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Esta cronologia resultou da minha pesquisa pelos fundamentos da psicologia de Jung: queria descobrir por
mim mesmo por onde Jung começou e como ele chegou àquele modelo da psique a que chamamos hoje de
“psicologia junguiana”. De fato, o meu primeiro artigo junguiano levou o nome de “Existe algo como uma
Psicologia Junguiana?” (1) A tradição junguiana sustenta que Jung desenvolveu sua psicologia a partir da
psicanálise de Freud. Na palavra “Jung” da Enciclopédia Britânica, Michael Fordham descreve Jung como
sendo “um psicólogo e psiquiatra suíço que fundou a psicologia analítica, em alguns aspectos uma resposta
à psicanálise de Freud”. No filme “A sabedoria do sonho”, Stephen Segaller é ainda mais ofensivo:

Profissionalmente, Jung estava seguindo a direção de Sigmund Freud, o criador vienense da psicanálise e
do estudo do inconsciente. Jung e Freud encontraram-se pela primeira vez em 1990 [sic!] ... Jung era o
aluno e Freud, o mestre.

Para complicar ainda mais o assunto, cada junguiano apresenta uma perspectiva diferente sobre esta
psicologia. No filme “Coisas do coração”, três “junguianos” renomados contam aos telespectadores o que
eles acreditam ter sido o foco primordial de Jung. Lilliane Frey-Rohn fala de um Jung interessado no
“alimento sobre-natural”; Barbara Hannah diz que Jung estava, “acima de tudo, interessado na totalidade”; e
Laurens Van der Post chama Jung de um velho “xamã africano”. (2) Na concepção popular, os junguianos
tratam de tipologia, mitologia, sonhos, individuação e do inconsciente coletivo.

Para responder à questão sobre os fundamentos de Jung, li os escritos de Jung cronologicamente, na


ordem em que ele os escreveu. Começando pela sua dissertação médica, “Sobre a psicologia e a patologia
dos assim chamados fenômenos ocultos”, li tudo que Jung escreveu até 1935, data de suas conferências
na Clínica de Tavistock. Sempre que encontrava uma teoria ou algo que se parecesse com um precursor de
uma teoria, anotava.

Misturadas a essa minha questão inicial sobre os fundamentos de Jung havia outras. A que aspectos
fundamentais de sua psicologia chegou nos períodos compreendidos entre 1900 e 1910, 1910 e 1920, e
assim por diante? A que ponto e em que contexto ele expôs suas teorias específicas, as quais hoje são tão
centrais para a Psicologia Analítica? Além das respostas para estas perguntas, descobri muitas coisas
inesperadas. Vergonhosamente, percebi como de forma empobrecida R.F.C. Hull apreendeu a “voz” de
Jung, em sua tradução inglesa das Obras Reunidas. Lendo as primeiras traduções inglesas dos textos,
pude conhecer tradutores mais antigos de Jung: Beatrice Hinkle, Constance Long, M.D. e Edith Eder, H.G.
Baynes, Stanley Dell, e, talvez, o menos conhecido contribuidor da tradição junguiana, Cary Fink de Angulo
Baynes. (Sua tradução mais conhecida é a do I Ching, de Richard Wilhelm). Através da linguagem destes,
redescobri a combinação paradoxal feita por Jung de uma conceituação absolutamente real e fantástica.

Minha cronologia, década-a-década, impressionou-me de forma aliviadora no que concerne à evolução dos
conceitos junguianos. Jung extrairia uma idéia de qualquer lugar, qualquer um, e a integraria em seu
modelo. Ele era um intelectual múltiplo. Theodore Flournoy, Pierre Janet, William James, Heráclito, Jakob
Burckhardt, Santo Agostinho, Robert Mayer, Levy Bruhl, e muitos, muitos outros, contribuíram
insignificantemente para a psicologia de Jung. Mesmo assim, frequentemente as aplicações feitas por Jung
guardavam pouca semelhança com o pensamento original. Heráclito ficaria muito surpreso por ter recebido
os créditos pelo termo enantiodromia, e o conceito de Jung do “abaixamento do limiar da consciência”, tem
poucas semelhanças com “rebaixamento do nível mental” (4) de Janet. De qualquer forma, todos
funcionaram como grãos para a moenda da psicologia de Jung.

E moer idéias foi algo que Jung fez! Particularmente durante o período de 1910 e 1930, ele tentou primeiro
um, depois outro caminho para conceitualizar sua experiência. Sua teoria dos arquétipos é um exemplo
eficaz disto.

Começando com o conceito de Jakob Burckhardt das imagens primordiais, em 1912 (Wandlungen und
Symbole der Libido), Jung lutou com a noção de padrões universais por quase trinta anos. (5) Em 1917, ele
os chamou de “dominantes do inconsciente supra-pessoal” (6) e “imagens cósmicas, universalmente-
humanas”. (7) Quando, em 1919, deparou-se com o termo arquétipo, Jung sentiu-se mais confortável
atribuindo-o a Santo Agostinho. (8) Em 1921, ele rapidamente experimentou o engram, (9), o equivalente
latino do grego tupos (typos, “tipo”). Agostinho permanecia sendo a referência para o conceito através dos
meados dos anos 30. (em 1948, Jung finalmente confessou, “Santo Agostinho não usa ‘archetypus’, como
inicialmente supus”... (10) ). Em “Arquétipos do Inconsciente Coletivo” (1934), Jung refinou ainda mais seu
pensamento sobre as imagens universais, distinguindo os arquétipos, de um lado, das “representações
coletivas” de Levy Bruhl, por outro. (11) Tardiamente, tal qual “A natureza da psique” (1946), Jung sentiu-se
compelido a diferenciar “arquétipo” de “imagem arquetípica”. (12) Fiquei abismado com o grau de
desenvolvimento a que chegou a psicologia de Jung. Ela não surgiu de um sopro - ao estilo de Atená - na
mente de Jung. A tipologia é um caso preciso. Hoje sabemos que a tipologia é uma construção de dois tipos
de atitude - introvertido e extrovertido - e quatro funções: pensamento, sentimento, sensação e intuição. No
entanto, a primeira conceituação tipológica de Jung era simplesmente composta do par de opostos
extroversão e introversão. (13) Quatro anos depois - em 1917 - ele acrescentou pensamento e sentimento,
mas continuou com uma estrutura pareada: extroversão/sentimento e introversão/pensamento. (14)
Somente com Tipos Psicológicos (1921) ele chegou ao paradigma dos dois tipos e quatro funções. (15)

Dois outros conceitos desenvolvidos por Jung durante o período de 1913-1921 carregam a marca dos tipos
e funções: arquetipos e função transcendente. Alguém poderia suspeitar que ele estivesse tentando um
modelo completo da psique com estas estruturas. A única indicação específica que temos, de qualquer
forma, são as anotações de Kristine Mann do Seminário de Cornwall, em 1923. Ali Mann menciona os
dizeres de Jung sobre as funções,
Podemos obter uma orientação horizontal a partir destes quatro modelos. Mas a orientação vertical, i.e., a
quarta dimensão, é o tempo. Este é o crescimento, a possibilidade de orientação no tempo. Esta é a
“função transcendente” [sic!]. (16)

Como Jung imaginou que os arquétipos combinariam com os tipos e funções e com a função
transcendente, infelizmente nunca saberemos.

Enquanto há inúmeras questões às quais uma cronologia não oferece respostas, ela nos dá a possibilidade
de uma visão geral do corpo teórico de Jung. Fica mais simples, por exemplo, diferenciarmos os
fundamentos de Jung dos da psicanálise freudiana. Se conceitos, tais como o de dissociabilidade da psique
e o de personificação das entidades psíquicas, surgem logo em 1902 nos textos de Jung, seu modelo
completo não se assemelharia mais ao de Freud do que ao de Adler. Nem tampouco ele se fundamentaria
em Freud. Para Freud, o inconsciente era o id perverso-polimorfo, psicopatológico. Para Jung, o
inconsciente coletivo era a pedra de toque, o espírito familiar do processo de individuação.

CRONOLOGIA

1902
“Psicologia e Patologia dos Fenômenos Chamados Ocultos” (17)
Aspectos Históricos
1) A dissertação de Doutorado de Jung
2) Influenciado por e uma defesa do trabalho de Flournoy, Da India ao Planeta Marte (1900)
3) Baseado em uma experiência anterior, pessoal, com sua prima, Helly Preiswerk

Aspectos Teóricos
1) Dissociabilidade da psique
2) Personificação das entidades psíquicas: avô, Ulrich von Gerbenstein, Ivennes
3) Realidade psíquica
4) O aspecto teleológico (prospectivo) da psique
5) “Ivennes”, o precursor do Si-mesmo como a personalidade maior, futura

1904
“As associações de sujeitos normais” (18)
Aspectos Históricos
1) Durante a residência no Burghhölzi
2) Para fornecer dados de controle para os Estudos de Associação de Bleuler com os esquizofrênicos
3) Dentro do mesmo esquema de outros estudos de associação, i.e., Wundt, Aschaffenburg
4) Dentro do esquema filosófico da associação versus dissociação de idéias
5) Enviou uma cópia a Freud

Aspectos Teóricos
1) Base para a teoria dos complexos, os “grupos de associação por tonalidade de sentimento” de Ziehen
2) Reafirmação da identidade de Jung com uma psicologia “não-egóica”, i.e., a Escola Francesa e os
Dissociacionistas
3) Confirma a autonomia do inconsciente (os componentes psíquicos não-egóicos)
4) Confirma a teoria da repressão de Freud sob a ótica de Jung

1906
A Psicologia da Demência Precoce (19)
Aspectos Históricos
1) Enviou uma cópia a Freud - o que resultou no convite de Freud para que fosse a Viena
2) Resultado do trabalho de Jung com os pacientes esquizofrênicos

Aspectos Teóricos
1) Ele se distancia da universalidade da sexualidade na teoria da libido de Freud
2) Utiliza “energia psíquica” como um termo mais genérico para libido (20)

1912
Wandlungen und Symbole der Libido
Símbolos e Transformações da Libido (21)
1) Baseado em texto de co-autoria com Flournoy e sua aluna, Frank Miller
2) Tradicionalmente considerada o deflagrador da separação entre Freud e Jung

Aspectos Teóricos
1) Diferencia a psicologia de Jung da de Freud no que diz respeito à natureza supra-pessoal do
inconsciente (22)
2) A natureza mitopoética da psique
3) “Fenda”, dualidade psíquica, dois tipos de pensamento, mãe dual, etc.
4) Primeira elaboração do “problema dos opostos”
5) A natureza coletiva do inconsciente, “imagem primordial”
6) Precursor do Si-mesmo, “menor que o pequeno, maior que o grande”

1913
“Uma contribuição para o estudo dos Tipos Psicológicos” (23)
Aspectos Históricos
1) Entregue na Conferência de Psicanálise em Munique, Outubro de 1913
2) レ ltima vez que Freud e Jung estiveram juntos (24)
3) Primeiro artigo sobre tipos

Aspectos Teóricos
1) Diferenciação em relação à teoria de Freud no que concerne à multiplicidade da psique
2) Primeira compreensão e resolução do “problema dos opostos”
3) Identificou tipos de atitudes, introversão e extroversão
4) Reafirmou o modelo dissociacionista - i.e., polimorfo - da psique

1913
“Sobre a importância do inconsciente na psicopatologia” (25)
Aspectos teóricos
Afirmou a função compensatória dos conteúdos inconscientes

1913
“A teoria da Psicanálise” (26)
Aspectos Históricos
1) A segunda série de conferências americanas feita por Jung - apresentada na Universidade de Fordham
(1912) - depois da viagem de 1909 com Freud
2) Um artigo crítico na diferenciação de Jung de sua psicologia em relação a de Freud (27)

Aspectos Teóricos
1) Diferenciação enérgica em relação a Freud - energia psíquica enquanto um quantitativo, não um
qualitativo, como reza a teoria da libido de Freud
2) A completa elaboração de Jung sobre as distinções entre o seu modelo de psique e o de Freud
3) Distingue a libido como uma energia exclusivamente sexual da libido como desejo em geral, baseando-se
em seu trabalho com esquizofrênicos e no de Freud com histéricas
4) Identifica a função finalista da neurose
5) A afirmação fundamental da teoria junguiana da neurose

1914
“A psicologia dos sonhos” (28)
Aspectos Teóricos
Afirma a função compensatória dos sonhos

1916
“A função transcendente” (29)
Aspectos Históricos
1) Escrito enquanto em serviço militar durante a I Guerra
2) Não foi publicado até 1957

Aspectos Teóricos
1) Primeira resposta ao “problema dos opostos”, i.e., a função unificadora do processo de formação do
símbolo
2) Primeira discussão de sua “técnica” com relação aos conteúdos do inconsciente, i.e., imaginação ativa,
embora ele não tenha usado este termo até ca. 1935

1916
“Psicologia dos Processos Inconscientes” (30)
Aspectos Históricos
1) Revisão de 1912, “Novos caminhos na Psicologia”
2) Precursor do primeiro dos Dois Ensaios (1928)

Aspectos Teóricos
1) Aspectos teleológicos da neurose
2) Tipologia: a extroversão vinculada ao sentimento, a introversão ao pensamento
3) Distinção entre o inconsciente “pessoal” e o “impessoal”
4) A “conservação da energia” de Robert Mayer aplicada à psique
5) O inconsciente “absoluto”, “supra-pessoal”, “coletivo”
6) Mais uma solução para o “problema dos opostos”: enantiodromia - função reguladora das antíteses
7) Função transcendente [sic!] mencionada pela primeira vez em uma publicação
8) O nível objetivo/subjetivo da interpretação do sonho
9) Os “dominantes” do inconsciente supra-pessoal (precursor do arquétipo)
10) “Individuação” como uma sugestão de nome

1917
“O conceito de inconsciente” (31)
Aspectos Históricos
1) Primeira versão do segundo dos Dois Ensaios
2) Tentativa de Jung de resumir sua psicologia

Aspectos Teóricos
1) Diferenciação entre o inconsciente “pessoal” e o “impessoal”
2) Individuação
3) Persona como máscara e “personalidade”
4) A intuição identificada como uma função, mas ainda não como parte da estrutura tipológica

1919
“Instinto e Inconsciente” (32)
Aspectos Teóricos
Introduziu o termo “arquétipo” em referência aos padrões inatos da percepção humana

1921
Tipos Psicológicos (33)
Aspectos Históricos
1) Finalização do modelo da “psicologia da consciência”
2) Nunca foi revisado (definição de “Si-mesmo” acrescentada em 1961)
3) Jung o considerou a afirmação final de sua teoria da energia psíquica
4) レ nico trabalho nas Obras Reunidas que não foi traduzido por R.F.C. Hull, e sim por H.G. Baynes

Aspectos Teóricos
1) Afirma “o símbolo unificador” como a solução para o “problema dos opostos”
2) Discussão elaborada dos opostos em uma imensa variedade de campos
3) Fornece definições para sua terminologia até aquele momento (34)
4) Antecipa a teoria do funcionamento consciente (a tipologia) como um produto de seu trabalho com os
opostos

1928
“Comentário” no Segredo da Flor de Ouro de Wilhelm (35)
Aspectos Históricos
1) チ pice de seu trabalho (iniciado nos anos 20) com Richard Wilhelm e da exploração da espiritualidade
oriental
2) Primeira discussão de um “texto alquímico” e um arauto de sua direção teórica pelos 30 anos que se
seguiriam
3) O “sonho de Liverpool” de Jung (a árvore florescente em uma ilha no meio de uma piscina, no meio de
uma praça urbana) serve como uma evidência imaginal para a noção de Si-mesmo e o significado do
padrão mandálico

Aspectos Teóricos
1) Completa o conceito do Si-mesmo
2) Uma elaboração mais detalhada do trabalho com o inconsciente, a “técnica” (imaginação ativa, ainda não
com este nome)
3) Finaliza o seu modelo funcional da psique

1) Money, Food, Drink and Fashion and Analytic Training, The Proceedings of the Eighth International
Congress for Analytical Psychology, Fellbach-Oeffingen, 1983, pp. 189-198.
2) Transcrição do filme, pp. 3-4.
3) Princeton, 1950/1990.
Mrs. Baynes anotou os dados, Analytical Psychology: Notes of the Seminar Given in 1925, Princeton, 1989.
Além disso, co-traduziu Two Essays on Analytical Psychology (1928) com H.G. Baynes, traduziu O segredo
da Flor de Ouro (1931), e co-traduziu Modern Man in Search of a Soul (1933), com Stanley Dell.
4) Jung provavelmente pegou a noção de limiar da consciência da “Psicologia Subliminar”, de Frederick
Myers. Myers é mais conhecido pela descrição da “função mitopoética” da psique. Veja Ellenberger, The
Discovery of the Unconscious, p. 314.
5)Transformations and Symbols of the Libido, re-escrito em 1952 como Símbolos da Transformação. A
primeira tradução inglesa levou o título de Psychology of the Unconscious.
6) “Psychology of the Unconscious Processes”, Collected Papers, 1917, p. 426. “Estes dominantes são os
poderes governantes, os deuses... as representações resultantes de princípios e leis dominantes” (p. 432).
(Também CW 7, 151)
7) Também “imagens-de-mundo inatas...” “Psicologia dos Processos Inconscientes”, Collected Papers,
1917, p. 438.
8) “Instinct and the Unconscious”, Contributions to Analytical Psychology, 1928, p. 279.
9) Tipos Psicológicos (1921/53), p. 211. Também CW 6, 281. “Engram” aparece quatro vezes somente em
todos os escritos de Jung, uma em Two Essays (159) - e as outras no livro Tipos Psicológicos (281, 405,
412).
10) Carta a Victor White de 24 de Setembro de 1948, C.G.Jung - Cartas, 1906-1950, (Princeton: Princeton
University Press), 1973, p. 507: “Santo Agostinho não usa o termo “arquétipo” como supus erroneamente,
somente a idéia, mas ele surge em Dionysius Aeropagita”.
Ver também “Os arquétipos e o inconsciente coletivo”, CW 9, i, 5. Embora entregue inicialmente em 1934
como uma das Conferências de Eranos, Jung revisou seus artigos vinte anos mais tarde.
Jacobi chama a atenção para o fato de que Jung “foi levado ao termo, acima de tudo, por causa da
definição de Santo Agostinho das ideae principales, o equivalente latino do grego a??et??p?a?. The
Psychology of C.G.Jung, 1942/1968, pp. 39-40.
11) “Os arquétipos e o inconsciente coletivo”, A integração da personalidade, traduzido por S. Dell, 1939, pp.
53-54.
12) “A natureza da psique”, CW 8, 417.
13) 1913, “A Contribution to the Study of Psychological Types”, Collected Papers, 2 ェ edição, 1917, pp. 287-
298.
14) Ver também meu artigo “Typology’s Distractions and Opposites’ Attraction, Spring 54, 1993, pp. 42-55.
16) “Dr Jung’s Seminar at Polzeath, Cornwall, July 14 - July 23, 1923: Notes taken by Kristine Mann”, p. 6.
17) Collected Papers on Analytical Psychology, tradução M. D. Eder, 2 ェ edição, pp. 1-93. [Also CW 1, pp. 3-
88. New trans., some editing]
18) Estudos sobre associação de palavras, tradução M. D. Eder. Nova Iorque: Moffat, Yard, 1918. [ Também
CW 2, pp. 3-196. Tradução diferente].
19) Traduzido por F. Peterson e A A Brill. Nova Iorque: Nervous and Mental Disease Publishing Company,
1909. [ Uma versão posterior deste trabalho, traduzido somente por Brill, aconteceu através do mesmo
editor, em 1936. [ Também CW 3, pp. 1-151. Nova tradução.]
20) O uso de Jung de “energia psíquica” ou “energia” neste artigo é extremamente sutil, talvez estimulado
pelo seu monógrafo a Freud e suas teorias. “Energia Psíquica” surge uma única vez em Dem. Prae., p. 43
(103, CW III) e o termo mais genérico “energia” surge duas vezes: pags. 50-60 (137-138 CW III). Jung não
discute em absoluto esta distinção. A diferenciação e argumentação completas que estabelece não surge
até “A teoria da Psicanálise”. (Dementia Praecox, tradução A.A.Brill, 1936).
21) Psicologia do Inconsciente, traduzido por Beatrice Hinkle. Nova Iorque: Moffat, Yard and Company,
1916. [Também como um Volume B suplementar das Obras Reunidas, Princeton University Press, 1991].
22) Em 1912-1913 Jung diferenciou seu modelo de psique do de Freud em três caminhos fundamentais:
a) supra-pessoal vs. pessoal - Wandlungen u. Symbole der Libido
b) energia - energia psíquica como energia de vida, não sexual (quantitativo vs. qualitativo) - Teoria da
Psicanálise.
c) Multiplicidade da psique - “Contribution to the Study of Psychological Types” (também implícito na letra
‘a’).
23) Collected Papers, 2 ェ ed., trad. C.E.Long, pp. 287-298. Primeiro artigo sobre os tipos. [também em CW
6, pp. 400-509. Nova tradução]
24) Este foi presumivelmente o encontro no qual Jung, nas Memórias, Sonhos e Reflexões, chamou de
Conferência de Munique de 1912. Ele conta a história do desmaio de Freud no almoço. Não houve
nenhuma Conferência em Munique em 1912, somente um encontro executivo para planejar a próxima
Conferência. Ver Gerhard Wehr, Jung: A Biography.Boston: Shambhala Press, 1987, pp. 149-150.
25) Collected Papers, 2 ェ ed., trad. C.E.Long, pp. 278-286. [ Também CW 3, pp. 203-210. Revisado].
26) Trad. M.D.Eder. Nova Iorque: Nervous and Mental Diseases Publishing Company, 1915. [ Também em
CW 4, pp. 83-226. “No essential alterations”]
27) Wandlungen und Symbole der Libido (1912) e “A contribution to the Study of Psychological Types”
(1913).
28) Collected Papers 2 ェ ed., trad. Dora Hecht, pp. 299-311. [ Também em “General Aspects of Dream
Psychology”, CW 8, PP. 237-280. Bastante expandido, 1928, 1948].
29) Impresso exclusivamente pela Students’ Association, C.G.Jung Institute, Zurich, trad. A.R.Pope,
prefácio de J. Hillman, 1957, pp. 1-23. [ também em CW 8, pp. 67-91. Revisado e ampliado].
30) Collected Papers, 2 ェ ed., trad. Dora Hecht, pp. 352-444. [também em “A psicologia do inconsciente”,
C.W. 7, pp. 3-122. Revisado e ampliado].
31) Collected Papers, 1917, pp. 445-474.
32) Contributions to Analytical Psychology, 1928, pp. 270-281.
33) Pantheon Books, New York, 1923 (tradução inglesa). Surgiu em edições subsequentes até 1953.
Também em CW 6.
34) Na medida em que Jung não finalizou seu conceito de arquétipo e, assim, do Self em 1921, estas
definições são mais uma status report em sua psicologia. Individuação, também, é um conceito básico ao
qual Jung chegou posteriormente.
35) Trad. C.F.Baynes, Harcourt, Brace and Company, 1931. Edição “Revisada e aumentada”, 1962.

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