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LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS

Prof. José Edmilson Felipe da Silva


Aluno: Handerson Luiz de Souza Xavier
PROVA FINAL

MÓDULO 1

Atividade (Pg. 13)

1. Ok
2. Ok
3. Ok
4. Ficou na ordem: 8 – 6 – 10 – 1 – 9 – 2 – 5 – 3 – 7 – 4

AUTOAVALIAÇÃO (PG. 16)

1.
A comunicação com a pessoa surda por meio da utilização da língua de sinais valoriza sua
identidade cultural, por meio da qual apreende o mundo e compartilha sua identidade social.
A apreensão do conhecimento da LIBRAS não diz respeito apenas à necessidade de
comunicação, mas sim da valorização de um grupo que possui distintas características e rica
variedade de expressões comuns em qualquer outro idioma.

2.
Penso que não deva ser uma experiência fácil, especialmente para aqueles que não tem apoio
e compreensão seja de seus familiares ou da própria comunidade onde está inserido. O olhar
da sociedade sobre a pessoa surda, de fato, é marcado pelo sentimento de pena, como alguém
que possui uma grave deficiência e não consegue desenvolver-se como pessoa plena.
Enquanto essas barreiras de ignorância e preconceito não forem vencidas, não a comunidade
surda, mas os ouvintes deixarão de serem enriquecidos com esses brasileiros estrangeiros no
seu próprio país.

ATIVIDADE (PG. 29)

1.
Por longos séculos, os surdos sofreram a exclusão e opressão. Tudo aquilo que era
considerado fora do normal ou que não se encaixava dentro do padrão social ou produtivo da
época era relegado. A compreensão medieval de que a surda provinha de uma castigo de Deus
produzia ainda mais incompreensão, pois famílias com pessoas surdas viam-se amaldiçoadas e
envergonhadas socialmente.
Tratados como “não educáveis”, os surdos não dispunham de métodos específicos, sendo
forçados a se adequarem ao ensino padrão da época. Os nobres dispunham de ensino
específico, mas os mais pobres ficavam à margem e sem a menor possibilidade de ascensão
social.

2.
Tais relatos constatam as dificuldades das pessoas surdas em um ambiente “inclusivo” que, na
verdade, os exclui. O pleno desenvolvimento da pessoa surda no ambiente acadêmico se dará
pelo ensino na sua língua natural, a LIBRAS. Não adianta querer forçar a ambientação de um
aluno surdo com demais que não dominam a língua brasileira de sinais porque o resultado
poderá ser frustrante.

3.
Todo ser humano precisa do processo de socialização. Este envolve família, relações sociais
próximas e a educação. Num mundo que impera o som, com ato normal por intermédio do
qual as relações sociais se fundamentam e a linguagem se propaga, estar desprovido da
capacidade de apreender adequadamente os sons representará a criação de cidadãos não
aptos à compartilhar das vivências sociais.
Nossa sociedade, sem deixar o som como marca fundamental da nossa comunicação, precisa
agregar a ela como parte fundamental da construção da linguagem o aspecto visual-gestual
para aprimorar sua língua e dirimir as barreiras para a comunicação efetiva entre todos os seus
cidadãos, ouvintes ou não.

AUTOAVALIAÇÃO (PG. 33)

1.
O site é do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) e atualmente atende mais de 600
alunos da educação infantil até o ensino médio. Possui cursos profissionalizantes e busca
incluir a pessoa surda no trabalho.
Dentre vários recursos do site, destaco a Biblioteca que funciona apenas de maneira física.
Infelizmente não existem exemplares on-line.
Também é possível ter acesso a periódicos científicos especificamente da área de pessoas
surdas.
Por fim, estão disponíveis vários cursos superiores e de pós-graduação para pessoas surdas.

Por várias vezes tentei acessar o www.feneis.com.br mas o navegador sempre informou que
não era possível acessar o site.

2.
É essencial que em turmas com alunos surdos haja a tradução para Libras. O desenvolvimento
cognitivo inicial deve se dar pelo aprendizado da Libras pelo aluno surdo, assim como o
aprendizado do português pelo aluno ouvinte. No entanto, ao ensino da Libras como primeira
língua pelo surdo deve se agregar o ensino do português como um segundo idioma.

ATIVIDADE (PG. 45)

1.
De acordo com os critérios estabelecidos pela OMS, deficiência auditiva equivale à redução na
capacidade de ouvir sons em um ou ambos os ouvidos. Assim, pessoas com perda auditiva que
varia de leve a severa se enquadram no grupo com deficiência auditiva. Normalmente quem se
inclui nesse espectro se comunica pela linguagem oral e faz uso de aparelhos auditivos ou
implantes cocleares – dispositivos eletrônicos parcialmente implantados capazes de
transformar sons em estímulos elétricos enviados diretamente ao nervo auditivo.
A surdez, por sua vez, é definida como a ausência ou perda total da capacidade de ouvir em
uma ou ambos os ouvidos.

2.
Segundo dados do IBGE divulgados em 2020, mais de 10 milhões de pessoas tem algum
problema relacionado a surdez, ou seja, 5% da população é surda. Entre essas pessoas, 2,7
milhões não ouvem nada. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a estimativa
é de que 900 milhões de pessoas no mundo todo podem desenvolver surdez até 2050.
Há uma diferença nos dados porque enquanto no Brasil considera surdo a pessoa que não
possui audição, a OMS considera as que possuem qualquer tipo de deficiência na audição.
Talvez o elevado número de surdos no Brasil se deva, em parte, ao precário sistema público de
saúde que é falho na detecção de doenças que provocam surdez congênita ou no tratamento
de doenças que levam à surdez adquirida.

Autoavaliação (pg. 49 e 50)

1. Verdadeiro
2. Falso
3. Verdadeiro
4. Verdadeiro
5. Falso
6. Verdadeiro

MÓDULO 2
ATIVIDADE (PG. 16)

1.
O ensino de Libras não apenas para os surdos mas para os ouvintes, é a garantia da inclusão da
comunidade surda. O desenvolvimento das capacidades sociolinguísticas se inicia na infância
mas o fato de ter a impossibilidade de apreender sons, a linguagem gestual e visual é completa
de seu significado. Para tanto, não apenas surdos devem ter acesso a Libras, mas também os
ouvintes.

AUTOAVALIAÇÃO (PG. 22)

1.
 Variações linguísticas em contextos históricos: faz referência à dinâmica da transformação
da linguagem pela mudança ou substituição de palavras ou sinais.
 Variações linguísticas em contextos geográficos: outra característica da linguagem é a sua
variedade de acordo com a região onde é utilizada.
 Variações linguísticas em contextos socioculturais: a linguagem varia de acordo com
grupos sociais, etários ou econômicos.
 Variações linguísticas em contextos comunicativos: diz respeito à relação estabelecida
entre os indivíduos que se comunicam.

2.
A prova de matemática foi muito difícil (3)
O dia hoje é de sol e céu claro (2)
Você quer ir comigo? Claro! (1)

3.
O site não estava acessível, mas fiz a pesquisa em no aplicativo Hand talk e no
Inês.gov.br/dicionário-de-libras

4.
Fiz a atividade.

ATIVIDADE (PG. 33)


a) TRABALHAR / BRINCAR
b) CHORAR / CONHECER
c) BANHEIRO / ENGORDAR

ATIVIDADE (PG. 37)

a) 63
b) 49
c) 38
d) 52
e) 14
f) 24

AUTOAVALIAÇAO (PG. 45)

1.
a) PRAZER / BICICLETA
b) ALEGRIA / TRISTEZA
c) BANHEIRO / POLICIAL

2.
a) 63
b) 5
c) 61

3.
A linguagem corporal e a expressão facial são de suma importância na comunicação em
LIBRAS, pois é o recurso que o sinalizador utiliza, por meio do corpo e da face, para dar
entonação ao seu discurso. Embora pareça ser simples e alguns estudos demonstrem ser de
fácil entendimento para a maioria das pessoas, a linguagem corporal e a expressão facial na
língua de sinais precisam ser estudadas em seus segmentos e estruturas gramaticais, para que
sejam definidas as intenções e que haja a comunicação.

AUTOAVALIAÇÃO (PG. 61)

1.
Os classificadores em Libras são sinais que ajudam a resumir nossas ideias e tem como
intenção descrever pessoas, animais, objetos e verbos. As ações que estão acontecendo são
descritas por meio da expressão corporal. Usar os classificadores durante uma conversa em
Libras permite empregar uma enorme riqueza de detalhes ao diálogo, além de trazer maior
fixação do assunto e ser uma maneira mais divertida de desenvolver determinado tema,
tornando ainda mais fácil de compreender o significado de algo.

2.
a. a altura e a largura de uma caixa
b. penteado de uma pessoa
c. puxando uma gaveta
d. um sigla escrita na porta de um banco
e. água gotejando da torneira
f. movendo os braços como correr

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