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TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs) E

ATIVIDADES PROFISSIONAIS: RELAÇÃO DE APLICABILIDADE PELOS


ALUNOS DE UMA DISCIPLINA DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO DA UFAL

Maria Doris Araújo de Lima (UFAL)


doris.read@gmail.com
Rose Mary Ferreira P. Gomes (UFAL)
roseferreira@gmail.com
Sunny Kelma Oliveira Miranda (UFAL)
sunnyk.edu@gmail.com

RESUMO

O emprego das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nas organizações


provoca mudanças nos processos de gestão de informações, exigindo transformações
nas rotinas profissionais. Assim, tornou-se pertinente pesquisar sobre o quanto o
conhecimento e o uso das TICs interferem na atuação profissional. Esta pesquisa teve
como objetivo analisar a utilização das TICs nas atividades profissionais dos alunos de
uma disciplina do Mestrado em Educação Brasileira, do Centro de Educação Brasileira
da Universidade Federal de Alagoas. A pesquisa teve uma abordagem quantitativa, de
natureza exploratório-descritiva. O instrumento utilizado para coleta de dados foi um
questionário online, criado através do aplicativo Google Docs. A partir da análise dos
resultados, observou-se, dentre outros aspectos, que 82% dos participantes utilizam as
TICs em sua atuação profissional e, desses, 100% afirmam que tais ferramentas
modificaram para melhor sua prática profissional. Desse universo, 78% consideram que
essa mudança foi muito significativa, concluindo que as TICs interferem de forma
intensa na atuação profissional. Espera-se ter contribuído para o conhecimento e futuras
pesquisas sobre as TICs.

Palavras chave: Tecnologia da Informação e Comunicação, atividades profissionais,


abordagem quantitativa.

INTRODUÇÃO

O emprego das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nas


organizações provoca mudanças nos processos de produção, armazenamento,
distribuição e disseminação de informações, exigindo transformações nas práticas,
procedimentos e rotinas.
As TICs não são meros instrumentos que circundam o local de trabalho. Os
novos suportes tecnológicos tornaram mais fácil o acesso à informação, nomeadamente
pelo aumento da capacidade de armazenamento, pela velocidade de processamento e
pela compatibilidade entre os sistemas. Tendo como consequência uma expansão no uso
dos sistemas por parte das empresas e da mão de obra qualificada.
A quinta pesquisa sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação
no Brasil - TIC Empresas 2009 do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br),
conduzida pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da
Comunicação (CETIC.br), no período de agosto a outubro de 2009, analisou 3,7 mil
empresas com 10 ou mais funcionários em todo o território nacional.
De acordo esse levantamento, o uso de computadores nas empresas brasileiras
com 10 funcionários ou mais ficou no patamar de 97% e nas empresas com 50
funcionários ou mais, esse percentual atingiu 100%. As regiões Nordeste e Sudeste
tiveram variação positiva no percentual de empresas que utilizam computador
(respectivamente 98% e 96%, ou 3 e 5 pontos percentuais acima de 2008).
Considerando-se apenas aquelas empresas que possuem computador, segundo a TIC
Empresas 2009, o percentual de funcionários que utilizam o equipamento é pouco
inferior à metade (45%) do total; é menor nas empresas de grande porte (38%), devido à
maior distribuição de tarefas e especialização das atividades nesse tipo de
estabelecimento. Por região, o percentual médio de funcionários que utilizam
computadores no local de trabalho atinge 48% no Centro-Oeste, enquanto fica em 39%
na região Sul.
A pesquisa do CETIC.br traz ainda informações sobre a penetração e uso da
internet nas empresas brasileiras, incluindo dados gerais sobre os sistemas de
informação e comunicação, governo eletrônico, segurança na rede, comércio eletrônico
e habilidades no uso das TICs. De acordo com a pesquisa, o acesso à internet está
presente em 93% das empresas pesquisadas; dentre as empresas com mais de 100
funcionários, 100% acessam a internet. O percentual de empresas com website/página
na internet próprio é de 51% e, dentre as que não possuem, 13% estão em websites ou
páginas de terceiros.
As empresas brasileiras utilizam a internet para uma série de atividades, dentre
as quais se destacam o envio e o recebimento de e-mails (98%) e a busca de
informações sobre produtos e serviços (93%). Além disso, 85% das empresas utilizam a
internet para outras buscas de informações e atividades de pesquisa, e 78% utilizam
serviços bancários e financeiros.
A pesquisa ainda mostra que 87% das empresas brasileiras com acesso à internet
interagiram com instituições públicas através da rede, seja para declarar imposto de
renda, consulta de PIS/PASEP e FGTS da empresa (62%), busca de informações sobre
impostos (61%) e consulta ao cadastro de inscrições estaduais (60%).
Os dados mencionados nessa pesquisa apresentam uma característica cada vez
maior de acesso aos serviços na internet, que passa então a ser uma imprescindível
ferramenta para os profissionais das mais diversas áreas e para as empresas através do
fornecimento de informações sobre produtos e serviços. Pouco mais da metade (54%)
das empresas que usam internet, de acordo com a pesquisa citada, declararam utilizar a
rede para a troca de mensagens instantâneas, corroborando o que Moran disse:

[...] As tecnologias, principalmente a internet, estão trazendo


fundamentalmente, nesses últimos 20 anos, muito mais mobilidade, ou seja,
a possibilidade de realizar atividades ou tarefas sem necessariamente ir a um
lugar determinado [...] (MORAN, 2008, p. 170).1

Assistimos, assim, a uma sociedade em transformação, em que o próprio


mercado de trabalho passa por profundas modificações e, para isso, novas habilidades
devem se desenvolver. Mais que isso, torna-se relevante no cenário atual, pesquisar
sobre o quanto o conhecimento e o uso das TICs interferem na atuação profissional.
Portanto, a pesquisa a seguir tratará dessas questões.

DESCRIÇÃO DA PESQUISA

A pesquisa em questão teve como sujeitos participantes alunos regulares e


especiais da disciplina Pesquisa em Educação Online I, do Mestrado em Educação
Brasileira, do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas, e teve como
objetivos analisar a utilização das TICs na atuação profissional; verificar a contribuição
das tecnologias na atuação profissional; elencar as ferramentas mais utilizadas para o
desenvolvimento profissional; averiguar o uso e a intensidade na utilização da

1
Este trecho é parte integrante da entrevista concedida por José Manoel Moran, disponível na íntegra
através do site http://www.eca.usp.br/prof/moran/positivo.pdf , podendo ser também encontrada no livro
Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC, no capítulo As múltiplas formas de
Aprender, cf. referências.
tecnologia no ambiente profissional e apurar o uso e a intensidade na utilização da
tecnologia na preparação do profissional.
Realizamos uma pesquisa quantitativa, com um enfoque de natureza
exploratório-descritiva, que visa tornar o problema mais explícito, descrevendo as
características de um grupo e estabelecendo relação entre as variáveis.
Para isso, houve a elaboração de um questionário online (com perguntas
fechadas e objetivas), criado através do aplicativo Google Docs2. Na sequência, ocorreu
o envio do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), que foi encaminhado
por e-mail, aos doze participantes da pesquisa, cujas formações diferem entre si.
Após confirmação da participação desses, foi liberado o acesso ao questionário
online e, à medida que esse foi respondido, as respostas foram sendo salvas no
aplicativo Google Docs, cujo ambiente virtual é seguro e há como monitorar o
recebimento das respostas. Expirado o prazo para responder o questionário, foi realizada
a apuração e análise dos dados colhidos, sendo divulgado posteriormente um relatório
com os resultados para os sujeitos da pesquisa.

RESULTADOS OBTIDOS

A análise dos dados foi realizada pelo método estatístico-descritivo, que envolve
a apresentação e caracterização de um conjunto de dados, de modo a descrever
apropriadamente as várias características deste conjunto.
O questionário online foi enviado a 12 alunos. Foram obtidos 11 questionários
respondidos e esses foram considerados válidos, perfazendo um total de 92% do total
pesquisado.
O perfil do grupo estudado em relação à profissão e tempo de atuação
profissional apresenta a profissão professor (a) como a maioria de 54%, seguida pela
profissão psicóloga com 27%; quanto ao tempo de atuação na profissão, a maioria de
36% dos respondentes está no intervalo de tempo de 1 a 5 anos, seguida dos 27% que
têm de 6 a 10 anos, demonstrando, assim, um perfil de maioria jovens adultos.
Do resultado dos dados, fica evidenciado que há uma relação entre profissão e
tempo de serviço, no qual a maioria dos pesquisados, cerca de 60% do total,
corresponde ao tempo de inserção do sistema online em nossa sociedade.

2
É um pacote de aplicativos do Google que funciona totalmente online diretamente no navegador e pode
ser acessado através do link https://docs.google.com/.
Em relação ao interesse pelas ferramentas das TICs, percebeu-se que 73% dos
participantes aprenderam a utilizar as TICs por iniciativa própria e consideram-se
autodidatas; enquanto que 36% fizeram uso desses instrumentos através de um curso,
tendo em vista alguns recursos midiáticos disponíveis. Para 100% dos respondentes, o
interesse pessoal foi o principal motivo para escolha por novos conhecimentos na área
das TICs. Outras razões também foram pontuadas; quais sejam, a exigência da
função/cargo e a exigência do mercado de trabalho; ocupando o segundo e o terceiro
lugar, respectivamente.
Vale ressaltar que 82% dos sujeitos da pesquisa afirmaram ter feito um curso
online para o aperfeiçoamento profissional, o que corrobora com os últimos dados
acima apresentados; tendo em vista que o interesse pessoal pelas ferramentas das TICs
facilita a realização de um curso online. Tal interesse pode contribuir significativamente
para o desenvolvimento profissional dos entrevistados, tendo em vista uma melhor
qualificação profissional.
Sobre o uso das ferramentas das TICs na atuação profissional, 82% dos
respondentes afirmaram que utilizam alguma dessas ferramentas para execução do seu
trabalho, sendo maior a intensidade de uso das ferramentas online mais antigas, como e-
mail e sites; seguido das ferramentas offline, como editor de texto, editor de planilha e
editor de apresentação. As ferramentas online mais novas mostraram-se pouco
utilizadas, em relação às outras acima citadas, no desempenho das atividades
profissionais.
Observou-se ainda, através das respostas dos questionários, que das ferramentas
mais antigas, o editor de texto ainda é muito utilizado para atuação profissional, haja
visto que 78% dos respondentes afirmaram usá-lo muito; seguido do editor de
apresentação, com um total de 55% de utilização. Verificou-se, também, que o
programa de mensagens instantâneas MSN é utilizado com grande intensidade: 67% dos
respondentes quantificaram o seu uso como médio; e 33% responderam que usam
muito. O mesmo não foi observado com outros programas de mensagens instantâneas
não tão populares ou mais novos, como o Gtalk e o Skype – 55% dos alunos afirmaram
que esses programas não são usados com frequência nas atividades profissionais.
Das redes sociais utilizadas para atuação profissional, o Orkut (por ser o
ambiente mais antigo e popular) obteve 55% das respostas com intensidade de médio
uso; sendo, portanto, muito superior às redes mais novas como Twitter e Facebook, que
foram apontados como ferramentas que não são comumente utilizadas na atuação
profissional por 78% e 55% das respostas, respectivamente.
Cruzando o perfil profissional do grupo com as respostas sobre a intensidade de
uso das ferramentas das TICs, constatou-se que dos profissionais professores (as)
apenas um não utiliza as ferramentas das TICs para sua atuação profissional. Vale
ressaltar que esse indivíduo tem apenas um ano de profissão. Embora a razão de não
fazer uso das TICs na profissão não tenha sido objeto desta pesquisa, pode-se afirmar,
que em breve ele precisará utilizá-la, isso porque a tecnologia vem evoluindo
rapidamente e quem não a acompanha é subaproveitado no mercado de trabalho ou até
mesmo desconsiderado. A fim de constatar o que se é dito, vejamos a opinião de
Valente sobre o assunto:

[...] As pessoas que estão em qualquer tipo de serviço sabem que devem
estar se aprimorando constantemente como forma de manterem atualizadas e
de vencerem novos desafios. Nesse sentido, a aprendizagem continuada
apresenta-se como uma condição necessária para manter a posição de
trabalho que elas ocupam. (VALENTE, 2008, p. 34)

Outra relação que as respostas nos permitem fazer é o uso da ferramenta e o


tempo de existência e conhecimento dela na sociedade. As ferramentas mais novas
ainda são pouco usadas pelos participantes, como Twitter, Facebook e Orkut; enquanto
que as mais antigas e consagradas, como Word e PowerPoint, são muito utilizadas pelos
grupos de profissionais cujos números de participantes são maiores, a saber, professores
e psicólogos. O maior uso de tais recursos pelos participantes se dá, provavelmente,
pelo conhecimento obtido dessas ferramentas ao longo dos anos. Elas constituem-se
forte aliadas na execução das atividades profissionais cotidianas.
Dos que utilizam alguma ferramenta das TICs para execução do trabalho, 100%
dos sujeitos da pesquisa responderam que a utilização dessas ferramentas modificou
para melhor a sua prática profissional. Segundo 78% dos respondentes, essa
modificação é muito significativa; enquanto que para 22% deles, essa mudança tem um
nível médio de significância. Esses dados nos levam a concluir que as TICs têm uma
grande importância para o bom desempenho profissional nos dias atuais.
No tocante à inserção da empresa/instituição no ambiente virtual, foi observado
que 64% das instituições em que os participantes da pesquisa trabalham estão inseridas
no ambiente virtual por meio de um site oficial ou de um blog, tendo este último
ocorrência de 18%. Esses percentuais mostram que tais empresas precisam ainda se
modernizar, adentrando em espaços virtuais, que podem aumentar sua visibilidade e
produção, como as comunidades virtuais, o Twitter e o Ning; sendo este último
pouquíssimo usado pelos participantes nas atividades profissionais. Há muito que se
explorar no cenário atual, e certamente as empresas precisam estar antenadas com a
multiplicidade de informações tecnologias disponíveis. Basso enfatiza:

No cenário tecnológico há uma indústria produtiva que viabiliza


potencialidades tais como conteúdos digitais remotamente gerenciados,
reusabilidade dos conteúdos e/ou sua atualização, redes remotas interligadas,
plataformas de aprendizagem virtual, ferramentas de autoria, de publicação
de conteúdos digitais e de gestão do conhecimento, ferramentas de
colaboração que suportam comunicação em tempo real, ferramentas de
personalização compatíveis com o conceito “sob demanda”, padrões
internacionais de especificação tecnológica e indicadores de qualidade
baseados nesses padrões, e ferramentas de produtividade digital como wikis,
blogs, gerenciadores de conteúdo e de portais, editores gráficos, de textos,
simuladores entre tantos outros. Essa indústria extrai o máximo das
tecnologias, reinventando-as e recriando-as continuamente, oferecendo cada
vez mais possibilidades de produção da vida digital em todos os âmbitos [...]
(BASSO, 2009, p. 06).

Conforme foi possível observar nesta pesquisa, alguns desses recursos


mencionados pela autora, já estão sendo usados pelos participantes em suas atividades
profissionais, porém outras ferramentas ainda carecem de utilização, e/ou precisam ser
disponibilizadas pelas empresas, visando facilitar o desempenho dos seus funcionários.
Enfim, acredita-se que à medida que as empresas forem avançando em
conhecimento dos recursos tecnológicos existentes, possibilitarão ainda mais que seus
funcionários acompanhem as mudanças ocorridas no mundo do trabalho, cujo foco é
atender em tempo hábil a solicitação de clientes exigentes e inseridos, cada vez mais,
em ambientes virtuais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Através da análise dos dados coletados nesta pesquisa, verificamos que as


ferramentas há muito utilizadas (Word, PowerPoint) continuam sendo bem aceitas como
instrumento de trabalho pelos participantes da pesquisa, pois 78% deles as usam. O uso
dessas ferramentas não se deu por imposição da empresa, mas por interesse pessoal. Tal
atitude permitiu que os entrevistados avançassem no uso das ferramentas tecnológicas,
por meio de cursos online. Esses cursos possivelmente os permitiram ter acesso às
ferramentas síncronas e assíncronas, que permitem que a interação entre os participantes
ocorram em tempo real ou não; como o chat e o fórum, por exemplo.
Quanto ao levantamento das ferramentas mais usadas, observamos que há uma
relação de tempo de atuação profissional com o uso das ferramentas online; isso se deu
provavelmente, porque a internet e seu uso passaram a ser mais difundidos no Brasil há
aproximadamente dez anos. Assim sendo, o nível de conhecimento dessas ferramentas
acompanham o desenvolvimento profissional dos participantes em suas áreas de
atuação.
No tocante à apuração dos resultados através dos questionários, observamos que
as hipóteses lançadas na pesquisa foram confirmadas, ou seja, 82% dos participantes
utilizam as TICs na execução da sua atuação profissional, e 100% afirmam que tais
ferramentas modificaram para melhor sua prática profissional. Portanto, se ela modifica,
também interfere; não de forma superficial, mais em um nível intenso, obtendo 78% de
uso.
Espera-se que esse trabalho contribua para o conhecimento e futuras pesquisas
sobre as TICs no ambiente profissional; tema que vem ganhando grande relevância,
devido às transformações ocorridas na sociedade com a inserção da tecnologia e a
exigência do mercado de trabalho por profissionais que estejam aptos a superar as
barreiras físicas da empresa, conectando-se ao mundo do conhecimento ilimitado.

REFERÊNCIAS

BASSO, Maria Aparecida José. Currículo e Web 2.0 Argumentos Possíveis a uma
diferenciação em Educação Digital. São Paulo, 02 de Jun. de 2009. Disponível em:
<http://www.pucsp.br/ecurriculum>. Acesso em: 18 de ago. de 2010.

CGI-br. TIC Empresas 2009 - Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação
e Comunicação no Brasil. Disponível em <http://www.cetic.br/> Acesso em: 05 jul.de
2010.

MORAN, José Manoel. As múltiplas formas de aprender. In: SALGADO, M.U.C;


AMARAL, A. L (Org).Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as
TIC. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância, 2008.

VALENTE, José Armando. Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da


terceira idade. In: SALGADO, M.U.C; AMARAL, A. L (Org).Tecnologias na
Educação: ensinando e aprendendo com as TIC. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Educação a Distância, 2008.