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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação a Distancia

Trabalho de Fisiologia Vegetal

Amina Mussa Jhon. Cod: 708205312

Nome do docente: Angelina de Nascimento


Curso: Biologia
Disciplina: Fisiologia Vegetal
Ano de frequência: 2º Ano

Tete, Julho de 2021


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tutor
Aspectos  Capa 0,5
organizacio  Índice 0,5
nai s  Introdução 0,5
Estrutura  Discussão 0,5
 Conclusão 0,5
 Bibliografia 0,5
 Contextualização
(Indicação clara 1,0
do
problema)
Introdução  Descrição 1,0
dos objectivos
 Metodologia
adequada ao objecto 2,0
do trabalho
 Articulação e 2,0
domínio do discurso
académico
(expressão
escrita cuidada,
Conteúdo coerência /
coesão textual)
Análise e  Revisão
Discussão bibliográfica nacional
e 2,0
internacionais
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos dados 2,0
Conclusão  Contributos 2,0
teóricos práticos
Formatação  Paginação, tipo e
Aspect tamanho de letra,
os paragrafo, 1,0
gerais espaçamento
entre linhas
Referênci Normas  Rigor e coerência
as APA 6ª das 4,0
Bibliográ edição em citações/referências
fic as citações e bibliográficas
bibliografia

2
Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
Índice
Introdução...................................................................................................................................5

Metodologia…………………………………………………………………………………….5

Conceito de fotossistemas e fotossíntese....................................................................................6

Plantas CAM ou MAC................................................................................................................9

Bacterias quimioheterotrofitas saprofagicas e bactérias fotoautotróficos................................11

Xilema.......................................................................................................................................12

Floema.......................................................................................................................................13

Difusão......................................................................................................................................14

Tipos de transpiração................................................................................................................15

Conclusão..................................................................................................................................17

Referencias................................................................................................................................18
Introdução

A fotossíntese é um processo vital para os seres vivos, pois a patrir dele são produzidos a
glicose e o oxigénio. Neste trabalho, respondeu-se questões sobre a fotossíntese, transporte
das substâncias na plamta e sobre as bactérias.

As plantas verdes são muito mais que figuras paisagísticas ou ornamentais, pois elas
respiram, realizam fotossíntese, crescem, produzem sementes e frutos, ou seja, apresentam
uma intensa vida metabólica e silenciosa.

Para a elaboração do trabalho recorreu-se ao método bibliográfico, que consistiu na busca de


conteudos do trabalho em manuais e artigos existentes.

Segundo Markoni e Lakatos (2005), o método bibliográfico é aquele que é elaborado a partir
do material já publicado, constituindo principalmente os livros, artigos e materiais
disponibilizados na internet.
Respostas das questões

Conceito de fotossistemas e fotossíntese

É um processo de conversão de energia luminosa em energia química. Os seres


fotoautotróficos utilizam a energia luminosa para produzir compostos orgânicos, como a
glicose, usando como fonte de carbono o dióxido de carbono e como fonte de
eletrões/hidrogénio a água.

Segundo Devlin (1976), sem dúvida um dos problemas mais interessante e complexo que
desafia o espírito descobridor do homem, é clarear os mistérios da fotossíntese. A vida na
terra depende em ultima análise, da energia proveniente do Sol. A fotossíntese é o único
processo de importância biológica que pode aproveitar esta Energia (Taiz e Zaiger, 2004).

Fases da fotossíntese

Fase fotoquímica

Na etapa fotoquímica, a luz é utilizada na transferência de elétroes para a redução do NADP


em NADPH, com oxidação de água e gerar energia para a formação de ATP a partir de ADP
e H2PO4 (P). Esse “poder assimilador” (elétroes e energia) é então usado para reduzir CO2 a
carboidratos, com o ganho líquido de energia química e liberação de O2. A fase fotoquímica
ocorre nos tuilacoides.

Fase quimica

Na segunda etapa da fotossíntese, a energia produzida na primeira etapa (ATP e NADPH), é


utilizada para incorporar carbono do CO2, em moléculas orgânicas, de valor energético mais
elevado. As reações ocorrem no estroma do cloroplasto e independem da luz. Estas reações
envolvem os ciclos de Calvin e Hatch-Slack, a depender do tipo de planta (C3 ou C4). No
primeiro grupo é iniciada pela ligação do CO2 a um aceptor (pentose), que depois da
carboxilação se decompõe em moléculas menores, sendo reduzidas a trioses. No segundo
grupo, uma triose combina-se com o CO2 e forma compostos de quatro carbonos.

Ciclo se Calvin

Segundo Taiz (2004) Caminho da pentose fosfato (pentose-P) para a assimilação do CO2. Na
maioria das plantas, a ribulose-1,5-bifosfato (RuBP) é o aceptor de CO2, que é decisivo para a
determinação do rendimento da reação de escuro da fotossíntese. A carboxilação é catalisada
pela enzima RuBP-carboxilase/oxigenase (RUBISCO). O produto desta reação, uma molécula
de seis carbonos (C6) decompõe-se rapidamente para produzir duas moléculas de ácido 3-P-
glicérico (2 x PGA). Cada uma dessas moléculas contém 3 átomos de carbono. O processo é
também denominado caminho C3 da assimilação de CO2. O PGA é reduzido a gliceraldeido-
3-P (GAP), ao longo de várias etapas, envolvendo ATP e NADPH. Esta é a etapa final de
elevação de CO2 ao nível energético de um carboidrato. O GAP flui para um “pool” de
carboidratos diferentes (C3 a C7), que proporcionam material para a síntese de várias
substâncias (açúcares, amido, ácidos carboxílicos, aminoácidos, etc.) e para a regeneração do
aceptor primário do CO2, a Rubp, caracterizando um ciclo (onde o produto inicial é
regenerado no final).
Fotorrespiração

Ligado à fotossíntese (FS) existe um processo metabólico nas células das plantas com
cloroplastos; este processo como a respiração (R), que absorve O2 e libera CO2 na luz, mas,
ao contrário dela, cessa no escuro. Esta troca de gases foi denominada respiração à luz ou
fotorrespiração (FR). O substrato fotorrespiratório é ainda, a RuBP. Esta pode ser aceptor para
o CO2 e também para o O2. Absorvendo oxigênio, a RuDP se divide em PGA e
fosfoglicolato (PG). Segundo Taiz (2004) A disponibilidade de CO2 e O2 regula a relação
entre a oxidação do aceptor (fotorrespiração) ou a carboxilação do aceptor (fotossíntese), por
meio do complexo enzimático RUBISCO. Pressões parciais de O2 favorecem a FR, enquanto
uma grande concentração de CO2 favorece a FS. Como a formação de P-glicolato é
dependente do suprimento de RuBP, por via do ciclo de Calvin, a absorção de O2 e liberação
de CO2 fotorrespiratórias aumentam de acordo com a maior intensidade de luz.
Classificação quanto à cinética de fixação de CO2

As plantas podem ser classificadas em três grupos distintos, quanto aos processos de absorção
e utilização de CO2 atmosférico (Taiz, 2004)
.
Plantas C3 - É o grupo mais numeroso. Adota o mecanismo proposto por Calvin, caminho da
pentose-P para a assimilação do CO2. Na maioria das plantas a ribulose-1,5-difosfato
(RuDP), é o aceptor de CO2, que é decisivo para a determinação do rendimento da reação de
escuro da fotossíntese. A carboxilação é catalisada pela enzima RuDP-carboxilase/oxigenase
(Rubisco).
Plantas C4 - Este grupo adota uma variação no processo, a qual permite dobrar as taxas
fotossintéticas em relação à C3. Kortschak-Hacth-Slack revelaram que em certas plantas, o
primeiro composto estável formado na fixação do CO2 era o ácido dicarboxílico oxaloacético
(OAA), de quatro carbonos. Por isso, denominada via C4. Nestas plantas a redução a
carboidrato também ocorre pela via das C3. Entretanto, a absorção e o processamento
subseqüente do CO2 dar-se em dois tecidos, especialmente separados e anatomicamente
distinguíveis. Esta compartimentalização de reações contribui para a maior eficiência do
processo, em função de menor distância entre o local de produção de carboidratos e os vasos
do floema. Plantas CAM - O terceiro grupo é constituído, principalmente, por espécies
suculentas de regiões desérticas, tais como as cactáceas e agaváceas. Estas plantas restringem
a saída de água de seus tecidos durante o dia, fechando os estomas e contrariamente, às C3 e
C4, permitem a absorção de CO2 à noite, acumulando o produto na forma de malato (estas
plantas absorvem CO2 através do PEP - via C4) no vacúolo; este ácido, no período luminoso
subseqüente, libera o CO2 que será utilizado no ciclo de Calvin para a produção de
carboidratos (via C3). O metabolismo é descrito como crassuláceo.

Plantas que adotam CAM podem ser obrigatórias ou facultativas. Nas primeiras, CAM é
adotado sob quaisquer condições ambientais, enquanto que nas facultativas o metabolismo
CAM entra em ação quando existe limitação de água no solo (abacaxi)

1. Que papel desempenham os fotossistemas no processo de fotossíntese?

b) É o centro de reacção de fotossíntese

2. Porque se diz que o ciclo de Calvin é análogo ao ciclo de Krebs?

b) Porque ao final de cada volta do ciclo, o composto inicial é regenerado

3. Onde ocorre a redução do carbono no ciclo de Calvin?

a) Nos estromas

4. A designação ciclo de Calvin esta em homenagem ao seu descobridor…

a) Melvin Calvin

5. Escolha a definição correcta


d-Fotorrespiração é um processo que ocorre com consumo O2 e libertação CO2.

6. Influencia de CO2 e O2 na fotorrespiração. Quando é que a fotorrespiração

limitase: b- Quando há alta concentração de O2 e baixa de CO2

7. Fotorrespiração serve para…

b- Reciclar três dos quatro átomos de carbono de duas moléculas de glicolato

8. As características típicas das folhas das plantas C4 são:

c- Folhas sem bainha e juntas as duas forma camadas concêntricas em torno de feixe
vascular

Plantas CAM ou MAC

Numerosas espécies vivem em zonas áridas e semi-áridas, tendo folhas espessas com uma
baixa razão superfície/volume, apresentando taxas reduzidas de transpiração. Estas são
plantas suculentas com o metabolismo ácido das crassuláceas- CAM (Marenco & Lopes,
2009). As plantas CAM representam um grupo de 30 mil espécies vegetais, distribuídas em
mais de 25 famílias. Dessas, pelo menos 24 famílias estão no grupo das angiospermas, outras
nos grupos das pteridófitas e gimnospermas. Nas angiospermas, as plantas CAM têm sido
encontradas nas famílias Cactaceae, Crassulaceae, Orchidaceae, Bromeliaceae, Liliaceae,
Euphorbiaceae e outras. Entre as espécies de importância econômica com metabolismo CAM
estão o abacaxi, o sisal e as numerosas espécies de cactos e orquídeas. Embora existam
plantas CAM aquáticas ou que habitam locais normalmente úmidos, a maioria é encontrada
em clima árido. Essas plantas geralmente apresentam folhas espessas e revestidas de uma
cutícula densa, o que reduz drasticamente a perda de água, quando os estômatos estão
fechados. As células apresentam um vacúolo relativamente volumoso. Nas plantas CAM, os
estômatos permanecem fechados durante o dia, para evitar a perda de água, e abertos durante
a noite, para permitir a entrada de CO2. Como nas plantas C4, as plantas CAM possuem duas
enzimas de carboxilação:

1. a PEPcase, localizada no citosol, que fixa CO2 à noite, formando ácido oxalacético, a partir
de HCO3- e PEP;

2. a Rubisco, que atua durante o dia, no ciclo de Calvin, utilizando o CO2 derivado da
descarboxilação do malato. O oxaloacetato é reduzido para ácido málico e acumulado no
vacúolo à noite. Durante o dia, o malato é descarboxilado para PEP e CO2 ou para piruvato e
CO2. O CO2 produzido é fixado pela Rubisco no ciclo de Calvin, durante o dia, como ocorre
normalmente nas plantas C3. O PEP utilizado à noite para fixar o CO2 é originado da
hidrólise do amido pelas reações da glicólise (Marenco & Lopes, 2009).

O comportamento CAM não permite uma grande acúmulo de matéria seca, porém economiza
água, podendo então ser considerado como a única via fotossintética que confere adaptação à
seca (OSMOND & HOLTUM, 1981). Algumas plantas CAM facultativas podem atingir alta
produtividade, quando funcionando como C3, porém quando essas plantas apresentam o
comportamento CAM, devido à um estresse ambiental, a acumulação de matéria seca é
reduzida.

No metabolismo CAM como as plantas fecham os estômatos durante o dia e abrem durante a
noite, elas apresentam pouca transpiração devido ao baixo déficit de pressão de vapor, elas
abrem os estômatos, e o CO2 é fixado ao ácido fosfoenolpirúvico pela ação da PEP-case, pois
essa reação não depende de ATP ou NADPH. Assim, o carbono é assimilado na forma de
ácidos orgânicos, aspártico (ASP) e málico (MAL), acumulados nos vacúolos. Durante o dia,
economizam água com os estômatos fechados, pois já assimilaram o CO2, e então
descarboxilam estes ácidos orgânicos pelas mesmas vias de descarboxilação C4, fornecendo o
CO2 para o ciclo de Benson-Calvin que, este sim, depende da energia luminosa
(Kerbauy,2004). Essas plantas podem permanecer longos períodos, de 100 a 200 dias sem
abrir os estômatos durante o dia, economizando água, porém com baixo acúmulo de matéria
seca (Kerbauy,2004)

9. Em algumas plantas C4, as células do mesófilo diferem-se das células da bainha vascular,
pelo facto…

a) Do mesófilo tem grana bem ou não desenvolvido, em quanto que os cloroplastos das
células da bainha vascular não têm nenhum

10. CAM significa:

d- Metabolismo ácido das crussaláceas

11. Porque as plantas são consideradas metabolismo ácido crussalacea

(CAM)? d-Porque fixam CO2 na ausência da luz via PEP carboxilase


12. Das afirmações a baixos, escolha a verdadeira.

a) As plantas CAM, são amplamente dependentes da acumulação nocturna de dióxido de


carbono para a realização de sua fotossíntese, porque seus estômas permanecem
fechados durante o dia, retardando desta maneira a perda de água.

13. Porque as plantas C4 podem não ter sucesso ao competirem C3 em temperaturas abaixo
de 25ºC?

d-Porque estão melhor adaptadas a condições muito áridas, não economizam água, abrindo os
estômas durante o dia.

14. O ácido málico assim formado é armazenado no vacúolo. Explique o que acontece no
período seguinte.

b-Durante o período seguinte de luz, o ácido málico é descarboxilado e o CO2 é transferido


para a Rubisco no ciclo de Calvin, no interior da mesma célula

15. As plantas CAM, são amplamente dependentes da acumulação nocturna de dióxido de


carbono para a realização de sua fotossíntese, porque…

b- Seus estômas permanecem fechados durante o dia, retardando desta maneira a perda
de água.

Bacterias quimioheterotrofitas saprofagicas e bactérias fotoautotróficos

Bactérias fotoautotróficas – São autotróficas e fototróficas. Podem ser proclorófitas e


cianobactérias (12H2O + 6CO2 → 6O2 + 6H2O + C6H12O6) ou sulfobactérias (12H2S +
6CO2 → 6S2 + 6H2O + C6H12O6) – São anaeróbias (não utilizam ) obrigatórias, pois o gás
oxigênio inibe a produção dos pigmentos fotossintetizantes em suas células.
Bactérias foto-heterotróficas – São fototróficas, heterotróficas e anaeróbicas.
Bactérias quimioautotróficas – São autotróficas e quimiotróficas (dependem da oxidação
de compostos inorgânicos com fonte de energia)
Bactérias quimio-heterotróficas – São quimiotróficas e heterotróficas, retirando sua fonte
de energia e de carbono de moléculas orgânicas ingeridas como alimento. Podem
ser saprofágicas (alimentam-se de matéria orgânica sem vida, são decompositoras)
ou parasitas (obtêm alimento a partir de tecidos corporais de seres-vivos, em geral, causando
doenças.)
16. Porque motivo as bactérias quimiossinteticas sulfobacterias a produzirem enxofre
elementar (S) como subproduto da fotossíntese?

b- Porque Realizam um tipo de fotossíntese em que a substância doadora de hidrogênio


não é a água, mas compostos de enxofre, principalmente o gás sulfídrico (H2S).

17. O que diferencia as bactérias quimioheterotrofitas saprofagicas das parasitas é que:

a) Obtêm alimentos em matéria morta e parasitas obtêm alimentos a partir da matéria


viva

18. Quanto a fonte de energia, as bactérias quimioautotróficos diferem-se das fotoautotróficos


pelo facto de:

c-As bactérias quimioautotróficos usam compostos inorgânicos e as bactérias fotoautotróficos


usam a luz

Xilema
O xilema, também encontrado como tecido lenhoso ou somente lenho, é o responsável pelo
transporte da seiva bruta, das raízes até as folhas. A seiva bruta é outro importante conceito
que vamos estudar, constituída basicamente por água e sais minerais. Existem, ao todo, dois
tipos de vasos lenhosos, que são: os traqueídes e os elementos de vaso (Kerbauy,2004).
Os traqueídes são células de condução encontrada na maioria das plantas vascularizadas,
como pteridófitas e gimnospermas. Essas células possuem a parede fechada, podendo
apresentar regiões sem a deposição de lignina, denominadas pontuações, e são consideradas
menos especializadas que os elementos de vaso.

Por sua vez, os elementos de vaso são células de condução consideradas abertas, e
encontrados geralmente nas plantas angiospermas. Este tipo de célula é considerada mais
especializada devido à ausência de parede celular em alguns pontos, o que facilita a passagem
de água ao longo destas células.

Ainda, os vasos de xilema possuem algumas fibras formadas por esclerênquima e células de
parênquima, o que faz com que esta seja um tecido completo. Além disso, as células de
condução do xilema são mortas e possuem paredes secundárias, formadas por lignina
(Salisbury e Ross, 1992).
Floema

O floema, que também recebe o nome de líber, é o tecido responsável pelo transporte
da seiva elaborada, desde as folhas até as outras regiões do vegetal. A seiva elaborada é
composta pelos compostos orgânicos produzidos pela planta durante a fotossíntese,
basicamente formada por água e açúcar (Salisbury e Ross, 1992).

A seiva elaborada é transportada por elementos denominados elementos de tubo crivado, que
são células vivas e sem núcleo, controlados por outras células, que são conhecidas
como células companheiras.

19. Quem transporta a seiva bruta (agua e sais minerais) e seiva elaborada ou orgânica são
respetivamente:

d-Xilema e floema

20. No mecanismo de condução da seiva bruta nos vasos condutores de xilema existe ema
coluna de água formada por moléculas de água, fortemente coesas…

a) Ligadas por pontes de hidrogénio

21. Para ocorrer a ascensão da seiva bruta nos vasos de xilema, não deve ocorrer a formação
de bolhas de ar nos condutores, porque….

b-Romperiam a coesão entre as moléculas de água

22. Onde é formada a seiva elaborada?

d-Nas células dos parênquimas clorofilianos das folhas.

23. Como é distribuída a seiva elaborada?

d-É através dos vasos de floema, que estão localizados na epiderme do caule e folha.
Difusão

Difusão é um processo físico em que substâncias são transportadas de uma região mais
concentrada para outra menos concentrada (a favor do gradiente de concentração) de maneira
aleatória e espontânea. Esse processo pode ser observado, por exemplo, ao se colocar um
corante em um copo com água. Com o tempo, o corante espalha-se (difunde-se) de maneira
homogênea, deixando toda a água com a mesma quantidade de soluto (Salisbury e Ross,
1992).

A difusão é um processo que ocorre na célula quando esta é colocada em um meio com
diferente concentração de soluto. Sem que haja consumo de energia pela célula (transporte
passivo), o soluto migra da região mais concentrada para a menos concentrada. Esse processo
pode ser classificado em dois tipos principais: difusão simples e facilitada.
→ Difusão simples
Na difusão simples, as substâncias entram e saem da célula por meio da membrana apenas
pela força do gradiente de concentração. A velocidade do processo depende do tamanho
das moléculas a serem transportadas e da solubilidade delas em lipídios. Quanto mais
lipossolúvel uma molécula for, mais rápida será a sua penetração.
Entre as substâncias que entram na célula por difusão simples, podemos citar o O 2, CO2,
ácido graxo e hormônios esteroides.
→ Difusão facilitada
Na difusão facilitada, as substâncias entram e saem com a ajuda de proteínas especiais que
transferem moléculas de um lado a outro da membrana. Existem dois grupos de proteínas que
realizam esse transporte: a proteína canal e a proteína carreadora (Salisbury e Ross, 1992).

24. Pode se afirmar que Difusão Simples:

a) Ocorre sem gasto de energia (transporte passivo), a favor do gradiente de


concentração do soluto através dos poros ou da dupla camada lipídica

25. Escolha a opção correcta.

c-A difusão facilitada é uma modalidade de difusão-transporte passivo: do meio menos


concentrado, para o meio mais concentrado

26. Com relação à direcção do fluxo dos solutos transportados podemos ter os seguintes tipos
de transporte:
b-Uniporte, contraporte, antiporte e simporte

27. Transporte activo secundário - é transporte de glicose e aminoácidos em epitélio intestinal


e renal. Ocorre contra o gradiente de concentração do soluto com energia proveniente do
gradiente de sódio. Porque este processo deve ocorrer nestes moldes?

d-Evita a perda de nutrientes essenciais como glicose e aminoácidos nas fezes e na urina.

Os Microrganismos são uma forma de vida que não pode ser visualizada sem auxílio de um
microscópio. Estes seres diminutos podem ser encontrados no ar, no solo, e, inclusive, no
homem.

18. Quais os microrganismos capazes de fixar o nitrogénio?

a) Vírus
b) Mosquito
c) Parasita
d) Bactéria
O que são microorganismos?

19. Qual é a importância de fitohormonas?

a) São usadas para alimentação


b) São usadas para a purificação de ar atmosférico
c) São usadas para aumentar a produção, armazenamento e distribuição de alimentos de
natureza vegetal
d) São usadas para o fabrico de medicamentos
O que são fitohormonas?

Tipos de transpiração

Segundo Salisbury e Ross ( 1992), os tipos de transpiração são:

Transpiração estomática - É por onde se realiza a maior parte da transpiração, pois os


estômatos constituem a via de escape que menor resistência oferece à difusão gasosa.

Transpiração cuticular - As células da epiderme são revestidas por uma camada de


substância cerosa chamada cutina, normalmente muito espessa em regiões desérticas.
Transpiração lenticular - É a que se dá através de lenticelas (pequenas aberturas ou poros
que existem na periderme de caules e ramos). A perda por esta via é muito pequena
comparada com as anteriores. Pode ser significativa em plantas decíduas (caducas) nas
estações mais secas.

20. Os tipos de transpiração que aprendeste são:

b-Cuticular, estomatica e lenticular


Conclusão

A fotossíntese é um processo complexo que envolve varias etapas desse a captura do dióxido
de carbono e da agua na presença da luz, ate a produção de compostos orgânico e libertação
do gas oxigénio essencial para a respiração dos animais.

As questões reflectem os conteúdos programados na disciplina de fisiologia vegetal e


serviram como base para o aprofundamento da matéria da discoiplina.
Referencias

Moreira, C. (2013), Fotossintese. Revista de Ciência Elementar

Salisbury, F. B.; Ross, C.W. (1992) Fisiologia das Plantas - Tradução da 4ª Edição Norte-
americana. Editora: Cengage Learning.

Marenco, R. A.; Lopes, N. F. (2009). Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações


hídricas e nutrição mineral. 3 ed. Editora UFV, Viçosa, Minas Gerais.

Kerbauy, G. B. (2004). Fisiologia Vegetal. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro,; (2ª ed).

Alvim, P.T. (1953). Apontamentos de Fisiologia vegetal. 79p. UREMG.


Castro, P.R.C.; Vieira, E.L. (2001). Aplicações de reguladores vegetais na agricultura
tropical. Guaíba: Livraria e Editora Agropecuária.. 132p.
Taiz, L. Zeiger, E. (2004). Fisiologia Vegetal. Trad. Eliane Romano Santarém... [et al.] –
3.ed. – Porto Alegre: Artmed,.

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