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Soluções exclusivas da HEF Durferrit para os 9 principais problemas de engenharia de superfície

APRESENTAÇÃO
QUAIS SÃO OS 9 PRINCIPAIS PROBLEMAS
TRIBOLÓGICOS E DE SUPERFÍCIE ENFRENTADOS
ATUALMENTE PELA INDÚSTRIA?
Pesquisas recentes(1) mostram que as perdas por atrito e desgaste
representam atualmente 23% de toda a energia utilizada no mundo
pelos principais setores consumidores (transportes, indústria,
geração de energia, residencial e mineração).

Estima-se que ao se utilizar de modernas técnicas de tribologia


(engenharia de superfícies, materiais e lubrificação) para redução
de atrito e desgaste, 40% destas perdas possam ser potencialmente
reduzidas a longo prazo (15 anos) e 18% no curto e médio prazo (8
anos). Em escala global isto representaria uma economia anual de
1,2 trilhões de dólares, ou o equivalente a 1,4% do PIB mundial. Os
benefícios potenciais se estenderiam também à esfera ambiental,
através da redução de 3.140 toneladas de CO2 no longo prazo, com
uma economia adicional de 1 bilhão de dólares.

Além da potencial economia de recursos (naturais e financeiros),


a superação de desafios tribológicos vem permitindo às empresas
enormes avanços em termos de qualidade, confiabilidade e
competitividade.

Em função de sua significativa importância estratégica, o


desenvolvimento de tecnologias e processos voltados para o
aumento de performance e durabilidade de componentes, produtos
e sistemas é atualmente assunto cotidiano obrigatório no dia a dia
das empresas e pessoas que trabalham em busca da diferenciação e
sustentabilidade de seus negócios.

Foi pensando nisso que elaboramos este e-Book onde, de uma forma
simples e prática, são apresentados os 9 principais problemas (e
soluções) de Tribologia e Engenharia de Superfícies enfrentados pelas
indústrias atualmente.
(1) HOLMBERG K., ERDEMIR A. “Influence of tribology on global energy consumption,
costs and emissions”
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Soluções exclusivas da HEF Durferrit para os 9 principais problemas de engenharia de superfície

PROBLEMAS TRIBOLÓGICOS E DE SUPERFÍCIE


ADESÃO / ENGRIPAMENTO

Sob os efeitos de altas temperaturas, altas pressões de trabalho


e/ou deformações geradas pelo contato entre as rugosidades
de superfícies atritantes (atrito a seco, ou ruptura de um filme
lubrificante), os materiais que constituem o sistema tribológico
se encontram nas condições ideais para a formação de ligas e
compostos intermetálicos: chamamos este fenômeno de soldagem
por adesão (figura 1). A partir do momento em que ocorre a adesão
entre 2 superfícies, para que o movimento continue é necessário:

• Cisalhar as junções formadas pela soldagem adesiva,


o que causa pouco desgaste (Figura 1a);

• Ou, se as juntas formadas forem suficientemente rígidas, ocorrerá


o rompimento do material menos resistente: neste caso, haverá
o transporte de partículas do corpo mais macio para o mais
duro, ocasionando maior desgaste (Figura 1b) e aumentando o
coeficiente de atrito do sistema.

1 1a 1b

Figura 1: interrupção de movimento entre dois corpos por meio de


adesão e retorno de movimento: figuras 1a e 1b.

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Em casos mais extremos, quando a densidade das microjunções de


adesão ultrapassa um valor crítico, ocorre o travamento do movimento
por meio de engripamento.

Geralmente, o desgaste por engripamento é reconhecido pelo fato


de que o material de uma das superfícies em contato é transferido e
permanece aderido à contra peça.

As transformações físico-químicas que ocorrem nas superfícies


atritantes podem causar-lhes a destruição por adesão, como é o caso
do exemplo abaixo, onde um eixo revestido com cromo duro sofre uma
falha catastrófica por consequência da adesão de seu revestimento à
superfície do mancal.

2 3

Figuras 2 e 3: eixo de aço revestido com cromo duro (2)


e mancal com resíduo de cromo (3)

FADIGA SUPERFICIAL / PITTING


O fenômeno de fadiga superficial é característico de sistemas que
operam submetidos a cargas cíclicas, incluindo deslizamento,
rolamento, choques (como pistas de rolamentos, engrenagens,
etc.), causando acúmulo de tensões na superfície ou logo abaixo
dela e, posteriormente, gerando uma falha por “lascamento” das
camadas superficiais do material. A este último fenômeno, damos
o nome de pitting.

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A cada ciclo do sistema, as tensões aplicadas contra o material geram,


na superfície ou logo abaixo dela, um acúmulo de microdeformações
de caráter plástico. À medida em que as microdeformações se
acumulam, haverá o surgimento e propagação de trincas. A partir de
um ponto crítico, estas trincas levarão à falha catastrófica da superfície
através do pitting, com o desprendimento e emissão de fragmentos
(debris) ao sistema. A figura 4 abaixo exemplifica este processo:
Fadiga superficial e pitting.

1 2 3

Deformação plástica Surgimento Surgimento de trincas


superficial ou subsuperficial e propagação de trincas secundárias

Emissão de Debris

Rede de trincas

Destacamento das camadas externas


da superfície - pitting

Figura 4: fadiga superficial e pitting

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As linhas de fratura se desenvolvem preferencialmente ao longo das


heterogeneidades do material ou nas zonas de menor resistência. Uma
vez que as trincas acumuladas criam uma “rede” que isola fragmentos
da superfície, o cisalhamento decorrente dos movimentos cíclicos
levará ao destacamento destes fragmentos isolados, formando
cavidades na superfície do material (pitting). A figura 5 abaixo mostra
quando o fenômeno de fadiga superficial se inicia superficialmente,
e a figura 6 subsuperficialmente. A figura 7 mostra uma engrenagem
com superfície danificada por pitting.

Figuras 5 e 6: fadiga superficial iniciada superficialmente (5)


e subsuperficialmente (6)
Figura 7: pitting em dentes de engrenagem

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ABRASÃO
O desgaste por abrasão pode surgir em 2 diferentes mecanismos:
abrasão de 2 corpos e abrasão de 3 corpos.

No primeiro caso, a abrasão se dá pela ação de falhas e asperezas


da superfície mais dura agindo contra a superfície mais macia. No
segundo caso, o efeito é causado pela presença de um terceiro corpo
entre as superfícies em movimento que, geralmente, é uma partícula
dura que pode estar livre ou incrustada em uma das superfícies.
A figura 8 abaixo exemplifica ambos os casos.

Figura 8: abrasão de 2 corpos e abrasão de 3 corpos

Ainda, é possível que o terceiro corpo seja composto por fragmentos


(debris) gerados num processo de abrasão de 2 corpos. Neste caso,
o sistema que se inicia como um processo de abrasão de 2 corpos,
evolui para um sistema de abrasão de 3 corpos.

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Conforme as características do sistema (ambiente, natureza dos


materiais, características das superfícies, etc.), dois modos de falha
podem ser observados:

Deformação plástica do material pela ação do abrasivo:


Trata-se de uma abrasão por deformação (Figura 9).

Arrancamento de material por “usinagem” da superfície:


Trata-se de uma abrasão por remoção (Figura 10).

Em ambos os casos, as ranhuras de abrasão por vezes são isoladas,


de comprimentos variáveis e podem se interromper bruscamente. Na
abrasão por remoção, as ranhuras podem ser ininterruptas e riscar
de maneira generalizada a superfície do material. Um exemplo deste
último caso está apresentado na figura 11.

9 10

11

Figuras 9 e 10:
abrasão por deformação (9) e abrasão por remoção (10)
Figura 11: superfície completamente riscada por processo abrasivo

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EROSÃO
O fenômeno da erosão é bastante semelhante ao da abrasão de
3 corpos, ou seja, defeitos e falhas na superfície causados pelo
contato de um terceiro corpo em movimento relativo à superfície
atacada. A principal diferença é que a erosão ocorre quando o
material abrasivo é transportado por um fluído. A natureza e a
severidade do fenômeno dependem de diversos fatores, como
tamanho das partículas, formato, dureza, entre outros.
Um fator bastante importante em fenômenos de erosão é o ângulo
de incidência das partículas em relação à superfície atacada,
podendo favorecer o efeito de riscamento da superfície (erosão
dúctil) no caso de ângulos de incidência menores, ou o impacto
das partículas contra a superfície (erosão frágil) em ângulos
maiores. No primeiro caso, a dureza da superfície atacada é o fator
determinante para a resistência do sistema. No segundo caso, é
preferível um material de alta tenacidade para suportar o impacto
das partículas erosivas. A figura 12 exemplifica estas situações. A
figura 13 mostra um pistão de bomba danificado por erosão. Neste
exemplo, a bomba operava movimentando um fluído carregado
com alumina.
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Figura 12: mecanismos de erosão dúctil e erosão frágil.

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Figura 13: erosão em pistão de bomba

CAVITAÇÃO
O desgaste por cavitação se caracteriza pelo seu efeito destrutivo,
causando remoção de material da superfície afetada, resultando
na formação de cavidades e furos.

O fenômeno surge quando há peças em contato com fluídos e


em movimento relativo. Conforme as características do sistema
(temperatura, pressão, viscosidade do fluído, superfície dos materiais
envolvidos, velocidade, entre outros), o movimento relativo pode
criar zonas de baixa pressão, levando à evaporação do fluído e
consequente surgimento de bolhas que, logo em seguida, implodem
na superfície do material, levando ao acúmulo de tensões superficiais
(por conta da implosão). Estas tensões, por sua vez, se acumulam até
o ponto em que começam a causar a erosão da superfície, podendo
levar à falha catastrófica do material. A seguir, a figura 14 mostra um
componente danificado por cavitação.

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Figura 14: cavitação em camisa de pistão

FRETTING (DESGASTE/CORROSÃO/FADIGA
POR FRETTING)
O fenômeno de fretting é típico de sistemas que operam com
movimentos relativos de alta frequência e baixa amplitude.

Até mesmo a deformação elástica de alguns componentes do sistema


pode ser suficiente para causar um desgaste deste tipo. Um bom
exemplo é a corrosão que surge entre as lâminas de um feixe de
molas, que é causada pelo movimento relativo entre as superfícies
das lâminas em contato, consequência de sua deformação elástica em
funcionamento. O desgaste por fretting é particularmente importante
para estruturas e equipamentos que lidam com vibrações, sendo um
tema especialmente importante na indústria de aeronaves.

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O efeito de fretting pode trazer diferentes consequências,


dependendo dos materiais, condições do sistema e meio de
operação:

• Desgaste por fretting: quando as superfícies em contato levam à


geração de fragmentos/debris (podendo ser por desgaste abrasivo
ou adesivo) que, na ausência de uma via de escape, permanecem
no sistema causando um desgaste abrasivo.

• Corrosão por fretting / corrosão de contato: neste caso, os debris


formados sofrem transformações mecânicas e físico-químicas por
conta das condições de funcionamento do sistema, tornando-se
partículas de óxidos (geralmente muito mais duras que o material
original) que vão levar ao desgaste acelerado e oxidação das
superfícies.

• Fadiga por fretting: os esforços causados na superfície por conta


do fenômeno de fretting podem induzir o surgimento de trincas
que, com a repetição cíclica dos movimentos do sistema, vão
se propagando em diferentes direções no material, levando ao
surgimento de pontos de pitting nos componentes.

Ainda, o fenômeno de fretting pode ser usado de forma benéfica ao


sistema quando, por exemplo, as superfícies dos componentes são
tratadas de forma a gerar debris com características especiais, que
podem atuar como lubrificantes sólidos no sistema.

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Figura 15: corrosão por fretting em cubo de acoplamento

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DESGASTE POR EXCESSO DE TENSÃO


O desgaste por excesso de tensão ocorre quando as cargas
aplicadas na superfície superam a capacidade do material de
suportá-las, levando a falhas que, normalmente, são facilmente
identificáveis. Não raramente, este tipo de desgaste leva a falhas
catastróficas, diminuindo consideravelmente a eficiência, ou
interrompendo por completo o funcionamento do sistema.

Este tipo de desgaste pode ocorrer de forma súbita, influenciado por


alteração em alguma variável do sistema (por exemplo interrupção de
sistemas de lubrificação ou refrigeração), ou pode ser consequência
de um efeito cumulativo ao longo do tempo de operação dos
componentes.

Basicamente, existem dois tipos de desgaste por excesso de tensão,


veja abaixo:

• Deformação plástica e fluência: causa mudanças geométricas


e dimensionais nos materiais (geralmente sem perda de massa).
Ocorre normalmente quando a pressão de contato média no
sistema é elevada ou quando há uma pressão excessivamente alta
localizada em algum ponto específico do sistema. Em ambos os
casos, o excesso de pressão supera o limite elástico do material,
e pode ser consequência de um aumento do coeficiente de atrito
ou da temperatura do sistema. Ainda, uma deformação plástica na
superfície do material pode causar sua fragilização (encruamento),
reduzindo a resistência à fadiga do componente.

• Fratura e perda de material: se caracteriza pelo surgimento de


trincas, emissão de fragmentos/debris e descascamento da superfície.
Neste caso, as tensões aplicadas na superfície são excessivamente
elevadas em comparação à resistência mecânica do material.

As figuras 16 e 17 apresentam dois exemplos relativamente comuns


de sistemas que falharam por excesso de tensão.

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16 17

Figuras 16 e 17: mancal de polímero com deformação plástica por


excesso de tensão (16) e pista de rolagem em aço revestido com cromo
duro com trincas e descascamento da camada de cromo (17)

TRIBOCORROSÃO (OU DESGASTE TRIBOQUÍMICO)


A tribocorrosão é um fenômeno que ocorre quando as superfícies
que sofrem atrito se encontram em um ambiente quimicamente
reativo, que favoreça a corrosão ou oxidação.

As tensões no ponto de contato (tensões mecânicas, erosão, etc.)


promovem o desgaste da superfície removendo o filme reativo
que a cobria originalmente, de maneira contínua ou intermitente.
A partir deste ponto, o fenômeno é governado pela competição
entre a formação de novo filme reativo e a reexposição do material-
base com a remoção do filme pelo desgaste. Este fenômeno pode
trazer consequências negativas para o sistema, como a remoção de
material da superfície (degradação da condição superficial, produção
de fragmentos/debris que aceleram o desgaste) ou aceleração
da degradação por corrosão (principalmente caso o filme reativo
removido tenha uma função de passivação).

A figura 18 apresenta um exemplo típico de desgaste por tribocorrosão,


onde uma válvula de motor sofre oxidação por ação dos gases da
combustão e, consequentemente, é desgastada pelos fragmentos/debris
duros formados a partir dos óxidos.

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Figura 18: tribocorrosão em uma válvula de motor

CORROSÃO
É conhecido como corrosão o fenômeno de destruição de um metal
pela ação química ou eletroquímica. Podendo ser provocada por uma
vasta gama de diferentes causas, as principais formas de corrosão
podem ser classificadas como:

• Corrosão uniforme: se caracteriza por um ataque por toda a


superfície do metal. Exemplos de corrosão uniforme são a ferrugem de
um aço de construção imerso em água ou a oxidação de aços expostos
a altas temperaturas.

• Corrosão por pite: se manifesta através de pontos muito finos e


dispersos pela superfície atacada, se desenvolvendo principalmente
em profundidade (em direção ao núcleo do material) em detrimento
a se espalhar lateralmente pela superfície. Um exemplo típico de
corrosão por pite é o de aços inoxidáveis expostos à maresia ou água
do mar.

• Corrosão intergranular: localizada como na corrosão por pite,


consiste em um ataque seletivo dos contornos de grão da estrutura
do metal. O material atacado assume uma aparência opaca, perde sua
sonoridade metálica e se torna frágil.

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Soluções exclusivas da HEF Durferrit para os 9 principais problemas de engenharia de superfície

• Corrosão sob tensão: ocorre em peças sujeitas a tensões


mecânicas e expostas a um meio corrosivo, o que gera trincas de
propagação lenta. Esse tipo de corrosão ocorre mais frequentemente
em aços inoxidáveis bem como em latões e ligas leves.

• Corrosão por aeração diferencial: ocorre quando uma região


do metal é exposta a diferentes concentrações de oxigênio ou de
gases dissolvidos, o que provoca uma diferença de potencial entre as
partes diferentemente aeradas, causando a corrosão do metal. Esse
tipo de corrosão é comumente observado em estruturas metálicas
com partes subaquáticas e superfícies com fendas.

Os fatores que interferem nos fenômenos de corrosão podem ser


divididos em quatro grupos:

• Fatores químicos: concentração do reagente, teor de oxigênio, pH,


temperatura, etc.

• Fatores eletroquímicos: diferenças de potencial entre os materiais


e o ambiente, a combinação de materiais, etc.

• Fatores metalúrgicos ou estruturais: composição do metal ou da


liga, procedimentos de elaboração, impurezas, tratamentos térmicos,
encruamento, etc.

• Fatores mecânicos: tensões residuais, solicitações mecânicas,


condições de superfície, etc.

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E como superar
estes problemas?
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ADESÃO / ENGRIPAMENTO
• Escolha de materiais com baixa afinidade química;
• Aplicação de tratamentos superficiais por deposição, difusão
ou transformação;
• Projeto adequado da topografia, rugosidade, folgas e alinhamento
das superfícies;
• Emprego de materiais com características auto lubrificantes;
• Aplicação de revestimentos à base de lubrificantes sólidos;
• Utilização de superfícies porosas impregnadas com lubrificantes;
• Melhoria da lubrificação e dissipação energética do sistema.

FADIGA SUPERFICIAL / PITTING


• Diminuição das pressões de contato;
• Escolha de materiais com boas propriedades mecânicas;
• Projeto adequado da topografia, rugosidade, folgas e alinhamento das
superfícies;
• Aplicação de tratamentos superficiais para preservação da rugosidade
e redução do coeficiente de atrito do sistema;
• Melhoria do projeto de distribuição da lubrificação do sistema;
• Utilização de tratamentos de superfície que retenham lubrificantes;
• Aplicação de tratamentos de superfície que gerem tensões residuais
de compressão ao longo de toda a região subsuperficial de maior
concentração de tensões;
• Seleção de tratamentos termoquímicos que evitem a descarbonetação
e promovam baixo nível de corrosão intergranular;
• Escolha de materiais com estruturas refinadas, regulares, homogêneas
e sem falhas.

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ABRASÃO
• Evitar a entrada do material abrasivo no sistema;
• Previsão de ranhuras/cavidades para captura de fragmentos e sua
eliminação da região de contato;
• Projeto adequado da topografia, rugosidade, folgas e alinhamento
das superfícies;
• Escolha de materiais duros ou superfícies endurecidas;
• Aplicação de tratamentos térmicos e/ou termoquímicos que
aumentem significativamente a dureza das superfícies;
• Seleção de materiais deformáveis e/ou elásticos, dependendo do caso.

EROSÃO
• Evitar a entrada do material erosivo no sistema;
• Utilização de tratamentos térmicos e/ou termoquímicos para
aumentar a dureza da superfície atacada;
• Escolha de materiais com dureza elevada, dependendo do caso;
• Modificar a velocidade e/ou ângulo de ataque das partículas erosivas;
• Seleção de materiais deformáveis e/ou elásticos, dependendo do caso.

CAVITAÇÃO
• Evitar a presença de impurezas em estado sólido nos lubrificantes;
• Evitar os gradientes bruscos de pressão e/ou temperatura;
• Evitar turbulências no líquido/lubrificante;
• Empregar tratamento para aumentar a dureza da superfície atacada;
• Aplicação de revestimentos de camadas elásticas.

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FRETTING (DESGASTE/CORROSÃO/FADIGA POR


FRETTING)
• Eliminação de vibrações e de movimentos relativos em microescala;
• Emprego de tratamentos superficiais que introduzam tensões de
compressão na superfície;
• Seleção de tratamentos superficiais com características de lubricidade;
• Escolha de tratamentos superficiais adequados para evitar
a oxidação de fragmentos/debris;
• Topografia projetada para enclausuramento ou remoção de
fragmentos/debris.

DESGASTE POR EXCESSO DE TENSÃO


• Escolha de materiais com propriedades mecânicas adequadas
à solicitação;
• Redução da pressão de contato;
• Projeto adequado das folgas e alinhamento das superfícies;
• Tratamentos que favoreçam a acomodação das superfícies;
• Tratamentos de superfície para reduzir o coeficiente de atrito;
• Melhoria da lubrificação e dissipação energética do sistema.

TRIBOCORROSÃO (OU DESGASTE TRIBOQUÍMICO)


• Escolha de revestimento ou tratamento superficial resistente
ao ambiente químico;
• Utilização de revestimentos tribológicos para proteção contra
desgaste e redução de atrito;
• Melhoria da lubrificação e dissipação energética do sistema;
• Em caso de contato lubrificado, seleção adequada do lubrificante;
• Projeto adequado da topografia, rugosidade, folgas e alinhamento
das superfícies.

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CORROSÃO
• Escolha correta de materiais (para altas temperaturas, ambientes
quimicamente agressivos, etc.);
• Seleção adequada de tratamentos de superfície;
• Utilização de revestimentos com propriedades anticorrosivas;
• Escolha adequada do processo de tratamento térmico a ser realizado.

O Grupo HEF é referência mundial em tecnologias de Engenharia de


Superfície e Tribologia, com foco em soluções para redução de atrito,
aumento de resistência ao desgaste, fadiga e corrosão, entre outras.

Com sede na França, onde também fica seu principal centro de pesquisa
e desenvolvimento, o grupo HEF está presente em 22 países com mais
de 70 unidades industriais.

Através de suas 3 divisões de negócios, o grupo HEF está apto a


oferecer soluções sob medida para cada necessidade:

O Instituto de P&D do grupo HEF (IREIS) localizado na França, integra


equipes de cientistas para participar de programas de pesquisas
nacionais e internacionais, a fim de estudar questões específicas e
desenvolver soluções tribológicas de interesse particular de seus
clientes, além de conceber e consolidar a aplicação de tecnologias
inovadoras a serem disponibilizadas ao mercado, através das
unidades de negócios do grupo HEF, em diversos segmentos de
interesse tecnológico e industrial. Na França, o IREIS conta com um
dos maiores laboratórios de tribologia do mundo, e disponibiliza seus
serviços e expertise a clientes das mais diversas áreas de negócios.

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Através da HEF Durferrit (divisão de negócios), os clientes têm acesso


a todas as tecnologias e serviços do grupo HEF. Com uma ampla
rede de engenheiros de desenvolvimento, a empresa está capacitada
a analisar cada demanda e a oferecer soluções sob medida para
superar os desafios da indústria moderna. Com sua larga experiência,
é capaz de atuar desde a fase inicial de análise técnica, estudo de
viabilidade comercial e de modelo de negócio, até a seleção das
melhores tecnologias, adequação de produto e processo, participação
na confecção de protótipos, realização de ensaios e caracterizações.
Também é responsável pela comercialização de equipamentos e
insumos para as empresas licenciadas a aplicarem as tecnologias do
grupo HEF.
A rede de serviços Techniques Surfaces (TS) possui unidades
espalhadas ao redor do mundo, capacitadas a oferecer as tecnologias
do grupo HEF a seus clientes, com o mesmo padrão global de qualidade,
onde quer que eles estejam.
As principais competências e tecnologias do grupo HEF são:

• Tribologia e superfícies funcionais

• Tratamentos termoquímicos, tais como a nitretação (CLIN®)


e a boretação (DURBORID®)

• Revestimentos tribológicos e de alta dureza aplicados por técnicas


de PVD/PACVD, tal como o DLC (CERTESS® CARBON)

• Revestimentos especiais por pinturas e vernizes (Tegliss®, SDA®,


Graphlub®)

• Projeto e fabricação de buchas e componentes de fricção (PEL®,


FAM®, MANGACHOC®, TESCO®, COD 11®, H-Liner®)

VEJA NOSSAS SOLUÇÕES

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No Brasil, o grupo HEF é composto por:

1 unidade de negócios HEF Durferrit.


Localizada em Diadema/SP, responsável pelo desenvolvimento
técnico e comercial e suporte aos clientes para a seleção e aplicação
das tecnologias do grupo HEF, além da fabricação e comercialização
de insumos.

3 unidades de serviços Techniques Surfaces (TS).


Uma delas localizadas em Diadema/SP, com foco em tratamentos
térmicos, termoquímicos, pinturas e revestimentos especiais,
uma unidade em Mogi Guaçu/SP, especializada em revestimentos
tribológicos e de alta dureza do tipo PVD/PACVD e uma unidade
em Casimiro de Abreu/RJ especializada em pinturas e revestimentos
especiais.

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Entre em contato conosco
e conheça mais sobre as
soluções e tecnologias do
grupo HEF.

hef-durferrit.com.br

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