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ATIVIDADE PARA VALIDAÇÃO DE ESTUDO

7ª SEMANA DE ESTUDOS - MACK


SISTEMA TRIBUTÁRIO CONSTITUCIONAL - 7º PERÍODO – U
PRINCÍPIOS TRIBUTÁRIOS DA IRRETROATIVIDADE e ISONOMIA
PROFESSOR: EDUARDO SABBAG - FADIR - MACKENZIE

Nome: Lucas Vinícius Souza Alves Tia: 41805968

Com base na doutrina e na jurisprudência pátrias, leia as DEZ PROPOSIÇÕES abaixo e as julgue com V
(VERDADEIRO) e F (FALSO). [OBS.: não há a necessidade de explicar as assertivas]

1. Para todos os tributos, é correto afirmar que não podem ser cobradOs em relação a fatos geradores
ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. (V)

2. O chamado PRINCÍPIO DA IGUALDADE OU DA ISONOMIA veda à União, aos Estados, ao Distrito Federal e
aos Municípios instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação
equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida,
independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos. (V)

3. A CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA depende da capacidade civil das pessoas naturais. (F)

4. Admite-se a aplicação retroativa da lei tributária, tratando-se de ato não definitivamente julgado,
quando a lei nova deixar de o definir como infração. (V)

5. A Constituição não prevê exceção alguma ao PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE DA LEI. (F)

6. O PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE DA LEI TRIBUTÁRIA não é violado quando a lei é aplicada de


maneira interpretativa a ato ou fato pretérito, excluindo a aplicação de penalidade à infração. (V)

7. No ano de 2018, certo contribuinte deixou de recolher um imposto cuja alíquota, à época, era de 20%. A
lei então em vigor previa uma multa de 30% do valor devido, em caso de inadimplência. No decorrer do
ano de 2019, a legislação foi alterada, para majorar a alíquota desse imposto para 25% e reduzir a multa
por inadimplência para 20% do valor devido. Eventual auto de infração a ser lavrado, em 2020, contra esse
contribuinte, pelo não pagamento do imposto referente ao fato gerador ocorrido em 2018, deve levar em
conta uma alíquota de 20% e, igualmente, uma multa de 20%. (Considere que o ato não está ainda
definitivamente julgado). (F)

8. Em 10 de março de 2020, foi publicada uma lei instituindo uma TAXA DE COLETA DE LIXO, no Município
X. A lei instituidora previu que a cobrança deverá levar em conta os fatos geradores ocorridos desde 01-01-
2020. Essa norma não fere o PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE TRIBUTÁRIA. (F)
9. A capacidade tributária passiva independe da capacidade civil das pessoas naturais, mas depende de
estar a pessoa jurídica regularmente constituída. (F)

10. (F) Aquele que é civilmente incapaz não será considerado “contribuinte”, conforme dispõe o inciso I do
art. 126 do CTN.

11. (F) O estabelecimento comercial que promove a venda de mercadorias sem estar devidamente
regularizado perante o FISCO encontra-se desobrigado de recolher o ICMS.

12. (F) A renda oriunda do ilícito não poderá ser alcançada pela tributação, sob pena de o Direito Tributário
servir como um estímulo ao cometimento de condutas delitivas.

13. (F) Uma autoridade fiscal, em seu múnus fiscalizatório, comparece a uma edificação e percebe que se
trata de local dedicado à mantença de casa de prostituição. Ao questionar o proprietário do imóvel sobre o
IPTU devido, é surpreendido com a seguinte resposta emitida por aquele contribuinte: “ Não pago o IPTU
porquanto o meu imóvel é dedicado à prática da prostituição, e o Estado não pode pretender se beneficiar
dessa atividade que é tida, no inconsciente coletivo, sob a chancela do descaso estatal, como moralmente
criticável”. O argumento do contribuinte procede.

14. (F) A interpretação objetiva do fato gerador resgata a máxima latina “pecunia non olet”, a qual pode
ser traduzida por “o dinheiro não tem cheiro”. Trata-se de uma célebre frase oriunda do diálogo, na Roma
Antiga, entre o Imperador Tito e seu filho Vespasiano.

15. (F) A Polícia Civil do Estado X prendeu em flagrante o DOUTOR TÍCIO, um conhecido cidadão do
Município de ENGODO D’OESTE que se apresentava na cidade como “médico”, porém não tinha
habilitação profissional e, há um bom tempo, exercia irregularmente a Medicina naquela localidade. O
DOUTOR TÍCIO, embora tenha prestado serviços tributáveis pelo ISSQN, não tem uma obrigação tributária
oriunda do fato gerador desse imposto municipal, uma vez que a pena privativa de liberdade, sendo-lhe
imposta, deverá substituir-se ao tributo, para não haver “bis in idem”.

Bons estudos!