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REDAÇÃO

DIREITO E DIGNIDADE DO TRABALHADOR DOMÉSTICO


NO BRASIL

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REDAÇÃO DIREITO E DIGNIDADE DO TRABALHADOR
DOMÉSTICO NO BRASIL

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos
INSTRUÇÃO

ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal


da língua portuguesa sobre o tema “Direito e dignidade do trabalhador doméstico no
Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione,
organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto
de vista.

Texto 1
Considera-se trabalhador doméstico aquele maior de 18 anos que presta serviços de natureza
contínua (frequente, constante) e de finalidade não-lucrativa à pessoa ou à família, no âmbito residencial
destas. Assim, o traço diferenciador do emprego doméstico é o caráter não-econômico da atividade
exercida no âmbito residencial do empregador. Nesses termos, integram a categoria os seguintes
trabalhadores: empregado, cozinheiro, governanta, babá, lavadeira, faxineiro, vigia, motorista particular,
jardineiro, acompanhante de idosos, dentre outras. O caseiro também é considerado trabalhador
doméstico, quando o sítio ou local onde exerce a sua atividade não possui finalidade lucrativa.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 28/07/21

Texto 2
Com a aprovação da Lei Complementar nº 150, de 2015, que regulamentou a Emenda
Constitucional n° 72, os empregados domésticos passaram a gozar de novos direitos. Alguns desses
novos direitos passaram a ser usufruídos logo após a edição da lei, como por exemplo, o adicional
noturno, intervalos para descanso e alimentação etc. Outros direitos só passaram a ser usufruídos pelos
empregados domésticos a partir de outubro de 2015: FGTS, seguro-desemprego, salário família.
Disponível em: http://portal.esocial.gov.br. Acesso em: 27/07/21

Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 28/07/21

Texto 3

Disponível em: https://m.leiaja.com/. Acesso em: 27/07/21

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Texto 4
As mudanças propostas na Reforma Trabalhista alteram mais de cem artigos da Consolidação das
Leis do Trabalho (CLT). O emprego doméstico também será afetado, porque tudo o que não está previsto
na Lei Complementar 150 (que regulamenta o trabalho doméstico) obedecerá às novas regras. Já para as
diaristas, que não têm vínculo empregatício, nada muda. Segundo a Reforma Trabalhista, considera-se
trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a 30 horas semanais. No trabalho
doméstico, o regime de tempo parcial é aquele que não excede 25 horas semanais, e pode-s fazer até uma
hora extra. Por enquanto, as férias desses profissionais domésticos continuam sendo de no máximo 18
dias. A nova legislação prevê que as empresas paguem multas de R$ 800 (microempresas ou de pequeno
porte) e R$ 3 mil se não registrarem os funcionários. Por isso, patrões que não assinarem carteira de
trabalhadores domésticos terão, em uma fiscalização ou ação trabalhista, além dos custos com advogados,
mais o custo desta multa de R$ 800 ou R$ 3 mil de acordo com o entendimento do juiz.
Disponível em: https://extra.globo.com. Acesso: 27/07/21

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