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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Enciclopédia temática da Bíblia / tradução Eulália A. P.


Kregness. -- São Paulo : Shedd Publicações, 2008.

Título original: The new topical text book.


Bibliografia.
ISBN: 978-85-88315-78-5

1. Bíblia - Dicionários e enciclopédias.

08-10051 CDD- 200.03

Índices para catálogo sistemático:


1. Bíblia : Enciclopédia temática 200.03
Copyright © SHEDD PUBLICAÇÕES
BASEADO NO TEXTO DA BíBLIA NA NOVA VERSÃO INTERNACIONAL

1ª Edição - Novembro de 2008

Publicado no Brasil com a devida autorização


e com todos os direitos reservados por
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com indicação de fonte.

Printed in Brazil / Impresso no Brasil

ISBN 978-8 5-88315-78-5

TRADUÇÃO: Eulália A. P. Kregness


REVISÃO: Helen S. Bizerra
DIAGRAMAÇÃO & CAPA: Samuel Paiva
PREFÁCIO DOS EDITORES

-
E imprescindível que todos os obreiros cristãos possuam uma enciclopédia
temática da Bíblia. As mensagens pastorais e as lições ministradas em salas de
aula são de modo geral, se não completamente, temáticas. A idéia temática é
prevalecente em sermões, discussões e exposições da Bíblia. Ao conversarmos
sobre assuntos religiosos, nossa tendência é discuti-los por tópicos. Isso acontece
porque, quer sejamos objetivos ou subjetivos em nossa investigação e ponderação
da verdade cristã, somos inescapavelmente temáticos.
No sentido bíblico, tema é um assunto tratado ou trabalhado dentro da
própria Bíblia. Referências importantes são reunidas de modo a esclarecer um
tema e apresentar uma visão completa do ensino. Sempre que um assunto bíblico
é tratado por uma corrente de versículos esclarecedores, nós o chamamos de
tema. Consulte, por exemplo, temas como Oração, Fé, Conversão, Sacerdócio
ou Profecia e você descobrirá um tesouro de verdades práticas reunidas em um
espaço bastante limitado. Uma enciclopédia temática é um depósito de armas do
cristão. Melhor ainda, é um amigo sempre disposto a nos revigorar e ajudar
conforme as circunstâncias e necessidades.
Este pequeno volume contém centenas de tópicos importantes relacionados
às grandes doutrinas da fé, aos fatos indispensáveis do viver cristão, aos temas
relevantes da lei e às intrigantes questões de simbolismo bíblico, tipologia,
ritual, profecia, história, eclesiologia e escatologia. Ele apresenta de maneira
extraordinariamente simples e eficiente uma riqueza de materiais necessários
aos obreiros cristãos. Que maravilha ter à mão um colaborador sempre pronto
a nos ajudar na compreensão adequada dos assuntos bíblicos.
Os pastores que vivem ocupados descobrem neste livro um tesouro de
assuntos interessantes e esboços super práticos. Diante de um tema especialmente
ardiloso, quando se faz necessário lubrificar os neurônios, este livro, com todas as
suas maravilhosas sugestões, é uma ferramenta extremamente útil. Nesta hora
você se descobre diante de uma linha de pensamentos sistemáticos que, quase
sempre, resultam na mensagem desejada.
Além dos pastores, também os professores e obreiros leigos convidados a
dar uma palestra ou estudo bíblico precisam de recursos inspirativos e
informativos. Cristãos conscientes passam, muitas vezes, horas aflitivas diante
de tarefas assim. Onde procurar um assunto e como desenvolvê-lo? Mais uma
vez este livro precioso será uma fonte que suprirá as necessidades de quem dele

precisar.
Durante as reuniões de família são comuns as discussões sobre assuntos
bíblicos. Alguém faz uma pergunta que ninguém sabe responder. Alguns temas
bíblicos comuns são levantados e resultam em grande confusão po1· falta de
maiores e melhores esclarecimentos, e torna-se necessário uma interpretação
adequada. Um sem número de pais e suas famílias já encontraram nas páginas
desta Enciclopédia temdtica da Bíblia as respostas satisfatórias para os assuntos
em discussão.
Evangelistas, pastores, professores de seminários e de escolas dominicais e
líderes de jovens, assim como milhares de famílias, desmancham-se em elógios
sobre a utilidade deste livro. Ele é o companheiro dos viajantes e presença
constante à mesa dos estudiosos da Bíblia.
Ao publicar esta Enciclopédia temdtica da Bíblia, desejamos que encontre
imediatamente seu lugar junto ài, ferramentas essenciais da biblioteca dos cristãos.
MÉTODOS DE ESTUDO BÍBLICO
REv. R. A. TüRRFY

1. Decida-se a reservar tempo diário para estudar a Palavra de Deus. Esta


é uma decisão fácil de ser tomada, e não muito difícil de ser cumprida, se a
,
pessoa tiver determinação. E a decisão mais frutífera que qualquer cristão pode
fazer. Muitas vidas foram transformadas por causa da firmeza em cumprir tal
resolução. Vidas antes vazias e insatisfatórias tornaram-se ricas e úteis através
do estudo regular e perseverante da Palavra de Deus. O estudo pode não ser
muito interessante logo de início e os resultados, um tanto desanimadores; no
entanto, se houver persistência, ele se mostrará mais eficiente do que qualquer
outra coisa no desenvolvimento do caráter e no enriquecimento da vida em
geral. Nada, a não ser a absoluta incapacidade física, deverá interferir no estudo
diário da Bíblia.
Não seria possível estabelecer uma regra única quanto ao tempo a ser
dedicado ao estudo diário da Bíblia. Conheço algumas pessoas, incluindo
homens e mulheres no trabalho ministerial, que devotam uma hora diária ao
estudo bíblico; todavia muito pode ser conseguido em apenas quinze minutos,
se este é o tempo disponível. Sempre que possível, o estudo deve ser feito
durante o dia. Melhor ainda se for de manhã. Se nada o impedir, fique a sós
com Deus, e só com ele.
2. Decida-se a estudar a Bíblia. É impressionante como se lê a Bíblia sem
prestar-lhe muita atenção. As pessoas acham que a Bíblia em si possui um
poder mágico, e que basta folhear suas páginas para tirar muito proveito dela.
A Bíblia tem valor por causa das verdades que contém, e é preciso muita atenção
e cuidado para se descobrir essas verdades. Muitas vezes torna-se necessário ler
e reler e ler novamente um versículo para então se perceber a maravilhosa
mensagem de amor e poder que Deus colocou nele. As palavras precisam ser
bem mastigadas antes que sua força total e beleza se apoderen1 de nós. Só
depois de passarmos algum tempo observando uma obra de arte é que
conseguimos entender sua mensagem e beleza. Da mesma forma, só depois de
passarmos algum tempo estudando um dos notáveis versículos bíblicos é que
chegamos a compreender sua mensagem e apreciar sua grandeza. Ao ler um
versículo, pergunte-se: O que ele quer dizer? E depois: Qual sua mensagem para
mim? Assim que encontrar a resposta, pergunte-se novamente: Isso é tudo o que
ele quer dizer? Continue estudando-o até estar absolutamente certo de que extraiu
tudo o que ele tem para oferecer no momento. Mais tarde, ao estudá-lo novamente,
você descobrirá outras lições extraordinárias. Pense cuidadosamente nas palavras
importantes; estude outros versículos onde elas também apareçam e descubra
todos os seus significados. Deus afirma que abençoado é quem ''medita'' na Palavra
''dia e noite'' (Salmo 1.2-3). Ler superficialmente alguns versículos ou capítulos
não é o mesmo que meditar e não resultará em muitas bênçãos. Jeremias declarou:
''Quando as tuas palavras foram encontradas, eu as comi'' Qeremias 15.16). No
comer, nada mais é tão importante que o mastigar. Quem não mastiga apropria-
damente o que come acaba tendo problemas de digestão. Não permita que
ninguém mastigue sua comida espiritual por você. Insista em mastigar seu próprio
alimento. Para ser um estudioso da Bíblia basta ter vontade. Pode ser difícil no
começo, mas logo se torna fácil. Já testemunhei mentes obtusas se transformarem
em prodígios ao serem colocadas no esmeril.

3. Estude a Bíblia por temas. Faça uma lista dos assuntos tratados na Bíblia
,
e, um a um, estude o que ela tem a dizer sobre eles. E bom saber o que teólogos
dizem a respeito de assuntos importantes, mas é muito melhor saber o que Deus
tem a dizer sobre eles. Igualmente importante é saber tudo o que Deus tem a
dizer. Muitas pessoas conhecem parte do que o Senhor diz-e normalmente
uma parte bem pequena-e formam opiniões bastante deficientes e precon-
ceituosas. Se soubessem tudo o que Deus tem a dizer sobre um tema, a situação
dessas pessoas e de seus amigos seria bem melhor. A única maneira de descobrirmos
tudo o que Deus tem a dizer sobre um assunto é estudando-o completamente à
luz da Bíblia. Para tanto não precisamos ler todos os versículos, de Génesis a
Apocalipse. Se agíssemos assim com todos os assuntos que estudamos, não faríamos
mais nada na vida. Os livros textos e as concordâncias fazem esse trabalho por
nós. Essas obras são resultantes do trabalho árduo de muitas pessoas. Concor-
dâncias e livros textos reúnem e classificam vários versículos sobre um determinado
assunto, e assim realizamos em poucas horas o que levaríamos meses ou anos
para conseguir. Usar o método temático é a maneira mais simples e fascinante de
estudar a Bíblia, e os resultados são extraordinários e imediatos. Esse método não
é o único que existe, e restringir-se a ele impede-nos de receber muito das bênçãos
que Deus tem para nós no estudo da Bíblia. Mas esse método é muito interessante
e eficaz. Era o método favorito de D. L. Moody. Ele aborda completamente
todos os aspectos do assunto em questão. Certa vez, Moody passou vários dias

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estudando sobre ''Graçà'. Ao terminar, ele estava tão repleto do assunto que
saiu correndo para a rua e perguntou ao primeiro homem que encontrou: ''O
que o senhor sabe a respeito da Graça?'' O transeunte perguntou: ''Que Graça?''
''A Graça de Deus que nos oferece salvação.'' Ali mesmo, o senhor Moody ,
revelou
ao homem as riquezas que havia descoberto na Palavra de Deus. E assim que
dominamos um assunto e ficamos impregnados dele. Percorra a Bíblia e descubra
o que ela tem a dizer sobre um tema. A tarefa é fácil. Abra sua Enciclopédia
temdtica da Bíblia no assunto desejado. Suponhamos que você queira estudar
sobre ''Oração''. As páginas 264-266 apresentam uma longa lista de versículos
que se referem ao assunto. Estude-os cuidadosamente e descubra seus·
ensinamentos. Ao terminar a tarefa, você perceberá que agora sabe muito mais
sobre a oração do que sabia antes, e muito mais do que saberia se apenas lesse o
que os homens já escreveram sobre oração, embora muito desses escritos sejam
de grande proveito. Algumas vezes torna-se necessário estudar assuntos
relacionados àquele que nos interessa no momento. Suponhamos que você queira
saber o que a Bíblia ensina sobre expiação. Neste caso, deverá não só conferir o
que está sob o título ''Expiação'' na página 140-141, como também o que está
sob ''Sangue'' na página 335 e sob ''Morte de Cristo'' na página 239. Para isso,
não se faz necessário o uso de uma concordância, embora fosse bastante útil. Se
você estiver estudando sobre ''Oração'', procure na concordância os versículos
que falem sobre ''orar'', ''oração'', ''clamar'', ''pedir'', ''súplicà', ''intercessão'' e
afins. No entanto, a Enciclopédia temdtica da Bíblia apresenta quase todos os
versículos referentes a um assunto independente das palavras neles contidas.
Gostaria de fazer quatro. sugestões importantes a respeito do estudo temático
da Bíblia.
Primeira: Seja sistemático. Não escolha os assuntos aleatoriamente. Faça
uma lista caprichada dos temas sobre os quais você gostaria de saber mais e
precisa saber mais; estude-os um a um, em ordem de listagem. Caso contrário,
é bem provável que você escolha alguns assuntos favoritos e estude-os à exaustão,
acabando por se tornar rabugento e inflexível a respeito deles. Você ficará perito
nesses assuntos, mas saberá muito pouco sobre outros igualmente importantes,
e será um crente tendencioso.
Segunda: Seja diligente. Não se contente em estudar apenas alguns versículos
sobre o assunto escolhido; empenhe-se em descobrir tudo o que a Bíblia tem a
dizer sobre ele. Se a Enciclopédia temdtica da Eíblia deixou de incluir algum
versículo, acrescente-o a ela.
Terceira: Seja esmerado. Descubra o significado exato de cada versículo
apresentado na Enciclopédia temdtica da Bíblia sobre o assunto em questão.
Isso é fácil. Primeiro, observe quais são exatamente as palavras usadas. Depois,

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descubra o significado real de cada uma. Para tanto, verifique em que contexto
elas aparecem na Bíblia. Nem sempre o significado de uma palavra na Bíblia é
o mesmo para nós hoje. Por exemplo, a acepção bíblica dos termos ''santificação''
e ''justificação'' é diferente daquela de uso comum na atualidade. A seguir,
preste atenção no que vem antes e depois do versículo porque, muitas vezes,
isso esclarece quaisquer dúvidas que tenham surgido. Por último, descubra se
há versículos paralelos. Muitas passagens especialmente difíceis tornam-se
perfeitamente claras à luz de outros textos. As boas Bíblias de referência também
apresentam versículos paralelos à margem.
Quarta: Seja metódico. Organize os resultados do estudo temático e anote-
os num caderno. Caneta e papel são imprescindíveis no estudo da Bíblia. Depois
de ''passar um pente fino'' na Enciclopédia temdtica da Bíblia, o estudioso da
Bíblia terá vasto material sobre o assunto escolhido, porém terá de organizá-lo de
maneira a facilitar seu uso. Na Enciclopédia temdtica da Bíblia os versículos relacio-
nados aos diferentes temas são organizados por categoria, mas essa organização
nem sempre é a mais adequada ao objetivo de cada pessoa. Vejamos o tema
''Oração'', por exemplo. A classificação dos versículos na enciclopédia é bastante
apropriada, todavia, para determinados propósitos, a melhor seria: 1. Deus ouve
a oração de todas as pessoas? 2. A quem orar. 3. Por quem orar. 4. Quando orar.
5. Onde orar. 6. Pelo que orar. 7. Como orar. 8. Empecilhos à oração. 9. Re-
sultados da oração. Os versículos ,
apresentados na Enciclopédia Temática
estariam debaixo desses títulos. E melhor fazer uma divisão inicial do assunto
antes de estudar os versículos alistados, e anotar cada versículo sob a divisão
apropriada.Talvez seja necessário criar mais subdivisões à medida que encontramos
novos versículos. A melhor classificação de versículos é aquela que a pessoa faz
para si mesma, embora amigos e conhecidos possam oferecer valiosa contribuição.
Alguns assuntos merecem a· atenção de todos os crentes, e devem ser
estudados o quanto antes. Por exemplo:

Pecado
Expiação (ou o sangue de Cristo)
Justificação
Novo Nascimento
Adoção
Santificação
Santidade
Segurança
A carne

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Purificação

Arrependimento
Oração
Gratidão
Louvor •

Adoração
Amor: a Deus, a Jesus Cristo, aos irmãos, aos semelhantes
· Futuro dos crentes
Futuro dos incrédulos (Encontrado sob ''Castigo dos ímpios'', página 72; ·
e ''Morte dos ímpios'', página 239)
Caráter de Cristo
Ressurreição de Cristo
Ascensão de Cristo
Segunda vinda de Cristo: o acontecimento, o modo, o propósito, os resul-
tados, a época.
Reino de Cristo.
Espírito Santo. Quem e o que ele é; sua tarefa
. Deus, seus atributos e obra
Graça
Profecias messiânicas (sob o título ''Profecias a respeito de Cristo'',
página 298)
A igreja
Judeus
Alegria
O julgamento
Ida
Paz
Perfeição
Perseguição

4. Estude a Bíblia por capítulos. Qualquer pessoa de inteligência média


que disponha de no mínimo quinze minutos diários para estudar a Bíblia pode
colocar este método em prática. No entanto, o estudo de um capítulo requer
mais de um dia, se apenas quinze minutos forem separados para isso.
Primeiro. Escolha os capítulos que deseja estudar. Bom mesmo é pegar um
livro inteiro e estudá-lo do começo ao fim, capítulo por capítulo. Atos dos
Apóstolos (ou o Evangelho de João) é um ótimo começo. Eventualmente todos
os livros da Bíblia serão estudados, porém não é aconselhável começar por Génesis.

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Segundo. Leia cinco vezes o capítulo do dia; faça-o em voz alta pelo menos
uma vez. Quando lemos em voz alta percebemos muitas coisas que não havíamos
notado durante a leitura silenciosa. A leitura repetida abre nossos olhos para
fatos novos.
Terceiro. Classifique os capítulos de acordo com sua divisão natural; dê às
novas divisões títulos que destaquem a importância do conteúdo. Por exemplo,
se estiver estudando !João 5 divida-o assim: 1ª Divisão, versículos 1-3. A
Ascendência nobre dos crentes. 2ª Divisão, versículos 4-5. A vitória gloriosa
dos crentes. 3ª Divisão, versículos 6-1 O. O alicerce inabalável da fé dos crentes.
4ª Divisão, versículos 11-12. A herança incalculável dos crentes. 5ª Divisão,
versículo 13. A certeza bendita dos cristãos. 6ª Divisão, versículos 14-15. A
confiança Inquestionável dos Crentes. 7 a. Divisão, versículos 16-17. O Grande
Poder e a grande responsabilidade dos crentes. 8ª Divisão, versículos 18-19. A
segurança total dos crentes. 9ª Divisão, versículo 20. O conhecimento valioso
dos crentes. 1ª Divisão, versículo 21. A tarefa constante dos crentes. Em alguns
casos a divisão natural dos versículos será diferente daquela que aparece nos
capítulos.
Quarto. Observe as diferenças mais importantes entre as traduções da
Palavra e anote-as à margem de sua Bíblia.
Quinto. Faça uma lista cronológica dos acontecimentos mais importantes.
Sexto. Anote os nomes das pessoas mencionadas no capítulo e qualquer
fato que descreva quem e como elas são. Digamos que você esteja estudando
Atos 16. Este capítulo menciona Timóteo, sua mãe, seu pai, os irmãos de
Listra e Icônio, Paulo, os judeus de Listra e Icônio, os apóstolos e anciãos de

Jerusalém, um homem da Macedônia, Lucas, algumas mulheres de Filipos,
Lídia e as pessoas de sua casa, uma jovem possuída por um espírito de
adivinhação e os senhores dela, os pretores de Filipos, a multidão de Filipos, o
carcereiro de Filipos, os prisioneiros da cadeia de Filipos, as pessoas da casa do
carcereiro, os magistrados de Filipos, os irmãos de Filipos. O que o capítulo
revela a respeito dessas pessoas?
Sétimo. Observe as principais lições do capítulo e, se desejar, classifique-as
da seguinte maneira: lições sobre Deus, Jesus Cristo, o Espírito Santo e assim
por diante.
Oitavo. A verdade central do capítulo.
Nono. O versículo-chave do capítulo, se houver um.
Décimo. O versículo por excelência do capítulo. As opiniões serão bastante
variadas aqui, mas o importante mesmo é saber que versículo é mais importante
para você no momento atual. Anote-o e memorize-o.

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Décimo primeiro. Anote os versículos que podem ser usados como textos
de sermões, palestras ou leituras bíblicas. Se tiver tempo, faça uma análise dos
versículos à margem dos mesmos ou na página oposta, se houver espaço.
Décimo segundo. Dê nome ao capítulo. Por exemplo, Atos 1 pode ser

chamado de O capítulo da ascensão; Atos 2, O capítulo do dia do Pentecostes;


Atos 3, O capítulo do paralítico. Intitule os capítulos de acordo com seu
entendimento. O título deve enfatizar o aspecto mais importante do capítulo.
Décimo terceiro. Tome nota dos assuntos a ser estudados mais tarde.
Suponhamos que você esteja estudando Atos 1. Os assuntos poderiam ser: O
batismo com o Espírito Santo (veja página 54); A ascensão (página 44); A·
segunda vinda de Cristo (página 340).
Décimo quarto. Palavras e frases a ser estudadas mais tarde. Se estiver
estudando João 3, por exemplo, anote palavras e expressões como ''Vida eternà',
''Novo nascimento'', ''Águà', ''Cristão'', ''O Reino de Deus''.
Décimo quinto. Anote qualquer verdade apresentada no capítulo que lhe
seja nova. Se não aprendeu nada, é melhor estudar o capítulo novamente.
Décimo sexto. Que verdade já conhecida lhe foi revigorada?
Décimo sétimo. Que decisões você tomou depois de estudar esse capítulo
da Bíblia? Faça um registro constante dos resultados que cada capítulo produz
em sua vida. Escreva os resultados mais importantes nu1na folha de papel e
mantenha-o dentro de sua Bíblia.
5. Estude a Bíblia como Palavra de Deus. A Bíblia é a Palavra de Deus.
Qualquer livro nos é muito mais proveitoso quando o estudamos pelo que ele
verdadeiramente é. Muitos dizem que devemos estudar a Bíblia do mesmo
modo que estudamos qualquer outro livro. O princípio é verdadeiro, porém
contém um grande erro. Assim como os outros livros são livros, a Bíblia também
é um livro. As mesmas regras gramaticais, construções e estilos literários usados
em outros livros se aplicam à Bíblia. Porém ela é um livro totalmente único. A
Bíblia é o que nenhum outro livro é-a palavra de Deus. Isso pode ser provado
a qualquer pessoa sincera e franca. Assim, a Bíblia tem de ser estudada como
um livro diferente. Tem de ser estudada como a Palavra de Deus (1 Ts 2.13).
Isso requer cinco coisas:
Primeira: Mais avidez, cuidado e honestidade ao estudá-la-na busca de
seus ensinos-do que se dedica a qualquer outro livro. Precisamos conhecer a
mente de Deus, e ela é revelada na Bíblia.
Segunda: Aceitação pronta, irrestrita e submissa de seus ensinos claramente
compreendidos, mesmo que não nos pareçam razoáveis e possíveis. Se a Bíblia
é a Palavra de Deus, não passa de tolice submeter seus ensinos à crítica de

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nosso raciocínio finito. O garotinho que desconsidera as sábias instruções de
seu pai porque sua mente infantil as acha incoerentes, não é um filósofo, e sim
um grande tolo. Quando aceitamos de uma vez por todas que a Bíblia é a
Palavra de Deus, seus ensinamentos claros devem colocar um ponto final em
todas as controvérsias e discussões.
Terceira: Confiança absoluta na extensão, largura, profundidade e altura de

todas as suas promessas. Quem estuda a Bíblia como a Palavra de Deus afirma
que todas as suas promessas, não importa quão vastas e inacreditáveis elas pareçam:
''Deus que não pode mentir fez essa promessa; portanto, reivindico-a para mim''.
Assim, marque as promessas que você reivindicar. Diariamente busque novas
promessas junto a seu Pai eterno. Ele colocou a seu dispor ''suas gloriosas riquezas''
(Filipenses 4.19).
Quarta: Obediência pronta, total, inquestionável e de coração alegre a
todos os mandamentos que, segundo o contexto, aplicam-se claramente a você.
Esteja sempre pronto a receber novas ordens vindas do Rei. Obedecer-lhes
abre caminho para as bênçãos que estão adiante. Os mandamentos de Deus
nada mais são que sinais indicando êxito e bênçãos hoje e glória eterna no
futuro.
Quinta: Estudar a Bíblia como a Palavra de Deus significa estudá-la como
se ele estivesse falando diretamente a você, de viva voz. Ao estudar a Bíblia,
conscientize-se de estar na presença de Deus e de que ele vai falar com você.
Deste modo, cada hora de estudo será uma hora de caminhada e conversa com
Deus.
6. Estude a Bíblia em oração. O Autor do Livro está pronto a atuar como
• seu intérprete. Ele age assim quando pedimos sua ajuda. Quem ora sinceramente
e co1n fé, como orou o salmista, ''Abra meus olhos para que eu veja as maravilhas
da tua lei'', terá os olhos abertos para ver belezas e maravilhas da Palavra que
nunca imaginou existirem. Seja categórico sobre isso. Cada vez que abrir a
Bíblia para estudá-la durante muitos ou poucos minutos, peça que Deus lhe
abra os olhos e dê discernimento, e creia que ele o fará. Sempre que encontrar
uma dificuldade, coloque-a diante de Deus e peça que ele a esclareça, e conte
com a resposta. Ao nos depararmos com um texto difícil, muitas vezes pensamos:
''Como seria bom se fulano estivesse aqui para me explicar isso''. Deus está
sempre presente. Entregue-lhe suas dificuldades.
7. Descubra ''as coisas a respeito Dele'' em todas as Escrituras. Cristo está
presente em toda a Bíblia (Lucas 24.27); busque-o e marque sua presença
quando a encontrar.

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8. Aproveite os momentos livres e estude a Bíblia. Quase todos nós
perdemos muito tempo em restaurantes, no ponto de ônibus, no trânsito, em
filas. Tenha sempre com você uma Bíblia pequena ou Novo Testamento e
aproveite esses minutos preciosos para ouvir a voz de Deus. Esta Enciclopédia
temdtica da Bíblia pode ser facilmente carregada numa pasta ou mochila e há
de ser muito útil nessas oportunidades.
9. Armazene a Bíblia em sua mente e coração. Ela o afastará do pecado
(Salmo 119.11), das falsas doutrinas (Atos 20.29-30, 32; 2Timóteo3.13-15),
encherá seu coração de alegria Qeremias 15. 16) e paz (Salmo 85.8); ela lhe dará.
vitória sobre o Inimigo (!João 2.14), poder para orar Qoão 15.7) e tornará você
mais sábio do que seus inimigos e do que os anciãos (Salmo 119. 98, 100, 130).
Ela deixará você ''apto e plenamente preparado para toda boa obrà' (2Timóteo
3.16-17). Experimente e confirme. Não memorize versículos aleatoriamente;
memorize-os em conexão lógica. Memorize ordenadamente trechos sobre vários
assuntos. Memorize por capítulo e versículo e saberá exatamente onde abrir a
Bíblia quando alguém contestar você sobre o assunto em questão.

'

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1 ABANDONAR

ABANDONAR A DEUS Por meio de Cristo (Rm 1.8; Cl 3.17;


Os idólatras são culpados disso {1Sm 8.8; Hb 13.15).
1Rs 11.33). Em nome de Cristo (Ef 5.20).
Os Ímpios são culpados disso (Dt 28.20). A favor dos ministros (2Co 1.11).
No culto particular (Dn 6.10).
Os afastados são culpados disso Gr 15.6).
No culto público (Sl 35.18).
SIGNIFICA ESQUECER
Em tudo (1Ts 5.18).
Sua casa {2Cr 29.6). Após realização de grandes tarefas (Ne
Sua aliança (Dt 29.25; 1Rs 19.10; Jr 12.31, 40).
22.9; Dn 11.30). Antes das refeições Go 6.11; At 27.35).
Seus mandamentos (Ed 9.10). Sempre (Ef 1.16; 5.20; lTs 1.2).
O caminho certo (2Pe 2.15). À lembrança da santidade de Deus (Sl
É confiar no homem Gr 17.5). 30.4; 97.12).
Leva os homens a seguir seus próprios Pela bondade e misericórdia de Deus
artifícios Gr 2.13). (Sl 106.1; 107.1; 136.1-3).
A prosperidadetentaaisso {Dt31.20; 32.15). Pelo dom de Cristo (2Co 9.15).
Sua iniqüidade Gr 2.13; 5.7). Pelo poder e reino de Cristo (Ap 11.17).
Sua falta de razão e sua ingratidão Or 2.5-6). Pela aceitação e eficácia da palavra de
Gera confusão Gr 17.13). Deus nos outros (lTs 2.13).
Seguido de remorso (Ez 6.9). Pela libertação, por meio de Cristo,
Produz a ira de Deus (Ed 8.22). do pecado que habita em nós (Rm
Provoca Deus a esquecer os homens Gz 7.23-25).
10.13; 2Cr 15.2; 24.20, 24). Pela vitória sobre a morte e a sepultu-
Resolução contra isso 0-s 24.16; Ne ra (lCo 15.57).
10.29-39). Pela sabedoria e poder (Dn 2.23).
Maldição contra isso Gr 17.5). Pelo triunfo do evangelho (2Co 2.14).
Pecado a ser confessado (Ed 9.10). Pela conversão de outros (Rm 6.17).
Advertências contra Gs 24.20; lCr 28.9). Pela fé exibida pelos outros (Rm 1.8;
Seu castigo (Dt 28.20; 2Rs 22.16-17; Is 2Ts 1.3).
1.28; Jr 1.16; 5.19). Pelo amor exibido pelos outros (2Ts 1.3).
EXEMPLOS Pela graça derramada sobre os outros
Os filhos de Israel, lSm 12.10. Saul, lSm (lCo 1.4; Fp 1.3-5; Cl 1.3-6).
15.11. Acabe, lRs 18.18. Amom, 2Rs Pelo zelo exibido pelos outros (2Co 8.16).
21.22. O reino de Judá, 2Cr 12.1, 5; Pela presença de Deus (Sl 75.1).
21.10; Is 1.4; Jr 15.6. O reino de Israel, Pela nomeação dos ministros (1T m 1.12).
2Cr 13.11 com2Rs 17.7-18.Muitosdis- Pela prontidão em oferecer nossos bens
cípulos, Jo 6.66. Figelo e outros, 2Tm ao serviço de Deus (lCr 29.6-14).
1.15. Balaão, 2Pe 2.15. Pela provisão de nossas necessidades
materiais (Rm 14.6-7; lTm 4.3-4).
AÇÃO DE GRAÇAS Por todos os homens (lTm 2.1).
O exemplo de Cristo (Mt 11.25; 26.27; Por todas as coisas (2Co 9.11; Ef 5.20).
Jo 6.11; 11.41). Deve ser acompanhada de intercessão por
As hostes celestiais ocupam-se disso (Ap outros (lTm 2.1; 2Tm 1.3; Fm 4).
4.9; 7.11-12; 11.16-17). Deve sempre fazer parte da oração (Ne
Ordenada (Sl 50.14; Fp 4.6). 11.17; Fp 4.6; Cl 4.2).
É uma coisa boa (Sl 92.1). Deve acompanhar o louvor (Sl 92.1; Hb
DEVE SER OFERECIDA 13.15).
A Deus (Sl 50.14). Expressada com salmos (1Cr 16.7).
A Cristo (lTm 1.12). Ministros indicados para oferecer publi-
camente (lCr 16.4, 7; 23.30; 2Cr 31.2).

~
ADIVI NHAÇ ÃO 1

OS SANTOS Prom essas ligadas a ele (Sl 145.18; Is 55.3;


Exor tados a ela (Sl 105.1; Cl 3.15). Mt 6.6; Tg 4.8).
Decidem-se a praticá-la (Sl 18.49; 30.12). Bênçãos da adoção (Sl 16.11; 65.4; 73.28).
Ofere cem- na habit ualm ente (Dn 6.10). Tipificado (Lv 16.12-15, comH b 10.19-22).
Ofere cem sacrifícios de ação de graças EXEMPLO
(Sl 116.17). Moisés, Êx 24.2; 34.4-7.
Abun dam na fé com ação de graças
(Cl 2.7). ADIVINHAÇÃO
Exalt am a Deus com ação de graças (Sl Práti ca abom ináve l a Deus (lSm 15.23
69.30). margem).
Apre senta m-se a Deus com ação de Todo s que a pratic avam , abom ináve is
graças (Sl 95.2). (Dt 18.12).
Deve m entra r nos portõ es de Deus PRATICADA POR
com ação de graças (Sl 100.4). Adiv inhad ores (Dt 18.14).
Dos hipócritas, cheia de vanglória (Lc 18.11). Astró logos (Is 47.13; Dn 4.7).
Os Ímpios são contr ários a ela (Rm 1.21). Cons ultor es de espír itos (Dt 18.11;
EXEMPLOS lSm 28.3).
Davi, lCr 29.13. Os levitas, 2Cr 5.12- Cons ultor es de espíritos familiares ( Dt
13. Dani el, Dn 2.23. Jonas, Jn 2.9. 18.11).
Simeão, Lc 2.28. Ana, Lc 2.38. Paulo, Enca ntado res (Dt 18.10; Jr 27.9).
At 28.15. Falsos profe ;as Qr 14.14; Ez 13.3, 6).
Feiticeiras (Ex 22.18; Dt 18.10).
ACESSO A DEUS Intérp retes de sonho s Gr 27.9; At 13; 6,
É de Deus (Sl 65.4). 8).
É por meio de Crist o Qo 10.7, 9; 14.6; Mágicos (Gn 41.8; Dn 4.7).
Rm 5.2; Ef 2.13; 3.12; Hb 7.9; 10.19; Médi uns (Dt 18.11).
lPe 3.18). Necr oman tes (Dt 18.11).
É por meio do Espír ito Santo (Ef 2.18). Sábios (Is 2.6; Dn 2.27).
Obtid o pela fé (At 14.27; Rm 5.2; Ef 3.12; EFETUADA POR MEIO DE
Hb 11.6). Enca ntam entos (Êx 7.11; Nm 24.1).
Segu e a recon ciliaç ão com Deus (Cl Mágicas (Is 47.12; At 8.11).
1.21-22). Obse rvaçã o dos temp os (2Rs 21.6).
Em oraçã o (Dt 4.7; Mt 6.6; lPe 1.17). Obse rvaçã o dos corp os celes tes (Is
(Ver Oraçã o.) 37.13). (margem)
Em seu temp lo (Sl 15.l; 27.4; 43.3; 65.4). Fazer subir os mort os (1Sm 28.11-12).
Para obter misericórdia e graça (Hb 4.16). Inspecionar as entra nhas de animais (Ez
Privilégio dos santo s (Dt 4.7; Sl 15; 23.6; 21.21).
24.3-4). Vôo de flechas (Ez 21.21-22).
Os santo s o têm, com confi ança (Ef 3.12; Taças (Gn 44.2, 5).
Hb 4.16; 10.19, 22). Varas (Os 4.12).
Ofere cido aos pecadores arrep endid os Sonh os Gr 29.8; Zc 10.2).
(Os 14.2; Jl 2.12). (Ver Arrep endi- Ligação à idola tria (2Cr 33.5-6).
ment o.) Livro s de adivi nhaçã o, nume rosos e
Buscado ansio same nte pelos santo s (Sl caros (At 19.19).
27.4; 42.1-2; 43.3; 84.1-2). Atividade lucrativa (Nm 22.7; At 16.16).
Os Ímpios são orden ados a buscá-lo (Is OS QUE A PRATICAVAM
55.6; Tg 4.8). Eram considerados sábios (Dn 2.12, 27).
Exorte as pessoas a buscá-lo (Is 2.3;Jr 31.6). Eram tidos em grande admiração (At
8.9-11).
1 ADOÇÃO

Eram consultados nas dificuldades (Dn DEVE PRODUZIR


2.2; 4.6-7). Semelhança com Deus (Mt 5.44-45, 48;
Usavam palavras e gestos misteriosos Ef 5.1).
(Is 8.19). Confiança absoluta em Deus (Mt 6.25-34).
Um sistema defraud e (Ez 13.6-7;Jr 29.8). Aspiração pela glória de Deus (Mt 5.16).
Eram frustrados por Deus (Is 44.25). Espírito de oração (Mt 7.7-11).
Não podiam fazer mal ao povo de Deus Amor pela paz (Mt 5.9).
(Nm 23.23). Espírito de perdão (Mt 6.14).
A LEI Espírito de misericórdia (Lc 6.35, 36).
Proibia essa prática aos israelitas (Lv Distância da ostentação (Mt 6.1-4, 6, 18).
19.26; Dt 18.10-11). Segurança dos adotados (Pv 14.26).
Proibia sua procura (Lv 19.31; Dt 18.11)- Conced e novo nome (Nm 6.27; Is 62.2;
Punia com morte quem a praticava (Ex At 15.17). (ver Títulos dos Santos:)
22.18; Lv 20.27). Conced e direito de herança (Mt 13.43;
Punia quem a procura va (Lv 20.6). Rm 8.17; Gl 3.29; 4.7; Ef 3.6).
Os judeus eram inclinad os a ela (2Rs Deve ser buscada em oração (Is 63.16;Mt 6.9).
17.17; Is 2.6). ILUSTRADA
Filhos de josé, Gn 48.5, 14, 16, 22.
ADOÇÃO Moisés, Êx 2.10; Ester, Et 2.7.
Explicada (2Co 6.18). TIPIFICADA
Confor me promessa (Rm 9.8; Gl 3.29). Israel, Êx 4.22; Os 11.1; Rm 9.4.
É pela fé (Gl 3.7, 26). EXEMPLO
É pela graça de Deus (Ez 16.3-6; Rm 4.16- Salomão, lCr 28.6.
17; Ef 1.5-6, 11).
É por meio de Cristo Qo 1.12; Gl 4.4-5; AFEIÇÃO
Ef 1.5; Hb 2.10, 13). Deve ser dirigida acima de tudo a Deus
Predestinada aos santos (Rm 8.29; Ef 1.5, 11). (Dt 6.5; Me 12.30).
Predita aos gentios (Os 2.23; Rm 9.24- DEVE SER DIRIGIDA
26; Ef 3.6).
Aos mandam entos de Deus (Sl 19.8-10;
Os adotados são um em Cristo Qo 11.52).
Ligada ao novo nascimento Qo 1.12-13). 119.20, 97, 103, 167).
Testificada pelo Espírito Santo (Rm 8.16). À casa de Deus e ao culto a ele presta-
Evidencia-se pela liderança do Espírito do (1Cr 29.3; Sl 26.8; 27.4; 84.1-2).
Santo (Rm 8.14). Ao povo de Deus (Sl 16.3; Rm 12.10;
Os santos recebem o espírito de adoção 2Co 7.13-15; lTs 2.8).
(Rm 8.15; Gl 4.6). Às coisas celestiais (Cl 3.1-2).
Um privilégio dos santos Qo 1.12; lJo 3.1). Deve estar zelosamente compro metida
Torna os santos irmãos de Cristo Qo com as coisas de Deus (Sl 69.9; 119.139;
20.17; Hb 2.11-12). Gl 4.18).
Os santos aguardam sua consumação fi- Cristo reivind ica primaz ia em nossa
nal (Rm 8.19, 23; 1Jo 3.2). afeição (Mt 10.37; Lucas 14.26).
Submete os santos à disciplina paterna Reavivada pela comunh ão com Cristo
de Deus (Dt 8.5; 2Sm 7.14; Pv 3.11-12; (Lc 24.32).
Hb 12.5-11). Resulta em bênçãos quando Deus é obje-
Deus é paciente e misericordioso com os to dela (Sl 91.14).
filhos adotivos Qr 31.1, 9, 20). Não deve esmore cer (Sl 106.12-13; Mt
Deve levar à santidade (2Co 6.17, 18 com 24.12; Gl 4.15; Ap 2.4).
2Co 7.1; Fp 2.15; lJo 3.2-3). A dos santos é dirigid a a Deus em
primeir o lugar (Sl 42.1; 73.25; 119.10).

0
AFLIÇÕE S 1

A dos Ímpios não é dirigida sinceramente Geralm ente resultam do testemu nho do
a Deus (Is 58.1-2; Ez 33.31-32; Lc 8.13). evange lho (Mt 24.9; Jo 15.21; 2Tm
As afeições carnais devem ser mortifica- 3.11-12).
das (Rm 8.13; 13.14; 1Co 9.27; Cl 3.5; Demon stram o amor e a fidelidade de
1Ts 4.5). Deus (Dt 8.5; Sl 119.75; Pv 3.12; 1Co
As afeições carnais dos santos foram cru- 11.32; Hb 12.6- 7; Ap 3.19).
cificadas (Rm 6.6; Gl 5.24).
Os falsos mestres tentam conquistá-la (Gl AFLIÇÕES DOS ÍMPIOS
1.10; 4.17; 2Tm 3.6; 2Pe 2.3, 18; Ap
2.14, 20). Glorificam a Deus (Êx 14.4; Ez 38.22-23).
A dos Ímpios é artificial e pervertida (Rm São ridicularizadas por Deus (Sl 37.13;
1.31; 2Tm 3.3; 2Pe 2.10). Pv 1.26-27).
São multiplicadas (Dt 31.17;Jó 20.12-18;
AFLIÇÕES SI 32.10).
Enviadas por Deus (2Rs 6.33; Jó 5.6, 17; São contínuas Gó 15.20; Ec 2.23; Is 32.10).
Sl 66.11; Am 3.6; Mq 6.9). Geralm ente são repentinas (SI 73.19; Pv
Segundo a vontade de Deus Gó 11.10; Is 6.15; Is 30.13; Ap 18.10).
10.15; 45.7). Geralm ente são punitiv as Gó 21.17; Sl
Deus determi na a quantidade (Sl 80.5; Is 107.17; Jr 30.15).
9.1; Jr 46.28). Servem de exemplos para terceiros (SI
Deus determi na o prazo (Gn 15.13-14; 64.7-9; Sf 3.6-7; 1Co 10.5-11; 2Pe 2.6).
Nm 14.33; Is 10.25; Jr 29.10). São ineficazes em si mesmas, para a con-
r;:>eus não tem prazer em enviar (Lm 3.33). versão dos transgressores (Ex 9.30; Is
E o destino dos homens Gó 5.6, 7; 14.1). 9.13; Jr 2.30; Ag 2.17).
Designadas aos crentes (1Ts 3.3). Resultam da perseguição aos crentes (Dt
Conseqüências da queda (Gn 3.16-19). 30.7; Sl 55.19; Zc 2.9; 2Ts 1.6).
Resulta dos de pecado Gó 4.8; 20.11; Resultam da falta de arrepen dimento (Pv
Pv 1.31). 1.30-31; Ez 24.13; Am 4.6-12; Zc 7.11-
Acomp anham o pecado (2Sm 12.14; Sl , 12; Ap 2.21-22).
89.30-32; Is 57.17; At 13.10-11). As vezes quebrantam o espírito (1Rs 21.27).
Geralm ente severas Gó 16.7-16; Sl 42.7; Freqüe ntemen te endurec em o coração
66.12; Jo 2.3; Ap 7.14). (Ne 9.28-29; Jr 5.3).
Menos do que merecemos (Ed 9.13; Sl Resultam em pavor Gó 15.24; Sl 73.19;
103.10). Jr 49.3, 5).
Geralme11:te resultam em benefícios (Gn Não devem causar temor aos crentes (Pv
50.20; Ex 1.11-12; Dt 8.15-16; Jr 24.5- 3.25-26).
6; Ez 20.37). . EXEMPLOS
Acomp anhada de misericórdia (Sl 78.38- Faraó e os egípcios, Êx 9.14-15; 14.24-
39; 106.43-46; Is 30.18-21; Lm 3.32; Mq 25. Acazias, 2Rs 1.1-4. Geazi, 2Rs 5.27.
7.7-9; Na 1.12). Jeorão, 2Cr 21.12-19. Uzias, 2Cr 26.19-

Os cristãos devem estar pronto s Go 21. Acaz, 2Cr 28.5-8, 22.
16.33; Atos 14.22).
São compar ativame nte leves para os cris-
AFLIÇÕES DOS SANTOS
tãos (At 20.23-24; Rm 8.18; 2Co 4.17).
São temporá rias para os cristãos (Sl 30.5; Deus está presente (Sl 46.5, 7; Is 43.2).
103.9; Is 54.7-8;Jo 16.20; 1Pe 1.6; 5.10). Deus é refúgio e fortaleza (SI 27.5-6; Is
Alegria nas aflições Gó 5.17; Tg 5.11). 25.4; Jr 16.19; Na 1.7).
Termin am em alegria e bênçãos para os Deus confort a (Is 49.13;J r 31.13; Mt 5.4;
cristãos (SI 126.5-6; Is 61.2-3; Mt 5.4; 2Co 1.4-5; 7.6).
1Pe 4.13-14). Deus protege (SI 34.20).

0
1 AFLIÇÕES

Deus liberta (Sl 34.4, 19; Pv 12.13; Jr Mantêm-nos junto a Deus CTó 34.31-32;
39.17-18). Is 10.20; Ez 14.10-11).
Cristo está presente CTo 14.18). Levam-nos a buscar a Deus em oração
Cristo fortalece (2Tm 4.17; Hb 2.18). CTz 4.3; Jr 31.18; Lm 2.17-19; Os 5.14-
Cristo conforta (Is 61.2; Mt 11.28-30; Lc 15; Jo 2.1).
7.13; Jo 14.1; 16.33). Convencem-no s do pecado CTó 36.8-9; Sl
Cristo protege (Is 63.9; Lc 21.18). 119.67; Lc 15.16-18).
Cristo liberta (Ap 3.10). Levam à confissão de pecado (Nm 21.7;
NAS AFLIÇÕES DEVE-SE Sl 32.5; 51.3, 5).
Louvar a Deus (Sl 13.5-6; 56.8-10; 57.6-7; Provam e expõem nossa sinceridade CT ó
71.20-23). 23.10; Sl 66.10; Pv 17.3).
Imitar a Cristo (Hb 12.1-3; 1Pe 2.21-23). Provam nossa fé e opediência (Gn 22.1-
Imitar os profetas (Tg 5.10). 2, com Hb11.17; Ex 15.23-25; Dt 8.2,
Ser paciente (Lc 21.19; Rm 12.12; 2Ts 1.4; 16; 1Pe 1.7; Ap 2.10).
Tg 1.4; 1Pe 2.20). Ensinam humildade (Dt 8.3, 16; 2Cr 7.13-
Resignar-se (1Sm 3.18; 2Rs 20.19;Jó 1.21; 14; Lm 3.19-20; 2Co 12.7).
Sl 39.9). Purificam (Ec 7.2-3; Is 1.25-26; 48.l0;Jr
Não desprezar sua correção CTó 5.17; Pv 9.6-7; Zc 13.9; Ml 3.2-3).
3.11; Hb 12.5). Exercitam a paciência (Sl 40.1; Rm 5.3;
Reconhecer a justiça de suas correções (Ne Tg 1.3; 1Pe 2.20).
9.33;Jó 2.10; Is 64.5-7; Lm 3.39; Mq 7.9). Tornam-nos frutíferos em boas obras CTo
Afastar-se do pecado CTó 34.31-32;Jo 5.14; 15.2; Hb 12.10-11).
1Pe 2.12). Espalham o evangelho (At 8.3-4; 11.19-
Confiar na bondade de Deus CTó 13.15; 21; Fp 1.12; 2Tm 2.9-10; 4.16-17).
Sl 71.20; 2Co 1.9). EXEMPLOS
Voltar-se e entregar-se a Deus (Sl 116.7- Irmãos de José, Gn 42.21. José, Gn
9; Jr 50.3-4; Os 6.1). 45.5, 7-8. Israel, Dt 8.3, 5.Josias, 2Rs
Manter as resoluções bíblicas tomadas 22.19. Ezequias, 2 Cr 32.25-26. Ma-
durante o sofrimento (Sl 66.13-15). nassés, 2Cr 33.12. Jonas, Jn 2.7. Filho
Ser freqüente nas orações (Sl 50.15; 55.16- Pródigo, Lc 15.21.
17). (Ver Aflições, Orações nas.)
Fortalecer-se com as misericórdias já re- AFLIÇÕES, CONSOLO NAS
cebidas (Sl 27.9; 2Co 1.10). Deus é o Autor e Doador (Sl 23.4; Rm
EXEMPLOS DE FIÉIS QUE SOFRERAM 15.5; 2Co 1.3; 7.6; Cl 1.11; 2Ts 2.16-17).
AFLIÇÕES Cristo é o Autor e Doador (Is 61.2; Jo
José, Gn 39.20-23; Sl 105.17-19. Moisés, 14.18; 2Co 1.5).
Hb 11.25. Eli, 1Sm 3.18. Neemias, Ne O Espírito Santo é Autor e Doador CT o
1.4.Jó,Jó 1.20-22.Davi, 2Sm 12.15-23. 14.16-17; 15.16; At 9.31).
Paulo, At 20.22-24; 21.13. Apóstolos, É uma promessa (Is 51.3, 12; 66.13; Ez
1Co 4.13; 2Co 6.4-10. 14.22-23; Os 2.14; Zc 1.17).
É por meio da Bíblia (S1119.50,76;Rm 15.4).
AFLIÇÕES, BENEFÍCIOS DAS Oferecido pelos ministros do evangelho
Promovem a glória de Deus CTo 9.1-3; , (Is 40.1-2; 1Co 14.3; 2Co 1.4-6).
11.3-4; 21.18-19). E abundante (Sl 71.21; Is 66.11).
Evidenciam o poder e a fidelidade de É firme (Hb 6.18).
Deus (S134.19-20; 2Co 4.8-11). É eterno (2Ts 2.16).
Ensinam a vontade de Deus (Sl 119.71; É motivo de louvor (Is 12.1; 49.13).
Is 26.9; Mq 6.9). É motivo de oração (Sl 119.82).
Levam a Deus (Dt 4.30-31; Ne 1.8-9; Sl Os crentes devem se consolar mutua-
78.34; Is 10.20-21; Os 2.6-7). mente nas aflições (1Ts 4.18; 5.11, 14).

~
AGRICULTURA 1

O mundo procura mas não encontra (Sl AFLITOS, RESPONSABILIDADE


69.20; Ec 4.1; Lm 1.2). PARA COM OS
No sofrimento por pecado cometido (Sl
51.17; Is 1.18; 40.1-2; 61.1; Mq 7.18-19; Orar por eles (At 12.5; Fl 1.16, 19; Tg
Lc 4.18). 5.14-16).
Quando com grandes preocupações (Sl Solidarizar-se a eles (Rm 12.15; Gl 6.2).
42.5; 94.19; Jo 14.1,27; 16.20,22). Compadecer-se deles Gó 6.14).
Quando abandonado por amigos (Sl Lembrar-se sempre deles (Hb 13.3).
27.10; 41.9-12; Jo 14.18; 15.18-19). Visitá-los (Tg 1.27).
Na perseguição (Dt 33.27). Confortá-los Gó 16.5; 29.25; 2Co 1.4;
Na pobreza (Sl 10.14; 34.6, 9, 10). 1Ts 4.18).
Na enfermidade (Sl 41.3). Auxiliá-los CT ó 31.19-20; Is 58.10; Fp 4.14;
Na tentação (Rm 16.20; 1Co 10.13; 2Co 1Tm 5.10).
, 12.9; Tg 1.12; 4.7; 2Pe 2.9; Ap 2.10). Protegê-los (Sl 82.3; Pv 22.22; 31.5).
A beira da morte Gó 19.25-26; Sl 23.4; Jo
AGRICULTURA/HORTICULTURA
14.2; 2Co 5.1; 1Ts 4.14; Hb 4.9; Ap
7.14-17; 14.13). Cultivo da terra (Gn 3.23).
Na velhice (Sl 71.9, 18). Trabalho do homem antes da queda
(Gn 2.15).
AFLIÇÕES, ORAÇÃO NAS Tornou-se árdua por causa da maldição
Incentivada (Tg 5.13). sobre a terra (Gn 3.17-19).
Para que Deus analise nossos problemas Após a queda, o homem foi condenado
(2Rs 19.16; Ne 9.32; Sl 9.13; Lm 5.1). a labutar na terra (Gn 3.23).
Pedindo a presença e o sustento de Deus Colabora para o sustento de todos (Ec 5.9).
(Sl 10.1; 102.2). A providência de Deus deve ser reconheci-
Para que o Espírito Santo não se afaste da em seus frutos Gr 5.24; Os 2.8).
(Sl 51.11). REQUER
Por consolo divino (Sl 4.6; 119.76). Sabedoria (Is 28.26).
Por alívio dos problemas (Sl 39.12-13). Diligência (Pv 27.23-27; Ec 11.6).
Por libertação (Sl 25.17, 22; 39.10; Is 64.9- Trabalho árduo (2Tm 2.6).
12; Jr 17.14). Paciência (Tg 5.7).
Por perdão e libertação do pecado (Sl Esforço recompensado em profusão (Pv
39.8; 51.1; 79.8). 12.11; 13.23; 28.19; Hb 6.7).
Por restauração a Deus (Sl 80.7; 85.4-6; TRABALHADORES CHAMADOS DE
Jr 31.18). Agricultor (Gn 4.2).
Por ensino e direção de Deus Gó 34.32; Trabalhador do campo (2Cr 26.10).
Sl 27.11; 143.10). , Trabalhador (Mt 9.37; Mt 20.1).
Por mais fé (Me 9.24). J;'. alvo da paz (Is 2.4; J r 31.24).
Por misericórdia (Sl 6.2; Hc 3.2). E alvo da destruição (Jr 50.16; 51.23).
Por restauração da alegria (Sl 51.8, 12; Ocupação dos patriarcas (Gn 4.2; 9.20).
69.29; 90.14-15). Trabalho árduo supostamente diminuí-
Por proteção e libertação diante dos inimi- do por Noé (Gn 5.29; com Gn 9.20).
gos (2Rs 19.19; 2Cr 20.12; Sl 17.8-9). Os judeus gostavam de trabalhar na ter-
Para compreensão dos problemas Gó ra (Jz 6.11; 1Rs 19.19; 2Cr 26.10).
6.24; 10.2; 13.23-24). O solo de Canaã era apropriado à agri-
Para entendimento sobre a fragilidade da cultura (Gn 13.10; Dt 8.7-9).
vida (Sl 39.4). O clima de Canaã era apropriado à agri-
Por encorajamento (Sl 143.11). cultura (Dt 11.10-11).

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1 ÁGUA

ESTIMULADA ENTRE OS JUDEUS MEDIANTE ANIMAIS USADOS NA AGRICULTURA


Divisão de terra entre as famílias (Nm Bois (Dt 25.4).
36.7-9). . Cavalos (Is 28.28).
Direito de resgate (Lv 25.23-]8). Jumentos (Dt 22.10).
Separação de outras naç§es (Ex 33.16). FERRAMENTAS USADAS NA AGRICULTURA
Proibição de ganância (Ex 22.25). Arado (1Sm 13.20).
Promessas de bênçãos divinas (Lv 26.4; Carroça (1Sm 6.7; Is 28.27-28).
Dt 7.13; 11.14-15). Debulhador (Is 41.15).
REGRAS DE PROTEÇÃO Enxada (1Sm 13.20; Is 7.2_5).
Não cobiçar os campos alheios (Dt 5.21). Foice (Dt 16.9; 23.25).
Não remover as divisas (Dt 19.14; Pv Forcado (Is 30.24; Mt 3.12).
22.28). Machado (1Sm 13.20).
Não ceifar a colheita dos outros (Dt 23. Pá (Is 30.24).
2~, A Peneira (Am 9.9).
Impedir a invasão do gado (Ex 22.5). Picareta (2Sm 12.31).
Re~tituição por prejuízos à plantação Podadeira (Is 18.5; Jl 3.10).
(Ex 22.6). Rastelo (1Sm 13.21).
Pessoas eram contratadas para o trabalho Trilhadeira e outras (Is 28.27).
(1Cr27.26; 2Cr26.10; Mt20.8; Lc 17.7). ILUSTRA
A terra não deveria ser cultivada no ano Cultivo da igreja (1Co 3.9).
sabático (Êx 23.10-11). Cultivo do coração Gr 4.3; Os 10.12).
Produção pagava o arrendamento da ter-
ra (Mt 21.33-34). ÁGUA
Produção destruída pelo pecado (Is 5.10; Um dos elementos do mundo (Gn 1.2).
7.23; Jr 12.13; Jl 1.10-11). DEUS
Aflição ocasionada pela falta de produção
Criou o firmamento para dividi-la (Gn
Gl 1.11; Am 5.16-17).
1.6-7).
Produção exportada (1Rs 5.11; Ez 27.17).
Reuniu-a num lugar só (Gn 1.9).
ATIVIDADES
Criou aves, peixes, etc., das águas (Gn
Adubar (Is 25.10; Lc 14.34-35). 1.20-21).
Arar (Jó 1.14). Necessária à vegetação (Gn 2.5-6;Jó 14.9;
Armazenar (Mt 6.26; 13.10). Is 1.30).
Atar (Gn 37.7; Mt 13.30). Algumas plantas têm necessidade espe-
Capinar (Mt 13.28). cial dela Gó 8.11).
Cavar (Is.5.6; Lc 13.8; 16.3). Necessária ao conforto e felicidade do
Ceifar (Is 17.5). homem (Is 41.17 com Zc 9.11).
Cercar (Is 5.2, 5; Os 2.6). TIRADA DE
Debulhar (Qt 25.4; Jz 6.11).
Açudes (1Rs 22.38; Ne 2.14).
Empilhar (Ex 22.6).
Correntes (Sl 78.16; Is 35.6).
Enxertar (Rm 11.17-19, 24).
Fontes (1Rs 18.5; 2Cr 32.3).
Limpar (Rt 3.2; Mt 3.12).
Mares (Gn 1.9-10; Is 11.9).
Plantar (Pv 31.16; Is 44.14; Jr 31.5).
Nascentes Gs 15.19).
Podar (Lv 25.3; Is 5.6; Jo 15.2).
Nuvens (Gn 1.7; Jó 26.8-9).
Regar (Dt 11.10; 1Co 3.6-8).
Poços (Gn 21.lJ).
Respigar (Lv 19.9; Rt 2.3). Reservatórios (Ex 7.19; Is 19.10).
Segar (Sl 129.7; Am 7.1). Riachos (2Sm 17.20; 1Rs 18.5).
Semear (Ec 11.4; Is 32.20; Mt 13.3).
Rios (Is 8.7;Jr 2.18).
Sulcar Gó 39.10; Is 28.24).
Sobe como vapor às nuvens (Ec 1.7 com
Tirar as pedras (Is 5.2). Sl 104.8).

0
ÁGUIA

Cai das nuvens, em forma de chuva (Dt O mundo nunca mais será destruído por
11.11; 2Sm 21.10). ela (Gn 9.8-15; 2Pe 3.7).
DESCRITA COMO ILUSTRA
Congelada no frio Gó 38.29; Sl 147.16-17). O sustento de Deus (Is 8.6).
Fluida (Sl 78.16; Pv 30.4). Os dons e graças do Espírito Santo (Is
Instável (Gn 49.4). 41.17-18; 44.3; Ez 36.25; Jo 7.38-39).
Penetrante (Sl 109.18). Os perseguidores (Sl 124.4-5).
Purificadora (Ez 36.25; Ef 5.26). As perseguições (Sl 88.17).
Refletora de imagens (Pv 27.9). Os exércitos inimigos (Is 8.7; 17.13).
Refrescante (ró 22.7; Pv 25.25). (Calma) as ordenanças do evangelho
Solvente das mais duras substâncias (f ó (Sl 23.2).
14.19). (Profunda) aflição terrível (Sl 66.12;
OS JUDEUS A USAVAM 69.1; Is 30.20; 43.2).
Como bebida principal (Gn 24.43; 1Rs (Profunda) os conselhos do coração
13.19, 22; 18..:4; Os 2.5). (Pv 20.5).
Na culinária (Ex 12.9). (Profunda) as palavras de sabedoria
Para banho (Gn 18.4; 24}2). (Pv 18.4).
Para purificação legal (Ex 29.4; Hb (Derramada) a ira de Deus (Os 5.10).
9.10,19). (Derramada) o desmaio pelo terror (Sl
Para purificação, mantida em potes 22.14).
grandes (To 2.6). (Derramada, de baldes) descendência
Carregada em vasos (Gn 21.14; lSm numerosa (Nm 24.7).
26.11; Me 14.13). (Derramada no chão) morte (2Sm
Modo artificial de transportá-la para as 14.14).
cidades grandes (2Rs 20.20). A
(Sua instabilidade) disposição dúbia
Freqüentemen te imprópria para uso (Ex (Gn 49.4).
15.23; 2Rs 2.19). (Sua fragilidade) desmaio e covardia (f s
Sua falta, considerada uma tragédia (Êx 7.5; Ez 7.17).
17.1-3; Nm 20.2; 2Rs 3.9-10; Is 3.1). (Dificuldade de ser impedida) luta e
Em tempos de escassez, vendida a alto contenda (Pv 17.14).
preço (Lm 5.4). (Rapidez de seu fluxo) a carreira do
MILAGRES RELACIONADOS A ELA Ímpio (f ó 24.18; Sl 58.7).
Tornada em sangue (Êx 7.17, 20). (Muitas) diferentes nações e povos (Ap
Tornada em vinho (To 2.7-9). 17.1, 15; Jr 51.13).
Tirada da rocha (Êx 17.6; Nm 20.11). (Muitas) variedade de aflições (2S m 22.17).
Tirada da queixada de um jumento (Barulho de muitas águas) a palavra de
(fz 15.19). Cristo (Ap 1.15).
Consumida pelo fogo do céu (lRs 18.38). (Cobrindo o mar) difusão geral do
Dividida e posta em colunas (Êx 14.21- conhecimento de Deus (Is 11. 9;
22; Js 3.16). Hc 2.14).
Valetas cheias de água (2Rs 3.17-22).
Ferro flutuou nela (2Rs 6.5-6). ÁGUIA
Jesus, etc, caminharam sobre ela (Mt Uma ave de rapina (fó 9.26; Mt 24.28).
14.26-29). Imunda (Lv 11.13; Dt 14.12).
Foi lhe dado poder de cura (2Rs 5.14; Diferentes espécies (Lv 11.13, 18; Ez 17.3).
Jo 5.4; 9.7). Chamada de águia dos céus (Lm 4.19).
O mundo e seus habitantes foram destruí- DESCRITA COMO
dos por ela uma vez (Gn 7.20-23 com Dotada de vista poderosa (f ó 39.29).
2Pe 3.6). Veloz (2Sm 1.23).

0
1 ALEGRIA

· Capaz de voar muito alto (Pv 23.5). Preparada para os santos (Sl 97.11).
Força de suas penas, aludida (Dn 4.33). Os santos devem usufruir dela (Sl 32.11;
Grandeza de suas asas, aludida (Ez 17.3, 7). Fp 3.1).
Peculiaridade de seu vôo, aludida (Pv 30.19). Sua plenitude, na presença de Deus (Sl
Apreciam os cedros altos (Ez 17.3-4). 16.11).
Habitam nas rochas altas Qó 39.27-28). Inutilidade de buscá-la em coisas terre-
Alimentam os filhotes com sangue Q6 nas (Ec 2.10-11; 11.8).
39.29-30). EXPERIMENTADA POR
ILUSTRAM Crentes (Lc 24.52; At 16.34).
A sabedoria e o zelo dos ministros de Pacificadores (Pv 12.20).
Deus (Ez 1.10; Ap 4.7). Justos (Pv 21.15).
A grandeza e o poder dos reis (Ez 17.3; Sábios e recatados (Pv 15.23).
Os 8.1). Pais de bons filhos (Pv 23.24).
(Renovação de sua força e beleza) a reno- Aumentada para os humildes (Is 29.19).
vação dos santos (Sl 103.5). DOS SANTOS É
(Modo de ensinar os filhotes a voart o Em Deus (Sl 89.16; 149.2; Hc 3.18; Rm
cuidado de Deus com sua igreja (Ex 5.11).
19.4; Dt 32.11). Em Cristo (Lc 1.47; Fp 3.3).
(Suas asas) proteção oferecida à igreja No Espírito Santo (Rm 14.17).
(Ap 12.14). Para a eleição (Lc 10.20).
(Seu vôo para cima) o rápido progresso Para a salvação (Sl 21.1; Is 61.10).
dos santos em direção ao céu (Is 40.31). Para o livramento da escravidão (Sl 105
(Sua rapidez) o desaparecer das rique- 43; Jr 31.10-13).
zas (Pv 23.5). Para a manifestação da bondade (2Cr
(Sua rapidez) a ligeireza dos exércitos 7.10).
inimigos (Dt 28.49; Jr 4.13; Jr 48.40; Para as bênçãos temporais Ql 2.23-24).
Lm 4.19). Para o suprimento da graça (Is 12.3).
(Altura e segurança de sua habitação) a Para a proteção divina (Sl 5.11; 16.8-9).
segurança bem protegida mas fatal Para o apoio divino (Sl 28.7; 63.7).
dos Ímpios Qr 49.16; 06 4). Para a vitória de Cristo Qo 16.33).
(Sua calvície progressiva à época de tro- Para a esperança da glória (Rm 5.2).
ca de pena) calamidades (Mq 1.16). Para o sucesso do evangelho (At 15.3).
(A rapidez com que ataca a vítima) a DOS SANTOS DEVE SER
rapidez da vida humana Q6 9.26). Grande (Zc 9.9; At 8.8).
Era o estandarte do exército romano (Mt Abundante (2Co 8.2).
24.15 com vers. 28). Sobrepujante (Sl 21.6; 68.3).
Exultante (Sl 32.11; Lc 6.23).
ALEGRIA Indizível (1Pe 1.8).
Deus a concede (Ec 2.26; Sl 4.7). Plena de glória (lPe 1.8).
Çristo, nomeado para concedê-la (Is 61.3). Constante (2Co 6.10; Fp 4.4).
E fruto do Espírito (Gl 5.22). Para todos (lTs 5.16).
O Evangelho, boas novas de alegria (Lc Com temor (Sl 2.11).
2.10-11). Em esperança (Rm 12.12).
A palavra de Deus oferece alegria (Ne Em privações (2Co 6.10).
8.12; Jr 15.16). Sob aflições (Tg 1.2; 1Pe 1.6).
O evangelho deve ser recebido com ale- Sob perseguições (Mt 5.11-12; Lc 6.22-
gria (1 Ts 1.6). 23; Hb 10.34).
Prometida aos santos (Sl 132.16; Is 35.10; Sob calamidades (Hc 3.17-18).
55.12; 56.7). Demonstrada com cânticos (Ef 5.19;
Tg 5.13).
ALIANÇA 1

Sucede as aflições dos santos (Sl 30.5; Tornar-se-á em lamento (Tg 4.9).
126.5; Is 35.10; Jo 16.20). Desaparecerá (Is 16.10).
Orar por sua restauração (Sl 51.8, 12; 85.6). Santa-Ilustrad a (Is 9.3; Mt 13.44).
Promovê-la nos aflitos Qó 29.13). SANTA-EXEMPL OS
DOS SANTOS, TORNADA PLENA Ana, 1Sm2.l.Davi, 1Cr29.9. Os sábios,
Pelo favor de Deus (At 2.28). Mt 2.10. A Virgem Maria, Lc 1.47. Za-
Pela fé em Cristo (Rm 15.13). queu, Lc 19.6. Os convertidos, At 2.46;
Pela convivência com Cristo Qo 15.10-11). 13.52. Pedro e outros, At 5.41. Os sa-
Pela palavra de Cristo (Io 17.13). maritanos, At 8.8. O carcereiro, At 16.34.
Pelas respostas de oração Qo 16.24).
Pela comunhão com os santos (2Tm ALEGRIA DE DEUS COM SEU
1.4; 1Jo 1.3-4; 2Jo 12). POVO
Os santos devem dar alegria a seus minis- Sua grandeza, descrita (Sf 3.17).
tros (Fp 2.2; Fm 20). É RESULTADO DE
OS MINISTROS DEVEM Arrependimen to (Lc 15.7, 10).
Considerar o rebanho como sua alegria Fé (Hb 11.5-6).
(Fp 4.1; 1Ts 2.20). Temor a ele (Sl 147.11).
Favorecer a alegria em seu rebanho Oração a ele (Pv 15.8).
(2Co 1.24; Fp 1.25). Esperança em sua misericórdia (S114 7.11).
Orar pela alegria de seu rebanho (Rm Mansidão (Sl 149.4).
15.13). Justiça (1Cr 29.17; Pv 11.20).
Ter alegria na fidelidade e santidade do LEVA DEUS A
rebanho (2Co 7.4; lTs 3.9; 3Jo 4). Fazê-los prosperar (Dt 30.9).
Aproximar-se do rebanho com alegria Abençoá-los (Dt 28.63; Jr 32.41).
(Rm 15.32). Libertá-los (2Sm 22.20).
Terminar a carreira com alegria (At Confortá-los (Is 65.19).
20.24). Entregar-lhes a herança (Nm 14.8).
Desejar prestar contas com alegria (Fp Ilustrada (Is 62.5; Lc 15.23-24).
2.16; Hb 13.17). EXEMPLO
Servir a Deus com alegria (Sl 100.2). Salomão, lRs 10.9.
A liberalidade na obra de Deus deve
causar alegria (lCr 29.9, 17). ALIANÇA E SOCIEDADE COM
Fortalece os santos (Ne 8.10). OS INIMIGOS DE DEUS
Os santos devem participar dos cultos Proibidas (Êx 23.32; 34.12; Dt 7.2-3; 13.6-
com alegria (Ed 6.22; Sl 42.4). 8; Js 23.6-7; Jz 2.2; Ed 9.12; Pv 1.10,
Os santos devem mostrar alegria em toda 15; 2Co 6.14-17; Ef 5.11).
as suas realizações (Dt 12.18). Levam à idolatria (Êx 34.15-16; Nm 25.1-
Os santos serão apresentados a Deus com 8; Dt 7.4; Jz 3.5-7; Ap 2.20).
alegria transbordante (lPe 4.13 comJd24). Resultaram em sacrifício de seres hu-
A volta de Cristo dará alegria transbor- manos (S1106.37-38).
dante aos santos (lPe 4.13). Provocam a ira de Deus (Dt 7.4; 31.16-17;
Será a recompensa final dos santos no 2Cr 19 .2; Ed 9.13-14; S1106.29, 40; Is 2.6).
juízo final(Mt 25.21). Deus permite que os homens colham os
A DOS IMPIOS resultados (Is 23.12-13; Jz 2.1-3).
Deriva-se de prazeres mundanos (Ec São armadilhas (Êx 23.33; Nm 25.18; Dt
2.10; 11.9). 12.30; 13.6; Sl 106.36).
J?eriva-se de insensatez (Pv 15.21). Levam à opressão (2Pe 2.18-19).
E ilusória (Pv 14.13). Levam à corrupção (Ed 9.1-2).
É curta (Ió 20.5; Ec 7.6). Levam à degradação (Is 1.23).

0
1.----
1 ALIANÇA

São maléficas aos interesses espirituais Seu castigo (Nm 33.56; Dt 7.4; Js 23.13;
(Pv 29.24; Hb 12.14-15; 2Pe 3.17). Jz 2.3; 3.5-8; Ed 9.7, 14; Sl 106.41-42;
São maléficas ao caráter moral (1Co 15.33). Ap 2.16, 22-23).
S~o provas de tolice (Pv 12.11). EXEMPLOS
Filhos que se envolvem com isso enver- Salomão, 1Rs 11.1-8. Roboão, 1Rs 12.8-
gonham seus pais (Pv 28.7). 9.Jeosafá, 2Cr 18.3; 19.2; 20.35-38.Jeorão,
Conseqüências desastrosas (Pv 28.19; 2Cr 21.6. Acazias, 2Cr 22.3-5. Israelitas,
Jr 51.7). Ed 9.1-2. Israel, Ez 44.7.Judas Iscariotes,
Inclinação dos Ímpios (Sl 50.18; Jr 2.25). Mt 26.14-15.
Os Ímpios tentam envolver os santos EXEMPLOS DE QUEM AS EVITOU
(Ne 6.2-4). HomemdeDeus, 1Rs 13.7-10.Neemiase
O pecado deve ser confessado, resultar companheiros, Ne 6.2-4; 10.29-31. Davi,
em arrependimento verdadeiro e aban- Sl 101.4-7; 119.115. Jeremias, Jr 15.17.
dono da prática (Ed 10). J9sé de Arimatéia, Lc 23.51. Igreja de
Envolvem os santos em sua culpa (2Jo 9- Efeso, Ap 2.6.
11; Ap 18.4). EXEMPLOS DE QUEM AS ABANDONOU

Envolvem os santos em seus castigos Israelitas, Nm 16.27; Ed 6.21-22; 10. 3, 4,


(Nm 16.26; Jr 51.6; Ap 18.4). 16, 17. Filhos dos sacerdotes, Ed 10.18-19.
EXEMPLOS DO JULGAMENTO DE DEUS
Impróprias aos santos (2Cr 19.2; 2Co
6.14-16; Fp 2.15). Coráecompanheiros,Nm 16. 32.Acazias,
Exortações para evitar as tentações dessas 2Cr 22.7-8. Judas Iscariotes, At 1.18.
alianças (Pv 1.10-15; 4.14-15; 2Pe 3.17).
ALIANÇA, A
Exortações para detestar e evitar essas
alianças (Pv 14.7; Rm 16.17; 1Co 5.9- Cristo, sua substância (Is 42.6; Is 49.8).
11; Ef 5.6-7; 1Tm 6.5; 2Tm 3.5). Cristo, seu mediador (Hb 8.6; 9.15; 12.24).
Chamado para que sejam abandonadas Cristo, seu mensageiro (Ml 3.1).
(Nm 16.26; Ed 10.11; Jr 51.6, 45; 2Co FEITA COM

6.17; 2Ts 3.6; Ap 18.4). Abrão (Gn 15.7-18; 17.2-14; Lc 1.72-


Como evitá-las (Pv 2.10-20; 19.27). 75; At 3.25; Gl 3.16).
Evitá-las resulta em bênçãos (Sl 1.1) lsaque (Gn 17.19-21; 26.3-4).
Desprezá-las resulta em bênçãos (Ed 9.12; Jacó (q_n 28.13-14 com 1Cr 16.16-17).
Pv 9.6; 2Co 6.17-18). Israel (Ex 6.4; At 3.25).
Sofrimento dos santos ao se deparar com Davi (2Sm 23.5; Sl 89.3-4).
el~s (Sl 57.4; 120.5-6; 2Pe 2.7-8). Renovada sob o evangelho Gr 31.31-33;
Sofrimento dos santos ao observá-las nos Rm 11.27; Hb 8.8-10, 13).
irmãos (Gn 26.35; Ed 9.3; 10.6). Cumprida em Cristo (Lc 1.68-79).
Evitadas e desprezadas pelos santos (Sl Cof!-f~rmada em Cristo (Gl 3.17).
26.4-5; 31.6; 101.7; Ap 2.2). Ratificada pelo sangue de Cristo (Hb
Os santos protestam contra elas (Gn 49 .6; , 9.11-14, 16-23).
~ de paz (Is 54.9-10; Ez 34.25; 37.26).
Sl 6.8; 15.4; 101.4, 7; 119.115; 139.19).
E inalterável (Sl 89.34; Is 54.10; 59.21;
Os santos separam-se dessas alianças (Êx
, Gl 3.17).
33.16; Ed 6.21).
E eterna (Sl 111.9; Is 55.3; Is 61.8; Ez
Os santos devem ser cautelosos quando 16.60-63; Hb 13.20).
forem jogados na situação (Mt 10.16; Todos os santos têm interesse nela (Sl
Cl 4.5; 1Pe 2.12). 25.14; 89.29-37; Hb 8.10).
Pais cristãos proíbem que seus filhos se Os ímpios não se interessam por ela (Ef 2.12).
envolvam nessas alianças (Gn 28.1). Bênçãos ligadas a ela ~s 56.4-7; Hb 8.10-12).
Pessoas em cargos de liderança devem Deus lhe é fiel (Dt 7.9; 1Rs 8.23; Ne 1.5;
repreendê-las (Ed 10.9-11; Ne 13.23-27). Dn 9.4).

~
ALICERCE 1

Deus se lembra dela sempre (Sl 105.8; Consideravam-nas sagradas Qs 9.16-19;


111.5; Lc 1.72). Sl 15.4).
Devemos nos lembrar dela (1Cr 16.15). Quebradas pelos Ímpios (Rm 1.31; 2Tm
Advertência contra esquecê-la (Dt 4.23). 3.3).
Deve ser buscada em oração (Sl 74.20; ILUSTRAM
Jr 14.21). Os contratos de casamento (MI 2.14).
Castigo por desprezá-la (Hb 10.29-30). Os compromisso s de Deus com o
homem (Gn 9.9-11; Ef 2.12).
ALIANÇAS A união determinada de um povo que
Acordo entre duas partes (Gn26.28; Dn 11.6). serve a Deus (2Rs 11.17; 2Cr 15.12;
SEU PROPÓSITO Ne 10.29).
Estabelecer amizade (1Sm 18.3). Boas resoluções Qó 31.1).
Procurar ajuda em tempos de guerra (Com morte e inferno) a segurança car-
(1Rs 15.18-19). nal (Is 28; 15, 18).
Proteção mútua (Gn 26.28-29; 31.50-52). (Com pedras e feras) paz e prosperidade
Estabelecer a paz Qs 9.15-16). Qó 5.23; Os 2.18).
Promover o comércio (1Rs 5.6-11).
Vender terras (Gn 23.14-16). ALICERCE
CONDIÇÕES A parte mais baixa de um edifício, e na
Claramente especificadas (1Sm 11.1-2). qual ele se sustenta (Lc 14.29; At 16.26).
Confirmadas por juramento (Gn 21.23, FIGURATIVAMENTE Ê
31; 26.31). Os céus (2Sm 22.8).
Testemunhadas (Gn23.17-18; Rt4.9-11). A terra Qó 38.4; Sl 104.5).
Redigidas e seladas (Ne 9.38; 10.1). O mundo (Sl 18.15; Mt 13.35).
Muitas vezes Deus era invocado como As montanhas (Dt 32.22).
testemunha (Gn 31.10, 53). O oceano (~1104.8).
Uma vez confirmadas, eram inalteráveis Os reinos (Ex 9.18).
(Gl 3.15). LANÇADO PARA
Eram feitas passando-se entre as partes Cidades Qs 6.26; 1Rs 15.34).
divididas dos sacrifícios (Gn 15.9-17;Jr Muros (Ed 4.12; Ap 21.14).
34.18-19). Casas (Lc 6.48).
Sal, sinal de sua perpetuidade (N m 18 .19; Templos (1Rs 6.37; Ed 3.10).
2Cr 13.5). Torres (Lc 14.28-29).
Ratificada com um aperto de mãos (Pv DESCRITOS COMO
11.21; Ez 17.18). De pedras (1Rs 5.17).
Seguida de festa (Gn 26.30; 31.54).
Deitado fundo (Lc 6.48).
Presentes, dados como símbolos (Gn
Bem firme (Ed 6.3).
21.27-30; 1Sm 18.3-4).
Seguro por pedras angulares (Ed 4.12
Pilares, erguidos como símbolos (Gn
com 1Pe 2.6 e Ef 2.20).
31.45-46).
Oferece segurança (Mt 7.25; Lc 6.48).
Davam-se nomes aos lugares onde elas
ILUSTRA
aconteciam (Gn 21.31; 31.47-49).
OS JUDEUS
Jesus Cristo (Is 28.16; 1Co 3.11).
As doutrinas dos apóstolos, etc (Ef 2.20).
Proibidos de fazer alianças com as
As primeiras bases do evangelho (Hb
nações de Canaã (Êx 23.32; Dt 7.2).
6.1-2).
Quase sempre faziam pactos com outras
nações (1Rs 5.12; 2Rs 17.4). Decretos e propósitos (2Tm 2.19).
Condenados por fazerem alianças com Magistrados (SI 82.5).
nações idólatras (Is 30.2-5; Os 12.1). O justo (Pv 10.25).
ALTARES

A esperança dos santos (SI 87.1). ALTAR DE INCENSO


A segurança da herança dos santos (Hb
11.10). Dimensões e material (Êx 30.1-2; 37.25).
Revestido de ouro (Êx 30.3; 37.~6).
ALTARES Rodeado por moldura de ouro (Ex 30.3;
Designados para sacrifícios (Êx 20.24). 37.26).
Deveriam ser feitos de terra ou pedras
Possuía quatro argolas qe
ouro sob a
não lavradas (Êx 20.24-25; Dt 27.5-6). moldura, para as varas (Ex 30.1; 37.27).
Varas eram revestidas de ourp (Ex 30.5).
Os de tijolos desagradavam a Deus ~s 65.3).
Chamado de altar de ouro (Ex 39.38).
Rochas naturais também eram usadas
Colocado em frente do véu no santuário
como altares (Jz 6.19-21; 13.19-20).
externo (Êx 30.6; 40.5, 26).
Não deveriam ter escadas (Ex 20.26). Estava diante do Senhor (Lv 1_.7; lRs 9.25).
Para os cultos idólatras, eram construí- Ungido com óleo sagrado (Ex 30.26-27).
dos nos tetos das casas (2Rs 23.12; Jr O incenso era queimado pel~ sacerdote,
19.13; 32.29). todas as manhãs e tardes (Ex 30.7-8).
Os idólatras erigiam postes sagrados ao Nenhum incenso estranho nem sacrifí-
lado de seus altares (Jz 6.30; lRs 16.32- cios seriam oferecidos nele (Êx 30.9).
33; 2Rs 21.3). Propiciação oferec)da anualmente pelo
Os judeus não deviam erigir postes sa- sumo sacerdote (Ex 30.10; Lv 16.18-19).
grados (Dt 16.21). O sangue oferecido pelos pecados era
Os altares idólatras deviam ser destruí- colocado nas pontas (Lv 4.7, 18).
dos (Êx 34.13; Dt 7.5). CASTIGOS POR
Provavelmente deu origem às inscrições Oferecer fogo profano (Lv 10.1-2).
em pedras (Dt 27.8). Oferta não autorizada (2Cr 26.16-19).
MENCIONADOS NA BÍBLIA Eram cobertos pelos sacerdotes antes de
Abraão (Gn 12.7-8; 13.18; 22.9). serem retirados do santuário (Nm 4.11).
Acaz (2Rs 16.10-12). Um tipo de Cristo (Ap 8.3; 9.3).
Atenienses (At 17.23).
Balaão (Nm 23.1, 14, 29). ALTAR DOS HOLOCAUSTOS
Davi (2Sm 24.21, 25).
Dimensões e material (Êx 27.1; 38.1).
Gideão (JzA 6.26-27).
Incensos (Ex 30.1-6). Chifres nos cantos (Êx 27}.; 38.2).
Revestimento de bronze (Ex 27.?J
!saque (Gn 26.25).
Todos os vasos feitos de bronze (Ex 27.3;
Jacó (Gn 33.20; 35.l, 3, 7).
38.3). A
Jeroboão em Betel (1Rs 12.33).
Guarnecido com grelha de bronze (Ex
Josué (Js}.30-31).
27.4-5; 38.4). A
Moisés (Ex 17.15; 24.4). Guarnecido com argolas e varas (Ex 27.6-
Noé (Gn 8.20). A 7; 38.5-7).
Ofertas queimadas (Ex 27.1-8). Construído de acordo com o padrão di-
Povo de Israel (Jz 21.4). vino (Êx 27.8).
Rubenitas e as tribos a leste do Jordão CHAMADO
(Js 22.10). Altar de bronze (Êx 39.39; lRs 8.64).
Samuel (lSm 7.17). Altar de Deus (Sl 43.4).
Segundo templo (Ed 3.2-3). Altar do Senhor (Ml 2.13). A
Templo de Salomão (2Cr 4.1, 19). Colocado à entrada do tabernáculo (Ex
Ofereciam proteção (lRs 1.50-51). A 40. 6, 29). A

Não ofereciam proteção a assassinos (Ex Santificado por Deus (Ex 29.44).
21.14; 1Rs 2.18-34). Un_gido e santificado com óleo sagrado
(Ex 40.10; Lv 8.10-11).

~
AMBIÇÃO 1

Purificado com sangue (Êx 29.36-37). Profecia a respeito de sua destruição (Nm
O mais santo (Êx 40.10). 24.20).
Qualqu er coisa que o tocasse era santifi- Presunção de Israel foi castigada pelos
cado (Ex 29.37). amalequitas (Nm 14.45).
To dos os sacrifícios eram oferecidos nele Uniram-se a Eglon contra Israel Gz 3.13).
(Êx 29.38-42; Is 56.7). Parte de suas possessões foi tomada por
Todas as ofertas apresentadas nele (Mt Efraim Gz 5.14 com 12.15).
5.23-24). Uniram-se a Midiã para oprimir Israel Gz
Nada imundo ou defeituoso deveria ser 6.3-5).
ofertado nele (Lv 22.22; Ml 1.7-8). Vencidos por Gideão Gz 6.33-34; 7.21-22).
Oferta feita em sua dedicação (Nm 7). SAUL
O FOGO SOBRE ELE Venceu-os e libertou Israel (1Sm 14.48).
Vinha diante de Deus (Lv 9.24). Encarregado de destruí-los (1Sm 15.1-3).
Queimava continuamente (Lv 6.13). Massacrou-os (1Sm 15.4-8).
Consum ia os sacrifícios (Lv 1.8-9). Foi condenado por não destruí-los to-
Ofertas colocadas nas suas pontas (os talmente (1Sm 15.9-26; 28.18).
chifres) (Sl 118.27). Agague, rei dos amalequitas, foi morto
O sangue dos sacrifícios era colocado nos por Samuel (1Sm 5.32-33).
c~ifres do altar e despejado à seus pés Invadidos por Davi (1Sm 27.8-9).
(Ex. 29.12; Lv 4.7, 18, 25; 8.15). Pilhara m e incendiaram Ziclague (1Sm
OS SACERDOTES
30.1-2).
Os únicos a servir no altar (Nm 18.3, 7). Perseguidos e mortos por Davi (1Sm 30.
10-20).
Tiravam sustento de (1Co 9.13).
Os despojos dos amalequitas foram con-
Acaz o retirou e o profanou (2Rs 16.10-16).
sagrados ao Senhor (2Sm 8.11-12).
Os judeus condenados por jurarem pelas
Uniram-se contra Israel (SI 83.7).
ofertas dele (Mt 23.18-19).
Os remanescentes foram completamente
Um tipo de Cristo (Hb 13.10). destruídos no reinado de Ezequias (1Cr
4.41-43).
AMALEQUITAS
Descendência (Gn 36.12, 16). AMBIÇÃO
CARATER Condenada por Deus (Gn 11.7; Is 5.8).
Ímpios (1Sm 15.18). Condenada por Cristo (Mt 18.1, 3-4; 20.25-
Opressores Gz 10.12). 26; 23.11-12).
Bélicos e cruéis (1Sm 15.33). Santos evitam (Sl 131.1-2).
Governados por reis (1Sm 15.20-32). Vaidade da ambição Gó 20.5-9; 24.24; Sl
Nação poderosa e influente (Nm 24.7). 49.11-20).
Possuía cidades (1Sm 15.5). Leva a altercações e desavenças (Tg 4.1-2).
A TERRA É punida (Pv 17.19; Is 14.12-15; Ez 31.10-
Ao sul de Canaã (Nm 13.29; 1Sm27.8). 11; Ob 3, 4).
Estendia-se de Havilá até Sur (1Sm 15.7). TEM VÍNCULO COM
Cenário de antigas batalhas (Gn 14.7). Orgulh o (Hc 2.5).
Parte dos queneus habitavam entre eles Cobiça (Hc 2.8-9).
(1Sm 15.6). Crueldade (Hc 2.12).
Primeiros a se oporem a Israel (Êx 17.8). EXEMPLOS
Por intervenção de Moisés, foram der- Adão e Eva, Gn 3.5-6. Construtores da
rotados em Refidim (Êx 17.9-13). Torre de Babel, Gn 11.4. Miriã e Arão,
Condenados à destruição absoluta pela Nm 12.2. Corá e associados, Nm 16.3.
oposição feita a Israel (Êx 17.14, 16; Dt Absalão, 2Sm 15.4; 18.18. Adonias, 1Rs
25.19). 1.5. Senaqueribe, 2Rs 19.23. Sebna, Is

0
AMONITAS

22.16. Filhos de Zebedeu, Mt 20.21. Anti- Captura do tesouro real (2Sm 12.30).
cristo, 2 Ts 2.4. Diótrefes, 3Jo 9. Os de Rabá foram reduzidos a dura es-
cravidão (2Sm 12.31).
AMONITAS Despojos consagrados a Deus (2Sm 8.11-
Descendência (Gn 19.38). 12).
CHAMADOS DE Um dos homens fortes de Davi era amoni-
Filhos de Ló (Dt 2.19). ta (2Sm 23.37).
Filhos de Amon Qr 25.21). Salomão casou-se com amonitas e levou
Governados por reis hereditários (2Sm 10.1). seus ídolos para Israel (1Rs 11.1-5).
A TERRA Aliaram-se contra Josafá (2Cr 20.1; Sl
Pertencia aos zanzumins (Dt 2.20-21). 83.7).
Fronteira com os amorreus (Nm 21.24). Sofreram uma derrota miraculosa (2Cr
Fértil Qr 49.4). 20.5-24).
Bem fortificada (Nm 21.24). Submeteram-se a Uzias (2Cr 26.8).
Metade foi dada à tribo de Gade Qs Derrotados por Jotão (2Cr 27.5).
13.25). Capturaram as possessões de Gade Gr 49 .1).
CARATER Ajudaram os caldeus contra Judá (2Rs 24.2).
Cruéis e cobiçosos (Am 1.13). Humilharam os judeus após o cativeiro
Orgulhosos e reprováveis (Sf 2.10). (Ne 4.3, 7-8).
Vingativos (Ez 25.3, 6). Os judeus são repreendidos por se
Apreciavam ornamentos (2Cr 20.25). casarem com eles (Ed 9.1-3; Ne 13.23-
Idólatras Qz 10.6; 1Rs 11.7, 33; 2Rs 28).
23.13). PREVISÕES A RESPEITO DELES
Supersticiosos Qr 27.3, 9). Sujeição à Babilônia Qr 25.9-21; 27.3, 6).
PRINCIPAIS CIDADES
Destruição por causa do ódio a Israel
Rabá (2Sm 12.26-27; Jr 49.3). (Ez 25.2-10; Sf 2.8-9).
Ai Qr 49.3). Castigo pela crueldade Qr 49.1-5; Am
LEIS JUDAICAS RELACIONADAS A ELES
1.13-15).
Exclusão perpétua da congregação (Dt Restauração Qr 49.6).
23.3; Ne 13.1). Sujeição aos judeus (Is 11.14).
Proibido qualquer pacto entre os dois
povos (Dt 23.6). AMOR A CRISTO
Não deviam ser perturbados (Dt 2.19;
2Cr 20.10). Exibido por Deus (Mt 17.5; Jo 5.20).
Uniram-se a Eglom contra Israel (J z Exibido pelos santos (1Pe 1.8).
3.12-13). Sua excelência pessoal é merecedora dele
Uniram-se aos filisteus na opressão a Is- (Ct 5. 9-16).
rael por dezoito anos Qz 10.6-9). Seu amor por nós, motivo deste amor
J efté foi escolhido para libertar Israel Qz (2Co 5.14).
10.15-18; 11.4-33). MANIFESTADO EM
Propuseram um pacto infame a J abes- Buscar a Jesus (Ct 3.2).
Gileade (1Sm 11.1-3). Obedecer a Jesus Qo 14.15, 21, 23).
Derrotados por Saul (1Sm 11.11; 14.47). Ministrar a Jesus (Mt 27.55 com Mt
Nlaltrataram os embaixadores de Davi 25.40).
(2Sm 10.1-4). Preferir Jesus acima de tudo e todos
Contrataram os sírios na oposição a Davi (Mt 10.37).
(2Sm 10.6). Carregar a cruz por Jesus (Mt 10.38).
Vitórias de Joabe contra os amonitas Uma característica dos santos (Ct 1.4).
(2Sm 10.7-14; 12.26-29). Uma evidência da adoção Qo 8.42).
AMOR'
DEVE SER Ape rfei çoa do, pro duz cora gem (1Jo
Sincero (Ef 6.24). 4.17-18).
Com a alma (Ct 1.7). Deus é fiel aos que o amam (Dt 7.9).
Em proporção às misericórdias recebi- QUEM AMA A DEUS
das (Lc 7.47). ~ conhecido por ele (1Co 8.3).
Supremo (Mt 10.37). ~ preservado por ele (Sl 145.20).
Ardente (Ct 2.5; 8.6). E resgatado por ele (Sl 91.14).
Inextinguível (Ct 8.7). Part icip a de suas misericórdias (Êx
Até à mor te (At 21.13; Ap 12.11). 20.6; Dt 7.9).
Suas promessas (2Tm 4.8; Tg 1.12). Tem todas as coisas trabalhando a seu
Dev emo s orar por sua intensificação favor (Rm 8.28).
(Fp 1.9). Perseveremos nesse amor Gd 21).
Ore mos por graça para os que amam a Exortemo-nos uns aos outros a amar a
Jesus (Ef 6.24). Cristo (Sl 31.23).
QUEM AMA A CRISTO Ore mos por esse amor (2Ts 3.5).
~ amado pelo Pai Go 14.21, 23; 16.27). Am ar ao mun do é uma prova de sua fal-
E amado por Cristo (Pv 8.17;Jo 14.21). ta (1Jo 2.15).
Alegra-se na com unh ão com Deus e Que m não ama ao próx imo não ama a
Jesus Go 14.23). Deus (1Jo 4.20).
Sua diminuição, repreendida (Ap 2.4). Os hipócritas não amam a Cris to (Lc
Sua falta, denunciada (1Co 16.22). 11.42; Jo 5.42).
Os Ímpios, destituídos dele (Sl 35.19 com Que m não exerce caridade não ama a
Jo 15.18, 25). Cristo (1Jo 3.17).
EXEMPLOS Deus prova a sinceridade de nosso amor
José de Arimatéia, Mt 27.57-60. A peca- (Dt 13.3).
dora, Lc 7.47. As filhas de Jerusalém, Lc Promessas relacionadas (Dt 11.13-15; Sl
23.28. Tomé, Jo 11.16. Maria Madale- 69.36; Is 56.6, 7; Tg 1.12).
na, Jo 20.11. Pedro, Jo 21.15-17. Paulo,
At 21.13. AMOR AO PRÓXIMO
É de Deus (1Jo 4.7).
AMOR A DEUS É ordenado por Deus (1Jo 4.21).
Ord ena do (Dt 11.1; Js 22.5). É ordenado por Cristo Go 13.34; 15.12;
O prim eiro grande man dam ento (Mt 1Jo 3.23).
22.38). O exemplo de Cris to Go 13.34; 15.12;
De todo coração (Dt 6.5 com Mt 22.37). Ef 5.2).
Mel hor que todo s os sacrifícios (Me Ensinado por Deus (1 Ts 4.9).
12.33). A fé atua por amo r (Gl 5.6).
PRODUZIDO Um fruto do Espírito (Gl 5.22; Cl 1.8).
Pelo Espírito Santo (Gl 5.22; 2Ts 3.5). A pureza de coração leva a ele (1Pe 1.22).
Pelo amor de Deus por nós (1Jo 4.19). ~xplicado (1Co 13.4-7).
Pelas respostas de oração (Sl 116.1). E um princípio ativo (1Ts 1.3; Hb 6.10).
Exibido por Cristo Go 14.31). É um princípio permanente (1Co 13.8, 13).
Um a característica dos santos (Sl 5.11). É o segundo grande man dam ento (Mt
DEVE PRODUZIR 22.37-39).
Alegria (Sl 5.11). É o fim do mandamento (1Tm 1.5).
Am or aos santos (1Jo 5.1). Os dons espirituais nada significam sem
Ódio ao pecado (Sl 97.10). ele (1Co 13.1-2).
Obediência a Deus (Dt 30.20; 1Jo 5.3). Os maiores sacrifícios nada significam
Aperfeiçoado na obediência (1Jo 2.5). sem ele (1Co 13.3).

0
1 AMOR

Especialmente exortado aos ministros UMA EVIDÊNCIA DE


(1Tm 4.12; 2Tm 2.22). Estarmos na luz (1Jo 2.10).
OS SANTOS DEVEM Sermos discípulos de Cristo Go 13.35).
Revestir-se dele (Cl 3.14). Vida espiritual (1Jo 3.14).
Seguir após ele (1Co 14.1). É o cumprimento da lei (Rm 13.8-10; Gl
Ser abundantes nele (Fp 1.9; 1Ts 3.12). 5.14; Tg 2.8).
Permanecer nele (1Tm 2.15; Hb 13.1). Amor a si mesmo, é sua medida (Me
Criá-lo uns nos outros (2Co 8.7; 9.2; 12.33).
Hb 10.24). É bom e agradável (Sl 133.1-2).
Ser sinceros nele (Rm 12.9; 2Co 6.6; É laço de união (Cl 2.2).
8.8; 1Jo 3.18). É laço de perfeição (Cl 3.14).
Amar desinteressadamente (1Co 10.24; Os hipócritas têm falta dele (1Jo 2.9, 11;
13.5; Fp 2.4). 4.20).
Ser fervorosos no amor (1Pe 1.22; 4.8). Os Ímpios têm falta dele (1Jo 3.10).
Deve estar unido ao amor fraternal (Rm EXEMPLIFICADO
12.10; 2Pe 1.7). José, Gn 45.15. Rute, Rt 1.16-17. Jôna-
Deve ser com pureza de coração (1Pe tas, etc., 1Sm20.17,41-42. Obadias, lRs
1.22).
18.4. Centurião, Lc 7.5. Igreja Primiti-
Tudo deve ser feito com amor (1Co 6.14). va, At 2.46; Hb 10.33-34. Lídia, At
DEVE SER EXIBIDO
16.15. Aquila, etc, Rm 16.3-4. Paulo,
Aos santos (1Pe 2.17; 1Jo 5.1).
2Co 6.11-12. Apafrodito, Fp 2.25-26, 30.
Aos ministros (1 Ts 5.13).
Os filipenses, Fp 4.15-19. Os colossenses,
Às nossas famílias (:gf 5.25; Tt 2.4).
Cl 1.4. Os tessalonicenses, 1Ts 3.6.
Aos compatriotas (Ex 32.32; Rm 9.2-
3; 10.1). Onesífero, 2Tm 1.16-18. Filemom, Fm
Aos estrangeirqs (Lv 19.34; Dt 10.19). 7-9. Moisés, Hb 11.25.
Aos inimigos (Ex 23.4-5; 2Rs 6.22; Mt AMOR DE CRISTO
5.44; Rm 12.14, 20; 1Pe 3.9).
A todos os seres humanos (Gl 6.10). Ao Pai (Sl 91.14; Jo 14.31).
DEVE SER EXIBIDO EM À sua igreja (Ct 4.8-9; 5.1; Jo 15.9; Ef
Ministrar à necessidade dos outros (Mt 5.25).
25.35; Hb 6.10). Àqueles que o amam (Pv 8.17; Jo 14.21).
Amor mútuo (Gl 5.13). MANIFESTADO EM
Ajudar aos estrangeiros (Lv 25.35; Mt Sua vinda para buscar o perdido (Lc
25.35). 19.10).
Vestir os nus (Is 58.7; Mt 25.36). Sua oração pelos inimigos (Lc 23.34).
Visitar os enfermos, etc Gó 31.16-22; Sua entrega de vida por nós (Gl 2.20).
Tg 1.27). Morte por nós Go 15.13; lJo 3.16).
Solidarizar-se com o próximo (Rm 12. Sua limpeza de nossos pecados (Ap 1.5).
15; 1Co 12.26). Sua intercessão por nós (Hb 7.25; 9.24).
Suportar os fracos (Gl 6.2; 1Ts 5.14). Seu envio do Espírito Santo (Sl 68.18;
Cobrir as faltas alheias (Pv 10.12 com Jo 16.7).
1Pe 4.8). Suas repreensões e castigos (Ap 3.19).
Perdoar as ofensas (Ef 4.32; Cl 3.13). Ultrapassa o conhecimento (Ef 3.19).
Suportar uns aos outros (Ef 4.2). Deve ser imitado Go 13.34; 15.12; Ef 5.2;
Repreender (Lv 19.17; Mt 18.15). 1Jo 3.16).
Necessário à verdadeira felicidade (Pv AOS SANTOS É
15.17). Inextinguível (Ct 8.7).
O amor de Deus deve nos motivar Go Constrangedor (2Co 5.14).
13.34; 1Jo 4.11). Imutável Go 13.1).

0
AMORREVS 1

Indissolúvel (Rm 8.35). Em castigos (Hb 12.6).

ªº
Os santos obedientes permanecem nele
15.10).
Os santos obtêm vitória por meio dele
Derrota de maus conselhos (Dt 23.5).
Derramado em nossos corações pelo Es-
pírito Santo (Rm 5.5).
(Rm 8.37). Os santos o conhecem e confiam nele
É um escudo sobre os santos (Ct 2.4). (1Jo 4.16).
É a base do amor dos santos para com Os santos devem habitar nele Qd 21).
ele (Lc 7.47). APERFEIÇOADO NOS SANTOS
Aos santos, será reconhecido até pelos Pela obediência (1Jo 2.5).
inimigos (Ap 3.9). Pelo amor cristão (1Jo 4.12).
Ilustrado (Mt 18.11-13). A fonte de nosso amor por ele (1Jo 4.19).
EXEMPLOS DE RECIPIENTES Deve ser buscado em oração (2Co 13 .14).
Pedro, Lc 22.32, 61. Lázaro, etc., Jo 11.5,
36. Osapóstolos,Jo 13.1, 34.João,Jo 13.23. AMORREUS
Descendência (Gn 10.15-16; 1Cr 1.13-14).
AMOR DE DEUS Uma das sete nações de Canaã (Gn 15.21;
É parte de seu caráter (2Co 13.11; 1Jo 4.8). Êx 3.8, 17).
Cristo, seu objeto principal CT o 15. 9; Governados por muitos reis indepen-
17.26). dentes Qs 5.1; 9.10).
Cristo habita nele CTo 15.10). Reis magníficos e poderosos (Sl 136.18,
DESCRITO COMO 20).
Constrangedor (Os 11.4). No início habitaram numa montanha do
Eterno CTr 31.3). sul (Nm 13.29; Dt 1.7, 20; Jz 1.36).
Grande (Ef 2.4). Tornaram um extenso território de Moabe
Infalível (Is 49.15-16). a leste do Jordão (Nm 21.26, 30).
Inseparável (Rm 8.39). Possuíam muitas cidades fortes (Nm
Permanente (Sf 3.17). 32.17, 33).
Soberano (Dt 7.8; 10.15). Eram de estatura e força gigantescas (Am
Independente de méritos humanos (Dt 2.9).
7.7; Jó 7.17). CARACTERÍSTICAS
MANIFESTADO Profanos e maus (Gn 15.16).
Aos pecadores perdidos CTo 3.16; Tt 3.4). Idólatras Qs 24.15).
Aos santos CTo 16.27; 17.23; 2Ts 2.16; Derrotados por Quedolaomer e aliados
1Jo 4.16). (Gn 14.7).
Aos destituídos (Dt 10.18). Aliaram-se a Abraão na luta contra os reis
Ao que oferta com alegria (2Co 9.7). (Gn 14.13, 24).
REVELADO Jacó tomou um pedaço de suas terras (Gn
Na dádiva de Cristo CTo 3.16). 48.22).
No envio de Cristo (1Jo 4.9). Deus teve paciência com eles (Gn 15.16).
Na morte de Cristo por nós, enquanto Condenados à destruição total (Dt 20.17-
éramos pecadores (Rm 5.8; 1Jo 4.10). 18).
Na eleição (Ml 1.2-3; Rm 9.11-13). Recusaram-se a dar passagem a Israel
Na adoção (1Jo 3.1). (Nm 21.21-23; Dt 2.30).
Na redenção (Is 43.3-4; 63.9). Israel privou-os do território oriental
Na salvação gratuita (Tt 3.4-7). (Nm 21.24-35).
No perdão de pecados (Is 38.17). Sua terra foi dada aos rubenitas e outros
Na revivificação de almas (Ef 2.4-5). Gs 13.15-31).
Emnoschamarparajuntodesi (Os 11.4). Seus reis ocidentais uniram-se contra Is-
Em bênçãos temporais (Dt 7.13). rael Qs 10.1-5).

0
ANÉIS

Foram milagrosamen te derrotados CTs Feitos para o louvor e glória de Deus (Sl
10.11-14). 148.10).
Seus reis foram degradados e mortos Gs Na carne, diferem dos pássaros e dos
10.14-27). peixes (1Co 15.39).
Os gj/Jeonjtas, umJ de suJs túbos, enga- As ervas dos campos lhes foram dadas
naram os israelitas e fez um pacto com como alimento (Gn 1.30).
ele (2Sm 21.2 comJs 9.3-16). O homem recebeu poder de dominá-los
Israel não pôde expulsá-los, mas exigiu (Gn 1.26, 28; Sl 8.7).
tributo deles CTz 1.34-35). Temem os homens, instintivamente (Gn
Viveram em paz com Israel nos dias de 9.2).
Samuel (1Sm 7.14). Adão deu nome a eles (Gn 2.19-20).
Salomão reduziu-os a escravos (1Rs 9.20-21). Após o dilúvio, foram dados aos homens
Acabe seguiu suas abominações (1Rs como alimento (Gn 9.3).
21.26). Não devem ser comidos vivos nem com
Manassés ultrapassou suas abominações o sangue (Gn 9.4; Dt 12.16, 23).
(2Rs 21.11). Os que morressem naturalmente ou eAm
Os judeus, depois do cativeiro, foram con- lutas não deveriam ser comidos (Ex
denados por se casarem com eles (Ed 22.31; Lv 17.15; 22.8).
9.1-2). Suprem vestuário para o homem (Gn
Sua descendência ilustra o estado natu- 3.21).
ral do ser humano (Ez 16.3). Propriedades de Deus (Sl 50.10).
Sob os cuidados de Deus (Sl 36.6;
ANÉIS E ARGOLAS
104.10-11).
Sua antiguidade (Gn 24.22; 38.18). DESCRITOS COMO
Feitos de ouro e engastados com pedras Privados de fala (2Pe 2.16).
preciosas (Nm 31.50-51; Ct 5.14). Privados de entendimento (Sl 32.9;
USADOS
73.22).
Nas mãos (Gn 41.42).
Privados de imortalidade (Sl 49.12-15).
Nos braços (2Sm 1.10).
Dotados de instinto (Is 1.3).
Nas orelhas Gó 42.11; Os 2.13; Ez 16.12).
Quadrúpedes (At 1C.12).
No nariz (Is 3.21).
Naturalmente selvagens etc (Sl 50.11;
Homens ricos, distinguidos por eles
(Tg 2.2). Me 1.13).
Mulheres importantes, adornavam-se Capazes de serem amansados (Tg 3.7).
com eles (Is 3.16, 21). Muitas espécies são barulhentas e destruido-
DOS REIS
ras (Lv 26.6; Ez 5.17).
Usados para selar decretos (Et 3.12; Muitas espécies são domésticas (Gn 36.6;
8.8, 10). 45.17).
Dados a seus favoritos como sinal de Muitas lições de sabedoria podem ser
honra (Gn 41.42; Et 3.10; 8.2). aprendidas com eles Gó 12.7).
Uma variedade, tirada dos midianitas ENCONTRADOS EM
(Nm 31.50). Desertos (Is 13.21).
ILUSTRAM Campos (Dt 7.22; Jl 2.22).
A glória de Cristo (Ct 5.14). Montanhas (Ct 4.8).
(Nas mãos) favores (Lc 15.22). Florestas (Is 56.9; Mq 5.8).
HABITAM
ANIMAIS Em tocas e cavernas CTó 37.8; 38.40).
Criados por Deus (Gn 1.24-25; 2.19). Sob árvores frondosas (Dn 4.12).
Sua criação revela o poder de Deus CT r Em cidades desertas (Is 13.21-22; Sf
27.5). 2.15).
ANJOS 1

Sujeitos a doenças (Êx 9.3). Urso (2Sm 17.8).


Sofrem, muitas vezes, pelos pecados dos Como podiam ser distinguidos (Lv
homens Gl 1.18, 20; Ag 1.11). 11.26).
Exterminados, muitas vezes, pelos peca- Não deviam ser comidos (Lv 11.4-8;
dos dos homens (Gn 6.7, com Gn 7.23; Dt 1.7-8).
Êx 11.5; Os 4.3). Não podiam ser oferecidos em sacrifí-
Foram classificados entre puros e im- cios (Lv 27.11).
puros (Gn 7.2). Os primogênitos eram redimidos (Nm
PUROS 18.15).
Antílope (Dt 14.5). Causavam impureza quando morriam
Bode (Dt 14.4). (Lv 5.2).
Bode montês (Dt 14.5). DOMÉSTICOS
Bode selvagem (Dt 14.5). Deviam descansar no sábado (Êx 20.10;
Boi (Êx 21.28, com Dt 14.4). Dt 5.14).
Boi selvagem (Dt 14.5). Deviam ser bem cuidados (Lv 25.7;
Como podem ser distinguidos (Lv 11.3; Dt 25.4).
Dt 14.6). Não deviam sofrer crueldade (Nm
Corça (Dt 14.5, comJó 39.1). 22.27-32; Pv 12.10).
Gazela (Dt 14.5, com 2Sm 2.18). Suas imagens não deveriam ser adoradas
Ovelha (Dt 7.13, com Dt 14.4). (Dt 4.17).
Ovelha montês (Dt 14.5). Os pagãos adoravam suas imagens (Rm
Primogênitos não eram redimidos 1.23).
(Nm 18.17). Sua história foi escrita por Salomão
Usados como alimentos (Lv 11.2; Dt (1Rs 4.33).
12.15). Geralmente eram usados como instru-
Usados para sacrifícios (Gn 8.20). mentos de castigo (Lv 26.22; Dt 32.24;
IMPUROS Jr 15.3; Ez 5.17).
Cachorro (Êx 22.31; Lc 16.2). Por natureza, o homem não é melhor do
Camelo {Gn 24.64, com Lv 11.4). que eles (Ec 3.18-19).
Castor (Ex 25.5; Ez 16.10). ILUSTRAM
Cavalo Gó 39.19-25). Os perversos (Is 49.20; Tt 1.12).
Coelho (Lv 11.5; Sl 104.18). Os professores Ímpios (2Pe 2.12;Jd 10).
Doninha (Lv 11.29). Os perseguidores (1Co 15.32; 2Tm4.17).
Dromedário (1Rs 4.28; Et 8.10). Os reinos (Dn 7.11, 17; 8.4).
Hipopótamo Gó 40.15). Os povos de diferentes nações (Dn
Jumento (Gn 22.3; Mt 21.2). 4.12, 21-22).
Jumento selvagem Gó 6.5; 39.5-8). O anticristo (Ap 13.2; 20.4).
Lagarto (Lv 11.30).
Leão Gz 14.5-6). ANJOS
Lebre (Lv 11.6; Dt 14.7). Criados por Deus e Jesus (Ne 9.6; Cl 1.16).
Leopardo (Ct 4.8). Adoraram a Deus e Jesus (Ne 9.6; Fp 2.9-
Lobo (Gn 49.27; Jo 10.12). 11; Hb 1.6).
Macaco (1Rs 10.22). São espíritos ministradores (1Rs 19.5; Sl
Mula (2Sm 13.29; 1Rs 10.25). 68.17; 104.4; Lc 16.22; At 12.7-11;
Porco (Lv 11.7; Is 66.17). 27.23; Hb 1.7, 14).
Raposa (Sl 63.10; Ct 2.5). Comunicam a vontade de Deus e Jesus
Rato (Lv 11.29; Is 66.17). (Dn 8.16-17; 9.21-23; 10.11; 12.6-7; Mt
Toupeira (Lv 11.30; Is 2.20). 2.13, 20; Lc 1.19, 28; At 5.20; 8.26; 10.5;
Unicórnio (Nm 23.22). 27.23; Ap 1.1).

0
ANO ITE CER

Cu mp rem a vo nta de de Deus (Sl 103.20; AN OI TE CE R


Mt 6.10).
Executam os planos de Deus (Nm 22.22; Sl Or igi nar iam ent e, o dia começa à tarde
103.21; Mt 13.39-42; 28.2;Jo 5.4; Ap 5.2). (Gn 1.5, etc.).
Executam os julgamentos de De us (2Sm Di vid ida em duas pa rte s, inÍcio às 15
24.16; 2Rs 19.35; Sl 35.5-6; At 12.23; horas e ao pôr-do-sol (Êx 12.6 (marg.)
Ap 16.1). Nm 9.3 (marg)).
Ce leb ram os louvores de Deus aó38.7;
CHAMADA
An oit ece r (G n 19.1; Dt 28.67).
Sl 148.2; Is 6.3; Lc 2.13-14; Ap 5.11-12;
7.11-12). Ta rde as 8.29; At 4.3).
A lei foi dada po r meio deles (Sl 68.17; Brisa do dia (G n 3.8).
At 7.53; Hb 2.2). Estendia suas sombras ar 6.4).
Suas saídas, lou vam a De us (Sl 65.8).
ANUNCIARAM
A co nc ep çã o de Jes us Cr ist o (M t O ho me m encerra seu tra bal ho ao anoi-
1.20-21). tecer (Rt 2.17; Sl 104.23).
O na sci me nto de Jes us Cr ist o (Lc Os animais selvagens aparecem ao anoi-
2.10-12). tec er (Sl 59.6, 14; Jr 5.6).
A ressurreição de Jesus Cr ist o (Mt 28 .5- UM PERÍODO DE
7; Lc 24.23). Meditação (Gn 24.63).
A ascensão e a segunda vinda de Jesus Or açã o (Sl 55.17; Mt 14.15, 23).
Cr ist o (At 1.11). Exercício (2Sm 11.2).
A co nc ep çã o de Jo ão Ba tis ta (Lc Alimentação (Me 14.17-18; Lc24.29-30).
1.13, 36). Hu mi lha ção geralmente con tin uav a até
Mi nis tra m a Cr ist o (Mt 4.11; Lc 22.43; essa ho ra as7.6; Jz 20.23, 26; 21.2; Ed
Jo 1.51). 9.4-5).
Estão sujeitos a Cr ist o (Ef 1.21; Cl 1.16; Co stu me de se sen tar aos po rtõ es da ci-
2.10; 1Pe 3.22). dade nessa ho ra (Gn 19.1).
Executarão os pro pó sit os de Cr ist o (Mt Todas as pessoas contaminadas permane-
13.41; 24.31). ciam im pu ras até essa ho ra (Lv 11.24-
Auxiliarão a Cr ist o na segunda vin da (Mt 28; 15.5-7; 17.15; Nm 19.19).
16.27; 25.31; Me 8.38; 2Ts 1.7). Pa rte do sacrifício diário era oferecido
Co nh ec em o ev an ge lho de Cr ist o e nessa ho ra (Êx29.41; Sl 141.2; Dn 9.21).
têm pr az er ne le (E f 3.9 -10 ; 1T m O s_ordeiro pascal foi mo rto ao anoitecer
3.16; 1Pe 1.12). (Ex 12.6, 18).
Sua ministração é ob tid a pela oração (11:t O candeeiro de ou ro era aceso ao anoite-
26.53; At 12.5-7). cer (Êx 27.21 co m Êx 30.8).
Alegram-se co m o arr ep en dim en to de Cé u ver me lho ao anoitecer, sinal de tem-
cada pec ado r (Lc 15.7, 10). po bo m (Mt 16.2).
Ocupam-se dos filhos de Deus (Sl 34.7;
91.11-12; Dn 6.22; Mt 18.10). ANOS
Pertencem a ordens diferentes (Is 6.2; 1Ts O Sol e a Lu a indicados pa ra marcá-los
4.16; 1Pe 3.22; Jd 9; Ap 12.7). (G n 1.14).
Nã o devem ser adorados (Cl 2.18; Ap Antiguidade de ma rca r o tem po po r eles
19.10; 22.9).
(G n 5.3).
São exemplos de mansidão (2Pe 2.11; Jd 9).
DIVIDIDOS EM
São sábios (2Sm 14.20).
São poderosos (Sl 103.20). Estações (Gn 8.22).
São santos (Mt 25.31). Meses (Gn 7.11; 1C r 27.1).
São eleitos (1Tm 5.21). Semanas (D n 9.27; Lc 18.12).
São inumeráveis aó 25.3; Hb 12.22). Dias (G n 25.7; Et 9.27).
APÓSTOLOS 1

Sua duração, à época patriarcal (Gn 7.11 EXEMPLOS


e Gn 8.13 com Gn 7.24 e Gn 8.3). Amazias, 2Cr 25.14, 27. Discípulos pro-
Seu início, mudado depois do Êxodo fessos, J o 6.66. Himeneu e Alexandre,
(Êx 12.2). 1Tm 1.19-20.
IMPORTANTES
Sabático (Lv 25.4). APÓSTOLOS
Do jubileu (Lv 25.11). Cristo distintamente chamado de "O
Na contagem profética, dias são considera- Apóstolo" (Hb 3.1).
dos anos (Dn 12.11-12). Ordenados por Cristo (Me 3.14;Jo 15.16).
ILUSTRAM Cristo lhes deu esse título (Lc 6.13).
(Sua passagem) idade adulta (Hb 11.2 4). CHAMADOS POR
(Muitos) velhice (Lc 1.7). Deus (1Co 1.1; 12.28; Gl 1.1, 15-16).
(Ser cheio deles) velhice (Gn 25.8). Cristo (Mt 10.1; Me 3.13; At 20.24;
(Aceitáveis) a dispensação do evangelho Rm 1.5).
(Is 61.2; Lc 4.19). O Espírito Santo (At 13.2, 4).
(Da mão direita do Todo-Poderos o) Eram incultos (At 4.13).
prosperidade (Sl 77.10). Escolhidos dentre classes insignificantes
(Dos redimidos) a redenção por Cris- (Mt 4.18).
to (Is 63.4). Enviados primeirament e a Israel (Mt
(De visitação) julgamentos severos CT r 10.5-6; Lc 24.47; At 13.46).
11.23; 23.12). Enviados a pregar a todas as nações (Mt
28.19-20; Me 16.15; 2Tm 1.11).
(De recompensas) os julgamentos (Is 34.8).
Cristo sempre presente com eles (Mt
ANTICRISTO 28.20).
Advertidos contra a timidez ao testemu-
Nega o Pai e o Filho (lJo 2.22). nhar de Cristo (Mt 10.27-33).
Nega a encarnação de Cristo (lJo 4.3; Receberam o Espírito Santo CT o 20.22;
2Jo 7). At 2.1-4; 9.17).

ªº
Seu espírito prevalecia nos tempos apos- Guiados pelo Espírito em toda a verdade
tólicos (1Jo 2.18).
14.26; 15.26; 16.13).
Um de suas características é o engano Instruídos pelo Espírito a responderem aos
(2Jo 7). adversários (Mt 10.19-20; Lc 12.11-12).
Especificamente dedicados ao ministério
APÓSTATAS
(At 6.4; 20.27).
Descritos (Dt 13.13; Hb 3.12). Exortados à humildade (Mt 20.26-27; Me
Tendem a se multiplicar na perseguição 9.33-37; Lc 22.24-30).
(Mt 24.9-10; Lc 8.13). Exortados à autonegação (Mt 10.37-39).
O espírito mundano tende a criar apósta- Exortados ao amor mútuo CTo 15.17).
tas (2Tm 4.10). Todos receberam igual parcela de autori-
Nunca pertenceram a Cristo (1Jo 2.19). dade (Mt 16.19 com 18.18; 2Co 11.5).
Os santos nunca se tornam apóstatas (Sl Não pertenciam ao mundo Go 15.19; 17.16).
44.18-19; Hb 6.9; 10.39). Eram odiados pelo mundo (Mt 10.22;
Impossível restaurá-los (Hb 6.4-6). 24.9; Jo 15.18).
Sua culpa e castigo (Sf 1.4-6; Hb 10.25- Perseguições e sofrimentos (Mt 10.16, 18;
31, 39; 2Pe 2.17,20-22). Lc 21.16; Jo 15.20; 16.2).
Cuidados para não se tornar um (Hb Viram a Cristo em forma de homem (Lc
3.12; 2Pe 3.17). 1.2; At 1.22; 1Co 9.1; lJo 1.1).
Serão multiplicados nos últimos dias (Mt Testemunhara m a ressurreição e ascen-
24.12; 2Ts 2.3; 1Tm 4.1-3). são de Jesus (Lc 24.33-41, 51; At 1.2-9;
10.40-41; lCo 15.8).

0
ARAR

Capacitados a realizar milagres (Mt 10.1, ERA CHAMADA


8; Me 16.20; Lc 9.1; At 2.43). Arca de Deus (lS m 3.3).
Ar ca do po de r de Deus (2Cr 6.41; Sl
ARAR, LAVRAR 132.8).
DesterroarousulcaraterraOr4.3; Os 10.12). Ar ca da aliança do Se!_lhor (N m 10.33).
No é, suposto inv en tor (Gn 5.29). Ar ca do testemunho (Ex30.6; Nm7.89).
REALIZADO Um sím bo lo da pr es en ça e gló ria de
Co m arado (Lc 9.62). De us (N m 14.43-44;Js 7.6; lS m 14.18-
Co m boi (lS m 14.14; Jó 1.14). 19; Sl 132.8).
Du ra nt e o inv ern o (Pv 20.4). Co ns id er ad a a gl ór ia de Isr ae l (lS m
Em sulcos longos e retos (Sl 129.3). 4.21-22).
Geralmente po r servos (Is 61.5; Lc 17.7). Er a santa (2Cr 35.3).
Às vezes pelo pr óp rio do no da ter ra Santificava o lug ar on de era co loc ad a
(lR s 19.19). (2Cr 8.11).
Co m bo i e ju me nt o na me sm a canga, Os israelitas indagavam ao Se nh or diante
pr oib ido aos judeus (Dt 22.10). dela 0-s 7.6-9; Jz 20.27; lC r 13.3).
ERA TRANSPORTADA
Difícil em solo rochoso (Am 6.12).
Seguido po r sulcar e semear (Is 28.24-25). Apenas pelos sacerdotes ou levitas (Dt
ILUSTRA
10.8; Js 3.14; 2Sm 15.24; lC r 15.2).
Di an te dos israelitas, em suas jornadas
Ar rep en dim en to e ref or ma Or 4.3).
(N m 10.33; Js 3.6).
Pa z e prosperidade (Is 2.4; M q 4.3).
Para os campos de batalha (1Sm 4.4-5).
Pe río do de aflições severas (Os 10.11). Profaná-la resultava em castigo (N m 4.5,
O curso do pecado 0-ó 4.8; Os 10.13).
15; lS m 6.19; lC r 15.13).
O tra ba lho dos ministros (lC o 9.10). Protegê-la resultava em recompensa (lC r
(Exigindo ate nç ão e co ns tân cia ) de- 13.14).
voção co ntí nu a (Lc 9.62). Fo i capturada pelos filisteus (lS m 4.11).
MILAGRES LIGADOS A ELA
ARCA DA ALIANÇA
Divisão do Jo rd ão 0-s 4.7).
Dimensões e afins (Êx 25.10; 37.1). Qu ed a dos mu ro s de Jericó 0-s 6.6-20).
To ta lm en te re ve sti da de ou ro (Êx Qu ed a de Da go n (1Sm 5.1-4).
25.11; 37.2). A Praga sobre os filisteus (lS m 5.6-12).
Em old ur ad a co m ou ro (Ex 25.!1)- Sua restauração (lS m 6.1-18).
Equipada co m argolas e varas (Ex 25.12- Permaneceu vinte anos em Quiriate-Jea-
15; 37.3-5). rim (1Sm 7.1-2).
Só as tábuas do tes tem un ho fo ram ali Levada de Quiriate-J earim pa ra a casa de
guardadas (Êx 25.16, 21; 1Rs 8.9, 21; Ob ed e-E do m (2Sm 6.1-11).
2C r 5.10; Hb 9.4). A Da vi ergueu um a ten da pa ra ela (2Sm
Pr op ici ató rio estava sobre ela (Ex 25.21; 6.17; 1C r 15.1).
26.34). A Levada à cidade de Da...-i (2Sm 6.12.15;
Colocada no Santo dos Santos (Ex 26.33; 1C r 15.25-28).
40.21; Hb 9.3-4). Le va da ao tem pl o po r Sa lom ão , co m
A vasilha de ma ná e a vara de Aa rão fo- grande solenidade (1Rs 8.1-6; 2C r 5.2-9).
ram postas diante dela (H b 9.4 co m Êx Ti po de Cr ist o (Sl 48.8; Ap 11.19).
16.33-34; Nm 17.10).
Um a cópia da lei foi colocada ao lado dela AR CO S
(Dt 31.26). Instrumentos de guerra (Gn 48. 77; Is 7.24).
Un gid a co m óleo sagrado (Êx 30.26). Às vezes era m usados na caça (G n 27.3).
Ao ser removida, os sacerdotes a cobri-
Usados pa ra lan ça r flechas (1 Cr 12.2).
am co m um véu (N m 4.5-6).
(ver margem).

~
ARMA S

Chamados de arcos de guerra (Zc 9.10; 10.4). DEFENSIVAS


UTILIZADORES ERAM CHAMADOS DE Barre iras de prote ção (1Cr 5.18; Ez
Flecheiros 0-r 4.29). 26.8).
Arqu eiros (1Sm 31.3 (marg.) Jr 51.3). Caneleiras (1Sm 17.6).
Norm alme nte feitos de aço (2Sm 22.35; Capacetes (1Sm 17.5, 38; 2Cr 26.14).
Jó 20.24). ' Chamadas arma duras (Lc 11.22).
Utilizados com a mão esquerda (Ez 39.3). Cham adas couraças (1Rs 22.34).
Lançados com muita força (2Rs 9.24). Cinto (1Sm 18.4; 2Sm 18.11).
Os judeus eram ensinados a manejá-los Dard os (1Sm 17.6).
(2Sm 1.18). Escudo (1Rs 10.16-17; 14.26-27).
USADOS HABILIDOSAMENTE PELOS Túni ca de malha, couraça de escama
Lídios 0-r 46.9). de bronz e, capacete de bronz e (1Sm
Elamitas 0-r 49.35). 17.5, 38; Êx 28.32; Jr 46.4; Ap 9.9).
Filisteus (1Sm 31.2-3). PARA CERCOS
Filho s de Rúbe n, Gade e Manassés Ramp as (2Sm 20.15; Ez 4.2).
(1Cr 5.18). Instr umen tos para atirar pedras e afins
Benjamitas (1Cr 12.2; 2Cr 14.8). (2Cr 26.13).
Oferecidos em sinal de amizade (1Sm 18.4). Não usadas comu ment e (1Sm 21.8).
Gera lmen te forne cidos pelo gove rno Preparadas ao prim eiro alarme (Is 8.9; Jr
(2Cr 26.14). 46.3-4).
Os conquistados, quebrados e queimados Arsenais eram const ruído s para essas ar-
(Sl 37.15; Ez 39.9). mas (2Rs 20.13; Ct 4.4).
ILUSTRAM Preparadas em grande quantidade (2Cr 32.5).
Força e pode r 0-ó 29.20). ERAM PROVIDENCIADAS
A língua dos Ímpios (Sl 11.2; Jr 9.3). Pelos própr ios soldados (1Cr 12.33, 37).
(Qua ndo engan ador) o hipóc rita (Sl Pelos arsenais públicos (2Cr 11.12; 26.14).
78.57; Os 7.16). Oferecidas como presentes (1Rs 10.25).
(Qua ndo quebrado) a derrubada de um ANTES DE SEREM USADAS ERAM
pode r (1Sm 2.4;Jr 49.35; Os 1.5; 2.18). Testadas e aprovadas (1Sm 17.39).
Polidas 0-r 46.4; Ez 21.9-11, 28).
ARMAS DE GUERRA Ungidas (Is 21.5).
Feitas de ferro, aço e bronz e 0-ó 20.24; Uma parte era cond uzida por armeiros
1Sm 17.5-6). CTz 9.54; 1Sm 14.1; 16.21).
OFENSIVAS Pend urada s nos muro s das cidades (Ez
Adagas 0-z 3.16, 21-22). 27.10-11).
Arcos e flechas (Gn 48.22; 1Rs 22.34). AS DOS VENCIDOS
Aríetes (Ez 26.9; Jr 51.20). Eram-lhes tomadas (2Sm2.21; Lc 11.22).
Cacetes (Mt 26.47). Às vezes guardadas como troféus (1Sm
Cham adas armas de guerra (2Sm 1.27). 17.54).
Chamadas de instru ment os de guerr a Às vezes eram queimadas (Ez 39.9-10).
(1Cr 12.33,37). As das nações conquistadas eram toma-
Cham ados instr umen tos de mort e das para impe dir rebeliões 0-z 5.8; 1Sm
(Sl 7.13). 13.19-22).
Dard os (1Sm 18.10-11; 2Sm 18.14). Inferiores à sabedoria (Ec 9.18).
Espadas 0-z 20.15; Ez 32.27). ILUSTRAM
Espadas de dois gumes (Sl 149.6; Pv 5.4). A arma dura espiritual (Rm 13.12; 2Co
Fund as (1Sm 17.50; 2Rs 3.25). 6.7; Ef 6.11-14; 1Ts 5.8).
Lanças (1Sm 26.7; Jr 50.42).
JAR REP END IME NTo j

As armas espirituais (2Co 10.4; Ef 6.17). Ve rgo nha e con fus ão (Ed 9.6-15; Jr
Os julg am ent os de De us (Is 13.5; Jr 31.19; Ez 16.61, 63; Dn 9.7-8).
50.25). De aborrecimento pró pri o 0-ó 42.6).
Confissão (Lv 26.40; Jó 33.27).
ARREPENDIMENTO Fé (Mt 21.32; Me 1.15; At 20.21).
O que é (Is 45.22; Mt 6.19-21; At 14.15; Ora ção (lR s 8.33; At 8.22).
2C o 5.17; Cl 3.2; 1Ts 1.9; Hb 12.1-2). Conversão (At 3.19; 26.20).
Ord ena do a todos, por Deus (Ez 18.30- Ab and ono do pecado (2Cr 6.26).
32; At 17.30). Abandono da idolatria (Ez 14.6; lTs 1.9).
Ord ena do por Cri sto (Ap 2.5, 16; 3.3). Gra nde zel o no cam inh o do dev er
Da do por Deus (At 11.18; 2T m 2.25). (2Co 7.11).
Cri sto veio cha ma r os pecadores ao ar- Exortações (Ez 14.6; 18.30; At 2.38; 3.19).
rep end ime nto (Mt 9.13). OS ÍMPIOS
Cri sto exaltado para oferecê-lo (At 5.31). São contrários a ele 0-r 8.6; Mt 21.32).
Pel a ope raç ão do Esp írit o San to (Zc Nã o são conduzidos a ele, pelos julga-
12.10). mentos de Deus (Ap 9.20-21; 16.9).
Ch am ado de arre pen dim ent o para a vida Nã o conduzidos a ele, por interferên-
(At 11.18). cia milagrosa (Lc 16.30-31).
Ch am ado de arre pen dim ent o para a sal- Ne glig enc iam o tem po dad o ao ar-
vação (2Co 7.10). rep end ime nto (Ap 2.21).
DEVEMOS SER CONDUZIDOS A ELE Co nde nad os por negligenciá-lo (Mt
Pela longanimidade de Deus (Gn 6.3 11.20).
com 1Pe 3.20; 2Pe 3.9). Perigo de negligenciá-lo (Mt 11.20-24; Lc
Pela bondade de Deus (Rm 2.4). 13.3, 5; Ap 2.22).
Pelos castigos de Deus (lRs 8.47; Ap 3.19). Sua negligência, acompanhada de julga-
A tristeza segundo Deus leva ao arrepen- me nto rápido (Ap 2.5, 16).
dim ent o (2Co 7.10). Negado aos apóstatas (Hb 6.4-6).
Necessário ao per dão dos pecados (At ILUSTRADO
2.38; 3.19; 8.22). Lc 15.18-21; 18.13. O filho pródigo, Lc
Necessita da convicção de pecado (lR s 15.17-19. O filho arrependido, Mt 21.29.
8.38; Pv 28.13; At 2.37-38; 19.18). Paulo, Gl 1.23.
PREGADO VER DAD EIR O-E XEM PLO S
Po r Cri sto (Mt 4.17; Me 1.15). Os israelitas, Jz 10.15-16. Davi, 2Sm
Por Joã o Batista (Mt 3.2). 12.13.Manassés, 2C r 33.12-13.Jó,Jó 42.6.
Pelos apóstolos (Me 6.12; At 20.21). Nínive, Jn 3.5-8; Mt 12.41. Pedro, Mt
Em nom e de Jesus (Lc 24.47). 26.75. Zaqueu, Lc 19 .8. O ladrão na cruz,
Nin gué m se arrepende dele (2Co 7.10). Lc 23.40-41. Os coríntios, 2C o 7.9-10.
FAL SO- EXE MPL OS
O dia de hoje, seu tem po apropriado (SI
95.7-8 com Hb 3.7-8; Pv 27.1; Is 55.6; Saul, lSm 15.24-30. Acabe, lRs 21.27-
2C o 6.2; Hb 4.7). 29. Judas, 27.3-5.
Há alegria no céu quando um pecador se ARTES E OFÍCIOS
arrepende (Lc 15.7, 10).
Os ministros devem se alegrar pelo ar- Ag ricu ltor (Gn 4.2; 9.20).
rep end ime nto de seu pov o (2Co 7.9). Alfaiate (Êx 28.3).
Artesão 0-z 17.4; Jr 10.9).
Deve ser evidenciado por frutos (Is 1.16-
Artífice em pfa ta (At 19.24).
17; Dn 4.27; Mt 3.8; At 26.20).
Bordadores (Ex 35.35; 38.23).
DEVE SER ACOMPANHADO DE
Calafates (Ez 27.9, 27).
Hu mil dad e (2Cr 7.14; Tg 4.9-10). Car pin teir o (2Sm 5.11; Me 6.3).

~
ÁRVO RES 1

Confeiteiros (1Sm 8.13). Rebentos (Lc 21.29-30).


Cons truto r de navios (1Rs 9.26). Folhas (Is 6.13; Dn 4.12; Mt 21.19).
Corta dor de pedras (Êx 20.25; 1Cr 22.15). Fruto s e sementes (Lv 27.30; Ez 36.30).
Curti dor (At 9.23; 10.6). Cada variedade tem sua próp ria semente
Embalsamadores (Gn 50.2-3, 26). para prorr ogar a espécie (Gn 1.11-12).
Ental hado r (Êx 31.5; 1Rs 6.18). Geralmente propagadas por pássaros que
Escri tor Gz 5.14). levam as sementes para longe (Ez 17.3, 5).
Fabri cante de armas (1Sm 8.12). Plantadas pelos home ns (Lv 19.23).
Fabricante de cordas Gz 16.11). Cada espécie, conhecida por seus frutos
Fabricante de tendas (Gn 4.20; At 18.3). (Mt 12.33).
Fabricante de tijolos (Gn 11.3; Êx 5.7-8, 18). NUTRIDAS

Fabricantes de vinho (Ne 13.15; Is 63.3). Pela terra (Gn 1.12; 2.9).
Ferre iro (Gp 4.22; 1Sm 13.19). Pela chuv a do céu (Is 44.14).
Fiand eiro (Ex 35.25; Pv 31.19). Pela própr ia seiva (Sl 104.16).
Fund idor Gó 28.2). Especialmente frutÍferas à beira de rios e
Jardi neiro Gr 29.5; Jo 20.15). correntes de água (Ez 47.12).
Lapidador (Êx 28.11; Is 49.16; 2Co 3.7). Quan do cortadas, geralmente renascem
Lavandeiro (2Rs 18.17; Me 9.3). das própr ias raízes Gó 14.7).
Mari nheir os e afins (Ez 27.8-9). Eram vendidas com a terra onde cresce-
Metalúrgico (Gn 4.22; 2Tm; 4.14). ram (Gn 23.17).
GERALMENTE ATACADAS POR
Músico (1Sm 18.6; 1Cr 15.16).
Gafa nhoto s (Êx \0.5, 15; Dt 28.42).
Oleir o (Is 64.8;Jr 18.3; Lm 4.2; Zc 11.13).
Gran izo e neve (Ex 9.25; Sl 78.47).
Ouriv es (Is 40.19).
Fogo Gl 1.19).
Padeiro (Gn 40.1; 1Sm 8.13).
Exér citos desoladores (2Rs 19.23; Is
Pedre iro (2Sm 5.11; 2Cr 24.12).
10.34).
Perfu mista (Êx 30.25, 35).
Ofere cem somb ra agradável nos países
Refinador de metal (1Cr 28.18; Ml 3.2-3).
orientais, duran te o calor do dia (Gn
Tecelão (Êx 3J.35; Jo 19.23). 18.4; Jó 40.21).
Tintu reiro s (Ex 25.5). ERAM CORTADAS

ÁRVORES Com machados (Dt 19.5;Sl74.S;Mt3.10).


Para construção (2Rs 6.2; 2Cr 2.8, 10).
Origi naria ment e criadas por Deus (Gn Por exércitos atacantes, na construção
1.11-12; 2.9). de fortes (Dt 20.20; Jr 6.6).
Criadas para a glória de Deus (Sl 148.9). Para fabricar ídolos (Is 40.20; 44.14, 17).
DIFERENTES ESPÉCIES MENCIONADAS Para combustível (Is 44.14-16; Mt 3.10).
Do bosque (Ct 2.3). Deus aumenta e multiplica seus frutos, para
Da floresta (Is 10.19). seu povo (Lv 26.4; Ez 34.27; Jl 2.22).
Frutíferas (Ne 9.25; Ec 2.5; Ez 47.12). Deus freqü entem ente as torna estéreis,
Perm anen teme nte verde s (Sl 37.35; como castigo (Lv 26.20).
Jr 17.2). Costu me antigo de plant ar árvores em
As que perde m as folhas (Is 6.13). lugares consagrados (Gn 21.33 (marg.)).
De vários tama nhos (Ez 17.24). OS JUDEUS
Dadas como alimento à criação de ani- Proib idos de plantá-las em lugares con-
mais (Gn 1.29-30; Dt 20.19). sagrados (Dt 16.21).
Designadas para embelezar a terra (Gn 2. 9). Proib idos de corta r árvores frutíferas
PARTES MENCIONADAS duran te os cercos (Dt 20.19).
Raízes Gr 17.8). Gera lmen te armavam suas tendas de-
Tron co (Is 11.1; 44.19). baixo de árvores (Gn 18.1, 4; Jz 4.5;
Ramos (Lv 23.40; Dn 4.14). 1Sm 22.6).
1 ASCE NSÃO

Geralmente enterravam seus mortos em- (Per den do as folh as mas rete ndo a
baixo de árvores (Gn 35.8; 1Sm 31.13). substância) remanescentes eleitos da
Ger alm ente exec utav am crim inos os igreja (Is 6.13).
em árvores (Dt 21.22-23; Js 10.26; Gl (Estéreis) os Ímpios (Os 9.16).
3.13; Ver Gn 40.19). (Perdendo as folhas) o terr or dos Ím-
Consideravam abomináveis as árvores pios (Is 7.2).
em que criminosos eram executados (Pro duz indo maus frutos) os Ímpios
(Is 14.19). (Mt 7.17-19).
MENCIONADAS NA BÍBLIA (Seca) pessoas inúteis (Is 56.3).
Abe to (I~ 41.19). (Seca) os Ímpios pron tos para o julga-
Acácia (Ex 36.20; Is 41.19). men to (Lc 23.31).
Aloés (Nm 24.6).
Amendoeiras (Gn43.11;Ec 12.5;Jr 1.11). ASCENSÃO DE CRISTO
Am orei ra (2Sm 5.23-24).
Profecias con cern ente s (Sl 24.7; 68.18,
Car valh o (Is 1.30).
com Ef 4.7-8).
Ced ro (1Rs 10.27).
Pred ita por ele mes mo Go 6.62; 7.33;
Cipreste (Is 44.14).
14.28; 16.5; 20.17).
Da floresta (Is 44.14).
Qua ren ta dias apó s sua ress urre ição
Figueira (Dt 8.8).
Figueira brava (1Rs 10.27; Sl 78.47; Am (At 1.3).
7.14; Lc 19.4). Descrição (At 1.9).
Giesta (1Rs 19.4-5). Do Mon te das Oliveiras (Lc 24.50, com
Jun íper o (1Rs 10.11-12; 2Cr 9.10-11). Me 11.1; At 1.12).
Macieira (Ct 2.3; 8.5; Jl 1.12). Enq uan to abençoava os discípulos (Lc
Mostarda (Mt 13.32). 24.50).
Mur ta (Is 41.19; 55.13; Zc 1.8). Ao expiar os pecados (Hb 9.12; 10.12).
Nat iva (Sl 37.35). Foi triu nfan te (Sl 68.18).
Oliv eira (Is 41.19; Dt 6.11). Foi para o supr emo pod er e dignidade
Palmeira (Êx 15.27). (Lc 24.26; Ef 1.20-21; 1Pe 3.22).
Pinh eiro (Is 41.19). Com o Prec urso r de seu pov o (Hb 6.20).
Pinh o (1Rs 5.10; 2Rs 19.23; Sl 104.17). Para ser intercessor (Rm 8.34; Hb 9.24).
Plátanos (Ez 31.8). Para enviar o Espírito Santo Go 16.7; At
Rom ãzei ra (Dt 8.8; Jl 1.12). 2.33).
Salgueiro (Is 44.4; Ez 17.5). Para receber dádivas em favor dos ho-
Tere bint o (Is 6.13). mens (Sl 68.18, com Ef 4.8, 11).
Vin ha (Nm 6.4; Ez 15.2). Para preparar lugar para seu povo 0-o 14.2).
Salomão escreveu sua hist ória (1Rs 4.33). A segunda vinda se dará da mes ma for-
ILUSTRAM ma (At 1.10-11).
Cris to (Rm 11.24; Ap 2.7; 22.2, 14). Tipificada (Lv 16.15, com Hb 6.20; 9.7,
Sabedoria (Pv 3.18). 9, 12).
Reis, etc (Is 10.34; Ez 17.24; 31.7-10;
Dn 4.10-14). ASER, A TRIBO DE
A vida e a con vers ão dos justos (Pv Descendia do oitavo filho de Jacó (Gn
11.30; 15.4). 30.12-13).
(Verde) a inocência de Cristo (Lc 23.31). Previsões a respeito (Gn 49.20;Dt 33.24-25).
(Boa e frutífera) os santos (Nm 24.6; Sl Seu pod er ao sair do Egito (Nm 1.40-41).
1.3; Is 61.3; Jr 17.8; Mt 7.17-18). PESSOAS SELECIONADAS PARA
(Sempre verdes) os santos (Sl 1.1-3). Enu mer ar o pov o (Nm 1.13).
(Sua duração) a prosperidade con tínu a Espiar a terr a (Nm 13.13).
dos santos (Is 65.22). Div idir a terr a (Nm 34.27).

0
r O centro da quarta divisão de Israel em PESSOAS CULPADAS SÃO
ASSASSINATO 1

suas peregrinações (Nm 10.25-26). Medrosas e covardes (Gn 4.14).


Acampados próximos e sob o estandarte Andarilhos e vagas (Gn 4.14).
de Dã, ao norte do tabernáculo (Nm Fogem da presença de Deus (Gn 4.16).
2.25, 27). Não são protegidas pelas cidades de
Sua oferta por ocasião da dedicação (Nm refúgio (Dt 19.11-12). ~
7.72-77). Não tinham proteção do altar (Ex
Suas famílias (Nm 26.44-47). 21.14).
Sua força ao entrar em Canaã (Nm 26.47). Não eram vistos com piedade nem pou-
Em Ebal, concordou com as maldições pados (Dt 19.13).
da lei (Dt 27.13). Freqüentemente cometidos a noite (Ne
Limites de sua herança Os 19.24-31). 6.10; Jó 24.14).
Fronteiriça do mar Os 19.29; Jz 5.17). Imputado a cidade mais próxima quan-
Não expulsou todos os cananitas üz do não sabiam quem cometeu o crime
1.31-32). (Dt 21.1-3).
Reprovada por não se unir contra Sísera Modo de identificar os suspeitos (Dt 21.3-
üz 5.17). 9; Veja Mt 27.24).
Colaborou com Gideão contra os midiani- É provado por no mínimo duas testemu-
tas Oz 6.35; 7.23). nhas (Nm 35.30; Dt 19.11,15).
Fizeram-se representar na coroação de PUNIDO POR
Davi (1Cr 12.36). Maldição de Deus,_ (Gn 4.11).
Governador nomeado por Salomão (1Rs Morte (Gn 9.5-6; Ex 21.12; Nm 35.16).
4.16). Não era reduzido (Nm 35.32).
Ajudada na reforma de Ezequias (2Cr Imposto pelo parente mais próximo
30.11). (Nm 35.19,21);_
Pessoas importantes da tribo (1Cr 7.30- Proibido (Gn 9.6; Ex20.13; Dt 5.17 com
40; Lc 2.36). Rm 13.9).
Explicado por Cristo (Mt 5.21-22).
ASSASSINATO Odio é (1Jo 3.15).
Proibido pela lei mosaica (Êx 20.13; Dt É obra da carne (Gl 5.21).
5.17). Vem do coração (Mt 15.19).
Por que é proibido por Deus (Gn 9.6). CONTAMINA
A lei dada para restringi-lo (1Tm 1.9). As mãos (Is 59.3).
DESCRITO COMO ASSASSINATO A pessoa e suas roupas (Lm 4.13-14).
Com premeditação (Êx 21.14). A terra (Nm 35.33; Sl 106.38).
Por ódio (Nm. 35.20.21; Dt 19.11). Não pode ser escondido de Deus (Is
Por silada (Nm 35.20; Dt 19.11). 26.21; Jr 2.34).
Por um instrumento de ferro (Nm Clama por vingança (Gn 4.10).
35.16). DEUS
Por um golpe com uma pedra (Nm Abomina (Pv 6.16-17).
35.17). Pede contas (Sl 9.12).
Com uma arma de madeira (Ngi 35.18). Vinga (Dt 32.43; 1Rs 21.19; Os 1.4).
Matar um ladrão durante o dia (Ex 22.3). Requer sangue (Gn 9.5; Nm 35.33;
Primeiro exemplo (Gn 4.8). 1Rs 2.32).
Representado como pecado que clama aos Regeita as orações dos culpados (Is
céus (Gn 4.10 com Hb 12.24; Ap 6.10). 1.15; 59.2-3).
Os judeus freqüentemente culpados dele Amaldiçoa os culpados de (Gn 4.11).
(Is 1.21). A lei impede (1Tm 1.9).
1 ASS SÍRI A

OS SANTOS Sinar (Gn 11.2; 14.1).


Especialmente avisados sob re ele (1Pe Assur (Os 14.3).
4.15). Nínive era sua principal cidade (Gn 10.11;
Suplicam con tra a culpa de (Sl 51.14). 2Rs 19.36).
De vem alertar aos out ros (Gn 37.22; Go ver nad a por reis (2Rs 15.19, 29).
Jr 26.15). CELEBRADA POR SUA
Tern ligação corn a idolatria (Ez 22.3-4; Fertilidade (2Rs 18.32; Is 36.17).
2Rs 3.27). Extensão de conquistas (2Rs 18.33-35;
OS ÍMPIOS 19.11-13; Is 10.9-14).
Cheios dele (Rrn 1.29). Intenso comércio (Ez 27.23-24).
Trarnarn (Gn 27.41; 37.18). Idó latr a (2Rs 19.37).
Tensionarn 0-r 22.17). COMO PODER, ERA
Esperam par a comete-lo (Sl 10.8-10). Espetacular (Is 28.2).
Rápidos ern comete-lo (Pv 1.16; Rrn 3.15). Int ole ran te e opressora (Na 3.19).
Pon der am 0-ó 24.14; Ez 22.3). Cru el e destruidora (Is 10.7).
Ter nas mãos cheias de (Is 1.15). Egoísta e reservada (Os 8.9).
Enc ora jam out ros a com ete -lo (1Rs Infiel, etc (2Cr 28.20-21).
21.8-10; Pv 1.11). Org ulh osa e arrogante (2Rs 19.22-24;
Característica do diabo 0-o 8.44). Is 10.8).
Punição de (Gn 4.12-15; 9.6; Nrn 35.30; Urn ins tru me nto da vingança de Deus
2Rs 9.36-37; Jr 19.4-9). (Is 7.18-19; 10.5-6).
Punição não revogada pela lei (Nrn 35.31). Descrição de seus hom ens imp ort ant es
Os santos serão especialmente vingados (Ez 23.6, 12, 23).
(Dt 32.43; Mt 23.35; Ap 18.20, 24). Descrição de seus exércitos (Is 5.26-29).
Excluí do céu (Gl 5.21; Ap 22.15). O REI PUL
EXE MPL OS Invadiu Israel (2Rs 15.19).
Caim, Gn 4.8. Esaú, Gn 27.41. Irmãos Foi dissuadido por Manaérn (2Rs 15.19-20).
de José, Gn 37. 20. Faraó, Êx 1.22. O REI TIGLATE•PILESER
Abimeleque, Jz 9.5. Homens de Siquém, De vas tou Israel (2Rs 15.29).
Jz 9.24. Amalequitas, 2Srn 1.16. Recabe, Ch am ado a ajudar Acaz con tra a Síria
2Srn 4.5-7. Davi, 2Srn 12.9.Absalão, 2Srn (2Rs 16.7-8).
13.29. Joabe, 1Rs 2.31-32. Baasa, 1Rs Tor nou din hei ro de Acaz, rnas não o
15.27. Zimri, 1Rs 16.10. Jezabel, 1Rs fortilleceu (2Cr 28.20-21).
21.10. Principais de Jezreel, 1Rs 21.13. Co nqu isto u a Síria (2Rs 16.9).
Acabe, 1Rs 21.19. Hazael, 2Rs 8.12,15. O REI SALMANESER
Adrameleque, 2Rs 19.37. Manassés, 2Rs
Reduziu Israel a trib utá ria (2Rs 17.3).
21.16. Ismael,Jr 41.7. Príncipes de Israel,
Oséias con spi rou con tra ele (2Rs 17.4).
Ez 11.6. Povo de Gileade, Os 6.8. Os
Ap risi ono u Oséias (2Rs 17.4).
Herodes, Mt 2.1 6; 14. 10; At 12. 2.
Levou Israel ao cativeiro (2Rs 17.5-6).
Herodias e sua filha, Mt 14.8-11. Sumo
Reo cup ou Samaria corn pessoas da As-
Sacerdotes, 27.1. Judas, Mt 27.4. Barra-
síria (2Rs 17.24).
bás, Me 15.7.Judeus, At 7.52; 1Ts 2.15.
O REI SENAQUERIBE

ASSÍRIA Inv adi u Jud á (2Rs 18.13).


Fo i dis sua did o po r Eze qui as (2Rs
Antiguidade e origem (Gn 10.8-11).
18.14-16).
Situada além do Eufrates (Is 7.20). Ins ulto u e ameaçou Jud á (2Rs 18.17-
Banhada pelo rio Tigre (Gn 2.14).
32; 19.10-13).
CHAMADA DE
Blasfemou con tra o Sen hor (2Rs 18.33-
Ter ra de Nin rod e (Mq 5.6). 35).
AVES \

Ez~quias orou contr a ele (2Rs 19 .14-19). AUTOJUSTIFICAÇÃO


Foi condenado por orgulho e blasfêmia O ~ornem se inclina a ela (Pv 20.6; 30.12).
(2Rs 19.20-34; Is 37.21-29). Odio sa a Deus (Lc 16.15).
Seu exército foi destr uído por Deus É INÚTIL, POIS NOSSA JUSTIÇA É
(2Rs 19.35). Apenas externa (Mt 23.25-28; Lc 11.39-
Foi assassinado pelos filhos (2Rs 19.36). 44).
Cond enad a por oprim ir o povo de Deus Apenas parcial (Mt 23.25; Lc 11.42).
(Is 52.4). Co1:10 trapo s de imundícia (Is 64.6).
Manassés foi levado cativo à Assíria (2Cr Ineficaz para a salvação CTó 9.30-31; Mt
33.11). 5.20 com Rm 3.20).
Assurbanípal completou a reocupação de , Inúti l (Is 57.12).
Samaria (Ed 4.10). E vanglória (Mt 23.30).
Sua idolatria foi levada a Samaria (2Rs OS JUSTOS AOS PRÓPRIOS OLHOS
17.29).
Judá foi condenada por confiar nela ar Aproximam-se de Deus com audácia
(Lc 18.11).
2.18, 36).
Proc uram justificar-se a si mesmos (Lc
Israel foi condenada por confiar nela (Os
10.29).
5.13; 7.11; 8.9).
Procuram justificar-se diante dos outro s
Os judeus foram condenados por abracar
(Lc 16.15).
sua idolatria (Ez 16.28; 23.5, 7, etc)~
Rejeitam a justiça de Deus (Rm 10.3).
Sua grandeza, extensão, duração e queda
Cond~nam outros (Mt 9.11-13; Lc7.39).
ilustradas (Ez 31.3-17).
Cons idera m retos seus caminhos (Pv
PREVISÕES A RESPEITO DA ASSÍRIA
21.2).
Conq uista dos queneus (Nm 24.22). Desp rezam os outro s (Is 65.5; Lc 18.9).
Conq uista da Síria (Is 8.4). P:oclamam a própri~ bondade (Pv 20.6).
Conq uista e cativeiro de Israel (Is 8.4; Sao puro s aos prop rios olho s (Pv
Os 9.3; 10.6; 11.5). 30.12).
Invasão de Judá (Is 5.26; 7.17-20; 8.8; São abomináveis perante Deus (Is 65.5).
10.5, 6, 12). Sua insensatez CTó 9.20).
Restauração de Israel (Is 27.12-13; Os Os santos a renun ciam (Fp 3.7-10).
11.11; Zc 10.10). Exortações contras (Dt 9.4).
Sua destruição (Is 10.12-19; 14.24-25; Denú ncia contr a (Mt 23.27-28).
30.31-~3; 31.8-9; Zc 10.11). Ilustrada (Lc 18.10-12).
Sua participação nas bênçãos do evan- EXEMPLOS
gelho (Is 19.23-25; Mq 7.12). Saul, 1Sm 15.13. O jovem rico, Mt
19.20. O doutor da lei, Lc 10.25,29. Os
AUT O-EX AME
fariseus, Lc 11.39; Jo 8.33; 9.28. Israel,
Encorajado (2Co 13.5). Rm 10.3.A igrejadeLaodicéia, Ap 3.17.
Necessário antes da ceia (1 Co 11.28).
Causa de sua dificuldade CTr 17.9). AVE S
DEVE SER EFETUADO
Cr~adas por Deu; (Gn 1.20-21; 2.19).
Com santo respeito (Sl 4.4). Cnad as para a gloria de Deus (Sl 148.10).
Com busca diligente (Sl 77.6; Lm 3.40). Ervas do camp o dadas como alime nto
Com oração, para que Deus sonde (Sl (Gn 1.30).
26.2; 139.23-24). Na carne, diferem dos animais e peixes
Com o propósito de correção (Sl 119.59; (1Co 15.39).
Lm 3.40). Submissas ao home m (Gn 1.26; Sl 8.8).
Suas vantagens (1Co 11.31; Gl 6.4; 1Jo Adão lhes deu nomes (Gn 2.19-20).
3.20-22).
1 AVES

Teme o homem, instintivamente (Gn 9.2). PURAS


Seu instinto é inferior ao raciocínio do Andorinha (Sl 84.3; Is 38.14).
homem Qó 35.11). Codorniz (Êx 16.12-13; Nm 11.31-32).
Lições de sabedoria a ser aprendidas com Galo e galinha (Mt 23.37; 26.34, 74).
elas Qó 12.7). Pardal (Lv 14.4 (marg.); Mt 10.29-31).
Todas podem ser amansadas (Tg 3.7). Perdiz (1Sm 26.20; Jr 17.11).
Dadas como alimento ao homem (Gn Podiam ser comidas (Dt 14.11, 20).
9.2-3). Pomba (Gn 8.8).
Seu sangue não pode ser comido (Lv 7.26). Pombinho (Lv 1.14; 12.6).
São propriedades de Deus (Sl 50.11). Rolinha (Lv 14.22; Ct 2.12).
Deus cuida delas (Sl 104.10-12; Mt 6.26; Tordo (Is 38.14; Jr 8.7).
Lc 12.23-24). Oferecidas em sacrifício (Gn 8.20; Lv
CHAMADAS 1.14).
Aves (Gn 7.3; Ez 39.17). IMPURAS
Aves do céu Qó 35.11; Mt 8.20). Abutre (Lv 11.14; Jó 28.7; Is 34.15).
Volátil (Dt 4.17). 1}.guia (Lv 11.13; Jó 39.27).
Muitas espécies são granívoras (Mt 13.4). Aguia-marinha (Lv 11.13).
Muitas espécies são carnívoras (Gn 15.11; Ave de rapina (Lv 11.14).
40.19; Dt 28.26). Avestruz Qó 39.13, 18).
Dotadas de garras (Dn 4.33). Cegonha (Lv 11.19; Sl 104.17).
Multiplicam-se por meio de ovos (Dt Cisne (Lv 11.18).
22.6; Jr 17.11). Coruja (Lv 11.16; Jó 30.29).
Fazem ninhos onde morar (Mt 8.20). Coruja do deserto (Lv 11.18).
São hostis às espécies estranhas Qr 12.9). Coruja estridente (Is 14.23; 34.11).
Cada espécie tem seu cantar próprio (Sl Coruja-de-chifre (Lv 11.16).
104.12; Ec 12.4; Ct 2.12). Corujão (Lv 11.17).
Sobrevoam a terra (Gn 1.20). Coruja-pescadora (Lv 11.17; Is 34.11).
Alusão a seu vôo rápido (Is 31.5; Os 9.11; Corvo (Lv 11.15; Jó 38.41).
11.11). Falcão (Lv 11.16; Jó 39.26).
Muitas espécies são migratórias Qr 8.7). Gaivota (Lv 11.16).
Muitas vezes se retiram de lugares onde Garça (Lv 11.19).
há calamidades Qr 4.25; 9.10). Milhafre (Dt 14.13).
Descansam nas árvores (Dn 4.12; Mt 13.32). Mocho (Lv 11.17).
HABITAM EM Morcego (Lv 11.19; Is 2.20).
Montanhas (Sl 50.11). Pavão (1Rs 10.22; Jó 39.13).
Desertos (Sl 102.6). Pelicano (Lv 11.18; Sl 102.6).
Pântanos (Is 14.23). Poupa (Lv 11.19).
Cidades desertas (Is 34.11, 14-15). Urubu (Lv 11.13).
FAZEM NINHOS Não deviam ser comidas (Lv 11.13, 17;
Em árvores (Sl 104.17; Ez 31.6). Dt 14.12).
No chão (Dt 22.6). Não deviam ser comidas junto com seus
Nas fendas das rochas (Nm 24.21; Jr filhotes (Dt 22.6-7).
48.28). Apanhadas em armadilhas e redes (Pv 1.17).
Em cidades desertas (Is 34.15). Muitas vezes sofriam por causa dos peca-
Sob os telhados de casas (Sl 84.3). dos dos homens (Gn 6.7; Jr 12.4; Ez
Logo no início, classificadas em puras e 38.20; Os 4.3).
impuras (Gn 8.20). Salomão escreveu sobre elas (1Rs 4.33).
Eram confinadas em gaiolas Qr 5.27).
AZE ITE 1

Suas estátuas nã o dev iam ser adoradas Pe ne tra nte (SI 109.18).
(D t 4.17). Cu rad or (Is 1.6 co m Lc 10.34).
Ad ora das pelos idólatras, co m freqüên- Os un gü ent os dos judeus eramAprepara-
cia (Rm 1.23). dos co m per fum es e azeite (Ex 30.23-
ILUSTRAM 25; J o 12.3).
Reis cruéis e de rap ina (Is 46.11). Os judeus geralmente esbanjavam-no ao
Na çõe s hostis Qr 12.9). usá-lo (Pv 21.17).
Pessoas de diferentes nações (Ez 31.6; Su jei to ao díz im o, seg un do a lei (D t
Mt 13.32). 12.17).
Pessoas deslocadas e afins (Pv 27.8; Is 16.2). Suas pri mí cia s, ofe rec ida s a De us (D t
O diabo e seus anjos (Mt 13.4, com v.19). 18.4; 2C r 31.5; Ne 10.37).
(Zombaria) da mo rte (Ec 9.12). USADO
(Zombaria) das intenções dos perver- Co mo ali me nto (1Rs 17.12; Ez 16.13).
sos (SI 124.7; Pv 1.10-17; 7.23). Pa ra un gir pessoas (SI 23.5; 104.15; Lc
7.46).
AVESTRUZ Para ungir oficiais de confiança (Êx 29 .7;
Im un da e im pró pri a co mo ali me nto (Lv 1Sm 10.1; 1Rs 19.16).
11.13). Pa ra ungir os doentes (Me 6.13; Tg 5.14).
Do tad a de asas e penas Qó 39.13). Na adoração a Deus (Lv 7.10; Nm 15.4-
Põ e seus ovos na areia Qó 39.14). 10).
DESCRITA COMO Em cultos idólatras (Os 2.5, 8).
De sti tuí da de sabedoria Qó 39.17). Em lâmpadas (Êx 25.6; 27.20; Mt 25.3).
Im pru de nte Qó 39.15). Qu an do fresco, mu itís sim o apreciado (SI
Cr ue l co m os filhotes Qó 39.16). 92.10).
Ve loz em seus mo vim en tos Qó 39.18). Seu comércio, um negócio (2Rs 4.7).
ILUSTRA Ex po rta ção (1Rs 5.11; Ez 27.17; Os 12.1).
A crueldade desnaturada dos judeus em Ve nd ido po r me did a (1Rs 5.11; Lc 16.6).
suas calamidades (Lm 4.3). CONSERVADO EM
(Sua companhia) desolação ext rem a Qó Ar ma zén s (2Cr 32.28).
30.29 (margem.)). Botija (1Rs 17.12).
Caixas (2Rs 9.1).
AZEITE Ch ifr es (1Rs 1.39).
Da do po r De us (SI 104.14-15;Jr 31 .12 ;Jl De pó sit os (1Cr 27.28).
2.19, 24). Vasos (2Rs 4.2).
Ve m da ter ra (SI 104.14-15; Os 2.22). Seus depósitos, em cidades fortificadas
TIPOS MENCIONADOS (2C r 11.11).
De oliveira (Êx 30.24; Lv 24.2). Sua falta, um a calamidade (Ag 1.11).
De mi rra (Et 2.12). Au me nto milagroso de azeite (2Rs 4.2-6).
Extraído na prensa (Ag 2.16 com Mq 6.15). ILUSTRA
Os po bre s era m empregados em sua ex- Un ção do Espírito Santo (SI 45.7; 89.20;
tração Qó 24.11). Zc 4.12).
Ca naã era abu nd ant e em azeite (Dt 8.8). Consolação do evangelho (Is 61.3).
DESCRITO COMO Repreensão bra nd a (SI 141.5).
Suave (SI 55.21).
Br and o (Pv 5.3).
1 BABILÔNIA

BABILÔNIA Pela sabedoria dos senadores (Is 47.10;


Origem (Gn 10.8, 10 (marg)). Jr 50.35).
HABITADA POR
Origem do nome (Gn 11.8-9).
CHAMADA
Idólatras Gr 50.38; Dn 3.18).
Terra dos caldeus (Ez 12.13). Afeiçoados à magia (Is 47.9, 12-13; Dn
Terra de Sinar (Dn 1.2; Zc 5.11). 2.1-2).
Terra de Merataim Gr 50.1, 21). Profanos e sacrílegos (Dn 5.1-3).
Deserto do mar (Is 21.1, 9). Maus (Is 47.10).
COMO POTÊNCIA ERA
Sesaque Gr 25.12, 26).
Senhora dos reinos (Is 47.5). Arrogante (Is 14.13-14;Jr 50.29, 31-32).
Situada além do rio Eufrates (Gn 11.31, Segura e autoconfiante (Is 47.7-8).
com Js 24.2-3). Grandiosa e imponente (Is 47.1, 5).
Havia sido parte da Mesopotâmia (At 7.2). Cobiçosa Gr 51.13).
Fundada pelos assírios, como parte de seu Opressiva (Is 14.4).
império (2Rs 17.24, com Is 23.13). Cruel e destruidora (Is 14.17; 47.6; Jr
Banhada pelos rios Eufrates e Tigre (Sl 51.25; Hc 1.6-7).
137.1; Jr 51.13). º Instrumento da vingança de Deus con-
Composta de muitas nações (Dn 3.4, 29). tra outras nações Gr 51.7; Is 47.6).
Governada por reis (2Rs 20.12; Dn 5.1). Idiomas falados na Babilônia (Dn 1.4; 2.4).
Dividia pela Média-Pérsia, sob Dario, em Descrição de seus exércitos (Hc 1.7-9).
REPRESENTADA POR
uma das cento e vinte províncias do
império (Dn 6.1). Uma grande águia (Ez 17.3).
Comandada por governadores (Dn Uma cabeça de ouro (Dn 2.32, 37-38).
2.48; 6.1). Um leão com asas de águia (Dn 7.4).
Babilônia era sua província mais impor- Embaixadores enviados a Ezequias (2Rs
tante (Dn 3.1). 20.12).
BABILÔNIA, A CAPITAL REI NABUCODONOSOR

Sua antiguidade (Gn 11.4, 9). Tornou Jeoaquim tributário (2Rs


Engrandecida por N abucodonozor 24.1).
(Dn 4.30). Cercou Jerusalém (2Rs 24.10-11).
Cercada de grandes muros e fortifica- Levou Jeoaquim e outros cativos à
da Gr 51.53, 58). Babilônia (2Rs 24.12, 14-16; 2Cr
Chamada de cidade de ouro (Is 14.4). 36.10).
Chamada de glória dos reinos (Is 13 .19). Saqueou o templo (2Rs 24.13).
Chamada de beleza dos caldeus (Is Tornou Zedequias rei (2Rs 24.17).
13.19). Zedequias se rebelou (2Rs 24.20).
Chamada de cidade dos mercadores Atacou e cercou Jerusalém (2Rs
(Ez 17.4). 25.1-4).
Chamada de Babilônia, a grande (Dn Queimou Jerusalém (2Rs 25.9-10).
4.30). Levou Zedequias e outros cativos à
NOTÁVEL POR
Babilônia (2Rs 25.7, 11, 18-21; 2Cr
Sua antiguidade Gr 5.15). 36.20).
Sua força naval (Is 43.14). Saqueou e queimou o templo (2Rs 25.9,
Sua força militar Gr 5.16; 50.23). 13-17; 2Cr 36.18-19).
Sua grandeza nacional (Is 13.19; Jr Revolta e castigo dos judeus (Ez 17).
51.41). Os judeus são exortados a se submeterem
Sua riqueza Gr 50.37; 51.13). e estabelecerem na Babilônia Gr 27.17;
Seu comércio (Ez 17.4). 29.1-7).
Pela fabricação de vestuário Gs 7.21).

0
BAJULAÇÃO 1

Co m o os judeus são tratados na Babilônia BARBA


(2Rs 25.27-30; D n 1.3-7).
O s judeus não se m os tra va m sem barba
Sofrimento dos judeus na Babilônia (SI
(2Sm 10.5).
137.1-6).
At é os sacerdotes tin ha m barba (Sl 133.2).
D es tr ui çã o pe lo s m ed o- pe rs as (D n
Pegar na barba era sinal de respeito (2Sm
5.30-31). 20.9).
Restauração dos judeus (2Cr 36.23; Ez 1; Raspá-la er a um a gr an de ofensa (2Sm
2.1-67). 10.4, 6-7).
O evangelho é pregado na Babilônia (1Pe Puxá-la era sinal de zo m ba ria (Is 50.6).
5.13). Salivar nela er a sinal de lo uc ur a (1Sm
U m tip o de anticristo (Ap 16.19; 17.5). 21.13).
PREVISÕES A SEU RESPEITO NAS AFLIÇÕES
Suas co nq ui st as 0-r 21.3-10; 27.2-6; Er a negligenciada e não-aparada (2Sm
49.28-33; Ez 21.19-32; 29.18-20). 19.24).
Cativeiro dos judeus Gr 20.4-6; 22.20- Er a cortada Gr 48.37).
26; 25.9-11; M q 4.10). ~r a raspada Gr 41.5).
Re st au ra çã o do s ju de us (Is 14.1-4; As vezes er a arrancada (Ed 9.3).
44.28; 48.20; Jr 29.10; 50.4, 8, 19). Em sinal de lu to , os cantos não deviam
Sua destruição (Is 13; Is 14.4-22; 21.1- ser aparados (Lv 19.27; 21.5).
10; 47; Jr 25.12; 50; 51). Sujeita à lepra (Lv 13.29-30).
Sua desolação eterna (Is 13.19-22; 14.22- O leproso cu ra do devia barbear-se (Lv
23; Jr 50.13, 39; Jr 51.37). 14.9).
Pregação do evangelho (SI 87.4). Barbear-se, ilustra julgamentos rigorosos
(Is 7.20; 15.2; Ez 5.1).
BACIA DE BRONZE
Moisés recebeu or de m de fabricá-la (Êx BAJULAÇÃO
30.18). Im pr óp ria aos santos Gó 32.21-22).
Bezal~el recebeu sabedoria pa ra fabricá- O s m in ist ro s nã o devem usá-la (1 Ts 2.5).
la (Ex 31.2, 9). OS ÍMPIOS USAM
Feita de espelhos de br on ze das mulheres Co m os ou tro s (SI 5.9; 12.2).
(Êx 38.8) Co m eles mesmos (Sl 36.2).
Fo i colocada en tre o altar e o tabernácu- OS HIPÓCRITAS USAM
lo (Êx 30.18; 40.7, 30). Co m Deus (Sl 78.36).
Fo i ungida co m óleo santo (Êx 40.11; Lv Co m as autoridades (Dn 11.34).
8.11). Falsos pr of et as e m es tre s usam-na (Ez
OS SACERDOTES SE LAVAVAM NELA 12.24, co m Rm 16.18).
Antes da consagração (Êx 40.12). Sabedoria, uma proteção contra ela (Pv 4.5).
A nt es de en tra r no ta be rn ác ul o (Êx Vantagens materiais são conseguidas co m
30.19-20). ela (D n 11.21-22).
A nt es de se ap ro xi m ar do al ta r (Êx Ra ra m en te re su lta m em re sp ei to (Pv
30.20). 28.23).
Salomão fa br ic ou um a pa ra o te m pl o O s bajuladores devem ser evitados (Pv
(1Rs 7.23-26; 2Rs 35.13). 20.19).
Ch am ad a de ta nq ue de br on ze (2Rs Seus perigos (Pv 7.21-23; 29.5).
25.13; Jr 52.17). Seu castigo Gó 17.5; Sl 12.3).
ILUSTRA EXEMPLOS
Cr ist o, a fo nt e que lava os pecados (Zc A mulher de Tecoa, 2Sm 14.17,20.Absalão,
13.1; A p 1.5). 2Sm 15.2-6. Os falsos profetas, 1Rs 22.13.
Regeneração (Tt 3.5, co m Ef 5.26). A corte do rei Dario, D n 6.7. Os fariseus,
etc., M t 12.14. Os tiros, etc., A t 12.22.

0
BATISMO

BATISMO BEBEDEIRA
Administrado por João (Mt 3.5-12; Jo Proibida (Ef 5.18).
3.23; At 13.24; 19.4). Advertência
, contra (Lc 21.34).
Confirmado pela submissão de Cristo E, obra da carne (Gl 5.21).
(Mt 3.13-15; Lc 3.21). E humilhante (Is 28.8).
Praticado por Cristo Go 3.22; 4.1-2). Altera os sentidos (Is 5.11).
Uma ordenança das igrejas cristãs (Mt Sobrecarrega o coração (Lc 21.34).
28.19-20; Me 16.15-16). Tira o entendimento (Os 4.11).
Deve ser em nome do Pai, do Filho e do RESULTA EM
, Espírito Santo (Mt 28.19). Pobreza (Pv 21.17; 23.21).
Agua, sinal exterior e visível (At 8.36; Contenda (Pv 23.29-30).
10.47). Lamento e tristeza (Pv 23.29-30).
Regeneração, graça interior e espiritual Erro (Is 28.7).
Go 3.3, 5-6; Rm 6.3-4, 11). Desprezo pelo trabalho de Deus (Is 5.12).
Expressa a remissão dos pecados (At 2.38; Zombaria (Os 7.5).
22.16). . Orgia e depravação (Rm 13.13).
Produz unidade na igreja (1Co 12.13; Gl Os Ímpios são adeptos dela (Dn 5.1-4).
, 3.27-28). Os falsos mestres são adeptos dela (Is
~ necessário confissão de pecado (Mt 3.6). 56.12).
E necessário arrependimento (At 2.38). A insensatez de se deixar dominar por
É necessário fé (At 8.37; 18.8). ela (Pv 20.1).
Só há um (Ef 4.5). Evitemos os viciados em bebida (Pv 23.20;
ADMINISTRADO 1Co 5.11).
A indivíduos (At 8.38; 9.18). DENÚNCIA CONTRA
Aos pertencentes à casa (At 16.15; 1Co Os viciados em bebidas (Is 5.11-12; 28.1-
1.16). 3).
Emblemático dos atos do Espírito Santo Aqueles que encorajam a esse vício (Hb
(Mt 3.11; Tt 3.5). 2.15).
Tipificado (1Co 10.2; lPe 3.20-21). Exclui do céu (1Co 6.10; Gl 5.21).
Seu castigo (Dt 21.20-21;]11.5-6; Am 6.6-
BATISMO COM O ESPÍRITO 7; Mt 24.49-51).
SANTO EXEMPLOS
~redito (Ez 36.25). Noé, Gn 9.21. Nabal, 1Sm 25.36. Urias,
~ por meio de Cristo (Tt 3.6). 2Sm 11.13. Elã, lRs 16.9-10. Benadade,
E administrado por Cristo (Mt 3.11; 1Rs 20.16. Belsazar, Dn 5.4. Os corín-
, Jo 1.33). tios, lCo 11.21.
E prometido aos santos (At 1.5; 2.38-39;
11.16). BEM-AVENTURADOS
Todos os santos participam dele (1Co Quem Deus escolhe (Sl 65.4; Ef 1.3, 4).
12.13). Quem Deus chama (Is 51.2; Ap 19.9).
Sua necessidade Go 3.5; At 19.2-6). Quem conhece a Jesus Cristo (Mt 16.16-
Renova e purifica a alma (Tt 3.5; lPe 17).
3.20-21). Quem conhece o evangelho (Sl 89.15).
A Palavra de Deus é seu instrumento (At Quem não se escandaliza com Cristo (Mt
10.44; Ef 5.26). 11.6).
Tipificado (At 2.1-4). Quem crê (Lc 1.45; Gl 3.9).
Aqueles cujos pecados são perdoados (Sl
32.1-2; Rm 4.7).

54
BE NJA MI M 1
A qu em De us atr ib ui justiça gratuita- Os que ch or am (Mt 5.4; Lc 6.21).
me nte (Rm 4.6-9). Os santos no Di a do Ju ízo (}.1t 25.34).
A quem Deus disciplina Gó 5.17; Sl 94.12). Os que comerão pã o no reino de Deus
Aqueles que sofrem po r am or a Cr ist o (Lc 14.15; Ap 19.9).
(Lc 6.22).
Os que têm o Se nh or co mo De us (Sl BENJAMIM, TRIBO DE
144.15). Descendente do décimo segundo filho de
Os que confiam em Deus (Sl 2.12; 34.8; Jacó (Gn 35.18).
40.4; 84.12; Jr 17.7). Previsões a seu respeito (G n 49.27; Dt
Os que tem em a De us (Sl 112.1; 128.1, 33.12).
4). PESSOAS ESCOLHIDAS PARA
Os que ou ve m e guardam a palavra de En um er ar o po vo (N m 1.11).
Deus (Sl 119.2; Tg 1.25; M t 13.16; Lc Espiar a ter ra (N m 13.9).
11.28; Ap 1.3; 22.7). Di vid ir a ter ra (N m 34.21).
Aqueles que se alegram nos mandamen- Nú me ro de pessoas a deixar o Egito (N m
tos de Deus (Sl 112.1). 1.36-37).
Aqueles que guardam os mandamentos Fo rm av a a retaguarda da terceira divisão
de Deus (Ap 22.14). de Israel em sua jor na da (N m 10.22,
Os que esperam no Se nh or (Is 30.18). 24).
Aqueles cuja força é o Se nh or (Sl 84.5). Acampava no lado ocidental do tabernácu-
Os que têm fome e sede de justiça (Mt 5.6). lo sob a bandeira de Efraim (N m 2.18,
Os que fre qü en tam a casa de Deus (Sl 22).
65.4; 84.4). Sua oferta na dedicação (N m 7.60-65).
Os que se afastam dos Ímpios (Sl 1.1). Suas famílias (N m 26.38-40).
Os que resistem à tentação (T g 1.12). Nú me ro de pessoas a en tra r em Ca na ã
Aqueles que vigiam contra o pecado (Ap (N m 26.41).
16.15). Em Gerazim, disse amém às bênçãos (Dt
Os que re pr ee nd em os pecadores (Pv 27.12).
24.25). Cidades e limites de sua herança Gs 18.11-
Os que aguardam o Se nh or (Lc 12.37). 28).
Os que mo rre m no Se nh or (Ap 14.13). Respeitados co mo arqueiros e hábeis com
Os que pa rti cip am da pr im eir a ressur- a funda (lC r 12.2).
reição (Ap 20.6). Aj ud ara m na lut a co ntr a Sísera Gz 5.14).
Os que favorecem os santos (G n 12.3; Op rim ido s pelos amonitas Gz 10.9).
Rt 2.10). Qu as e an iqu ila da po r pr ot eg er os ho-
Os irrepreensíveis (Sl 119.1). mens de Gi be á Gz 20.12-48).
Os pu ro s de coração (Mt 5.8). Pa ra sua preservação, remanescentes re-
Os justos (Sl 106.3; Pv 10.6). ceberam esposas Gz 21.1-23).
Os filhos dos justos (Pv 20.7). Fo rn ec eu o pr im eir o rei a Israel (1Sm 9.1-
Os Íntegros (Sl 5.12). 2, 15-17; 10.20-21; 2Sm 2.8-10).
A geração dos Íntegros (Sl 112.2). Po r um tem po aliou-se à casa de Saul
Os fiéis (Pv 28.20). co ntr a Davi (2Sm 2.9, 15, 25, 31).
Os pobres de espírito (Mt 5.3). Alguns ajudaram Davi (1Cr 12.1-7, 16).
Os mansos (Mt 5.5). Revoltou-se co ntr a a casa de Saul (2Sm
Os misericordiosos (Mt 5.7). 3.19).
Os generosos (Dt 15.10; Sl 41.1; Pv 22.9; Alguns benjamitas foram á coroação de
Lc 14.13-14). Davi (1Cr 12.29).
Os pacificadores (Mt 5.9). Mil deles estavam co m Simei em seu en-
co nt ro co m Da vi, que vo lta va pa ra
Jerusalém (2Sm 19.16-17).

0
1 BEZERROS

Muito numerosa nos tempos de Davi Modelado com um buril (Êx 32.4). A
(1Cr 7.6-12). Altar levantado perante o bezerro (Ex
Capitães foram indicados para a tribo 32,5), A
(1Rs 4.18; 1Cr 27.12). Sacrifícios oferecidos a ele (Ex 32.6; At
Permaneceu fiel a Judá (1Rs 12.21). 7.4D. A

Forneceu um exército a J eosafá (2Cr Adorado com festa profana (Ex 32.6, 18-
17.17). 19, 25; 1Co 10.7).
Muitos de seus membros voltaram do FABRICÁ-LO
cativeiro e habitaram em Jerusalém (Ed Grande pecado (Êx 32.21, 30-31).
1.5; Ne 11.4). Afastamento de Deus (Sl 106.21).
PESSOAS IMPORTANTES DA TRIBO Desobediência contra mandamento
Eúde, Jz 3.15. Quis, 1Sm 9.1. Saul, 1Sm divino (Êx 32.8; Dt 9.12, 16).
9.1; 10.1. Abner, 1Sm 14.51; 17.55. Levantou a ira contra Arão (:Pt 9.20).
Elanã, 2Sm 21.19. Paulo, Fp 3.5. Levantou a ira contra Israel (Ex 32.10;
Dt 9.14, 19).
BEZERROS Levou Moisés a q"\;:lebrar as tábuas dos
Filhotes do rebanho Oó 21.l0;Jr 31.12). mandamentos (Ex 32.19; D} 9.17).
Brincalhões (Sl 29.6). Resultou em castigo a Israel (Ex 32.26-
ALIMENTAÇÃO 29, 35).
Leite (1Sm 6.10). Mojsés intercedeu por seus adoradores
Ramos de árvores, etc. (Is 27.10). (Ex 32.11-14, 30-34; :pt 9.18-20).
Engordados nos currais, etc. (1Sm 28.24; Destruído por Moisés (Ex 32.20; Dt 9.21).
Am 6.4). O castigo dos adoradores foi advertên-
Oferecidos em sacrifícios (Lv 9.2-3; Hb cia ao povo (1Co 10.5-7).
9.12, 19). BEZERROS DE JEROBOÃO
Os de um ano eram melhores para sacrifí-
Feitos de ouro (1Rs 12.28).
cios (Mq 6.6).
Feitos para impedir a ida dos israelitas a
Os primogênitos não eram redimidos
Jerusalém (1Rs 12.26-27).
(Nm 18.17).
CHAMADOS
Comidos na era patriarcal (Gn 18.7-8).
Bezerros de ouro (2Rs 10.29; 2Cr 13.8).
Os engordados eram considerados iguarias
Bezerros de Bete-Aven (Os 10.5).
(1Sm 28.24-25; Am 6.4; Lc 15.23, 27).
Bezerros de Samaria (Os 8.5).
ILUSTRAM
Colocados em Dã e Betel (1Rs 12.29).
Santos nutridos pela graça (Ml 4.2). Provavelmente copiados de um modelo
Sacrifícios de louvor (Os 14.2; Hb 13.5). egípicio (1Rs 11.40).
Paciência (Ez 1.7; Ap 4.7). Planejados para representarem Deus (1Rs
BEZERRO DE OURO 12.28).
Sacerdotes nomeados para os mesmos
Feito porque AMoisés demorou a descer (1Rs 12.31; 2Cr 11.15).
do monte (Ex 32.1). Sacrifícios oferecidos (1Rs 12.32; 13.1).
FABRICADO
Festas estabelecidas (1Rs 12.32-33).
Com os ornamentos das mulheres, etc. Eram beijados em sinal de adoração (Os
(Êx 32.2-3). 13.2).
Para representar Deus (Êx 32.4-5, com SUA ADORAÇÃO
Sl 106.20). Condenada pelos profetas (1Rs 13.1-3).
De acordo com um modelo egípcio (At Adotada pelos reis sucessores (1Rs
7.39, 41). 15.34; 16.26; 2Rs 10.29, 31; 14.24).
Para ir adiante da congregação (Êx 32.1). Tornou-se o pecado de Israel (1Rs
Fundido no fogo (Êx 32.4; Sl 106.19). 12.30; 2Rs 10.31; 2Cr 13.8) .

.----
BO DE 1
O po vo de Deus recusou-se a adorá-los Os jud eus po ssu íam mu ito s reb an ho s
(1Rs 19.18; 2C r 11.16). (Gn 32.14; 1Sm 25.2).
A culpa de sua fabricação (1Rs 14.9-10). Er am lucrativos a seus donos (Pv 27.26).
A culpa de sua adoração (1Rs 14.15-16; Seu leite po dia ser bebido (Pv 27.27).
2Rs 17.22-23). OS FILHOTES
PREVISÕES A RESPEITO Ch am ado s cabritos (Gn 37.31).
Cativeiro (Os 10.6). Er am mantidos em pequenos rebanhos
Destruição (Os 8.6; 10.8). (1Rs 20.27).
Castigo aos adoradores (Os 8.13-14). Er am alimentados pe rto da ten da do
pa sto r (Ct 1.8).
BLASFÊMIA Nãçi podiam ser cozidos no leite da mãe
Cr ist o foi atacado co m blasfêmias (Mt (Ex 23.19).
10.25; Lc 22.64-65; 1Pe 4.14). Oferecidos em sacrifício (Lv 4.23; 5.6).
Cr ist o foi acusado de blasfêmia (Mt 9 .2- Of ere cid os na Páscoa (Ex 12.5; 2C r
3; 26.64-65; J o 10.33, 36). 35.7).
Os santos foram acusados de blasfêmia Considerados um a iguaria (Gn 27.9; Jz
(At 6.11, 13). 6.19).
Procede d<_? coração (Mt 15.19). Oferecidos com o presentes (Gn 38.17;
Pro ibi da (Ex 20.7; CI 3.8). Jz 15.1).
Os Ímpios são inclinados a blasfemar (SI SEU PÊLO
74.18; Is 52.5; 2T m 3.2; Ap 16.11, 21). Oferecido par a o tabernáculo (Êx 25.4;
A ido lat ria é considerada blasfêmia (Is 35.23).
65.7; Ez 20.27-28). Us~do par a as cortinas do tabernáculo
A hipocrisia é considerada blasfêmia (Ap (Ex 35.26; 36.14-18).
2.9). Usado para fazer travesseiros (1Sm 19.
Os santos sofrem ao ou vir blasfêmias (SI 13).
44.15-16; 74.10, 18, 22). Sua pele era mu ito usada par a vestimen-
Nã o devemos dar op ort un ida de à blas- tas (H b 11.37).
fêmia (2Sm 12.14; 1T m 6.1). Basã era famosa po r seus rebanhos (Dt
Co ntr a o Espírito Santo, é imperdoável 32.14).
(Mt 12.31-32). Os árabes comercializavam esses animais
Está ligada à tol ice e ao org ulh o (2Rs (Ez 27.21).
19.22; SI 74.18). Os rebanhos era m sempre liderados po r
Seu castigo (Lv 24.16; Is 65.7; Ez 20.27- um ma cho Gr 50.8).
33; 35.11-12). Os selvagens ha bit av am nas colinas e
EXEMPLOS
rochas (1Sm 24.2; Jó 39.1; SI 104.18).
ILUSTRAM
Tribo de Dã, Lv 24.11. Senaqueribe, 2Rs
19.4, 10, 22. Os judeus, Lc 22.65. Hime- O im pér io da Macedônia (Dn 8.5, 21).
Os Ímpios (Zc 10.3; Mt 25.32-33).
neu, 1T m 1.20.
(Rebanhos) a igreja (Ct 4.1).
BODES E CABRAS
BODE EXPIATÓRIO
Limpos e pró pri os par a alimentação (Dt
Pa rte da oferta pelo pecado, no Di a da
14.4-5).
Expiação (Lv 16.5-7).
Of ere cid os em sacrifício (G n 15.9; Lv
Escolhido po r sor te (Lv 16.8).
16.5, 7).
O sumo sacerdote transferia os pecados de
Os machos, melhores pa ra sacrifícios (Lv
Israel ao mesmo, impondo-lhe as mãos
22.19; SI 50.9).
sob a cabeça ao confessar (Lv 16.21).
Os pri mo gê nit os nã o era m red im ido s
Enviado ao deserto pelas mãos de um a
(N m 18.17).
pessoa lim pa (Lv 16.21-22).

0
1 BOI

TRANSMITIA IMPUREZA Geralmente cevado para o corte (Pv 15.


Ao sumo sacerdote (Lv 16.24). 17).
Ao homem que o levava para fora (Lv Vai para o matado uro inadver tido (Pv
16.26). 7.22).
Tipo de Cristo (Is 53.6, 11-12). Filhote , conside rado uma iguaria (Gn
18.7; Am 6.4).
BOI Os primog ênitos machos pertenc iam a
Geralm ente violento (Dt 14.5). Deus (Êx 34.19).
INCLUI Dízimo dos bois, dados aos sacerdotes
Touro (Gn 32.15; Jó 21.10). (2Cr 31.6).
Novilh o (Sl 50.9; Jr 46.21). LEIS A RESPEITO
Vaca (Nm 18.17; Jó 21.10). Descan so no sábado (Êx 23.12; Dt
Novilh a (Gn 15.9; Nm 19.2). 5.14).
Era limpo e próprio para alimentação Não podia ficar na mesma canga de um
(Dt 14.4). jument o (Dt 22.10).
DESCRITO COMO Não podia ser amorda çado quando
Forte (Sl 144.14; Pv 14.4). trilha o grão (Dt 25.4; 1Co 9.9).
Bonito CTr 46.20; Os 10.11). Se roubado , deveria ser restituído em
Perspicaz (Is 1.3). dobro (Êx 22.4). A
Chifres e cascos, aludidos (Sl 69.31). Alheio, não devia ser cobiçado (Ex 20.
Seu mugido, aludido (1Sm 15.14; Jó 6.5). 17; Dt 5.21).
ERA ALIMENTADO Alheio, se perdido ou ferido por negligên-
Com capim CTó 40.15; Sl 106.20; Dn 4.25). cia, devia ser restituído (Ex 22. 9-13).
Com forragem (Is 30.24). Se matasse um homem , deveria ser ape-
Com palha (Is 11.7). drejado (Êx 21.28-32).
Nos montes (Is 7.25). Modo deApagar um boi morto pelo
Nos vales (1Cr 27.29; Is 65.10). outro (Ex 21.35-36).
Nos currais (Hc 3.17). O desgarrado deveria ser devolvido ao
Maneir a rápida de engolir o aliment o, dono (Ex 23.4; Dt 22.1-2).
aludida (Nm 22.4). Se caísse sob carga, deveria ser levanta-
Fazia parte da riqueza dos patriarcas (Gn do (Dt 22.4).
13.2, 5; 26.14;J ó 1.3). Sua gordura não deveria ser comida (Lv
Fazia parte dAa riqueza de Israel no Egito 7.23).
(Gn 50.8; Ex 10.9; 12.32). Sua multiplicação, promet ida (Dt 7.13;
Fazia parte da riqueza dos judeus (Nm 28.4).
32.4; Sl 144.14). Vendid o publica mente (2Sm 24.24; Lc
Exigia muito cuidado e atenção (Pv 14.19).
27.23). Geralm ente dado como present e (Gn
Boiadeiros indicados para cuidar do gado 12.16; 20.14).
(Gn 13.7; 1Sm 21.7). Os Ímpios quase sempre recebiam-no dos
Espicaçado com o aguilhão CTz 3.31). pobres como penhor CTó 24.3).
USADO PARA Costum e de enviar seus pedaços, para
Puxar carroças, etc. (Nm 7.3; 1Sm 6.7). convocar o povo à guerra (1Sm 11.7).
Carrega r fardos (1 Cr 12.40). Mar de bronze, repousava sobre figuras
Arar (1Rs 19.19; Jó 1.14; Am 6.12). de boi (1Rs 7.25).
Desterr oar o chão (Is 30.24; 32.20). ILUSTRA
Trilhar o grão (Os 10.11). (Ocupa do na lavoura) os ministr os (Is
Sacrifício (Ex 20.24; 2Sm 24.22). 30.24; 32.20).
Alimentação (1Rs 1.9; 19.21; 2Cr 18.2).

0
BR O NZ E 1
(Não amordaçado ao tr il ha r o grão) o N a pr át ic a do be m (SI 119.68; 145.9).
direito de sustento dos ministros (1 C o N o su pr im en to das necessidades terre-
9.9-10). nas (At 14.17).
(Preparado pa ra u m banquete) a pr o- E m pr ov id en ci ar p ar a os po br es (SI
visão do evangelho (Pv 9.2; M t 22.4). 68.10).
(Levado ao m at ad ou ro ) ju ve nt ud e des- E m p er d o ar pe ca do s (2 C r 30.18; SI
regrada (Pv 7.22). 86.5).
(Levado ao m at ad ou ro ) os santos per- Leva ao ar re pe nd im en to (Rm 2.4).
seguidos ar 11.19).
(Cevado) vida su nt uo sa (Pv 15.17).
Reconhecida, em suas atitudes (Ed 8.18;
N e 2.18).
TOURO OU NOVILHO, ILUSTRA
O ra r p o r sua manifestação (2Ts 1.11).
Inimigos ferozes (SI 22.12; 68.30). N ão deve ser desprezada (Rm 2.4).
(P ri m og ên it o) a g ló ri a de Jo sé (D t
33.17).
D ev e ser reverenciada ar 33.9; O s 3.5).
Deve ser exaltada (SI 107.8; Jr 33.11).
(Em um a rede) impaciência so b ju íz o Devemos incentivar ou tr os a confiar nela
(Is 51.20). (SI 34.8).
(Engordado) mercenários cobiçosos
46.21).
ar O s Ímpios a desprezam (Ne 9.35).
(D es ac os tu m ad o ao jugo) pe ca do re s BRONZE OU COBRE
intratáveis ar 31.18). R et ir ad o das m on ta nh as (Dt 8.9).
VACA, ILUSTRA
Governantes orgulhosos e ricos (Am 4.1).
Purificado p o r fundição
CARACTERIZADO PELA
aó 28.2).
(Gorda) anos de fartura (Gn 41.2, 26, 29).
(Magra) anos de escassez (Gn 41.3, 27, 30).
F or ça aó 40.18).
D ur ez a (Lv 26.19).
NOVILHA, ILUSTRA
C o r amarelada (Ed 8.27 (margem)).
U m a esposa amada az 14.18).
(A desviar-se) desvio de Israel (Os 4.16).
Fusibilidade (Ez 22.18, 20).
Sonoridade (1Co 13.1).
(Domada, etc.) a preferência de Israel Fica m ui to brilhante (2Cr 4.16 (margem);
pela tr an qü il id ad e e nã o pe la obe- Ez 1.7).
diência (Os 10.11). E m valor, in fe ri or ao o u ro e à pr at a (Is
(De tr ês anos) M oa be em aflição (Is 60.17; D n 2.32, 39).
15.5; Jr 48.34). Usado desde a antiguidade (Gn 4.22).
(Bonita) a beleza e riqueza do E gi to
46.20).
ar Muito comercializado (Ez27.13; Ap 18.12).
Profissão (Gn 4.22; lR s 7.14; 2 C r 24.12;
(N o pasto) exuberância dos caldeus
50.11).
ar 2 T m 4.14).
Canaã er a ab un da nt e nele (D t 8.9, co m
D t 33.25 (margem)).
B O N D A D E DE D E U S
LEVADO À GUERRA
É pa rt e de seu caráter (SI 25.8; N a 1.7;
M t 19.17).
G er al m en te em grande quantidade
22.8; 2Sm 8.8; 2Rs 25.13-16).
as
DECLARADA
Purificado n o fogo (N m 31.21-23).
G ra nd e (Ne 9.35; Zc 9.17).
Rica (SI 104.24; R m 2.4).
Geralmente consagrado a Deus 6.19,
24; 2Sm 8.10-11).
as
A bu nd an te (Êx 34.6; SI 33.5). Oferecido pa ra o tabernáculo (Êx 38.29).
Satisfatória (SI 65.4; Jr 31.12, 14). Arrecadado p o r Davi, pa ra o templo (1 C r
D ur ad ou ra (SI 23.6; 52.1). 22.3, 14, 16; 29.2).
Universal (Sl 145.9; M t 5.45). Oferecido pa ra o te m pl o (l C r 29.6-7).
MANIFESTADA
C un ha do em m oe da {Mt 10.9; Me 12.41
À sua igreja (SI 31.19; L m 3.25). (margem)).
BUSCAR

USADO EM DEVE SER


Algemas Gz 16.21; 2Rs 25.7). Imediatamente (Os 10.12).
Altares (Êx 27.2; 39.39). Sempre (Sl 105.4).
Bacia (Êx 30.18; 1Rs 7.38). Enquan to ele pode ser achado (Is 55.6).
Barra de portões (1Rs 4.13). Com diligência (Hb 11.6).
Bases de colunas (Êx 38.10-11, 17). De coração (Dt 4.29; lCr 22.19).
Caneleiras (lSm 17.6). Na angústia (Sl 77.2).
Capacetes (lSm 17.5). GARANTIA DE
Escudos (lfs 14.27; 2Cr 12.10). Que ele será encontr ado (Dt 4.29; 1Cr
~spelhos (Ex 38.8 (margem)). 28.9; Pv 8.17; Jr 29.13).
Idolos (Dn 5.4; Ap 9.20). Seu favor (Lm 3.25).
Instrum entos musicais (lCr 15.19). Sua proteçã o (Ed 8.22).
Pilares (lRs 7.15-16). Que ele não nos abando nará (Sl 9.10).
Portões (Sl 107.16; Is 45.2). Vida (Sl 69.32; Am 5.4, 6).
Vasos domésticoJ (Me 7.4). Prosper idade Gó 8.5-6; Sl 34.10).
Vasos sagrados (Ex 27.3; lRs 7.45). Que ele nos ouvirá (Sl 34.4).
Moisés fez uma serpente de bronze (Nm Entend er todas as coisas (Pv 28.5).
21.9; 2Rs 18.4). Frutos de retidão (Os 10.12).
ILUSTRA Imperat ivo a todos (Is 8.19).
Os pecadores obstina dos (Is 48.4; Jr Aflições, destinadas a levarmos a buscar
6.28). a Deus (Sl 78.33-34; Os 5.15).
Os decretos de Deus (Zc 6.1). Ningué m por natureza, é inclinado a bus-
A força e firmeza de Cristo (Dn 10.6; cá-lo (Sl 14.2, com Rm 3.11; Lc 12.23,
Ap 1.15). 30).
A força dada aos santos Gr 15.20; Mq 4.13). OS SANTOS
O império da Macedônia (Dn 2.39). Especia lmente exortad os a buscá-lo
Seca extrema (Dt 28.23). (Sf 2.3).
A terra tornada estéril (Lv 26.19). Desejam buscá-lo Gó 5.8).
Têm o propósi to, no coração (Sl 27.8).
BUSCAR A DEUS Prepara m seus corações para buscá-lo
Ordena do (Is 55.6; Mt 7.7). (2Cr 30.19).
INCLUI BUSCAR Fixam o coração para fazê-lo (2Cr 11.16
Seu nome (Sl 83.16). Engajam-se nisso de todo o coração
Sua palavra (Is 34.16). (2Cr 15.12; Sl 119.10).
Sua face (Sl 27.8; 105.4). Fazem-no logo cedo Gó 8.5; Sl 63.1; Is
Sua força (1Cr 16.11; Sl 105.4). 26.9).
Seus mandam entos (1Cr 28.8; Ml 2.7). Fazem-no com dedicação (Ct 3.2,4).
Seus preceitos (Sl 119.45, 94). São caracterizados por isso (Sl 24.6).
Seu reino (Mt 6.33; Lc 12.31). Nunca é em vão (Is 45.19).
Sua retidão (Mt 6.33). Suas bênçãos (S1119.2).
Cristo (Ml 3.1; Lc 2.15-16). Resulta em alegria (Sl 70.4; 105.3).
Honra que vem dele Go 5.44). Termin a em louvor (Sl 22.26).
Justificação por meio de Cristo (Gl Promessa relacionada (Sl 69.32).
2.16-17). Trará recompensa (Hb 11.6).
A cidade que Deus preparo u (Hb 11.1 O, OS ÍMPIOS
16; 13.14). Afastaram-se desse caminh o (Sl 14.2,3,
Pela oração Gó 8.5; Dn 9.3). com Rm 3.11-12).
Em sua casa (Dt 12.5; Sl 27.4). Não prepara m seus corações para isso
(2Cr 12.14).
BUSCAR

USADO EM DEVE SER


Algemas CTz 16.21; 2Rs 25.7). Imediat amente (Os 10.12).
Altares (Êx 27.2; 39.39). Sempre (Sl 105.4).
Bacia (Êx 30.18; 1Rs 7.38). Enquan to ele pode ser achado (Is 55.6).
Barra de portões (1Rs 4.13). Com diligência (Hb 11.6).
Bases de colunas (Êx 38.10-11, 17). De coração (Dt 4.29; 1Cr 22.19).
Caneleiras (1Sm 17.6). Na angústia (Sl 77.2).
Capacetes (1Sm 17.5). GARANTIA DE
Escudos (1!{.s 14.27; 2Cr 12.10). Que ele será encontr ado (Dt 4.29; 1Cr
~spelhos (Ex 38.8 (margem)). 28.9; Pv 8.17; Jr 29.13).
Idolos (Dn 5.4; Ap 9.20). Seu favor (Lm 3.25).
Instrum entos musicais (1Cr 15.19). Sua proteçã o (Ed 8.22).
Pilares (1Rs 7.15-16). Que ele não nos abando nará (Sl 9.10).
Portões (Sl 107.16; Is 45.2). Vida (Sl 69.32; Am 5.4, 6).
Vasos domésticoJ (Me 7.4). Prosper idade CTó 8.5-6; Sl 34.10).
Vasos sagrados (Ex 27.3; 1Rs 7.45). Que ele nos ouvirá (Sl 34.4).
Moisés fez uma serpent e de bronze (Nm Entend er todas as coisas (Pv 28.5).
21.9; 2Rs 18.4). Frutos de retidão (Os 10.12).
ILUSTRA Imperat ivo a todos (Is 8.19).
Os pecadores obstina dos (Is 48.4; Jr Aflições, destinadas a levarmos a buscar
6.28). a Deus (Sl 78.33-34; Os 5.15).
Os decretos de Deus (Zc 6.1). Ningué m por natureza, é inclinado a bus-
A força e firmeza de Cristo (Dn 10.6; cá-lo (Sl 14.2, com Rm 3.11; Lc 12.23,
Ap 1.15). 30).
Aforçadadaaossantos Gr 15.20;Mq 4.13). OS SANTOS
O império da Macedônia (Dn 2.39). Especia lmente exortad os a buscá-lo
Seca extrema (Dt 28.23). (Sf 2.3).
A terra tornada estéril (Lv 26.19). Desejam buscá-lo CTó 5.8).
Têm o propósi to, no coração (Sl 27.8).
BUSCAR A DEUS Prepara m seus corações para buscá-lo
Ordena do (Is 55.6; Mt 7.7). (2Cr 30.19).
INCLUI BUSCAR Fixam o coração para fazê-lo (2Cr 11.16
Seu nome (Sl 83.16). Engajam-se nisso de todo o coração
Sua palavra (Is 34.16). (2Cr 15.12; Sl 119.10).
Sua face (Sl 27.8; 105.4). Fazem- no logo cedo 0-ó 8.5; Sl 63.1; Is
Sua força (1Cr 16.11; Sl 105.4). 26.9).
Seus mandam entos (1Cr 28.8; Ml 2.7). Fazem-no com dedicação (Ct 3.2,4).
Seus preceitos (Sl 119.45, 94). São caracterizados por isso (Sl 24.6).
Seu reino (Mt 6.33; Lc 12.31). Nunca é em vão (Is 45.19).
Sua retidão (Mt 6.33). Suas bênçãos (Sl 119.2).
Cristo (Ml 3.1; Lc 2.15-16). Resulta em alegria (Sl 70.4; 105.3).
Honra que vem dele 0-o 5.44). Termin a em louvor (Sl 22.26).
Justific ação por meio de Cristo (Gl Promes sa relacionada (Sl 69.32).
2.16-17). Trará recompensa (Hb 11.6).
A cidade que Deus preparo u (Hb 11.10, OS ÍMPIOS
16; 13.14). Afastaram-se desse caminh o (Sl 14.2,3,
Pela oração 0-ó 8.5; Dn 9.3). com Rm 3.11-12).
Em sua casa (Dt 12.5; Sl 27.4). Não prepara m seus corações para isso
(2Cr 12.14).
BUSCA R 1

Recusam-se, por meio do orgulho (Sl 10.4). EXEMPLOS


Não são guiados a isso, pelas aflições Asa, 2Cr 14.7. Jeosafá, 2Cr 17.3-4.
, (Is9.13). Uzias, 2Cr 26.5. Ezequias, 2Cr 31.21.
As vezes fingem busca r a Deus (Ed 4.2; Josias, 2Cr 34.3. Esdras, Ed 7.10. Davi,
Is 58.2). Sl 34.4. Daniel, Dn 9.3-4.
Rejeitados, quan do se demo ram a fazê-
lo (Pv 1.28).
Quem negligencia, denu nciad o (Is 31.1).
Castigo de quem negligencia (Sf 1.4-6).
CABEÇA

CABEÇA ILUSTRA

Membro superior e principal do corpo DeU:s (lCo 11.3).


(Is 1.6; 2Rs 6.31). Cristo (lCo 11.3; Ef 1.22; Cl 2.19).
Necessita de todos os outros membros Governantes (1Sm 15.17; Dn 2.38).
(1Co 12.21). Líderes (Is 9.14-15).
O corpo é apoiado e suprido por ela Cidade principal de um reino (Is 7.8).
(Ef 4.16). (Coberta) defesa e proteção (Sl 140.7).
Representa a pessoa inteira (Gn 49.26; (Coberta) sujeição (lCo 11.5, 10).
Pv 10.6). (Calva) julgamentos severos (Is 3.24;
Representa a vida (Dn 1.10; 1Sm 28.2). 15.2; 22.12; Mq 1.16).
PARTES MENCIONADAS
(Erguida) alegria e confiança (Sl 3.3; Lc
Cabelo Gz 16.22; Sl 40.12). 21.28).
(Erguida) orgulho, etc. (Sl 83.2).
Couro cabeludo (Sl 68.21).
(Erguida) exaltação (Gn 40.13; Sl 27.6).
Crânio (2Rs 9.35; Mt 27.33).
(Ungida) alegria e prosperidade (Sl 23.5;
Face (Gn 48.12; 2Rs 9.30).
92.10).
Têmporas Gz 4.21-22; Ct 4.3).
Testa (1Sm 17.49; Ez 9.4). CABELOS
Topo (Gn 49.26; Is 3.17).
A cobertura natural da cabeça (Sl 68.21).
Normalmente ungida (Ec 9.8; Mt 6.17).
Incontável (Sl 40.12; 69.4).
INCLINADA
Seu crescimento Gz 16.22).
Em adoração a Deus (Gn24.26;Êx4.31). DEUS
Em sinal de respeito (Gn 43.28). Enumera-os (Mt 10.30).
EM TRISTEZA
Cuida deles (Dn 3.27; Lc 21.18).
Coberta (2Sm 15.30; Et 6.12). Negros, particularmente valorizados (Ct
Raspada Gó 1.20). 5.11).
Aspergida com pó Gs 7.6; Jó 2.12). BRANCOS OU GRISALHOS
Mãos impostas sobre ela (2Sm 13.19; Sinal de idade (1Sm 12.2; Sl 71.18).
Jr 2.37). Sinal de fraqueza e declínio (Os 7.9).
Sacerdotes proibidos de raspá-la, etc. (Lv Representa sabedoria (Dn 7.9, com Jó
21.5,10). 12.12).
Nazireus proibidos de raspá-las (Nm 6.5). Com retidão, uma coroa de glória (Pv
Balançá-las, etc., expressa zombaria (2Rs 16.31).
19.21; Sl 22.7; 109.25; Mt 27.39). Deve ser reverenciado (Lv 19.32).
Judeus censurados por jurarem sobre ela O homem não consegue nem mesmo
(Mt 5.36). mudar sua cor (Mt 5.36).
Cobertas de cabelos brancos, pela idade, DAS MULHERES
devem ser respeitadas (Lv 19.32). Usado como cobertura (lCo 11.15).
SUJEITA Trançado (lTm 2.9; lPe 3.3).
À lepra (Lv 13.42-44). Penteados e ornamentados (Is 3.24).
A infecções (Is 3.17). Negligenciados no sofrimento (Lc 7.38;
A doenças internas (2Rs 4.19; Is 1.5). Jo 12.3).
À calvície (Lv 13.40-41; Is 15.2). Dos homens, às vezes longos (2Sm 14.26).
Dos leprosos, sempre descoberta (Lv 13.45). Homens condenados por usá-los longos
Das mulheres, geralmente cobertas em (1Co 11.14).
público (Gn 24.65; 1Co 11.5). Ungidos com óleos caros (Ec 9.8).
Dos criminosos, geralmente decepada DOS NAZIREUS
(Mt 14.10). Não deviam ser cortados nem rapados
Dos inimigos mortos na guerra, geral- durante os votos (Nm 6.5; Jz 16.17,
mente decepada Gz 5.26; 1Sm 17.51, 57). 19-20).

0
CAME LOS\

Rapados após os votos (Nm 6.18) FEITAS DE


Os dos lepro sos curad os dever iam ser Ferro (Dt 3.11).
rapados (Lv 14.9). Marf im (Am 6.4).
Sua cor, alterada pela lepra (Lv 13.3,10). Ouro e prata (Et 1.6).
Corta dos no sofrim ento Gr 7.29). Made ira (Ct 3.7-9 (margem)).
Arrancados no sofrimento extremo (Ed 9.3). Acompanhadas de travesseiros (lSm 19 .13;
Arran cá-lo s, uma vergo nha (Ne 13.25; 26.7).
Is 50.6). Cobe rtas com tapeçaria e linho (Pv 7.16).
JULGAMENTOS EXPRESSOS Norm alme nte eram perfumadas (Pv 7.17;
Por calvície (Is 3.24; J r 47.5). Ez 23.41).
Por rapá-los (Is 7.20). A dos pob,res eram cober tas com seus
mant os (Ex 22.26-27; Dt 24.12-13).
CACHORROS USADAS PARA
Desprezados pelos judeus (2Sm 3.8). Dorm ir Gó 33.15; Lc 11.7).
DESCRITOS COMO Reclinar-se durante o dia (2Sm 4.5; 11.2).
Impacientes quando atacados (Pv 26.17). Reclinar-se duran te as refeições (lSm
Imun dos (Lc 16.21; 2Pe 2.22). 28.23-25; Am 6.4-6; Lc 7.36-38; Jo
~
1
Carn ívoro s (lRs 14.11; 2Rs 9.35-36). 13.23).
[
Apre ciam sangue (lRs 21.19; 22.38). Não eram usadas em mom entos de aflição
Perigosos e destr uidor es (Sl 22.16). (2Sm 12.16; 13.31).
Infes tam a cidade à noite (Sl 59.14-15). Às vezes, pessoas magoadas iam se deita r
Nadasanto deve ser-lhes dado (Mt 7.6; 15.26). (lRs 21.4; Os 7.14).
Coisas destroça1as por animais selvagens, Na cama, os santos medi tam e glorificam
dadas a eles (Ex 22.31). a Deus (Sl 4.4; 149.5; Ct 3.1).
Sacrificá-los, uma abom inaçã o (Is 66.3). Na cama, os Ímpios plane jam o mal (Sl
Seu preço, não podia ser consagrado (Dt 36.4; Mq 2.1).
23.18). O preguiçoso gosta muito dela (Pv 26.14).
QUANDO DOMESTICADOS A do pobre era vend ida para pagar dívi-
1 Usados para guardar as ovelhas Gó 30.1). das (Pv 22.27).
Alim entad os com migalhas, etc. (Mt Sujeita ao cerimonial de impureza (Lv 15.4).
15.27). Sua purificação (Me 7.4 (margem)).
Sua maneira de beber água, aludida Gz 7.5). ILUSTRA
1 ILUSTRAM
f,. A mort e (Is 57.2).
Os gentios (Mt 15.22, 26). (Feita em trevas) extre ma penú ria Gó
Os minis tros cobiçosos (Is 56.11). 17.13).
ri Os tolos (Pv 26.11). (Feita em doença) apoio e conso lo di-
Os apóstatas (2Pe 2.22). vino (Sl 41.3).
Os pecadores obsti nado s (Mt 7.6; Ap
(Feita no alto) segurança carnal (Is 57.7).
22.15).
(Muito curta) plano s que não oferecem
Os falsos mestres (Fp 3.2).
descanso nem paz (Is 28.20).
(Mudos) minis tros infiéis (Is 56.10).
(Mortos) o ignóbil (1Sm 24.14; 2Sm 9.8). CAMELOS
CAMAS Impu ros (Lv 11.4; Dt 14.7).
Enco ntrad os nos desertos (Ez 25.5).
Sua antiguidade (Gn 47.31; Êx 8.3).
CARACTERÍSTICAS
Sofás e divãs usados como camas Gó 7.13;
Corc ovas nas costas (Is 30.6).
Sl 6.6).
Macas pequenas e colchões usados como Dóceis (Gn 24.11).
camas (lSm 19.15). O drom edári o é uma notáv el por sua
Consideradas necessárias (2Rs 4.10). rapidez Gr 2.23).
CANANEU S

Numero sos no oriente (1Cr 5.21; Is 60.6). Bondosos com os patriarcas (Gn 14.13;
Parte da riqueza dos patriarcas (Gn 12.16; 23.6).
30.43; Jó 1.3). ORDENS A ISRAEL
Os reis os possuía m em grande quan- Não se unir a eles (Dt 7.2; Jz 2.2).
tidade (1Cr 27.30). Não se casar com eles (Dt r3;Js 23.12).
UTILIZADOS PARA Não adorar seus deuses (Ex 23.24; Dt
Montar ia (Gn 24.61). 7.25).
Puxar carruagens (Is 21.7). Não seguir seus costumes (Lv 18.26-27).
Levar cargas (Gn 37.25; 1Rs 10.2; 2Rs Destruí-los sem misericórdia (Dt 7.2, 24).
8.9). Destruir todos os vestígios de sua idola-
Transpo rtar correios e mensageiros (Et tria (Êx 23.24; Dt 7.5, 25).
8.10). Não temê-los (Dt 7.17-18; 31.7).
Guerrea r CTz 7.12; 1Sm 30.17). Aterror izados com a aproximação de Is-
Os ricos enfeitav am seus camelo s CTz rael (Êx 15.15-16, comJs 2.9-11 eJs 5.1).
8.21, 26). Parcialmente subjugados por Israel CTs 10
Alguns eram usado~ com sela (Gn 31.34). e 11, com Jz 1).
Sujeitos às pragas (Ex 9.3; Zc 14.15). PARTE DEIXADA PARA
Eram bem cuidados (Gn 24.31-32). Testar Israel CTz 2.21-22; 3.1-4).
Eram valorizados como despojos (1Cr Castigar Israel (Nm 33.55; Jz 2.3; 4.2).
5.20-21; 2Cr 14.15;Jó 1.17;Jr 49.29, 32). Enganaram Israel CTz 2.3, 19; Sl 106.36-38).
Seu pelo era usado para vestimentas co- Descendentes nos tempos de Jesus (Mt
muns (Mt 3.4). 15.22; Me 7.26).
Referidos por Cristo em ilustrações (Mt
19.24; 23.24). CANDELABRO
CANANEUS Parte dos objetos domésticos (2Rs 4.10).
UTILIDADE
Descendentes de Cam (Gn 10.6).
Sustentar velas e lâmpadas (Êx 25.31,
Raça amaldiçoada (Gn 9.25-26).
37; Zc 4.2; Mt 5.15).
Formad os por diferentes famílias (Gn
PARA O TABERNÁCULO
10.15-18).
Format o e afins (Êx 25.31-36; 37.17-2?).
Consistiam em sete nações distintas (Dt 7.1).
Sustentava sete lâmpadas de ouro (Ex
Limites de suas possAessões (Gn 10.19).
Sua terra era fértil (Ex 3.17; Nm 13.27). 25.37; 37.23). A
DESCRITOS COMO
Tinha apagadores, etc., de ouro (Ex
Notáveis e poderosos (Nm 13.28; Dt 7.1). 25.38; 37.23), A
Idólatras (Dt 29 .17). Pesava trinta e cinco quilos de ouro (Ex
Supersticiosos (Dt 18.9-11). 25.39), A
Profano s e Ímpios (Lv 18.27). Feito segund o modelo divino (Ex
Extrem amente numero sos (Dt 7.17). 25.40; Nm 8.4).
Possuía m muitas cidades fortific adas Chamado de a lâmpada de Deus (1Sm 3.3).
(Nm 13.28; Dt 1.28). Chamad o de candelabro de ouro puro
Expulso s devido à iniqüid ade (Dt 9.4; (Lv 24.4).
18.12). Coloca do no santuár io externo , em
ABRAÃO frente da mesa (Êx 40.24; Hb 9.2);._
Chama do para morar entre eles (Gn Ilumina do com azeite de oliveira (Ex
12.1-5). 27.20; Lv 24.2). A
Foi-lhe promet ida a terra dos cananeus Aceso e cuidado pelos sacerdotes (Ex
(Gn 13.14-17; 15.18; 17.8). 27.21; Lv 24.3-4).
Sua fé foi provada entre eles (Gn 12.6; Instruções para remoção (Nm 4.9-10).
13.7).
CAR ÁTE R 1

ILUSTRA CARÁTER DE CRISTO


Cri sto (Zc 4.2; Jo 8.12; Hb 9.2). Abnegado (Mt 8.20; 2C o 8.9).
A igreja (Ap 1.13, 20). Am oro so Qo 13.1; 15.13).
Os ministros (Mt 5.14-16). Benevolente (Mt 4.23-24; At 10.38).
Bo m (Mt 19.16).
CANDEIA
Compassivo (Is 40.11; Lc 19.41).
Seu objetivo (2Pe 1.19). Co mp leta me nte amável (Ct 5.16).
DESCRITA COMO Fiel (Is 11.5; 1Ts 5.24).
Acesa (Gn 15.17). Hu mil de (Lc 22.27; Fp 2.8).
Brilhando Qo 5.35). Hu mil de de coração (Mt 11.29).
Acesa com azeite (Mt 25.3, 8). Imaculado Qo 8.46; 2C o 5.21).
~ze ite, carregado em vasilhas (Mt 25.4). Inculpável (Is 53.9; lPe 2.22).
As vezes o óleo era sup rido por meio de Inocente (Mt 27.4).
um cano (Zc 4.2). Inofensivo (Hb 7.26).
Exigia pre par o constante (Mt 25.7). Jus to (Zc 9.9; Jo 5.30; At 22.14).
USADA PARA ILUMINAR
Lon gân imo (lT m 1.16).
O tabernáculo (Êx 25.37). Manso (Is 53.7; Zc 9.9; Mt 11.29).
Cô mo dos particulares (At 20.8). Misericordioso (Hb 2.17).
Carruagens de guerra, à noite (Na2.3-4). Obediente a Deus Pai (Sl40.8;Jo4.34; 15.10).
Co rtej o nupcial (Mt 25.1). Os santos são amoldados a ele (Rm 8.29).
Oc am inh ode que ms aía àno ite Qo 18.3). Paciente (Is 53.7; Mt 27.14).
Ge ralm ent e ficavam acesas à noi te (Pv Per doa dor (Lc 23.34).
31.18). Resignado (Lc 22.42).
Colocada em um pedestal par a ilum ina r
Resistente à tentação (Mt 4.1-10).
a casa tod a (Mt 5.15).
Ret o (Is 53.11; Hb 1.9).
As tendas dos chefes árabes eram ilumi-
Santo (Lc 1.35; At 4.27; Ap 3.7).
nadas por candeias, alusão Qó 29.3-4).
Sem ma nch a (lP e 1.19).
Provavelmente se ori gin ou de tochas Qz
Submisso aos pais (Lc 2.51).
7.16).
Verdadeiro Qo 1.14; 7.18; lJo 5.20).
ILUSTRA
A palavra de Deus (Sl 119 .105; Pv 6.23). Zeloso (Lc 2.49; Jo 2.17; 8.29).
A onisciência de Cri sto (Dn 10.6; Ap CARÁTER DOS ÍMPIOS
1.14).
As graças do Espírito Santo (Ap 4.5). Abomináveis (Ap 21.8).
A salvação de De us (Gn 15.17; Is 62.1). Alegram-se com a iniqüidade alheia (Pv
A dir eçã o de De us (2Sm 22.29; Sl 2.14; Rm 1.32).
18.28). Alienados de Deus (Ef 4.18; Cl 1.21).
A glória dos querubins (Ez 1.13). Am ant es dos pra zer es mais do que de
O espírito do hom em (Pv 20.27). Deus (2Tm 3.4).
Os ministros Qo 5.35). Arrogantes (Sl 10.3; 49.6).
Go ver nan tes sábios (2Sm 21.17 (mar- Assassinos (Sl 10.8; 94.6; Rm 1.29).
gem)). Blasfemadores (Lc 22.65; Ap 16.9).
Julgamentos severos (Ap 8.10). Cegos (2Co 4.4; Ef 4.18).
Um a sucessão de herdeiros (lR s 11.36; Co nsp irad ore s (Pv 24.8; Mq 7.3).
15.4). Co nsp irad ore s con tra o pov o de Deus
(Apagada) a destruição do Ímpio Qó 18.5- (Ne 4.8; 6.2; Sl 38.12).
6 (margem); 21.17 (margem); Pv 13.9). Corações endurecidos (Ez 2.4).
(To talm ent e extinguida) a com ple ta Corações incircuncisos Qr 9.26; At 7.51).
destruição dos que amaldiçoam seus Co rro mp ido s (At 2.40).
pais (Pv 20.20). Desobedientes (Ne 9.26; Tt 3.3; 1Pe 2.7).

0
CARÁ TER

Des prez am o trab alho dos fiéis (Ne 2.19; Corajosos (Pv 28.1; Rm 13.3).
4.2; 2Tm 3.3-4). Dedicados (At 8.2; 22.12).
Des pud orad os (Ez 2.4). Dedicados a boas obras (Tt 2.14; 3.8).
Des truid ores (Is 59.7). Ensinados por Deu s (Is 54.13; 1Jo 2.27).
Egoístas (2Tm 3.2). Fam into s de justiça (Mt 5.6).
Enganadores (Sl 5.6; Rm 3.13). Fiéis (Ap 17.14).
Esquecem-se de Deu s CTó 8.13). Gen eros os (Is 32.8; 2Co 9.13).
Gananciosos (Mq 2.2; Rm 1.29). Guiad.os pelo Esp írito (Rm 8.14).
Hip ócri tas (Is 29.13; 2Tm 3.5). Hum ilde s (Sl 34.2; lPe 5.5).
Hos tis para com Deu s (Rm 8.7; Cl 1.21). !nculpáveis e irrepreensíveis (Fp 2.15).
Igno rant es (Dt 32.6). Inte gras (1Rs 3.6; Sl 15.2).
Igno rant es de Deu s (Os 4.1-2; 2Ts 1.8). Irrepreensíveis (Sl 119.1).
Imorais (2Tm 3.3). Just os (Gn 6.9; Hc 2.4; Lc 2.25).
Imp osto res (Sl 37.21; Mq 6.11). Mansos (Is 29.19; Mt 5.5).
Incrédulos (Pv 16.27). Misericordiosos (Sl 37.26; Mt 5.7).
Indu zem ao erro (Pv 1.10-14; 2Tm 3.6). Mod erad os (Pv 16.19).
Infiéis (Sl 10.4; 14.1). Nov as criaturas (2Co 5.17; Ef 2.10).
Ingr atos (Lc 6.35; 2Tm 3.2). Obe dien tes (Rm 16.19; 1Pe 1.14).
Injustos (Pv 11.7; Is 26.10). Piedosos (Sl 4.3; 2Pe 2.9).
Insensatos (Dt 32.6; Sl 5.5). Pob res de espírito (Sl 51.17; Mt 5.3).
Insu bord inad os (Tt 1.10). Prud ente s (Pv 16.21).
Inúteis (Mt 25.30; Rm 3.12). Puro s de coração (Mt 5.8; 1Jo 3.3).
Invejosos (Ne 2.10; Tt 3.3). Reto s (Is 60.21; Lc 1.6).
Medrosos (Pv 28.1; Ap 21.8). Santos (Dt 7.6; 14.2; Cl 3.12).
Men tiros os (Sl 58.3; 62.4; Is 59.4). Seguidores de Cris to CTo 10.4, 27).
Mun dan os (2T m 3.2). Sinceros (2Co 1.12; 2.17).
Não oram CTó 21.15; Sl 53.4). Tem ente s a Deu s (Mt 3.16; At 10.2).
Obs tina dos (Ez 3.7). Verdadeiros CTo 1.47; 2Co 6.8).
Ode iam a luz CTó 24.13; Jo 3.20). Vigilantes (Lc 12.37).
Org ulho sos (Sl 59.12; 06 3; 2Tm 3.2).
Perseguidores (Sl 69.26; 109.16). CARIDADE
Perversos (Dt 32.5). Explicada (lCo 13.4-7).
Rebeldes (Ex 33.5; At 7.51). Usufruída (Cl 3.14) (Ver Am or ao Próxi-
Regozijam-se na aflição dos santos (Sl 35.15). mo).
Repreensíveis (2Co 13.5; 2Tm 3.8; Tt 1.16).
Repulsivos (Pv 13.5). CARRUAGENS
Sem caráter (Rm 1.31). Para viagens e afins (Gn 46.29).
Sensuais (Fp 3.19). Usadas em guerras (1Rs 20.25).
Soberbos (2Tm 3.4). Descrição de suas rodas (lRs 7.33).
Teim osos (Pv 21.8; Is 57.17). Am arra das com arreios (Mq 1.13).
Vangloriam-se de seus erros (Fp 3.19). PUXADAS POR
Vendidos ao pecado (1Rs21.20; 2Rs 17.17). Cavalos (2Rs 10.2; Ct 1.9).
Vio lent os (Pv 16.29; 2Tm 3.3). Jum ento s e camelos (Is 21.7).
Valorizadas nos tem pos de Salomão (1Rs
CARÁTER DOS SANTOS 10.29).
Am oros os (Cl 1.4; 1Ts 4.9). Ger alm ente os cocheiros eram cont rata -
Arre pen dido s (Is 57.15; 66.2). dos (lRs 22.34; 2Cr 18.33).
Ate ntos à voz de Cris to CTo 10.3-4). Às vezes eram dirigidas pelos don os (2Rs
Con stan tes (At 2.42; Cl 2.5). 9.16, 20).

0
CASAMFNI'O

' Os profetas (2Rs 2.12; 13.14).


As vezes eram dirigidas velozmente (2Rs
!'
9.20; Is 5.28; Jr 4.13). O amor de Cristo por sua igreja (Ct 6.12).
Sacudir de seus movimentos (Na 3.2). Elias foi levado ao céu em uma carrua-
Menção a seu ruído (2Rs 7.6; Jl 2.5; Na gem de fogo (2Rs 2.11).
3.2; Ap 9.9).

Davi as introduziu em Israel (2Sm 8.4). CARVALHOS
Multiplicadas por Salomão (1Rs 10.26). O monte de Basã, famoso por seus car-
Importadas do Egito (1Rs 10.28-29). valhos (Is 2.13).
• PARA A GUERRA DESCRITOS COMO

1
Çhapeadas de ferro Q"s 17.16; Jz 1.19). Fortes (Am 2.9).
A noite, iluminadas com toctas (Na 2.3). De grande ramagem (2Sm 18.9; Ez 6.13).
Comandadas por capitães (Ex 14.7; 1Rs Perdendo as folhas no inverno (Is 6.13).
16. 9). Os tírios faziam remos de sua madeira
l
Facilmente manobradas em terreno pla- (Ez 27.6).
no az 1.19; 1Rs 20.23-25). Os idólatras geralmente faziam ídolos de
sua madeira (Is 44.14).
Integravam a linha de batalha (1Rs
OS ANTIGOS GERALMENTE
20.25).
Usadas na perseguição de inimigos (Ex
A
a
Descansavam à sua sombra z 6.11, 19;
14.9; 2Sm 1.6). 1Rs 13.14).
Conservadas em cidades de carruagens Sepultavam os mortos sob eles (Gn 35.8;
(1Rs 9.19; 10.26). 1Cr 10.12).
USADAS NA GUERRA PELOS
Erguiam monumentos sob eles as24.
Egípcios (Êx 14.7; 2Rs 18.24). 26).
Realizavam ritos idólatras sob eles (Is
Cananeus as 17.16; Jz 4.3).
1.29; 57.5 (margem); Ez 6.13; Os 4.13).
Filisteus (1Sm 13.5).
Absalão, em sua fuga, preso e suspenso pela
Sírios (2Sm 10.18; 1Rs 20.1).
cabeça em seus galhos (2Sm 18.9-10, 14).
Assírios (2Rs 19.23).
J acó enterrou os ídolos de sua família sob
Etíopes (2Cr 14.9; 16.8).
um carvalho (Gn 35.4).
Babilônios (Ez 23.24; 26.7).
ILUSTRAM
Judeus (2Rs 8.21; 10.2).
A igreja (Is 6.13).
Os reis batalhavam em carruagens (1Rs Homens fortes e poderosos (Am 2.9).
22.35). Governantes Ímpios (Is 2.13; Zc 11.2).
Usadas comumente pelos reis (lRs 12.18; (Secando-se) o Ímpio sob julgamento
18.44). (Is 1.30).
Usadas por pessoas importantes (Gn
41.43; 2Rs 5.9, 21; Jr 17.25; At 8.28). CASAMENTO
Normalmente auxiliadas por corredores Instituído por Deus (Gn 2.24).
(lSm 8.11; 2Sm 15.1; 1Rs 1.5). Uma relação de aliança (Ml 2.4).
Consagradas ao sol (2Rs 23.11). SEU OBJETIVO
JUDEUS CONDENADOR POR A felicidade do homem (Gn 2.18).
Multiplicá-las (Is 2.7). O aumento da espécie (Gn 1.28; 9.1).
Confiar nelas (Is 22.18; 31.1). Criação de uma semente santa (Ml 2.15).
As conquistadas em guerras normalmente Prevenir a fornicação (lCo 7.2).
eram destruídas as 11.6, 9;Jr 51.21; Mq A expectativa da semente prometida da
5.10; Na 2.13). mulher, um incentivo ao casamento nos
ILUSTRAM primeiros tempos (Gn 3.15, com Gn 4.1
As nuvens (Sl 104.3). (margem)).
O julgamento de Deus (Is 66.15). Legítimo em tudo (1Co 7.2, 28; 1Tm
Os anjos (2Rs 6.16-17, com Sl 68.17). 5.14).
69
CAS AME NTO

Ho nrá vel em tud o (Hb 13.4). Tin ham permissão para o divórcio, por
De ve ser apenas no Sen hor (1Co 7.39). causa da dureza dos corações (Dt 24.1,
EXPRESSO POR com Mt 19.7-8).
Jun tar (Mt 19.6). Isentos de ir à guerra, logo após o casa-
Cri ar afinidade (1Rs 3.1). me nto (Dt 20.7).
To ma r um a esposa (Êx 2.1). Os sacerdotes não podiam se casar com
Da r filhas a filhos e filhos a filhas (Dt divorciadas nem com pessoas inapropri-
7.3; Ed 9.12). adas (Lv 21.7).
Indissolúvel enq uan to ambos os cônjug- O sum o sacerdote não devia se casar com
es estiverem vivos (Mt 19.6; Rm 7.2-3; divorciadas, viúvas nem pessoas inapro-
lCo 7.39). priadas (Lv 21.14).
Poligamia, desde bem cedo (Gn 4.19). Casavam-se no por tão e diante de teste-
No s tem pos patriarcais, acertados com mu nha s (Rt 4.1, 10-11).
parentes próximos (Gn20.12; 24.24; 28.2). Maneiras de pedir as mulheres em casamen-
Fre qüe nte me nte con trat ado s pelos pais to (Gn 24.3-4; 34.6, 8; 1Sm 25.39-40).
par a os filhos (Gn 24.49-51; 34.6, 8). As filhas mais velhas, geralmente dadas
De ve ser com o con sen tim ent o dos pais em cas am ent o antes das mais novas
(Gn 28.8; Jz 14.2-3). (Gn 29.26).
Deve haver o con sen tim ent o de ambos Um dote era oferecido aos pais da noiva,
(Gn 24.57-58; lSm 18.20; 25.41). antes do casamento (Gn 29.18; 34.12;
Os pais podiam rec,:1sar-se a dar seus filhos 1Sm 18.27-28; Os 3.2).
em casamento (Ex 22.17; Dt 7.3). FESTEJADO
OS JUDEUS Co m mu ita alegria Gr 33.11; Jo 3.29).
Pro ibid os de se casarem com parentes Co m festas (Gn 29.22; Jz 14.10; Mt
pró xim os (Lv 18.6). 22.2-3; Jo 2.1-10).
Pro ibid os de se casarem com idólatras Du ran te sete dias Gz 14.12).
(Dt 7.3-4; Js 23.12; Ed 9.11-12). Um a bênção era pronunciada após a ceri-
Muitas vezes se casavam com estrangei- mô nia (Gn 24.60; Rt 4.11-12).
ros (1Rs 11.1; Ne 13.23). A NOIVA
Às vezes culpados de poligamia (1Rs Recebia presentes antes (Gn 24.53).
11.1, 3). Recebia um a ama (Gn 24.59; 29.24, 29).
Cuidadosos ao arranjar casamento par a Ad orn ada com jóias par a o casamento
os filhos (Gn 24.2-3; 28.1-2). ~s 49.18; 61.10).
No iva vam por um tem po antes do casa- Lin dam ent e vestida (Sl 45.13-14).
me nto (Dt 20.7; Jz 14.5, 7, com 8; Ate ndi da por damas de hon ra (Sl 45.9).
Mt 1.18). Colocava-se à direita do noi vo (Sl 45.9).
Co ntr ata do qua ndo bem jovens (Pv Ch am ada a esquecer a casa do pai (Sl
2.17; Jl 1.8). 45.10).
Geralme~te se casavam dentro da própria O NOIVO
tribo (Ex 2.1; Nm 36.6-13; Lc 1.5, 27). Ad orn ado com enfeites (Is 61.10).
Ob riga dos a se casarem com a viúva Ate ndi do por mu itos amigos Gz 14.11;
do irm ão que morresse sem deixar Jo 3.29).
filhos (Dt 25.5; Mt 22.24). Recebia presentes (Sl 45.12).
Consideravam um a desgraça empecilho Co roa do com guirlandas (Ct 3.11).
ao casamento (Is 4.1). Alegrava-se por causa da noiva (Is 62.5).
O empecilho ao casamento, causa de Ret orn ava à sua casa, com a noiva, à
sof rim ent o Gz 11.38). noi te (Mt 25.1-6).
Quase sempre castigados com o empecil- Providenciavam-se roupas par a os con-
ar
ho ao casamento 7.34; 16.9; 25.10). vidados (Mt 22.12).
CASAS 1

Infidelidade dur ant e o noivado, punição Entrada, conseguida por bat er à por ta (At
com o dur ant e o casamento (Dt 22.23- 12.13; Ap 3.20).
24; Mt 1.9). Paredes, rebocadas (Lv 14.42-43).
ILUSTRA Serpentes, ger alm ent e se alojavam em
A união de Deus com a nação judaica suas paredes (Am 5.19).
(Is 54.5; Jr 3.14; Os 2.19-20). Co stu me de col oca r pre gos , etc ., nas
A união de Cri sto com sua igreja (Ef paredes (Ec 12.11; Is 22.23).
5.23-24, 32). Ge ralm ent e possuíam vários andares (Ez
41.16; At 20.9).
CASAS Divididas em vários côm odo s (Gn 43.30;
Sua antiguidade (Gn 12.1; 19.3). Is 26.20).
Precisavam de alicerces fundos e sólidos OS CÔMODOS GERALMENTE ERAM
(Mt 7.24; Lc 6.48). Espaçosos e ventilados Gr 22.14).
Às vezes era m construídas sem alicerce Revestidos e pintados Gr 22.14; Ag 1.4).
(Mt 7.26; Lc 6.49). Enfeitados de ma rfim (1Rs 22.39; Am
CONSTRUÍDAS OE 3.15).
Barro G§ 4.19). Co ber tos com tapeçaria fina (Et 1.6).
Tijolo (Ex 1.11-14; Is 9.10). Aquecidos com fogo Gr 36.22;Jo 18.18).
Pedra e madeira (Lv 14.40, 42; Hc2.11). Os cômodos superiores era m melhores e
Ped ra cortada (Is 3.10; Am 5.11). usados para ent rete nim ent o (Me 14.15).
Na s cidades, con stru ída s nas ruas (Gn Possuíam côm odo s par a reuniões secre-
19.2; Js 2.19). tas e par a estrangeiros Gz 3.20-23; 2Rs
Ge ralm ent e construídas nos mu ros das 4.10-11; 9.2-3).
cidades Gs 2.15; 2C o 11.33). Sacad-:s, altas e perigosas (2Rs 1.2; 9.30,
OS TERRAÇOS 33; At 20.9).
Eram cercados com parapeitos (Dt 22.8). DOS RICOS
Ge ralm ent e tinh am tendas (2Sm 16.22; Gra nde s (Is 5.9; Am 6.11; 2T m 2.20).
Ne 8.16; Pv 21.9). Confortáveis (Dt 8.12).
Ge ralm ent e tin ham altares idó latr as Agradáveis (Ez 26.12; Mq 2.9).
(2Rs 23.12; Jr 19.13; Sf 1.5). DE TIJOLO OU BARRO
Usados par a secar linho, etc. Gs 2.6). Rebocadas (Ez 13.10-11).
Usados par a exercícios (2Sm 11.2; Dn Fáceis de ser invadidas Gó 24.16; Ez 12.5).
4.29). Ge ralm ent e levadas pelas tor ren tes (Ez
Usados par a devoção (At 10.9). 13.13-14).
Usados para fazer proclamações (Lc 12.3). Qu and o prontas, geralmente era m dedi-
Usa dos par a reu niõ es secretas (1Sm cadas (Dt 20.5; Sl 30 (título)).
9.25-26). Residências de verão (Am 3.15).
Buscados em tem pos de sof rim ent o (Is Sujeitas à lepra (Lv 14.34-53). A

15.3; Jr 48.38). Nã o deveriam ser cobiçadas (Ex 20.17;


Ge ralm ent e cobertos com capim ten- Mq 2.2).
ro (Sl 129 .6-7). Era m alugadas (At 28.30).
Acesso pelo lado de fora (Mt 24.17). Era m penhoradas (Ne 5.3).
Pátios internos, grandes e usados com o Era m vendidas (At 4.34).
r côm odo s (Et 1.5; Lc 5.19). Leis a respeito da venda (Lv 25.29-33).
Acesso através de por ta ou por tão (Gn
l

A dos criminosos eram abandonadas (Dn


43.19; Êx 12.22; Lc 16.20; At 10.17). 2.5; 3.29).
Suas por tas , baixas e peq uen as par a se- Seu aba ndo no, ameaça de castigo (Is 5.9;
gurança (Pv 17.19).
13.16, 21-22; Ez 16.41; 26.12).
Suas portas, com o era m trancadas (2Sm
13.18; Ct 5.5; Lc 11.7).
1 CAS TID AD E

Geralmente derrubadas para fortalecer os EXEMPLOS


muros da cidade antes dos cercos (Is 22.10). Abimeleque, Gn20.4-5;26.10-11.José, Gn
ILUSTRAM 39.7-10. Rute, Rt 3.10-11. Boaz, Rt 3.13.
O co rpo Gó 4.19; 2C o 5.1).
O túm ulo Gó 30.23). CASTIGO DOS ÍMPIOS
A igreja (H b 3.6; lPe 2.5). Ve m de De us (Lv 26.18; Is 13.11).
A herança dos santos CTo 14.2; 2C o 5.1). É CONSEQÜÊNCIA DE
(N a are ia) a esp era nç a inú til do s Pecado (Lm 3.39).
hipócritas (Mt 7.26-27). Iniqüidades CTr 36.31; Ez 3.17-18; 18.4,
(N a rocha) a esperança dos santos (Mt 13, 20; Am 3.2).
7.24-25). Ido lat ria (Lv 26.30; Is 10.10-11).
(Sua insegurança) confiança em coisas Rejeição às leis de Deus (1Sm 15.23; Os
terrenas (Mt 6.19-20). 4.6-9).
(Sua construção) grande prosperidade Ignorância de De us (2Ts 1.8).
(Is 65.21; Ez 28.26). Ob ras e cam inh os maus CTr 21.14; Os
(Construídas mas não habitadas) cala- 4.9; 12.2).
midade (Dt 28.30; Am 5.11; Sf 1.13). Or gu lho (Is 10.12; 24.21; Lc 14.11).
(H ab ita r nas construídas po r outros) Descrença (Me 16.16; Rm 11.20; Hb
bênçãos abundantes (Dt 6.10-11). 3.18-19; 4.2).
Co biç a (Is 57.17; Jr 51.13).
CASTIDADE Op res são (Is 49.26; Jr 30.16, 20).
Or de na da (Êx 20.14; Pv 31.3; At 15.20; Perseguição Gr 11.21-22; Mt 23.34-36).
Rm 13.13; Cl 3.5; 1Ts 4.3). Desobediênciaal;)eus (Ne 9.26-27; Ef 5.6).
Exigida no olh ar Gó 31.1; Mt 5.28). Desobediência ao evangelho (2Ts 1.8).
Exigida no coração (Pv 6.25). É fru to de seus pecados Gó 4.8; Pv 22.8;
Exigida no falar (Ef 5.3). Rm 6.21; Gl 6.8).
Co nse rva r o co rpo em castidade (1 Co É recompensa de seus pecados (Sl 91.8;
6.13, 15-18). Is 3.11; Jr 16.18; Rm 6.23; Hb 2.2).
Preservada pela sabedoria (Pv 2.10-11, 16; Qu ase sempre é resultado de seus maus
7.1-5). desígnios (Et 7.10; SI 37.15; 57.6).
Os santos são ma nti do s em castidade (Ec Ge ral me nte co me ça ne sta vid a (Pv
7.26). 11.31).
Vantagens (lP e 3.1-2). NESTA VIDA, POR MEIO DE
Ev ita r os que não são castos (1Co 5.11; Do enç as (Lv 26.16; SI 78.50).
lPe 4.3). Fo me (Lv 26.19-20, 26, 29; SI 107.34).
Aos Ímpios falta castidade (Rm 1.29; Ef Animais selvagens (Lv 26.22).
4.19; 2Pe 2.14; Jd 8). Gu err a (Lv 26.25, 32-33; Jr 6.4).
Perigos de se desviar dela (2Sm 11.2-4). Entrega nas mãos dos inimigos (Ne 9.27).
Conseqüências de se jun tar aos que são Medo (Lv 26.36-37; Jó 18.11).
de sti tuí do s dela (Pv 5.3-11; 7.25-27; Disposição mental reprovável (Rm 1.28).
22.14). Serem po sto s em lugares escorregadi-
Fa lta de castidade nos exclui do céu (Gl os (SI 73.3-19).
5.19-21). Problemas e perturbações (Is 8.22; Sf 1.15).
É destruída pela embriaguez (Pv 23.31-33). De str uiç ão (Sl 94.23).
Rompê-la resulta em castigo (lC o 3.16- De str uiç ão de seu org ulh o (Is 13.11).
17; Ef 5.5-6; Hb 13.4; Ap 22.15). Fu tur o, será recompensado po r Cr ist o
Mo tiv os a favor da castidade (lC o 6.19; (Mt 16.27; 25.31, 41).
1Ts 4.7). FUTURO, DESCRITO COMO
A justiça de De us exige (2Ts 1.6).
CASTIGO S 1

Acorda r para a vergonh a e humilhação Imediatamente após a sentença ser dada


eterna (Dn 12.2). (Dt 25.2; Js 7.25).
Conden ação ao inferno (Mt 23.33) Por testemu nhas (Dt 13.9, com Dt
Conden ação eterna (Me 3.29). 17.7; Jo 8.7; At 7.58-59).
Destruição eterna (Sl 52.5; 92.7; 2Ts 1.9). Pelo povo (Nm 15.35-36; Dt 13.9).
Escuridão (Mt 8.12; 2Pe 2.17). , Por soldados (2Sm 1.15; Mt 27.27-35).
Fogo consum idor (Is 33.14). As vezes adiado até que Deus fosse con-
Fogo eterno (Mt 25.41; Jd 7). sultado (Nm 15.34).
Geralm ente repenti no e inesperado (Sl Às vezes adiado por um bom tempo (1Rs
35.8; 64.7; Pv 29.1; Lc 12.20; 1Ts 5.3). 2.5-6, 8-9).
Inferno (Sl 9.17; Mt 5.29; Lc 12.5; 16.23). TIPOS SECUNDÁRIOS DE CASTIGOS
Ira de Deus Q"o 3.36). Aprisio nament o (Ed 7.26; Mt 5.25).
Morte (Rm 5.12-17; 6.23). Confin amento em covas Q"r 38.6; Zc
Ressurreição para a condenação CT o 5.29). 9.11).
Segunda morte (Ap 2.11; 21.8). Confina mento no tronco Q"r 20.2; At
Tormen to com fogo (Ap 14.10). 16.24).
Tormen to eterno (Ap 14.11). Multa, ou pagamento em dinheiro (Êx
Trevas densas (2Pe 2.17; J d 13). 21.22; Dt 2l19).
Vindo da ira de Deus (Ap 14.10). Restituição (Ex 21.36; 22.1-4; Lv 6.4-5;
DEVE SER 24.18).
De acordo com suas obras (Mt 16.27; Retaliação ou injúria de acordo com a
Rm 2.6, 9; 2Co 5.10). injúria recebida (Êx 21.24; Dt 19.21).
De acordo com o conheci mento que Corrent es e algemas (Sl 105.18).
têm (Lc 12.47-48). Açoite (Dt 25.2-3; Mt 27.26; At 22.25;
Aumen tado pela negligência de privilé- 2Co 11.24).
gios (Mt 11.21-24; Lc 10.13-15). Venda do criminoso, etc. (Mt 18.25).
Sem abranda mento (Lc 16.23-26). Banime nto (Ed 7.26; Ap 1.9).
Acomp anhado de remorso (Is 66.24, Tortura (Mt 18.34; Hb 11.37).
com Me 9.44). Arranca r os olhos Q"z 16.21; 1Sm 11.2).
Nada o deterá (Pv 11.21). Decepar mãos e pés (2Sm 4.12).
Protela do, leva-os ao pecado (Ec 8.11). Mutilar mãos e pés Q"z 1.5-7).
Deve servir de aviso a outros (Nm 26.10; Decepar nariz e orelhas (Ez 23.25).
1Co 10.6-11; Jd 7). Arranca r os cabelos (Ne 13.25; Is 50.6).
Consum ado no Dia do Juízo (Mt 25.31, Confisco de propriedade (Ed 7.26).
46; Rm 2.5, 16; 2Pe 2.9). Pena de morte, os romano s não permi-
tiam aos judeus Q"o 18.31).
CASTIGOS PENAS CAPITAIS
Sua antiguidade (Gn 4.13-14). Queima r (Gn 38.24; Lv 20.14; Dn 3.6).
Poder para infligi-los, dado aos magistra- Enforc ar (Nm 25.4; Dt 21.22-23; Js
dos Q"ó 31.11; Rm 13.4). 8.29; 2Sm 21.12; Et 7.9-10).
Designados para ser avisos aos outros (Dt Crucificar (Mt 20.19; 27.35).
13.11; 17.13; 19.20). Degola r (Gn 40.19; Me 6.16, 27).
ERAM APLICADOS Matar à espada (1Sm 15.33; At 12.2).
Aos culpados (Dt 24.16; Pv 17.26). Apedrejar (Lv 24.14; Dt 13.10; At 7.59).
Sem piedade (Dt 19.13, 21). Esquartejar (Dn 2.5; Mt 24.51).
Sem parcialidade (Dt 13.6-8). Serrar ao meio (Hb 11.37).
Por ordem de magistrados (At 16.22). J agar para os animais selvagens (Dn
Por ordem de reis (2Sm 1.13-16; 1Rs 6.16, 24 Ver 1Cor 15.32).
2.23-46). Moer (Pv 27.22).
1 CATIVEIR O

Atirar de penhasco (2Cr 25.12). CAVALOS


Atirar ao mar (Mt 18.6). Dotado s de força, por Deus Gó 39.19).
Estrangeiros, não isentos de castigos (Lv DESCRITOS COMO
'20,2), A Destemidos Gó 39.20, 22).
As vezes, abrandado (Ex 21.19-30). Disposição de guerreiro CTó 39.21;Jr 8.6).
De assassinato, não podia ser abrandado Ferozes e impetuosos CTó 39.21, 24).
(Nm 35.31-32). Firmes na cavalgada (Is 63.13).
Fortes (Sl 33.17; 147.10).
CATIVEIRO ESPIRITUAL Velozes (Is 30.16; Jr 4.13; Hc 1.8).
É do diabo (1Tm 3.7; 2Tm 2.26). Sem entendi mento (Sl 32.9).
É do medo da morte (Hb 2.14-15). Cascos duros (Is 5.28).
É do pecado Go 8.34; At 8.23; Rm 6.16; Relincho alto Gr 8.16, comJó 39.20).
7.23; Gl 4.3; 2Pe 2.19). CORES MENCIONADAS
Libertação, promet ida (Is 42.6-7). Amarel o (Ap 6.8).
Cristo nos liberta desse medo (Lc 4.18, Branco (Zc 1.8; 6.3; Ap 6.2).
21; Jo 8.36; Rm 7.24-25; Ef 4.8). Malhado (Zc 6.3, 6-7).
O evangelho, instrum ento de libertação Marrom (Zc 1.8).
Go 8.32; Rm 8.2). Preto (Zc 6.2, 6; Ap 6.5).
Os santos são libertos dele (Rm 6.18, 22). Vermel ho (Zc 1.8; 6.2; Ap 6.4).
Libertação, ilustrada (Dt 4.20). Alimentavam-se de grãos e ervas (1Rs
TIPIFICA 4.23; 18.5).
Israel no Egito, Êx 1.13-14. USADOS PARA
Tropa militar (Êx 14.9; 1Sm 13.5).
CAUTE LA Puxar carruagens (Mq 1.13; Zc 6.2).
Ordena da (Êx 23.13; Pv 4.25-27). Transp ortar carga (Ed 2.66; Ne 7.68).
NECESSÁRIA Caça Gó 39.18).
No cuidado da alma (Dt 4.9). Enviar mensageiros, etc. (2Rs 9.17-19;
Na casa de Deus e no culto a ele (Ec 5.1). Et 8.10).
No que ouvimos (Me 4.24). Reis e príncipes andavam a cavalo (Et 6.8-
Em como ouvimo s (Lc 8.18). 11; Ez 23.23).
Na obediên cia aos mandam entos de Dirigidos por freios e rédeas (Sl 32.9; Tg 3.3).
Deus Gs 22.5). Apressados com chicote (Pv 26.3).
Na conduta (Ef 5.15). Adornados com sinos no pescoço (Zc 14.20).
No falar (Pv 13.3; Tg 1.19). Muitos eram guardados para guerra Gr
Com as amizades do mundo (Sl 39.1; 51.27; Ez 26.10).
Cl 4.5). Preparados e treinados para guerra (Pv
Ao julgarmos (1Cr 19.6-7). 21.31).
Contra o pecado (Hb 12.15-16). Na batalha, protegidos com armaduras
Contra a descrença (Hb 3.12). Gr 46.4).
Contra a idolatria (Dt 4.15-16). Inutilidade de confiarmos neles (Sl 33.17;
Contra os falsos cristos e falsos profe- Am 2.15).
tas (Mt 24.4-5, 23-24). OS JUDEUS
Contra os falsos mestres (Fp 3.2; Cl 2.8; Proibid os de multiplicá-los (Dt 17.16).
2Pe 3.16-17). Importavam-nos do Egito (1Rs 10.28-29).
Contra a presunção (1Co 10.12). Multiplicaram-nos no reinado de Salo-
Promes sas relacion adas (1Rs 2.4; 1Cr mão (1Rs 4.26).
22.13). Conden ados por multiplicá-los (Is 2.7).
Não deviam confiar neles (Os 14.3).
CEDRO \

Cond enado s por confiar neles (Is 30.16; CEDRO


31.3). Plant ado por Deus (Sl 104.16; Is 41.19).
Impo rtara m muito s da Babilônia (Ed Criad o para a glória de Deus (Sl 148.9).
2.66). Líbano, famoso por seus cedros Gz 9.15;
Obse rvaçã o sobre antig o comé rcio de Sl 92.12).
cavalos (Gn 47.17). Margens dos rios favorecem seu cresci-
Vendidos em feiras e mercados (Ez 27 .14; ment o (Nm 24.6).
Ap 18.13). Impo rtado em quantidade por Salomão
GERALMENTE SOFRIAM DE (1Rs 10.27).
Ceguei~a (Zc 12.4). DESCRITOS COMO
Praga (Ex 9.3; Zc 14.15). Alto (Is 37.24; Ez 17.22; Am 2.9).
Mordidas de serpentes (Gn 49.17). :Prondoso (Sl 80.10-11).
Cascos feridos no galope Gz 5.22). Arom ático (Ct 4.11).
Machucaduras na batalha Gr 51.21; Ag Gracioso e belo (Sl 80.10; Ez 17.23).
2.22). Forte e durável (Is 9.10).
Dedi cado s ao sol pelos idóla tras (2Rs Cons idera do a prime ira das árvores (1Rs
23.11). 4.33).
ILUSTRAM Muito comercializado (lRs 5.10-11; Ed 3.7).
A beleza da igreja (Ct 1.9; Zc 10.3). UTILIZADO NA
A gloriosa e triun fal libertação da igre- Cons truçã o de temp los (1Rs 5.5-6;
ja (Is 63.13). 6.9-10).
A teimosia (Sl 32.9). Cons truçã o de palácios (2Sm 5.11; 1Rs
A impe tuosi dade do Ímpi o em seus 7.2-3).
pecados Gr 8.6). Cons truçã o de mastros de navios (Ez
27.5).
CAVERNAS Cons truçã o de guarda-roupas (Ez 27.
Natu rais (Hb 11.38). 24).
Artificiais Gz 6.2). Cons truçã o de carruagens (Ct 3.9).
ENCONTRADAS EM Purificação de leprosos (Lv 14.4-7, 49-52).
Camp os abertos (Gn 23.20). Preparação da água da purificação (Nm
Rochas (Is 2.19). 19.6).
USADAS COMO Fabricação de ídolos (Is 44.14).
Habi tação (Gn 19.30). A ÁGUIA
Esconderijo (lSm 13.6; 14.11; 1Rs 18.4; Faz seu ninho no cedro Gr 22.23).
Hb 11.38). Pousa em seus galhos mais altos (Ez 17.3).
Descanso (1Sm 24.3; 1Rs 19.9). Serve para sua propagação (Ez 17.4-5).
Sepultura (Gn 23.19; Jo 11.38). Sua destruição, um castigo Gr 22.7).
Covis de malfeitores Gr 7.11; Mt 21.13). Sua destruição most ra o pode r de Deus
Esconderijos de feras (Na 2.12). (Sl 29.5).
Gera lmen te eram espaçosas (1Sm 22.1-2; ILUSTRA
24.3). Majestade, força e glória de Crist o (Ct
Não oferecem proteção contra o julgamen- 5.15; Ez 17.22-23).
to de Deus (Is 2.19; Ez 33.27; Ap 6.15). Beleza e glória de Israel (Nm 24.6).
MENÇÕES NA BÍBLIA O cresc imen to rápid o dos santos (Sl
Adul ão (1Sm 22.1). 92.12).
En-Gedi (lSm 23.29, com lSm 24.1, 3). Naçõ es poderosas (Ez 31.3; Am 2.9).
Macpela (Gn 23.9). Gove rnad ores arrog antes (Is 2.13;
Maquedá Gs 10.16-17). 10.33-34).
1 CEGU EIRA

CEGUEIRA ESPIRITUAL Novo coração e novidade de vida, neces-


Explicada CTo 1.5; 1Co 2.14). sários à participação digna (lCo 5.7-8).
Efeito do pecado (Is 29.10; Mt 6.23; Jo Participantes, devem ser completamente
3.19-20). separados para Deus (lCo 10.21).
Seu resultado é a incredulidade (Rm 11.8; Era sempre observada pelos prim eiros
2Co 4.3-4). cristãos (At 2.42; 20.7).
Falta de amor é prova de cegueira espiri- PARTICIPANTES INDIGNOS
tual (1Jo 2.9, 11). São culpados do corpo e sangue de Cris-
Obra do diabo (2Co 4.4). to (lCo 11.27).
1:~va a todos os males (Ef 4.17-19). Não discernem o corpo de Cristo (1Co
E mcoerente com a união com Deus (lJo 11.29).
1.6-7). São visitados com julgamentos (lCo
Em relação aos pastores, é fatal a eles e 11.30).
ao povo (Mt 15.14).
Os Ímpios são cegos espirituais (SI 82.5; CEIFAR
Jr 5.21). a
É corta r o cereal duran te a colheita ó
Os que se acham justos são cegos espiri- 24.6, com Lv 23.10).
tuais (Mt 23.19, 26; Ap 3.17). Com o uso de foice (Dt 16.9; Me 4.29).
Os Ímpios são culpados conscientes da Envolvia tanto home ns quanto mulheres
mesma (Is 26.11; Rm 1.19-21). (Rt 2.8-9).
Judicialmente impo sta (SI 69.23; Is 29.10; OS JUDEUS NÃO DEVIAM CEIFAR
44.18; Mt 13.13-14; Jo 12.40). Os grãos de seus campos (Lv 19.9, com
Devemos orar por sua remoção (SI 13.3; Lv 23.22).
119.18). Dura nte o ano sabático (Lv 25.5).
Crist o nome ado para removê-la (Is 42.7; Dura nte o ano do jubileu (Lv 25.11).
Lc 4.18; Jo 8.12; 9.39; 2Co 4.6). Nos campos alheios (Dt 23.25).
Os minis tros de Crist o são luzes para Maneira de recolher o cereal, aludido (SI
removê-la (Mt 5.14; At 26.18). 129.7; Is 17.5). ·
Os santos são libertos dela CTo 8.12; Ef O trigo era amarrado em feixes (Gn 37.7;
5.8; Cl 1.13; 1Ts 5.4-5; 1Pe 2.9). SI 129.7).
Sua remoção, ilustrada CTo 9.7, 11, 25; At PESSOAS ENVOLVIDAS
9.18; Ap 3.18). Trab alhav am sob a liderança de um
EXEMPLOS capataz (Rt 2.5-6).
Israel, Rm 11.25; 2Co 3.15. Escribas e Eram visitadas pelo dono da plantação
fariseus, Mt 23.16, 24. IgrejadeLaodicéia, (Rt 2.4; 2Rs 4.18).
Ap 3.17. Eram alimentadas pelo patrão, que pre-
sidia as refeições (Rt 2.14).
CEIA DO SENHOR, COM Recebiam salários CTo 4.36; Tg 5.4).
COMUNHÃO Um temp o de grande alegria (SI 126.5-6).
Prefigurada (Êx 12.21-28; lCo 5.7-8). Os judeus geralmente impedidos de cei-
Instituída (Mt 26.26; 1Co 11.23). far, por causa de seus pecados (Mq 6.15).
~eu objetivo (Lc 22.19; lCo 11.24, 26). Gera lmen te impr oduti va por causa de
E a comu nhão do corpo e sangue de Cris- pecado CTr 12.13).
to (1Co 10.16). ILUSTRA
Faz-se necessário partic ipar tanto do pão Reco mpen sa da maldade CTó 4.8; Pv
, como do vinho (Mt 26.27; 1Co 11.26). 22.8; Os 8.7; Gl 6.8).
E necessário auto-exame antes de partici- Recompensa da bondade (Os 10.12; Gl
par dela (1Co 11.28, 31). 6.8-9).
CERCOS 1

Os ministros recebendo provisão tempo- QUEM ATACAVA


ral por suas obras espirituais (1Co 9.11). Construía fortes e rampas (Ez 4.2; 26.8).
Recolher almas para Deus CTo 4.38). Cavava trincheira ao redor da cidade
Os julgamentos de Deus sobre o mun- (Lc 19.43).
do anticristão (Ap 14.14-16). Investia contra a cidade por todos os
O juízo final (Mt 13.30, 39-43). lados (Ez 23.24).
Cortava todos os suprimentos (2Rs 19.
CERCAS 24).
Sua antiguidade (1Cr 4.23). Freqüentemen te armavam ciladas CTz
Destinadas a proteger (Is 5.2). 9.34).
Geralmente feitas de espinhos (Mq 7.4). Exigia a rendição da cidade (1Rs 20.2-
COLOCADAS AO REDOR DE 3; 2Rs 18.18, 20).
Jardins (Ct 4.12; Lm 2.6 (margem)). Empregava aríetes, etc., contra os muros
Vinhas (Mt 21.33; Me 12.1). (Ez 4.2; 26.9).
Dificuldade de entrar por elas (Pv 15.19). Atirava flechas e dardos contra a cidade
Perigo de forçar a entrada (Ec 10.8). (2Rs 19.32).
Desolação causada por sua remoção (SI Geralmente sofria muito durante o ata-
80.12-13). que (Ez 29.18).
Cobertas de gafanhotos (Na 3.17). Os judeus foram proibidos de cortar ár-
Viajantes pobres buscavam proteção sob vores frutíferas para fazer cercos (Dt
as cercas (Lc 14.23). 20.19-20).
Oferecia proteção durante o perigo 0-r Extremamente difícil conquistar cidades
49.3). dessa maneira, alusão (Pv 18.19). ,
Brechas nas cercas (Ez 13.5; Ez 22.30). CIDADES ATACADAS
ILUSTRAM Reparadas e reforçadas de antemão
Proteção de Deus 0-ó 1.10). (2Cr 32.5; Is 22.9-10; Na 3.14).
Inúmeras aflições 0-ó 3.23; 19.8). Suprida com água de antemão (Na3.14).
Julgamentos pesados (Lm 3.7; Os 2.6). Seus habitantes, cortavam, de antemão,
Santas ordenanças, etc. (Is 5.2; Mt 21.33). suprimento de água útil aos atacantes
O caminho do preguiçoso (Pv 15.19). (2Cr 32.3-4).
(Quebrada) fim da proteção (SI 80.12; Eram rigorosamente fechadas CTs 6.1).
Is 5.5). Seus muros, defendidos pelos habitàntes
(2Sm 11.20-21; 2Rs 18.26; 2Cr 32.18).
CERCOS Às vezes preparavam armadilhas e
Cidades muradas eram alvos de cercos emboscadas 0-r 51.12).
(2Rs 18.13). Geralmente padeciam de fome (2Rs
Ameaçados como castigo (Dt 28.52). 6.26-29; 25.3; Ez 6.12).
DESCRITOS COMO Geralmente sofriam pestilências 0-r
Acampar-se contra (2Sm 12.28; 2Cr 21.6; 32.24).
32.1). Geralmente exigiam termos de paz
Armar tenda contra (2Rs 25.1). (1Sm 11.1-3).
Cercar de exércitos (2Rs 6.14; Lc 21.20). Freqüentemen te tomadas de embosca-
Posicionar-se para combate CTr 50.9). da CTz 9.43-44).
Vir de todos os lados CTr 51.2). Freqüentemen te tomadas de assalto 0-s
Geralmente duravam muito tempo 10.35; 2Sm 12.29).
(2Rs 17.5). Freqüentemen te socorridas por aliados
Grande barulho e tumulto, aludido CTI 2.5). (1Sm 11.11; 23.5).
Seus habitantes, incentivados a serem
corajosos (2Cr 32.6-8).
1 CÉU

CIDADES TOMADAS Responde do céu a seu povo (1Cr21.16;


Entregues à pilhagem Qr 50.26-27). 2Cr 7.14; Ne 9.27; Sl 20.6).
Seus habitantes, geralmente mortos à Envia do céu seu julgamento (Gn 19 .24;
espada Qs 10.28, 30, 32, 35;Jr 50.30). 1Sm 2.10; Dn 4.13-14; Rm 1.18).
Freqüentemente destruídas Qz 9.45). CRISTO
Freqüentemente destruídas pelo fogo Mediador para entrarmos no céu (At
, Qs 8.19). 3.21; Hb 6.20; 9.12, 24).
As vezes espalhadas com sal Qz 9.45). É todo-poderoso no céu (Mt 28.18; lPe
Às vezes recebiam o nome de seu cap- 3.22).
turador (2Sm 12.28). Os anjos habitam no céu (Mt 18.10; 24.36).
MENCIONADAS NA BÍBLIA Os nomes dos santos estão registrados
Ai Qs 7.2-4; 8.1-19). no céu (Lc 10.20; Hb 12.23).
Cidades de Israel na Galiléia (2Rs 15.29). Os santos serão recompensados no céu
Cidades de Judá (2Rs 18.13). (Mt 5.12; 1Pe 1.4).
Debir Qs 10.38-39). Arrependimento, ocasiona alegria no céu
Eglom Qs 10.34-35). (Lc 15.7).
Gibetom (1Rs 16.15). Ajuntemos tesouros no céu (Mt 6.20; Lc
Hebrom Qs 10.36-37). 12.33).
Jabes-Gileade (lSm 11.1). Carne e sangue não herdarão o céu (1Co
Jericó Qs 6.2-20). 15.50).
Jerusalém (2Rs 24.10-11; 25.1-2). Sua felicidade, descrita (Ap 7.16-17).
Laquis Qs 10.31-32). É CHAMADO DE
Libna Qs 10.29-30).
Celeiro (Mt 3.12).
Maquedá Qs 10.28).
Reino de Cristo e de Deus (Ef 5.5).
Queila (lSm 23.1).
Casa do Pai Qo 14.2).
Rabá (2Sm 11.1; 2Sm 12.26-29).
Pátria celestial (Hb 11.16).
Ramote-Gileade (lRs 22.4, 29).
Lugar de descanso (Hb 4.9).
Samaria (1Rs 20.1; 2Rs 6.24; 17.5).
Paraíso (2Co 12.2, 4).
Siquém Qz 9.34, 45).
Os Ímpios estão excluídos dele (Gl 5.21;
Tebes Qz 9.50).
Tirza (lRs 16.17). Ef 5.5; Ap 22.15).
Ziclague (lSm 30.1). Enoque e Elias foram trasladados para lá
ILUSTRAM
(Gn 5.24, com Hb 11.5; 2Rs 2.11).
A onipresença de Deus (Sl 139.5). CHAMADA DE DEUS
Os julgamentos de Deus (Mq 5.1).
Sião em sua aflição (Is 1.8). Por Cristo (Is 55.5; Rm 1.6).
Pelo Espírito Santo (Ap 22.17).
CÉU Por suas obras (Sl 19.2-3; Rm 1.18-20).
Criado por Deus (Gn 1.1; Ap 10.6). Por seus ministros Qr 35.15; 2Co 5.20).
Eterno (Sl 89.29; 2Co 5.1). Por seu evangelho (2Ts 2.14).
Imensurável Qr 31.37). Resgate das trevas (1Pe 2.9).
Alto (Sl 103.11; Is 57.15). Dirigida a todos (Is 45.22; Mt 20.16).
Santo (Dt 26.15; Sl 20.6; Is 57.15). Muitos a rejeitam (Pv 1.24; Mt 20.16).
Morada de Deus (1Rs 8.30; Mt 6.9). Eficaz aos santos (Sl 110.3; At 2.47; 13.48;
Trono de Deus (Is 66.1, com At 7.49). 1Co 1.24).
AOS HOMENS É
DEUS
É o Senhor dele (Dn 5.23; Mt 11.25). Pela graça (Gl 1.15; 2Tm 1.9).
Reina nele (Sl 11.4; 135.6; Dn 4.35). De acordo com o propósito de Deus
Enche-o com sua presença (lRs 8.27; (Rm 8.28; 9.11, 23-24).
Jr 23.24). Elevada (Fm 3.14).
CHUVA

Santa (1Tm 1.9). O pode r de Crist o (Lc 1.69; Ap 5.6).


Celestial (Hb 3.1). O pode r de Efraim, etc. (Dt 33.17).
Para comu nhão com Crist o (1Co 1.9). O pode r do Ímpio (Sl 22.21; 75.10).
Para santidade (1 Ts 4.7). Os reis (Dn 7.7-8, 24; 8.3,5,20).
Para liberdade (Gl 5.13). Os poderes anticristãos (Ap 13.1; 17.3,
Para paz (1Co 7.15; Cl 3.15). 7).
Para glória e virtu de (2Pe 1.3). (Seu aparecimento) o início ou reavi-
Para a glória eterna de Crist o (2Ts 2.14; vame nto de uma nação (Sl 132.17; Ez
1Pe 5.10). 29.21).
Para a vida etern a (lTm 6.12). (Elevando-se) arrogância (Sl 75.4-5).
Quem a recebe é justificado (Rm 8.30). (Exaltando-se) aume nto de pode r e
Com porta ment o digno da mesma (Ef 4.1). glóri a (1Sm 2.1, 10; Sl 89.17, 24;
Bênção resultante dela (Ap 19.9). 92.10; 112.9).
Louv or a Deus por ela (1Pe 2.9). (Emp urrar com eles) conquistas (Dt
Ilustrada (Pv 9.3-4; Mt 23.3-9). 33.17; 1Rs 22.11; Mq 4.13).
REJEITÁ-LA CONDUZ (Rebaixados) degradação Qó 16.15).
À cegu eira judic ial (Is 6.9, com At (Cor tados ) destr uição de pode r (Sl
, 28.24-27; Rm 11.8-10). 75.10; Jr 48.25; Lm 2.3).
A ilusão (Is 66.4; 2Ts 2.10-11).
À retira da dos recursos da graça ar CHUVA
Ocasionada pela condensação de nuvens
26.4-6; At 13.46; 18.6; Ap 2.5).
Aos julgamentos temporais (Is 28.12; Qó 36.27-28; Sl 77.17; Ec 11.3).
, Jr 6.16, 19; 35.17; Zc 7.12-14). DEUS
A rejeição por Deus (Pv 1.24-32; Jr Estabeleceu-lhe um decreto Qó 28.26).
, 6.19, 30). Prepara-a (Sl 147.8).
A cond enaç ão 0-o 12.48; Hb 2.1-3; Envia-a Qó 5.10).
, 12.25). Faz com que desça à terra Ql 2.23).
A destruição (Pv 29.1; Mt 22.3-7). Most ra sua bond ade ao enviá-la (At
14.17).
CHIFRES Most ra sua grand eza ao enviá-la 0-ó
Arma s naturais nas cabeças de animais 36.26-27).
(Dn 7.20) Faz cair sobre os bons e os maus (Mt 5.45).
MENÇÃO DE ANIMAIS COM CHIFRES Deve ser louva do por causa dela (Sl
Boi (Sl 69.31). 147.7-8).
Carn eiro (Gn 22.13). Deve ser temid o por causa dela 0-r
Bode (Dn 8.5). 5.24).
Unic órnio (Sl 22.21; 92.10). Impo tênci a dos ídolos exibida por sua
As presas dos elefantes são chamadas de incapacidade de mandá-la Qr 14.22).
chifres (Ez 27.15). A Não enviada à terra imediatamente após
Usados para atacar (Ex 21.19; Ez 34.21). a criação (Gn 2.5).
USADOS Rara ment e caía sobre o Egito (Dt 11.10;
Para guardar azeite (1Sm 16.1; 1Rs 1.39). Zc 14.18).
Com o instru ment os musicais Qs 6.4- Cana ã recebe abundância de chuva (Dt
5; 1Cr 25.5). 11.11).
Repr esent ações , col<:?_cadas nos quatr o DESIGNADA PARA
cantos dos altares (Ex 27.2; 30.2). Refrescar a terra (Sl 68.9; 72.6).
Seu uso (Sl 75.5, 10). Torn ar a terra frutífera (Hb 6.7).
ILUSTRAM Reabastecer rios e fontes da terra (Sl
O pode r de Deus (Sl 18.2; Hc 3.4). 104.8).

l
1 CIDADES

Prometida no tempo certo, aos obedientes ILUSTRA


(Lv 26.4; Dt 11.14; Ez 34.26-27). A palavra de Deus (Is 55.10-11).
Freqü entem ente impedida por causa da A doutrina dos ministros fiéis (Dt 32.2).
iniqüidade (Dt ll.17;Jr3.3; 5.25; Am4.7). Crist o na comunicação de sua graça (SI
SUA FALTA 72.6; Os 6.3).
Leva a terra a se abrir Gó 29.23;Jr 14.4). Bênçãos espirituais (SI 68.9; 84.6; Ez
Seca rios e fontes (lRs 17.7). 34.26).
Prov oca escassez de alime nto (lRs A justiça (Os 10.12).
18.1-2). (Dest ruido ra) os juízo s de Deus Gó
Removida apela oração (lRs 8.35-36; 20.23; Sl 11.6; Ez 38.22).
Tg 5.18). (Destruidora) o pobre oprim indo o po-
Falto u por três anos e seis meses nos dias bre (Pv 28.3).
de Elias (lRs 17.l; Tg 5.17).
DIVIDIDA EM CIDADES
Gran de (Ed 10.9). Prim eira menção (Gn 4.17).
Abun dante (SI 68.9). Planejadas para habitações (SI 107.7, 36).
Tran sbord ante (Ez 38.22). Gera lmen te construídas para perpe tuar
Inund ante (Pv 28.3). um nome (Gn 11.4).
Pequena Gó 37.6). Geralmente fundada e fortalecida por meio
As primeiras, após a colheita, em prepa- de sangue e rapina (Mq 3.10; Hc 2.12).
ro para a semeadura (Dt ll.14 ;Jr 5.24). CONSTRUÍDAS
As últim as, antes da colhe ita Gl 2.23; De tijolos e argamassa (Gn 11.3).
Zc 10.1). De pedr a e made ira (Sl 102.14; Ez
O arco-íris geralmente aparece duran te a 26.12).
chuva (Gn 9.14, com Ez 1.28). De tijolos e barro (Êx 1.11, 14).
Gera lmen te seguida de calor e sol (2Sm Sobre alicerce firme (Ed 6.3; Ap 21.14).
23.4; Is 18.4 (margem)). Bem compactas (Sl 122.3).
Apar ecim ento de nuve m no ocide nte De form ato quadrado, norm alme nte
indicava chuva (1Rs 18.44; Lc 12.54) , (Ap 21.16).
O vento norte leva-a embo ra (Pv 25.23). A beira de rios (Sl 46.4; 137.1).
Incom um à época da colheita (Pv 26.1). Nos mont es (Mt 5.14; Lc 4.29; Ap
Gera lmen te acompanhada de trovões e 17.9).
relâmpagos (Sl 135.7). Nas planícies (Gn 11.2, 4; 13.12).
Geralmente acompanhada de tempesta- Em lugar es dese rtos (2Cr 8.4; SI
de e ventos fortes (Mt 7.25, 27). 107.35-36).
EXEMPLOS DE CHUVA EXTRAORDINÁRIA Em boa localização (2Rs 2.19; Sl 48.2).
Por ocasião do dilúvio (Gn 7.4, 12). Possu íam ruas e alamedas (Nm 22.39
Prag a de chuv a, sobre o Egito (Êx (margem); Zc 8.5; Lc 14.21).
9.18, 23). Portões à entrada (Gn 34.24; Ne 13.19, 22).
Dura nte a colheita de trigo, nos dias Cercadas de muro s (Dt 1.28; 3.5).
de Samuel (lSm 12.17-18). Gera lmen te fortificadas pela natur eza (Sl
Após longa seca, no reino de Acabe 125.2; Is 33.16).
(lRs 18.45). Gera lmen te fortificadas pela engenharia
Depois do cativeiro (Ez 10.9, 13). huma na (2Cr 11.5-10, 23; Sl 48.12-13;
Gera lmen te impedia viagens no orien te Jr 4.5; Dn 11.15).
(lRs 18.44, com Is 4.6). Algu mas tinha m perif erias (Nm 35.2;
Geralmente destruía casas, etc. (Ez 13 .13- Js 21.3).
RECEBIAM NOMES
15; Mt 7.27).
Da família do fundador (Gn 4.17; Jz
18.29).
CIÊ NC IAS 1

Do pr op rie tár io da ter ra (lR s 16.24). Queimadas Oz 20.38, 40; Is 1.7).


Do país onde se localizavam (Dn 4.29-30). Transformadas em montes de ruínas (Is
Nu me ro sa s Os 15.21; lC r 2.22; Jr 2.28). 25.2).
Populosas On 4.11; Na 3.8). Ar ras ad as e po lvi lha da s co m sal Oz
Freqüentemente grandes e aprazíveis (Gn 9.45).
10.12; Dt 6.10; Dn 4.30; Jn 3.3). Difíceis de serem conquistadas (Pv 18.19;
Fr eq üe nt em en te ba sta nt e antigas (G n Jr 1.18-19).
10.11-12). Sua na tur ez a perecível (Hb 13.14).
Quase sempre insignificantes (Gn 19.20; ILUSTRAM
Ec 9.14). Os santos (Mt 5.14).
DIFERENTES TIPOS DE CIDADES A igreja visível (Ct 3.2-3; Ap 11.2).
Reais (N m 21.26;Js 10.2-3; 2Sm 12.26). A igreja tri un fan te (Ap 21.2; 22.19).
Cercadas 01 10.20; Is 36.1). He ran ça celestial (Hb 11.16).
Tesouros (Ex 1.11). A apostasia (Ap 16.10; 17.18).
Comerciais (Is 23.11; Ez 27.3). As riquezas (Pv 10.15).
De carruagens (2Cr 1.14; 9.25).
Ar ma zé ns (2Cr 8.4, 6). CIDADES DE REFÚGIO
De levitas (Lv 25.32-33; Nm 35.7-8). Seu ob jet ivo (Êx 21.13; Nm 35.11; Js
De refúgio (N m 35.6). 20.3).
Seus habitantes era m chamados cidadãos Seus nomes, etc. (Dt 4.41-43; Js 20.7-8).
(At 21.39). DEVERIAM
Sua prosperidade aumentava com o co- Te r acesso fácil (Dt 19.3; Is 62.10).
mércio (Gn 49.13, co m Dt 33.18-19; Ez Es tar abertas a tod os os homicidas in-
28.5). vo lun tár ios Os 20.4).
M od o artificial de lhe su pr ir água (2Rs Es tra ng eir os tam bé m po de ria m en tra r
18.17; 20.20). nelas (N m 35.15).
Infestadas po r cães (lRs 14.11; SI 59.6, 14). OS ADMITIDOS A ELAS
Ad mi nis tra da s po r go ve rn ad or es (2 Cr Er am julgados (N m 35.12, 24).
33.14; 2C o 11.32). Nã o eram protegidos fora delas (N m
Providas de juízes (Dt 16.18; 2C r 19.5). 35.26-27).
Protegidas po r vigias no tu rn os (SI 127.1; Obrigados a pe rm an ec er ali até à mo rte
Ct 5.7; Is 21.11). do Su mo Sacerdote (N m 35.25, 28).
Providas de lojas (2Cr 11.11-12). Nã o asilavam assassinos (Êx 21.14; Nm
Guarnecidas pa ra guerra (2Cr 17.2, 19). 35.16-21).
Quase sempre possuíam fortalezas Gz 9.51). ILUSTRAM
Er am fortes defesas pa ra um país (2Cr Cr ist o (Sl 91.2; Is 25.4).
11.5). A esperança do evangelho (Hb 6.18).
Ofereciam refúgio em tem po s de perigo (O ca mi nh o pa ra ela) Cr ist o (Is 35.8;
Gr 8.14-16). Jo 14.6).
Ge ra lm en te fic av am de se rta s co m a
pr ox im ida de de inimigos (lS m 31.7; CIÊNCIAS
Jr 4.29). Ar qu ite tu ra (D t 8.12; lC r 29.19).
COM FREQÜÊNCIA ERAM As tro no mi a Oó 38.31-32; Is 13.10).
Assaltadas Gs 8.3-7; Jz 9.44). Astrologia (Is 47.13).
Cercadas (Dt 28.52; 2Rs 19.24-25). Botânica (lR s 4.33).
Pilhadas (Is 13.16; Jr 20.5). Geografia (Gn 10.1-30; Is 11.11).
Destruídas po r pestilências (lS m 5.11). Hi stó ria e Cr on olo gia (lR s 11.29; 2Rs
Destruídas pela fome Or 52.6; Am 4.6). 1.18; 1C r 9.1; 29.29).
Desertas (Is 17.9; Ez 26.19). Matemática (Gn 15.5; Lv 26 .8; Jó 29.18).
1 CINTOS

Mecânica (Gn 6.14-16; 11.4; Êx 14.6-7). CHAMADA


Medicina 0-r 8.22; Me 5.26). Aliança da circuncisão (At 7.8).
Música (lCr 16.4-7; 25.6). Circuncisão da carne (Ef 2.11)..
Navegação (lRs 9.27; Sl 107.23). Ritual doloroso e sangrento (Êx 4.26;
Pesquisas 0-s 18.4-9; Ne 2.12-16; Ez 40.5- Js 5.8).
6; Zc 2.2). Promessas anteriores feitas a Abraão (Rm
Zoologia (1Rs 4.33) 4.9, 13).
Um selo da aliança (Gn 17.11; Rm 4.11).
CINTOS Ordenança judaica inicial (Gl 5.3).
Usados na cintura (lRs 2.5; Jr 13.1, 11). Sinal exterior (Rm 2.28).
Usados pelos sacerdotes no peito (Ap 1.13). Graça interna (Rm 2.29).
FEITOS DE Ne~essária para se participar do,:> privilé-
Linho fino (Ez 16.10). g10s da congregação judaica (Ex 11.48;
LinJo torcido com azul, púrpura, etc. Ez 44.7).
(Ex 39.29). REALIZADA

Ouro (Ap 1.13; 15.6). Nos homens nascidos na família ou


Couro (2Rs 1.8; Mt 3.4). comprados (Gn 17.12-13).
Pano de saco (Is 3.24; Lm 2.10). No oitavo dia (Gn 17.12; Lv 12.3).
Feitos para venda por mulheres habili- Até mesmo no sábado íJo 7.22-23).
dosas (Pv 31.24). Com facas de pedra (Ex 4.25; Js 5.3
USADOS PARA
(margem)).
Fortalecer a cintura (Pv 31.17; Is 22.21; Pelos chefes das famílias (Gn 17.23; Êx
23.10 (margem)). 4.25).
Por pessoas revestidas de autoridade
Prender as vestes ao andar (lRs 18.46;
2Rs 4.29). 0-s 5.3).
Na presença de familiares e outros (Lc
Prender as vestes ao trabalhar (Lc
1.58-61).
12.37; 17.8; Jo 13.4).
Dava-se o nome à criança em seguida (Gn
Prender a espada (2Sm 20.8; Ne 4.18).
21.3-4; Lc 1.59; 2.21).
Prender o estojo de escrevente (Ez 9.2
Abraão e seus familiares, os primeiros
(margem)). · (Gn 17.24-27).
Guardar dinheiro (Mt 10.9; Me 6.8 Não foi realizada no deserto 0-s 5.5).
(grego)). Real~zada por Josué em G~lgal 0-s 5.2, 7).
Tirados na hora de descanso (Is 5.27, com Castigo e_ara quem a negligenciasse (Gn
Jo 13.4). 17.14; Ex 4.24, 26).
ENTREGUES COMO
Sem fé, era inútil (Rm 3.30; Gl 5.6).
Sinal de amizade (1Sm 18.4). Sem obediência, era inútil (Rm 2.25;
Recompensa por serviço militar (2Sm lCo 7.19).
18.11). OS JUDEUS
ILUSTRAM Eram denominados pela circuncisão
Força (Sl 18.39; Is 22.21). (At 10.45; Gl 2.9).
Alegria (Sl 30.11). Consideravam ilegal casar-se com in-
Retidão de Cristo (Is 11.5). circuncisos (Gn 34.14; Jz 14.3).
Fidelidade de Cristo (Is 11.5). Não tinham contato com os incircun-
Verdade (Ef 6.14). cisos (At 10.28; 11.3; Gl 2.12).
Desprezavam como imundos os incir-
CIRCUNCISÃO cuncisos (lSm 14.6; 17.26; Mt 15.26-
Instituída por Deus (Gn 17.9-10). , 27;Ef2.ll).
Descrita (Gn 17.11; Ex 4.25). As vezes era realizada em inimigos mor-
Aplicada pela lei (Lv 12.3, com Jo 7.22). tos (lSm 18.25-27; 2Sm 3.14).

0
COLETE 1

Abolid a pelo evange lho (Ef 2.11, 15; Exclui do céu (1Co 6.10; Ef 5.5).
Cl 3.11). Advertências contra (Lc 12.15).
Efetuada em Timóte o como estratégia Evitar os cobiçosos (1Co 5.11).
por causa dos judeus (At 16.3). Orar contra (Sl 119.36).
Paulo negou sua necessidade (Gl 2.3-5). Recompensa de quem a despreza (Pv 28.16).
Falsos mestres enfatiza ram sua neces- Será abunda nte nos últimos dias (2Tm
sidade (At 15.24; Gl 6.12; Tt 1.10). 3.2; 2Pe 2.1-3).
Confiar nela significa negar a Cristo (Gl EXEMPLOS
3.3-4, com Gl 5.3-4). Labão, Gn 31.41. Acã, Js 7.21. Filhos de
Paulo foi acusado por sua oposição a ela Eli, 1Sm 2.12-14. Filhos de Samuel, 1Sm
(At 21.21). 8.3. Saul, 1Sm 15.9, 19. Acabe e outros,
Santos, a verdadeira circuncisão (Fp 3.3; 1Rs 21.2. Geazi, 2Rs 5.20-24. Nobres dos
Cl 2.11). judeus, Ne 5.7; Is 1.23. O povo judeu, Is
ILUSTRA 56.11; Jr 6.13. Babilônia, Jr 51.13. jo-
Prontidão em ouvir e obedecer Gr 6.10). vem rico, Mt 19.22.Judas, Mt 26.14-15;
Pureza de coração (Dt 10.16; 30.6). Jo 12.6. Fariseus, Lc 16.14.Ananias, etc.,
Pureza de lábios (Êx 6.12). At 5.1-10. Félix, At 24.26. Balaão, 2Pe
2.15 com J d 11.
COBIÇA
Vem do coração (Me 7.22-23). COBRE OU BRONZE
J;'.ndurece o coração (Ez 33.31; 2Pe 2.14). (Ver Bronze ou Cobre).
E idolatria (Ef 5.5; Cl 3.5).
É a raiz de todos os males (1Tm 6.10). COLETE SACERDOTAL
Nunca se satisfaz (Ec 5.10; Hc 2.5). Emblem a do ofício sacerdotal (Os 3.4).
É vaidade (Sl 39.6; Ec 4.8). USADO
É INCONSISTENTE COM Pelo sumo sacerdote (1Sm 2.28; 14.3).
Os santos (Ef 5.3; Hb 13.5). Por sacerdotes comuns (1Sm 22.18).
Especialmente os ministros (1 Tm 3.3). Por pessoas envolvidas no serviço de
RESULTA EM Deus (lSm 2.18; 2Sm 6.14).
Injustiça e opressão (Pv 28.20; Mq 2.2). Geralm ente eram feitos de linho (1Sm
Desejo s descon trolado s e nocivo s 2.18; 2Sm 6.14).
(1Tm 6.9). PARA O SUMO SACERDOTE
Desvio da fé (1Tm 6.10). Ordem de ser confeccionadaA(Êx 28.4).
Mentira (2Rs 5.22-25). Feita com as ofertas do povo (Ex 25.4, 7).
Assassinato (Pv 1.18-19; Ez 22.12). Feita d~ ouro, azul, púrpura , escarlate,
Roubo Gs 7.21). etc. (Ex 28.6; 29.2-3).
Pobreza (Pv 28.22). Os ombros eram unidos por pedras de
Miséria (1Tm 6.10). ônix, gravad1s com os nomes das
Aflição doméstica (Pv 15.27). doze tribos (Ex 28.7, 9-12; 39.4,6-7).
Repugnad~ por Deus (Sl 10.3). Tinha um cinto ricamente trabalha do
Proibid a (Ex 10.17). (Êx 28.8).
Uma característica dos Ímpios (Rm 1.29). Peitora l do juízo, firmem ente unido
Uma característica dos preguiçosos (Pv (Ex 28.25-28; 39.20-21).
21.26). Usado sobre a túnica (Êx 28.31; Lv 8.7).
Apreciada pelos Ímpi~s somente (Sl 10.3). Apertado com seu próprio cinto (Lv 8.7).
Odiada pelos santos (Ex 18.21; At 20.33). Usado ou manuseado pelo sacerdote
Deve ser desprezada pelos santos (Cl 3.5). quando este era consultado (1Sm 23.6,
Aflições anunciadas contra (Is 5.8; Hc 2. 9). 9-12; 30.7-8).
Castigos contra Gó 20.15; Is 57.17; Jr Usado por sacerdotes idólatras Gz 8.27;
22.17-19; Mq 2.2-3). 17.5; 18.14).

~
.
- --
1 COLHEITA

Por seu pecado, Israel foi privado do co- Trovões miraculosos, etc. (1Sm 12.17-18).
lete sacerdotal (Os 3.4). ILUSTRA
Os tempos de graça Qr 8.20).
COLHEITA O fim do mundo (Mt 13.10, 39).
Coleta dos frutos dos campos (Me 4.29). Uma época em que muitos estão pron-
Jamais cessarão (Gn 8.22). tos a receber o evangelho (Mt 9.37-
CHAMADA 38; Jo 4.35).
Semanas certas da colheita Qr 5.24). Época de julgamento Qr 51.33; Os 6.11).
Tempo da colheita (2Sm 23.13; Jr Amadurecimento para a ira Ql 3.13; Ap
50.16). 14.15).
Os campos embranquecem antes (J o (Orvalhada) proteção de Deus, etc. (Is
4.35). 18.4).
Da cevada, na Páscoa (Lv 23.10, 16; Rt (Frio na colheita) mensagem que re-
1.22). vigora (Pv 25.13).
Do trigo, no Pentecostes (Êx 34.22; 1Sm (Chuva na colheita) honra dada aos
12.17). tolos (Pv 26.1).
Homens e mulheres trabalham nela (Rt
2.8-9). COMÉRCIO
PESSOAS ENVOLVIDAS Troca de um produto por outro (lRs 5.8,
Ceifeiros (Rt 2.4). com vers. 11).
Amarradores (Gn 37.7; Sl 129.7). Troca de produtos por dinheiro (lRs
Chamadas de apanhadores de feixes (Is 10.28-29).
17.5). CHAMADO
Chamadas de trabalhadores (Mt 9.37). Negócio (Gn 34.10; Mt 25.16).
Alimentadas pelo agricultor (Rt 2.14). Tráfico (Gn 42.34; Ez 17.4).
Recebiam salário Qo 4.36). Compra e venda (Tg 4.13).
Geralmente lesadas em seus salários SEUS ARTIGOS, CHAMADOS DE
(Tg 5.4). Mercadoria (Ez 26.12; Mt 22.5).
Chuva antes e depois, necessária à sua Carga Qr 10.17; Ez 27.16; Jn 1.5).
abundância Qr 5.24; Am 4.7). PESSOAS ENVOLVIDAS, CHAMADAS DE
Paciência, necessária na espera (Tg 5.7). Mercadores (Gn 37.28; Pv 31.24).
Não podia ser comida até que os Vendedores (2Cr 9.14).
primeiros frutos fossem oferecidos a Negociantes (Is 23.8).
Deus (Lv 23.10, 14). Vendedores e compradores (Is 24.2).
Tempo de grande alegria (Sl 126.6; Is 9.3). Negociavam em feiras, etc. (Ez 27.12, 19;
Omitida no ano sabático (Lv 25.5). Mt 11.16).
Omitida no ano do jubileu (Lv 25.11-12). Em terra, por caravanas Qó 6.19; Is 21.13).
O sábado, observado durante a colheita No mar, por navios (2Cr 8.18; 9.21).
(Êx 34.21). Pessoas importantes ocupavam-se do
Provisão legal aos pobres durante a colhei- comércio (Is 23.8).
ta (Lv 19.9-10; 23.22; Dt 24.19). Aumentava a riqueza das nações e indivídu-
SUA CARÊNCIA os (2Cr 9.20-22; Pv 31.14-18; Ez 28.4-5).
Ocasionada pela seca (Am 4.7). ERA REALIZADO POR
Ç)casionada pelos gafanhotos Ql 1.4). Ismaelitas (Gn 37.25).
As vezes durava muitos anos (Gn 45.6). Egípcios (Gn 42.2-34).
Causa de grande sofrimento (Is 16.9; Etíopes (Is 45.14).
Jl 1.11). Ninivitas (Na 3.16).
Castigo de pecado (Is 17.10-11). Sírios (Ez 27.16, 18).
Preguiça durante a colheita, ruína (Pv 10.5). Povo de Tarsis (Ez 27.25).
COMPAIXÃO 1

Tiranos (Ez 28.5, 13, 16). DESCRITA COMO


Judeus (Ez 27.17). Grande (Ne 9.17).
DOS JUDEUS Excelente (Sl 36.7).
Sob leis estritas (Lv 19.36-37; 25.14, 17). Boa (Sl 69.16).
Começo u após o assentamento em Ca- Maravilhosa (Sl 17.7; 31.21).
naã (Gn 49.13, comJz 5.17). Incontável (Is 63.7).
Desenvolvido grandem ente por Salo- Eterna (Is 54.8).
mão (1Rs 9.26-27; 2Cr 9.21). Misericordiosa (Sl 117.2).
Tentati va nos tempos de Jeosafá (lRs Melhor que a vida (Sl 63.3).
22.48-49). Refletir sobre as obras que traz conheci-
Sucesso no comércio leva ao orgulho, etc. mento de sua compaixão (SI 107.43).
(Ez 28.2, 16-18). OS SANTOS
Práticas nocivas ligadas ao comérc io (Pv Estão envolvidos com ela (Os 2.19).
20.14; Ez 22.13; Os 12.7). São atraídos por ela Gr 31.3).
Denúncias ligadas a abusos no comércio São guardados por ela (SI 40.11).
(Is 23.11; Ez 7.12-13; 27.32-36; 28.16-18). Revivificados por ela (Sl 119.88).
ARTIGOS DE COMÉRCIO Confor tados por ela (Sl 119.76).
Azeite (1Rs 5.11; Ez 27.17). Buscam miseric órdia por meio dela
Bordado (Ez 27.16, 24). (Sl 51.1).
Bronze (Ez 27.13). Recebem misericórdia por meio dela
Carruag em (1Rs 10.29). (Is 54.8).
Cavalo (1Rs 10.29; Ez 27.14). São ouvido s de acordo com ela (Sl
Cereal (lRs 5.11; Ez 27.17). 119.149).
Chumb o (Ez 27.12). Vivem de acordo com ela (Sl 26.3; 48. 9).
Escravo (Gn 37.28, 36; Dt 24.7). Devem esperá- la em momen tos de
Estanho (Ez 27.12). aflições (Sl 42.7-8).
Ferro e aço (Ez 27.12, 19). São coroados com ela (Sl 103.4).
Gado (Ez 27.21). Jamais totalme nte retirada dos santos (SI
Lã branca (Ez 27.18). 89.33; Is 54.10).
Linho (1Rs 10.28). Manifestações passadas, suplicadas em
Madeira (1Rs 5.6, 8). oração (Sl 25.6; 89.49).
Mantos para a sela (Ez 27.20). ORAÇÃO POR SUA
Marfim (2Cr 9.21; Ez 27.15). Demon stração (Sl 17.7; 143.8).
Mel (Ez 27.17). Continu ação (Sl 36.10).
Ouro (2Cr 8.18). Extensão (Gn 24.12; 2Sm 2.6).
Pano azul (Ez 27.24). Louvar a Deus por ela (Sl 92.2; 138.2).
Pedras preciosas (Ez 27.16, 22; 28.13, 16). Proclamá-la aos outros (Sl 40.10).
Perfum e (Ct 3.6).
Prata (2Cr 9.21). COMPAIXÃO E
Púrpur a (Ez 27.16). SOLIDARIEDADE
Tapete (Ez 27.24). O exemplo de Cristo (Lc 19.41-42).
Terra (Gn 23.13-16; Rt 4.3). Exortações a ela (Rm 12.15; 1Pe 3.8).
Vinho (2Cr 2.15; Ez 27.18). EXERCITADA PARA COM OS
Ilustra o relacionamento com a aposta- Aflitos Gó 6.14; Hb 13.3).
sia (Ap 18.3-19). Castigados (Is 22.4; Jr 9.1).
Inimigos (Sl 35.13).
COMPAIXÃO DE DEUS Pobres (Pv 19.17).
É por meio de Cristo (Ef 2.7; Tt 3.4-6). Fracos (2Co 11.29; Gl 6.2).
Santos (1Co 12.25-26).

~
1 COMPAIXÃO

Inseparável do amor de Deus (1Jo 3.17; EXEMPLOS


Jo 4.20). Enoque, Gn 5.24. Noé, Gn 6.9.Abrat1;._o,
SUAS RAZÕES Gn 18.33.Jacó, Gn 32.24-29. Moisés, Ex
A compaixão de Deus (Mt 13.27, 33). 33.11-23.
O senso de nossas fraquezas (Hb 5.2).
Os Ímpios são levados a sentir, pelos san- COMUNHÃO DOS SANTOS
tos (Sl 106.46). É de acordo com a oração de Cristo Go
Promessas de Deus a quem a demonstra 17.20-21).
(Pv 19.17; Mt 10.42). É COM
Ilustrada (Lc 10.33; 15.20). Deus (1Jo 1.3).
EXEMPLOS Os santos no céu (Hb 12.22-24).
A filha de faraó, Êx 2.6. Sobi, 2Sm 17.27- Uns com os outros (Gl 2.9; 1Jo 1.3, 7).
29. Elias, 1Rs 17.18-19. Neemias, Ne 1.4. Deus a sela com sua aprovação (Ml 3.16).
Os amigos de Jó, Já 2.11. Jó, Já 30.25. Cristo está presente nela (Mt 18.20).
Davi, Sl 35.13-14. Os judeus, Jo 11.19. No culto público e social (Sl 34.3; 55.14;
Paulo, 1Co 9.22 At 1.14; Hb 10.25).
Na Ceia do Senhor (1Co 10.17).
COMPAIXÃO E SOLIDARIE- Na conversa santa (Ml 3.16).
DADE DE CRISTO Na oração de uns pelos outros (2Co 1.11;
Necessária a seu ofício sacerdotal (Hb 5.2, Ef 6.18).
com vers. 7). Na exortação (Cl 3.16; Hb 10.25).
MANISFESTADA A FAVOR DOS Na edificação e conforto mútuos (1Ts
Cansados e sobrecarregados (Mt 11.28-30). 4.18; 5.11).
Fracos na fé (Is40.11;42.3,comMt 12.20). Na solidariedade e bondade mútua (Rm
Tentados (Hb 2.18). 12.15; Ef 4.32).
Aflitos (Lc 7.13; Jo 11.33, 35). Seus prazeres (Sl 16.3; 42.4; 133.1-3; Rm
Enfermos (Mt 14.14; Me 1.41). 15.32).
Pobres (Me 8.2). Exortação a ela (Ef 4.1-3).
Pecadores que perecem (Mt 9.36; Lc Oposta à comunhão com os Ímpios (2Co
19.41; Jo 3.16). 6.14-17; Ef 5.11).
Um encorajamento à oração (Hb 4.15). EXEMPLOS
Jônatas,1Sm 23.16. Davi, Sl 119.63.
COMUNHÃO COM DEUS Daniel, Dn 2.17-18. Os apóstolos, At
~como Pai (1Jo 1.3). 1.14.A Igreja Primitiva, 2.42; 5.12.Pau-
:S, com o Filho (1Co 1.9; 1Jo 1.3; Ap 3.20). lo, At 20.36-38.
E com o Espírito Santo (1Co 12.13; 2Co
13.14; Fp 2.1). CONDENAÇÃO
Deve ser precedida de reconciliação A sentença de Deus contra o pecado (Mt
(Am 3.3). 25.41).
A santidade lhe é essencial (2Co 6.14-16). Universal, causada pelo pecado de Adão
Prometida aos obedientes Go 14.23). (Rm 5.12, 16, 18).
OS SANTOS Conseqüência inseparável do pecado (Pv
Desejam-na (Sl 42.1; Fp 1.23). 12.2; Rm 6.23).
Têm-na, em meditação (Sl 63.5-6). AUMENTADA POR
Têm-na, em oração (Fp 4.6; Hb 4.16). Impenitência (Mt 11.20-24).
Têm-na, na Ceia do Senhor (1Co Descrença Go 3.18-19).
10.16). Orgulho (1Tm 3.6).
Devem desfrutá-la sempre (Sl 16.8; Jo Opressão (Tg 5.1-5).
14.16-18). Hipocrisia (Mt 23.14).
CONFESSAR 1

A consciência testifica sua justiça CT ó 9.20; Abominando a contaminação CTd 23).


Rm 2.1; Tt 3.11). Seguindo o que é bom (Fp 4.8; 1Ts 5.15;
A lei testifica sua justiça (Rm 3.19). 1Tm 6.11).
De acordo com as obras dos homens (Mt Vencendo o mundo (1Jo 5.4-5).
12.37; 2Co 11.15). Adornando o evangelho (Mt 5.16; Tt 2.
Em Cristo, os santos estão livres dela CT o 10).
3.18; 5.24; Rm 8.1, 33-34). Sendo um bom exemplo (1Tm 4.12; 1Pe
Dos Ímpios, um exemplo (2Pe 2.6; Jd 7). 2.12; Tt 2.7).
Castigos, destinados a nos resgatar dela Abundando na obra de Deus (lCo 15.58;
(Sl 94.12-13; 1Co 11.32). 2Co 8.7; 1Ts 4.1).
Apóstatas, ordenados a recebê-la CTd 4). Rejeitando os Ímpios (Sl 1.1; 2Ts 3.6).
Incrédulos permanecem condenados CT o Controlando o corpo (1Co 9.27; Cl 3.5).
3.18, 36). Subjugando o temperamento (Ef 4.26;
A lei é seu instrumento de aplicação Tg 1.19).
(2Co 3.9). Sujeitando-se às ofensas (Mt 5.39-41;
1Co 6.7).
CONDUTA CRISTÃ Perdoando as ofensas (Mt 6.14; Rm 12.20).
Crer em Deus (Me 11.22; Jo 14.11-12). Vivendo em paz com todos (Rm 12.18;
Temer a Deus (Ec 12.13; 1Pe 2.17). Hb 12.14).
Amar a Deus (Dt 6.5; Mt 22.37). Visitando os aflitos (Mt 25.36; Tg 1.27).
Seguir a Deus (Ef 5.1; 1Pe 1.15-16). Tratando como se quer ser tratado (Mt
Obedecer a Deus (Lc 1.6; lJo 5.3). 7.12; Lc 6.31).
Alegrar-se em Deus (Sl 33.1; Hc 3.18). Compadecendo-se dos outros (Gl 6.2;
Crer em Cristo CTo 6.29; 1Jo 3.23). 1Ts 5.14).
Amar a Cristo CTo 21.15; 1Pe 1.7-8). Honrando ao próximo (Sl 15.4; Rm
Seguir o exemplo de Cristo CTo 13.15; 1Pe 12.10).
2.21-24). Cumprindo as obrigações domésticas (Ef
Obedecer a Cristo CTo 14.21; 15.14). 6.1-8; lPe 3.1-7).
VIVER
Submetendo-se às autoridades (Rm 13.1-7).
Para Cristo (Rm 14.8; 2Co 5.15). Sendo generoso com os outros (At 20.35;
Em retidão (Mq 6.8; Rm 6.18; 1Pe 2.24).
Rm 12.13).
Sóbria, justa e santamente (Tt 2.12).
Adaptando-se às circunstâncias (Fp 4.11;
ANDAR
Hb 13.5).
Honestamente (lTs 4.12).
Bênção de manter essa conduta (Sl 1.1-3;
De modo digno de Deus (1Ts 2.12).
19.9-11; 50.23; Mt 5.3-12;Jo 7.17; 15.10).
De modo digno do Senhor (Cl 1.10).
No Espírito (Gl 5.25). CONFESSAR A CRISTO
Segundo o Espírito (Rm 8.1).
É preciso a influência do Espírito Santo
Em novidade de vida (Rm 6.4).
De modo digno da vocação (Ef 4.1). (1Co 12.3; lJo 4.2).
Como filhos da luz (Ef 5.8). Uma prova de santidade (lJo 2.23; 4.2-3).
Regozijando-se em Cristo (Fp 3.1; 4.4). Uma evidência de união com Deus (1Jo
Amando um ao outro CTo 15.12; Rm 4.15).
12.10; lCo 13; Ef 5.2; Hb 13.1). Necessário à salvação (Rm 10.9-10).
Lutando pela fé (Fp 1.27; Jd 3). Garante que ele nos confessará (Mt 10.32).
Abandonando todo o pecado (lCo 5.7;
Hb 12.1).
Abstendo-se da aparência do mal (1T s 5.22).
ªº
O medo dos homens impede o confessar
7.13; 12.42-43).
A perseguição não nos deve impedir (Me
Aperfeiçoando-se na santidade (Mt 5.48; 8.35; 2Tm 2.12).
2Co 7.1; 2Tm 3.17).
1 CONFIANÇA

Tem de estar ligada à fé (Rm 10.9). Usufruir felicidade (Pv 16.20).


Conseqüências de não o confessarmos Regozijar-se em Deus (Sl 5.11; 33.21).
(Mt 10.33). Satisfação de todos os desejos espiri-
EXEMPLOS tuais (Sl 37.5).
Natanael, J o 1.49. Pedro, J o 6.68-69; At Proteção contra o inimigo (Sl 37.40).
2.22-36. O cego de nascença, Jo 9.25, 33. Segurança em tempos de perigo (Pv
Marta, Jo 11.27. Pedro e João, At 4.7- 29.25).
12. Os apóstolos, At 5.29-32, 42. Estêvão, Estabilidade (Sl 125.1).
At 7.52, 59. Paulo, At 9.29. Timóteo, Prosperidade (Pv 28.25).
lTm 6.12.]oão, Ap 1.9. A igreja de Pér- IMPEDE
gamo, Ap 2.13. Os mártires, Ap 20.4. O medo (Sl 56.11; Is 12.2; Hb 13.6).
A queda (Sl 26.1).
CONFIANÇA A desolação (Sl 34.22).
Deus é seu verdadeiro objeto (Sl 65.5). Deve ser acompanhada de boas obras
O temor de Deus leva a ela (Pv 14.26). (Sl 37.3).
ENCORAJAMENTOS À CONFIANÇA A bênção de ser colocada em Deus (Sl
A força eterna de Deus (Is 26.4). 2.12; 34.8; 40.4; Jr 17.7).
A bondade de Deus (Na 1.7). DOS ÍMPIOS

O amor de Deus (Sl 36.7). l)Jão é em Deus (Sl 78.22; Sf 3.2).


1

As ricas provisões de Deus (1Tm 6.17). ~ nos 1dolos (Is 42.17; Hc 2.18).
O cuidado de Deus por nós (lPe 5.7). ~ nos homens (Jd 9.26; Sl 118.8-9).
Libertações passadas (Sl 9.10; 2Co 1.10). ~ em seus próprios corações (Pv 28.26).
Deve ser de todo o coração (Pv 3.5). ~ em sua própria justiça (Lc 18.9, 12).
Deve ser desde a juventude (Sl 71.5). ~ em vaidades (Jó 15.31; Is 59.4).
A DOS SANTOS
~ em falsidades (Is 28.15; Jr 13.25).
Não é na carne (Fp 3.3-4). E em alianças terrenas (Is 30.2; Ez
Não é em si mesmos (2Co 1.9). , 17.15).
Não é em armas carnais (1Sm 17.38- E nas riquezas (Sl 49.6; 52.7; Pv 11.28;
, 39, 45; 44.6; 2Co 10.4). , Jr 48.7; Me 10.24).
E vã e ilusória (Is 30.7; Jr 2.37).
~ em Deus (Sl 11.1; 31.14; 2Co 1.9).
Irá envergonhá-los (Is 20.5; Is 30.3, 5;
~ na palavra de Deus (Sl 119.42).
Jr 48.13).
~ na misericórdia de Deus (Sl 13.5; 52.8).
Será destruída (Jó 18.14; Is 28.18).
~ em Cristo (Ef 3.12).
Pesares e calamidades da falsa confiança
E por meio de Cristo (2Co 3.4).
(Is 30.1-2; 31.1-3; Jr 17.5).
Firmada na aliança (2Sm 23.5).
Dos santos-Ilustrada (Sl 91.12; Pv
Segura diante da morte (Sl 23.4). 18.10).
Estável (2Sm 22.3; Sl 112.7). Dos Ímpios-ilustrada (2Rs 18.21;Jó 8.14).
Inalterável (J ó 13.15). DOS SANTOS-EXEMPLOS
:r;:>esprezada pelos Ímpios (Is 36.4, 7). Davi, 1Sm 17.45; 30.6. Ezequias, 2Rs
E eterna (Sl 52.8; 62.8; Is 26.4). 18.5. ]eosafá, 2Cr 20.12. Sadraque, etc.,
Os santos clamam por ela, em oração (Sl Dn 3.28. Paulo, 2Tm 1.12.
25 .20; 31.1; 141. 8). DOS ÍMPIOS-EXEMPLOS
O Senhor conhece os que confiam (Na 1.7). Golias, 1Sm 17.43-45. Benadade, 1Rs
Exortações à confiança (Sl 4.5; 115.9-11). 20.10. Senaqueribe, 2Cr 32.8. Os israeli-
RESULTA EM tas, Is 31.1.
Ser envolto em misericórdia (Sl 32.10).
Usufruir perfeita paz (Is 26.3). CONFISSÃO DE PECADO
Usufruir todas as bênçãos terrenas e Deus exige (Lv 5.5; Os 5.15).
espirituais (Is 57.13). Deus considera (Jó 33.27-28; Dn 9.20).

~
1 CON TAM INA ÇÃO 1

Exortação Gs 7.19; Jr 3.13; Tg 5.16). CONSELHOS E PROPÓSITOS


Promessas (Lv 26.40-42; Pv 28.13). DE DEUS
DEVE SER ACOMPANHADA DE
São grandes Gr 32.19).
Submissão ao castigo (Lv 26.41; Ne São maravilhosos (Is 28.29).
9.33; Ed 9.13). São imutáveis (Sl 33.11; Pv 19. 2l; Jr 4.28;
Ora ção por per dão (2Sm 24.10; Sl Rm 9.11; Hb 6.17).
25.11; 51. l;Jr 14.7-9, 20). São soberanos (Is 40.13-14; Dn 4.35).
Ve rgo nha pró pri a (Is 64.5-6; Jr 3.25). São eternos (Ef 3.11).
Arr epe ndi me nto bíb lico (Sl 38.18; São fiéis e verdadeiros (Is 25.1).
Lm 1.20). Ne nhu m pod e ser anulado (Is 14.27).
Ab and ono do pecado (Pv 28.13). Serão cum prid os (Is 14.24; 46.11).
Restituição (Nm 5.6-7). Os sof rim ent os e mo rte de Cri sto , de
Deve ser completa e sem reservas (Sl 32.5; acordo com eles (At 2.23; 4.28).
51.3; 106.6). Santos, chamados e salvos de acordo com
Seguida de perdão (Sl 32.5; lJo 1.9). eles (Rm 8.28; 2T m 1.9).
Ilustrada (Lc 15.21; 18.13). A uni ão dos santos em Cri sto , de acordo
EXEMPLOS
com eles (Ef 1.9-10).
Arão, Nm 12.11. Os isrelitas, Nm 21.6- As obras de Deus, de acordo com eles
7; lSm 7.6; 12.19. Saul, lSm 15.24. Davi, (Ef 1.11).
2Sm 24.10. Esdras, Ed 9.6. Neemias, Ne Devem ser declarados pelos ministros (At
1.6-7. Os levitas, Ne 9.4, 33-34. ]ó, Jó 20.27).
7.20. Daniel, Dn 9.4. Pedro, Lc 5.8. O De vem ser atendidos Gr 49.20; 50.45).
ladrão, Lc 23.41. Seg red o não son dad o (Dt 29.29; Mt
CONSCIÊNCIA 24.36; At 1.7).
OS ÍMPIOS
Testifica no hom em (Pv 20.27; Rm2.15). Nã o os ent end em (Mq 4.12).
Acusa o pecado (Gn 42.21; 2Sm 24.10; Desprezam-nos (Is 5.19).
Mt 27.3; At 2.37). Rejeitam-nos (Lc 7.30).
Devemos ter a consciência aprovada CT ó
27.6; At 24.16; Rm 9.1; 14.22). CONTAMINAÇÃO
Somente o sangue de Cri sto pod e puri- Pro ibid a aos judeus (Lv 11.44-45).
ficá-la (Hb 9.14; 10.2-10, 22). COISAS SUJEITAS A CONTAMINAÇÃO CER I·
Ma nté m a fé em pur eza de consciência MONIAL
(lT m 1.19; 3.9). Pessoas (Lv 5.3).
A dos santos, pur a e boa (Hb 13.18; lPe Vestes (Lv 13.59).
3.16, 21). Móveis, etc. (Lv 15.9-10; Nm 19.14-15).
Sub mis são às aut ori dad es, que stã o de Casas (Lv 14.44).
consciência (Rm 13.5). Ter ra (Lv 18.25; Dt 21.23).
Sofrer pacientemente por ela (1Pe 2.19). Santuário (Lv 20.3; Sf 3.4).
Seu tes tem unh o, um a fon te de alegria CERIMONIAL, CAUSADA POR
(2Co 1.12; lJo 3.21). Co me r coisas imp ura s (Lv 11.8; At
Do s out ros , não dev em ser ofendidas 10.11,14).
(Rm 14.21; lCo 10.28-32). Co me r coisas mo rtas (Lv 17.15).
Os min istr os dev em rec om end ar- se à Toc ar um mo rto ou ossos (Nm 9.6-7;
consciência de seu pov o (2Co 4.2; 5.11). 19.11, 16).
Do s Ímpios, cauterizadas (lT m 4.2). Toc ar num a sepultura (Nm 19.16).
Do s Ímpios, impuras (Tt 1.15). Toc ar animal mo rto (Lv 5.2; 11.24-28).
Sem iluminação espiritual, falso guia (At Ficar sozinho com defunto (Nm 19.14).
23.1, com At 26.9). Lam ent ar pelos mo rto s (Lv 21.1-3).
\coNTENTAMENTo\
Lep ra (Lv 13.3, 11; Nm 5.2,3). Co m seus salários (Lc 3.14).
He mo rrag ia, etc. (Lv 15.2; Nm 5.2). Co m o que pos sue m (Hb 13.5).
Toc ar qualquer coisa con tam ina da pela Co m alimentos e roupas (1 Tm 6.8).
hemorragia, etc. (Lv 15.5-11). As promessas de De us devem gerar con-
En trar em casa atacada pela lep ra (Lv ten tam ent o (Hb 13.5).
14.46). Os Ímp ios gos tari am de tê-l o (Is 5.8;
Sacrificar nov ilha ver me lha (Nm 19.7). Ec 5.10).
Qu eim ar nov ilha ver me lha (Nm 19.8). EXEMPLOS
Aju nta r as cinzas de nov ilha ver me lha Barzilai, 2Sm 19.33-37. A sumanita, 2Rs
(Nm 19.10). 4.13. Da vi, Sl 16.6. Gur, Pv 30.8-9. Pau-
Toc ar pessoa imp ura (Nm 19.22). lo, Fp 4.11-12.
Da r à luz (Lv 12.2).
Suas causas, inapropriadamente aumentadas
CONVERSÃO
pela tradição (Me 7.2, com Mt 15.20). Por De us (1Rs 18.37; Jo 6.44; At 21.19).
MORAL, CAUSADA POR Po r Cri sto (At 3.26; Rm 15.18).
Seguir os pecados dos pagãos (Lv 18.24). ,Pelo pod er do Esp írit o Santo (Pv 1.23).
Co nsu ltar adivinhos (Lv 19.31). Pela graça (At 11.21, com vers. 23).
Ofe rtar filhos a Mo loq ue (Lv 20.3). Segue o arr epe ndi me nto (At 3.19; 26.20).
Fab rica r e ado rar ídolos (Ez 10.17-18; É resultado da fé (At 11.21).
22.3-4; 23.7). É POR MEIO
De rra ma r sangue (Is 59.3). Das Escrituras (Sl 19 .7).
Mo ral, pun ida (Lv 18.24-25, 28-29). Do s min istr os (At 26.18; 1Ts 1.9).
Os sob pun içã o, reti rad os do acampa- De auto-exame (Sl 119.59; Lm 3.40).
me nto (Nm 5.3-4; Dt 23.14). De aflições (Sl 78.34).
OS SACERDOTES DOS PECADORES, CAUSA ALEGRIA
Dec idia m em tod os os casos (Lv 10.10; A De us (Ez 18.23; Lc 15.32).
13.3). Aos santos (At 15.3; Gl 1.23-24).
Especialmente advertidos a evitá-la (Lv É necessária (Mt 18.3).
21.1-6, 11-12). Exigida Gó 36.10).
Nã o com er coisas santas enq uan to sob Exortações a ela (Pv 1.23; Is 31.6; 55.7;
con tam ina ção (Lv 22.2, 4-6). Jr 3.7; Ez 33.11).
Pun ido s por com ere m coisas santas sob Suas promessas (Ne 1.9; Is 1.27; Jr 3.14;
con tam ina ção (Lv 22.3). Ez 18.27).
Lim pos pelas oblações legais (Nm 19.18- De vem os ora r por ela (Sl 80.7; 85.4; Jr
19; Hb 9.13). 31.18; Lm 5.21).
Negligenciar a purificação, era castigado É aco mp anh ada de confissão de pecado
pela retirada de entre o pov o (Nm 19.13, (1Rs 8.35).
20). Perigo de ser negligenciada (Sl 7.12; Jr
Cer imo nia l, abolida pelo evangelho (At 44.5, 11; Ez 3.19).
10.15; Rm 14.14; Cl 2.20-22). Responsabilidade em levar os pecadores
ILUSTRA a ela (Sl 51.13).
O pecado (Mt 15.11, 18; Jd 8). Enc ora jam ent o a levar os pecadores a ela
As dou trin as imp ura s (1Co 3.16.-17). (Dn 12.3; Tg 5.19-20).
Do s gentios, pre dita (Is 2.2; 11.10; 60.5;
CONTENTAMENTO 66.12).
Co m santidade, grande ganho (Sl 37.16; De Israel, pre dita (Ez 36.25-27).
1T m 6.6).
OS SANTOS DEVEM DEMONSTRAR
CORAÇÃO
Em suas respectivas chamadas (1Co 7.20). A vida depende dele (Pv 5.23).
CORAÇÃO 1

DEUS Os puros de coração verão a Deus (Mt 5.8).


Sonda (1Cr 29.17; Jr 12.3). ORAR PARA QUE ELE SEJA
Conhece (Sl 44.21; Jr 20.12). Purificado (Sl 51.10).
Examina (1Cr 28.9; Jr 17.10). Inclinado aos testemunhos de Deus (Sl
Compreende seus pensamentos (1Cr 119.36).
28.9; Sl 139.2). Unido ao temor de Deus (Sl 86.11).
Avalia (Pv 21.2; 24.12). Dirigido ao amor de Deus (2Ts 3.5).
Influencia (1Sm 10.26; Ed 6.22; 7.27; Não deve ser endurecido contra Deus (Sl
Pv 21.1; Jr 20.9). 95.8, com Hb 4.7).
Cria um novo coração (Sl 51.10; Ez Não deve ser endurecido contra os po-
36.26). bres (Dt 15.7).
Prepara (1Cr 29.18; Pv 16.1). Não toleremos iniqüidade no coração (Sl
Abre (At 16.14). 66.18).
Ilumina (2Co 4.6; Ef 1.18). Cuidado para que não seja enganado (Dt
Fortalece (Sl 27.14). 11.16).
Firma (Sl 112.8; 1Ts 3.13). Quem confia no coração é insensato (Pv
DEVE SER 28.26).
Aplicado à sabedoria (Sl 90.12; Pv 2.2).
Guardado com diligência (Pv 4.23). CORAÇÃO DOS ÍMPIOS
Guiado no caminho certo (Pv 23.19). Ardiloso (Ec 7.26).
Oferecido a Deus (Pv 23:26). Arrogante (Is 10.12; 46.12).
Perfeito diante de Deus (1Rs 8.61). Carnal (Rm 8.7).
Preparado para Deus (1Sm 7.3). Cego (Ef 4.18).
Purificado (Tg 4.8). Cobiçoso 0-r 22.17; 2Pe 2.14).
Sincero (Ef 6.5; Cl 3.22). De pouco valor (Pv 10.20).
Terno (Ef 4.32). Despreparado para buscar a Deus (2Cr
DEVEMOS 12.14).
Crer de coração (At 8.37; Rm 10.10). Distante de Deus (Is 29.13, com Mt 15.8).
Servir a Deus de todo coração (Dt Dividido (Os 10.2).
11.13). Endurecido (Ez 3.7; Me 10.5; Rm 2.5). €1= <-i; IS
Guardar os mandamentos de Deus de Enganoso (Jr 17.9).
todo coração (Dt 26.16). Falso (1Cr 12.33; Sl 12.2).
Caminhar perante Deus de todo co- Hostil (Ez 25.15).
ração (1Rs 2.4). Idólatra (Ez 14.3-4).
Confiar em Deus de todo coração (Pv 3.5). Iludido (Is 44.20; Tg 1.26).
Amar a Deus de todo coração (Mt 22.37). Impenitente (Rm 2.5).
Voltar para Deus de todo coração Imperfeito diante de Deus (1Rs 15.3; At
(Dt 30.2). 8.21; Pv 6.18).
Fazer a vontade de Deus de coração Incircunciso (Lv 26.41; At 7.51).
(Ef 6.6). Inclinado à indulgência sensual (Os 13.6).
Santificar a Deus no coração (1Pe 3.15). Inclinado a se distanciar de Deus (Dt
Amar uns aos outros com pureza de 29.18; Jr 17.5).
coração (1Pe 1.22). Inclinado ao erro (Sl 95.10).
Ninguém pode limpar o coração (Pv 20. 9). Incrédulo (Hb 3.12).
Fé, meio de purificá-lo (At 15.9). Incuravelmente enganoso 0-r 17.9).
Renovação do coração, promessa do Influenciado pelo mal (Jo 13.2).
evangelho (Ez 11.19; 36.26; Hb 3.10). Insensato (Pv 12.23; 22.15).
Quando abatido e contrito, Deus não Insensível (Ez 11.19; 36.26).
despreza (Sl 51.17). Inteiramente inclinado ao mal (Ec 8.11).
1 CORA ÇÃO

Irado contr a Deus (Pv 19.3). Sincero (At 2.46; Hb 10.22).


Louco (Ec 9.3). Solidário Qr 4.19; Lm 3.51).
Maldoso (Sl 28.3; 140.2). Tern o (1Sm 24.5; 2Rs 22.19).
Obscurecido (Rm 1.21). Tota lmen te devo tado a Deus (Sl 9.1;
Odio so a Deus (Pv 6.16, 18; 11.20). 119.10, 69, 145).
Orgu lhoso (Sl 101.5; Pv 18.12; Jr 48.29; Um tesouro de Deus (Mt 12.35).
49.16). Zeloso (2Cr 17.6; Jr 20.9).
Orgu lhoso com a prosp erida de (2Cr
26.16; Dn 5.20). CORAGEM ESPIRITUAL
Perverso (S1101.4;17.20; Pv 12.8). Çrist o deu exemplo Qo 7.26).
Planejador de destruição (Pv 24.2). E por meio da fé em Crist o (Ef 3.12;
Rebelde Qr 5.23). Hb 10.19).
Repleto de maldades (Ec 9.3). Uma característica dos santos (Pv 28.1).
Repleto de más idéias (Pv 6.14; Jr 4.14). RESULTADO
Repleto de pensamentos inúteis (Gn 6.5; Da confiança em Deus (Is 50.7).
8.21; Pv 6.18). Do temo r a Deus (At 4.19; 5.29).
Sentidos judicialmente entorpecidos (Is Da fidelidade a Deus (1Tm 3.13).
6.10; At 28.26-27). Expressamos nossa confiança em Deus
Sentimentos judicialmente endurecidos , por meio dela (Hb 13.6).
(Êx 4.21; Js 11.20). E recebida em oração (Ef 3.12; Hb 4.16).
Teimoso (Ez 2.4). No juízo, os santos terão (1Jo 4.17).
Um tesou ro de mald ades (Mt 12.35; Exortações a respeito Qs 1.7; 2Cr 19.11;
Me 7.21). Jr 1.8; Ez 3.9).
Oraç ão para obtê-la (At 4.29; Ef 6.19-20).
CORAÇÃO RENOVADO OS MINISTROS DEVEM EXIBI-LA
Alegra-se em Deus (1Sm 2.1; Zc 10.7). Na fidelidade a seu povo (2Co 7.4; 10.1).
Circunciso (Dt 30.6; Rm 2.29). Na pregação (At 4.31; Fp 1.14).
Conf ia em Deus (Sl 112.7). Na censura ao pecado (Is 58.1; Mq 3.8).
Dedicado à oração (1Sm 1.13; Sl 27.8). Dian te da oposição (At 13.46; 1Ts 2.2).
Desejoso de Deus (Sl 84.2). EXEMPLOS
Despojado de medo (Sl 27.3). Abraão, Gn 18.22-32.Jacó, Gn 32.24-29.
Expandido (Sl 119.32; 2Co 6.11). Moisés, Êx 32.31-32; 33.18. Aarão, Nm
Fiel a Deus (Ne 9.8). 16.47-48. Davi, 1Sm 17.45. Elias, 1Rs
Firm ado em Deus (Sl 57.7; 112.7). 18.15, 18. Neemias, Ne 6.11. Sadraque,
Hone sto e bom (Lc 8.15). Dn 3.17-18. Daniel, Dn 6.10.JosédeAri-
Inclinado à obediência (Sl 119.112). matéia, Me 15.43. Pedro e João, At 4.8-
Justo (Sl 97.11; 125.4). 13. Estêvão, At 7.51. Paulo, At 9.27, 29;
Limp o (Sl 73.1). 19.8. Barnabé, At 14.3. Apolo, At 18.26.
Meditativo (Sl 4.4; 77.6).
Obed iente (Sl 119.112; Rm 6.17). COR ÇO,V EAD O
Perfeito diante de Deus (1Rs 8.61; Sl 101.2). Limp o e usad o como alim ento (Dt
Preparado para buscar a Deus (2Cr 19.3; 12.15; 14.15).
Ed 7.10; Sl 10.17). Gera lmen te são caçados (Lm 1.6).
Puro (Sl 24.4; Mt 5.8). FÊMEA
Queb ranta do e contr ito (SI 34.18; 51.17). Cham ada corça (Ct 2.7).
Repleto da lei de Deus (SI 40.8; 119.11). Alegra-se na liberdade (Gn 49.21).
Repleto do temo r do Senh or Qr 32.40). Gent il e amorosa (Pv 5.19).
Reverente à palavra de Deus (Sl 119 .161). Dá à luz no temp o aprop riado (Jó
Sábio (Pv 10.8; 14.33; 23.15). 39.1-2).
CORDEIR OS 1

Dá à luz com dificuldade Qó 39.3). Comido com os pés calçados (Êx 12.11;
Dá à luz ao comando de Deus (Sl 29.9). Ef 6.15).
Esquece-se dos filhotes em tempo de Não podia ser tirado da casa (Êx 12.46;
fome ar14.5). Ef 3.17).
Filhotes, têm suas necessidades bem su- O que restasse até o amanhecer deveria ser
pridas Qó 39.4). queimado (Êx 12.10; Mt 7.6; Lc 11.3).
ILUSTRAM
Jesus Cristo (Ct 2.9, 17; 8.14). CORDEIROS
Pecadores convertidos (Is 35.6). Filhotes do rebanho (Êx 12.5; Ez 45.15).
(Passos seguros) os santos experientes DESCRITOS COMO
(Sl 18.33; Hc 3.19). Pacientes (Is 53.7).
(Buscando água) os santos aflitos dese- Brincalhões (Sl 114.4, 6).
josos de Deus (Sl 42.1-2). Exposto s aos ataques dos animais sel-
(Sem pastagem) os perseguidos (Lm 1.6). vagens (1Sm 17.34).
São cuidados pelo pastor (Is 40.11).
CORDEIRO PASCAL UTILIZADOS PARA
Um tipo de Cristo (Êx 12.3; 1Co 5.7). · Alimentação (Dt 32.14; 2Sm 12.4).
Macho de um ano (Ex 12.5; Is 9.6). Vestimenta (Pv 27.26).
Sem defeito (Êx 12.5; 1Pe 1.19). Sacrifício (1Cr 29.21; 2Cr 29.32).
Tirado do rebanho (Êx 12.5; Hb ?, 14, 17). Considerados iguarias (Am 6.4).
Escolhi do com antecedência (Ex 12.3; OFERECIDOS EM SACRIFÍCIOS
1Pe 2.4). Machos (Êx 12.5).
Separado por guatro dias para ser bem Fêmeas (Nm 6.14).
examinado (Ex 1~.6; Jo 8.46; 18.38). Não desmamados (1Sm 7.9).
Morto pelo povo (Ex 12.6; At 2.23). Com um ano de idade (Êx 12.5; Nm 6.14).
Morto no lugar onde o Senhor pôs seu Desde os primórd ios dos tempos (Gn
nome (Dt 16.2" 5-7; 2Cr 35.1; Lc 13.33). 4.4; 22.7-8), A

Morto à tarde (Ex 12.6; Me 15.34, 37). Todas as manhãs e noites (Ex 29.38-39).
O sangue deveria ser derramado (Êx 12.7; Na Páscoa (Êx 12.3, 6-7).
Lc 22.20). Os dos Ímpios, inaceitáveis (Is 1.11; 66.3).
Seu sangue, a~ergid o nas vigas e laterais Grande número oferecido por Josias ao
das portas (Ex 12.22; Hb 9.13-14; 10.22; povo, para sacrifício (2Cr 35.7).
1Pe 1.2). O primog ênito de jumepto era resgata-
Seu sa!_lgue, não seria aspergido na entra- do com um cordeiro (Ex 13.13; 34.20).
da (Ex 12.7; Hb 10.29). Muito comerc ializado s (Ed 7.17; Ez
Nep.hum osso deveria ser-lhe quebrado 27.21).
(Ex 12.46; Jo 19.36). Tributos, geralmente pagos com cordeiros
Não seria comido cru (Êx 12.9; 1Co (2Rs 3.4; Is 16.1).
11.28-29). Ofereci dos como present es para selar
Assado ao fogo (Êx 12.8; Sl 22.14-15). pactos (Gn 21.28-30).
Comido com ervas amargas (Êx 12.8; Zc Sua imagem , primeir a impress ão em
12.10). dinheir o (Gn 33.19 (margem); Js 24.32
Comido com pão asmo (Êx 12.39; 1Co (margem)).
5.7-8. Ver 2Co 1.1?), ILUSTRAM
Comido às pressas (Ex 12.11; Hb 6.18). A pureza de Cristo (1Pe 1.19).
Comid o com o cinto amarra do (Ex Cristo como um sacrifício Qo 1.29;
12.11; Lc 12.35; Ef 6.14; 1Pe 1,13). Ap 5.6).
Comido com o cajado na mão (Ex 12.11; Qualqu er objeto querido, entesourado
Sl 23.4). (2Sm 12.3, 9).
1 CORR EÇÃO

O povo de Deus (Is 5.17; 11.6). Mais eficiente aos santos do que açoi-
Os crentes fracos (Is 40.11; Jo 21.15). tes no tolo (Pv 17.10).
(Sua paciência) a paciência de Crist o (Is Uma prova de amizade fiel (Pv 27.6).
53.7; At 8.32). RESULTA EM
(Entr e lobos) os mini stros entre os Enten dime nto (Pv 15.32).
Ímpios (Lc 10.3). Conh ecim ento (Pv 19.25).
(Abandonados e expostos) Israel sem a Sabedoria (Pv 15.31; 29.15).
proteção de Deus (Os 4.16). Honr a (Pv 13.18).
(Levado ao mata douro ) o Ímpi o sob Felicidade (Pv 6.23).
julgamento 0-r 51.40). Acaba traze ndo mais respeito do que as
(Consumido em sacrifício) a comp leta bajulações (Pv 28.23).
destruição do Ímpio (Sl 37.20). Dos ofensores, um aviso aos outros (Lv
19.17; At 5.3-4, 9; 1Tm 5.20; Tt 1.10, 13).
CORREÇÃO Os hipóc ritas não estão qualificados a
Deus corrige seus filhos (2Sm 7.14;Jó 5.17; corri gir (Mt 7.5).
Sl 94.12; 119.67, 71, 75; Hb 12.6-7). Os minis tros são enviados a corrigir 0-r
Deus corrige os Ímpios (Sl 50.21; Is 51.20). 44.4; Ez 3.17).
Crist o enviado a corrigir (Is 2.4; 11.3). Os minis tros receberam pode r para cor-
O Espír ito Santo corrige 0-o 16.7-8). rigir (Mq 3.8).
Crist o corrige em amor (Ap 3.19). OS MINISTROS DEVEM CORRIGIR
SEUS MOTIVOS Aber tame nte (lTm 5.20).
Impenitência (Mt 11.20-24). Sem temo r (Ez 2.3-7).
Falta de enten dime nto (Mt 16.9, 11; Me Com toda autoridade (Tt 2.15).
7.18; Lc 24.25; Jo 8.43; 13.7-8). Com longanimidade, etc. (2Tm 4.2).
Dure za de coração (Me 8.17; 16.14). Irrest ritam ente (Is 58.1).
Medo (Me 4.40; Lc 24.37-38). Severamente, se necessário (Tt 1.13).
Incredulidade (Mt 17.17, 20; Me 16.14). No amor de Crist o (2Ts 3.15).
Soberba (Lc 22.34). Quem corrige é odiado pelos escarnece-
Hipo crisia (Mt 15.7; 23.13, etc.). dores (Pv 9.8; 15.12).
Insultos a Crist o (Lc 23.40). Odia r a correção, prova de tolice (Pv 12.1).
Má cond uta (1Ts 5.14). Odia r a correção leva à destruição (Pv
Opressão contr a os irmãos (Ne 5.7). 15.10; 29.1).
Atos pecaminosos (Mt 21.13; Lc 3.19; Desprezá-la leva ao remo rso (Pv 5.12).
Jo 2.16). Rejeitá-la leva ao erro (Pv 10.17).
As Escrituras são proveitosas para corri- OS SANTOS DEVEM
gir (Sl 19.7-11; 2Tm 3.16). Corri gir o próxi mo (Lv 19.17; Ef 5.11).
QUANDO VEM DE DEUS Ser inculpáveis (Fp 2.15).
É para disciplina (Sl 39.11). Recebê-la gentilmente (Sl 141.5).
É desprezada pelo Ímpio (Pv 1.30). Ama r quem os corrige (Pv 9.8).
Não deve desencorajar os santos (Hb Alegrar-se com quem os corrige (Pv
12.5). 24.25).
Oremos para que não seja com ira (Sl 6.1). Recebê-la most ra prudência (Pv 15.5).
Deve ser acompanhada de exortação ao EXEMPLOS
arrep endim ento (1Sm 12.20-25). Samuel, 1Sm 13.13. Natã, 2Sm 12.7-9.
DECLARADA COMO Aías, lRs 14.7-11. Elias, lRs 21.20. Eli-
Melhor do que o amor oculto (Pv 27.5). seu, 2Rs 5.26. Joabe, lCr 21.3. Semaías,
Melh or que os elogios dos insensatos 2Cr 12.5. Hanani, 2Cr 16.7. Zacarias,
(Ec 7.5). 2Cr 24.20. Daniel, Dn 5.22-23. João
Um óleo excelente (Sl 141.5). Batista, Mt 3.7; Lc 3.19. Estêvão, At 7.51.
CREDORES 1

Pedro, At 8.20. Paulo, 1Co 1.10-13; 5.1- Unida inseparavelme nte ao efode (Êx
5; 6.1-8; 11.17-22; Gl 2.11. 28.22-28; 39.15-21).
Urim e Tumim eram colocados nela (Êx
CORUJA 28.30; Lv 8.8).
Variedades (Lv 11.16-17; Dt 14.15-16). Usada como um memorial (Êx 28.29,
Impura e imprópria para alimentação (Lv com Is 49.16).
11.13, com vers. 16). ILUSTRA
DESCRITA COMO O justo julgamento de Cristo (Is 59.17).
De voz chorosa (Mq 1.8). Defesa da justiça (Ef 6.14).
De personalidade solitária (Sl 102.6). Defesa da fé e do amor (lTs 5.8).
Cuidadosa com os filhotes (Is 34.15).
Habita cidades e casas desertas (Is 13.21; CREDORES
34.11-14; Jr 50.39). Definidos (Fm 18).
Ilustra os que lamentam (Sl 102.6). PODEM EXIGIR
Penhor (Dt 24.10-11; Pv 22.27).
CORVO Fiança de outros (Pv 6.1; 22.26).
Impuro e inapropriado como alimento Hipotecas (Ne 5.3).
(Lv 11.15; Dt 14.14). Notas promissórias (Lc 16.6-7).
Chamado de corvo do vale (Pv 30.17). Vestes tomadas em penhor, tinham de
DESCRITO COMO ser devolvidas antes do pôr-do-sol (Êx
Negro (Ct 5.11). 22.26-27; Dt 24.12-13; Ez 18.7, 12).
Solitário (Is 34 .11). PROIBIDOS
Despreocupado (Lc 12.24). De aceitar pedras de moinho como
Carnívoro (Pv 30.17). penhor (Dt 24.6).
Deus provê seu alimento CTó 38.41; Sl Selecionar com violência os penhores
147.9; Lc 12.24). (Dt 24.10).
Enviado por Noé, para fora da arca (Gn 8.7). Ser usurpador com os irmãos (Êx 22.25;
Elias, alimentado por corvos (lRs 17.4-6). Lv 25.36-27).
Sua plumagem, ilustra a glória de Cristo Cobrar dívida dos irmãos no ano sabáti-
(Ct 5.11). co (Dt 15.2-3).
Podia pedir juros dos estrangeiros (Dt
COURAÇA 23.20).
Parte da armadura defensiva (lRs 22.34 Às vezes dívidas inteiras eram perdoadas
(margem)). (Ne 5.10-12; Mt 18.27; Lc 7.42).
Parte da vestimenta do sumo sacerdote Às vezes crueldade era praticada na co-
(Êx 28.4). brança (Ne 5.7-9;Jó 24.3-9; Mt 18.28-30).
PARA OS SOLDADOS ERA. GERALMENTE, DÍVIDAS COBRADAS POR
Feita de ferro (Ap 9.9). Vender-se o devedor ou fazê-lo escra-
De cor viva e brilhante (Ap 9.17). vo (Mt 18.25, com Êx 21.2).
PARA O SUMO SACERDOTE Venda da propriedade do devedor (Mt
Material (Êx 28.15; 39.8). 18.25).
Formato e dimensões (Êx 28.16; 39.9). Vender-se a família do devedor (2Rs
Co!?-feccionada com as ofertas do povo 4.1; Jó 24.9; Mt 18.25).
(Ex 35.9). Prisão (Mt 5.25-26; 18.34).
Os nomes das tribos eram gravados nela Reter a fiança (Pv 11.15; 22.26-27).
com pedras preciosas (Ex 28.17-21; Eram freqüentemente defraudados (lSm
39.10, 14). 22.2; Lc 16.5-7).
1 CRIAÇÃO

ILUSTRAM Glorifica a Deus (SI 145.10; 148.5).


As reivind icações de Deus sobre os Deus deve ser louvado por ela (Ne 9.6;
homens (Mt 5.25-26, com Mt 18.23, SI 136.3-9).
35; Lc 7.41,47). Leva à confiança (Sl 124.8; 146.5-6).
As exigências da lei (Gl 5.3). Insignificância do homem compar ado a
ela (SI 8.3-4; Is 40.12, 17).
CRIAÇÃO Geme por causa do pecado (Rm 8.22).
Formaç ão de coisas que ainda não exis- ILUSTRA
tiam (Rm 4.17, com Hb 11.3). O novo nascimento (2Co 5.17; Ef 2.10).
EFETUADA A renovação diária dos santos (SI 51.40;
Por Deus (Gn 1.1; 2.4-5; Pv 26.10). Ef 4.24).
Por Cristo Go 1.3, 10; Cl 1.16). A renovaç ão da terra (Is 65.17; 2Pe
Pelo Espírit o Santo Qó 26.13; SI 3.11, 13).
104.30).
Pela ordem de Deus (SI 33.9; Hb 11.3). CRISTO É DEUS
No princíp io íGn 1.1; Mt 24.21). Como Jeová (Is 40.3, com Mt 3.3).
Em seis dias (Ex 20.11; 31.17). Como Jeová da glória (Sl 24.7, 10, com
De acordo com as promessas de Deus 1Co 2.8; Tg 2.1).
(SI 135.6) Como Jeová, nossa Justiça 0- r 23 .5-6, com
Para o prazer de Deus {Pv 16.4; Ap 4.11). 1Co 1.30).
Para Cristo (CI 1.16). Como Jeová, sobre tudo (SI 97.9, com Jo
Pela fé acreditamos que é obra de Deus 3.31). ,
(Hb 11.3). Como Jeová, o Primeir o e Ultimo (Is
ORDEM DA CRIAÇÃO 44.6, comAp 1.17; Is 48.12-16, comAp
Primeiro dia, criação da luz e sua sepa- 22.13).
ração das trevas (Gn 1.3-5; 2Co 4.6). Compa nheiro de Jeová e semelha nte a
Segundo dia, criação do firmam ento ou ele (Zc 13.7; Fp 2.6).
atmosfera, e separação das águas (Gn Jeová das Hostes Celestiais (Is 6.1-3, com
1.6-8). Jo 12.41; Is 8.13-14, com 1Pe 2.8).
Terceiro dia, separação da terra e da á- Como Jeová, o Pastor (Is 40.11; Hb
gua, tornand o a terra frutífera (Gn 1.9- 13.20).
13). Como Jeová, para cuja glória todas as coi-
Quarto dia, colocação do sol, da lua e das sas foram criadas (Pv 16.4, com Cl 1.16).
estrelas para dar luz, etc. (Gn 1.14-19). Como Jeová, o Mensageiro da aliança (MI
Quinto dia, criação dos pássaros, inse- 3.1, com Me 1.2 e Lc 2.27).
tos e peixes (Gn 1.20-23). Invocad o como Jeová Gl 2.32, com At
Sexto dia, criação dos animais da terra, 2.21 e 1Co 1.2).
e do homem (Gn 1.24,28). Como o Deus eterno e Criador (SI 102.24-
Sétimo dia, Deus descansou (Gn 2.2-3). 27, com Hb 1.8, 10-12).
Aprova da por Deus (Gn 1.31). Como o Deus poderos o (Is 9.6).
Causou alegria aos anjos Gó 38.7). Como o Grande Deus e Salvador (Os 1.7,
EXIBE com Tt 2.13).
A divindade de Deus (Rm 1.20). Como o Deus sobre todas as coisas (SI
O poder de Deus (Is 40.26, 28; Rm 1.20). 45.6-7; Rm 9.5).
A glória e a obra da mão de Deus (SI 19.1). Como o Deus verdade iro Gr 10.10, com
A sabedoria de Deus (SI 104.24; 136.5). 1Jo 5.20).
A bondad e de Deus (Sl 33.5). Como Deus, a Palavra Go 1.1).
Deus como o único objeto de adoração Como Deus, o Juiz (Ec 12.14, com 1Co
(Is 45.16, com vers. 18; At 17.24, 27). 4.5; 2Co 5.10; 2Tm 4.1).
CRIST O

Com o Eman uel (Is 7.14, com Mt 1.23). Com o quem tem pode r para perdo ar
1. Com o Rei dos reis e Senh or dos senhores pecados (Cl 3.13, com Me 2.7, 10).
(Dn 10.17, com Ap 1.5; 17.14). Com o quem dá pastores à Igreja 0-r 3.15,
Com o o Santo (lSm 2.2, com At 3.14). com Ef 4.11-13).
Com o o Senh or dos céus (lCo 15.47). Com o Esposo da Igreja (Is 54.5, com Ef
Com o Senh or do sábado (Gn 2.3, com 5.25-32; Is 62.5, com Ap 21.2, 9).
Mt 12.8). Com o objet o de adora ção divin a (At
Com o Senh or de tudo (At 10.36; Rm 7.59; 2Co 12.8-9; Hb 1.6; Ap 5.12).
10.11-13). Com o objeto de fé (Sl 2.12, com lPe 2.6;
Com o filho de Deus (Mt 26.63-67). Jr 17.5, 7, comJ o 14.1).
Com o o Unig ênito Filho do Pai Q"o 1.14, Com o Deus, ele redime e purifica a Igre-
18; 3.16, 18; lJo 4.9). ja para si mesmo (Ap 5.9, com Tt 2.14).
Seu sangue é chamado o sangue de Deus Com o Deus, ele apresenta a Igreja a si
(At 20.28). mesm o (Ef 5.27, com Jd 24-25).
Com o sendo um com o Pai Q"o 10.30, Os santos vivem para ele como seu Deus
38; 12.45; 14.7-10; 17.10). (Rm 6.11 e Gl 2.19, com 2Co 5.15).
Com o o que envia o Espírito, igualmente Reconhecido como Deus por seus após-
com o Pai Q"o 14.16, comJ o 15.26). tolos Q"o 20.28).

ªº
Com o digno da mesma honr a que o Pai
5.23).
Com o Prop rietár io de todas as coisas,
Reconhecido como Deus pelos santos do
Antig o Testa ment o (Gn 17.1, com Gn
48.15-16; Gn 32.24-30, com Os 12.3-5;
igualmente com o Pai Q"o 16.15). Jz 6.22-24; 13.21-22; Jó 19.25-27).
Com o não-r estrit o pela lei do sábado,
igualmente com o Pai Q"o 5.17). CRISTO, CABEÇA DA IGREJA
Com o a Font e de graça, igualmente com Predi to (Sl 118.22, com Mt 21.42).
o Pai (1Ts 3.11; 2Ts 2.16-17). Nom eado por Deus (Ef 1.22).
Com o insondável, igualmente com o Pai Declarado por ele mesmo (Mt 21.42).
(Pv 30.4; Mt 11.27). Com o seu corpo místico (Ef4.12, 15; 5.23).
Com o Criad or de todas as coisas (Is 40.28; Preeminência em tudo (1Co 11. 3; Ef 1. 22;
Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.2). Cl 1.18).
Com o Sustentador e Preservador de to- Com ission ou seus apóstolos (Mt 10.1, 7;
das as coisas (Ne 9.6, com Cl 1.17; Hb 28.19; Jo 20.21).
1.3). Insti tuiu as orden anças (Mt 28.19; Lc
Com o possuidor da plenitude da Deidade 22.19-20).
(Cl 2.9; Hb 1.3). Concede dons (Sl 68.18, com Ef 4.8).
Com o quem ressuscita os mort os Q"o 5.21; Os santos são completos nele (Cl 2.10).
6.40, 54). Quem detur pa a verdade não permanece
Com o quem ressuscita a si mesm o CT o nele (Cl 2.18-19).
2.19, 21; 10.18).
Com o Etern o (Is 9.6; Mq 5.2; Jo 1.1; Cl CRISTO, O MEDIADOR
1.17; Hb 1.8-10; Ap 1.8). Em virtu de de sua expiação (Ef 2.13-18;
Como Onipresente (Mt 18.20; 28.20;Jo 3.13). Hb 9.15; 12.24).
Como Onipotente (Sl 45.3; Fp 3.21; Ap 1.8). O único medi ador entre Deus e os ho-
Com o quem disce rne os desej os do mens (1 Tm 2.5).
coração (1Rs 8.39, com Lc 5.22; Ez Da aliança do evangelho (Hb 8.6; 12.24).
11.5, com J o 2.24-25; Ap 2.23). TIPIFICA
Com o imut ável (Ml 3.6, com Hb 1.12; Moisés, Dt 5.5; Gl 3.19. Aarã o, Nm
13.8). 16.48.
1 CRISTO

CRISTO, O PASTOR CRISTO, O REI


Predito (Gn 49.24; Is 40.11; Ez 34.23; Predito (Nm 24.17; Sl 2.6; 45; Is 9.7; Jr
37.24). 23.5; Mq 5.2).
Suprem o (1Pe 5.4). Glorios o (Sl 24.7-10; lCo 2.8; Tg 2.1).
Bom Go 10.11, 14). Suprem o (Sl 89.27; Ap 1.5; 19.16).
Grande (Mq 5.4; Hb 13.20). Assentado no trono de Deus (Ap 3.21).
SUAS OVELHAS Assentado no trono de Davi (Is 9.7; Ez
Ele as conhece Go 10.14, 27). 37.24-25; Lc 1.32; At 2.30).
Ele as chama Go 10.3). É rei de Sião (Sl 2.6; Is 52.7; Zc 9.9; Mt
Ele as reúne (Is 40.11; Jo 10.16). 21.5; Jo 12.12-15).
Ele as guia (Sl 23.3; Jo 10.3-4). Seu reino é justo (Sl 45.6, com Hb 1.8-9;
Ele as alimenta (Sl 23.1-2; Jo 10.9). Is 32.1; J r 23.5).
Ele cuida delas carinho sament e (Is Seu reino é eterno (Dn 2.44; 7.14; Lc 1.33).
40.11). Seu reino é universal (Sl 2.8; 72.8; Zc 14.9;
Ele as protege e preserva Gr 31.10; Ez Ap 11.15).
34.10; Zc 9.16; Jo 10.28). Seu reino não é deste mundo Go 18.36).
Ele entrego u sua vida por elas (Zc 13.7; Santos, súditos dele (Cl 1.13; Ap 15.3).
Mt 26.31; Jo 10.11, 15; At 20.28). Santos recebem um reino dele (Lc 22.29-
Ele lhes dá vida eterna Go 10.28). 30; Hb 12.28).
TIPIFICA RECONHECIDO
Davi, 1Sm 16.11. Pelos sábios do Oriente (Mt 2.2).
Por Natanae l Go 1.49).
CRISTO, O PROFETA Por seus seguidores (Lc 19.38;Jo 12.13).
Predito (Dt 18.15, 18; Is 52.7; Na 1.15). Declarado por si mesmo (Mt 25.34; Jo
Ungido com o Espírito Santo (Is 42.1; 18.37).
, 61.1, com Lc 4.18; Jo 3.34). Escrito em sua cruz Go 19.19).
Unico que conhece e revela Deus (Mt Os judeus o buscarão (Os 3.5).
11.27; Jo 3.2, 13, 34; 17.6, 14, 26; Hb Os santos o contem plarão (Is 33.17; Ap ,'.1

1.1-2). 22.3-4).
Declaro u que sua doutrin a é do Pai Go Os reis se encurva rão diante dele (Sl
8.26, 28; 12.49-50; 14.10, 24; 15.15; 17.8, 72.10; Is 49.7).
16). Vencerá todos os seus inimigos (Sl 110.1;
Pregou o evangelho e realizou milagres Me 12.36; 1Co 15.25; Ap 17.14).
(Mt 4.23; 11.5; Lc 4.43). TIPIFICA
Predisse o futuro (Mt 24.3-35; Lc 19 .41, Melquisedeque, Gn 14.18. Davi, lSm
44). 16.1, 12-13, com Lc 1.32. Salomão, 1Cr
Fiel à sua missão (Lc 4.43; Jo 17.8; Hb 28.6-7.
3.2; Ap 1.5; 3.14).
Pleno de sabedoria (Lc 2.40, 47, 52; Cl 2.3). CRISTO, O SUMO SACERDOTE
Podero so em obras e palavra (Mt 13.54; Nomea do e chamado por Deus (Hb 3.1-
Me 1.27; Lc 4.32; Jo 7.46). 2; 5.4-5).
Manso e simples ao ensinar (Is 42.2; Mt Segundo a ordem de Melquisedeque (Sl
12.17-20). 110.4, com Hb 5.6; Hb 6.20; 7.15, 17).
Deus ordena que o ouçamos (Dt 18.15; Superio r a Aarão e aos sacerdotes levitas
Mt 17.25; At 3.22; 7.37). (Hb 7.11, 16, 22; 8.1-2, 6).
Deus castigará severamente quem o negli- Consagrado sob juramen to (Hb 7.20-21).
genciar (Dt 18.19; At 3.23; Hb 2.3). Sacerdócio imutável (Hb 7.23, 28).
TIPIFICA Sua pureza é imaculada (Hb 7.26, 28).
Moisés, Dt 18.15. Fiel (Hb 3.2).

0
CRI STO 1

Nã o pre cis a de sacrifícios a seu fav or Solidariza-se co m os que são ten tad os
(H b 7.27). (H b 2.18; 4.15).
Ofereceu-se como sacrifício (Hb 9.14, 26). Intercede (H b 7.25; 9.24).
Seu sacrifício é superior a todos os ou tro s Ab enç oa (N m 6.23-26, co m At 3.26).
(Hb 9.13-14, 23). Está em seu tro no (Zc 6.13).
Ofereceu sacrifício um a vez só (H b 7.27; Sua nomeação, e encorajamento à perse-
9.25-26). verança (H b 4.14).
Ef etu ou a reconciliação (H b 2.17). TIPIFICA
Ob tev e nossa redenção (H b 9.12). Melquisedeque, Gn 14.18-20. Aarão, Êx
Ad en tro u aos céus (H b 4.14; 10.12). 40.12-15.
1 DÃ, TRIBO DE

DÃ, TRIBO DE Os pés de cavalos ou bois (Is 28.28; Os


Descendente do quinto filho de Jacó (Gn 10.11; v. 2Sm 24.22).
30.6). Gado usado na tarefa não deveria ser
Previsões a respeito (Gn 49.16-17; Dt amordaçado (Dt25.4; 1Co9.9; 1Tm5.18).
33.22). Prosseguia em abundância até a colheita
PESSOAS ESCOLHIDAS PARA das uvas (Lv 26.5).
Enume rar o povo (Nm 1.12). LUGAR DA DEBULHA
Espiar a terra (Nm 13.12). Chamad o de chão Gz 6.37; Is 21.10).
Dividir a terra (Nm 34.22). Chama do de eira (Nm 18.27; 2Sm
Númer o de pessoas ao deixar o Egito 24.18; 2Rs 6.27).
(Nm 1.38-39). Chamad o de eira de trigo (Os 9.1).
Liderou a quarta e última divisão de Is- Era largo e amplo (Gn 50.10).
rael (Nm 2.31; 10.25). Geralm ente em terreno alto (1Cr
Acampava ao norte do tabernáculo (Nm , 21.18, com 2Cr 3.1).
2.25). As vezes ao lado do lagar de uvas Gz
Sua oferta, na dedicação (Nm 7.66-71). 6.11).
Suas famílias (Nm 26.42). Também usado para limpar a cevada
Númer o de pessoas a entrar em Canaã (Rt 3.2).
(Nm 26.43). Geralm ente assaltado (1Sm 23.1).
Em Ebal disse amém às maldições (Dt Os judeus dormia m ali durante a época
27.13). da debulha (Rt 3.7).
Limites de sua herança Gs 19.40-46). Sua abastança, prometi da como bênção
Um povo dado ao comércio Gz 5.17; Ez a12.24).
27.19). , Sua escassez, um castigo (Os 9.2).
Empurr ados para os montes, pelos amor- Seguido de limpeza com forcado e pá (Is
reus Gz 1.34). 30.24; 41.16; Mt 3.12).
UMA PARTE ILUSTRA
Enviad a a estabelecer-se em outros Os julgamentos de Deus (Is 21.10; Jr
lugares Gz 18.1-2). 51.33; Hc 3.12).
Ocupou Lais e chamou-a Dã Gs 19.47; Os labores dos ministros (1Co 9.9-10).
Jz 18.8-13, 27-19). A igreja em suas conquistas (Is 41.15-
Atacou Mica, tomando-lhe os ídolos e 16; Mq 4.13).
a estola sacerdotal Gz 18.30-31). (Recolhimento de seus feixes) a prepa-
Reprov ada por não ter ajudado contra ração dos inimigos da igreja para seus
Sísera Gz 5.17). julgamentos (Mq 4.12).
Sansão pertenc ia a essa tribo O-z 13.2, (O pó feito pela debulha) destruição
24-25). comple ta (2Rs 13.7; Is 41.15 (mar-
Alguns da tribo foram á coroação de Davi gem)).
(1Cr 12.35). (Um instrum ento dentado usado na
Líderes apontad os para dirigi-la (1Cr debulha) da vitória da igreja sobre
27.22). uma oposição (Is 41.15).

DEBULHAR DECISÃO
Remov er ou separar os grãos, etc. (1Cr Necessária ao serviço de Deus (Lc 9.62).
21.20). Exortações Gs 24.14-15).
ERA FEITO COM EXIBIDA EM
Vara ou pedaço de pau (Is 28.27). Buscar a Deus de todo o coração (2Cr
Rodas de carroça (Is 27.27-28). 15.12).
Instrumentos dentados (Is 41.15; Am 1.3).

~
DE SE RT O 1

G ua rd ar os mandamentos de Deus (Ne Sob os cuidados dos levitas (1Cr 26.20,


10.29). A 26; 2C r 31.12).
Permanecer ao lado do Senhor (Ex 32.26). Usadas nos reparos e cuidados do tem-
Seguir a D eu s co m pl et am en te (N m plo (2Rs 12.4-5; 1C r 26.27).
14.24; 32.12; Js 14.8). Usadas no sustento dos sacerdotes (N m
Servir a Deus (Is 56.6). 18.14; Ez 44.29).
A m ar a Deus perfeitamente (Dt 6.5). Dadas pa ra apaziguar in im ig os (2Rs
Suas bênçãos 0-s 1.7). 12.17-18).
OPOSTA A Leis a respeito de sua liberação (Lv 27).
Serviço dividido (Mt 6.24). D e propriedade, geralmente pervertidas
Mente dividida (Tg 1.8). (Me 7.9-13).
Vacilar entre duas idéias (1Rs 18.21). Ilustra devoção a Deus (Sl 119.38).
Virar-se para a direita ou esquerda (Dt
5.32).
DELEITAR-SE EM DEUS
N ão te r sinceridade de coração (Sl 78.8, O rd en ad o (Sl 37.4).
37). A reconciliação o tra z 0-ó 22.21,26).
EXEMPLOS A ob se rv ân ci a do sá ba do o tr az (Is
Moisés, Êx 32.26. Calebe, N m 13.30. 58.13-14).
Josué, Js 24.15. Rute, Rt 1.16. Asa, 2C r OS SANTOS O EXPERIMENTAM

f 15.8. Davi, Sl 17.3. Pedro, Jo 6.68. Pau-


lo, A t 21.13. Abraão, H b 11.8.
Em co m un hã o co m Deus (Ct 2.3).
N a lei do Se nh or (Sl 1.2; 119.24,35).
N a bondade de Deus (Ne 9.25).
DEDICAÇÃO N o co nf or to de Deus (Sl 94.19).
Consagração de um lugar pa ra adoração HIPÓCRITAS
(2Cr 2.4). Fingem-no (Is 58.2).
Confirmação solene de um a aliança (Hb Desprezam-no no coração 0-ó 27.10; Jr
9.18). 6.10).
D ev ot ar qualquer coisa para uso sagrado Pr om et id o (Sl 37.4).
(1Cr 28.12). Abençoado (Sl 112.1).
OBJETOS DE CONSAGRAÇÃO
Tabernáculo (N m 7). DESERTO, JORNADA DE
Templo de Salomão (1Rs 8.1-63; 2Cr7.5). ISRAEL PELO
Segundo te m pl o (Ed 6.16-17). D at a de seu início (Êx 12.41-4~.
Pessoas (Êx 22.29; 1Sm 1.11). N úm er o de pessoas no início (Ex 12.37).
Propriedades (Lv 27.28; M t 15.5). Saúde do po vo no início (Sl 105.37).
1 Es pó lio s de gu er ra (2Sm 8.11; 1C r U m a multidão mista ac om pa nh ou os is-
18.11). raelitas (Êx 12.38;ANm 11.4).

[ Tr ib ut o de estrangeiros (2Sm 8.10-11).


M ur os da cidade (Ne 12.27).
Iniciada às pressas (Ex 12.39). A
Co nd uz id a co m regularidade A(Ex 13.18).
Casas construídas (Dt 20.5; Sl 30, título).
Sob a liderança de Moisés (Ex 3.10-12,
Pelos idólatras ao le va nt ar ídolos (D n co m A t 7.36, 38). A
3.2-3). Po r um a ro ta em circuito (Ex 13.17-18).
COISAS DEDICADAS A DEUS O rd em de m ar ch ar du ra nt e a jo rn ad a
1 Co ns id er ad as santas (Lv 27.28; 2Rs (N m 10.14-28).
12.18). O rd em de acampar du ra nt e a jo rn ad a
Guardadas co m os tesouros da casa de (N m 2).
Deus (1Rs 7.51; 2C r 5.1). Dificuldades e perigos (Dt 8.15).
Sala especial preparada pa ra elas (2Cr DURANTE QUARENTA ANOS
31.11-12). Co m o castigo (N m 14.33-34).

~
1 DE SER TO

Para pro va r e hu mi lha r o povo (Dt 8.2). Água restal_!rada (Êx 15.25).
Pa ra ensiná-los a viver da palavra de At é Eli m (Ex 15.27; Nm 33.9).
Deus (Dt 8.3). A Ju nto ao Ma r Ve rm elh o (N m 33.10).
Sob a liderança de De us (Ex 13.21-22; ATRAVÉS DO DESERTO DE SIM ( ÊX 16.1 ; NM
15.13; Nm 9.12; SI 78.52; Is 63.11-14). 33.11). A

Sob a proteção de Deus (Êx 14.19-20, com Murmuração po r causa de pão (Ex 16.2-
SI 105.39; Êx 23.20, co m SI 7f5 3).
Co m provisões miraculosas (Ex 16.35;
~-
A

Co do rni zes dadas po r um a noite (Ex


Dt 8.3). 16.8, 12-13).
As roupas foram preservadas durante esse En vio do ma ná (Êx 16.4, 8, 16-31).
tem po (Dt 8.4; 29.5; Ne 9.21). At é Dofca (N m 33.12).
Cu lto a Deus, celebrado du ran te a jor- At é Alus (N m 33.13).
nada (Êx 24.5-8; 29.~8-42; 40.24-29). ATÉ REFIDIM (ÊX 17.1; NM 33,:14).
Justiça administrada (Ex 18.13, 26). Mu rm ura ção po r água (ExA 17.2-3).
Circuncisão omitida Qs 5.5). A Água é retirada da pe dra (Ex !7.5-6).
Ca uso u ter ror universal e desmaio (Ex
Ch am ad a de Massá e Meribá (Ex 17.7).
15.14-16; Nm 22.3-4). A Amaleque se opõe a Israel (Êx 17.8).
Ob str uíd a, etc., po r nações vizinhas (Ex
Amaleque é vencido (Ex 17.9-13).
17.8; Nm 20.21).
ATÉ O MONTE SINAI (ÊX 19.1-2; NM 33.15).
Te rri tór io adquirido (Dt 29.7-8).
A visita de Jet ro (Êx 1§. 1-6).
Ma rca da po r mu rm ura çã o e reb eli ão
Juízes são indicados (Ex 18.14-26; Dt
constante (SI 78.40; 95.10; 106.7-39).
Bondade e misericórdia de Deus, constantes 1.9-15). A
(SI 106.10, 43-46; 107.6, 13). Da da a lei mq ral A(Ex 19.3; cap 20).
A O pacto é feito (Ex 24.3-8). A
Ini cia da em Ra me ssé s, no Eg ito (Ex
12.37). Lei moral é escrita nas tábuas (Ex 31.18).
A
Até Sucote (Ex 12.37; Nm 33.5). Instruções paraA a construção do taber-
At é Etã (Êx 13.20; Nm 33.6). náculo, etc. (Ex 24-27).
ENTRE BAAL·ZEFOM E Pl·HAIROTE (ÊX
Tr ibo de Levi substitui os primogêni-
tos (N m 3.11-13).
14.2; NM 33.7).
Ar ão e seus filhos são escolhidos co mo
Alcançados po r Faraó (Êx 14 }).
sacerdotes (Êx 28-29; Nm 3.1-3, 10).
Exortados a olh ar para Deus (Ex 14 .13-
Levitas são separados (N m 3.5-9). A
14).
Co nst ruç ão do be zer ro de ou ro (Ex
A nu ve m mudou-se pa ra a retaguarda
(Êx 14.19-20). 32.1, 4).
O Ma r Ve rm elh o foi div idi do (Êx As tábuas do tes tem un ho são quebra-
14.16, 21). das (Êx 32.19). A
ATRAVÉS DO MAR VERMELHO (ÊX
O po vo é castigado pela idolatria (Ex
14.22,
32.25-29, 35).
29) .
A glória de Deus é mo str ada a Moisés
Fé exibida na passagem (Hb 11.29). A
(Ex 33.18-23; 34.5-8).
Faraó e os soldados são destruídos (Ex
As tábuas do tes tem un ho são renova-
14.23-28; SI 106.11). A das (Êx 34.1-4, 27-29; Dt 10.1-5).
Canção de lou vo r de Israel (Ex 15.1-
O tabernáculo é erguido pela pri me ira
21; SI 106.12). A vez (Êx 40).
Através do De ser to de Su r ou Etã (Ex
15.22; Nm 33.8). Nadabe e Abiú, destruídos po r ofere-
ceremfogoestranho (Lv 10.1-2; Nm3.4).
ATÉ MARA (ÊX 15.23; NM 33.8).
Primeira comemoração da Páscoa (N m
Mu rm ura ção d9 po vo po r causa da
9.1-5).
água amarga (Ex 15.24).

~
DESERTO 1

Segundçi censo do povo (Nm 1.1-46, Corá, etc., punidos (Nm 16.30-35).
'r com Ex 38.25-26). Uma praga é enviada (Nm 16.41-46).
r ATÉ QUIBROTE·HATAAVÁ (NM 33.16). A praga é retirada (Nm 16.47-50).
Reclamação punida com fogo (N m A escolha de Arão por Deus é confir-
11.1-3). mada (Nm 17).
Chamada Taberá (Nm 11.3). Até Rimom-Perez (Nm 33.19).
Murmuração da multidão mista e de Até Libna ou Labão (Nm 33.20; Dt 1.1).
Israel, por carne (Nm 11.4-9). Até Rissa (Nm 33.21).
Carne é promet ida (Nm 11.10-15, Até Queelata (Nm 33.22).
18-23). Até o monte Séfer (Nm 33.23).
Setenta anciãos escolhidos para ajudar Até Harada (Nm 33.24).
:Moisés (Nm 11.16, 17, 24-30). Até Maquelote (Nm 33.25).
Codornizes enviadas durante um mês Até Taate (Nm 33.26).
(Nm 11.19-20, 31-32). Até Terá (Nm 33.27).
Murmuração é punida (Nm 11.33; Sl Até Mitca (Nm 33.28).
78.30-31). Até Hasmo na (Nm 33.29).
Por que foi chamada Quibrote-Hataavá Até Moserote ou Mosera (Nm 33.30).
(Nm 11.34). Até Bene-Jaacã (Nm 33.31).
ATÉ HAZEROTE (NM 11.35; 33.17). Até Hor-Gidgade (Nm 33.32; Dt 10.7).
Arão e Miriam invejam Moisés (Nm Até Jotbad (Nm 33.33; Dt 10.7).
12.1-2). Diversos desses acampamentos foram,
Miriã é punida com lepra (Nm 12.10). provavelmente, revisitados (Dt 10.6-7,
Atraso de sete dias por causa de Miriã com Nm 33.30-32).
(Nm 12.14-15). Até Abrona (Nm 33.34).
ATÉ CADES-BARNÉIA (DT 1.19 E NM 32.8, Até Eziom-Geber (Nm 33.35).
COM NM 12.16 E NM 33.18). ATÉ CADES, NO. DESERTO DE ZIM (NM 20.1;
O povo fica ansioso para que Canaã 33.36; JZ 11.16).
seja averiguada (Dt 1.22). Miriã morre e é enterrada (Nm 20.1).
Moisés ordenado a enviar espias (Nm Segunda murmu ração por água (Nm
13.1-2). 20.2~6).
Escolha dos espias (Nm 13.3-16). Moisés fere a rocha em vez de falar com
Os espias são enviados CTs 14.7, com ela (Nm 20.7-11).
Nm 13.17-20). Moisés e Arão são punidos (Nm 20.12).
Os espias fazem um mau relatório (Nm Chamada Meribá para marcar a mur-
13.26-33). muração (Nm 20.13; 27.14).
O povo fica aterrori zado e rebela-se Ordens dadas a respeito de Edom (Dt
(Nm 14.1-4). 2.3-6).
Castigo pela rebelião (Nm 14.26, 35; O rei de Edom recusa passagem a Isra-
32.11-13; Dt 1.35-36, 40). el (Nm 20.14-21; Jz 11.17).
Os espiões culpados são mortos pelas ATÉ O MONTE HOR (NM 20.22; 33.37).
pragas (Nm 14.36-37). Arão morre (Nm 20.28-29; 33.38-39).
O povo é ferido por Amaleque por Conqu ista de Harade (Nm 21.1-3;
avançar sem Deus (Nm 14.40-45; Dt 33.40).
1.41-44). Chamada de Hormá (Nm 21.2-3).
VOLTA PELO CAMINHO DO MAR VERMELHO ATÉ ZALMONA (NM 33.41).
(NM 14.25; DT 1.40; 2.1). Murmuração do povo (Nm 21.4-5).
Apedrejamento de quem violou o sá- Envio de serpentes de fogo (Nm 21.6).
bado (Nm 15.32-36). Erigida a serpent e de bronze (Nm
Rebelião de Corá (Nm 16.1-19). 21.7-9).
1 DESERTO S

Até Punom (Nm 33.42). Midianitas são destruídos e Balaão é


Até Obote (Nm 21.10; 33.43). morto (Nm 31, com Nm 25.17-18).
ATÉ IJÉ·ABARIM, NO TERMO DE MOABE (NM Repetição da lei (Dt 1.3).
21.11; 33.44). A lei é escrita por Moisés (Dt 31.9).
Ordens dadas a respeito de Moabe (Dt Moisés contem pla Canaã (Dt 34.1-4).
2.8-9). Moisés morre é enterrad o (Dt 34.5-6).
Até Zerede ou Dibon-Gade (Nm 21.12; Josué recebe a ordem de atravessar o
33.45). Jordão Gs 1.2).
Até Almom-Diblataim (Nm 33.46). Dois espias são enviados a Jericó Gs 2.1).
ATRAVÉS DO RIBEIRO DE ZEREDE (DT 2.13). Travessia do rio Jordão Gs 4.10).
Tempo ocupado desde Cades-Barnéia Ilustra a peregrinação da igreja (Ct 8.5;
até esse acampamento (Dt 2.14). 1Pe 1.17).
Ordem de atravessar Ar (Dt 2.18).
DESERTOS
Ordens dadas a respeito de Amom (Dt
2.19). Vasta extensão de terra improd utiva (Êx
Até Arnom (Nm 21.13-15; Dt 2.24). 5.3; Jo 6.13).
Até Beer, ou seja, o Poço (Nm 21.16). Lugares desabitados (Mt 14.15; Me 6.31).
Até Mataná (Nm 21.18). DESCRITOS COMO
Até Naaliel (Nm 21.19). Desabitados e solitários Gr 2.6).
Até Bamote (Nm 21.19). Não cultivados (Nm 20.5; Jr 2.2).
ATÉ AS MONTANHAS DE ABARIM {NM 21.20; Desolados (Ez 6.14).
33.47). Seco e sem água (Êx 17.1; Dt 8.15).
Os amorreus recusam passagem a Isra- Sem caminhos (Is 43.19).
el (Nm 21.21-23; Dt 2.26-30). Grandes e terríveis (Dt 1.19).
Seom é conquistada (Nm 21.23-32; Dt Região árida e de ventos uivantes (Dt
32.32-36). 32.10).
Ogue é conquistada (Nm 21.33-35; Dt Infestados de animais selvagens (Is 13.21;
3.1-11). Me 1.13).
Rubenitas, etc., ficam com a terra conquis- Infestados de serpentes (Dt 8.15).
tada dos amorreus (Nm 32; Dt 3.12-17). Infestados de ladrões Qr 3.2; Lm 4.19).
Perigosos aos viajantes (Ex 14.3; 2Co 11.26).
RETORNO AS PLANÍCIES DE MOABE (NM
Exigia-se a presença de guias (Nm 10.31;
22.1; 33.48-49).
Dt 32.10).
Balaque manda chamar Balaão (Nm FENÔMENOS DOS DESERTOS, ALUIDOS
22.5-6, 15-17). Miragem e aparição enganosa de água
Balaão impedido de amaldiçoar Israel Gr 15.18 (margem)).
(Nm 22.9-41; Nm 23-24). Vento escaldante ou mortal (2Rs 19.7;
Israel seduzida pela idolatria, etc., pelo Jr 4.11).
conselho de Balaão (Nm 25.1-3; Ap Tufões e redemoinhos (Is 21.1).
2.14). Nuvens de areia e poeira (Dt 28.24; Jr
Israel é punida (Nm 25.5, 9). 4.12-13).
Terceiro censo (Nm 26.1-62). MENCIONADOS NA BÍBLIA
Estavam mortos todos os anterio r- Árabe ou grande deserto (Êx 23.31).
mente recenseados, de vinte anos Berseba (Gn 21.14; 1Rs 19.3-4).
para cima, exceto Calebe e Josué Bete-Aven Gs 18.12).
(Nm 26.63-65, com Nm 14.29). Cades (Sl 29.8).
Estabelecida a lei da herança feminina Damasco (1Rs 19.15).
(Nm 27.1-11, com Nm 36.1-9). Do Mar Vermel ho (Êx 13.18).
Nomea ção de Josué (Nm 27.15-23). Edom (2Rs 3.8).

~
DES PRE ZO 1

En- Ged i (lS m 24.1). DE SO BE DIÊ NC IA A DE US


Gib eom (2Sm 2.24). Pro voc a sua ira (Sl 78.10, 40; Is 3.8).
Jer uel (2Cr 20.16). Ret ira seu favor (lS m 13.14).
Judéia (Mt 3.1). Ret ira sua promessa de bênçãos Qs 5.6;
Ma om (lS m 23.24-25). lSm 2.30; Jr 18.10).
Parã (Gn 21.21; Nm 10.12). Tra z maldição (Dt 11.28; 28.15 etc.).
Per to de Gaza (At 8.26). Um a característica dos Ímpios (Ef 2.2; Tt
Qued~mote (Dt 2.26). 1.16; 3.3).
Sim (EJ 16.1). Os Ímpios perseveram nela Qr 22.21).
Sinai (Ex 19.1-2; Nm 33.16). Sua hediondez, ilustrada Qr 35.14 etc.).
Sur (Gn 16.7; Êx 15.22). O hom em é inclinado a desculpá-la (Gn
Zife (lS m 23.14-15). 3.12-13).
Arb ust os fre qüe nte me nte enc ont rad os Será pun ida (Is 42.24-25; Hb 2.2).
nos desertos Qr 17.6). Rec onh ece r seu castigo, par a ser justo
Certas regiões oferecem pastagem (Gn (Nm 9.32-33; Dn 9.10-11, 14).
36.24; Êx 3.1). con tra (lSm 12.15; J r 12.17).
Ad ver tên cias
Habitados por tribos nômades (Gn 21.20-
Res uftados amargos, ilustrados Gr 9.13, 15).
21; Sl 72.9; Jr 25.24).
EXEMPLOS
Os perseguidos fugiam para os desertos
Adã o e Eva , Gn 3.6, 11. Faraó, Êx 5.2.
(lS m 23.14; Hb 11.38).
Nad abe , etc. , Lv 10.1 . Moi sés, etc., Nm
Os em ape rto fugiam par a os desertos fe-
20. 8, 11, 24. Sau l, 1Sm 28.18. O pro
(lS m 22.2; At 21.38).
ta, lRs 13. 20- 23. Isra el, 2Rs 18.9-12.
ILUSTRAM
Esterilidade (Sl 106.9; 107.33, 35). Jon as, Jn 1.2- 3.
Aqueles privados de todas as bênçãos DESPREZO
(Os 2.3).
Seu pec ado Qó 31.1 3-1 4; Pv 14.2 1).
O mu ndo (Ct 3.6; 8.5).
Os gentios (Is 35.1, 6; Is 41.19). Sua lou cur a (Pv 11.1 2).
Os que não oferecem apoio Qr 2.31). Um a car acte ríst ica dos Ímp ios (Pv 18.3;
De sol açã o cau sad a por exé rcit os Gr Is 5.24 ; 2T m 3.3) .
12.10-13; 50.12). PROIBIDA CONTRA
Os pais (Pv 23.22).
DESESPERO Os pequeninos de Cri sto (Mt 18.10).
Pro duz ido do Ímpio pelos julgamentos Os irmãos fracos (Rm 14.3).
divinos (Dt 28.34, 67; Ap 9.6; 16.10). Ministros jovens (lC o 16.11).
RESULTA EM Patrões cristãos (1 Tm 6.2).
Permanência no pecado Qr 2.25; 18.12). Os pob res (Tg 2.1-3).
Blasfêmia (Is 8.21; Ap 16.10-11). A auto-retidão gera desprezo (Is 65.5; Lc
Tor nar á con ta do Ímpio na vol ta de Cris- 18.9, 11).
to (Ap 6.16). Org ulh o e prosperidade geram desprezo
Os santos, às vezes tentados a ele Qó 7.6; (Sl 123.4).
Lm 3.18). Os ministros não devem dar ocasião a
Os santos, capacitados a vencê-lo (2Co ele (1Tm 4.12).
4.8-9). Aos ministros, é desprezo con tra Deus
Confiança em Deus, prevenção con tra (Sl (Lc 10.16; lTs 4.8).
42.5, 11). EM RELAÇÃO A IGREJA
EXEMPLOS Geralmente se tran sfo rma em respeito
Caim, Gn 4.13-14. Aitofel, 2Sm 17.23. (Is 60.14).
Judas, Mt 27.5.
1 DESV IAR-S E

Ger alm ente é pun ido (Ez 28.26). EXEMPLOS


Leva os santos a clamarem a Deus (Ne Israel, Êx 32.8; Ne 9.26; Jr 3.11; Os
4.4; S1123.3). 4.16. Saul, lSm 15.11. Salomão, lRs
OS ÍMPIOS DESPREZAM 11.3-4. Pedro, Mt 26.70-74.
Cris to (Sl 22.6; Is 53.3; Mt 27.29).
Os santos (Sl 119.141). DEUS
As autoridades (2Pe 2.10; Jd 8). É espírito Go 4.24; 2Co 3.17).
Os pais (Pv 15.5, 20). DECLARADO COMO
Os aflitos Q6 19.18). Altíssimo (SI 83.18; At 7.48).
Os pobres (Sl 14.6; Ec 9.16). Am or (lJo 4.8, 16).
Os santos, às vezes culpados disso (Tg 2.6). Bom (Sl 25.8; 119.68).
EXEMPLOS Ciu men to Qs 24.19; Na 1.2).
Hagar, Gn 16.4. Os filhos de Belial, lSm Compassivo (2Rs 13.23).
10.27. Nabal, lSm 25.10-11.Mical, 2Sm Cor reto (Ed 9.15; Sl 145.17).
6.16. Sambalate, etc., Ne 2.19; 4.2-3. Os Eter no (Dt 33.27; Sl 90.2; Ap 4.8-10).
falsos mestres, 2Co 10.10. Fiel (lCo 10.13; 1Pe 4.19).
Glo rios o (11:x 15.11; Sl 145.5).
DESVIAR-SE DA FÉ Gracioso (Ex 34.6; Sl 116.5).
É aban don ar a Deu s (lRs 11.9). Gra ndio so (2Cr 2.5; Sl 86.10).
~ deixar o prim eiro amo r (Ap 2.4). Imo rtal (lTm 1.17; 6.16).
E afastar-se da simplicidade do evangelho Imutável (S1 102.26-27; Tg 1.17).
(2Co 11.3; Gl 3.1-3; 5.4, 7). Inco rrup tíve l (Rm 1.23).
Desagrada a Deus (Sl 78.57, 59). Inescrutável Qó 11.7; 37.23; Sl 145.3;
Admoestações con tra (Sl 85.8; lCo 10.12). Is 40.28; Rm 11.33).
Cul pa e conseqüências do desvio (Nm Invisível Qó 23.8-9; J o 1.18; 5.37; Cl
14.43; Sl 125.5; Is 59.2, 9-ll ;Jr 5.6; 8.5, 1.15; lTm 1.17).
13; 15.6; Lc 9.62). Just o (Dt 32.4; Is 45.21).
~esu lta em castigo (Pv 14.14; Jr 2.19). Luz (Is 60.19; Tg) .17; 1Jo 1.5).
E conseqüência do orgu lho (Pv 16.18). Misericordioso (Ex 34.6-7; Sl 86.5).
Disposição para tal (Pv 24.16; Os 11.7). O únic o sábio (Rm 16.27; 1Tm 1.17).
Passível de con tinu ar e exacerbar Gr 8.5; Oni pote nte (Gn 17.1; Êx 6.3).
14.7). Oni pres ente (SI 139.7; Jr 23.23).
Exortações para o arre pen dim ento (2Cr Oni scie nte (Sl 139.1-6; Pv 5.21).
30.6; Is 31.6; Jr 3.12, 14, 22; Os 6.1). Paciente (Nm 14.18; Mq 7.1).
Ora r por restauração (Sl 80.3; 85.4; Lm 5.21). Perfeito (Mt 5.48).
Castigo por indu zir outr os à pratica (Pv Reto (Sl 25.8; 92.15).
28.10; Mt 18.6). Santo (Sl 99.9; Is 5.16).
Não é incurável (Sl 37.24; Pv 24.16). Um fogo con sum idor (Hb 12.29).
Esforço para rest aura r os culpados (Gl Verdadeiro Gr 10.10; Jo 17.3).
6.1; Tg 5.19-20). Não há ning uém além dele (Dt 4.35; Is
Pecado a ser confessado (Is 59.12-14; Jr 44.6).
3.13-14; 14.7-9). Não hou ve ning uém antes de~ (Is 43.10).
Promessa de perd ão (2Cr 7.14; Jr 3.12; Não há ning uém igual a ele (Ex 9.14; Dt
31.20; 36.3). 33.26; 2Sm 7.22; Is 46.5, 9; Jr 10.6).
Promessa de cura Qr 3.22; Os 14.4). Nin gué m é bom a não ser ele (Mt 19.17).
Aflições enviadas para cura r (Os 5.15). Enc he o céu e a terr a (lRs 8.27 ;Jr 23.24).
Abençoados os que não se desviam (Pv Deve ser adorado em espírito e em ver-
28.14; Is 26.3-4; Cl 1.21-23). dade Qo 4.24).
Detestável aos santos (S1101.3).
DIETA 1

DEVOÇÃO A DEUS Meio-dia (Gn 43.16; Sl 55.17).


Uma característica dos santos Oó 23.12). Declínio Oz 19.8-9; Lc 12; 24.29).
O exemplo de Crist o Oo 4.34; 17.4). , Anoi tecer (Gn 8.11; Sl 104.23; Jr 6.4).
FUNDAMENTADA
As vezes dividido em quatro partes (Ne 9.3).
Nas misericórdias de Deus (Rm 12.1). Mais tarde, subdividido em doze horas
Na bond ade de Deus (1Sm 12.24). (Mt 20.3,5-6; Jo 11.9).
Na chamada de Deus (1Ts 2.12). Sua duração, marcada pelo relógio de sol
Na mort e de Crist o (2Co 5.15). (2Rs 20.11).
Em nossa criação (Sl 86.9). Sua sucessão, garantida pela aliança (Gn
Em nossa preservação (Is 46.4). 8.22).
Em nossa redenção (1Co 6.19-20). Criad o para a glória de Deus (Sl 74.16).
DEVE SER
Procl ama a glória de Deus (Sl 19.2).
Com nosso espírito (1Co 6.20; 1Pe 4.6). Sob o contr ole de Deus (Am 5.8; 8.9).
TEMPO DE JULGAMENTO, CHAMADO DIA DE
Com nossos corpos (Rm 12.1; 1Co 6.20).
Com os mem bros de nosso corpo (Rm Adversidade (Pv 24.10).
6.12-13; 1Pe 4.2). Calamidade (Dt 32.35; Jr 18.17).
Com nossos recursos (Êx 22.29; Pv 3.9). Cóle ra (Lm 2.21).
Sem reservas (Mt 6.24; Lc 14.33). Destr uição Oó 21.30).
Abun dante ment e (1Ts 4.1). Do Senh or (Is 2.12; 13.6; Sf 1.14).
Com perseverança (Lc 1.74-75; 9.62). Escuridão 01 2.2; Sf 1.15).
Na vida e na mort e (Rm 14.8; Fp 1.20). Ira Oó 20.28; Sf 1.15, 18; Rm 2.5).
DEVE SER EXIBIDA NO
Maldade Or 17.17; Am 6.3; Ef 6.13).
Amo r a Deus (Dt 6.5; Lc 10.27). Matança (Is 30.25; Jr 12.3).
Serviço de Deus (1Sm 12.24; Rm 12.11). Tribulação (Sl 102.2).
Cam inhar digno de Deus (1 Ts 2.12). Vingança (Pv 6.34; Is 61.2).
Fazer tudo para a glória de Deus (1Co Visitação (Mq 7.4).
TEMPO DE MISERICÓRDIA, CHAMADO DIA DE
10.31).
Carre gar a cruz (Me 8.34). Pode r de Deus (Sl 110.3).
Autonegar-se (Me 8.34). Redenção (Ef 4.30).
Viver para Crist o (2Co 5.15). Salvação (2Co 6.2).
Desistir de tudo para Crist o (Mt 19.21, Visitação Or 27.22; 1Pe 2.12).
TEMPO DE FESTIVIDADE, CHAMADO UM
28-29).
Sua falta, cond enada (Ap 3.16). Bom dia (Et 8.17; 9.19).
EXEMPLOS
Dia de alegria (Nm 10.10).
Josué, Js 24.15. Pedro, Andr é, Tiago, Dia de boas novas (2Rs 7.9).
João, Mt 4.20-22. Joana, etc., Lc 8.3. Dia que o Senh or fez (Sl 118.24).
Paulo, Fp 1.21. Timóteo, Fp 2.19-22. Dia solene (Nm 10.10; Os 9.5).
Epafrodito, Fp 2.30. O temp o de traba lhar (Sl 104.23;Jo 9.4).
Animais selvagens se escondem duran te
DIA o dia (Sl 104.22).
ILUSTRA
Assim foi chamada a primeira luz (Gn 1.5).
Natu ral, de entardecer a entardecer (Gn Temp o de julgamento (1Co 3.13, com
1.5, etc.; Lv 23.32). 1Co 4.3).
Artificial, enqu anto o sol conti nua sobre Luz espiritual (lTs 5.5, 8; 2Pe 1.19).
o horiz onte (Gn 31.39-40; Ne 4.21-22). Vereda de justiça (Pv 4.18).
Profético, um ano (Ez 4.6; Dn 12.12). DIETA DOS JUDEUS
ARTIFICIAL, DIVIDIDO EM
Rom per JGn 32.24, 26; Ct 2.17). No te~p o q_os patriarcas (Gn 18.7-8; 27.4).
Manh ã (Ex 29.39; 2Sm 23.4). No Egito (Ex 16.3; Nm 11.5).

~
1 DIFA MAÇ ÃO

No deserto (Êx 16.4-12). Calú nia (Lv 19.16; 1Co 4.13).


Do pob re, frugal (Rt 2.14; Pv 15.17). Fofo ca (Ec 10.11).
Do rico, abastada (Pv 23.1-3; Lm 4.5; Am Mexerico (1Tm 5.13).
6.4-5; Lc 16.19). Con vers a maldosa (SI 41.5; 109.20).
INGREDIENTES Falso test emu nho (Êx 20.16; Dt 5.20;
Água (Gn 21.14; Mt 10.42). Jr 20.10; Lc 3.14).
Azeite (Dt 12.17; Pv 21.17; Ez 16.13). Julg ame nto descariqoso (Tg 4.11-12).
Car ne (2Sm 6.19; Pv 9.2). Declarações falsas (Ex 23.1).
Cereal torr ado (Rt 2.14; 1Sm 17.17). Leva-e-traz (Pv 17.9).
Ervas (Pv 15.17; Rm 14.2; Hb 6.7). É obra enganosa (Sl 52.2).
Frut as (2Sm 16.2) Nasce no coração maldoso (Mt 15.19; Lc
Frut as secas (1Sm 25.18; 30.12). 6.45).
Leite (Gn 49.12; Pv 27.27). Ger alm ente é conseqüência do ódio (SI
Manteiga (Dt 32.14; 2Sm 17.29). 41.7; 109.3).
Mel (Ct 5.1; Is 7.15). É gerada pelo ócio (1Tm 5.13).
Pão (Gn 18.5; 1Sm 17.17). Os Ímpios, acostumados a ela (Sl 50.20;
Peixe (Mt 7.10; Lc 24.42) Jr 6.28; 9.4).
Que ijo (1Sm 17.18; Jó 10.10). Os hipócritas, acostumados a ela (Pv 11.9).
Vinagre (Nm 6.3; Rt 2.14). Um a característica do diabo (Ap 12.10).
Vin ho (2Sm 6.19; Jo 2.3, 10). Os Ímpios a ama m (SI 52.4).
Representada por pão e água (1 Rs 13.9, 16). Que m se presta a ela, insensatos (Pv 10.18).
Ger alm ente prep arad a pelas mul here s Que m se pres ta a ela, não é de confiança
(Gn 27.9; 1Sm 8.13; Pv 31.15). Or 9.4).
ERA INGERIDA As mulheres, advertidas contra ela (Tt 2.3).
De manhã, esparsamente Oz 19.5, com As esposas dos ministros, devem evitá-la
Ec 10.16-17). (1Tm 3.11).
Ao meio-dia (Gn 43.16; Jo 4.6, 8). Cris to sofreu (SI 35.11; Mt 26.60).
À tard e (Gn 24.11, 33; Lc 24.29-30). Os governantes, expostos a ela (2Pe 2.10;
Sentados, geralmente (Gn 27.19; 43.33). Jd 8).
Rec lina dos, gera lme nte (Am 6.4; J o Os min istro s, exp osto s a ela (Rm 3.8;
13.23). 1Co 6.8).
Com as mãos (Mt 26.23, com Lc 22.21). Os parentes mais próx imo s, expostos a
Agradeciam a Deus prim eiro (Me 8.6; At ela (SI 50.20).
27.35). Os santos, expostos a ela (Sl 38.12; 109.2;
Purificavam-se primeiro (2Rs3.11;Mt 15.2). 1Pe 4.4).
Can tava m um hino antes (Mt 26.30). OS SANTOS
Hom ens e mulheres não com iam junt os Dev em gua rdar sua líng ua dela (SI
(Gn 18.8-9; Et 1.3, 9). 34.13, com 1Pe 3.10).
Ingredientes, muitas vezes enviados como Dev em abandoná-la (Ef 4.31; 1Pe 2.1).
presentes (1Sm 17.18; 25.18, 27; 2Sm Dev em ser advertidos con tra ela (Tt
16.1-2). 3.1-2).
Não devem dar ocasião a ela (1Pe 2.12;
DIFAMAÇÃO 3.16).
Abo min ação a Deus (Pv 6.16, 19). Dev em pagá-la com o bem (1Co 4.13).
Proi bida (Êx 23.1; Ef 4.31; Tg 4.11). São abençoados qua ndo difamados (Mt
INCLUI 5.11).
Bisbilhotice (Rm 1.29; 2Co 12.20). Con heci dos por evitá-la (SI 15.1, 3).
Insolência (Rm 1.30; 2Co 12.10). Não devem ser ouvidas (1Sm 24.9).
Suspeita maligna (1Tm 6.4). Deve ser repreendia com ira (Pv 25.23).
DIL ÚV IO 1

SEUS EFEITOS En sin ar as do utr ina s bíblicas (2Tm 4.2;


Separa amigos (Pv 16.28; 17.9). Jd 3).
Fere mo rta lm en te (Pv 18.8; 26.22). Ins tru ir os filhos (Dt 6.7; 11.19).
Brigas (Pv 26.20). Cu mp rir as res po nsa bil ida des legais
Di scó rdi a en tre irmãos (Pv 6.19). (Dt 19.18).
Assassinato (Pv 31.13; Ez 22.9). Os santos devem ser abundantes na diligên-
~lí ng ua do difamador, um açoite Gó 5.21). cia (2Co 8.7).
];'. ven eno (Sl 140.3; Ec 10.11). NO SERVIÇO DE DEUS
E destruição (Pv 11. 9). Deve ser preservada (Gl 6.9).
Seu fim, lou cur a perversa (Ec 10.13). Nã o é inú til (1Co 15.58).
Os ho me ns ter ão de pre sta r contas dela Preserva do ma l (Êx 15.26).
(Mt 12.36; Tg 1.26). Leva à certeza da esperança (H b 6.11).
Seu castigo (Dt 19.16-21; Sl 101.5). Deus a recompensa (D t 11.14; Hb 11.6).
Ilustrada (Pv 12.18; 25.18). EM ASSUNTOS TERRENOS, RESULTA EM
EXEMPLOS Fa vo r (Pv 11.27).
Os filhos de Labão, Gn 31.1. Doegue, Prosperidade (Pv 10.4; 13.4).
1Sm 22.9-11. Os príncipes de Am am , Ho nra (Pv 12.24; 22.29).
2Sm 10.3. Ziba, 2Sm 16.3. Os filhos de Ilustrada (Pv 6.6-8).
Belial, 1Rs 21.13. Os inimigos dos judeus, EXEMPLOS
Ed4.7-16. Gesém, Ne 6.6. Hamã, Et 3.8. Jacó, Gn 31.40. Rute, Rt 2.17. Ezequi-
Os inimigos de Davi, Sl 31.13. Os inimi- as, 2C r 31.21. Neemias, etc., Ne 4.6. O
gos de Jeremias, Jr 38.4. Os judeus, Mt salmista, Sl 119.60. Os apóstolos, At
11.18-19. As testemunhas contra Cristo, 5.42. Apolo, At 18.25. Tito, 2C o 8.22.
Mt 26.59-61. Os sacerdotes, Me 15.3. Os Paulo, 1Ts 2.9. Onesíforo, 2T m 1.17.
inimigos de Estevão, At 6.11. Os inimi-
DILÚVIO
gos de Paulo, etc., At 17.7. Térulo, At
24.2, 5. Enviado como castigo pela extrema maldade
dos homens (Gn 6.5-7, 11-13, 17).
DILIGÊNCIA CHAMADO
O exemplo de Cr ist o (Me 1.35; Lc 2.49). Águas de No é (Is 54.9).
EXIGIDA POR DEUS EM No é, avisado sob re ele (G n 6.13; Hb
Buscá-lo (1Cr 22.19; Hb 11.6). 11.7).
Obedecê-lo (D t 6.17; 11.13). Longanimidade de Deus, exibida em sua
Ouvi-lo (Is 55.2). de mo ra (Gn 6.3, co m 1Pe 3.20).
Buscar a perfeição (Fp 3.13-14). Os Ímpios for am avisados (1Pe 3.19-20;
Cu ltiv ar as graças cristãs (2Pe 1.5). 2Pe 2.5).
Ma nte r a lem bra nça (Dt 4.9). No é e família, salvos (Gn 6.18-22; 7.13-14).
Gu ard ar o coração (Pv 4.23). Seu início (Gn 7.11).
Tra bal ho s de am or (H b 6.10-12). Ve io ráp ida e ine sp era da me nte (M t
Seguir tod a bo a ob ra (1 Tm 5.10). 24.38-39).
Gu ard ar- se co ntr a a im pu rez a (H b PRODUZIDO
12.15). Po r qu are nta dias de chuva incessante
Lu tar par a ser achado imaculado (2Pe (G n 7.4, 12, 17).
3.14). Pela abe rtu ra das fontes do grande abis-
To rna r nossa chamada, etc., verdadei- mo (Gn 7.11).
ra (2Pe 1.10). Au me nto u gradualmente (Gn 7.17-18).
Auto-exame (Sl 77.6). Ex tre ma alt ura (Gn 7.19-20).
Negócios legais (Pv 27.23; Ec 9.10). Tempo de seu aumento e duração (Gn 7.24).
1 DINHEIR O

Causas de sua diminuição (Gn 8.1-2). ERA DADO


Diminu iu gradualmente (Gn 8.3, 5). Por terras (Gn 23.9; At 4)7).
Data de sua remoção completa (Gn 8.13). Por escravos (Gn 37.28; Ex 21.21).
Gerou completa destruição (Gn 7.23). Por mercadorias (Gn 43.12; Dt 2.6).
Modificou a face da terra (2Pe 3.5-6). Por tributo (2Rs 23.33; Mt 22.19).
Registro tradicional sobre ele 0-ó 22.15-17). Por salários (Es 3.7; Mt 20.2; Tg 5.4).
JAMAIS ACONTECERÁ NOVAMENTE Como ofertas (2Rs 12.7-9; Ne 10.32).
Uma promessa (Gn 8.21-22). Como esmolas (lSm 2.36; At 3.3, 6).
Confirm ado por aliança (Gn 9.9-11). Costum e de apresentar uma moeda Gó
O arco-íris, um símbolo (Gn 9.12-17). 42.11).
Uma marca da fidelidade de Deus (Is Seu poder e utilidade (Ec 7.12; 10).
54.9-10). Amor a ele, raiz de todos os males (lTm
ILUSTRA 6.10).
A destruição dos pecadores (Sl 32.6; Is
28.2, 18). DISCIPLINA NA IGREJA
O batismo (lPe 3.20-21). Os ministros, autorizados a estabelecê-
(Seu caráter súbito) a surpresa da vinda la (Mt 16.19; 18.18).
de Cristo (Mt 24.36-39; Lc 17.26-30). CONSISTE EM
Manter asã doutrina (1 Tm 1.3; Tt 1.13).
DINHEIRO Organizar suas tarefas (lCo 11.34; Tt
Ouro e prata usados como dinheiro (Gn 1.5).
13.2; Nm 22.18). Repree nder os ofensores (lTm 5.20;
Bronze introdu zido como dinheiro, pe- 2Tm 4.2).
los romanos (Mt 10.9). Remover os ofensores obstinados (lCo
Originariamente estampado com a ima- 5.3-5, 13; 1Tm 1.20).
gem de um carneiro (Gn 23.15, com Devemos nos submeter a ela (Hb 13.17).
Gn 33.19 (margem)). É para a edificação (2Co 10.8; 13.10).
Dos romanos, estampado com imagem Decência e ordem, seus objetivos (lCo
de César (Mt 22.20-21). 14.40).
Geralmente era calculado por peso (Gn Exercida em espírito de amor (2Co 2.6-8).
23.16; Jr 32.10). Proíbe que as mulheres preguem (lCo
PEÇAS MENCIONADAS 14.34; lTm 2.12).
Talento de ouro (lRs 9.14; 2Rs 23.33).
Talento de prata (1Rs 16.24; 2Rs DISCUSSÕES
5.22-23). Cristo, exemplo de evitá-las (Is 42.2, com
Sido de prar,_a Gz 17.10; 2Rs 15.20). Mt 12,15-19; Lc 9.52-56; lPe 2.23).
Meio sido (Ex 30.15). Proibidas (Pv 3.30; 25.8).
1/3 de sido (Ne 10.32). Obra da carne (Gl 5.20).
1/4 de sido (lSm 9.8). Evidências de espírito carnal (lCo 3.3).
Vigésima parte de um sido (Nm 3.47). Existiam na igreja primitiv a (lCo 1.11).
Mina (Lc 19.13). INCITADAS POR
Denário (Mt 20.2; Me 6.37).
Ódio (Pv 10.12).
Centav o (Mt 5.26; Lc 12.6). Orgulh o (Pv 13.10; 28.25).
Lepto (Me 12.42; Lc 21.2).
Ira (Pv 15.18; 30.33).
Dos judeus, regulado pelo padrão do san-
Perversidade (Pv 16.28).
tuário (Lv 5.15; Nm 3.47).
Espírito briguento (Pv 26.21).
Era corrent e entre os negociantes (Gn
Fofoca (Pv 26.20).
23.16).
Bebedice (Pv 23.29-30).
Os judeus, proibidos de tratá-lo com usu-
ra (Lv 25.37). Ganância (Tg 4.1).
1 DIVERTIM ENTOS 1

Pergun tas tolas e inúteis (1 Tm 6.4; Seu castigo (Sl 55.9).


2Tm 2.23). Sua força e violênc ia-Ilust rada (Pv 17.14;
Zombar ia (Pv 22.10). 18.19).
Términ o difícil, uma razão para serem Perigo de se juntar a elas-Ilu strado (Pv
evitadas (Pv 17.14). 26.17).
Vergonhosas nos santos (2Co 12.20; Tg EXEMPLOS
3.14). Os pastores de Abrão e Ló, Gn 13.7. Os
OS SANTOS DEVEM pastores de Gerar e !saque, Gn 26.20. La-
Evitá-las (Gn 13.8; Ef 4.3). hão e Jacó, Gn 31.36. Os dois hebreus,
Evitar as questõe s que levam a elas Êx 2.13. Os israelitas, Dt 1.12. Judá e
(2Tm 2.14). Israel, 2Sm 19.41-43. Os discípulos, Lc
Não caminh ar nelas (Rm 13.13). 22.24. Os mestres judaisantes, At 15.2.
Não agir de acordo com elas (Fp 2.3). Paulo e Barnabé, At 15.39. Os fariseus e
Fazer tudo sem elas (Fp 2.14). saduceus, At 23.7. Os coríntios, lCo
Sofrer injustiça em vez de contend er 1.11; 6.6.
(Pv 20.22; Mt 5.39-40; lCo 6.7).
Protege r-se em Deus contra elas (Sl DIVERTIMENTOS E PRAZERES
35.1; Jr 18.19). MUNDANOS
Louvar a Deus por essa proteçã o (2Sm Pertenc em às obras da carne (Gl 5.19-21).
22.44; Sl 18.43). São transitó rios CTó 21.12-13; Hb 11.25).
Os santos, protegidos da língua briguen- São vaidades (Ec 2.11).
ta (Sl 31.20). Sufoca a palavra de Deus no coração (Lc
OS MINISTROS DEVEM 8.14).
Evitá-las (1 Tm 3.3; 2Tm 2.24). Fazem parte do culto idólatra (Ex 32.4,
Evitar questões que levam a elas (2Tm 6, 19, com lCo 10.7; Jz 16.23-25).
2.23; Tt 3.9). RESULTAM EM
Não pregar por meio delas (Fp 1.15-16). Rejeição a Deus CTó 21.14-15).
Exortar contra elas (lCo 1.10; 2Tm Pobreza (Pv 21.17).
2.14). Desprezo pelos juízos e obras de Deus
Reprová-las (lCo 1.11-12;3.3; 11.17-18). (Is 5.12; Am 6.1-6).
Aplaca da pela demora em irar-se (Pv Termin am em sofrime nto (Pv 14.13).
15.18). Induzem a males ainda maiores CTó 1.5;
É honroso dar fim a elas (Pv 20.3). Mt 14.6-8).
Os hipócritas tornam a religião num pre- Os ímpios procura m felicidade nessas
texto para contendas (Is 58.4). coisas (Ec 2.1, 8).
Os tolos se enredam nelas (Pv 18.6). ENTREGAR-SE A ELES É
Evidenciam o amor por transgressões (Pv Prova de loucura (Ec 7.4).
17.19). Característica dos Ímpios (Is 47.8; Ef
RESULTAM EM 4.17, 19; 2Tm 3.4; Tt 3.3; lPe 4.3).
Blasfêmia (Lv 24.10-11). Prova de morte espiritual (lTm 5.6).
Injustiça (Hc 1.3-4). Abusar das riquezas (Tg 5.1, 5).
Confusão eAtoda obra má (Tg 3.16). A sabedoria de abster-se deles (Ec 7.2-3).
Violência (Ex 21.18, 22). Os primeiros cristãos afastavam-se deles
Destruição mútua (Gl 5.15). (lPe 4.3).
Bênçãos temporais, amarguradas por elas Os Ímpios acham estranh o abster-se de-
(Pv 17.1). les (lPe 4.4).
Exclui do céu (Gl 5.20-21). São denunciados por Deus (Is 5.11-12).
Seus promot ores, devem ser expulsos (Pv São castigados (Ec 11.9; 2Pe 2.13).
22.10).
1 DIVISÕ ES

EXEMPLO DE RENÚNCIA Judeus, condenados por amarem o divór-


Moisés, Hb 11.25 cio (Ml 2.14-16).
Proib ido por Cristo, exceto por adultério
DIVISÕES (Mt 5.32; 19.9).
Proibidas na igreja (1Co 1.10). Sua proib ição, ofend eu os judeus (Mt
Condenadas na igreja (1Co 1.11-13; 11.18). 19.10).
Inapropriadas na igreja (1Co 12.24-25). Ilustra o desprezo de Deus pela igreja ju-
SÃO CONTRÁRIAS daica (Is 50.1; Jr 3.8).
À unidade de Crist o (1Co 1.13; 12.13).
Aos desejos de Crist o 0-o 17.21-23). DÍZIMO
Ao propó sito de Crist o Qo 10.16). Dez por cento de qualquer coisa (1Sm
Ao espírito da igreja prim itiva (1Co 8.15, 17).
11.16). Antig uidad e de doar aos minis tros de
São provas de um espírito carnal (1Co 3.3). Deus (Gn 14.20; Hb 7.6).
Evitemos os que as causam (Rm 16.17). Cons idera do um retor no justo a Deus
Seu mal, ilustrado (Mt 12.25). por suas bênçãos (Gn 28.22).
Sob a lei, pertencia a Deus (Lv 27.30).
DIVÓRCIO CONSISTIA DE DEZ POR CENTO
A lei do casamento é contr a (Gn 2.24; De todo o prod uto da terra (Lv 27.30).
Mt 19.6). De todo o gado (Lv 27.32).
PERMITIDO Das coisas santas dedicadas (2Cr 31.6).
Pela lei de Moisés (Dt 24.1). Dado aos levitas por Deus pelo traba lho
Por causa da dureza dos corações (Mt deles (Nm 18.21, 24; Ne 10.37).
19.8). Dez por cento, oferecido pelos levitas a
Freqü entem ente procu rado pelos judeus Deus como ofert a de contr ibuiç ão
(Mq 2.9; Ml 2.14). (Nm 18.26-27).
Baseado em razões insignificantes (Mt Dez por cento, oferecido pelos levitas aos
5.31; 19.3). sacerdotes como sua porção (Nm 18.26,
Não perm itido a quem acusasse falsa- 28; Ne 10.38).
ment e sua esposa (Dt 22.18-19). Sua razão de ser, para os levitas (Nm
AS MULHERES 18.20, 23-24; Js 13.33).
Podiam obtê-lo (Pv 2.17, com Me 10.12). Quan do resgatado deveria ser acrescido
Podia m casar-se após o divórcio (Dt de um quint o de seu valor (Lv 27.31).
24.2). Castigo, quan do substituído (Lv 27.33).
Responsáveis pelos votos subseqüentes Os judeus, lentos em ofertá-lo (Ne 13.10).
(Nm 30.9). Os judeus, reprovados por não entregá-
Casadas após o divórcio, não podia m lo (Ml 3.8).
retornar ao primeiro marido (Dt 24.3- Os governantes justos de Israel causaram
4; Jr 3.1). a entre ga do dízim o (2Cr 31.5; Ne
Eram afligidas por ele (Is 54.4, 6).
13.11-12).
Sacerdotes, não podia m se casar com di-
Pessoas encarregadas de sua distribuição
vorciadas (Lv 21.14). A

(2Cr 31.12; Ne 13.13).


Dos servos, regulamentado pela lei (Ex
Os fariseus, escrupulosos ao entregá-lo
21.7, 11).
(Lc 11.42 ; 18.12 ).
Dos cativos, regulamentado pela lei (Dt
UM SEGUNDO DÍZIMO
21.13-14).
Ou seu valor , anual ment e levado ao tab-
Forçado sobre os que se casaram com mu-
ernác ulo e comi do diant e do Senh or
lheres idólatras (Ed 10.2-17; Ne 13.23,
(Dt 12.6-7, 17-19; 14.22-27).
30).
DONS 1

Deveria ser consumido em casa a cada Crianças, sujeitas a doenças (2Sm 12.15;
três anos para promov er hospitalidade 1Rs 17.17).
e caridade (Dt 14.28-29; 26.12-15). FREQÜENTEMENTE
Repugnantes (Sl 38.7; 41.8).
DOENÇAS Doloros as (2Cr 21.15; Jó 33.19).
Geralm ente enviadas como castigo (Dt Enfadonhas (Dt 28.59;Jo 5.5; Lc 13.16).
28.21; Jo 5.14). Complicadas (Dt 28.60-61; At 28.8).
Geralm ente trazidas de outros países (Dt Incuráveis (2Cr 21.18; Jr 14.19).
7.15). Médicos propunham-se a curá-las (J r 8.22;
Geralm ente enviadas por Satanás (1Sm Mt 9.12; Lc 4.23).
16.14-16; Jó 2.7). Remédios usados na cura (Pv 17.22; Is 1.6).
Consid eradas visitações (Jó 2.7-10; Sl Arte de curar, imperfeita (Jó 13.4; Me 5.26).
38.2, 7). Deus, geralmente buscado para curá-las
Causada por intempe rança (Os 7.5). (2Sm 12.16; 2Rs 20.1-3; Sl 6.2; Tg 5.14).
Causadas por pecados da juventude (J Ó Não buscar a Deus nas doenças, conde-
20.11). nado (2Cr 16.12).
Causada por exaustão (Dn 8.27). OS DOENTES ERAM
Eram muitas e variadas (Mt 4.24). Ungido s (Me 6.13; Tg 5.14).
MENCIONADAS NA BÍBLIA Geralm ente colocados nas ruas para
Abscesso (2Rs 20.7). receber conselh os dos transeu ntes
Aleijamento (2Sm 4.4; 2Cr 16.12). (Me 6.56; At 5.15).
Atrofia (Jó 16.8; 19.20). Geralm ente sustentados por Deus (Sl
Cegueira (Jó 29.15; Mt 9.27). 41.3).
Coceira (Dt 28.27). Geralm ente curados por Deus (2Rs
Debilidade (Sl 102.23; Ez 7.17). 20.5; Tg 5.15).
Definha mento (Lv 26.16). Ilustram o pecado (Is 1.5).
Disente ria (2Cr 21.12-19; At 28.8).
Falta de apetite (Jó 33.20; Sl 107.18). DONS DE DEUS
Febre (Dt 28.22; Mt 8.14). Todas as bênçãos são (Tg 1.17; 2Pe 1.3).
Feridas purulen tas (Êx 9.10). São entregues de acordo com sua vontade
Hemorr agia (Mt 9.20). (Ec 2.26; Dn 2.21; Rm 12.6; 1Co 7.7).
Impedi mento de fala (Me 7.32). São gratuitos e abundantes (Nm 14.8; Rm
Inchaço (Lc 14.2). 8.32).
Inflamação (Dt 28.22). ESPIRITUAIS
Insolação (2Rs 4.18-20; Is 49.10). Cristo é o principal deles (Is 42.6; 55.4;
Lepra (Lv 13.2; 2Rs 5.1). Jo 3.16; 4.10; 6.32-33).
Loucur a (Mt 4.24; 17.15). São por meio de Cristo (Sl 68.18, com
Melancolia (1Sm 16.14). Ef 4.7-8; Jo 6.27).
Mudez (Pv 31.8; Mt 9.32). Espírito Santo (Lc 11.13; At 8.20).
Paralisia (Mt 8.6; 9.2). Graça (Sl 84.11; Tg 4.6).
Possessão demoní aca (Mt 15.22; Me Sabedoria (Pv 2.6; Tg 1.5).
5.15). Arrepen dimento (At 11.18).
Praga (Nm 11.33; 2Sm 24.15, 21, 25). Fé (Ef 2.8; Fp 1.29).
Sarna (Dt 28.27). Retidão (Rm 5.16-17).
Surdez (Sl 38.13; Me 7.32). Força e o poder (Sl 68.35).
Tuberculose (Lv 26.16; Dt 28.22). Novo coração (Ez 11.19).
1'umore s (Dt 28.27; 1Sm 5.6, 12). Paz (Sl 29.11).
Ulceras (Is 1.6; Lc 16.20). Descanso (Mt 11.28; 2Ts 1.7).
Vermes (At 12.23). Glória (Sl 84.11; Jo 17.22).

~
1 DONS

Vida eterna (Rm 6.23). Podem ser possuídos sem a graça salva-
Deus não se arrepende deles (Rm 11.29). dora (Mt 7.22-23; 1Co 13.1-2).
Devem ser usados para benefício mú- Imitados pelo Anticri sto (Mt 24.24; 2Ts
tuo (1Pe 4.10). 2.9; Ap 13.13-14).
Devem ser buscados em oração (Mt 7.7,
11; J o 16.23-24). DOUTRINAS DO EVANGELHO
Reconhecidos (Sl 4.7; 21.2). São de Deus Go 7.16; At 13.12).
TEMPORAIS São ensinadas pelas Escrituras (2Tm 3.16).
Vida (Is 42.5). , São santas (1Tm 6.3; Tt 1.1).
Alimen to e vestimenta (Mt 6.25-33). Conden a a imoralidade (1Tm 1.9-11).
Chuva e estações frutíferas (Gn 27.28; Leva à comunhão com o Pai e com o Filho
Lv 26.4-5; Is 30.23). (1J o 1.3; 2J o 9).
Sabedoria (2Cr 1.12). Leva à santidade (Rm 6.17-22).
Paz (Lv 26.6; 1Cr 22.9). Não trazem reprovação (1Tm 6.1; Tt2.12).
Todas as coisas boas (Sl 34.10; 1Tm 6.17). OS MINISTROS DEVEM
Para serem usados e aproveitados (Ec Nutrir-s e delas (1Tm 4.6).
3.13; Ec 5.19-20; 1Tm 4.4-5). Cuidar delas (1 Tm 4.13, 16).
Devem fazer-nos lembrar de Deus (Dt Tê-las em sinceridade (2Co 2.17; Tt 2.7).
8.18). Firmar-se nelas (2Tm 1.13; Tt 1.9).
Todas as criaturas particip am deles (Sl Contin uar nelas (1Tm 4.16).
136.25; 145.15-16). Falar do que lhes é próprio (Tt 2.1).
Oremos por eles (Zc 10.1; Mt 6.11). Os santos, obedece m-lhes de coração
Ilustrados (Mt 25.15-30). (Rm 6.17).
Os santos vivem de acordo com elas (At
DONS DO ESPÍRITO SANTO 2.42).
Previstos (Is 35.4-6; Jl 2.28-29). São adornadas pelo viver fiel (Tt 2.10).
Diversificados (1Co 12.4-6). A obediên cia dos santos leva a maior
Enumer ados (1Co 12.8-10, 28; 14.1). conhec imento delas Go 7.17).
Cristo era dotado deles (Mt 12.28). SEUS OPOSITORES SÃO
Derram ados no dia de Pentecostes (At Orgulh osos (1Tm 6.3-4).
2.1-4). Ignorantes (1Tm 6.4).
COMUNICADOS Cheios de controvérsia a respeito, etc.
Na pregação do evangelho (At 10.44-46). (1Tm 6.4).
Pela imposição das mãos dos discípu- Não devem ser recebidos (2Jo 10).
los (At 17-18; 19.6). Devem ser evitados (Rm 16.17).
Para a confirmação do evangelho (Me Não suportadas pelos Ímpios (2Tm 4.3).
16.20; At 14.3; Rm 15.19; Hb 2.4).
Para a edificação da igreja (1Co 12.7; DOUTRINAS FALSAS
14.12-13). Destrutivas à fé (2Tm 2.18).
Atribuí dos de acordo com a vontade do Odiosas a Deus (Ap 2.14-15).
Soberano (1Co 12.11). Ineficazes e vãs (Tt 3.9; Hb 13.9).
Deviam ser buscados (1Co 12.31; 14.1). DEVEM SER EVITADAS POR
De naturez a tempor ária (1Co 13.8). Ministros (1 Tm 1.4; 6.20).
NÃO DEVERIAM SER Santos (Ef 4.14; Cl 2.8).
Negligenciados (1Tm 4.14; 2Tm 1.6). Todos os homens Gr 23.16; 29.3).
Desprezados (1Ts 5.20). Os Ímpios as amam (2Tm 4.3-4).
Compra dos (At 8.20). Os ímpios foram entregues a elas (2Ts 2.11).
DRAG ÃO 1

SEUS MESTRES DRAGÃO


Não devem ser recebidos (2Jo 10). Geralmente de cor vermelha (Ap 12.3).
Devem ser evitados (Rm 16.17-18). DESCRITO COMO
Traze m reprovação à religião (2Pe 2.2). Poderoso (Ap 12.4).
Falam coisas perversas (At 20.30). Venenoso (Dt 32.33).
Atrae m a muitos (2Pe 2.2). De hábitos solitários Gó 30.29).
Enganam a muito s (Mt 24.5). Sua voz chorosa, aludida (Mq 1.8).
Serão abun dante s nos últim os dias Seu lamento, aludido (Mq 1.8).
(lTm 4.1). Seu fungar, aludido Gr 14.6).
Pervertem o evangelho de Crist o (Gl Seu engolir a vítima, aludido Gr 51.34).
1.6-7). HABITA EM
Serão expostos (2Tm 3.9). Desertos (Ml 1.3).
SEUS MESTRES, DESCRITOS COMO
Em cidades desertas (Is 13.22; Jr 9.11).
Cruéis (At 20.29). Lugares secos (Is 34.13; 43.20).
Enganadores (2Co 11.13). Uma espécie, nos rios (Sl 74.13; Is 27.1).
Cobiçosos (Tt 1.11; 2Pe 2.3). ILUSTRA
Ímpios Gd 4, 8). Reis cruéis e perseguidores (Is 27.1;
Orgulhosos e arrogantes (lTm 6.3-4). 51.9; Ex 29.3).
Corr uptos e reprováveis (2Tm 3.8). Os inimigos da igreja (Sl 91.13).
São provadas pelas Escrituras (Is 8.20; Os Ímpios (Sl 44.19).
1Jo 4.1). O diabo (Ap 13.2; 20.2, 7).
Maldição sobre quem as ensina (Gl 1.8-9). (Seu veneno) o vinho (Dt 32.33).
Castigo de quem as ensina (Mq 3.6-7; 2Pe
2.1, 3).
1 EDIFICAÇÃO

EDIFICAÇÃO Atravessada por estradas (Nm 20.17).


Descrita (Ef 4.12-16). Bem fortificada (Sl 60.9).
É O OBJETIVO Chamada Monte Seir (Ez 35.2).
Do ofício ministerial (Ef 4.11-12). Chamada Monte de Esaú (Ob 21).
Dos dons ministeriais (1Co 14.3-5, 12). Chamada Dumá (Is 21.11).
Da autoridade ministerial (2Co 10.8; Chamada Iduméia (Is 34.6; Me 3.8).
13.10). Chamada Edom (Is 63.1).
Da união da igreja, em Cristo (Ef 4.16). CIDADES
O evangelho, seu instrumento (At 20.32). Dinabá (Gn 36.32; Jr 49.8).
O amor conduz a ela (1Co 8.1). Avite (Gn 36.35).
Exortação a seu respeito Gd 20.21). Pau (Gn 36.39).
Mútua, uma ordem (Rm 14.19; 1Ts 5.11). Bozra Gr 49.22; Am 1.12).
Tudo deve ser feito para edificação (2Co Temã Gr 49.7; Ez 25.13).
12.19; Ef 4.29). Eziom-Geber, cidade portuária (1Rs
Nosso desprendimento promove-a nos 9.26).
outros (1Co 10.23, 33). Inimigos implacáveis de Israel (Ez 35.5).
A paz da igreja trabalha a seu favor (At Israel foi proibido de odiá-los (Dt 23.7).
9.31). Israel foi proibido de despojá-los (Dt 2.4,
Questões insensatas fazem-lhe oposição 6; 2Cr 20.10).
(1Tm 1.4). A terceira geração poderia fazer parte da
congregação judaica (Dt 23.8).
EDOMITAS Recusaram-se a dar passagem a Israel
Descendentes de Esaú (Gn 36.9). (Nm 20.21; Jz 11.17).
Habitavam no Monte Seir (Gn 32.3; Dt Saul guerreou contra eles (1Sm 14.47).
2.4-5). Davi subjugou-os, etc. (2Sm 8.14; 1Cr
ERAM CHAMADOS 18.11, 13).
Filhos de Esaú (Dt 2.4). Massacrados por Joabe eAbisai (1Rs 11.16;
Irmãos de Israel (Nm 20.14). 1Cr 18.12).
Gove1:._nados por chefes (Gn 36.15-30; 40- Refugiaram-se no Egito (1Rs 11.17-19).
43; Ex 15.15). Retornaram depois da morte de Davi
Depois tiveram reis (Gn 36.31-39; Nm (1Rs 11.21-22).
20.14). Rebelaram-se contra Salomão (1Rs 11.14).
Sob um governador, enquanto sujeitos a Aliaram-se com os inimigos de Israel
I '

Judá (1Rs 22.48). contra Josafa (2Cr 20.10; Sl 83.4-6).


SEU CARÁTER Foram derrotados de maneira milagrosa
Sábios Gr 49.7). (2Cr 20.22).
Orgulhosos e autoconfiantes Gr 49.16; Revoltaram-se contra J orão (2Rs 8.20-22;
06 3). 2Cr 21.8-10).
Fortes e cruéis Gr 49.19). Reconquistados por Amasias (2Rs 14.7,
Vingativos (Ez 25.12). 10; 2Cr 25.11-12).
Idólatras (2Cr 25.14, 20). Os judeus caíram na armadilha de seus ído-
Supersticiosos Gr 27.3, com vers. 9). los e foram punidos (2Cr 25.14-15, 20).
Desenvolveram um comércio intenso (Ez Rebelaram-se contra Acaz (2Cr 28.17).
27.20). Aliaram-se à Babilônia contra Judá (Sl
SUA TERRA 137.7; Ob 11).
Foi-lhes dada de modo especial (Dt 2.5). PREVISÕES A RESPEITO
Fértil e rica (Gn 27.39). Sujeição a Israel (Gn 25.23; 27.29, 37).
MontanhosaerochosaCTr49.16;Ml 1.3). Revolta contra Israel (Gn 27.40).
EGI TO 1

Ocupação do país por Israel (Nm24.18; Repreendeu Gideão por não lhe pedir aju-
Ob 17-19). da mais cedo contra Midiã CTz 8.1-3).
Participação na punição das nações CT r Discutiu com Jef té por não lhe pedir aju-
9.26; 25.15-27; Ez 32.29). da con tra Am am CTz 12.1-4).
Punição por perseguir Israel (Is 34.5-8; Venceram e mataram muitos CTz 12.5-6).
63.1-4; Lm 4.21; Ez 25.13-14; Am Fez-se representar na coroação de Davi
1.11-12; Ob 10, 15). (lC r 12.30).
Massacre exterminador (Ob 18). Oficiais nomeados por Davi (1Cr 27.10, 20).
Desolação total do país (Is 34.9-17; Ez A trib o mais imp ort ant e do reino de Is-
35.7-15). rael (Is 7.2-17; Jr 31.9, 20).
O rei da Babilônia, um ins tru me nto de Muitos se uniram aJudá, sob Asa (2Cr 15.9).
seu castigo CTr 27.3-6). Muitos se uni ram à Páscoa e reforma de
Israel, um ins tru me nto de seu castigo Ezequias (2Cr 30.18; 31.1).
(Ez 25.14; Ob 18). O tabernáculo permaneceu longo tem-
Sua ruína causará espanto CTr 49.17, 21). po em Siló, sua cidade CTs 18.1; 19.51).
Fut ura sujeição aos judeus (Is 11.14; Um dos bezerros deJeroboão foi erguido
Am 9.12). . em Betel, sua cidade (1Rs 12.29).
PESSOAS IMPORTANTES ENTRE ELES PESSOAS IMPORTANTES
Doegue, 1Sm 22.18. Hadade, lRs 11.14, Josué, Nm 13.8;Js 1.1.Abdom,Jz 12.13-
19. Elifaz, Jó 2.11. 15. Zicri, 2C r 28.7.
EFRAIM, TRIBO DE EGITO
Descendentes do segundo filho de José, Povoado pelos descendentes de Mizraim
adotado por Jacó (Gn 41.52; 48.5). (Gn 10.6, 13-14).
Previsões a seu respeito (Gn 48.20; Dt Fronteiras (Ez 29.10).
33.13-17). Clima seco (Dt 11.10-11). A

PESSOAS ESCOLHIDAS PARA Banhado pelo Nil o (Gn 41.1-3; Ex 1.22).


Enu me rar o povo (Nm 1.10). Inundações, aludidas (Am 8.8).
Espiar a terra (Nm 13.8). Sujeito a pragas, etc. (Dt 7.15; 28.27, 60).
Dividir a terr a (Nm 34.24). Sofreu com a fome algumas vezes (Gn
Nú me ro de pessoas ao sair do Egito (Nm 41.30).
1.32-33). CHAMADO
Liderava a terceira divisão de Israel (Nm A terr a de Cão (Sl 105.23; 106.22).
10.22). O Sul CTr 13.19; Dn 11.14, 25).
Acampavaaoestedotabernáculo (Nm2.18). Sior (Is 23.3).
Sua oferta, por ocasião da dedicação (Nm Racabe (Sl 87.4; 8~.: 10).
7.48-53). Casa da servidão (Ex 13.3, 14; Dt 7.8).
Suas famílias (Nm 26.35-36). FAMOSO
Nú me ro de pessoas ao ent rar em Canaã Po r sua fertilidade (Gn 13.10; 45.18).
(Nm 26.37). Por sua riqueza (Hb 11.26).
Em Gerazim, disse amém às bênçãos (Dt Por sua literatura (1Rs 4.30; At 7.22).
27.12). Po r seus excelentes cavalos (1Rs
Limites de sua herança CTs 16.5-9). 10.28-29).
Nã o conseguiram expulsar os cananeus, Por seu linho fino, etc. (Pv 7.16; Is 19.9).
mas os fez tributários CTs 16.10;Jz 1.29). Por seu comércio (Gn 41.57; Ez 27.7).
AJUDOU Religião idólatra (Êx 12.12; Nm 33.4; Is
Manassés a conquistar Betel CTz 1.22-25). 19.1; Ez 29.7).
DéboraeBaraquecontraSíseraCTz5.14). Israel seguiu sua idolatria (Êx 32.4, com
Gideão contra os midianitas CTz 7.24-25). Ez 20.8, 19).

j 121 1
1 EG ITO

Mágica, praticada no Egito (Êx 7.11-12, José vendido co mo escravo (Gn 37.28;
22; 8.7). 39.1).
Go ve rna da po r reis que possuíam o títu- Po tif ar é abençoado po r causa de José
lo de Faraó (Gn 12.14-15; 40.1-2; Êx (Gn 39.2-6).
1.8, 22). José é preso injustamente (Gn 39.7-20).
Sob um go ver nad or (G n 41.41-44). José int erp ret a os sonhos do padeiro e
Tin ha príncipes e conselheiros (Gn 12.15; copeiro (Gn 40.5-19).
Is 19.11). José int erp ret a os son ho s de Faraó (G n
COMO POTÊNCIA ERA 41.14-32).
Or gu lho so e arrogante (Ez 29.3; 30.6). José aconselha o Faraó (Gn 41.33-36).
Suntuoso (Ez 32.12). José se tor na go ver nad or (G n 41.41-44).
Po der oso (Is 30.2-3). Provisão be m sucedida de José co ntr a os
Ambicioso de conquistas Gr 46.8). anos de fome (Gn 41.46-56).
Traiçoeiro (Is 36.6; Ez 29.6-7). Os irmãos de José chegam (G n 42.1-6).
SEUS HABITANTES José reconhece seus irmãos (G n 42.7-8).
Er am supersticiosos (Is 19 .3). Benjamim é tra zid o até José (Gn 43.15).
Hospitaleiros (Gn 47.5-6; 1Rs 11.18). José se faz conhecer a seus irmãos (G n
Ge ral me nte se casavam co m estran- 45.1-8).
geiros (Gn 21.21; 1Rs 3.1; 11.19; 1C r José ma nd a buscar seu pai (G n 45.9-11).
2.34-35). Faraó abre as portas do Egito aJa có (G n
Detestavam os pastores (Gn 46.34). 45.16-20).
Ab om ina vam os sacrifícios de bois, etc. A viagem de Jacó (Gn 46.5-7).
(Êx 8.26). J acó e família são apresentados a Faraó
Nã o deviam ser desprezados po r Israel (Gn 47.1-10).
(Dt 23.7). Israel recebe a ter ra de Go sen (Gn 46.34;
A terceira geração po der ia ser aceita na 47.11, 27).
congregação (Dt 23.8). José enriquece o rei (Gn 47.13-26).
Mo do de en tre ten im en to (Gn 43.32-34). Mo rte e sep ult am ent o de Jac ó (G n 49.33;
Alimentação (N m 11.5). 50.1-13).
Maneira de embalsamar (Gn 50.3). Israel au me nta e é op rim ido (Êx 1.1-11)-
Geralmente era refúgio par a estrangeiros Os me nin os israelitas são mo rto s (Ex
(G n 12.10; 47.4; 1Rs 11.17, 40; 2Rs 1.15-22).
25.26; Mt 2.12-13). Moisés nasce e é escondido po r três me-
SEUS EXÉRCITOS ses (Êx 2.2).
Descritos (Êx 14.7-9). Moisés é colocado no rio Ni lo (Êx 2.3-4).
De str uíd os no Ma r Ve rm elh o (Êx Moisés é adotado e criado pela filha de
14.23-28). Faraó (Êx 2.5-10).
Ca ptu rar am e queimaram Ge zer (1Rs Moisés ma ta um egípcio {Êx 2.11-12).
9.16). Moisés foge par a Midiã (Ex 2.15).
Ce rca ram e saq ue ara m Jer usa lém à Moisés é enviado a Faraó (Êx 3.2-10).
época de Reoboão (1Rs 14.25-26). Faraó au me nta o sof rim ent o dos israeli-
Inv adi ram a Assíria e ma tar am Josias, tas (Êx 5).
que a ajudava (2Rs 23.29). Moisés prov~ sua missão divina ao realizar
De pu ser am J eo aca z e tor na ram a milagres (Ex 4.29-31; 7.10).
Judéia em trib utá ria (2Rs 23.31-35). O Egito é atingido pelas pragas Pº f causa
Jud á buscou seu auxílio co ntr a os cal- da teimosia de Fa raó (E~ 7.14 a Ex 10).
deus (Ez 17.15, co mJ r 37.5, 7). A instituição da Páscoa (Ex)2.1-28).
HISTÓRIA DE ISRAEL NO EGITO Matança dos primogênitos (Ex 12.29-30).
Sua peregrinação, pre dit a (G n 15.13). Israel despoja os egípcios (Ex 12.35-36).
ELEIÇÃO 1

Israel é empurr ado para fora do Egito (Êx EXIBIDO


12.31-33). No amor a nós mesmos (2Tm 3.2).
Época do Êxodo (Êx 12.41; Hb 11.27). No agradar a nós mesmos (Rm 15.1).
Faraó persegue Israel e é destruíd o de Em buscar os próprio s interesses (1Co
maneira milagrosa (Êx 14.5-25). 10.33; Fp 2.21).
PROFECIAS A SEU RESPEITO Em buscar nosso lucro (Is 56.11).
Desânim o de seus habitantes (Is 19.1, No querer precedência indevid a (Mt
16-17). 20.21).
Insensa tez de seus príncip es (Is 19.3, Em viver para nós mesmos (2Co 5.15).
11-14). No negligenciar os pobres (1Jo 3.17).
Fracassos de recursos internos (Is 19.5-10). Em servir a Deus por um galardão (Ml
Guerra civil e brigas domésticas (Is 19.2). 1.10).
Exércitos destruídos pela Babilônia Qr Realizar obras por interesse (Mq 3.11).
46.2-12). Inconsistente com o amor cristão (1Co 13 .5).
Invasão pela Babilônia Qr 46.13, 24; Ez Inconsistente com a comunh ão dos san-
32.11). tos (Rm 12.4-5, com 1Co 12.12-27).
Destrui ção de seu poder (Ez 30.24-25). Especialmente proibid o aos santos (1Co
Destruição de suas cidades (Ez 30.14-18). 10.24; Fp 2.4).
Destrui ção de seus ídolos Qr 43.12-13; O amor de Cristo deve nos constra nger
46.25; Ez 30.13). a evitá-lo (2Co 5.14-15).
Despojos do Egito, uma recomp ensa à Os ministro s devem ser isentos dele (1Co
Babilôn ia por seus serviços contra 9.19-23; 10.33).
Tiro (Ez 29.18-20). Todos os homens são inclinados a ele (Ef
Cativeiro dos egípcios (Is 20.4; J r 46.19, 2.3; Fp 2.21).
24, 26; Ez 30.4). Os santos, falsamente acusados dele Qó
Total desolação, durante quarent a anos 1.9-11).
(Ez 29.8-12; 30.12; 32.15). Característica dos últimos dias (2Tm 3.1-2).
Aliados dividem seus fracassos (Ez EXEMPLOS
30.4, 6). Caim, Gn 4.9. Nabal, 1Sm 25.3, 11.
Os judeus que participarem de sua idola- Hamã, Et 6.6. Os sacerdotes, Is 56.11.
tria compar tilharão seu castigo
44.7-28).
ar Os judeus, Zc 7.6. Tiago e joão, Me
10.37. A multidão, Jo 6.26.
T errar ocasionado por sua queda (Ez
32.9-10). ELEIÇÃO
Será sempre um reino simples (Ez 29 .15). De Cristo, como Messias (Is 42.1; 1Pe 2.6).
Cristo seria chamado do Egito (Os 11.1; Dos anjos bons (1Tm 5.21).
Mt 2.15). De Israel (Dt 7.6; Is 45.4).
Sua conversão (Is 19.18-20). Dos ministro s (Lc 6.13; At 9.15).
Enume rado e abençoa do junto com Das igrejas (1Pe 5.13).
Israel (Is 19.23-25). DOS SANTOS É
Ilustração profética de sua destruição De Deus (1Ts 1.4; Tt 1.1).
Qr 43.9, 10; Ez 30.21-22; 32.4-6). ~or Cristo Qo 13.18; 15.16).
E em Cristo (Ef 1.4).
EGOÍSMO É pessoal (Mt 20.16, com Jo 6.44; At
Contrár io à lei de Deus (Lv 19.18; Mt 22.14; 2Jo 1.13).
22.39; Tg 2.8). É de acordo com o propósi to de Deus
O exemplo de Cristo o conden a Qo 4.34; (Rm 9.11; Ef 1.11).
Rm 15.3; 2Co 8.9). É de acordo com a presciência de Deus
Deus odeia (Ml 1.10). (Rm 8.29; lPe 1.2).
IEMBALSAMAMENTOI
~ etern a (Ef 1.4). Uma tentativa de frustrar o plano de Deus
E soberana (Rm 9.15-16; lCo 1.27; Ef (Gn 3.19).
1.11).
É independente de méritos (Rm 9.11). ENAQUINS
É por meio da graça (Rm 11.5). Descendência (Nm 13.22; Js 15.13).
Está registrada no céu (Lc 10.20). ERAM CHAMADOS
É para a glória de Deus (Ef 1.6). Filhos de Enaque (Nm 13.33).
~ pela fé (2Ts 2.13). Filhos dos enaquins (Dt 1.28; 9.2).
E pela santificação do Espírito (lPe 1.2). Dividiam-se em três tribo s Gs 15.14).
~ para a adoção (Ef 1.5). Habi tavam nas mont anha s de Judá Gs
];'. para a salvação (2Ts 2.13). 11.21).
E para a conformidade com Cristo (Rm Hebr om era sua cidade principal Gs 14.15,
8.29). comJ s 21.11).
~ para as boas obras (Ef 2.10). De força e estatura gigantescas (Dt 2.10-
E para a batalha espiritual (2Tm 2.4). 11, 21).
É para a glória etern a (Rm 9.23). Israelitas ficaram aterrorizados com eles
ASSEGURA AOS SANTOS · (Nm 14.1, com 13.33).
Uma chamada eficaz (Rm 8.30). Hebr om, propriedade deles, foi entregue
Ensin o divino Go 17.6). a Calebe por sua fidelidade Gs 14.6-14).
Fé em Jesus Crist o (At 13.48). Calebe os expulsou de Hebr om Gs 15.13-
Aceitação peran te Deus (Rm 11.7). 14).
Prote ção (Me 13.20). Oton iel os expulsou de Quiriate-Sefer ou
Justificação de seus erros (Lc 18.7). Debi r Gs 15.15-17; Jz 1.12-13).
Que tudo cooperará para o seu bem Quase foram aniquilados Gs 11.21-22).
(Rm 8.28).
Bênçãos (SI 33.12; 65.4). ENFERMIDADES
A herança (Is 65.9; lPe 1.4-5). Enviadas por Deus (Dt 28.59-61; 32.39;
Deve resultar em desenvolvimento das 2Sm 12.15; At 12.23).
dádivas cristãs (CI 3.12). O diabo às vezes recebe permissão para
Deve ser evidenciada pela diligência (2Pe infligi-la Gó 2.6-7; Lc 9.39; 13.16).
1.10). Freqüentemente causada por intemperança
Os santos pode m ter certeza de sua eleição (Os 7.5).
(1 Ts 1.4). Gera lmen te enviadas como castigo de
EXEMPLOS pecado (Lv 26.14-16; 2Cr 21.12-15; lCo
!saque, Gn 21.12. Abraão, Ne 9.7. Zo- 11.30).
robabel, Ag 2.23. Apóstolos, Jo 13.18; Um dos quatr o juízos severos de Deus
15.19. Jacó, Rm 9.12-13. Rufus, Rm sobre a terra culpada (Ez 14.19-21).
16.13. Paulo, GI 1.15. DEUS
Prom ete curá-las (Êx 23.25; 2Rs 20.5).
EMBALSAMENTO Cura-as (Dt 32.39; S1103.3; Is 38.5-9).
Desconhecido dos prim eiros patriarcas Most ra sua misericórdia ao curar (Fp
(Gn 23.4). 2.27).
Os judeus aprenderam no Egito (Gn 50.2, Exibe seu pode r ao curar (Lc 5.17).
26). Exibe seu amor ao curar (Is 38.17).
Temp o necessário (Gn 50.3). Muitas vezes manifesta sua graça sal-
Com o era feito pelos judeus (2Cr 16.14; vado ra aos peca dores dura nte as
Lc 23.56, com Jo 19.40). doenças Gó 33.19-24; Sl 107.17-21).

ªº
Nem sempre era realizado pelos judeus
11.39).
Perm ite que os santos sejam provados
por meio delas Gó 2.5-6).
ENG ANO 1

Fortalece os santos nas enfermidades Ora r pelos doentes (At 28.8; Tg 5.14-15).
(SI 41.3). Dev emo s busc ar a ajuda de Deu s nas
Con fort a os santos nas enfermidades doenças (2Cr 16.12).
(SI 41.3). OS ÍMPIOS
Ouv e as orações dos enfermos (SI 30.2; Têm mui tos sofrimentos nas doenças
107.18-20). (Ec 5.17).
Preserva os santos nas enfermidades (SI Esquecem-se dos enfermos (1Sm 30.13).
91.3-7). Não visitam os enfermos (Mt 25.43).
Aba ndo na os Ímpios às enfermidades Não visitar os enfermos, uma evidência
ar 34.17). de não pertencer a Cristo (Mt 25.43, 45).
Per seg ue os Ímp ios por mei o de Ilus tram o pecado (Lv 13.45-46; Is 1.5; Jr
doenças Gr 29.18). 8.22; Mt 9.12).
Sua cura, legal aos sábados (Lc 13.14-16).
Cris to compadeceu-se dos enfermos (Is ENGANO
53.4, com Mt 8.16-17). É falsidade (Sl 119.118).
CRISTO CUROU A língua, seu inst rum ento (Rm 3.13).
Esta ndo presente (Me 1.31; Mt 4.23). Vem do coração (Me 7.22).
Estando ausente (Mt 8.13). Característica do coração Gr 17.9).
Por imp osiç ão de mãos (Me 6.5; Lc Deu s abo min a (SI 5.6).
13.13). Proi bido (Pv 24.28; lPe 3.10).
Sem toca r na pessoa (Mt 8.3). Cris to foi tota lme nte livre disso (Is 53.9,
Qua ndo lhe toca ram as vestes (Mt com lPe 2.22).
14.35-36; Me 5.27-34). OS SANTOS
Sem dizer nada (Mt 8.8, 13). São livres do engano (SI 24.4; Sf 3.13;
Fé exigida dos curados, por Cris to (Mt Ap 14.5).
9.28-29; Me 5.34; 10.52). Propõem-se con tra isso Gó 27.4).
Ger alm ente incuráveis por métodos hu- Evit am Gó 31.5).
manos (Dt 28.27; 2Cr 21.18). Afastam-se dos que prat icam o engano
Os apóstolos receberam pod er para cura r (Sl 101.7).
(Mt 10.1; Me 16.18, 20). Ora m pela libertação dos que usam de
O PODER DE CURA
engano (SI 43.1; 120.2).
Um dos dons milagrosos derramados na São libertos dos que usam de engano
igreja do prim eiro século (lCo 12.9, 30; (SI 72.14).
Tg 5.14-15). Devem acautelar-se con tra os que usam
OS SANTOS
de engano (Ef 5.6; Cl 2.8).
Rec onh ecem que a doe nça vem de Dev em abandonar o engano e proc urar
Deus (SI 31.1-8; Is 38.12, 15). a verdade (1Pe 2.1).
Resignam-se quando em enfermidade Os ministros devem aban don ar todo o
Gó 2.10). engano (2Co 4.2; lTs 2.3).
Lamentam-na, com oração (Is 38.14). OS ÍMPIOS
Ora m pela sua cura (Is 38.2-3). São cheios dele (Rm 1.29).
Atri bue m a cura a Deu s (Is 38.20).
Planejam-no (SI 35.20; 38.12; Pv 12.5).
Lou vam a Deus pela recuperação (SI
Praticam-no (Sl 10.7; 36.3).
103.1-3; Is 38.19; Lc 17.15).
Trab alha m nele (Pv 11.18).
Agradecem a Deus publicamente pela
Desenvolvem-se nele (2Tm 3.13).
recuperação (Is 38.20; At 3.8).
Usam, uns com os outr os Gr 9.5).
Sofrem pelos doentes (Sl 35.13).
Usam, para si mesmos Gr 37.9; Ob 3.7).
Visitam os doentes (Mt 25.36).
Alegram-se nele (Pv 20.17).
Visitar os enfermos, evidência de perten-
cer a Cris to (Mt 25.34, 36, 40).
1 ERVA S

05 FALSOS MESTRES Nos pân tano s Q"ó 8.11).


São operários dele (2Co 11.13). Nos desertos Q"ó 24.5; Jr 17.6).
Pregam-no Q"r 14.14; 23.26). Cultivadas em jardins (Dt 11.10; 1Rs 21.2).
Imp õem -se aos outr os pelo eng odo Cul tiva da para alimentação (Pv 15.17;
(Rm 16.18; Ef 4.14). Hb 6.7).
Divertem-se com ele (2Pe 2.13). Req uer chu va e orva lho (Dt 32.2; Jó
Os hipócritas o maq uina m Qó 15.35). 38.26-27).
Os hipócritas o prat icam (Os 11.12). Com o ser aguada, aludido (Dt 11.10).
Falsas testemunhas o usam (Pv 12.17; 14.5). MENCIONADAS NA BÍBLIA
Um a característica do Ant icris to (2J o 7). Açafrão (Ct 4.14).
Um a característica da apostasia (2Ts 2.1 O). Alh o (Nm 11.5).
SEUS MALES Alh o por á (Nm 11.5).
Imp edem o con heci men to de Deus Qr Aloés (Ct 4.14).
9.6). Arb usto Qr 17.6; 48.6).
Imp edem a volt a a Deus Q"r 8.5). Cála mo (Ct 4.14).
Leva ao orgulho e à opressão Qr 5.27-28). Can a Q"ó 40.21; Is 19.6).
Leva à men tira (Pv 14.25). Ceb ola (Nm 11.5).
Ger alm ente acom pan had o de fraude e Cen teio (Êx 9.32).
, injustiça (Sl 10.7; 43.1). Cevada (Ex 9.31; 2Sm 14.30).
Odi o, geralmente enco bert o por ele (Pv Com inho (Is 28.27; Mt 23.23).
26.24-28). End ro (Is 28.25, 27).
A tolice dos insensatos é engodo (Pv 14.8). Erva-doce (Mt 23.23).
Os beijos de um inimigo são engodas (Pv Feijão (2Sm 17.28).
27.6). Giesta Q"ó 30.4).
Bênçãos de ser livre dele (SI 24.4-5; 32.2). Gra ma (Nm 22.4).
Seu castigo (SI 55.23; Jr 9.7-9). Hiss opo (Êx 12.22; 1Rs 4.33).
EXEMPLOS Hor telã (Mt 23.23).
O diabo, Gn 3.1, 4-5, com Jo 8.44. Rebe- Joio (Mt 13.30).
ca e]acó, Gn 27.9, 19. Labão, Gn 31.7. Junc o (Êx 2.3; Jó 8.11; Is 58.5).
Os irmãos de josé, Gn 37.31-32. Faraó, Len tilha (Gn 25.34).
Êx 8.29. Davi, 1Sm 21.13. Os amigos Lin ho (Êx 9.31).
de ]ó, J ó 6.15. Doegue, SI 52.2, compara- Man drág ora (Gn 30.14; Ct 7.13).
do com o títul o. Herodes, Mt 2.8. Os Melão (Nm 11.5).
fariseus, Mt 22.16. Os chefes dos sacerdo- Mir ra (Ct 4.14).
tes, Me 14.1. Nar do (Ct 4.14).
Painço (Ez 4.9).
ERVAS E PLANTAS Pap iro Q"ó 8.11).
Chamadas de ervas verdes (2Rs 19.26). Pep ino (Nm 11.5; Is 1.8).
DEUS Trepad~ira (2Rs 4.39).
Criou-as (Gn 1.11-12; 2.5). Trig o (Ex 9.32; Jr 12.13).
Dá-lhes crescimento Qó 38.27; Sl 104.14). Amargas, usadas na Páscoa (Êx 12.8; Nm
Cad a espécie con tém sua próp ria semente 9.11).
(Gn 1.11-12). Venenosas, inap ropr iada para con sum o
Dad a com o alim ento ao hom em (Gn hum ano (2Rs 4.39-40).
1.28-29; 9.3). DESTRUÍDAS POR
ENCONTRADAS Gra nizo e raios (Êx 9.22-25).
Nos campos Q"r 12.4). Gaf anh otos , etc. (Êx 10.12, 15; Sl
Nas mon tanh as (Pv 27.25). 105.34-35).
Seca (Is 42.15).

~
ESCRIBAS 1

Usadas como dízimo entre os judeus Reprovar quem causa escândalo (Is
, (Lc 11.42). 57.14).
As vezes, crentes mais fracos a comiam Tudo o que causa escândalo será tirado
em lugar de carne (Rm 14.2). do reino de Deus (Mt 13.41).
ILUSTRAM Denúncia contra quem causa escândalo
O Ímpio (2Rs 19.26; Sl 37.2). (Mt 18.7; Me 9.42).
(Orvalhada) a graça dada aos santos (Is Castigo contra os escândalos (Ez 44.12;
18.4). Ml 2.8-9; Mt 18.6-7).
EXEMPLOS
ESCÂNDALOS Arão, Êx 32.2-6. Balaão,etc., Nm 31.16,
Motivos de escândalos, aparecerão (Mt com Ap 2.14. Gideão, Jz 8.27. Os filhos
18.7). de Eli, lSm 2.12-17. Jeroboão, 1Rs 12.26-
Motivos de escândalos, proibidos (lCo 30. Um profeta idoso, 1Rs 13.18-26. Os
10.32; 2Cr 6.3). sacerdotes, Ml 2.8. Pedro, Mt 16.23.
Perseguição, causa de escândalo aos cris-
tãos de nome apenas (Mt 13.21; 24.10; ESCORPIÃO
26.31). Provido de ferrão agudo na cauda (Ap 9.10).
OS ÍMPIOS ESCANDALIZAM-SE COM Seu ferrão, venenoso e atormentador
A baixa condição humana de Cristo (Is (Ap 9.5).
53.1-3; Mt 13.54-57). Abundante no deserto (Dt 8.15).
Cristo, como pedra angular (Is 8.14, Impróprio como alimento (Lc 11.12).
com Rm 9.33; lPe 2.8). ILUSTRA
Cristo, como o pão da vida Go 6.58-61). Os Ímpios (Ez 2.6).
Cristo crucificado (lCo 1.23; Gl 5.11). Os ministros do Anticristo (Ap 9.3, 5, 10).
A justiça que vem da fé (Rm 9.32). · Flagelos violentos (1Rs 12.11).
A necessidade de pureza interior (Mt Cristo deu aos discípulos poder sobre os
15.11-12). escorpiões (Lc 10.19).
A bênção de não se escandalizar em Cris-
to (Mt 11.6). ESCRAVIDÃO ESPIRITUAL
Os santos, advertidos contra tal escânda- É ao diabo (lTm 3.7; 2Tm 2.26).
lo Go 16.1). É ao medo da morte (Hb 2.14-15).
OS SANTOS DEVEM É ao pecado Go 8.34; At 8.23; Rm 6.16;
Ser sem escândalo (Fp 1.10). 7.23; Gl 4.3; 2Pe 2.19).
Ter cuidado para não dar motivos para Promessa de libertação (Is 42.6-7).
escândalos (Sl73.15;Rm 14.13; lCo 8.9). Cristo nos livra (Lc 4.18, 21; Jo 8.36; Rm
Ter a consciência livre de escândalos 7.24-25; Ef 4.8).
(At 24.16). O evangelho é o instrumento de liber-
Evitar todas as causas de escândalos (Mt tação Go 8.32; Rm 8.2).
5.29-30; Me 9.43-47). Os santos são libertos (Rm 6.18, 22).
Cuidar para que sua liberdade não seja Libertação, exemplo (Dt 4.20).
motivo de escândalo (lCo 8.9). TIPIFICA
Autonegar-se em vez de dar lugar a es- Israel no Egito, Êx 1.13-14.
cândalos (Rm 14.21; lCo 8.13).
Evitar quem causa escândalo (Rm 16.17). ESCRIBAS
Reprovar quem causa escândalo (Êx Sua antiguidade Gz 5.14).
32.21; 1Sm 2.24). Carregavam um estojo à cintura (Ez 9.2-3).
OS MINISTROS DEVEM FAMÍLIAS NOTÁVEIS DE ESCRIBAS
Ter cuidado para não causar escândalo Queneus (1Cr 2.55).
(2Co 6.3). Zebulom Gz 5.14).
1 ESCRITU RAS

Levi (1Cr 24.6; 2Cr 34.13). Cristo validou-as, apelando a elas (Mt 4.4;
Geralm ente eram muito sábios (1Cr Me 12.10; Jo 7.42).
27.32). Cristo ensinou por meio delas (Lc 24.27).
Geralm ente eram conhecedores da lei CHAMADAS DE
(Ed 7.6). Escrituras da verdade (Dn 10.21).
Escritores habilidosos (Sl 45.1). Espada do Espírito (Ef 6.17).
ATUAVAM COMO Lei do Senhor (Sl 1.2; Is 30.9).
Secretários dos reis (2Sm 8.17; 20.25; Livro (Sl 40.7; Ap 22.19).
2Rs 12.10; Et 3.12). Livro da lei (Ne 8.3; Gl 3.10).
Secretários dos profetas Qr 36.4, 26). Livro do Senhor (Is 34.16).
Tabeliães em tribunais Qr 32.11-12). Oráculos de Deus (Rm 3.2; 1Pe 4.11).
Mestres religiosos. (Ne 8.2-6). Palavra (Tg 1.21-23; 1Pe 2.2).
Tabeliã es de docum entos público s Palavra da verdade (Tg 1.18).
(1Cr 24.6). Palavra de Cristo (Cl 3.16).
Responsáveis pelo alistamento militar Palavra de Deus (Lc 11.28; Hb 4.12).
no país (2Rs 25.19; 2Cr 26.11; Jr Santas Escrituras (Rm 1.2; 2Tm 3.15).
52.25). Contêm as promes sas do evange lho
MODERNOS (Rm 1.2).
Eram doutores da lei (Me 12.28, com Revelam as leis, estatutos e jylgamentos
Mt 22.35). de Deus (Dt 4.5, 14, com Ex 24.3-4).
Usavam túnicas longas e amavam a Registram as profecias divinas (2Pe 1.19-21).
proeminência (Me 12.38-39). Testificam de Cristo Qo 5.39; At 10.43;
Assentavam-se no trono de Moisés 18.28; 1Co 15.3).
(Mt 23.2). São plenas e suficientes (Lc 16.29, 31).
Geralmente eram fariseus (At 23.9). Um guia sem erros (Pv 6.23; 2Pe 1.19).
Considerados sábios e eruditos (1Co São capazes de tornar sábio para a sal-
1.20). vação mediante a fé em Cristo Jesus
Considerados intérpretes das Escritu- (2Tm 3.15).
ras (Mt 2.4; 17.10; Me 12.35). São proveitosas tanto para a doutrin a e
Sua maneir a de ensinar contras tava prática (2Tm 3.16-17).
com a de Jesus (Mt 7.29; Me 1.22). DESCRITAS COMO
Condenados por Cristo por hipocrisia Puras (Sl 12.6; 119.140; Pv 30.5).
(Mt 23.15). Verdadeiras (Sl 119.160; Jo 17.17).
Geralmente se ofendiam com a condu- Perfeitas (Sl 19.7).
ta e ensinos de Jesus (Mt 21.15; Me Preciosas (Sl 19 .10).
2.6-7, 16; 3.22). Viva e poderosa (Hb 4.12).
Tentara m ao Senhor Qo 8.3). Escritas para nossa instrução (Rm 15.4).
Ativos er.n buscar a morte de Cristo Designadas para o uso de todos os ho-
(Mt 26.3; Lc 23.10). mens (Rm 16.26).
Perseguiram os primeiros cristãos (At Nada deve ser-lhe tirado nem acrescen-
4.5, 18, 21; 6.12). tado (Dt 4.2: 12.32).
Ilustram os ministros do evangelho bem Uma parte deve ser comparada com a
instruídos (Mt 13.52). outra (1Co 2.13).
DESIGNADAS PARA
ESCRITURAS Regeneração (Tg 1.18; 1Pe 1.23).
Dadas por inspira ção de Deus (2Tm Reavivamento (Sl 119.50, 93).
3.16). Iluminação (Sl 119.130).
Dadas por inspiração do Espírito Santo Conversão da alma (Sl 19.7).
(At 1.16; Hb 3.7; 2Pe 1.21). Dar sabedoria ao simples (Sl 19.7).
ESCRITURAS 1

Santificar Qo 17.17; Ef 5.26). Não só ouvidas, mas obedecidas (Mt


Produzir fé Qo 20.31). 7.24, com Lc 11.28; Tg 1.22).
Produzir esperança (Sl 119.49; Rm 15.4). Usadas contra os inimigos espirituais
Produzir obediência (Dt 17.19-20). (Mt 4.4, 7, 10, com Ef 6.11, 17).
Limpar o coração Qo 15.3; Ef 5.26). Todos deveriam querer ouvi-las (Ne 8.1).
Purificar os caminhos (Sl 119.9). Meros ouvintes, enganam a si mesmos (Tg
Manter longe dos caminhos destruti- 1.22).
vos (Sl 17.4). Vantagem de possuí-las (Rm 3.2).
Suportar a vida (Dt 8.3, com Mt 4.4). OS SANTOS
Promover crescimento na graça (lPe 2.2). Amam-nas grandemente (Sl 119. 97,
Edificar a fé (At 20.32). 113, 159, 167).
Admoestação (Sl 19.11; lCo 10.11). Deliciam-se nelas (Sl 1.2).
Confortar (Sl 119.82; Rm 15.4). Consideram-nas doces (Sl 119.103).
Alegrar o coração (Sl 19.8; 119.111). Estimam-nas acima de tudo Qó 23.12).
Opera eficazmente naquele que crê (1T s Anseiam por elas (Sl 119.82).
2.13). Maravilham-se com elas (Sl 119.161; Is
Sem o espírito, suas palavras são mortas 66.2).
Qo 6.63, com 2Co 3.6). Sofrem quando são desobedecidas (Sl
Ignorância a respeito, fonte de erros (Mt 119.158).
22.29; At 13.27). Mantêm em sua lembrança (Sl 119.16).
Cristo nos capacita a entendê-la (Lc 24.45). Escondem-nas nos corações (Sl 119.11).
O Espírito Santo nos capacita a entendê- Esperam nelas (Sl 119.74, 81, 147).
h Qo 16.13; 1Co 2.10-14). Meditam nelas (Sl 1.2; 119.99, 148).
Nenhuma de suas profecias é de inter- Regozijam-se nelas (Sl 119.162;Jr 15.16).
pretação particular (2Pe 1.20). Confiam nelas (Sl 119.42).
Tudo deve ser examinado à sua luz (Is Obedecem-lhes (Sl 119.67; Lc 8.21; Jo
8.20; At 17.11). 17.6).
DEVEM SER Falam delas (Sl 119.172).
O padrão de ensino (lPe 4.11). Consideram-na uma luz (Sl 119.105).
Cridas Qo 2.22). Oram para que lhes sejam ensinadas (Sl
Invocadas (1Co 1.31; 1Pe 1.16). 119.12-13, 33, 66).
Lidas (Dt 17.19; Is 34.16). Oram para serem conformados a elas
Lidas publicamente para todos (Dt (Sl 119.133).
31.11-13; Ne 8.3; Jr 36.6; At 13.15). Clamam suas promessas, em oração (Sl
Conhecidas (2Tm 3.15). 119.25, 28, 41, 76, 169).
Recebidas, não como palavras de ho- Os que as estudam são verdadeiramen te
mens, mas como a palavra de Deus nobres (At 17.11).
(lTs 2.13). Bênçãos de ouvi-las e obedecer-lhes (Lc
Recebidas com mansidão (Tg 1.21). 11.28; T g 1.25).
Pesquisadas Qo 5.39; 7.52). Devem habitar ricamente em nós (Cl 3.16).
Estudadas diariamente (At 17.11). OS ÍMPIOS
Guardadas no coração (Dt 6.6; 11.18). Negociam-nas (2Co 2.17).
Ensinadas aos filhos (Dt 6 .7; 11.19; Anulam-nas por meio de tradições (Me
2Tm 3.15). 7.9-13).
Ensinadas a todos (2Cr 17.7-9; Ne 8.7-8). Rejeitam-nas Qr 8.9).
Mencionadas continuamente (Dt 6.7). Tropeçam nelas (1Pe 2.8).
Não usadas de maneira enganosa Não lhes obedecem (Sl 119.158).
(2Co 4.2). Torcem-nas, para sua própria destruição
(2Pe 3.16).
1 ESCUDOS

Denúncias contra os que tiram ou acres- Sua natureza inexplicável Gó 38.19-20).


centam coisas (Ap 22.18-19). Exibe o poder e a grandeza de Deus Gó
Sua destruição, punida 0-r 36.29-31). 38.8-9).
SEUS ESTÁGIOS, MENCIONADOS
ESCUDOS Grande (Gn 15.12).
Uma parte da armadura defensiva (Sl Pode ser sentida (Ex 10.21).
115.9, com Sl 140.7). Negridão (Dt 5.22; Jl 2.2).
GERALMENTE FEITOS OU REVESTIDOS DE Densa Gr 13.16).
Ouro (2Sm 8.7; 1Rs 10.17). Externa ou extrema (Mt 8.12).
Bronze (1Rs 14.27). SEUS EFEITOS
Pertenciam a Deus (Sl 47.9). Impede a visibilidade de objetos (Êx
ESPÉCIES 10.23).
Grandes (2Cr 9.15, com 1Cr 5.18; Ez Causam desvios Go 12.35; 1Jo 2.11).
26.8). Causam tropeços (Is 59.10).
Pequenos (2Cr 9.16). Com significado de noite (Sl 91.6).
Geralmente levados por escudeiros (1Sm Chamada de revestimento do mar CT ó
17.7). 38.9).
ANTES DA GUERRA Não pode se esconder de Deus (Sl 139 .11-
Eram reunidos Gr 51.11). 12).
Descobertos (Is 22.6). OS ÍMPIOS
Consertados Gr 46.3). São seus filhos (1 Ts 5.5).
Ungidos (2Sm 1.21, com Is 21.5). Vivem nela (Sl 107.10).
Avermelhados (Na 2.3). Caminham nela (Sl 82.5).
Providenciados pelo rei de Israel, em grande Cometem seus crimes à noite 0-ó 21 .16).
abundmcia (2Cr 11.12; 26.14; 32.5). São cheios dela (Mt 6.23).
Uma desgraça perdê-los ou jogá-los fora MILAGRES
(2Sm 1.21). No monte Sinai (Êx 19.16, com Hb
Dos vencidos, geralmente eram queima- 12.18).
dos (Ez 39.9). Sobre a terra do Egito (Êx 10.21-22).
Em tempos de paz eram pendurados nas Na morte de Cristo (Mt 27.45).
torres dos arsenais (Ez 27.10, com Ct 4.4). Antes da destruição de Jerusalém (Mt
Eram raros em Israel nos dias de Débora 24.29).
e Baraque 0-z 5.8). ILUSTRA
Muitos israelitas eram hábeis em mane- Como Deus é grande e inescrutável (Êx
já-los (1Cr 12.8, 24, 34; 2Cr 14.8; 25.5). 20.21; 2Sm22.10, 12; 1Rs 8.12; Sl 97.2).
ILUSTRAM Objetos escondidos e profundos (Jó
Proteção de Deus (Gn 15.1; Sl 33.20). 28.3).
Favor de Deus (Sl 5.12). Segredos (Is 45.19; Mt 10.27).
Verdade de Deus (Sl 91.4). Ignorância e erro Gó 37.19; Is 60.2; Jo
Salvação de Deus (2Sm 22.36; Sl 18,35). 1.5; 3.19; 12.35; At 26.18).
Fé (Ef 6.16). Qualquer coisa odiosa 0-ó 3.4-9).
Um curso do pecado (Pv 2.13; Ef 5.11).
ESCURIDÃO Aflições severas Gó 23.17; Sl 112.4; Ec
Criada por Deus (Sl 104.20; Is 45.7). 5.17; Is 5.30; 8.22; 59.9).
Originariamente cobria a terra (Gn 1.2). O poder de Satanás (Ef 6.12; Cl 1.13).
Separada da luz (Gn 1.4). A morte (1Sm 2.9; Jó 10.21-22).
Chamada noite (Gn 1.5). O castigo dos demônios e dos Ímpios
Causada pelo esconder do sol (Gn 15.17; (Mt 22.13; 2Pe 2.4, 17; Jd 6, 13).
Jo 6.17).
ESPERANÇA 1

ESPADAS A palavra de Cristo gs49.2, comAp 1.16).


Provável origem (Gn 3.24). A justiça de Deus (Dt 32.41; Zc 13.7).
Eram pontudas (Ez 21.15). A proteção de Deus (Dt 33.29).
Freqüentemen te tinham dois lados (Sl Guerra e contendas (Mt 10.34).
149.6). Calamidades pesadas e severas (Ez 5.2,
DESCRITAS COMO 17; 14.17; 21.9).
Afiadas (Sl 57.4). Aflição mental profunda (Lc 2.35).
Reluzentes (Na 3.3). Os Ímpios (Sl 17.13).
Refulgentes (Dt 32.41; Jó 20.25). A língua dos Ímpios (Sl 57.4; 64.3; Pv
Opressivas Gr 46.16). 12.18).
Mortais (Sl 144.10). O espírito perseguidor dos Ímpios (Sl
Carregadas na bainha (1Cr 21.27;Jr 47.6; 37.14).
Ez 21.3-5). O fim dos Ímpios (Pv 5.4).
Presas na cinta (1Sm 17.39; 2Sm 20.8; Ne Falsas testemunhas (Pv 25.18).
4.18; Sl 45.3). Autoridade judicial (Rm 13.4).
ERAM USADAS (Sendo desembainhad a) guerra e
Pelos patriarcas (Gn 34.25; 48.22). destruição (Lv 26.33; Ez 21.3-5).
Pelos judeus Gz 20.2; 2Sm 24.9). (Sendo embainhada) paz e amizade Gr
Pelas nações pagãs Gz 7.22; 1Sm 15.33). 47.6).
Para autodefesa (Lc 22.36). (Vivendo por ela) rapina (Gn 27.40).
Para destruir os inimigos (Nm 21.24; (Não deixando a casa de alguém) cala-
Jo 6.21). midade perpétua (2Sm 12.10).
Para punir os criminosos (1Sm 15.33;
, At 12.2).
ESPERANÇA
As vezes para suicídio (1Sm 31.4-5; At Em Deus (Sl 39.7; 1Pe 1.21).
16.27). Em Cristo (lCo 15.19; lTm 1.1).
Os hebreus aprenderam a fabricá-las cedo Nas promessas de Deus (At 26.6-7; Tt 1.2).
(1Sm 13.19). Na misericórdia de Deus (Sl 33.18).
Em tempos de guerra, feitas de arados Gl Na obra do Espírito Santo (Rm 15.13;
3.10). Gl 5.5).
Em tempos de paz, tornadas em arados OBTIDA POR MEIO

(Is 2.4; Mq 4.3). Da graça (2Ts 2.16).


Afiadas e untadas antes de irem à guerra Da palavra (Sl 119.81).
(Sl 7.12; Ez 21.9). Da paciência e conforto das Escrituras
Brandidas sobre a cabeça (Ez 32.10). (Rm 15.4).
Eram atravessadas contra os inimigos (Ez Do evangelho (Cl 1.5, 23).
16.40). Da fé (Rm 5.1-2; Gl 5.5).
Geralmente ameaçadas como castigo (Lv Resulta da experiência (Rm 5.4).
26.25, 33; Dt 32.25). Esperança superior trazida por Cristo
Geralmente enviadas como castigo (Es (Hb 7.19).
9.7; Sl 78.62). DESCRITA COMO

Um dos quatro terríveis juízos de Deus Boa (2Ts 2.16).


(Ez 14.21). Viva (lPe 1.3).
Os mortos à espada, transmitiam impure- Certa e firme (Hb 6.19).
za cerimonial (Nm 19.16). Alegre (Pv 10.28).
ILUSTRAM Abençoada (Tt 2.13).
A palavra de Deus (Ef 6.17, com Hb Não decepciona (Rm 5.5).
4.12). Triunfa nas dificuldades (Rm 4.18).
Encoraja na pregação (2Co 3.12).

~
1 ESPERAR

OS SANTOS Como o Doador de todas as bênçãos


São chamados a ela (Ef 4.4). terrenas (Sl 104.27-28; 145.15-16).
Alegram-se nela (Rm 5.2; 12.12). PARA
Têm a mesma esperança (Ef 4.4). Misericórdia (Sl 123.2).
Têm esperança na morte (Pv 14.32). Perdão (Sl 39.7-8).
Devem abundar em esperança (Rm Consolação de Israel (Lc 2.25).
15.13). Salvação (Gn 49.18; Sl 62.1-2).
Aguardam a esperança (Tt 2.13). Liderança e ensino (Sl 25.5).
Não devem se envergonhar dela (Sl Proteção (Sl 33.20; 59.9-10).
119.116). Cumprimento de sua palavra (Hc 2.3).
Devem apegar-se a ela (Hb 3.6). Cumprimento de suas promessas (At 1.4).
Não devem se afastar dela (Cl 1.23). Esperança da justiça pela fé (Gl 5.5).
Devem continuar nela (Sl71.14; 1Pe 1.13). , A volta de Cristo (1Co 1.7; 1Ts 1.10).
Está ligada à fé e ao amor (1Co 13.13). E bom (Sl 52.9).
SEUS OBJETIVOS Deus nos chama para ela (Sf 3.8).
Salvação (1Ts 5.8). Exortações e encorajamento s a ela (Sl
Retidão {Gl 5.5). 27.14; 37.7; Os 12.6).
Manifestação gloriosa de Jesus (Tt 2.13). DEVER SER
Ressurreição (At 23.6; 24.15). De alma (Sl 62.1, 5).
Vida eterna (Tt 1.2; 3.7). De desejo sincero (Sl 130.6).
Glória (Rm 5.2; Cl 1.27). Com paciência (Sl 37.7; 40.1).
Leva à pureza (1Jo 3.3). Com resignação (Lm 3.26).
Leva à paciência (Rm 8.25; 1Ts 1.3). Com esperança em sua palavra (Sl
Devemos buscar a plena certeza da espe- 130.5).
rança (Hb 6.11). Com toda confiança (Mq 7.7).
Estejamos prontos a responder sobre ela Continuament e (Os 12.6).
(1Pe 3.15). O dia todo (Sl 25.5).
Encorajamento à esperança (Os 2.15; Zc Especialmente na adversidade (Sl 59.1-
9.12). 9; Is 8.17).
Encorajar outros à esperança (Sl 130.7). Em sua maneira de julgar (Is 26.8).
A felicidade da esperança (Sl 146.5). Resolução dos santos (Sl 52.9; 59.9).
A vida é o tempo da esperança (Ec 9.4; Is Os santos têm expectativas nela (Sl 62.5).
38.18). Os santos a pedem em oração (Sl 25.21;
O Ímpio não tem esperança (Ef 2.12). Is 33.2).
A ESPERANÇA DO ÍMPIO A paciência dos santos é muitas vezes
Está nos bens terrenos (Jó 31.24). provada nela (Sl 69.3).
Irá envergonhá-los (Is 20.5-6; Zc 9.5). OS QUE ESPERAM EM DEUS
Perecerá (Jó 8.13; 11.20; Pv 10.28). Esperam somente nele (Sl 62.5).
Acabará com a morte (Jó 27.8). São ouvidos (Sl 40.1).
ILUSTRADA POR São abençoados (Is 30.18; Dn 12.12).
Uma âncora, Hb 6.19. Um capacete, Experimentam sua bondade (Lm 3.25).
1Ts 5.8. Não serão envergonhados (Sl 25.3; Is
EXEMPLOS 49.23).
Davi, Sl 39.7. Paulo, At 24.15. Abraão, Renovarão suas forças, etc. (Is 40.31).
Rm 4.18. Os tessalonicenses, 1Ts 1.3. Herdarão a terra (Sl 37.9).
Serão salvos (Pv 20.22; Is 25.9).
ESPERAR EM DEUS Terão alegria na salvação (Is 25.9).
Como o Deus que providencia (J r 14.22). Receberão as coisas gloriosas que Deus
Como o Deus que salva (Sl 25.5). lhes preparou (Is 64.4).
1 ESPÍRITO SAN TO 1

Do s gentios, predita (Is 42.4; 60.9). Ele ensina Qo 14.26; 1Co 12.3).
Ilustrada (Sl 123.2; Lc 12.36; Tg 5.7). Ele guia Qo 16.13).
EXEMPLOS Ele santifica (Rm 15.16; 1C o 6.11).
]acó, Gn 49.18. Ana, lSm 1.2. Davi, Sl Ele testifica de Cri sto Qo 15.26).
39.7. Isaías, 8.17. Miquéias, Mq 7.7. José, Ele glorifica a Cri sto Qo 16.14).
Me 15.43. Ele tem pod er de si mesmo (Rm 15.13).
Ele sonda todas as coisas (Rm 11.33-34,
ESPÍRITO SANTO com 1Co 2.10-11).
CO NS OL AD OR Ele ope ra de aco rdo com sua pró pri a
Procede do Pai Qo 15.26). vontade (1Co 12.11).
DADO Ele habita com os santos Qo 14.17).
Pelo Pai Qo 14.16). Ele pode ser entristecido (Ef 4.30).
Po r Cri sto (Is 61.3). Ele pod e ser envergonhado (Is 63.10).
Pela intercessão de Cri sto Qo 14.16). Ele pod e ser resistido (At 7.51).
Enviado no nom e de Jesus Qo 14.26). Ele pode ser ten tad o (At 5.9).
Env iad o por Cri sto , vin do do Pai Qo
15.26; 16.7). ESPÍRITO SANTO,
COMO TAL, ELE
O INSTRUTOR
Transmite alegria aos santos (Rm 14.17; Pro me tido (Pv 1.23).
Gl 5.22; 1Ts 1.6). Co mo o Espírito de sabedoria (Is 11.2;
Edifica a igreja (At 9.31). 40.13-14).
Testifica de Cri sto Qo 15.26). DADO
Concede o am or de Deus (Rm 5.3-5). Em resposta de oração (Ef 1.16-17).
Concede esperança (Rm 15.13; Gl 5.5). Aos santos (Ne 9.20; 1Co 2.12-13).
Ensina os santos Qo 14.26). É necessário (1Co 2.9-10).
Ha bita com e nos santos Qo 14.17). COMO TAL, ELE
Revela as coisas de Deus (1Co 2.10, 13).
ªº
Permanece par a sempre com os santos
14.16).
É conhecido dos santos Qo 14.17).
Revela as coisas de Cri sto Qo 16.14).
Revela o fut uro (Lc 2.26; At 21.11).
Tra z as palavras de Cri sto à me mó ria
O mu ndo não pod e recebê-lo Qo 14.17).
ESPÍRITO SANTO,
ªº 14.26).
Dirige nos caminhos da santidade (Is
A PERSONALIDADE DO 30.21; Ez 36.27).
Ele cria e oferece vida Qó 33.4). Ensina os santos com o responder aos
Ele ind ica e com issi ona min istr os (Is perseguidores (Me 13.11; Lc 12.12).
48.16; At 13.2; 20.28). Capacita os ministros ao ensino (1Co
Ele ins tru i os ministros onde devem pre- 12.8).
gar (At 8.29; 10.19-20). Gu ia em tod a verdade Qo 14.26; 16.13).
Ele ins tru i os ministros onde não devem Dir ige a igreja em suas decisões (At
pregar (At 16.6-7). 15.28).
Ele ensina os ministros sobre o que pre- Ob edi ênc ia ás suas instruções (Ap 2.7,
gar (1Co 2.13). 11, 29).
Ele falou aos e pelos profetas (At 1.16; O hom em natural não aceita as coisas do
1Pe 1.11-12; 2Pe 1.21). Espírito (lC o 2.14).
Ele contende com os pecadores (Gn 6.3).
Ele reprova Qo 16.8).
ESPÍRITO SANTO, O DOM DO
Ele con for ta (At 9.31). É do Pai (Ne 9.20; Lc 11.13).
Ele nos ajuda em nossas enfermidades É do Filho Qo 20.22).
(Rm 8.26). Par a Cri sto é sem limites Qo 3.34).
1 ESPÍRITO SANTO 1

DADO Porque é o inspirador das Escrituras (2Tm


De acordo com a promessa (At 2.38-39). 3.16, com 2Pe 1.21).
Na ascensão de Cristo (Sl 68.18;Jo 7.39). Porque é a fonte da sabedoria (1Co 12.8;
Pela intercessão de Cristo Go 14.16). Is 11.2; Jo 14.26; 16.13).
Em resposta à oração (Lc 11.13; Ef Porque é a fonte do poder miraculoso
1.16-17). (Mt 12.28, comLc 11.20; At 19.11, com
Para instruir (Ne 9.20). Rm 15.19).
Para o consolo dos santos Go 14.16). Porque é o nomeador e enviador dos minis-
Aos que se arrependem e crêem (At 2.38). tros (At 13.2, 4, com Mt 9.38; At 20.28).
Aos que obedecem a Deus (At 5.32). Porque indica onde o evangelho deve ser
Aos gentios (At 10.44-45; 11.17; 15.8). pregado (At 16.6-7, 10).
É abundante (Sl 68.9; Jo 7.38-39). Porque habita nos santos Go 14.17, com
É permanente (Is 59.21; Ag 2.5; 1Pe 4.14). 1Co 14.25; 1Co 3.16, com 1Co 6.19).
É frutífero (Is 32.15). Porque é o Consolador da igreja (At 9.31,
Recebido pela fé (Gl 3.14). com 2Co 1.3).
Uma evidência da união com Cristo (1Jo Porque santifica a igreja (Ez 37.28, com
3.24; 4.13). Rm 15.16).
Uma garantia da herança dos santos (2Co Porque é a Testemunha (Hb 10.15, com
1.22; 5.5; Ef 1.14). 1Jo 5.9).
Um sinal do favor contínuo de Deus (Ez Porque convence do pecado, da justiça e
39.29). do juízo Go 16.8-11).
ESPÍRITO SANTO, O, É DEUS ESPOSAS
Como Jeová (Êx 17.7, comHb 3.7-9; Nm Não devem ser escolhidas de entre os
12.6, com 2Pe 1.21). Ímpios (Gn 24.3; 26.34-35; 28.1).
Como Jeová dos exércitos (Is 6.3, 8-10, DEVERES PARA COM OS MARIDOS
com At 28.25). Amá-los (Tt 2.4).
Como Jeová, AltÍssimo (Sl 78.17, 21, com Reverenciá-los (Ef 5.33).
Atos 7.51). Ser-lhes fiéis (lCo 7.3-5, 10).
Por ser invocado como Jeová (Lc 2.26-29; Ser-lhes submissas (Gn 3.16; Ef 5.22,
At 4.23-25, com At 1.16, 20; 2Ts 3.5). 24; 1Pe 3.1).
Por ser chamado Deus (At 5.3-4). Obedecer-lhes (lCo 14.34; Tt 2.5).
Por estar unido ao Pai e ao Filho na for- Permanecer com eles para toda a vida
ma batismal (Mt 28.19). (Rm 7.2-3).
Por ser eterno (Hb 9.14). DEVEM ADORNAR-SE
Por ser onipresente (Sl 139.7-13). Não com enfeites (1Tm 2.9; 1Pe 3.3).
Por ser onisciente (1Co 2.10).
Com modéstia e sobriedade (1Tm 2,9).
Por ser onipotente (Lc 1.35; Rm 15.19).
Com espírito manso e quieto (1Pe 3.4-5).
Porque é Espírito de glória e de Deus
Com boas obras (1Tm 2.10; 5.10).
(lPe 4.14). BOAS
Como Criador (Gn 1.26-27, comJó 33.4). Vêm do Senhor (Pv 19.14).
Por ser igual ao Pai e um com ele (Mt
São um sinal do favor de Deus (Pv 18.22).
28.19; 2Co 13.14).
São bênçãos para os maridos (Pv 12.4;
Porque é Soberano planejador de todas
31.10, 12).
as coisas (Dn 4.35, com lCo 12.6, 11).
Trazem honra a seus maridos (Pv 31.23).
Porque é o Autor do novo nascimento
Têm a confiança de seus maridos (Pv
CTo 3.5-6, com lJo 5.4).
31.11).
Porque é o Cristo ressurreto de entre os
São elogiadas por seus maridos (Pv
mortos (At 2.24, com 1Pe 3.18; Hb
31.28).
13.20, com Rm 1.4).
ESTR ANG EIRO S 1

São diligentes e prudentes (Pv 31.13-27). ESTRADAS


São caridosas para com os pob res (Pv Cam inho s para uso público (Nm 20.19;
31.20). Dt 2.27).
Seu dever para com maridos não crentes Cha mad a de estrada do rei (Nm 20.17).
(1Co 7.13-14, 16; 1Pe 3.1-2). Mar cad as por mon tes de ped ras (J r
Dev em calar-se na igreja (lCo 14.34). 31.21).
Dev em apre nde r com seus maridos (1 Co Geralmente largas Qz 20.32, 45; Mt 7.13).
14.35). Ger alm ente estreitas (lSm 6.12; Is 40.3).
Dos ministros, devem ser exemplos (1 Tm Construídas para todas as cidades de refú-
3.11). gio (Dt 19.2-3).
BONS-EXEMPLOS Ger alm ente con stru ídas nos dese rtos
Esposa de Manoá, Jz 13.10. Orfa e Rute, (Is 40.3).
Rt 1.4, 8. Abigail, 1Sm 25.3. Ester, Et INFESTADAS DE
2.15-17. Isabel, Lc 1.6. Priscila, At 18.2, Serpentes (Gn 49.17).
26. Sara, 1Pe 3.6. Animais selvagens (lRs 13.24, com Is
MÁUS·EXEMPLOS 35.9).
A esposa de Sansão, Jz 14.15-17. Mical, Ladrões Qr 3.2; Lc 10.30-33).
2Sm 6.16. ]ezabel, 1Rs 21.25. Zeres, Et Mendigos sentavam ao lado (Mt 20.30;
5.14. A esposa de ]ó, Jó 2.9. Herodias, Me 10.46).
Me 6.17. Safira, At 5.1-2. Ger alm ente obstruídas Qr 18.15).
Todas as obstruções retiradas para pessoas
ESQUECER-SE DE DEUS importantes (Is 40.3-4, com Mt 3.3).
Um a característica do Ímpio (Pv 2.17; Is Atalhos, mais seguros em tempos de peri-
65.11). go Qz 5.6).
Os afas tado s são culp ado s diss o (J r Desolação, ameaça de castigo (Lv 26.22;
3.21-22). Is 33.8).
SIGNIFICA ESQUECER ILUSTRAM
Sua aliança (Dt 4.23; 2Rs 17.38). Cris to Qo 14.6).
Suas obras (Sl 78.7, 11; 106.13). O cam inho da santidade (Is 35.8).
Seus benefícios (Sl 103.2; 106.7). Opo rtun idad es para a restauração dos
Sua Palavra (Hb 12.5; Tg 1.25). judeus (Is 11.16; 62.10).
Sua lei (Sl 119.153, 176; Os 4.6). (Construídas nos desertos) opo rtun i-
Seu livr ame nto no passado Qz 8.34; Sl dades para transmissão do evangelho
78.42). (Is 40.3; 43.19).
Seu pod er para livrar (Is 51.13-15). (Estreita) o cam inho para a vida (Mt
Enc oraj ado pelo s fals os mes tres (J r 7.14).
23.27). (Larga) o cam inho da destruição (Mt
Ger alm ente é resultado da prosperidade 7.13).
(Dt 8.12-14; Os 13.6).
As provações não nos devem levar a isso ESTRANGEIROS EM ISRAEL
(Sl 44.17-20). Tod os os viajantes pass and ~ por Israel
Decidamo-nos con tra isso (Sl 119.16, 93). eram assim considerados (Ex 12.49).
Cuidados a respeito (Dt 6.12; 8.11). Sob a prot eção e cuidado de Deus (Dt
Advertência aos culpados (Sl 50.22). 10.18; Sl 146.9).
Seu castigo Qó 8.12-13; Sl 9.17; Is 17.10- Mui to num eros os no reino de Salomão
11; Ez 23.35; Os 8.14). (2Cr 2.17).
ERAM CONSISTIDOS ESPECIALMENTE
Dos remanescentes da mul tidã o mista
que saiu do Egito (Êx 12.38).
1 ESTR ELAS

Dos remanescentes das nações da terr a Judeus, con den ado s por oprimi-los (Sl
(1Rs 9.20; 2Cr 8.7). 94.6; Ez 22.7, 29).
De cativos de guerra (Dt 21.10).
De servos estrangeiros (Lv 25.44-45). ESTRELAS
De pessoas que proc urav am trab alho Infinitas em núm ero (Gn 15.5; Jr 33.22).
entr e os judeus (1Rs 7.13; 9:27). DEUS
De pessoas que fora m a Israel pelos Criou-as (Gn 1.16; Sl 8.3; 148.5).
privilégios religiosos (1Rs 8.41). Colocou-as no firm ame nto (Gn 1.17).
LEIS A RESPEITO Escolheu-as para dar luz à noite (Gn
Não prat icar idolatria (Lv 20.2). 1.16, com vers. 14; Sl 136.9;Jr 31.36).
Não blasfemar con tra Deu s (Lv 24.26). Enumera-as e dá-lhes nomes (Sl 147.4).
Não com er sangue (Lv 17.10-12). Estabeleceu-as para sempre (Sl 148.3,
Não com er 1a Páscoa enq uan to incir- 6; Jr 31.36).
cuncisos (Ex 12.43-44). Obscurece-as Gó 9.7).
Não trab alha r no sábado (Êx 20.10; Gira m em órbi ta fixa Qz 5.20). .
23.12; Dt 5.14). Brilham no céu (Dn 12.3):
Nã9 ser hum ilha dos nem opri mid os Apa rece m diferentes magnitudes (lCo
(Ex 22.21; 23.9; Lv 19.33). 15.41).
Não ser escolhidos para rei em Israel Aparecem depois do pôr-do-sol (Ne 4.21,
(Dt 17.15). com Jó 3.9).
Ser amados (Lv 19.34; Dt 10.19). CHAMADAS
Ser ajud ado s nas difi culd ade s (Lv Hos tes celestiais (Dt 17.3; J r 33.22).
25.35). Estrelas da noit e (Sl 148.3).
Sujeitos às leis civis (Lv 24.22). Estrelas do céu (Is 13 .10).
Serem tratados com justiça em todas Agrupadas, chamadas constelações (2Rs
as disputas (Dt 1.16; 24.17). 23.5 (margem); Is 13.10).
Sere m beneficiados pelas cidades de Exib em a grandeza do pod er de Deus (Sl
refúgio (Nm 35.15). 8.3, com Is 40.26).
Rec olhe rem sob ras na colh eita (Lv Criadas para o louv or de Deu s (Sl 148.3).
19.10; 23.22; Dt 24.19-22). Imp uras à vista de Deus Gó 25.5).
Participar nas festas do pov o (Dt 14.29; MENCIONADAS NA BÍBLIA
16.11, 14; 26.11). Estrela da man hã (Ap 2.28).
Ouv irem a leitura da lei (Dt 31.12; J s Urs a Qó 9.9; 38.32).
8.32-35). Óri on Qó 9.9; 38.31; Am 5.8).
Os judeus pod eria m comprá-los com o Plêiades Qó 9.9; 38.31-32; Am 5.8).
escravos (Lv 25.44-45). Um a de bril ho extr aord inár io (um me-
Os judeus pod eria m cob rar juros deles teóro) apareceu no nascimento de Jesus
(Dt 23.20). (Mt 2.2, 9).
Pod iam com prar escr avo s heb reus Adoradas pelos idólatras Qr 8.2; 19.13).
sujeitos à liberdade (Lv 25.47-48). Os israelitas, proi bido s de adorá-las (Dt
Podiam oferecer ofertas queimadas no al- 4.19; 17.2-4).
tar de Deus (Lv 17.8; 22.18; Nm 15.14). Castigo por adorá-las (Dt 17.5-7).
Pod iam com er o que morresse natu- Falsos deuses freqüentemente adorados sob
ralmente (Dt 14.21). representação de estrelas (Am 5.26; 7.43).
Raz ões para os jude us trat á-lo s com Astrologia e consulta a estrelas, pratica-
bondade (Êx 22.21; 23.9). do pelos babilônios, etc. (Is 47.13).
Admitidos aos cultos, no pátio do templo Seu uso em navegação, aludido (At 27.20).
(lRs 8.41-43, com Ap 11.2; vers. Ef 2.14). ILUSTRAM
Fre qüe ntem ente trab alha m em obra s Cris to (Nm 24.17).
públicas (1Cr 22.2; 2Cr 2.18). Os anjos Qó 38.7).

~
EVANG ELHO 1

Os ministros (Ap 1.16, 20; 2.1). A vida e a imortalidade vêm à luz por
Os príncipes e governantes subo rdina 0
meio de Crist o, através do evangelho
dos (Dn 8.10; Ap 8.12). (2Tm 1.10).
(Brilhante estrela da manhã) Cristo (Ap É o pode r de Deus para a salvação (Rm
22.16). 1.16; lCo 1.18; lTs 1.5).
(Estrela da manhã) a glória a ser dada É glorioso (2Co 4.4).
aos cristãos fiéis (Ap 2.28). É etern o (lPe 1.25; Ap 14.6).
(Seu brilho) a recompensa dos minis- Pregado por Jesus (Mt 4.23; Me 1.14).
tros fiéis (Dn 12.3). Os mini stros têm a incum bênc ia de
(Retirando sua luz) julgamentos severos pregá-lo (lCo 9.17).
(Is 13.10; Ez 32.7; Jl 2.10; 3.15). Pregado a Abraão (Gn22.18, com Gl 3.8).
(Pôr os ninhos entre as estrelas) orgul ho PREGADO
e segurança carnal (Ob 4). Primeiro aos judeus (Lc 24.47; At 13.46).
(Errantes) falsos mestres CT d 13). Aos gentios (Me 13.10; Gl 2.2, 9).
Aos pobres (Mt 11.5; Lc 4.18).
EUFRATES A toda criatura (Me 16.15; Cl 1.23).
Um braço do rio Éden (Gn 2.14). Tem de ser crido (Me 1.15; Hb 4.2).
CHAMADO Traz a paz (Lc 2.10, 14; Ef 6.15).
O rio (Êx 23.31; Ne 2.7; Sl 72.8). Prod uz esperança (Cl 1.23).
O grande rio (Gn 15.18; Dt 1.7). Os santos têm comu nhão nele (Fp 1.5).
Suas águas eram consideradas boas CT r 2.18). Há plenitude de bênçãos nele (Rm 15.29).
Gera lmen te inund ava suas margens (Is QUE O RECEBE DEVE
8.7-8). Apegar-se à sua verdade (Gl 1.6-7; 2.14;
A Assíria era limitada por ele (2Rs 23.29; 2Tm 1.13).
Is 7.20). Não se enve rgon har dele (Rm 1.16;
A Babilônia situava-se nele CT r 51.13, 36). 2Tm 1.8).
Limite oriental extremo da terra prometi- Viver em sujeição a ele {2Co 9.13).
da (Gn 15.18; Dt 1.7; 11.24). Ter conversa digna dele (Fp 1.27).
O exército egípcio foi destruído junto a Luta r pela fé do evangelho (Fp 1.17,
ele ar 46.2, 6, 10). 27; Jd 3).
Sacrificar amizades e bens materiais por
Os judeus cativos sentavam-se junto a ele
(Sl 137.1). ele (Mt 10.37).
Cativeiro de Judá representado pelo es- Sacrificar a própria vida por ele (Me 8.3 5).
trago do cinto de Jeremias no Eufrates Professá-lo, acom panh ado de aflições
CT r 13.3-9). (2Tm 3.12).
Profecias sobre a Babilônia sendo jogada Promessas a quem sofre por amor a ele
nele, um sinal Gr 51.63). (Me 8.35; 10.30).
Cená rio dos julga ment os futur os (Ap Cuidemos para não impedi-lo (lCo 9.12).
16.12). Está oculto aos perdidos (2Co 4.3).
Testifica do juízo final (Rm 2.16).
EVANGELHO Quem pregar outro evangelho é amaldiçoa-
São boas novas de grande alegria (Lc 2.10- do (Gl 1.8).
11, 31-32). Terríveis conseqüências a quem não lhe
Predi to (Is 41.27; 52.7; 61.1-3; Me 1.15). obedecer (2Ts 1.8-9).
Pregado no Antigo Testa ment o (Hb 4.2). É CHAMADO
Revela a graça de Deus (At 14.3; 20.32). Dout rina segundo a piedade (lTm 6.3).
O conhecimento da glória de Deus é por Evangelho da graça de Deus (At 20.24).
seu interm édio (2Co 4.4, 6). Evangelho da paz (Ef 6.15).
1 EXEMP LO

Evangelho da salvação (Ef 1.13). EXÉRCITOS


Evangelho de Crist o (Rm 1.9, 16; 2Co Antiguidade (Gn 14.1-8).
2.12; 1Ts 3.2). Os antigos eram geralmente nume rosos
Evangelho de Deus (Rm 1.1; 1Ts 2.8;
1Pe 4.17).
as11.4; lSm 13.5).
Os de diferentes nações quase sempre se
Evangelho do reino (Mt 24.14).
Favo r da graça de Deus (Ef 3.2).
uniam as9.2; 10.5; Jz 3.13; 1Rs 20.1).
Tropas eram freqüentemente contratadas
Glorioso Evangelho de Cristo (2Co 4.4) (lCr 19.7; 2Cr 25.6).
Ministração do Espírito (2Co 3.8). ERAM COMPOSTOS DE
Mistério do evangelho (Ef 6.19). Arqueiros e atiradores de fundas (1Cr
Padrã o de sãs doutr inas (2Tm 1.13). 12.2; Jr 4.29).
Palavra de Crist o (Cl 3.16). Lanceiros ou tropas pesadas (Sl 68.30;
Palavra de Deus (1 Ts 2.13). At 23.23).
Palavra de fé (Rm 10.8). Cavalaria (Êx 14.9; lRs 20.20).
Palavra de graça (At 14.3; 20.32).
Palavra de reconciliação (2Co 5.19).
Carruagens as
17.16; Jz 4.3).
Muitas vezes eram formados de toda a força
Palavra de salvação (At 13.26). ativa da nação (Nm 21.23; 1Sm 29.1).
Palavra de verdade (Ef 1.13; Tg 1.18). Guarnecido de bandeiras (Ct 6.4; Is 10.18;
Palavra de vida (Fp 2.16). Jr 4.21).
Pregações de Jesus Crist o (Rm 16.25). Acom panh ados de animais de carga e
Rejeitado por muitos, predi to (Is 53.1,
com Rm 10.15-16).
vagão para bagagem
Ez 23.24).
az 7.12; 2Rs 7.7;

Rejei ção pelos judeu s, um mod o de Gera lmen te em três divisões (Gn 14.15;
abençoar os gentios (Rm 11.28). Jó 1.17).
ERAM COMANDADOS POR
EXEMPLO DE CRISTO, O Por reis, pessoalmente (2Rs 18.13; 25.1).
É perfeito (Hb 7.26). Capitães experientes (2Rs 18.17, 24).
CONFORMIDADE A ELE, EXIGIDA EM ERAM CHAMADOS DE
Amo r ao 13.34; Ef 5.2; 1Jo 3.16). Asas da nação (Is 8.8; Jr 48.40).
Pode r dos reis (2Cr 32.9).
Autonegação (Mt 16.24; Rm 16.3).
Benevolência (At 20.35; 2Co 8.7, 9). Exércitos as
10.5; Jz 8.10).
Hum ildad e (Lc 22.27; Fp 2.5, 7). Bandos (2Rs 24.2; lCr 7.4).
Mansidão (Mt 11.29). Começavam suas campanhas na prima vera
Mini strar ao próx imo (Mt 20.28; Jo (2Sm 11.1).
13.14-15). Com freqüência se punh am a serviço es-
Não ser do mund o ao17.16). trangeiro ar
5.15; 50.3).
Obediência ao 15.10). MARCHAVAM
Quase sempre em fila aberta (Hc 1.6, 8).
Perdo ar as ofensas (Cl 3.13).
Purez a (1Jo 3.3). Com ordem e precisão (Is 5.27;Jl 2.7, 8).
Retidão (lJo 2.6). Com rapidez ar
48.40; Hc 1.8).
Com barul ho e tumu lto (Is 17.12-13;
Santidade (lPe 1.15-16, com Rm 1.6).
Ser inculpável (lPe 2.21-22). Jl 2.5).
EMPREGADOS
Sofrer injustamente (lPe 2.21-23).
Sofrer pela justiça (Hb 12.3-4). Em batalhas (lSm 17.2-3; 1Cr 19.17).
Vencer o mund o ao16.33, com 1Jo 5.4).
Os santos, predestinado a segui-los (Rm
Em cercos à cidades (Dt 20.12; Is 29.3).
Em assaltos à cidades as
7.3-4; Jz 9.45).
8.29). Geralmente surpreendiam os inimigos as
Conf ormi dade a ele, é progressiva (2Co 8.2; 2Cr 13.13 ;Jr 51.12).
3.18). Iniciavam as batalhas com um grito (1Sm
17.20; 2Cr 13.15; Jr 51.14).

~
EXÉR CITO S '

Atu rava m labuta e fad~ a (Ez 29.18). Arr olad os pelo escriba prin cipa l (2Rs
Div idia m os espólios (Ex 15.9; Zc 14.1). 25.19).
Enviavam tropas menores (2Rs 5.2). CHAMADOS DE
Com etia m crueldade e selvagerias con- Exércitos (Dt 23.9; 1Sm 28.19).
tra os dominados Gr 50.42; Lm 5.11- Exércitos do Deu s vivo (1Sm 17.26).
13; Am 1.13). Composto de infantaria (Nm 11.21;Jz5.15).
Geralmente eram inst rum ento s da vin- Cav alei ros e carr uag ens intr odu zido s
gança de Deus (Is 10.5, 6; 13.5). após o reinado de Dav i (1Rs 1.5; 4.26).
Nos séculos posteriores recebiam soldo DIVIDIDOS EM
(Lc 3.14; lCo 9.7). Três divisões Gz 7.16; 1Sm 11.11).
ACAMPAVAM Vanguarda e retaguarda Gs 6.9).
Em campos abertos (2Sm 11.11; lCr Pelotões de milhares, etc. (Nm 31.14;
11.15). 2Rs 1.9, 11; 1Cr 13.1; 27.1).
Em frente às cidades Gs 10.5; lSm 11.1). Com and ado s pelo capitão do exército
Causavam medo (Nm 22.3; Jr 6.25). (2Sm 2.8; 17.25; 20.23).
Causavam devastação (Is 37.18; Jr 5.17). Nor mal men te liderado pelo rei, pessoal-
GERALMENTE ERAM DESTRUÍDOS men te (1Sm 8.20; 15.4-5; 2Sm 12.29;
Pelos inimigos (Êx 17.13; Js 10.10, 20; 1Rs 22).
J z 11.33; 2Sm 18.7; 1Rs 20.21). OFICIAIS MENORES INDICADOS
Por si mesmos, através da intervenção Pelos oficiais comandantes (Dt 20.9).
divina Gz 7.22; 1Sm 14.15-16; 2Cr Pelo rei (2Sm 18.1; 2Cr 25.5).
20.23). Pelo capitão do exército (2Sm 18.11;
Por meios sobrenaturais Qs 10.11; 2Rs 2Rs 4.13).
19.35). Pessoas capacitadas a servir no exército
Levavam seus ídolos consigo (1Cr 14.12). (Nm 1.2-3).
COMPARADOS A ISENTOS DO SERVIÇO MILITAR
Red emo inho s Gr 25.32). Que m con stru iu uma casa (Dt 20.5).
Águas de um rio (Is 8.7). Que m plan tou uma vinh a (Dt 20.6).
Lagartas Gr 51.14, 27). Que m hav ia fica do noiv o rece nte-
Gaf anh otos Gz 6.3-5; 7.12; Is 33.4; Ap men te (Dt 20.7).
9.3, 7). Recém-casados (Dt 24.5).
Moscas (Is 7.18-19). Que m se recusava a servir era estigmati-
Nuv ens (Ez 38.9-16). zado Gz 5.15-17).
Torrentes inundantes (Is 28.2; Dn 11.10, Que m se recusava a servir era pun ido,
26). geralmente Qz 21.5, 8-11; 1Sm 11.7).
ILUSTRAM Os medrosos eram dispensados (Dt 20.8;
Multidões de anjos (1Rs 22.19; Sl 148.2; Jz 7.3).
Dn 4.35; Mt 26.53). Algumas vezes eram compostos da nação
A igreja (Dn 8.10-13; Ct 6.4, 10). inte ira Qz 20.11; 1Sm 11.7).
Aflições pesadas e numerosas Qó 19.12). A disciplina era severa Gs 7.16-21; 1Sm
14.24-44).
EXÉRCITOS DE ISRAEL Era m educados na arte da guerra (Is 2.4;
Prim eira menção (Êx 7.4). Mq 4.3).
CONVOCADOS Supridos com armas dos arsenais públi-
Pelos sons das trombetas Gz 3.27; 6.34). cos (2Cr 11.12; 26.14).
Mensageiros especiais Gz 6.35; 2Sm ANTES DE IREM A GUERRA
20.14). Era m enumerados e passados em revis-
Meios extraordinários Gz 19 .29, com ta (2Sm 18.1-2, 4; 1Rs 10.15, 27).
Jz 20.1; 1Sm 11.7). Deviam abster-se de iniqüidade (Dt 23.9).
1 EXPIAÇÃ O

Consultavam ao Senhor Gz 1.1; 20.27-28). Foi voluntá ria (Sl 40.6-8, com Hb 10.5-
Eram incentivados pelos comandantes 9; Jo 10.11, 15, 17, 18).
(2Cr 20.20). APRESENTA
A arca do Senhor quase sempre acom- A graça e misericórdia de Deus (Rm
panhav a o exército as 6.6-7; 1Sm 4.4- 8.32; Ef 2.4-5, 7; 1Tm 2.4; Hb 2. 9).
5; 2Sm 11.11; 15.24). O amor de Deus (Rm 5.8; 1Jo 4.9-10).
Auxiliados pelos sacerdotes, com trom-
betas (Nm 10.9; 31.6; 2Cr 13.13-14).
O amor de Jesus Cristo ao
2.20; Ef 5.2, 25; Ap 1.5).
15.13; Gl

Entoavam louvores a Deus (2Cr 20.21-22). Reconcilia a justiça e a misericórdia de


Geralmente se dispunh am à batalha com Deus (Is 45.21; Rm 3.25-26).
discernimento (2Sm 10.9). Por que é necessária (Is 59.16; Lc 19.10;
Bravura e fidelidade eram recompensa- Hb 9.22).
das as 15.16; 1Sm 17.25; 18.17; 2Sm Realizada apenas uma vez (Hb 7.27; 9.24-
18.11; 1Cr 11.6). 28; 10.10, 12, 14; 1Pe 3.18).
Soldados do exército eram escolhidos Aceitável a Deus (Ef 5.2).
para empree ndimen tos difíceis (Êx Reconc ilia o homem com Deus (Rm
17.9; Nm 31.5-6; Js 7.4; 8.3; Jz 7.5-6; 5.10; 2Co 5.18-20; Ef 2.13-16; Cl 1.20-
2Sm 17.1). 22; Hb 2.17; 1Pe 3.18).
Contav am com a ajuda do Deus Todo- Dá acesso a Deus (Hb 10.19-20).
Poderos o (Lv 26.3, 7-8; Dt 7.24; 32.30; Os pecados são remidos por seu inter-
Js 1.5).
Sem Deus, eram facilmente vencidos (Lv
médio ao 1.29; Rm 3.25; Ef 1.7; 1Jo
1.7; Ap 1.5).
26.17; Nm 14.42, 45). A justificação é por seu intermé dio (Rm
MODOS DE ABASTECIMENTO 5.9; 2Co 5.21).
Traziam seu próprio alimento Gs 1.11). A santificação é por seu intermé dio (2Co
As famílias providenciavam alimento 5.15; Ef 5.26-27; Tt 2.14; Hb 10.10;
(1Sm 17.17). 13.12).
Impostos em forma de contribuição z a A redenção é por seu intermédio (Mt 20.28;
8.5; 1Sm 25.4-8). At 20.28; 1Tm 2.6; Hb 9.12; Ap 5.9).
Presentes (2Sm 17.27-29). LIBERTA OS SANTOS DO
Ovacio nados ao voltare m vitorio sos Poder do pecado (Rm 8.3; 1Pe 1.18-19).
(1Sm 18.6-7, com Êx 15.1-21). Poder do mundo (Gl 1.4; 6.14).
Purificados ao retorna rem da guerra (Nm Poder do diabo (Cl 2.15; Hb 2.14-15).
31.19-24). Os santos glorificam a Deus por sua causa
Dispensados após a guerra (1Sm 13.2; 1Rs (1Co 6.20; Gl 2.20; Fp 1.20-21).
22.36). Os santos se alegram em Deus por sua
Em tempos de paz, uma parte era retida causa (Rm 5.11).
(1Sm 13.1-2; 1Cr 27.1-15). Os santos adoram a Deus por sua causa
, (Ap 5.9-13).
EXPIAÇÃO E indispensável ter fé na expiação (Rm
Explicada (Rm 5.8-11; 2Co 5.18-19; Gl 3.25; Gl 3.13-14).
1.4; 1Jo 2.2; 4.10). Comem orada na Ceia do Senhor (Mt
Pré-ord enada (Rm 3.25 (margem); 1Pe 26.26-28; 1Co 11.23-26).
1.11, 20; Ap 13.8). Deve ser plenamente anunciada (At 5.29-
Predita (Is 53.4-6, 8-12; Dn 9.24-27; Zc 31, 42; 1Co 15.3; 2Co 5.18-21).
13.1, 7; Jo 11.50-51). Tipificado (Gn 4.4, com HAb 11.4; Gn
a
Realizada somente por Cristo o 1.29, 22.2, com Hb 11.17, 19; Ex 12.5, 11,
36; At 4.10, 12; 1Ts 1.10; 1Tm 2.5-6; 14, com 1Co 5.7; Êx24.8, comHb 9.20;
Hb 2.9; 1Pe 2.24).
EX PIA ÇÃ O 1

Lv 16.30, 34, co m Hb 9.7, 12, 28; Lv Casos singulares de expiação (Êx 32.30-
17.11, co m Hb 9.22). 34; Nm 16.47; 25.10-13). ·
Tipifica a expiação feita po r Jesus Cr ist o
EXPIAÇÃO, DEBAIXO DA LEI (Rm 5.6-11).
Feita po r meio de sacrifício (Lv 1.4-5). EXPIAÇÃO, DIA DA
Somente pelos sacerdotes (1Cr 6.49; 2C r
29.24). No dé cim o di a do sé tim o mê s (Lv
NECESSÁRIA À 23.26-27).
Pr op ici aç ão de De us (Êx 32.30; Lv Um dia de hu mi lha çã o (Lv 16.29, 31;
23.27-28; }S m 21.3). 23.27).
Remissão (E~ 30.15-16; Jó 33.24). Observado co mo se fosse um sábado (Lv
Purificação (Ex 29.36). 23.28, 32).
OFERECIDA Ofertas a serem oferecidas nesse dia (Lv
Pe la co ng re ga çã o (N m 15.25; 2C r 16.3, 5-15).
29.24). O su mo sacerdote entrava no Santo dos
Pelos sacerdotes (Êx 29.31-33; Lv 8.34). Santos (Lv 16.2-3; Hb 9.7).
Po r pecados cometidos na ignorância EXPIAÇÃO FEITA A FAVOR
(Lv 4.20, etc.). Do lugar santo (Êx 30.10; Lv 16.15-16).
Po r pecados cometidos voluntaria- Do su mo sacerdote (Lv 16.11; Hb 9.7).
me nte (Lv 6.7). De to da a congregação (Lv 16.17, 24;
Po r jur am en to precipitado (Lv 5.4, 6). 23.28; Hb 9.7).
Po r tes tem un ho retido (Lv 5.1, 6). Os pecados do po vo er am carregados
Po r pessoas impuras (Lv 5.2-3, 6). pelo bode expiatório (Lv 16.21).
Po r mulher~s que davam à luz (Lv 12.8). Qu em não observasse o dia era castiga-
Pelo altar (Ex 29.36-37; Lv 16.18-19). do (Lv 23.29-30).
Pelo lugar santo (Lv 16.16-17). O An o do Ju bil eu começava nesse dia
Pela cura de leprosos (Lv 14.18). (Lv 25.9).
Pe la casa de lep ro so s cu ra do s (Lv Tipificado (H b 9.8, 24).
14.53).
1 FAMÍLIAS

FAMÍLIAS Cruéis na perseguição (At 9.1-2).


As dos santos são abençoadas (Sl 128.3-6). Acreditavam na ressurreição, etc. (At 23 .8).
DEVEM Tornavam largos seus filactérios, etc. (Mt
Ser instruídas nas Escrituras (Dt 4.9-20). 23.5).
Adorar a Deus juntos (lCo 16.19).
Ser liderada com responsabilidade (Pv ªº
Suas opiniões eram padrões para os outros
7.48).
31.27; 1Tm 3.4-5, 12).
Viver em união (Gn 45.24; Sl 133.1).
Viver em tolerância mútua (Gn 50.17-
ªº
Muitos sacerdotes e levitas eram fariseus
1.19, 24).
Muitos líderes, doutores da lei e escribas
21; Mt 18.21-22). eram fariseus Qo 3.1; At 5.34; 23.9).
Alegrar-se juntos perante Deus (Dt 14.26). Tinham discípulos (Lc 5.33; At 22.3).
Enganadores e mentirosos devem ser Alguns procuraram o batismo de João
afastados delas (Sl 101.7). (Mt 3.7).
Advertências contra afastar-se de Deus Como um todo, recusaram o batismo de
(Dt 29.18). João (Lc 7.30).
Punição das famílias infiéis Qr 10.25). CRISTO
BONS EXEMPLOS Freqüentemen te convidado por eles
Abraão, Gn 18.19.Jacó, Gn 35.2.Josué, (Lc 7.36; 11.37).
Js 24.15. Davi, 2Sm 6.20. ]ó, Jó 1.5. Condenado por eles, por se associar a
Lázaro de Betânia, J o 11.1-5. Cornélia, pecadores (Mt 9.11; Lc 7.39; 15.1-2).
At 10.2, 33. Lídia, At 16.15. O Recebeu deles pedidos de sinais (Mt
carcereiro de Filipos, At 16.31-34. Cris- 12.38; 16.1).
po, At 18.8. Loide, 2Tm 1.5. Foi tentado por eles com perguntas
sobre a lei (Mt 19.3; 22.15-16, 35).
FARISEUS Observado por eles, com maus propósi-
Uma seita entre os judeus (At 15.5). tos (Lc 6.7).
Os observadores mais severos do ritual Ofendeu-os com suas doutrinas (Mt
mosaico (At 26.5). 15.12; 21.45; Lc 16.14).
Por descendência, especialmente con- Declarou que a retidão imaginária de-
siderados (At 23.6). les era insuficiente para a salvação
CARACTERÍSTICAS (Mt 5.20).
Zelosos da lei (At 15.5; Fp 3.5). Declarou que a doutrina deles era hi-
Zelosos das tradições (Mc7.3, 5-8; Gl 1.14). pocrisia (Mt 16.6, 11-12; Lc 12.1).
Externamente morais (Lc 18.11; Fp Declarou infortúnios contra eles (Mt
3.5-6). 23.13, etc.).
Rígidos no jejum (Lc 5.33; 18.12). Chamou-os de geração adúltera e per-
Ativos no proselitismo (Mt 23.15). versa (Mt 12.39).
Justos a seus próprios olhos (Lc 16.15; Chamou-os de serpentes e geração de
18.9). víboras (Mt 23.33).
Avarentos (Mt 23.14; Lc 16.14). Chamou-os de insensatos e guias cegos
Ambicionavam precedência (Mt 23.6). (Mt 23.17, 24).
Gostavam de ser saudados em público Comparou-os a sepulcros caiados (Mt
(Mt 23.7). 23.27).
Gostavam de títulos de distinção (Mt Comparou-os a túmulos ocultos (Lc
23.7-10). 11.44).
Meticulosos em pagar o dízimo de tudo Deixou a Judéia por um tempo por
(Mt 23.23). causa deles Qo 4.1-3).
Opressores (Mt 23.4). Imputavam os milagres de Cristo ao poder
de Satanás (Mt 9.34; 12.24) .

.----
En vi ar am soldados a pr en de r Jesus (J o O s escritos dos profetas (2Cr 20.20; A t
7.32, 45). 26.27).
Fr eq üe nt em en te buscavam destruir Jesus O evangelho (Me 1.15).
(Mt 12.14; 21.46; Jo 11.47, 53, 57). As promessas de D eu s (Rm 4.21; H b
11.13).
FAVOR DE DEUS
EM CRISTO É
C ri st o, o objeto especial dele (Lc 2.52). D om de Deus (Rm 12.3; Ef 2.8; 6.23;
É FONTE DE
Fp 1.29).
Misericórdia (Is 60.10). O br a de D eu s (At 11.21; 1C o 2.5).
Vida espiritual (SI 30.5). Preciosa (2Pe 1.1).
Sabedoria espiritual conduz a ele (Pv 8.35). Santíssima (Jd 20).
Misericórdia e verdade co nd uz em a ele Fr ut íf er a (1 Ts 1.3).
(Pv 3.3-4). A co m pa nh ad a de ar re pe nd im en to (Me
OS SANTOS 1.15; Lc 24.47).
O bt êm -n o (Pv 12.2). A co m pa nh ad a pe la co nv er sã o (A t
São rodeados po r ele (SI 5.12). 11.21).
São fortalecidos po r ele (Sl 30.7). Cristo é seu Autor e Consumador (Hb 12.2).
São vitoriosos po r meio dele (Sl 44.3). É um do m do Espírito Santo (1Co 12.9).
São pr es er va do s po r m ei o dele Gó A Bíblia foi escrita pa ra produzi-la (Jo
10.12). 20.31; 2T m 3.15).
São exaltados nele (Sl 89.17). A pregação foi planejada para produzi-la
São as vezes tentados a duvidar dele (Sl (Jo 17.20; A t 8.12; R m 10.14-15, 17;
77.7). 1C o 3.5).
Bênçãos domésticas, co m o resultado (Pv POR MEIO DELA HÁ
18.22). Acesso a Deus (Rm 5.2; Ef 3.12).
Decepção dos inimigos, um a evidência Adoção (Jo 1.12; G l 3.26).
certa (Sl 41.11). Descanso no céu (H b 4.3).
D ad o em resposta de oração (Jó 33.26). Edificação (l T m 1.4; Jd 20).
D ev em os pedi-lo em oração (Sl 106.4; Herança das promessas (Gl3.22;Hb 6.12).
119.58). Justificação (At 13.39; R m 3.21-22, 28,
Im pl or ad o em or aç ão (Êx 33.13; N m 30; 5.1; G l 2.16).
11.15). Lu z espiritual (Jo 12.36, 46).
Deve ser reconhecido (SI 85.1). O do m do Es pí rit o Santo (At 11.15-
OS ÍMPIOS 17; G l 3.14; Ef 1.13).
N ão são influenciados po r ele (Is 26.10). Preservação (1Pe 1.5).
N ão o conseguem (Is 27.11; Jr 16.13). Remissão de pecados (At 10.43; Rm3.25).
EXEMPLOS Salvação (Me 16.16; A t 16.31).
Naftali, D t 33.23. Samuel, 1Sm 2.26. Já, Santificação (At 15.9; 26.18).
Jó 10.12. A Virgem Maria, Lc 1.28, 30. Vida espiritual (J o 20.31; G l 2.20).
Davi, A t 7.46. Vida et er na (Jo 3.15-16; 6.40, 47).
Sem fé é impossível agradar a Deus (H b
FÉ 11.6).
N as coisas que se esperam (H b 11.1). A justificação é pela fé, e pela graça (Rm
N a evidência do que não se vê (H b 11.1). 4.16).
O rd en ad a (Me 11.22; lJ o 3.23). Essencial à receptividade do evangelho
SEUS OBJETOS SÃO (H b 4.2).
Deus (Jo 14.1). Necessária à batalha cristã (1 T m 1.18-19;
C ri st o (Jo 6.29; A t 20.21). 6.12).
O s escritos de Moisés (Jo 5.46; A t 24.14).

~
1 FELI CIDA DE

O evangelho é eficaz em que m tem fé O que não é de fé, é pecado (Rm 14.23).
(1Ts 2.13). Geralmente é prov ada nas aflições (1Pe
Exclui a autojustificação (Rm 10.3-4). 1.6-7).
Exclui a soberba (Rm 3.27). Suas provações geram paciência (Tg 1.3).
Atu a pelo amo r (Gl 5.6; 1Tm 1.5; Fm 5). Os Ímpios geralmente afirmam ter fé (At
PRODUZ 8.13, 21).
Esperança (Rm 5.2). Os Ímpios são destituídos de fé (J o 10.25;
Alegria (At 16.34; 1Pe 1.8). 12.37; At 19.9; 2Ts 3.2).
Paz (Rm 15.13). SUA PROTEÇÃO, ILUSTRADA
Confiança (Is 28.16, com 1Pe 2.6). Umescudo,Ef6.16. Umacouraça, 1Ts5.8.
Cor agem para pregar (Sl 116.10, com EXEMPLOS
2Co 4.13). Calebe, Nm 13.3 0. ]ó, Jó 19.2 5.
Cris to é precioso aos que têm fé (1Pe 2.7). Sadraque e outros, Dn 3.17. Daniel, Dn
Cristo habita no coração, pela fé (Ef 3.17). 6.10, 23. Pedro, Mt 16.16. A mulher
Necessária à oração (Mt 21.22; Tg 1.6). adúltera, Lc 7.50. Natanael, Jo 1.49. Os
Que m não pertence a Cris to não tem fé samaritanos, Jo 4.39. Marta, Jo 11.27.
(Jo 10.26-27). Os discípulos, Jo 16.30. Tomé, Jo 20.28.
É evidência do novo nascimento (1Jo 5.1). Estevão, At 6.5. Os sacerdotes, At 6.7.
POR MEIO DELA OS SANTOS O etíope, At.8.37. Barnabé, At 11.24.
Vivem (Gl 2.20). Sérgio Paulo, At 13.12. O carcereiro de
Perm anec em (Rm 11.20; 2Co 1.24). Filipos, At 16.31, 34. Os romanos, Rm
Cam inha m (Rm 4.12; 2Co 5.7). 1.8. Os colossenses, Cl 1.4. Os
São aprovados (Hb 11.2). tessalonicenses, 1Ts 1.3. Loide, 2Tm 1.5.
Vencem o mun do (1Jo 5.4-5). Paulo, 2Tm 4.7. Abel, Hb 11.4. Enoque,
Resistem ao diabo (1Pe 5.9). Hb 11.5. Noé, Hb 11.7. Abraão, Hb
Vencem o inimigo (Ef 6.16). 11.8, 17. /saque, Hb 11.20. Jacó, Hb
São sustentados (SI 27.13; 1Tm 4.10). 11.21.]osé, Hb 11.22.Moisés, Hb 11.24,
Os santos mor rem na fé (Hb 11.13). 27. Raabe, Hb 11.31. Gideão, etc., Hb
OS SANTOS DEVEM 11.32-33,39.
Ser sinceros na fé (1Tm 1.5; 2Tm 1.5).
Ser repletos dela (2Co 8.7). FELICIDADE DOS ÍMPIOS
Con tinu ar nela (At 14.22; Cl 1.23). Limita-se a esta vida (Sl 17.14; Lc 16.25).
Ser fortes nela (Rm 4.20-24). É curt a (Jó 20.5).
Manter-se nela (1Co 16.13). É incerta (Lc 12.20; Tg 4.13-14).
Estar enraizados e firmes nela (Cl 1.23). É vã (Ec 2.1; 7.6).
Man tê-la em boa con sciê ncia (1 Tm É RESULTADO DE
1.19). Suas riquezas (Jó 21.13; Sl 52.7).
Ora r para que ela cresça (Lc 17.5). Seu pod er (Jó 21.7; SI 37.35).
Ter plena certeza dela (2Tm 1.12; Hb Sua pros peri dad e terr ena (Sl 17 .14;
10.22). 73.3-4, 7).
Verdadeira, é evidenciada por seus fru- Elogios hum ano s (At 12.22).
tos (Tg 2.21-25). Glu tona ria (Is 22.13; Hc 1.16).
Sem frutos, é mor ta (Tg 2.17, 20, 26). Bebedices (Is 5.11; 56.12).
Devemos nos examinar para ver se esta- Prazeres mun dan os (Jó 21.12; Is 5.12).
mos nela (2Co 13.5). Opressão bem sucedida (Hc 1.15; Tg5.6).
Todas as dificuldades são vencidas por Arru inad a pela inveja (Et 5.13).
ela (Mt 17.20; 21.21; Me 9.23). Geralmente inte rrom pida por julgamen-
Tud o deve ser feito por meio dela (Rm tos (Nm 11.33;Jó 15.21; Sl 73.18-20;Jr
14.22). 25.10-11).

~
FERRO 1

Leva ao sofrim ento (Pv 14.15). De ser oferecido, com ofertas de cereais
Leva ao desatino (Is 22.13). queimados (Lv 2.11; 10.12).
Às vezes é pedra de trope ço aos santos Usado com as ofertas de gratidão (Lv 7.13;
(Sl 73.3, 16; Jr 12.1; Hc 1.13). Am 4.5).
Gera lmen te os santos teste munh am seu Era oferecido com as primícias do trigo
fim (Sl 73.17-20). (Lv 23.17).
Não devemos invejá-la (Sl 37.1). ILUSTRA
Infor túnio s contr a ela (Am 6.1; Lc 6.25). A rápida propagação do evangelho (Mt
Ilustrada (Sl 37.35-36; Lc 12.16-20; 16.19-25). 13.33; Lc 13.21).
EXEMPLIFICA A doutrina dos fariseus, etc. (Mt 16.6, 12).
Israel, Nm 11.33. Hamã, Et 5.9-11. Bel- Professores religiosos ímpios (1Co 5.6-7).
sazar, Dn 5.1. Herodes, At 12.21-23. Falsos mestres (Gl 5.8-9).
Maldade e perversidade (1Co 5.8).
FELICIDADE DOS SANTOS
NESTA VIDA FERRO
Está em Deus (Sl 73.25-26). Cavado da terra (Jó 28.2).
Só é enco ntrad a nos cami nhos da sabe- DESCRITO COMO
doria (Pv 3.17-18). Forte e durável (Jó 40.18; Dn 2.40).
Desc rita por Jesus nas bem-aventuranças Fusível (Ez 22.20).
(Mt 5.3-12). Maleável (Is 2.4).
É RESULTADO De maio r gravidade que a água (2Rs 6.5).
Do temo r a Deus (Sl 128.1-2; Pv 28.14). Adm ite alto polim ento (Ez 27.19).
Da confiança em Deus (Pv 16.20; Fp Endu recid o e trans form ado em aço (2Sm
4.6-7). 22.35; Jó 20.24).
Das palavras de Crist o (Jo 17.13). De pequ eno valor comp arativ o ~s 60.17).
Da obed iênci a a Deus (Sl 40.8; Jo A terra de Cana ã era abun dante em aço
13.17). (Dt 8.9; 33.25 (margem)).
Da salvação (Dt 33.29; Is 12.2-3). Do norte , mais rijo e de melh or qualidade
Da esperança no Senh or (Sl 146.5). (Jr 15.12).
Da esperança da glória (Rm 5.2). Usado desde a antigüidade (Gn 4.22).
De Deus ser o Senh or deles (Sl 144.15). TRANSFORMADO EM
De Deus ser o auxílio deles (Sl 146.5). Arma duras (2Sm 23.7; Ap 9.9).
Do louvo r a Deus (Sl 135.3). Arma s de guerr a (lSm 13.19; 17.7).
Do amor mútu o (Sl 133.1). Carruagens (Jz 4.3).
Do castigo divino (Jó 5.17; Tg 5.11). Instr umen tos agrícolas (1Sm 13.20-21;
Do sofrim ento por Crist o (2Co 12.10; 2Sm 12.31).
1Pe 3.14; 4.13-14). Instrumentos de artífices Gs 8.31; 1Rs 6.7).
De terem misericórdia dos pobre s (Pv Instru ment os de esculpidores (J ó 19 .24;
14.21). Jr 17.1).
, De enco ntrar em sabedoria (Pv 3.13). Portõ es (At 12.10).
E abun dante e satisfatória (Sl 36.8; 63.5). Pregos e dobradiças (1Cr 22.3).
Barras (Sl 107.16; Is 45.2).
FERMENTO Algemas (Sl 105.18; 149.8).
Usad o na fabricação de pães (Os 7.4). Jugos (Dt 28.48; Jr 28.13-14).
Suas propriedades de expansão (1Co 5.6). Idolos (Dn 5.4, 23).
PROIBIDO Camas (Dt 3.11).
Dura nte a celebração da Páscoa (Êx Pilares (Jr 1.18).
12.15-20). Varas (Sl 2.9; Ap 2.27).
De ser oferecido com sangue (Êx 34.25). Afia objetos do mesmo material (Pv 27.17).
FESTA

Usados para trabalhar (1Sm 13.19; 2Cr FESTA DA PÁSCOA


A

2.7,14). Ordenada por Deus (Ex 12.1-2).


Um artigo de comércio (Ez 27.12, 19; Ap Começava no décimo quarto dia do A

18.12). primeiro mês, ao entardecer (Ex 12.2,


Grande quantidade provida para o tem- 6, 18; Lv 23.5; I'{m 9.3).
plo (1Cr 22.3, 14, 16; 29.2). Durava sete dias (Ex 12.15; Lv 23.6).
Tornados na guerra, dedicados a Deus Gs CHAMADA
6.19, 24). Páscoa (Nm 9.5; Jo 2.23).
Modo de purificar os tomados na guerra Páscoa dos judeus Qo 2.13; 11.55).
(Nm 31.21-23). Páscoa do Senhor (Ex 12.11, 27).
Boiou miraculosamente (2Rs 6.6). Festa dos pães asmos (Me 14.1; Lc 22.1).
ILUSTRA Dia do pão asmo (At 12.3; 20.6).
Força (Dn 2.33, 40). Todos os homens deviam comparecer
Teimosia (Is 48.4). (Êx 23.17; Dt 16.16). .
Aflição severa (Dt 4.20; Sl 107.10). O cordeiro p~scal era comido no
Solo árido e duro (Dt 28.23). . primeiro dia (Ex 12.6, 8). A

Severo exercício de poder (Sl 2.9; Ap 2.27). Comia-se pão sem fermento (Ex 12.15;
(Cauterizar com ferro) consciência in- Dt 16.3).
sensível (1Tm 4.2). FERMENTO
Não po1iam tê-lo em casa durante a
FESTA DA DEDICAÇÃO festa (Ex 12.19).
Para comemorar a purificação do templo Não podia s~r encontrado em seus
após sua contaminação pelos sírios (Dn domínios (Ex 13.7; Dt 16.4).
11.31). Nada com fermento podia ser comido
Aconteceu no mês de inverno, Quisleu (Êx 12,20), A

ªº 10.22). Castigo para quem o comesse (Ex


12.15, 19).
FESTA DA LUA NOVA Primeiro e último dia, santas convo-
Acontecia no primeiro dia do mês (Nm cações (Êx 12.16; Nm 28.18, 25).
10.10). Ofertas de sacrifícios durante a Páscoa
Anunciada com o tocar de trombetas (Lv 23.8; Nm 28.19-24).
(Nm 10.10; Sl 81.3-4). O primeiro molho da colheita era ofere-
Oferta de sacrifícios (Nm 28.11-15). cido logo após o sábado, na festa (Lv
UMA OCASIÃO PARA 23.10-14).
Consultar os mensageiros de Deus PARA COMEMORAR A

(2Rs 4.23). A libertação dos primogênitos (Ex


Adorar na casa de Deus (Is 66.23; Ez 46.1). 12.12-13).
Entretenimentos (lSm 20.5, 18). Libertação de Israel do cativeiro egíp-
Observada com grande solenidade (lCr cio (Êx 12.17,42; 13.9, Dt 16.3).
23.31; 2Cr 2.4; 8.13; 31.3). Deveria ser observado par~ sempre durante
Restaurada após o cativeiro (Ed 3.5; Ne a dispensação mosaica (Ex 12.14; 13.10).
10.33). As crianças deverial}l aprender sua na-
Deus abomina a observação apenas exte- tureza e objetivo (Ex 12.26-27; 13.8).
rior (Is 1.13-14). Purificação necessária à observação da
Detestada pelos Ímpios (Am 8.5). mesma (2Cr 30.15-19; Jo 11.55).
Os judeus foram privados dela, por causa Podia ser observada no segundo mês por
de pecado (Os 2.11). quem estive impuro durante a época
Observância por parte dos cristãos, con- marcada (Nm 9.6-11; 2Cr 30.2-3, 15).
denada (Cl 2.16, com Gl 4.10).

148
FESTA 1

Nep.hu m incircunciso podia celebrá-la Festa das semanas (Êx 34.22; Dt 16.10).
(Ex 12.43, 45). Dia dos primeir os frutos (Nm 28.26).
Estrangeiros e servos circuncidados po- Dia de Pentecostes (At 2.1).
deriam celebrá-la (Êx 12.44, 48). Deveria ser observada para sempre (Lv
Negligenciá-la, punido com morte (Nm 23.21).
9.13). To~os os homens deveriam particip ar
Observância impróp ria, castigada (2Cr (Ex 23.16-17; Dt 16.16).
30.18, 20). Uma convocação santa (Lv 23.21; Nm
COMEMORAÇÕES NOTÁVEIS 28.26).
Saída do Egito (Êx 12.28, 50). Um tempo de alegria santa (Dt 16.11-12).
No deserto, no Sinai (Nm 9.3-5). Os primeir os pães eram oferecidos (Lv
Na entrada da terra prometida (Js 5.10-11). 23.17; Dt 16.10).
No reinado de Ezequias (2Cr 30.1). Ofertas de sacrifícios (Lv 23.18-19; Nm
No reinado deJosias (2Rs 23.22-23; 2Cr 28.27-31).
35.1, 18). A lei foi dada no Monte Sinai nessa
Depois do cativeiro (Ed 6.19-20). ocasião (Êx 19.1, 11 com, Êx 12.6, 12).
Antes da morte de Cristo (Lc 22.15). O Espírito Santo foi dado aos apóstolos
Moisés celebrou-a pela fé (Hb 11.28). nessa ocasião (At 2.1-3).
Cristo sempre a celebrou (Mt 26.17-20; Observ ada pela igreja primiti va (At
Lc 22.15; Jo 2.13, 23). 20.16; lCo 16.8).
Os habitan tes de Jerusal ém alugavam
seus quartos aos que vinham para a fes- FESTA DE PURIM,
ta (Lc 22.11-12). OU DA SORTE
A Ceia do Senhor foi instituída (Mt 26.26- Instituída por Mardoq ueu (Et 9.20).
28). Para comemorar a derrota do plano maléfi-
Costum e de libertar um prisioneiro (Mt co de Hamã (Et 3.7-15, com Et 9.24-26).
27.15; Lc 23.16-17). Começava no décimo quarto dia do déci-
O sábado da festa era um dia muito espe- mo segundo mês (Et 9.17).
cial CTo 19.31). Durava dois dias (Et 9.21).
O dia antes do sábado era chamado de o Modo de celebração (Et 9.17-19, 22).
dia da preparação (Jo 19.14, 31). Os judeus promet eram a si mesmos que a
Ilustra a redenção por meio de Cristo conservariam para sempre (Et 9.27-28).
(1Co 5.7-8). Confirm ada pela autorid ade real (Et
9.29-32).
FESTA DAS TROMBETAS
Acontecia no primeir o dia do sétimo mês FESTA DO ANO SABÁTICO
(Lv 23.24; Nm 29.1). Um descanso para a terra (~v 25.2).
Um memori al do tocar de trombet as (Lv Acontecia a cada sete anos (Ex 23.11; Lv
23.24). 25.4).
Uma convocação santa e de descanso (Lv Produçã o maior no sexto ano (Lv 25.20-
23.24-25). 22).
Ofertas de sacrifícios (Nm 29.2-6). DECRETOS A RESPEITO
Interrupção de todo o trabalho do cam-
FESTA DE PENTECOSTES po (Lv 25.4-5).
Realizada cinqüenta dias após a oferta das Os frutos 4a terra eram proprie dade
primeiras colheitas de trigo (Lv 23.15- comum (Ex 23.11; Lv 25.6-7).
16; Dt 16.9). Remissão de dívidas (Dt 15.1-3; Ne 10.31).
CHAMADA Liberta5ão de todos os hebreus escra-
Festa da colheita (Êx 23.16). vos (Ex 21.2; Dt 15.12).
1 FESTA

Leitura pública da lei no festival dos Durava sete dias (Lv23.34,41;Dt)6.13, 15).
tabernáculos (Dt 31.10-13). Chamad a de festa da colheita (Ex 34.22).
Não havia remissão de dívida de es- Todos os homens eram obrigados a com-
trangeiros (Dt 15.3). parecer (Êx 23.16-17).
Não era desculpa para não exercer bene- O primeir o e o último dia, santas convo-
volência (Dt 15.9-11). cações (Lv 23.35, 39; Nm 29.12, 35).
Os judeus foram ameaçados por negligen- Ofertas de sacrifício (Lv 23.36-37; Nm
ciá-la (Lv 26.34-35, 43; Jr 34.13-18). 29.13-39).
Os setenta anos de cativeiro, castigo da SER OBSERVADO
negligência (2Cr 36.20-21). Com alegria (Dt 16.14-15).
Restaurada após o cativeiro (Ne 10.31). Perpetu amente (Lv 23.41).
O povo habitava em tendas nessa época
FESTA DO JUBILEU (Lv 23.42; Ne 8.15-16).
Aconte cia a cada cinqüen ta anos (Lv Leitura pública da lei a cada sete anos (Dt
25.8, 10). 31.10-12; Ne 8.18).
Começava no dia da expiação (Lv 25.9). COSTUMES OBSERVADOS
CHAMADO Carregar folhas de palmeiras (Lv 23.40;
Ano da libertação (Ez 46.17). Ap 7.9).
Ano da redenção (Is 63.4). Tirar água do poço de Siloam (Is 12.3;
Ano aceitável (Is 61.2). Jo 7.2, 37-39).
Era especialmente santo (Lv 25.12). Cânticos de aleluias (Sl 118.24-29; Mt
Anunci ado por trombe tas (Lv 25.9; Sl 21.8-9).
89.15). Para comem orar a jornada de Israel pelo
DECRETOS A RESPEITO deserto (Lv 23.43).
Interrup ção de todos os trabalhos do CELEBRAÇÕES NOTÁVEIS
campo (Lv 25.11). Na dedicação do templo de Salomão
Os frutos da terra se tornava m proprie- (1Rs 8.2, 65).
dade comum (Lv 25.12). Depois do cativeiro (Ed 3.4; Ne 8.17).
Remissão das proprie dades vendidas
(Lv 25.23-27). FESTAS
Restauração de todas as heranças (Lv Com freqüência eram grandes (Gn 21.8;
25.10, 13, 28; 27.24). Dn 5.1; Lc 5.29).
Libertação dos hebreus escravos (Lv OFERECIDAS POR OCASIÃO DE
25.40-41, 54). Aniversários (Me 6.21).
Casas, dentro das cidades muradas, não Casamentos (Mt 22.2).
redimidas dentro de um ano, isentas do Colheitas (Rt 3.2-7; Is 9.3).
benefício (Lv 25.30). Confirmação de alianças (Gn 26.30; 31.54).
A venda de proprie dade era calculada Coroações de reis (lRs 1.9, 18-19; lCr
com base no jubileu (Lv 25.15-16). 12.39-40; Os 7.5).
O valor de uma propriedade consagrada Desmame de crianças (Gn 21.8).
era calculado com base no jubileu (Lv Despedidas de amigos (1Rs 19.21).
27.14-23). Festivais (1Sm 20.5, 24-26).
Ilustra o Evangelho (Is 61.1-2; Lc 4.18-19). Livramentos nacionais (Et 8.17; 9.17-19).
Ofertas de sacrifícios voluntários (Gn
FESTA DOS TABERNÁCULOS 31.54; Dt 12.6-7; 1Sm 1.4-5, 9).
Acontecia depois da colheita e da vindi- Retorn o de amigos (2Sm 12.4; Lc
ma (Dt 16.13). 15.23, etc.).
Começava no décimo quinto dia do séti- Tosqui a de ovelhas (1Sm 25.2, 36;
mo mês (Lv 23.34, 39) . 2Sm 13.23).
FESTAS 1

Vindimas Gz 9.27). Costume de se mandar iguarias aos con-


Preparativos (Gn 18.6-7; Pv 9.2; Mt 22.4; vidados ausentes (2Sm 11.8; Ne 8.10;
Lc 15.23). Et 9.19).
MENCIONADOS NA BÍBLIA Era ofensivo rejeitar um convite (Lc 14.18,
Almoços (Gn43.16; Mt22.4; Lc 14.12). 24).
Jantares (Lc 14.12; Jo 12.2). Desejava-se a presença de muitos convi- ·
Festival de vinho (Et 5.6). dados (Lc 14.22-23).

ªº
Sob orientação de um mestre-de-cerimônias
2.8-9).
Geralmente servido por empregados con-
Homens e mulheres geralmente não se mis-
turavam (Et 1.8-9;Mc6.21,comMt 14.11).
Ninguém entrava depois que o dono fe-
tratados (Mt 22.13; Jo 2.5). chasse a porta da casa (Lc 13.24-25).
Muitas vezes servido pelos membros da Começavam com oração de gratidão
família (Gn 18.8; Lc 10.40; Jo 12.2). (1Sm 9.13; Me 8.6).
CONVITES Terminavam com um hino (Me 14.26).
Normalmente feito a muitas pessoas Ninguém era obrigado a comer nem be-
(Lc 14.16). . ber mais do que desejasse (Et 1.8).
Normalmente feito a parentes e ami- Geralmente havia música e dança (Am
gos (1Rs 1.9; Lc 14.12). 6.5; Me 6.22; Lc 15.25).
Normalmente feito pelo próprio dono da Geralmente havia cenas de bebedeira
festa (2Sm 13.24; Et 5.4; Sf 1.7; Lc 7.36). (lSm 25.36; Dn 5.3-4; Os 7.5).
Repetido pelos servos quando tudo es- Os convidados retribuíam dando festas
tava pronto (Pv 9.1-5; Lc 14.17). também Gó 1.4; Lc 14.12).
Deveria ser feito aos pobres, etc. (Dt
14.29, com Lc 14.13). FESTAS ANUAIS
LOCAL DA FESTA Instituídas poi:_ Deus (Êx 23.14).
Dentro de casa (Lc 5.29). Enumeradas (Ex 23.15-16).
Ao ar livre, ao lado de fontes (1Rs 1.9). CHAMADAS
No pátio da casa (Et 1.5-6; Lc 7.36-37). Festas fixas (Is 1.14).
Na sala de visitas (Me 14.14-15). Festas do Senhor (Lv 23.4).
OS CONVIDADOS Festas solenes (2Cr 8.13; Lm 1.4).
Recebidos pelo dono da casa (Lc 7.45). Reuniões solenes (Is 1.13).
Geralmente eram ungidos (S1 23.5; Eram memoriais de gratidão ao Senhor
Lc 7.46). (Sl 122.4).
Tinham os pés lavados, se viessem de Todos os homens deviam participar (Êx
longe (Gn 18.4; 43.24; Lc 7.38, 44). 23.17; 34.23).
Colocados à mesa de acordo com sua As crianças começavam a participar aos
posição (Gn43.24; 1Sm 9.22; Lc 14.10). doze anos (Lc 2.42).
Quase sempre tinham travessas sepa- As mulheres geralmente participavam
_radas (Gn 43.34; 1Sm 1.4). (1Sm 1.3, 9; Lc 2.41).
As vezes comiam da mesma travessa Os judeus participavam com alegria (Sl
(Mt 26.23). 122.1-2).
Tornar os primeiros lugares, condenado Os judeus subiam em grandes grupos (Sl
(Mt 23.6; Lc 14.7-8). 42.4; Lc 2.44).
Reservava-se uma porção especial para os Era perigoso e difícil ir às festas (Sl 84.6-7).
convidados ilustres (Gn 43.34; 1Sm 1.5; A terra era divinamente protegida nes-
9.23-24). sas épocas (Êx 34.24).
Costume de se oferecer um bocado a um Dedicação de ofertas (Êx 34.20; Dt
dos convidados Go 13.26). 16.16-17).
1 FIDELIDADE

ERAM OCASIÕES PARA EXEMPLOS


Alegria e contentamento (Sl 42.4; Is 30.29). José, Gn 39.22-23. Moisés, Nm 12.7, co m
Of ert as de sacrifícios (lS m 1.3; 9.25; Hb 3.2, 5. Davi, lS m 22.14. Hananias,
2C r 8.13). Ne 7.2. Abraão, Ne 9.8; Gl 3.9. Daniel,
Diversões (lS m 1.4, 9). Dn 6.4. Paulo, At 20.20, 27. Timóteo,
As dez tri bo s fo ra m co nv en cid as po r lC o 4.17. Tíquico, Ef 6.21. Epafras, Cl
Je ro bo ão a não participar (lR s 12.27). 1.7. Onésimo, Cl 4.9. Silvano, lP e 5.12.
Os judeus de lugares distantes geralmente Antipas, Ap 2.13.
participavam (At 2.5-11; 8.27).
FIDELIDADE DE DEUS
Cr ist o pa rti cip ou CTo 5.1; 7.10).
Tornaram-se inválidas po r causa da im- É pa rte de seu caráter (Is 49.7; lC o 1.9;
pureza dos judeus (Is 1.13-14; Am 5.21). lT s 5.24).
Ilu str am a assembléia geral da igreja (H b DECLARADA
12.23). Estabelecida (Sl 89.2).
Et er na (Sl 119.90; 146.6).
FIDELIDADE Gr an de (Lm 3.23).
Um a característica dos santos (Ef 1.1; Cl Incomparável (Sl 89.8).
1.2; lT m 6.2; Ap 17.14). Infalível (Sl 89.33; 2T m 2.13).
EXIBIDA Infinita (Sl 36.5).
No serviço de Deus (Mt 24.45). Deve ser buscada em oração (Sl 143.1).
Na comunicação da palavra de De us Deve ser proclamada (Sl 40.10; 89.1).
CTr 23.28; 2C o 2.17; 4.2). MANIFESTADA
No cuidado co m as coisas dedicadas Em seus conselhos (Is 25.1).
(2Cr 31.12). Em afligir os santos (Sl 119.75).
Na ajuda aos irmãos (3Jo 5). No cu mp rim en to de suas promessas (lRs
Ao da r tes tem un ho (Pv 14.5). 8.20; Sl 132.11; M q 7.20; Hb 10.23).
Ao corrigir o pr óx im o (Pv 27.6; Sl 141. No cu mp rim en to de sua aliança (D t 7.9;
5). Sl 111.5).
Situações de confiança (2Rs 12.15; Ne Em seus tes tem un ho s (Sl 119.138).
13.13; At 6.1-3). Na ex ec uç ão de seus ju lg am en to s CT r
Na realização do tra ba lho (2Cr 34.12). 23.20; 51.29).
Em guardar segredos (Pv 11.13). No perdão de pecados (lJ o 1.9).
Em tra ns mi tir mensagens (Pv 13.17; A seus santos (Sl 89.24; 2Ts 3.3).
25.13). Os santos são encorajados a de pe nd er
Em todas as coisas (lT m 3.11). dela (lP e 4.19).
Na s coisas mais ins ign ifi ca nte s (Lc Deve ser exaltada (Sl 89.5; 92.2).
16.10-12).
FIGUEIRAS
Até à mo rte (Ap 2.10).
ESPECIALMENTE EXIGIDA Pr od uz em um fru to rico e doce CTz 9.11).
Do s ministros (lC o 4.2; 2T m 2.2). Nã o são encontradas em lugares deser-
Das esposas dos ministros (lT m 3.11). tos (N m 20.5).
Do s filhos dos ministros (Tt 1.6). ABUNDANTES
Difícil de ser en co ntr ad a (Pv 20.6). No Egito (Sl 105.33).
Os Ímpios não a exercem (Sl 5.9). Em Canaã (N m 13.23; Dt 8.8).
Associação co m os que a de mo ns tra m Fr eq üe nt em en te er am silvestres (Am
(Sl 101.6). 7.14 (margem)).
Suas bênçãos (lS m 26.23; Pv 28.20). Às vezes eram plantadas em vinhas (Lc 13.6).
Bê nç ão s ilu str ad as (M t 24.45-46; M t Propagadas pelos judeus (Am 4.9).
25.21, 23). Re qu eri am cultivo (Lc 13.8).
FILHO S 1

Fruto s, formavam-se após o inver no (Ct São capazes de glorificar a Deus (Sl 8.2;
2.11, 13). 148.12-13; Mt 21.15-16).
Folhas caídas, proxi mida de do verão (Mt DEVEM SER
24.32). Levados a Crist o (Me 10.13-16).
Razo ável esper ar fruto quan do estava Levados à casa de Deus ainda peque-
cheia de folhas (Me 11.13). nos (lSm 1.24).
SEU FRUTO Instru ídos nos caminhos de Deus (Dt
Com ido diret amen te da árvor e (Mt 31.12-13; Pv 22.6).
21.18-19). Ensin ados com prudê ncia (Pv 22.15;
Com ido seco, em bolos (lSm 30.12). 29.17; Ef 6.4).
Colhido e conservado em cestos Gr 24.1). DEVEM
Os prime iros madu ros eram desejados Obed ecer a Deus (Dt 30.2).
Gr 24.2; Os 9.10). Teme r a Deus (Pv 24.21).
Usado em cura milagrosa (2Rs 20.7; Is Lembrar-se de Deus (Ec 12.1).
38.21). Dar ouvidos aos ensinos dos pais (Pv
Vendido em mercados (Ne 13.15). 1.8-9).
Enviado de prese nte (lSm 25.18; lCr Honr ar os pais (Êx 20.12; Hb 12.9).
12.40). Teme r os pais (Lv 19.3).
Uma espécie produ zia fruto intragável e Obed ecer aos pais (Pv 6.20; Ef 6.1).
inútil Gr 29.17). Cuid ar dos pais (1 Tm 5.4).
Suas folhas, usadas por Adão para cobrir- Honr ar os mais velhos (Lv 19.32; lPe 5.5).
se (Gn 3.7). Não imitar os pais insensatos (Ez20.18).
Oferecia uma comp acta Go 1.48, 50). São herança do Senh or (Sl 113.9; 127.3).
Gera lmen te infrutíferas (Lc 13.7). NÃO TER ERA
Infrutífera, grande calamidade (Hc 3.17). Cons idera do uma aflição (Gn 15.2-3;
OS JUDEUS CASTIGADOS POR Jr 22.30).
Deus derru bar as figueiras (Os 2.12). Hum ilhaç ão em Israel (lSm 1.6-7; Lc
Falta r seu fruto Gr 8.13; Ag 2.19). 1.25).
Frutos devorados pelos inimigos Gr 5.17). Os judeus ansiavam tê-los (Gn 30.1; lSm
Gafa nhoto s que devoravam cascas, fru- 1.5, 8).
tos, etc. Gl 1.4, 7, 12; Am 4.9). Eram pedidos em oração (lSm 1.10-11;
ILUSTRAM Lc 1.13).
(Sem folhas) os meros professores reli- Eram dados como resposta de oração (Gn
giosos (Mt 21.19; Lc 13.6-7). 25.21; lSm 1.27; Lc 1.13).
(Sentar-se debaixo da própr ia figueira) Cuidados após o nasci ment o (Ez 16.4).
prosperidade e paz (lRs 4.25; Mq 4.4). Geralmente eram amamentados pelas mães
FRUTOS ILUSTRAM (lSm 1.22; lRs 3.21; Sl 22.9; Ct 8.1).
Boas obras (Mt 7.16). Desmame, ocasião de alegria e festa (Gn
(Bons) os santos CT r 24.2-3). 21.8; lSm 1.24).
(Ruins) os perversos Gr 24.2-8). Circuncidados ao oitavo dia (Fp 3.5).
(Primeiros maduros) os pais da con- Recebiam seus nomes na circuncisão (Lc
gregação judaica (Os 9.10). 1.59; 2.21).
(Fora de tempo e caídos) os ímpios pron- RECEBIAM NOMES
tos a serem julgados (Is 34 .4; Na 3.12; De paren tes (Lc 1.59, 61).
Ap 6.13). Por causa de eventos imyortantes (Gn
21.3, 6, com Gn 18.13; Ex 2.10; 18.3-4).
FILHOS Por causa de event os relacionados a
O exemplo de Cristo (Lc 2.51;Jo 19.26-27). seus nasc imen tos (Gn 25.25 -26;
São dádivas de Deus (Gn 33.5; Sl 127.3). 35.18; lCr 4.9).
1 FILH OS

Dad os por Deus, mui tas vezes (Is 8.3; Quase sempre maus e rebeldes (2Rs 2.23).
Os 1.4, 6, 9). Os rebeldes eram castigados pelo pod er
Geralmente numerosos (2Rs 10.1; 1Cr4.27). civil (Êx 21.15-17; Dt 21.18-21).
Ter mui tos filhos, considerado bênção Mui tos consagravam suas propriedades
especial (Sl 115.14; 127.4-5). para não sust enta r os pais (Mt 15.5; Me
Alguns nasceram de pais idosos (Gn 15.3, 7.11-12).
6; 17.17; Lc 1.18). Pod eria m exigir sua parte da herança com
HOMENS o pai ainda vivo (Lc 15.12).
Os prim ogê nito s peArtenciam a Deus e Suas brincadeiras (Zc 8.5; Mt 11.16-17).
eram redimi9os (Ex 13.12-13, 15). Rejeição aos fracos, etc. (Ez 16.5).
Nascimento anunciado ao pai por meio Prática desumana de oferecê-los aos ído-
de um anjo Gr 20.15). los (2Rs 17.31; 2Cr 28.3; 33.6).
Aos cuid ado s de tuto res até a idade ILEGÍTIMO
apro pria da (2Rs 10.1; Gl 4.1-2). Não tinh am hera nça (Gn 21.10, 14; Gl
Mão-de-obra prod utiv a (1Sm 9.3; 1Sm 4.30).
17.15). Desprezado pelo pai (Hb 12.8).
Her dav am as propriedades do pai (Dt ~xc luíd o da congregação (Dt 23.2).
21.16-17; Lc 12.13-14). As vezes era man dad o emb ora com
Era m abençoados pelos pais antes que presentes (Gn 25.6).
estes morressem (Gn27.1-4; 48.15; 49). Desprezado pelos irmãos Gz 11.2).
MULHERES Sua destruição, um castigo (Lv 26.22; Ez
Era m cuidadas por amas (Gn 35.8). A 9.6; Lc 19.44).
lvlão-de-obra prod utiv a (Gn 24.13; Ex Sofr ime nto causado pela perd a de filhos
2.16). (Gn 37.35; 44.27-29; 2Sm 13.37;Jr 6.26;
Na falta de irmãos, eram herdeiras (Nm 31.15).
27.1-8; Js 17.1-6). A Resignação manifestada pela perda de filhos
Am or e cuidados mat erno s (Ex 2.2-10; (Lv 10.19-20; 2Sm 12.18-23; Jó 1.19-21).
1Sm 2.19; 1Rs 3.27; Is 49.15; 1Ts 2.7-8).
Os do pov o de Deus eram santos (Ed 9.2; FILHOS, BONS
1Co 7.14). O Sen hor está com eles (1Sm 3.19).
Os do pov o de Deus, interessados nas Con hec em as Escrituras (2Tm 3.15).
promessas divinas (Dt 29.29; At 2.39). Obs erva m a lei de Deus (Pv 28.7).
Sua pros peri dad e dep end ia em gran de Sua obediência aos pais é agradável a Deus
part e na obediência aos pais (Dt 4.40; (Cl 3.20).
12.25, 28; Sl 128.1-3). Part icip am das promessas de Deus (At
Ger alm ente sofriam a maldição dos pais 2.39).
(Ex 20.5; Sl 109.9-10). Serão abençoados (Pv 3.1-4; Ef 6.2-3).
EXIGÊNCIAS Mos tram amo r aos pais (Gn 46.29).
Que honrassem os pais (Êx 20.12). Obe dece m aos pais (Gn 28.7; 47.30).
Que dessem ouvidos às instruções (Dt Dão ouv idos aos ensinos dos pais (Pv
4.9; 11.19). 13.1).
Que se submetessem à disciplina (Pv Cui dam dos pais (Gn 45.9, 11; 47.12).
29.17; Hb 12.9). Ale gram o cora ção dos pais (Pv 10.1;
Que respeitassem os mais velhos (Lv 29.17).
19.32). Hon ram os mais velhos Gó 32.6-7).
Mod o de sua instrução pública (Lc 2.46; Apresentados com o mot ivo de submis-
At 22.3). são a Deu s (Hb 12.9).
Pod er dos pais sobre os filhos, na época Esp írito de filhos bons, requisito para o
patriarcal (Gn 9.24-25; 21.14; 38.24). reino de Deus (Mt 18.3).
FILISTEUS 1

Ilustram um espírito capaz de ser ensi- CHAMADOS


nado (Mt 18.4). Caftorins (Dt 2.23).
EXEMPLOS Quereteus (1Sm 30.14; Sf 2.5).
!saque, Gn 22.6-10. Josué, Gn 45.9; SEU PAÍS
46.29.AfilhadeJefté,Jz 11.34, 36. San- Chamado Filistia (Sl 87.4; 108.9).
são,Jz 13.24. Samuel, 1Sm 3.19. Obadi- Dividido em cinco estados ou conda-
as, 1Rs 18.12. Josias, 2Cr 34.3. Ester, Et dos Qs 13.3; Jz 3.3; 1Sm 6.16).
2.20. Jó, Jó 29.4. Davi, lSm 17.20; Sl Tinha muitas cidades prósperas (1Sm
71.5. Daniel, Dn 1.6. João Batista, Lc 6.17).
1.80. Crianças no templo, Mt 21.15-16. Foi dado por Deus aos israelitas Qs
Timóteo, 2Tm 3.15. 13.2-3; 15.45-47).
Era um grande povo, governado por reis
FILHOS, MAUS na era patriarcal (Gn 21.22, 34; 26.8).
Não conhecem a Deus (1Sm 2.12). CARACTERÍSTICAS
Não t@m entendimento (Pv 7.7). Orgulhosos (Zc 9.6).
São orgulhosos (Is 3.5). Idólatras Qz 16.23; 1Sm 5.2).
EM RELAÇÃO AOS PAIS Supersticiosos (Is 2.6).
Não lhes dão ouvidos (1Sm 2.25). Guerreiros (1Sm 17.1; 28.1).
Desprezam-nos (Pv 15.5, 20; Ez 22.7). Homens fortes e altos (1Sm 17.4-7; 2Sm
Amaldiçoam-nos (Pv 30.11). 21.16, 18-20).
Causam-lhes vergonha (Pv 19.26). Alguns foram deixados para provar Isra-
São calamidades para eles (Pv 19.13). el Qz 3.1-3).
São uma tristeza para eles (Pv 17.25). Sempre unidos aos inimigos de Israel (Sl
Desprezam os idosos Qó 19.18). 83.7; Is 9.11-12).
CASTIGADOS POR Sangar matou seiscentos filisteus, e liber-
Desprezarem os pais (Dt 27.16). tou Israel Qz 3 .31).
Desobedecerem aos pais (Dt 21.21). Oprimiram Israel por dezoito anos após
Zombarem dos pais (Pv 30.17). a morte de Jair Qz 10.7-8).
Amaldiçoarem os pais (Êx 21.15, com Oprimiram Israel por quarenta anos após
Me 7.10). a morte de Abdom Qz 13.1).
SANSÃO
Ferirem os pais (Êx 21.15).
Zombarem de um profeta (2Rs 2.23-24). Prometido como libertador de Israel,
dos Filisteus (Jz 13.5).
Glutonaria e bebedice (Dt 21.20-21).
Casou-se entre eles Qz 14.1, 10).
Sua culpa por roubarem os pais (Pv
28.24). Matou trinta deles, perto de Asquelom
EXEMPLOS
CTz 14.19).
Queimou suas vinhas, etc. Qz 15.3-5).
Esaú, Gn 26.34-35. Filhos de Eli, 1Sm
Matou muitos, ao queimarem sua es-
2.12, 17. Filhos de Samuel, lSm 8.3.
posa Qz 15.7-8).
Absalão, 2Sm 15.10. Adonias, 1Rs 1.5- Matou mil deles com a queixada de um
6. Filhos em Betel, 2Rs 2.23. Adrama- jumento Qz 15.15-16).
leque e Sereser, 2Rs 19.37. Cego e aprisionado por eles Gz 16.21).
FILISTEUS Derrubou o templo de Dagon e ma-
tou um grande número deles Gz
Descendentes de Casluim (Gn 10.13-14). 16.29-30).
Originariamen te habitaram a terra de Derrotaram Israel em Ebenezer (1Sm 4.1-2).
Caftor Qr 47.4; Am 9.7). Derrotaram Israel e levaram a arca (1Sm
Conquistaram os avins e tomaram-lhes 4.3-11).
a costa ocidental de Canaã (Dt 2.23). Colocaram a arca no templo de Dagon
(1Sm 5.1-4).

~
1 FIRMEZA

Sofreram de pragas por conservarem a Derrota dos por Uzias (2Cr 26.6-7).
arca (1Sm 5.6-12). Atacara m Judá sob Acaz (2Cr 28.18-19).
Devolv eram a arca e foram curados (1Sm Derrota dos por Ezequias (2Rs 18.8).
6.1-18). Israel conden ado por imitá-los Qz 10.6;
Milagro sament e derrota dos em Mispa Am 6.2; 9 .7).
(1Sm 7.7-14). PROFECIAS A RESPEITO
J Ônatas feriu uma guarnição deles em Geba, União com a Síria contra Israel (Is 9.11-
e provocou-lhes a ira (1Sm 13.3-4). 12).
Invadiram a terra de Israel com um grande Castigados contra outras nações Qr 25.
exército (1Sm 13.5, 17-23). 20).
J Ônatas e seu arqueiro feriram uma de suas Desânim o com a ruína de Tiro (Zc 9.3,
guarnições, nas passagens (1Sm 14.1-14). 5).
Milagrosamente destroçados (lSm 14.15-23). Homen s vis, seus governantes (Zc 9.6).
Saul sempre em guerra contra eles (lSm Ódio e vingança contra Israel, plena-
14.52). mente retribuí do (Ez 25.15-17; Am
Desafia ram Israel com seu campeã o 1.6-8).
(1Sm 17.4-10). . Total destruição por Faraó, rei do Egi-
Derrota dos por Israel em Efes-Danim e to Qr 47.1-4; Sf 2.5-6).
perseguidos até Ecrom (1Sm 17.1, 52). Destrui ção e desolação de suas cidades
DAVI Qr 47.5; Sf 2.4).
Matou Golias, o campeão deles (1Sm Seu país, possessão futura de Israel (Ob
17.40-50). 19; Sf 2.7).
Ganhou a filha de Saul como esposa, Ajudari am na restauração de Israel (Is
em troca de cem prepúcios de filis- 11.14).
teus (1Sm 18.25-27).
Derroto u-os constan temente durante FIRMEZA
o reinado de Saul (1Sm 19.8; 23.1-5). Exibida por Deus em todos os seus planos
Fugiu para eles, em busca de proteçã o e caminh os (Nm 23.19; Dn 6.26; Tg
(1Sm 27.1-7). 1.17).
Conqui stou a confiança de Aquis, rei Exigida (Fp 4.1; 2Ts 2.15; Tg 1.6-8).
dos filisteus (1Sm 28.2; 29.9). Santidade, necessária a ela Qó 11.13-15).
Não lhes conquis tou a confiança (1Sm ASSEGURADA
29.2-7). Pelo poder de Deus (Sl 55.22; 62.2; 1Pe
Muitas vezes derrotou-os durante seu 1.5; Jd 24).
próprio reinado (2Sm 5.17-23; 8.1; Pela presença de Deus (Sl 16.8).
21.15-22; 23.8-12). Pela confiança em Deus (Sl 26.1).
Tinha uma guarda compos ta de filis- Pela intercessão de Cristo (Lc 22.31-32).
teus (2Sm 8.18, com Ez25.16; Sf 2.5). Uma característica dos cristãos Qó 17.9;
Reunira m todo os seus exércitos contra Jo 8.31).
Israel (1Sm 28.1; 29.1). DEVE SER MANIFESTADA
Ziclague, uma de suas cidades, tomada No apego a Deus (Dt 10.20; At 11.23).
e saquead a pelos amaleq uitas (1Sm Na obra de Deus (1Co 15.58).
30.1-2, 16). Na continuação na doutrin a dos após-
Israel, vencida por eles, e Saul, morto tolos e na comunh ão (At 2.42).
(1Sm 31.1-10). Em manter firme nossa vocação (Hb
Cercados em Gibetom por Nadabe (lRs 4.14; 10.23).
15.27). Em manter firme nossa confiança e ale-
Enviados por Deus contra Jeorão (2Cr gria da esperança (Hb 3.6, 14).
21.16-17). Em manter a fé (Cl 2.5; 1Pe 5.9).
FLORESTAS 1

No manter-se firma na fé (1Co 16.13). ILUSTRAM


Em manter firme o que é bom (1Ts 5.21). Cristo (Is 49.2).
Em manter a liberdade cristã (Gl 5.1). A palavra de Deus (Sl 45.5).
Em lutar pela fé do evangelho (Fp O julgamento de Deus (Dt 32.23-42;
1.27; Jd 3). Sl 7.13; 21.12; Sl 64.7; Ez 5.16).
Em meio às aflições (Sl 44.17-19; Rm Aflições graves Qó 6.4; Sl 38.2).
8.35-37; 1Ts 3.3). Palavras amargas (Sl 64.3).
Os santos oram por ela (Sl 17.5). Línguas caluniadoras Qr 9.8).
Os santos louvam a Deus por ela (Sl 116.8). Falsas testemunhas (Pv 25.18).
OS MINISTROS Astúcias dos Ímpios (Sl 11.2).
Exortados a ela (2Tm 1.13-14; Tt 1.9). Crianças pequenas (Sl 127.4).
Devem exortar a ela (At 13.43; 14.22). Faíscas (Sl 77.17-18; Hc 3.11).
Devem orar por ela, em seu povo (1 Ts (Quebradas), destruição de poder (Sl 76.3).
3.13; 2Ts 2.17). (Caindo das mãos), poder paralisador
Encorajados por ela, em seu povo (Ez 39.3).
(1 Ts 3.8).
Regozijam-se nela, em seu povo (Cl 2.5). FLORES
Os Ímpios não têm firmeza (Sl 78.8, 37). Flor do campo (Sl 103.15).
Seus princípios-Ilu strados (Mt 7.24-25; Cultivadas em jardins (Ct 6.2-3).
Jo 15.4; Cl 2.7). DESCRITAS COMO
Sua falta-Ilustrada (Lc 8.6, 13; Jo 15.6; Belas (Mt 6.29).
2Pe 2.17; Jd 12). Perfumadas (Ct 5.13).
EXEMPLOS Breves (Sl 103.16; Is 40.8).
Calebe, Nm 14.24. Josué, Js 24.15. ]o- Brotam na primavera (Ct 2.12).
sias, 2Rs 22.2. ]ó, 2.3; Davi, Sl 18.21- MENCIONADAS NA BÍBLIA
22. Sadraque, etc., Dn 3.18. Daniel, Dn Lírios (Os 14.5; Mt 6.28).
6.10. Os primeiros cristãos, At 2.42. Os Lírios do vale (Ct 2.1).
coríntios, 1Co 15.1. Os colossenses, Cl Rosas (Is 35.1).
2.5. Os que venceram Satanás, Ap 12.11. A rosa de Saron (Ct 2.1).
Flor da relva (1Pe 1.24).
FLECHAS Guirlandas de flores, usadas nos cultos
Armas mortais e destruidoras (Pv 26.18). idólatras (At 14.13).
Chamadas flechas polidas (Is 49.2). REPRESENTADAS
Afiadas (Sl 120.4; Is 5.28). No castiçal de ouro (Êx 25.31, 33; 2Cr
Polidas e afiadas (Is 49.2; Jr 51.11). 4.21).
Às vezes eram envenenadas Qó 6.4). No tanque de bronze (1Rs 7.26; 2Cr 4.5).
Carregadas na aljava (Gn 27.3; Is 49.2; Jr No trabalho de madeira do templo
5.16; Lm 3.13). (1Rs 6.18, 29, 33, 35).
ERAM LANÇADAS ILUSTRAM
Com um arco (Sl 11.2; Is 7.24). As graças de Cristo (Ct 5.13).
De máquinas (2Cr 26.15). A brevidade da vida humana Qó 14.2;
Por diversão, contra um alvo (1Sm Sl 103.15).
20.20-22). O reino de Israel (Is 28.1).
Contra feras (Gn 27.3). A glória do homem (1Pe 1.24).
Contra inimigos (2Rs 19.32; Jr 50.14). As riquezas dos homens (Tg 1.10-11).
Com muita força (Nm 24.8; 2Rs 9.24).
Alusão à sua rapidez (Zc 9.14). FLORESTAS
Instrumentos de adivinhação dos antigos Extensão de terra coberta de árvores (Is
(Ez 21.21). 44.14).

r ~
1 FOFOQUEIROS

Espinheiros também crescem nelas gs 9.18). Chamas (Ct 8.6; Is 66.15).


Infestada de animais selvagens (Sl 50.10; Cinzas (lRs 13.3; 2Pe 2.6).
104.20; Is 56.9; Jr 5.6; Mq 5.8). Faíscas Gó 18.5; Is 1.31).
Abundantes de mel (1Sm 14.25-26). Fumaça (Is 34.10; Jl 2.30).
Muitas vezes oferecem pastagem (Mq 7.14). Mantido aceso por combustível (Pv 26.20;
MENCIONADAS NA BÍBLIA Is 9.5).
Árabe (Is 21.13). CARACTERÍSTICAS
Basã (Is 2.13; Ez 27.6; Zc 11.2). Brilhante (Ez 1.13).
Carmelo (2Rs 19.23; Is 37.24). Consumidor CTz 15.4-5; Sl 46.9; Is
Do rei (Ne 2.8). 10.16-17).
Do sul (Ez 20.46-47). Fundidor (Sl 68.2; Is 64.2).
Efraim (2Sm 18.6, 8). Iluminador (Sl 78.14; 105.39).
Harete (1Sm 22.5). Insaciável (Pv 30.16).
Líbano (1Rs 7.2; 10.17). Propagador (Tg 3.5).
Suprem madeira para construções (1Rs Purificador (Nm31.23; 1Pe 1.7; Ap 3.18).
5.6-8). Quente (Me 14.54).
Eram lugares de refúgio (1Sm 22.5; 23.16). · Secante Qó 15.30; Jl 1.20).
Jotão construiu torres, etc., nas florestas SAGRADO
(2Cr 27.4). Veio da presença de Deus (Lv 9.24).
O poder de Deus se estende sobre elas Sempre queimava no altar (Lv 6.13).
(Sl 29.9). As ofertas queimadas eram consumi-
Se regozijam com a misericórdia de Deus das por ele (Lv 6.9, 12).
(Is 44.23) Os incensos eram queimados por ele
Muitas vezes destruídas pelos inimigos (Lv 16.12; Nm 16.46).
(2Rs 19.23; Is 37.24; Jr 46.23). Culpa de queimar incenso sem ele
ILUSTRAM (Lv 10.1).
O mundo infrutífero (Is 32.19). Restaurado ao templo (2Cr 7.1-3).
(Um campo frutífero transformado em Sempre usado como instrumento da vin-
floresta) os judeus rejeitados por gança divina (Sl 97.3; Is 47.14; Is 66.16).
Deus (Is 29.17; 32.15). MILAGROSO
(Destruídas pelo fogo) a destruição dos Na sarça ardente (Êx 3.2).
Ímpios (Is 9.18; 10.17-18; Jr 21.14). Perseguiu os egípcios (Êx 9.23-24). A

Guiou os israelitas no deserto (Ex


FOFOQUEIROS 13.22; 40.38).
São tolos (Pv 20.3). No Monte Sinai, na entrega da lei (Dt
Característica dos ociosos (2Ts 3.11; 1Tm 4.11, 36).
5.13). Destruiu Nadabe e Abiú (Lv 10.2).
São indiscretos (lTm 5.13). Destruiu o povo de Taberá (Nm 11.1).
Causam danos a si mesmos (2Rs 14.10; Consumiu os seguidores de Coré (Nm
Pv 26.17). 16.35).
Os cristãos não devem ser (1Pe 4.15). Consumiu o sacrifício de Gideão Qz 6.21).
Anjo subiu na chama Qz 13.20).
FOGO Consumiu o sacrifício de Elias (1Rs 18.38).
Pode aumentar em intensidade (Dn 3.19, Destruiu os inimigos de Elias (2Rs
22). 1.10-12).
Embora pequeno, incendeia uma área Elias foi levado numa carruagem de
grande (Tg 3.5). fogo (2Rs 2.11). A

COISAS LIGADAS A ELE Deus apareceu nele (Ex 3.2; 19.18).


Carvões acesos (Pv 26.21). Cristo aparecerá nele (Dn 7.10; 2Ts 1.8).

~
FOME 1

O castigo dos Ímpios será com ele (Mt Geralmente severas (Gn 12.10; 1Rs 18.2;
r 13.42; 25.41). Jr 52.6).
NAS CASAS DEMONSTRADA POR
Aceso no inverno Gr 36.22). Falta de pão, etc. (Is 3.1).
Aceso nas manhãs de primavera Go Dentes limpos (Am 4.6).
18.18). Flechas da fome (Ez 5.16).
Não deveria ser aceso no sábado (Êx 35.3). Geralmente acompanhada de guerra CT r
Feito de carvão Go 18.18). 14.15; 29.18).
Feito de madeira (At 28.3). Geralmente acompanhada de pestilência
Destruição causada pelo fogo, paga por Gr 42.17; Ez 7.15; Mt 24.7).
quem o acendeu (Ex 22.6). O QUE SE COMIA DURANTE A FOME
ILUSTRA Ervas silvestres (2Rs 4.39-40).
A proteção de Deus (Nm 9.16; Zc 2.5). Carne de jumento (2Rs 6.25).
A vingança de Deus (Dt 4.24; Hb 12.29). Esterco (2Rs 6.25; Lm 4.5).
Cristo como juiz (Is 10.17; Ml 3.2). Carne humana (Lv 26.29; 2Rs 6.28-29).
O Espírito Santo (Is 4.4; At 2.3). Durante a fome, provisões vendidas por
A igreja destruindo seus inimigos (Oh 18). peso (Ez 4.16).
A pJavra de Deus Gr 5.14; 23.29). Os animais também sofrem com a fome
O zelo dos santos (Sl 39.3; 119.139). CT r 14.5-6).
O zelo dos anjos (Sl 104.4; Hb 1.7). CAUSAVA
Os inimigos de Deus (Is 10.17; Oh 18). Febre e peste violenta (Dt 32.24).
A luxúria (Pv 6.27-28). Escurecimento da pele (Lm 4.8; 5.10).
A impiedade (Is 9.18). Tristeza e lamentos Gl 1.11-13).
A língua (Pv 16.27; Tg 3.6). Desmaios (Gn 47.13).
A autojustificação (Is 65.5). Definhamento do corpo (Lm 4.8; Ez4.17).
A esperança dos hipócritas (Is 50.11). Morte (2Rs 7.4; Jr 11.22).
Perseguição (Lc 12.49-53). Deus cuidou de seu povo durante a fome
Aflição (Is 43.2). (lRs 17.4, 9; Jó 5.20; Sl 33.19; 37.19).
Julgamentos CTr48.45; Lm 1.13; Ez 39.6). EXEMPLOS NA BÍBLIA
Nos dias de Abraão (Gn 12.10).
FOME Nos dias de Isaque (Gn 26.1).
Enviada por Deus (Sl 105.16). Nos dias de José (Gn 41.53-56).
Geralmente resultado de pecado (Lv Nos dias dos juízes (Rt 1.1).
26.21, 26; Lm 4.4-6). No reino de Davi (2Sm 21.1).
Um dos quatro julgamentos severos de No reino de Acabe (1Rs 17.1; 18.5).
Deus (Ez 14.21). Nos tempos de Eliseu (2Rs 4.38).
CAUSADA POR Durante o cerco a Samaria (2Rs 6.25).
Suspensão das bênçãos de Deus (Os 2.8- A dos sete anos, prevista por Eliseu
9; Ag 1.6). (2Rs 8.1).
Falta de chuva no tempo certo (1Rs Nos tempos de Jeremias Gr 14.1).
17.1; Jr 14.1-4; Am 4.7). Durante o cerca a Jerusalém (2Rs 25.3).
Apodreciment o das sementes no solo Depois do cativeiro (Ne 5.3).
a11.11). No reino de Cláudio Sérgio (At 11.28).
Enxame de insetos (Dt 28.38, 42; Jl 1.4). Antes da destruição de Jerusalém (Mt
Pragas e ferrugem (Am 4.9; Ag 2.17). 24.7).
Devastação causada pelo inimigo (Dt Os judeus não serão afligidos pela fome,
28.33, 51). na restauração (Ez 36.29-30).
Geralmente durava muito tempo (Gn
41.27; 2Rs 8.1-2).
1 FONTES

ILUSTRA (Infectados) o coração natural (Tg 3.11,


Carência dos meios da graça (Am 8.11- com Mt 15.18-19).
12). (Contaminados) os santos afastados (Pv
Destruição dos ídolos (Sf 2.11). 25.26).

FONTES E REGATOS FORTALEZAS


Criados por Deus (Sl 74.15; 104.10). Lugares naturalm ente fortes (Nm 24.31).
Deus deve ser louvado por eles (Ap 14.7). Lugares fortificados pelo homem Qr 51.53).
Vêm do grande abismo (Gn7.11;JÓ38.16). A segurança de uma nação (Is 33.16; Dn
Encontr ados em colinas e vales (Dt 8.7; 11.10).
Sl 104.10). LUGARES USADOS COMO
Cada um jorra apenas sua espécie de água Cidades Gz 9.31; Ne 4.2).
(Tg 3.11). Fortificações Qz 6.2; 2Cr 11.11).
OFERECEM Fortes (2Sm 5.9; Is 25.12).
Água aos animais (Sl 104.11). Torres fortes (2Cr 26.9).
Refresco aos pássaros (Sl 104.12). Providenciam proteção no perigo Gz 6.2).
Frutificação à terra (1Rs 18.5; Jl 3.18). Defend iam contra inimigos (Na 21).
Aproveitados pelos viajantes (Gn 16.7). COM FREQÜÊNCIA ERAM
Abunda ntes em Canaã (Dt 8.7; lRs 18.5). Penetradas pelo inimigo (Dn 11.7).
Algumas vezes secavam (Is 58.11). Despojadas (Os 10.14).
Secos, castigo severo (Sl 107.33-34; Os 13.15). Arrasadas (Is 25.12).
OS DE FLUXO CONSTANTE Desertadas, etc. (Is 34 .13).
Muito apreciados (Is 58.11). Ameaçadas de destruição (Is 17.3).
· Não podiam ser cerimon ialment e con- ILUSTRAM
taminados (Lv 11.36). A proteçã o de Deus (Sl 18.2; Jr 16.19).
Algumas vezes eram tapados ou fechados Cristo, a defesa dos santos (Is 33.16).
para atrapalhar os inimigos (2Cr 32.3-4). A proteçã o oferecida aos ministro s Gr
MENCIONADOS NA BÍBLIA 6.27).
No caminh o de Sur (Gn 16.7).
Das águas de Neftoa Qs 15.9). FRUTOS
De Jezreel (1Sm 29.1). O produto do trigo, etc. (Dt 22.9; Sl
De Pisga (Dt 4.49). 107.37).
Superiores e inferiores Qs 15.19;Jz 1.15). O produto das árvores (Gn 1.29; Ec 2.5).
ILUSTRAM CHAMADO
Deus (Sl 36.9; Jr 2.13; 17.13). Fruto do solo (Gn 4.3; Jr 7.20).
Cristo (Zc 13.1). Fruto da terra (Is 4.2).
O Espírito Santo Qo 7.38-39). Aumen to da terra (Sl 85.12).
O constante suprir da graça (Sl 87.7). Dados por Deus (At 14.17).
A vida eterna Qo 4.14; Ap 21.6). Reservados a nós, por Deus (Ml 3.11).
Os meios da graça (Is 41.18; Jl 3.18). EXIGE
Uma boa esposa (Pv 5.18). Uma terra fértil (Sl 107.34).
Uma descendência numerosa (Dt 33.28). Chuva do céu (Sl 104.13; Tg 5.18).
A sabedoria espiritual (Pv 16.22; 18.4). Influência do sol e da lua (Dt 33.14).
A lei dos sábios (Pv 13.14). Produzidos na estação própria (Mt 21.41).
O temor santo (Pv, 14.27). Os primeiros, dedicados a Deus (Dt 26.2).
(Selados) a igreja (Ct 4.12). DIVIDIDOS EM
(Sem faltar) a igreja (Is 58.11). Precipitados ou precoces (Is 28.4).
(Sempre jorrand o) a constan te perver- Frutos do verão (2Sm 16.1).
sidade dos judeus Gr 6.7). Novos e velhos (Ct 7.13) .

.-- -
FRUTOS 1

Bons Qr 11.16). ILUSTRAM


Agradáveis (Ct 4.16). Os efeitos do arrependimento (Mt 3.8).
Preciosos (Dt 33.14). As obras do Espírito (Gl 5.22-23; Ef 5. 9).
Maus ou ruins (Mt 7.17). As doutrinas de Cristo (Ct 2.3).
Deve ser esperado com paciência (Tg 5.7). As boas obras (Mt 7.17-18; Fp 4.17).
Muitas vezes mandados como presentes A conversa santa (Pv 12.14; 18.20).
(Gn 43.11). O louvor (Hb 13.15).
GERALMENTE DESTRUÍDOS O exemplo, etc., do cristão (Pv 11.30).
Pela ira de Deus Qr 7.20). Os resultados do trabalho (Pv 31.16, 31).
Pela luz Ql 1.12). A recompensa dos santos (Is 3.10).
Por gafanhotos, etc. (Dt 28.38-39;Jl 1.4). A recompensa dos Ímpios Qr 17.9-10).
Pelos inimigos (Ez 25.4). Os convertidos da igreja (Sl 72.16; J o 4.36).
Pela seca (Ag 1.10). (Ruins) a conduta e a conversa dos
Ímpios (Mt 7.17; 12.33).
1 GADE

GADE, A TRIBO DE Limpos e apropriados à alimentação (Lv


Descende do sétimo filhodeJacó (Gn 30.11). 11.21-22).
Previsões a respeito (Gn49.19; Dt33.20-21). DESCRITOS COMO

PESSOAS ESCOLHIDAS PARA Sábios (P~ 30.24, 27).


Enumerar o povo (Nm 1.14). Vorazes (Ex 10.15).
Espiar a terra (Nm 13.15). Rápidos em seus movimentos (Is 33.4).
Número de pessoas a deixar o Egito (N m Iguais a cavalos preparados para a
1.24-25). batalha Gl 2.4, com Ap 9.7).
Na retaguarda da segunda divisão de Is- São levados ao sabor do vento (Êx 10.13, 19).
rael durante a jornada (Nm 10.18-20). Extremamente numerosos (SI 105.34;
Acamparam ao sul do tabernáculo sob a Na 3.15).
bandeira de Rúben (Nm 2.10, 14). Voam em bandos e ordenadamente (Pv
Sua oferta, por ocasião da dedicação (Nm 30.27).
7.42-47). Uma das pragas do Egito (Êx 10.4-15).
Suas famílias (Nm 26.15-17). OS JUDEUS

Número de pessoas a entrar em Canaã Usavam-nos como alimento (Mt 3.4).


(Nm 26.18). Ameaçados com eles, como castigo
Em Ebal, disseram amém às maldições pelo pecado (Dt 28.38, 42).
(Dt 27.13). Oraram para se livrar da praga de
Procuraram e obtiveram sua herança ao gafanhotos (lRs 8.37-38).
oriente do Jordão (Nm 32.1-33). Geralmente importunados por eles Ql
Limites de sua herança Qs 13.24-26). 1.4; 2.25).
Cidades construídas (Nm 32.34-36). Receberam a promessa de ficarem livres
AjudaramnaconquistadeCanaãGs4.12-13). da praga, caso se humilhassem, etc.
Depois da conquista, voltaram para casa (2Cr 7.13-14).
Gs 22.9). ILUSTRAM

Ajudaram na construção do altar do teste- Inimigos destruidores Ql 1.6-7; 2.2-9).


munho, o que despertou a inveja de Os falsos mestres da apostasia (Ap 9.3).
Israel Qs 22.10-29). Governantes Ímpios (Na 3.17).
Pessoas das outras tribos buscaram refú- (Sua destruição) a destruição dos inimi-
gio em Dã, contra os filisteus (1Sm 13.7). gos de Deus (Na 3.15).
Onze deles atravessaram o Jordão a nado
GALILÉIA
e juntaram-se a Davi (1Cr 12.8-15).
Alguns estiveram presentes na coroação Separada da Judéia por Samaria Qo 4.3-4).
de Davi (1Cr 12.37-38). Parte superior, chamada de Galiléia dos
Davi nomeou governadores sobre eles gentios (Is 9.1; Mt 4.15).
(1Cr 26.32). Lago de Genezaré, chamado de mar da
Despojaram os descendentes de Hagar Galiléia (Mt 15.29; Lc 5.1).
(1Cr 5.18-22). Quedes, sua cidade de refúgio Qs 21.32).
Subjugados por Hazael, rei da Síria SEUS HABITANTES

(2Rs 10.33). Chamados galileus (At 2.7).


Levados cativos à Assíria (2Rs 15.29, com Falavam um dialeto próprio (Mt 26.73;
1Cr 5.22, 26). Me 14.70).
Sua terra foi ocupada pelos moabitas e Desprezados pelos judeus Qo 7.41, 52).
amorreus Gr 48.18-24; 49.1). Opuseram-se ao tributo romano (At 5.37).
Tratados cruelmente por Pilatos (Lc 13.1).
GAFANHOTOS Vinte de suas cidades foram dadas a Hirão
Insetos pequenos (Pv 30.24, 27). (1Rs 9.11).
Conquistados pelos sírios (lRs 15.20).

~
GENTIOS 1

Conquistado pelos assírios (2Rs 15.29). A igreja (Ct 4.5; 7.3).


Sua jurisdição foi garantida a Herodes, Uma boa esposa (Pv 5.19).
pelos romanos (Lc 3.1; 23.6-7). Os pés ligeiros (2Sm 2.18).
Supria Tiro e outros de provisões (At 12.20).
CRISTO GENEALOG IA
Foi criado na Galiléia (Mt 2.22; Lc Os judeus foram alistados por elas (1Cr
2.39, 51). 9.1; 2Cr 31.19).
Desprezado como galileu (Mt 26.69, Registro público genealógico (2Cr 12.15;
com Jo 7.52). Ne 7.5).
Escolheu seus apóstolos da Galiléia (Mt DE CRISTO
4.18,21; Jo 1.43-44; At 1.11).
Apresentada (Mt 1.1-17; Lc 3.23-38).
Sua pregação na Galiléia, predita (Is 9.1-
Prova sua descendência de Judá (Hb 7.14).
2; Mt 4.14-15).
Pregou por toda a Galiléia (Me 1.39; Os sacerdotes que n:io comprovassem a
Lc 4.44). sua eram expulsos do cargo (Ed 2.62;
Iniciou seus milagres na Galiléia, onde Ne 7.64).
realizou muitos deles (Mt 4.23-24; Assunto a ser evitado (lTm 1.4; Tt 3.9).
15.29-31). Ilustra o registro dos santos no livro da
Foi bem recebido lá Qo 4.45). vida (Lc 10.20; Hb 12.23; Ap 3.5).
O povo de lá o seguia (Mt 4.25).
Algumas mulheres de lá ministravam GENTIOS
a ele (Mt 27.55; Me 15.41; Lc 8.3). Abrange todas as nações, menos Israel
Buscou refúgio nesse lugar Qo 4.1, 3). (Rm 2.9; 3.9; 9.24).
Depois da ressurreição, apareceu aos CHAMADOS
discípulos na Galiléia (Mt 26.32; 28.7). Pagãos (Sl 2.1; Gl 3.8).
CIDADES MODERNAS Nações (Sl 9.20; 22.28; Is 9.1).
Aco ou Ptolemaida Qz 1.31). Incircuncisos (lSm 14.6; Is 52.1).
Betsaida (Me 6.45; Jo 1.44). Incircuncisão (Rm 2.26).
Cafarnaum (Mt 4.13). Gregos (Rm 1.16; 10.12).
J. Caná Qo 2.1; 21.2). Estrangeiros (Is 14 .1; 60 .10).
Cesaréia (At 9.30; 10.24).
Governados por Deus (2Cr 20.6; Sl 47.8).
1 Cesaréia de Filipos (Mt 16.13; Me 8.27).
Castigados por Deus (Sl 9.5; 94.10).
Corazim (Mt 11.21).
Naim (Lc 7.11). Seus planos, desfeitos e frustrados (Sl 33.10).
CARACTERÍSTICAS
Nazaré (Mt 2.22-23; Lc 1.26).
Tiberias Qo 6.23). Ignorantes de Deus (Rm 1.21; lTs 4.5).
Igrejas cristãs foram estabelecidas na Recusam-se a conhecer a Deus (Rm 1.28).
Galiléia (At 9.31). Sem lei (Rm 2.14).
Idólatras (Rm 1.23, 25; lCo 12.2).
GAZELA Supersticiosos (Dt 18.14).
Limpa e própria para alimento (Dt 12.15; Depravados e maus (Rm 1.28-32;Ef 4.19).
14.5). Blasfemadores e reprováveis (Ne 5.9).
Macho, chamado cervo (lRs 4.23). Fiéis a seus deuses falsos Qr 2 .11).
DESCRITA COMO Odiavam e desprezavam os judeus (Et
Alegres (Pv 5.19). 9.1, 5; Sl 44.13-14; 123.3).
Selvagem (2Sm 2.18). Geralmente invadiam e profanavam a ter-
Velozes (lCr 12.8). ra santa e o santuário (Sl 79.1; Lm 1.10).
Habita nas montanhas (lCr 12.8). OS JUDEUS
Geralmente caçada pelos homens (Pv 6.5). Não deviam andar por seus caminhos
ILUSTRA (Lv 18.3; Jr 10.2).
Cristo (Ct 2.9, 17). Não deviam casar com eles (Dt 7.3).
1 GIBEONITAS

Podiam tê-los como servos (Lv 25.44). Destruiu o restante da casa de Saul (2Sm
Desprezavam, como se fossem cachor- 21.4-9).
ros (Mt 15.26). Provavelmente o ofício de servos do tem-
Nunca se associavam a eles (At 10.28; plo iniciou-se com eles (1Cr 9.2).
11.2-3). Parte deles retornou do cativeiro (Ne 7.25).
Geralmente eram corrompidos por eles
(2Rs 17.7-8). GLÓRIA
Foram dispersos entre eles ao7.35). Deus é glória para seu povo (Sl 3.3; Zc 2.5).
Exduídos dos privilégios de Israel (Ef Cristo é glória para seu povo (Is 60.1; Lc 2.32).
2.11-12). O evangelho é ordem de glória para os
Não podiam entrar no templo (At 21.28- santos (1Co 2.7).
29). A glória do evangelho excede a da lei
O pátio externo do templo era reserva- (2Co 3.9-10).
do a eles (Ef 2.14; Ap 11.2). A alegria dos santos é cheia dela (1Pe 1.8).
Entregues a Cristo como herança (Sl 2.8). ESPIRITUAL
Cristo lhes foi dado como luz (Is 42.6; É oferecida por Deus (Sl 84.11).
Lc 2.32).
Sua conversão, predita (Is 2.2; 11.10).
É oferecida por Cristo ao
17.22).
É obra do Espírito Santo (2Co 3.18).
Uniram-se aos judeus contra Jesus (At 4.27). ETERNA
O evangelho não lhes deve ser pregado Obtida pela morte de Cristo (Hb 2.10).
até que o seja aos judeus (Mt 10.5; Lc Acompanha a salvação em Cristo
24.47; At 13.46). (2Tm 2.10).
Primeira apresentação especial do evan- Herdada pelos santos (1Sm 2.8; Sl
gelho a eles (At 10.34-45; 15.14). 73.24; Pv 3.35; Cl 3.4; 1Pe 5.10).
Primeira apresentação geral do evangelho Os santos são chamados a ela (2Ts 2.14;
a eles (At 13.48-49, 52; 15.12). 1Pe 5.10).
Paulo, apóstolo aos gentios (At 9.15; Gl Os santos foram preparados para ela
2.7-8). (Rm 9.23).
Jerusalém pisoteada, etc., por eles (Lc 21.24). Acentuada pelas aflições presentes
Israel rejeitado, até a plenitude dos gen- (2Co 4.17).
tios (Rm 11.25). As aflições presentes não se comparam
a ela (Rm 8.18).
GIBEONITAS A da igreja será rica e abundante (Is 60.11-
Descendentes dos heveus e amorreus as 13).
9.3, 7, com 2Sm 21.2). Os santos ressuscitarão com corpos glo-
Poderoso e guerreiro as
10.2). riosos (1Co 15.43; Fp 3.21).
Suas cidades as
9.17). Os santos serão a glória de seus minis-
ISRAEL tros (1Ts 2.19-20).
Foi derrotado por eles as
9.4-13). TEMPORAL
Fez uma aliança com eles as
9.15). É oferecida por Deus (Dn 2.37).
Pouparam-nos em razão de um jura- Desaparece (1Pe 1.24).
mento as9.18-19). É instrumento de tentação do diabo
N amearam-nos lenhadores, etc. Üs (Mt 4.8).
9.20-27). A dos hipócritas torna-se vergonha (Os 4.7).
Atacados pelo rei de Canaã as
10.1-5). Não busquemos as glórias humanas (Mt
Livrados por Israel as10.6-10). 6.2; 1Ts 2.6).
Saul procurou destruí-los (2Sm 21.2). A GLÓRIA DOS ÍMPIOS
Praga contra Israel devido à crueldade de Está no que é vergonhoso (Fp 3.19).
Saul (2Sm 21.1). Termina em destruição (Is 5.14).
GLUTONARIA 1

GLÓRIA DE DEUS GLORIFICAMOS A DEUS QUANDO

Demonstrada em Cristo CT o 1.14; 2Co Dependemos de sua promessa (Rrn 4.20).


4.6; Hb 1.3). Louvamos a ele (SI 50.23).
EXIBIDA EM Fazemos tudo para ele (1Co 10.31).
Seu nome (Dt 28.58; Ne 9.5). Morremos por ele CTo 21.19).
Sua majestade CTó 37.22; SI 93.1; 104.1; Confessamos a Cristo (Fp 2.11).
. 145.5, 12;}s 2.10). Sofremos por Cristo (1Pe 4.14-16) .
Seu poder (Ex 15.1, 6; Rrn 6.4). Glorificamos a Cristo (At 19.17; 2Ts 1.12).
Suas obras (Sl 19.1; 111.3). Produzimos frutos de justiça CTo 15.8;
Sua santidade (Êx 15.11). Fp 1.11).
DESCRITA COMO Somos pacientes nas aflições (Is 24.15).
Grande (Sl 138.5). Somos fiéis (1Pe 4.11).
Eterna (Sl 104.31). Requerida no corpo e no espírito (1Co 6.20).
Rica (Ef 3.16). Será universal (SI 86.9; Ap 5.13).
Grandemente exaltada (SI 8.1; 113.4). OS SANTOS DEVEM
REVELADA A Tornar essa resolução (SI 69.30; 118.28).
Moisés (Êx 34.5-7, com Êx 33.18-23). Unir-se nesse propósito (SI 34.3; Rrn 15.6).
Estevão (At 7.55). Perseverar nisso (Sl 86.12).
Sua igreja (Dt 5.24; Sl 102.16). Todas as bênçãos divinas têm esse
Ilumina a igreja (Is 60.1-2; Ap 21.11, 23). propósito (Is 60.21; 61.3).
Os santos desejam contemplá-la (SI 63.2; O santo exemplo dos fiéis pode incenti-
90.16). var outros a isso (Mt 5.16; 1Pe 2.12).
Deus tem ciúme dela (Is 42.8). Todos, por natureza, falham nessa área
Deve ser reverenciada (Is 59.19). (Rrn 3.23).
Deve ser suplicada em oração (SI 79.9). Os Ímpios são adversos à mesma (Dn
Deve ser declarada (1 Cr 16.24; Sl 145.5, 11). 5.23; Rrn 1.21).
Deve ser exaltada (SI 57.5). Castigo por não glorificar a Deus (Dn
A terra está cheia dela (Is 6.3). 5.23, 30; MI 2.2; At 12.23; Rrn 1.21).
Seu conhecimento encherá a terra (Hc 2.14). As hostes celestiais ocupam-se disso (Ap 4.11).
EXEMPLOS
GLORIFICAR A DEUS Davi, SI 57.5. A multidão, Mt 9.8; 15.31.
9rdenado (1Cr 16.28; SI 22.23; Is 42.12). A Virgem .i\1aria, Lc 1.46. Os anjos, Lc
E merecimento dele (1Cr 16.29). 2.14. Os pastores, Lc 2.20. O paralítico,
POR CAUSA DE Lc 5.25. A mulher enferma, Lc 13 .13. O
Sua santidade (SI 99.9; Ap 15.4). leproso, Lc 17.15. O cego, Lc 18.43. O cen-
Sua misericórdia e verdade (SI 115.1; turião, Lc 23.47. A igreja de Jerusalém, At
Rrn 15.9). 11.18. Os gentios de Antioquia, At 13.48.
Sua fidelidade e verdade (Is 25.1). Abraão, Rm 4.20. Paulo, Rm 11.36.
Suas obras maravilhosas (Mt 15.31;
GLUTONAR IA
• At 4.21) .
Seus julgamentos (Is 25.3; Ez 28.22; Cristo foi falsamente acusado disso (Mt 11.19).
Ap 14.7). Os Ímpios têm esse defeito (Fp 3.19; Jd 12).
Seu livramento (SI 50.15). RESULTA EM
1 Sua graça aos outros (At 11.18; 2 Co Segurança carnal (Is 22.13, com 1Co
, 9.13; Gl 1.24). 15.32; Lc 12.19).
~ urna obrigação dos santos (1Co 6.20). Pobreza (Pv 23.21).
E aceitável por meio de Cristo (Fp 1.11; A dos príncipes é a ruína de seu povo
1Pe 4.11). , (Ec 10.16-17).
Cristo é nosso exemplo CTo 17.4). E inconsistente com o viver cristão (1Pe 4.3).
1 GOVERNO

Precauções (Pv 23.2-3; Lc 21.34; Rm DESCRITA COMO


13.13-14). Gloriosa (Ef 1.6).
Devemos orar para não cair nessa ten- Grandiosa (At 4.33).
tação (Sl 141.4). Multiforme (1Pe 4.10).
Castigo (Nm 11.33-34, com Sl 78.31; Dt Rica (Ef 1.7; 2.7).
21.21; Am 6.4, 7). Soberana (Rm 5.21).
Seus perigos, ilustrados (Lc 12.45). Superabundante (2Co 9.14).
EXEMPLOS Toda suficiente (lCo 12.9).
Esaú, Gn 25.30-34, com Hb 12.16-17. Transbordante (Rm 5.15, 17, 20).
Israel, Nm 11.4, com Sl 78.18. Filhos de O evangelho, declaração da graça (At
Eli, 1Sm 2.12-17. Belsazar, Dn 5.1. 20.24, 32).
É A FONTE DA
GOVERNO PATRIARCAL Chamada de Deus (Gl 1.15).
Governo investido nos chefes das famílias Consolação (2Ts 2.16).
(Gn 18.19). Do perdão (Ef 1.7).
EXERCIDO Eleição (Rm 11.5).
No treinamento, etc., de seus servos Esperança (2Ts 2.16).
para a guerra (Gn 14.14). Fé (At 18.27).
Na vindicação de erros sofridos (Gn Justificação (Rm 3.24; Tt 3.7).
14.12, 15, 16). Salvação (At 15.11; Ef 2.5, 8).
Na formação de tratados e alianças (Gn Necessária ao serviço de Deus (Hb 12.28).
14.13; 21.22-32; 26.28-33). A obra de Deus é completada nos santos
No papel de sacerdotes (Gn 8.20; 12.7- por meio da graça (2Ts 1.11-12).
8; 35.1-7; Jó 1.5). O sucesso e o término da obra de Deus
No papel de juízes (Gn 38.24). são atribuídos à graça (Zc 4.7).
No deserdar arbitrariamente e rejeitar A herança das promessas é por meio da
servos e filhos (Gn 21.14; 1Cr 5.1). graça (Rm 4.16).
No abençoar e amaldiçoar seus filhos Justificação pela graça é oposta à justificação
(Gn 9.25-26; 27.28-29; 49). pelas obras (Rm 4.4-5; 11.6; Gl 5.4).
Autoridade dos chefes de família, re- OS SANTOS
conhecida (Gn 23.6). São herdeiros (1Pe 3.7).
Estão debaixo da graça (Rm 6.14).
GRAÇA Recebem graça de Jesus Qo 1.16).
Deus é o Deus de toda graça (lPe 5.10). São o que são pela graça (1Co 15.10;
Deus é o Doador da graça (Sl 84.11; Tg 1.17). 2Co 1.12).
O trono de Deus, trono da graça (Hb 4.16). São plenos nos dons da graça (At 4.33;
O Espírito Santo é o Espírito da graça 2Co 8.1; 9.8,14).
(Zc 12.10; Hb 10.29). Devem firmar-se na graça (Hb 13.9).
Estava sobre Cristo (Lc 2.40; Jo 3.34). Devem ser fortes na graça (2Tm 2.1).
Cristo falava palavras de graça (Sl 45.2, Devem crescer na graça (2Pe 3.18).
com Lc 4.22). Devem falar com graça (Ef 4.29; Cl 4.6).
Cristo estava cheio dela Qo 1.14). ESPECIALMENTE CONFERIDA
yeiopormeiodeCristo Qo 1.17;Rm5.15). Aos ministros (Rm 12.3, 6; 15.15; 1Co
E dada por Cristo (lCo 1.4). 3.10; Gl 2.9; Ef 3.7).
Predita pelos profetas (1Pe 1.10). Aos humildes (Pv 3.34, com Tg 4.6).
Suas riquezas, reveladas na bondade de Aos que andam em justiça (Sl 84.11).
Deus por meio de Cristo (Ef 2.7). Não deve ser recebida em vão (2Co 6.1).
Sua glória, exibida quando aceitamos a OREM POR GRAÇA
Cristo (Ef 1.6). A nós mesmos (Hb 4.16).
GUERRA 1

Aos outros (2Co 13.14; Ef 6.24). Chamada de o bom combate da fé (1T m


Cuidado para não nos excluirmos da 6.12).
graça (Hb 12.15). É CONTRA
1
' Sua manifestação em outros é motivo de O diabo (Gn 3.15; 2Co 2.11; Ef 6.12;
alegria (At 11.23; 3Jo 3, 4). Tg 4.7; 1Pe 5.8; Ap 12.17).
Manifestação especial na volta de Cristo A carne (Rm 7.23; 1Co 9.25-27; 2Co
(1Pe 1.13). 12.7; Gl 5.17; 1Pe 2.11).
Não devemos abusar da graça (Rm 3.8; Os inimigos (Sl 38.19; 56.2; 59.3).
1 6.1, 15). O mundo Qo 16.33; 1Jo 5.4-5).
,,l Os antinomianos abusaram dela Qd 4). A morte (1Co 15.26, com Hb 2.14-15).
Geralmente resulta de oposição de amigos
GRAMA ou parentes (Mq 7.6, com Mt 10.35-36).
Uma erva verde (Me 6.39). DEVE SER REALIZADA
CHAMADA Sob Cristo, nosso Capitão (Hb 2.10).
Relva da terra (Ap 9.4). Sob a bandeira do Senhor (Sl 60.4).
Capim do pasto (Nm 22.4). Com fé (1Tm 1.18-19).
Cresce da terra (2Sm 23.4). Com boa consciência (1Tm 1.18-19).
DEUS Com firmeza na fé (1Co 16.13; 1Pe 5.9,
É seu criador (Gn 1.11-12). com Hb 10.23).
É seu doador (Dt 11.15). Com dedicação Qd 3).
Dá-lhe crescimento (Sl 104.14; 147.8). Com vigilância (lCo 16.13; 1Pe 5.8).
Enfeita-a e reveste-a (Mt 6.30). Com sobriedade (1Ts 5.6; 1Pe 5.8).
Normalmente crescia no topo das casas Com constância, apesar dos rigores
(Sl 129.6). (2Tm 2.3, 10).
Quando nova, é macia e delicada (Pv 27.25). Com desprendiment o (1Co 9.25-27).
E refrescada pelo vento e orvalho (Dt Com confiança em Deus (Sl 27.1-3).
32.2; Pv 19.12). Com oração (Sl 35.1-3; Ef 6.18).
O gado se alimenta dela Qó 6.5;Jr 50.11). Sem embaraços terrenos (2Tm 2.4).
Geralmente os fornos eram aquecidos Meros cristãos não a suportam Qr 9.3).
com grama (Mt 6.30). OS SANTOS
DESTRUÍDA Engajam-se nela (Fp 1.30).
Pelos gafanhotos (Ap 9.4). Devem ficar firmes durante a batalha
Granizo e fogo (Ap 8.7). (Ef 6.13-14).
Seca (1Rs 17.1, com 1Rs 18.5). Exortados à diligência na batalha (1T m

i Sua falta, uma grande calamidade ~s 15.5-6).


O gado sofre com sua falta Qr 14.5-6).
ILUSTRA
A brevidade e incerteza da vida (Sl 90.5-
6.12; Jd 3).
Encorajados durante a batalha (Is 41.11-
12; 51.12; Mq 7.8; 1Jo 4.4).
Ajudados por Deus na batalha (Sl
6; 103.15; Is 40.6-7; 1Pe 1.24). 118.13; Is 41.13-14).
A prosperidade dos Ímpios (Sl 92.7). Protegidos por Deus na batalha (Sl 140.7).
(Revigorada pelo orvalho e chuvas) os Confortados por Deus na batalha
santos revigorados pela graça (Sl 72.6; (2Co 7.5-6).
Mq 5.7). Fortalecidos por Deus na batalha (Sl
(No topo das casas) o Ímpio (2Rs 19.26; 20.2; 27.14; Is 41.10).
Is 37.27). Fortalecidos por Cristo na batalha
(2Co 12.9; 2Tm 4.17).
GUERRA ESPIRITUAL Libertos por Cristo na batalha (2Tm 4.18).
~ão é contra a carne (2Co 10.3). Agradecem a Deus pela vitória (Rm
E um bom combate (1Tm 1.18-19). 7.25; 1Co 15.57).
1 GUERRAS

SUA ARMADURA GUERRAS


Cinto da verdade (Ef 6.14). Sua antiguidade (Gn 14.2).
Couraça da justiça (Ef 6.14). Originaram-seda ambição humana (fg4.1).
Preparação do evangelho (Ef 6.15). Há tempo de guerrear (Ec 3.8).
Escudo da fé (Ef 6.16). DEUS
Capacete da salvação (Ef 6.17; 1Ts 5.8). Ordenou freqüentemente (Êx 17.16;
Espada do Espírito (Ef 6.17). Nm 31.1-2; Dt 7.1-2; 1Sm 15.1-3).
Chamada de armadura de Deus (Ef 6.11). Ensinou seu povo a guerrear (2Sm 22.35).
Chamada de armadura da justiça (2Co 6.7).
Fortaleceu seu povo para a guerra (Lv
Chamada de armadura da luz (Rm 13.12).
26.7-8).
Não é carnal (2Co 10.4).
Dá vitória na guerra (Nm 21.3; Dt 2.33;
~oderosa em Deus (2Co 10.4-5).
3.3; 2Sm 23.10; Pv 21.31 (margem)).
E exigida em sua totalidade (Ef 6.13).
Põe-lhe fim (Sl 46.9).
Deve ser usada (Rm 13.12; Ef 6.11).
Espalham os que gostam de guerrear
Deve estar na mão esquerda e na direita
(Sl 68.30).
(2Co 6.7).
A VITÓRIA É
Grandes exércitos engajavam-se nas guer-
ras (2Cr 13.3; 14.9).
De Deus (lCo 15.57; 2Co 2.14).
Por meio de Cristo (Rm 7.25; lCo Armas usadas nas guerras CTs 1.14; J z 18.11).
PRECEDIDA DE
15.27; 2Co 12.9; Ap 12.11).
Pela fé (Hb 11.33-37; lJ o 5.4-5). Consultas (Lc 14.31, com Pv 24.6).
Sobre o diabo (Rm 16.20; lJo 2.14). Grande preparação Gl 3.9).
Sobre a carne (Rm 7.24-25; Gl 5.24). Rumores Gr 4.19; Mt 24.6).
Sobre o mundo (lJo 5.4-5). Freqüentemente duravam muito tempo
Contra tudo que se exalta (2Co 10.5). (2Sm 3.1).
Sobre a morte e a sepultura (Is 25.8; Freqüentemente dolorosas e sangrentas
26.19; Os 13.14; lCo 15.54-55). (lSm 14.22; 1Cr 5.22; 2Cr 14.13; 28.6).
Triunfante (Rm 8.37; 2Co 10.5). GERALMENTE ACOMPANHADA DE
OS VENCEDORES Fome (Is 51.19; Jr 14.15; Lm 5.10).
Comerão do maná escondido (Ap 2.17). Pestilência Gr 27.13; 28.8).
Comerão da árvore da vida (Ap 2.7). Crueldade Gr 18.21; Lm 5.11-14).
Vestirão roupas brancas (Ap 3.5). Devastação (Is 1.7).
Serão colunas no templo de Deus (Ap 3.12). Registros sobre guerras, eram freqüentes
Sentarão com Cristo em seu trono (Nm 21.14).
(Ap 3.21). Geralmente enviadas como castigo pelo
Terão uma pedra branca com seu novo pecado Gz 5.8).
nome (Ap 2.17). OS JUDEUS
Terão poder sobre as nações (Ap 2.26). Eram peritos em guerrear (lCr 12.33,
Terão o nome de Deus escrito neles por 35-36; Ct 3.8).
Jesus Cristo (Ap 3.12). Freqüentemente iam à guerra Gs 6-11;
Terão Deus como seu Deus (Ap 21.7). lRs 14.30; 15.7, 16).
Terão a estrela da manhã (Ap 2.28). ILUSTRAM
Herdarão todas as coisas (Ap 21.7). Nossa luta com a morte (Ec 8.8).
Serão confessados por Cristo diante de A luta dos santos contra o inimigo de
Deus Pai (Ap 3.5). sua salvação (Rm 7.23; 2Co 10.3; Ef
Serão filhos de Deus (Ap 21.7). 6.12; lTm 1.18).
Não sofrerão a segunda morte (Ap 2.11). A luta entre o Anticristo e a Igreja (Ap
Não terão seus nomes riscados do livro 11.7; 13.4, 7).
da vida (Ap 3.5). A maldade dos Ímpios (Sl 55.21).
Ilustrada (Is 9.5; Zc 10.5).
1 HABITAÇÃO

HA~ITAÇÃO DO HEVEUS
ESPIRITO SANTO Descendentes de Canaã (Gn 10.15, 17).
A igreja, como seu templo (1Co 3.16). Supostamente antigos Avim ou Aveus
O corpo dos santos, como seu templo (Dt 2.33; Js 13.3).
(1Co 6.19; 2Co 6.16). Uma das sete nações de Canaã (Dt 7.1).
Promessa aos santos (Ez 36.27). Habitavam perto do Líbano Gz 3.3).
Alegria dos santos (Is 63.11; 2Tm 1.14). Os siquenitas eram parte dos heveus
Plenitude dos santos (At 6.5; Ef 5.18). (Gn 34.2).
É O MEIO DE Os gibeonitas eram parte dos heveus Gs
Revivificação (Rm 8.11). 9.3, 7).
Liderança Go 16.13; Gl 5.18). Esaú casou-se com mulheres desse povo
Frutificação (Gl 5.22). (Gn 36.2). A

Prova de estarem Cristo (Rm8.9; lJo 4.13). Sua terra, prometida a Israel (Ex 3.8;
Prova de adoção (Rm 8,15; Gl 4.5). 23.23).
É permanente (lJo 2.27). Israel recebeu ordem de destruí-los (Dt
QUEM NÃO TEM O ESPÍRITO 7.1-2, 24).
É carnal Gd 19). Uma parte deixada para provar Israel Gz 3.3).
Vive sem Cristo (Rm 8.9). Remanescentes tornaram-se tributários
Oposta à natureza carnal (Gl 5.17). de Salomão (lRs 9.20-21).

HETEUS HIPÓCRITAS
Descendia do filho de Canaã, Hete (Gn Deus os conhece e revela (Is 29.15-16).
10.17). Cristo os conheceu e revelou (Mt 22.18).
CHAMADOS Deus não se agrada deles (Is 9.17).
Filhos de Hete (Gn 23.3, 5, 20). Não se apresentarão diante de Deus Gó
Uma das sete nações de Canaã (Dt 7.1). 13.16).
Habitavam em Hebrom (Gn 23.2-3, 19). DESCRITOS COMO
Governados por reis (lRs 10.29; 2Rs 7.6). Voluntariamente cegos (Mt 23.17, 19, 26).
Suil terra, prometida a Israel (Gn 15.20; Infames (Is 32.6).
Ex 3.8). Justos aos próprios olhos (Is 65.5; Lc
Israel, recebeu ordem de destruí-los (Dt 18.11).
7.1-2, 24). Cobiçosos (Ez 33.31; 2Pe 2.3).
Parte de sua terra, dada a Calebe Gs 14.13). Ostentadores (Mt 6.2, 5, 16; 23.5).
Não foram totalmente destruídos por Censuradores (Mt 7.3-5; Lc 13.14-15).
Israel Gz 3.5). Valorizadores mais das tradições do
Remanescente tornaram-se tributários de que a palavra de Deus (Mt 15.1-3).
Salomão (lRs 9.20-21). Cuidadosos de pormenores, mas negli-
A cidade de Luz, edificada em suas ter- genciam os deveres importantes (Mt
ras Gz 1.26). 23.23-24).
CASAMENTOS MISTOS COM Tendo aparência de piedosos (2T m 3.5).
Esaú (Gn 36.2). Interessados apenas na pureza exterior
Salomão (lRs 11.1-2). (Lc 11.39).
Israel, após a conquista de Canaã Gz 3.5-6). Professam mas não praticam (Ez 33.31-
Israelitas, após o cativeiro (Ed 9.1). 32; Mt 23.3; Rm 2.17-23).
Descendentes, ilustram a decadência dos Adoradores apenas de lábios (Is 29.13,
judeus (Ez 16.3). com Mt 15.8).
PESSOAS NOTÁVEIS Vangloriam-se das aparências (2Co 5.12).
Efrom, Gn 49.30. Abimeleque, lSm Confiam em privilégios humanos Gr
26.6. Urias, 2Sm 11.6, 21. 7.4; Mt 3.9).
HOMEM 1

Aparen temente zelosos das coisas de Sob obrigações de obedecer (Gn 2.16-17).
Deus (Is 58.2). Um tipo de Cristo (Rm 5.14).
Zelosos em seu proselitismo (Mt 23.15). Aprova do por Deus (Gn 1.31).
Devora dores das casas das viúvas (Mt Abenço ado por Deus (Gn 1.28; 5.2).
23.14). Colocado no jardim do Éden (Gn 2.15).
Amam a proemin ência (Mt 23.6-7). Todo tipo de erva e árvores, dado-lhe
Sua adoração, não aceitável a Deus (Is como alimento (Gn 1.29).
1.11-15; 58.3-5; Mt 15.9). Permissão para comer carne, depois do
Sua alegria, passageira OÓ 20.5). dilúvio (Gn 9.3).
Sua esperança, desaparece CTó 8.13; 27.8-9). Não era bom que ficasse sozinho (Gn 2.18).
Amont oam ira CTó 36.13). Mulher , formada para ser-lhe ajudadora
O terror os surpree nderá (Is 33.14). (Gn 21.2-25).
Destroe m pela calúnia (Pv 11. 9). POSSUI
No poder, são armadilhas CTó 34.30). Alma (Lc 12.20; At 14.22; 1Pe 4.19).
A apostasia será abundante neles (1T m 4.2). Consciência (Rm 2.15; 1Tm 4.2).
Cuidad o com seus princípios (Lc 12.1). Corpo (Mt 6.25).
Seu espírito, impede o crescim ento na Entend imento (Ef 1.18; 4.18).
graça (1Pe 2.1). Espírito (Pv 18.14; 20.17; 1Co 2.11).
Pesares contra eles (Is 29.15; Mt 23.13). Memór ia (Gn 41.9; 1Co 15.2).
Seu castigo Qó 15.34; Is 10.6; Jr 42.20, Sentimentos (1Cr 29.3; Cl 3.2).
22; Mt 24.51). Vontad e própria (1Co 9.17; 2Pe 1.21).
Ilustrados (Mt 23.27-28; Lc 11.44). Consecutivas gerações, criadas por Deus
EXEMPLOS 0-ó 10.8-11; 31.15).
Caim, Gn 4.3. Absalão, 2Sm 15.7-8. Os Tremen da e maravilhosamente feito (Sl
judeus, Jr 3.10. Os fariseus, etc., Mt 16.3. 139.14).
Judas, Mt 26.49. Os herodianos, Me 12.13, De todas as nações, feito de um só sangue
15.Ananias, At 5.1-8. Simão, At 8.13-23. (At 17.26).
Ganhou vida pelo sopro de Deus (Gn 2.7;
HOME M,O 7.22; Jó 33.4).
Criado para Deus (Pv 16.4, comAp 4.11). Feito sábio pela inspiração do Todo-Po-
O plano criativo de Deus, finalizado com deroso CT ó 32.8-9).
sua feitura (Gn 2.5, 7). Inferior aos anjos (Sl 8.5, com Hb 2.7).
Não traz lucro a Deus CTó 22.2; Sl 16.2). É da terra (1Co 15.47).
Indigno do favor de Deus CTó 7.17; Sl 8.4). Naturez a e constituição, diferentes das
CRIADO de outras criaturas (1Co 15.39).
Por Deus (Gn 1.27; Is 45.12). Mais valioso do que as outras criaturas
Por Cristo Qo 1.3; Cl 1.16). (Mt 6.26; 10.31; 12.12).
Pelo Espírito Santo CTó 33.4). Mais sábio do que as outras criaturas Oó
Depois de consult a entre a Trindad e 35.11).
(Gn 1.26). Recebeu domíni o sobre as outras criatu-
No sexto dia (Gn 1.31). ras (Gn 1.28; Sl 8.6-8).
Sobre a terra (Dt 4.32; Jó 20.4). Deu nomes às demais criaturas (Gn 2.19-
Do pó (Gn 2.7; Jó 33.6). 20).
À imagem de Deus (Gn 1.26-27; lCo 11.7). Seu intelect o, amadur ece com a idade
À semelhança de Deus (Gn 1.26; Tg3.9). (1Co 13.11).
Homem e mulher (Gn 1.27; 5.2). CHAMADO DE
Ser vivente (Gn 2.7; 1Co 15.45). Caco de barro (Is 45.9).
Em justiça (Ec 7.29). Verme Qó 25.6).
Em conhec imento (inferido) (Cl 3.10). Insensato CTó 11.12; Tg 2.20).
1 HOMICÍDIO

Carne (Gn 6.12; Jl 2.28). Todos os seus caminhos, justos a seus


COMPARADO próprios olhos (Pv 16.2).
À erva (Is 40.6-8; lPe 1.24). CRISTO
Ao barro nas mãos do oleiro (Is 64.8; Conhecia seu coração (Jo 2.25).
, Jr 18.2,6). Assumiu sua natureza (J o 1.14; Hb
A vaidade (Sl 144.4). 2.14, 16).
A um sono (Sl 90.5). Foi feito à semelhança dele (Fp 2.7).
A um filhote de jumento selvagem Foi encontrado em forma humana (Fp 2.8).
(Jó 11.12). Foi aprovado por Deus como homem
Originariamente nu e não envergonha- (At 2.22).
do (Gn 2.25).
Chamado de segundo homem, como
Desobedeceu a Deus ao comer parte do
cabeça da igreja (1Co 15.47).
fruto proibido (Gn 3.1-12).
Encheu-se de vergonha após a queda
É o cabeça de todo o homem (1Co 11.3).
(Gn 3.10). Um refúgio como homem, aos peca-
Cobriu-se com folhas de figueira (Gn 3.7). dores (Is 32.2).
Deus o cobriu com pele de animal (Gn3.21). Como homem, causa da ressurreição
Castigado pela desobediência (Gn 3.16-19). (1Co 15.21-22).
Banido do paraíso (Gn 3.23-24). Será recompensado de acordo com suas
Envolveu a posteridade na ruína (Rm obras (Sl 62.12; Rm 2.6).
5.12-19). Não tem poder sobre a morte (Ec 8.8).
Busca muitas intrigas (Ec 7.29). Daria todos os seus bens para preservar
Nasce em pecado (Sl 51.5). a vida (J Ó 2.4).
Nasce para as dificuldades (Jó 5.7). Capaz de agüentar aflições corporais (Pv
Tem seu tempo determinado na terra Gó 7.1). 18.14).
Seus dias, comparados á sombra (1 Cr 29 .15). Rende-se sob a mente atribulada (Pv 18.14).
Seus dias, como os de um assalariado Gó 7.1). Não devemos confiar no homem (Sl
Seus dias são poucos (Jó 14.1). 118.8; Is 2.22).
Normas do limite de sua vida (Sl 90.10). Sua ajuda é inútil (Sl 60.11).
Desconhece o que lhe é bom (Ec 6.12). Sua responsabilidade essencial (Ec 12.13).
Desconhece o que vem depois dele (Ec 10.14).
Não aproveita todo o seu trabalho e fa- HOMICÍDIO
diga (Ec 2.22; 6.12). Diferenciado do matar involuntário (Êx
Não pode dirigir seus caminhos (Jr 10.23; 21.13-14; Nm 35.16-21, 25).
Pv 20.24). JUSTIFICÁVEL
Caminha numa sombra inútil (Sl 39.6).
Matar pessoas condenadas pela lei (Gn
DEUS
Instrui o homem (Sl 94.10). 9.6; Ex 35.2; Lv 24.16). A

Ordena seus passos (Pv 5.21; 20.24). Matar um ladrão à noite (Ex 22.2).
Prepara seu coração (Pv 16.1). Matar inimigos durante a batalha (Nm
Capacita-o a falar (Pv 16.1). 31.7-8).
Preserva-o (Jó 7.20; Sl 36.6). Matar um homicida, por alguém da
Providencia suas necessidades (Sl família (Nm 35.27).
145.15-16). INVOLUNTÁRIO
Destrói suas esperanças (Jó 14.19). Matar sem inimizade (Nm 35.22).
Torna sua ira em louvor (Sl 76.10). Matar sem premeditação (Êx 21.13;
Faz sua beleza desaparecer (Sl 39.11). Nm 35.22).
Desvia-o à destruição (Sl 90.3). Matar acidentalmente (Nm 35.23; Dt 19.5).
Não pode justificar-se diante de Deus (J ó O vingador do sangue poderia matar os
9.2; 25.4; Sl 143.2; Rm 3.20). culpados de homicídio involuntário
Não pode purificar-se (Jó 15.14; Jr 2.22). (Nm 35.19, 27).

~
HUMILDADE 1

Proteção oferecida nas cidades de refúgio OS SANTOS DEVEM


aos culpados de homicídio involuntário Revestir-se dela (CI 3.12).
(Nm 35.11, 15). Envolver-se nela (1Pe 5.5).
Aprisionamento nas cidades de refúgio, Viver em humildade (Ef 4.1-2).
castigo para homicidas involuntários Ter cuidado com a falsa humildade (CI
(Nm 35.25, 28). 2.18, 23).
As aflições visam produzi-la (Lv 26.41;
HOSPITALIDADE Dt 8.3; Lm 3.20).
Ordenada (Rm 12.13; 1Pe 4.9). Falta de humildade, condenada (2Cr
Exigida dos ministros (lTm 3.2; Tt 1.8). 33.23; 36.12; Jr 44.10; Dn 5.22).
Uma prova do caráter cristão (1Tm 5.10). Julgamentos temporários desviados por
MOSTRADA ESPECIALMENTE AOS ela (2Cr 7.14; 12.6-7).
Estrangeiros (Hb 13.2). Sua excelência (Pv 16.19).
Pobres (Is 58.7; Lc 14.13). Sua bênção (Mt 5.3).
Inimigos (2Rs 6.22-23; Rm 12.20). EXEMPLOS
Encorajada (Lc 14.14; Hb 13.2). Abraão, Gn 18.27. Jacó, Gn 32.10.
EXEMPLOS Moisés, Êx 3.11; 4.10. Josué, Js 7.6.
Melquizedeque, Gn 14.18. Abraão, Gn Gideão, Jz 6.15. Davi, 1Cr 29.14.
18.3-8. Ló, Gn 19.2-3. Labão, Gn 24.31. Ezequias, 2Cr 32.26. Manassés, 2Cr
Jetro, Êx 2.20. Manoá,Jz 13.15. Samuel, 33.12.Josias, 2Cr 34.27.Jó,Jó 40.4; 42.6.
lSm 9.22. Davi, 2Sm 6.19. Barzilai, Isaías, Is 6.5. Jeremias, J r 1.6. João Batis-
2Sm 19.32. A sunamita, 2Rs 4.8. ta, Mt 3.14. O centurião, Mt 8.8. A
Neemias, Ne 5.17. Jó, Jó 31.17, 32. Za- mulher cananéia, Mt 15.27. Isabel, Lc
queu, Lc 19.6. Os samaritanos, Jo 4.40. 1.43. Pedro, Lc 5.8. Paulo, At 20.19.
Lídia, At 16.15. Jason, At 17.7. Mna-
som, At 21.16. O povo de Melita, At HUMILDADE DE CRISTO
28.2. Públio, At 28.7. Gaio, 3Jo 5,6. Declarada por ele mesmo (Mt 11.29).
DEMONSTRADA EM
HUMILDADE Tomar a forma de homem (Fp 2.7;
Necessária ao serviço de Deus (Mq 6.8). Hb 2.16).
O exemplo de Cristo (Mt 11.29;Jo 13.14- Seu nascimento (Lc 2.4-7).
15; Fp 2.5-8). Sua sujeição aos pais (Lc 2.51).
Uma característica dos santos (SI 34.2). Sua posição na vida (Mt 13.55;Jo 9.29).
OS HUMILDES Sua pobreza (Lc 9.58; 2Co 8.9).
São considerados por Deus (SI 138.6; Participar de nossas enfermidades (Hb
Is 66.2). 4.15; 5.7).
São ouvidos por Deus (Sl 9.12; 10.17). Sua submissão às ordenanças (Mt 3.13-15).
Tornar-se servo (Mt 20.28; Lc 22.27;
Gozam da presença de Deus (Is 57.15).
Fp 2.7).
São livrados por Deus (Jó 22.29).
Associar-se com os desprezados (Mt
São elevados por Deus (Tg 4.10). 9.10-11; Lc 15.1-2).
São exaltados por Deus (Lc 14.11; 18.14). Recusar honrarias (To 5.41; 6.15).
São os maiores no reino de Deus (Mt Sua entrada em Jerusalém (Zc 9. 9, com
18.4; 20.26-28). Mt 21.5, 7).
Recebem mais graça (Pv 3.34; Tg 4.6). Lavar os pés dos discípulos (To 13.5).
São considerados em honra (Pv 18.12; Sua obediência (To 6.38; Hb 10.9).
, 29.23). Sua submissão aos sofrimentos (Is 50.6;
E superior à honra (Pv 15.33). 53.7, com At 8.32; Mt 26.37-39).
Resulta em riquezas, honra e vida (Pv 22.4). Expor-se às repreensões e zombarias (SI
22.6; 69.9, com Rm 15.3; Is 53.3).
1 HUMILDADE

Sua mort e Qo 10.15, 17-18; Fp 2.8; Hb Causou-lhe desprezo (Me 6.3; Jo 9.29).
12.2). Resu ltou em sua exaltação (Fp 2.9).
Os santos devem imitá-lo (Fp 2.5-8).
1 IGNORÂNCIA

IDOLATRIA Estão alienados de Deus (Ez 14.5).


Proibida (Êx 20:2-3; Dt 5.7). Abandonam Deus (2Rs22.17;Jr 16.11).
CONSISTE EM Odeiam Deus (2Cr 19.2-3).
Curvar-se perante imagens (Êx 20.5; Provocam a Deus (Dt 31.20; Is 65.3;
Dt 5.9). Jr 25.6).
Adorar imagens (Is 44.17; Dn 3.5, 10, 15). São fúteis em seus pensamentos (Rm 1.21).
Sacrificar a imagens (Sl 106.38; At 7.41). São ignorantes e tolos (Rm 1.21-22).
Ardem em si mesmos (Is 57.5).
Cultuar outros deuses (Dt 30.17; Sl 81.9).
Jurar por outros deuses (Êx23.13;Js23.7). Apegam-se a seus erros ar 8.5).
Seguir outros deuses (Dt 8.19). São levados pela idolatria (1Co 12.2).
Seguem à idolatria em seus corações
Falar em nome de outros deuses (Dt
(Ez 20.16).
18.20).
Buscar outros deuses (Os 3.1).
Enlouquecem-se na idolatria ar 50.38).
Vangloriam-se dela (Sl 97.7).
Servir a outros deuses (Dt 7.4; Jr 5.19).
Têm comunhão com os demônios (1 Co
Temer outros deuses (2Rs 17.35).
10.20).
Sacrificar a outros deuses (Êx 22.20).
Aconselham-se com seus ídolos (Os 4.12).
Cultuar o verdadeiro Deus diante de
Buscam livramento nos ídolos (Is 44.17;
uma imagem, etc. (Êx 32.4-6, com Sl
45.20).
106.19-20).
Juram por seus ídolos (Am 8.14).
Cultuar os anjos (Cl 2.18). Objetos da idolatria, numerosos (1Co 8.5).
Cultuar as hostes celestiais (Dt 4.19; 17.3). SEUS OBJETOS, DESCRITOS COMO
Cultuar os demônios (J'vit 4.9-10; Ap 9.20). Deuses estranhos (Gn 35.2, 4;Js 24.20).
Cultuar os mortos (Sl 106.28).
Estabelecer ídolos no coração (Ez 14.3-4).
Outros deuses az 2.12-13; 1Rs 14.9).
Novos deuses (Dt 32.17; Jz 5.8).
Cobiça (Ef 5.5; Cl 3.5). Deuses que não podem salvar (Is 45.20).
, Sensualidade (Fp 3.19). ar
Deuses que não criaram o céu 10.11).
E transformar a glória de Deus em ima-
, gem (Rm 1.23, com At 17.29).
Não são deuses ar 5.7; Gl 4.8).
Deuses de fundição (Êx 34.17; Lv 19.4).
E mudar a verdade de Deus em mentira Imagens de fundição (Dt 27.15; Hb 2.18).
, (Rm 1.25, com Is 44.20). Imagens esculpidas (Is 45.20; Os 11.2).
E obra da carne (Gl 5.19-20). Deuses inertes (Dt 4.28; Sl 115.5,7).
Incompatível com a obra de Deus (Gn Deuses mudos (Hc 2.18; 1Co 12.2).
35.2-3; Js 24.23; 1Sm 7.3; 1Rs 18.21; Imagens de pedra (Hc 2.19).
2Co 6.15-16). Imagens de pedra e madeira Qr 3. 9;
DESCRITA COMO Os 4.12).
Uma abominação a Deus (Dt 7.25). Abominações (Is 44.19; Jr 32.34).
Desprezível a Deus (Dt 16.22; Jr 44.4). !magens de abominação (Ez 7.20).
Inutilidade e insensatez (Sl 115.4-8; Is Idolos de abominação (Ez 16.36).
44.19; Jr 10.3). Pedras de tropeço (Ez 14.3).
Sangrenta (Ez 23.39). Mestres de mentiras (Hc 2.18).
Abominável (1Pe 4.3). Ventos e confusão (Is 41.29).
Sem proveito az10.14; Is 46.7). Nada (Is 41.24; 1Co 8.4).
Irracional (At 17.29; Rm 1.21-23). Indefesos ar 10.5).
Contaminadora (Ez 20.7; 36.18). Vaidade Qr 18.15).
OS IDÓLATRAS Vaidades dos gentios ar 14.22).
Esquecem-se de Deus (Dt 8.19;Jr 18.15). Fabricar ídolos com propósitos idólatras,
Afastam-se de Deus (Ez 44.10). descrito e ridicularizado (Is 44.10°20).
Mancham o nome de Deus (Ez 20.39). Pecadores obstinados condenados à idola-
Contaminam o santuário (Ez 5.11). tria (Dt 4.28; 28.64; Os 4.17).

~
IDOLATRIA 1

Advertências contra (Dt 4.15-19). 2Rs 19.37.Manassés, 2Rs 21.4-7.Amom,


Exortações para desviar-se dela (Ez 14.6; 2Rs 21.21. Acaz, 2Cr 28.3. Judá, Jr
20.7; At 14.15). 11.13. Nabucodonozor, Dn 3.1. Belsazar,
Renunciada na conversão (1Ts 1.9). Dn 5.23. Povo de Listra, At 14.11-12.
Leva a pecados abomináveis (Rm 1.26- Os atenienses, At 17.16. Os efésios, At
32; At 15.20). 19.28.
OS SANTOS DEVEM ZELO CONTRA-EXEMP LIFICADO
Afastar-se dela CTs 23.7; 1Jo 5.21). Asa, lRs 15.12.]osias, 2Rs23.5.]eosafá, 2Cr
Fugir dela (1Co 10.14). 17.6. Israel, 2Cr 31.1.Manassés, 2Cr 33.15.
Não ter ligações com ela, em suas ca- Todas as formas, proibidas pela lei de
sas (Dt 7.26). Moisés (Êx 20.4-5).
Não participar de nada ligado a ela Todas as nações pagãs, dadas à idolatria
(1Co 10.19-20). (Sl 96.5; Rm 1.23, 25; lCo 12.2).
Não ter ligações religiosas com idóla- Levou os pagãos a pensar que seus deuses
tras 0-s 23.7; 1Co 5.11). visitavam a terra em forma corpórea
Não fazer alianças com idólatras (Êx (At 14.11).
34.12, 15; Dt 7.2). Levou os pagãos a considerar a influên-
Não se casar com idólatras (Êx 34.16; cia de seu deuses apenas local (lRs
Dt 7.3). 20.23; 2Rs 17.26).
Testificar contra a idolatria (At 14.15; SEUS OBJETOS
19.26). Astros celestiais (2Rs 23.5; At 7.42).
Recusar-se a participar dela, ainda que Anjos (Cl 2.18).
sob ameaça de morte (Dn 3.18). Espíritos dos mortos (1Sm 28.14-15).
Os santos são protegidos dela por Deus Criaturas terrenas (Rm 1.23).
(1Rs 19.18, com Rm 11.4). Imagens (Dt 29.17; Sl 115.4; Is 44.17).
Os santos rejeitam a adoração idólatra Templos construídos para cultos idóla-
(At 10.25-26; 14.11-15). tras (Os 8.14).
Os anjos recusam a adoração idólatra (Ap Altares construídos à idolatria (lRs 18.26;
22.8-9). Os 8.11).
Sua destruição, prometida (Ez 36.25; Zc Acompanhada porfestas (2Rs 10.20; lCo
13.2). 10.27-28).
Tudo ligado à idolatria será destruído (Êx OBJETOS ADORADOS
34.13; Dt 7.5; 2Sm 5.21; 2Rs 23.14). Com sacrifícios (Nm 22.40; 2Rs 10.24).
Pesares anunciados contra ela (Hc 2.19). Com libações (Is 57.6; Jr 19.13).
Maldição pronunciada contra ela (Dt Com incensos CTr 48.35).
27.15). Com orações (lRs 18.26).
SEU CASTIGO Com cânticos e danças (Êx 32.18-19;
Sentença de morte (Dt 17.2-5). lRs 18.26 (marg.); lCo 10.7).
Julgamentos terríveis que terminam Prostrando-se diante deles (lRs 19.18;
em morte CTr 8.2; 16.1-11). 2Rs 5.18).
Banimento CT r 8.3; Os 8.5-8; Am 5.26-27). Com beijos (lRs 19.18; Os 13.2).
Exclusão do céu (1Co 6.9-10; Ef 5.5; Com o beijar-lhes as mãos CTó 31.26-27).
Ap 22.15). Com flagelo auto-imposto (lRs 18.28).
Tormentos eternos (Ap 14.9-11; 21.8). Queimando as crianças (Dt 12.31; 2Cr
EXEMPLOS 33.6; Jr 19.4-5; Ez 16.21).
Israel, Êx 32.1; 2Rs 17.12. Os filisteus, Nos templos (2Rs 5.18).
Jz 16.23. Mica, Jz 17.4-5. ]eroboão, lRs Nos lugares alt;_os (Nm 22.41; Jr 2.20).
12.28. Maaca, lRs 15.13. Acabe, lRs Nos bosques (Ex 34.13).
16.31. ]ezabel, lRs 18.19. Senaqueribe, Debaixo de árvores (Is 57.5; Jr 2.20).
1 IDOLATR IA

Em casas particulares CTz 17.4-5). Proibidos de praticá-la (Êx20.l-5; 23.24).


No topo das casas (2Rs 23.12; Sf 1.5). Freqüentement<:._ misturavam-na com o
Em lugares secretos (Is 57.8). culto a Deus (Ex 32.1-5; lRs 12.27-28).
Seus rituais, obsceno s e impuro s (Êx Seguiram o exemplo dos cananeus CTz
32.25; Nm 25.1-3; 2Rs 17.9; Is 57.6,8- 2.11-13; 1Cr 5.25).
9; lPe 4.3). Seguiram o exemplo dos sírios CTz 10.6)
Adivinhação, ligada à idolatria (2Cr 33.6). Seguiram o exemplo dos moabitas (Nm
Vitimas sacrificadas, geralmente adorna- 25.1-3).
das com guirlandas (At 14.13). Seguiram o exemplo dos assírios (Ez
ÍDOLOS, ETC., MENCIONADOS NA BÍBLIA 16.28-30; 23.5-7).
Adrameleque (2Rs 17.31). Adotad a por Salomão (lRs 11.5-8).
Anameleque (2Rs 17.31). Adotad a pelos reis maus (1Rs 21.26; 2Rs
Asima (2Rs 17.30). 21.21; 2Cr 28.2-4; 33.3, 7).
Astarte CTz 2.13; 1Rs 11.33). O exemplo dos reis incentivou os israeli-
Baal CTz 2.11-13; 6.25). tas à idolatri a (lRs 12.30; 2Rs 21.11;
Baal-berite CTz 8.33; 9.4, 46). 2Cr 33.9).
Baal-peor (Nm 25.1-3). Prevaleceu grandem ente em Israel (Is
Baal-zebude (2Rs 1.2, 16). 2.8; Jr 2.28; Ez 8.10).
Baal-zefom (Ex 14.2). É abando nar mesmo a Deus CTr 2.9-13).
Bel CT r 50.2; 51.44). Os reis bons de Judá tentaram destruí-la
Camas (Nm 21.29; lRs 11.33). (2Cr 15.16; 34.7).
Meroda que CTr 50.2). Cativei ro de Israel, causado pela idola-
Dagom CTz 16.23; lSm 5.1-3). tria (2Rs 17.6-18).
Diana (At 19.24, 27). Cativei ro de Judá, causado pela idolatria
Huzabe (Na 2.7). (2Rs 17.19-23).
Júpiter (At 14.12).
Mercúr io (At 14.12). IGNORÂNCIA SOBRE DEUS
Moloqu e ou Milcom (Lv 18.21; 1Rs É não conhece r a Cristo CT o 8.19).
11.5, 33). EVIDÊNCIADA POR
Quium (Am 5.26). Falta de amor (lJo 4.8).
Nergal (2Rs 17.30). Não guardar seus mandamentos (lJo 2.4).
Nebo (Is 46.1). Viver em pecado (Tt 1.16; lJo 3.6).
Nibaz e Tartaqu e (2Rs 17.31). RESULTA EM
Nisroqu e (2Rs 19.37). Erro (Mt 22.29).
Rainha dos céus CTr 44.17, 25). Idolatria (Is 44.19; At 17.29-30).
Renfã (At 7.43). Alienação de Deus (Ef 4.18).
Rimom (2Rs 5.18). Pecados da luxúria (1 Ts 4.5; lPe 1.14).
Sucote-benote (2Rs 17.30). Perseguição aos santos CTo 15.21; 16.3).
Tamuz (Ez 8.14). Não é desculpa para o pecado (Lv 4.2;
Seus objetos, levados em procissã o (Is Lc 12.48).
46.7; Am 5.26; At 7.43). Os Ímpios vivem em estado de ignorân-
Sua presença entre o povo que professa cia CTr 9.3; Jo 15.21; 17.25; At 17.30).
ser de Deus, notada há muito tempo Os Ímpios escolhem viver na ignorância
(Gn 31.19, 30; 35.1-4; Js 24.2). CTó 21.14; Rm 1.28).
OS JUDEUS Seu castigo (Sl 79.6; 2Ts 1.8).
Pratica ram a idolatri a no Egito CT s OS MINISTROS DEVEM
24.14; Ez 23.3, 19). Ter compaixão dos que vivem na ig-
Levaram ídolos do Egito consigo (Ez norânci a (Hb 5.2; 2Tm 2.24-25).
23.8, com At 7.39-41). Trabalh ar para removê-la (At 17.23).
IGREJA 1

EXEMPLOS IGREJA DE ISRAEL


Faraó, Êx 5.2. Os israelitas, SI 95.10; Is Estabelecida por Deus (Dt 4.5-14; 26.18,
1.3. Os falsos profetas, Is 56.10-11. Os com At 7.35, 38).
judeus, Lc 23.34. Nicodemos,Jo 3.10. Os Admiss ão, feita por circunc isão (Gn
gentios, Gl 4.8. Paulo, 1Tm 1.13. 17.10-14).
IGREJA, A Todos os israelitas eram membros (Rm 9.4).
Relativamente santa (Êx 31.13; Nm 16.3).
Pertenc e a Deus (1Tm 3.15). POSSUÍA
Corpo de Cristo (Ef 1.23; Cl 1.24). Um lugar indicado para culto JDt 12.5).
Cristo, alicerce (1Co 3.11; Ef 2.20; 1Pe Ordena nças estabelecidas (Ex 18.20;
2.4, 6). Hb 9.1, 10).
Cristo, cabeça (Ef 1.22; 5.23). Festas estabelecidas (Lv 23.2; Is 1.14).
Amada por Cristo (Ct 7.10; Ef 5.25). Ministr o ordenad o (Êx 29.9; Dt 10.8).
Compr ada pelo sangue de Cristo (At A manifestação da presenç a divina (Êx
20.28; Ef 5.25; Hb 9.12).
29.~5-4?; Lv_2?.11-12; 1Rs 8.10-11).
Santificada e purificada por Cristo (1Co
Uma 1greia esp1ntual em seu meio (Rm
6.11; Ef 5.26-27).
9.6-8; 11.2-7).
Sujeita a Cristo (Rm 7.4; Ef 5.24).
Tinha aliança com Deus (Dt 4.13, 23;
Objeto da graça de Deus (Is 27.3; 2Co 8.1).
At 3.25).
Revela a sabedoria de Deus (Ef 3.10).
Deposit ária do mandad o santo (Rm 3.2).
J?emon stra os louvore s de Deus (Is 60.6).
CHAMADA
E defendida por Deus (SI 89.18; Is 4.5;
Congregação de Israel (Êx 12.47; Lv 4.13).
49.25; Mt 16.18).
Congre gação do Senhor (Nm 27.17;
Deus provê ministro s para ela Qr 3.15;
Ef 4.11-12). 31.16).
Deus é glorificado por meio dela (Ef 3.21). Seus privilégios (Rm 9.4).
Eleita (1Pe 5.13). Admissão de prosélitos (Nm 9.14; 15.15, 29).
Glorios a (SI 45.13; Ef 5.27). Sustentada pelo povo (Ex 34 .20; Dt 16.17).
ELEMENTOS DO CULTO
Revestida de justiça (Ap 19.8).
O Senhor lhe acrescenta continu amente Sacrifíc ioJÊx 10.25; Lv 1.2; Hb 10.1).
os convert idos (At 2.47; 5.14; 11.24). Oração (Ex 24.1; SI 5.7; 95.6).
Sua unidade (Rm 12.5; 1Co 10.17; 12.12; Louvor (2Cr 5.13; 30.21).
Gl 3.28). Leitura da palavra de Deus (Êx 24.7;
Por um Espírito , os santos são batizados Dt 31.11).
nela (1Co 12.13). Pregação (Ne 8.4, 7).
Aos ministr os é dada a ordem de ali- Vínculo dos judeus a ela Qo 9.28-29; At 6.11).
, mentá-la (At 20.28). EXIGÊNCIAS AOS MEMBROS
E edificada na palavra (1Co 14.4, 13; Ef Que soubessem os decretos (Lv 10.11).
, 4.15-16). Que obedec essem aos decreto s (Dt
E perseguida pelos Ímpios (At 8.1-3; 1Ts 16.12).
2.14-15). Que participassem dos cultos (Êx 23.17).
Não deve ser desprezada (lCo 11.22). Que se mantivessem distantes, enquanto
Quem contaminá-la será castigado (1Co impuros (Lv 13.46; 15.31; Nm 5.2-4).
3.17). Excom ungado s por ofensas graves
Profecia a respeito de sua extensão (Is 2.2; (Nm 15.30-31; 19.20).
Ez 17.22-24; Dn 2.34-35; Hc 2.14). Pessoas excluídas (Êx 12.48; Dt 23.1-4;
Ez 44.7, 9).
Um tipo da igreja de Cristo (Gl 4.24-26;
Hb 12.23).
1 ILUDIR-SE

ILUDIR-SE Uso de armadura (Rm 13.12; 2Co 6.7;


Característica dos Ímpios (Sl 49.18). Ef 6.11-17).
A prosperidade geralmente conduz a isso Soldados, não podiam se envolver com
(Sl 30.6; Os 12.8; Lc 12.17-19). cuidados da vida (2Tm 2.4).
Pecadores obstinados entregam-se a isso Dificuldades suportadas pelos soldados
(Sl 81.11-12; Os 4.17; 2Ts 2.10-11). (2Tm 2.3).
EXIBIDO NO PENSAR QUE Camarada especial do soldado, que
~ossos caminhos são corretos (Pv 14.12). compartilhava de suas lutas e perigos
E preciso aderir às práticas estabeleci- (Fp 2.25).
das dos Ímpios CTr 44.17). Perigo de as sentinelas dormirem (Mt
Somos puros (Pv 30.12). 28.13-14).
Somos melhores (Lc 18.11). Retirados das fileiras os soldados cul-
Somos ricos em coisas espirituais (Ap pados de crimes (Ap 3.5).
3.17). Coroação dos soldados que se distin-
Teremos paz mesmo em pecado (Dt guiam (2Tm 4.7-8).
29.19). Triunfo dos generais vitoriosos (2Co
Estamos acima das adversidades (Sl 10.6). 2.14-16; Cl 2.15).
Nossos dons nos garantem o céu (Mt Diferentes oficiais militares, etc. (At
7.21-22). 21.31; 23.23-24).
Privilégios nos garantem o céu (Mt 3.9; Regimento italiano e de Augusto (At
Lc 13.25-26). 10.1; 27.1).
Deus não punirá nossos pecados (Sl ALUSÕES A ASSUNTOS JURÍDICOS

10.11; Jr 5.12). Acusados, interrogados por flagelo (At


Cristo não nos julgará (2Pe 3.4). 22.24, 29).
Nossas vidas serão prolongadas (Is Criminosos, entregues aos soldados
56.12; Lc 12.19; Tg 4.13). para execução (Mt 27.26-27).
Geralmente preservado até o fim (Mt Acusação escrita, colocada sobre a ca-
7.22; 25.11-12; Lc 13.24-25). beça dos executados CTo 19.19).
Conseqüências fatais (Mt 7.23; 24.48-51; Roupas dos executados, dadas aos sol-
Lc 12.20; 1Ts 5.3). dados (Mt 27.35; Jo 19.23).
EXEMPLOS Prisioneiros, acorrentados aos solda-
Acabe, 1Rs 20.27, 34. Os israelitas, Os dos, como segurança (At 21.33, com
12.8. Os judeus, Jo 8.33, 41. A igreja de At 12.6; 2Tm 1.16, com At 28.16).
Laodicéia, Ap 3.17. Babilônia, Is 47.7-11. Acusadores e acusados se confronta-
vam (At 23.35; 25.16-19).
IMPÉRIO ROMANO Acusados, protegidos da violência
Chamado de mundo devido à sua exten- popular (At 23.20, 24-27).
são (Lc 2.1). Autoridades, investidas de poder de
REPRESENTADO vida e morte CTo 18.31, 39-40; 19.10).
Pelas pernas de ferro na visão de Nabu- Todos os apelos eram dirigidos ao im-
codonosor (Dn 2.33, 40). perador (At 25.11-12).
Pela fera terrível na visão de Daniel (Dn Quem apelasse para César era levado a
7.7, 19). ele (At 26.32).
Roma, sua capital (At 18.2; 19.21). ALUSÕES À CIDADANIA

Judéia, sua província, sob um governa- Comprada (At 22.28).


dor (Lc 3.2; At 23.24, 26; 25.1). Direito de nascimento (At 22.28).
ALUSÃO A ASSUNTOS MILITARES Isenta da humilhação do flagelo (At
Obediência estrita a superiores (lvlt 8.8-9). 16.37-38; 22.25).
INCREDULIDADE 1

ALUSÕES AOS JOGOS GREGOS ADOTADOS OFERECIDO


Lutas de gladiadores (1Co 4.9; 15.32). Em incensários (Lv J9.5; Nm 16.17, 46).
Corrida s pedestres (lCo 9.24; Fp 2.16; No altar de ouro (Ex 30.1, 6; 40.5).
3.11-14; Hb 12.1-2). De manhã e à noite (Êx 30.7-8).
Lutas (Ef 6.12). Perpetu amente (Êx 30.8).
Treinamento de combatentes (1Co 9.25, Pelo sumo sacerdote no Santo dos San-
27). tos, no dia da expiação (Lv 16.12-13).
Coroaç ão dos vitoriosos (lCo 9.25; Fp Com o fogo do altar das ofertas quei-
3.14; 2Tm 4.8). madas (Lv 16.12; Nm 16.46).
Observação de regras dos jogos (2Tm 2.5). Seu oferecimento, limitado aos sacerdo-
IMPERADORES MENCIONADOS tes (Lc 1.9).
Tibério (Lc 3.1). Os judeus oravam pela ocasião do ofere-
August o (Lc 2.1). cimento (Lc 1.10).
Cláudio (At 11.28). Designado para a expiação (Nm 16.46-47).
Nero (Fp 4.22; 2Tm 4.17). Colocad o nas ofertas de carnes (Lv 2.1-
PREVISÕES A RESPEITO 2, 15-16; 6.15).
Seu domíni o universal (Dn 7.23). Era responsabilidade dos levitas (1 Cr 9.29).
Sua divisão em dez partes (Dn 2.41-43; Usado em cultos idólatras CTr 48.35).
7.20, 24). OS JUDEUS
Origem do poder papal (Dn 7.8, 20-25). Incenso não aceito por causa do peca-
do deles (Is 1.13; 66.3).
INCENSÁRIOS Ofereci am incenso aos ídolos, em al-
Para queimar incenso (Lv 10.1; 2Cr 26.19). tares de tijolos (Is 65.3).
FEITOS DE Punido s por oferece rem incenso aos
Bronze (Nm 16.39). ídolos (2Cr 34.25).
Ouro (lRs 7.50). Nadabe e Abiú destruí dos por ofere-
Havia um de ouro no lugar santíssimo cerem incenso com fogo estranh o (Lv
(Hb 9.4). 10.1-2).
Instruções para sua remoção (Nm 4.14). Coré e seus compan heiros punidos por
Normal mente usado em cultos idólatras oferecerem incenso (Nm 16.16-35).
(Ez 8.11). Uzias castigado por oferecer incenso (2Cr
Os de Corá e de outros foram transfor- 26.16-21).
mados em chapas para cobrir o altar Presenteado a Cristo pelos sábios do Ori-
(Nm 16.18, 39). ente (Mt 2.11).
Tipifica m a interces são de Cristo (Ap ILUSTRAM
8.3, 5). Os méritos de Cristo (Ap 8.3-4).
Oração (Sl 141.2; Ml 1.11; Ap 5.8).
INCENSO
Trazido de Sabá CTr 6.20). INCREDULIDADE
Ervas aromáticas (Ct 4.6, 14). É pecado CTo 16.9).
Um artigo de extenso comérc io (Ap Inseparável da impure za (Tt 1.15).
18.13). Todos, por natureza, incluídos (Rm 11.32).
Comum , não deveria ser oferecido a Deus PROCEDE
(Êx 30.9). De um coração mau (Hb 3.12).
Para o culto a Deu~, misturado a especia- Da morosidade do coração (Lc 24.25).
rias aromáticas (Ex 25.6; 37.29). Da dureza do coração (Me 16.14; At 19.9).
Receita para sua mistura (Êx 30.34-36). Do desapego do coração para com a
Só os sacerdotes podiam oferecê-lo (Nm verdade CTo 8.45-46).
16.40; Dt 33.10). De cegueira judicial CT o 12.39-40).
1 INCRÉ DULO S

De não ser ovelha de Crist o Qo 10.26). EXEMPLOS


Da cegueira causada pelo diabo (2Co 4.4). Eva, Gn 3.4-6.MoiséseArão, Nm2 0.12.
De o diabo arran car a palav ra do Os israelitas, Dt 9.23. Naamã, 2Rs 5.12.
coração (Lc 8.12). O oficial samaritano, 2Rs 7.2. Os discípu-
De procurar honra dos homens Qo 5.44). los, Mt 17.17; Lc 24.11,25. Zacarias, Lc
Impu gna a veracidade de Deus (lJo 5.10). 1.20. Os chefes dos sacerdotes, Lc 22.67.
EXIBIDA EM Os judeus, Jo 5.38. Os irmãos de Jesus, Jo
Rejeitar a Crist o Qo 16.9). 7.5. Tomé, Jo 20.25. Os judeus de lcônio,
Rejeitar a palavra de Deus (Sl 106.24). At 14.2. Os judeus tessalonicenses, At
Rejeitar o evangelho (Is 53.l; Jo 12.38). 17.5. Osefésios, At 19.9.Paulo, lTm 1.13.
Rejeitar as evidências dos milagres Qo O povo de Jericó, Hb 11.31.
12.37).
Apartar-se de Deus (Hb 3.12). INCRÉDULOS
Ques tiona r o pode r de Deus (2Rs 7.2; Vive m sem Deus e sem Crist o (Ef 2.12).
Sl 78.19-20). DESCRITOS COMO
Não crer nas obras de Deus (Sl 78.32). Ignor antes (lCo 1.21; Ef 4.18).
Duvidar das promessas de Deus (Rm 4.20). Idólatras (Sl 135.15; Rm 1.23, 25).
Repr eend ida por Crist o (Mt 17.17; Jo Ador adore s do diabo (lCo 10.20).
20.27). Cruéis (Sl 74.10; Rm 1.31).
Foi impe dime nto à realização de milagres Impu ros (Ed 6.21; Ef 4.19; 5.12).
(Mt 17.20; Me 6.5). Perseguidores (Sl 2.1-2; 2Co 11.26).
Milagres, designados para conv encer os Zomb adore s dos santos (Sl 79.10).
incrédulos Qo 10.37-38; 1Co 14.22). Estranhos à aliança da promessa (Ef 2.12).
Os judeus, rejeitados pela incredulidade Sem esperança (Ef 2.12).
(Rm 11.20). Sua degradação (Lv 25.44).
Os cristãos não devem se unir aos que POSSUEM
não crêem (2Co 6.14). Evidência do pode r de Deus (Rm 1.19-
OS INCRÉDULOS 20; At 17.27).
Não têm a palavra de Deus com eles Qo Evid ência da bond ade de Deus (At
5.38). 14.17).
Não agradam a Deus (Hb 11.6). O teste munh o da própr ia consciência
Calu niam o evangelho (At 19.9). (Rm 2.14-15).
Perseguem os minis tros de Deus (Rm A maldade de serem imitados (2Rs 16.3;
15.31). Ez 11.12).
Atiçam outros contra os santos (At 14.2). Cuidado para não imitá-los Qr 10.2; Mt 6.7).
Perseveram na incredulidade Qo 12.37). Perigo de aliança com eles (Sl 106.35).
Endu recem a cerviz (2Rs 17.14). Usados para disciplinar a igreja (Lv 26.33;
Já estão condenados Qo 3.18). Jr 49.14; Lm 1.3; Ez 7.14; 25.7; Dn 4.27;
A ira de Deus está sobre eles Qo 3.36). Hc 1.5-9).
Não se firmarão (Is 7.9). A igreja será vingada contr a eles (Sl 149.7;
Morr erão em seus pecados Qo 8.24). Jr 10.25; Ob 15).
Não entrarão no descanso (Hb 3.19; 4.11). DEUS
Serão condenados (Me 16.16; 2Ts 2.12). Gove rna sobre eles (2Cr 20.6; Sl 47.8).
Serão destruídos Qd 5). Desfaz seus planos (Sl 33.10).
Serão lançados no lago de fogo (Ap 21.8). Será exalt ado entre eles (Sl 46.1 O;
Advertências contr a (Hb 3.12; 4.11). 102.15).
Orem os por ajuda contr a (Me 9.24). Castiga-os (Sl 44.2; Jl 3.11-13; Mq 5.15;
Sua porção, aguardada a todos os servos Hc 3.12; Zc 14.18).
infiéis (Lc 12.46). Final ment e irá julgá-los (Rm 2.12-16).
INGR ATID ÃO 1

Dad os a Cris to (SI 2.8; Dn 7.14). O pod er hum ano não impede esse casti-
Salvação, pred ita (Gn 12.3, com Gl 3.8; go (Ez 32.27).
Is 2.2-4; 52.10; 60.1-8). O corp o sofre no inferno (Mt 5.29; 10.28).
Salvação, providenciada (At 28.28; Rm A alma sofre no infe rno (Mt 10.28).
15.9-12). O sábio o evita (Pv 15.24).
A glória de Deus será declarada entr e eles Esforçar para imp edir que outr os acabem
(1Cr 16.24; SI 96.3). lá (Pv 23.14; Jd 23).
O evangelho será pregado entr e eles (Mt A com pan hia dos Ímpios leva ao infe rno
24.14; 28.19; Rm 16.26; Gl 1.16). (Pv 5.5; 9.18).
É necessário levar-lhes a mensagem (Rm A besta, os falsos profetas e diabo serão
10.14). lançados nele (Ap 19.20; 20.10).
Evangelho recebido entr e eles (At 11.1; Seus poderes não prevalecerão con tra a
13.48; 15.3, 23). Igreja (Mt 16.18).
Batismo deve ser adm inis trad o a eles (Mt Ilustrado (Is 30.33).
28.19).
O Esp írito Santo derr ama do sobre eles INGRATIDÃO
(At 10.44-45; 15.8). Um a característica dos Ímpios (SI 38.20;
Adoração a Deus pelo rece bim ento do 2Tm 3.2).
evangelho entre eles (SI 98.1-3; At 11.18). GERALMENTE EXIBIDA
Ora ção por eles (SI 67.2-5). Por pare ntes 0-ó 19.14).
Missão de ajuda a eles (2Co 11.9; 3Jo 6, 7). Por servos 0-ó 19.15-16).
Sua con vers ão é aceitável a Deu s (At Aos benfeitores (Sl 109.5; Ec 9.15).
10.35; Rm 15.16). Aos amigos em aflições (SI 38.11).
Os santos devem evitar essa culpa (SI 7.4-5).
INFERNO DEVE SER REVIDADA COM
LUG AR DE ESPÍRITOS DESINCORPORADOS Ora ção (SI 35.12-13; Sl 109.4).
(AT 2.31). Fidelidade (Gn 31.38-42).
Cris to visitou-o (Lc 23.43; At 2.31; 1Pe Am or perseverante (2Co 12.15).
3.19). Seu castigo (Pv 17.13; Jr 18.20-21).
Con tém um lugar de descanso, o seio de EXEMPLOS
Abr aão (Lc 16.23). Labão, Gn 31.6-7. O chefe dos copeiros, Gn
Paraíso (Lc 23.43). 40.23. Os homens de Queila, 1Sm 23.5,
Um lugar de torm ento (Lc 16.23). 12. Saul, 1Sm 24.17. Nabal, 1Sm 25.5-11,
LUG AR DE CASTIGO FUTURO. 21. Absalão, 2Sm 15.6. ]oás, 2Cr 24.22.
Destruição da presença de Deus (2Ts 1.9).
DESCRITO COMO
INGRATIDÃO A DEUS
Castigo eter no (Mt 25.46). Um a característica dos Ímpios (Rm 1.21).
Fog o eter no (Mt 25.41). Inescusável (Is 1.2-3; Rm 1.21).
Cha ma eter na (Is 33.14). Irracional 0-r 2.5-6, 31; Mq 6.2-3).
For nalh a acesa (Mt 13.42, 50). Sua extr ema insensatez (Dt 32.6).
Lago de fogo (Ap 20.15). Sua culpa (Sl 106.7, 21; Jr 2.11-13).
Fog o e enxofre (Ap 14.10). Pro sper idad e tend e a pro duz i-la (Dt
Fogo que não se apaga (Mt 3.12). 31.20; 32.15; Jr 5.7-11).
Fogo dev orad or (Is 33.14). Adv ertê ncia s con tra (Dt 8.11-14; 1Sm
Prep arad o para o diabo, etc. (Mt 25.41). 12.24-25).
Dia bos confinados nele até o dia do juí- Seu castigo (Ne 9.20-27; Os 2.8-9).
zo (2Pe 2.4; Jd 6). Ilustrada (Is 5.1-7; Ez 16.1-15).
Castigo eter no (Is 33.14; Ap 20.10). EXEMPLOS
O Ímpio viverá nele para sempre (SI 9.17). Israel, Dt 32.18. Saul, 1Sm 15.17-19.

~
1 INIMIGOS

Davi, 2Sm 12.7-9. Nabucodonosor, Dn É provocado à vingança (Sl 12.5).


5.18-21. Os leprosos, Lc 17.17-18. Traz maldição (Dt 27.17, 19). A

O mau exemplo leva à injustiça (Ex 23.2).


INIMIGOS A intemperança leva à injustiça (Pv 31.5).
Cristo orou pelos seus (Lc 23.34). A cobiça leva à injustiça Gr 6.13; Ez 22.12;
Suas vidas devem ser poupadas (1Sm Mq 2.2).
24.10; 2Sm 16.10-11). A OS SANTOS DEVEM
Seus bens devem ser cuidados (Ex 23.4-5). Odiá-la (Pv 29.27).
DEVEMOS Testificar contra elas (Sl 58.1-2; Mq 3.8-
Amá-los (Mt 5.44). 9).
Orar por eles (At 7.60). Sofrem-na pacientemente (1Co 6.7).
Ajudá-los (Pv 25.21, com Rm 12.20). Não tiram proveito dela (Mt 5.39).
Vencê-los pela bondade (1Sm 26.21). OS ÍMPIOS
Não se alegrar com suas tribulações Gó Agem com injustiça (Is 26.10).
31.29). Julgam com injustiça (Sl 82.2; Ec 3.16;
Não se regozijar com suas quedas (Pv Hc 1.4).
24.17). Praticam-na abertamente Gr 6.13, 15;
Não desejar sua morte (1Rs 3.11). Sf 3.5).
Não amaldiçoá-los Gó 31.30). Seu castigo (Pv 11.7; 28.8; Am 5.11-12;
Preocupar-se genuinamente com eles (Sl 8.5, 8; 1Ts 4.6).
35.13). EXEMPLOS
A amizade com eles é enganosa (2Sm Potifar, Gn 39.20. Os filhos de Samuel,
20.9-10; Pv 26.26; 27.6; Mt 26.48-49). 1Sm 8.3. Acabe, 1Rs 21.10, 15-16. Os
Deus nos defende deles (Sl 59.9; 61.3). judeus, Is 59.14. Os príncipes, etc., Dn 6.4.
Deus nos livra deles (1Sm 12.11; Ed 8.31; Judas, Mt 27.4. Pilatos, Mt 27.24-26. Os
Sl 18.48). sacerdotes, etc., At 4.3. Festa, At 24.27.
Acabam por viver em paz com os santos
(Pv 16.7). INSENSATOS
Orar para ser livre deles (1Sm 12.10; Sl Sem o conhecimento de Deus, todos os
17.9; 59.1; 64.1). homens são (Tt 3.3).
Os dos santos, Deus os destruirá (Sl 60.12). Negam a Deus (Sl 14.1; 53.1).
Louvemos a Deus por nos livrar deles Blasfemam contra Deus (Sl 74.18).
(Sl 136.24). Censuram a Deus (SI 74.22).
Zombam do pecado (Pv 14.9).
INJUSTIÇA Desprezam as instruções (Pv 1.7; 15.5).
Proibida (Lv 19.15, 35; Dt 16.19). Detestam o conhecimento (Pv 1.22).
DEVE SER EVITADA ESPECIALMENTE EM Alegram-se com a falta de conhecimen-
RELAÇÃO to (Pv 18.2).
Aos pobres (Êx 23.6; Pv 22.16, 22-23). Divertem-se com o engano (Pv 10.23).
Aos estrangeiros e os órfãos (Êx 22.21- Andam nas trevas (Ec 2.14).
22; Dt 24.17; Jr 22.3). Odeiam deixar o mal (Pv 13.19).
Aos servos Gó 31.13-14; Dt 24.14; Jr Sua adoração é odiosa a Deus (Ec 5.1).
22.13). ELES SÃO
Por menor que seja, condenada (Lc 16.1 O). Corruptos e abomináveis (Sl 14.1).
DEUS Auto-suficientes (Pv 12.15; Rm 1.22).
Julga-a (Ec 5.8). Autoconfiante s (Pv 14.16).
Desaprova-a (Lm 3.35-36). Engadores de si mesmos (Pv 14.8).
Abomina-a (Pv 17.15; 20.10). Meros professores de religião (Mt 25.2-
Ouve o clamor dos injustiçados (Tg 5.4). 12).
INSULTO S 1

Faladores (Ec 10.14). Gafanhoto destruidor Gl 1.4; Na3.15-16).


Rixosos (Pv 20.3). Gafanh oto devorad or 0-11.4; Am 4.9).
Caluniadores (Pv 10.18). Lagarta (Sl 78.46; Is 33.4).
Mentiro sos (Pv 10.18). Locusta (Lv 11.22).
Preguiçosos (Ec 4.5). Mosca (Êx 8.22; Ec 10.1; Is 7.18).
Irascíveis (Ec 7.9). Mosqui to (Mt 23.24).
Briguentos (Pv 18.6). Piolho (Êx 8.16; Sl 105.31).
Uma tristeza para seus pais (Pv 17.25; Pulga (1Sm 24.14).
19.13). Traça 0-ó 4.19; 27.18; Is 50.9).
Causam vergonh a (Pv 3.35). Verme 0-ó 25.6; Mq 7.17).
Destroe m a si mesmos com suas palavras Vespas (Dt 7.20).
(Pv 10.8, 14; Ec 10.12). Alimen tados por Deus (Sl 104.25, 27;
A companhia deles causa ruína (Pv 13.20). 145.9, 15).
Seus lábios são armadilhas para a alma
(Pv 18.7). INSPIRAÇÃO DO ESPÍRITO
Apegam-se à própria insensatez (Pv 26.11; SANTO
27.22). Predita 0-12.28, com At 2.16-18).
Adoram ídolos 0-r 10.8; Rm 1.22-23). A Bíblia toda é resultado dela (2Sm 23.2;
Confiam em seus próprio s corações (Pv 2Tm 3.16; 2Pe 1.21).
28.26). SEU OBJETIVO
Depend em de suas riquezas (Lc 12.20). Revelar acontec imentos futuros (At
Ouvem o evangelho, mas não lhe obede- 1.16; 28.25; 1Pe 1.11).
cem (Mt 7.26). Revelar os mistérios de Deus (Am 3.7;
Seus lábios só falam tolices (Pv 15.2). 1Co 2.10).
A honra não lhes fica bem (Pv 26.1, 8). Dar poder aos ministros (Mq 3.8; At 1.8).
Deus não se alegra com eles (Ec 5.4). Liderar os ministr os (Ez 3.24-27; At
Não serão aceitos na presença do Senhor 11.12; 13.2).
(Sl 5.5). Contro lar os ministros (At 16.6).
Devemos evitá-los (Pv 9.6; 14.7). Testificar contra o pecado (2Rs 17.13;
Exortad os a procura r sabedoria (Pv 8.5). Ne 9.30; Mq 3.8; Jo 16.8-9).
Seu castigo (Sl 107.17; Pv 19.29; 26.10). SEUS MÉTODOS
EXEMPLOS Vários (Hb 1.1).
Reoboão, 1Rs 12.8. Israel, Jr 4.22. Os Por impulso secreto 0-z 13.25; 2Pe 1.21).
fariseus, Mt 23.17, 19. Por uma voz (Is 6.8; At 8.29; Ap 1.10).
Por visões (Nm 12.6; Ez 11.24).
INSETOS Por sonhos (Nm 12.6; Dn 7.1).
Criados por Deus (Gn 1.24-25). Necessária à profecia (Nm 11.25-27; 2Cr
DIVIDIDOS ENTRE 20.14-17).
Limpos e próprio s para alimentação É irresistível (Am 3.8).
(Lv 11.21-22). Seus zombadores, castigados (2Cr 36.15-
Impuro s e abomináveis (Lv 11.23-24). 16; Zc 7.12).
MENCIONADOS NA BÍBLIA
Abelha 0-z 14.8; Sl 118.12; Is 7.18). INSULTOS E ACUSAÇÕES
Aranha 0-ó 8.14; Pv 30.28). Proibid o (1Pe 3.9).
Besour<:?,_ (Lv 11.22). A governantes, especialmente proibid o
Bicho (Ex 16.20). (Ex 22.28, com At 23.4-5).
Formig a (Pv A6.6; 30.25). OS ÍMPIOS PROFEREM CONTRA
Gafanh oto (Ex 10.12-13; Lv 11.22; Jz Deus (Sl 74.22; 79.12).
6.5; Jó 39.20). Deus, ao oprimirem os pobres (Pv 14.31).
1 INTEGRID ADE

Cristo (Mt 27.39; Lc 7.34). É necessária para manter afastados os


Os santos (Sl 102.8; Sf 2.8). pecados intencionais (Sl 19.13).
Os governantes (2Pe 2.10-11; Jd 8-9). Com pobreza, é melhor que pecado com
Contra Jesus, previsto (Sl 69.9, com Rm riquezas (Pv 28.6).
15.3; Sl 89.51). Com pobreza, é melhor que a insensatez
A conduta de Cristo (lPe 2.23). (Pv 19.1).
OS SANTOS OS ÍNTEGROS
Sofrem (1Tm 4.10; Hb 10.33). Temem a Deus (Pv 14.2).
Sofrem por amor a Deus (Pv 69.7). Amam a Cristo (Ct 1.4).
Sofrem por amor a Cristo (Lc 6.22). Verão Deus face a face (Sl 11.7).
Devem esperar (Mt 10.25). Dão prazer a Deus (Pv 11.20).
Não devem temer (Is 51.7). Suas orações agradam a Deus (Pv 15.8).
As vezes deprimidos por (Sl 42.10-11; São prosperados por Deus 0- ó 8.6; Pv
44.16; 69.20). 14.11).
Regozijam-se neles (2Co 12.10). São defendidos por Deus (Pv 2.7).
Fortalecidos durante (2Co 12.10). São sustent ados na integrid ade, por
Confia m em Deus durante (Sl 57.3; Deus (Sl 41.12).
119.42). São recomp ensado s por Deus (Sl
Oram durante (2Rs 19.4, 16; Sl 89.50). 18.23-24).
Retorna m bênçãos por insultos (1Co Fortalecem-se nos caminhos de Deus
4.12; 1Pe 3.9). (Pv 10.29).
Os ministros não devem temê-los (Ez 2.6). Beneficiam-se da palavra de Deus (Mq 2.7).
Alegria durante , por amor a Cristo (1Pe Recebem luz na escuridão (Sl 112.4).
4.14). São guiados pela integridade (Pv 11.3).
Bênçãos do sofrimento, por amor a Cris- Andam em segurança (Pv 10.9).
to (Mt 5.11; Lc 6.22). São corretos em seus caminhos (Pv 21.29).
Exclui do céu (1Co 6.10). São sustentados por ela (Pv 13.6).
Seu castigo (Sf 2.8-9; Mt 5.22). São escarnecidos pelos Ímpios 0-ó 12.4).
EXEMPLOS São odiados pelos Ímpios (Pv 29 .10;
Os irmãos de josé, Gn 37.19. Cofias, Am 5.10).
1Sm 17.43. Mica!, 2Sm 6.20. Simei, 2Sm São desprezados pelos Ímpios (Pv 29.21).
16.7-8. Senaqueribe, Is 37.17, 23-24. Os São perseguidos pelos Ímpios (Sl 37.14).
moabitas e amorreus, Sf 2.8. Os fariseus, O louvor lhes é apropri ado (Sl 33.1).
Mt 12.24. Os judeus, Mt 27.39-40; Jo São bênçãos para os outros (Pv 11.11).
8.48. O malfeitor, Lc 23.39. Os filósofos Os verdadeiramente sábios são Íntegros
atenienses, At 17.18. (Pv 15.21).
Seu caminho, afastar-se do mal (Pv 16.17).
INTEGRIDADE OS QUE AGEM COM INTEGRIDADE
Deus é perfeito nela (Is 26.7). Possuem coisas boas (Pv 28.10).
Deus se alegra nela (1Cr 29.17). Nada de bom lhes será tirado (Sl 84.11).
Deus criou o homem em integrid ade Habitam na terra (Pv 2.21).
(Ec 7.29). Habitam nas alturas e são bem cuida-
O homem se desvia dela (Ec 7.29). dos (Is 33.16).
DEVE SER Habitam com Deus (Sl 15.2; 140.13).
De coração (2Cr 29.34; Sl 125.4). São abençoados (Sl 112.2).
No falar (Is 33.15). São libertos pela retidão (Pv 11.6).
No agir (Pv 14.2). São libertos por sua sabedoria (Pv 12.6).
No julgar (Sl 58.1; 75.2). São salvos (Pv 28.18).
No governar (Sl 78.72). Desfrut am de paz (Sl 37.37; Is 57.2).
INVEJA 1

Domin am os Ímpios (Sl 49.14). Reconh ecem-n a, embora os Ímpios


Têm herança eterna (Sl 37.18). prosper em Qr 12.1, com Sl 73.12-17).
Uma característica dos santos (Sl 111.1; Reconh ecem-n a no cumpri mento de
Is 26.7). suas promessas (Ne 9.8).
Os santos devem se decidir a ser Íntegros Têm confiança nela (Mq 7.9).
(Sl 26.11). São sustentados por ela (Is 41.10).
OS ÍMPIOS Não a escondem (Sl 40.10).
Não a têm, no coração (Hc 2.4). Proclamam-na exclusivamente (Sl 71.16).
Abando nam seus caminh os (Pv 2.13). Falam sobre ela (Sl 35.28; 71.15, 24).
Não agem com integridade (Mq 7.2, 4). Declaram-na aos outros (Sl 22.31).
Orar pelos Íntegros (Sl 125.4). Exaltam-na (Sl 7.17; 51.14; 145.7).
Repree nder os que se afastam da inte- Suplicam-na em oração (Sl 143.11; Dn
gridade (Gl 2.14). 9.16).
Leva o Senhor a amar a retidão (Sl 11.7).
INTEGRIDADE DE DEUS DEVEMOS ORAR PARA
É parte de seu caráter (Sl 7.9; 116.5; Sermos guiados nela (Sl 5.8).
119.137). Sermos preservados nela (Sl 119.40).
DESCRITA COMO Sermos libertados nela (Sl 31.1; 71.2).
Elevada (Sl 71.19). Sermos respondidos nela (Sl 143.1).
Abunda nte (Sl 48.10). Sermos julgados de acordo com ela (Sl
Incontá vel (Sl 71.15). 35.24).
Eterna (Sl 119.142). Que sua manife stação continu e (Sl
Constan te (Sl 111.3). 36.10).
Habitaç ão de seu trono (Sl 97.2). O cuidado e a defesa de Deus com seu povo,
Cristo a reconhe ceu Qo 17.25). designados para ensiná-la (Me 6.4-5).
Cristo entrego u sua causa a ele (1Pe 2.23). Os Ímpios não têm interess e nela (Sl
Os anjos a reconhe ceram (Ap 16.5). 69.27).
EXIBIDA EM Ilustrada (Sl 36.6).
Seus testemu nhos (Sl 119.138, 144).
Seus mandam entos (Dt 4.8; Sl 119.172). INVEJA
Seus julgamentos (Sl 19.9; 119.7, 62). Proibid a (Pv 3.31; Rm 13.13).
Suas palavras (Sl 119.123). Conseqüência de rivalidades tolas (1 T m 6.4).
Seus caminh os (Sl 145.17). Despert ada pelas boas ações dos outros
Suas ações Qz 5.11; 1Sm 12.7). , (Ec 4.4).
Seus julgamentos (Sl 96.13; 98.9). E obra da carne (Gl 5.21; Tg 4.5).
No evange lho (Sl 85.10, com Rm Maléfica aos invejosos Qó 5.2; Pv 14.30).
3.25-26). :r:,Jinguém a suporta (Pv 27.4).
No julgame nto final (At 17.31). E prova da mente carnal (1Co 3.1, 3).
No castigo dos Ímpios (Rm 2.5; 2Ts Inconsistente com o evangelho (Tg 3.14).
1.6; Ap 16.7; 19.2). Impede o crescimento na graça (1Pe 2.1-2).
Revelad a à posterid ade dos santos (Sl OS ÍMPIOS
103.17). São muito invejosos (Rm 1.29).
Revelada abertam ente diante dos pagãos Vivem invejando (Tt 3.3).
(Sl 98.2). Conduz a toda obra perversa (Tg 3.16).
Deus tem prazer em exercê-la Qr 9.24). A prosperidade do Ímpio não deve nos
Os céus a declaram (Sl 50.6; 97.6). causar inveja (Sl 37.1, 35; 73.3, 17-20).
OS SANTOS O castigo pela inveja (Is 26.11).
Reconhecem-na Qo 36.3; Dn 9.7). EXEMPLOS
Reconhecem-na em suas obras (Ez 9.15). Caim, Gn 4.5. Os filisteus, Gn 26.14.
1 INVERNO

Os filhos de Labão, Gn 31.1. Os irmãos Não provocar a ira dos filhos (Ef 6.4;
deJosé, Gn 37.11.Josué, Nm 11.28-29. Cl 3.21).
Arão e outros, Nm 12.2. Coré e outros, Ser tardio em irar-se (Pv 15.18; 16.32;
Nm 16.3, com SI 106.16. Saul, 1Sm 19.11; Tt 1.7; Tg 1.19).
18.8. Sambalate e outros, Ne 2.10. Evitar os irascíveis (Gn 49.6; Pv 22.24).
Hamã, Et 5.13. Os edomitas, Ez 35.11. JUSTIFICÁVEL, EXEMPLOS
Príncipes da Babilônia, Dn 6.3-4. Os Senhor Jesus, Me 3.5. Jacó, Gn 31.36.
principais sacerdotes, Me 15.10. Os ju- Moisés, Êx 11.8; 32.19; Lv 10.16; Nm
deus, At 13.45; 17.5. 16.15. Neemias, Ne 5.6; 13.17, 25.
PECAMINOSA, EXEMPLOS
INVERNO Caim, Gn 4.5-6. Esaú, Gn 27.45. Simeão
Criado por Deus (SI 74.17). e Levi, Gn 49.5-7. Moisés, Nm 20.10-
Seu retorno anual, garantido pela aliança 11. Balaão, Nm 22.27. Saul, 1Sm
(Gn 8.22). 20.30. Acabe, 1Rs 21.4. Naamã, 2Rs
Seu frio e inclemência, observados (Pv 5.11.Asa, 2Cr 16.10. Uzias, 2Cr 26.19.
20.4, com (marg.) Jo 10.22). Hamã, Et 3.5. Nabucodonozor, Dn
IMPRÓPRIO PARA 3.13. Jonas, Jn 4.4. Herodes, Mt 2.16.
Viagens (Mt 24.20; 2Tm 4.21). Judeus, Lc 4.28. Sumo Sacerdote e com-
Navegação (At 27.9). panheiros, At 5.17; 7.54.
Os navios abrigavam-se em portos du-
rante o inverno (At 27.12; 28.11). IRA DE DEUS
Os judeus freqüentemente tinham casas Afastada por meio de Cristo (Lc 2.11, 14;
de inverno Gr 36.22; Am 3.15). Rm 5.9; 2Co 5.18-19; Ef 2.14, 17; Cl
Ilustra períodos de adversidades espiri- 1.20; lTs 1.10).
tuais (Ct 2.11). Afastada dos que crêem Go 3.14-18; Rm
3.25; 5.1).
IRA Afastada pela confissão e arrependimen-
~roibida (Ec 7.9; Mt 5.22; Rm 12.19). to de pecado Gó 33.27-28; Sl 106.43-
~ obra da carne (Gl 5.20). 45; Jr 3.12-13; 18.7-8; 31.18-20; Jl
E característica dos insensatos (Pv 12.16; 2.12-14; Lc 15.18-20).
14.29; 27.3; Ec 7.9). É lenta (S1103.8; Is 48.9;Jn 4.2; Na 1.3).
ESTÁ LIGADA COM É justa (SI 58.10-11; Lm 1.18; Rm 2.6, 8;
Ç) orgulho (Pv 21.24). 3.5-6; Ap 16.6-7).
~ crueldade (Gn 49.7; Pv 27.3-4). :t)Jão pode ser questionada (RmJ.18, 20, 22).
A lamentações e linguagem indecente E manifestada em terrores (Ex 14.24; Sl
(Ef 4.31). 76.6-8; Jr 10.10; Lm 2.20-22).
~ maldade e blasfêmia (CI 3.8). É manifestada em julgamentos e aflições
A desavença e contenda (Pv 21.19; Gó 21.17; Sl 78.49-51; 90.7; Is 9.19; Jr
29.22; 30.33). 7.20; Ez 7.19; Hb 3.17).
Produz seu próprio castigo Gó 5.2; Pv Não se pode resistir a ela Gó 9.13; 14.13;
19.19; 25.28). Sl 76.7; Na 1.6).
Palavras ríspidas provocam-na Gz 12.4; É agravada por provocação contínua
2Sm 19.43; Pv 15.1). (Nm 32.14).
Não nos deve induzir ao pecado (SI 37.8; É reservada especialmente para o dia da
Ef 4.26). ira (Sf 1.14-18; Mt 25.41; Rm 2.5, 8; 2Ts
A oração nos livra da ira (1 T m 2.8). 1.8; Ap 6.17; 11.18; 19.15).
Pode ser evitada por meio da sabedoria É CONTRA
(Pv 29.8). Os Ímpios (Sl 7.11; 21.8-9; Is 3.8; 13.9;
A mansidão a pacifica (Pv 15.1; Ec 10.4). Na 1.2-3; Rm 1.18; 2.8; Ef 5.6; Cl 3.6).
ISSA CAR 1

Os que se esquecem de Deus (Ed 8.22; Chefes de tribos (Gn25.13-15; 1Cr 1.29-31).
Is 1.4). CHAMADOS
A incredulidade (Sl 78.21-22; Hb 3.18- !Ja gar eno s (1C r 5.10; SI 83.6).
19; Jo 3.36). Arabes (Is 13.20).
A impenitência (Sl 7.12; Pv 1.30-31; Is Suas possessões originais (Gn 25.18).
9.13-14; Rm 2.5). Go ver nad os por reis Gr 25.24).
A apostasia (Hb 10.26-27). Ha bita vam em tendas (Is 13.20).
A idolatria (Dt 29.20, 27-28; 32.19-20, Ricos em gado (1C r 5.21).
22; Js 23.16; 2Rs 22.17; Sl 78.58-59; Usavam orn am ent os de our o 0-z 8.24).
Jr 44.3). Era m os me rca dor es do ori ent e (Gn
Os pecados dos santos (Sl 89.30-32; Sl 37.25; Ez 27.20-21).
90.7-9; 99.8; 102.9-10; Is 47.6). Via jav am em gra nde s gru pos ou cara-
É ext rem a con tra os que se opõ em ao vanas (Gn 37.25; J6 6.19).
evangelho (Sl 2.2-3, 5; 1Ts 2.16). Assaltavam e roubavam os viajantes CT r 3.2).
É lou cur a provocá-la Gr 7.19; 1C o 10.22). Geralmente se uniam contra Israel (SI 83.6).
De ve ser tem ida (Sl 2.12; 76.7; 90.11; VENCIDOS POR
Mt 10.28). Gideão Gz 8.10-24).
Deve-se rog ar par a que não aconteça (Êx Rubenitas e gaditas (2Cr 5.10, 18-20).
32.11; Sl 6.1; 38.1; 74.1-2; Is 64.9). Uzias (2Cr 26.7).
Deve-se ora r par a que seja rem ovi da (SI Enviaram presentes a Salomão (1Rs 10.15;
39.10; 79.5; 80.4; Dn 9.16; Hc 3.2). 2C r 9.14).
Dir igid a aos santos, é aco mp anh ada de Env iara m rebanhos aJeosafá (2Cr 17.11).
mis eric 6rd ia (SI 30.5; Is 26.20; 54.8; PREVISÕES A RESPEITO
57.15-16; Jr 30.11; Mq 7.11). Seriam num ero sos (Gn 16.10; 17.20).
Deve ser sup orta da com submissão (2Sm Seriam brutais e selvagens (Gn 16.12).
24.17; Lm 3.39, 43; Mq 7.9). Seriam gue rre iro s e pre dad ore s (Gn
Deve pro duz ir arre pen dim ent o (Is 42.24- 16.12).
25; Jr 4.8). Seriam divididos em doze trib os (Gn
EXEMPLIFICADA CONTRA 17.20).
O mundo antigo, Gn 7.21-23. Os constru- Continuariam independentes (Gn 16.12).
tores da Torre de Babel, Gn 11.8. As ci- Seriam um a grande nação (Gn21.13, 18).
dades daI planícies, Gn 19.24-25. Os Seriam julgados com as nações CT r 25.23-
egípcios, Ex 7.20; 8.6, 16, 24; 9.3, 9, 23; 25).
10.13, 22; 12.29; 14.27. Os israelitas, Êx Sua gl6ria, etc., diminuiria (Is 21.13-17).
32.35; Nm 11.1, 33; 14.40-45; Nm 21.6; Sua submissão a Cri sto (SI 72.10, 15).
25.9; 2Sm 24.1,15. Os inimigos de Isra- Provavelmente Paulo anunciou-lhes o e-
el, 1Sm 5.6; 7.10. Nadabe e outros, Lv vangelho (Gl 1.17).
10.2; Os espias, Nm 14.37. Corá e out-
ros, Nm 16.31, 35. Aarão e Miriã, Nm ISSACAR, A TRIBO DE
12.9-10. Os cinco reis, Js 10.25. Abime- Descendendo do qui nto filho de J ac6 (Gn
leque, Jz 9.56. Os homens de Bete-Semes, 30.17, 18).
1Sm 6.19. Saul, 1Sm 31.6. Uzá, 2Sm 6.7. Pre vis ões a res pei to (Gn 49 .14-15; Dt
Família de Saul, 2Sm 21.1. Senaqueribe, 33.18-19).
2Rs 19.28, 35, 37. PESSOAS ESCOLHIDAS PARA
Enu me rar o pov o (Nm 1.8).
ISMAELITAS Espiar a terr a (Nm 13.7).
Descendentes de Ismael, filho de Ab raã o Div idir a terr a (Nm 34.26).
(Gn 16.15-16; 1C r 1.28). Nú me ro de pessoas ao dei xar o Egi to
Divididos em doze trib os (Gn 25.16). (Nm 1.28-29; 2.6).

~
1 ISSACAR

Acamparam-se sob a bandeir a de Judá, Limites de sua herança CTs 19.17-23).


ao leste do taberná culo (Nm 2.5). Ajudara m Débora contra Sísera CTz 5.15).
Ao lado e sob a bandeira de Judá nas via- Oficiais indicados por Davi (1Cr 27.18).
gens de Israel (Nm 10.14-15). Oficiais indicados por Salomão (1Rs 4.17).
Ofertas , na dedicação (Nm 7.18-23). Alguns, na coroação de Davi (1Cr 12.32).
Suas famílias (Nm 26.23-24). Númer o de guerrei ros nos tempos de
Númer o de pessoas, ao entrar em Canaã Davi (1Cr 7.2, 5).
(Nm 26.25). Muitos, na Páscoa de Ezequias (2Cr 30.18).
Em Gerazim , disse amém às bênçãos (Dt Pessoas importa ntes da tribo CTz 10.1; 1Rs
27.12). 15.27).
1 JARDINS

JARDINS Para castigo da alma (Sl 69.10).


Geralmente plantados às margens dos Para a humilhação da alma (Sl 35.13).
rios (Nm 24.6). OBSERVADO EM OCASIÕES DE
ESPÉCIES MENCIONADAS NA BÍBLIA Julgamentos de Deus Gl 1.14; 2.12).
De legumes (Dt 11.10; 1Rs 21.2). Calamidades públicas (2Sm 1.12).
De pepinos (Is 1.8). Aflições da igreja (Lc 5.33-35).
De árvores frutíferas (Ec 2.5-6). Aflições de outros (Sl 35.13; Dn 6.18).
De especiarias, etc. (Ct 4.16; 6.2). Aflições individuais (2Sm 12.16).
Geralmente eram cercados (Ct 4.12). Aproximação de perigo (Et 4.16).
Geralmente refrescados por fontes (Ct 4.15). Ordenação de ministros (At 13.3; 14.23).
Eram cuidados por jardineiros Go 20.15). ACOMPANHADO DE

Tendas eram erguidas neles (Is 1.8). Oração (Ed 8.23; Dn 9.3).
GERALMENTE USADOS PARA Confissão de pecado (1Sm 7.6; Ne 9.1-2).
Entretenimentos (Ct 5.1). Lamentação Gl 2.12).
Retiros Go 18.1). Humilhação (Dt 9.18; Ne 9.1).
Sepulcros (2Rs 21.18, 26; Jo 19.41). Suas promessas (Is 58.8-12; Mt 6.18).
Culto idólatra (Is 1.29; 65.3). DOS HIPÓCRITAS
Sua destruição, um castigo divino (Am 4. 9). Descrito (Is 58.4-5).
Judeus ordenados a plantar jardins na Ostentoso (Mt 6.16).
Babilônia Gr 29.5, 28). Vangloriado perante de Deus (Lc 18.12).
DO ÉDEN Rejeitado (Is 58.3; Jr 14.12).
Plantado por Deus (Gn 2.3). EXEMPLOS DE JEJUNS
Chamado de jardim do Senhor (Gn EXTRAORDINÁRIOS
13.10). Nosso Senhor, Mt 4.2. Moisés, Êx 34.28;
Chamado de jardim de Deus (Ez 28.13). Dt 9.9,18. Elias, 1Rs 19.8.
Possuía todos os tipos de fruta comestí- NACIONAIS
vel (Gn 2.9). Israel, Jz 20.26; Ez 8.21; Et 4.3, 16; Jr
Aguado por um rio (Gn 2.10-11). 36.9. Homens de Jabes-Gileade, 1Sm
O homem foi colocado lá para cuidar 31.13. Ninevitas, ]n 3.5-8.
dele e cultivá-lo (Gn 2.8, 15). DOS SANTOS
O homem foi expulso de lá, depois da Davi, 2Sm 12.16; Sl 109.24. Neemias,
queda (Gn 3.23-24). Ne 1.4. Ester, Et 4.16. Daniel, Dn 9.3.
A fertilidade de Canaã era igual à do Discípulos de João, Mt 9.14. Ana, Lc
Eden (Gn 13.10; Jl 2-3). 2.37. Cornélia, At 10.30. Primeiros cris-
O est~do futuro dos judeus será igual tãos, At 13.2. Apóstolos, 2Co 6.5. Pau-
ao Eden (Is 51.3; Ez 36.35). lo, 2Co 11.27.
ILUSTRA DOS ÍMPIOS
A igreja (Ct 5.1; 6.2, 11). Os anciãos de ]ezreel, lRs 21.12. Acabe,
(Cercado) a natureza agradável, frutífera 1Rs 21.27. Osfariseu5, Me 2.18; Lc 18.12.
e segura da igreja (Ct 4.12).
JERUSALÉM
(Bem aguado) a prosperidade espiritu-
al da igreja (Is 58.11; Jr 31.12). A antiga Salém (Gn 14.18; Sl 76.2).
(Quando seco) o Ímpio (Is 1.30). A antiga Jebusi ou Jebus Gs 15.8; 18.28;
Jz 19.10).
JEJUM Seu rei, vencido e morto por Josué Gs
Sua essência, explicada (Is 58.6-7). 10.5-23).
Não é para ser exibido (Mt 6.16-18). Entregue à tribo de Benjamim Gs 18.28).
Deve ser para Deus (Zc 7.5; Mt 6.18). Parcialmente tomada e queimada por
Judá Gz 1.8).

~
JERUSALÉM 1

OS JEBUSEUS Riqueza, etc., nos tempos de Salomão


Habitaram-na anteriormente 0-z 19 .10- (1Rs 10.26-27).
11). Protegida por Deus (Is 31.5).
Possuíram-na em conjunto com Judá e Exemplos do cuidado e proteção de Deus
Benjamim 0-s 15.63; Jz 1.21). (2Sm 24.16; 2Rs 19.32-34; 2Cr 12.7).
Finalmente expulsos por Davi (2Sm O templo nela edificado (2Cr 3.1; Sl 68.29).
5.6-8). OS JUDEUS
Engrandecida por Davi (2Sm 5.9). Iam a Jerusalém para as festas (Lc 2.42,
!
Transformada em capital do reino (2Sm com Sl 122.4).
t 5.9; 20.3). Amavam-na (Sl 137.5-6).
Especialmente escolhida por Deus (2Cr Lamentavam suas aflições (Ne 1.2-4).
6.6; Sl 135.21). Oravam por sua prosperidade (Sl 51.18;
Sede do governo sob os romanos, por um 122.6).
' tempo (Mt 27.2, 19). Oravam voltados para a cidade (Dn
Governo romano transferido de lá para 6.10, com lRs 8.44).
Cesaréia (At 23.23-24; 25.1-13). Sua iniqüidade (Is 1.1-4;Jr 5.1-5; Mq 3.10).
CHAMADA Sua idolatria (2Cr 28.24; Ez 8.7-10).
Cidade de Deus (Sl 46.4; 48.1). Iniqüidade, causa de suas calamidades (2Rs
Cidade do Senhor (Is 60.14). 21.12-15; 2Cr 24.18; Lm 1.8; Ez 5.5-8).
Cidade de Judá (2Cr 25.28). Era o túmulo dos profetas (Lc 13.33-34).
Cidade do grande rei (Sl 48.2; Mt 5.5). CRISTO
Cidade das solenidades (Is 33.20). Pregou nela (Lc 21.37-38; Jo 18.20).
Cidade da justiça (Is 1.26). Realizou muitos milagres ali 0-o 4.45).
Cidade da verdade (Zc 8.3). Entrou publicamente, como rei (Mt
A cidade não esquecida (Is 62.12). 21.9-10).
Cidade fiel (Is 1.21, 26). Chorousobreacidade (Mt23.37;Lc 19.41).
Cidade san'.ca (Ne 11.1; Is 48.2; Mt 4.5). Foi crucificado nela (Lc 9.31; At
Trono de Deus 0-r 3.17). 13.27, 29).
Sião (Sl 1'.8.12; Is 33.20). O evangelho foi primeiramente pregado
Sião do santo de Israel (Is 60.14). em Jerusalém (Lc 24.47; At 2.14).
Cercada de montanhas (Sl 125.2). Os dons do Espírito Santo foram dados
Cercada de muros (lRs 3.1). primeiramente ali (At 1.4; 2.1-5).
Protegida por fortes e baluartes (Sl A perseguição aos cristãos começou nela
48.12-13). (At 4.1; 8.1).
Acessada por portões (Sl 122.2;Jr 17.19-21). O primeiro concílio cristão, realizado
Ezequias construiu-lhe um aqueduto nela (At 15.4, 6).
(2Rs 20.20). CALAMIDADES MENCIONADAS
Despojos de guerra, amontoados nela Conquistada e saqueada por Sisaque
(lRs 17.54; 2Sm 8.7). (1Rs 14.25-26; 2Cr 12.1-4).
DESCRITA COMO Conquistada e saqueada por J eoás, rei
Bela localização (Sl 48.2). de Israel (2Rs 14.13-14).
Compacta (Sl 122.3). Cercada, mas não tomada por Rezim e
Encantadora (Ct 6.4). Peca (Is 7.1; 2Rs 16.5).
A perfeição da beleza (Lm 2.15). Cercada mas não tomada por Senaque-
Alegria de toda a terra (Sl 48.2; Lm 2.15). ribe (2Rs 18.17; 2Rs 19).
Princesa entre as províncias (Lm 1.1). Tomada e feita tributária do Faraó
Grande Gr 22.8). Neco (2Rs 23.33-35).
Populosa (Lm 1.1). Cercada por N abucodonozo r (2Rs
Plena de comércio e agitação (Is 22.3). 24.10-11).
1 JORDÃO

Tornada e queimada por N abucodono- EVENTOS IMPORTANTES RELACIONADOS


zor (2Rs 25; Jr 39.1-8). Divisão das águas para que Israel pas-
Ameaçada por Sambalate (Ne 4.7-8). sasse (Js 3.12-16; 5.1).
Reconstruída depois do cativeiro, por Retorno das águas a seus lugares (Js 4.18).
ordem de Ciro (Ed 1.1-4). Matança dos moabitas (Jz 3.28-29).
PROFECIAS A RESPEITO Matança dos efraimitas (Jz 12.4-6).
Seria conquistada pelo rei da Babilônia Sua divisão por Elias (2Rs 2.8).
(Jr 20.5). Sua divisão por Eliseu (2Rs 2.14).
Seria transformada num monte de ruí- Cura da lepra de Naamã (2Rs 5.10, 14).
nas (Jr 9.11; 26.18). Batismo de multidões por João Batista
Ficaria deserta (Is 64.10). (Mt 3.6; Me 1.5; Jo 1.28).
Seria reconstruída por Ciro (Is 44.26-28). Batismo de Jesus (Mt 3.13, 15; Me 1.9). r•
Seria uma habitação tranqüila (Is 33.20). PASSAGEM DE ISRAEL PELO RIO
Seria o terror dos inimigos (Zc 12.2-3). Prometida (Dt 4.22; 9.1; 11.31).
Cristo entraria nela como Rei (Zc 9.9). Na ordem indicada (Js 3.1-8).
O evangelho se espalharia a partir dali Precedida por sacerdotes, com a arca
(Is 2.3; 40.9). (Js 3.6, 11, 14).
Seria destruída pelos romanos (Lc Efetuada com sucesso (Js 3.17; 4.1,
19.42-44). 10-11).
Seu cativeiro seria acompanhado de Comemorada com um pilar de pedras
grandes calamidades (Mt 24.21, 29; sobre ele (Js 4.9).
Lc 21.23-24). Comemorada com um pilar de pedras
Sinais que precederiam sua destruição em Gilgal (Js 4.2-8, 20-24).
(Mt 24.6-15; Lc 21.7-11, 25, 28). Aludida (Sl 74.15; 114.3, 5).
ILUSTRA Promessa de que Deus expulsaria os
A igreja (Gl 4.25-26; Hb 12.22). cananeus, etc., de suas terras (Js 3.10).
A igreja glorificada (Ap 3.12; 21.2, 10). Os judeus se orgulhavam Jele (Zc 11.3).
(Sua posição segura) os santos sob a Desprezado pelos esfrangeircs (2Rs 5.12).
proteção de Deus (Sl 125.2). A Moisés não foi dado perriissão para
atravessá-lo (Dt 3.27; 31.2).
JORDÃO, RIO
Limite oriental de Canaã (Nm 34.12). JUDÁ, A TRIBO 11E 1
Geralmente transbordava (Js 3.15; 1Cr Descendente do quarto filho de J acó (Gn

1
12.15). 29.35).
Seu transbordamen to, chamado de en- Previsões a respeito (Gn 49.8-12; Dt 33.7).
chente do Jordão (Jr 12.5; 49.19). PESSOAS SELECIONADAS PARA
Desaguava no Mar Morto (Nm 34.12). Enumerar o povo (Nm 1.7).
SUA PLANÍCIE Espiar a terra (Nm 13.6).
Densamente arborizada (2Rs 6.2).
Extremamente fértil (Gn 13.10).
Dividir a terra (Nm 34.19).
Número de pessoas a deixar o Egito (Nm 1
Infestada de leões (Jr 49.19; 50.44). 1.26-27; 2.4).
Provia argila para modelação de Acampava com sua bandeira ao leste do
bronze, etc. (1Rs 7.46; 2Cr 4.17). tabernáculo (Nm 2.3).
Escolhido por Ló, para sua residência Liderava a primeira divisão de Israel em
(Gn 13.11). suas peregrinações (Nm 10.14).
Travessia em algumas partes (Js 2.7; Jz Sua oferta, na dedicação (Nm 7.12-17).
12.5-6). Suas famílias (Nm 26.19-21).
Balsas freqüentemente usadas nele (2Sm Número de pessoas a entrar em Canaã
19.18). (Nm 26.22).

~
JUDEUS 1

Em Gerazim disse amém às bênçãos (Dt Certas partes eram desertas (Mt 3.1; At
27.12). 8.26).
Limites de sua herança Os 15.1-12). Sua capital era Jerusalém (Mt 4.25).
Primeir os e mais vigorosos na expulsão SUAS CIDADES
dos cananeus Oz 1.3-20). Arimaté ia (Mt 27.57; Jo 19.38).
Avançou primeir o contra Gibá Oz20.18). Azoto ou Asdode (At 8.40).
Forneceu a Israel seu primeiro juiz Qz 3.9). Betânia Oo 11.1, 18).
Ajudou Saul em suas guerras (1Sm 11.8; Belém (Mt 2.1, 6, 16).
15.4). Betfagé (Mt 21.1).

' Depois da rebelião de Saul, indicada para


fornecer reis a Israel (1Sm 13.14; 15.28;
16.6, 13; 2Sm 2.4; 7.16-17).
A primeir a tribo a se submet er a Davi
(2Sm 2.10).
Emaús (Lc 24.1~).
Efraim Oo 11.54).
Gaza (At 8.26).
Jericó (Lc 10.30; 19.1).
Jope (At 9.36; 10.5, 8).
Durant e sete anos Davi reinou apenas Lida (At 9.32, 35, 38).
sobre ela (2Sm 2.11; 5.5). João Batista pregou na Judéia (Mt 3.1).
Líder nomead o por Davi (1Cr 27.18). NOSSO SENHOR JESUS
Repreendida por se demora r em trazer Nasceu na Judéia (Mt 2.1, 5-6).
Davi de volta, após a rebeldia de Ab- Foi tentado no deserto da Judéia (Mt 4.1).
salão (2Sm 19.11-15). Freqüen temente visitava a região Oo
Outras tribos tinham ciúmes, por causa 11.7).
de Davi (2Sm 19.41-43; 20.1-2). Deixava a região com freqüência, para
Com a tribo de Benjamim, uniu-se à casa fugir de perseguições Oo 4.1-3).
de Davi (1Rs 12.21). Havia diversas igrejas cristãs na Judéia
lr A última tribo a ser levada ao cativeiro (At 9.31; 1Ts 2.14).
r (2Rs 17.18, 20; 25.21).
Nosso Senhor Jesus é descendente dessa JUDEU S,OS
tribo (Mt 1.3-16; Le 3.23-33; Hb 7.14). Descendentes de Abraão (Is 51.2;Jo 8.39).
PESSOAS IM?ORTANTES Divididos em doze tribos (Gn 35.22; 49.28).
Acã, Js 7.18. Elimeleque, Rt 1.1-2. Boaz, CHAMADOS
Rt 2.1. Obede, Rt 4.21. Jessé, Rt 4.22; Filhos de Israel (Gn 50.25; Is 27.12).
L-
1Sm 16.1. Davi, 1Sm 16.1, 13. Salomão, Filhos de Jacó (1Cr 16.13).
1Rs 1.32-39. Eliú, 1Cr 27.18. Petaías, Hebreu s (Q-n 14.13; 40.15; 2Co 11.22).
Ne 11.24. Bezaleel, Êx 31.2; 35.30. Naa- Israelitas (Ex 9.7; Js 3.17).
som, Nm 7.12. Calebe, Nm 14.24. Ab- Jesurum (Dt 32.15).
salão, 2Sm 15.1. Elanã, 2Sm 21.19; Semente de Abraão (Sl 105.6; Is 41.8).
23.24. Adonias, 1Rs 1.5-6. Jônatas, 2Sm Semente de Israel (1Cr 16.13).
21.21. Os reis de fudá, 1" e 2ª Reis. Semente de Jacó Qr 33.26).
Escolhidos e amados por Deus (Dt 7.6-7).
JUDÉIA, MODERNA Circuncidados em sinal de sua relação à
Uma das divisões da Terra Santa sob o aliança (Gn 17.10-11; At 7.8).
domíni o romano (Lc 3.1). Separados de todas as outras nações (Êx
Compre endia todo o antigo reino de Judá 33.16; Lv 20.24; 1Rs 8.53).
l (1Rs 12.21-24). DESCRITOS COMO
CHAMADA DE Povo peculiar (Dt 14.2).
Terra de Judá (Mt 2.6). Tesouro pecuijar (Êx 19.5; Sl 135.4).
Judá (Dn 5.13, com Jo 7.1). Nação santa (Ex 19.6).
Um distrito montan hoso (Lc 1.39, 65). Povo santo (Dt 7.6; 14.21).
Reino de sacerdotes (Êx 19.6).
1 JUDEUS

Povo especial (Dt 7.6). Teimosos e orgulhosos (Êx 32.9; At 7.51).


A porção do Senhor (Dt 32.9). Propensos à rebelião (Dt 9.7, 24; Is 1.2).
Foram estrangeiros no Egito (Êx 12.40-41). Propensos a se afastarem de Deus Gr
Retirados do Egito por Deus (Êx 12.42; 2.11-13; 8.5).
Dt 5.15; 6.12). Propensos à idolatria (Is 2.8; 57.5).
Vagaram no deserto por quarenta anos Propensos à formalidade religiosa (Is
(Nm 14.33; Js 5.6). 29.13; Ez 33.31; Mt 15.7-9).
Assentaram-se em Canaã (Nm 32.88; Js Auto-retidão (Is 65.5; Rm 10.3).
14.1-5). Infiéis aos pactos da aliança Gr 3. 6-8;
Foi:._am teocratas até os tempos de Samuel 31.32; Ez 16.59).
(Ex 19.4-6, com lSm 8.7). Ingratos a Deus (Dt 32.15; Is 1.2).
Desejaram e conseguiram reis (lSm 8.5, 22). Desconheciam o verdadeiro sentido das
Dividiram-se em dois reinos após Escrituras (At 13.27; 2Co 3.13-15).
Salomão (lRs 11.31-32; 12.19-20). Não confiavam em Deus (Nm 14.11;
Subjugados e feitos tributários muitas Sl 78.22; ).
vezes Gz 2.13-14; 4.2; 6.2, 6; 2Rs 23.33). Invejosos Qr 6.13; Ez 33.31; Mq 2.2).
Levados cativos para a Assíria e Babilônia Covardes (Ex 14.10; Nm 14.3; Is 51.12).
(2Rs 17.23; 18.11; 24.16; 25.11). Confiavam em seus privilégios para serem
Restaurados à própria terra por Ciro (Ed salvos Gr 7.4; Mt 3.9).
1.1-4). Notou-se a distinção de castas entre eles
Tinham tribunais de justiça (Dt 16.18). (Is 65.5; Lc 7.39; 15.2; At 26.5).
Tinham organização eclesiástica (Êx 28.1; Degeneração à medida da grandeza na-
Nm 18.6; :Ml 2.4-7). cional (Am 6.4).
Tiveram uma série de profetas para a re- Geralmente desagradavam a Deus com
forma nacional Gr 7.25; 26.4-5; 35.15; seus pecados (Nm 25.3; Dt 32.16; lRs
44.4; Ez 38.17). 16.2; Is 1.4; 5.24-25).
Único povo que conhecia a Deus (Sl 76.1, Entre eles sempre havia um.a semente de
, com 1Ts 4.5; Sl 48.3, com Rm~ 1.28). cristãos verdadeiros (1Rs 19.18; Is 6.13;
Unico povo a adorar a Deus (Ex 5.17, Rm 9.6-7; 11.1, 5).
com Sl 96.5; Sl 115.3-4; Jo 4.22). MODERNOS, DIVIDIDOS EM
Sua religião, de acordo com rituais esta- Hebreus ou judeus puros (At 6.1; Fp 3.5).
belecidos por Deus (Lv 18.4; Dt 12.8- Helenistas ou gregos (At 6.1; 9.29).
11; Hb 9.1). Muitas seitas e partidos (Mt 16.6; Me
Sua religião, simbólica (Hb 9.8-11; 10.1). 8.15).
Sua grandeza nacional (Gn 12.2; Dt Povo agrícola (Gn 46.32).
33.29). Povo comercial (Ez 27.17).
Seus privilégios nacionais (Rm 3.2; 9.4-5). Obrigados a se unir contra os inimigos
Seu vasto número (Gn 22.17; Nm 10.36). (Nm 32.20-22;Jz 19.29, comJz 20; 1Sm
SEU CARÁTER NACIONAL 11.7-8).
Orgulho de sua descendência Gr 13.9; Geralmente se distinguiam na guerra
Jo 8.33, 41). Gz 7.19-23; 1Sm 14.6-13; 17.32-33; Ne
Amor ao país (Sl 137.6). 4.16-22).
Amor aos irmãos (Êx 2.11-12; Rm Fortalecidos por Deus na guerra (Lv 26.7-
9.1-3). 8; Js 5.13-14; 8.1-2).
Ligação a Moisés Go 9.28-29; At 6.11). Sob a proteção especial de Deus (Dt 32.10-
Ligação aos costumes da lei (At 6.14; 11; 33.27-29; Sl 105.13-15; 121.3-5).
21.21; 22.3). Seus inimigos, obrigados a reconhecer
Amor às tradições Gr 44.17; Ez 20.18, que estavam sob a proteção divina Gs
30, com vers. 21; Me 7.3-4). 2-9-11; Et 6.13).

~
JUDEU S 1

PROIBIDOS DE Desc ende ntes de Abra ão (Sl 105.6; Is


Associarem-se a outro s (At 10.28). 51.2; Jo 8.33; Rm 9.7).
Aliarem-se a outro s (Êx 23.32; Dt 7.2). Povo de Deus (Dt 32.9;}Sm 7.24; Is 51.16).
Casarem-se com outros (Dt 7.3; Js 23. Separados para Deus (Ex33.16; Nm2 3.9;
12). Dt 4.34).
Seguirem as práticas de outros (Dt 12.29- Amados por causa de seus pais (Dt 4.37;
31; 18.9-14). 10.15, com Rm 11.28).
Desprezavam os estrangeiros (lSm 17.36; Crist o descendia deles Go 4.22; Rm 9.5).
Mt 16.26-27; Ef 2.11). ERAM OBJETOS
Não tinha m conta to com estrangeiros Go Do amor de Deus (Dt 7.8; 23.5;Jr 31.3).
4.9; At 11.2-3). Da escolha de Deus (Dt 7.6).
Cond enado s por se associarem a outras Da proteção de Deus (Sl 105.15; ?,e 2.8).
nações Gz 2.1-3; Jr 2.18). Alian ça estabelecida com eles (Ex 6.4;
Recebiam pn:2sélitos de outras nações (At 24.6-8; 34.27).
2.10, com Ex 12.44, 48). . PROMESSAS REFERENTES, FEITAS A
Os gentios se torna ram um com eles, sob Abra ão (Gn 12.1-3; 13.14-17; 15.18;
o evangelho (At 10.15, 28; 15.8-9; Gl 17.7-8).
3.28; Ef 2.14-16). Isaque (Gn 26.2-5, 24).
TODAS AS NAÇÕES
Jacó (Gn 28.12-15; 35.9-12).
f, Invejavam a eles (Ne 4.1; Is 26.11; Ez A eles mesm os (Ex 6.7-8; 19.5-6; Dt
1
35.11). 26.18-19).
Odia vam a eles (Sl~44.10; Ez 35.5). Seus privi légio s (Sl 76.1-2; Rm 3.1-2;
Opri miam a eles (Ex 3.9; Jz 2.18; 4.3).
9 .4-5).
Perseguiam a eles (Lm 1.3; 5.5).
PUNIDOS POR
Alegravam-se com suas calamidades (Sl
Idolatria (Sl 78.58-64; Is 65.3-7).
44.13-14; 80.5-6; Ez 36.4).
Incredulidade (Rm 11.20).
Ning uém os odiava nem oprim ia im-
Queb ra da aliança (Is 24.5; Jr 11.10).
pune ment e (Sl 137.8-9; Ez 25.15-16;
Transgressão à lei (Is 1.4, 7; 24.5-6).
35.6; Ob 10-16).
CRISTO
Alteração das ordenanças (Is 24.5).
Foi-lhes prom etido (Gn 49.10; Dn 9.25). Matança de profetas (Mt 23.37-38).
Aguardado por eles (Sl 14.7; Mt 11.3; Impr ecar sobre eles o sangue de Crist o
Lc 2.25, 38; Jo 8.56). (Mt 27.25).
Considerado o restaurador da grandeza Espalhados entre as nações (Dt 28.64; Ez
nacional (Mt 20.21; Lc 24.21; At 1.6). 6.8; 36.19).
Nasceu deles {Rm 9.5; Hb 7.14). Desprezados pelas nações (Ez 36.3).
Rejeitado por eles (Is 53.3; Me 6.3; Jo Seu país, pisado pelos gentios (Dt 28.49-
1.11). 52; Lc 21.24).
Mort o por eles (l\t 7.52; 1Ts 2.15). Suas casas ficar am aban dona das (Mt
Impr ecara m o sangue de Crist o por si 24.38).
1 mesmos e seus filhos (Mt 27.25). Destituídos de privilégios civis e religio-
sos (Os 3.4).
Muitos crera m no evangelho (At 21.20).
Os incrédulos perseguiram os cristãos (At DENÚNCIAS CONTRA QUEM OS
17.5, 13; 1Ts 2.14-16). Amaldiçoasse (Gn 27.29; Nm 24.9).
Corta dos devido à incre dulid ade (Rm Combatesse (Is 41.11; 49.25).
11.17, 20). Oprim isse (Is 49.26; 51.21-23).
Espalhados e despojados (Is 18.2, 7; Tg 1.1). Odiasse (Sl 129.5; Ez 35.5-6).
Serão finalmente salvos (Rm 11.26-27). Aumentasse suas aflições (Zc 1.14-15).
Seu castigo por rejeitar e mata r a Crist o, Matasse (Sl 79.1-7; Ez 35.5-6).
ilustrado (Mt 21.37-43). Deus não os esquece (Sl 98.3; Is 49.15-16).
1 JUÍZES

Cristo foi enviado a eles (Mt 15.24; 21.37; Cristo reinará sobre eles (Ez 34.23-24;
At 3.20, 22, 26). 37.24-25).
Cristo teve compaixão deles (Mt 23.37; Sua conversão, ilustrada (Ez 37.1-14; Rm
Lc 19.41). 11.24).
O evangelho foi pregado entre eles pri-
meiro (Mt 10.6; Lc 24.47; At 1.8). JUÍZES DE ISRAEL
Bênçãos a quem os abençoar (Gn 27.29). Levantados para libertar Israel Qz 2.16).
Bênçãos a quem os favorecer (Gn 12.3; Sustentados e fortalecidos por Deus Qz
Sl 122.6). 2.18).
Oremos insistentemente por eles (Sl 122.6; Notáveis por sua fé (Hb 11.32).
Is 62.1, 6-7;Jr 31.7; Rm 10.1). NOMES DE JUÍZES
Os santos lembram-se deles (Sl 102.14; Otoniel Qz 3.9-10).
137.5; Jr 51.50). Eúde Qz 3.15).
PROMESSAS REFERENTES Sangar Qz 3.31).
O derramamento do Espírito Santo Débora Qz 4.4).
sobre eles (Ez 39.29; Zc 12.10). Gideão Qz 6.11).
A remoção de sua cegueira (Rm 11.25; Tola Qz 10.1).
2Co 3.14-16). Jair Qz 10.3).
Sua volta e busca a Deus (Os 3.5). Jefté Qz 11.1).
Sua humilhação por rejeitar a Cristo Ibsã Qz 12.8).
(Zc 12.10). Elom Qz 12.11).
Perdão de seus pecados (Is 44.22; Rm Abdom Qz 12.13).
11.27). Sansão Qd 13.24-25; 16.31).
Salvação (Is 59.20, com Rm 11.26). Eli (1Sm 4.18).
Santificação Qr 33.8; Ez 36.25; Zc Samuel (1Sm 7.6, 15-17).
12.1, 9). Lideraram por quatrocentos e cinqüen-
Alegria resultante de sua conversão (Is ta anos (At 13.20).
44.23; 49.13; 52.8-9; 66.10). Houve interrupções ffz 17\§; 18.1; 19.1;
Bênçãos dos gentios pela conversão dos 21.25).
judeus (Is 2.1-5; 60.5; 66.19; Rm Ofício nem sempre permanente ou here-
11.12, 15). ditário Qz 8.23, 29).
Sua reunião Qr 3.18; Ez 37.16-17, 20- Israel não se beneficiou peq:nanente nem
22; Os 1.11; Mq 2.12). espiritualmente pelos juízes Qz 2.17-19).
Restauração de sua terra (Is 11.15-16;
14.1-3; 27.12-13; Jr 16.14-15; Ez JUÍZO FINAL
36.24; 37.21, 25; 39.25, 28; Lc 21.24). Predito no Antigo Testamento (1Cr
Os gentios ajudarão em sua restauração 16.33; Sl 9.7; 96.13; Ec 3.17).
(Is 49.22-23; 60.10, 14; 61.4-6). A primeira base do evangelho (Hb 6.2).
Submissão dos gentios a eles (Is 60.11- Há um dia marcado para ele (At 17.31;
12, 14). Rm 2.16).
Sua glória futura (Is 60.19; 62.3-4; Sf Sua ocasião nos é desconhecida (Me 13.32).
3.19-20; Zc 2.5). CHAMADO DE
Sua prosperidade futura (Is 60.6-7, 9, Dia da ira (Rm 2.5; Ap 6.17).
17; Is 61.4-6; Os 14.5-6). Revelação do justo juízo de Deus
Cristo aparecerá entre eles (Is 59 .20; Zc (Rm 2.5).
14.4). Dia de juízo e perdição dos Ímpios
Cristo habitará entre eles (Ez 43.7, 9; (2Pe 3.7).
Zc 2.11). Dia da destruição Qó 21.30).
Julgamento do grande dia Qd 6).

~
JUL GAM ENT OS 1

Será adm inis trad o por Cri sto O-o 5.22, Vantagens negligenciadas aum ent am a
27; At 10.42; Rm 14.10; 2C o 5.10). condenação no julgamento (Mt 11.20-
Os santos irão se sen tar no trib una l com 24; Lc 11.31-32).
Cri sto (1Co 6.2; Ap 20.4). Os dem ôni os serão condenados no Juí-
Acontecerá na vol ta de Cri sto (Mt 25.31; zo (2Pe 2.4; Jd 6).
2T m 4.1).
JULGAMENTOS
Do s pagãos, será pela lei da consciência
(Rm 2.12, 14-15). Vê m de Deus (Dt 32.39; Jó 12.23; Am
Do s judeus, pela lei de Moisés (Rm 2.12). 3.6; Mq 6.9).
Do s cristãos, pelo evangelho (Tg 2.12). DIFERENTES ESPÉCIES

QUEM SERÁ JULGADO Ap aga r o nom e (Dt 29.20).


Todas as nações (Mt 25.32). Ab and ona do por Deus (Os 4.17).
Tod os os hom ens (Hb 9.27; 12.23). Maldição con tra as bênçãos hum ana s
Grandes e pequenos (Ap 20.12). (Ml 2.2).
Os justos e os Ímpios (Ex 3.17). Pestilência (Dt 28.21-22; Am 4.10).
Os vivos e os mo rtos (2Tm 4.1; 1Pe 4.5). Inimigos (2Sm 24.13).
Será em justiça (Sl 98.9; At 17.31). Fom e (Dt 28.38-40; Am 4.7-9).
Os livros serão abertos (Dn 7.10). Fom e deAouvir a palavra (Am 8.11).
SERÁ SOBRE
Espada (Ex 22.24; Jr 19.7).
Todos os atos (Ec 11.9; 12.14; Ap 20.13). Cativeiro (Dt 28.41; Ez 39.23).
Sofrimentos con tínu os (Sl 32.10; 78.32-
Todas as palavras (Mt 12.36-37;Jd 15).
33; Ez 24.23).
To dos os pen sam ent os (Ec 12. 14;
Desolação (Ez 33.29; Jl 3.19).
1C o 4.5).
De stru içã o 0-ó 31.3; Sl 34.16; Pv 2.22;
Por nat ure za, nin gué m pod erá resisti-lo
Is 11.4).
(Sl 130.3; 143.2; Rm 3.19).
INFLIGIDOS CONTRA
Em Cri sto , os santos pod erã o resisti-lo
Nações (Gn 15.14; Jr 51.20-21).
(Rm 8.33-34).
Indivíduos (Dt 29.20; Jr 23.34).
Cri sto reconhecerá os santos na ocasião
Falsos deuses (Êx 12.12; Nm 33.4).
(Mt 25.34-40; Ap 3.5). Posteridade de pecadores (Êx 20.5; Sl
O perfeito am or dará ousadia no Juí zo 37.28; Lm 5.7).
(1Jo 4.17). Tod os os inimigos dos santos 0-r 30.16).
Os santos serão recompensados naquele Enviados para correção 0-ó 37.13;Jr 30.11).
dia (2Tm 4.8; Ap 11.18). En yia dos par a lib ert açã o dos san tos
Os Ímpios serão condenados naquele dia (Ex 6.6).
(Mt 7.22-23; 25.41). ENVIADOS COMO PUNIÇÃO CONTRA
O castigo final dos Ímpios será aplicado De sob edi ênc ia a De us (Lv 26.14-16;
(Mt 13.40-42; 25.46). 2C o 7.19-20).
A palavra de Cri sto será test em unh o con- De spr ezo às advertências divinas (2Cr
tra os Ímpios 0-o 12.48). 36.16; Pv 1.24-31; J r 44.4-6).
SUA CERTEZA, MOTIVO PARA Mu rmu raç ão con tra De us (Nm 14.29).
Arr epe ndi me nto (At 17.30-31). Ido latr ia (2Rs 22.17; Jr 16.18).
Fé (Is 28.16-17). Iniqüidade (Is 26.21; Ez 24.13-14).
Santidade (2Co 5.9-10; 2Pe 3.11, 14). Perseguição aos santos (Dt 32.43).
Ora ção e vigilância (Me 13.33). Pecados dos líderes (1Cr 21.2, 12).
O Ímpio deve ser avisado sobre Juí zo (At Revelam o caráter justo de Deus (Êx 9.14-
24.25; 2C o 5.11). 16; Ez 39.21; Dn 9.14).
Os Ímp ios tem em o Juí zo (At 24.25; Estão por tod a a terr a (1Cr 16.14).
Hb 10.27). Fre qüe nte me nte são aco mp anh ado s de
misericórdia 0-r4.27; 5.10, 15-18;Am 9.8).

~
1 JUM ENT OS

DEVE RESULTAR EM JUMENTOS DOMESTICADOS


Hu mil haç ão Os 7.6; 2C r 12.6; Lm 3.1- Imp uro s (Lv 11.2-3, 26, com Êx 13.13).
20; Jl 1.13; Jo 3.5-6). DESCRITOS COMO
Oração (2Cr 20.9). Providos de ins tint o (Is 1.3).
Co ntr içã o (Ne 1.4; Et 4.3; Is 22.12). For tes (Gn 49.14).
Aprendizado da retidão (Is 26.9). Afeiçoados ao descanso (Gn 49.14-15).
De vem servir de aviso aos out ros (Lc Ge ralm ent e alimentados com as folhas
13.3, 5). de videiras (Gn 49.11).
PODEM SER EVITADOS POR
Faziam par te das riquezas dos patriarcas
Hu mil haç ão (Êx 33.3-4, 14; 2C r 7.14). (Gn 12.16; 30.43; Jó 1.3; 42.12).
Oração Oz 3.9-11; 2C r 7.13-14). ERAM USADOS
Afastamento da iniqüidade Or 18.7-8). Na agricultura (Is 30.6, 24).
Voltar-se a Deus (Dt 30.1-3). Par a tran spo rte de carga (Gn 42.26;
OS SANTOS
lSm 25.18).
São preservados dur ant e eles Oó 5.19- Para tran spo rte de pessoas (Gn 22.3;
20; SI 91.7; Is 26.20; Ez 9.6; Ap 7.3). Nm 22.21).
Têm suas necessidades supridas durante Em arreio (Is 21.7).
(Gn 47.12; SI 33.19; 37.19). Na guerra (2Rs 7.7, 10).
De vem orarApelos que estão sob jul- Dirigidos por rédeas (Pv 26.3).
gamento (Ex 32.11-13; Nm 11.2; Dn Induzidos com vara (Nm 22.23, 27).
9.3). Em geral, eram montarias de mulheres
Co ndo er- se dos que estão sob julga- Os 15.18; lSm 25.20).
me nto Or 9.1; 13.17; Lm 3.48). Era m montarias de pessoas imp ort ant es
Reconhecer a justiça dos julgamentos Qz 10.3, 4; 2Sm 16.2).
(2Sm 24.17; Et 9.13; Ne 9.33;Jr 14.7). Os juízes de Israel mo nta vam jum ent os
SOBRE NAÇÕES
brancos Oz 5.10). -,
EXEMPLOS
Os mais novos era m valoiú;ados para o
O mundo antigo, Gn 6.J, 17. Sodoma, trab alh o (Is 30.6, 24).
etc., Gn 19.24. Egito, Ex 9.14. Israel, Ficavam aos cuidados de pessoas de con-
Nm 14.29, 35; 21.6. Povo de Asdode, fiança (Gn 36.24; lSm 9.3; 1C r 27.30).
1Sm 5.6. Povo de Bete-Semes, 1Sm 6.19. Muitas vezes eram furtados por gover-
Os amalequitas, 1Sm 15.3. nantes corruptos (Nm 16.15; lSm 8.16;
SOBRE INDIVÍDUOS
12.3).
EXEMPLOS
Mais tarde foram considerados desprezíveis
Caim, Gn 4.11-12. Cananeus, Gn 9.25. Gr 22.19).
Coré, etc., Nm 16.33-35. Acã, Js 7.25. LEIS A RESPEITO DELES
Ofni, etc., 1Sm 2.34. Saul, 1Sm 15.23. Nã o deviam ser cobiçados (Êx 20.17).
Uzá, 2Sm 6.7.]eroboão, 1Rs 13.4.Acabe, Deviam ser ajudajos, se caíssem sob o
1Rs 22.38. Geazi, 2Rs 5.27.Jezabel, 2Rs peso da carga (Ex 23.5).
9.35. Nabucodonozor, Dn 4.31. Belsazar, Os que fugissem dAeveriam ser devolvi-
Dn 5.30. Zacarias, Lc 1.20. Ananias, dos aos donos (Ex 23.4; Dt 22.1).
etc., At 5.1-10. Herodes, At 12.23. Eli- Os que fugissem deveriam ser cuida-
mas, At 13.11. dos até o don o aparecer (Dt 22.2-3).
LIVRAMENTO DURANTE JULGAMENTOS
Nã o deviam for ma r parelhas com bois
EXEMPLOS
(Dt 22.10).
Noé, Gn 7.1, 16. Ló, Gn 19.15-17. Deveriam descansar no sábado (Dt 5.14).
]osé,etc., Gn 45.7. Elias, etc., lRs 17. 9. Caso não fosse redimido, os primogêni-
Eliseu, 2Rs 4.38-41. A sunamita, 2Rs tos tin ham os pescoços quebrados
8.1-2. (Êx 13.13; 34.20).
JURAMEN TOS 1

Cristo entrou em Jerusal ém montad o Compro misso de realização de qual-


num jument o (Zc 9.9; Jo 12.14). quer ato particular, etc. (Gn 24.3-4;
1
i
MILAGRES RELACIONADOS A ELES 50.25; Js 2.12).
O jument o de Balaão falou (Nm 22.28; Forma judicial de administrá-los (lRs
2Pe 2.16). 22.16; Mt 26.63).
Sansão matou mil homens com a queixa- Geralmente acompanhados pelo levantar
da de um jument o Gz 15.19). da mão (Gn 14.22; Dn 12.7; Ap 10.5-6).
Água retirada da queixada de um ju- Geralmente acompanhados da colocação
mento Gz 15.19). da mão sob a coxa da pessoa a quem se
Não despedaçado por um leão (lRs 13.28). jurava (Gn 24.2, 9; 47.29).
Comidos no período de fome em Samaria Deviam ser feitos com temor e reverên-
(2Rs 6.25). cia (Ec 9.2).
OS JUDEUS
e JUMENTOS SELVAGENS Proibidos de jurar por ídolos Gs 23.7).
Habitam lugares agrestes e desertos Gó Proibidos de jurar em nome de qualquer
39.6; Is 32.14; Dn 5.21). coisa criada (Mt 5.34-36; Tg 5.12).
Percorr em os montes a procura de ali- Proibidos de jurar falsamente (Lv 6.3;
mento Gó 39.8). Zc 8.17).
Zurram quando estão famintos Gó 6.5). Proibidos de fazer juramen te precipi-
Sofrem em tempos de escassez Gr 14.6). tado ou profano (Lv 5.4).
DESCRITOS COMO Só o nome de Deus podia ser usado em
Afeiçoados à liberdade Gó 39.5). juramentos (Dt 6.13; 10.20; Is 65.16).
lntratáveis Gó 11.12). Deviam jurar, com verdade, em julga-
Anti-sociais (Os 8.9). mentos, etc. Gr 4.2).
Despre zam seus perseguidores Gó 39.7). Geralm ente respeitavam a obrigação
r Sustentados por Deus (Sl 104.10-11). assumida por juramen to Gs 9.19-20;
ILUSTRAM 2Sm 21.7; Sl 15.4; Mt 14.9).
A intratabilidade do homem natural Incorria m em muitos erros a respeito
1 Gó 11.12). (Mt 23.16-22).
Os ímpios em busca do pecado Gó 24.5). Muitas vezes culpados de jurar apres-
Israel em seu amor pelos ídolos Gr sadamente Gz 21.7; Mt 14.7; 26.72).
2.23-24). Muitas vezes culpado s de jurar fal-
O poder da Assíria (Os 8.9). samente (Lv 6.3; Jr 5.2; 7.9).
Os ismaelitas (Gn 16.12 (hebraico}). Condenados por jurar falsamente (Zc
5.4; Ml 3.5).
JURAM ENTOS Conden ados por profana r seus jura-
Seu propósito legít1mo, explicado (Hb 6.16). mentos Gr 23.10; Os 4.2).
Sua antiguidade (Gn 14.22; 24.3, 8). EXEMPLOS DE JURAMENTOS APRESSADOS, ETC
USADOS PARA Josué, etc. Gs 9.15-16).
Confirm ar alianças (Gn 26.28; 31.44, Jefté Gz 11.30-36).
53; 1Sm 20.16-17). ~ Saul (lSm 14.27, 44).
Decidir controvérsias em tribunais (Ex Herode s (Mt 14.7-9).
22.11; Nm 5.19; lRs 8.31). Os judeus que queriam matar Paulo
Jurar aliança a soberan os (2Rs 11.4; (At 23.21).
Ec 8.2). Costum e de jurar pela vida do rei (Gn
Compro misso de realização de deveres 42.15-16).
sagrados (Nm 30.2; 2Cr 15.14-15; Ne EXPRESSÕES USADAS EM JURAMENTOS
10.29; Sl 132.2). Pelo temor de !saque (Gn 31.53).
Como vive o Senhor Gz 8.19; Rt 3.13).

~
1 JURAR

Assim me faça o Senhor, e mais ainda Para com os pobres (Pv 29.14; 31.9).
(Rt 1.17). Para com órfãos e viúvas (Is 1.17).
Que o Senhor te faça, e ainda mais Para com os servos (C] 4.1).
(1Sm 3.17). Presentes impedem-na (Ex 23.8).
Pelo Senhor (2Sm 19.7; 1Rs 2.42). DEUS
Diante de Deus, não minto (Gl 1.20). Exige (Mq 6.8).
Chamo Deus como testemunha (2Co Dá-lhe valor imenso (Pv 21.3).
1.23). Alegra-se com ela (Pv 11.1).
Deus é testemunha (1Ts 2.5). Dá sabedoria para sua execução (1Rs
Diante do Senhor, vos encarrego (1 Ts 3.11-12; Pv 2.6,9).
5.27). Desagrada-se com sua falta (Ec 5.8).
Assim como vive a tua alma (1Sm 1.26; Traz suas próprias recompensas CTr 22.15).
25.26). OS SANTOS DEVEM
Deus jurou, para mostrar a imutabilidade Estudar seus princípios (Fp 4.8).
de seu conselho (Gn 22.16; Nm 14.28; Receber instruções em justiça (Pv 1.3).
Hb 6.17). Orar por sabedoria para exercê-la (1Rs
3.9).
JURAR FALSAMENTE Fazer justiça sempre (Sl 119.121; Ez
Proibido (Lv 19.12; Nm 30.2; Mt 5.33). 18.8-9).
Odioso a Deus (Zc 8.17). Alegrar-se nela (Pv 21.15).
Não devemos apreciar (Zc 8.17). Ensiná-la aos outros (Gn 18.19).
Fraude geralmente é sua causa (Lv 6.2-3). Promessas (Is 33.15-16; Jr 7.5, 7).
Os santos abstêm-se disso CTs 9.20; Sl 15.4). OS ÍMPIOS
Bênçãos de abster-se disso (Sl 24.4-5). Escarnecem dela (Pv 19.28).
OS ÍMPIOS Desprezam-na (Mq 3.9).
Praticam-no constantement e CTr 5.2; Não a pleiteiam (Is 59.4).
Os 10.4). Expulsam-na (Is 59.14).
Desculpam-no CTr 7.9-10). Deixam-na de lado (Lc 1L42).
Serão julgados por causa disso (Ml 3.5). Afligem os que agem com justiça CT ó
Serão expulsos por isso (Zc 5.3). 12.4; Am 5.12).
Terão suas casas amaldiçoadas por isso EXEMPLOS
(Zc 5.4). Moisés, Nm 16.15. Samuel, 1Sm 12.4.
Falsas testemunhas, culpadas disso (Dt Davi, 2Sm 8.15. Salomão, 1Rs 3.16-27.
19.16, 18). ]osias, Jr 22.15. José, Lc 23.50-51. Os
EXEMPLOS apóstolos, 1Ts 2.10.
Saul, 1Sm 19.6, 10. Simei, 1Rs 2.41-43.
Os judeus, Ez 16.59. Zedequias, Ez JUSTIÇA OUTORGADA
17.13-19. Pedro, Mt 26.72, 74. Predita (Is 56.1; Ez 1(1.14).
Revelada no evangelho (Rm 1.17).
JUSTIÇA Vem do Senhor (Is 54.17).
Ordenada (Dt 16.20; Is 56.1). DESCRITA COMO
O exemplo de Cristo (Sl 98.9;Is 11.4;Jr23.5). Justiça da fé (Rm 4.13; 9.30; 10.6).
Requerida especialmente dos gover- Justiça de Deus, sem obras da lei (Rm
nantes (2Sm 23.3; Ez 45.9). 3.21).
DEVE SER EXERCIDA Justiça de Deus pela fé em Cristo (Rm
Na execução de julgamento (Dt 16.18; 3.22).
Jr 21.12). Cristo feito justiça por nós (1Cr 1.30).
Em compra e venda (Lv 19.36; Dt Fomos feitos justiça de Deus, em Cris-
25.15). to (2Co 5.21).
JUSTIFICAÇÃO 1

Cristo é o fim da lei para a justiça (Rm 1O. 4). No juízo final (At 17.31).
Cristo é chamado SENHOR, JUSTIÇA Devemos reconhecê-la (Sl 51.4, com
NOSSA CTr 23.6). Rm 3.4).
Çristo nos dá justiça eterna (Dn 9.24). Devemos exaltá-la (Sl 98.9; 99.3-4).
E gratuita (Rm 5.17).
A justiça de Deus nunca será abolida JUSTIFICAÇÃO PERANTE DEUS
(Is 51.6). Prometida em Cristo (Is 45.25; Is 53.11).
As promessas feitas por seu intermédio É ato de Deus (Is 50.8; Rm 8.33).
(Rm 4.13). SOB A LEI
OS SANTOS Requer obediência perfeita (Lv 18.5,
Possuem-na, por crerem (Rm 4.5, 11, 24). com Rm 10.5; 2.13; Tg 2.10).
São revestidos com o manto de justiça O homem não pode alcançá-la Qó 9.2-
(Is 61.10). 3, 20; Jó 25.4; Sl 130.3; 143.2, com
São exaltados em justiça (Sl 89.16). Rm 3.20; 9.31-32).
Desejam ser achados em justiça (Fp 3.9). SOB O EVANGELHO
Gloriam-se em tê-la (Is 45.24-25). Não é pelas obras (At 13.39; Rm 8.3;
Exortação para buscarmos a justiça (Mt Gl 2.16; 3.11).
6.33). Não é pela união da fé e boas obras (At
Os gentios encontram-na (Rm 9.30). 15.1-29; Rm 3.28; 11.6; Gl 2.14-21; 5.4).
Bênção de quem a possui (Rm 4.6). É pela fé somente Qo 5.24; At 13.39;
OS JUDEUS Rm 3.30; 5.1; Gl 2.16).
Ignoram-na (Rm 10.3). É pela graça (Rm 3.24; 4.16; 5.17-21).
Tropeçam na justiça pela fé (Rm 9.32). É no nome de Cristo (lCo 6.11).
Não se submetem a ela (Rm 10.3). É em atribuição à justiça de Cristo (Is
EXEMPLO 61.10; Jr 23.6; Rm 3.22; 5.18; lCo
1 Abraão, Rm 4.9, 22. Paulo, Fp 3.7-9. 1.30; 2Co 5.21).
É pelo sangue de Cristo (Rm 5.9).
JUSTIÇA DE DEUS É pela ressurreição de Cristo (Rm 4.25;
1 É parte de seu caráter (Dt 32.4; Is 45.21). lCo 15.17).
É DECLARADA Sua bênção (Sl 32.1-2, com Rm 4.6-8).
A habitação de seu trono (Sl 89.14). Livra da condenação (Is 50.8-9; Is 54.17,
Abundante Qó 37.23). com Rm 8.33-34).
Imparcial (7Cr 19.7; Jr 32.19). Dá direito à herança (Tt 3.7).
Inalterável (í ó 8.3; 34.12). Assegura glorificação (Rm 8.30).
Incomparável Qó 4.1). O Ímpio não a alcança (Ex 23 .7).
Incorruptível (0t 10.17; 2Cr 19.7). PELA FÉ
Infalível (Sf 3.5). Revelada sob a antiga dispensação (Hc
Sem acepção de pessoas (Rm 2.11; Cl 2.4, com Rm 1.17).
3.25; lPe 1.17). Exclui a vanglória (Rm 3.27; 4.2; lCo
Não se pode pecar contra ela Qr 50.7). 1.29, 31).
Negada pelos Ímpios (Ez 33.17, 20). Não invalida a lei (Rm 3.30-31; 1Co
DEMONSTRADA 9.21, 31).
No perdão de pecados (lJo 1.9). Tipificada (Zc 3.4-5).
Na redenção (Rm 3.26). Ilustrada (Lc 18.14).
Em seu governo (Sl 9.4; Jr 9.24). EXEMPLOS
Em seus julgamentos (Gn 18.25; Ap 19.2). Abraão, Gn 15.6. Paulo, Fp 3.8-9.
Em todos os seus caminhos (Ez 18.25, 29).
1 IAGOS

LAGOS E AÇUDES Transformadas em arados, em tempos de


Feitos por Deus (Is 35.7). paz (Is 2.4; Mq 4.3).
Feitos pelo homem (Is 19.10). OS ISRAELITAS

ARTIFICIAIS, DESIGNADOS PARA Sabiam fabricá-las (1Sm 13.19).


Suprir água às cidades (2Rs 20.20). Usavam-nas com freqüência (Ne 4.13, 16).
Irrigar jardins, etc. (Ec 2.6). Tinham falta, nos tempos de Débora e
Preservar peixes (Is 19.10). Saul 0-z 5.8; 1Sm 13.22).
Sua água, levada à cidade por valas ou Providenciadas (2Cr 11.12; 32.5).
aquedutos (Is 22.11, com 2Rs 20.20).
LEÃO
Enchidos pela chuva (Sl 84.6).
MENCIONADOS NA BÍBLIA Canaã era infestada de leões (2Rs 17.25-26).
Antigo (Is 22.11). DESCRITO COMO

Betesda 0-o 5.2). Superior em força 0-z 14.18; Pv 30.30).


Do rei (Ne 2.14). Ativo (Dt 33.22).
Gibeom (2Sm 2.13). Corajoso (2Sm 17.10).
Hebrom (2Sm 4.12). Não teme nem ao homem (Is 31.4; Na
Inferior (Is 22.9). 2.11).
Samaria (1Rs 22.38). Feroz 0-ó 10.16; 28.8).
Siloé 0-o 9.7). Voraz (Sl 17.12).
Superior (2Rs 18.17; Is 7.3). Majestoso em seus movimentos (Pv
Egito, abundante neles (Êx 7.19). 30.29-30).
ILUSTRAM Força de seus dentes, aludida (Sl 58.6;Jl 1.6); ··
Nínive (Na 2.8). Poder de Deus, exibido ao restringi-lo
(No deserto) os dons do Espírito San- (1Rs 13.28; Dn 6.22, 27).
to (Is 35.7; 41.18). Deus providencia suas necessidades 0-ó
(Cidades se transformando em lagos) 38.39; Sl 104.21, 28).
grande desolação (Is 14.23). Fica à espreita da cac;:i (Si 10.9).
Ruge à procura da caça (Sl 104.21; Is 31.4).
LANÇAS Despedaça sua presa (Dt 33.20; Sl 7.2).
Uma arma ofensiva (2Sm 23.8, 18). Geralmente leva a presa p:ira sua toca
Primeira menção na Bíblia CTs 8.18). (Na 2.12).
PARTES MENCIONADAS Esconde-se durante o dia (q 104.22).
Haste de madeira (1Sm 17.7). Geralmente morre de fome O-ó 4.11).
Ponta de ferro ou bronze (1Sm 17.7, HABITA EM

com 2Sm 21.16). Florestas 0-r 5.6).


Provavelmente pontudas em ambas ex- Tocas 0-r 4.7).
tremidades (2Sm 2.23). Montanhas (Ct 4.8).
Chamadas de lanças chamejantes 0-ó Desertos (Is 30.6).
39.23; Hc 3.11). Ataca o aprisco de ovelhas (1Sm 17.34;
VARIEDADES Am 3.12; Mq 5.8).
Lança 0-r 50.42; Nm 25.7; 1Sm 18.10). Ataca e mata os seres humanos (1Rs
Dardos (2Sm 18.14; Jó 41.26, 29). 13.24; 20.36).
Quem as usava, chamados lanceiros (Sl Seu rugido causa terror universal 0-r 2.15;
68.30; At 23.23). Am 3.8).
Geralmente usadas por soldados a cava- Os criminosos eram jogados aos leões
lo (Na 3.3). (Dn 6.7, 16, 24).
Untadas antes da guerra 0-r 46.4). Fica à espreita, alusão O-ó 10.16).
Arados transformados em lanças, em tem- MORTO POR

pos de guerra 0-1 3.10). Sansão 0-z 14.5-6).

~
LEI 1

Davi (1Sm 17.35-36). O homem deve cumpri-la (Ec 12.13).


Benaia (2Sm 23.10). Por natureza, o homem não se submete
Enxame de abelhas encontrado na car- a ela (Rm 7.5; 8.7).
caça de um, por Sansão (Jz 14.8). O homem não é capaz de obedecê-la per-
Profeta desobediente matou um leão (1Rs feitamente (1Rs 8.46; Ec 7.20; Rm 3.10).
13.24, 26). O pecado é uma transgressão da lei (1J o 3.4).
ILUSTRA Todos transgrediram-na (Rm 3.9, 19).
Israel (Nm 24.9). Ninguém pode ser justificado por ela (At
A tribo de Judá (Gn 49.9). 13.39; Rm 3.20, 28; Gl 2.16; 3.11).
A tribo de Gade (Dt 33.20). Revela o pecado (Rm 3.20; 7.7).
Cristo (Ap 5.5). Produz a ira (Rm 4.15).
Deus em sua proteção à igreja (Is 31.4). A consciência testifica dela (Rm 2.15).
Deus exercendo seus julgamentos (Is Seu objetivo é levar a Cristo (Gl 3.24).
38.13; Lm 3.10; Os 5.14; 13.8). OBEDECÊ-LA
A ousadia dos santos (Pv 28.1). Uma característica dos santos (Ap 12.17).
Homens corajosos (2Sm 1.23; 23.20). Uma prova de amor (1Jo 5.3).
Inimigos cruéis e poderosos (Is 5.29; Jr De suma importância (1Co 7.19).
49.19; 51.38). As bênçãos de seu cumprimento (Sl
Perseguidores (Sl 22.13; 2Tm 4.17). 119.1; Mt 5.19; 1Jo 3.22, 24; Ap 22.14).
O diabo (1Pe 5.8). CRISTO
Os medos imaginários do preguiçoso Veio cumpri-la (Mt 5.17).
(Pv 22.13; 26.13). Exaltou-a (Is 42.21).
(Domado) o homem natural persuadi- Explicou-a (Mt 7.12; 22.37-40).
do pela graça (Is 11.7; 65.25). O amor a ela produz paz (Sl 119.165).
(Seu rugido) a ira do rei (Pv 19.12; 20.2). OS SANTOS
Estão libertos de sua escravidão (Rm
LEI DE DEUS, A 6.14; 7.4, 6; Gl 3.13).
É absoluta e perpétua (Mt 5.18). Estão libertos de sua condenação (Gl 3.13).
DADA Têm-na escrita em seus corações (Jr
A Adão (Gn 2.16-17, com Rm 5.12-14). 31.33, com Hb 8.10).
A Noé (Gn 9.6). Amam-na (Sl 119.97, 113).
Aos israelitas (Ex 20.2, etc.; Sl 78.5). Alegram-se nela (Sl 119.77; Rm 7.22).
Por meio de 1-:foisés (Êx 31.18;Jo 7.19). Preparam seus corações para buscá-la
Por meio da m;nistração dos anjos (At (Ed 7.10).
7.53; Gl 3.19; Hb 2.2). Comprometem-se a andar nela (Ne 10.29).
DESCRITA COMO Guardam-na (Sl 119.55).
Pura (Sl 19.8). Oram para entendê-la (Sl 119.18).
Espiritual (Rm 7.14). Oram para cumpri-la (Sl 119.34).
Santa, justa e boa (Rm 7.12). Devem se lembrar dela (Ml 4.4).
Abrangente (Sl 119.96). Devem conversar sobre ela (Êx 13.9).
Perfeita (Sl 19.7; Rm 12.2). Lamentam sua violação por outros (Sl
Verdadeira (Sl 119.142). 119.136).
Não são pesadas (1Jo 5.3). OS ÍMPIOS
Requer coração obediente (Sl 51.6; Mt Desprezam-na (Am 2.4).
5.28; 22.37). Esquecem-na (Os 4.6).
Requer obediência perfeita (Dt 27.26; Gl Abandonam-na (2Cr 12.1; Jr 9.13).
3.10; Tg 2.10). Recusam-se a ouvi-la (Is 30.9; Jr 6.19).
O amor é seu cumprimento (Rm 13.8, Recusam-se a caminhar nela (Sl 78.10).
10; Gl 5.14; Tg 2.8). Rejeitam-na (Is 5.24).
LEI

É a regra de vida para os santos (1Co Uma aliança de obras aos judeus como
, 9.21; Gl 5.13-14). nação (Dt 28.1, 15, comJr 31.32).
E a regra para o julgamento (Rm 2.12). ENSINAVA OS JUDEUS A
Deve ser usada adequadamente (1T m 1.8). Amar e temer a Deus (Dt 6.5; 10.12-
Estabelecida pela fé (Rm 3.31). 13; Mt 22.36, 38).
Castigo por desobedecê-la (Ne 9.26-27; Amar ao próximo (Lv 19.18; Mt 22.39).
Is 65.11-13; Jr 9.13-16). Justiça e imparcialidade rigorosas (Lv
19.35-36).
LEI DE MOISÉS Todos os castigos eram aplicados de acor-
É a lei de Deus (Lv 26.46). do com ela CTo 8.5; 19.7; Hb 10.28).
DADA TODOS OS ISRAELITAS DEVERIAM
No deserto (Ez 20.10-11). Conhecê-la (Êx 18.16).
No Monte Horebe (Dt 4.10, 15; 5.2). Observá-la (Dt 4.6; 6.2).
Do Monte Sinai (Êx 19.11, 20). Guardá-la nos corações (Dt 6.6; 11.18).
Por intermédio dos anjos (At 7.53). Lembrar-se dela (Ml 4.4).
Moisés foi o mediador (Dt 5.5, 27-28; Ensiná-la aos filhos (Dt 6.7; 11.19).
Jo 1.17; Gl 3.19). Os reis deveriam tê-la e estudá-la (Dt
Aos j1;1deus JLv 26.46; Sl 78.5). 17.18-19).
J?epo1s do Exodo (Dt 4.45; Sl 81.4-5). Os reis justos a punham em prática (2Rs
As outras nações (Dt 4.8; Sl 147.20). 23.24-25; 2Cr 31.21).
Ninguém deveria se aproximar do Mon- Os sacerdotes e levitas deveriam ensiná-
te enquanto Deus a transmitia (Êx 19.13, la (Dt 33.8-10; Ne 8.7; Ml 2.7).
21-24). Os escribas conheciam bem e explicavam
Fenôm~no incrível ligado à sua transmis- (Ed 7.6; Mt 23.2).
são (Ex 19.16-19). Os jovens recebiam instruções públicas
Medo de Israel ao recebê-la (Êx 19.16; sobre ela (Lc 2.46; At 22.3):
20.18-~0; Dt 5.5, 23-25). LEITURA PÚBLICA
Acréscimos feitos, na planície de Moabe, Na festa dos tabernáculos, no ano
perto do Jordão (Nm 36.13). sabático (Dt 31.10-13).
CHAMADA Por Josué Gs 8.34-35).
Lei veemente (Dt 33.2). Por Esdras (Ne 8.2-3).
Palavra falada por anjos (Hb 2.2). Nas sinagogas, todos os sábados (At
Ministração de morte (2Co 3.7). 13.15; 15.21).
Ministração de condenação (2Co 3.9). Um instrumento de rdorma nacional
Oráculos vivos (At 7.38). (2Cr 34.19-21; Ne 8.13-18).
Lei real (Tg 2.8). Uma sombra dos ben,':fícios futuros (Hb
Livro da lei (Dt 30.10; Js 1.8). 10.1).
Livro de Moisés (2Cr 25.4; 35.12). Não podia oferecer vida nem justiça (Gl
Transmitida por Moisés (Dt 1.1-3). 3.21, com Rm 8.3-4; Hb 10.1).
Foi escrita num livro (Dt 31.9). Um tutor que leva a Cristo (Gl 3.24).
Livro da lei, colocado no santuário (Dt CRISTO
31.26). Nasceu debaixo da Lei (Gl 4.4).
Tábuas da lei, colocadas na arca (Dt 10.5). Circuncidado de acordo com ela (Lc
DIVIDIDA EM 2.21; Rm 15.8).
Lei moral, personificada nos dez man- Não veio destruí-la, e sim cumpri-la
damentos (Dt 5.22; 10.4). (Mt 5.17-18).
Lei cerimonial, relacionada à maneira de
cultuar a Deus (Lv 7.37-38; Hb 9.1-7).
Lei civil, relacionada à administração
ªº
Compareceu a todas as suas celebrações
2.23; 7.2, 10, 37).
Cumpriu todos os seus preceitos (Sl
da justiça (Dt 17.9-11; At 23.3; 24.6). 40.7-8).

~
LEPRA

Cumpr iu todos os seus requisitos (Hb Os judeus o conservava em vasilhas Oz


9.8, 11-14; 10.1, 11-14). . 4.19).
Exaltou-a e honrou -a (Is 42.21). Os filhotes nãoApodiam ser cozidos no
Sofreu sua maldição (Dt 21.23, com leite da mãe (Ex 23.19).
Gl 3.13). ILUSTRA
Nula, como efeito de boas obras (Rm 7.4). Bênçãos tempora is (Gn 49.12).
Não foi uma manifestação da graça de Bênçãos do evangelho (Is 55.1; Jl 3.18).
Deus 0o 1.17 Ver Rm 8.3-4). Princípios da Palavra de Deus (1Co 3.2;
Não anulou a aliança da graça feita em Hb 5.12; 1Pe 2.2).
Cristo (Gl 3.17). Conversas puras e edificantes (Ct 4.11).
Os judeus convertidos queriam obrigar A riqueza dos gentios (Is 60.16).
os cristãos a observá-la (At 15.1). Doutrin as do evangelho (Ct 5.1).
OS JUDEUS
Eram zelosos dela 0o 9.28-29; At 21.20). LEOPARDO
Amaldiçoavam quem não a compreen- Habitavam as montanhas de Canaã (Ct 4.8).
dia 0o 7.49). DESCRITOS COMO
Por respeitá-la, rejeitaram a Cristo (Rm Pintados 0r 13.23).
9.31-33). Feroz e cruel 0r 5.6).
Acusaram Jesus de transgredi-la Oo 19.7). Veloz (Hc 1.8).
Acusaram os cristãos de falarem con- Esconde-se à espera das presas 0r 5.6;
tra ela (At 6.11-14; 21.28). Os 13.7).
Violaram-na, eles mesmos 0o 7.19). ILUSTRA
Desonr aram a Deus por violarem-na Deus em seus julgamentos (Os 13.7).
(Rm 2.23). O império da Macedônia (Dn 7.6).
Serão julgados por ela Go 5.45; Rm2.12).
O anticristo (Ap 13.2).
Era um jugo pesado (At 15.10).
(Amansado) o Ímpio persuadido pelo
Escuridão, etc., em sua entrega, ilustra a
evangelho (Is 11.6).
obscuri dade da dispensação mosaica
(Hb 12.18-24). LEPRA
LEITE Doença comum entre os judeus (Lc 4.27).
INFECTAVA
Uma secreção animal de cor branca (Lm
Homen s (Lc 17.12).
4.7).
Mulheres (Nm 12.10).
Usado como alimento pelos judeus (Gn
Casas (Lv 14.34).
18.8; Jz 5.25).
ESPÉCIES MENCIONADAS
Roupas (Lv 13.47).
Era doença incurável (2Rs 5.7).
De vaca (Dt 32.14; 1Sm 6.7).
Geralm ente enviada como castigo pelo
De camelo (Gn 32.15).
pecado (Nm 12.9-10; 2Cr 26.19).
De cabras (Pv 27.27).
Geraln1ente hereditária (2Sm 3.29; 2Rs 5.27).
De ovelha (Dt 32.14).
PARTES AFETADAS
De monstro s marinho s (Lm 4.3).
Mãos (Êx 4.6).
Rebanh os de ovelhas e gado alimentados
Cabeça (Lv 13.44).
para suprir leite (Pv 27.23, 27; Is 7.21-
Testa (2Cr 26.19).
22; 1Co 9.7). A
Barba (Lv 13.30).
Canaã era abunda nte em leite (Ex 3.8, 17;
Corpo inteiro (Lc 5.12).
Js 5.6).
Geralm ente começa va com um ponto
TRANSFORMADO EM
vermelh o e brilhan te (Lv q_.2, 24).
Manteiga (Pv 30.33).
Deixava a pele esbranquiçada (Ex 4.6; 2Rs
Queijo 0ó 10.10).
5.27).

~
LEVIATÃ

Embranquecia ou amarelava os cabelos CASAS


(Lv 13.3, 10, 30). Suspeitas, anunciadas ao sacerdote (Lv
OS SACERDOTES 14.35).
Eram juízes e diretores nos casos de Suspeitas, desocupadas (Lv 14.36).
lepra (Dt 24.8). Suspeitas, inspecionadas pelo sacerdo-
Examinavam as pessoas com suspeita te (Lv 14.37).
da doença (Lv 13.2, 9). Suspeitas, fechadas por sete dias (Lv
Isolavam as pessoas com suspeita da 14.38).
doença, por sete dias (Lv 13.4). Derrubavam-se primeiro as partes afe-
Tinham regras que distinguiam a doença tadas e raspava-se o restante (Lv 14.39,
(Lv 13.5-44). 42).
Examinavam as pessoas curadas da do- Incurável da lepra, derrubada e removi-
ença (Lv 14.2; Mt 8.4; Lc 17.14). da (Lv 14.43-45).
Cerimonial de purificação da doença (Lv Infectadas, transmitiam imundícia a to-
14.3-32). dos que entravam nelas (Lv 14.46-47).
OS AFLIGIDOS Suspeitas, mas não infectadas, pronun-
Considerados cerimonialmente impuros ciadas limpas (Lv 14.48).
(Lv 13.8, 11, 22, 44). Cerimônias de purificação da lepra (Lv
Separados da comunhão com os outros 14.49-53).
(Nm 5.2; 12.14-15).
Reuniam-se uns com os outros (2Rs
-
LEVIATA
7.3; Lc 17.12). Criado por Deus (Sl 104.26).
Habitavam em casas separadas (2Rs 15.5). Sua natureza e hábitos 0-ó 41).
Proibidos de entrar na casa de Deus Poder de Deus, exibido em sua dest1L1ição
(2Cr 26.21). (Sl 74.14).
Excluídos do ofício sacerdotal (Lv ILUSTRA
22.2-4). Reis poderosos e cruéis (Is 27 .1).
Andavam descabelados, de roupas ras- Poder e severidade de Deus 0-ó 41.10).
gadas e lábios cobertos (Lv 13.45).
Deveriam gritar ''impuro'' quando al- LEVITAS
guém se aproximava (Lv 13.45). Descendiam do terceiro filho de Jacó
Menos grave quando cobria o corpo todo (Gn 29.34; Hb 7.9-10).
(Lv 13.13).
Profecias a respeito (Gn 49.5, 7; Dt
Poder de Deus manifestado em sua cura
33.8-11).
(Nm 12.13-14; 2Rs 5.8-14).
Originalmente consistiam de três fa-
Poder de Cristo manifestado em sua cura
mílias ou divisões (Nm 3.17; 1Cr 6.16-
(Mt 8.3; Lc 5.13; 17.13-14).
48).
Cristo deu poder para sua cura (Mt 10.8).
Não foram enumerados com Israel
ROUPAS
Suspeitas, mostradas ao sacerdote (Lv (Nm 1.47-49).
Enumerados separadamente, depois do
13.49).
povo, a partir de um mês de idade
Suspeitas, isoladas por sete dias (Lv
13 .50). (Nm 3.14-16, 39).
SUAS FAMÍLIAS, CONFORME NUMERADAS
Infectadas, deveriam ser rasgadas pri-
meiro (Lv 13.56). Gérson (Nm 3.18, 21-22).
Incuráveis da lepra eram queimadas (Lv Coate (Nm 3.19, 27-28).
13.51-52). Merari (Nm 3.20, 33-34).
Suspeitas da doença mas não infecta- Escolhidos por Deus para servir no san-
das, lavadas e pronunciadas limpas tuário (1Cr 15.2, com Nm 3.6).
(Lv 13.53-54, 58). Foram consagrados (Nm 8.6, 14).

212
LEVITAS 1

Foram aceitos ern lugar dos primogênitos Regular pesos e medidas (lCr 23.29).
de Israel (Nrn 3.12-13, 40-45; 8.16-18). Ensinar o povo (2Cr 17.8-9; 30.22; 35.3;
Zelo contra a idolatria foi a causa de sua Ne 8.7).
nomeação (Êx 32.26-28, corn Dt 33.9-10). Abenço ar o povo (Dt 10.8).
Começa vam a servir aos vinte e cinco Guarda r os portões do templo (lCr
anos de idade (Nrn 8.24). 9.17-26; 23.5; 2Cr 35.15; Ne 12.25).
Enumer ados corno ministros aos trinta Liderar a música sagrada (lCr 23.5-30;
anos (Nrn 4.3, 23, etc.). 2Cr 5.12-13; Ne 12.24, 27-43).
Afastados do serviço aos cinqüen ta anos Entoar louvore s diante do exército
(Nrn 8.25). (2Cr 20.21-22).
Quando afastados, deviam realizar tarefas Julgar e decidir casos controv ertidos
menos árduas (Nm 8.26). (Dt 17.9; lCr 23.4; 2Cr 19.8).
CERIMÔNIAS DE CONSAGRAÇÃO Guarda r a pessoa e a casa do rei durante
Limpeza e purificação (Nm 8.7). o perigo (2Rs 11.5-9; 2Cr 23.5-7).
Faziam oferta por seus pecados (Nrn Não tinham herança ern Israel (Dt 10.9;
8.8, 12). Js 13.33; 14.3).
Os anciãos de Israel impunham-lhes as Os judeus deveriam ser gentis e bondo-
mãos (Nm 8.9-10). sos corn eles (Dt 12.12, 18-19; 14.29;
Eram apresentados a Deus como ofer- 16.11, 14).
ta pelo povo (Nrn 8.11, 15). Oitenta e quatro cidades corn arredores ex-
Apresentados aos sacerdotes e apresen- tensos lhes foram atribuídas (Nrn 35.2-8).
tavam-se como sua oferta a Deus Os dízimos eram dados para seu susten-
(Nrn 8.13). to (Nrn 18.21, 24; 2Cr 31.4-5.; Ne
Entregues aArão e seus filhos (Nrn 3.9). 12.44-45 Ver Hb 7.5).
Acampavam ao redor do tabernáculo (Nrn Davam aos sacerdotes o dízimo dos dízi-
1.50, 52-53; 3.23, 29, 35). mos (Nm 18.26-32).
Marchavam no centro de Israel (Nm 2.17). Recebiam urna parte das ofertas (Dt 18.1-2).
SUAS RESPON~'.ABILIDADES DAVI
Ministr ar ac Senhor (Dt 10.8). Enumer ou-os começa ndo com os de
Ministr ar acs sacerdotes (Nm 3.6-7; trinta anos de idade (lCr 23.2-3).
Nrn 18.2). Dividiu -os em quatro classes (1 Cr
Ministr ar ao p·wo (2Cr 35.3). 23.4-6).
Cuidardosantffi.rio (Nrn 18.3; 1Cr23.32). Em suas últimas palavras, mandou enu-
Cuidar dos inst".'utnentos e utensílios merá-los a partir dos vinte anos de
sagrados (Nrn 3.8; lCr 9.28-29). idade (lCr 23.24, 27).
Guarda r o azeite, farinha , etc. (lCr Fez com que servissem a partir dos
9.29-30). vinte anos pela leveza de suas respon-
Guardar os tesouros sagrados (1Cr 26.20). sabilidades (1Cr 23.26, 28-32).
Cuidar dos dízimos, ofertas, etc. (2Cr Subdividiu-os em vinte e quatro tur-
31.11-19). mas (1Cr 23.6, com 1Cr 25.8-31).
Realizar o serviço do tabernáculo (Nm Mando u que servisse m por turmas
8.19, 22). (2Cr 8.14; 31.17).
Desarmar, armar e carregar o tabernácu- Serviram por turmas após o cativeiro (Ed
lo, etc. (Nrn 1.50-51; 4.5-33). 6.18).
Prepara r os sacrifícios para os sacerdo- Tinham chefes ou oficiais acima deles
tes (lCr 23.31; 2Cr 35.11). (Nm 3.24, 30, 35; lCr 15.4-10; 2Cr 35.9;
Prepara r os pães da consagração (lCr Ed 8.29).
9.31-32; 23.29). Estavam sob o control e do ajudante do
Purificar as coisas santas (lCr 23.28). sumo sacerdote (Nm 3.32; lCr 9.20).
LÍBANO

Enquanto serviam, moravam ao redor do O templo (Zc 11.1).


templo (1Cr 9.27). (Sua glória) a glória da igreja (Is 35.2;
Punidos com a morte por terem se in- 60.13).
trometido no ofício sacerdotal (Nm (Sua fragrância) as graças da igreja (Ct
18.3). 4.11; Os 14.6-7).
Coré e outros, punidos por oferecerem (A ondulação de suas florestas) o cresci-
incensos (Nm 16.1-35). mento prodigioso da igreja (Sl 72.16).
(Seu lamento) profunda aflição (Ez
LÍBANO 31.15).
Fazia fronteira com o norte de Canaã (Dt
1.7; 11.24).
LIBERALIDADE
Dado a Israel as 13.5-6). Agradável a Deus (2Co 9.7; Hb 13.16).
Deus nunca se esquece dela (Hb 6.10).
ERA CONHECIDO
Pelo cedro (Sl 29.5; 92.12; Is 14.8). O exemplo de Cristo (2Co 8.9).
Pelas flores (Na 1.4). Característica dos santos (Sl 112.9; Is 32.8).
Pela fragrância (Ct 4.11). Inútil, sem amor (1Co 13.3).
Pela fragrância de suas vinhas (Os 14.7). DEVE SER EXERCITADA
Pela beleza gloriosa (Is 35.2). No serviço de Deus (Êx 35.21-29).
Grande parte do território, não conquis- Para com os santos (Rm 12.13; Gl 6.10).
tado pelos israelitas as
13.2, 5;Jz 3.1-4). Para com os servos (Dt 15.12-14).
Para com os pobres (Dt 15.11; Is 58.7).
CHAMADO DE
Os montes (2Cr 2.2). Para com os estrangeiros (Lv 25.35).
Monte Líbano az3.3). Para com os inimigos (Pv 25.21).
Para com todos os semelhantes (Gl 6.10).
A bela montanha sagrada (Dt 3.25).
Os picos das montanhas, cobertos de No empréstimo aos necessitados (Mt
neve ar 18.14). 5.42).
Na doação de esmolas (Lc 12.33).
Parte das terras, desertas (Is 29 .17).
Suas florestas, infestadas de animais sel- Em ajudar os destituídos (Is 58.7).
vagens (Ct 4.8; Is 40.16; Hc 2.17). Em contribuir para missões (Fp 4.14-16).
Muitos riachos se originavam ali (Ct 4.15). Na prestação de serviço individual
Anteriorment e habitado pelos heveus (Fp 2.30).
az 3.3). Sem ostentação (Mt h.1-3).
Em simplicidade (Rrsi. 12.8).
Moisés ansiava contemplá-lo (Dt 3.25).
FORNECEU
De acordo com a caracidade (Dt 16.10,
Madeira para o templo de Salomão (1Rs 17; 1Co 16.2). A

5.5-6). De boa vontade (fx 25.2; 2Co 8.12).


Pedras para o templo de Salomão (1Rs Com abundância (2Co 8.7; 9.11-13).
5.14, 18). Sua prática estimula outros à mesma (2Co
Madeira para o segundo templo (Ed 3.7). 9.2).
SALOMÃO CONSTRUIU
Esforcemo-nos para exercê-la (At 20.35;
A casa do bosque do Líbano (1Rs 7.2). Ef 4.28).
SUA FALTA
Armazéns no Líbano (1Rs 9.19).
Resulta em maldições (Pv 28.27).
Dificuldades de atravessar o país, venci-
Prova de desamor a Deus (1Jo 3.17).
das pelo exército assírio (2Rs 19.23).
Prova de falta de fé (Tg 2.14-16).
ILUSTRA
Bênçãos relacionadas (Sl 41.1; Pv 22.9;
Os grandes e poderosos monarcas (Is
At 20.35).
10.24, 34).
Promessas relacionadas (Sl 112. 9; Pv
O mundo gentio (Is 29.17).
A nação judaica ar
22.6, 23; Hb 2.17).
11.25; 28.27; Ec 11.1-2; Is 58.10).
LÍNG UA 1

Exortações à liberalidade (Lc 3.11; 11.41; O evangelho é a lei da liberdade (Tg 1.25;
At 20.35; 1Co 16.1; 1Tm 6.17-18). 2.12).
EXEMPLOS FALSOS MESTRES
Príncipes de Israel, Nm 7.2. Boaz, Rt Prom etem -na a outr os (2Pe 2.19).
2.16. Davi, 2Sm 9.7, 10. Barzilai, etc., Abu sam dela 0-d 4).
2Sm 17.28. Araúna, 2Sm 24.22. A su- Ten tam destruí-la (Gl 2.4).
namita, 2Rs 4.8, 10. Judá, 2Cr 24.10- Os Ímpios são privados dela Go 8.34, com
11. Neemias, Ne 7.70. Os judeus, Ne Rm 6.20).
7.71-72.Jó, Jó 29.15-16. Nebuzaradã, Jr Tipificada (Lv 25.10-17; Gl 4.23-26, 31).
40.4-5. Joana, etc., Lc 8.3. Zaqueu, Lc
19.8. Os primeiros cristãos, At 2.45. LÍN GU A
Barnabé, At 4.36-37. Dorcas, At 9.36. No início, todos falavam a mesma lín-
Cornélia, At 16.2.A igrejadeAntioquia, gua (Gn 11.1, 6).
At 11.29-30. Lídia, At 16.15. Paulo, At CHAMADA DE
20.34. Estéfanas, etc., 1Co 16.17. Fala (Me 14.70; At 14.11).
EXTR AOR DINÁ RIA- EXE MPL OS Língua (At 1.19; Ap 5.9).
Israelitas, Êx 36.5. A viúva pobre, Me 12.42- CONFUSÃO DE LÍNGUAS
44. Igrejas da Macedônia, 2Co 8.1-5. Um castigo pelo orgu lho, etc. (Gn
11.2-6).
LIBERDADE CRISTÃ Deu origem a sua variedade (Gn 11.7).
Predita (Is 42.7; 61.1). Espalhou o hom em pela terra (Gn 11.8-
CONFERIDA 9).
Por Deu s (Cl 1.13). Div idiu os homens em nações distin-
Por Cris to (Gl 4.3-5; 5.1). tas (Gn 10.5, 20, 31).
Pelo Espírito Santo (Rm 8.15; 2Co 3.17). Gra nde variedade, falada pelos hom ens
Por meio do evangelho 0-o 8.32). (1Co 14.10).
Con firm ada por Cris to Go 8.36). Os rein os antigos norm alm ente com-
~roclamada pnr Cris to (Is 61.1; Lc 4.18). preendiam nações de diferentes línguas
E serviço de Cris to (1Co 7.22). (Et 1.22; Dn 3.4; 6.25).
É LIBERDADE MENCIONADAS NA BÍBLIA
Da lei (Rm 7.6; 8.2). Heb raic a (2Rs 18.28; At 26.14).
Da maldição da lei (Gl 3.13). Caldaica (Dn 1.4).
Do medo da mor te (Hb 2.15). Siríaca (2Rs 18.26; Ed 4.7).
Do pecado (Rm 6.7, 18). Grega (At 21.37).
Da corrupção (Rm 8.21). Latina (Lc 23.38).
Da escravidão do hom em (1Co 9.19). ~acaônica (At 14.11).
Das ordenanças judaicas (Gl 4.3; Cl Arabe, etc (At 2.11).
2.20). Egípcia (SI 81.5; 114.1; At 2.10).
Chamada de gloriosa liberdade dos filhos De algumas nações, difíceis (Ez 3.5-6).
de Deus (Rm 8.21). Os de fala estrangeira eram chamados de
Os santos são chamados a ela (Gl 5.13). bárbaros (1Co 14.11).
PODER DE FALAR LÍNGUAS DIFERENTES
OS SANTOS DEVEM
Lou var a Deus por ela (Sl 116.16-17). Um dom do Espírito Santo (1Co 12.10).
Assegurar-se dela (lCo 10.29). Pro met ido (Me 16.17).
Vem após o recebimento do evangelho
Cam inha r nela (S1119.45).
(At 10.44-46).
Firmar-se nela (Gl 2.5; 5.1).
Con feri do com a imposição de mãos
Não abusar dela (Gl 5.13; 1Pe 2.16).
pelos apóstolos (At 8.17-18; 19.6).
Não ofen der outr os por mei o dela
Foi necessário à expansão do evangelho
(1Co 8.9; 10.29, 32).
(At 2.7-11).
LIVROS

Um sinal aos não-crentes (1Co 14.22). Visões de Ido (2Cr 9.29; 12.15).
Algumas vezes mal usado (1Co 14 .2- Jeú, filho de Hanani (2Cr 20.34).
12, 23). Histórico dos videntes (2Cr 33.19).
INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS ILUSTRAM
Antigüidade do uso de intérpretes (Gn Memoriais das providências de Deus
42.23). (Sl 56.8; 139.16).
Um dom do Espírito Santo (1Co 12.10). Memoriais das conversas e comporta-
Muito importante na igreja primitiva mentos dos homens (Dn 7.10; Ml
(1Co 14.5, 13, 27-28). 3.16; Ap 20.12).
Judeus, punidos por abandonarem pes- Registro da Igreja de Cristo (Dn 12.1;
soas de línguas estangeiras (Dt 28.49; Hb 12.23; Ap 20.12, 15; 22.19).
Is 28.11; Jr 5.15).
LOBOS
LIVROS Sua natureza voraz (Gn 49.27).
Origem provável Gó 19.23-24). Particularmen te feroz à tarde, quando
FEITOS DE caça as vítimas Gr 5.6; Hc 1.8).
Papiro (Is 19.7). Destruidores de rebanhos de ovelhas Go
Pergaminho (2Tm 4.13). 10.12).
Feitos em rolos (Is 34.4; J r 36.2; Ez 2.9). ILUSTRAM
Escritos com pena e tinta Gr 36.18; 3Jo 13). Os Ímpios (Mt 10.16; Lc 10.3).
Muitas vezes escritos dos dois lados (Ez 2.10). Os governantes perversos (Ez 22.27;
Geralmente selados (Is 29 .11; Dn 12.4; Ap Sf 3.3).
5.1). Os falsos mestres (Mt 7.15; At ~0.29).
Geralmente dedicados a pessoas impor- O diabo Go 10.12).
tantes (Lc 1.3; At 1.1). A tribo de Benjamim (Gn 49.27).
Eram numerosos e caros (At 19.19). Inimigos ferozes Gr 5.6; 1-Ic 1.8).
Os antigos gostavam de compilá-los (Ec (Sua domação) as mudanças efetuadas
12.12). pela conversão (Is 11.6; 65.25).
As comu.gicações divinas eram neles regis-
tradas (Ex 17.14; Is 30.8;Jr 36.2;Ap 1.19). LOUVOR
Os eventos importantes eram neles regis- Deus é merecedor de louvor (2Sm 22.4).
trados (Ed 4.15; 6.1-2 (marg.); Et 2.23). Cristo é merecedor de louvor (Ap 5.12).
Correções aludidas (Êx 32.33; Nm 5.23). Deus é glorificado pelo louvor (Sl 22.23;
NÃO EXISTENTES, PORÉM MENCIONADOS NA 50.23).
BÍBLIA Oferecido a Cristo Go 12.13).
Guerras do Senhor (Nm 21.14). Aceitável por meio de Cristo (Hb 13.15).
Jasar Gs 10.13; 2Sm 1.18). DEUS O MERECE POR
O de Samuel a respeito do reino (1Sm Sua majestade (Sl 96.1, 6; Is 24.14).
10.25). Sua glória (Sl 13§.5; Ez 3.12). N~
Crônicas de Davi (1Cr 27.24). Sua excelência (Ex 15.7; Sl 148.13).§.~
Atos de Salomão (1Rs 11.41). Sua grandeza (1Cr 16.25; Sl 145.3).
História natural, por Salomão (1Rs Sua santidade (Êx 15.11; Is 6.3).
4.32-33). Sua sabedoria (Dn 2.20; J d 25).
História dos reis (1Cr 9.1). Seu poder (Sl 21.13).
Samuel, o vidente (1Cr 29.29). Sua bondade (Sl 107.8; 118.1; 136.1; Jr
Natã (1Cr 29.29; 2Cr 9.29). 33.11).
Semaías (2Cr 12.15). Sua misericórdia (2Cr 20.21; Sl 89.1;
Gade, o vidente (1Cr 29.29). 118.1-4; 136).
Aías, o silonita (2Cr 9.29). Sua longanimidade (Sl 138.2).
Sua fidelidade e verdade (Is 25.1). Dia após dia (2Cr 30.21).
LOUVOR 1
Sua salvação (Sl 18.46; Is 35.10; 61.10; Para todo o sempre (Sl 145.1-2).
Lc 1.68-69). Pelo mundo todo (Sl 113.3).
Suas obras maravilhosas (SI 89.5; 150.2; Com salmos e hinos, etc. (Sl 105.2; Ef
Is 25.1). 5.19; Cl 3.16).
Sua consolação (SI 42.5; Is 12.1). Acompanhado de instrumentos musicais
Seus julgamentos (Sl 101.1). (lCr 16.41-42; Sl 150.3, 5).
Seus conselhos (Sl 16.7; Jr 32.19). É parte do culto público (Sl 9.14; 100.4;
Cumprir suas promessas (lRs 8.56). 118.19-20; Hb 2.12).
Perdoar pecados (Sl 103.1-3; Os 14.2). OS SANTOS DEVEM
Dar saúde espiritual (Sl 103.3). Exibi-lo (Is 43.21; 1Pe 2.9).
Sua preservação contÍnua (Sl 71.6-8). Ser revestidos do espírito de louvor (Is
Seu livramento (Sl 40.1-3; 124.6). 61.3).
Sua proteção (Sl 28.7; 59.17). Rendê-lo, sob aflições (At 16.25).
Responder orações (SI 28.6; 118.21). Gloriar-se nele (lCr 16.35).
Sua esperança de glória (lPe 1.3-4). Triunfar nele (Sl 106.47).
Todas as bênçãos espirituais (Sl 1032; Expressar sua alegria com louvores (Tg
Ef 1.3). 5.13).
Todas as bênçãos temporais (SI 104.1, Declará-lo (Is 42.12).
14; 136.25). Convidar outros a louvar (Sl 34.3; 95.1).
Continuar a abençoar (Sl 68.19). Orar por habilidade de louvar (Sl 51.15;
É OBRIGAÇÃO 119.175).
Dos anjos (Sl 103.20; 148.2). Postura apropriada (lCr 23.30; Ne 9.5).
Dossantos (Sl 30.4.; 149.5). CHAMADO DE
Dos gentios (Sl 117.1, com Rm 15.11). Fruto dos lábios (Hb 13.15).
Das crianças (SI 8.2, com Mt 21.16). Voz de louvor (Sl 66.8).
Nos céus e na terra (Sl 148.1, 11).1'1 Voz de triunfo (SI 47.1).
Dos jovens e velhos (Sl 148.1, 12). Voz de melodia (Is 51.3).
Dos pequenos e grandes (Ap 19.5). Voz de salmo (Sl 98.5).
De todos os homens (SI 107.8; 145.21). Vestes de louvor (Is 61.3).
De toda a cricção (Sl 148.1-10; 150.6). Sacrifícios de louvor (Hb 13.15).
É bom e apropriado (Sl 33.1; 147.1). Sacrifícios de alegria (Sl 27.6).
DEVE SER OFERECIDO Fruto dos lábios (Os 14.2).
Com entendimento (Sl 47.7, com lCo As hostes celestiais ocupam-se do louvor
14.15). (Is 6.3; Lc 2.13; Ap 4.9-11; 5.12).
Com a alma (Sl 103.1; 104.1, 35). EXEMPLOS
De todo o coração (Sl 9.1; 111.1; 138.1). Melquizedeque, Gn 14.20. Moises, etc.,
Com retidão de coração (Sl 119.7). Êx 15.1-21. ]etro, Êx 18.10. Os israeli-
Com os lábios (Sl 63.3; 119.171). tas, 1Cr 16.36. Davi, 1Cr 29.10-13. Os
Com a boca (Sl 51.15; 63.5). sacerdotes e os levitas, Ed 3.10-11. Esdras,
Com alegria (SI 63.5; 98.4). Ne 8.6. Ezequias, Is 38.19. Zacarias, Lc
Com regozijo (2Cr 29.30; Jr 33.11). 1.64. Os pastores, Lc 2.20. Simeão, Lc
Com gratidão (lCr 16.4; Ne 12.24; Sl 2.28. Ana, Lc 2.38. As multidões, Lc
147.7). 18.43. Os discípulos, Lc 19.37-38. Os
Continuament e (Sl 35.28; SI 71.6). apóstolos, Lc 24.53. Os primeiros con-
Durante toda a vida (Sl 104.33). vertidos, At 2.47. O paralítico, At 3.8.
Mais e mais (Sl 71.14). Paulo e Silas, At 16.25.
Dia e noite (Ap 4.8).
1 LONGANIMIDADE I

LONGANIMIDADE DE DEUS Loucura atribuída à sua influência (Sl


É parte de seu caráter (Êx 34.6; Nm 14.18; 121.6, com Mt 4.24).
Sl 86.15). Adorada como a rainha do céu Gr 7.18;
Salvação, seu objetivo (2Pe 3.15). 44.17-19, 25).
Por meio da intercessão de Cristo (Lc 13 .8). SUA ADORAÇÃO

Deve gerar arrependimen to (Rm 2.4; Proibida aos judeus (Dt 4.19).
2Pe 3.9). Condenada como ateísmo Gó 31.26, 28).
Um incentivo ao arrependimento Gl 2.13). Devia ser punida com a morte (Dt 17.3-6).
Revelada no perdão de pecados (Rm 3.25). Os judeus eram culpados disso, muitas
EXERCIDA vezes (2Rs 23.5; Jr 8.2).
Para com seu povo (Is 30.18; Ez 20.17). Judeus, punidos por isso Gr 8.1-3).
Para com o Ímpio (Rm 9.22). ILUSTRA

Suplicada em oração Gr 15.15). A glória de Cristo na igreja (Is 60.20).


Seus limites (Gn 6.3; Jr 44.22). A beleza da igreja (Ct 6.10).
O ÍMPIO
A mutabilidade do mund~ (Ap 12.1).
Abusa dela (Ec 8.11; Mt 24.48-49). (Tornando-se sangue) os julgamentos
Despreza-a (Rm 2.4). (Ap 6.12).
Castigado por desprezá-la (Ne 9.30; Mt (Escura) grandes calamidades (Is 13.10;
24.48-51; Rm 2.5). Jl 2.10; 3.15; Mt 24.29).
Ilustrada (Lc 13.6, 9). LUGARES ALTOS
EXEMPLOS
Manassés, 2Cr 33.10-13. Israel, Sl 78.38. 1}sados para cultos idólatras (1Rs 11.7-8).
Jerusalém, Mt 23.37. Paulo, lTm 1.16. As vezes Deus era adorado neles (1S~
9.12; 1Rs 3.2, 4; 2Cr 33.17). ,
LUA MENCIONADOS NA BÍBLIA

Cr~ada por Deus (Gn 1.14; Sl 8.3). Arnom (Nm 21.28).


Cnada para glorificar a Deus (Sl 148.3). Aven (Os 10.8).
Chamada de luz menor (Gn 1.16). Baal (Nm 22.41).
DESCRITA COMO Bama (Ez 20.29).
Bela (Ct 6.10). Gibeão (1Rs 3.4).
Brilhante Gó 31.26). Tofete Gr 7.31).
Tem sua própria glória (1Co 15.41). Enfeitados com tapetes (Ez 16.16).
INDICADA Cercados de bosques (1Rs 14.23).
Para dividir o dia da noite (Gn 1.14). CONSTRUÍDOS POR

Para sinais e estações (Gn 1.14; Sl 104.19). Acaz (2Cr 28.25).


Como luz no firmamento (Gn 1.15). Jeorão (2Cr 21.11).
Para iluminar a terra à noite Gr 31.35). Jeroboão (1Rs 12.31).
Para governar a noite (Gn 1.16; Sl 136.9). Manassés (2Rs 21.3; 2Cr 33.3).
Por uma ordenança perpétua (Sl 72.5, Povo de Israel (2 Rs 17.9).
7; 89.37; Jr 31.36). Povo de Judá (1Rs 14.23).
Para o benefício de todos (Dt 4.19). Salomão (1Rs 11.7).
Influencia a vegetação (Dt 33.14). Sacerdotes nomeados para os mesmos
Seu primeiro aparecimento, ocasião de (1Rs 12.32; 13.33).
festa (1Sm 20.5-6; Sl 81.3). Sacrifícios e incensos oferecidos aos ído-
MILAGRES LIGADOS A ELA los sobre eles (2Rs 12.3; 16.4).
Parada sobre o vale de Aijalom Gs 10.12- Mágicas realizadas nos mesmos (Nm
13). 23.3; 24.1).
Sinais nela, antes da destruição de J eru- Dos cananitas deviam ser destruídos (Nm
salém (Lc 21.25). 33.52).
LUZ 1

OS JUDEUS DESCRITA COMO


Edificaram-nos em suas cidades (2Rs Branca e pura (Mt 17.2).
17.9). Brilhan te Gó 37.21).
Edificaram-nos em todas as suas ruas Reluzen te (2Sm 23.4; Jó 41.18).
(Ez 16.24,31). Difusiva Gó 25.3, com Jó 36.30).
Condenados por edificá-los (Ez 16.23-35). Útil e preciosa (Ec 2.13).
Provoc aram a Deus com eles (1Rs Agradável (Ec 11.7).
14.22-23; Sl 78.58). Manifestadora Go 3.20-21; Ef 5.13).
Ameaçados de destruição (Lv 26.30). Teoria da luz, além da compre ensão hu-
Castigados por causa deles (2Rs 17.11, 18). mana Gó 38.19-20, 24).
DESTRUÍDOS POR ILUSTRA
Asa, parcialm ente (2Cr 14.3, 5, com A glória de Deus (Sl 104.2,com 1Tm6.16).
2Cr 15.17). A pureza de Deus (1Jo 1.5).
Josafá (2Cr 17.6). A sabedoria de Deus (Dn 2.22).
Ezequias (2Rs 18.4; 2Cr 31.1). A liderança de Deus (Sl 27.1; 36.9).
Josias (2Rs 23.8; 2Cr 34.3). O favor de Deus (Sl 4.6; Is 2.5).
NÃO REMOVIDOS POR Cristo, a fonte de toda sabedoria (Lc
Joás (2Rs 12.3). 2.32; Jo 1.4, 9; 8.12; 12.46).
Amazias (2Rs 14.4). A glória de Cristo (At 9.3, 5; 26.13).
Azarias (2Rs 15.4). A pureza de Cristo (Mt 17.2).
Jotão (2Rs 15.35). A Palavra de Deus (Sl 119.105, 130;
2Pe 1.19).
LUZ O evangelho (2Co 4.4; 1Pe 2.9).
Deus é sua única fonte (Tg 1.17). Os ministr os (Mt 5.14; Jo 5.35).
Criada por Deus (Gn 1.3; Is 45.7). Os governantes sábios (2Sm21.17; 23.4).
Separada da escuridão (Gn 1.4). A alma do ser humano Gó 18.5-6).
Sol, lua e estrelas designados para se comu- Os santos (Lc 16.8; Ef 5.8; Fp 2.15).
nicar com a terra (Gn 1.14-17;Jr 31.35). A futura glória dos santos (Sl 97.11;
DIVIDIDA EM Cl 1.12).
Natural Gó 24.14; Is 5.30). A O caminh o dos justos (Pv 4.18).
Extraor dinária e miraculosa (Ex 14.20; A glória da igreja ~s 60.1-3).
Sl 78.14; At 9.3; 12.7). Tudo o que é manifes tado Go 3.21;
Artificial Gr 25.10; At 16.29). Ef 5.13).
Comun icada ao corpo através dos olhos
(Pv 15.30; Mt 6.22).
1 MACEDÔNIA

MACEDÔNIA, IMPÉRIO DA MAGISTRADOS


Chamado de reino da Grécia (Dn 11.2). São nomeados por Deus (Rm 13.1).
ILUSTRADO São ministros de Deus (Rm 13.4, 6).
Pela parte de bronze da estátua de N abu- Objetivo de sua nomeação (Rm 13.4;
codonozor (Dn 2.32, 39). lPe 2.14).
Por um leopardo de quatro asas e qua- Seu cargo deve ser respeitado (At 23.5).
tro cabeças (Dn 7.6, 17). Não são terrores aos bons, porém aos
Por um bode violento com um grande maus (Rm 13.3).
chifre (Dn 8.5, 21). Devem ser sabiamente escolhidos e no-
Cidade principal de Filipos (At 16.12). meados (Êx 18.21; Ed 7.25).
PREVISÕES A RESPEITO Devemos orar por eles (lTm 2.1-2).
Conquista do reino medo-persa (Dn DEVEM
8.6-7; 11.2-3). Buscar a sabedoria de Deus (lRs 3.9).
Poder e majestade de Alexandre, seu Legislar no temor de Deus (2Sm 23.3;
último rei (Dn 8.8; 11.3). 2Cr 19.7).
Sua divisão em quatro reinos (Dn 8.8, 22). Conhecer a lei de Deus (Ed 7.25).
Suas divisões governadas por estrangeiros Ser fiel ao Soberano (Dn 6.4).
(Dn 11.4). Aplicar as leis (Ed 7.26).
História de suas quatro divisões (Dn Julgar sabiamente (lfs 3.16-28).
11.4-29). Repugnar a cobiça (s_x 18.21).
O pequeno chifre que se levantará de uma Não aceitar suborno (Ex23.8; Dt 16.19).
de suas divisões (Dn 8.8-12, 23-25). Defender os pobres, etc. 0-ó 29.12, 16).
O evangelho lhe é pregado, pela vontade Julgar para Deus e não para os homens
de Deus (At 16.9-10). (2Cr 19.6).
Liberalidade de suas igrejas (2Co 8.1-5). Julgar retamentÍ;_ (Dt 1.16; 16.18; 25.1).
Ser imparciais (Ex 23.6; Dt 1.17).
MADRUGAR Ser diligentes na liderança (Rm 12.8).
O exemplo de Cristo (Me 1.35; Lc 21.38; Sujeição à autoridade q,1e lhes foi con-
Jo 8.2). ferida (Mt 23.2-3; Rrn 13.1; 1Pe 2.13-
EXIGIDO PARA 14).
Devoção (Sl 5.3; 59.16; 63.1; 88.13; Ímpios-Ilustrado (Pv 28.15).
Is 26.9). JUSTOS-EXEMPLOS
Executar os mandamentos de Deus José, Gn 41.46. Gideão, Jz 8.35. Samuel,
(Gn 22.3). 1Sm 12.3-4. Neemias, Ne 3.15. Jó, Jó
Cumprir as responsabilidades diárias 29.16. Daniel, Dn 6.3.
(Pv 31.15). ÍMPIOS-EXEMPLC'.i
Negligenciar, leva à pobreza (Pv 6.9-11). Os filhos de Samuel, lSm 8.3. Pilatos,
OS ÍMPIOS MADRUGAM PARA Mt 27.24, 26. A1agistrados em Filipos, At
Enganar (Pv 27.14). 16.22-23. Gálio, At 18.16-17. Félix, At
Executar seus maus propósitos (Mq 2.1). 24.26.
Ilustra a diligência espiritual (Rm 13.11-12).
EXEMPLOS MALDADE, MÁ-FÉ,
Abraão, Gn 19 .27. !saque, etc., Gn PREMEDITAÇÃO
26.31. Jacó, Gn 28.18. Josué, etc., Js 3.1. Origina-se no coração perverso (Mt 15.19-
Gideão, Jz 6.38. Samuel, 1Sm 15.12. 20; Gl 5.19).
Davi, lSm 17.20. Maria, etc., Me 16.2. Proibida (lCo 14.20; Cl 3.8; Ef 4.26-27).
Os apóstolos, At 5.21. Um obstáculo ao crescimento na graça
(lPe 2.1-2).
MANASSÉ S 1

Incompatível com o culto a Deus (1Co Er~ recolhido um jarro para cada pessoa
5.7-8). (Ex 16.16).
A liberdade cristã não é pretexto para tal Duas porções recolhidas no sexto dia, por
(1Pe 2.16). causa do sábado (Êx 16.5, 22-26).
Os santos devem evitá-la 0ó 31.29-30; Sl Quem recolhia muit_? ou pouco não tinha
35.12-14). falta nem sobra (~x 16.18).
OS ÍMPIOS Derretia-se ao sol (Ex 16.21).
Falam com maldade (3Jo 10). DADO
Vivem nela (Tt 3.3). QuAando Israel reclamou pedindo pão
Concebem-na (Sl 7.14). (Ex 16.2-3).
São cheios dela (Rm 1.29). Em resposta à oração (Sl 105.40).
Usam de maldade com os santos (Sl Por meio de Moisés 0o 6.31-32).
83.3; Mt 22.6). Para mostrar a glória de Deus (Êx 16.7).
Oremos por quem usa de má-fé conosco Como um sinal da missão divina de
(Mt 5.44). Moisés 0o 6.30-31).
Traz seus próprio s castigos (Sl 7.15, 16). Durant e quarent a anos (Ne 9.Jl).
Deus vinga-se dela (Sl 10.14; Ez 36.5). Como um teste de obediência (Ex 16.4).
Seu castigo (Am 1.11-12; 06 10-15). Para ensinar que o homem não vive só
EXEMPLOS de pão (Dt 8.3, com Mt 4.4).
Caim, Gn 4.5. Esaú, Gn 27.41. Os irmãos Para humilh ar e provar Israel (Dt 8.16).
de josé, Gn 37.19-20. Saul, 1Sm 18.9-11. Mantid o mais que up dia (exceto no sá-
Sirnei, 2Sm 16.5; 1Rs 2.8-9. Joabe, 2Sm bado), apodrecia (Ex 16.19-20).
3.27; 1Rs 2.5,28-33. Sambalate, etc., Ne OS ISRAELITAS
2.10. Hamã, Et 3.5-6. Os edomitas, Ez A princípio, eram ávidos por ele (Êx
35.5. Os presidentes, etc., Dn 6.4-9. 16.17).
Reradias, }vk 6.19. Os escribas, etc., Me Moíam-no, faziam pães assados (Nm
11.18; Lc 11. 54. Diótrefes, 3Jo 10. 11.8).
Consideravam-no inferior à comida do
MANÁ Egito (Nm 11.4-6).
Miraculosamente .dado a Israel como ali- Detestavam-no (Nm 21.5).
mento no deserto (Êx 16.4, 15; Ne 9.15). Castigados por desprezá-lo (Nm 11.10-
CHAMADO 20).
Maná de Deus (Ne 9.20). Castigados por detestá-lo (Nm 21.6).
Pão do céu (Sl 105.40; Êx 16.4;Jo 6.31). Ce~sou quando Israel entrou em Canaã
Cereal do céu (Sl 78.24). (Ex 16.35; Js 5.12).
Comida dos anjos (Sl 78.25). ILUSTRA
Alimen to espiritual (1Co 10.3). Cristo 0o 6.32-35).
Desconhecido até então (Dt 8.3, 16). As bênçãos dadas aos santos (Ap 2.17).
DESCRITO COMO Um vaso de ouro com maná foi posto
Semente de coentro (Êx 16.31; Nm 11.7). no Santo dos Santos como um memo-
Branco (Êx 16.31). rial (Êx 16.32-34; Hb 9.4).
Semelhante à resina, em cor (Nm 11.7).
Bolo de mel, em sabor (Êx 16.31). MANASSÉS, A TRIBO DE
Igual ao azeite, em sabor (Nm 11.8),:_ Descendia do filho mais velho de José,
Flocos finos, semelhantes à geada (Ex adotado por Jacó (Gn 41.51; 48.5).
16.14). Previsões a respeito (Gn 48.20; 49.22-26;
Caía após o orvalho da noite (Nm 11.9). Dt 33.13-17).
Não caía aos sábados (Êx 16.26-27). PESSOAS ESCOLHIDAS PARA
Recolhi do todas as manhãs (Êx 16.21). Enume rar o povo (Nm 1.10).
MANDAMENTOS

Espiar a terra (Nm 13.11). MANHÃ


Dividir a terra (Nm 34.23). A segunda parte do dia, na criação (Gn
Número de pessoas ao deixar o Egito 1.5, 8, 13, 19, 23, 31).
(Nm 1.34-35). A primeira parte do dia natural (Me 16.2).
Parte da terceira divisão de Israel, em suas Ordenada por Deus Qó 38.12).
peregrinações (Nm 10.22-23). Começa ao romper da aurora Qs 6.15; Sl
Acampavam-se ao lado e sob a bandeira de 119.147).
Efraim, a leste do Jordão (Nm 2.18-20). Continua até o meio dia (lRs 18.26; Ne 8.3).
Sua oferta, na dedicação (Nm 7.54-59). Seus primeiros lampejos, chamados de olhos
Suas famílias (Nm 26.29-33). da alvorada Qó 3.9; 41.18 (margem)).
Número de pessoas ao entrar em Canaã Seus afazeres, causam alegria (Sl 65.8).
(Nm 26.34). OS JUDEUS
Em Gerazim disseram amém às bênçãos Levantavam-se cedo de manhã (Gn
(Dt 27.12). 28.18; Jz 6.28).
Metade da tribo recebeu herança a leste do Comiam pouco de manhã (Ec 10.16).
Jordão (Nm 32.33, 39-42; Js 13.29-31). Iam ao templo de manhã (Lc 21.38;
Herança da outra metade Qs 17.1-11). Jo 8.2).
Não conseguiram expulsar os cananeus, Ofereciam de manhã parte do sacrifí-
mas os tornaram tributários Qs 17.12- cio diário (Êx 29.38-39; Nm 28.4-7).
13; Jz 1.27-28). Devotavam parte dela à oração e lou-
ALGUNS DA TRIBO vor (Sl 5.3; 59.16; 88.13). A

Ajudaram Davi contra Saul (1Cr 12.19- Recolheram o maná de manhã (Ex 'l.6.21).
21). Começavam sua jornada de manhã
Compareceram à coroação de Davi (Gn 22.3).
(1Cr 12.31-37). Reuniam-se nos tribunai:; de manhã Qr
Retornaram à lealdade a Davi, no rei- 21.12; Mt 27.1). .
nado de Asa (2Cr 15.9). Faziam alianças de manhã (Gn 26.31).
Presentes à Páscoa de Ezequias (2Cr Realizavam negócios de manhã (Ec
30.1, 11, 18). 11.6; Mt 20.1).
Davi nomeou líderes e capitães sobre eles Freqüentemente não tinham nuvens (2Sm
(1Cr 26.32; 27.20-21). 23.4).
Geralmente em guerra com Efraim Qz Céu vermelho de manhã é sinal de tem-
12.1, 6; Is 9.21). poral (Mt 16.3).
Sua terra purificada dos ídolos por Inicia-se com a estrela da manhã Qó 38.7).
Ezequias e Josias (2Cr 31.1; 34.6). ILUSTRA
PESSOAS NOTÁVEIS DA TRIBO O dia da ressurreição (Sl 49:14).
As filhas de Zelofeade, Nm 27.1-7. (Iniciando-se) a glória da igreja (Ct 6.10;
Gideão, Jz 6.15.Abimeleque,Jz 9.1.Jotã, Is 58.8).
Jz 9.5, 7, 21.Jair,Jz 10.3.Jeftá,Jz 11.1. (Estrela da manhã) a glória de Cristo
Barzilai, 2Sm 17.27. Elias, 1Rs 17.1. (Ap 22.16).
(Estrela da manhã) a recompensa dos
MANDAMENTOS, OS DEZ
santos (Ap 2.28).
Ditados por Deus @x 20.1; Dt 5.4, 22). (Nuvens de manhã) a vida curta da con-
Escritos por Deus (Ex 32.16; 34.1, 28; Dt fissão dos hipócritas (Os 6.4).
4.13; 10.4). A
(Asas da manhã) movimentos rápidos
Enumerados (Ex 20.3-17). (Sl 139.9).
Resumidos por Cristo (Mt 22.35-40). (Estendida sobre a montanha) calami-
Sua lei é espiritual (Mt 5.28; Rm 7.14) dades pesadas Ql 2.2).
(Ver Lei de Deus.).
MÃOS

MANSIDÃO Suas bordas, usadas para carregar coisas


(2Rs 4.39; Ne 5.13; Ag 2.12; Lc 6.38).
rf Cristo é o maior exemplo (Sl 45.4; Is
Provavelmente usado pelas mulheres co-
53.7; Mt 11.29; 21.5; 2Co 10.1; 1Pe
r 2.21-23). mo véu (Rt 3.15).
PRESOS À CINTURA PARA
t. Ele o ensina (Mt 5.38-45).
É fruto do Espírito (Gl 5.22-23). Correr (1Rs 18.46).
OS SANTOS DEVEM
Trabalhar (Lc 17.8).
Geralmente colocado de lado (Mt 24.18;
Buscar (So 2.3).
Me 10.50).
ri Revestir-se dele (Cl 3.12-13).
Sem ele, os judeus se diziam nus (2Sm
Receber as palavras de Deus com ela
6.20; Me 14.51-52; Jo 21.7).

l
(Tg 1.21).
VESTUÁRIO
Mostrá-la com atos (Tg 3.13).
Rasgado em raiva (Mt 26.65).
Responder a todos sobre a razão de sua
Rasgado em tristeza Q12.13).
esperança com ela (1Pe 3.15).
De Samuel, rasgado por Saul (1Sm 15.27).
Mostrá-la a todos os homens (Tt 3.2).
De Saul cortado por Davi (1Sm 24.4-5).
1 Restaurar os errados (pessoas erradas) ) I (
De Jeroboão, rasgado por Aias 1Rs
com ela (Gl 6.1).
11.30).
r Preciso aos olhos de Deus (1Pe 3.4).
Colocado de lado por Jesus Qo 13.4).
OS MINISTROS DEVEM
Estendido diante de Cristo pelos judeus
1
Segui-la (1Tm 6.11).
1 (Mt 21.8).
Exortar os que se opõem com ela (2Tm Os judeus foram condenados por alar-
2.24-25). gar suas bordas (Mt 23.5).
1 Deseja-la a todas as pessoas (Tt 3.1-2).
Uma característica da sabedoria (Tg 3.17). MÃOS
Necessária ao caminhar cristão (Ef 4 .1- Membros necessários ao corpo (1Co 12.21).
2; 1Co 6.7). PARTES MENCIONADAS
QUEM A USA
As palmas (Is ~9.16; Mt 26.67).

' É preservado (Sl 76.9).


É exaltado (Sl 147.6; Mt 23.12).
É guiado e ensinado (Sl 25.9).
É ricamente provido (Sl 22.26).
Os polegares (Ex 29.20; Lv 14.14-17).
Os dedos (2Sm 21.20; Dn 5.5).
Deus as fortalece (Gn 49.24).
Deus as torna impotentes Qó 5.12).
É embelezado com a salvação (Sl 149 .4). CAPACIDADES MENCIONADAS
Aumenta sua alegria (Is 29.19). Bater (Me 14.65; Jo 19.3).
Herdará a terra (Sl 37.11). Escrever (Is 44.5; Gl 6.11).
O evangelho é pregado àqueles que a Gesticular (Is 13.J; At 12.17).
possuem (Is 61.1). Pegar (Gn 3.22; Ex 4.4).
A benção de (Mt 5.5). Segurar Qz 7.20; Ap 10.2).
EXEMPLOS
Sentir (Sl 115.7; 1Jo 1.1).
Moisés, Nm 12.3. Davi, 1Sm 30.6; 2Sm Trabalhar (Pv 31.19; 1Ts 4.11).
16.9-12. Paulo, lCo 4.12; 1Ts 2.7. CLASSIFICADAS COMO

MANTO Direita (At 3.7) ..


Esquerda (Gn 14.15; At 21.3).
Leis a respeito de suas bordas (Nm 15.38; Muitos são hábeis ambidestros (1Cr 12.2).
Dt 22.12). Muitos são mais hábeis com a esquerda
Usado pelos pobres como coberta à noite Qz 3.15, 21 (margem); Jz 20.16).
(Êx 22.26-27; Dt 24.13). . MÃO DIREITA
Geralmente usado para carregar c01sas Lugar de honra (1Rs 2.19; Sl 45.9).
(Êx 12.34). Lugar de poder (Sl 110.1; Me 14.62).
MÃOS

Anel usado nessa mão Gr 22.24). Na consagração dos levitas (Nm 8.10).
Estendida em sinal de amizade (G 12. 9). Para conferir poder civil (Nm 27.18;
Usada no abraço (2Sm20.9; Ct2.6; 8.3). Dt 34.9).
Usada em juramentos (Is 62.8). Para abençoar (Gn 48.14; Me 10.16).
Dos sacerdotes, tocada com o sangue do Na ordenação de ministros (At 6.6; 1Tm
cordeiro da consagração (Êx 29.20; Lv 4.14).
8.23-24). Na concessão dos dons do Espírito San-
Do leproso curado, tocada com sangue to (At 8.17; 19.6).
de seu sacrifício (Lv 14.14, 17, 25). Imposição de mãos, primeiro princípio
Do leproso, tocado com óleo (Lv 14.28). da doutrina de Cristo (Hb 6.1-2).
O acusador ficava à direita do acusado DEVEM SER USADAS
(Sl 109.6; Zc 3.1). No trabalho (Ef 4.28; 1Ts 4.11).
Os judeus traZÍafll uma bengala na mão, Na obra de Deus (Ne 2.18; Zc 8.9, 13).
ao caminhar (Ex 12.11; 2Rs 4.29). Em atos de bondade (Pv 3.27; 31.20).
Os judeus comiam com a mão direita AS DOS ÍMPIOS, DESCRITAS COMO
0\1t 26.23). Sanguinárias (Is 1.15; 59.3).
ERAM LAVADAS Violentas (Sl 58.2; Is 59.6).
Antes das refeições (Mt 15.2; Me 7.3). Enganadoras (Sl 26.10; Mq 7.3).
Depois de tocarem alguém impuro (Lv Preguiçosas (Pv 6.10; 21.25).
15.11). Armadilhas contra si mesmas (Sl 9 .16).
Em sinal de inocência (Dt 21.6-7; Mt Os Ímpios recompensados pela obra de
27.24). suas mãos (Sl 28.4; Pv 12.14; Is 3.11).
Costume de empregados despejarem água Os santos abençoados pela obra de suas
sobre as mãos, aludido (2Rs 3.11). mãos (Dt 2.7; 30.9; Jó 1.10; Sl 90.17).
Servos, orientados por movimentos das CRIMINOSOS GERALMENTE
mãos (Sl 123.2). Amarrados pelas mãos (Mt 22.13).
Beijadas nos cultos idólatras 0- ó 31.27). Privados das mãos (Dt 25.12; 2Sm 4.12).
Acordos selados com um aperto de mão Mutilados Gz 1.6-7).
(2Rs 10.15; Pv 11.21). Pendurados pelas mãos (Lm 5.12).
Compromisso assumido com um aperto ILUSTRAM
de mão Gó 17.3; Pv 6.1; 17.18; 22.26). Poder (1Rs 18.46; 2Rs 13.5).
ELEVADAS EM (Levantadas contra outros) rebelião
Oração (SI 141.2; Lm 3.41). (2Sm 20.21).
Louvor (Sl 134.2). (Abertas) liberalidade (Dt 15.8; Sl 104.28).
Juramento (Gn 14.22; Ap 10.5). (Fechadas) mesquinhez (Dt 15.7).
Bênção (Lv 9.22). MÃO DIREITA, ILUSTRA
Geralmente estendidas em oração (Sl Força e poder (Êx 15.6; Sl 17.7).
68.31; Is 1.15). (Seguro por ela) sustento (Sl 73.23; Is
Colocadas sob a coxa de uma pessoa a 41.13).
quem se fazia um juramento (Gn 24.2- O-unto dela) proteção (Sl 16.8; 109.31;
3; 47.29, 31). 110.5).
Unidas em palmas de alegria (2Rs 11.12; (Cheia de subornos) corrupção (Sl 26.10).
Sl 47.1). (Cheia de falsidade) enganação (Sl 144.8,
Golpeadas uma na outra em raiva ex- 11, ver Is 44.20).
trema (Nm 24.10; Ez 21.14, 17). (Recolhida) apoio negado (Sl 74.11).
Estendidas em zombaria (Os 7.5; Sf 2.15). (Mutilada) extrema autonegação (Mt
IMPOSIÇÃO DE MÃOS 5.30).
Na transferência de culpa dos sacrifí-
cios (Lv 1.4; 3.2; 16.21-22).
MARIDOS 1

MAR,O Mar de Jazer Gr 48.32).


'

O ajuntamento de águas era assim cha- Levantado pelo vento (Sl 107.25-26;Jn 1.4).
t mado (Gn 1.10). Forma espuma, pelo leviatã Gó 41.31-32).
Os grandes rios, muitas vezes assim cha- SUAS ONDAS

mados (Is 11.15; Jr 51.36). Elevam-se às alturas (Sl 93.3; 107.25).


'
'

Lagos, muita vezes assim chamados (Dt Vão e voltam Gr 5.22).


3.17; Mt 8.24, 27, 32). Inúmeras Gr 51.42).
DEUS Poderosas (Sl 93.4; At 27.41).
Criou-os (Êx 20.11; Sl 95.5; At 14.15). Tumultuosas (Lc 21.25; Jd 13).
1. Suas praias, cobertas de areia (Gn 22.17;
Criou pássaros e peixes para povoá-lo
(Gn 1.20-22). 1Rs 4.29; J ó 6.3; Sl 78.27).
Fundou a terra sobre ele (Sl 24.2). Possui muitas ilhas (Ez 26.18).
Estabeleceu-lhe limites, por um decre- Caminho de navios (Sl 104.26; 107.23).
to perpétuo Gó 26.10; 38.8, 10-11; Pv Velejar nele, perigoso (At 27.9, 20; 2Co
8.27, 29). 11.26).
Mede suas águas (Is 40.12). NAÇÕES COMERCIAIS

Faz o que lhe agrada nele (Sl 135.6). Geralmente construíam cidades às suas
J margens (Gn 49.13; Ez 27.3; Na 3.8).
Seca-o, com sua repreensão (Is 50.2;
~ Retiravam grande riqueza dele (Dt
Na 1.4).
1 Agita-o, por sua palavra (Ag 2.6). 33.19).
~ Acalma-o, com seu poder (Sl 65.7; Devolverá seus mortos, no último dia
89.9; 107.29). (Ap 20.13).
De imensa extensão Gó 11.9; Sl 104.25). A nova terra não terá mares (Ap 21.1).
1

De grande profundidade (Sl 68.22). ILUSTRA

9s rios são supridos por sua evasão (Ec 1.7). Aflições severas (Is 43.2; Lm 2.13).
E reabastecido por rios (Ec 1.7; Ez 47.8). (Agitado) o Ímpio (Is 57.20).
CHAMADO DE (Rugindo) exércitos inimigos (Is 5.30;
1 Profundezas Gó.41.31; Sl 107.24; 2Co Jr 6.23).
11.25). (Suas ondas) a retidão (Is 48.18).
Grandes águas (Sl 77.19). (Suas ondas) exércitos devastadores (Ez
Grande e extenso mar (Sl 104.25). 26.3-4).
As nuvens, sua vestimenta Gó 38.9). (Suas ondas) os inconstantes (Tg 1.6).
Envolto em densas trevas Gó 38.9). (Coberto de água) a difusão do conhe-
Areia, seu limite Gr 5.22). cimento espiritual sobre a terra nos
Habitado por inúmeras criaturas, grandes últimos dias (Is 11.9; Hc 2.14).
e pequenas (Sl 104.25-26). (Claro como o vidro) da paz celestial
As maravilhas de Deus são vistas nele (Sl (Ap 4.6; 15.2).
107.24).
Criado para a glória de Deus (Sl 69.34; MARIDOS
148.7). Devem ter apenas uma esposa (Gn 2.24;
MARES MENCIONADOS NA BÍBLIA Me 10.6-8; 1Co 7.2-4).
Adriático ou mar de Ádria (At 27.27). Têm autoridade sobre suas esposas (Gn
Mediterrâneo ou grande mar (Nm 3.16; 1Co 11.3; Ef 5.23).
34.6; Dt 11.24;_ 34.2; Zc 14.8). SEU DEVER PARA COM AS ESPOSAS
Mar Vermelho (Ex 10.19; 13.18; 23.31). Respeitá-las (1Pe 3.7).
Mar de Jop~ ou mar dos Filisteus (Ed Amá-las (Ef 5.25, etc.; Cl 3.19).
3.7, com Ex 23.31). Considerá-las como a si mesmos (Gn
MarMortooudesal(Gn14.3;Nm34.12). 2.23, com Mt 19.5).
Mar da Galiléia (Mt 4.18; 8.32; Jo 6.1). Ser-lhes fiéis (Pv 5.19; Ml 2.14-15).

~
1 MARTÍRIO

Viver com elas por toda a vida (Gn Os judeus geralmente usavam medidas
2.24; Mt 19.3-9). injustas (Mq 6.10).
Consolá-las (1Sm 1.8). DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS
Consultá-las (Gn 31.4-7). Arroba (Is 5.10; Ez 45.14).
Não abandoná-las, ainda que não sejam Barril (Is 5.10; Ez 45.11).
crentes (1Co 7.11-12, 14, 16). Caneca (¼-½ litro) q.,v 14.10, 15).
Os deveres de marido não devem inter- Jarro (20-40 litros) (Ex 16.36; Lv 5.11;
ferir com os deveres para com Cristo 14.10).
(Lc 14.26, com Mt 19.29). Litro (Ex 29.40).
BONS EXEMPLOS Peças (um sido = 12 gramas) (2Rs 6.25).
!saque, Gn 24.67. Elcana, 1Sm 1.4-5. Pote/talha Qo 2.6).
MAUS EXEMPLOS DE COMPRIMENTO
Salomão, 1Rs 11.1. Assuero, E t 1.10-11. Côvado (45 centímetros) (Gn 6.15-16;
Dt 3.11). A

MARTÍRIO Largura de uma mão (Ex25.25; S139.5).


É a morte sofrida por causa da palavra Metro (At 27.28).
de Deus e do testemunho de Cristo (Ap Milha (1:1:t 5.41).
6.9; 20.4). Palmo (Êx 28.16; 1Sm 17.4).
OS SANTOS Quilômetro (Lc 24.13; Jo 11.18).
Advertidos a respeito (Mt 10.21; 24.9; Distâncias medidas por varas ou linhas
Jo 16.2). (2Sm 8.2;Jr 31.39; Ez 40.3; Ap 21.16).
Não devem temê-la (Mt 10.28; Ap 2.10). Eram reguladas pelos padrões do san-
Devem estar preparados para ele (Mt tuário (1Cr 23.29).
16.24-25; At 21.13). ILUSTRAM
Devem resistir o pecado até o martírio (Correção de medidas) aflições abran-
(Hb 12.4). dadas Qr 30.11).
A recompensado martírio (Ap2.10; 6.11). (Beber lágrimas em grande quantidade)
Infligido sob instigação do diabo (Ap aflições severas (Sl 80.5).
2.10, 13). (Pesar as águas em uma medida) a sabe-
A apostasia, culpada de infligi-lo (Ap doria infinita de Deus Qó 28.23, 25).
17.6; 18.24). (Medir o pó da terra) a grandeza de
Os santos, serão vingados (Lc 11.50-51; Deus (Is 40.12).
Ap 18.20-24). (A medida de nossos dias) a brevidade
EXEMPLOS da vida (Sl 39.4).
Abel, Gn 4.8, com 1Jo 3.12.Abimeleque (Beber água por medida) escassez severa
e seus colegas sacerdotes, 1Sm 22.18-19. de comida (Ez 4.11, 16).
Profetas e santos da antiguidade, 1Rs (A medida da estatura de Cristo) per-
18.4; 19.10; Lc 11.50-51; Hb 11.37. feição (Ef 4.13).
Urias, Jr 26.23. João Batista, Me 6.27. (Abrir a boca sem medida) a insacia-
Pedro,Jo 21.18-19. Estevão, At 7.58. Os bilidade do inferno (Is 5.14).
primeiros cristãos, At 9.1, com At 22.4.
Tiago, At 12.2. Antipas, Ap 2.13. MEDO-PERSA, REINO
Estendia-se da Índia à Etiópia (Et 1.1).
MEDIDAS Habitada pelos descendentes de Elã (Gn
Injustas, uma abominação ao Senhor (Pv 10.22).
20.10). ILUSTRADO POR
Os judeus não podiam ser injustos nelas Parte de prata da imagem no sonho de
(Lv 19.35; Dt 25.14-15). Nabucodonozor (Dn 2.32, 39).
Um urso (Dn 7.5).
MENTIRA

Um carneiro de dois chifres (Dn 8.3, 20). Bosques (1Sm 14.25-26; Jr 41.8).
Susã, sua capital (Et 1.2; 8.15). Carcaças de animais Gz 14.8).
Ecbatana, uma cidade importante (Ed 6.2). Sua doçura Gz 14.18).
Dividido em muitas províncias (Et 1.1; Na colméia, muito doce e valioso (Pv 16.24;
Dn 6.1). 24.13).
Suas leis, inalteráveis (Dn 6.12, 15). ABUNDANTE
Governado por reis absolutos (Et 3.8, 11; No Egito (Nm 16.13).
7.9). Na Assíria (2Rs 18.32).
REIS MENCIONADOS NA BÍBLIA Em Canaã (Êx 3.8; Lv 20.24; Dt 8.8).
Ciro (Ed 1.1). Tido como alimento saudável (Pv 24.13).
Xerxes ou Assuero (Dn 11.2). E preciso moderação ao usá-lo (Pv 25.16,
Dario (Ed 6.1; Dn 5.31). 27).
Artaxerxes (Ed 6.14; 7.1; Et 1.1). Desprezado por quem está cheio (Pv 27.7).
SEUS REIS ERA COMIDO
Chamados reis da Assíria (Ed 6.22). Puro (1Sm 14.25-26, 29).
Chamados reis da Babilônia (Ne 13.6). Na colméia (Ct 5.1; Lc 24.42).
Intitulavam-se rei dos reis (Ed 7.12). Com leite (Ct 4.11).
Moravam em palácios reais (Et 1.2; 8.14). Com manteiga (Is 7.15, 22).
Eram extremamente ricos (Et 1.4; Dn Com gafanhotos (Mt 3.4; Me 1.6).
12.2). Misturado à farinha (Êx 16.31; Ez 16.13).
Promoviam festas magníficas (Et 1.3, Não podia ser oferecido com nenhum sa-
5, 7). crifício (Lv 2.11).
Empunhavam um cetro de ouro (Et 5.2). Primeiros frutos, oferecidos a Deus (2Cr
Condenavam a morte qualquer um que 31.5).
se aproximasse sem permissão (Et Geralmente oferecido como presente (Gn
4.11, 16). 43.11; 1Rs 14.3).
Famoso por seus sábios (Et 1.13; Mt 2.1). Exportado de Canaã (Ez 27.17).
Seu povo, guerreiro (Ez 27.10; 38.5). ILUSTRA
Tinham costumes peculiares (Et 1.8; A palavra de Deus (Sl 19.10; 119.103).
2.12-13). A sabedoria (Pv 24.13-14).
Babilônia foi tomada pelo rei medo-per- A conversa santa dos cristãos (Ct 4.11).
sa (Dn 5.30-31). Palavras doces (Pv 16.24).
Libertou os judeus do cativeiro (2Cr 36.20, Os lábios da mulher estranha (Pv 5.3).
22-23; Ed 1.1-4).
PREVISÕES A RESPEITO MENTIRA
Grandes conquistas (Dn 8.4). Proibida (Lv 19.11; Cl 3.9).
Conquista da Babilônia (Is 21.1-2; Dn Odiosa a Deus (Pv 6.16-19).
5.28). Abominação a Deus (Pv 12.22).
Libertação dos judeus (Is 44.28; 45.1-4). Empecilho à oração (Is 59.2-3).
Invasão da Grécia, sob Xerxes (Dn 11.2). O diabo, seu pai Go 8.44).
Conquistada por Alexandre (Dn 8.6- O diabo incentiva o homem a mentir
7; 11.3). (1Rs 22.22; At 5.3).
OS SANTOS
MEL Odeiam-na (Sl 119.163; Pv 13.5).
Deus é seu doador (Sl 81.16; Ez 16.19). Evitam-na (Is 63.8; Sf 3.13).
Recolhido e preparado pelas abelhas Gz Respeitam quem não a pratica (Sl 40.4).
14.18). Rejeitam quem pratica (Sl 101.7).
ENCONTRADO EM Oram para serem preservados dela (Sl
Rochas (Dt 32.13; Sl 81.16). 119.29; Pv 30.8).
MESES

Imprópria aos governantes (Pv 17.7). Os patriarcas marcavam o tempo por eles
O mal dos governantes que acreditam (Gn 29.14).
nela (Pv 29.12). Os judeus marcavam o tempo por eles
Os falsos profetas são dados à mentira Gz 11.37; 1Sm 6.1; 1Rs 4.7).
Gr 23.14; Ez 22.28). Começava com o primeiro aparecimen-
As falsas testemunhas são dadas à menti- to da lua nova (Nm 10.10, comSl 81.3).
ra (Pv 14.5, 25). Originalmente não tinham nomes (Gn
Antinomianos, culpados dela (1Jo 1.6; 2.4). 7.11; 8.4).
Os hipócritas são dados à mentira (Os 11.12). O ano é composto de doze meses (1Cr
Hipócritas, sementes da mentira (Is 57.4). 27.2-15; Et 2.12; Ap 22.2).
OS ÍMPIOS NOME DOS DOZE MESES
Dados à mentira desde a infância (Sl 58.3). Nisan ou Abibe, abril (Êx 13.4; Ne 2.1).
Amam a mentira (Sl 52.3). Zive, maio (1Rs 6.1, 37).
Têm prazer nela (Sl 62.4). Sivã, junho (Et 8.9).
Buscam-na (Sl 4.2). Tamuz, julho (Zc 8.19).
Preparam suas línguas para ela Gr 9.3, 5). Abe, agosto (Zc 7.3).
Geram-na (Sl 7.14). Elul, setembro (Ne 6.15).
Dão ouvidos a ela (Pv 17.4). Etemim, outubro (1Rs 8.2).
Uma característica da apostasia (2Ts 2.9; Bul, novembro (1Rs 6.38).
1Tm 4.2). Chisleu, dezembro (Zc 7.1).
RESULTA EM Tebete, janeiro (Et 2.16).
Ódio (Pv 26.28). Sebate, fevereiro (Zc 1.7).
Amor às conversas impuras (Pv 17.4). Adar, março (Ed 6.15; Et 3.7).
Geralmente acompanhadas de crimes re- Os idólatras prediziam de acordo com
pugnantes (Os 4.1-2). os meses (Is 47.13).
Tolice de ocultar o ódio com a mentira Sua observância condenada (Gl 4.10).
(Pv 10.18).
Insensatez de conseguir riquezas por meio METAIS
dela (Pv 21.6). Cavados da terra Gó 28.1-2, 6).
Será descoberta (Pv 12.19). MENCIONADOS NA BÍBLIA
Pobreza, preferível à mentira (Pv 19.22). Bronze (Êx 27.2, 4; 2Cr 12.10).
Exclui do céu (Ap 21.27; 22.15). Chumbo (Êx 15.10; Jr 6.29).
Os mentirosos serão jogados no inferno Cobre (Ed 8.27; 2Tm 4.14).
(Ap 21.8). Estanho (Nm 31.22).
Seu castigo (Sl 5.6; 120.3-4; Pv 19.S;Jr 50.36). Ferro (Nm 35.16; Pv 27.17).
EXEMPLOS Ouro (Gn 2.11-12).
O diabo, Gn 3.4. Caim, Gn 4.9. Sara, Prata (Gn 44.2).
Gn 18.15.jacó, Gn27.19. Os irmãos de Seu valor comparativo (Is 60.17; Dn 2.32,
José, Gn 37.31-32. Os gibeonitas, Js 9.9- etc.).
13. Sansão, Jz 16.10. Saul, 1Sm 15.13. Geralmente misturados com impurezas
Mical, 1Sm 19.14. Davi, 1Sm 21.2. Os (Is 1.25).
profetas de Betel, 1Rs 13.18. Geazi, 2Rs A terra santa era abundante em metais
5.22. Os amigos de ]ó, J ó 13.4. Os nini- (Dt 8.9).
vitas, Na 3.1. Pedro, Mt 26.72.Ananias, Trabalho com metais, arte antiga (Gn 4.22).
etc., At 5.5. Os cretenses, Tt 1.12. Livra-se da impureza pelo fogo (Ez 22.16,
20).
MESES Cerimonialmente limpo pelo fogo (Nm
Sol e Lua designados para marcá-los 31.21-23).
(Gn 1.14). Fundidos em moldes Gz 17.4; Jr 6.29).
MILA GRES 1

Bar ro do Jord ão fund ido em mol des A glória de Cris to (Jo 2.11; 11.4).
(1Rs 7.46). As obras de Deus (Jo 9.3).
Um comércio extensivo em (Ez 27.12). Evidenciavam uma comissão divina (Êx
4.1-5; Me 16.20).
MIDIANITAS Era m esperados do Messias (Mt 11.2-3;
Descendente de Midiã, filho de Abr aão Jo 7.31).
e Que tura (Gn 25.1-2; 1Cr 1.32). Pelos milagres, Jesus prov ou ser o Messias
Hab itav am ao leste do Jord ão, ao lado (Mt 11.4-6; Lc 7.20-22;Jo 5.36; At 2.22).
de Moa be (Nm 22.1, 4). Jesus era seguido por causa de seus milagres
UMA PEQUENA PARTE DELES av1t 4.23-25; 14.35-36; Jo 6.2, 26; 12.18).
H~bitava pert o de Hor ebe (Êx 2.15, com Um dom do Esp írito Santo (1Co 12.10).
Ex 3.1). ERAM REALIZADOS
Rete ram o con heci men to e a adoração Pelo pod er de Deus (Êx 8.19; At 14.3;
de Jeov á (Êx 2.16, com Êx 18.9-12). 15.12; 19.11).
Gov erna dos por reis (Nm 31.8; Jz 8.5). Pelo pod er de Cris to (Mt 10.1).
Hab itav am em tendas (Hc 3.7). . Pelo pod er do Espírito Santo (Mt 12.28;
Ocupavam-se do comércio (Gn 37.28, 36). Rm 15.19).
Con quis tado s por Had ade (Gn 36.35; Em nom e de Jesus (lv'Ic 16.17; At 3.16;
1Cr 1.46). 4.30).
Instigados por Moabe con tra Israel (Nm Prim eira pregação do evangelho, confir-
22.4). mada por milagres (Me 16.20; Hb 2.4).
Ate rror izad os com a aproximação de Is- Aqueles que os realizavam não reivindi-
rael (Hc 3.3-7). cavam pod er (At 3.12).
COM OS MOABITAS Dev iam prod uzir fé (Jo 2.23; 20.30-31).
Man dara m que Balaão amaldiçoasse Dev iam prod uzir obediência (Dt 11.1-3;
Israel (Nm 22.5-7). 29.2-3, 9).
Seduziram Israel à idolatria (Nm 25.1-6). Instrumental na propagação do evangelho
Pun idos por sedu zire m Isra el (Nm no início (At 8.6; Rm 15.18-19).
25.16-18; 31.1-12). REQUERIAM FÉ
Permissão para opri mir Israel (Jz 6.1-6). Dos realizadores (Mt 17.20; 21.21; Jo
Gideão levantou-se contra eles (Jz 6.11-14). 14.12; At 3.16; 6.8).
Com Amaleque e outr os, opuseram-se a Dos rece ptor es (Mt 9.28; 13.58; Me
Gideão (Jz 6.33). 9.22-24; At 14.9).

[ Miraculosamente vencidos e destruídos


por Gideão (Jz 7.16-22; 8.10-11).
Seus príncipes, mortos (Jz 7.24-25; 8.12, 21).
Deveriam ser lembrados (1Cr 16.12; Sl 105.5).
Dev eriJ m ser con tado s às gerações futu-
ras (Ex 10.2; Jz 6.13).
A totalidade de sua destruição (SI 83.9- Insuficientes em si mesmos para a con-
11; Is 9.4; 10.26). versão (Lc 16.31).
Ministrará à glória futura da igreja (Is 60.6). OS ÍMPIOS
Desejam presenciá-los (Mt 27.42; Lc
MILAGRES 11.29; 23.8).
Resultados do pod er de Deus (Jo 3.2). Freq üen tem ente os reco nhe cem (Jo
DESCRITOS COMO 11.47; At 4.16).
Maravilhas (SI 78.12). Não os ente nde m (Sl 106.7).
Obr as maravilhosas (Is 29.14; SI 105.5). Não os consideram (Me 6.52).
Sinais e maravilhas (Jr 32.21; Jo 4.48; Esquecem-se deles (Ne 9.17; Sl 78.1, 11).
2Co 12.12). Descrêem deles (Nm 14.22; Jo 12.37).
MANIFESTAM Cul pad os de reje itar as evidências dos
A glória de Deu s (Jo 11.4). milagres (Mt 11.20-24; Jo 15.24).

~
1 MILAGRES

MILAGRES DE CRISTO Por falsos profetas (Mt 24.24; Ap 19.20).


Água transformada em vinho Go 2.6-10). Um sinal da apostasia (2Ts 2.3, 9; Ap
Cura do filho do oficial Go 4.46-53). 13.13).
Cura do servo do centurião (Mt 8.5-13). Não devem considerados (Dt 13.3).
Pesca milagrosa (Lc 5.4-6; Jo 21.6). Enganam os Ímpios (2Ts 2.10-12; Ap
Expulsão de demônios (Mt 8.28-32; 9.32- 13.14; 19.20).
33; 15.22-28; 17.14-18; Me 1.23-27). EXEMPLOS
Cura da sogra de Pedro (Mt 8.14-15). Os mágicos do Egito, Êx 7.11, 22; 8.7. A
Cura dos leprosos (Mt 8.3; Lc 17.14). feiticeira de Endor, 1Sm 28.7-14. Simão,
Cura do paralítico (Me 2.3-12). o mago, At 8.9-11.
Cura da mão ressequida (Mt 12.10-13).
MILAGRES REALIZADOS POR
Cura do paralítico de Betesda Go 5.5-9).
SERVOS DE DEUS
Ressurreição de mortos (Mt 9.18-19, 23-
25; Lc 7.12-15; Jo 11.11-44). MOISÉS E ARÃO

Cura da mulher com hemorragia (Mt Vara tornadaems~rpente (Êx4.3; 7.10).


9.20-22). Vara restaurada (Ex 4.4).
Cura do cego (Mt 9.27-30; Me 8.22-25; Mão tornada leprosa (Êx 4.6).
Jo 9.1-7). ~ão curada (Êx 4 .7). A
Cura do surdo-mudo (Me 7.32-35). Agua transformada em sangue (Ex4.9, 30).
Multiplicação dos pães e peixes (Mt 14 .15- Rio ti:_ansformado em sangue (Êx 7.20).
21; 15.32-38). Rãs (Ex 8.6).
Caminhada sobre a água (Mt 14.25-27). Remoção das rãs (Êx 8.13).
Pedro caminha sobre a água (Mt 14.29). Piolhos (tx 8.17).
Tempestade acalmada (Mt 8.23-26; Moscas (Ex 8.21-24).
14.32). Remoção das moscas A(Êx 8.31).
Chegada súbita ao barco Go 6.21). ~raga nosA rebanhos (Ex 9.3-6).
Moeda do tributo (Mt 17.27). Ulceras (Ex 9.10-11).
Cura da mulher enferma (Lc 13.11-13). Granizo (Êx 9.23).
Cura do homem com hidropisia (Lc Remoção do granizo (Êx 9.33).
14.2-4). Gafanhotos (Ex 10.13).
Maldição da figueira (Mt 21.19). Remoção d?s gafanhotos (Êx 10.19).
Restauração da orelha de Malco (Lc Escuridão (Ex 10.22).
22.50-51). Matança dos primo_gênitos (Êx 12.29).
Perante os discípulos de João (Lc 7.21-22). A divisão do mar (Ex 14.21-22).
Cura de muitas e diferentes doenças (Mt ~orte dos egípcios (Êx 14.26-28).
4.23-24; 14.14; 15.30;Mc 1.34;Lc6.17-19). .lj.gua tornada potável (Êx 15.25).
Sua transfiguração (Mt 17.1-8). AguatiradadarochaemHprebe (Êx 17.6).
Sua ressurreição (Lc 24.6, comJo 10.18). Derrota de Amaleque (Ex 17.11-13).
Sua aparição aos discípulos, com as por- J?estruição de Coré (Nm 16.28-32).
tas fechadas Go 20.19). Agua da rocha em Cades (Nm 20.11).
Sua ascensão (At 1.9). Cura pela serpente de bronze (Nm 21.8-
9).
MILAGRES POR AGENTES JOSUÉ
DIABÓLICOS Divisão do rio Jordão Gs 3.10-17).
Realizados no poder de Satanás (2Ts 2.9; Jordão restaurado a seu curso Gs 4.18).
Ap 16.14). Tomada de Jericó Gs 6.6-20).
REALIZADOS Sol e Lua, detidos Gs 10.12-14).
Em apoio das falsas religiões (Dt 13.1-2). Destruição dos midianitas Gz 7.16-22).
Por falsos cristas (Mt 24.24).

~
MINISTROS 1

SANSÃO Cura de Enéias (At 9.34).


Leão morto Gz 14.6). Ressurreição de Dorcas (At 9.40).
Morte dos filisteus Gz 14.19; 15.15). ESTEVÃO
Portões de Gaza carregados Gz 16.3). Grandes milagres (At 6.8).
Derrubada do templo de Dagom Gz FILIPE
16.30). Vários milagres (At 8.6-7, 13).
SAMUEL PAULO
Trovões e chuva na colheita (lSm 12.18). Cegueira de Elimas (At 13.11).
OS PROFETAS DE JUDÁ Cura do paralítico (At 14.10).
Paralisação da mão de J eroboão (lRs 13 .4). Expulsão de demônio (At 16.18).
Destruição do altar (lRs 13.5). Milagres especiais (At 19.11-12).
Mão restaurada (lRs 13.6). Ressurreição de Êutico (At 20.10-12).
ELIAS Mordida de cobra, inofensiva (At 28.5).
Seca (lRs 17.1; Tg 5.17). Cura do pai de Públio (At 28.8).
Multiplicação da farinha e óleo (1Rs 17. PAULO E BARNABÉ
14-16). Vários milagres (At 14.3).
Ressurreição de uma criança (1Rs 17.22-
23). MINISTROS
l Sacrifício consumido pelo fogo (lRs 18. Chamados por Deus (Êx 28.1, com Hb 5.4).
[ 36, 38).
Destruição de oficial e soldados, pelo
Qualificados por Deus gs 6.5-7; 2Co 3.5-6).
Comissionados por Cristo (Mt 28.19).
fogo (2Rs 1.10-12). Enviados pelo Espírito Santo (At 13.2, 4).
Chuva (lRs 18.41-45; Tg 5.18). Sua autoridade vem de Deus (2Co 10.8;
Divisão do rio Jordão (2Rs 2.8). 13.10).
Seu arrebatamento (2Rs 2.11). Sua autoridade é para edificação (2Co 10.8;
ELISEU 13.10).
J?ivisão do rio Jordão (2Rs 2.14). Separados para o evangelho (Rm 1.1).
Aguas saneadas (2Rs 2.21-22). O evangelho lhes foi confiado (1 Ts 2.4).
Crianças mortas pelos ursos (2Rs 2.24). DESCRITOS COMO
Multiplicação do azeite (2Rs 4.1-7). Embaixadores de Cristo (2Co 5.20).
Ressurreição de uma criança (2Rs 4.32-35). Encarregados dos mistérios de Deus
A cura de Naamã (2Rs 5.10, 14). (1Co 4.1).
Geazi atacado de lepra (2Rs 5.27). Defensores da fé (Fp 1.7).
Ferro levado a flutuar (2Rs 6.6). Servos do povo de Deus (2Co 4.5).
Cegueira dos sírios (2Rs 6.18, 20). Especialmente protegidos por Deus (2Co
Sírios recebem a visão (2Rs 6.20). 1.10).
Ressurreição de um homem (2Rs 13.21). Por que são necessários (Mt 9.37-38; Rm
ISAÍAS 10.14).
Cura de Ezequias (2Rs 20.7). Sua excelência (Rm 10.15).
O recuo da sombra (2Rs 20.11). Seu trabalho é vão sem a bênção de Deus
OS SETENTA DISCÍPULOS (1Co 3.7; 15.10).
Vários milagres (Lc 10.9, 17). Comparados a vasos de barro (2Co 4.7).
Os Apóstolos, muitos milagres (At DEVEM SER
2.43; 5.12). Abnegados (1Co 9.27).
PEDRO Aptos a ensinar (1 Tm 3.2; 2Tm 2.24).
Cura do paralítico (At 3.7). Atentos (2Tm 4.5).
Morte de Ananias (At 5.5). Atentos no governo de suas próprias
Morte de Safira (At 5.10). famílias (1Tm 3.4, 12).
Cura de enfermos (At 5.15-16).
--~r
i
1 MINISTROS

Carinhosos com suas ovelhas (Fp 1.7; Advertir com amor (At 20.31).
1Ts2.8, 11). Repreender (Tt 1.13; 2.15).
Dados à oração (Ef 3.14; Fp 1.4). Confortar (2Co 1.4-6).
Devotados (At 20.24; Fp 1.20-21). Convencer os opositores (Tt 1.9).
Dispostos (Is 6.8; lPe 5.2). Combater o bom combate (1Tm 1.18;
Estudiosos e meditadores da Palavra 2Tm 4.7).
(lTm 4.13, 15). Suportar os sofrimentos (2Tm 2.3).
Exemplos para o rebanho (Fp 3.17; 2Ts DEVEM PREGAR
3.9; lTm 4.12; lPe 5.3). Cristo crucificado (At 8.5, 35; 1Co 2.2).
Fortes na fé (2Tm 2.1). Arrependimento e fé (At 20.21).
Generosos (2Co 12.14; 1Ts 2.6). De acordo com a orientação de Deus
Gentis (lTs 2.7; 2Tm 2.24). (1Pe 4.11).
Hospitaleiros (lTm 3.2; Tt 1.8). Em todos os lugares (I'v1c 16.20; At 8.4).
Humildes (At 20.19). Não com palavras de sabedoria huma-
Imparciais (1Tm 5.21). na (1Co 1.17; 2.1, 4).
Inculpáveis (1 Tm 3.2; Tt 1.7). Não a si mesmos (2Co 4.5).
Pacientes (2Co 6.4; 2Tm 2.24). Sem enganos (2Co 2.17; 4.2; 1Ts 2.3, 5).
Puros (Is 52.11; lTm 3.9). Completamente, sem reservas (At 5.20;
Santos (Êx 28.36; Lv 21.6; Tt 1.8). 20.20, 27; Rm 15.19).
Sóbrios, justos e com domínio próprio Corajosamente (Is 58.1; Ez 2.6; Mt
(Lv 10.9; Tt 1.8). 10.27-28).
NÃO DEVEM SER Com clareza de linguagem (2Co 3.12).
Senhores da herança de Deus (lPe 5.3). Zelosamente (1 Ts 2.8).
Cobiçosos de lucro enganoso (At Dedicadamente (At 6.4; 2Tm 4.2).
20.33; 1Tm 3.3, 8; 1Pe 5.2). Consistentemente (2Co 1.18-19).
Briguentos (lTm 3.3; Tt 1.7). Cuidadosamente (1Tm 4.16).
Ardilosos (2Co 4.2). De boa vontade e com amor (Fp 1.15-17).
Bajuladores de homens (Gl 1.10; 1Ts 2.4). Fielmente (Ez 3.17-18).
Desanimados (2Co 4.8-9; 6.10). Sem pagamento, quando possível (lCo
Envolvidos com os cuidados terrenos 9.18; 1Ts 2.9).
(Lc 9.60; 2Tm 2.4). Infortúnios dos que não pregam o evan-
Dados ao vinho (1Tm 3.3; Tt 1.7). gelho (lCo 9.16).
Devem buscar a salvação do rebanho QUANDO FIÉIS
(1Co 10.33). Aprovam-se como ministros de Deus
Devem evitar motivos de escândalo (1Co (2Co 6.4).
10.32-33; 2Co 6.3). Agradecem a Deus por dar dons ao seu
Devem cumprir plenamente seu ministério rebanho (lCo 1.4; Fp 1.3; lTs 3.9).
(2Tm 4.5). Gloriam-se com seu rebanho (2Co 7.4).
SEU DEVER É Regozijam-se na fé e santidade de seu
Pregar o evangelho (Me 16.15; 1Co 1.17). povo (1Ts 2.19-20; 3.6-9).
Alimentar a igreja Gr 3.15; Jo 21.15- Recomendam-se à consciência dos ho-
17; At 20.28; lPe 5.2). mens (2Co 4.2).
Edificar a igreja (2Co 12.19; Ef 4.12). São recompensados (Mt 24.47; 1Co
Atentar às almas (Hb 13.17). 3.14; 9.17-18; lPe 5.4).
Orar por seu rebanho 0-12.17; Cl 1.9). QUANDO INFIÉIS
Fortalecer a fé de seu rebanho (Lc Descritos (Is 56.10-12; Tt 1.10-11).
22.32; At 14.22). São desleais ao rebanho Go 10.12).
Ensinar (2Tm 2.2). Iludem as pessoas Gr 6.14; Mt 15.14).
Exortar (Tt 1.9; 2.15). Buscam riquezas (Mq 3.11; 2Pe 2.3).
1

1 MISERICÓRDIA 1

1
Serão castigados (Ez33.6-8; Mt 24.48-51). MISERICÓRDIA DE DEUS
DEVERES DO REBANHO É parte de seu caráter (Êx 34.6-7; Sl 62.12;
1.
Tratá-los como mensageiros de Deus Ne 9.17; Jn 4.2, 10-11; 2Co 1.3).
1 (1Co 4.1; Gl 4.14). DESCRITA COMO
Não desprezá-los (Lc 10.16; 1Tm 4.12). Grande (Nm 14.18; Is 54.7).
Atentar às suas instruções (Ml 2.7; Rica (Ef 2.4).
Mt 23.3). Abrangente (Ne 9.27; Lm 3.32).
Seguir seu exemplo de santidade (1Co Abundante (Sl 86.5, 15; 103.8).
11.1; Fp 3.17). Fiel (Is 55.3; Mq 7.20).
Imitar sua fé (Hb 13.7). Eterna (1Cr 16.34; Sl 89.28; 106.1; .
Tê-los em grande estima (Fp 2.29; 1Ts 107.1; 136).
5.13; 1Tm 5.17). Compassiva (Sl 25.6; 103.4; Lc 1.78).
Amá-los (2Co 8.7; 1Ts 3.6). Nova a cada manhã (Lm 3.23).
Orar por eles (Rm 15.30; 2Co 1.11; Ef Tão alta quanto o céu (Sl 36.5; 103.11).
6.19; Hb 13.18). Enche a terra (Sl 119.64).
Obedecer-lhes (1Co 16.16; Hb 13.17). Sobre todas as suas obras (Sl 145.9).
Dar-lhes alegria (2Co 1.14; 2.3). No prazer dele (Mq 7.18).
Ajudá-los (Rm 16.9; Fp 4.3). MANIFESTADA
Sustentá-los (2Cr 31.4; 1Co 9.7-11; Na vinda de Cristo (Lc 1.78).
Gl 6.6). Na salvação (Tt 3.5).
Devemos orar por mais ministros (Mt Na sua paciência (Lm 3.22; Dn 9.9).
9.38). Ao seu povo (Dt 32.43; lRs 8.23).
FIÉIS-EXEMPLO S Aos que o temem (Sl 103.17; Lc 1.50).
Os onze apóstolos, Mt 28.16-19. Os seten- Aos afastados que retornam Gr 3.12;
ta, Lc 10.1, 17. Matias, At 1.26. Filipe, Os 14.4; Jl 2.13).
At 8.5. Barnabé, At 11.23. Simeão, etc., Aos pecadores arrependidos (Sl 32.5;

'
At 13.1. Paulo, At 28.31. Tíquico, Ef Pv 28.13; Is 55.7; Lc 15.18-20).
6.21. Timóteo, Fp 2.22. Epafrodito, Fp Aos aflitos (Is 49.13; 54.7).
2.25. Arquipo, Cl 4.17. Tito, Tt 1.5. Aos órfãos (Os 14.3).
A quem ele quer (Os 2.23, com Rm
MISERICÓRDIA
9.15, 18).
Deus é nosso exemplo (Lc 6.36). Com bondade eterna (Is 54.8).
Exigida (2Rs 6.21-23; Os 12.6; Rm 12.20- Base de esperança (Sl 130.7; 147.11).
21; Cl 3.12). Base de confiança (Sl 52.8).
Deve ser gravada no coração (Pv 3.3). DEVE SER
Característica dos santos (Sl 37.26; Is 57.1). Buscada para nós mesmos (Sl 6.2).
DEVE SER EXIBIDA Buscada para os outros (Gl 6.16; lTm
Com alegria (Rm 12.8). 1.2; 2Tm 1.18).
Aos nossos irmãos (Zc 7.9). Clamada em oração (Sl 6.4; 25.6; 51.1).
Aos que estão atribulados (Lc 10.37). Causa de alegria (Sl 31.7).
Aos pobres (Pv 14.31; Dn 4.27). Exaltada (lCr 16.34; Sl 115.1; 118.1-4,
Aos afastados (Lc 15.18-20; 2Co 2.6-8). 29; Jr 33.11).
Aos animais (Pv 12.10). TIPIFICADA
Sustenta os tronos dos reis (Pv 20.28). Propiciatório, Êx 25.17.
Benéfica a quem a exercita (Pv 11.17). EXEMPLOS
Bênçãos de demonstrá-la (Pv 14.21; Mt 5.7). Ló, Gn 19.16, 19. Epafrodito, Fp 2.27.
Os hipócritas não a exercitam (Mt 23.2?). Paulo, 1Tm 1.13.
Denúncias contra quem não a exercita
(Os 4.1, 3; Mt 18.23-35; Tg 2.13).
1 MISSIONÁRIOS

MISSIONÁRIOS, TODOS OS Falando de Deus e suas obras (Sl 71.24;


CRENTES DEVEM SER 77.12; 119.27; 145.11-12).
Seguindo o exemplo de Cristo (At 10.38). Mostrando os louvores de Deus (Is 43.
Tanto homens como mulheres e crianças 21).
(Sl 8.2; Pv 31.26; Mt 21.15-16; Fp 4.3; Convidando outros a aceitarem o evan-
1Tm 5.10; Tt 2.3-5; 1Pe 3.1). gelho (Sl 34.8; Is 2.3; J o 1.46; 4.29).
O zelo dos id6latras deve nos incentivar Buscando a edificação dos outros (Rm
a isso Gr 7.18). 14.19; 15.2; 1Ts 5.11).
O zelo dos hip6critas deve nos incenti- Admoestando os outros (1Ts 5.14; 2Ts
var a isso (Mt 23.15). 3.15).
Um dever imperativo Gz 5.23; Lc 19.40). Corrigindo os outros (Lv 19.17; Ef 5.11).
O princípio sob o qual trabalham (2Co Ensinando e exortando (Sl 34.11; Sl 51. 13;
3.14-15). Cl 3.16; Hb 3.13; 10.25).
Por mais fracos que sejam (1Co 1.27). Intercedendo pelos outros (Cl 4.3; Hb
Devido à chamada como santos (Êx 19 .6; 13.18; Tg 5.16).
1Pe 2.9). Ajudando os ministros em suas tarefas
Por serem despenseiros fiéis (1Pe 4.10-11). (Rm 16.3, 9; 2Co 11.9; Fp 4.14-16;
Na juventude (Sl 71.17; 148.12-13). 3Jo 6).
Na velhice (Dt 32.7; Sl 71.18). Dando a razão de sua fé (Êx 12.26-27; Dt
Na família (Dt 6.7; Sl 78.5-8; Is 38.19; 6.20-21; 1Pe 3.15).
1Co 7.16). Encorajando os fracos (Is 35.3-4; Rm
No relacionamento com o mundo (Mt 14.1; 15.1; 1Ts 5.14).
5.16; Fp 2.15-16; 1Pe 2.12). Visitando e ajudando os pobres, doentes,
Primeiramente dando-se ao Senhor (2Co etc. (Lv 25.35; Sl 112.9 com 2Co 9.9;
8.5). Mt 25.36; At 20.35; Tg 1.27).
Declarando o que Deus lhes fez (Sl 66.16; Compartilhando seus bens com um co-
116.16-19). ração voluntário (Êx 35.29; 1Cr 29.9,
Odiando a vida por amor a Cristo (Lc 14.26). 14).
Confessando a Cristo publicamente (Mt Com liberalidade abundante (Êx 36.5-7;
10.32). 2Co 8.3).
Seguindo a Cristo (Lc 14.27; 18.22). Encorajamento a isso (Pv 11.25, 30; 1Co
Preferindo a Cristo acima de tudo (Lc 1.27; Tg 5.19-20).
14.26; 1Co 2.2). Bênçãos advindas (Dn 12.3).
Sofrendo alegremente por Cristo (Hb Ilustrado (Mt 25.14; Lc 19.13).
10.34). EXEMPLOS
Abandonando tudo por Cristo (Lc 5.11). Ana, 1Sm 2.1-10. A escrava de Naamã,
Em exemplo santo (Mt 5.16; Fp 2.15; 2Rs 5.3. Os chefes dos pais, etc., Ed 1.5.
1Ts 1.7). Sadraque, etc., Dn 3.16-18. O ende-
Em conduta santa (1Pe 2.12). moninhado curado, Me 5.20. Os pas-
Em santa ousadia (Sl 119.46). tores, Lc 2.17. Ana, Lc 2.38. Joana, etc.,
Dedicando-se ao serviço de Deus CT s Lc 8.3. O leproso, Lc 17.15.Os discípu-
24.15; Sl 27.4). los, Lc 19.37-38. O centurião, Lc 23.47.
Entregando a Deus tudo o que têm (1Cr André, Jo 1.41-42. Filipe, Jo 1.46. Asa-
29.2-3, 14, 16;Ec 11.1;Mt6.19-20;Mc maritana,Jo 4.29. Barnabé, At 4.36-37.
12.44; Lc 12.33; 18.22, 28; At 2.45; Os santos perseguidos, At 8.4; 11.19,20.
4.32-34). Apolo, At 18.25. Áquila, etc., At 18.26.
Em conversas santas (Sl 37.30, com Pv Várias pessoas, Rm 16. Onosífero, 2Tm
10.31; Pv 15.7; Ef 4.29; Cl 4.6). 1.16. Filemom, Fm 1-6.
MONTES 1

MOABITAS Israel e Judá uniram-se contra eles (2Rs


Descendentes de Ló (Gn 19.37). 3.6-7).
CHAMADOS DE Miraculosamente enganados pela cor da
Filhos de Ló (Dt 2.9). água (2Rs 3.21-24).
Povo de Camos (Nm 21.29; Jr 48.46). Conquistados por Israel e Judá (2Rs 3.24-
Receberam a terra de Ar como possessão 26).
(Dt 2.9). Seu rei sacrificou o próprio filho para exci-
Separados dos Amorreus pelo rio Arnom tar animosidade contra Israel (2Rs 3.27).
(Nm 21.13). Uniu-se à Babilônia contra Judá (2Rs 24.2).
Expulsaram os antigos Emins (Dt 2. 9-11). PROFECIAS A RESPEITO

Possuíram muitas e grandes cidades (Nm Terror por causa de Israel (Êx 15.15).
21.28, 30; Is 15.1-4; Jr 48.21-24). Desolação e sofrimento (Is 15; 16.2-11).
Governados por reis (Nm 23.7; Js 24.9). Incapacidade de evitar a destruição (Is
DESCRITOS COMO 16.12).
Orgulhosos e arrogantes ~s 16.6;Jr 48.29). Destruição em três anos ~s 16.13-14).
Idólatras (lRs 11.7). Seriam cativos da Babilônia Q"r 27.3, 8;
Supersticiosos Q" r 27.3, 9). 48.7).
Ricos e confiantes Q"r 48.7). Desolação, castigo como punição por
Prósperos e tranqüilos Q"r 48.11). odiar Israel Q"r 48.26-27; Ez 25.8-9).
Poderosos e guerreiros Q"r 48.14). Restauração do cativeiro Q"r 48.47).
Privados pelos amorreus de grande parte Subjugados ao Messias (Nm24.17; Is25.10).
de seu território (Nm 21.26). Subjugados a Israel (Is 11.14).
Recusaram-se a dar passagem a Israel Q" z
11.17-18).
MOINHOS
Alarmados, etc., com o número de Isra- Sua antiguidade (Êx 11.5).
el (Nm 22.3). USADO PARA MOER

Com os midianitas mandaram que Balaão Maná no deserto (Nm 11.8).


amaldiçoasse Israel (Nm 22; 24). Trigo (Is 47.2).
OS ISRAELITAS Servas geralmente trabalhavam neles (Êx
Atraídos à idolatria por eles (Nm 25.1-3). 11.5; Mt 24.41).
Proibido de os saquear (Dt 2.9, comJz Escravos homens geralmente trabalha-
11.15). vam neles Q"z 16.21; Lm 5.13).
~roibidos de se unirem a eles (Dt 23 .6). PEDRAS USADAS NELES

As vezes se casavam com eles (Rt 1.4; Duras Q"ó 41.24).


lRs 11.1; lCr 8.8; Ne 13.23). Pesadas (Mt 18.6).
Excluídos para sempre da congregação de Grandes (Ap 18.21).
Israel (Dt 23.3-4; Ne 13.1-2). Não deviam ser tomadas em penhor
Sempre hostis a Israel (Sl 83.6; Ez 25.8). (Dt 24.6).
Atacados e subjugados por Saul (lSm Freqüentemen te lançadas nos inimigos
14.47). durante cercos Q"z 9.53; 2Sm 11.21).
Deram asilo à família de Davi (lSm 22.4). ILUSTRAM

Davi os fez tributários (2Sm 8.2, 12). (A moer) degradação, etc. (Is 47.1-2).
Benaias matou dois de seus heróis (2Sm (Parados) desolação Q"r 25.10; Ap 18.22).
23.20).
Pagaram tributo de ovelhas e lã ao rei de
MONTES,MONTANHAS
Israel (2Rs 3.4; Is 16.1). As partes elevadas da terra (Gn 7.19-20).
Revoltaram-se contra Israel após a morte DEUS

de Acabe (2Rs 1.1; 3.5). Formou-os (Am 4.13).


Estabeleceu-os (Sl 65.6).
1 MONTES

Dá-lhes poder (Sl 95.4). Hor (Nm 20.22; 34.7,8).


Pesa-os numa balança (Is 40.12). Horebe (Ex 3.1).
Rega-os com águas de seus aposentos Horesa (1Sm 23.19).
(Sl 104.13). Líbano (Dt 3.25).
Faz vir-lhe a seca (Ag 1.11). Mizar (SI 42.6).
Faz com que fumeguem (Sl 104.32; Moré Q"z 7.1).
144.5). Moriá (Gn 22.2; 2Cr 3.1).
Estabeleceu suas bases em fogo (Dt Nebo (parte de Abarim) (Nm 32.3; Dt
32.22). 34.1).
Seca sua vegetação (Is 42.15). Oliveira ou monte da corrupção (2Rs
Faz com que estremeçam (Na 1.5; Hc 11.7, com 2Rs 23.13; Lc 21.37).
3.10). Pisga (parte de Abarim) (Nm 21.20; Dt
Faz com que saltem (Sl 114.4, 6). 34.1).
Leva-os a se derreterem Q"z 5.5; Sl 97.5; Seir (Gn 14.6; 36.8).
Is 64.1, 3). Sião (2Sm 5.7).
Remove-os Q"ó 9.5). Sinai (Êx 19.2, 18, 20, 23; 31.18).
Coloca-os de cabeça para baixo Gó 9.5; Tabor Q"z 4.6, 12, 14).
28.9). Defesa de um país (SI 125.2).
Espalha-os (Hc 3.6). Oferecia refúgio em tempos de perigo
Criadas para glorificar a Deus (Sl 148.9). (Gn 14.l0;Jz 6.2; ~t 24.16; Hb 11.38).
CHAMADOS DE Oferecia pastagem (Ex 3.1; 1Sm 25.7; 1Rs
Montes de Deus (Is 49.11). 22.17; Sl 147.8; Am 4.1).
Montes antigos (Dt 33.15). ABUNDANTES EM
Montes eternos (Hc 3.6). Ervas (Pv 27.25).
Colinas perpétuas (Hc 3.6). Minerais (Dt 8.9).
Colinas eternas (Gn 49.26). Objetos preciosos (Dt 33.15).
Pilares do céu Gó 26.11). Pedras para construções (1Rs 5.14, 17;
Muitos são altíssimos (Sl 104.18; Is 2.14). Dn 2.45).
Coletam os vapores que sobem da terra Florestas (2Rs 19.23; 2Cr 2.2, 8-10).
(SI 104.6, 8). Vinhedos (2Cr 26.10; Jr 31.5).
São fontes dos poços e rios (Dt 8.7; SI Especiarias (Ct 4.6; 8.14).
104.8-10). Gazelas (1Cr 12.8; Ct 2.8).
Canaã, rica em montes e montanhas (Dt Cervos (1Sm 26.20).
11.11). Animais selvagens (Ct 4.8; Hc 2.17).
Menção a fogo vulcânico (Is 64.1-2; Jr Freqüentemen te habitados (Gn 36.8; Js
51.25; Na 1.5-6). 11.21).
MENCIONADOS NA BÍBLIA Às vezes escolhidos cpmo lugar de
Abarim (Nm 33.47-48). adoração (Gn 22.2, 5; Ex 3.12; Is 2.2).
Amaleque Q"z 12.15). Geralmente selecionados como lugar de
Ararate (Gn 8.4). culto idólatra (Dt 12.2; 2Cr 21.11).
Basã (Sl 68.15). Proclamações eram feitas deles (Is 40.9).
Betel (1Sm 13.2). Luzes ou sinais eram muitas vezes levan-
Carmelo Q"s 15.55; 19.26; 2Rs 19.23). tados neles (Is 13.2; 30.17).
Ebal (Dt 11.29; 27.13). ILUSTRAM
Efraim Q"s 17.15; Jz 2.9). Dificuldades (Is 40.4; Zc 4.7; Mt 17.20).
Gerizim (Dt 11.29; Jz 9.7). Autoridades (Sl 72.3; Is 44.23).
Gilboa (1Sm 31.1; 2Sm 1.6, 21). A igreja de Deus (Is 2.2; Dn 2.35, 44-45).
Gileade (Gn 31.21, 25; Ct 4.1). A justiça de Deus (SI 36.6).
Hermom Q"s 13.11). Pessoas orgulhosas e arrogantes (Is 2.14).
MORTE 1

(Queimando) inimigos destruidores Gr Seguida do castigo (Is 14.9; At 1.25).


r
51.25; Ap 8.8). A lembrança deles desaparece Gó 18.17;
r (Rompendo em cântico) alegria esfu- Sl 34.16; Pv 10.7).
ziante (Is 44.23; 55.12). Deus não se alegra nela (Ez 18.23, 32).
(Sendo debulhado) julgamentos (Is Semelhante à morte dos animais (Sl 49 .14).
41.15). Ilustrada (Lc 12.20; 16.22-23).
(Arrasadas) desolação (Is 42.15; Ml 1.3). EXEMPLOS
(Gotejando vinho novo) abundância Coré, etc., Nm 16.32. Absalão, 2Sm
(Am 9.13). 18.9-10. Acabe, lRs 22.34. Jezabel, 2Rs
9.33.Atalia, 2Cr 23.15. Hamã, Et 7.10.
MORTE DE CRISTO Belsazar, Dn 5.30. Judas, Mt 27.5, com
Predita (Is 53.8; Dn 9.26; Zc 13.7). At 1.18. Ananias, At 5.5, 9-10. Herodes,
Indicada por Deus (Is 53.6, 10; At 2.23). At 12.23.
Necessária à redenção do homem (Lc
24.46; At 17.3). MORTE DOS SANTOS
Aceitável como sacrifício a Deus (Mt Donnir em Cristo (1Co 15.18; 1Ts 4.14).
20.28; Ef 5.2; 1Ts 5.10). ~ bênção (Ap 14.13).
Voluntária (Is 53.12; Mt 26.53; Jo 10.17-18). E lucro (Fp 1.21).
Imerecida (Is 53.9). REPLETA DE
SEU MODO Fé (Hb 11.13).
Predito por Cristo (Mt 20.18-19; Jo 12. Paz (Is 57.2).
32-33). , Esperança (Pv 14.32).
Prefigurado (Nm 21.8, com Jo 3.14). As vezes desejada (Lc 2.29).
Vergonhoso (Hb 12.2). É aguardada Gó 14.14).
Maldito (Gl 3.13). Encarada com resignação (Gn 50.24; Js
Exibiu sua humildade (Fp 2.8). 23.14; 1Rs 2.2).
Pedra de tropeço para os judeus (lCo Encarada sem medo (1Co 15.55).
1.23). Preciosa aos olhos de Deus (Sl 116.15).
Tolice para os gentios (lCo 1.18, 23). Deus os guia até o fim (Sl 48.14).
Exigida pelos judeus (Mt 27.22-23). Deus está com eles até o fim (Sl 23.4).
Infligida pelos gentios (Mt 27.26-35). Remove-os dos males presentes (2Rs
Na companhia de malfeitores (Is 53.12, 22.20; Is 57.1).
com Mt 27.38). LEVA
Acompanhada de sinais sobrenaturais Ao descanso Gó 3.17; 2Ts 1.7).
(Mt 27.45, 51-53). Ao conforto (Lc 16.25).
Emblemática da morte ao pecado (Rm À presença de Cristo (2Co 5.8; Fp 1.23).
6.3-8; Gl 2.20). À coroa da vida (2Tm 4.8; Ap 2.10).
Celebrada na Ceia do Senhor (Lc 22.19- À ressurreição gloriosa (Is 26.19; Dn 12.2).
20; 1Co 11.26-29). Desprezada pelos Ímpios (Is 57.1).
Os sobreviventes são consolados (1 Ts
MORTE DOS ÍMPIOS 4.13-18).
É em seus pecados (Ez 3.19; Jo 8.21). Os Ímpios gostariam de morrer como os
É sem esperança (Pv 11.7). santos (Nm 23.10).
Às vezes sem medo Qr 34.5, com 2Cr Ilustrada (Lc 16.22).
36.11-13). EXEMPLOS
Geralmente repentina e inesperada Gó Abraão, Gn 25.8. !saque, Gn 35.29.Jacó,
21.13, 23; 27.21; Pv 29.1). Gn 49.33. Arão, Nm 20.28. Moisés, Dt
Geralmente marcada pelo terror Qó 34.5. Josué, Js 24.29. Eliseu, 2Rs 13.14,
18.11-15; 27.19-21; Sl 73.19). 20. Um ladrão, Lc 23.43. Dorcas, At 9.37.
MORTE

MORTE ESPIRITUAL Castigo eterno (Mt 25.46).


É alienação de Deus (Ef 4.18). Será infligida por Cristo (Mt 25.31, 41;
A mente carnal é morte (Rm 8.6). 2Ts 1.7-8).
Viver em erros e pecados é morte (Ef 2.1; Cristo, o único meio de escaparmos dela
Cl 2.13). Go 3.16; 8.51; At 4.12).
Ignorância espiritual é morte (Is 9.2; Mt Os santos não a provarão (Ap 2.11; 20.6).
4.16; Lc 1.79; Ef 4.18). Lutemos para impedir outros de experi-
Incredulidade é morte Go 3.36; 1Jo 5.12). mentá-la (Tg 5.20).
Viver nos prazeres é morte (lTm 5.6). Ilustrada (Lc 16.23-26).
Ijipocrisia é morte (Ap 3.1-2).
MORTE NATURAL
~ conseqüência da queda (Rm 5.15).
E o estado natural de todos os homens Por meio de Adão (Gn 3.19; 1Co 15.21-
(Rm 6.13; 8.6). 22).
Seus frutos são obras mortas (Hb 6.1; 9.14). Conseqüência do pecado (Gn 2.17; Rm
Uma chamada para nos levantarmos dela 5.12).
(Ef 5.14). Cabe a todos (Ec 8.8; Hb 9.27).
Escape, só por meio de Cristo Go 5.24- Ordenada por Deus (Dt 32.39; Jó 14.5).
25; Ef 2.5; 1Jo 5.12). Encerra os projetos humanos (Ec 9.10).
Os santos são ressuscitados dela (Rm 6.13). Despoja dos bens terrenos 0-ó 1.21;
Amor aos irmãos, uma prova dessa res- 1Tm 6.7).
surreição (1Jo 3.14). Iguala todas as pessoas Gó 3.17-19).
Ilustrada (Ez 37.2-3; Lc 15.24). Derrotada por Cristo (Rm 6.9; Ap 1.18).
Abolida por Cristo (2Tm 1.10).
MORTE ETERNA Será totalmente destruída por Cristo (Os
Conseqüência necessária do pecado (Rm 13.14; lCo 15.26).
, 6.16, 21; Rm 8.13; Tg 1.15). Cristo liberta do medo da morte (Hb 2.15).
~ salário do pecado (Rm 6.23). Está às portas Gó 14.1-2; Sl 39.4-5; 90.9;
E a porção dos Ímpios (Mt 25.41, 46; 1Pe 1.24).
Rm 1.32). Preparemo-nos para ela (2Rs 20.1).
Seu caminho, descrito (Sl 9.17; Mt 7.13). Oremos para estar preparados (Sl 39.4,
Auto-retidão, resulta nela (Pv 14.12). 13; 90.12).
Só Deus pode aplicá-la (Mt 10.28; Tg4.12). Sua certeza, motivo de diligência (Ec 9.10;
DESCRITA COMO Jo 9.4).
Afastamento da presença de Deus (2Ts Quando adiada, motivo de mais consa-
1.9). gração (Sl 56.12-13; 118.17; Is 38.18, 20).
Sociedade com o diabo, etc. (Mt 25.41). Enoque e Elias foram isentos dela (Gn
Um lago de fogo (Ap 19.20; 21.8). 5.24, com Hb 11.5; 2Rs 2.11).
O verme que nunca morre (Me 9.44). Todos se levantarão dela (At 24.15).
Escuridão de fora (Mt 25.30). Ela não existe no céu (Lc 20.36; Ap 21.4).
Névoa de escuridão eterna (2Pe 2.17). Ilustra a mudança produzida pela con-
Indignação, ira, etc. (Rm 2.8-9). versão (Rm 6.2; Cl 2.20).
É CHAMADA DESCRITA COMO

Destruição (Rm 9.22; 2Ts 1.9). Um sono (Dt 31.16; Jo 11.11).


Perecimento (2Pe 2.12). A destruição da casa terrena desse
Ira vindoura (1 Ts 1.10). tabernáculo (2Co 5.1).
Segunda morte (Ap 2.11). Abandono desse tabernáculo (2Pe 1.14).
Ressurreição para condenação Go 5.29). Deus exigindo a alma (Lc 12.20).
Ressurreição para vergonha (Dn 12.2). Ir para o lugar sem volta Gó 16.22).
Condenação do inferno (Mt 23.33). Reunir-se ao nosso povo (Gn 49.33).

~
MULAS 1

Ir para o silêncio (Sl 115.17). Tocá-los causava impure za (Nm 19.11,


Entrega r o espírito (At 5.10). 13, 16; 9.6-7).
r Retorna r ao pó (Gn 3.19; Sl 104.29). Em casas, tornava-as impuras (Nm 19 .14-
Ser cortado dos viventes CTó 14.2). 15).
Ir-se como sombra passageira CTó 14.2). Até mesmo seus ossos causavam impure-
Partir (Fp 1.23). za (Nm 19.16; 2Cr 34.5).
Os sacerdotes, proibid os de lamentar, a
MORTOS não ser por parente próxim o (Lv 21.1-
Os que partem dessa vida (Gn 23.2; 25.8; 3; Ez 44.25).
Jó 1.19). Sumo sacerdote, não podia lamenta r por
TERMOS PARA DESCREVÊ-LOS ninguém (Lv 21.10-11).
Cadáveres (2Rs 19.35; Na 3.3). N azireus, não tocar nem lamenta r os
Carcaças (Nm 14.29, 32-33; 1Rs 13.24). mortos (Nm 6.6-7).
Aqueles que se foram (Mt 2.18). Os impuro s por tocar mortos, retirados
Os que morrera m (Is 26.14; Mt 22.25). do acampamento (Nm 5.2).
CARACTERÍSTICAS Impure za contraída por tocar mortos, re-
Sem o espírito (Tg 2.26). movida com a água da separação (Nm
Incapacidade de agir (Mt 28.4; Ap 1.17). 19.12, 18).
Ignorância dos afazeres humanos (Ec 9.5). OS IDÓLATRAS
Ausênc ia de sentim entos human os Rasgavam-se pelos mortos CTr 16.7).
(Ec 9.6). Ofereciam sacrifícios pelos mortos (Sl
Incapacidade de glorificar a Deus (Sl 106.28).
115.17). Invocavam e consultavam os mortos
Não retorna m à vida CTó 7.9-10; 14.10, 14). (1Sm 28.7-8).
Seus olhos, fechados pelo parente mais Consag ravam parte de suas colheitas
próxim o (Gn 46.4). aos mortos (Dt 26.14).
Eram lavados e deitados (At 9.37). Os judeus esperavam a ressurreição dos
Eram envoltos em pano de linho e espe- mortos (Is 26.19; At 24.15).
ciarias CT o 19 .40). Exemplos de ressurreição antes de Cris-
LAMENTO POR ELES to (1Rs 17.22; 2Rs 4.34-36; 13.21).
Geralmente grande (Gn 37.35; J r 31.15; Exemplos de ressurreição realizada por
Mt 2.18; Jo 11.33). Cristo, etc. (Mt 9.25; Lc 7.15; Jo 11.44;
Alto e clamoroso CTr 16.6; Me 5.38). At 9.40; 20.12).
Feito por carpideiras CTr9.17-18;Am 5.16). ILUSTRAM
Com música triste CTr 48.36; Mt 9.23). O estado natural do homem (2Co 5.4;
Testificado por mudanç a de vestuário Ef 2.1, 5).
(2Sm 14.2). Estado de aflição profund a, etc. (Sl
Testific ado por arranca r de cabelos 88.5-6; 143.3; Is 59.10).
CT r 16.7). Liberdade do poder do pecado (Rm 6.2,
Testificado por cobrir a cabeça (2Sm 19.4). 8, 11; Cl 3.3).
Testificado por rasgar as vestes (Gn Liberdade do poder da lei (Rm 7.4).
37.34; 2Sm 3.31). Fé sem obras (1Tm 5.6; Tg 2.17, 26).
Durava muitos dias (Gn 37.34; 50.3, 10). Adivinhadores, etc. (Is 8.19).
Respeito por sua memóri a, demonstra- Impotên cia (Gn 20.3; Rm 4.19).
da (Rt 1.8).
Esquecidos rapidamente (Sl 31.12; Ec 9.5). MULAS
Expressar dor como os pagãos, proibid o Primeir a menção (Gn 36.24).
(Lv 19.28; Dt 14.1-2). Sem inteligência e intratável (Sl 32.9).
Fazer-lhes oferendas, proibido (Dt 26.14).
MULHER

USADAS PARA Boas e virtuosas, descritas (Pv 31.10-28).


Montaria de pessoas importantes (2Sm Virtuosas, tidas em alta estima (Rt 3.11;
13.29; 18.9; 1Rs 1.33). Pv 31.10, 30).
Carregar peso (2Rs 5.17; 1Cr 12.40). FREQÜENTEMENTE
Transportar correspondênc ia e men- Gosta de tranqüilidade (Is 32.9-11).
sageiros (Et 8.10, 14). Sutil e enganosa (Pv 7.10; Ec 7.26).
Sujeita à praga (Zc 14.15). Tola e facilmente induzida ao erro
Sua alimentação (1Rs 4.28 (marg.); 1Rs (2Tm 3.6).
18.5). Zelosa em promover superstições e idola-
OS JUDEUS tria Gr 7.18; Ez 13.17, 23).
Proibidos de cruzá-las com outros ani- Ativa em instigar iniqüidade (Nm
mais (Lv 19.19). 31.15-16; 1Rs 21.25; Ne 13.26).
Valorizavam-nas bastante (1Rs 18.5). Geralmente usava um véu na presença
Trouxeram muitas da Babilônia (Ed de homens (Gn 24.65).
2.66). Geralmente morava em cômodos ou ten-
Irão usá-las na restauração (Is 66.20). das separadas (Gn 18.9; 24.67; Et 2.9, 11).
De T ogarma, vendidas nas feiras de Tiro Submissa e respeitosa ao marido (1Pe 3.6,
(Ez 27.14). com Gn 18.12).
Freqüentemente dadas como tributo (1Rs DISTINTA
10.25). Bonita e graciosa (Gn 12.11; 24.16; Ct
1.8; Am 8.13).
MULHER Arrogante em seu comportament o (Is
Origem e razão do nome (Gn 2.23). 3.16).
CRIADA Gostava de enfeitar-se e vestir-se bem
Por Deus à sua própria imagem (Gn 1.27). (Is 3.17-23).
De uma costela de Adão (Gn 2.21-22). Usavam cabelos trançados e enfeitados
Para o homem (1Co 11.9). com ouro e pérolas (Is 3.24, com 1Tm
Para ser ajudante do homem (Gn 2.9).
2.18, 20). Pobre, tinha a pele escurecida pelo sol
Subordinada ao homem (1Co 11.3). (Ct 1.5-6).
Para ser a glória do homem (1Co 11.7). JOVEM
Enganada por Satanás (Gn 3.1-6; 2Co Chamada de moça (Êx 2.8; Lc 8.51-52).
11.3; 1Tm 2.14). Chamada donzela (Gn 24.55; Me 5.39).
Levou o homem a desobedecer a Deus Chamada virgem (Gn 24.16; Lm 1.4).
(Gn 3.6, 11-12). Alegre e jovial Gz 11.34; 21.21;Jr 31.13;
Sua maldição (Gn 3.16). Zc 9.17).
Salvação prometida por meio de sua se- Gentil e educada com os estrangeiros
mente (Gn 3.15; Is 7.14). (Gn 24.17).
Proteção no parto, promessa às fiéis e Apreciadora de ornamentos ür 2.32).
santas (1Tm 2.15). Deve aprender a imitar as mais velhas
CARACTERIZADAS COMO (Tt 2.4).
Mais fraca que o homem (1Pe 3.7). Herdava a propriedade dos pais, quan-
Temerosas (Is 19.16; Jr 50.37; 51.30; do não havia homem na família
Na 3.13 ). (Nm 27.8).
Amáveis e carinhosas (2Sm 1.26). Não podia casar sem o consentimento
Gentil e fiéis com os filhos (Is 49.15; dos pais (Gn 24.3,4).
Lm 4.10). Não ser dada em casamento, considerado
Devem usar o cabelo comprido, como uma calamida