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MOSTRAS DO BIBLIOTECONOMIA DE A a Z – ALMEIDA, 2005 c2

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MOSTRAS DO BIBLIOTECONOMIA DE A a Z – ALMEIDA, 2005 c2

BIBLIOTECONOMIA DE A—A—Z:
O RESUMO DO CONCURSEIRO.
30 TÍTULOS ESSENCIAIS
THESAURUS X BRIQUET

2ª edição, ampliada.
REEDIÇÃO DOS RESUMOS DA UFF/2019.

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USABILIDADE MOBILE

Sobre este projeto:


Foram identificadas 30 bibliografias básicas das editoras Briquet de Lemos e
Thesaurus. De modo que foi cogitado um material em que se pudesse acessar
os resumos, mapas e/ou esquemas destas obras. Conforme abaixo, temos o
índice do sobrenome dos autores:

As bibliografias pertencem a módulos da biblioteconomia, embora não este-


jam organizadas por módulos nesta obra, e sim em ordem alfabética. Mas,
os módulos possibilitam uma distribuição equitativa dos assuntos em cada
um dos níveis, ou volumes da coleção. Veja ao lado (direito) a distribuição de
módulos e partes:
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Assim, cada nível possui 9 bibliografias por módulo, a, b, c, e d, que são os


assuntos, m1 a m8, distribuídos numa matriz. Essa matriz curricular possui 4
níveis (de especificidade) e 4 módulos (dos assuntos das bibliografias), con-
forme consta abaixo:

A lista das bibliografias está disposta a seguir:

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A
ACCART, J.-P. Serviço de referência: do presencial ao virtual. Parte 1. Brasília:
Briquet de Lemos, 2012.
ALMEIDA, M. C. B. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2a
ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2005.
AMARAL, S. A. Marketing em unidades de informação. Brasília: Thesaurus,
1998.
ARAÚJO, C. A. A. Arquivologia, biblioteconomia, museologia e ciência da in-
formação: o diálogo possível. Brasília: Briquet de Lemos, 2014. 152 p.
ARAÚJO JÚNIOR, R. H. Precisão no processo de busca e recuperação da infor-
mação. Brasília: Thesaurus, 2007.

B-C
BRIET, S. O que é documentação. Brasília: Briquet de Lemos, 2016. vii, 118 p.
CAMPELLO, B. Introdução ao controle bibliográfico. 2. ed. Brasília: Briquet de
Lemos, 2006. 93 p.
CUNHA, M. B. da. Manual de fontes de informação. 2. ed. Brasília: Briquet de
Lemos, 2020.
CUNHA, M. B. da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecno-
logia. Brasília: Briquet de Lemos, 2001.
CUNHA; M. B. da; CAVALCANTI, C. R. de O. Dicionário de biblioteconomia e
arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2008.

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D-E-F-G
DIAS, E. W.; NAVES, M. M. L. Análise de assunto: teoria e pratica. Brasília:
Thesaurus, 2007.
FEITOSA, A. Organização da informação na web: das tags à websemântica.
Brasília: Thesaurus, 2006.
FONSECA, E. N. da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de
Lemos, 2007. 152 p.
FURRIE, B. O MARC Bibliográfico: um guia introdutório. Catalogação legível
por computador. Brasília: Thesaurus, 2000.
GROGAN, D. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet de Lemos,
1995.

H-K, L, M
LANCASTER, F. W. Avaliação de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos, 2004.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Bri-
quet de Lemos, 2004.
LE COADIC, Y.-F. A ciência da informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.
MEADOWS, A. J. A comunicação científica. Brasília: Briquet de Lemos, 1999.
MEY, E. S. A. Não brigue com a catalogação. Brasília: Briquet de Lemos, 2003.
MEY, E. S. A.; SILVEIRA, N. C. Catalogação no plural. Brasília: Briquet de Le-
mos, 2009.

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O, P-R
OLIVER, C. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos,
2011.
OTLET, P. O tratado de documentação: o livro sobre o livro: teoria e prática.
Brasília: Briquet de Lemos, 2018.
PASSOS, E. (Org.). Informação jurídica: teoria e prática. Brasília: Thesaurus,
2004.
PASSOS, E.; BARROS, L. Fontes de informação para pesquisa em direito. Bra-
sília: Briquet de Lemos, 2009.
RANGANTHAN, S. R. As cinco leis da biblioteconomia. Brasília: Briquet de Le-
mos, 2009.
ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

S, T-V, X-Z
SOUZA, S. CDU: como utilizar a 2a Edição-Padrão em língua portuguesa. Bra-
sília: Thesaurus, 2009.
TAMMARO; SALARELLI. A biblioteca digital. Brasília: Briquet de Lemos, 2009.
VERGUEIRO, W. Seleção de materiais de informação. 3. ed. Brasília: Briquet
de Lemos, 2010.

Neste material promocional, daremos uma mostra de Almeida, 2005 C2:


ALMEIDA, M. C. B. Avaliação de serviços de informação, programas e proje-
tos. In: _________. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2a
ed. Briquet de Lemos, 2005. p. 11-37.

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A
Nº 2 Almeida, 2005 c2

ALMEIDA, M. C. B. Planejamento
de bibliotecas e serviços de informa-
ção. 2a ed. Brasília: Briquet de Le-
mos, 2005.

(Fonte: Plano de Unidades Didáticas, 2018).

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A PRINCIPAL função da avaliação é produzir conhecimentos relativos à uni-


dade de informação, à organização em que esta se situa e a seu ambiente
ALESP/FCC/2010, para servir de subsídio ao planejamento tanto na fase de
elaboração do plano, programa ou projeto, quanto na fase de implementa-
ção das ações.

[...] A escassez de recursos ALESP/FCC/2010 é frequentemente apontada


como uma das principais razões para a avaliação contínua de serviços, pro-
gramas e projetos.

Especialistas do hoje inexistente Centro Latino-Americano de Documentação


Econômica e Social da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe
(CLADES/CEPAL, 1991) TRT15/FCC/2013 apontaram três sintomas relevantes
de mudanças.

atitude mais crítica em face o desenvolvimento de diminuição gradativa do


dos recursos existentes e novas tecnologias na área interesse pela oferta
maior consciência da de informação, ao facilitar tradicional de serviços e
deficiência dos serviços e a o acesso a equipamentos e produtos característicos de
importância da automação programas computacionais unidades de informação.

O fato é que, devido à necessidade de garantirem a sobrevivência de suas ati-


vidades e de seus projetos, bem como de competirem por recursos, as unida-
des de informação também têm buscado a eficiência no uso de seus recursos,
a eficácia de resultados e a efetividade de suas ações TRT15/FCC/2013.

E, esses três conceitos serão o objeto desse material.

Antes disso,

Avaliar é atribuir valor, julgar mérito e relevância e medir o grau de eficiên-


cia e eficácia e o impacto causado pelas ações de determinada organização
ou pela implementação de políticas, programas e projetos de informação –
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AVALIAÇÃO É ... Consiste em identificar e coletar dados sobre serviços ou


atividades, estabelecendo critérios de mensuração do desempenho desses
serviços; Mensura o grau de satisfação de alcance de metas e objetivos;
Identificar os públicos desses serviços e em analisar as necessidades de infor-
mação dos usuários, bem como o índice de satisfação desses usuários com os
serviços e produtos que lhes são oferecidos;

AVALIAÇÃO NÃO É ... Não ocorre no vácuo, mas como parte do processo do
planejamento e da tomada de decisões; A avaliação não deve ser uma ocor-
rência isolada, um evento, mas um processo contínuo por meio do qual ser-
viços, programas e projetos são examinados, isolada ou conjuntamente, a fim
de garantir o cumprimento de objetivos e metas.

Dentre as vantagens da avaliação de bibliotecas:

Na implementação No final do processo,


Possibilita fazer a produz informações para permite comparar os
escolha certa na maior produtividade e resultados esperados e
concepção de objetivos melhoria contínua da alcançados, o nível de
qualidade satisfação e seus efeitos.

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A EFICÁCIA está relacionada aos resultados. Mede o grau com que os obje-
tivos do projeto ou da organização foram atingidos. Nesse sentido, o grau de
eficácia de um sistema de informação é determinado pelo grau de satisfação
dos usuários, considerando-se, particularmente, a rapidez e a precisão dese-
jadas – p. 14.

A EFICIÊNCIA refere-se ao processo, à relação entre os recursos (financeiros,


materiais e humanos) aplicados e os benefícios alcançados — a gestão de
um projeto ou serviço de informação será tão mais eficiente quanto menor
for o seu custo e maior o benefício alcançado, no contexto dos objetivos fi-
xados. O processo de solução de um problema pode ser considerado efici-
ente quando consumir apenas a energia ou os recursos necessários. Se, no
entanto, consumir mais recursos do que o necessário, desviará uma energia
que poderia ser canalizada para a solução de outros problemas e, neste caso,
será ineficiente – p. 14. A confusão entre eficácia e eficiência resulta em:

• fazer bem (eficiência) coisas que não precisariam ser feitas (ineficácia); •
batalhar por mais recursos como um fim em si mesmos; • incapacidade de
descrever a qualidade dos serviços; • incapacidade de identificar prioridades
para atividades e serviços; • acreditar que coleções maiores significam me-
lhor serviço.

[...] Aos conceitos de eficiência e eficácia que são utilizados no processo de


avaliação, vem o conceito de EFETIVIDADE, que se refere à capacidade de o
programa, projeto ou serviço atender às reais demandas sociais, isto é, à
relevância de suas ações e à sua capacidade de alterar as situações encon-
tradas. A efetividade pode ser medida pela quantidade e qualidade das mu-
danças que o projeto ou a organização foi capaz de produzir; em outras pa-
lavras, por seu grau de impacto.

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Assim, eficácia, eficiência e efetividade:

a EFICÁCIA está relacionada


aos resultados. Mede o grau
com que os objetivos do
projeto ou da organização
foram atingidos

a EFICIÊNCIA refere-se à
relação entre recursos
aplicados e os benefícios
alcançados, no contexto dos
objetivos fixados

a EFETIVIDADE se refere à
capacidade do programa,
projeto ou serviço atender
às reais demandas sociais,
isto é, à relevância das ações

Esses conceitos vêm caindo assim: no Metrô-SP/FCC/2012, TRT6/FCC/2012


e TRT3/FCC/2015 sobre efetividade; e no TRF3/FCC/2016 sobre eficácia.

Recentemente o tema caiu assim:

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1. CFM/FCC/2019
Considere os dois agrupamentos abaixo:

I. Eficiência.
II. Eficácia.
III. Organização
IV. Efetividade.

a. Usar o mínimo dispêndio de energia e di-


nheiro.
b. Produzir os resultados desejados.
c. Quantidade e qualidade das mudanças que
a organização foi capaz de produzir, seu grau
de impacto.
d. Envolve a atenção às tarefas que têm que
ser feitas e a decisão sobre como elas serão
feitas e por quem.

De acordo com os preceitos organizacionais,


a correta correlação entre os dois agrupamen-
tos é1

(A) I-a, II-b, III-c, IV-d.


(B) I-b, II-a, III-c, IV-d.
(C) I-c, II-d, III-a, IV-b.
(D) I-d, II-c, III-b, IV-a.
(E) I-a, II-b, III-d, IV-c.

1
Questão (CFM/FCC/2019) Resposta: alternativa E.
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Essa questão tem um aspecto interessante:


2. TRF3/FCC/2016
Na biblioteca especializada, a bibliotecária de-
cidiu elaborar um serviço de alerta para os
usuários. Assim, mensalmente, passou a es-
canear os sumários das revistas científicas,
organizá-los em ordem alfabética, em um ar-
quivo único, e enviá-los aos usuários por e-
mail. Depois de alguns meses realizando essa
atividade, perguntou aos usuários o que acha-
vam do serviço. Surpreendeu-se quando as
respostas evidenciaram que este não desper-
tava qualquer interesse dos usuários e que o
achavam totalmente dispensável.

Neste caso, a bibliotecária incorreu em


uma falha de2

(A) custo efetividade: gastou demasiado em


algo que devia ser feito.
(B) eficiência: fez algo que não havia sido so-
licitado.
(C) efetividade: não fez bem alguma coisa.
(D) custo benefício: gastou mais do que devia.
(E) eficácia: fez algo que não devia ser feito.

Ela mistura Lancaster (2004) avaliação; e Almeida (2005) Planejamento...

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Questão (TRF3/FCC/2016) Resposta: alternativa E.
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Neste capítulo de avaliação, ainda temos:


• Mensuração e avaliação: apesar desses conceitos serem próximos, a
mensuração “acrescenta componentes ao processo de pesquisa ...”;
• Os conceitos de padrões, indicadores e medidas de desempenho, que
caem bastante em concursos públicos;
• Discute os aspectos da avaliação e da mudança organizacional;
• As finalidades da avaliação;
• Os tipos e aspectos a serem avaliados. Por exemplo, neste capítulo, a
autora faz menção a três abordagens para se classificar a avaliação:
1) quanto à sua metodologia; 2) quanto aos seus avaliadores; e, 3)
quanto ao momento de sua avaliação.
• E sobre o processo da avaliação de bibliotecas e unidades de informa-
ção, trazendo um aporte de indicadores ricos e ilustrativos.

Bom, esse capítulo é bastante detalhado, só perde para o do diagnós-


tico. Dentre esses aspectos destacados aqui, tem a metodologia de
avaliação que é bastante explorado em concursos públicos.

Mas, este conteúdo está restrito às classrroms.

A coleção está composta de 8 volumes com partes dessas 30 obras, di-


vididas e dispostas de forma onomástica, ou seja, nomes dos autores.

#boravencer

Priscyla Patrício
Papirvm Biblioteconomia

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BIBLIOGRAFIA UTILIZADA:
ALMEIDA, M. C. B. Avaliação de serviços de informação, programas e projetos.
In: _________. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2a ed.
Briquet de Lemos, 2005. p. 11-37.

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