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Universidade de Gurupi
Campus de Paraíso

EPG

Módulo: FORMAÇÃO DA PRATICA MEDICA I


Formação Humana; Primeiros Socorros; Rede de Atenção

Docentes: Esp. Raquel Brito; Me. Igor Fonseca; Ma. Leidiany Ferreira
Data: 22/10/2021
Aluna: Sabrina de Araújo Nicoletti

CASO: 01

J.A.S. 37 anos, mudou-se recentemente, para o Bairro das Camélias. A mesma apresenta sinais
alterados de PA e FC. Sua Vizinha recomendou tomar um “passe” com a Curandeira do bairro.

IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS DESCONHECIDOS

1. PASSE: Para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a palavra passe apresenta


vários significados, entre outros, é o “ato de passar as mãos repetidas vezes por diante ou
por cima de pessoa que se pretende magnetizar ou curar pela força mediúnica.”

Já, o Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo conceitua passes como


sendo movimentos com as mãos, feitos pelos médiuns passistas, nos indivíduos com
desequilíbrios psicossomáticos ou apenas desejosos de uma ação fluídica benéfica. (…)
Os passes espíritas são uma imitação dos passes hipnomagnéticos, com a única diferença
de contarem com a assistência, invocada e sabida, dos protetores espirituais

Outrossim, José Herculano Pires, jornalista, filósofo, educador, escritor e tradutor


brasileiro, destaque divulgador do espiritismo no país, afirma que “O passe espírita é
prece, concentração e doação” (HERCULANO, 1979, p.18)

IDENFICICAÇÃO DOS PROBLEMAS PROPOSTOS

1- SINAIS ALTERADOS

2- MUDANÇA

3- RECOMENDAÇÃO
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HIPOTESES

1- BAIRRO SEM ATENDIMENTO HOSPITALAR BÁSICO.

2- DESCONHECIMENTO DA REGIÃO.

3- FALTA DE INFORMAÇÃO.

4- ESTRESSE/ANSIEDADE DEVIDO A MUDANÇA DE MORADIA.

5- DESCRENÇA EM CONDULTA MEDICA.

RESUMO DAS HIPOTESES

O território e os aspectos culturais deste novo bairro podem apresentar grande influência
nas condutas que iram levar ao diagnóstico e tratamento médico.

FORMULAÇÃO DO OBJETIVO DE APRENDIZAGEM

1. Objetivo 01

ESPIRITUALIDADE E CULTURA NA MEDICINA

A palavra espírito não se refere apenas a divindade, mas a um ser dotado de autoconsciência e
de capacidade de reflexão sobre si mesmo. A espiritualidade não implica necessariamente na fé
em uma divindade pessoal, ao estilo do Deus dos cristãos, ou seja, pode estar associada à
religião, ou não. “O ser humano seria um ser intrinsecamente espiritual, pois demonstra
capacidade para reflexionar e auto-transcender-se. Assim, toda pessoa é necessariamente
espiritual, enquanto está dotada de espírito.” (FERRER, 2002).
Ademais, o aspecto cultural também se relaciona ao assunto abordado. De acordo com a
Constituição Federal a liberdade de religião é consagrada como direito fundamental,
prescrevendo que o Brasil é um país laico. Por conseguinte, somando-se esse direito com a
famosa miscigenação brasileira, pode-se verificar diversos tipos de crenças e religiões ao longo
do território nacional.
Outrossim, é o aparecimento e o vigor dessa espiritualidade e/ou religiões em territórios, como no
caso citado. É de conhecimento geral que existem bairros, até mesmo cidades, que possuem
uma crença específica, possuindo até mesmo um representante ou um líder no local, que pode vir
a realizar processos de cura.
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Dessa forma, a religiosidade e espiritualidade sendo um elemento estruturante da experiência


humana, e está ligada a manutenção e fortalecimento da saúde física, mental e social. Por isso é
importante compreender o paciente como um ser no qual sua vida se relaciona em várias esferas,
buscando sempre analisar cada um individualmente.
Segundo Fernandes (2020) “Na consulta, a abordagem da espiritualidade pode ser realizada de
forma natural, sendo facilmente investigada dentro da história social da pessoa e da família, se for
necessário seguir uma padronização para a entrevista. De uma forma geral, é importante
considerar as prioridades de cada pessoa a cada consulta, se possível construindo tais
prioridades de forma compartilhada e, sendo a espiritualidade e/ou religiosidade uma delas,
aproveitar tais oportunidades. É fundamental conhecer a fé ou crença do indivíduo, identificando
se há uma ou mais crenças ou valores definidos e se eles se restringem a uma ou mais religiões
formais. Também é mister entender a importância da espiritualidade dentro da vida da pessoa, se
se trata de uma fonte de apoio ou não, se há dúvidas ou angústias espirituais relacionadas a
eventos da vida e se, por exemplo, a pessoa levaria a espiritualidade em conta na tomada de
uma decisão sobre sua saúde[...]. A abordagem da espiritualidade pelo médico pode fortalecer o
vínculo e a sensação de conexão do paciente, uma vez que ele entende que essa parte de sua
vida também é importante para o profissional. Confiança, sensação de atenção às necessidades
e valorização das prioridades são melhoradas na relação. As necessidades espirituais do
paciente podem, inclusive, estimular o médico a olhar para si, voltando-se ao autoconhecimento e
elaborando suas próprias questões.”.
Porém, mesmo as culturas e as crenças sendo de supra importância e até benéfica (relacionada
a saúde) para o ser humano, é necessário cuidado para não se transpassar esta barreira
individual. Incentivar ou forçar tratamentos espirituais, impedindo uma intervenção médica
adequada é extremamente antiético, pois pode-se verificar um agravamento no estado de
enfermidade do paciente ou até mesmo o óbito. “Igualmente preocupante, a religião pode ser
usada no lugar do tratamento médico. [...] Os tratamentos que salvam vidas podem ser evitados
ou até mesmo descontinuados devido a fundamentos religiosos. Os pacientes podem parar de
tomar seus medicamentos após frequentar um serviço de cura para “demonstrar sua fé”. ”
(KOENIG, 2005, cap. 06, pg.46-47).
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2. Objetivo 02

TERRITORIALIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO

Com o intuito de entender o processo de territorialização e seus impactos na saúde pública com
mais profundidade, deve-se compreender que o termo não estão associado exclusivamente com
as questões geográficas de uma determinada área, mas também, com os detalhes sociais
daquele local, como Gondim, e Monken (2017, cap.1, pg.26) definem: grupos sociais e indivíduos,
fluxos diversos (como os de mercadoria, informação, serviços etc.), objetos geográficos
construídos (casas, casas, ruas, igrejas, escolas, etc.) e objetos geográficos naturais (rios, flora,
fauna, morros, lagos, etc.). Assim, para alcançar-se uma conclusão efetiva e embasada, faz-se
necessário analisar minuciosamente todo o contexto social e geográfico. Ainda, seguindo o
pensamento de Gondim (2017, cap.1 pg.36), a Territorialização é o Processo pelo qual
populações, pessoas, grupos, organizações e instituições se fixam em um espaço, em
determinado tempo (espaço temporal), e no qual organizam e estabelecem relações sociais que
possibilitam criar identidade, vínculo e pertencimento ao lugar.

Muitas vezes nos diagnósticos de condições de vida e de situação de saúde, os elementos


constitutivos da reprodução da vida social nos diversos lugares, são listados e tratados como
conteúdos desarticulados do território analisado. Tradicionalmente algumas análises de situação
são realizadas descrevendo o conteúdo do território, tratado como mero receptáculo que contém
determinadas características e aspectos (GONDIM et al., 2008)

Contrariamente à territorialização, há situações em que pessoas e grupos são desterritorializados.


Processos advindos e consequentes de desigualdades social, econômica, cultural e política, a
desterritorialização gera a perda do território por dinâmicas socioespaciais singulares nas quais
alguns são alijados do acesso a bens e serviços (HAESBAERT, 2004)

A desigualdade na territorialização prejudica o setor da saúde, pois traz o desafio de efetivar os


seus princípios mais básicos: a universalidade, a equidade e a integralidade do cuidado de saúde
de forma descentralizada, resolutiva e sob o controle social. Desse modo, com o intuito de
organizar, em saúde, o processo de trabalho em redes de atenção de base territorial, o ponto de
partida é a territorialização.

Esse processo é tão importante e tão impactante, que deve seguir regras e ordens de efetuação:
Primeiramente, as estratégias de investigação e elaboração de instrumentos de coleta de dados,
em segundo lugar, a localização e distribuição de riscos, vulnerabilidades e potencialidades de
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territórios, e somente no final desta etapa, possibilita-se a realização de um diagnóstico


situacional. Além disso de acordo com Faria (2019), a localização dos serviços advindos do
diagnóstico no território deve obedecer aos princípios fundamentais da resolutividade e da
economia de escala, sendo tanto mais concentrados quanto mais especializados e vice-versa.

Diante o exposto, o que se faz necessário é uma maior preocupação social com os espaços e as
pessoas, uma vez que “Essas perspectivas teóricas demonstram um cenário onde o risco, a
vulnerabilidade e a pobreza encorpam um pano de fundo precário da garantia de direitos nos
territórios, além de darem embasamento para a compreensão de um entendimento que
caracteriza o território vulnerável.”. (Pizzo e Silva, 2016, pg. 186)

Ademais, é sabido que algumas áreas e comunidades mais afastadas, marginalizadas e pobres
sofrem demasiadamente com a falta de investimentos necessários para a realização de todo esse
processo de promoção de saúde vital. Embora existam ações governamentais, a exemplo o Bolsa
Família, o que se verifica na prática é a ausência de estratégias que tornem efetivas as ações
afirmativas. Como resultado desse descaso, observa-se a potencialização da vulnerabilidade
social, econômica e política dessa comunidade. Como comprovação, um estudo realizado pela
turma 3 do programa de RMSC da URCA no território vulnerável pertencente à ESF do Parque
Grangeiro II, mostra como processo de territorialização permitiu o diagnóstico situacional de toda
área citada, possibilitando a identificação de suas diversidades, vulnerabilidades, fragilidades,
potencialidades. “Diante dessas considerações, evidencia-se que a ESF tem apresentado
diversos avanços, contudo, enfrenta problemas, sobretudo impostos pela estrutura federativa do
país e pelas grandes iniquidades regionais, além de um importante crescimento do setor privado
nos últimos tempos, o que dificulta a organização da APS como eixo principal do sistema de
saúde. Desta feita, a sua sustentabilidade e o seu desenvolvimento dependem do grau de
investimento do Estado.”. (Arantes et al, 2016).

Dentre essas estratégias de cuidado de uma área vulnerável, além da territorialização, destaca-se
o Diagnóstico Participativo (DP). Diagnóstico Participativo é uma estratégia de levantamento da
realidade local. Realiza-se este levantamento com a participação dos líderes locais, ou por
qualquer pessoa de um grupo definido e deve conter todos os principais problemas da localidade
em todas as áreas, como por exemplo: social, econômica, cultural, ambiental, físico-territorial e
político-institucional.

Para Sousa, “O conhecimento das estratégias de enfrentamento dos problemas que interferem
nas condições de saúde adotadas pelos moradores possibilita intervir sobre o que é importante
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para o território e de forma contextualizada. Os participantes envolvidos com o contexto


investigado apontaram os fatores de risco e as fragilidades do ambiente em que vivem,
evidenciando as prioridades em saúde e sugerindo medidas resolutivas.”. (Sousa, 2019, v24)
“Promover a saúde suscita elaborar estratégias que garantam, minimamente, a justiça social, a
qual apresenta uma relação estreita com o princípio da equidade.”. (Sousa, 2017, v.22).

Outra medida interessante para promover saúde á um território vulnerável, regida pela Portaria
GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007, é a Educação Permanente em Saúde é um processo
ensino aprendizagem, ou seja, entre o ensino e as ações e serviços e entre a universidade e o
serviço em saúde com o propósito de superar os programas de capacitações e de atualizações
para os profissionais da saúde, com desafio de minimizar a distância entre a academia, serviços e
comunidade. (ANTUNES, 2006; CECCIM, 2005a; LAMPERT, 2004).

• Objetivo 03

SINAIS VITAIS

Os sinais vitais (SSVV) servem indicadores da atividade das funções vitais humanas, estes são
nivelados com o intuito de estabelecer seus padrões normais, guiar o diagnóstico inicial de uma
doença, entender as inclinações dos processos fisiológicos, realizar o acompanhamento do
progresso da situação clínica e fiscalizar a resposta do paciente ao tratamento. Basicamente,
denomina-se funções vitais as funções orgânicas diretamente responsáveis pela preservação da
vida.
Os sinais vitais são: pressão arterial, pulso, frequência respiratória, temperatura corporal e
ultimamente foi adicionado a dor. Eles são medidos perante avaliações numéricas e comparados
a padrões normais, estes podem variar de acordo com a idade, peso, sexo e saúde geral do
paciente.

1) Pressão Arterial (PA)


A pressão sanguínea é definida como a força do sangue que atua sobre as paredes das artérias,
fazendo pressão sobre elas. Durante a sístole (contração do coração) essa pressão é maior e
menor durante a diástole (relaxamento do coração). Dessa forma, quando o coração se contrai,
bombeia sangue para as artérias, resultando na pressão arterial mais alta, e quando o mesmo
relaxa, a pressão arterial cai.
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TERMOS
Hipertensão: PA acima da média
Hipotensão: PA inferior à média
Convergente: a sistólica e a diastólica se aproximam
Divergente: a sistólica e a diastólica se afastam

VALORES DE REFERÊNCIA
Hipotensão – inferior a 100 x 60 mmHg
Normotensão – 120 x 80 mmHg
Hipertensão limite – 140 x 90 mmHg
Hipertensão moderada – 160 x 100 mmHg
Hipertensão grave – superior a 180 x 110 mmHg

2) Pulso
A pulsação além de ser uma medida da frequência cardíaca, também indica o ritmo do coração e
a força do pulso, que diz respeito à força de ejeção de sangue pelo coração. 

TERMOS
Pulso normocárdico: Batimento cardíaco normal
Pulso rítmico: os intervalos entre os batimentos são iguais
Pulso arrítmico: os intervalos entre os batimentos são desiguais
Pulso dicrótico: dá impressão de dois batimentos
Taquisfigmia: pulso acelerado
Bradisfigmia: frequência abaixo da faixa normal
Pulso filiforme: indica redução da força ou do volume do pulso periférico

VALORES DE REFERÊNCIA PARA PULSAÇÃO


Adultos – 60 a 100 bpm;
Crianças – 80 a 120 bpm;
Bebês – 100 a 160 bpm.

3) Temperatura corporal

TERMOS
Hipotermia: Temperatura abaixo de 35°C
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Afebril: 36,1°C a 37,2°C


Febril: 37,3°C a 37,7°C
Febre: 37,8°C a 38,9°C
Pirexia: 39°C a 40°C
Hiperpirexia: acima de 40°C

VALORES DE REFERÊNCIA PARA A TEMPERATURA


Temperatura axilar: 35,8°C a 37°C
Temperatura bucal: 36,3°C a 37,4°C
Temperatura retal: 37°C a 38°C

4) Frequência Respiratória
É o número de respirações que se realiza por minuto. A taxa é medida quando o paciente está
em repouso e se realiza pela contagem do número de respirações por minuto, contando quantas
vezes a caixa torácica se expande.

TERMOS
Eupneia: respiração normal
Dispneia: é a respiração difícil, trabalhosa ou curta.
Taquipneia: respiração rápida, acima dos valores da normalidade, frequentemente pouco
profunda.
Bradipneia: respiração lenta, abaixo da normalidade

VALORES DE REFERÊNCIA:
Adultos – 12 a 20 inspirações/ min;
Crianças – 20 a 25 inspirações/ min;
Bebês – 30 a 60 respirações/ min;
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Fonte: ABCMED, 2019. "Conhecendo os sinais vitais e suas funções". Autorizado sob licença CC BY-ND
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