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FACULDADE PIAUIENSE - FAP


COORD. DO CURSO DE BACH. EM DIREITO
CURSO: BACHARELADO EM DIREITO
DISCIPLINA: TÓPICOS DE DIREITO PÙBLICO I
TURMA: 9º BLOCO “B” – NOITE

ARTIGO CIENTÍFICO
EDUCAÇÃO COMO DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL,
EVOLUÇÃO HISTÓRICA INTERNACIONAL E
POSITIVAÇÃO.

COMPONENTES:
ALCIDES MENDES FILHO
HERMANNYLDO FRAZÃO
JOSÉ FRANCISCO BONA
SÉRGIO FEITOSA DA SILVA
WALDIFRAN LIRA ROCHA

PROFESSOR: SÉRGIO REIS COELHO

TERESINA (PI), JUNHO DE 2010.


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FACULDADE PIAUIENSE - FAP


COORD. DO CURSO DE BACH. EM DIREITO
CURSO: BACHARELADO EM DIREITO
DISCIPLINA: TÓPICOS DE DIREITO PÙBLICO I
TURMA: 9º BLOCO “B” – NOITE

ARTIGO CIENTÍFICO
EDUCAÇÃO COMO DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL,
EVOLUÇÃO HISTÓRICA INTERNACIONAL E POSITIVAÇÃO

COMPONENTES:
ALCIDES MENDES FILHO
HERMANNYLDO FRAZÃO
JOSÉ FRANCISCO BONA
SÉRGIO FEITOSA DA SILVA
WALDIFRAN LIRA ROCHA

Artigo Científico apresentado


a Faculdade Piauiense (FAP),
como estudo dirigido ao o
curso de Bacharelado em
Direito.

TERESINA (PI), JUNHO DE 2010.


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EDUCAÇÃO COMO DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL,


EVOLUÇÃO HISTÓRICA INTERNACIONAL E
POSITIVAÇÃO.

Grupo Acadêmico
Professor: Sérgio Reis Coelho
Faculdade Piauiense – FAP
Bacharelado em Direito 9º Bloco – Noite, Tópicos em Direito Público I
18/06/10

RESUMO

O presente texto faz considerações sobre a organização do homem em sociedade como


pressuposto à existência do direito. Faz uma abordagem histórica sobre as iniciativas
mundiais para garantir o direito à educação como básico e universal, destacando
especialmente a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os grandes Pactos
Internacionais e as Convenções e Tratados Internacionais de Direitos Humanos.

Palavras-Chaves: Direito à educação como direito fundamental; homem social e seus


direitos; evolução histórica dos direitos humanos; a educação como direito fundamental
básico e inerente a todos os seres humanos.

1 - O HOMEM SOCIAL E SEUS DIREITOS.

Onde há homem em sociedade há direito. O homem, ser racional, é social


por natureza, como ensinava Aristóteles e Santo. Tomás de Aquino, pois não pode viver
senão em sociedade, o que implica a existência de uma organização,
conseqüentemente a existência de direitos, cujo acatamento se impõe como condição
da harmonia entre seus membros e como imperativo da sobrevivência do corpo social,
pois sem o direito sucederia o caos e a sociedade pereceria.
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OLIVEIRA enfatiza:

“Homem e sociedade são entidades distintas, que vivem em


estreita dependência recíproca. Formada de homens, a
sociedade é imprescindível à existência deles”. [01]

O Estado, como instituição, expressa, no mais alto grau, o espírito


associativo do ser humano, o qual é tido por muitos como sociedade perfeita, pois
coordena de modo soberano as atividades humanas nos limites de seu território, tendo
por fim o bem comum do homem em sociedade, que é o fim precípuo do Estado.

Nas sociedades existem direitos que não se podem recusar a ninguém e


cujo respeito se impõe a todos em geral e a cada um em particular. São direitos
essenciais que decorrem da própria existência do ser humano e são fundamentais por
que estão nos fundamentos da própria ordem social, denominados atualmente como
direitos humanos fundamentais.

2 - NOÇÃO DE DIREITOS HUMANOS.

Direitos humanos é a forma abreviada de mencionar os direitos


fundamentais da pessoa humana. Esses direitos são considerados fundamentais porque
sem eles a pessoa humana não consegue existir ou não é capaz de se desenvolver e de
participar plenamente da vida, pois a todos os seres humanos devem ser asseguradas,
desde o nascimento, condições mínimas para se tornarem úteis à humanidade, tendo
ainda a possibilidade de receber os benefícios que a vida em sociedade pode propiciar-
lhes.
Para um entendimento melhor do que significa direitos humanos, satisfaz
expor que tais direitos correspondem a necessidades essenciais da pessoa humana.
Versam daquelas necessidades que são iguais para todos os seres humanos e que
devem ser atendidas para que a pessoa possa viver com a dignidade, devendo ser
assegurado a todas as pessoas.

__________________
[01]
OLIVEIRA, Almir de. Curso de Direitos Humanos. Rio de Janeiro: Forense 2000. p. 17
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3 - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS DIREITOS HUMANOS.

O Direito Natural nasceu com Heráclito Éfeso, desenvolveu-se com


Aristóteles e passou da Antiguidade à Idade Média e as seguintes até os dias atuais. Os
ideais e valores dos direitos humanos são traçadas através da história antiga ao redor
do mundo até os dias atuais.

No estudo da evolução dos direitos humanos devemos considerar o


aspecto filosófico e o normativo. O primeiro situa-se no plano das cogitações e o
segundo no plano dos fatos. No decorrer da história estes dois planos muitas vezes têm
estado em franco antagonismo, vivendo em posições opostas, pois enquanto o aspecto
filosófico procura estabelecer uma noção do justo, com base em dada concepção do
homem, o aspecto normativo se constitui em atenção a interesses conjunturais
dominantes na sociedade, sejam eles econômicos, religiosos ou políticos.

No período da segunda guerra mundial percebeu-se de forma mais


acentuada a inobservância dos direitos humanos e liberdades fundamentais e já no
período pós-guerra, quando as atrocidades e barbáries cometidas tornaram-se
aparentes, fato histórico impulsionador e decisivo do surgimento do Direito Internacional
dos Direitos Humanos, o consenso entre a comunidade mundial era que uma
declaração universal, que especificasse os direitos individuais, era necessária para dar
efeito aos direitos humanos. Todavia em 10 de dezembro de 1948, foi adotada
pela ONU (Organização das Nações Unidas), A Declaração Universal dos Direitos
Humanos, embora não seja um documento que representa obrigatoriedade legal, serviu
como base para outros tratados sobre direitos humanos da ONU, de força legal, como
Tratado Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.

4 - A EDUCAÇÃO COMO DIREITO, UMA ABORDAGEM HISTÓRICA E A EVOLUÇÃO


INTERNACIONAL.

A educação é um processo de aprendizagem e aperfeiçoamento, por meio


do qual as pessoas se preparam para a vida. Através da educação obtém-se o
desenvolvimento individual da pessoa, que aprende a utilizar de maneira mais
conveniente sua inteligência e sua memória. Além disso a educação torna possível a
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associação da razão com os sentimentos, propiciando o aperfeiçoamento espiritual sãs


pessoas. Neste sentido, DALLARI leciona que “A educação é um processo de
aprendizagem, ao mesmo tempo em que favorece e propicia o desenvolvimento da
pessoa humana. Por isso deve ser assegurada a todos em condições de igualdade, o
que é benéfico para o indivíduo bem como para toda a sociedade”. [02]

Ao longo da nossa evolução histórica é possível perceber inúmeras


iniciativas, principalmente mundiais, com a finalidade de garantir a educação de forma
universal, de qualidade e gratuita para todos, ou seja, iniciativas que reconhecem a
educação como um direito humano fundamental, básico e inerente a todos na luta pela
igualdade e dignidade da pessoa humana. Contudo tal reconhecimento e
institucionalização vêm se processando de modo gradual.

Com a Declaração Universal dos Direitos do Homem é que a Educação


passou a ser reconhecida como um direito internacional e efetivo, significando uma
manifestação histórica de reconhecimento da igualdade, de acesso a instrução gratuita
a todos, conforme preceituado em seu Artigo XXVI que estabelece:

1. Toda pessoa tem direito à instrução. A instrução será


gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais.
A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-
profissional será acessível a todos, bem como a instrução
superior, esta baseada no mérito.

2. A instrução será orientada no sentido do pleno


desenvolvimento da personalidade humana e do
fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas
liberdades fundamentais. A instrução promoverá a
compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as
nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as
atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da
paz.

__________________
[02]
DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna 2004. p. 66
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3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do


gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.

Vários são os institutos internacionais que procuram garantir o direito à


educação, os quais analisaremos abaixo de forma mais detalhada, ressaltando pontos
positivos e/ou negativos das declarações ou tratados abordados no texto “a educação
como direito: questões envolvidas com base em uma abordagem histórica”.

5 - DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA (1959).

Após a adoção da Declaração Universal dos Direitos do Homem, percebe-


se por parte da ONU a reafirmação da Educação como direito de todos os povos, tendo
em 20 de Novembro de 1959, sido aprovada pela Assembléia Geral da ONU, a
Declaração dos Direitos da Criança, criada com o fim de integrar as crianças na
sociedade, zelar pelo seu convívio e interação social, cultural, educacional etc.

De acordo com Declaração dos Direitos da Criança, a criança tem direito a


uma educação que deve ser gratuita e obrigatória, pelo menos ao nível elementar. Deve
beneficiar-se de uma educação que contribua para a sua cultura geral e lhe permita, em
condições de igualdade de classes, desenvolver as suas faculdades, opiniões pessoais,
sentido das responsabilidades morais e sociais e de se tornar um membro útil à
sociedade.

6 - CONVENÇÃO RELATIVA À LUTA CONTRA AS DISCRIMINAÇÕES NA ESFERA


DO ENSINO(1960).

A convenção contra discriminações na esfera de ensino é um


compromisso para que o acesso à educação não seja um privilégio de poucos, mas
torne-se de fato um direito universal, pois a educação deve atender ao pleno
desenvolvimento da personalidade humana e reforçar o respeito aos direitos humanos e
das liberdades fundamentais.
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A citada convenção considera que as discriminações na esfera do ensino


constituem uma violação de direitos enunciados na Declaração Universal de Direitos
Humanos, tratando de forma taxativa as formas de discriminação, principalmente na
esfera do ensino, pois não bastaria que o direito à educação constasse apenas em
textos internacionais, era necessário ainda evitar discriminações para que o ensino
pudesse ser alcançado por todos, não importando raça, cor, sexo, país, etc.

]
7 - PACTO INTERNACIONAL RELATIVO AOS DIREITOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E
CULTURAIS(1966).

O Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais foi


adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1966, com o objetivo de
conferir obrigatoriedade aos compromissos estabelecidos na Declaração Universal dos
Direitos Humanos. Desta forma, passou a haver responsabilidade internacional dos
Estados signatários em caso de violação dos direitos consagrados pelo Pacto. A
situação desses direitos deve ser acompanhada mediante elaboração de relatórios,
avaliando o grau de sua implementação, e as dificuldades para fazê-lo.

Estabelece o pacto em seu artigo 13, que os Estados-partes reconhecem


o direito de toda pessoa à educação. Concordam em que a educação deverá visar ao
pleno desenvolvimento da personalidade humana e do sentido de sua dignidade e a
fortalecer o respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais. Concordam
ainda que a educação deverá capacitar todas as pessoas a participar efetivamente de
uma sociedade livre, favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as
nações e entre todos os grupos raciais, étnicos ou religiosos e promover as atividades
das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.

Com o objetivo de assegurar o pleno exercício do direito à educação, os


Estados-partes reconhecem que a educação primária deverá ser obrigatória e acessível
gratuitamente a todos, que a educação secundária, inclusive a educação técnica e
profissional, deverá ser generalizada e tornar-se acessível a todos e implementada na
forma progressiva do ensino gratuito. Com relação a educação superior, deverá
igualmente tornar-se acessível a todos, com base na capacidade de cada um e também
pela implementação progressiva do ensino gratuito.
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Deverá ainda fomentar e intensificar a educação de base para aquelas


pessoas não receberam educação primária ou não concluíram o ciclo completo de
educação primária, assegurando ativamente o desenvolvimento de uma rede escolar em
todos os níveis de ensino, implementasse um sistema adequado de bolsas de estudo e
melhorar continuamente as condições materiais do corpo docente.

8 - DECLARAÇÃO MUNDIAL DE EDUCAÇÃO PARA TODOS (1990).

A Declaração Mundial sobre Educação para Todos, procura assegurar o


acesso e a permanência de todos na escola. Com isso procura-se implementar reformas
educativas que foram dando sustentação às políticas educacionais, como a
obrigatoriedade de matrícula; a idade de ingresso; a duração dos níveis de ensino; os
processos nacionais de avaliação do rendimento escolar; as diretrizes curriculares
nacionais; o calendário escolar; as definições para o aluno com necessidades especiais,
entre outros.
A condição do acesso educacional é apresentada como sendo imperiosa
necessidade de universalizar a escolaridade básica dos indivíduos, independentemente
das suas condições de raça, idade, gênero, situação social, crença ou religião. Há um
rigor nos preceitos referentes aos grupos considerados minoritários, enfatizando-se que
eles não devem sofrer qualquer tipo de discriminação no acesso às oportunidades
educacionais.

9 - DECLARAÇÃO DO MILÊNIO DAS NAÇÕES UNIDAS (2000).

A Declaração do Milênio, proposta pela ONU (Organização das Nações


Unidas), em setembro de 2000, reúne várias metas estabelecidas em conferências
mundiais na década de 90, como resultado da avaliação dos mais preocupantes
problemas mundiais, estabelecendo como prioridade eliminar a extrema pobreza e a
fome no planeta até 2015. Surgindo então oito objetivos de “Desenvolvimento do
Milênio”. Os Objetivos são macro-objetivos a serem alcançados através de ações
concretas dos governos e da sociedade, ou seja, são compromissos inadiáveis da
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humanidade. Dentre os oitos objetivos, a Declaração do Milênio, procura proporcionar


educação básica de qualidade para todos.

10 - DIREITO A EDUCAÇÃO NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO.

No Brasil, houve a evolução dos direitos fundamentais do homem,


passando dos direitos individuais aos direitos sociais e coletivos, tendo esses direitos
sido consagrados na Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988.

Com a Constituição de 1988 os direitos humanos foram plenamente


positivados, tantos os individuais, como os difusos e coletivos, trazendo, também,
diversos remédios constitucionais para garantir a eficácia desses direitos.

Ressalta-se ainda que a emenda constitucional 45, de 08 de dezembro


de 2004, estabeleceu a possibilidade de os tratados e convenções internacionais
sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada casa do congresso nacional,
em dois turnos de votação, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serem
equivalentes às emendas constitucionais. Deste modo, após a citada reforma
constitucional, verificamos a possibilidade de os tratados internacionais serem
incorporados no ordenamento brasileiro com o status de norma constitucional, desde
que cumpridos os requisitos antes expostos.

No ordenamento jurídico brasileiro o direito a educação está enfatizado


analiticamente no Título VIII(Ordem Social), Capítulo III (Da Educação, da Cultura e do
Desporto), secção I(Da Educação) da CF de 1988, como forma de garantir e efetivar
tal direito. Assegurou DALLARI: “O primeiro passo para se chegar à plena proteção
dos direitos é informar e conscientizar as pessoas sobre a existência de seus direitos e
a necessidade e possibilidade de defendê-los”. [03]

__________________
[03]
DALLARI, Dalmo de Abreu. Direitos Humanos e Cidadania. SP: Moderna 2004. p. 97
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11 - CONCLUSÕES.

Os mecanismos internacionais e nacionais, em uma evolução histórica,


procuram cada vez mais efetivar e ofertar educação para todos. Percebe-se o
surgimento de novas possibilidades que se configuram em diferentes modos para que
ninguém fique de fora ou sem o direito à educação, intensificando as formas de
ingresso, flexibilizando as organizações curriculares e criando novas possibilidades de
educação.

Entendemos ser a educação um direito universal, inalienável, inerente à


pessoa humana pelo simples fato de ser considerada como tal, indispensável na luta
pela igualdade e dignidade da pessoa humana, o qual deve ser rigorosamente previsto
em instrumentos para garantir a sua efetivação e realização, ou seja, o direito à
educação como parcela indissociável do mínimo existencial do ser humano.

Por fim, analisando o direito à educação por uma visão jus-naturalista, ao


estabelecê-lo como “um direito nato”, que já nasce com o homem, inerente ao ser
humano, ou por uma visão positivista, ao estabelecê-lo como “direito fundamental” que é
consagrado por diversos institutos internacionais, como analisamos, sendo de bom
alvitre notar, consagrado também pela Constituição da República Federativa do Brasil
de 1988, percebe-se que Direito à Educação tem sido uma árdua conquista, que
encontra os seus maiores obstáculos não só na pobreza da população, mas também na
visão cultural do conceito de Educação e nas políticas públicas com essa finalidade.
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12 – REFERÊNCIAS.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – Declaração Universal dos


Direitos Humanos, 10 de Dezembro de 1948;

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – Declaração do Milênio, Nova


Iorque, 6-8 de setembro de 2000;

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – Conferência Geral da


organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura, 22 de maio
de 1962;

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – Declaração Mundial sobre


Educação para Todos, Nova Iorque, abril de 1990;

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – A Convenção sobre os


Direitos da Criança, de 20 de novembro de 1989;

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – Pacto Internacional sobre os


Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, Assembléia Geral das Nações Unidas em
16 de dezembro de 1966;

WEIS, Carlos, “Direitos Humanos Conteporâneos”, primeira edição,


segunda tiragem,Editora Malheiros/SP, 2006;

ALSTON, Philip et al., “The Rights of the Child”, Bulletin of Human


Rights, United Nations, Geneva, 1992.