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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DO NORTE DE MINAS GERAIS
CAMPUS MONTES CLAROS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO


TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES
CONCOMITANTE/SUBSEQUENTE

Fachada principal do Campus Montes Claros.

Eixo Tecnológico: Infraestrutura

MONTES CLAROS – MG 2017

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Presidente da República
MICHEL TEMER

Ministro da Educação
JOSÉ MENDONÇA BEZERRA FILHO

Secretário de Educação Profissional e Tecnológica


ELINE NEVES BRAGA NASCIMENTO

Reitor
JOSÉ RICARDO MARTINS DA SILVA

Pró-Reitor de Administração e Planejamento


EDMILSON TADEU CASSANI

Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional


ALISSON MAGALHÃES CASTRO

Pró-Reitora de Ensino
RICARDO MAGALHÃES DIAS CARDOSO

Pró-Reitor de Extensão
MARIA ARACI MAGALHÃES

Pró-Reitor de Pesquisa, Inovação Tecnológica e Pós-Graduação


ROGÉRIO MENDES MURTA

Diretor Geral -Campus Montes Claros


RENATO AFONSO COTA SILVA

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EQUIPE TÉCNICA DA PRÓ-REITORIA DE ENSINO

Pró-Reitor de Ensino
RICARDO MAGALHÃES DIAS CARDOSO

Diretoria de Ensino
WALLAS SIQUEIRA JARDIM

Diretor do Departamento de EnsinoSuperior


ROBERTO MARQUES SILVA

Coordenadora do Registro de Diplomas


VERANILDA LOPES MOURA FERNANDES

Coordenadora de Ingresso
CLAUDILENE CAMPOS FARIAS

Núcleo de Políticas de Educação Inclusiva


ALINE SILVÂNIA FERREIRA DOS SANTOS

Técnicos em Assuntos Educacionais


AILSE DE CÁSSIA QUADROS
JAQUELINE EVAGELISTA SALES
MARIA DAS GRAÇAS RODRIGUES MENDES
ROBERTA CARDOSO SILVA

Pedagogas
EDILENE APARECIDA SOARES DE OLIVEIRA DIAS
PAULA FRANCISCA DA SILVA
ANTÔNIA ANGÉLICA MENDES DO NASCIMENTO

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EQUIPE ORGANIZADORA DO CURSO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES


(PORTARIA Nº 21 –DIRETOR-GERAL/2017 de 10 de Fevereiro de 2017)

Profa. Ma. Cabriella Novello de Andrade – Presidente

Prof. Geraldo Viégas Vargas – Membro

Pedagoga Maria das Dores de Freitas Soares – Membro

Engº Civil Warley Barroso Silva – Membro

Téc. em Assuntos Educ. Cleis Rebouças de Almeida Cruz - Membro

Prof. Filipe de Nassau e Braga – Membro

Prof. Sérgio Grégory – Membro

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Sumário

01. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .................................................................................................... 6


02. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ........................................................................................... 7
03. IDENTIFICAÇÃO DO CAMPUS .................................................................................................. 8
04. MISSÃO DO IFNMG ................................................................................................................... 9
05. HISTÓRICO INSTITUCIONAL .................................................................................................. 11
06. JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO ......................................................................... 13
07. OBJETIVOS.............................................................................................................................. 17
7.1 Objetivo Geral ....................................................................................................................... 17
7.2 Objetivos Específicos ............................................................................................................ 18
08. PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO......................................................... 18
09. REQUISITOS E FORMA DE ACESSO ..................................................................................... 20
11. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................................... 22
11.1. Fluxograma Do Curso ........................................................................................................ 24
11.2. Estrutura Curricular ............................................................................................................ 25
11.3. Resumo Da Carga Horária ................................................................................................. 26
11.4. Oferta de Carga Horária na Modalidade de Ensino a Distância ou Semipresencial ............ 27
11.5. Planos Dos Componentes Curriculares .............................................................................. 28
12. METODOLOGIA ....................................................................................................................... 56
13. ENFOQUE PEDAGÓGICO DO CURRÍCULO........................................................................... 57
14. PRÁTICA PROFISSIONAL ....................................................................................................... 58
14.1 Prática Profissional .............................................................................................................. 58
14.2 Estágio Curricular Supervisionado....................................................................................... 59
15. DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL................................................................................................... 65
16. DA EDUCAÇÃO PARA PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E DESASTRE ................... 66
17. DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS, CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS
ANTERIORES. ............................................................................................................................... 68
18. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS DO CURSO 68
19. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................................................................................ 76
20. DOS CERTIFICADOS .............................................................................................................. 79
21. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO ................................................. 81
21.1 Da coordenação do Curso ................................................................................................... 81

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21.2 Docentes ............................................................................................................................. 83


22. AVALIAÇÃO DO PLANO DO CURSO ...................................................................................... 85
24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................................... 85

01. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

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QUADRO 1 – IDENTIFICAÇÃO DO CURSO


Nome do Curso: Técnico em Edificações
Nível Educação Profissional Técnica de Nível Médio
Coordenação M.ª Cabriella Novello de Andrade
E-mail: cabriella.novello@ifnmg.edu.br
Telefone: (38) 2103 4141
Eixo Tecnológico Infraestrutura
Modalidade Presencial
Forma de Oferta Concomitante/Subsequente ao Ensino Médio
Período de Implantação 2018/1
Turno de Oferta Noturno
Número de Vagas Oferecidas 40
Periodicidade da Oferta de Vagas Semestral
Duração do Curso 4 semestres
Duração da hora aula 50 minutos
Duração do semestre 19 semanas
Prazo para Integralização Mínimo de 4 semestres;
máximo de 8 semestres.
Etapas Intermediárias com Terminalidade Sim
Habilitação Técnico em Edificações
Carga Horária Total 1.496 horas e 40 minutos
Autorização para Funcionamento em andamento
Requisitos de acesso ao Curso Primeiro ano do Ensino Médio Completo e
Aprovação por Processo Seletivo.
Local de Oferta IFNMG -Campus Montes Claros - Rua Dois, 300
- Village do Lago - Montes Claros/MG.

02. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

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NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais.

SIGLA: IFNMG

CNPJ:

NATUREZA JURÍDICA: Autarquia Federal

VINCULAÇÃO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação


(SETEC)

ENDEREÇO: Rua Coronel Luiz Pires, 202 - Centro, Montes Claros/MG - CEP

CEP: 39400-106

TELEFONE: Reitoria (38)3201-3050

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET:http://www.ifnmg.edu.br

ENDEREÇO ELETRÔNICO: ifnmg@ifnmg.edu.br

NORMA DE CRIAÇÃO: Lei nº 11.892, 29/dezembro/2008

03. IDENTIFICAÇÃO DO CAMPUS

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NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais.

Campus: Montes Claros

SIGLA: IFNMG - Montes Claros

CNPJ: 10.727.655/0004-62

Endereço: Rua Dois, nº 300, Village do Lago I - Montes Claros/MG

CEP: 39404-058

TELEFONE: (38) 2103-4141

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET: http://www.ifnmg.edu.br

ENDEREÇO ELETRÔNICO: comunicacao.montesclaros@ifnmg.edu.br

AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO: Portaria nº 1.366 em 06 de dezembro de 2010.

04. MISSÃO DO IFNMG


Produzir, disseminar e aplicar o conhecimento tecnológico e acadêmico, para a formação
cidadã, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, contribuindo para o progresso
socioeconômico local, regional e nacional, na perspectiva do desenvolvimento sustentável e da
integração com as demandas da sociedade e do setor produtivo.

3.1 Princípios e Concepções


A Educação Profissional de Nível Médio impõe-se com uma das reais possibilidades de
democratização do acesso ao conhecimento científico e tecnológico. Esse conhecimento deve ser
consistente, construído e socializado, almejando-se a elevação, pelo sujeito, da sua criticidade e
emancipação. Desse modo, busca-se promover a compreensão das implicações e consequências
do uso da ciência e da tecnologia, possibilitando formas sociais, culturais e de trabalho mais
solidárias e o desenvolvimento tecnológico, orientado pela sustentabilidade do planeta.

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Nesse sentido, a educação profissional não pode furtar-se a cumprir com seu inerente papel
sócio-cultural, político e educativo de contribuir com a construção da cidadania e com a formação
humana integral, convergindo para a inclusão do trabalhador cidadão e para a construção de
projetos alternativos de sociedade.
Tecnologia, ciência, cultura, trabalho e inovação são categorias indissociáveis da formação
humana, integrando diferentes saberes oriundos da diversidade produzida, em todos os níveis.
Nesta perspectiva, a educação profissional tem como desafio superar a lógica educacional
instrumental, justificada pelo atendimento às demandas, exclusivamente, economicistas. Tal lógica
tem invadido os espaços escolares, distorcendo e diluindo os princípios e fins da educação, ao
comprometer-se com o ensino e aprendizagem centrados no “adestramento” de técnicas exigidas
pelo mercado.
Embora não se possam ignorar as exigências dos setores produtivos e as necessidades de
inserção dos sujeitos a estes, como meio de sustento e vida - e, consequentemente, como uma
das condições para a emancipação - é fundamental destacar que a preparação para o trabalho, em
suas várias dimensões, ultrapassa os limites do utilitarismo, pois pressupõe o domínio teórico-
prático sobre o “modo como o saber se articula com o processo produtivo” (Políticas Públicas para
Educação Profissional e Tecnológica, Setec, 2004, p.8). Desse modo, requer a formação do
trabalhador para as atividades intelectuais e instrumentais.
Assim posto, é imprescindível que aspectos operacionais se integrem à gênese do
conhecimento e a sua apropriação histórico-social. O enfrentamento desse desafio está atrelado à
construção de uma proposta curricular para educação profissional que contemple formas
organizativas e metodológicas fundadas nos princípios da participação, da solidariedade, ao
estabelecer diálogos permanentes e aprofundados entre os sujeitos e entre estes e o
conhecimento.
Com base nessas concepções, a prática pedagógica concebida neste PPC persegue
superar a forma fragmentada de lidar com o conhecimento, busca incluir projetos e estudos
temáticos, facilitando as práticas interdisciplinares e contextualizadas em que teoria e prática,
ciência e tecnologia, sejam, de fato, inseparáveis. Em outros termos, o curso Técnico de
Edificações ora apresentado - que compreende tecnologias relacionadas à construção civil e
contempla ações de planejamento, operação, manutenção, proposição e gerenciamento de
soluções tecnológicas para infraestrutura - caracteriza-se por uma abordagem sistemática de
gestão de qualidade, de ética, de segurança, de viabilidade técnico-econômica e de
sustentabilidade.

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Nesse sentido, a organização curricular contempla estudos sobre ética, empreendedorismo,


normas técnicas e de segurança, redação de documentos técnicos, educação ambiental e
raciocínio lógico, formando técnicos que trabalhem em equipes com iniciativa, criatividade e
sociabilidade.
Pretende-se, portanto, que este curso seja um importante instrumento de construção das
competências básicas e habilidades necessárias para que o futuro técnico desta área possa
desenvolver e executar projetos de edificações conforme normas técnicas de segurança e de
acordo com legislação específica. Planejar a execução e elaborar orçamento de obras. Prestar
assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas na área de
edificações. Orientar e coordenar a execução de serviços de manutenção de equipamentos e de
instalações em edificações. Orientar na assistência técnica para compra, venda e utilização de
produtos e equipamentos especializados. Competências e habilidades que preparam e agregam
valor aos egressos do curso técnico em edificações tornando-o desejado para atuar em empresas
públicas e privadas de construção civil, escritórios de projetos e de construção civil e canteiros de
obras.

05. HISTÓRICO INSTITUCIONAL


Em 29 de dezembro de 2009, com a sanção da Lei Federal nº 11.892, que cria no Brasil
Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, através da junção de Escolas Técnicas
Federais, Cefets, Escolas Agrotécnicas e Escolas vinculadas a Universidades, o Instituto Federal
do Norte de Minas Gerais surge com a relevante missão de promover uma educação pública de
excelência por meio da junção indissociável entre ensino, pesquisa e extensão. Assim, agrega
pessoas, conhecimento e tecnologia, visando proporcionar a ampliação do desenvolvimento
técnico e tecnológico da região norte mineira.
O Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) é uma instituição de educação
superior, básica e profissional, pluricurricular, multicampi e descentralizada, especializada na oferta
de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na
conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com sua prática pedagógica. Sua área de
abrangência é constituída por 167 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Norte e Noroeste
de Minas, Vales do Jequitinhonha e do Mucuri), ocupando uma área total de 226.804,72 km². A
população total é de 2.844.039 habitantes, segundo o Censo Demográfico de 2010 (BRASIL, IBGE,
2010).
Nesse contexto, o IFNMG agrega onze campi:
Almenara(1), Araçuaí(2), Arinos(3), Diamantina(4),

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Janaúba(5), Januária(6), Montes Claros(7), Pirapora(8), Salinas(9), Porteirinha(10) e Teófilo


Otoni(11).

Figura: Campi do IFNMG – Mesorregião Norte, Noroeste de Minas e Jequitinhonha

O IFNMG é uma instituição com autonomia, nos limites de sua área de atuação territorial,
para criar e extinguir cursos, bem como para registrar diplomas dos cursos por elas oferecidos.
Exerce, ainda, o papel de instituição acreditadora e certificadora de competências profissionais,
além de ter inserção nas áreas de pesquisa e extensão.

4.1 Histórico do Campus e Caracterização


O IFNMG implantou o Campus Montes Claros, sob autorização do Ministério da Educação,
por meio da Portaria nº 1.366 em 06 de dezembro de 2010. A partir de então, iniciaram-se os
Cursos Técnicos Concomitantes/Subsequentes em Eletrotécnica, Segurança do Trabalho e
Informática, funcionando em imóveis de terceiros, conforme convênios firmados com duas
instituições montesclarense, sendo a primeira a Fundação Irmã Dulce de Montes Claros e a
segunda a Secretaria Municipal de Educação de Montes Claros.
Em março de 2012, às suas atividades passaram a ser desenvolvidas em sede própria,
localizada na Rua Dois, nº 300, bairro Village do Lago I, Montes Claros, MG, onde continuam a ser
ofertados os cursos: na Modalidade Subsequente Técnico em Eletrotécnica; Técnico em
Informática;Técnico em Segurança do Trabalho e iniciou-se a oferta de Cursos Técnicos na
Modalidade Integrado aoEnsino Médio em Informática e Química, além do curso Superior em
Engenharia Química. Neste mesmo ano, começaram a ser ofertados também cursos pactuados
com a Secretaria Estadual de Educação (Eletrotécnica) e com a Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Social (Formação Inicial e Continuada: Cuidador de Idosos, Promotor de Vendas

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e Operador de Computador), via PRONATEC e os cursos de Administração e Serviços públicos,


na modalidade de Educação a Distância, oferecidos em parceria com o Instituto Federal do Paraná.
Em 2014, inicia-se o Curso Superior em Ciências da Computação.
A oferta do curso técnico em edificações já era prevista no PDI do IFNMG, para o Campus
Montes Claros, conforme o documento Plano de Desenvolvimento Institucional - 2014 a 2018,
p.120. Nesse sentido, este Projeto Pedagógico de Curso pautou-se na legislação vigente, no Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI), no Projeto Político Pedagógico (PPP) do IFNMG, e nos
princípios democráticos, contando com a participação dos profissionais da área do curso e da
equipe pedagógica.
A equipe de docentes das áreas de arquitetura e engenharia, designada pela Portaria nº
225/2015, realizou, desde 2011, visitas técnicas a diversos laboratórios de edificações em
instituições educacionais mineiras e participou, ativamente, na elaboração do layout do projeto
arquitetônico dos laboratórios que seriam construídos para este curso. A comissão organizadora do
projeto e os membros do núcleo pedagógico deram início a construção desta Proposta Pedagógica
que contempla a realidade vivenciada pelo Campus quanto à adequação curricular, realidade
cultural e social e que pretende atender aos interesses e anseios da sociedade montes clarense
quanto à qualificação profissional promovendo, de forma articulada, o ensino, a pesquisa e a
extensão.
É preciso pensar, debater e articular, coletivamente, os desafios e as possibilidades,
incluindo um olhar crítico atento às mudanças e, prioritariamente, à realidade e à expectativa dos
educandos que se matriculam em nossos cursos. Assim, expomos neste documento a estrutura
que orientará a nossa prática pedagógica do Curso de Edificações, entendendo que o presente
documento está passível de ser ressignificado e aprimorado sempre que se fizer necessário.
Diante do exposto, neste projeto, buscando atender aos arranjos produtivos locais e ao
perfil institucional projetado para o Campus Montes Claros, no que concerne a oferta de cursos,
apresentamos as diretrizes que orientarão o Curso Técnico em Edificações, bem como a estrutura
física e recursos humanos necessários para o seu desenvolvimento.

06. JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO


O mercado de trabalho especialmente nos países desenvolvidos vem passando por
grandes transformações com a introdução de novas tecnologias. No segmento da construção civil
equipamentos mais modernos, processos automatizados colaboram para a atender às novas
exigências do mercado em termos de produtividade, qualidade e competitividade, reduzindo erros e
atrasos, desde da concepção do projeto ao canteiro de obras.

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O Ministério da Previdência Social considera obra de construção civil a construção, a


demolição, a reforma ou a ampliação de edificação, de instalação ou de qualquer outra benfeitoria
agregada ao solo ou ao subsolo. A habitação constitui o principal gasto familiar. No Brasil, chega a
37,15% do total, de acordo com a POF (Pesquisa sobre Orçamento Familiar) de 2002-2003,
realizada pelo IBGE -Instituto Brasileiro de Geografia e de Estatística (2005). Conforme a PNAD
(Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 1999, 74,4% dos domicílios brasileiros são
próprios. Em 2012, o setor de construção civil empregou cerca de 3,5 milhões de trabalhadores no
País, representando 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
O setor de construção civil atua como importante instrumento no desenvolvimento do país
no que diz respeito aos enfoques social e econômico, possibilita melhorias na qualidade de vida
dos cidadãos, pois possui grande capacidade de gerar empregos diretos e indiretos, absorvendo
uma grande quantidade de mão de obra nacional.
Entretanto, apresenta alguns problemas como alto desperdício, alta rotatividade de mão de
obra, alto índice de acidentes de trabalho, erros grosseiros por falta de qualificação dos
profissionais envolvidos, graças à falta de preparação e conhecimento específico e formação
técnica adequada para um melhor desempenho do setor (GOTO, 2009).
Nos últimos 30 anos, a cidade de Montes Claros vivenciou um intenso processo de
industrialização e diversificação de sua base produtiva, anteriormente, vocacionada à
agropecuária. Entre o censo de 1970 e de 2000, de acordo com o IBGE, houve um crescimento de
200% da população desse município, pois contou com um importante aparato de apoio institucional
à indústria (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais – BDMG e Instituto de Desenvolvimento
Integrado de Minas Gerais -INDI), alicerçado em instrumentos tributários, financeiros e creditícios -
de incentivos e estímulos ao setor produtivo.
Os números do setor industrial comprovam a vitalidade da economia de Montes Claros.
Segundo a conceituada consultoria Target Marketing, são 1.066 pequenas, médias e grandes
unidades industriais em atividade. Entre elas, quatro grandes fábricas do grupo têxtil Coteminas;
uma fábrica de produtos lácteos, pertencente ao Grupo Nestlé; a multinacional Elster; a Vallé
Nordeste produtos veterinários; a Novo Nordisk, farmacêutica dinamarquesa líder no mercado de
insulina, uma fábrica de calçados da Alpargatas, uma fábrica de tratores, pertencente ao grupo
Fiat; a Somai Nordeste alimentos; a Petrobras Biocombustível S/A – combustíveis; a Alpargatas
que produzirá 102 milhões de pares de sandálias Havaianas por ano,uma unidade da Lafarge,
grupo francês líder mundial em materiais de construção, com posições de destaque em todas as
suas atividades: Cimento, Concreto, Agregados e Drywall. No Brasil, possui unidades industriais

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nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Santa Catarina. A
fábrica de Montes Claros destina-se à produção do cimento Portland. Recentemente foi assinado
com a participação do Governo do Estado, protocolo para a instalação de uma unidade da Case
New Holandfábrica de tratores do Grupo Fiat .
A posição de Montes Claros como Pólo Socioeconômico Regional permite não só
quantificar a produção regional, mas também influir na sua orientação e expansão do processo de
desenvolvimento das Regiões Norte de Minas e parte do Vale do Jequitinhonha. A cidade de
Montes Claros, situada no Norte de Minas Gerais, possui cerca de 400 mil habitantes e é o
principal centro urbano dessa região. Apresenta características de uma metrópole regional, pois
seu raio de influência atinge todo o norte de Minas Gerais e o sul da Bahia. Suas várias atividades
industriais e um comércio movimentado abastecem cerca de 150 cidades situadas na sua região
de abrangência, caracterizando-se como o maior centro urbano da região Norte de minas Gerais.
Como consequência, na última década o crescimento de Montes Claros vem se
intensificando, expandindo-se territorialmente e se verticalizando de forma acelerada.
Nesse processo, um setor que tem participação ativa é o da indústria da construção civil.
Comunga a isso o relatório anual de 2007, apresentado pela Prefeitura Municipal de Montes
Claros, informando que foram retirados durante o ano de 2006,51896 Toneladas de entulhos,
outro indicador de intensa movimentação nesse setor.
Particularmente, no segmento de moradias particulares, graças ao acesso a crédito e
melhoria de renda da classe média, há um movimento crescente de ampliações e reformas, o que
tem valorizado sobremaneira o trabalho dos profissionais da construção civil de todos os níveis e
especialidades, criando um novo cenário de oportunidades e incentivo para aqueles que desejam
melhorar suas competências atuais e adquirir uma visão mais geral de todo o processo produtivo.
Segundo França (2012), verifica-se na cidade de Montes Claros grandes investimentos
direcionados ao setor imobiliário e a construção civil, no intuito de atender a demanda de habitação
das classes de alta, média e baixa renda, sendo que os recursos advindos desses setores para a
construção de condomínios fechados e conjuntos habitacionais ou habitacionais populares,
impulsionam a expansão urbana.
Segundo a mesma autora no ano de 2011 havia 291 lojas e depósitos de materiais de
construção em Montes Claros, 17 em Bocaiuva, 13 em Mirabela, 12 em São João da Ponte, e
Coração de Jesus, dados que podem confirmar a dependência dessas cidades vizinhas ao
comércio de Montes Claros, criando vagas no mercado de trabalho dessa cidade.

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O mercado da Construção civil em Montes Clarosemprega 7,01% da mão de obra local se


mantendo aquecido e estimulado a contratação de profissionais inclusive de outras regiões para
atender à demanda por mão-de-obra do setor. Segundo a Secretaria Municipal De
Desenvolvimento Econômico, Turismo, Ciência E Tecnologia, em 2009 a cidade possuía 617
estabelecimentos comerciais relacionados a construção civil, e empregava 4152 Trabalhadores
deste setor. Em 2011 o setor da construção civil ficou em quarto lugar em Montes Claros na
geração de emprego com4.972 trabalhadores.
Paralelo ao aquecimento do mercado, o crescimento da cidade abre espaço, ainda, para as
grandes e visionárias construtoras que atuam no âmbito nacional, no seguimento de habitações
para população de médio poder aquisitivo com produção em série e criam a demanda de um
grande número de trabalhadores.
Como reflexo a construção civil, nesta cidade, notadamente o ramo de edificações, ao longo
dos últimos anos, vem apresentando marcante desenvolvimento, seja no âmbito de materiais e
processos, seja no de automação ou de novos equipamentos, revelando uma modificação no
caráter da industrialização da construção e a necessidade em adotar novas formas de
racionalização, baseada na flexibilidade da produção e na participação dos trabalhadores no
controle do processo de trabalho, assim como, modificações na organização do trabalho e a
introdução de novas tecnologias.
No entanto, a difusão de novas tecnologias no setor de construção civil, especialmente no
ramo de edificações, defronta-se com importantes barreiras, destacando-se a baixa produtividade
do setor, estimada em apenas um terço da observada em países desenvolvidos; a ocorrência de
graves problemas de qualidade dos produtos intermediários e no final da cadeia produtiva; a falta
de capacitação técnica dos agentes da cadeia produtiva para gerenciar a produção com base em
conceitos e ferramentas que incorporem as novas exigências de qualidade, competitividade e
custos. Esse progresso técnico conduz à procura de métodos, equipamentos, materiais e
procedimentos que favorecem a racionalização do método construtivo. Por conseguinte, a
necessidade de formação técnica desse profissional tão importante no processo produtivo.
No geral, os trabalhadores envolvidos nos novos processos continuam utilizando parte de
seus conhecimentos e habilidades convencionais, mas novos conhecimentos e novas habilidades
são requeridos. Assim, faz-se necessária uma adaptação do trabalhador às máquinas, aos
equipamentos e às técnicas construtivas introduzidas. Tornam-se indispensáveis profissionais
formados na área tecnológica deste segmento, com vistas a desenvolver constantes mudanças
para as organizações que pretendem prosperar.

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Neste sentido, a cidade destaca-se, também, por uma forte presença de universidades
públicas e diversas faculdades privadas que oferecem cursos em diversas áreas do conhecimento,
o que transformou o município, nos últimos anos, em um importante polo universitário que atrai
estudantes de várias partes do país.
O IFNMG por meio de Audiência Pública, realizada no dia 15 de junho de 2009, no auditório
do Colégio Marista, em Montes Claros/MG, e auxiliado pelos diversos setores da sociedade civil
organizada e população local, e também com base nas características socioeconômicas e perfil
industrial da região, identificou o segmento da construção civil como uma das áreas de atuação
profissional na qual tal demanda é mais evidente.
Dessa forma, foi verificada a necessidade de cursos superiores e cursos para a formação
técnica de nível médio voltados para o atendimento aos setores secundário e terciário da indústria.
Assim, o Projeto Político Pedagógico - PPP do Campus Montes Claros e o Plano de
Desenvolvimento Institucional - PDI do IFNMG referentes aos períodos de 2014 a 2018 já constam
a implantação do Curso Técnico em Edificações, na modalidade Concomitante/Subsequente, como
uma necessidade para atender aos anseios de toda uma comunidade e para o desenvolvimento
dessa microrregião. Vale ressaltar que o Conselho Gestor do Campus aprovou por unanimidade a
implantação deste curso em consonância com o PPP e o PDI do IFNMG.
A formação do técnico em Edificações deve considerar o atual cenário de mudanças,
tornando o egresso apto a atuar nas atividades relativas às suas atribuições, contribuindo para a
profissionalização do setor e o desenvolvimento de trabalho dentro dos padrões técnicos e de
exigência, necessários ao mercado consumidor.
Este Plano de Curso vem atender as necessidades da atividade produtiva da Construção
Civil que apresenta uma demanda de mercado local, com indicadores favoráveis à formação do
técnico em edificações, apontando para um bom índice de empregabilidade e consequentemente,
para necessidade de investimentos na qualificação profissional, justificando o curso Técnico em
Edificações.

07. OBJETIVOS

7.1 Objetivo Geral


Criar condições para uma aprendizagem fundamentada pela prática, por meio de
metodologias que contextualizam e exercitam o aprendizado, com vistas à autonomia do educando
e à sua atuação profissional, formando profissionais que dominem os conhecimentos técnicos e
científicos em seu campo de atuação, tenham capacidade de resolver seus problemas cotidianos

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de cunho profissional, sejam habituados a pesquisas e possuam valores de responsabilidade


social, justiça e ética profissional.

7.2 Objetivos Específicos


● Oferecer conhecimentos técnicos e científicos da área da construção civil;
● Desenvolver competências e habilidades para a atuação nas fases de projeto e
desenho, construção e acabamento de estruturas, instalações elétricas, instalações
hidrossanitárias e especiais, patologias e tratamento de estruturas;
● Capacitar em habilidades empresariais, com conhecimentos de administração e
planejamento;
● Desenvolver uma postura ética no âmbito profissional, visando o bom
relacionamento dentro das organizações empresariais, bem como as capacidades de gestão do
próprio empreendimento;
● Incentivar a construção de alternativas e soluções para problemas ambientais das
atividades cotidianas da construção civil, visando a sustentabilidade socioambiental como forma de
elevação da qualidade de vida.

08. PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO


Este projeto pedagógico, realizado com a colaboração dos professores, pedagoga etécnicos
educacionais do Norte de Minas Gerais campus Montes Claros, visa estabelecer uma estrutura
organizacional do Curso de Técnico em Edificações, de acordo com as diretrizes curriculares para
os cursos técnicos. A expectativa do curso é contribuir com a sociedade montesclaresnce em seu
desafio de promover educação básica técnica de qualidade para seus cidadãos. Desta forma, este
PPC foi constituído como um arcabouço de componentes curriculares pertinentes ao aprendizado
do Técnico em Edificações, composto pelo conjunto dos conhecimentos objetivos, em diferentes
eixos temáticos e capazes de promover a capacitação do indivíduo para a prática do projeto e da
construção civil, articulando conhecimentos teóricos à prática profissional, permitindo uma
formação ampla e integral, dotando o egresso de habilidades e aptidões que viabilizem sua
inserção no mundo do trabalho, de forma consistente e criativa.
O Egresso do curso Técnico em Edificações, no exercício pleno de suas atribuições deverá
desenvolver e executar projetos de edificações conforme normas técnicas de segurança e de
acordo com legislação específica, planejar a execução e elaborar orçamento de obras, prestar
assistência técnica no estudo e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas na área de
edificações; orientar e coordenar a execução de serviços de manutenção e de instalações em

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edificações; orientar na assistência técnica para compra venda e utilização de produtos e


equipamentos especializados da construção civil.
Os Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico (2000, p.
14), da “Área Profissional: Construção Civil” apresentam um desdobramento de competências do
técnico em edificações, que o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos consolidou e simplificou:
 Aplicar normas, métodos, técnicas e procedimentos estabelecidos, visando à
qualidade e produtividade dos processos construtivos e de segurança dos trabalhadores,
 Analisar interfaces das plantas e especificações de um projeto, integrando-as de
forma sistêmica, detectando inconsistências, superposições e incompatibilidades de execução.
 Propor alternativas de uso de materiais, de técnicas e de fluxos de circulação de
materiais, pessoas e equipamentos, tanto em escritórios quanto em canteiros de obras, em busca
da melhoria contínua dos processos de construção.
 Elaborar projetos arquitetônicos, instalações hidráulicas e elétricas, com respectivos
detalhamentos, cálculos e desenho para edificações, nos termos e limites regulamentares.
Supervisionar a execução de projetos, coordenando equipes de trabalho.
 Elaborar cronogramas e orçamentos, orientando, acompanhando e controlando as
etapas da construção.
 Controlar a qualidade dos materiais de acordo com as normas técnicas.
 Coordenar o manuseio, o preparo e o armazenamento dos materiais e
equipamentos.
 Preparar processos para aprovação de projetos de edificações em órgãos públicos.
Executar e auxiliar trabalhos de levantamentos topográficos, locações e demarcações de terrenos.
 Acompanhar a execução de sondagens e realizar suas medições.
 Realizar ensaios tecnológicos de laboratório e de campo. Elaborar representação
gráfica de projetos.
De acordo com o Decreto nº 90.922/1985 da Presidência da Republica, são atribuições dos
técnicos de 2º grau das áreas de Arquitetura e de Engenharia Civil, na modalidade Edificações,
para efeito do exercício profissional e de sua fiscalização, respeitados os limites de sua formação:
Art. 4º. § 1º- [...] projetar e dirigir edificações de até 80m² de área construída, que
não constituam conjuntos residenciais, bem como realizar reformas, desde que não
impliquem em estruturas de concreto armado ou metálica, e exercer a atividade de
desenhista de sua especialidade.

É na Prática de Ensino que os educandos têm efetivamente oportunidade de vivenciar sua


futura profissão, desta maneira, para atender ao perfil profissional aqui delineado, este PPC

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fundamenta-se na articulação dos conhecimentos, na promoção de atividades práticas ao longo do


curso, na diversificação dos cenários de prática, no trabalho em equipe multiprofissional e na
adoção de novas abordagens pedagógicas, de forma a criar oportunidades para o exercício de
práticas profissionais desde o início do curso, contribuindo de modo mais efetivo para formação de
profissionais competentes e capazes de lidar com os problemas diários desta profissão.
Almeja-se com este PPC que fique evidenciado o desejo de proporcionar aos alunos uma
formação prática, realista, cidadã e solidária com as necessidades do meio, de preparar
profissionais pensantes, críticos, competentes, éticos, reflexivos e criativos realizando a sua
essência, por meio do ensino, extensão e pesquisa.
O Educando, ao se formar em Técnico em Edificações está apto a atuar em empresas do
ramo de construção civil e/ou indústrias ligadas ao setor, em escritórios ou como prestador de
serviços, nas áreas de orçamento, gerenciamento e controle, calculando custos e especificando
materiais; no controle de materiais e equipamentos; no desenvolvimento e coordenação de projetos
arquitetônicos, complementares e executivos; no acompanhamento e fiscalização de obras.

09. REQUISITOS E FORMA DE ACESSO


O Acesso ao curso será por meio de Processo Seletivo, de responsabilidade do Instituto
Federal do Norte de Minas Gerais, e processos seletivos para vagas remanescentes, por meio de
edital específico. Outras formas de acesso previstas são: reopção de curso, transferência interna e
externa, ex-officio, ou outras formas definidas pelo IFNMG por meio de edital específico.
Para matricular-se no curso Técnico em Edificações, o candidato deverá ter concluído ao
menos a primeira série do ensino médio ou estar cursando o 2º ou 3º ano do ensino médio, e ter
sido aprovado em processo seletivo institucional. A instituição não exigirá do candidato
competências ou conhecimentos específicos próprios da área técnica para o acesso e a matrícula
do curso.
Serão ofertadas 40 vagas semestralmente para curso de Técnico em Edificações no turno
noturno. Com possibilidade de abertura de novas turmas de acordo com a demanda do mercado
de trabalho e a força de trabalho da área.
É possível cursar os módulos de maneira independente, para isto, além do requisito
anterior, o candidato deverá apresentar documentação exigida e definida para cada módulo
específico.

10. LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

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Dentre os documentos mais importantes e recorrentes para a orientação da prática


educacional, constam os que seguem.
• Catálogo Nacional de Cursos Técnicos MEC/SETEC/2008;
• Constituição da República Federativa do Brasil;
• Decreto n.º 5.154/04: regulamenta o parágrafo 2.º do artigo 36 e os artigos 39 a 41 da Lei
9.394/96;
• Lei Federal n.º 9.394/96 de 20/12/96: estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional;
• Lei n.º 11.788/08: dispõe sobre o estágio curricular supervisionado;
• Lei n.º 11.892/08: criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia;
• Parecer CNE/CEB n.º 17/1997: estabelece as diretrizes operacionais para a educação
profissional em nível nacional;
• Parecer CNE/CBE n.º 39/2004: dispõe sobre a aplicação do Decreto n.º 5.154/2004 na
Educação Profissional Técnica de nível médio e no Ensino Médio;
• Parecer CNE/CEB n.º 11/2008: discorre sobre a proposta de instituição do Catálogo
Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio;
• Parecer do CNE/CEB n.º 11/2012, que trata das Diretrizes Curriculares para a Educação
Profissional Técnica de Nível Médio;
• Políticas Públicas para a Educação Profissional e Tecnológica: SETEC, 2004.
• Portaria MEC n.º 870, de 16 de julho de 2008: aprovação do Catálogo Nacional de
Cursos Técnicos de Nível Médio;
• Resolução CNE/CEB nº 01/2014, que atualiza e define novos critérios para a composição
do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, dão sustentação legal para a construção do
PPP, do PDI e do Regimento Escolar.
• Resolução CNE/CP n.º 02/1997: dispõe sobre os programas especiais de formação
pedagógica de docentes para disciplinas do currículo do Ensino Fundamental, do Ensino
Médio e da Educação Profissional em Nível Médio;
• Resolução CNE/CEB n.º06/2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Profissional Técnica de Nível Médio;
O curso Técnico em Edificações Concomitante/Subsequente é reconhecido pelo Conselho
Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), e as atribuições do profissional Técnico são
representadas pela Resolução 262/79 e Nº 278/83, e pelos:
• RESOLUÇÃO Nº 262, DE 28 DE JULHO DE 1979. Dispõe sobre as atribuições dos
Técnicos de 2º grau, nas áreas da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

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• RESOLUÇÃO Nº 278, DE 27 DE MAIO DE 1983. Dispõe sobre o exercício profissional dos


Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências.
• DECRETO Nº 90.922, DE 6 FEV 1985 que Regulamenta a Lei nº 5.524, de 5 NOV 1968,
e "dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial e técnico agrícola de nível
médio ou de 2º grau."
• Resolução CONFEA Nº 1.057, de 31 de julho de 2014. Aos técnicos industriais e
agrícolas de nível médio ou de 2° Grau serão atribuídas às competências e as atividades
profissionais descritas pelo Decreto nº 90.922, de 1985, respeitados os limites de sua
formação.
Para exercer a profissão, o profissional técnico em edificações necessita registrar-se no
CREA. Cabe a este conselho o cadastro, bem como a análise do currículo escolar do profissional,
fazendo constar em sua Carteira de Identidade Profissional o seu campo de atuação.

11. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR


Para fins de melhor entendimento deste PPC, considerou-se módulo cada semestre letivo,
portanto, a composição das disciplinas na matriz curricular está distribuída em quatro módulos. O
termo período foi utilizado para determinar um intervalo de tempo como “2018/1”.
O currículo deste curso, concebido como a trajetória de formação dos estudantes, foi
construído visando nortear as múltiplas práticas supervisionadas por esta Instituição que incidem
na ação pedagógica, na perspectiva da edificação de uma escola pública técnica de qualidade para
todos. Nesse sentido, o Campus Montes Claros considera que a organização curricular é orientada
por alguns pressupostos fundamentais, os quais se inter-relacionam.
Desta maneira, a organização curricular do Curso Técnico em Edificações constitui-se em
uma proposta curricular, respaldada em políticas públicas para a Educação Profissional, orientada
para a superação da dicotomia trabalho manual versus trabalho intelectual, através da construção
de conhecimentos técnico-científicos, necessários ao desempenho de uma atividade laboral que
visa à qualificação social e profissional. Essa perspectiva visa inserir uma dimensão intelectual ao
trabalho produtivo, comprometendo-se, com a atuação efetiva do trabalhador no tecido social, em
uma perspectiva de sujeito, com capacidade de gestar a sua formação continuada e os processos
de trabalho de maneira crítica e autônoma. A operacionalização desse currículo demandará ações
educativas que fomentem a construção de aprendizagens significativas e viabilizem a articulação e
a mobilização dos saberes, estabelecendo um relacionamento ativo, construtivo e criador com o
conhecimento.

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Desta forma, a organização curricular do curso Técnico em Edificações foi constituída de


acordo com o Eixo tecnológico de Infraestrutura e, também, atendendo o perfil do egresso
delineado, sendo estruturada em módulos articulados. Os módulos, assim constituídos,
representam importante instrumento de flexibilização e abertura do currículo para o itinerário
profissional, pois, se adaptando ás distintas realidades regionais, permitem a inovação permanente
e mantêm a unidade e a equivalência dos processos formativos.
Neste sentido, para concretização desse currículo, serão desenvolvidas diversas estratégias
metodológicas de integração que terão como princípios a interdisciplinaridade, a contextualização,
a flexibilidade e a valorização das experiências extraescolares dos alunos, vinculando-as aos
saberes acadêmicos, ao trabalho e às práticas sociais. Torna-se também, imprescindível, a clareza
na perspectiva do olhar docente e discente sobre as atividades pedagógicas, pois, neste desenho
curricular, o docente se posicionará como mediador do processo, o qual deverá estar preparado
para enfrentar os desafios dessa ação educativa, que envolverá compromisso com o seu fazer
diário que, também, terá que ser coletivo e passível de avaliação permanente.
A articulação entre teoria e prática é pressuposto de todo o curso; os componentes
curriculares preveem uma relação dos conteúdos ministrados com o mundo do trabalho, a prática
profissional, as atividades em laboratório e os projetos a serem desenvolvidos. Neste sentido, o
discente deverá cumprir a partir da matricula no terceiro módulo o estágio obrigatório, conforme
Regulamento de Estágio do IFNMG, que pretende a aproximação do estudante com a área em que
irá atuar, lidando com desafios inerentes ao cotidiano do trabalho, propondo soluções, sendo,
assim, importante para preparação profissional. Além das Atividades Complementares, que
deverão ser cumpridas ao longo do curso cuja finalidade é o enriquecimento do currículo e a
pluralidade na formação do mesmo, ampliando os conhecimentos em atividades extracurriculares
em conformidade com os conteúdos programáticos ministrados, com pertinência temática ao curso
de Técnico em Edificações. Essas atividades são de escolha e responsabilidade exclusiva do
discente, tais como: seminários, conferências, ciclo de palestras, oficinas, encontros de caráter
científico, cursos de especialização, monitoria em disciplinas já cursadas, pesquisas realizadas sob
orientação de docente, participação em atividades dos Núcleos Temáticos, e outros mediante
sistemática constante no item15. 4 deste.
A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos, acrescida do estágio curricular e
das horas complementares estabelecem as condições básicas para a organização dos tipos de
itinerários formativos que, articulados, conduzem á obtenção do Diploma de Técnico em

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Edificações, assim discriminado, destacando-se o caráter de fundamentação básica presente no


módulo I:
I. Módulo I: Fundamentos Básicos
II. Módulo II: Projeto de Edificações
III. Módulo III: Planejamento de Edificações
IV. Módulo IV: Execução e Manutenção de Obras
V. Estágio Curricular e horas complementares

A prática profissional do Curso Técnico em Edificações será assegurada através do


desenvolvimento e contextualização das competências que permeará todo o currículo e será
utilizada como metodologia de ensino que consistirá na apresentação de situações vivenciadas nas
práticas do futuro técnico. Nesta perspectiva, será dada ênfase a aplicação permanente dos
conhecimentos necessários à construção de um perfil profissional atualizado, através do
desenvolvimento de atividades relacionadas à atuação do técnico, a saber: elaboração e
implementação de projetos técnicos; levantamento de situações problemas; estudo de caso; oferta
de serviços produzidos nos laboratórios da instituição; visitas técnicas; dentre outras.
Quanto ao aluno, este terá que ser protagonista do processo educativo, comprometendo-se
com a construção dos valores que fundamentarão o seu desenvolvimento intelectual, humano e
profissional. Em face desse desenho curricular que ora delineamos, buscar-se-á proporcionar aos
alunos situações educativas que consolidem aprendizagens significativas e que estabeleçam
conexões críticas com a realidade para que esses alunos possam desenvolver a autonomia e
criatividade, assegurando a percepção de que a sua relação com o conhecimento terá um papel
essencial para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
As atividades educativas estarão voltadas para assegurar a integração entre trabalho,
ensino, pesquisa e extensão, através da seleção adequada dos conteúdos e da inter-relação entre
estes, bem como do tratamento metodológico que será dado ao processo de construção do
conhecimento, considerando a organicidade do currículo.

11.1. Fluxograma Do Curso


O fluxograma da Figura 1. O curso é composto por quatro semestres, em que cada
semestre representa um módulo de 264,17 horas. Concluídos os módulos I e II não haverá a
necessidade do cumprimento dos demais módulos em sequência, aqui serão apresentados as
possibilidades de trajetos formativos que podem ser seguidos à escolha do estudante:

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Processo seletivo

Módulo I

Fundamentos Básicos
264,17 h/relógio

Certificação:
sem certificação

Módulo II

Desenhista da Construção Civil


264,17 h/relógio

Certificação:
Desenhista da Construção Civil

Módulo III Módulo IV

Projetista Prática Profissional / Orçamentista


264,17 h/relógio Estágio Curricular Supervisionado 264,17 h/relógio
Administrado a partir da conclusão do
módulo I Formação Básica.
Certificação: 160 h/relógio Certificação:
Projetista 160 h/relógio Orçamentista

Prática Profissional/
Atividades Complementares
Administrado durante todo o curso.
60 h/relógio

Diploma de Habilitação de Técnico em Edificações


1494,40 h/relógio

Figura 1 - Fluxograma do Curso de Edificações Concomitante/Subsequente ao nível médio.

Completando os quatro módulos, o estágio curricular e as horas complementares, o aluno


receberá o Diploma de Técnico em Edificações. É importante salientar a possibilidade de o
estudante realizar o estágio somente após a finalização dos quatro módulos, devendo-se,
entretanto, atentar para o prazo máximo de finalização do curso.

11.2. Estrutura Curricular

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Quadro III – Estrutura Curricular


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO NORTE DE MINAS GERAIS Carga horaria
Criação: Lei nº XXXXXXXX, de XX/XX/XXXX do curso:
Campus Montes Claros 1266,67
Criado pela Portaria Ministerial nº XXX, de XX/XX/XXXX. Num.
Semanas
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕESCONCOMITANTE/SUBSEQUENTE 19
Base Legal: Lei XXX/XX, Decreto XXXX/XXXX e Resolução CNE/CEB nº 06/2012
HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES
SEMESTRE TOTAIS TOTAIS
Teoria/
MÓDULOS Aulas/semana (Hora- (Hora-
COMPONENTES CURRICULARES Pratica
Aula) Relógio)
1º 2º 3º 4º
Higiene e Segurança do Trabalho e Prevenção e combate a 4 76 63:20:00
T/P
incêndio e desastre
Introdução ao Desenho Técnico T/P 2 38 31:40:00
Informática Aplicada T/P 2 38 31:40:00
MÓDULO
I Legislação, Ética e Responsabilidade Social T 2 38 31:40:00
Matemática Aplicada á construção civil T 2 38 31:40:00
Materiais de Construção T/P 4 76 63:20:00
Português Instrumental T 2 38 31:40:00
Tecnologia das Construções I T/P 2 38 31:40:00
Projeto Arquitetônico T/P 4 76 63:20:00
Desenho Auxiliado por Computador T/P 4 76 63:20:00
Meio Ambiente e Sustentabilidade na Construção Civil T/P 2 38 31:40:00
MÓDULO Mecânica de Solos T/P 4 76 63:20:00
II Resistência dos Materiais T/P 4 76 63:20:00
Tecnologia das Construções II T/P 2 38 31:40:00
Estruturas (sistemas estruturais) T 4 76 63:20:00
Instalações Elétricas T/P 4 76 63:20:00
Instalações Hidrossanitárias T/P 2 38 31:40:00
MÓDULO
Empreendedorismo T 2 38 31:20:00
III
Tecnologia das Construções III T/P 4 76 63:20:00
Topografia T/P 4 76 63:20:00
Construções Modulares T/P 4 76 63:20:00
Gestão da qualidade e resíduos T 2 38 31:40:00
MÓDULO
Patologia das Construções T 2 38 31:40:00
IV
Planejamento e orçamento de Obras e Serviços T 4 76 63:20:00
Projeto Integrador T/P 4 76 63:20:00
Tecnologia das Construções IV T/P 4 76 63:20:00
Total acumulado de aulas/semana 20 20 20 20
Total acumulado de horas 316,67 316,67 316,67 316,67
N.º Total de Componentes Curriculares no semestre 8 6 6 6
Total de aulas do curso 1.520
Total de horas do curso componentes curriculares obrigatórios 1266,40
Prática Profissional/Estágio 160
Prática Profissional/Atividades Complementares 60
Orientação de estágio 08
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 1494,40
Observações:
1. As aulas têm duração de 50 minutos
2. A conclusão do Ensino Médio e de todos os módulos confere a habilitação de Técnico em Edificações

11.3. Resumo Da Carga Horária


O estudante do curso Técnico em Edificações modalidade Concomitante/Subsequente
apresentará ao final do curso a seguinte carga horária:

QUADRO II – RESUMO DA CARGA HORÁRIA

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Habilitação: Técnico em Edificações


Carga Horária em Aulas: 1.520 Aulas
Componentes curriculares obrigatórios
Carga Horária em horas: Componentes curriculares 1.266:40 horas
obrigatórios
Estágio Curricular: 160 horas
Atividades Complementares: 60 horas
Orientação para estágio 08 horas
Total acumulado de Horas: 1.494:40 horas

11.4. Oferta de Carga Horária na Modalidade de Ensino a Distância ou Semipresencial


Considerando-se a Resolução CS n° 11/2016, de 08 de abril de 2016, que aprova a
normativa para oferta de carga horária semipresencial em cursos de educação profissional técnica
e tecnológica presenciais do IFNMG, o curso Técnico em Edificações do IFNMG – Campus Montes
Claros passa a incorporar a possibilidade de oferta de disciplinas nesta modalidade. Esta normativa
traz em seu artigo 1º:
A base legal desta normativa está pautada nos artigos 80 e 81 da LDB 9.394/1996,
Art. 1º do Decreto 5.622/2005, que define a modalidade de ensino a distância como
“modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos
de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de
informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo
atividades educativas em lugares ou tempos diversos”, no Art. 8º da Resolução
CNE/CEB Nº 1, de 02 de fevereiro 2016, bem como na RESOLUÇÃO Nº 6, de 20
de setembro de 2012 que, em seu artigo 26, define: “Respeitados os mínimos
previstos de duração e carga horária total, o plano de curso técnico de nível médio
pode prever atividades não presenciais, até 20% (vinte por cento) da carga horária
diária do curso, desde que haja suporte tecnológico e seja garantido o atendimento
por docentes e tutores”.

A implementação da oferta de disciplinas de forma semipresencial/EAD será viabilizada


através do Ambiente Virtual de Aprendizagem do CEAD. Visa-se proporcionar: o contato do
discente e dos docentes com a metodologia; a flexibilização dos horários para estudo; a oferta de
componentes curriculares comuns entre os cursos e/ou os campi; e a oferta de disciplinas e
atividades semipresenciais quando for necessária a modificação da carga horária do curso.
O Colegiado do Curso Técnico em Edificações será o órgão responsável pelas definições
das cargas horárias das atividades semipresenciais, respeitando-se o limite de 20% (vinte por
cento) da carga horária do período letivo do curso para tais atividades. Ainda segundo a normativa,
o Plano de Ensino da disciplina em oferta semipresencial/EAD deverá detalhar as atividades
presenciais e a distância que serão desenvolvidas. Deve-se apresentar a justificativa para a oferta
dos componentes curriculares, especificar as atividades presenciais e a distância contendo a
relação dos componentes curriculares a serem ofertados integral ou parcialmente no formato

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EAD/semipresencial, com discriminação da carga horária na modalidade presencial e a distância,


somatório final e respectivo(s) período(s) letivo(s) de oferta.
A disciplina ofertada de forma semipresencial/EAD é uma importante oportunidade de
aprendizagem diferenciada e inovadora, utilizando da convergência dos diferentes recursos
disponíveis para o presencial, semipresencial e EaD, com o foco no ensino de melhor qualidade e
com sustentabilidade. A aplicação dos instrumentos avaliativos previstos neste PPC também
deverão ser especificados no Plano de Ensino indicando se na modalidade presencial ou a
distância. Será apresentado o cronograma de atividades e os mecanismos de atendimento
individualizado. Observa-se que, obrigatoriamente, práticas em laboratório deverão ocorrer de
forma presencial, bem como será garantida a realização de encontros presenciais.
A disciplina Português Instrumental, oferecida na 1ª etapa do curso, proporcionará
autonomia e articulação de conteúdos e conhecimentos visando àquilo que os alunos do Curso
Técnico de Edificações necessitam como suporte para leitura e produção de textos tanto como
estudantes quanto como profissionais ao ingressarem no mercado de trabalho. Por apresentar uma
metodologia flexível, esta disciplina poderá ser ofertada a Distância – EAD prioritariamente, caso a
avaliação diagnostica efetuada no inicio do primeiro módulo indique disciplinas com necessidades
de nivelamento.

11.5. Planos Dos Componentes Curriculares

MÓDULO I
M01.01 - COMPONENTE CURRICULAR Higiene e Segurança do Trabalho e
Prevenção e combate a incêndio e desastre
Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( X )Sim ( )Não ( )Quais?
Laboratório Higiene e Segurança do Trabalho
Laboratório de Prevenção e combate a incêndio e a desastres
EMENTA: O componente curricular visa proporcionar o embasamento teórico, atualizado, para o
correto entendimento dos preceitos padronizados que sustentam a higiene ocupacional e a
segurança do trabalho, destacando o conhecimento dos aspectos legais e práticos que envolvem a
higiene e segurança do trabalho na construção civil, assim como, sistemas e equipamentos de
proteção e combate a incêndio, segurança estrutural das edificações, iluminação de emergência,
sinalização, central de gás, eventos temporários, análise de risco de incêndio, planos de
emergência. Elaboração de projetos de combate a incêndio e pânico.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 2.13. Ergonomia – NR17


Unidade I –Higiene Ocupacional e a Segurança 2.14. NR18 – Industria da construção
do Trabalho
1.1. Acidentes do Trabalho Unidade III –Proteção e Controle de Incêndios
1.2. Conceitos fundamentais da Higiene e Explosões
Ocupacional no ambiente laboral 3. 1. Legislação e normas brasileiras
1.3. PCMAT – Programa de Condições e Meio relativas à proteção contra incêndio e
Ambiente de Trabalho na Indústria da explosões.
Construção 3.2. Fatores essenciais da combustão e
1.4. EPI – equipamentos de proteção individual Teoria do fogo;
1.5. Medidas preventivas (APR e DDS) 3.3. Reação em cadeia;
1.6. Responsabilidade civil e criminal do 3.4. Meios de transmissão do calor;
construtor 3.5. Classificação dos incêndios;
1.7. Características associadas ao canteiro de 3.6. Processos de extinção do fogo e
obras agentes extintores;
1.8. Noções gerais de primeiros socorros 3.7. Conceitos de prevenção e controle;
3.8. Elaboração do Plano de Fuga;
UNIDADE II - Normas Regulamentadoras do 3.9. Atuação e formação da brigada de
Ministério do Trabalho e Emprego incêndio
2.1. NR 4 – Grau de risco e SESMT 3.10. Equipamentos e sistemas de proteção
2.2. NR 5 – CIPA contra incêndio.
2.3. NR 6 – EP 3.11. Iluminação de emergência, portas
2.4. NR8 – Edificações corta-fogo, escadade emergência.
2.5. PPRA – programa de prevenção de riscos 3.12. Sistema de detecção e alarme.
ambientais – NR 9 3.13. Técnicas de abandono de área
2.6. Segurança em Instalações e Serviços em 3.14. Equipamentos fixos e móveis de
Eletricidade – NR 10 combate a incêndio.
2.7. Trabalho em altura – NR 35 3.15. Sistema de hidrantes e Spriklers.
2.8. Segurança em Espaço Confinado – NR 33 3.16. Segurança no armazenamento e
2.9. Segurança em Máquinas e Equipamentos manuseio de Explosivos.
2.10. Condições sanitárias e de conforto nos 3.17. Segurança no Transporte, Manuseio e
locais de trabalho – NR 24 Armazenagem de Substâncias Químicas e
2.11. Equipamentos de proteção coletiva Inflamáveis.
2.12. Procedimentos de Primeiros socorros
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARDELLA, B. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: Uma abordagem holística.
São Paulo: Atlas, 2010. 254 p.
SALIBA, T. M.; PAGANO, S. C. R. S. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde
do trabalhador.7 ed. São Paulo: LTR, 2011. 720p.
BRENTANO, T. A proteção contra incêndios no projeto de edificações. Porto alegre: edição do
autor. 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GONÇALVES, E. A.; Gonçalves, D. C.; Gonçalves, I. C. Manual de Segurança e Saúde no
Trabalho. 6˚ Edição. São Paulo: LTR, 2015.
FERRARI, Mário. Curso de Segurança, Saúde e Higiene no Trabalho. Salvador: JUSPODIVM,
2010;
CAMPOS, A. CIPA:comissão interna de prevenção de acidentes, uma nova abordagem. 16ª
ed. São Paulo: Senac, 1999. 336 p.

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RODRIGUES, Flávio Rivero. Treinamento em Saúde e segurança do Trabalho. 1ª ed. São


Paulo, EditoraLTR, 2009.
DINIZ, ª P. S. M. Saúde no trabalho– prevenção, dano e reparação. São Paulo: LTR.
OLIVEIRA, C. A. D. Segurança e saúde do trabalho: guia de prevenção de riscos. São
Caetano do Sul, SP: Yendis, 2012. 176 p.
ROUSSELET, Edison da Silva; FALCÃO, Cesar. A segurança na obra:manual técnico de
segurança do trabalho em edificações prediais. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 1999.
BRENTANO, T. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndios nas Edificações. Porto
alegre: edição do autor. 2010.
CAMILO JÚNIOR, A.B. Manual de Prevenção e Combate à Incêndios. São Paulo: SENAC São
Paulo. 2010.
PEREIRA, A.G. Segurança contra incêndios. São Paulo: LTR. 2010.
PEREIRA, A.G.; POPOVIC, R.R. Tecnologia em Segurança contra Incêndios. São Paulo: LTR.
2007.
VILLAR, A.M. Prevenção a Incêndios e Explosões. João Pessoa: Editora UFPB. 2001.

M01.02 - COMPONENTE CURRICULAR Introdução ao Desenho Técnico


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P ( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Sala de Desenho
EMENTA: Histórico. Formatos de Papel. Instrumentos para desenho. Caligrafia Técnica. Desenho
Geométrico. Desenho Projetivo. Vistas Ortogonais. Perspectiva de Sólidos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: da caligrafia
Unidade I – Histórico 4.3. Execução de letras maiúsculas,
1.1. O desenho como meio de comunicação minúsculas e algarismos
1.2. O desenho artístico 4.4. Aplicação da caligrafia
1.3. Introdução ao desenho técnico Unidade V – Uso do Material de Desenho
1.8. Material para desenho 5.1. Símbolos convencionais
Unidade II – Formatos de Papel 5.2. Traçado de perpendiculares, paralelas
2.1. A padronização da ABNT Unidade VI –Normas Técnicas para:
2.2. Dimensões dos formatos e das margens 6.1. Tipos de linhas padronizadas e
2.3. Quadros e legendas normatizadas,
Unidade III – Instrumentos para desenho
6.2. Escalas Gráficas,
3.1. Como usar a régua graduada
3.2. Emprego dos esquadros para obtenção de 6.3. Cotagem e dimensionamentos
paralelas, perpendiculares e ângulos UnidadeVII - Desenho Projetivo
3.3. O uso correto do compasso 6.1 Projeções Ortogonais;
Unidade IV – Caligrafia Técnica 6.2 Representação Técnica;
4.1. Importância e emprego 6.3 Perspectivas, Vistas e Cortes.
4.2. Padronização das pautas para execução
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SARAPKA, Elaine Maria; SANTANA, Marco Aurélio. Desenho arquitetônico básico. São Paulo:
Pini, 2010.
NEUFERT. Ernst. Arte de Projetar Em Arquitetura. 18ª Ed. São Paulo: Ed. Gustavo Gili, 2013.
BUENO, Claudia Pimentel; PAPAZOGLOU, RosaritaSteil. Desenho Técnico para as
Engenharias. Juruá Editora, 2008.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAPTISTA, F. P.; MICELI, M. T. Desenho Técnico Básico. 4ª Ed.- São Paulo : Ao Livro Técnico,
2010.
JANUÁRIO, Antônio Jaime. Desenho geométrico. Florianópolis: UFSC, 2000.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico. São Paulo: Hemus, 2004. ISBN:
8528903966
SPECK, Hederson José; PEIXOTO, Virgília Vieira. Manual Básico de Desenho Técnico. Santa
Catarina, 3ª. ed. – Florianópolis: Ed.: UFSC, 2004.
Nese, Flávio J. M.Como Ler Plantas e Projetos. Editora: PINI, 2014.

M01.03 - COMPONENTE CURRICULAR Informática Aplicada


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( )Sim ( )Não ( )Quais?
Laboratório de informática
EMENTA: Noções de Informática. Unidade de Armazenamento. Sistema Operacional.
Processamento de Textos. Planilhas Eletrônicas. CAD.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.2. Principais atalhos do sistema operacional
Unidade I – Noções de Informática 3.3. Configuração do Sistema Operacional
1.1. Funções básicas do computador 3.4. Organização em pastas e arquivos
1.2. Conceitos de hardware, software Unidade IV – Processamento de Textos
1.3. Componentes de um sistema de 4.1. Principais processadores de texto
computação: disponíveis no mercado;
1.3.1. Dispositivos de entrada 4.2. Tipos de arquivos
1.3.2. Unidade de processamento 4.3. Principais recursos dos editores de texto
1.3.3. Dispositivos de armazenamento Unidade V – Planilhas Eletrônicas
1.3.4. Dispositivos de saída 5.1. Planilhas eletrônicas disponíveis no
1.3.5. Processadores mercado
1.3.6. Memória 5.2. Tipos dos arquivos
1.3.7. Placa mãe 5.3. Conceitos: células, planilha e pasta de
1.3.8. Vídeo, rede, modem trabalho
1.3.9. Teclado e principais atalhos 5.4. Endereçamento de células
Unidade II – Unidade de Armazenamento 5.5. Criação de fórmulas
2.1. Bits e bytes 5.6. Ordenação de dados e utilização de filtros
2.2 Unidades de armazenamento 5.7. Elaboração de gráficos
2.2.1. Kylobyte 5.8. Principais recursos das planilhas de
2.2.2. Megabyte cálculo
2.2.3. Gigabyte Unidade VI - CAD
2.2.4. Terabyte 6.1. Principais programas de CAD disponíveis
Unidade III – Sistema Operacional no mercado;
3.1. Principais recursos do sistema operacional 6.2. Utilização de software CAD e seus
principais recursos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTONIO, J. Informática para concursos: teoria e questões. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2013.
CAPRON, H. L; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática. 8ª ed. São Paulo: Pearson, 2004.
GARCIA LOPEZ, Miguel; PENUELAS FERNANDEZ, Salvador; ALCALDE LANCHARRO, Eduardo.

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Informática básica. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. 269 p.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BITTENCOURT, R. A. Montagem de Computadores e Hardware.5 ed. Rio de Janeiro:
Editora Brasport. 2006.
PAIXÃO, R. R. Montando e Configurando PCs com Inteligência. 20ª edição. Editora
Érica. 2001.
VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos.9ª ed. Rio de janeiro: Editora Elsevier, 2014
MANZANO, J. A. N. Z. BrOffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. Editora: Érica. 2006.
STAIR, Ralph M. Princípios de Sistemas de Informação.9 ed. Cengage Learning, 2010.

M01.04 - COMPONENTE CURRICULAR Legislação, Ética e Responsabilidade Social


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( )Sim ( X )Não ( )Quais?
EMENTA: Exposição dos principais conceitos do Direito Civil e do Direito Administrativo, tomando
temas como restrições de vizinhança e limitações administrativas ao direito de construir; servidões
administrativas ao direito de construir; servidões administrativas e desapropriações e controle de
construção e proteção ambiental. Além de outros temas pertinentes à construção civil, tais como:
contratos de construção e regulamentação profissional da construção civil. Ética, Moral, Valores e
Virtudes. Responsabilidade Social.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Unidade VI - Controle de Construção
Unidade I - Exposição dos Principais conceitos Unidade VII - Proteção Ambiental
de Direito Civil e do Direito Administrativo Unidade VIII – Contratos de Construção
Unidade II - Restrições de Vizinhança Unidade IX - Regulamentação Profissional da
Unidade III - Limitações Administrativas ao Construção Civil
Direito de Construir Unidade X - Outros TemasPpertinentes à
Unidade IV - Servidões Administrativas ao Construção Civil
Direito de Construir Unidade XI – Ética, Moral,Valores e Virtudes
Unidade V – Desapropriações Unidade XII – Responsabilidade Social
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito de Construir.São Paulo: Malheiros, 1994.
MARCELLI, M. Sinistros na construção civil: causas e soluções para danos e prejuízos em
obras. São Paulo: PINI, 2007.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos. Legislação Aplicada à
Construção Civil -Série Eixos. Editora Érica, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GONÇALVES NETO, Alfredo de Assis; PAOLA, Leonardo Sperb de. Manual Jurídico da
Construção Civil. Editora Íthala, 2012.
FIKER, José. Manual Prático de Direito das Construções. 3ª ed. Editora Leud,2008.
NOGUEIRA, Carnot Leal. Auditoria de Qualidade de Obras Públicas.1ª ed. Editora PINI, 2008.
DEL MAR, Carlos Pinto. Direito na Construção Civil. Editora PINI, 2015, 560 p.
MARCONDES, Fernando. Direito da Construção. 1ª ed. Editora PINI, 2014, 360 p.

M01.05 - COMPONENTE CURRICULAR Matemática Aplicada á construção civil


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00

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Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?


T( x ) P( ) T/P ( ) ( )Sim ( X )Não ( )Quais?
EMENTA:
A disciplina visa oferecer condições necessárias para utilizar os conhecimentos matemáticos e o
raciocínio lógico na resolução de problemas do cotidiano e em especial nas situações pertinentes
ao técnico em edificações. O componente curricular visa, prioritariamente, dar base em relação
aos conceitos matemáticos aplicados nas disciplinas técnicas do curso. Tendo em vista possíveis
dificuldades dos alunos na disciplina, disponibiliza-se horários para esclarecimento de dúvidas
extraclasse como as monitorias, aulas de nivelamento e o atendimento do professor.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 7. Calculo de perímetro, áreas e volumes das
1. Operações com números racionais e principais figuras;
irracionais, 8. Cálculo de volume: principais figuras
2. Porcentagem – regra de três; espaciais;
3. Matemática financeira (juros simples e 9. Teorema de Tales;
composto); 10. Teorema de Pitágoras;
4. Equação do 1º e 2º graus; 11. Relações trigonométricas Seno=Cosseno e
5. Sistema linear com duas variáveis; Tangente;
6. Transformação de unidades (comprimento, 12. Tabela trigonométrica de ângulos notáveis
área e volume); (30º, 45º e 60º);
13. lei dos Senos e Cossenos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
IEZZI, G.; DOLCE, O., MACHADO, A. Geometria Plana: conceitos básicos. 2ª ed. São Paulo:
Atual, 2010.
IEZZI, Gelson; et al. Matemática: ciência e aplicações. Vol. 1. 2ed. São Paulo: Editora Atual,
2004.
DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações. Volume Único. 3ed. São Paulo:
Ática, 2008. 736 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar - Conjuntos -
Funções. Vol. 1. 9ed. São Paulo: Editora Atual, 2013.
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de Matemática Elementar - Trigonometria.
Vol. 3.9ed. São Paulo: Editora Atual, 2013.
DOLCE, O . Matemática. São Paulo: Editora Atual, 2007.
PAIVA, Manoel Rodrigues. Matemática. Vol.1. São Paulo: Moderna, 2005.
GIOVANNI, J. R. ; BONJORNO, J. R.Matemática Fundamental: Uma nova abordagem. São
Paulo: Editora FTD, 2011.
IEZZI, Gelson; MURACAMI, Carlos. Matemática Elementar. Vol.1, 2, 4, 5 e 11. São Paulo:
Moderna, 1977.

M01.06 - COMPONENTE CURRICULAR Materiais de Construção


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
EMENTA: Cimento; Cal; Gesso; Alvenarias; Rochas; Agregados (graúdos e miúdos); Argamassas;
Aditivos; Concreto de cimento; Madeira; Vidros; Materiais plásticos e cerâmicos.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 7.4. Propriedades dos materiais


Unidade I – Cimento Unidade VIII – Materiais Cerâmicos e
1.1. Histórico Refratários
1.2. Fabricação 8.1. Definição
1.3. Tipos de cimento e propriedades 8.2. Composição
1.4. Normas técnicas 8.3. Propriedades
1.5. Ensaios de caracterização 8.4. Fabricação
1.6. Análise e interpretação dos resultados dos 8.5. Tipos
ensaios 8.6. Normas técnicas
Unidade II - Cal 8.7. Ensaios de caracterização
2.1. Composição Unidade IX – Vidros
2.2. Fabricação 9.1. Histórico
2.3. Tipos de cal 9.2. Composição
2.4. Normas técnicas 9.3. Tipos
2.5. Aplicações Unidade X – Rochas
Unidade III – Gesso 10.1. Tipos
3.1. Composição 10.2. Extração
3.2. Propriedades 10.3. Aplicações
3.3. Tipos de gesso Unidade XI - Madeiras
3.4. Aplicações 11.1. Conservação
Unidade IV – Agregados 11.2. Serragem
4.1. Definição 11.3. Defeitos
4.2. Classificação 11.4. Propriedades
4.3. Normas técnicas 11.5. Tipos
4.4. Ensaios de caracterização 11.6. Aplicações
4.5. Análise e interpretação dos resultados dos UnidadeXII – Materiais Plásticos
ensaios 12.1. Definição
Unidade V – Concreto 12.2. Composição
5.1. Definição 12.3. Propriedades
5.2. Tipos de concreto 12.4. Fabricação
5.3. Características do concreto 12.5. Tipos
5.4. Características do projeto Unidade XIII – Materiais Metálicos
5.5. Condições de execução 13.1. Materiais não-ferrosos
5.6. Durabilidade das estruturas 13.1.1.Definição
5.7. Dosagem experimental 13.1.2.Obtenção
5.8. Ensaios de caracterização 13.1.3.Tipos
5.9. Controle tecnológico do concreto 13.1.4.Ligas
5.10. Aditivos para concreto 13.2.Materiais ferrosos
Unidade VI – Argamassas 13.2.1.Definição
6.1. Definição 13.2.2.Estrutura do ferro
6.2. Tipos 13.2.3.Elementos de adição
6.3. Propriedades 13.2.4.Aço para concreto armado
6.4. Traços usuais 13.2.5.Ensaios de caracterização
6.5. Normas técnicas 13.2.6.Corrosão
6.6. Dosagem experimental UnidadeXIV – Materiais de Proteção
6.7. Patologia das argamassas 14.1. Definição
Unidade VII – Propriedades dos Materiais 14.2. Classificação
7.1. Introdução 14.3. Composição
7.2. Classificação dos materiais 14.4. Tipos de tintas
7.3. Condições de emprego 14.5. Aplicações

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUER, L. A. Falcão. Materiais de Construção. Vol. 1. 5ª ed. São Paulo: LTC, 2012.
NEVILLE, A. M. Propriedades do Concreto. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2016. 888 p.
FIORITO, A. J. S. I. Manual de argamassa e revestimentos. 2ª. ed. São Paulo. Ed.: PINI, 2010.
232 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CRIVERALO, M.;PINHEIRO, A.C.F.B. Materiais de construção. São Paulo: Érica, 2014.
TAMAKI, M.; SOUZA, R. Gestão de Materiais de Construção.São Paulo: Nome da Rosa, 2005.
Brooks, J. J.; Neville, A. M. Tecnologia do Concreto. 2ª ed.São Paulo: Bookman, 2013.
BORGES, A. C.Prática das Pequenas Construções. Vol. 1. 9ª ed. Editora: Edgard Blucher, 2009,
397 p.
BAUER, L. A. Falcão. Materiais de Construção.Vol.2. 5ª ed. São Paulo: LTC, 1994

M01.07 - COMPONENTE CURRICULAR Português Instrumental


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( )Sim ( x )Não ( )Quais?
EMENTA: Gramática. Leitura e Produção de Texto. O Enfoque será na compreensão
leitora e na produção de textos científico-acadêmicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Unidade II – Leitura e Produção de Texto
Unidade I – Gramática 2.1. Gêneros textuais da esfera profissional:
1.1. Norma culta e variantes linguísticas. relatórios técnicos, atestado, carta comercial,
1.2. Níveis de linguagem e adequação registro de reunião, ofício, procuração,
linguística. currículo vitae, carta de apresentação,
1.3. Gêneros e tipologias textuais: notícia, relato requerimento.
de experiência, manual de instruções, texto de 2.2. A gramática no texto: recursos linguísticos
divulgação científica, artigo de opinião, na produção escrita.
seminário.
1.4. Leitura e produção de textos diversos
(estratégias de leitura e escrita).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ZANOTTO, N. Português para uso profissional: facilitando a escrita.3ª ed. São Paulo: Editora
EDUCS, 2008.
PATROCÍNIO, Mauro Ferreira do. Gramática: aprender e praticar.Volume único. 3 ed. São Paulo:
FTD, 2014.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L.S. Português Instrumental. 29ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
KOCH, I.V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
GARCEZ, L.H do C. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo:
Martins Fontes, 2002.
ALMEIDA, Nilson Teixeira de. Gramática da Língua Portuguesa para concursos, vestibulares,
ENEM, colégios técnicos e militares. 9ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009.

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HOUAISS, A. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

M01.08 - COMPONENTE CURRICULAR Tecnologia das Construções I


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Implantação da Obra. Locação da Obra. Máquinas, equipamento e ferramentas usadas
nas construções.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: demarcação, limpeza, terraplenagem, ligações
Unidade I – Implantação da Obra provisórias,
1.1. Etapas do processo de produção e uso na licenças (demolição, movimento de terra ou
construção civil: planejamento, projeto, materiais, entulho, corte ou poda de árvores), layout do
execução e uso. canteiro.
1.2. Processos de qualidade na indústria da Unidade II - Locação da Obra
construção civil – ciclo PDCA. Unidade III – Máquinas, Equipamento e
1.3. Viabilidade de empreendimentos. Ferramentas Usadas nas Construções.
1.4. Legalização de obras.
1.5. Implantação do canteiro de obras:
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
YAYAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar.14ª ed. São Paulo: Editora PINI, 2014, 846 p.
BORGES, A. C. Prática das pequenas construções. Vol. 1. 9. São Paulo: Edgard Blucher, 2009.
BORGES, A. C. Prática das pequenas construções. Vol. 2. 6 Ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PINI. Construção Passo-a-Passo. Vol1. 1ª.ed. São Paulo: Editora PINI, 2013, 260 p.
SALGADO, Julio. Técnicas e práticas construtivas para edificação.1 Edição. São Paulo: Érica,
2009.
FABRÍCIO, H. Manual do engenheiro civil. São Paulo: Hemus, 2004
PINI. Construção Passo-a-Passo. Vol2. 1ª.ed. São Paulo: Editora PINI, 2011, 224 p.
AZEREDO, H.A. O Edifício até sua Cobertura. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. 192 p.

MÓDULO II
M02.01 - COMPONENTE CURRICULAR Projeto Arquitetônico
Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Sala de Desenho
Laboratório de informática
Labcon – laboratório de conforto

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EMENTA: Meios de Expressão do Desenho Arquitetônico. Desenho Arquitetônico. Projeto


arquitetônico.Estratégias arquitetônicas para a eficiência energética das edificações.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.6. Desenvolvimento da fachada e gradil
Unidade I – Meios de Expressão do Desenho 3.7. Desenvolvimento da planta de situação
Arquitetônico 3.8. Detalhamento Arquitetônico – esquadrias,
1.1. Meios de expressão do desenho bancadas, telhados, revestimentos
arquitetônico Unidade IV – Estratégias arquitetônicas para a
1.2. Plantas: situação, locação, cobertura e eficiência energética das edificações
planta baixa 4.1. utilização racional dos recursos
1.3. Cortes disponíveis
1.4. Fachadas 4.2. características dos materiais das fachadas
1.5. Telhados externas (expostas às condições climáticas);
Unidade II – Desenho Arquitetônico 4.3. a cor utilizada nas fachadas externas;
2.1. Escala numérica e gráfica 4.4. a orientação solar;
2.2. Rótulo 4.5. a influencia da forma arquitetônica e a
2.3. Cotagem altura da edificação no conforto térmico;
2.4. Normas técnicas 4.6. a orientação e o tamanho das vedações
2.5. Símbolos gráficos transparentes;
2.6. Cálculos referentes aos elementos de 4.7. as características do entorno da
arquitetura edificação;
2.7. Índices urbanísticosUnidade III – Projeto 4.8. a orientação em relação a ventilação;
Arquitetônico 4.9. o desempenho das aberturas, quanto às
3.1 – Fluxograma de elaboração de um Projeto possibilidades de iluminação natural, bem
Arquitetônico como suas devidas proteções à insolação
3.2. Análise de dados e informações inadequada;
3.3. Desenvolvimento de plantas baixas 4.10. localização estratégica dos
3.4. Desenvolvimento dos cortes condicionadores de ar artificiais.
3.5. Desenvolvimento do diagrama de cobertura
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHING, Francis. Representação gráfica em arquitetura.Porto Alegre: Bookman, 2011.
YEE, Randow. Desenho Arquitetônico : Um Compêndio Visual de Tipos e Métodos - 3ª Ed.2012
MONTENEGRO, G.A. Desenho Arquitetônico.4ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 176 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LITTLEFIELD, D. Manual do Arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto. Porto
Alegre: Bookman, 2011.
KEELER, Marian. Fundamentos de Projeto de Edificações Sustentáveis. Ed.: Bookman, 2010.
NETTO, C. C. Desenho Arquitetônico e Design de Interiores. 1 ed. Editora Érica, 2014, 127 p.
Ching, Francis D. K., Juroszek, Steven P. Desenho para Arquitetos. EditoraBookman, 2012
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgar Blucher, 2007.
DAGOSTINO, Frank R. Desenho arquitetônico contemporâneo. 4ª ed. – Ed. Hemus, 2001.
LAMBERTS, R.; DUTRA, L.; PEREIRA, F. O. Eficiência Energética na Arquitetura. 2. ed. São
Paulo: ProLivros, 2004
Lei de uso e ocupação do solo do Município de Montes Claros.
NBR 6492 – Representação de projetos de arquitetura
NBR 8196 – Emprego de escalas em desenho técnico
NBR 8402 – Execução de caracteres para escrita em desenho técnico
NBR 8403 – Aplicação de linhas em desenhos – Tipos de linhas – Larguras das linhas
NBR 9077 - Saídas de emergência em edifícios.
NBR 10067 – Princípios gerais de representação em desenho técnico

37
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CAMPUS MONTES CLAROS

NBR 10068 – Folha de desenho – leiaute e dimensões


NBR 10126 – Cotagem em desenho técnico.
NBR 10582 – Apresentação da folha para desenho técnico
NBR 10647 – Desenho técnico
NBR 12298 – Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico
NBR 13142 - Dobramento de cópia de desenho técnico

M02.02 - COMPONENTE CURRICULAR Desenho Auxiliado por Computador


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Laboratório de Informática
EMENTA: Conhecendo a linguagem de projetos, conceitos de geometria, construções geométricas
e normas técnicas, desenvolver e interpretar projetos de engenharia utilizando um software de
CAD, através do uso correto e adequado dos comandos desse tutorial.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
7. Sistema de Coordenada Polar.
1. Introdução ao Editor Gráfico CAD - 2D.
8. Tipos de linha.
2. Configuração e conceitos básicos.
9. Dimensionamento e Texto.
3. Comandos de criação.
10. Utilização de camadas e cores.
4. Métodos de visualização.
11. Utilização de bibliotecas e símbolos.
5. Sistemas de Coordenadas Cartesianas:
absoluta e relativa. 12. Impressão.

6. Comandos de modificação. 13. Introdução ao 3D.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALDAM,Roquemar de Lima; COSTA, Lourenço. AutoCAD 2013: Utilizando totalmente. 1ª ed.
São Paulo, Editora Érica, 2012, 568 p.
OLIVEIRA, Adriano de. Autocad 2013: 3D Avançado- Modelagem e RENDER COM MENTAL
RAY. 1ª ed. São Paulo, Editora Érica, 2009, 336 p.
BALDAM,Roquemar de Lima. AutoCAD 2012: utilizando totalmente. 1ª ed. São Paulo: Editora
Érica,2011, 560 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BALDAN, Roquemar. AutoCAD 2010: utilizando totalmente. 1ª ed. São Paulo: Editora Érica, 2013,
520 p.
LIMA, Claudia Campos Netto. Estudo dirigido de AutoCAD 2014 para Windows. 1ª ed. São
Paulo: Érica, 2013, 320 p.
OLIVEIRA, Mauro Machado de. AutoCAD 2010. São Paulo, Komedi, 2009.
SANTOS, João. AutoCAD 2010. s.l: FCA (Dinapress), 2009.
NETTO, Cláudia Campos. Estudo dirigido de autoCAD 2015. São Paulo: Érica, 2014.

38
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DO NORTE DE MINAS GERAIS
CAMPUS MONTES CLAROS

M02.03 - COMPONENTE CURRICULAR Meio Ambiente e Sustentabilidade na Construção


Civil
Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( )Sim ( x )Não ( )Quais?
EMENTA: A disciplina aborda Meio ambiente.; a tomada de consciência do problema ambiental; o
conceito de impacto ambiental, suas causas e consequências; as tecnologias e procedimentos de
Impactos Ambientais; Estudo de Impactos Ambientais (EIA), Relatório de Impactos Ambientais;
Estudos Simplificados de Impactos Ambientais; Audiência Pública; Noções de Legislação
Ambiental; Energia renováveis, processos limpos; Responsabilidade e controle de qualidade
ambiental.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: renováveis e as matrizes energéticas
Unidade I – Conceitos: convencionais e alternativas
1.1. Meio Biológico, Meio Físico, Meio Antrópico 2.5. Impactos ambientais produzidos por essas
1.2. Impactos Ambientais fontes estabelecendo comparativos das formas
1.3. Legislação e Órgãos Fiscalizadores de consumir energia no passado e no presente
1.4 Relatório de Impacto Ambiental – RAP 2.6. Demonstrar de maneira criativa, o
1.5 Estudo de Impacto Ambiental – EIA funcionamento dessas fontes para a produção
1.6 Relatório de Impacto Ambiental – RIMA de energia limpa.
1.7 Teoria dos 3R’s UnidadeIII - Princípios e Parâmetros para a
1.8 Desenvolvimento sustentável Construção Sustentável
Unidade II – Energias renováveis, processos 3.1. Os impactos da construção civil
limpos convencional
2.1.Tipos de energia utilizados atualmente no 3.2. Como tornar a construção civil sustentável
mundo, como o petróleo, o gás natural, o carvão 3.3. O uso sustentável da água e energia
mineral e a energia elétrica (hidrelétricas, Unidade IV -o conforto ambiental na produção
termelétricas e termonucleares). de edificações.
2.2. Como os combustíveis fósseis, contribuem 4.1. Poluição, ar, visual, sonora, etc
para o aumento do efeito estufa e também para 4.2. Mudança climática, aspectos relacionados
a poluição atmosférica, e são a principal fonte de ao clima local e o tipo de uso e ocupação do
energia utilizada no mundo hoje. solo urbano;
2.3. Conhecer as vantagens e desvantagens, em 4.3. Desempenho, qualidade e impacto
relação ao impacto social e ambiental, de cada ambiental das edificações;
forma de obtenção de energia elétrica. 4.4. Noções de conforto térmico, Acústico,
2.4. Fontes de energia renováveis e não Visual e qualidade do Ar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANCHES, L.E. Avaliação de Impacto Ambiental – Conceitos e Métodos. Oficina dos livros,
2913.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental. Responsabilidade Social e Sustentabilidade. 1ª ed. 7.
reimp. São Paulo. Atlas, 2010.
FERREIRA, A. D. D. Habitação Autossuficiente: Interligação e Integração de Sistemas
Alternativos. 1ª ed. Editora Interciência, 2015, 154 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
REIS, L. B.; ROMERO, M. A. Eficiência Energética em Edificios. [s.l.]: Manole, 2012.

39
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CAMPUS MONTES CLAROS

KEELER, M.; BURKE, B. Fundamentos de Projeto de Edificações Sustentáveis. Porto Alegre:


Bookman, 2010.
BRAGA, B.; HESPANHOL, I. Introdução à Engenharia Ambiental. Belo Horizonte, 2005.
MIERZWA, J. C; HESPANHOL, I. Água na Indústria:Uso Racional e Reúso. Edit.: Oficina de
Textos, 2005, 143 p.
GOLDENBERG, J. Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. 2003
LAMBERTS, R.; DUTRA, L.; PEREIRA, F. O. Eficiência Energética na Arquitetura. 2. ed. São
Paulo: ProLivros,
2004
TELLES, D. D'A.; COSTA, R. H. P. G. Reúso da Água: Conceitos, Teorias e Práticas. 2ª ed.
Editora Blücher, 2010, 424 p.
Textos:
http://brasilescola.uol.com.br/geografia/fontes-energia.htm
Vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=GJChpyiP--Y&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=nNEwraFhr28&feature=relate

M02.04 - COMPONENTE CURRICULAR Mecânica de Solos


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( )Sim ( )Não ( )Quais?
LAS - Laboratório de Solos
EMENTA: Noções de Geologia. Métodos de investigação geotécnica. Índices físicos. Textura dos
solos. Plasticidade e Consistência dos solos. Características mecânicas dos solos.
Hidráulica dos solos. Resistência ao cisalhamento. Pressões atuantes no solos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 5.3. Índice de plasticidade e consistência
Unidade I – Noções de Geologia Unidade VI – Características Mecânicas dos
1.1. Classificação e características das rochas Solos
1.2. Conceito de rocha e solo 6.1. Compressibilidade
1.3. Origem, formação evolução e classificação 6.2. Relação carga x deformação
de solos 6.3. Recalques por compressão
1.4. Coleta de amostras deformadas e 6.4. Compactação
indeformadas 6.5. Fatores que influem na compactação
1.5. Boletim de campo 6.6. Energia de compactação (laboratório e
1.6. Identificação tátil-visual campo)
Unidade II – Investigações Geotécnicas 6.7. Compactação de campo
2.1. Métodos de investigação 6.8. Ensaios de compactação
2.2. Sondagem à percussão e sondagem mista 6.9. Controle de compactação
2.3. Importância das investigações geotécnicas Unidade VII – Hidráulica dos Solos
para o estudo das fundações 7.1. Permeabilidade
2.4. Relação entre SPT e capacidade de 7.2. Lei de Darcy
carga/taxa admissível 7.3. Gradiente hidráulico
2.5 Análise e interpretação das normas 7.4. Percolação de água
Unidade III – Índices Físicos dos Solos 7.5. Capilaridade
3.1. Massa específica 7.6. Adensamento
3.2. Teor de umidade 7.7. Recalques por adensamento
3.3. Porosidade Unidade VIII – Resistência ao Cisalhamento

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3.4. Índice de vazios 8.1. Atrito interno e coesão


3.5. Grau de saturação e aeração 8.2. Métodos de determinação de coesão e
3.6. Grau de compactação ângulo de atrito
3.7. Relações entre índices 8.3. Fatores que influem na resistência ao
Unidade IV – Textura dos Solos cisalhamento das areias e argilas
4.1. Frações constituintes 8.4. Compressão simples
4.2. Análise granulométrica por peneiramento 8.5. Compressão triaxial
4.3. Parâmetros da curva granulométrica Unidade IX – Pressões Atuantes no Solo
4.4. Forma das partículas 9.1. Pressões devidas ao peso próprio
Unidade V – Plasticidade e Consistência 9.2. Pressões devidas às cargas aplicadas
5.1. Características e propriedades da fração 9.3. Pressões neutras, efetivas e totais
argila
5.2. Estados de consistência e limites
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PINTO, C. S. Curso básico de mecânica dos solos.3ª. ed. São Paulo: Editora Oficina de Textos,
2006.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações – Vol. 1. 7ª ed. Editora LTC, 2015, 252 p.
CAPUTO, H. P; CAPUTO, A. N. Mecânica dos solos e suas aplicações – Vol.2. 7ª ed. Editora
LTC, 2015, 576 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALONSO, U. R. Exercícios de Fundações. 2ª ed. EditoraEdgardBlücher, 2010, 216 p.
CAPUTO, H. P; CAPUTO, A. N. Mecânica dos solos e suas aplicações – Vol.3. 7ª ed. Editora
LTC, 2015,350 p.
REBELLO,Y. C. P. Fundações - Guia Prático de Projeto, Execução e Dimensionamento. 1ª
ed. Editora: ZIGURATE, 2008, 240 p.
HACHICH, W. C.; etall. Fundações: Teoria e Prática. 2ª. ed.Ed.: PINI. 2002, 758 p. 5ª Tiragem
YAYAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. 14ª ed. Editora PINI, 2014, 846 p.

M02.05 - COMPONENTE CURRICULAR Resistência dos Materiais


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
EMENTA: Conceitos Fundamentais. Equilíbrio. Esforços. Estruturas – cargas. Dimensionamento
de vigas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.7. Tensão admissível e coeficiente de
Unidade I – Conceitos Fundamentais segurança
1.1. Força 3.8. Cisalhamento simples
1.2. Resultante de forças 3.9. Torção
1.3. Momento 3.10. Flambagem
1.4. Centro de gravidade Unidade IV– Estruturas - Cargas
1.5. Momento de Inércia e raio de giração 4.1. Sistemas de apoio ou vínculos
Unidade II – Equilíbrio 4.2. Classificação das estruturas
2.1 Conceito 4.3. Viga – conceito, tipos
2.2 Equações universais da estática 4.4. Carga – carga uniformemente distribuída,

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2.3 Apoios (vínculos) carga triangular, resultante de um


Unidade III – Esforços carregamento
3.1. Classes de esforços 4.5. Momento fletor – Diagramas para cargas
3.2. Atuação dos esforços solicitantes e concentradas e para cargas distribuídas
resistentes nas estruturas 4.6. Força cortante – Diagramas de forças
3.3. Tração e compressão cortantes para cargas concentradas e
3.4. Esforços internos distribuídas
3.5. Deformação linear – Lei de Hooke Unidade V - Dimensionamento de vigas
3.6. Flexão simples
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos materiais: Para entender e gostar. 3ª ed. São Paulo.
Editora Edgar Blucher, 2015,254 p.
HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais.7ª ed. Ed.: PEARSON EDUCATION – Br, 2010.
SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Editora Prentice Hall
Brasil, 2008, 576 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSAN, A.E. Resistência dos Materiais - vol. 1. 1 ed. Editora UNICAMP, 2010, 456 p.
BEER, Ferdinand P. ; Johnston, E. Russel. Resistência dos Materiais.3 ed. São Paulo: Pearson
Makron Books, 2010.
ARRIVABENE, V. Resistência dos Materiais. Editora MAKRON BOOKS
NASH, W.; POTTER M. C. Resistência dos materiais. 5ª ed. Ed.Bookman Companhia, 2014, 200
p.
MARGARIDO, Aluízio Fontana. Fundamentos de estruturas. 2ª ed. São Paulo: Zigurate, 2003.

M02.06 - COMPONENTE CURRICULAR Tecnologia das Construções II


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LAS - Laboratório de Solos
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Obras de Infraestrutura ( Movimento de terra, Drenagem urbana, Contenções de
maciços e taludes, Fundações). Máquinas, ferramentas e equipamentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.4. Fundações
Unidade I - Obras de Infraestrutura 1.4.1. Escolha do tipo de fundação
1.1. Movimento de terra (escavação, aterro e 1.4.2. Fundações rasas (blocos, sapatas e
reaterro): métodos executivos e segurança radier)
1.2. Drenagem urbana – materiais e processo 1.4.3. Fundações profundas (tubulões e
executivo estacas): características dos diferentes tipos
1.3. Contenções de maciços e taludes 1.4.4. Execução de fundações
1.3.1. Causas de instabilidade 1.4.5. Problemas com fundações
1.3.2. Movimentos de massa Unidade II - Máquinas, ferramentas e
1.3.3. Métodos preventivos e métodos equipamentos.
corretivos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALONSO, U.R. Exercícios de Fundações. 2ª ed. São Paulo: Blucher, 2010.
ALONSO, Urbano Rodrigues. Dimensionamento de Fundações Profundas. 2ª ed. São Paulo:

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Edgard Blücher, 2012. 158 p.


REBELLO, Y. Fundações: guia prático de projeto, execução e dimensionamento. 1ª ed. São
Paulo: Zigurate, 2008. 240 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEREDO, H.A. O Edifício até sua Cobertura. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. 192 p.
BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. Vol. 2. 6ª ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2010.
CINTRA, J. C.; ALBIERO, J. H.; AOKI, N. Fundações Diretas: Projeto Geotécnico. 1ª ed. Ed.:
Oficina de Textos, 2011, 140 p.
HACHICH, W. C.; FALCONI, F. F.; SAES, J. L.; FROTA, R. G. Q.; CARVALHO, C. S. e NYAMA, S.
Fundações: teoria e prática.2ªed. São Paulo: PINI, 2002.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 14ª ed. São Paulo:PINI, 2009.

MÓDULO III
M03.01 - COMPONENTE CURRICULAR Estruturas (sistemas estruturais)
Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Sistemas estruturais. Elementos estruturais de uma edificação. Concreto Armado.
Lajes. Vigas. Pilares.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.5. Propriedades mecânicas do concreto
Unidade I – Sistemas Estruturais 3.6. Viabilidade do concreto armado
1.1. Estruturas de concreto armado: Unidade IV – Lajes
convencional, pré-moldado, protendido 4.1. Conceito
1.2. Estruturas de aço e madeira 4.2. Classificação
1.3. Alvenaria estrutural 4.3. Cálculo dos esforços em lajes maciças
1.4. Estruturas não convencionais 4.4. Dimensionamento de lajes maciças
Unidade II – Elementos Estruturais de uma 4.5. Lajes pré-moldadas
Edificação Unidade V – Vigas em Concreto Armado
2.1. Lajes 5.1. Conceito
2.2. Vigas 5.2. Classificação
2.3. Pilares 5.3. Cálculo dos esforços
Unidade III - Concreto Armado 5.4. Dimensionamento
3.1. Formas e escoramento Unidade VI – Pilares em Concreto Armado
3.2. Armaduras 6.1. Conceito
3.3. Concretagem 6.2. Classificação
3.4. Comportamento das estruturas de concreto 6.3. Cálculo dos esforços
armado 6.4. Dimensionamento
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAPORINNO, C. F. Patologia das Anomalias em Alvenarias e Revestimentos Argamassados.
São Paulo, Editora: PINI, 2015, 124 p
BOTELHO, M. H. C. Concreto Armado: Eu Te Amo. Vol. 1. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.

43
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BOTELHO, M. H. C. Concreto Armado: Eu Te Amo. Vol. 2. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de Armar Estruturas de Concreto. São Paulo, Editora
PINI, 1995.
YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. 14ª ed. Editora PINI, 2014, 846 p.
AZEREDO, H.A. O Edifício até sua Cobertura 2ª. ed.EditoraEdgard Blucher Ltda. 192 p.
REBELL, Y.C.P. Bases para projeto estrutural na arquitetura. São Paulo: Zigurate, 2007. 288 p.
FUSCO, P. B. Tecnologia do Concreto estrutural. 2ª ed. São Paulo. Editora PINI, 2008, 200 p.

M03.02 - COMPONENTE CURRICULAR Instalações Elétricas


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Laboratório de Instalações Prediais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Eletricidade e Eletrotécnica. Normas, Materiais, Simbologia e Terminologia. Instalações
Elétricas Prediais. Projeto de redes e tubulações de telefone. Desenho de um projeto de
instalações elétricas. Prática de instalações elétricas prediais. Eficiência energética nas
edificações.

44
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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: circuitos


Unidade I – Eletricidade e Eletrotécnica 3.7. Dimensionamento dos condutores e
1.1. Noções preliminares proteção dos circuitos
1.2. Composição da matéria 3.8. Cálculo da demanda de energia e
1.3. Corpos bons condutores e maus condutores classificação do consumidor
1.4. Carga elétrica 3.9. Dimensionamento dos eletrodutos e
1.5. Corrente elétrica especificação dos materiais
1.6. Diferença de potencial ou tensão elétrica Unidade IV –Projeto de Redes e Tubulações
1.7. Resistência elétrica e Lei de Ohm de telefone
1.8. Circuitos série, paralelo e misto 4.1. Dimensionamento da rede e tubulação de
1.9. Corrente contínua e alternada telefone
1.10. Instrumentos elétricos de medidas 4.2. Especificação dos materiais e memorial
1.11. Noções de magnetismo e campo descritivo
magnético Unidade V – Desenho de um Projeto de
1.12. Potência elétrica e consumo de energia Instalações Elétricas
elétrica 5.1. Desenho de locação de instalações
1.13. Geração de Energia elétricas em planta, dos detalhes construtivos e
1.14. Circuitos monofásicos, bifásicos e trifásicos do diagrama unifilar
1.15. Fator de potência 5.2. Desenho de rede de telefone, locação de
Unidade II – Normas, Materiais, Simbologia e tubulações, detalhes construtivos e esquema
Terminologia vertical
2.1. Instalações elétricas prediais e normas para Unidade VI – Prática de Instalações Elétricas
parte elétrica Prediais
2.2. Redes de telefone e tubulações de telefone 6.1. Identificação e manuseio de ferramentas e
2.3. Materiais e acessórios equipamentos
2.4. Simbologia e terminologia 6.2. Condutores: identificação de cores e
Unidade III – Instalações Elétricas Prediais seções, emendas e derivações;
3.1. Cálculo de iluminação e locação dos pontos 6.3. Instalação de tomadas e lâmpadas
de luz incandescentes comandadas por interruptores
3.2. Locação de comando de iluminação de uma tecla, duas e três teclas
conveniente 6.4. Instalação de lâmpadas incandescentes
3.3. Previsão e locação de tomadas e pontos de comandadas por dois pontos diferentes
força (aquecedores, chuveiros, etc.) 6.5. Instalação de lâmpadas incandescentes
3.4. Locação do quadro de distribuição de cargas comandadas por três pontos diferentes
e de medição 6.6. Instalação de lâmpadas fluorescentes
3.5. Definição e locação dos condutos a partir do Unidade V – Noções do conceito de eficiência
QDC energética. Estratégias para a eficiência
3.6. Estudo da carga instalada e divisão dos energética das edificações
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro. Ed.: Livros Técnicos e
Científicos - LTC, 2007.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. Ed.: Érica, 2007.
CAVALIN, G; CERVELILN, S. Instalações elétricas prediais: estude e use. São Paulo:
Érica, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MORAIS, V. C. V. Eletricista Instalador Predial - Projetos e Instalações. Editora Viena, 256 p.
NISKIER, J. Manual de instalações elétricas. São Paulo: LTC, 2005.
LAMBERTS, R.; DUTRA, L.; PEREIRA, F. O. Eficiência Energética na Arquitetura. 2. ed. São
Paulo: ProLivros, 2004

45
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CAMPUS MONTES CLAROS

ADEMARO A. B. M. Instalações Elétricas. São Paulo. Ed.: Prentine Hall, 2007.


GUS-SOW, M. Eletricidade básica. 2ª. ed. São Paulo: Makron Books, 2009.
NEGRISOLI, M. E. M. Instalações Elétricas: projetos prediais. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.

M03.03 - COMPONENTE CURRICULAR Instalações Hidrossanitárias


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Laboratório de Instalações Prediais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Introdução à instalações prediais. Tubos, Conexões e Dispositivos,. Instalações prediais
de Água Fria. Instalações Prediais de Água Quente. Instalações Prediais de Esgoto
Sanitário. Instalações Prediais de Águas Pluviais. Instalações prediais de gás. Ligações
de bombas de água. Normas Técnicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.8.Dimensionamento das tubulações: Sub-
Unidade I –Sistemas de distribuição de água e ramais; ramais de distribuição
simbologia para projeto 3.9.Colunas de distribuição e barriletes.
1.1. Instalações prediais de água fria Unidade IV – Instalações Prediais de Água
1.2. Instalações prediais de água quente Quente
1.3. Instalação predial de esgoto sanitário 4.1. Princípios gerais para água quente
1.4. Instalações prediais de águas pluviais 4.2. Tipos de sistemas de aquecimento
Unidade II – Tubos, Conexões e Dispositivos 4.3. Reserva de água quente
2.1. PVC; aço galvanizado; ferro maleável 4.4. Dimensionamento das tubulações
zincado; cobre; bronze; CPVC; polipropileno; 4.5. Produção de água quente: eletricidade,
polietileno reticulado; ferro fundido; cerâmico gás e energia solar
2.2. Tipos de juntas 4.6. Recomendações
2.3. Manutenção preventiva e corretiva das Unidade V – Instalações Prediais de Esgoto
instalações Sanitário
2.4. Aparelhos sanitários 5.1. Princípios gerais para esgoto sanitário
2.5. Tipos, emprego, ligações e funcionamento 5.2. Dimensionamento das tubulações
2.6. Dispositivos de controle de fluxo 5.3. Ventilação
2.7. Acessórios hidráulico-sanitários 5.4. Dimensionamento das caixas
Unidade III – Instalações Prediais de Água Fria
3.1 Princípios gerais para água fria Unidade VI – Instalações Prediais de Águas
3.2.Sistemas de distribuição de água fria Pluviais
3.3.Reservatórios: consumo diário; prescrições e 6.1. Princípios gerais para águas pluviais
dimensionamento 6.2. Dimensionamento para águas pluviais
3.4.Alimentador predial e ramal predial 6.3. Calhas e canaletas; condutores verticais e
3.5.Ligação predial horizontais
3.6.Extravasor e tubulação de limpeza 6.4. Caixa de areia e caixa de inspeção
3.7.Sistema elevatório: recomendações, vazões Unidade VII – Instalações Prediais de Gás
de dimensionamento, tubulações de recalque e Unidade VIII –Reuso da Água
de Sucção, Cálculo de Altura Manométrica e Unidade IX –Sistema de prevenção e combate
Potência de Bomba. a incêndios;
Unidade X – Normas Técnicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

46
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CAMPUS MONTES CLAROS

CARVALHO JR. R. Instalações Prediais HidráulicoSanitárias - Princípios básicos para


elaboração de projetos. 1ª ed. Editora Edgard Blücher, 2015, 262 p.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
BOTELHO, M.H.C.; RIBEIRO JR, G.A. Instalações Hidráulicas Prediais: utilizando tubos
plásticos. 4ª ed. São Paulo. Editora Edgard Blücher, 2014, 407 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO JR, R. Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura.9ª ed.
Editora:EdgardBlücher, 2015, 360p.
AZEVEDO NETTO, J. M.; FERNANDEZ, M. F.; Manual de Hidráulica. 9ª ed. São Paulo. Editora
Edgard Blücher, 2015, 632 p.
SALGADO, Jullio. Instalação Hidráulica Residencial: A prática do dia a dia. 1a Edição. Érica, 2010.
ABCP - Mãos à Obra pro - Vol. 3 - 1ª ed. Editora Alaúde, 2013, 309 p.
PINI. Construção Passo-a-Passo. Volume 1. 1ª ed. Editora PINI, 2013, 260 p.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; RIBEIRO JR., Geraldo de Andrade. Instalações
hidráulicas prediais. São Paulo: Edgar Blucher, 2010.
MIERZWA, J. C; HESPANHOL, I. Água na Indústria:Uso Racional e Reúso. Edit.: Oficina de
Textos, 2005, 143 p.
TELLES, D. D'A.; COSTA, R. H. P. G. Reúso da Água: Conceitos, Teorias e Práticas. 2ª ed.
Editora Blücher, 2010, 424 p.

M03.04 - COMPONENTE CURRICULAR Empreendedorismo


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( )Sim ( x )Não ( )Quais?

EMENTA: O espírito empreendedor; Programas direcionados ao Empreendedorismo; A pequena


empresa; Nichos de mercado; A Gestão Tecnológica; A Inovação Tecnológica; A pesquisa de
mercado
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 3.4. Como escolher o negócio adequado
Unidade I - Empreendedorismo 3.5. Conceito de plano de negócios
1.1. Empreendedorismo no Brasil 3.6. Estrutura do plano de negócios - recursos
1.2. Relação entre empreendedorismo e MPE’s necessários ao negócio
1.3. Importância de empreendedores - perfil do 3.7. Operacionalização do plano de negócios
empreendedor. 3.8. Visão de futuro, quebra de paradigmas,
1.4. Mitos do empreendedor criatividade e aprendizagem pró-ativa
1.5. Definição de empreendedorismo 3.9. Definição de missão, visão, valores,
1.6. Identificação do perfil do empreendedor objetivos e estratégia
Unidade II – Oportunidades e Ameaças 3.10. Gestão de recursos empresariais,
2.1. Oportunidades de negócios - identificação e gerenciando a produção; pesquisa de mercado
aproveitamento de oportunidades e gerenciamento de marketing
2.2. O que é um negócio? 3.11. Planejamento financeiro - investimentos,
2.3. O dinâmico ambiente dos negócios análise de custos, receitas e gerenciamento de
2.4. Ideias e oportunidades finanças
2.5. Avaliações de oportunidades Unidade IV - Estrutura e Etapas de um Projeto
2.6. Avaliações de ameaças 4.1. Tipos de projetos
2.7. Fontes de ideias 4.2. Etapas: aspectos econômicos, técnicos,

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Unidade III - Plano de Negócios administrativos, jurídicos e legais


3.1. O que é uma empresa? 4.3. Meios ambientes e contábeis
3.2. Tipos de empresa e tamanho de empresa 4.4. Apresentação de plano de negócios.
3.3. Microempresas e suas vantagens
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias
e dinâmicas. São Paulo: Atlas. 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor.
São Paulo: Saraiva. 2005.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005. 293 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, Humberto Gonçalves de. Empreendedorismo. 1ª ed. São Paulo: Editora Ferreira,
2009, 136 p.
HISRICK, R. R.; PETERS, M. P.; SHEPHER, D. A. Empreendedorismo. 9ª ed. São Paulo: Editora
Bookman, 2014.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa : uma idéia, uma paixão e um plano de negócios -
Como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. 14ª. ed. São Paulo: Cultura, 1999. 312p.
HASHIMOTO, Marcos. Lições de Empreendedorismo. São Paulo: MANOLE, 2009.
FERNANDES, Fábio. Empreendedorismo e estratégia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 202 p.

M03.05 - COMPONENTE CURRICULAR Tecnologia das Construções III


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Obras de Superestruturas. Formas para concreto. Ferragem para estruturas de
concreto armado. Produção de concreto e concretagem. Pisos e pavimentações. Obras de
alvenaria. Esquadrias. Máquinas, ferramentas e equipamentos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Unidade III – Obras de Alvenaria


Unidade I – Obras de Superestruturas 3.1. Classificação geral das paredes de
1.1. Tipos de estruturas (concreto armado, alvenaria
estruturas metálicas, estruturas pré-moldadas de 3.2. Principais características e materiais
concreto e concreto protendido): principais 3.3. Alvenaria estrutural
características, vantagens e desvantagens. 3.3.1. Panorama nacional / regional
1.2. Formas para concreto. 3.3.2. Aspectos técnico-econômicos
1.3. Ferragens para estruturas de concreto 3.3.3. Projeto / racionalização
armado. 3.3.4. Assentamento das peças
1.4. Produção de concreto e concretagem. 3.3.5. Patologia
1.5. Máquinas, ferramentas e equipamentos. 3.3.6. Normatização /inspeção de qualidade
Unidade II – Pisos e Pavimentações Unidade IV – Esquadrias
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. 14ª. ed. São Paulo, Editora PINI, 2014, 846 p.

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INSTITUTO FEDERAL DO NORTE DE MINAS GERAIS
CAMPUS MONTES CLAROS

AZEREDO, H.A. O Edifício até sua Cobertura 2ª. ed.EditoraEdgardBlücher Ltda. 192 p.
FUSCO, P. B. Tecnologia do Concreto Estrutural: tópicos Aplicados – 1ª ed. São Paulo,Ed.:
PINI, 2008. 184 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMBROZEWICZ, P. H. L. Construção de Edifícios: Do início ao fim da obra. Editora PINI, 274 p.
MOLITERNO, A. Caderno de estruturas de alvenaria e concreto simples. 1ª ed.– Editora
Edgard Blücher, 1995, 374 p.
SALGADO, J. Técnicas e Práticas Construtivas para Edificação – Érica.
FIORITO, A.J.S.I. Manual de Argamassas e Revestimentos – 2ª ed. São Paulo. Ed.:PINI, 232 p.
SOUZA, A.L.R; MELHADO, S. B. Projeto e execução de lajes racionalizadas de concreto
armado. 1ª ed. Editora O Nome da Rosa, 2002, 120 p.

M03.06 - COMPONENTE CURRICULAR Topografia


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( )Sim ( )Não ( )Quais?
LabTopo - Laboratório de Topografia
EMENTA: Conceitos fundamentais da topografia; Divisão da topografia; Unidades de medidas;
Elementos de geometria; Processos de medidas lineares; Goniologia; Planimetria;
Altimetria; Planialtimetria; Locação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 6.2. Sistema centesimal
Unidade I – Conceitos Fundamentais da 6.3. Transformações de sistemas angulares
Topografia 6.4. Operações com ângulos
1.1. Princípios e definições 6.5. Tipos de ângulos
1.2. Importância da topografia na construção civil Unidade VII –Planimetria
1.3. Diferença entre topografia e geodésia 7.1. Princípios e aplicações
1.4. Aplicações da topografia 7.2. Instrumentos utilizados
1.5. Importância e integração dos levantamentos 7.3. Tipos de levantamentos planimétricos
topográficos 7.4. Levantamento topográfico
1.5.1. Orientação (norte) 7.5. Polígonos e poligonais
1.5.2. Representações altimétricas 7.6. Fechamento de poligonais
1.5.3. Representações planialtimétricas 7.7. Erros: tolerância e distribuição
Unidade II – Divisão da Topografia 7.8. Cálculo de coordenadas retangulares
2.1. Topologia 7.9. Transformação de coordenadas polares
2.2. Topometria para retangulares e vice-versa
2.3. Fotogrametria 7.10. Cálculo de áreas: figuras geométricas e
2.4. Sistema de posicionamento por satélite áreas irregulares
Unidade III - Elementos de Geometria Unidade VIII – Altimetria
Unidade IV – Unidades de Medidas 8.1. Introdução
4.1. Medidas lineares 8.2. Instrumentos utilizados
4.2. Medidas de superfície 8.3. Nivelamento
4.3. Medidas de volume 8.4. Erros: tolerância e distribuição
Unidade V – Processos de Medidas Lineares 8.5. Perfis
5.1. Métodos diretos Unidade IX –Planialtimetria
5.2. Métodos indiretos Unidade X – Locação
5.3. Método eletrônico 10.1. Estaqueamento

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Unidade VI –Goniologia 10.2. Lançamento de eixos


6.1. Sistema sexagesimal
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TULER, M., SARAIVA, S. Fundamentos de Topografia. São Paulo: Bookman, 2013.
BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à Engenharia Civil.Vol. 1. 3ª ed. São Paulo:
Editora Edgard Blücher, 2013.
BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à Engenharia Civil. Vol. 2. 2ª ed. São Paulo:
Editora Edgard Blücher, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COMASTRI, José Aníbal. Topografia Altimetria. 3ª ed. Viçosa: Ed. UFV, 2005.
MCCORMAC, J. Topografia.5 ed. São Paulo: LTC, 2007.
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia.3ª ed. São Paulo: Editora Edgard
Blucher, 1975.
DAIBERT, J. D. Topografia: técnicas e práticas de campo.São Paulo: Érica, 2014.
CASACA, João M. Topografia geral. 4ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007, 220 p.

MÓDULO IV
M04.01 - COMPONENTE CURRICULAR Construções Modulares
Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
EMENTA: Estruturas metálicas. Corrosão e Proteções. Estruturas mistas. Estruturas Pré
Moldadas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Unidade IV – Estruturas Pré-moldadas
Unidade I – Estruturas Metálicas 4.1. Industrialização da construção civil -
1.1. Propriedades mecânicas do aço construções pré-fabricadas
1.2. Tipos de aço 4.2. Tipos de concreto pré-moldado;
1.3. Tipos de perfis de aço 4.3. Materiais para concreto pré-moldado
1.4. Peças em aço 4.4. Vantagens e desvantagens
1.6. Tipos de ligações 4.5. Projetos das estruturas de concreto pré-
1.7. Montagem de estrutura metálica moldado
Unidade II – Corrosão e Proteção 4.6. Produção das estruturas de concreto pré-
2.1. Corrosão moldado
2.2. Proteção superficial 4.7. Transporte e armazenamento
2.3. Proteção contra incêndio 4.8. Montagem – Ligações entre elementos
Unidade III - Estruturas Mistas pré-moldados
3.1 Estruturas mistas formadas a frio 4.9. Equipamentos utilizados.
3.2. Ligações mistas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PINI(Org.) – Construção Passo-a-Passo. Volume 3. São Paulo. Editora PINI, 2012, 222 p.
REBELL, Y.C.P. Estruturas de aço, concreto e madeira. São Paulo: Zigurate, 2005. 376 p
FERREIRA, A. D. D. Habitação Autossuficiente: Interligação e Integração de Sistemas

50
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Alternativos. 1ª ed. Editora Interciência, 2015, 154 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JÚNIOR, L.V.S. Projeto e Execução de Alvenarias: Fiscalização e Critérios de Aceitação. 1ª ed.
São Paulo. Editora PINI. 2014, 208 p.
NESE, F.J.M; TAUIL C. A. Alvenaria estrutural . 1 ed. São Paulo. Editora PINI, 2010, 184 p.
MOLITERNO, A. Caderno de estruturas de alvenaria: 1ª ed. Ed.: Edgard Blücher, 1995, 374 p.
SOUZA, U. E. L. Como aumentar a eficiência da Mão-de-Obra: Manual de gestão da
produtividade na construção civil. 1ª ed. São Paulo. Editora PINI, 2006, 100 p.
AMBROZEWICZ, P. H. L. Construção de Edifícios: Do início ao fim da obra. Editora PINI, 274 p.

M04.02 - COMPONENTE CURRICULAR Gestão da qualidade e resíduos


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: A disciplina aborda o conceito, histórico, importância e evolução da Qualidade na
construção civil; Gestão e princípios da Qualidade Total. Aspectos humanos da Qualidade.
Processo: conceito, identificação e controle. Normas da família ISSO. Prêmios da qualidade.
Metodologias para melhoria da qualidade. O ciclo PDCA. Orientando a execução de técnicas
construtivas sustentáveis, visando o gerenciamento dos resíduos sólidos com vistas a promoção
da melhoria da qualidade ambiental.Impactos e Gestão de resíduos sólidos de Construção e
Demolição.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.8 Gestão da qualidade da construção civil
Unidade I – Gestão da Qualidade 1.9 Auditoria do sistema de gestão da
1.1 Princípios e conceitos de gestão da qualidade.
qualidade. Unidade II – Gestão de Resíduos Sólidos
1.2 Histórico sobre qualidade Gerados no Processo da Construção Civil
1.3 Conceito de melhoria contínua 2.1. Resíduos sólidos
1.4 Sistemas de Gestão: SGQ, SGSSO, SGA e 2.2 Classificações dos resíduos
SGI 2.3 Destinação dos resíduos
1.5 Certificação ISSO-9001 2.4 Normas Técnicas
1.6 Ferramentas da qualidade 2.5. Resíduos de Construção e Demolição
1.7 Ferramentas de resolução de problemas 2.6. Reciclagem (Construção civil)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NAGALLI, A. Gerenciamento de resíduos sólidos na construção civil. 1ª ed. Editora: Oficina de
Textos, 2014, 176 p.
THOMAZ, Ercio. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo: Ed. Pini,
2001.
CARVALHO, M.M.; ROTONDARO,R.G.; MIGUEL, P.A.C., FERREIRA, J.J.A.; BOUER, G.; Gestão
da qualidade: teoria e casos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARBOSA, R. P; FRANCINI, I. D. Resíduos Sólidos: Impactos, Manejo e gestão Ambiental.
Editora Érica, 176 p.
MARQUES NETO, J. C. Gestão dos resíduos de construção e demolição no Brasil. 1ª ed.
editora: RIMA, 2005, 162 p.

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BARRETO, I. M. C. B. N., Gestão de Resíduos na Construção Civil. Aracaju, 2005


ISAIA,G. C. (Organizador),Materiais de Construção e Ciência dos Materiais. São Paulo:
IBRACON, 2010
JUAN, J.M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da qualidade
em produtos e serviços. São Paulo: Pioneira, 2009.
ABNT.NBR 15112: Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos –Áreas de
Transbordo e triagem Diretrizes para Projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 2007
7p.
____.NBR 15113: Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes, aterros, diretrizes
para projetos, implantação e operação. Rio de Janeiro, 2004. 12p
____. NBR 15114: Resíduos sólidos da construção civil –Áreas de reciclagem. Diretrizes
para projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 2004. 7p

M04.03 - COMPONENTE CURRICULAR Patologia das Construções


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 2 38 31:40:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Principais patologias. Origem e natureza das falhas em edificações. Principais
características e qualidades do concreto para evitar as patologias. O uso de aditivos.
Agressividade do meio ambiente e suas consequências patológicas. Causas e tipos de fissuras em
edificações. Diagnóstico das patologias e materiais utilizados em reparos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 4.2. Mecanismos da corrosão das armaduras
Unidade I - Introdução à Patologia das 4.3. Fatores que afetam e desencadeiam a
Construções corrosão das armaduras do concreto
1.1. Introdução sobre patologias Unidade V - Os Diversos Tipos de Patologia
1.2. Conceito nas Construções
1.3. Causas dos problemas patológicos em 5.1. Patologias em estruturas de concreto
estruturas de concreto 5.2. Patologias em revestimentos de
1.4. Origem e naturezadas falhas em edificações argamassa e em revestimentos com pinturas
em diversos países 5.3. Patologias em revestimentos cerâmicos e
Unidade II - Características e Qualidade do em pisos
Concreto 5.4. Patologias em elementos feitos de
2.1. Introdução madeira
2.2. Compacidade do concreto Unidade VI - Trincas e Fissuras em
2.3. Endurecimento do concreto Edificações
2.4. Cura 6.1.Causas da fissuração
2.5. Cobrimento das armaduras 6.2. Tipos de fissuras
2.6. Agressividade do meio ambiente Unidade VII - Diagnóstico das Patologias
Unidade III - O Uso de Aditivos na Qualidade do 7.1. Introdução e tipos de inspeção.
Concreto 7.2. Confecção de relatórios de avaliação.
3.1. Generalidades Unidade VIII - Materiais Utilizados em
3.2. Tipos de aditivos Reparos
3.3. Características gerais dos aditivos de última 8.1. Introdução e seleção dos materiais de

52
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CAMPUS MONTES CLAROS

geração reparo.
3.4. Concreto auto-adensável 8.2. Materiais utilizados em reparos.
Unidade IV - Agressividade do Meio Ambiente 8.3. Procedimentos para reparos estruturais.
4.1. Corrosão das armaduras 8.4. Reforços estruturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAPORINNO, C. F. Patologia das Anomalias em Alvenarias e Revestimentos Argamassados.
São Paulo, Editora: PINI, 2015, 124 p.
RIPPER, T; SOUZA, V.C.M. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. 1ª ed.
São Paulo. Editora: PINI, 2001. 255 p.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios: Causas, prevenção e recuperação. 1 ed. São Paulo. editora
PINI, 2002, 194 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo. Inspeção
Predial – Check-up predial: Guia da boa manutenção. 3ª ed. Editora Leud, 2012. 336 p.
AMBROZEWICZ, P. H. L. Construção de Edifícios:Do início ao fim da obra.Editora PINI, 274 p.
JÚNIOR, L.V.S. Projeto e Execução de Alvenarias: Fiscalização e Critérios de Aceitação. 1ª ed.
São Paulo. Editora PINI. 2014, 208 p.
YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. 14ª.ed. São Paulo, Editora PINI, 2014, 846 p.
NOGUEIRA, Carnot Leal. Auditoria de Qualidade de Obras Públicas. 1ª ed. Editora PINI, 2008.
GONÇALVES NETO, Alfredo de Assis; PAOLA, Leonardo Sperb de. Manual Jurídico da
Construção Civil.Editora Íthala, 2012.

M04.04 - COMPONENTE CURRICULAR Planejamento E Orçamento De Obras E Serviços


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( x ) P( ) T/P ( ) ( )Sim ( x )Não ( )Quais?
EMENTA: Planejamento e Controle. Orçamento. Cronogramas. Acompanhamento e Controle de
Obras. Contratos e Convênios. Lei de Licitações

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Unidade III – Cronogramas


Unidade I – Planejamento e Controle 3.1.Cronograma físico
1.1. Conceito 3.2.Cronograma físico-financeiro
1.2. Tipos de planejamento 3.3.Cronograma de materiais
Unidade II – Orçamento 3.4.Cronograma de mão-de-obra
2.1. Conceito e tipos 3.5.Cronograma de equipamentos
2.2. Especificações Unidade IV – Acompanhamento e Controle de
2.3. Orçamento sumário ou comparativo – Obras
análise de viabilidade 4.1.Procedimentos
2.4. Técnica- financeira da obra 4.2. Organização das atividades do canteiro de
2.5. Levantamento físico obras
2.6. Composição de preços unitários 4.3.Apropriação de custos
2.7. Encargos sociais Unidade V – Contratos e convênios
2.8. Levantamento de insumos – cotação de Unidade VI – Lei de licitações (Nº 8.666)
preços e serviços 5.1. Conceito geral
2.9. BDI 5.2. Principais aspectos, sua interpretação e
2.10. Orçamento quantitativo utilização

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2.11. Orçamento físico-financeiro


BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MATTOS, A. D. Planejamento e Controle de Obras.1ª ed. São Paulo. Editora PINI,2010, 420 p.
TISAKA, Maçahico. Orçamento na Construção Civil: Consultoria, Projeto e Execução. 2ª ed.
Editora: PINI. São Paulo, 2011, 470 p.
MATTOS, A. D. Como preparar orçamentos de obras.2ª ed. São Paulo. Ed.: PINI, 2014, 278 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GOLDMAN, P. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil
brasileira. 4ª ed. 2ª tiragem. São Paulo. Editora PINI,2005, 176 p.
PINHEIRO, A. C. F. B; CRIVELARO, M. Planejamento e Custos de Obra: Série Eixos. Editora
Érica, 2014.
GIAMUSSO, S. Orçamento e custos na construção civil. São Paulo: PINI, 2006.
LIMMER, C. V. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras - Editora LTC
SOUZA, A. L. R; MELHADO, S. B. Preparação da Execução de Obras. Editora O Nome da Rosa,
2004, 144p.
TCPO - Tabelas para Composição de Preços para Orçamentos. 14 ed. São Paulo. Editora
PINI. 2012, 640 p.

M04.05 - COMPONENTE CURRICULAR Projeto Integrador


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
Os diversos laboratórios do IF
EMENTA: Desenvolvimento de umprojeto arquitetônico e complementares. Elaboração do
memorial descritivo. Aplicação das legislações relacionadas à concepção de projetos. Aplicação
dos conhecimentos adquiridos em todos os componentes curriculares integrando as variáveis de
um projeto.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: estratégias de articulação dos conhecimentos
Desenvolvimento de projetos integradores que numa perspectiva entre o ensino, a pesquisa e
possibilitam a visão crítica e integrada dos a extensão, a forma de apresentação do
conhecimentos, no contexto de uma produção produto final poderá ser de diversas formas:
acadêmica e técnico-científica, alicerçada na relatórios, apresentação oral, portfólio,
realidade da prática profissional, fazendo a apresentação em Seminários, defesa de
interdisciplinaridade dos conhecimentos projeto, etc. .
teóricos e práticos adquiridos durante o A proposta do Projeto Integrador é que
percurso de toda a formação, buscando ainda, o aluno desenvolva projetos no contexto de
a constante inovação, criatividade e o uma produção acadêmica e técnico-cientifica,
desenvolvimento de competências. alicerçada na realidade da prática profissional,
Neste sentido, será desenvolvido um contextualizando os conhecimentos teóricos e
projeto cuja proposta será elaborada pelos práticos adquiridos, e articulando-se:
docentes com participação da coordenação a) O ensino, integrando as diferentes áreas
pedagógica e, preferencialmente, com a e os saberes trabalhados no curso, de
participação de discentes, verificando se a forma interdisciplinar;
proposta atende os princípios de b) A pesquisa, como principio pedagógico e
interdisciplinaridade das áreas de o estimulo á investigação e análise critica;
conhecimento. c) E a extensão, como meio pela qual se

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A construção do projeto inicia-se pós-definição, articula a produção do conhecimento e


elaborando os objetivos do projeto, justificativas, sua aplicação e contextualização em
componentes curriculares ou áreas de relação á realidade local ao qual está
conhecimento que serão contempladas, inserido o campus Montes Claros do
metodologia, organização, plano de trabalho, IFNMG.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MELHADO, S. Coordenação de Projetos de Edificações. [s.l.]: O Nome da Rosa, 2006.
BORGES, Alberto de Campos. Práticas das pequenas construções. Vol. 2. 9ª. ed.
EditoraEdgard Blucher, 2010.
BORGES, Alberto de Campos. Práticas das pequenas construções.Vol. 1. 9ª. ed.
EditoraEdgard Blucher, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AZEREDO, Hélio Alves de. O edifício até sua cobertura. 2. ed. Rev. São Paulo: Edgar
Blucher,2002
ASBEA. Detalhes em Arquitetura. [s.l.]: J. J. Carol, 2010.
BEINHAUSER, P. Atlas de Detalhes Construtivos. [s,l.]: GG Brasil, 2012.
REIS, Paulo Mourao. Preparação de Obras: construção civil. [s.l.]: Publindustria, 2010.
LUCINI, H. C. Manual Técnico de Modulação de Vãos de Esquadrias. São Paulo: PINI, 2001.
VAN LENGEN, J. Manual do Arquiteto Descalço. [s.l.]: Emporio do Livro, 2008.

M04.06 - COMPONENTE CURRICULAR Tecnologia Das Construções IV


Módulo: Nº de aulas semanais Hora aula Hora relógio
Primeiro 4 76 63:20:00
Abordagem Metodológica: Uso de laboratório ou outros ambientes além da sala de aula?
T( ) P( ) T/P ( x ) ( x )Sim ( )Não ( )Quais?
LMCC - Laboratório de Materiais de Construção e Resistência
dos Materiais
Canteiro Experimental de Obras
EMENTA: Coberturas. Obras de acabamento. Andaimes. Manutenção e conservação das
edificações. Limpeza e entrega da obra. Inovação Tecnológica na Construção Civil.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Unidade IV - Limpeza e entrega da obra.


Unidade I – Coberturas Unidade V - Manutenção e conservação das
1.1. Tipos e estrutura edificações.
1.2. Elementos de composição, esgotamento, 5.1.Conceito
iluminação e ventilação 5.2.Definições
1.3. Tratamento impermeabilizante 5.3.Funções
Unidade II – Obras de acabamento 5.4. Profissionais envolvidos
2.1. Impermeabilizações 5.5. Manutenção Predial Integrada – MPI
2.2. Revestimentos 5.6. Planejamento para manutenção integrada
2.3. Pinturas “check-list”.
2.4. Forros 5.7. Administração e os sistemas de controle
Unidade III – Andaimes emanutenção predial integrada.
3.1. Tipos Unidade VI – Inovação Tecnológica na
3.2. Aplicações Construção Civil
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAPORINNO, C. F. Patologia das Anomalias em Alvenarias e Revestimentos Argamassados.

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São Paulo, Editora: PINI, 2015, 124 p.


PINI – Construção Passo-a-Passo. Volume 1. 1ª ed. São Paulo. Editora PINI, 260 p.
FIORITO, A.J.S.I. Manual de Argamassas e Revestimentos. 2ª ed. São Paulo. Editora: PINI,
2010, 232 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERTOLINI L. Materiais de Construção. 1ª ed. Editora: Oficina de Textos , 2010, 414 p.
SOUZA, U. E. L. Projeto e implantação do canteiro.3ª. ed. São Paulo. Editora Nome da Rosa,
2008, 96 p.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios: Causas, prevenção e recuperação. 1ª ed. São Paulo. editora
PINI, 2002, 194 p.
BAÍA, L. L. M.; SABBATINI, F. H. Projeto e execução de revestimento de argamassa.2ª. ed.
São Paulo: Nome da Rosa, 2001. 88 p.
MACHADO, A. P; MACHADO, B. A. Reforço de Estruturas de Concreto Armado com Sistemas
Compostos de FRP. São Paulo. Editora PINI, 2015, 556 p.
IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo. Inspeção
Predial/ Check-up predial: Guia da boa manutenção. 3ª ed. Editora Leud, 2012. 336 p.

12. METODOLOGIA

O currículo foi organizado de modo a garantir o desenvolvimento de competências fixadas


pela Resolução CNE/CEB 04/99, pelas determinações legais presentes nas Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Ensino Médio e Educação Profissional de Nível Técnico, pelos Parâmetros
Curriculares Nacionais do Ensino Médio, pelos Referenciais Curriculares Nacionais da Educação
Profissional, pelo Decreto nº 5.154/2004, além daquelas que foram identificadas pelo Instituto
Federal do Norte de Minas, com a participação da comunidade escolar.
O currículo está estruturado em quatro módulos semestrais, sendo estes articulados de
modo a fomentar o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias, em ambientes de
ensino que estimulem a busca de soluções e favoreçam o aumento da autonomia e da capacidade
de atingir os objetivos da aprendizagem. A carga horária total do curso é de 1.266,67 horas/relógio
de componentes curriculares obrigatórios, 160 horas/relógio de estágio supervisionado e 60
horas/relógio de atividades complementares. O aluno faz jus ao diploma, ao concluir com
aprovação todas as unidades curriculares e cumprir o estágio curricular obrigatório e as atividades
complementares. Observa-se, ainda, que a organização curricular integra necessariamente as três
instâncias de atuação do corpo docente, e desse modo, o regime de trabalho será compreendido,
na sua integralidade, como destinado ao ensino, à pesquisa e à extensão, estas especificadas
pelas normas instituídas pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) e pelo Campus
Montes Claros.

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Os componentes curriculares de cada semestre (entendido como módulo) representam


importante instrumento de flexibilização e abertura do currículo para o itinerário profissional, pois
que, adaptando-se às distintas realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a
unidade e a equivalência dos processos formativos.
Do ponto de vista pedagógico, privilegia o aluno enquanto agente do processo de
aprendizagem, trabalhando através de desenvolvimento de projetos. Essa metodologia permite
articular melhor o mercado de trabalho, a escola e a sociedade, facilitando a contextualização e
favorecendo a flexibilidade proporcionada pela estrutura modular do curso. O Curso Técnico em
Edificações possui uma estrutura curricular dinâmica e flexível, sem pré-requisitos obrigatórios,
apesar de estar organizada numa matriz curricular, visando a uma formação com qualidade e que
responda aos interesses da demanda local e regional. Os componentes curriculares estão
agrupados em dois eixos temáticos, a saber:
a) Propedêutica: embasadas em diversas ciências que contribuem para a formação na
área de Edificações;
b) Profissional: integra as unidades curriculares da base de formação técnica em
Edificações, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do MEC e o perfil
profissional desejado;
Dessa maneira, o Curso Técnico em Edificações é um curso profissionalizante de nível
médio, organizado de forma própria e independente do Ensino Médio, onde cada módulo
contempla um conjunto de competências e habilidades, visando à construção paulatina do perfil do
profissional.

13. ENFOQUE PEDAGÓGICO DO CURRÍCULO

O princípio da indissociabilidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão é


considerado, neste Projeto Pedagógico, como inerente ao processo ensino-aprendizagem. A
relação entre o ensino e a extensão conduz a mudanças no processo pedagógico, pois alunos e
professores constituem-se em sujeitos do ato de aprender, de ensinar e de formar profissionais
cidadãos. Já a relação entre pesquisa e extensão ocorre quando a produção do conhecimento é
capaz de contribuir para a transformação da sociedade. A extensão, como via de interação entre
instituição educacional e sociedade, constitui-se em um elemento capaz de operacionalizar a
relação entre teoria e prática. Este projeto expressa a efetivação de uma proposta dinâmica e
flexível, ao apresentar uma estrutura curricular que oferece espaços educacionais que possibilitam
a ampliação da formação do estudante cidadão e crítico. Com esse propósito, deve-se

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operacionalizar, nos diferentes componentes curriculares distribuídas ao longo do curso, uma


metodologia de ensino-aprendizagem problematizadora e produtora de conhecimento, capaz de
democratizar o saber educacional e de contribuir para a transformação da sociedade.
Nesse sentido, o Projeto Integrador previsto neste PPC possibilitará a flexibilização da
formação e a integralização curricular estabelecendo uma relação transformadora entre instituição
educacional e sociedade, inserem-se como prática pedagógica nas diversas instâncias do
currículo, materializando o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

14. PRÁTICA PROFISSIONAL

14.1 Prática Profissional


“Não há dissociação entre Teoria e Prática”
(PARECER CNE/CEB Nº 16/99).

A prática profissional no Curso Técnico em Edificações Concomitante/Subsequente se


configura não como situações ou momentos distintos do curso, mas como uma metodologia de
ensino que contextualiza os saberes apreendidos e põe em ação o aprendizado, viabilizando ações
que conduzam ao aperfeiçoamento técnico-científico-cultural e de relacionamento humano.
Neste curso, a prática profissional supõe o desenvolvimento em diferentes situações de
vivência, ao longo de todo o curso, de atividades como, experimentos em ambientes especiais tais
como laboratórios e canteiros de obras, além de atividades de pesquisa como estudos de caso,
conhecimento de mercado e das empresas, pesquisas individuais e em equipe, projetos de
extensão e iniciação cientifica, estágios e exercício profissional efetivo.
A atividade de prática profissional simulada, desenvolvida na própria Instituição de Ensino,
com o apoio de diferentes recursos tecnológicos, em laboratórios ou salas ambientes, integra os
mínimos de carga horária previstos para o curso na respectiva área profissional, está prevista na
matriz e também nas ementas, e deverão estar contempladas nos planos de ensino das disciplinas
que as realizarão.
A prática profissional, prevista na organização curricular do curso, deve estar
continuamente relacionada aos seus fundamentos científicos e tecnológicos, orientada pela
pesquisa e pela extensão como princípio pedagógico que possibilita aproximar a formação dos
estudantes com o mundo de trabalho, buscando formas e métodos responsáveis por promover,
durante todo o itinerário formativo, a politécnica, a formação integral, unilateral, a
interdisciplinaridade, integrando os núcleos da organização curricular.
Desta forma, o papel da prática profissional não se torna apenas um auxilio de ensino, mas,
um eixo para a formação profissional, sendo importante tanto para aquele que está ensinando,

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através da experiência que está adquirindo, tanto para aquele que está aprendendo e buscando
novos conhecimentos.

14.2 Estágio Curricular Supervisionado


“O estágio é capaz de transformar incerteza
em experiência, teoria em prática e
conhecimento em carreira de sucesso”
(estudante Andriely Fontes)

O Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso Técnico em Edificações, conforme Lei


11.788 de 2008, Parecer CNE/CEB nº 35/2003, Resolução CNE/CEB nº 1, de 2004 e Normas
Regulamentares dos Cursos Técnicos de Nível Médio do Instituto Federal do Norte de Minas
Gerais, visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para
o trabalho.
A atividade de prática profissional realizada em situação real de trabalho, sob a forma de
estágio profissional supervisionado, será realizado em entidades concedentes ou por meio de
agentes de integração públicos ou privados, devidamente conveniados e/ou cadastrados no
IFNMG, que apresentarem condições de proporcionar experiências práticas na área de formação
do aluno, com profissional disponível para supervisionar e orientar o aluno durante as atividades
realizadas no estágio. A formalização do estágio ocorre de acordo com a determinação do art. 4º
do Regulamento para estágios de discentes do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Norte Minas Gerais – IFNMG, para o cômputo da carga horária mínima de 160
horas/relógio, deverá ser feita a partir de matrícula do 3º módulo do curso técnico.
Entende-se por Estágio Curricular qualquer atividade que propicie ao aluno adquirir
experiência profissional específica e que contribua, de forma eficaz, para a sua inserção no
mercado de trabalho.Além da oportunidade de colocar em prática os conceitos aprendidos durante
a formação do aluno, o estágio também cria a oportunidade de desenvolver novos conhecimentos
e relações interpessoais. A escolha e opção do campo de estágio são de responsabilidade do
aluno, conforme seus interesses nas áreas de atuação de Edificações. O estágio curricular
obrigatório supervisionado pode ser remunerado ou não, ficando a critério do acordo
preestabelecido entre o IFNMG – Campus Montes Claros e a empresa.
Para ser caracterizado como complementação da formação curricular e treinamento, o
estágio deve ser condizente com o currículo do curso frequentado pelo aluno. Portanto, é

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obrigatória a integralização da carga horária total do estágio no currículo do curso, podendo-se


incluir as horas destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das atividades.
O Estágio Curricular é uma prática pedagógica realizada, sob orientação de professor e
supervisão da instituição pública ou privada que acolhe o estudante. Para isso, as atividades
exercidas dentro da empresa serão supervisionadas por um responsável técnico da empresa, no
entanto, os alunos serão orientados no IF por um professor orientador que realiza a avaliação do
estágio, baseado no acompanhamento contínuo do aluno através de documentos de avaliação
definidos pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - IFNMG. Nos casos em que o aluno não
atingir os objetivos do estágio, este deve ser realizado novamente, após efetivação de matrícula,
seguindo os procedimentos determinados pelo artigo 4º do Regulamento para estágio Discente do
IFNMG. Enquanto procedimento didático pedagógico, ato educativo e oportunidade de
enriquecimento do currículo escolar, o estágio será didaticamente planejado, realizado e avaliado
com a instituição de ensino, a concedente e os alunos. Busca-se, assim, ampliar as chances de
compreensão global do processo de trabalho e habilitar os alunos para o exercício crítico e
autônomo da profissão.
Os alunos recebem informações gerais sobre o estágio – sobre a forma como este será
desenvolvido e as formas de avaliação – antes de serem encaminhados para as empresas, onde o
estágio será realizado. As atividades realizadas pelo estagiário são determinadas pelo acordo entre
o supervisor da concedente e o orientador de estágio no IFNMG, cabe ao estagiário conhecer e
participar das atividades da rotina própria do Técnico em Edificações, para obter experiência e
conhecimento da profissão.
São obrigações dos estagiários:
1. participar ativamente das atividades de estágio que lhes forem atribuídas;
2. cumprir a carga horária e o horário estabelecido para o estágio;
3. participar de reuniões e/ou sessões de avaliação;
4. elaborar um relatório final do Estágio.
O relatório final de estágio será constituído do registro de comparecimento; do relatório de
informações sobre a empresa, seu histórico, destacando sua estrutura organizacional, bem como a
sua principal atividade e um resumo das atividades desenvolvidas por cada setor da empresa,
destacando e detalhando o setor em que o aluno se encontra. Esse relatório deverá contemplar,
também, os resultados por ele obtidos dentro da proposta inicial de trabalho e deverá ser elaborado
procurandoavaliar seu desempenho dentro da empresa, salientando as facilidades, dificuldades,

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pontos positivos e negativos de seu estágio, bem como sugestões concretas para a melhoria de
processos operacionais da empresa.
A importância desse relatório reside no fato de que, através dele, torna-se possível o
acompanhamento mais completo das atividades desenvolvidas pelo estudante, constituindouma
importante ferramenta de avaliação. Além disso, prepara o estudante para a confecção de
relatórios específicos relacionados às atividades profissionais futuras.
O Estágio Supervisionado Obrigatório será avaliado a partir do terceiro módulo letivo,
através de um processo de contínua verificação do rendimento obtido pelo aluno, não sendo,
portanto, um evento particular ou isolado. Dessa maneira, a formação do Técnico em Edificações
do IFNMG – Campus Montes Claros incluirá como etapa integrante da formação técnica, o Estágio
Curricular Obrigatório, sob supervisão direta dessa instituição, através de relatórios técnicos
individualizados, durante o módulo de realização das atividades.
Antes de iniciar o estágio obrigatório, o aluno deverá procurar o setor de Coordenação de
Extensão para obter informações acerca dos procedimentos para a realização do mesmo. Cabe ao
Professor Orientador, designado pela Coordenação de Cursos Técnicos ou equivalente,
acompanhar o estagiário através de formulários próprios, bem como monitorar o envio e o
recebimento de documentos relativos ao acompanhamento do estágio. Cabe ao Supervisor de
Estágio, designado pela entidade concedente, acompanhar o discente durante o estágio,
assegurando a compatibilidade das atividades desenvolvidas no estágio com o currículo do curso,
assim como proceder à avaliação de desempenho do estagiário, por meio de instrumento próprio
fornecido pelaCoordenação de Extensão do Campus do IFNMG ou órgão equivalente.
Vale ressaltar que os alunos que exercerem atividades profissionais há pelo menos 06
(seis) meses em áreas correlatas a seu curso na condição de empregados devidamente
registrados, cooperados ou empresários poderão considerar tais atividades como estágio, desde
que: essas atividades estejam diretamente relacionadas com o perfil profissional do curso; e o
Relatório de descrição das atividades profissionais desenvolvidas seja aprovado pelo coordenador
do curso e/ou professor orientador.
Poderão ser complementadas ao Estágio Supervisionado, atividades de extensão, monitoria
e iniciação científica, segundo seus programas. A validação dessas atividades como parte da
carga horária do Estágio Obrigatório (máximo de 30% da carga horária do Estágio) e da
experiência profissional comprovada (100% da carga horária) está condicionada à observância dos
procedimentos a seguir.

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I. Requerimento apresentado no Departamento Acadêmico, acompanhado da


documentação exigida para análise, a saber:
a. Declaração assinada pelo(s) professor(es) orientador(es) ou da empresa onde está
atuando profissionalmente, contendo informações sobre a carga horária, início e término da
atividade;
b. Plano de atividades desenvolvido pelo estudante e do Projeto do qual participa ou
declaração da empresa descrevendo as atividades inerentes à função que ocupa;
c. Documentos comprobatórios do acompanhamento da atividade pelo professor
orientador ou documentos (autenticados) que comprovem o tempo e a função na empresa onde
d. Relatório Final da atividade desenvolvida, aprovado pelo professor orientador ou
descrevendo as atividades desenvolvidas no mundo do trabalho sob a ótica do perfil de formação.
II. Parecer Avaliativo do professor responsável pelo componente curricular Estágio
Supervisionado, informando sobre a equivalência total, no caso de experiência profissional, e
parcial nas demais atividades desenvolvidas, com aquelas previstas no Plano de Estágio
Supervisionado, em consonância com o perfil de conclusão indicado no curso;
III. Ratificação do Parecer Avaliativo emitido pelo Professor Orientador de Estágio ou pelo
Coordenador do Curso;
IV. Análise documental e homologação do Setor Pedagógico fundamentada nos marcos
legais sobre a matéria.
Existe ainda, para os estudantes que desejarem ampliar a sua prática de estágio, para além
da carga horária mínima estipulada na matriz curricular, a possibilidade de realizar estágio
curricular não obrigatório com carga horária não especificada, mediante convênio e termos de
compromisso entre as empresas ou instituições e o Instituto Federal Montes Claros que garantam
as condições legais necessárias.

14.3 Componente curricular de orientação de estágio


Antes dos estudantes saírem para a prática do estágio curricular supervisionado obrigatório,
os mesmos deverão cumprir a carga horária de 8h destinada a Orientação de Estágio, que visa
preparar o estudante para esta prática, bem como, orientá-lo para a elaboração do relatório de
estágio.
A orientação de estágio tem o objetivo de orientar os estudantes sobre aspectos
relacionados ao estágio, como: ética, pontualidade, assiduidade, questionamentos, atividades que
devem ou não ser realizadas, relatório, documentação, etc.

62
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O componente Orientação de Estágio conta com a carga horária de 08 horas relógio a ser
desenvolvida no 3º semestre, por meio de Oficinas ou Minicursos sobre temáticas como ética e
postura profissional, legislação vigente sobre estágio supervisionado e documentação institucional
necessária à realização do estágio. Atividades essas desenvolvidas por profissionais como
Psicólogo(a) Institucional, Chefias de Gestão de Pessoas de empresas locais conveniadas,
Coordenação do Curso, Coordenação de Extensão, entre outros. Estas horas deverão ser
previstas no calendário escolar.

14.4 Atividades Complementares


De modo a permitir uma formação integral, além do estágio curricular supervisionado, os
estudantes do Curso Técnico de nível médio em Edificações na forma Concomitante/Subsequente,
devem cumprir um mínimo de 60 horas (sessenta horas) de atividades complementares em caráter
obrigatório, ao longo do curso. Compreende-se como atividade complementar aquela que integra a
carga horária do curso e, estejarelacionada à área do Técnico em Edificações no que se refere à
prática profissional, e podem ser cumpridas pelo estudante de várias formas, de acordo com o
planejamento ajustado pela coordenação do curso.
O estudante deverá apresentar, ao orientador de estágio, comprovantes (originais e cópias)
da realização dessas atividades complementares, anexado ao relatório de estágio. Nesse caso, é
de responsabilidade do orientador a validação dessas atividades. As atividades complementares
realizadas antes do início do curso, não podem ter atribuição de créditos, pois somente serão
validadas as atividades desenvolvidas ao longo do curso no qual o aluno estiver, regularmente,
matriculado. Cabe ressaltar que as atividades complementares deverão ser desenvolvidas sem
prejuízo das atividades regulares do curso.
As atividades complementares serão validadas com apresentação de certificados ou
atestados, contendo número de horas e descrição das atividades desenvolvidas. O quadro abaixo
apresenta as possibilidades de atividades que poderão ser computadas para fins de cumprimento
desta exigência. Todos os eventos devem ser realizados em data posterior ao ingresso do
estudante no curso.

Quadro Síntese das Atividades Complementares


Atividade Comprovante Carga Horária
Máxima Permitida
Programas de Iniciação Científica que Documento emitido pelo órgão
reforçam os investimentos da instituição responsável 20 horas

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na pesquisa e na, consequente,


produção do conhecimento;
Participação em projetos de pesquisa, Certificado emitido pelo órgão 40 horas
extensão e de ensino. responsável
Atividades de Extensão que envolve, Certificado emitido pelo órgão
além dos eventos científicos, os cursos responsável 40 horas
de formação e diversas ações de
fomento à participação interativa e à
intervenção social;
Participação em eventos Científicos, Certificado de participação
como mostras culturais, seminários, emitido pelo órgão responsável 30 horas
congressos, conferências, fóruns,
debates e outros eventos de natureza
técnica e científica relacionadas a área
de formação
Disciplinas cursadas em outros cursos Histórico escolar ou declaração
de Instituições de Ensino reconhecidas emitida pela Secretaria 30 horas
pelo MEC relacionadas a área de Acadêmica, constando o
formação. aproveitamento do aluno
Estágio curricular supervisionado não Atestado da empresa onde 30 horas
obrigatório realizou o estágio e do professor
responsável pelo
acompanhamento
Publicações–artigos e resumos em Exemplar da publicação 5 horas para
anais de eventos e em revistas resumos e
10 horas para
artigos completos
* Limitado o
máximo de 40h
Participação em visitas técnicas (as não Atestado de participação assinado 40 horas
contabilizadas na carga horária das pelo professor responsável
disciplinas)
Participação em palestras relativa a Certificado emitido pelo órgão
área de formação, ou as que se referem responsável 20 horas
à cidadania, sustentabilidade, saúde,
orientação profissional e relações
democráticas;
Cursos de formação na área específica. Certificado emitido pelo órgão 40 horas
responsável
Participação como ouvinte em bancas Atestado da Coordenação do 2 horas por sessão
de defesa de Trabalho de Conclusão de Programa na área de
Curso ou Projeto Integrador em áreas formação
afins ao curso. 1 horas por sessão
em outras áreas
* Limitado o
máximo de 10
horas
Atividade Profissional na área de Atestado da empresa onde 30 horas
formação realizou a atividade

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Monitorias que realçam os méritos Atestado de participação, com


acadêmicos, dinamizam os processos avaliação do aluno, assinado pelo
40 horas
de acompanhamento dos alunos e professor responsável.
viabilizam com agilidade o
desenvolvimento de projetos vários;
Atividades de Monitoria, atividades Atestado de participação, com
voluntárias em instituições filantrópicas avaliação do aluno, assinado pela
10 horas
ou do terceiro setor (desde que estejam instituição responsável.
correlacionadas à área do curso);
Participação em projetos (relacionados Certificado de participação 40 horas
a Empresa Júnior ou Incubadora de emitido pelo órgão responsável
empresas);
Atividades não relacionadas nos itens anteriores, desde que relacionadas à área do curso serão
avaliadas pelo Coordenador do Curso, Orientador de Estágio ou órgão Colegiado

Será prática durante o curso o incentivo a excursões e visitas técnicas devido sua função de
complementaridade da formação do educando, buscar na comunidade externa (daí a importância
de relações empresariais e comunitárias bem articuladas) oportunidades que são próprias do
ambiente do profissional Técnico em Edificações, em que se verificam relações de produção em
tempo real e num espaço em transformação. Os cursos técnicos exigem essa observação direta do
papel dos trabalhadores no mercado de trabalho.

15. DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A indústria da construção civil ocupa posição de destaque na economia do Brasil,


porém apresenta-se como grande geradora de impactos ambientais que resultam na formação
de áreas degradadas. Estas áreas acabam causando situações de risco com
algumas consequências relevantes, como o aumento da vulnerabilidade dos lençóis freáticos e
rios ou córregos próximos, danos a edificações e ruas ou estradas vizinhas, perda da qualidade do
ar por meio de ruídos ou poluição, insalubridades decorrentes da deposição de resíduos e danos à
população das proximidades.

No Brasil, as áreas degradadas provocadas pela construção civil ocorrem em três


momentos distintos: na extração e fabricação de materiais de construção, na execução das obras e
na disposição dos resíduos por ela gerados. Sendo assim, é inevitável o desenvolvimento de
atividades da construção civil mais adequadas aos princípios da construção sustentável, que não
causem tantas ações degradantes, adotando formas de exploração de matéria-prima mais
conscientes e alternativas, utilizando materiais e processos construtivos que objetivem a harmonia
entre o homem e o meio e dando uma destinação apropriada aos resíduos.

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Na última década, cresceram muito os esforços para adequação dos novos imóveis visando
a redução do consumo de energia, de água e dos custos de manutenção. Cresceu também a
preocupação com a origem dos materiais utilizados na obra, seu desempenho e durabilidade. No
entanto, para minimizar o problema é preciso que a construção civil se aproxime mais da
construção sustentável, adotando formas de exploração de matérias-primas mais conscientes e
alternativas, utilizando materiais e processos construtivos que objetivem a harmonia entre o homem
e o meio, sendo eles produzidos com tecnologias limpas, observando os ciclos de vida e dando
uma destinação apropriada aos resíduos.

Desta forma, é necessário que todos os envolvidos tomem conhecimento de todos os


processos e atividades da construção civil para que sejam adotadas medidas eficientes. Neste
sentido, e também considerando a Lei n°9.795/1999, que indica que “A educação ambiental é um
componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-
formal”, prevê-se, nesse curso, que a educação ambiental será desenvolvida como uma prática
educativa integrada, contínua e permanente (Decreto Nº 4.281/2002), também na educação
profissional, por meio da realização de atividades:

- curriculares, nos componentes: Meio Ambiente e Sustentabilidade na Construção Civil,


Projeto Arquitetônico, Instalações Hidrossanitárias, Instalações Elétricas, Higiene e Segurança do
Trabalho e Prevenção e combate a incêndio e desastre, Patologia das Construções, Gestão da
qualidade e resíduos, Legislação, Ética e Responsabilidade Sociale Projeto Integrador.

- extracurriculares, em projetos, palestras, apresentações, programas, ações coletivas,


ações de extensão, dente outras possibilidades.

16. DA EDUCAÇÃO PARA PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E DESASTRE

Em atendimento ao Ofício Circular nº 5020/2017 da Pró-reitoria de ensino/ PROEN do


IFNMG-IFNMG e em atendimento a lei federal nº 13.425, de 30 de março de 2017, que estabelece
diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em
estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público:

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No que se refere ao ensino ofertado pela instituição, os Campi do IFNMG devem se


adequar ao que a referida Lei estipula em especial ao que segue:
Art. 8o Os cursos de graduação em Engenharia e Arquitetura em funcionamento no
País, em universidades e organizações de ensino públicas e privadas, bem como
os cursos de tecnologia e de ensino médio correlatos, incluirão nas disciplinas
ministradas conteúdo relativo à prevenção e ao combate a incêndio e a desastres.
Parágrafo único. Os responsáveis pelos cursos referidos no caput deste artigo terão
o prazo de seis meses, contados da entrada em vigor desta Lei, para promover as
complementações necessárias no conteúdo das disciplinas ministradas, visando a
atender o disposto no caput deste artigo. [...] Art. 23. Esta Lei entra em vigor após
decorridos cento e oitenta dias de sua publicação oficial.

Registre-se que, o atendimento a essas exigências, no aspecto formal, destina-se a


promover o cumprimento de requisito legal e normativo, no entanto a finalidade principal e óbvia é
a de defesa da vida e da integridade física do ser humano, neste sentido, as condições de
prevenção e combate a incêndios e desastres deverão ser sempre observadas em todos os
processos de construção, instalação, reforma, ocupação ou uso de qualquer edificação. Assim, ao
promover a adequação da instituição para o atendimento às normas de prevenção e combate a
incêndio e desastres, a primeira providência é conhecer o regramento estadual e municipal
aplicável, de modo a assegurar seu pleno cumprimento, o que será priorizado neste PPC pelo
componente curricular Higiene e Segurança do Trabalho e Prevenção e Combate a Incêndio e
Desastre.
Dentre as principais medidas esta lei estabelece que o corpo de bombeiros não é mais o
único agente fiscalizador dos projetos de combate a incêndio. Agora, nas cidades que não
possuem corpos de bombeiros, deve ser criado um convênio entre prefeitura e corpo de
bombeiros, para que o município possa ter equipe fiscalizadora e treinada. Às faculdades de ensino
superior de engenharia e arquitetura, agora será exigido que incluam em suas grades curriculares
a disciplina de projetos de combate a incêndio. A lei estabelece um prazo de até seis meses para
essa adequação nos cursos. Além disso, a lei exige que o CONFEA (Conselho Federal de
Engenharia e Agronomia), CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e o CAU
(Conselho de Arquitetura e Urbanismo) exijam a apresentação dos projetos técnicos elaborados
pelos profissionais. No artigo primeiro, do seu artigo 21, a lei especifica que esses projetos são:
projeto arquitetônico; projeto estrutural; instalações prediais (hidrossanitário e elétrico); urbanização
e outros.
É importante salientar que o curso Técnico em Edificações ao atender as exigências
das medidas de segurança, da referida lei, contra incêndio e pânico nas edificações, estruturas e
áreas de risco, visa:

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– proteger a vida e a integridade dos ocupantes das edificações, estruturas e áreas de risco em
caso de incêndio;
– prevenir e combater a propagação de incêndios, reduzindo danos ao meio ambiente e ao
patrimônio;
– proporcionar meios para controlar e extinguir incêndios;
– fortalecer a atuação do Corpo de Bombeiros ou entidades locais, a fim de garantir as condições
necessárias às operações voltadas para o adequado atendimento das medidas de segurança
contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco.
Portanto, pensando na proteção daquilo que nos é mais precioso – a VIDA –, curso Técnico
em Edificações procura nortear os primeiros passos no aprendizado daqueles que irão atuar no
mercado de trabalho da construção civil.

17. DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS, CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS


ANTERIORES.

O Aproveitamento de Estudos consiste na dispensa de estudos realizados no IFNMG e em


outras instituições escolares, nacionais ou estrangeiras, reconhecidas ou autorizadas, previsto no
Regulamento dos Cursos de Graduação do Instituto Federal no Norte de Minas Gerais.
Entende-se por Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores o processo de
reconhecimento de competências adquiridas pelo discente, no trabalho ou por outros meios
informais, mediante um sistema avaliativo, conforme previsto no Regulamento dos Cursos de
Educação Profissional Técnica de nível médio do Instituto Federal no Norte de Minas Gerais.
O discente de curso técnico Concomitante/Subsequente em Edificações poderá requerer
aproveitamento de estudos, através de dispensa de componente(s) curricular(es) cursado(s)
anteriormente, assim como, solicitar abertura de processo para aproveitamento de experiências
anteriores, com vistas à abreviação da duração de seu curso, conforme previsto no Regulamento
dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio do Instituto Federal do Norte de
Minas Gerais (IFNMG), no capítulo III - Art. 83, 84 e 85 e no capítulo IV - Art. 86, respectivamente.

18. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS DO CURSO

01. Da frequência
É obrigatória a frequência do discente nas atividades escolares estabelecidas para cada
curso. A frequência mínima exigida para as atividades escolares durante o período letivo é de 75%
(setenta e cinco por cento) de acordo com o previsto no inciso VI, do art. 24 da LDB.

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Serão consideradas faltas justificadas os seguintes casos:


I – Comparecimento dos representantes discentes nas reuniões dos órgãos colegiados,
quando o horário destas coincidir com o das aulas;
II – Discente Oficial ou Aspirante a Oficial da reserva, conforme o Decreto nº 85.587, de 29
de dezembro de 1980;
III – Luto pelo falecimento de pai, mãe, filho, filha, irmão, irmã, avô, avó ou cônjuge, pelo
período de 8 (oito) dias consecutivos;
IV – Tratamento de saúde;
V – Exercício do voto em outra localidade (um dia anterior e um dia posterior à data da
eleição).
Não existe abono de faltas, exceto nos casos de discentes convocados, matriculados em
Órgão de Formação de Reserva ou reservistas, conforme o Decreto-Lei nº 715, de 30 de julho de
1969. Será considerado infrequente o aluno que não obteve a frequência mínima prevista em lei.
A solicitação do regime de tratamento excepcional deverá ser feita pelo discente,
responsável legal ou por seu procurador, no máximo, até 5 (cinco) dias úteis após o início do
impedimento, mediante apresentação de atestado médico ou, no caso de mãe adotiva, a
apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã, e preenchimento de formulário
próprio junto à CRE, que encaminhará a solicitação à Coordenação de Ensino ou cargo equivalente
para deferimento. O regime de tratamento excepcional, previsto pelo Decreto-Lei n.º 1.044/69
(doenças infecto contagiosas e traumatismo), somente será concedido quando declarado em
atestado médico, ainda, devendo cumprir todos os demais requisitos previstos em regulamento
interno do IF.

02 - Da Avaliação

A avaliação ocupa espaço relevante no conjunto de práticas pedagógicas aplicadas ao


processo de ensino e aprendizagem. Portanto, avaliar não se resume à mecânica do conceito
formal e estatístico, não é simplesmente atribuir notas, não é a tomada de decisão do avanço ou
retenção do aluno em componentes curriculares ou módulos de ensino. Nesse sentido, a avaliação
é entendida como um constante diagnóstico participativo na busca de um ensino de qualidade,
resgatando-se seu sentido formativo, em um processo onde se avalia toda prática pedagógica.
Nesse processo, a avaliação assume as seguintes funções:
 a função diagnóstica que proporciona informações acerca das capacidades dos alunos em
face de novos conhecimentos que irão ser propostos;

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 a função formativa que permite constatar se os alunos estão de fato atingindo os objetivos
pretendidos;
 a função somativa que tem como objetivo determinar o grau de domínio e progresso do
aluno em uma área de aprendizagem. Essas funções devem ser utilizadas como princípios para a
tomada de consciência das dificuldades, conquistas e possibilidades dos discentes. Além de
funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem que deve sempre levar
em consideração os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
Neste contexto, considerando que o desenvolvimento de competências envolve
conhecimentos (saberes), práticas (saber-fazer), atitudes (saber-ser) e mobiliza esse conjunto
(saber-agir) na realização do trabalho concreto, a avaliação no Curso Técnico em Edificações terá
que levar em conta, ainda, que o processo de projeto, assim como o de execução na construção
civil consiste em uma série de fases sucessivas em que a passagem de uma à seguinte se baseia
em um juízo realizado sobre a fase anterior. No âmbito do profissional Técnico em Edificações, as
avaliações podem ser desempenhadas por diferentes razões, com diferentes objetivos, diferenciar
em abrangência e profundidade, método e tempo de avaliação. Para se estabelecer uma avaliação,
deve haver uma clara distinção entre o que, porque, para que será avaliado e como será avaliado.
As razões podem ser tanto ideológicas quanto econômicas ou científicas. Portanto, cabe ao
professor adotar uma diversidade de instrumentos e técnicas de avaliação, com objetivos
específicos, que vão além da prova escrita e, no caso dos componentes curriculares práticos, até
mesmo excluindo-o, tais como:

Instrumentos e técnicas de avaliação


 Exercícios;  produto,
 Relatório de praticas de  organização de eventos científicos,
Campo;  situações-problemas,
 Relatório de práticas de  elaboração de portfólios,
ensaios laboratoriais;  artigo científico,
 Relatório técnico de visitas a  Apresentação de seminários,
obras, empresas e feiras da área da  experimento Tecnológico,
construção civil;  análises de aspectos funcionais,
 Interpretação e discussão de estéticos, técnicos, econômicos e legais,
textos e normas técnicas;  relatórios de observação
 Trabalhos de pesquisa exprimindo expectativas e objetivos atingidos,
individual ou em equipe;  identificar efeitos não esperados e
 Desenho de observação a impasses, patologias,
mão livre e representação gráfica de  criar ou redefinir critérios do
trabalhos técnicos; desenvolvimento do projeto, ou obra, ou fases
 Concepção e apresentação desses,
de projetos;  ou qualquer outro tema que esteja

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 estudos de caso, dentre as atribuições profissionais dos


 levantamentos, Técnicos em Edificações.
 simulações, maquetes,

Os instrumentos de avaliação, assim como os pesos atribuídos a cada um deles, deverão


ser explicitados no Plano de Ensino de cada componente curricular, o qual deverá ser divulgado
junto aos estudantes no início do respectivo módulo letivo. Os resultados das avaliações de
aprendizagem deverão ser informados ao estudante, em até 15 dias de sua aplicação, a fim de que
estudante e professor possam juntos criar condições para retomar aspectos nos quais os objetivos
de aprendizagem não tenham sido atingidos.
Desta forma, ao utilizar diferentes procedimentos e instrumentos para promover o
desenvolvimento de uma competência, o professor poderá analisar os resultados obtidos,
efetivamente, pelo aprendizado do aluno,em função das habilidades e conhecimentos previamente
definidos no Plano de Trabalho Docente e, ao mesmo tempo, construir subsídios para redirecionar
as atividades desenvolvidas na melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
Nesse sentido, a avaliação do Curso Técnico em Edificações terá como base a LDB
9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), sendo considerada como elemento
construtivo do processo de ensino-aprendizagem, permitindo identificar avanços e dificuldades no
desenvolvimento dos alunos. Além disso, a proposta do curso prevê uma avaliação contínua e
cumulativa, considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento.
Dentro desse entendimento, a avaliação possibilita a orientação e o apoio àqueles que
apresentam maiores dificuldades para desenvolver as competências requeridas. Assim, avaliar as
competências deve significar o estabelecimento de uma situação de diálogo entre professor e
aluno, descobrindo, juntos, avanços e dificuldades para consolidarem aqueles e corrigirem estas.

03. Avaliação Diagnóstica

Com objetivo de diagnosticar, verificar e levantar os pontos fracos e fortes do aluno em


determinada área de conhecimento, os professores poderão aplicar a avaliação diagnóstica no
inicio do primeiro módulo para que o planejamento possa ser ajustado e contemple intervenções
para retomada de conteúdos, ou realização de encaminhamentos para nivelamento escolar.

Desta forma, a avaliação diagnóstica, como entendida neste PPC, é um instrumento da


interação pedagógica que tem como foco a delimitação de pontos de partida e/ou de retomada
para o ensino, deve privilegiar os processos de ensino e aprendizagem e não a indicação de notas,

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classificações ou hierarquizações. Deve ter a clara intensão de contribuir para a identificação de


habilidades e/ou competências que o aluno já domina, auxiliando na apreensão daquilo que precisa
ser ensinado, delimitando estratégias voltadas à sua superação e não à produção de classificações
ou hierarquias de excelência.
De posse dos resultados da avaliação diagnóstica será possível o Professor ajudar os
alunos das seguintes formas:
. Estimular o relacionamento entre os alunos, através de jogos e atividades dinâmicas
. Criar intervenções pedagógicas específicas que auxiliem o aluno a superar dificuldades
. Criar Rotinas que reforcem o comportamento positivo dos alunos
. Realizar mudanças no ambiente da sala de aula que favoreça o aprendizado
. Adotar novas práticas de ensino que estimulem a participação da turma

Perseguindo procedimentos que visam melhorar o nível de aprendizagem dos alunos,


através de intervenções pedagógicas, caso a análise dos resultados dessa avaliação demonstrar a
necessidade de retomar ou aprofundar os conteúdos que apresentam maior índice de erro, o
professor poderá solicitar aulas de nivelamento para sanar os problemas. Desta forma, é previsto
neste PPC que as aulas de Português Instrumental poderão, a cargo da coordenação do curso, ser
ministrada na modalidade EAD, de forma a vagar horários para que se possa oferecer este serviço
sem prejudicar alunos que já se encontram no mercado de trabalho.
Percebe-se que pela não compreensão da aplicabilidade de alguns conteúdos em situações
cotidianas, os educandos não percebem a necessidade de “guardar os conteúdos” para sua futura
vida acadêmica ou profissional, fazendo do conhecimento “algo descartável” após um trabalho,
prova ou bimestre. Por isso, conhecer o nível de aprendizagem do aluno e/ou da turma, por meio
da Avalição Diagnóstica, principalmente no início do ano letivo, torna-se uma necessidade, para a
partir dos dados obtidos realizar análise e seleção de estratégias que visam suprir as necessidades
apontadas.

04. Critérios Avaliativos


Quantitativamente, a avaliação do desempenho escolar é feita por componentes e módulos,
considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à frequência
às aulas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas. O
aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do estudante e dos
resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas que deverão totalizar 100 (cem) pontos, sendo
constituídos de 60% (sessenta por cento) de provas e 40% (quarenta por cento) de trabalhos.

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05. Da Promoção e Reprovação


A avaliação do desempenho do aluno constituirá elemento fundamental para
acompanhamento e redirecionamento do processo de desenvolvimento de
competências/habilidades relacionadas à habilitação profissional, devendo se dar de forma
contínua e cumulativa.
A avaliação deverá se dar ao longo do semestre, não podendo nenhum instrumento de
avaliação corresponder a mais de 40% (quarenta por cento) dos pontos totais da disciplina.
Será considerado aprovado: o aluno que obtiver aproveitamento igual ou superior a 60%
(sessenta por cento) do total de pontos da disciplina no módulo, ou aprovado no Exame Final,
alcançando nota final igual ou superior a 60% (sessenta por cento), desde que a sua frequência
seja igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total geral do módulo, em ambos os
casos. Além disso, todos os critérios de aprovação e Reprovação estarão de acordo com as
normas regulamentares do IFNMG – CampusMontes Claros.
06. Da Recuperação paralela da aprendizagem.
Ao aluno que apresentar dificuldades de aprendizagem, detectadas ao longo e em qualquer
etapa do processo avaliativo, serão oferecidos estudos de recuperação paralela.
Os estudos de recuperação serão estruturados de maneira a possibilitar a revisão dos
conteúdos nos quais o aluno apresentou dificuldade de aprendizagem. Para atividades avaliativas,
cujo valor seja igual ou superior a 20% do total de pontos do módulo, após os estudos de
recuperação será(ão) aplicada(s) atividade(s) avaliativa(s), totalizando a mesma pontuação
atribuída ao instrumento avaliativo no qual o aluno não alcançou o percentual de 60%.
Nos casos contemplados no parágrafo anterior, cabe ao professor avaliar a necessidade da
aplicação de um ou mais instrumentos de avaliação.
A nota a ser registrada após a recuperação paralela será dada por:
N= NA + NRP
2
em que:
N = nota após a recuperação paralela
NA = nota da avaliação
NRP = nota da recuperação paralela

Os professores deverão registrar nos Diários de Classe as estratégias e valores dos


instrumentos adotados, especificando tratar-se de recuperação paralela. O aluno que não

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comparecer às avaliações, não terá assegurado o direito à recuperação, salvo falta


justificada.
Na perspectiva qualitativa de avaliação, o aluno que apresentar baixos rendimentos e
dificuldades de aprendizagem será encaminhado ao Setor Pedagógico para diagnóstico e, dentre
outros encaminhamentos, será orientado a frequentar monitorias das áreas ofertadas, em que ele
apresente dificuldade de aprendizagem.
Nesse contexto, a avaliação baseia-se na valorização do processo ensino-aprendizagem,
sendo de fundamental relevância preconizar os aspectos cognitivos, afetivos e psicossociais do
educando no processo educativo. Considerando a necessidade de discussão coletiva e
permanente, envolvendo docentes e equipe pedagógica, estes reunir-se-ão por curso,
representados pelo Conselho de Classe, que deverá se tornar um espaço de avaliação
compartilhada do processo ensino-aprendizagem a fim de estabelecer parâmetros ou correção de
rumos do processo formativo.

07. Avaliação em Segunda chamada


Ao discente que, por motivo justificado, conforme previsto no Regulamento dos Cursos de
Educação Profissional Técnica de Nível Médio do IFNMG, deixar de submeter-se a qualquer
avaliação de aprendizagem, será permitida verificação da aprendizagem em segunda chamada.
O requerimento da verificação de aprendizagem em segunda chamada deverá ser
protocolado pelo discente, junto ao CRE em formulário próprio e direcionado ao Coordenador de
Ensino, no prazo de até 3 (três) dias úteis após o período de afastamento.
A verificação de aprendizagem em segunda chamada deverá ser aplicada pelo próprio
professor que ministra a disciplina, em horário previamente marcado junto ao Núcleo Pedagógico,
comunicado ao discente, devendo ocorrer nas dependências físicas do Campus do IFNMG ao qual
o discente é vinculado.
A ausência do discente à verificação de aprendizagem em segunda chamada implicará na
manutenção da nota zero no diário de classe da disciplina.
Será considerado aprovado nas disciplinas teóricas e práticas o discente que obtiver
aproveitamento igual ou superior a 60% (sessenta por cento) do total de pontos na disciplina,
desde que sua frequência seja igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária
total do módulo letivo.

08. Recuperação Final

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A Recuperação Final ocorre ao término do semestre letivo e será oferecida aos alunos que
não alcançarem 60% (sessenta por cento) do valor semestral, será aplicado em um único
instrumento avaliativo, sendo uma prova escrita, valendo 100(cem) pontos, com exceção dos
componentes curriculares de caráter prático nos quais os instrumentos avaliativos e sua aplicação
ficam a cargo do professor. Para o aluno ter direito a pleitear a Avaliação Final deverá ter atingido
desempenho mínimo de 40% (quarenta por cento) no componente curricular.
A data da aplicação da avaliação final será definida pelo calendário escolar.
Vale observar que da nota do aluno aprovado no exame final, registra-se, no diário, o valor
máximo de 60% (sessenta por cento).

09. Revisão de Prova


Fica assegurado ao aluno, o direito de requerer revisão de instrumento escrito de avaliação,
no prazo máximo de 2 (dois) dias úteis, após a divulgação do resultado, mediante solicitação
fundamentada, dirigida ao Departamento de Ensino, conforme o parágrafo 3º do Art. 100, do
Regulamento dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio do IFNMG.

10. Progressão parcial / dependência


O regime da Progressão Parcial permite ao estudante que não logrou aprovação em até 2
(dois) componentes curriculares do módulo do ano anterior ser promovido para o módulo seguinte,
sem prejuízo da sequência curricular, conforme consta na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), de 1996, que em seu capítulo sobre a Educação Básica orienta que “nos
estabelecimentos que adotam a progressão regular por série, o regimento escolar pode admitir
formas de progressão parcial, desde que preservada a sequência do currículo, observadas as
normas do respectivo sistema de ensino”.
O regime da Progressão Parcialdeverá atender, também, os artigos 109 e 110 da
Resolução dos Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio do IFNMG, conforme
descritos abaixo:
Art. 109. Será oferecida progressão parcial em até 2 (dois) componentes, para os cursos
Concomitante/Subsequentes, ao discente que nelas for reprovado, após a recuperação final.
§1º. Para ter direito à progressão parcial, o discente deverá ter alcançado o mínimo de 75%
(setenta e cinco por cento) de frequência ao longo do módulo.
§2º. O cumprimento dos componentes em progressão parcial pelo discente poderá se
efetivar aos moldes dos estudos autônomos.

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§3º. O discente reprovado no(s) componentes(s), em progressão parcial, deverá repeti-lo(s),


quando ofertado(s) pela Instituição, desde que não acumule mais de dois componentes em
progressão parcial.
§4º. O discente concluirá o curso somente quando obtiver a aprovação nos componentes
em que se encontrar em regime de progressão parcial.
Art. 110. Demais normatizações relativas à progressão parcial, para os cursos
Concomitante/Subsequentes, serão estabelecidas em regulamento próprio do Campus.

19. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

Para atender ao curso de Edificações, o Campus possui um prédio específico para


realização das aulas práticas, composto por salas com bancadas próprias para atender as
demandas do curso, como laboratório de topografia, laboratório de mecânica dos solos, canteiro de
obras, materiais de construção e edificações, dentre outras instalações. Além de sanitários
masculino e feminino para os alunos. Nos prédios adjacentes, encontram-se os laboratórios de
informática, o laboratório de segurança do trabalho e a sala para desenho técnico e arquitetônico.
O Campus possui os seguintes laboratórios montados ou em fase de aquisição de
equipamentos:

01. Laboratório de Instalações Hidrossanitárias e de Instalações Elétricas:


Este laboratório dispõe de vários nichos, simulando banheiros para os alunos visualizarem
e, também, fazerem a montagem das tubulações hidráulicas como, conexões, caixas de água e
esgoto,e das instalações elétricas, como tubulações, caixas, fios e quadro elétricos. Todos os
aparelhos e tubulações ficam aparentes para o entendimento e acompanhamento das aulas
práticas das unidades curriculares de Instalações Hidrossanitárias e de Instalações Elétricas.
Vale ressaltar que o componente curricular de Instalações Elétricas, ainda, conta com os
vários laboratórios do curso técnico em eletrotécnica, com equipamentos e módulos específicos
para aprofundamento do conteúdo.

02. Laboratório de Mecânica dos Solos:


Este laboratório conta com vários equipamentos, aparelhos e bancadas para as aulas
prática da unidade curricular mecânica dos solos e, também, fundações, tais como diversas
peneiras mecânicas para análise granulométrica do solo, estufa para retirada da umidade do solo,

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aparelhos para verificar a plasticidade do solo e equipamentos para coleta de amostras do solo,
dentre outros.

03- Laboratório de Edificações / Laboratório de Conforto (Labcon):


Este laboratório conta com vários equipamentos, aparelhos e bancadas para as aulas
práticas dos componentes curriculares Estruturas e Tecnologia das Construções com
equipamentos mais pesados, como as prensas. Nesse laboratório, serão estudado o concreto
simples, o concreto armado e as alvenarias, fazendo rompimento dos mesmos na prensa.
Simultaneamente, teremos o Labcon com a finalidade de instrumentar pesquisas e trabalhos
técnicos relacionados ao conforto térmico, acústico e lumínico, bem como, nas análises e métodos
para a avaliação do desempenho térmico, acústico e eficiência energética de edificações, na busca
de parâmetros adequados para o projeto e avaliação do ambiente construído, objetivando a
redução de consumo energético em edificações, através do uso de iluminação e de ventilação
naturais sem perda de qualidade de conforto para seus ocupantes.

04- Laboratório de Topografia e Desenho Assistido por Computador:


Este laboratório atende o componente curricular de topografia para apresentação e uso
inicial dos aparelhos topográficos, além da iniciação teórica da matéria. Este será composto por
bancadas com computadores equipados com softwares específicos para as aulas de Desenho
Assistido por Computador.

05- Laboratório de Materiais de Construção e Resistência dos Materiais:


Este laboratório conta com vários equipamentos, aparelhos e bancadas para as aulas
prática dos componentes curriculares de Materiais de Construção, Física e Resistência dos
Materiais. Nesse laboratório, os materiais serão estudados, isoladamente, tais como: o cimento, as
areias, o plástico, a madeira, o aço e o tijolo.

06- Laboratório Canteiro Experimental de Obras:


Neste laboratório ocorrerão aulas práticas de fôrma, armação de ferragens de aço,
levantamento de alvenarias, tanque para cura de corpos de prova, além da execução de
argamassas e concretos. Também poderá ocorrer as aulas práticas de Construções Modulares.
Esse laboratório está interligado ao de Edificações e com a parte externa, local de armazenamento
de areia e brita e realização de outras práticas.

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07- Coordenação de curso/Escritório Modelo:


Este espaço terá ocupação concomitante. O objetivo do Escritório Modelo é estender o
conhecimento adquirido no curso para atividades voltadas ao atendimento da comunidade. Além
da democratização destes conhecimentos, amplia-se a qualidade do ensino através de pesquisas e
experiências práticas, desenvolvidas em atividades como projetos sociais ou convênios com outras
instituições, que poderão ser consideradas Atividades Complementares ou Estágio Supervisionado.
Os Projetos desenvolvidos no Escritório Modelo são feitos mediante convênio, preferencialmente
com as seguintes instituições:
- Associações com objetivos sociais que observam o princípio da universalização dos serviços;
- Organizações sem fins lucrativos;
- Órgãos da administração pública direta ou indireta.

08- Laboratório de Desenho Técnico:


Consiste em uma sala de aula com 40 pranchetas de desenho com régua paralela, além do
quadro e data-show para as aulas de desenho técnico e desenho arquitetônico.

09- Laboratório de Segurança do Trabalho:


Os alunos de edificações poderão usar o laboratório de aulas práticas do Curso Técnico em
Segurança do Trabalho, com EPIs, medidores de ruído, kits de primeiros socorros, equipamentos
de prevenção contra incêndio, sinalizações de rua e outros aparelhos e equipamentos de
prevenção e controle de acidentes no trabalho.

10- Laboratório de Informática:


O Campus possui cinco laboratórios de informática com 30 máquinas em cada laboratório.
Também possui instalado a suíte de aplicativos BrOffice, utilizada nas aulas de Informática Básica
e outros softwares utilitários nas de Desenho Assistido por Computador.
O Campus disponibiliza ainda ambientes de uso comum á comunidade escolar tais como:

11. Auditório
O Campus dispõe de um auditório de 160 lugares, localizado no prédio administrativo.
Possui palco, ar-condicionado e cadeiras dobráveis com prancheta. Destaca-se, ainda, a presença
de equipamentos de som e de recursos tecnológicos (computador e projetor de multimídia). O

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espaço pode ser utilizado para a realização de atividades pedagógicas e culturais internas, e para
receber o público externo. Como exemplo, os seminários e palestras, bem como para outras
atividades pedagógicas e culturais.

12. Biblioteca
A Biblioteca do Campus Montes Claros ocupa uma área de 200,00 m² e opera com um
sistema completamente informatizado, possibilitando fácil acesso via terminal ao acervo da
biblioteca. O acervo está dividido por áreas de conhecimento, facilitando, assim, a procura por
títulos específicos, com exemplares de livros e periódicos, contemplando todas as áreas de
abrangência do curso. Oferece serviços de empréstimo, renovação e reserva de material, consultas
informatizadas a bases de dados e ao acervo, orientação na normalização de trabalhos
acadêmicos, orientação bibliográfica e visitas orientadas. A Biblioteca do Campus Montes Claros
conta, inicialmente, com um acervo de5.200exemplares. Esse acervo será ampliado e renovado,
periodicamente, conforme disponibilidade orçamentária e atendendo às solicitações do corpo
docente e discente.
Os alunos contam com estações para estudo individual, 9 mesas para estudos, 55 cadeiras
e 01 (uma) sala para estudo em grupo. Para atividades extraclasses ou ainda pesquisa, os alunos
poderão utilizar computadores com acesso à Internet instalados na biblioteca do Campus Montes
Claros.

13. Quadra Poliesportiva


O Campus possui uma quadra poliesportiva coberta com arquibancada para a prática das
atividades esportivas diversas e também atividades culturais. A quadra ocupa uma área total
de880,00 m².

14. Lanchonete/Sociabilidade
Fica disponibilizado para o aluno o prédio de sociabilidade, com área total de 313,75 m²,
que abriga uma lanchonete com mesas e cadeiras, sanitários masculino e feminino e sanitários que
atendem a acessibilidade física. Possui, também, uma sala de xerox terceirizada para atender aos
alunos.

20. DOS CERTIFICADOS

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Todos os cursos técnicos Concomitante/Subsequentes são cadastrados no Sistema


Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) implantado pela
Secretaria de Educação Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação. 1 Desta forma, após a
conclusão de cada módulo o estudante poderá solicitar a emissão de certificados parciais que
serão emitidos, por solicitação do estudante considerado APTO no referido módulo e, respeitados
os prazos previstos para emissão no Registro Acadêmico.
O aluno que concluir o Módulo II, o Módulo III e o Módulo IV fará jus ao Certificado de
Qualificação profissional, para fins de exercício profissional e continuidade de estudos, de acordo
com o itinerário percorrido, haverá as seguintes certificações de qualificação profissional:
➢ Desenhista de Construção Civil – Módulos I e II
➢ Projetista - Módulos I, II e III
➢ Orçamentista de Obras - Módulo I, II e IV
Diploma de:
➢ Técnico em Edificações - Módulos I, II, III, IV, estágio
curricular supervisionado e horas acadêmicas.
O IFNMG-Montes Claros deverá expedir e registrar, sob sua responsabilidade, os Diplomas
de Habilitação de Técnico em Edificações aos alunos que comprovarem a conclusão do Ensino
Médio e integralizarem a carga horária mínima obrigatória no curso Técnico em Edificações de
1.267 horas, mais o Estágio Supervisionado (160h), e a Atividade Complementar (60h), com as
competências mínimas exigidas.
No momento do requerimento do diploma, o educando, deverá apresentar o Termo de Nada
Consta da Biblioteca e da Secretaria Acadêmica atestando a entrega de todos os documentos.
A certificação profissional abrange a avaliação do itinerário profissional e de vida do
estudante, visando ao seu aproveitamento para prosseguimento de estudos ou ao reconhecimento
para fins de certificação para exercício profissional, desta forma, o Diploma de Técnico em
Edificações, conferido pelo IFNMG-Montes Claros terá validade nacional e direito a
prosseguimento de estudos na Educação Superior.
Os diplomas de técnico de nível médio devem explicitar o correspondente título de Técnico
em Edificações, indicando o eixo tecnológico ao qual se vincula. Os históricos escolares que
acompanham os diplomas devem explicitar os componentes curriculares cursados, de acordo com

1
O Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) substituiu o
Cadastro Nacional de Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio (CNCT), em 1º de outubro de
2009.

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o correspondente perfil profissional de conclusão, explicitando as respectivas cargas horárias,


frequências e aproveitamento dos concluintes.

21. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO


21.1 Da coordenação do Curso
O Coordenador do Curso Técnico Edificações Subsequente, tem por fundamentos básicos,
princípios e atribuições, assessorar no planejamento, orientação, acompanhamento,
implementação e avaliação da proposta pedagógica da instituição, bem como agir de forma que
viabilize a operacionalização de atividades curriculares dos diversos níveis, formas e modalidades
da Educação Profissional Técnica e Tecnológica, dentro dos princípios da legalidade e da
eticidade, e tendo como instrumento norteador o Regimento Geral e Estatutário do Instituto Federal
do Norte de Minas Gerais.
A Coordenação de Eixo Tecnológico têm caráter deliberativo, dentro dos limites das suas
atribuições, e caráter consultivo, em relação às demais instâncias. Sua finalidade imediata é
colaborar para a inovação e aperfeiçoamento do processo educativo e zelar pela correta execução
da política educacional do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, por meio do diálogo com a
Direção de Ensino, Coordenação Geral de Ensino e Núcleo Pedagógico.
O coordenador tem a autonomia de convocar reuniões, deliberar as questões relativas ao
curso, ser o responsável pelas informações à pesquisa institucional e ao cadastro do curso nos
sistemas, promover atividades de desenvolvimento do curso junto aos discentes, docentes e
comunidade. O coordenador de curso conta com a infraestrutura necessária para o desempenho
das atribuições, sendo uma sala de trabalho, equipada com mesa, computador, linha telefônica e
local apropriado para reuniões.
Perfil do coordenador do Curso Técnico em Edificações
Nome do professor Cabriella Novello de Andrade
Contato cabriella.novello@ifnmg.edu.br
Regime de trabalho Dedicação Exclusiva (DE)
CH semanal dedicada à coordenação 20 h
Tempo de exercício no IFNMG 07 anos
Experiência docente 28 anos
Experiência profissional na área 20 anos
Qualificação Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Belas
Artes de São Paulo (1997)
Graduação em Pedagogia pela Fac. São Judas
Tadeu (1988)
Graduação em Artes (1985)
Titulação Mestre em sociologia Politica pela UFSC (2015)
Especialização em Psicologia Educacional pela
UNIMONTES (2004)
MBA em Gestão Educacional pela PUCRS (2005)

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Aperfeiçoamento em Educação Artística (2002)

A atuação da Coordenação deverá ser pautada pelo diálogo e respeito aos profissionais e
estudantes, na busca constante de construção de um curso de qualidade, mediante o
compartilhamento das responsabilidades, tendo em vista o cumprimento dos objetivos de formação
proposta no curso.

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21.2 Docentes
Os professores lotados no Curso atuarão de forma aberta, flexível e interdisciplinar. O
Campus Montes Claros conta, atualmente, com os seguintes professores efetivos envolvidos no
curso:
Docentes do Curso Técnico em Edificações
Nome Disciplinas Formação
1) CabriellaNovello de Legislação, Ética e Resp. Arquitetura e Urbanismo
Andrade Social Licenciatura em Arte
Desenho Técnico Licenciatura em Pedagogia
Desenho Arquitetônico Mestrado em Sociologia Política
Desenho Auxiliado por Especialização em Educação
Computador Artística
Projeto Integrador Pós graduação Psicologia
Educacional
MBA em Gestão Educacional
2) Geraldo Viégas Vargas Tecnologia das Construções I Engenharia Civil
Tecnologia das Construções II Especialização em Docência do
Materiais de Construção Ensino Superior
Patologia das Construções
Tecnologia das Construções
III
Estruturas
3) Neila Marcelle Gualberto Matemática Licenciada em matemática
Leite Especialista em cálculo
Mestre em modelagem matemática
e computacional
4) Alex Said F. Fonseca Higiene e Segurança do Graduado em Licenciatura Plena
Trabalho e Prevenção e em Matemática
combate a incêndio e desastre Graduado em Engenharia Elétrica
Especialização em Engenharia de
Segurança no Trabalho
Especialização em Educação
Especial
5) Kelry Áurea Costa Meio Ambiente e Tecnologia em Segurança no
Fonseca Sustentabilidade na Trabalho
Construção Civil Especialização Gestão Ambiental e
Ecologia
6) Paulo Henrique Empreendedorismo Administração de Empresas
Pimentel Veloso Planejamento de Obras Especialização em Informática
e Serviços Mestrado em Administração
7) Bárbara Caroline de Português Instrumental Licenciaturaem Letras /Espanhol
Oliveira Especialização em Linguística
Aplicada ao Ensino da Língua
Materna
Mestrado em Linguística Aplicada
8) Joseane Fagundes Informática Aplicada Sistema de Informação
Especialização Gerenciamento de

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Projetos 03-MC
9) Filipe de Nassau e Instalações Elétricas Engenharia Elétrica
Braga Mestrado em Engenharia Elétrica
Doutorado em Engenharia Elétrica

21.3 Profissionais Para o Quadro Técnico-Administrativo Envolvidos No Curso

Profissional Cargo
Pedro Henrique de Oliveira Gomes Coordenador de Ensino
Alana Mendes da Silva Assistente Social
Amanda Chaves Moreira Psicóloga
Bruno Rafael G. Carvalho Técnico em Laboratório
Cleis Rebouças de Almeida Cruz Técnico em Assuntos Educacionais
Francinara Pereira Lopes Médica
Giancarlo Nascimento Rodrigues Assistente de Alunos
Hérika Maria Silveira Ruas Odontóloga
Maria das Dores de Freitas Soares Pedagoga
Maurício Ravel Pereira Técnico em Assuntos Educacionais
Mayton Mendonça da Silva Bibliotecário
Tarcísio Martins dos Santos Lopes Secretaria/Núcleo de Registros Escolares
Diego Braga Almeida Bibliotecário

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22. AVALIAÇÃO DO PLANO DO CURSO


Serão realizadas reuniões periódicas para discussão e reavaliação das propostas do Plano
de Curso, incluindo-se a equipe de professores, coordenação de curso, núcleo pedagógico,
levando-se em consideração as sugestões e contribuições dos discentes, que serão legitimadas
em Ata e encaminhadas ao setor competente para os devidos encaminhamentos.

23. CASOS OMISSOS


Os casos não previstos por este Projeto Pedagógico e que não se apresentem explícitos
nas Normas e decisões vigentes no Campus até a presente data, serão resolvidos em reunião pela
Coordenação Geral de Ensino, Coordenação do Curso, Coordenação Pedagógica e professores
envolvidos, à luz da legislação vigente e das especificidades que caracterizam o presente curso.

24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Catálogo


Nacional de Cursos Técnicos. Disponível em http://catalogonct.mec.gov.br.
BRASIL. Resolução Nº 218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades das diferentes
modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e
Agronomia<http://www.fca.unesp.br/graduacao/agronomia/arquivos/0218-73.pdf>. Acessado em 23
de setembro, 2010.
BRASIL. 1996. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Diário Oficial da União. Brasília, nº 248, 23/12/1996.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado,
1988.
BRASIL. 2004. Políticas públicas para a educação profissional e tecnológica. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 2004. Decreto nº 5.104, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts.
39 a 41 da Lei Federal nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e
dá outras providências. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 2008. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes;
altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-
Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as
Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do
art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41,

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de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>.


Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 2008. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a rede federal de educação
profissional, científica e tecnológica, cria os institutos federais de educação, ciência e tecnologia, e
dá outras providências. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 1997. Parecer nº 17, de 03 de dezembro de 1997. Dispõe sobre as diretrizes operacionais
para a educação profissional em nível nacional. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso
em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 2012. Parecer nº 11, de 09 de maio de 2012. Dispõe sobre as diretrizes curriculares
nacionais para a educação profissional de nível técnico. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>.
Acesso em: 23 mar. 2017.
BRASIL. 2004. Parecer nº 39, de 08 de dezembro de 2004. Dispõe sobre a aplicação do decreto nº
5.154/2004 na educação profissional técnica de nível médio e no ensino médio. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 2008. Portaria nº 870, de 16 de julho de 2008. Dispõe sobre a aprovação do catálogo
nacional de cursos técnicos de nível médio. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em:
10 abr. 2011.
BRASIL. 2008. Catálogo nacional de cursos técnicos de nível médio. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 1997. Resolução nº 02, de 26 de junho de 1997. Dispõe sobre os programas especiais de
formação pedagógica de docentes para as disciplinas do currículo do ensino fundamental, do
ensino médio e da educação profissional em nível médio. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2011.
BRASIL. 2012. Resolução nº 06, de 20 de setembro de 2012. Define as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Profissional Técnica em Nível Médio. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 23mar. 2017.
COSTA, L. M.; MAIA, M. F. R. Caracterização setorial da mesorregião de Montes Claros via
método de análise diferencial estrutural e quociente locacional considerando-se os efeitos
da abertura econômica.Unimontes Científica. v.3, n.3, jun./2002.
FELIPETTO, Adriana Vilela Montenegro. Conceito, planejamento e oportunidades. Coordenação
de Karin Segala. Rio de Janeiro: IBAM, 2007.
FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO. O padrão espacial do setor produtivo. In: Reinterpretando o
espaço mineiro: Minas Gerais do Século XXI / Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Belo
Horizonte, Editora Roma, 2002.

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INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Perfil dos municípios brasileiros:


2006. Rio de Janeiro, 2007. IBGE, 2000.
GOMES, F. S. Discursos contemporâneos sobre Montes Claros: (re)estruturação urbana e
novas articulações urbano-regionais. 2007. 111 f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura) -
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 2007.
GOOGLE.Programa Google Earth, v. 6.0.2, 2011.

ANEXO

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