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GLOSSÁRIO: Termos mais usados em fotografia digital

ACESS TIME: é o tempo que a cabeça do HD (mecanismo de


gravar/reproduzir) leva para chegar a posição de operação no disco duro, e a correspondente rotação do
HD até atingir a posição correta.

ALPHA CHANNEL: num programa de desenvolvimento gráfico, cada pixel possui três canais de cor:
vermelho, verde e azul - em vários níveis de profundidade de bits. Em um display de 24 bits, existem 8
bits para cada cor por pixel. Mas quando a placa gráfica possui 32 bits, os 8 bits adicionais são utilizados
como o canal alfa, para converter informação não visível ou transparente em elemento de composição.
Com alfa pixels são definidas a opacidade das cores, brilho e a escala de cinzas para definir a
transparência parcial.

ARQUIVOS RAW: disponível em algumas câmeras é uma linguagem de maquina que grava as imagens
“cruas”. Depois pode-se transferir para o computador em formato TIFF ou JPEG e fazendo a edição de luz,
contraste e cor, o original fica preservado.

ADAPTADOR AC: é um adaptador que permite conectar a câmara à corrente elétrica.

ADAPTADOR FLOPPY: é um dispositivo parecido com um disquete, que permite ler os cartões SmartMedia
ou Memory Stick através da unidade floppy de um computador.

BATERIAS: é um detalhe importante na hora de escolher sua câmera digital é o tipo de bateria que ela
usa. Existem câmeras que trabalham com pilhas recarregáveis padrão AA. Em caso de emergência, podem
também ser usadas pilhas alcalinas comuns. A desvantagem é que elas duram menos do que as
recarregáveis.
As câmeras que usam apenas baterias recarregáveis específicas para cada modelo têm maior autonomia,
porém são mais caras e o ideal é ter uma bateria de reserva.

BMP: os arquivos BMP usam um formato bitmap do Windows. É pouco utilizado para a revelação de fotos
digitais, por possuir alto tamanho em kb dificultando o envio destas imagens através da internet.

BURST: é o modo de disparo contínuo para capturar várias imagens consecutivas apertando o disparador
somente uma vez.

BUFFER: é uma área de memória RAM usada para armazenamento de informações e para onde as imagens
são enviadas antes de serem gravadas no cartão de memória.O buffer é necessário porque gravar a foto
num cartão é um processo relativamente lento. Gravar em memória RAM é mais rápido. Usando um buffer
a máquina consegue fazer diversas fotos em sequência para posteriormente gravar as imagens no
cartão.Caso as máquinas não tivessem buffer não seria possível fazer fotos em sequência.

CABO USB: trata-se de um cabo que possibilita a ligação em velocidade entre periféricos (câmeras,
scanners) ao computador, os mais modernos possuem pelo menos duas portas USB (sockets).

CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO: é a quantia de fotografias que se pode arquivar em uma câmara


digital em função do espaço de memória que dispõe o suporte de armazenamento.

CARTÃO DE MEMÓRIA: é onde ficam gravadas as imagens da câmera digital. Quanto maior a capacidade
do cartão mais fotos podem ser armazenadas.

CCD (Charged Coupled Device): é o sensor eletrônico que capta as imagens na câmera digital. É formado
por uma matriz de pixels sensíveis aos diferentes comprimentos de onda da luz visível.

CANVAS: em alguns softwares o canvas refere-se ao tamanho da imagem. Em outros, refere-se a uma
função na qual podemos ajustar o tamanho da imagem sem alterá-la, ou seja, adicionando bordas.

CLONE(CLONING): é uma ferramenta presente na maioria dos programas de manipulação de imagens, a


qual é utilizada para fazer cópias fiéis de determinadas regiões. Trata-se de uma das ferramentas mais
utilizadas para restauração de imagens, sendo normalmente representada por um carimbo.
CLOSE-UP: Imagem maior que a normal obtida pelo uso de uma objetiva mais próxima do objeto que o
normal.

COMPACT DISK: é uma espécie de mídiaóptica a qual permite a gravação de dados. Basicamente,
utilizamos dois tipos de CD: CD-R e CD-RW.

COMPRESSÃO DE ARQUIVOS: é o processo no qual reduzimos o tamanho dos arquivos em bytes. Este
processo pode ser realizado "COM" ou "SEM" perda de informação. O processo sem perda de informações
utiliza programas de compactação, os quais analisam os dados no formato armazenado (binário), por
exemplo WINZIP.
O processo de compactação com perda, utiliza algoritmos os quais analisam a imagem. Estes algoritmos
tendem a desprezar os detalhes de imagem os quais não seriam vistos pelo olho humano, por exemplo:
formato JPEG.

CONVERSOR ANALÓGICO DIGITAL: é o dispositivo eletrônico utilizado em Câmaras Digitais e Scanners


para quantificar as cargas elétricas registradas pelo CCD.

CROPPING: é o processo de corte de uma imagem digital.

COMPACT FLASH: é um dos mais formatos de cartão de memória. O cartão de memória é o dispositivo no
qual as imagens são gravadas. Existem diversos formatos e tamanhos de cartão. Este é um deles.

COMPRESSÃO: comprimir uma imagem significa reduzir seu tamanho em kb, ou seja, quando mais
comprimida uma imagem, menos espaço ela ocupará em seu computador. A compressão reduz alguns
pontos da imagem, eliminando alguns detalhes. Pode ser feita automaticamente por sua câmera digital
(algumas câmeras possuem recursos de compressão para otimizar os arquivos dentro de sua memória, ou
seja, permitir que mais fotos sejam armazenadas). Imagens com compressão baixa geralmente
proporcionam melhores resultados, mas ocupam mais espaço de armazenamento.

CONEXÃO USB (Universal Serial Bus): usada pela maioria dos modelos de câmeras digitais para transferir
as imagens para o computador via cabo, tem uma velocidade de transmissão muito rápida - a partir de 1,5
mbps e a conexão com o computador é feita por meio da porta USB.

DIGITIZE: é o processo de conversão da informação analógica em digital.

DEFINIÇÃO: é o resultado da resolução. Para cada tamanho de impressão existe uma resolução adequada
para que a foto fique com boa qualidade. Quanto maior a resolução mais definição terá a imagem.

DIGITALIZAÇÃO: é o processo no qual convertemos imagens convencionais em BitMap.

DPI: é o valor que indica a resolução da imagem digital, informando a quantidade de pixels existentes em
uma polegada quadrada.

DROPOUT: é o mais comum e chato problema do vídeo. Partículas de metal desprendem-se da camada de
óxido sobre a superfície do tape, produzindo ruído eletrônico na imagem e problemas de sincronismo.

DYE SUBLIMATION: é o processo de impressão no qual os pigmentos de cores são aplicados a um papel
base, através da sublimação dos mesmos.

DUAL MEGAPIXEL: é a designação utilizada para câmaras digitais que possuem mais de 2 (dois) milhões de
pixels.

EASYSHARE: é uma base da Kodak que fica conectada ao micro via cabo USB, onde as câmeras Kodak
podem ser acopladas para transferir as imagens e também para recarregar as baterias.

ESPECTRO VISÍVEL: é a parte do espectro eletromagnético o qual é visível ao olho humano.

FEATHER: é o efeito digital usualmente aplicado para atenuar áreas de transições entre imagens.

FILTROS DIGITAIS: são algoritmos os quais podem ser aplicados as imagens, visando obter determinados
efeitos ex: posterização, nitidez, etc.
FOTOMULTIPLICADOR: é dispositivo eletrônico fotosensível, superior ao CCD, principalmente nas áreas de
sombra. Este tipo de sensor está presente somente em Scanners de Cilindro, destinados ao mercado
Gráfico.

HIGHLIGHT: é a área de altas luzes da imagem

HISTOGRAMA: é uma espécie de gráfico, no qual podemos visualizar a distribuição dos pixels em função
do nível. Normalmente, utilizamos o histograma como base para efetuarmos ajustes.

INTERPOLAÇÃO: é o processo de alteração do tamanho da imagem, no qual os pixels são analisados para
efetuarmos a criação de outros, visando ampliar o tamanho da mesma.

JPEG (Joint Photographic Experts Group): é um tipo de formato de imagem digital que permite uma
variedade bastante grande de compactação (atualmente 12 níveis). Quanto maior a compactação, menor a
qualidade. Este é o formato mais utilizado nas câmeras digitais e na internet de um modo geral.

KEY FRAME: em alguns processos de compressão, os frames são chamados de key frames, isto é, como a
maioria do que está numa dada sequência de frames não se diferencia essencialmente do frame seguinte
ou anterior, apenas as modificações são apresentadas e conservadas salvando espaço no disco.

LAYER: é o recurso o qual permite manipular imagens digitais em camadas distintas.

L.C.D.: é um visor de Cristal Líquido. Este dispositivo está presente na maioria das câmaras digitais
voltadas ao mercado amador.

LEITOR DE CARTÃO: é um dispositivo que permite a leitura de um ou mais cartões de memória e a


transferência do seu conteúdo para o computador.

MOIRE: é um efeito indesejável o qual surge quando efetuamos a digitalização de materiais gráficos.

MEGAPIXEL: é uma medida que expressa o tamanho e a resolução das fotografias tiradas por uma câmera
digital. Uma câmera de 2 megapixels possui capacidade máxima de dois milhões de pixels (1800 x 1200).

MÍDIAS: é o nome usado para designar o local onde se armazenam dados, imagens, sons, vídeos. Podem
ser: Disquetes, CDs, DVDs, ZIPs, Cartões de memória etc..

NOISE: trata-se de um defeito na imagem digital produzida por sinais elétricos que deixam uma espécie de
granulação indesejável.

NTSC: é um padrão de cores utilizado no sistema americano de TV.

PAL: é um sistema de cores para TV utilizado no Brasil e Europa.

PICT: é o formato de arquivo utilizado para transferência de arquivos entre aplicativos para Macintosh.

PIXEL: são pequenos pontos que compõem uma imagem digital. Os pixels são dispostos em fileiras e
colunas no CCD (sensor de imagem) aparentando estar conectados formando assim, a imagem. Ao invés de
usar filme para gravar dados de quantidade de luz, a câmera digital utiliza o CCD que contém milhões de
pixels, cuja função é captar e gravar a quantidade de luz quando o botão do obturador for pressionado.

PROFUNDIDADE DE PIXEL: é um dos atributos do pixel. A profundidade está relacionada a capacidade de


representação de cores. 1 bit = 2 cores (branco ou preto) / 8 bits = 256 cores (escala de cinza) / 24 bits (8
bits R + 8 bits G + 8 bits B) = 16,7 milhões de cores.

RESOLUÇÃO: é a quantidade de pixels que uma imagem digital tem por polegadas (medida mais difundida
no mercado). Quanto mais alta a resolução de uma imagem, mais qualidade ela terá para impressão em
papel. Ao contrário, quando há baixa resolução, percebemos o defeito comumente chamado de
“serrilhamento”.
RESOLUÇÃO DA CÂMERA: é também conhecido como “resolução do sensor digital”, o número caracteriza
o equipamento.É mensurado em megapixels (MP) de que a máquina dispõe: as amadoras têm até seis MP e
as profissionais têm até 22 MP.

RESTAURAÇÃO DE IMAGENS: é o processo no qual utilizamos dos recursos do programas de manipulação


de imagens para recuperar áreas perdidas, bem como, danificadas de imagens.

SCANNER: é o dispositivo utilizado para digitalizar imagens. Tais dispositivos podem utilizar CCD ou
Fotomultiplicadores, sendo que este último possui custo mais elevado. Além disto, podemos classificar os
Scanners pelo tipo de original que os mesmos podem digitalizar.

SENSIBILIDADE: a máquina digital tem sensibilidade (também conhecida por ASA ou ISO) variável.
Enquanto o equipamento convencional exige que seja mantido o mesmo ISSO em todo rolo, na digital, o
ISSO pode ser alterado a cada chapa. E, quanto mais sensibilidade se aplica, mais se obtêm ruído (aquilo
que é chamado de grão no convencional).

SENSOR DIGITAL: é o dispositivo responsável por captar a imagem fotografada. Ele substitui o filme e está
posicionado, fisicamente, na mesma posição onde antes ficava o filme. Um sensor é formado por milhares
de pixels. Uma máquina de 6 megapixels tem um sensor com 6 milhões de pixels ou (fotocélulas). O sensor
digital é uma das partes mais caras de uma máquina. Quanto maior o sensor, mais complexa e onerosa é a
sua fabricação. Por este motivo, muitos fabricantes projetam máquinas com sensores menores que um
filme de 35 mm.

SHARPNESS: é referente a nitidez/foco de uma imagem

TIFF (Tagged Image File Format): é um tipo de formato de arquivo digital muito comum entre o meio de
edição profissional de imagem. Tem a vantagem de permitir um tipo de compactação (LZW) sem perda de
qualidade (oposto do formato JPEG). Este formato geralmente gera arquivos de tamanho muito grande
para ser enviado pela internet.

WHITE BALANCE: sistema disponível em câmaras digitais para adequação de uma captura correta da
imagem de acordo com a temperatura de cor da luz na cena. A maioria das digitais oferece o modo
automático de White balance, no qual a câmara faz a leitura de cores gerais da cena e ajusta o balaço de
branco segundo dados programados.

ZOOM DIGITAL: é um recurso eletrônico das câmeras digitais que aproxima o assunto da foto por meio da
ampliação de uma área selecionada do CCD. Uma câmera com CCD de 1.600 por 1.200 pixels, por
exemplo, ao fotografar com zoom digital de 2x, vai produzir uma imagem com a metade da resolução, ou
seja, 800x600 pixels.

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