabelecidas no Termo de Referência.
 
16.1.2 - O ANS deverá ser consolidado mensalmente pelo fiscal designado da CONTRATANTE, a partir dos dados averiguados diariamente, referente aos
serviços executados naquele mês, para realização do ajuste do pagamento à qualidade do serviço.
 
16.1.3 - Diariamente, os fiscais designados pela CONTRATANTE realizarão a avaliação das refeições fornecidas, por amostragem, tendo por base o Formulário
de Recebimento de Refeições, constante do ANEXO II do Termo de Referência.
 
16.1.4 - A amostragem, para fins de realização da verificação mencionada no item anterior, deverá ser de, no mínimo, 3 (três) recipientes, do total de cada tipo de
refeição entregue.
 
16.2 - O Acordo de Nível de Serviço (ANS) define os níveis de qualidade esperados na prestação do serviço e as respectivas deduções no pagamento.
 
16.3 - A medição do ANS será, mensalmente, a partir do 2º mês do início da execução dos serviços.
 
16.3.1 - A CONTRATANTE avaliará mensalmente, a partir do 2º mês do início da execução dos serviços, o desempenho da CONTRATADA, por meio do
acompanhamento da prestação dos serviços, que mensura o atendimento das Ordens de Serviços Emitidas para os chamados regulares, previsto no Anexo II do
Termo de Referência.
 
16.3.2 - Com base nas faixas de ajuste de pagamento, a SEAP-RJ aplicará, mediante prévia comunicação, percentual de dedução no valor do faturamento da
CONTRATADA, no mês respectivo, na forma do Anexo II do Termo de Referência.
 
16.3.3 - A CONTRATADA poderá apresentar justificativa para a prestação do serviço com menor nível de conformidade, que poderá ser aceita pela
CONTRATANTE, desde que comprovada à excepcionalidade da ocorrência, resultante exclusivamente de fatores imprevisíveis e alheios ao seu controle.
 
16.4 - As penalidades contratuais poderão ser aplicadas independentemente dos critérios adotados neste ANS, decorrentes da gravidade ou reincidência da
inexecução dos serviços.
 
17 - DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS E DEMAIS PENALIDADES
 
17.1 - O licitante que, convocado no prazo de 05 (cinco) dias úteis, não celebrar o contrato, deixar de entregar ou apresentar documentação falsa exigida para o
certame, ensejar o retardamento da execução de seu objeto, não mantiver a proposta, falhar ou fraudar na execução do contrato, comportar-se de modo inidôneo
ou cometer fraude fiscal, ficará, sem prejuízo das demais cominações legais, sujeito as seguintes sanções:
 
a) impedimento de licitar e contratar com a Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro, com a conseqüente suspensão de seu registro no Cadastro de
Fornecedores, pelo prazo de até 05 (cinco) anos;
 
b) multas previstas em edital e no contrato.
 
17.1.1 - As condutas do contratado, verificadas pela Administração Pública contratante, para fins deste item são assim consideradas:
 

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I – retardar a execução do objeto, qualquer ação ou omissão do licitante que prejudique o bom andamento da licitação, inclusive deixar de entregar a amostra no
prazo assinalado no edital, que evidencie tentativa de indução a erro no julgamento, ou que atrase a assinatura do contrato ou da ata de registro de preços;
 
II – não manter a proposta, a ausência de seu envio, bem como a recusa do envio de seu detalhamento, quando exigível, ou ainda o pedido, pelo licitante, da
desclassificação de sua proposta, quando encerrada a etapa competitiva, desde que não esteja fundamentada na demonstração de vício ou falha na sua elaboração,
que evidencie a impossibilidade de seu cumprimento;
 
III – falhar na execução contratual, o inadimplemento grave ou inescusável de obrigação assumida pelo contratado;
 
IV – fraudar na execução contratual, a prática de qualquer ato destinado à obtenção de vantagem ilícita, induzindo ou mantendo em erro a Administração Pública;
e
 
V – comportar-se de modo inidôneo, a prática de atos direcionados a prejudicar o bom andamento do certame ou do contrato, tais como fraude ou frustração do
caráter competitivo do procedimento licitatório, ação em conluio ou em desconformidade com a lei, indução deliberada a erro no julgamento, prestação falsa de
informações, apresentação de documentação com informações inverídicas, ou que contenha emenda ou rasura, destinados a prejudicar a veracidade de seu teor
original.
 
17.2 -  Ocorrendo qualquer outra infração legal ou contratual, o contratado estará sujeito, sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal que couber, às
seguintes penalidades, que deverá (ão) ser graduada (s) de acordo com a gravidade da infração:
 
a) advertência;
 
b) multa administrativa;
 
c) suspensão temporária da participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro;
 
d) declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública.
 
17.3 - A sanção administrativa deve ser determinada de acordo com a natureza, a gravidade da falta cometida, os danos causados à Administração Pública e as
circunstâncias agravantes e atenuantes.
 
17.3.1 - Quando a penalidade envolver prazo ou valor, os critérios estabelecidos no item 17.3 também deverão ser considerados para a sua fixação.
 
17.4 - A imposição das penalidades é de competência exclusiva do órgão licitante, devendo ser aplicada pela Autoridade Competente.
 
17.4.1 - As sanções previstas na alínea b do item 17.1 e nas alíneas a e b, do item 17.2 serão impostas pelo Ordenador de Despesa, na forma do parágrafo único,
do art. 35 do Decreto Estadual nº 3.149/80.
 
17.4.2 - As sanções previstas na alínea a do item 17.1 e na alínea c, do item 17.2 serão impostas pelo próprio Secretário de Estado de Administração Penitenciaria
ou pelo Ordenador de Despesa, devendo, neste caso, a decisão ser submetida à apreciação do próprio Secretário de Estado de Administração Penitenciaria, na
forma do parágrafo único, do art. 35 do Decreto Estadual nº 3.149/80.
 
17.4.3 - A aplicação da sanção prevista na alínea d, do item 17.2, é de competência exclusiva do Secretário de Estado de Administração Penitenciaria SEAP/RJ.
 
17.5 - Dentre outras hipóteses, a advertência poderá ser aplicada quando o CONTRATADO não apresentar a documentação exigida nos itens 17.6 e 17.7, no prazo
de 10 (dez) dias da sua exigência, o que configura a mora.
 
17.6 - As multas administrativas, previstas na alínea b do item 17.1 e na alínea b, do item 17.2:
 
a) corresponderão ao valor de até 20% (vinte por cento) sobre o valor do Contrato, aplicadas de acordo com a gravidade da infração e proporcionalmente às
parcelas não executadas;
 
b) poderão ser aplicadas cumulativamente a qualquer outra;
 
c) não têm caráter compensatório e seu pagamento não exime a responsabilidade por perdas e danos das infrações cometidas;
 
d) deverão ser graduadas conforme a gravidade da infração;
 
e) nas reincidências específicas, deverão corresponder ao dobro do valor da que tiver sido inicialmente imposta;
 
f) deverão observar sempre o limite de 20% (vinte por cento) do valor do contrato ou do empenho, conforme preceitua o art. 87 do Decreto Estadual nº 3.149/80.
 
17.7 - A suspensão temporária da participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro, prevista na
alínea c, do item 17.2:
 

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a) não poderá ser aplicada em prazo superior a 2 (dois) anos;
 
b) sem prejuízo de outras hipóteses, deverá ser aplicada quando o adjudicatário faltoso, sancionado com multa, não realizar o depósito do respectivo valor, no
prazo devido;
 
c) será aplicada, pelo prazo de 1 (um) ano, conjuntamente à rescisão contratual, no caso de descumprimento total ou parcial das obrigações trabalhistas e/ou
previdenciárias, configurando inadimplemento, na forma dos itens 17.9 e 17.10.
 
17.8 - A declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública, prevista na alínea d, do item 17.2, perdurará pelo tempo em que os
motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que
o contratado ressarcir a Administração Pública pelos prejuízos causados.
 
17.8.1 - A reabilitação poderá ser requerida após 2 (dois) anos de sua aplicação.
 
17.9 - O atraso injustificado no cumprimento das obrigações contratuais sujeitará o CONTRATADO à multa de mora de 1% (um por cento) por dia útil que
exceder o prazo estipulado, a incidir sobre o valor do contrato, da nota de empenho ou do saldo não atendido, respeitado o limite do art. 412 do Código Civil, sem
prejuízo da possibilidade de rescisão unilateral do contrato pelo CONTRATANTE ou da aplicação das sanções administrativas.
 
17.10 - Se o valor das multas previstas na alínea b do item 17.1, na alínea b, do item 17.2 e no item 16.9, aplicadas cumulativamente ou de forma independente,
forem superiores ao valor da garantia prestada, além da perda desta, responderá o infrator pela sua diferença, que será descontada dos pagamentos eventualmente
devidos pela Administração ou cobrada judicialmente.
 
17.11 - A aplicação de sanção não exclui a possibilidade de rescisão administrativa do Contrato, garantido o contraditório e a defesa prévia.
 
17.12 - A aplicação de qualquer sanção será antecedida de intimação do interessado que indicará a infração cometida, os fatos, os dispositivos do edital e/ou do
contrato infringidos e os fundamentos legais pertinentes, assim como a penalidade que se pretende imputar e o respectivo prazo e/ou valor, se for o caso.
 
17.12.1 - Ao interessado será garantido o contraditório e a defesa prévia.
 
17.12.2 - A intimação do interessado deverá indicar o prazo e o local para a apresentação da defesa.
 
17.12.2.1 - A defesa prévia do interessado será exercida no prazo de 5 (cinco) dias úteis, no caso de aplicação das penalidades previstas nas alíneas a e b do item
17.1 e nas alíneas a, b e c, do item 17.2, e no prazo de 10 (dez) dias, no caso da alínea d, do item 17.2.
 
17.12.3 - Será emitida decisão conclusiva sobre a aplicação ou não da sanção, pela autoridade competente, devendo ser apresentada a devida motivação, com a
demonstração dos fatos e dos respectivos fundamentos jurídicos.
 
17.13 - A recusa injustificada do adjudicatário em assinar o contrato dentro do prazo estipulado pela Entidade, sem que haja justo motivo para tal, caracterizará o
descumprimento total da obrigação assumida e determinará a aplicação de multa de 5% (cinco por cento) do valor total do contrato, cabendo, ainda, a aplicação
das demais sanções administrativas, de acordo com as peculiaridades do caso concreto.
 
17.14 - As penalidades previstas nos itens 17.1 e 17.2 também poderão ser aplicadas aos licitantes e ao adjudicatário.
 
17.14.1 -  Os licitantes, adjudicatários e contratados ficarão impedidos de contratar com a Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro, enquanto
perdurarem os efeitos das sanções de:
 
a) suspensão temporária da participação em licitação e impedimento de contratar imposta pelo Estado do Rio de Janeiro, suas Autarquias ou Fundações (art. 87,
III da Lei n° 8.666/93);
 
b) impedimento de licitar e contratar imposta pelo Estado do Rio de Janeiro, suas Autarquias ou Fundações (art. 7° da Lei n° 10.520/02);
 
c) declaração de inidoneidade para licitar e contratar imposta por qualquer Ente ou Entidade da Administração Federal, Estadual, Distrital e Municipal (art. 87, IV
da Lei n° 8.666/93);
 
17.15 - As penalidades impostas aos licitantes serão registradas pelo ÓRGÃO LICITANTE no Cadastro de Fornecedores do Estado, por meio do SIGA.
 
17.15.1 - Após o registro mencionado no item acima, deverá ser remetido para o Órgão Central de Logística (SUBLOG/SECCG), o extrato de publicação no
Diário Oficial do Estado do ato de aplicação das penalidades citadas na alínea a do item 17.1 e nas alíneas c e d do item 17.2, de modo a possibilitar a
formalização da extensão dos seus efeitos para todos os órgãos e entidades da Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro.
 
17.15.2 - A aplicação das sanções mencionadas no subitem 17.15.1 deverá ser comunicada à Controladoria Geral do Estado, que informará, para fins de
publicidade, ao Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas – CEIS.
 
18 – ACEITAÇÃO DO OBJETO CONTRATUAL E RESPONSABILIDADE
 

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18.1 - Executado o contrato, o seu objeto será recebido por comissão de fiscalização de contrato composta por 03 (três) membros por unidade prisional, na
forma prevista no art. 73 da Lei nº 8.666/93 e na cláusula sétima da minuta de contrato (Anexo 4), dispensado o recebimento provisório nas hipóteses previstas
no art. 74 da mesma lei.
 
18.2 - O recebimento provisório ou definitivo do objeto do Contrato não exclui a responsabilidade civil a ele relativa, nem a ético-profissional, pela sua perfeita
execução do Contrato.
 
18.3 - Salvo se houver exigência a ser cumprida pelo adjudicatário, o processamento da aceitação provisória ou definitiva deverá ficar concluído no prazo de 30
dias úteis, contados da entrada do respectivo requerimento no protocolo da Superintendência Geral de Administração e Finanças da SEAP/RJ, situado à
Praça Cristiano Ottoni, s/nº, 5º andar, sala 554, Ed. D. Pedro II, Central do Brasil, Centro, Rio de Janeiro / RJ, na forma do disposto no parágrafo 3º do art.
77 do Decreto nº 3.149/80.
 
18.4 - A CONTRATADA é responsável por danos causados à CONTRATANTE ou a terceiros, decorrentes de culpa ou dolo na execução do contrato, não
excluída ou reduzida essa responsabilidade pela presença de fiscalização ou pelo acompanhamento da execução por órgão da Administração.
 
18.5 - A CONTRATADA é responsável por encargos trabalhistas, inclusive decorrentes de acordos, dissídios e convenções coletivas, previdenciários, fiscais e
comerciais oriundos da execução do contrato, podendo a CONTRATANTE, a qualquer tempo, exigir a comprovação do cumprimento de tais encargos.
 
18.6 - A CONTRATADA será obrigada a apresentar, mensalmente, em relação aos empregados vinculados ao contrato, prova de que:
 
a) está pagando as verbas salariais, incluídas as horas extras devidas e outras verbas que, em razão da percepção com habitualidade, devam integrar os salários; ou
a repartição das cotas ou retiradas, em se tratando de cooperativas, até o quinto dia útil de cada mês seguinte ao vencimento ou na forma estabelecida no Estatuto,
no último caso;
 
b) está em dia com o vale-transporte e o auxílio-alimentação;
 
c) anotou as Carteiras de Trabalho e Previdência Social; e
 
d) encontra-se em dia com os recolhimentos dos tributos, contribuições e encargos.
 
18.7 - A CONTRATADA será obrigada a reapresentar a Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, ou
Certidão Conjunta Positiva com efeito negativo, expedida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN),
que abrange, inclusive, as contribuições sociais previstas nas alíneas a a d, do parágrafo único, do art. 11, da Lei nº 8.212, de 1991; o Certificado de Regularidade
do FGTS – CRF, assim como a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT), sempre que expirados os respectivos prazos de validade.
 
18.8 - A ausência da apresentação dos documentos mencionados no item 18.6 ensejará a imediata expedição de notificação à CONTRATADA, assinalando o
prazo de 10 (dez) dias para a cabal demonstração do cumprimento das obrigações trabalhistas e previdenciárias e para a apresentação de defesa, no mesmo prazo,
para eventual aplicação da penalidade de advertência, na hipótese de descumprimento total ou parcial destas obrigações no prazo assinalado.
 
18.9 - Permanecendo a inadimplência total ou parcial o contrato será rescindido.
 
18.10 - No caso do item 18.8, será expedida notificação à CONTRATADA para apresentar prévia defesa, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, para dar início ao
procedimento de rescisão contratual e de aplicação da penalidade de suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a
Administração Pública, pelo prazo de 1 (um) ano.
 
19 - DO PRAZO
 
19.1 - O prazo de vigência do contrato será de 12 (doze) meses, contados a partir da data designada na ordem de início dos serviços, cabendo à prorrogação nos
moldes previstos na legislação e em contrato.
 
19.2 - O prazo contratual poderá ser prorrogado, observando-se o limite previsto no art. 57, II, da Lei no 8.666/93, desde que a proposta da CONTRATADA seja
comprovadamente mais vantajosa para o CONTRATANTE.
 
19.3 - O prazo para o início da prestação do serviço, será de até 30 (trinta) dias após a assinatura do Contrato para que a adjudicatária adote as
providencias necessárias ao correto atendimento do presente Termo de Referência.
 
19.4 - Em decorrência da variação diária da população carcerária, as quantidades de refeições a serem entregues serão solicitadas pela Direção da
Unidade Prisional Hospitalar e UMI ou por um dos integrantes da Comissão de Fiscalização, a CONTRATADA, em requisição especifica, através de e-
mail ou, em caso comprovado de falha ou inoperância no sistema, por telefone, até as 16:00 (dezesseis horas) do dia anterior ao fornecimento.
 
19.5 - O quantitativo de refeições solicitadas deve ser efetivado com base na população carcerária verificada no Confere Diurno do dia da solicitação,
admitindo-se, por razoes de segurança e a inerente flutuação da população.
 
19.5.1 - Unidades Prisionais Hospitalares e UMI: 10% (dez por cento).
 
19.6 - O percentual a que se refere o item anterior poderá ser majorado, de forma absolutamente excepcional, desde que acompanhada da devida
justificativa e de eventuais documentos comprobatórios, mediante anuência, por escrito, através de e-mail, do Gestor do contrato.
 
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19.7 - O quantitativo de refeições solicitadas para os servidores poderá ser majorado, de forma absolutamente excepcional, desde que acompanhada da
devida justificativa e de eventuais documentos comprobatórios, mediante anuência, por escrito, através de e-mail, do Gestor do contrato.
 
19.8 - Diariamente, a CONTRATADA deverá imprimir e entregar 02 (duas) vias do Formulário de Recebimento, por refeição, nos moldes constantes no
Anexo V-A do TR, às custas da CONTRATADA, sendo 01 (uma) para ficar com a própria empresa e, 01 (uma) com a Fiscalização. Devendo a unidade
fiscalizadora no final de cada mês enviar à Gestão do Contrato, o relatório de ANS contendo a pontuação total da CONTRATADA como documento
essencial para o correto pagamento do quantitativo e da qualidade do serviço prestado.
 
19.9 - No referido Formulário deve, ainda, ser identificado pela CONTRATADA o dia e hora de elaboração de cada refeição (cocção).
 
19.10 - A comissão de fiscalização, na presença do representante da CONTRATADA, recusará, de forma fundamentada, o recebimento parcial ou total
das refeições quando constatada a não observância das especificações técnicas e condições de aceitabilidade do objeto. Nessa hipótese, a direção da
Unidade Prisional Hospitalar e UMI, por segurança, acautelará as refeições em desconformidade e comunicará imediatamente à CONTRATADA, que
terá o prazo de 02 (duas) horas para substituir as refeições recusadas.
 
20 – GARANTIA
 
20.1 - Exigir-se-á do licitante vencedor, no prazo máximo de 10 (dez) dias, contado da data assinatura do contrato, uma garantia, a ser prestada em qualquer
modalidade prevista pelo §1º, art. 56 da Lei nº 8.666/93, da ordem de 5% (cinco por cento) do valor do contrato, com a validade durante toda vigência do
contrato, a ser restituída após sua execução satisfatória.
 
20.1.1 - A garantia, qualquer que seja a modalidade apresentada pelo vencedor do certame, deverá contemplar a cobertura para os seguintes eventos:
 
a) prejuízos advindos do não cumprimento do contrato;
 
b) multas punitivas aplicadas pela fiscalização à contratada;
 
c) prejuízos diretos causados à CONTRATANTE decorrentes de culpa ou dolo durante a execução do contrato;
 
d) obrigações previdenciárias e trabalhistas não honradas pela CONTRATADA.
 
20.2 - A garantia prestada não poderá se vincular a outras contratações, salvo após sua liberação.
 
20.3 - Caso o valor do contrato seja alterado, de acordo com o art. 65 da Lei Federal nº 8.666/93, a garantia deverá ser complementada, no prazo de 72 (setenta e
duas) horas, para que seja mantido o percentual de 5% (cinco por cento) do valor do contrato.
 
20.4 - Nos casos em que valores de multa venham a ser descontados da garantia, seu valor original será recomposto no prazo de 72 (setenta e duas) horas, sob
pena de rescisão administrativa do contrato.
 
21 – DISPOSIÇÕES GERAIS
 
21.1 - É facultada o Pregoeiro ou à Autoridade Superior, em qualquer fase da licitação, a promoção de diligência destinada a esclarecer ou a complementar a
instrução do processo, vedada a inclusão posterior de documento ou informação que deveria constar originariamente da proposta.
 
21.2 - A presente licitação poderá ser revogada por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, ou anulada no todo ou
em parte por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiro, de acordo com o art. 229 da Lei Estadual nº 287/79 c/c o art. 49 da Lei Federal nº 8.666/93,
assegurado o direito de defesa sobre os motivos apresentados para a prática do ato de revogação ou anulação.
 
21.3 - O objeto da presente licitação poderá sofrer acréscimos ou supressões, conforme previsto no art. 65, §§ 1º e 2º da Lei nº 8.666/93.
 
21.4 - Na contagem dos prazos estabelecidos neste Edital excluir-se-á o dia do início e incluir-se-á o do término.
 
21.5 - Ficam os licitantes sujeitos às sanções administrativas, cíveis e criminais cabíveis caso apresentem na licitação, qualquer declaração falsa que não
corresponda à realidade dos fatos.
 
21.6 - Acompanham este Edital os seguintes anexos:
 

Anexo 1 Termo de Referência

Anexo 2 Proposta de preços

Anexo 3 Declaração inexistência de penalidade

Anexo 4 Minuta Contratual

Anexo 5 Modelo de Declaração de Atendimento ao disposto no art. 7.º, inciso XXXIII, da Constituição Federal

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Anexo 6 Declaração de Elaboração Independente da Proposta

Anexo 7I Modelo de Declaração de enquadramento da empresa licitante como Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte

Anexo 8 Critério de Aceitabilidade

Anexo 9 Declaração de Disponibilidade de Alvará ou Licença da Cozinha e Aparelhamento Técnico e Operacional

 
21.7 - A homologação do resultado desta licitação não importará direito à contratação.
 
21.8 - Os casos omissos serão resolvidos pela Autoridade Superior, com auxílio do Pregoeiro e da Equipe de Apoio.
 
21.9 - O foro da cidade do Rio de Janeiro é designado como o competente para dirimir quaisquer controvérsias relativas a este Pregão e à adjudicação, contratação
e execução dela decorrentes.

Documento assinado eletronicamente por Bruno Ramos de Carvalho, Chefe de Serviço, em 29/07/2021, às 14:53, conforme horário oficial de Brasília, com
fundamento nos art. 21º e 22º do Decreto nº 46.730, de 9 de agosto de 2019.

Documento assinado eletronicamente por Lucio Flavio Correia Alves, Subsecretário, em 29/07/2021, às 19:01, conforme horário oficial de Brasília, com
fundamento nos art. 21º e 22º do Decreto nº 46.730, de 9 de agosto de 2019.

A autenticidade deste documento pode ser conferida no site http://sei.fazenda.rj.gov.br/sei/controlador_externo.php?


acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=6, informando o código verificador 20181465 e o código CRC EE72BFDE.

ANEXOS À MINUTA DE EDITAL DE LICITAÇÃO


ANEXO I DO EDITAL
TERMO DE REFERÊNCIA
 
1. OBJETIVO             
 
1.1  O objeto da presente licitação é a contratação de pessoa jurídica para prestação de serviços de preparo e distribuição de refeições, para manipulação e
distribuição de fórmulas infantis e suplementos com fornecimento de mão de obra, nas áreas de produção normal e dietética para atender os internos
hospitalizados, internos em atendimento ambulatorial hospitalar, internas gestantes (nas unidades onde estiverem custodiadas), internas nutrizes e servidores
estaduais em efetivo exercício das Unidades Hospitalares e Materno Infantil, bem como de atividades técnicas e/ou operacionais nas áreas de Alimentação Infantil
e Lactário, para bebês da Unidade Materno Infantil, da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, a prestação do serviço ocorrerá nas
unidades: Unidade Materno Infantil (UMI), Sanatório Penal (SEAP/SP), Hospital Penal Psiquiátrico Roberto Medeiros (SEAP/RM), Hospital Dr. Hamilton
Agostinho Vieira de Castro (SEAP/HA/UPA), Hospital de Custódia e Trat. Psiquiátrico Henrique Roxo (SEAP/HR), de acordo com as especificações constantes
no respectivo Instrumento e Anexos.
 
1.2 Cumpre informar que as Unidades Prisionais Hospitalares e Unidade Materno Infantil presentes neste Termo de Referência para fins de contratação compõem
um lote único.
 
1.3 Esta contratação tem por objetivo fornecer mão de obra para serviço adequado, especializado e em quantidade suficiente para atender, com eficiência, eficácia,
e de forma continuada e ininterrupta, a fim de garantir a segurança alimentar dos custodiados e servidores por meio de licitação, na modalidade PREGÃO
ELETRÔNICO, regida pela Lei nº 10.520/2002, por se tratar de bens e serviços comuns, serão observados também os Decretos Estaduais n° 31.863/2002,
31.864/2002, e ainda, subsidiariamente a Lei Federal nº 8.666/1993 e suas alterações posteriores.
 
2. JUSTIFICATIVA
 
2.1 Por se tratar de uma atividade auxiliar (não-finalística), a execução indireta trona-se a única forma capaz de propiciar os meios adequados para a prestação do
referido serviço, solicitado pela SEAP / RJ, tendo em vista que esta Secretaria não dispõe de pessoal e material necessários para a execução da atividade.
 
2.2 A presente proposta de contratação regular por 12 (doze) meses justifica-se pela natureza essencial do serviço e o direito social, fundamental de todo ser
humano ter acesso regular, permanente e irrestrito a alimentação saudável, de qualidade adequada e quantidade suficiente. Justifica-se, ainda, de acordo com o art.
25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), e conforme disposto nos art. 12, inciso I do art.
41 da Lei NR 7.210/1984 (Lei de Execução Penal).
 
2.3 A aglutinação das Unidades Hospitalares e Materno Infantil em um lote único visa a preservação da economia de escala conforme preceitua o artigo 23,§ 1º da
lei federal 8.666/93. Além disso, outro risco a ser evitado com a referida aglutinação é a licitação deserta ou fracassada, uma vez que este é um lote menor que os
demais, mais complexo e específico por ser Alimentação Hospitalar. Nesse sentido, cabe citar a Súmula nº 253 e o Acórdão 5301/2013-Segunda Câmara, 3.8.2013
da Corte do Tribunal de Contas da União.
 
2.4 Fica vedada a participação de empresas em consórcio no pregão em tela, uma vez que o objeto não apresenta vulto ou complexidade que torne restrito o
universo de possíveis licitantes. Inclusive, existem no mercado diversas empresas com potencial técnico, profissional e operacional suficiente para atender
satisfatoriamente as exigências previstas neste Termo de Referência.
 
2.5 O objeto será executado segundo o regime de execução de empreitada por preço unitário.
 

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3. OBJETO
 
3.1  A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) tem como objetivo dar tratamento individualizado e específico as Unidades Prisionais
Hospitalares e Unidade Materno Infantil que integram o Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro, sendo o serviço preparado e fornecido nas
dependências das referidas Unidades.
 
3.2 Os serviços aqui especificados deverão obedecer a todas as normas técnicas e a legislação existente, em especial, os requisitos de quantidade, qualidade e
rendimento.
 

LOTE DESCRIÇÃO ID UNIDADE

SERVICO DE PREPARO DE ALIMENTACAO, DESCRICAO: CONTRATACAO DE EMPRESA PARA PRESTACAO DE 01


1 95083
SERVICOS DE PREPARO DE REFEICOES HOSPITALAR SERVIÇO

 
4. PRAZO
 
4.1 O prazo de vigência do contrato será de 12 (doze) meses, contados a partir da data designada na ordem de início dos serviços, cabendo à prorrogação nos
moldes previstos na legislação e em contrato.
 
4.2 O prazo contratual poderá ser prorrogado, observando-se o limite previsto no art. 57, II, da Lei no 8.666/93, desde que a proposta da CONTRATADA seja
comprovadamente mais vantajosa para o CONTRATANTE.
 
4.3  O prazo para o início da prestação do serviço, será de até 30 (trinta) dias após a assinatura do Contrato para que a adjudicatária adote as providencias
necessárias ao correto atendimento do presente Termo de Referência.
 
4.4 Em decorrência da variação diária da população carcerária, as quantidades de refeições a serem entregues serão solicitadas pela Direção da Unidade Prisional
Hospitalar e UMI ou por um dos integrantes da Comissão de Fiscalização, a CONTRATADA, em requisição especifica, através de e-mail ou, em caso
comprovado de falha ou inoperância no sistema, por telefone, até as 16:00 (dezesseis horas) do dia anterior ao fornecimento.
 
4.5 O quantitativo de refeições solicitadas deve ser efetivado com base na população carcerária verificada no Confere Diurno do dia da solicitação, admitindo-se,
por razoes de segurança e a inerente flutuação da população.
 
4.5.1 Unidades Prisionais Hospitalares e UMI: 10% (dez por cento).
 
4.6 O percentual a que se refere o item anterior poderá ser majorado, de forma absolutamente excepcional, desde que acompanhada da devida justificativa e de
eventuais documentos comprobatórios, mediante anuência, por escrito, através de e-mail, do Gestor do contrato.
 
4.7  O quantitativo de refeições solicitadas para os servidores poderá ser majorado, de forma absolutamente excepcional, desde que acompanhada da devida
justificativa e de eventuais documentos comprobatórios, mediante anuência, por escrito, através de e-mail, do Gestor do contrato.
 
4.8 Diariamente, a CONTRATADA deverá imprimir e entregar 02 (duas) vias do Formulário de Recebimento, por refeição, nos moldes constantes no Anexo V-A
do TR, às custas da CONTRATADA, sendo 01 (uma) para ficar com a própria empresa e, 01 (uma) com a Fiscalização.Devendo a unidade fiscalizadora no final
de cada mês enviar à Gestão do Contrato, o relatório de ANS contendo a pontuação total da CONTRATADA como documento essencial para o correto pagamento
do quantitativo e da qualidade do serviço prestado.
 
4.9 No referido Formulário deve, ainda, ser identificado pela CONTRATADA o dia e hora de elaboração de cada refeição (cocção).
 
4.10 A comissão de fiscalização, na presença do representante da CONTRATADA, recusará, de forma fundamentada, o recebimento parcial ou total das refeições
quando constatada a não observância das especificações técnicas e condições de aceitabilidade do objeto. Nessa hipótese, a direção da Unidade Prisional
Hospitalar e UMI, por segurança, acautelará as refeições em desconformidade e comunicará imediatamente à CONTRATADA, que terá o prazo de 02 (duas) horas
para substituir as refeições recusadas.
 
5. AVALIAÇÃO DE QUALIDADE E ACEITE DO OBJETO     
      
5.1 A Prestação de serviços de atividades técnicas e/ou operacionais nas áreas de Produção Normal e Dietética dar-se-ão na forma do item 5.6.1, e nas áreas de
alimentação infantil e lactário na forma do item 5.6.3.
 
5.2  As fórmulas infantis em mamadeira, prescritas por indicação médica, deverão ser fornecidas pela Contratada, sendo de sua total responsabilidade a
operacionalização das mesmas.
 
5.3 Considerando que a alimentação adequada é fator importante no tratamento de pacientes como medida coadjuvante na evolução clínica dos mesmos, pela
manutenção ou recuperação do seu estado nutricional, refletindo no tempo de permanência hospitalar e na diminuição da mortalidade e morbidade, associado à
complexidade das dietas fornecidas nas Unidades Hospitalares Prisionais, visando atender especificamente a necessidade individual de tratamento de cada interno
atendido, consideramos indivisível o fornecimento de refeições e a prestação de serviço de mão de obra, uma vez que são fornecidas refeições específicas de
acordo com as patologias.
 
5.4 Torna-se relevante que a matéria prima, a mão de obra e os serviços administrados dentro das Unidades Hospitalares Prisionais, sejam realizados por uma
única empresa, respeitando os processos contínuos de prestação de serviço de alimentação para população indicada, mantendo um fluxograma de atividades
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compatíveis com o número de refeições por dia, otimizando a distribuição das mesmas aos internos, servidores e bebês, no fluxo contínuo de linha de produção e
distribuição, minimizando os riscos microbiológicos.
 
5.5 HORÁRIOS DAS REFEIÇÕES:
 
5.5.1 Fica por este entendido que as margens demonstradas pela planilha abaixo constituem horários de início e fim da prestação do serviço citado, sendo posto
como atraso de serviço prestado aquele iniciado 15 minutos após o início.
 
REFEIÇÕES Internos UMI Servidores
Desjejum 07:00 às 07:30h 07:00 às 08:00h 07:00 às 8:00h
Colação 09:00 às 09:30h 09:00 às 09:30h ---
Almoço 11:00 às 11:40h 11:00 às 11:40h 11:00 às 13:00h
Lanche 14:00 às 14:30h 14:00 às 14:30h ---
Jantar 16:00 às 16:30h 16:00 às 16:30h 17:00 às 18:30h
Ceia 17:30 às 18:00h 17:30 às 18:00h 18:30 às 19:00h
 
5.6 DAS ESPECIFICAÇÕES DOS SERVIÇOS A SEREM CONTRATADOS
      
5.6.1 Prestação de serviços de atividades técnicas e/ou operacionais nas áreas de Produção Normal e Dietética a: (5.9) internos hospitalizados; (5.10) internos em
atendimento ambulatorial hospitalar; (5.11) internas gestantes (nas unidades onde estiverem custodiadas) e internas nutrizes e; (5.14) servidores das Unidades
Prisionais Hospitalares e Unidade Materno Infantil da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, compreendendo todos os processos
do planejamento até a distribuição das refeições (desjejum, colação, almoço, lanche, jantar e ceia) preparadas nas dependências das Unidades Hospitalares da
Contratante, para internos, envazadas em embalagens descartáveis constituídas de material reciclado, com subdivisões ou em conformidade à demanda do serviço,
esta entendida como a escolha por parte da Contratante, cujo peso mínimo da refeição deverá conter 600 g, e, para servidores, envazadas em cubas para
distribuição em balcão térmico. Para a dieta líquida (sopas e bebidas quentes), as preparações deverão ser acondicionadas em embalagens de isopor (térmicas).
 
5.6.2 O item acima relativo aos envasamentos das refeições, atenderão as melhores práticas de sustentabilidade ambiental, conforme Artigo 13, inciso V e § 3º,
Decreto Estadual nº 46.642/2019, bem como o Artigo 7º do Decreto 43.629/2012.
 
5.6.3 Prestação de serviços de atividades técnicas e/ou operacionais nas áreas de Alimentação Infantil e Lactário a:( 5.13)  bebês da Unidade Materno Infantil
(UMI) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, compreendendo todos os processos do planejamento até a distribuição das
preparações pertinentes à alimentação dos bebês.
 
5.6.4 Imperioso ressaltar que, após a implantação do Lactário, todos os equipamentos, utensílios e afins necessários ao mesmo, deverão ser fornecidos e mantidos
pela CONTRATADA, em cumprimento com os interesses deste Órgão da Administração; sem quaisquer dispêndios para a CONTRATANTE.
 
5.6.5 No tocante ao fornecimento das refeições salgadas e doces (papas) para os bebês, a CONTRATADA deverá observar que o local de preparo das mesmas, se
realizará temporariamente na cozinha já existente no Sanatório Penal, até o pleno funcionamento do local implantado junto ao Lactário situado na UMI.
 
5.7 CLASSIFICAÇÃO DO SERVIÇO
 
5.7.1 Conceituação:
                       

Dieta – compreende os alimentos fornecidos ao indivíduo para satisfação de suas necessidades nutricionais diárias, fornecendo  em média, nas 06 (seis)
refeições diárias (desjejum, colação, almoço, lanche, jantar e ceia), 2000 calorias (duas mil calorias/dia).
Dieta Normal – quantitativamente suficiente, qualitativamente completa, harmônica em seus componentes e adequada às necessidades nutricionais do
indivíduo.
Dietas Branda, Pastosa e Líquida – modificadas basicamente quanto à consistência e normais quanto aos princípios nutritivos.
Dietas de Restrição - compostas a partir de dietas básicas modificadas em suas características, com redução/ exclusão de um ou mais nutrientes.
Dieta de Adição – compostas a partir de dietas normais modificadas em suas características, com adição de um ou mais nutrientes.
Fórmulas Infantis para Lactentes – produto utilizado sob prescrição, especialmente fabricado para satisfazer as necessidades nutricionais específicas dos
lactentes sadios ou para atender lactentes com necessidades decorrentes de alterações fisiológicas.
Desjejum – pequena refeição servida pela manhã.
Lanche – pequena refeição, servida entre o almoço e o jantar.
Almoço e Jantar – refeições principais ou grandes refeições.
Ceia – pequena refeição servida aproximadamente duas horas após o jantar.
Colação – pequena refeição ou complemento servido no intervalo entre o desjejum e o almoço.
Cardápio – tradução, em termos de culinária das preparações e da forma de apresentação das refeições e alimentos.

 
5.8 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DAS DIETAS PARA INTERNOS:
 
5.8.1 Internos Hospitalizados - Dietas Básicas:       
 

Consistência líquida;
Consistências normal, branda e pastosa.

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Consistências de acordo com as necessidades individuais de cada paciente, prescritas pelo Serviço de Nutrição e Dietética (SND).

 
5.8.2 Internos Hospitalizados - Dietas de restrição e adição:
 

As dietas de restrição serão compostas a partir de dietas básicas, modificadas em suas características químicas, com redução/ exclusão de um ou mais
nutrientes devendo, em casos entendidos como especiais pelo Serviço de Nutrição da Unidade CONTRATANTE, também possuir ou não redução em
calorias. 
As dietas de adição serão compostas a partir de dietas básicas, modificadas em suas características químicas, com adição de um ou mais nutrientes devendo,
em caso entendidos como especiais pelo Serviço de Nutrição da Unidade CONTRATANTE, também possuir ou não adição em calorias.

Consistências de acordo com as necessidades individuais de cada paciente, prescritas pelo Serviço de Nutrição e Dietética (SND).

 
5.8.3 Internos em atendimento ambulatorial:
 

Consistência normal

 
5.8.4 Internas Gestantes e Nutrizes:
 

Consistência normal

 
5.9 INTERNO HOSPITALIZADOS - DIETAS BÁSICAS
 
5.9.1 CONSISTÊNCIA: LÍQUIDA:
 
REFEIÇÃO: DESJEJUM / LANCHE / CEIA

a) PEQUENAS REFEIÇÕES DESJEJUM LANCHE CEIA


Quantidade preparada
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade
(porção)
Café   ml 50 50 50
 I Ou chá ml 200 200 200
Ou mate ml 200 200 200
   
Leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado para café com leite. ml 150
150 150
   
Ou leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado ml 150
150 150
   
Ou leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado com achocolatado ou achocolatado diet ml 150    
150 150
II Ou vitamina de frutas, com leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado ml 200 200 200
Ou mingau, com leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado (com farinha, ou farelo de aveia ou trigo ou
ml 200 200 200
similares a base de fibras)
Ou mistura nutritiva (leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado com complemento proteico de marca
ml 200 200 200
conhecida e aprovada pelo Serviço de Nutrição)
Ou bebida à base de soja com ou sem suco de fruta ml 200 200 200
Ou leite aromatizado (embalagem tetra-pack) ou dietético ml 200 200 200
Geléia de frutas ou geléia de frutas dietética em embalagem individualizada g 15 15 15
Ou geléia de mocotó comum ou diet g 60 60 60
 III
Ou gelatina ou gelatina dietética g 100 100 100
Ou doce cremoso (ou dietético) g 100 100 100
 
REFEIÇÃO: COLAÇÃO
 
a) PEQUENAS REFEIÇÕES COLAÇÃO
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
Fruta em papa ou creme g 150
Ou suco de fruta natural com ou sem vegetal ml 200
I
Ou iogurte integral, de frutas, desnatado ou dietético ml 200
Ou vitamina de frutas, com leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado ml 200
 
a) GRANDES REFEIÇÕES Almoço Jantar
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
Caldo de vegetais B ou C peneirado com mínimo de 50 g/100 ml ml 400 400
  Ou caldo de vegetais enriquecido (caldo de carne + vegetal B ou C com mínimo de 30 g/100 ml ml 400 400
I Ou canja liquidificada com no mínimo de 250 g frango/1000 ml ml 400 400
Ou sopa de vegetais liquidificada (c/carne, vegetais A, B ou C e/ou leguminosas) ml 400 400
II Doce cremoso (ou dietético) g 100 100
Ou flan, pudim, manjar (ou dietético) g 100 100
Ou fruta assada ou cozida g 100 100

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Ou fruta em papa ou creme g 150 150
Ou geléia de mocotó comum ou diet g 60 60
Ou gelatina (ou dietético) g 100 100
 III Suco de fruta natural com ou sem vegetal ml 200 200
 
Observações para pequenas e grandes refeições:

Os cardápios deverão ser elaborados conforme o tipo de dieta: Líquida completa, Hipolipídica, Hipoglicídica, Hipoprotéica, sem resíduos, ou conforme
padronização do Serviço de Nutrição.
Os líquidos deverão ser fornecidos adoçados com açúcar (10 g/preparação).
Adoçante artificial deverá ser fornecido para todos os líquidos em forma de sachês, quando prescrito.

 
5.9.2 CONSISTÊNCIA: NORMAL, BRANDA, PASTOSA 
REFEIÇÃO: DESJEJUM / LANCHE / CEIA
 
a) PEQUENAS REFEIÇÕES DESJEJUM LANCHE CEIA
Quantidade preparada
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade
(porção)
Café ml 50 50 50
 
Ou chá ml 200 200 200
I
Ou mate ml 200 200 200
Leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado para café com leite. ml 150 150 150
Ou leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado ml 150 150 150
Ou leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado com achocolatado ou achocolatado diet ml 150 150 150
Ou vitamina de frutas, com leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado ml 200 200 200
 
  Ou mingau, com leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado (com farinha, ou farelo de aveia ou trigo ou
ml 200 200 200
similares a base de fibras)
II
Ou mistura nutritiva (leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado com complemento proteico de marca
ml 200 200 200
conhecida e aprovada pelo Serviço de Nutrição)
Ou bebida à base de soja com ou sem suco de fruta ml 200 200 200
Ou leite aromatizado (embalagem tetra-pack) ou dietético ml 200 200 200
Pão (sal ou doce) diversos ou integral g 50 50 50
Ou biscoito doce/com sal/ sem sal ou integral (embalagem individualizada) g 50 50 50
 III
Ou torrada comum ou integral g 50 50 50
Ou bolo simples ou dietético g 100 100 100
IV  Manteiga (com ou sem sal), inserida no pão g 10 10 10
 
Observação 1: As dietas de restrição destinadas aos pacientes diabéticos deverão obedecer aos valores calóricos padronizados pelo Serviço de Nutrição, em
conformidade ao item Obrigações Operacionais da Contratada – Padrão de Alimentação.
Observação 2: As dietas de restrição de proteínas deverão obedecer aos valores de oferta protéica padronizados pelo Serviço de Nutrição, em conformidade ao
item Obrigações Operacionais da Contratada – Padrão de Alimentação.
 
REFEIÇÃO: COLAÇÃO
a) PEQUENAS REFEIÇÕES COLAÇÃO
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
Fruta * pç 01
Ou Fruta em papa ou creme g 150
Ou suco de fruta natural com ou sem vegetal ml 200
I
Ou mistura laxativa ml 200
Ou iogurte integral, de frutas, desnatado ou dietético ml 200
Ou vitamina de frutas, com leite integral ou desnatado ou de soja ou deslactosado ml 200
 
Observação 1: (*) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
REFEIÇÃO: ALMOÇO / JANTAR
 
a) GRANDES REFEIÇÕES ALMOÇO JANTAR
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
Entrada: vegetais A e/ou B e/ou C em salada crua, cozida ou liquidificada g 80 80
 I
Em sopas ml 200 200
II Arroz  g 250 250
III Feijão g 150 150
Carne Bovina g 120 120
Ou aves (com osso) g 250 250
  IV Ou aves (sem osso) g 120 120
Ou peixes (filé) g 120 120
Ou vísceras (fígado) g 120 120
Guarnição: vegetais A, B e/ou C g 100 100
Ou farofa g 80 80
Ou pirão g 80 80
V
Ou polenta g 80 80
Ou purê g 80 80
Ou massas g 100 100
        VI Sobremesa: fruta (*) Pç 01 01
Ou salada de frutas g 100 100
Ou fruta em papa ou creme g 100 100
Ou doces (vegetais ou frutas) g 80 80

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Ou gelatina, flan, pudim, manjar (ou dietético) g 100 100
VII Suco de fruta natural com ou sem vegetal ml 200 200
 
Observações: (*) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
 

Os líquidos deverão ser fornecidos adoçados com açúcar (10 g/preparação).


Adoçante artificial deverá ser fornecido para todos os líquidos em forma de sachês, quando prescrito.

 
5.10 INTERNOS EM ATENDIMENTO AMBULATORIAL
 
5.10.1 CONSISTÊNCIA: NORMAL
 
REFEIÇÃO: ALMOÇO / JANTAR
 

a) GRANDES REFEIÇÕES ALMOÇO JANTAR


Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
 I Entrada: vegetais A e/ou B e/ou C em salada crua ou cozida g 80 80
II Arroz g 250 250
III Feijão g 150 150
Carne Bovina g 120 120
  Ou aves (com osso) g 250 250
  Ou aves (sem osso) g 120 120
IV Ou peixes (filé) g 120 120
Ou vísceras (fígado) g 120 120
Guarnição: vegetais A, B e/ou C g 100 100
Ou farofa g 80 80
  Ou pirão g 80 80
V Ou polenta g 80 80
Ou purê g 80 80
Ou massas g 100 100
Sobremesa: fruta (*) Pç 01 01
Ou salada de frutas g 100 100
       VI
Ou doces (vegetais ou frutas) g 80 80
Ou gelatina, flan, pudim, manjar (ou dietético) g 100 100
VII Suco de fruta natural ml 200 200
 
Observações: (*) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
 

Os líquidos deverão ser fornecidos adoçados com açúcar (10 g/preparação).


Adoçante artificial deverá ser fornecido para todos os líquidos em forma de sachês, quando prescrito.

 
REFEIÇÃO: CEIA
 

a) PEQUENAS REFEIÇÕES CEIA


Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada(porçã)
I Café ml 50
Leite integral para café com leite. ml 200
II
Ou leite aromatizado (embalagem tetra-pack) ml 200
 III Pão (sal ou doce) diversos ou integral g 50
IV Manteiga (com ou sem sal), inserida no pão g 10
 
5.11 INTERNAS GESTANTES E NUTRIZES
 
5.11.1 CONSISTÊNCIA: NORMAL
 
REFEIÇÃO: DESJEJUM / LANCHE
 
a) PEQUENAS REFEIÇÕES DESJEJUM LANCHE
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
I Café ml 50 50
II Leite integral ou desnatado para café com leite. ml 150 150
III Pão (sal ou doce) diversos ou integral g 50 50
IV Manteiga (com ou sem sal), inserida no pão g 10 10
 
REFEIÇÃO: COLAÇÃO
 
a) PEQUENAS REFEIÇÕES COLAÇÃO
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
I Fruta * pç 01
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II Biscoito doce/com sal/ sem sal ou integral (embalagem individualizada) g 50
 
Observação: (*) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
 
REFEIÇÃO: ALMOÇO / JANTAR
 
a) GRANDES REFEIÇÕES ALMOÇO JANTAR
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
 I Entrada: vegetais A e/ou B e/ou C em salada crua ou cozida g 80 80
II Arroz g 250 250
III Feijão g 150 150
Carne Bovina g 120 120
  Ou aves (com osso) g 250 250
  Ou aves (sem osso) g 120 120
IV Ou peixes (filé) g 120 120
Ou vísceras (fígado) g 120 120
Guarnição: vegetais A, B e/ou C g 100 100
Ou farofa g 80 80
  Ou pirão g 80 80
V Ou polenta g 80 80
Ou purê g 80 80
Ou massas g 100 100
Sobremesa: fruta (*) Pç 01 01
Ou salada de frutas g 100 100
        VI
Ou doces (vegetais ou frutas) g 80 80
Ou gelatina, flan, pudim, manjar (ou dietético) g 100 100
VII Suco de fruta natural ml 200 200
 
Observações:
 

(*) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.

Os líquidos deverão ser fornecidos adoçados com açúcar (10 g/preparação).


Adoçante artificial deverá ser fornecido para todos os líquidos em forma de sachês, quando prescrito.

 
REFEIÇÃO: CEIA
 

a) PEQUENAS REFEIÇÕES CEIA


Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
I Café ml 50
II Leite integral ou desnatado para café com leite. ml 200
 III Pão (sal ou doce) diversos ou integral g 50
IV Manteiga (com ou sem sal), inserida no pão g 10
V Fruta * pç 01
 
Observação: (*) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
 
5.12 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DAS REFEIÇÕES DOS LACTENTES DA UMI 
 
5.12.1 Deverão ser observadas as características técnicas constantes na tabela abaixo. 
 
5.12.2 Fórmulas Infantis: Destinadas à alimentação de lactentes, cujas formulações deverão ser preparadas de acordo com a prescrição médica, para satisfazer as
necessidades nutricionais específicas dos lactentes sadios ou lactentes com necessidades decorrentes de alterações fisiológicas. 
 
5.12.3 Bebês (Lactentes):
 

Crianças de 0 a 6 meses 

 
5.13 BEBÊS (LACTENTES) – UNIDADE MATERNO INFANTIL
 
5.13.1.FÓRMULAS INFANTIS:
 
Unidade de  
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
medida  
1 - - Fórmula infantil de partida, para lactentes nos primeiros 6 meses de vida, com prebióticos, com predominância de proteínas solúveis em relação à
Litro  
caseína, lactose como fonte de carboidratos, e alto teor de gorduras de origem vegetal.             
2 - - Fórmula infantil de segmento, para lactentes a partir dos 6 meses de vida, com prebióticos, com predominância de proteínas solúveis em relação à  
 
caseína, lactose como fonte de carboidratos, e alto teor de gorduras de origem vegetal. Litro

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3 Fórmula infantil isenta de lactose, isenta de sacarose e glúten, à base de leite de vaca, óleos  vegetais e maltodextrina.          
Litro
4 - - Fórmula infantil à base de proteína isolada de soja, isenta de lactose, sacarose, e proteínas lácteas, enriquecida com L-metionina e L-
Litro  
carnitina.              
5 Fórmula infantil especial hidrolisada, semi-elementar à base de hidrolisado protéico hipoalergênico, isenta de lactose   Litro  
6 - - Fórmula infantil elementar hipoalergênica, nutricionalmente completa, a base de aminoácidos livres, maltodextrina e gordura de origem
Litro  
vegetal.                        
7 - Fórmula infantil anti-regurgitação e/ou refluxo gastroesofágico Litro  
5.13.2 PAPAS:
     
Descrição
Unidade Quantidade preparada (porção) Frequência
Papa de frutas variadas g 80 2 x/dia
Papa de legumes, com carnes ml 250 2x/dia
 
5.14 Servidores
 
REFEIÇÃO: DESJEJUM
 
a) PEQUENAS REFEIÇÕES DESJEJUM
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
 I Café ml 50
II Leite integral longa vida UHT ml 150
 III Pão (sal ou doce) diversos ou integral g 50
 IV Manteiga com sal, inserida no pão g 10
 
REFEIÇÃO: ALMOÇO / JANTAR
 
a) GRANDES REFEIÇÕES ALMOÇO JANTAR
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
 I Entrada: vegetais A e/ou B e/ou C em salada crua ou cozida g 80 80
II Arroz g 250 250
III Feijão g 150 150
Carne Bovina g 120 120
Ou aves (com osso) g 250 250
Ou aves (sem osso) g 120 120
Ou peixes (filé) g 120 120
  IV
Ou fígado g 120 120
Ou dobradinha g 150 150
Ou carne suína g 120 120
Ou carne seca g 120 120
Guarnição: vegetais A, B e/ou C g 150 150
Ou farofa g 80 80
  Ou massas   g 100 100
V Ou pirão g 80 80
Ou polenta g 80 80
Ou purê g 80 80
Fruta ** pç 01 01
Ou salada de frutas g 100 100
        VI Ou doces de vegetais/frutas g 80 80
Ou doces cremosos (ou dietético) g 80 80
Ou gelatina, flan, pudim, manjar (ou dietético) g 100 100
VII Suco de fruta natural ml 200 200
 
Observações: * As saladas serão servidas separadamente, em recipientes individuais.
 
** O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
 
Os líquidos para as pequenas e grandes refeições deverão ser fornecidos adoçados com açúcar (10 g/preparação).
 
REFEIÇÃO: CEIA
 
a) PEQUENAS REFEIÇÕES CEIA
Grupo Alimento e/ou preparação Unidade Quantidade preparada (porção)
Bebida láctea UHT (embalagem tetrapak), sabor chocolate (*) ml 200
I
Ou suco de fruta (embalagem tetrapak – mínimo de 50% de suco ou polpa da fruta), sabores diversos (*) ml 200
II Pão (sal ou doce) diversos ou integral g 50
Queijo muçarela (**) g 40
 III
Ou queijo minas (**) g 40
IV Fruta (***) pç 01
 
Observação - CEIA:
 
(*) Frequência semanal Grupo I: Bebida Láctea – 4x; Suco tetrapak – 3x
(**) Frequência semanal Grupo III: Pão com muçarela – 5x; Pão com queijo minas – 2x
(***) O porcionamento das frutas está relacionado no item 5.18.1.
 
5.15 EVENTOS COMEMORATIVOS
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PORÇÃO
PREPARAÇÕES UNIDADE DE MEDIDA EVENTO
(por refeição)
PEIXE KG Semana Santa 150g
CHESTER KG Natal/Ano Novo 250g
PERNIL KG Natal/Ano Novo 250g
PERU KG Natal/Ano Novo 250g
RABANADA KG Natal/Ano Novo 200g
 
Observação: destinado aos servidores e internos com prescrição de alimentação de consistência normal e não haverá alteração de preços na refeição.
 
5.16 ADOTAR-SE-Á PARA A QUANTIFICAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE NUTRIÇÃO
                                         
5.16.1 Refeições: desjejum, colação, almoço, lanche, jantar, ceia.
Unidade de Medida – Unidade.
 
5.16.2 Fórmulas Infantis  para lactentes.
Unidade de Medida – Litro.
 
 5.17 PREPARAÇÕES COMPLEMENTARES DESTINADAS AOS INTERNOS HOSPITALIZADOS :
 
Unidade de
                Descrição
Medida
Bebida a de base de extrato de soja, comum ou light, em embalagem individual, mínimo de 200 ml Unidade
Geléia de fruta em embalagem individualizada, mínimo de 15g Unidade
Geléia de mocotó comum ou light (porção de 60g) Porção
Geléia dietética de fruta em embalagem individualizada, mínimo de 15g Unidade
Mini bolo comum ou diet em embalagem individual, mínimo de 40g Unidade
Mistura nutritiva (com ou sem adição de frutas), com adição de suplemento nutricional lácteo ou não, polimérico, normo ou hipercalórico, normo
Litro
ou hiperprotéico, com ou sem sacarose.
Suco de frutas comum ou diet em embalagem tetrapack, mínimo200ml Unidade
Suco de frutas natural (*) Litro
      
(**) Para pacientes em exames ou quando houver indicação de uso, a critério do Serviço de Nutrição da Contratante.
                        
5.18 VARIAÇÃO E FREQUÊNCIA DOS ALIMENTOS E PREPARAÇÕES COMPONENTES DOS CARDÁPIOS PARA INTERNOS E SERVIDORES
 
CARNES
 
FREQUÊNCIA
CARNES TIPO DE CORTE PREPARAÇÕES
SEMANAL MENSAL
AVES Frango Assadas, à caçarola, à milanesa, grelhadas, estrogonofe 6 -
Pescada, namorado, anchova,
PEIXES badejo,cação, linguado / congelado em À milanesa, à doré, cozidos ou ensopados 2 -
filé ou posta
VÍSCERAS Fígado Bifes, iscas,etc - 1
  Dobradinha Ensopada - 1
CARNE
Pernil, lombinho e copa lombo Bifes, iscas, etc 1 -
SUÍNA (*)
CARNE
Quarto traseiro Ensopada, assada - 1
SECA (*)
Bife simples, à milanesa, rolê, de panela, assado com ou sem recheio, à parmegiana,
CARNE
Chã de dentro, patinho, lagarto, alcatra. panqueca, almôndegas,hamburguer caseiro, goulash, moída, brochete, churrasco, 5 -
BOVINA
estrogonofe.
 
Observações:
Somente para servidores:
1) As carnes suínas, vísceras e peixes deverão ter opção de preparação à base de ovo (ovo cozido, frito ou omelete – 2 unidades).
2) (*) Carne seca e carne suína.
 
5.18.1 FRUTAS
 
Frutas Porção
Abacaxi 150 g
Banana 1 unidade
Goiaba 1 unidade
Laranja 1 unidade
Maçã 1 unidade
Mamão 150 g
200 g sem casca
Melancia
250 g com casca
200 g sem casca
Melão
250 g com casca
Pera 1 unidade
Tangerina 1 unidade
 
Observação:
Frequência de frutas no cardápio: 10 vezes/semana.
 
5.18.2 OUTRAS PREPARAÇÕES:
 
Discriminação Exemplo de Preparações

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SOPAS De vegetais, massas, cereais, leguminosas, consome (somente para internos hospitalizados)
Canja (somente para internos hospitalizados)
ARROZ Arroz simples
Vegetais A, B ou C (crus ou refogados) - abóbora, abobrinha, acelga, agrião, aipim, batata doce, batata inglesa, berinjela, beterraba, brócolis,
SALADAS
cenoura, chicória, chuchu, couve-flor, couve, espinafre, inhame, quiabo, repolho, vagem.
Massas (com ou sem queijo), talharim, espaguete, parafuso, lasanha, canelone, comuns e outras
GUARNIÇÕES Vegetais A, B ou C (todas as preparações) - abóbora, abobrinha, aipim, batata doce, batata inglesa, berinjela, beterraba, cenoura, chuchu, inhame,
(*) quiabo, vagem.
Farinhas: farofa, pirão, polenta
MOLHO À campanha, acebolado, ferrugem, com salsa, branco, maionese, de tomate e outros
OVOS Para enriquecimento ou complementação de preparos
FEIJÃO Preto, branco, roxo,manteiga, fradinho, mulatinho e outros
Frutas inteiras ou subdivididas 
Frutas cozidas, assadas (somente para internos hospitalizados)
SOBREMESAS
Doces de vegetal (abóbora e outros) ou frutas, ou doces cremosos (ou dietético)
Pudins, gelatinas, flans, manjar (ou dietético)
SUCOS Naturais de frutas
Alho, azeite de oliva, azeitona, cebola, cebolinha, champignon, creme de leite, ervilha em conserva, massa de tomate, milho em conserva, óleo de
CONDIMENTOS
soja, palmito, passas, queijo parmesão ralado para complemento de massas, pimentão, salsa, queijo tipo muçarela, sal refinado e iodado, tomate,
E OUTROS
vinagre de vinho, suco de limão, orégano, etc.
Observação:
(*) Frequência da guarnição no cardápio:
8x Vegetais, 1x Pirão, 3x Massas, 1x Farofa e 1x Polenta.
 
5.19  UTENSÍLIOS, MATERIAIS DESCARTÁVEIS E OUTROS A SEREM FORNECIDOS PELA CONTRATADA PARA ATENDIMENTO A
INTERNOS, LACTENTES (UMI) E SERVIDORES.
 
5.19.1 INTERNOS:
 
5.19.1.1 Utensílios:
 

Bandejas lisas de plástico resistente, com aproximadamente 48 por 28 cm2. 


Caixas e ou contentores isotérmicos de polietileno ou polipropileno, com isolamento térmico otimizado, com capacidades variadas.

 
5.19.1.2 Material Descartável:
 

Embalagens descartáveis constituídas de material reciclado, com subdivisões ou em conformidade à demanda do serviço.
Embalagem de isopor, com tampa e capacidade para servir 400 ml para dietas líquidas.
Copo térmico (a base de isopor) com capacidade para servir 200, 300 e 400ml com tampa, para fornecimento de líquidos quentes e sopas.
Copo com capacidade para servir 200 e 300 ml (com e/ou sem tampa), para fornecimento de líquidos ou água.
Embalagem descartável com tampa para sobremesa ou frios, com capacidade para servir 100 ou 200 ml.
Embalagem plástica para acondicionamento de talheres.
Embalagem plástica para acondicionamento de pães.
Adoçante sachê (2 unidades) e sal (padronizado em 1g, para dietas restritas em sódio) em embalagens individualizadas.
Guardanapo de papel 24 x 24 cm cor branca.
Toucas, gorros, sapatilhas, propés, capotes, luvas e máscaras (inclusive respirador filtrante de partículas N 95).
Talheres descartáveis - colher (de mesa e sobremesa), devendo estes ser de excelente qualidade e resistência.

 
5.20 LACTENTES (UNIDADE MATERNO INFANTIL)
 
5.20.1  Para o fornecimento de refeições na Unidade Materno Infantil (papa salgada/ papa doce), e dietas de restrição, quando houver, fica entendido que as
preparações contidas no cardápio deverão ser preparadas na cozinha do Sanatório Penal, por funcionário especificado pela Contratada e, encaminhadas em cubas
de aço inoxidável ou outro recipiente similar, devidamente protegidas por tampas de mesmo material, devidamente acondicionadas em caixas térmicas modelo
tipo “hot boxes” até a implantação da área junto ao Lactário.
5.20.2 Para o fornecimento de fórmulas lácteas em mamadeiras, as mesmas deverão ser preparadas em Lactário, de acordo com a indicação médica, para crianças
em aleitamento artificial.
 
5.20.2.1 Utensílios:
 

Bandejas lisas de plástico resistentes, polipropileno, dimensões aproximadas: 0,48 m x 0,28 m.


Talheres em aço inoxidável, destinados ao serviço de porcionamento das refeições: Concha, escumadeira, colher de arroz, etc.
Jarras plásticas de 1000 e 1500 ml.
Mexedores de plástico para líquidos.
Os utensílios deverão apresentar condições de perfeito uso, sofrendo reposições sempre que necessário ou solicitado pelo CONTRATANTE.

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5.20.2.2 Material Descartável:
 

Talheres (colheres) descartáveis, devendo estes ser de excelente qualidade e resistência.


Embalagem plástica para talheres.
Guardanapo de papel 24 x 24 cm cor branca.
Toucas, luvas e máscaras de proteção.
Prato fundo descartável, para papa salgada e doce.
Filtro terminal com carvão ativado/celulose.

 
5.20.2.3 Material para a guarda e transporte na área de produção de gêneros:
 

Balança digital, capacidade de 05 kg.


Garrafas térmicas para acondicionamento de líquidos com capacidades de 250, 500, 1000, 5000 ml.
Cubas em aço inoxidável, com tampas, destinadas ao transporte das preparações.

5.20.2.4 De lixo:
 

Embalagem plástica (100 litros) de cor preta, ou conforme determinação da Legislação da ANVISA, em vigor.
Lixeira para acondicionar sacos plásticos descartáveis (capacidade de100 litros) com tampa acionada por pedal nos locais de manipulação de alimentos e
refeitórios;
Carro coletor com capacidade de 240 litros, para transporte interno de resíduos alimentares.    

5.20.2.5 Material para limpeza e desinfecção:


 

Detergente neutro.
Esponja dupla face (obedecendo a regime de troca com frequência máxima de 48 horas ou inferior, conforme necessidade observada pelo Serviço de
Nutrição da Contratante).
Borrifador para solução saneante.
Solução saneante composta de álcool a 70%.
Pastilha de saneante a base de hipoclorito de sódio, destinado a desinfecção dos utensílios de serviço.

 
5.21 UTENSÍLIOS PARA O LACTÁRIO
 

Mamadeiras completas de plástico transparente, de várias capacidades, de 1ª qualidade, sem reentrâncias ou frisos internos.
Mamadeiras descartáveis completas de plástico transparente, de várias capacidades, de 1ª qualidade, sem reentrâncias ou frisos internos.
Toucas, máscaras, sapatilhas, gorros, propé, capotes e luvas descartáveis.
Monoblocos e organizadores brancos para sanitização de utensílios.
Jarras, recipientes de plástico e copos graduados.
Bolsas e/ou caixas térmicas próprias para transporte de mamadeiras, frascos de leites infantis.
Saco plástico para embalagem de mamadeiras, resistente à utilização em autoclave.
Papel manteiga para porcionamento de formulações em pó.
Filtro terminal com cartuchos em polipropileno virgem de 20, 05 e 03 micras.
Filtro terminal com cartuchos em carvão ativado de 0,5 micra
Termômetros para controle de temperatura interna e da umidade de geladeiras e do ambiente (com higrômetro).
Pulverizador para acondicionar álcool à 70 utilizado na esterilização de bancadas e embalagens de produtos.
Dosador para álcool gel à 70 º para esterilização de mãos.
Compressa estéril para higienização das salas de manipulação.
Lixeiras acionadas por pedal.
Rodos em alumínio ou plástico.
Placas de secagem gravitacional de plástico.
Escova para higienização de mamadeiras com cerdas de cor escura.
Termômetro digital, de haste metálica inoxidável.

 
5.22 SERVIDORES
 
5.22.1 Utensílios:
 

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Bandejas lisas de plástico resistentes, polipropileno, dimensões aproximadas: 0,48 m x 0,28 m.
Talheres de mesa de aço inox, para grandes refeições (almoço e jantar).
Pratos de mesa e sobremesa para pequenas e grandes refeições.
Caixas e ou contentores isotérmicos de polietileno ou polipropileno, com isolamento térmico otimizado, com capacidades variadas.
Balcão térmico tipo buffet.

 
5.22.2 Material Descartável:
 

Embalagem descartável com tampa para sobremesa ou frios, com capacidade para servir 100 ou 200 ml.
Descartáveis para sobremesa para uso no refeitório, devendo estes ser de excelente qualidade e resistência.
Copo com capacidade para servir 200 ml (refeitório).
Sacos plásticos para embalagem de lanches (ceia).
Embalagem plástica para talheres.
Sal (1g), vinagre, azeite, em embalagem individualizada.
Guardanapo de papel 24 x 24 cm, cor branca.
Toalha de papel, na cor branca (para porta toalha no refeitório).
Palito em embalagem individualizada.
Toucas, luvas e máscaras.
Mexedores de plástico para líquidos.
Filtro terminal com carvão ativado/celulose.

 
5.22.3 Material para a guarda e transporte na área de Produção:
De Gêneros
 

Caixa de polietileno (tipo monobloco) retangular ou quadrada;


Recipientes de polietileno, retangulares ou quadrados, pequenos e grandes;
Contentores de plástico (paletes) de alta resistência;
Embalagens plásticas apropriadas para guarda de gêneros alimentícios e para acondicionamento dos lanches de setores fechados;
Balança digital.
Rolo de filme de PVC para embalagem de gêneros;
Prateleiras de polietileno ou aço inox para acondicionamento de gêneros.
Garrafas térmicas para acondicionamento de líquidos com capacidades de 250, 500, 1000, 5000, 9000 e 12000 ml.

 
5.22.4 De lixo
 

Embalagem plástica (60 e 100 litros) de cor preta, ou conforme determinação da Legislação da ANVISA em vigor.
Lixeira para acondicionar sacos plásticos descartáveis (capacidade de 20, 40, 60, 100 litros) com tampa acionada por pedal nos locais de manipulação de
alimentos e refeitórios;
Carro coletor com capacidade de 240 litros para transporte interno de resíduos alimentares.
Os utensílios deverão apresentar condições de perfeito uso, sofrendo reposições sempre que necessário ou solicitado pelo Contratante.

 
5.23 DA DEMANDA PREVISTA PARA SERVIÇOS
 
UNIDADE PRISIONAL

POPULAÇÃO CONTEMPLADA ENDEREÇO


HOSPITALAR EFETIVO CARCERÁRIO
 
 

Unidade Materno Infantil SEAPUMI


Est. Guandu do Senna nº 1902 Bairro/ Bangu 20
 
SEAPSP   104
Sanatório Penal  
AMBULATÓRIO   -
Hospital Penal Psiquiátrico Roberto Medeiros SEAPRM 154
SEAPHA/UPA Est. Gal Emilio Maurell Filho,s/n, Bangu 66
Hospital Hamilton Agostinho
AMBULATÓRIO -
SEAPHR 135
Hospital Psiquiátrico Henrique Roxo Rua Professor Heitor Carrilho s/nº Centro/Niterói
AMBULATÓRIO -
 
6. ACORDO DE NÍVEL DE SERVIÇO - ANS
 
6.1 Os serviços deverão ser executados com base nos parâmetros mínimos estabelecidos no Acordo de Nível de Serviço – ANS (Anexo V) do TR, cuja medição
será realizada mediante as condições estabelecidas neste Termo de Referência.
 

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6.2 O ANS deverá ser consolidado mensalmente pelo fiscal designado Ca CONTRATANTE, a partir dos dados averiguados diariamente, referente aos serviços
executados naquele mês, para realização do ajuste do pagamento à qualidade do serviço.
 
6.3 Diariamente, os fiscais designados pelo CONTRATANTE realizarão a avaliação das refeições fornecidas, por amostragem, tendo por base o Formulário de
Recebimento de Refeições, constante do Anexo V-A deste TR.
 
6.4 A amostragem, para fins de realização da verificação mencionada no item anterior, deverá ser de, no mínimo, 03 (três) recipientes, do total de cada tipo de
refeição distribuída.
 
6.5 O Acordo de Nível de Serviço (ANS) define os níveis de qualidade esperados na prestação do serviço e as respectivas deduções no pagamento.
 
6.6 A medição do ANS será, mensalmente, a partir do 2º mês do início da execução dos serviços.
 
6.7  A CONTRATANTE avaliará mensalmente, a partir do 2º mês do início da execução dos serviços, o desempenho da CONTRATADA, por meio do
acompanhamento da prestação dos serviços, que mensura o atendimento das Ordens de Serviços Emitidas para os chamados regulares, previsto no Anexo V do
Termo de Referência.
 
6.8 Com base nas faixas de ajuste de pagamento, a SEAP-RJ aplicará, percentual de dedução no valor do faturamento da CONTRATADA, com referência ao
respectivo mês da prestação irregular na forma do Anexo V do Termo de Referência.
 
6.9 A CONTRATADA poderá apresentar justificativa para a prestação do serviço com menor nível de conformidade, que poderá ser aceita pela CONTRATANTE,
desde que comprovada a excepcionalidade da ocorrência, resultante exclusivamente de fatores imprevisíveis e alheios ao seu controle.
 
6.10  As penalidades contratuais poderão ser aplicadas independentemente dos critérios adotados neste ANS, decorrentes da gravidade ou reincidência da
inexecução dos serviços.
 
7. QUALIFICAÇÃO TÉCNICA
 
7.1 Para fins de comprovação da qualificação técnica, deverão ser apresentados os seguintes documentos:
 
a) atestado de capacidade técnica, registrado perante o Conselho Regional de Nutrição - CRN, emitido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que
comprove aptidão pertinente e compatível em características, quantidades e prazos com o objeto da licitação;
 
a.1) Poderá ser apresentado mais de um atestado de capacidade técnica, sendo aceito o seu somatório, desde que reste demonstrada a execução concomitante do
objeto.
 
a.2) O(s) atestado(s) de capacidade técnica deverá(ão) ser acompanhado(s) da(s) cópia(s) do(s) contrato(s) respectivo(s).
 
a.3) A aptidão técnico-operacional para o desempenho de atividade pertinente e compatível em características e quantidades com o objeto desta licitação poderá
ser demonstrada pela execução pretérita de, pelo menos, 50% (cinquenta por cento) do quantitativo relativo às seguintes parcelas do objeto proposto.
 
b) registro ou inscrição perante Conselho Regional de Nutrição - CRN;
 
c) Declaração do licitante indicando o nome, o CPF e nº do registro na entidade profissional competente do responsável técnico que acompanhará a execução do
objeto desta licitação, com a comprovação da experiência anterior e o respectivo vínculo, conforme abaixo:
 
c.1)  O licitante deverá demonstrar que possui no seu quadro permanente, na data da licitação, profissional ou profissionais de nível superior detentor(es) de
Atestado(s) de Responsabilidade Técnica que comprove(m) a execução das seguintes atividades em características técnicas similares às do objeto da presente
licitação, consideradas as parcelas de maior relevância técnica e valor significativo para a contratação, nos seguintes termos:
 
i) Profissional especializado na área de Nutrição, regularmente registrado no Conselho Regional de Nutricionista – CRN, no sentido o responsável técnico, nos
termos do art. 15, parágrafo único, da Lei nº 6.583, de 20 de outubro de 1978.
 
ii) Eventual alteração do titular Responsável Técnico deverá ser comunicada, de imediato, ao Gestor do Contrato da SEAP, acompanhada de nova nomeação, com
a respectiva documentação.
 
c.1.1) A comprovação de que o(s) detentor(es) do(s) referido(s) Atestado(s) de Responsabilidade Técnica é/são vinculado(s) ao licitante, deverá ser feita por cópia
de ficha de registro de empregado, de contrato particular de prestação de serviços, de contrato de trabalho por prazo determinado ou por meio de outros
instrumentos que comprovem vínculo jurídico entre o licitante e o profissional qualificado(s), cuja duração seja, no mínimo, suficiente para a execução do objeto
licitado.
 
c.1.2) Em se tratando de sócio da empresa, o contrato social/estatuto do licitante servirá de documento hábil à comprovação do vínculo.
 
c.1.3) Serão inabilitados todos os licitantes que apresentarem atestados de um mesmo profissional como responsável técnico, para comprovação de qualificação
técnica.
 

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d) comprovação, por meio da apresentação da Declaração de Realização de Vistoria, elaborada de acordo com o Anexo II.
 
d.1)  É facultado ao licitante comparecer fisicamente ao local da execução do objeto contratual com a finalidade de vistoriá-lo em conjunto com os eventuais
equipamentos existentes, tomando ciência de suas características, material utilizado, estado de conservação e eventual necessidade de substituição de peças para a
perfeita execução dos serviços objeto desta licitação.
 
d.2)  O licitante, quando da visita física para a realização da vistoria técnica, deverá estar munido de 2 (duas) vias da Declaração de Realização de Vistoria,
devendo o representante legal da licitante assiná-lo, reconhecendo firma, e solicitar a assinatura do servidor da SEAP/RJ responsável pelo acompanhamento da
vistoria na via que lhe será devolvida, devendo ser entregue pelo licitante vencedor em conjunto com os documentos de habilitação.
 
d.3) A opção pela visita física para a realização de vistoria técnica constitui direito e ônus do licitante, com vistas à elaboração precisa e técnica de sua proposta,
mas não ostenta caráter eliminatório do certame para fins de exame de habilitação. Se, facultativamente, o licitante resolva não vistoriar os locais onde serão
prestados os serviços objeto da licitação, caso vitorioso no certame, não poderá alegar desconhecimento das condições de execução contratual como pretexto para
eventual inexecução total ou parcial do contrato, atrasos em sua implementação ou alterações do objeto contratual. Nessa hipótese, como alternativa possível,
admite-se a apresentação de declaração do licitante no sentido de que conhece os detalhes do objeto contratual (situação atual do local, eventuais equipamentos e
extensão dos serviços), assumindo a responsabilidade por eventuais problemas na sua execução. Essa Declaração de Conhecimento das Condições de Execução
do Objeto Contratual deverá ser elaborada de acordo com o Anexo III, devendo o representante legal do licitante assiná-lo, reconhecendo firma, devendo ser
entregue pelo licitante vencedor em conjunto com os documentos de habilitação.
 
d.4) O agendamento para a realização da visita física para a realização de vistoria técnica poderá ser feito com o seguinte órgão: Divisão de Alimentação, por
meio do telefone (21) 2334-6273, e-mail: seapcronologico.dgaf@gmail.com, em dias úteis nos horários de 09h às 17h. As visitas físicas para a realização de
vistoria técnica deverão ser agendadas pelo órgão da Administração, isoladamente, em datas e horários distintos, de forma a impedir a reunião dos diversos
interessados em participar da licitação.
 
d.5) O prazo para vistoria iniciar-se-á no dia útil seguinte ao da publicação do certame, estendendo-se até 02 (dois) dias úteis anteriores à data prevista para a
abertura da sessão pública. Para a vistoria, o representante legal da licitante e/ou seu preposto credenciado deverão estar devidamente identificados.
 
8. DISPONIBILIDADE ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
 
8.1 As despesas com o presente processo correrão a conta do Orçamento da CONTRATANTE, cujo detalhamento será apresentado no Edital para a execução do
objeto deste Termo de Referência.
 
9. CONDIÇÕES DE PAGAMENTO
 
9.1  Os pagamentos serão efetuados, obrigatoriamente, por meio de crédito em conta corrente da instituição financeira contratada pelo Estado, cujo número e
agência deverão ser informados pelo adjudicatário até a assinatura do contrato.

 
9.2 No caso de a CONTRATADA estar estabelecida em localidade que não possua agência da instituição financeira contratada pelo Estado ou caso verificada pela
CONTRATANTE a impossibilidade de a CONTRATADA, em razão de negativa expressa da instituição financeira contratada pelo Estado, abrir ou manter conta
corrente naquela instituição financeira, o pagamento poderá ser feito mediante crédito em conta corrente de outra instituição financeira. Nesse caso, eventuais
ônus financeiros e/ou contratuais adicionais serão suportados exclusivamente pela CONTRATADA.
 
9.3 A contratada deverá encaminhar a fatura para pagamento a Divisão de Cronológico da Superintendência Geral de Administração e Finanças, sito à Praça
Cristiano Ottoni, s/nº, 5º andar, sala 554, Ed. D. Prédio II, Central do Brasil, Centro, Rio de Janeiro, acompanhada de comprovante de recolhimento mensal do
FGTS e INSS relativos à mão de obra empregada no contrato.
 
9.4 O prazo de pagamento será de até 30 (trinta) dias, a contar da data final do período de adimplemento de cada parcela.

 
9.5 Considera-se adimplemento o cumprimento da prestação com a entrega do objeto, devidamente atestada pelo(s) agente(s) competente(s).

 
9.6 Caso se faça necessária a reapresentação de qualquer fatura por culpa da contratada, o prazo de 30 (trinta) dias ficará suspenso, prosseguindo a sua contagem a
partir da data da respectiva reapresentação.

 
9.7 Os pagamentos eventualmente realizados com atraso, desde que não decorram de ato ou fato atribuível ao adjudicatário, sofrerão a incidência de atualização
financeira pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e juros moratórios de 0,5%
ao mês, calculado pro rata die, e aqueles pagos em prazo inferior ao estabelecido neste Edital serão feitos mediante desconto de 0,5% ao mês pro rata die.

 
9.8  O pagamento será realizado mensalmente, unicamente em relação ao quantitativo de refeições efetivamente recebido e após aceitação dos serviços pela
fiscalização do CONTRATANTE, observadas as regras constantes no termo de referência, no contrato e neste instrumento convocatório, no tocante à
possibilidade de dedução no valor do faturamento da CONTRATADA, nos moldes previstos no Anexo V do Termo de Referência.
 
9.9 – Tratando-se de mão de obra alocada exclusivamente no contrato, decorrido o prazo de 12 (doze) meses da data do orçamento a que essa proposta se referir,
assim entendido o acordo, convenção ou dissídio coletivo de trabalho, vigente à época da apresentação da proposta de licitação, poderá a CONTRATADA fazer
jus ao reajuste do valor contratual referente aos custos decorrentes de mão de obra, se estes estiverem vinculados às datas-bases dos referidos instrumentos,
aplicando-se o índice que tiver sido homologado, quando for o caso, na forma do que dispõe o art. 40, XI, da Lei n.º 8.666/93 e os arts. 2º e 3º da Lei n.º 10.192,
de 14.02.2001.
 
9.9.1 - Caberá à CONTRATADA, ao pleitear o reajuste contratual, a demonstração da variação salarial de seus empregados, sem prejuízo do necessário exame,
pela Administração, da pertinência das informações prestadas.
 
9.9.2 - A anualidade dos reajustes será sempre contada a partir da data do fato gerador que deu ensejo ao último reajuste.
 
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9.9.3 -  Os reajustes serão precedidos de requerimento da CONTRATADA, acompanhada de demonstração analítica da alteração dos custos, por meio de
apresentação da planilha de custos e formação de preços e do novo acordo, convenção ou dissídio coletivo que fundamenta o reajuste.
 
9.9.4 –  É vedada a inclusão, por ocasião do reajuste, de benefícios não previstos na proposta inicial, exceto quanto se tornarem obrigatórios por força de
instrumento legal, sentença normativa, acordo, convenção coletiva ou dissídio.
 
9.9.5 – Na ausência de lei federal, acordo, convenção ou dissídio coletivo de trabalho, o reajuste contratual poderá derivar de lei estadual que fixe novo piso
salarial para a categoria, nos moldes da Lei Complementar nº 103/2000.
 
9.9.6 - O preço dos demais insumos poderá ser reajustado após 12 (doze) meses da data da apresentação da proposta, de acordo com o  INPC, que deverá retratar a
variação efetiva dos insumos utilizados na consecução do objeto contratual, na forma do que dispõe o art. 40, XI, da Lei n.º 8.666/93 e os arts. 2º e 3º da Lei n.º
10.192, de 14.02.2001
 
9.9.10  - O reajuste será dividido em tantos quanto forem os acordos, dissídios ou convenções coletivas das categorias envolvidas na contratação, sempre
calculado a partir das datas-base diferenciadas, já que a contratação envolve mais de uma categoria profissional.
 
9.10  O contratado deverá emitir a Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, consoante o Protocolo ICMS nº 42/2009, com a redação conferida pelo Protocolo ICMS nº
85/2010, e caso seu estabelecimento esteja localizado no Estado do Rio de Janeiro, deverá observar a forma prescrita nas alíneas a, b, c, d e e, do §1º, do art. 2º, da
Resolução SEFAZ nº 971/2016.
 
10 - GARANTIA CONTRATUAL
 
10.1 Exigir-se-á do licitante vencedor, no prazo máximo de 10 (dez) dias consecutivos, contado da data de início dos serviços, constante no memorando de início
de serviços expedidos pela fiscalização da SEAP-RJ, uma garantia, a ser prestada em qualquer modalidade prevista pelo §1º, art. 56 da Lei nº 8.666/93, da ordem
de 5% (cinco por cento) do valor do contrato, com a validade durante toda vigência do contrato, a ser restituída após sua execução satisfatória.
 
10.2 A garantia, qualquer que seja a modalidade apresentada pelo vencedor do certame, deverá contemplar a cobertura para os seguintes eventos:
 
a) prejuízos advindos do não cumprimento do contrato;
b) multas punitivas aplicadas pela fiscalização à contratada;
c) prejuízos diretos causados à CONTRATANTE decorrentes de culpa ou dolo durante a execução do contrato;
d) obrigações previdenciárias e trabalhistas não honradas pela CONTRATADA.
 
10.3 A garantia prestada não poderá se vincular a outras contratações, salvo após sua liberação. Caso o valor do contrato seja alterado, de acordo com o art. 65 da
Lei Federal nº 8.666/93, a garantia deverá ser complementada, no prazo de 72 (setenta e duas) horas, para que seja mantido o percentual de 5% (cinco por cento)
do valor do contrato.
 
10.4 Nos casos em que valores de multa venham a ser descontados da garantia, seu valor original será recomposto no prazo de 72 (setenta e duas) horas, sob pena
de rescisão administrativa do contrato.
 
11 - PROCEDIMENTO DE GESTÃO E FISCALIZAÇÃO
 
11.1 Nos termos do art. 67 da Lei n° 8.666, de 1993, será designado representante da CONTRATANTE para acompanhar e fiscalizar a entrega do objeto, anotando
em registro próprio todas as ocorrências relacionadas com a execução e determinando o que for necessário à regularização de falhas ou defeitos observados.
 
11.2 A Administração indicará nominalmente os Fiscais do Contrato, para acompanhamento e fiscalização da execução do objeto, e estes se responsabilizarão a
realizar, diariamente, as obrigações previstas em Lei e neste Termo de Referência, incluindo as devidas anotações em livro próprio e a imediata comunicação à
Comissão de Fiscalização e Gestão do Contrato, caso ocorra alguma falha na execução, cabendo:
 
a)  Realizar a fiscalização dos serviços contratados, de modo a assegurar o cumprimento da execução do escopo contratado, verificando o cumprimento dos
horários estabelecidos, as quantidades de refeições e recicláveis previstos, a compatibilidade com o cardápio estabelecido, registrando eventuais ocorrências.
b) Realizar a conferência diária do quantitativo de refeições fornecidas aos comensais, mantendo o registro, por tipo de refeição servida.
c) Realizar a supervisão das atividades desenvolvidas pela CONTRATADA, efetivando avaliação periódica.
d) Aprovar as faturas de prestação de serviços somente das refeições efetivamente fornecidas.
 
11.3 Fica entendido que, a fiscalização do CONTRATANTE terá, a qualquer tempo, acesso a todas as dependências utilizadas pela CONTRATADA, permitindo
examinar qualidade dos gêneros alimentícios, e solicitando a substituição imediata dos mesmos que apresentarem condições impróprias para o consumo.
 
11.4 Realizar a fiscalização das condições de higiene e de conservação das dependências, equipamentos e utensílios.
 
11.5 A fiscalização dos serviços pela CONTRATANTE não exclui nem diminui a completa responsabilidade da CONTRATADA por qualquer observância ou
omissão à legislação vigente e às cláusulas contratuais.
 
12. DAS OBRIGAÇÕES DA CONTRATANTE
 
12.1 Indicar formalmente o gestor e os fiscais para acompanhamento da execução contratual.

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