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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA


SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA
DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRAESTRUTURA

RODOVIA : EXTRAPLANO
TRECHO : MARAVILHA – BOM JESUS DO OESTE

PROJETO DE ENGENHARIA RODOVIÁRIA


PARA IMPLANTAÇÃO E PAVIMENTAÇÃO

VOLUME 3A – MEMÓRIA JUSTIFICATIVA OAE

Empresa: IGUATEMI - Consultoria e Serviços de Engenharia Ltda.

MARÇO - 2014
SUMÁRIO
SUMÁRIO

CAPÍTULO A – APRESENTAÇÃO 4

A1. Apresentação 5
A2. Mapa de Situação 6
A3. Mapa de Localização 7

CAPÍTULO B – MEMORIAL DESCRITIVO 8

CAPÍTULO C – MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL 10

CAPÍTULO D – MEMÓRIA DE CÁLCULO DE QUANTIDADES 33

CAPÍTULO E – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARTICULARES 37


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CAPÍTULO A - APRESENTAÇÃO
A.1. APRESENTAÇÃO

O presente relatório, intitulado VOLUME 3A – MEMÓRIA JUSTIFICATIVA OAE, é parte


integrante do Projeto de Engenharia Rodoviária para Implantação e Pavimentação da Rodovia
Extraplano, trecho: Maravilha – Bom Jesus do Oeste.

O relatório foi elaborado pela empresa IGUATEMI - Consultoria e Serviços de Engenharia Ltda.
em conformidade com o Contrato celebrado com o Departamento Estadual de Infraestrutura –
DEINFRA, cujos elementos principais estão relacionados a seguir.

Número do Contrato : PJ-100/2013


Data de Assinatura do Contrato : 29/04/2013
Número da Ordem de Serviço : 31/2013
Data de Assinatura da Ordem de Serviço : 17/06/2013
Prazo Contratual : 270 dias

Integram o projeto os seguintes volumes:

Volume 1 – Relatório do Projeto, contém uma síntese dos estudos e projetos, informações
gerais para os licitantes da obra e o plano de execução.
Volume 2 – Projeto de Execução, contém os desenhos relativos aos projetos, com os detalhes e
informações necessárias à execução.
Volume 3 – Memória Justificativa, detalha os critérios utilizados, os cálculos efetuados e as
soluções projetadas, assim como as metodologias e normas utilizadas na elaboração dos estudos
e projetos.
Volume 3A – Memória Justificativa de OAE, detalha os critérios utilizados, os cálculos
efetuados e as soluções projetadas na elaboração do projeto estrutural da ponte.
Volume 3B – Estudos Geotécnicos, contém os boletins de sondagem a trado e os ensaios
geotécnicos realizados.
Volume 3C – Notas de Serviço e Elementos para Locação, contém as notas de serviço de
terraplenagem e pavimentação, os elementos para a locação da obra e o cálculo de volumes de
terraplenagem.
Volume 3D – Seções Transversais, contém as seções transversais gabaritadas de
terraplenagem.
Volume 4 – Projeto de Desapropriação, contém os elementos necessários à execução do
processo administrativo de indenização por desapropriação das áreas necessárias à implantação
do projeto.

Florianópolis, março de 2014.

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Impressao_Definitiva\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\A1-Apresentacao.doc
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CAPÍTULO B – MEMORIAL DESCRITIVO


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B. MEMORIAL DESCRITIVO

1. PONTE SOBRE O RIO JUNDIÁ

A ponte sobre o Rio Jundiá situa-se em Maravilha - SC, onde a rodovia se desenvolve
planimetricamente em curva circular e altimetricamente a nível.

A extensão total da obra no eixo da ponte é de 56,00m, medida entre faces externas das
transversinas de entrada. A largura total do estrado é de 12,10m, assim subdividido: duas pistas
de rolamento de 4,00m, dois passeios de 1,50m, duas barreiras de 0,40m e dois guarda-corpos
0,15m.

A superestrutura em concreto armado é formada por duas longarinas contínuas, com dois
balanços extremos de 2,00m e três vãos intermediários de 16,00m, 20,00m e 16,00m
respectivamente. As longarinas, de seção retangular, tem altura constante de 1,50m e largura de
0,60m. As lajes têm espessura de 0,30m em toda extensão da obra.

Foram adotados guarda-corpos com altura de 0,95m e barreiras New Jersey de 0,87m de altura.
Os encontros terão alas de retorno de 2,00m. Para drenagem serão utilizados drenos de PVC com
diâmetro 100mm, junto ao passeio. Adequou-se também duas pingadeiras cada lado, nas lajes
em balanço do tabuleiro.

A mesoestrutura, responsável pela transmissão das cargas da super para a infraestrutura, é


constituída por pórticos em concreto armado nos apoios P2 e P3 e por pilares isolados nos apoios
P1e P4. A vinculação da super e mesoestrutura é feita por meio de aparelhos de apoio de
elastômero fretado.

A infraestrutura, devido às características do terreno será superficial, tipo sapatas apoiadas em


rocha.

Classe da obra: Trem Tipo Classe 45 da NBR 7188

Concreto Estrutural utilizado:


Infra, Meso e superestrutura: fck = 30 MPa

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\B-Memorial_Descritivo.doc
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CAPÍTULO C – MEMÓRIA DE CÁLCULO


ESTRUTURAL
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C. MEMORIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL

1. PONTE SOBRE O RIO JUNDIÁ

1. SUPERESTRUTURA

1.1 Longarinas 

1.1.1 Cargas permanentes para uma longarina

a) Concentradas nas extremidades dos balanços: b) Distribuídas ao longo da ponte:

Ala = 18,75 kN Barreira =  5,75 kN/m


Cortina + viga reforço =  104,36 kN Guarda‐corpo= 2,00 kN/m
Placa de transição =  181,50 kN Passeio = 3,14 kN/m
304,61 kN Laje em balanço =  19,75 kN/m
Laje central = 22,19 kN/m
Viga principal =  22,50 kN/m
Pavimentação =  9,00 kN/m
c) Concentradas sobre os apoios 84,33 kN/m (Balanços)
Transversina vão = 2,49 kN/m
Transversinas de apoio =  39,83 kN 86,82 kN/m (Vãos)

d) Esquema estrutural e carregamentos permanentes

304,61 kN 0,00 kN 39,83 kN


84,33 kN/m 86,82 kN/m 86,82 kN/m

II                I     0 1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11   12   13   14   15  
      1,50     0,50 1,20 1,20 1,20 1,20 1,20 1,20 1,20 1,20 1,20 1,20 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50

2,0 m 12,0 m 7,5 m

1.1.2 Cargas móveis para uma longarina (Classe 45 da NBR7188 ‐ Trem tipo homogeneizado)
Q   Q   Q= 145,813 kN
RP =  110,80 kN   q= 34,216 kN/m
Rp =  26,00 kN/m

Impacto vertical = 1,4 ‐ 0,007 x l = 1,316
1.1.3 Planilha de momentos fletores

MSd+ (serviço) MSd‐ (serviço)
Seção Mg (kN.m) Mq+ (kN.m) Mq‐ (kN.m) Md+ (kN.m) Md‐ (kN.m)
máximo mínimo máximo mínimo
I ‐552 0 ‐270 ‐552 ‐1151 ‐687 ‐552
0 ‐778 0 ‐433 ‐778 ‐1695 ‐995 ‐778
1 28 889 ‐454 1284 ‐608 473 28  ‐199
2 612 1525 ‐476 2992 ‐54 1375 612 
3 974 1922 ‐497 4054 278 1935 974 
4 1113 2138 ‐635 4551 224 2182 1113 
5 1030 2128 ‐776 4421 ‐56 2094 1030 
6 725 1906 ‐918 3683 ‐560 1678 725 
7 197 1498 ‐1060 2373 ‐1287 946 197  ‐333
8 ‐552 928 ‐1201 747 ‐2454 ‐1153 ‐552
9 ‐1524 383 ‐1489 ‐988 ‐4218 ‐2269 ‐1524
10 ‐2718 339 ‐2028 ‐2243 ‐6644 ‐3732 ‐2718
11 ‐1156 409 ‐1219 ‐583 ‐3325 ‐1766 ‐1156
12 60 1024 ‐866 1518 ‐1152 572 60  ‐373
13 928 1683 ‐771 3655 ‐151 1770 928 
14 1449 2103 ‐690 4973 483 2501 1449 
15 1623 2246 ‐609 5417 770 2746 1623 

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\C-Memoria_Calculo_Estrutural.doc
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1.1.4 Planilha de esforços cortantes

V Sd+ (serviço) VSd‐ (serviço)
Seção Vg (kN) Vq+ (kN) Vq‐ (kN) Vd+ (kN) Vd‐ (kN)
máximo mínimo máximo mínimo
II D ‐305 0 ‐146 ‐305 ‐631 ‐378 ‐305
I D ‐431 0 ‐270 ‐431 ‐981 ‐566 ‐431
0 E ‐473 0 ‐360 ‐473 ‐1166 ‐653 ‐473
0 D 573 642 ‐94 1701 441 894 573 
1 434 538 ‐97 1361 298 703 434 
2 295 441 ‐118 1030 130 516 295 
3 157 352 ‐188 713 ‐106 333 157 
4 18 273 ‐263 407 ‐350 155 18 
5 ‐121 203 ‐343 163 ‐650 ‐293 ‐121
6 ‐260 142 ‐425 ‐61 ‐959 ‐473 ‐260
7 ‐399 91 ‐510 ‐272 ‐1273 ‐654 ‐399
8 ‐538 50 ‐596 ‐468 ‐1588 ‐836 ‐538
9 ‐677 44 ‐681 ‐615 ‐1901 ‐1018 ‐677
10 E ‐816 43 ‐766 ‐756 ‐2215 ‐1199 ‐816
10 D 868 790 ‐75 2321 763 1263 868 
11 695 687 ‐77 1935 587 1039 695 
12 521 582 ‐87 1544 399 812 521 
13 347 480 ‐143 1158 147 587 347 
14 174 382 ‐212 778 ‐123 365 174 
15 0 292 ‐292 409 ‐409 146 0  ‐146 0

1.1.5 Planilha de reações de apoio

Seção Rg (kN) Rq+ (kN) Rq‐ (kN) R máx (kN) R min (kN)

0=30 1047 778 ‐91 1825 956


10=20 1724 1164 ‐99 2888 1625
1.1.6 Planilha de dimensionamento à flexão

Armaduras calculadas para flexão Após verificação à fadiga
Seção As+ As‐  Seção
Md+ (kN.m) d+ (cm) As+ (cm²) Md‐ (kN.m) d‐ (cm) As‐ (cm²)
cm² Adotado cm² Adotado
I 144,8 ‐1151 144,8 18,76  25,00  20,00  I
0 144,8 ‐1695 144,8 27,98  25,00  30,00  0
1 1284 144,8 20,57 ‐608 144,8 9,82  25,00  20,00  1
2 2992 144,8 48,35 ‐54 144,8 0,87  50,00  20,00  2
3 4054 143,3 66,77 144,8 0,00  70,00  20,00  3
4 4551 142,9 76,44 144,8 0,00  80,00  10,00  4
5 4421 143,1 74,15 ‐56 144,8 0,90  75,00  10,00  5
6 3683 143,9 60,66 ‐560 144,8 9,01  60,00  20,00  6
7 2373 144,8 38,51 ‐1287 144,8 21,06  40,00  25,00  7
8 747 144,8 11,97 ‐2454 144,8 41,36  25,00  45,00  8
9 144,8 ‐4218 144,8 74,87  25,00  75,00  9
10 144,8 ‐6644 144,8 128,02  25,00  130,00  10
11 144,8 ‐3325 144,8 57,18  25,00  60,00  11
12 1518 144,8 24,42 ‐1152 144,8 18,86  25,00  20,00  12
13 3655 143,9 59,95 ‐151 144,8 2,43  60,00  20,00  13
14 4973 142,7 83,29 144,8 0,00  85,00  20,00  14
15 5417 141,9 91,61 144,8 0,00  95,00  10,00  15

f ck = 30 MPa f yk = 500 MPa cob = 3,0 cm Asmin+ = 25,00 cm²

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\C-Memoria_Calculo_Estrutural.doc
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1.1.7 Fadiga para armaduras de flexão

Ec =   26072 Es = 210000 n = 8,055

bw =  0,60 m h = 1,50 m hf = 0,30 m

As (flexão) As (fadiga) Armadura positiva Armadura negativa


Seção máx  min  s  máx  min  s 
As+ (cm²) As‐ (cm²) As+ (cm²) As‐ (cm²) x (m) J (m4) x (m) J (m4)
(Mpa) (Mpa) (Mpa) (Mpa) (Mpa) (Mpa)
I 0,00 18,76  25,00 20,00 ‐42,9 ‐53,4 10,5 0,1443 0,0367 ‐251,9 ‐202,4 ‐49,5 0,2533 0,02624
0 0,00 27,98  25,00 30,00 ‐51,1 ‐65,3 14,2 0,1443 0,0367 ‐246,1 ‐192,6 ‐53,6 0,3036 0,03724
1 20,57 9,82  25,00 20,00 135,0 ‐15,5 150,5 0,1443 0,0367 ‐73,0 0,0 ‐73,0 0,2533 0,02624
2 48,35 0,87  50,00 20,00 199,0 88,6 110,4 0,1997 0,0694 0,0 31,8 ‐31,8 0,2533 0,02624
3 66,77 0,00  70,00 20,00 203,9 102,6 101,3 0,2318 0,0918 19,8 39,4 ‐19,5 0,2533 0,02624
4 76,44 0,00  80,00 10,00 201,5 102,8 98,7 0,2505 0,1028 21,8 42,8 ‐21,0 0,1842 0,01411
5 74,15 0,90  75,00 10,00 205,3 101,0 104,3 0,2448 0,0975 20,8 42,4 ‐21,5 0,1842 0,01411
6 60,66 9,01  60,00 20,00 204,6 88,4 116,2 0,2165 0,0808 15,7 36,2 ‐20,6 0,2533 0,02624
7 38,51 21,06  40,00 25,00 170,4 35,5 134,9 0,1801 0,0567 5,0 24,2 ‐19,2 0,2800 0,03186
8 11,97 41,36  25,00 45,00 0,0 ‐64,4 64,4 0,1443 0,0367 ‐193,0 0,0 ‐193,0 0,3622 0,05224
9 0,00 74,87  25,00 75,00 ‐70,2 ‐104,6 34,3 0,1443 0,0367 ‐232,9 ‐156,5 ‐76,4 0,4486 0,07839
10 0,00 128,02  25,00 130,00 ‐103,7 ‐142,4 38,7 0,1443 0,0367 ‐227,4 ‐165,6 ‐61,8 0,5575 0,11769
11 0,00 57,18  25,00 60,00 ‐57,8 ‐88,3 30,5 0,1329 0,0372 ‐224,3 ‐146,9 ‐77,4 0,4091 0,06586
12 24,42 18,86  25,00 20,00 163,0 17,1 145,9 0,1329 0,0372 ‐136,8 16,5 ‐153,2 0,2533 0,02624
13 59,95 2,43  60,00 20,00 214,9 112,7 102,2 0,1998 0,0822 18,2 34,7 ‐16,5 0,2533 0,02624
14 83,29 0,00  85,00 20,00 216,3 125,3 91,0 0,2403 0,1105 25,4 43,8 ‐18,4 0,2533 0,02624
15 91,61 0,00  95,00 10,00 215,0 127,1 87,9 0,2494 0,1203 27,1 45,9 ‐18,8 0,1842 0,01411
1.1.8 Armaduras de cisalhamento

fctk,inf = 2,028 MPa bw = 0,60 m

0,5xVc  Asw  s  xAsw  Estribos


Seção d (m) Vd (MN) VRd2 (MN) Vsw (MN) (fator ) Seção
(MN) (cm²/m) (Mpa) (cm²/m) bitolas ramos
II D 1,448 0,631 4,423  0,377 0,254 4,48  50,3 1,000 6,95 10,0 c. 20 2 II D
I D 1,448 0,981 4,423  0,377 0,604 10,66  59,8 1,000 10,66 10,0 c. 15 2 I D
0 E 1,448 1,166 4,423  0,377 0,789 13,92  67,1 1,000 13,92 10,0 c. 11 2 0 E
0 D 1,448 1,701 4,423  0,377 1,324 23,36  82,1 1,000 23,36 10,0 c. 13 4 0 D
1 1,448 1,361 4,423  0,377 0,983 17,35  86,0 1,012 17,56 10,0 c. 18 4 1
2 1,448 1,030 4,423  0,377 0,653 11,52  93,1 1,095 12,62 10,0 c. 12 2 2
3 1,433 0,713 4,378  0,374 0,339 6,05  107,4 1,264 7,64 10,0 c. 20 2 3
4 1,429 0,407 4,365  0,373 0,035 0,62  165,0 1,941 6,95 10,0 c. 20 2 4
5 1,431 0,650 4,372  0,373 0,277 4,94  114,8 1,351 6,95 10,0 c. 20 2 5
6 1,439 0,959 4,396  0,375 0,584 10,37  96,4 1,134 11,76 10,0 c. 13 2 6
7 1,448 1,273 4,423  0,377 0,895 15,80  87,2 1,025 16,20 10,0 c. 20 4 7
8 1,448 1,588 4,423  0,377 1,210 21,36  81,7 1,000 21,36 10,0 c. 15 4 8
9 1,448 1,901 4,423  0,377 1,524 26,89  77,9 1,000 26,89 10,0 c. 12 4 9
10 E 1,448 2,215 4,423  0,377 1,837 32,43  75,2 1,000 32,43 10,0 c. 10 4 10 E
10 D 1,448 2,321 4,423  0,377 1,944 34,30  74,0 1,000 34,30 10,0 c. 9 4 10 D
11 1,448 1,935 4,423  0,377 1,557 27,49  77,2 1,000 27,49 10,0 c. 11 4 11
12 1,448 1,544 4,423  0,377 1,167 20,59  82,0 1,000 20,59 10,0 c. 15 4 12
13 1,439 1,158 4,396  0,375 0,783 13,90  90,2 1,061 14,75 10,0 c. 11 2 13
14 1,427 0,778 4,359  0,372 0,406 7,28  106,7 1,256 9,14 10,0 c. 17 2 14
15 1,419 0,409 4,335  0,370 0,039 0,70  155,4 1,828 6,95 10,0 c. 20 2 15

Aswmin = 6,95 cm²/m

Armadura de pele =  6,00 cm²/m/face Adotado:  c. 13

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1.1.9 Armaduras de suspensão

O içamento da superestrutura com macacos sob as cortinas, faz com que elas recebam as cargas permanentes
da superestrutura através das armaduras de suspensão. Admitindo 10% de majoração das cargas permanentes, temos:

Apoio P2=P3 = 1,1 x 1724 = 1896 kN


Trecho considerado =  2,00 m
A s =  1,4 x 1,896/ (435 x 2,00) =  30,52 cm²/m
Será adotado  c. 10,0 4 ramos

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15

1.2 LAJES

1.2.1 Lajes em balanço

1.2.1.1 Cargas permanentes

‐MxAg  = 18,000 kN.m/m
‐Mxeg  = 50,560 kN.m/m

1.2.1.2 Cargas acidentais

‐MxAp  = 30,000 kN.m/m
‐Mxep  = 16,111 kN.m/m

1.2.1.3 Cargas móveis ‐ Classe 45 (NBR 7188)

= 1,4 ‐0,007x 0,50 = 1,397


t/a = 0,398
lx/a = 0,25

Para cálculo dos momentos foi utilizado Rüsch, placa 98, tráfego paralelo a y:

‐Mxeq = 1,397      x 75     x 0,212     = 22,204 kN.m/m

1.2.1.4 Dimensionamento: f ck  = 30 MPa cob = 2,5 cm

‐Mxed = 1,4   x   50,560 + 1,4 x 22,204 = 101,870 kN.m/m

h = 30 cm d = 26,875 cm kc = 7,090 ks = 0,0239


As  = 9,06 cm²/m > Asmin = 5,10 cm²/m
Avaliação da fadiga:
Msdmáx = 63,45 kN.m Msdmín = 50,56 kN.m
Para As = 9,06 cm²/m s =  56,87 MPa < 190 MPa
Adotado:  c. 14

‐MxAd = 1,4   x   18,000 + 1,4 x 30,000 = 67,200 kN.m/m

h = 30 cm d = 26,875 cm kc = 10,748 ks = 0,0236


As  = 5,90 cm²/m > Asmin = 5,10 cm²/m
Avaliação da fadiga:
Msdmáx = 42,00 kN.m Msdmín = 18,00 kN.m
Para As = 5,90 cm²/m s =  160,49 MPa < 190 MPa
Adotado:  c. 20

  Para demais armaduras, utilizar Asmin = 5,10 cm²/m  c.15

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1.2.2 Lajes centrais

1.2.2.1 Simplesmente apoiadas

Cargas permanentes
g = 9,75 kN/m² lx =  6,50 m

Utilizando Rüsch nº1:

Mxmg0  = 0,125 . g . lx² = 51,49 kN.m/m


Mymg0  = 0,025 . g . lx² = 10,30 kN.m/m

Cargas móveis ‐ Classe 45 (NBR 7188)

= 1,4 ‐0,007x 6,50 = 1,355


t/a = 0,398
l x/a = 3,250

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Mxmq0 = 1,355      x 75 x  0,717    + 5  x  ( 1,30      + 1,73 )     = 87,963 kN.m/m


Mymq0  = 1,355      x 75 x  0,409    + 5  x  ( 0,22      + 0,56 )     = 45,439 kN.m/m

1.2.2.2 Perfeitamente engastadas

Utilizando Rüsch nº27 e nº97:

Mxmg1  = 0,0417 . g . lx² = 17,18 kN.m/m


Mymg1  = 0,0083 . g . lx² = 3,42 kN.m/m
‐Mxeg1  = 0,0833 . g . lx² = 34,31 kN.m/m
‐Myeg1  = 0,0570 . g . lx² = 23,48 kN.m/m

Cargas móveis ‐ Classe 45 (NBR 7188)

Mxmq1 = 1,355      x 75 x  0,416    + 5  x  ( 0,43      + 0,68 )     = 47,760 kN.m/m


Mymq1  = 1,355      x 75 x  0,224    + 5  x  ( 0,07      + 0,32 )     = 24,721 kN.m/m
‐Mxeq1 = 1,355      x 75 x  0,870    + 5  x  ( 0,29      + 1,15 )     = 95,571 kN.m/m
‐Myeq1  = 1,355      x 75 x  0,705    + 5  x  ( 0,13      + 0,76 )     = 76,059 kN.m/m

1.2.2.3 Correções devido ao engastamento elástico nas longarinas

b = 6,50 m h = 0,30 m


a = 5,00 m b w = 0,60 m

80,25 ³
5,72
3

0,93 0,07

Mxeg  = ‐Mxeg + dv.(Mxeg    ‐ Mxeg1)  = 35,395 kN.m/m


Mxmg  = Mxmg0 ‐ Mxeg  = 16,097 kN.m/m
Mymg  = Mymg0   ‐   (Mxeg     / Mxeg1 ).(Mymg0 ‐ Mymg1 )  = 3,202 kN.m/m
Mxeq  = ‐Mxeq + dv.(Mxeq    ‐ Mxeq1)  = 90,691 kN.m/m
Mxmq  = Mxmq0 ‐ dv.(Mxmq0 ‐ Mxmq1)  = 50,434 kN.m/m
Mymq  = Mymq0 ‐ dv.(Mymq0 ‐ Mymq1)  = 26,099 kN.m/m

1.2.2.4 Correções devido ao engastamento elástico nas cortinas

a = 6,50 m bw = 0,40 m

 = 80,25
³ 29,66

0,73 0,27

‐Myeg  =  dvc . Myeg1  = 17,144 kN.m/m


‐Myeq  = dvc . Myeq1  = 55,535 kN.m/m
1.2.2.5 Dimensionamento: f ck  = 30 MPa cob = 2,5 cm

‐Mxed = 1,4   x   35,395   + 1,4 x 90,691 = 176,521 kN.m/m

h = 30 cm d = 26,70 cm kc = 4,039 ks = 0,0248


A s  = 16,40 cm²/m > A smin = 5,10 cm²/m
Avaliação da fadiga:
Msdmáx = 107,95 kN.m Msdmín = 35,39 kN.m
Para As = 16,40 cm²/m s =  182,05 MPa < 190 MPa
Adotado:  c. 12

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‐Myed = 1,4   x   17,144   + 1,4 x 55,535 = 101,752 kN.m/m

h = 30 cm d = 25,28 cm kc = 6,278 ks = 0,0241


As  = 9,70 cm²/m > A smin = 5,10 cm²/m
Avaliação da fadiga:
Msdmáx = 61,57 kN.m Msdmín = 17,14 kN.m
Para As = 10,00 cm²/m s =  189,87 MPa < 190 MPa
Adotado:  c. 12,5

Mxmd = 1,4   x   16,097   + 1,4 x 50,434 = 93,144 kN.m/m

h = 30 cm d = 26,88 cm kc = 7,754 ks = 0,0239


As  = 8,28 cm²/m > A smin = 5,10 cm²/m
Avaliação da fadiga:
Msdmáx = 56,44 kN.m Msdmín = 16,10 kN.m
Para As = 8,50 cm²/m s =  189,35 MPa < 190 MPa
Adotado:  c. 14

Mymd = 1,4   x   17,394   + 1,4 x 26,099 = 60,890 kN.m/m

h = 30 cm d = 25,75 cm kc = 10,889 ks = 0,0236


As  = 5,58 cm²/m > A smin = 5,10 cm²/m
Avaliação da fadiga:
Msdmáx = 38,27 kN.m Msdmín = 17,39 kN.m
Para As = 5,10 cm²/m s =  168,14 MPa < 190 MPa
Adotado:  c. 14

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1.3 TRANSVERSINAS DE VÃO

a= 5,00 m (distância entre transversinas) bw = 25,0 cm


b= 6,50 m (distância entre longarinas) h= 90,0 cm

1.3.1 Solicitações

a) Devido ao peso próprio

g= 5,63 kN/m

Mg(+) = 29,71 kN.m/m Mg(-) = 19,80 kN.m/m Vg = 18,28 kN

b) Devido a torção nas longarinas

Momento desequilibrante das lajes (M) = 75,53 kN.m/m

Momento fletor na transversina (Mt ) = (2 . a . M)/π = 240,41 kN.m

Esforço cortante na transversina (V t) = (1,5 . Mt )/b = 55,48 kN

1.3.2 Dimensionamento: fck = 30 MPa bw = 25 cm cob = 3,0 cm


h= 90 cm
Md = 1,4 x 29,707 + 1,4 x 240,407 = 378,159 kN.m

d = 86,0 cm kc = 4,889 ks = 0,0245

As = 10,77 cm² > Asmin = 3,83 cm²

Avaliação da fadiga:

Msdmáx = 197,99 kN.m Msdmín = 29,71 kN.m

Para As = 12,60 cm²/m Δσs = 170,27 MPa < 175 MPa

Adotado: 4φ 20,0

V d = 1,4 x (V g + Vt ) = 103,26 kN

d= 86,0 cm

V Rd2 = 0,27 x α v x f cd x b x d = 1094,66 kN

Vd < V Rd2 Ok!

V c = 0,6 x fctd x b x d = 186,82 kN

V sw = -83,56 kN

Asw = -2,482 cm²/m < Aswmin = 2,896 cm²/m

Avaliação da fadiga:

V sdmáx = V g + 0,7 x V t = 57,12 kN V sdmin = V g = 18,28 kN

σmáx = (V sdmáx/V d) x fywd = 240,60 MPa σmin = (V sdmin/V d) x f ywd = 77,01 MPa

Δσs = 163,59 MPa > 85 MPa

α = Δσs /Δf sd = 1,92 Asw = α x Asw = 5,575 cm²/m

Será adotado: φ 8,0 c.18,0 2 ramos

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1.4 TRANSVERSINAS DE APOIO

As transversinas de apoio serão submetidas as máximas solicitações pelo içamento da
superestrutura devido a troca de aparelhos de apoio.
Será avaliada como consolo com tirante superior e armadura de suspensão vertical 
constituída por estribos verticais na longarina, avaliados no item 1.1.9.

1.4.1 Apoios P2=P3

b w = 60 cm cob = 3,0 cm


h = 90 cm d = 85,1 cm
a = 65 cm

a) Armadura do tirante superior :

P = 1,1 x Rg = 1896 kN

T = 2,2 x P x a/d = 3186 kN

A s = 1,4 x T/f yd = 102,54 cm² Adotado :  25,0

b) Armadura mínima de flexão :

A smin = 0,0017 x 60 x 90 = 9,2 cm² Adotado :  16,0

c) Armadura mínima de estribos:

A swmin = 6,95 cm²/m Adotado :  c.18 4 ramos

d) Armadura de pele :

Arm. de pele: 6,0 cm²/m/face Adotado:  c.13

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1.5 ALAS

1.5.1 Para cargas verticais

A = 3 m² bw = 25 cm

G = 18,750 kN x = 1,0 m

Mg = G . x 18,750 kN.m f ck= 30 MPa


cob =  3,0 cm
Md = 1,4 . Mg 26,250 kN.m

h = 150 cm d =  144,2 cm k c = 198,0347

k s =  0,0232 As =  0,42 cm² < Asmin 6,38 cm²

Será adotado:   16,0

1.5.2 Para cargas horizontais

c = 0  = 30°  0  = 18 kN/m³

q(sobrecarga) = 25,00 kN/m² ka  =  0,33

Pressão do solo:              ps= 8,91 kN/m²

Pressão da sobrecarga:   pq = 8,25 kN/m²

Pressão média:                p = 12,71 kN/m²

M  = 25,410 kN.m/m

Md = 1,4 x M = 35,574 kN.m/m

d =  19,4 kc  =  10,580 k s =  0,0232

As  = 4,25 cm²/m > Asmin =  4,25 cm²/m

Será adotado:  c.12

Armadura externa Asmin = 4,25 cm²/m Adotado:  c.12

Armaduras verticais Aswmin = 2,90 cm²/m Adotado:  c.20 2 ramos

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1.6 CORTINAS

hc = 150 cm bc  = 40 cm  =  18 kN/m²

1.6.1 Cargas permanentes

Carregamentos sobre o vão:

Peso próprio (q1) = 17,250 kN/m

Laje + pavimento (q2) =  15,844 kN/m

Placa de transição (q3) = 30,000 kN/m

q1 + q2 + q3  = 63,094 kN/m

Carregamentos sobre o balanço:

Peso próprio (q1) = 17,250 kN/m

Laje + pavimento (q2) =  13,650 kN/m

New‐Jersey (q3 ) = 5,750 kN/m

Guarda‐corpo (q4) = 2,150 kN/m

Placa de transição (q5) = 30,000 kN/m

Carga vinda da ala (P) =  18,750 kN

q1 + q2 + q3 + q4 + q5   = 68,800 kN/m

18,750  68,800  63,094  68,800  18,750 

2,80 6,5 2,80

V = ‐211,39 205,05 ‐205,05 211,39


M‐ = ‐322,20 ‐322,20
M+ = 333,2

1.6.2 Cargas móveis

310,6     304,8              304,8             304,8

  1,25
1,50              2,00 0,00 

V = ‐310,6 515,8


M‐ = ‐465,9
M+ = 685,7

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1.6.3 Dimensionamento

fck = 30 MPa hc = 150 cm bc = 40 cm


cob = 3,0 cm
‐Md = 1,4 x (‐Mg +  ‐Mq) = 1103,31 kN.m

d = 144,75 cm kc = 7,596 ks = 0,0239

As  = 18,22 cm²/m > Asmin = 10,20 cm²/m

Adotado:  25,0

+Md = 1,4 x (Mg + Mq) =  1426,50 kN.m bc = 40 cm

d=  144,75 cm kc = 5,875 ks = 0,0243

As  = 23,95 cm²/m > Asmin = 10,20 cm²/m

Adotado:  25,0

V d = 1,4 x (V gmáx + V qmáx) =  1009,13 kN

d=  144,75 cm

V Rd2 = 0,27 x  v x fcd x b x d = 2947,94 kN

Vd < V Rd2 Ok!

V c = 0,6 x fctd x b x d =  503,12 kN

V sw = 506,01 kN

Asw = 8,929 cm²/m > Aswmin =  4,634 cm²/m

Será adotado:  c.18,0 2 ramos

Arm. de pele: 4,0 cm²/m/face Será adotado:  c.20

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2. MESOESTRUTURA

2.1 Cargas verticais da superestrutura

a) Longarinas 

P1=P4
Rg = 1047 kN Rq+ = 778 kN Rq‐ = ‐91 kN
Rmáx = 1825 kN Rmín = 956 kN

P2=P3
Rg = 1724 kN Rq+ = 1164 kN Rq‐ = ‐99 kN
Rmáx = 2888 kN Rmín = 1625 kN

b) Peso próprio da mesoestrutura

P1 (h=1,4 m) : 18 kN
P2 (h=3,7 m) : 46 kN
P3 (h=3,7 m) : 46 kN
P4 (h=0,0 m) : 0 kN
Viga pórtico = 13,5 kN/m

2.2 Aparelhos de apoio

Serão adotados aparelhos de apoio de 350x450x48mm (3 camadas de 10 mm)

Apoio P1 = P4: max = 11,6 MPa ka = 5250 kN/m

Serão adotados aparelhos de apoio de 400x500x58mm (3 camadas de 12 mm)

Apoio P2 = P3: max = 14,4 MPa ka = 5556 kN/m

2.3 Rigidez longitudinal

2.3.1 Pilares 

f ck = 30 MPa Inércia = 0,020 m4 6,75

P1 (h=1,4 m) : kp = 573105 kN/m


P2 (h=3,7 m) : kp = 31047 kN/m
P3 (h=3,7 m) : kp = 31047 kN/m
P4 (h=0,0 m) : kp = 1070807326 kN/m

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25

2.3.2 Pilares + Aparelho de apoio 

                1                =            1           + 1
kL kap ka

P1 (h=1,4 m) : kL = 5202 kN/m


P2 (h=3,7 m) : kL = 4712 kN/m
P3 (h=3,7 m) : kL = 4712 kN/m
P4 (h=0,0 m) : kL = 5250 kN/m

2.4 Rigidez transversal

2.4.1 Pórticos

Para a obtenção das rigidezes transversais dos pórticos P2 e P3, foi utilizado o formulário Kleinlogel.

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26

a) Apoio P1 (h=1,40m):

kpt = 573105 kN/m

b) Apoio P2 (h=3,70m):

k = 1,032 N2 = 7,19
kpt = 175262 kN/m

c) Apoio P3 (h=3,70m):

k = 1,032 N2 = 7,19
kpt = 175262 kN/m

d) Apoio P4 (h=0,00m):

kpt = 1070807326 kN/m

2.4.2 Pórtico + Aparelho de apoio

1 = 1 + 1
kT kpt ka

P1 (h=1,4 m) : kT = 5202 kN/m


P2 (h=3,7 m) : kT = 5385 kN/m
P3 (h=3,7 m) : kT = 5385 kN/m
P4 (h=0,0 m) : kT = 5250 kN/m

2.5 Forças horizontais longitudinais

2.5.1 Frenagem e aceleração

a) Devido a carga distribuída: H= 112 kN

b) Devido ao peso do veículo: H= 135 kN

c) Adotado: H = 135 kN na superestrutura

Apoio P1: H = 17,67 kN por pilar


Apoio P2: H = 16,00 kN por pilar
Apoio P3: H = 16,00 kN por pilar
Apoio P4: H = 17,83 kN por pilar

2.5.2 Empuxo nas cortinas

b = 11,60 m h = 1,59 m ka = 0,333 γ = 18 kN/m³

Ea = 88 kN/m agindo na superestrutura

E = Ea = 88 kN/m = 44 kN por linha de pilares

Apoio P1: H = 11,50 kN por pilar


Apoio P2: H = 10,42 kN por pilar
Apoio P3: H = 10,42 kN por pilar
Apoio P4: H = 11,61 kN por pilar

2.5.3 Temperatura e retração

ΔT = 30 ºC vãos = 16/20,00 m

-5
α= 10 °C PDN = 26,06 m à direita do P1

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27

Apoio P1: H = 40,67 kN por pilar


Apoio P2: H = 14,22 kN por pilar
Apoio P3: H = 14,05 kN por pilar
Apoio P4: H = 40,86 kN por pilar

2.5.4 Forças longitudinais totais

Apoio P1: H = 69,84 kN por pilar


Apoio P2: H = 40,64 kN por pilar
Apoio P3: H = 40,47 kN por pilar
Apoio P4: H = 70,29 kN por pilar

2.6 Forças horizontais transversais

2.6.1 Vento

a) Ponte carregada: h = 3,55 m Hw = 198,8 kN

b) Ponte descarregada: h = 1,85 m Hw = 155,4 kN

c) Adotado: Hw = 198,8 kN

Σ n0 k it × li l0 = 2,00 m
x=
Σ n0 k it l1 = 18,00 m
l2 = 38,00 m
l3 = 54,00 m

x = 28,05835 m e= -0,05835 m Mw = -11,6009 kN

r0 = 26,05835 r0² x k0t = 3532588,003


r1 = 10,05835 r1² x k1t = 544789,2772
r2 = -9,94165 r2² x k2t = 532220,0114
r3 = -25,94165 r3² x k3t = 3533069,744

P1: Hw = 48,927 kN = 24,463 kN por pilar


P2: Hw = 50,521 kN por pórtico
P3: Hw = 50,367 kN por pórtico
P4: Hw = 48,986 kN = 24,493 kN por pilar

2.7 Cálculo dos pórticos

Para avaliação dos esforços nos pórticos, foi utilizado o formulário Kleinlogel.

2.7.1 Pórtico P2=P3 (h=3,7m)

Hw = 50,367 kN g = 13,5 kN/m


B C

6,50 m 3,7

A D

k = 1,0319
N1 = 3,0319
N2 = 7,1917

a) Atuação de Hw = 50,367 kN

MA = -53,1 kN.m VA = 12,3 kN


MB = 40,1 kN.m VD = 12,3 kN
MC = -40,1 kN.m HA = 25,2 kN
MD = 53,1 kN.m HD = 25,2 kN

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b) Atuação do peso próprio da viga entre os pilares g= 13,5 kN/m

MA = 15,7 kN.m VB = 43,9 kN


MB = -31,4 kN.m VC = -43,9 kN
MC = -31,4 kN.m HA = 12,7 kN
MD = 15,7 kN.m HD = 12,7 kN
Mmáx = 71,3 kN.m

2.8 Dimensionamento dos pilares

2.8.1 Pilares P1

Será admitido pilar engastado na base e livre no topo

d= 0,8 m le = 2,8 m λ= 14,00

Como o índice de esbeltez do pilar (λ) é menor que 35, não faz-se necessária verificações
devido a esforços de 2ª ordem.
ΣNg = 1065 kN Nq = 778 kN Nd = 2580 kN
HLd = 98 kN MLd = 137 kN.m MTd = 47,948 kN.m
M1d,A = 145 kN.m > M1d,min = 101 kN.m
e1 = 0,056 m e/d = 0,070 fc = 18,21 MPa
ν1 = Nd /(fc . d²) = 0,221 ν1 . e/d = 0,016 Utilizando ábaco 5.4 Pfeil:
ω= 0,00 As = 0,000 cm² < Asmin = 20,106 cm²
Adotado: 18φ 16,0 Estribos: φ6,3 c. 20
Fretagem no topo dos pilares: As = 12,51 cm²/m φ8,0 c. 8

2.8.2 Pilares P2=P3

Será admitido pilar engastado na base e livre no topo

d= 0,8 m le = 7,4 m λ= 37,00

ΣNg = 1814 kN Nq = 1164 kN Nd = 4170 kN


HLd = 56,90 kN MLd = 211 kN.m MTd = 96 kN.m
M1d,A = 231 kN.m > M1d,min = 163 kN.m
e1 = 0,056 m e/d = 0,069 fc = 18,21 MPa
αb = 0,900 m λ1 = 28,742 < 37,00
Devem ser considerados efeitos de segunda ordem. Utilizando método do pilar padrão com
curvatura aproximada, temos: 1/r = 0,006 Md,tot = 351 kN.m e/d= 0,105
ν1 = Nd /(fc . d²) = 0,358 ν1 . e/d = 0,038 Utilizando ábaco 5.4 Pfeil:
ω= 0,00 As = 0,000 cm² < Asmin = 20,106 cm²
Adotado: 18φ 16,0 Estribos: φ6,3 c. 20
Fretagem no topo dos pilares: As = 17,97 cm²/m φ8,0 c. 5,5

2.9 Vigas dos pórticos

2.9.1 Apoio P2=P3

fck = 30 MPa h= 90 cm b= 60 cm d= 84,1 cm


-Md = 100,05 kN.m kc = 42,435 ks = 0,0232
As = 2,76 cm²/m < Asmin = 9,18 cm²/m
Adotado: 2φ 25,0
+Md = 99,82 kN.m kc = 42,535 ks = 0,0232
As = 2,75 kN.m < Asmin = 9,18 cm²/m
Adotado: 2φ 25,0
Vd = 79 kN d= 84,12 cm
V Rd2 = 0,27 x α v x fcd x b x d = 2569,75 kN
Vd < V Rd2 Ok!
V c = 0,6 x fctd x b x d = 438,57 kN
V sw = -140,58 kN
Asw = -4,269 cm²/m < Aswmin = 6,952 cm²/m
Adotado: φ 6,3 c.18 4 ramos
Pele: 6,0 cm²/m/face Adotado: φ 10,0 c.13

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29

2.10 Verificação do pórtico para içamento da superestrutura

a) Apoio P2=P3

P = 1,1 x Rg = 1896 kN
A carga foi considerada posicionada a 65 cm do apoio.

   1896 kN          1896 kN

B C MA = 355,0 kN.m
MB = ‐726,0 kN.m
MC = ‐726,0 kN.m
6,50 m 3,7 MD = 355,0 kN.m
Mmáx = 506,0 kN.m

A D

2.11 Dimensionamento dos pilares para troca do aparelho de apoio

2.11.1 Pilares P2=P3

Será admitido pilar engastado na base e livre no topo

d = 0,8 m le = 7,4 m = 37,00

Ng =  1896 kN Nq = 0 kN Nd =  2655 kN


HLd  = 56,90 kN MLd  = 211 kN.m MTd = ‐497 kN.m
M1d,A = 540 kN.m > M1d,min = 104 kN.m
e1 = 0,203 m e/d = 0,254  fc =  18,21 MPa
 b = 0,900 m 1 = 31,307  < 37,00 
Devem ser considerados efeitos de segunda ordem. Utilizando método do pilar padrão com
curvatura aproximada,  temos:  1/r = 0,006  Md,tot = 577 kN.m e/d= 0,271
1 = Nd/(fc . d²) = 0,228 1 . e/d = 0,062 Utilizando ábaco 5.4 Pfeil:
= 0,03 As = 6,314 cm² < Asmin = 20,106 cm²
Adotado:  16,0 Estribos:  c. 20

2.12 Dimensionamento das vigas dos pórticos para troca do aparelho de apoio

2.12.1 Apoio P2=P3

fck = 30 MPa h= 90 cm b= 60 cm d= 85,1 cm


‐Md =  1016,40 kN.m kc = 4,277 ks  = 0,0247
As  = 29,49 cm²/m > Asmin = 9,18 cm²/m
Adotado:  25,0
+Md =  708,40 kN.m kc = 6,137 ks = 0,0242
As  = 20,14 kN.m > Asmin = 9,18 cm²/m
Adotado:  25,0

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30

3. INFRAESTRUTURA

3.1 Sapatas P1
3,00
0,199
0,80
1,22
Nmáx = 2021 kN
0,80 Nmin = 1243 kN
3,00

0,229 ML = 167 kN.m


MT = 117 kN.m
1,22

0,251
0,187 0,262

0,231

3.1.1 Para máxima carga vertical 0,40 1,00

Nmáx = 0,225 MPa
ML = 0,037 MPa
MT = 0,026 MPa

Admitindo base totalmente comprimida temos as seguintes tensões:

máx = 0,288 MPa
min = 0,161 MPa > 0

Dimensionamento

f ck = 30 MPa
f ck,sup = 3,765 MPa

Direção longitudinal: MdL = 786,4 kN.m < Md,min = 1506 kN.m


b = 300 cm d = 95 cm
kc = 18,13 ks = 0,0234
As = 36,94 cm² 18 

Direção transversal: MdT = 761,1 kN.m < Md,min = 1506 kN.m


b = 300 cm d = 95 cm
kc = 18,13 ks = 0,0234
As = 36,94 cm² 18 

3.1.2 Para mínima carga vertical

Nmáx = 0,138 MPa
ML = 0,037 MPa
MT = 0,026 MPa

Admitindo base totalmente comprimida temos as seguintes tensões:

máx = 0,201 MPa
min = 0,075 MPa > 0

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31

3.2 Sapatas P2=P3
3,00
0,335
0,80
1,22
Nmáx = 3156 kN
0,80 Nmin = 1992 kN
3,00

0,354 ML = 191 kN.m


MT = 69 kN.m
1,22

0,366
0,308 0,393

0,359

3.2.1 Para máxima carga vertical 0,40 1,00

Nmáx = 0,351 MPa
ML = 0,042 MPa
MT = 0,015 MPa

Admitindo base totalmente comprimida temos as seguintes tensões:

máx = 0,408 MPa
min = 0,293 MPa > 0

Dimensionamento

f ck = 30 MPa
f ck,sup = 3,765 MPa

Direção longitudinal: MdL = 1192,8 kN.m < Md,min = 1506 kN.m


b = 300 cm d = 95 cm
k c = 18,13 ks = 0,0234
A s = 36,94 cm² 18 

Direção transversal: MdT = 1131,0 kN.m < Md,min = 1506 kN.m


b = 300 cm d = 95 cm
k c = 18,13 ks = 0,0234
A s = 36,94 cm² 18 

3.2.2 Para mínima carga vertical

Nmáx = 0,221 MPa
ML = 0,042 MPa
MT = 0,015 MPa

Admitindo base totalmente comprimida temos as seguintes tensões:

máx = 0,279 MPa
min = 0,164 MPa > 0

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3.3 Sapatas P4
3,00
0,217
0,35
1,377
Nmáx = 2003 kN
0,45 Nmin = 1225 kN
3,00

0,223 ML = 70 kN.m


MT = 25 kN.m
1,342

0,228
0,207 0,238

0,224

3.3.1 Para máxima carga vertical 0,40 1,00

Nmáx = 0,223 MPa
ML = 0,016 MPa
MT = 0,006 MPa

Admitindo base totalmente comprimida temos as seguintes tensões:

máx = 0,244 MPa
min = 0,201 MPa > 0

Dimensionamento

f ck = 30 MPa
f ck,sup = 3,765 MPa

Direção longitudinal: MdL = 929,2 kN.m < Md,min = 1506 kN.m


b = 300 cm d = 95 cm
kc = 18,13 ks = 0,0234
As = 36,94 cm² 18 

Direção transversal: MdT = 856,5 kN.m < Md,min = 1506 kN.m


b = 300 cm d = 95 cm
kc = 18,13 ks = 0,0234
As = 36,94 cm² 18 

3.3.2 Para mínima carga vertical

Nmáx = 0,136 MPa
ML = 0,016 MPa
MT = 0,006 MPa

Admitindo base totalmente comprimida temos as seguintes tensões:

máx = 0,157 MPa
min = 0,115 MPa > 0

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33

CAPÍTULO D – MEMÓRIA DE CÁLCULO


DE QUANTIDADES
34

D. MEMÓRIA DE CÁLCULO DE QUANTIDADES

1. PONTE SOBRE O RIO JUNDIÁ

INFRA e MESOESTRUTURA

Escavação mecânica de solo à céu aberto - Total = 98,00 m³


Apoio P1: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³
Apoio P2: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³
Apoio P3: 3,50 x 3,50 x 2,50 x 2= 61,25 m³
Apoio P4: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³

Escavação manual de solo a céu aberto - Total = 36,75 m³


Apoio P1: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³
Apoio P2: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³
Apoio P3: 0,00 m³
Apoio P4: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³

Escavação em rocha a céu aberto - Total = 36,75 m³


Apoio P1: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³
Apoio P2: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³
Apoio P3: 0,00 m³
Apoio P4: 3,50 x 3,50 x 0,50 x 2= 12,25 m³

Concreto Magro - Total = 7,20 m³


Apoio P1: 3,00 x 3,00 x 0,10 x 2 = 1,80 m³
Apoio P2: 3,00 x 3,00 x 0,10 x 2 = 1,80 m³
Apoio P3: 3,00 x 3,00 x 0,10 x 2 = 1,80 m³
Apoio P4: 3,00 x 3,00 x 0,10 x 2 = 1,80 m³

Forma de placa compensada resinada - Total = 189,82 m²


Sapatas: 3,00 x 0,40 x 4 x 8 = 38,40 m²
(3,00 + 0,90) x 1,20 x 4 x 8 = 74,88 m²
2
Pilares Apoio P1: 2 x 3,14 x 0,40 x 3,288 = 8,26 m²
Pilares Apoio P2: 2 x 3,14 x 0,40 x 7,888 = 19,82 m²
Pilares Apoio P3: 2 x 3,14 x 0,40 x 7,888 = 19,82 m²
Pilares Apoio P4: 2 x 3,14 x 0,40 x 0,488 = 1,23 m²
Travessa pórticos: 2,40 x 5,71 x 2 = 27,41 m²

Concreto estrutural fck = 30 MPa, preparo, lanç. e cura - Total = 64,81 m³


Sapatas: 3,00 x 3,00 x 0,40 x 8 = 28,80 m³
0,60 [(2 x 3,00 + 0,90) x 3,00 + (2 x 0,90 + 3,00) x 0,90)] x 8 = 20,02 m³
6
Pilares Apoio P1: 3,14 x 0,40² x 3,288 = 1,65 m³
Pilares Apoio P2: 3,14 x 0,40² x 7,888 = 3,96 m³
Pilares Apoio P3: 3,14 x 0,40² x 7,888 = 3,96 m³
Pilares Apoio P4: 3,14 x 0,40² x 0,488 = 0,25 m³
Travessa pórticos: 0,60 x 0,90 x 5,71 x 2 = 6,17 m²

Armadura de aço CA-50, fornec., dobr. e colocação - Total = 3.578 kg


Sapatas: 1.889 kg
Pilares P1 e P4: 241 kg
Pórtico P2 e P3: 1.448 kg

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\D-Memoria_Quantidades.doc
35

Fornecimento e colocação de aparelho apoio elastômero fretado - Total = 245,25 kg


3,50 x 4,50 x 0,48 x 4 = 30,24 dm³ x 3,20 kg/dm³ = 96,77 kg
4,00 x 5,00 x 0,58 x 4 = 46,40 dm³ x 3,20 kg/dm³ = 148,48 kg

Escoramento da mesoestrutura - Total = 203,64 m³


Pórtico 01: 2,50 x 9,00 x 0,65 = 14,63 m³
Pórtico 02: 2,50 x 9,00 x 3,20 = 72,00 m³
Pórtico 03: 2,50 x 9,00 x 4,55 = 102,38 m³
Pórtico 04: 2,50 x 9,00 x 0,65 = 14,63 m³

SUPERESTRUTURA

Forma de placa compensada resinada - Total = 1.241,38 m²


Longarina lado esquerdo: 3,00 x 55,54 = 166,62 m²
Longarina lado direito: 3,00 x 56,46 = 169,38 m²
Lajes: 12,25 x 56,00 = 686,00 m²
Transversinas de vão: 2,05 x 5,90 x 7 = 84,67 m²
Transversinas de apoio: 2,40 x 5,90 x 2 = 28,32 m²
Cortinas: 3,26 x 12,10 x 2 = 78,89 m²
Alas: 2,00 x 1,50 x 2 x 4 + 0,25 x 3,50 x 4 = 27,50 m²

Concreto estrutural fck = 30 MPa, preparo, lanç. e cura – Total = 322,39 m³


Longarina lado esquerdo: 0,60 x 1,50 x 55,54 = 49,99 m³
Longarina lado direito: 0,60 x 1,50 x 56,46 = 50,81 m³
Lajes: 0,30 x 10,90 x 56,00 + 0,15 x 0,37 x 56,00 = 186,23 m³
Transversinas de vão: 0,25 x 0,90 x 5,90 x 7 = 9,29 m³
Transversinas de apoio: 0,60 x 0,90 x 5,90 x 2 = 6,37 m³
Cortinas: 0,69 x 12,10 x 2 = 16,70 m³
Alas: 2,00 x 1,50 x 0,25 x 4 = 3,00 m³

Armadura de aço CA-50, fornec., dobr. e colocação - Total = 35.623 kg


Longarina lado esquerdo: 7.094 kg
Longarina lado direito: 7.178 kg
Lajes: 16.522 kg
Transversinas: 2.978 kg
Cortinas: 1.559 kg
Alas: 292 kg

Escoramento da superestrutura - Total = 3.120,00 m³

240,00 x 13,00 = 3.120,00 m³

PLACA DE TRANSIÇÃO

Concreto Magro – Total = 8,62 m³

3,72 x 11,58 x 0,10 x 2 = 8,62 m³


Forma de placa compensada resinada – Total = 9,79 m²

0,25 x 19,58 x 2 = 9,79 m²

Armadura de aço CA-50, fornec., dobr. e colocação – Total = 2.187 kg

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\D-Memoria_Quantidades.doc
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Concreto estrutural fck = 30 MPa - Controle razoável, uso geral - Total = 23,16 m³

0,25 x 4,00 x 11,58 x 2 = 23,16 m³

BARREIRA NEW JERSEY

Forma de placa compensada resinada – Total = 203,84 m²

1,82 x 56,00 x 2 = 203,84 m²

Armadura de aço CA-50, fornec., dobr. e colocação – Total = 2.090 kg

Concreto estrutural fck = 30 MPa - Controle razoável, uso geral - Total = 25,76 m³

0,23 x 56,00 x 2 = 25,76 m³

GUARDA CORPO

Forma de placa compensada resinada – Total = 33,06 m²

0,60 x 0,95 x 58 = 33,06 m³

Concreto estrutural fck = 30 MPa-preparo, lançamento e cura - Total = 1,24 m³

0,15 x 0,15 x 0,95 x 58 = 1,24 m³

Fornecimento preparo colocação aço CA-50 – Total = 173 kg

Tubo galvanizado  = 50 mm - Total = 336,00 m

56,00 x 3 x 2 = 408,00 m

ACABAMENTOS E OBRAS COMPLEMENTARES

Dreno PVC d = 100 mm – Total = 33 un

Concreto estrutural fck = 30 MPa - Controle razoável, uso geral do cap.pistas e passeios - Total =
35,84 m³
Pista: 8,00 x 0,05 x 56,00 = 22,40 m³
Passeios: 1,50 x 0,09 x 56,00 + 1,50 x 0,07 x 56,00 = 13,44 m³

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\D-Memoria_Quantidades.doc
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CAPÍTULO E – ESPECIFICAÇÕES
TÉCNICAS PARTICULARES
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E. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARTICULARES

1. – CRITÉRIOS DE PROJETO

Todo projeto executivo será elaborado conforme as Normas Brasileiras, em particular:

Recomendações para Obras de Arte Especiais:


 NBR 7188 - Carga Móvel em Ponte Rodoviária e Passarela de Pedestre.
 NBR 6118 - Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado.
 NBR 7187 - Projeto e Execução de Pontes de Concreto Armado e Protendido
Além das normas citadas e da bibliografia consultada e também sem prejuízo de observações
contidas no projeto e nestas ESPECIFICAÇÕES, o detalhamento do projeto executivo obedece
seguintes recomendações:
 Classe de agressividade ambiental = III (NBR 6118/03).
 Cobrimento mínimo da armadura das peças em contato com água e/ou solo = 4 cm.
 Comprimento máximo das barras de aço para armadura: 12,00m.
 Aço: CA 50/60 (concreto armado)

2. – INSTALAÇÃO DA OBRA

Efetuada a instalação do acampamento, será executada a locação da obra a de cotas e


coordenadas fornecidas pela fiscalização.

3. – MOBILIZAÇÃO

A empreiteira deverá tomar todas as providências relativas à mobilização pessoal e equipamentos


de construção, imediatamente após a assinatura contrato, de forma a poder dar início efetivo às
obras e possibilitar o cumprir do cronograma de construção.

4 – FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS

Serão executadas conforme o projeto, observando as cotas e a capacidade de carga.

5. – ESTRUTURA DE CONCRETO

5.1. – Generalidades

Esta seção trata de todos os trabalhos referentes a concreto para estrutura permanente, de
acordo com o projeto executivo, incluindo material e equipamento para fabricação, transporte,
lançamento, adensamento, acabamento, cura e controle tecnológico.

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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As tensões características dos concretos empregados nesta obra, designados pela notação “fck”,
correspondem aos valores que apresentam uma probabilidade de apenas 5% de não serem
atingidos.

Serão empregados os seguintes valores:


 Infra e meso e superestrutura:fck=30 MPa
O concreto será composto de cimento, água, agregados e qualquer componente mencionado, a
critério da fiscalização e por conta da Empreiteira, tal como: incorporador de ar, redutor de água,
retardador de pega, impermeabilizante, plastificante ou outro, que produza propriedades benéficas
conforme comprovado em ensaios de laboratório e aprovado pela fiscalização devendo
assegurar:

 trabalhabilidade compatível com as necessidades de lançamento;

 homogeneidade em todos os pontos da massa;

 após o lançamento, apresentar compacidade adequada e, após a cura durabilidade,


impermeabilidade e resistência mecânica, de acordo com essas ET desenhos de projeto.

O concreto e materiais componentes obedecerão às normas e especificações ABNT e ASTM e,


em casos de omissão ou não aplicabilidade, prevalecerão exigências destas ET ou de outras
normas e especificações determinadas pela fiscalização.

A Empreiteira deverá obrigatoriamente dispor para sua consulta no canteiro de obras de um


conjunto completo das normas da ABNT relativas a concreto armado e protendido.

As especificações gerais de obras rodoviárias do DNIT, poderão ser usadas, como forma
complementar de orientação.

5.2. – Materiais

5.2.1. – Cimento

Será empregado o do tipo Portland comum ou pozolânico classe 32 de acordo com as prescrições
da NBR-5732 (comum) e NBR-5736 (pozolânico) da ABNT. O armazenamento no canteiro de
obra, em sacos de 50 kg, será em local isento de infiltração de água, ventilado, sem contato direto
com o terreno depósito de fácil acesso para a fiscalização promover, retirada de amostra e
identificação de qualquer partida que ficará separada por lotes recebidos em diferentes. Em
condições normais, as pilhas serão compostas de no máximo 10 sacos; quando o cimento
apresentar temperatura igual ou maior que 35o as serão compostas de 5 sacos no máximo.

Será recusado quando a embalagem original estiver danificada no transporte ou quando


apresentar sinais de início de hidratação (empedramento). Somente será aberto no momento de
seu uso.

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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5.2.2. – Agregado Miúdo

Areia quartzosa, com dimensão igual ou inferior a 4,8 mm, atendendo aos requisitos de
granulometria, porcentagem máxima de argila, materiais orgânicos, mal pulverulentos e ensaio de
qualidade constantes na NBR-721 1 da ABNT.

5.2.3. – Agregado Graúdo

Os agregados a serem usados não deverão conter materiais deletérios e não deverão ser
reativos. Serão dispensados destes ensaios os materiais que na tiverem uso consagrado.

Grãos resistentes, duros e estáveis, de pedra britada, de seixos rolados, britados não, de
dimensão maior que 4,8 mm, obedecendo à NBR-7211, da ABNT.

A estocagem será feita evitando a contaminação de material estranho e m entre dois agregados
de tipo e procedência diferente, conservando sua composição granulométrica original.

5.2.4. – Água

Doce, limpa e isenta de substâncias estranhas e nocivas como silte, óleo, á sais ou matéria
orgânica em proporção que comprometa a qualidade do concreto.

Será submetida à análise de laboratório em obediência ao especificado na 6118, da ABNT, item


8.1.3.

5.2.5. – Aditivo

O uso será restrito a casos especialmente necessários sob autorização e orientação da


fiscalização. Quando isso ocorrer, observar rigorosamente as prescrições fabricante e realizar
ensaio de laboratório para determinar teor e eficiência.

O armazenamento será de responsabilidade da Empreiteira e de acordo com instruções do


fabricante e de acordo com a EB-1 763 e ASTM C-260 e ASTM C.

5.3. – Dosagem

5.3.1. – Concreto Moldado "in loco" e Concreto Armado

O traço será determinado por método racional, em laboratório idôneo aceito pela fiscalização, às
expensas da Empreiteira, antes do inicio da concretagem. Estudos de dosagem deverão ser
compatíveis com a natureza da obra, condições de trabalho, durabilidade, condições de transporte
e lançamento. O fator água/materiais secos deverá atender as necessidades criadas pelas
temperaturas umidade relativa do ar nos casos mais extremos. A dosagem deverá resulta produto
final homogêneo com argamassa trabalhável e compatível com dimensões, finalidade, disposição
e densidade de armadura dos elementos estruturais assim como com formas de transporte e
adensamento, tudo de acordo com o estabelecido no item 8.3.1. da NBR-6118.

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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O traço somente poderá ser aplicado após sua aprovação por escrito pela fiscalização.
O controle tecnológico a ser adotado para o cálculo do traço de concreto será o controle
sistemático rigoroso.
5.4. – Mistura e Amassamento

Somente será admitido o processo mecânico. O tempo de mistura, contado a lançamento de


todos os componentes, será de dois minutos e meio, reservar a fiscalização o direito de aumentá-
lo, caso o concreto, a ser moldado no não demonstre homogeneização adequada.

O concreto descarregado da betoneira terá composição e consistência uniforme todas as suas


partes e nas diversas descargas.

Não será admitido o concreto re-misturado e/ou quando já tiver iniciado a pega.

A mistura e homogeneidade deverão atender as ASTM C-94 e CRD-C55.

A correção de água de amassamento em tempo quente deverá atender a NB-7212 e ACI-305.

A tolerância de erros nas dosagens dos materiais deverá atender aos limites de controle
tecnológico adotado nestas especificações.

A fiscalização orientará em caso de dúvida.

5.5. – Transporte, Preparo da Superfície e Lançamento

A concretagem das peças moldadas no local somente será feita após a liberação pela
fiscalização.

O concreto deverá manter as características originais do traço liberado para uso, sob pena de
rejeição da carga.

Com a finalidade de evitar a segregação no transporte e lançamento, adotadas medidas e/ou


equipamentos especiais. No caso de lançamento de superior a 2 m, poderão ser usados trombas,
funis ou calhas previamente aprovados pela fiscalização. A diminuição da altura poderá ser
obtida através abertura de janelas laterais nas formas. A altura das camadas de concretagem
fixada em função da dimensão das peças e obedecendo o item 13.2 da NBR-6118.

Toda a superfície de terra onde o concreto for lançado, será compactada e isenta água
empoçada, lama ou detrito. Solo menos resistente deve ser removido substituído por concreto
magro ou por solo selecionado e compactado até a densidade da área vizinha. A superfície de
solo será convenientemente saturada antes do lançamento. Superfície rochosa deverá estar
limpa, isenta de óleo, água parada ou corrente, lama e detrito.

Durante esta fase, serão tomadas precauções para prevenir a ação das intempéries.

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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5.5.1. – Adensamento

O concreto moldado no local será vibrado mecanicamente por meio de vibradores de imersão com
diâmetro compatível ou de parede, para obter a máxima compacidade.

O vibrador de imersão deverá operar verticalmente e a penetração será feita seu próprio peso.
Evitar contato direto com a armadura e forma. A retirada do equipamento de dentro da massa
deverá ser lenta, para não ocasionar a formação de vazios. A agulha deve penetrar (não mais que
¾ de seu comprimento) na camada recém lançada e também na anterior, enquanto esta não tiver
iniciado o processo de pega, para assegurar boa união e homogeneidade entre as duas camadas
e prevenir a formação de juntas frias, não devendo, porém, o comprimento da penetração ser
superior ao da agulha.

As quantidades de vibradores e respectivas potências serão adequadas a ser adensada. As


aplicações sucessivas serão realizadas à distância máximo ao raio de ação das vibrações.

O vibrador de imersão não poderá, de forma alguma, ser utilizado transportador de concreto
dentro das formas.

Técnicas de revibração poderão ser usadas desde que sejam feitos ensaios de laboratório para
orientação dos trabalhos.

Serão tomadas todas as precauções para evitar a formação de ninhos, a alteração da posição da
armadura, nem ocasionar quantidade excessiva de nata na superfície ou a segregação do
concreto.

5.5.2. – Cura e Proteção do Concreto

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto será protegido chuva torrencial,
agentes químicos, choque e vibração com intensidade tal produza fissura na massa ou falta de
aderência à armadura.

A proteção contra a secagem prematura, evitando ou reduzindo os defeitos da retração por


secagem e fluência, pelo menos durante os sete primeiros dias após o lançamento, deverá ser
feita mantendo umedecida a superfície, usando película impermeável, ou ainda o emprego de
mantas hidrófilas (Curaflex ou Similares).

O tempo de cura poderá ser aumentado, de acordo com a natureza do cimento e da obra.

Compostos químicos para a cura somente serão usados quando aprovados pela fiscalização.

5.6. – Reparos no Concreto

Em caso de necessidade, somente poderá ser feito por pessoal especializado.


O local defeituoso será cortado com máquina pneumática ou elétrica, eliminando-se as partes
soltas. A superfície deverá ficar rugosa, preparada com apicoamento mecânico, jato de água de

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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alta pressão ou jato de areia, independentemente de seu tamanho.


Quando o reparo for feito em concreto, a superfície preparada deverá ser previamente saturada
com água e o concreto deverá, preferencialmente ter o mesmo traço do concreto original.
Em estruturas, onde não for conveniente o uso de concreto, poderão ser usados materiais
especiais, tais como argamassa seca, epoxi, argamassa epoxídica, argamassa para 'grouting",
etc. 0 uso destes materiais exige técnicas específicas recomendadas pelo fabricante e/ou pela
fiscalização.

5.7. – Controle Topográfico e Tolerâncias


Os trabalhos de construção serão realizados seguindo-se rigorosamente o detalhamento do
projeto executivo. Assim, o EMPREITEIRO, deverá contar com apoio topográfico adequado, tanto,
na ocasião da locação das diversas etapas da obra, quando da liberação das peças a serem
concretadas e/ou posicionadas.
A fiscalização, poderá intervir, a qualquer momento e quando achar necessário para verificar e
orientar os serviços.
As tolerâncias, serão conforme o quadro a seguir, observando-se que em caso de dúvida, os
desvios permissíveis serão estabelecidos pela fiscalização.

TOLERÂNCIAS
TIPO
VARIAÇÃO (%) LIMITE MÁXIMO (cm)

Tubulões e/ou estacas

 Em planta - 3,0

 Prumo 1,0 5,0

Prumo de pilares, paredes e arestas 0,2 2,5

Alinhamento de paredes, pilares e vigas 0,1 2,0

Espessuras de paredes, lajes, pilares e vigas -2,0 à +5,0 -

Níveis de greide da laje superior 0,2 1,0

Locação de embutidos e aberturas + 0,5

5.8. – Controle Tecnológico

5.8.1. – Concreto Moldado no Local


O EMPREITEIRO, manterá no local um laboratório e pessoal habilitado para ensaiar os materiais,
ou se preferir, indicará uma empresa especializada, sediada em local mais próximo possível da
obra, para efetuar o controle tecnológico. Este pessoal ou empresa deverá se reportar diretamente

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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à fiscalização.
O controle de qualidade do concreto fresco e endurecido e seus componentes a ser adotado, será
o sistemático da NBR 6118.
A fiscalização, supervisionará a retirada e moldagem das amostras e avaliará os resultados dos
relatórios, para que sejam cumpridas essas especificações e as prescrições do projeto.
Para efeito de avaliação de equipamentos e pessoal a serem alocados para o controle
tecnológico, considera-se que serão retiradas amostras de pelo menos três regiões: fundações,
mesoestrutura e superestrutura, o que compreende um volume de aproximadamente 800m³.
5.9. – Formas
Serão executadas rigorosamente conforme dimensões indicadas em projeto, com material de boa
qualidade e adequado ao tipo de acabamento da superfície de concreto por ele envolvido.
Deverão obedecer as Normas NBR-7190 e NBR–8800, respectivamente para estruturas de
madeira e metálica.
Antes do início da concretagem, serão molhadas até a saturação, executados furos para
escoamento do excesso de água e verificada a estanqueidade.
As juntas serão vedadas e a superfície em contato com o concreto deverá estar isenta de
impurezas prejudiciais à qualidade do acabamento. Os furos de escoamento da água serão
vedados.
O emprego de aditivos especiais, aplicados nas paredes internas das formas para facilitar a
retirada das formas, só poderá ser realizado mediante autorização da fiscalização e demonstrado
pelo fabricante que seu emprego não introduz manchas ou alterações no aspecto exterior da
peça.
5.10. – Retirada de Formas e Escoramento

Não deverá ocorrer antes dos seguintes prazos: (concreto armado)

 .. faces laterais: 03 dias;


 .. faces inferiores com pontaletes bem encunhados: 14 dias;
 .. faces inferiores com pontaletes: 21 dias.
Os pontaletes que permanecerão após a retirada das formas, não deverão produzir esforços de
sinal contrário ao de carregamento com que a peça foi projetada para evitar rompimento ou trinca.

A Empreiteira deverá apresentar à fiscalização com antecedência mínima de uma semana, o


plano de retirada das formas das diversas estruturas, para análise e aprovação.

Somente será permitido o uso da estrutura como elemento estrutural auxiliar da construção ou
como depósito provisório de materiais de construção após a verificação das condições de
estabilidade e aprovação da fiscalização.

5.11. – Aberturas, Furos e Peças Embutidas

As aberturas, furos, passagens, tubulações e peças embutidas, deverão obedecer rigorosamente

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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as determinações do projeto, não sendo permitida a mudança de posição. Serão tomadas


providências antes da concretagem, evitando-se danificar o concreto adjacente na fase de
montagem.

Quando inevitável, a mudança será autorizada por escrito pela fiscalização, que procederá a
revisão do projeto.

5.12. – Aços

Para as armaduras, serão empregadas barras de aço de seção circular, de diversas bitolas do tipo
CA-50 conforme indicado, sendo que as barras emendadas por solda deverão ser da categoria
"A", obedecendo onde necessário as normas, especificações e métodos da ABNT em vigor, os
quais deverão ser aplicados integralmente e que são os seguintes:

 NBR-6118 Cálculo e execução de obras de concreto armado;

 NBR-7187 Projetos e execução de pontes de concreto armado e protendido;

5.13. – Emendas

As emendas das barras das armaduras serão executadas por solda de topo (eletrofusão ou
caldeamento) ou por justaposição, conforme indicação no projeto.

A substituição da emenda de topo por caldeamento por emenda de topo com eletrodo, poderá ser
autorizada pela fiscalização, ou preferencialmente por luvas mecânicas prensadas ou rosqueadas
caso ocorra conveniência de caráter econômico ou construtivo, porém, sem adicional para o
contratante.

Em qualquer caso deverá ser obedecido o disposto no item 6.3 da NBR-6118.

5.14. – Armaduras

5.14.1. – Armadura para Concreto Armado

Será executada de acordo com o projeto, observando estritamente as características do aço,


número de camadas, dobramento, espaçamento e bitola dos diversos tipos de barras retas e
dobradas, amarradas com arame preto no 16 ou 18. As barras e fios de aço destinados a
armaduras para concreto armado deverão obedecer às prescrições da NBR-7480/85.

Antes e depois de colocada em posição, a armadura deverá estar perfeitamente limpa, sem
ferrugem, pintura, graxa, terra, cimento ou qualquer outro elemento que possa prejudicar sua
aderência ao concreto ou sua conservação.

A impureza será retirada com escova de aço ou qualquer tratamento equivalente.

As barras de aço deverão ficar no depósito da obra, apoiadas sobre vigas ou toras de madeira
estáveis para evitar danos e/ou deformações.

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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5.14.2. – Preparo e colocação de armaduras


As armaduras deverão ser cortadas e dobradas de acordo com os detalhes do projeto, devendo
ser usados pinos e cutelos compatíveis com o diâmetro e classe do aço das barras – art. 6.3.4 da
NBR-6188.

A emenda das barras deverá obedecer rigorosamente o disposto no artigo 6.3.5. da NBR-6188,
para o tipo de emenda previsto pelo contratante, devendo o mesmo apresentar ao projetista, para
aprovação, um plano de emenda em função das características locais.

5.14.3. – Preparo, lançamento e cura do concreto.

O concreto para toda a obra deverá obedecer o seguinte: mistura mecânica (betoneira),
adensamento por vibração (vibradores mecânicos) e consistência adequada. O traço será
determinado em função dos agregados locais, cuja utilização foi autorizada.

A cura do concreto deverá ser cuidadosa, devendo ser molhado abundantemente depois de
endurecido, durante cerca de 15 dias, evitando-se nessa época, sua exposição aos raios solares.

A critério da fiscalização poderá ser empregado o concreto “pronto” industrializado. Para


orientação geral deverão ser observados os artigos correspondentes da NBR-6188.

5.14.4. – Aço para Armaduras de Concreto Armado

As barras de aço destinadas às armaduras das peças de concreto armado da estrutura, serão do
tipo CA-50 A, devendo satisfazer o que prescreve a NBR–7480.

As armaduras são preparadas e colocadas nas formas de acordo com os detalhes de projeto, e
deverão, quanto a sua dobragem e durante a concretagem, obedecer o prescrito na NBR-6188.

6. – APARELHOS DE APOIO

Os aparelhos de apoio deverão obedecer os detalhes do projeto, podendo ser adquiridos de


marcas ou fornecedores conceituados.

7. – DRENOS

Serão executados onde indicados em projeto com tubos de obrigatoriamente de ferro fundido.

8. – SINALIZAÇÃO

Os serviços de sinalização deverão ser executados em obediência a resolução de no 666/86 do


Conselho Nacional de Trânsito.
A sinalização da obra será materializada através de um sistema de balizamento reflexivo e
delineador.
Tal sistema consistirá na adoção de:

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 Películas reflexivas com dimensões mínimas de 0,08m x 0,12m aplicadas, nos guarda corpos,
a uma distancia de 2,00m entre elas.

 Tachões fixados no eixo da pista de rolamento a cada 4,00m.

9. – PAVIMENTAÇÃO

 Executar concreto com baixo fator água/material seco.


 O agregado graúdo a ser usado devera ter dimensões máximas adequadas a espessura de
acordo com NB-1. 25mm será a maior dimensão permitida para o agregado do concreto de
pavimentação.
 Executar juntas a cada 3,00 a 5,00 metros, coincidindo sempre sobre os apoios e que sejam
induzidas até 2/3 da altura do pavimento executado.
 Poderá como opção, lançar placas alternadas da pavimentação.

10. – DESMOBILIZAÇÃO DA OBRA

No final da obra deverá remover todas as instalações do canteiro de serviços, equipamentos


edificações temporárias, sobras de material, formas, sucatas, cimento hidratado e entulho de
construção de qualquer espécie.

A empreiteira deverá deixar a obra completamente limpa, com o pavimento de concreto e os


guarda-rodas devidamente acabados, limpos de manchas e materiais estranhos aos
acabamentos.

A empreiteira deverá deixar todo o canteiro, incluindo área de acampamento, áreas de trabalho e
acessos temporários, em condições seguras.

11. – OBSERVAÇÕES

Para qualquer omissão nestas Especificações, deverão ser utilizadas as Especificações Gerais
para Obras Rodoviárias/Obras de Arte do DNIT e/ou a Norma Técnica Brasileira pertinente ao
item exigido. A Fiscalização poderá solicitar em qualquer item da obra o ensaio previsto em norma
para sua posterior aceitação

P:\DEINFRA\Maravilha-Bom_Jesus_do_Oeste\Minuta\Volume_3A_Memoria_Justificativa_OAE\E-Especificacoes.doc
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12 – BIBLIOGRAFIA
No desenvolvimento dos cálculos foi consultada a seguinte bibliografia:

1. PFEIL, Walter Dimensionamento de Concreto à Flexão Composta - 1976.

2. PFEIL, Walter Pontes em Concreto Armado: Elementos de Projeto,


Solicitações e Dimensionamento - 1979.

3. LEONHART, F. Estruturas de Concreto Armado - 1977.

4. RÜSCH, H. Fahrbahnplatten von Strassenbrucken - 1960.

5. DEINFRA/SC Projeto de Obras de Arte. IS – 13 - 1998

6. DNIT Manual de Projeto de Obras de Arte. - Departamento Nacional de


Estradas de Rodagem - 1995.

7. ABNT - NBR 6118 Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado.

8. ABNT - NBR 6118 Estruturas de Concreto. (projeto revisão NBR 6118) 2000.

9. ABNT - NBR 7188 Carga Móvel em Ponte Rodoviária e Passarela de Pedestres.

10. ABNT - NBR 8681 Ações e Segurança nas Estruturas.

11. ABNT - NBR 6122 Projeto e Execução de Fundações

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