Você está na página 1de 12

Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

Identificação: Espécie / Raça / Idade / Sexo / Nome / Nº Prontuário / Exame Físico


Peso / Data
 FC / FR / FP / TºC / TPC / Peso
Anamnese  Estado geral
 Linfonodos (tamanho, sensibilidade, consistência)
 Antecedente mórbido / Imunoprofilaxia
 Mucosas
 Queixa principal, decurso e periocidade
 Hidratação
 Comportamento órgãos / sistemas
 Região cefálica / cervical
 Sistema digestório (apetite, ingestão hídrica, fezes, vômito)
 Região torácica
 Sistema cardiocirculatório e respiratório (tosse, espirros,
 Região abdominal
corrimento óculo-nasal, cansaço, distrição respiratória, cianose,
 Membros / coluna
 Pré-síncope, síncope, convulsão, ascite, edema)
 Sistema Nervoso Central
 Sistema geniturinário (urina (aspecto, cor, volume, odor,
frequência), castrado, acasalamentos, cios, partos, corrimentos)  Sistema ototegumentar
 Sistema nervoso (convulsão, comportamento, locomoção) Outros
 Sistema ósteoarticular e locomotor (locomoção, claudicação,
aumento de volume)  Exames complementares
 Sistema ototegumentar (prurido, descamação, alopecia)  Tratamento Nosocomial instituído
 Tratamento anterior (medicamento, dose, frequência, período,  Diagnóstico provável
resposta)  Diagnóstico definitivo
 Manejo higiênico dietético / causas prováveis / habitat / viagens /  Prognóstico
origem  Tratamento ambulatorial preconizado
 Alimentação (qual, quantidade, frequência, tipo de comedouro)  Responsável
 Banhos (produto, local, frequência)  Retorno
 Higienização da casa/local onde animal vive
 Produtos tóxicos, químicos, plantas
 Onde mora, passeios, viagens (preventivos)
 Local de nascimento
 Ectoparasitas (pulgas / carrapatos / outros) - preventivos
 Contato com roedores / contactantes (quais, quantos,
sintomáticos/assintomáticos)
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

Exame Físico Sistema Digestório

Linfonodos: Ingestão de alimentos:

Deve-se avaliar o tamanho, consistência, sensibilidade, mobilidade e a  Normorexia


temperatura de todos os linfonodos e sempre bilateralmente para que se  Polifagia
possa determinar se o processo é localizado ou generalizado.  Inapetência
 Anorexia
 Parorexia: osteofagia, coprofagia, pilofagia, fitofagia e aerofagia

Ingestão de Água

 Normodipsia
 Polidipsia
 Hipodipsia
 Adipsia
 Deglutição
Mucosa
 Disfagia
 Conjuntiva/ocular/oculopalpebral  Sialorréia
 Vaginal/vulvar  Regurgitação: Passivo, sem mímica e conteúdo não digerido
 Prepucial  Vômito: ativo, com mímica, conteúdo gástrico ou duodenal
 Nasal digerido
 Oral/Bucal Defecação
Cor:
 Rósea  Tenesmo- Esforço repetido e improdutivo/dor/urgência em defecar
 Pálida  Disquezia- Esforço repetido e improdutivo/dor/urgência em
 Avermelhada/congesta defecar
 Ictérica  Hematoquezia- sangue vivo, sangramento no cólon distal, reto ou
períneo
Termometria  Melena- sangue digerido, sangramento oral, gástrico ou duodenal
Neonato Adulto  Esteatorreia
Cão  Constipação- retenção fecal e fezes duras
Gato  Incontinência
 Flatulência
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

 Eructação Sistema Respiratório


 Diarreia
Sinais Clínicos:
Glândulas salivares
 Corrimento nasal: seroso, mucoso, purulento, hemorrágico, sero
Parótida (palpável), Mandibular (palpável), sublingual e zigomática sanguinolento, mucopurulento, muco sanguinolento, uni ou
bilateral.
Sinais clínicos relacionados  Espirro
 Sialorréia  Tosse: Fraca, produtiva ou não (seca), momento
 Halitose Respiração:
 Odinofagia
 Engasgos Eupneica
 Alteração do apetite Ortopenica- boca, abdução de cotovelos
Esôfago: Ruidosa
Lado esquerdo Taqui ou bradpneica- alteração numérica sem dificuldade
Regurgitação, disfagia, sialorreia, deglutição repetida, desnutrição, apetite Hiperpneia- aumenta frequência sem profundidade
voraz, sinais respiratórios (pneumonia aspirativa- grave)
Superficial- profundidade diminuída
Abdômen:
Dispenia- dificuldade
Epigástrica: fígado, estômago, baço, rim e pâncreas
Inspiratória- trato respiratório superior
Mesogástrica: ureter, ovário, intestino
Expiratória- trato respiratório inferior
Hipogástrica: bexiga, porção final de colón e reto, próstata em machos
FR Jovem Adulto
Fígado Cão 20- 30 16- 20
7º- 9º EIC, deslocado para o lado direito atrás do gradil costal Gato 20- 30

Exames auxiliares:
Sons patológicos:
Hematologia, bioquímico sérica, coproanálise, RX, US, tomogragia,
ressonância, endoscopia e biopsia.  Som maciço
 Som Timpânico
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

 Sibilo  Avaliação da Bexiga: Inspeção (distenção abdominal- diferenciar


 Ronco de ascite), palpação
 Roce pleural  Avaliação da uretra: Sondagem, ureteroscopia, Raio X e US.
 Roce cardiopleural (ruído ou sopro)
Avaliação da Micção:
 Taquipnéia
 Hiperpneia Tipo:
 Dispneia
 Postura de micção
Exames complementares: hemograma, coproparasitológico, RX, US,  Sinais de Dificuldade
lavados traqueobrônquicos e broncoalveolares, hemogasometria, biópsia  Frequência
pulmonar e toracocentese (7- 8º EIC)  Volume
Sistema urinário Sinais de dificuldade:
Rim direito é mais cranial  Micção dolorosa- gemido
 O que está ocorrendo, quando e como ocorreu?  Estrangúria- esforço prolongado
 Evolução  Tenesmo vesical- esforço constante
 Manejo nutricional Frequência:
 Associação à algum fato (doença primária)
 Urina, micção, ingestão de água  Poliaquiúria ou polaciúria: aumento da produção, inflamação da
 Tratamento prévio e resposta bexiga
 Apetite, vômito, fezes  Oligosúria: doença renal, desidratação, privação de água ou
 Ambiente transtorno de sede
 Comportamento  Iscúria: Obstrução uretral, bexiga repleta mas não consegue urinar
 Manejo sanitário  Incontinência urinária: perda total ou parcial da capacidade

Caquexia Volume:

Gastropatia- vomito, diarreia, halitose, ulceras orais, necrose de língua  Poliúria: resposta fisiológica, doença renal ou extra renal,
medicação
 Avaliação do Rim: Inspeção, palpação (tamanho, formato,  Oligúria: resposta fisiológica, doença renal, desidratação, febre
consistência e sensibilidade), exames de creatina e ureia. Função  Anúria: doença renal ou extra renal
renal.
 Avaliação dos ureteres: Raio X contrastado Variação na ingestão:
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

 Normodipsia  Galactorreia: pseudociese


 Oligodipsia  Mastite ou mamite
 Polidipsia
Exame complementar:
 Adipsia
 Dosagem hormonal
Obtenção de urina
 Exame microbiológico e sorológico
 Micção espontânea  US e RX
 Cateterismo (eliminar o primeiro jato)  Citologia vaginal
 Cistocentese
Sistema Genital Masculino
Exames complementares:
Anamnese: medicação, cruzou, acesso à rua, fezes (alteração de
 Hemograma próstata)
 Urinálise,
Cão- osso peniano; Gato- espículas penianas
 Urocultura e antibiograma,
 RX e US, Palpação: prepúcio, escroto, pênis e próstata
 Função Renal e Eletrólito,
 Fimose: não expõe o pênis
 Biópsia com histopatologia.
 Parafimose: não retraí o pênis
Sistema Genital Feminino  Priapismo- ereção
 Monorquidismo
Anamnese: último cio, parto, aborto, tamanho do macho, inseminação,
 Criptorquidismo
anticoncepcional, dieta, primípara ou multípara.
 Orquite
Inspeção: região perineal, cauda, glândula mamária (todas cadeias)  Uretrite- inflamação da uretra
 Tumor venéreo transmissível
Palpação: gestação e infecção
Próstata
Auscultação: feto
Palpação retal, US e RX
Glândulas mamárias
Lavado prostático
Cadela 5 pares e Gata 4 pares.
Citologia aspirativa com agulha fina
 Agalaxia- sem produção de leite
 Galactostasia: muito leite, edema Aparelho Locomotor
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

Anamnese: dieta, atividade, doenças anteriores e lesões traumáticas, Cianose- edema pulmonar, obstrução de vias respiratórias, choque
medicamentos
Tosse- ato reflexo produzido por estimulação da faringe, traqueia,
Inspeção: postura, simetria, conformação, posição da cabeça, coluna brônquios, bronquíolos, pleura, pericárdio e diafragma.
vertebral
 Seca ou ruidosa
 Lesão baixa: passo longo  Quando ocorre (repouso ou exercício), Quais estímulos provocam
 Lesão alta: passo curto
Coleção de líquidos
 Piso macio: manqueira alta
 Piso duro: manqueira baixa  Efusões e edema de membros generalizados
 Colocação do membro doente no chão: cabeça alta  Ascite
 Colocação do membro sadio no chão: cabeça baixa
Sinais Clínicos gerais:
Exames complementares: US, RX e tomografia
 Fraqueza, sonolência, emaciação e síncope
Sistema Circulatório  Perda de peso
Questionamentos:  Ingestão de alimentos
 Intolerância ao exercício
Vomito, regurgitação, convulsão, síncope, taqui ou bradipneia, dispneia
(inspiratória, expiratória ou mista), ortopneia. Exame Físico:

Consumo de água e alimentos, hábitos urinários e vacuação, vômito ou  Inspeção e palpação: cabeça e pescoço
regurgitações, convulsões ou síncopes.  Atitude e comportamento: postura, respiração, mucosas, pulso
jugular (normal é ausente, iccd causam)
Sinais clínicos:  Narinas: secreção
Taquipneia: aumento da frequência respiratória  Mucosas: coloração e TPC
 Simetria: presente ou ausente
Dispneia: dificuldade respiratória  Pulso jugular: presente ou ausente
 Linfonodos: aumentado ou diminuídos
 Inspiratória: alteração em vias aéreas superiores
 Reflexo da tosse
 Expiratória: doenças pulmonares, bronquiais, intersticiais,
alveolares, edema FC
Cão 70- 140 bpm
Mista: edema pulmonar + Efusão pleural
Raças pequenas: Até 180 bpm
Ortopneia
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

Filhotes Até 220 bpm Sopro sistólico- estenose pulmonar/aórtica ou insuficiência dos átrios
ventriculares
Gatos: 120- 240 bpm
Sopro diastólico- insuficiência pulmonar/aórtica ou estenose dos átrios
ventriculares
Bulhas cardíacas
Graduação dos Sopros Cardíacos
Primeira bulha cardíaca S1
 l. Muito suave, audível apenas em ambientes silenciosos e após
 Fechamento das valvas AV mitral e tricúspide alguns minutos de auscultação.
 Distensão das cordoalhas tendíneas  ll. Suave, mais facilmente audível
 Contração ventricular  lll. Sopro de intensidade moderada
 Ruído sistólico  IV. Alto, porém não acompanhado de frêmito precordial
 Coincide com o pulso arterial e o choque precordial  V. Alto com frêmito precordial palpável
 Lubb  Vl. Muito alto, sendo audível mesmo com o estetoscópio afastado
da parede torácia
Segunda bulha cardíaca S2
 VII. Frêmito precordial
 Fechamento das valvas semilunares pulmonar e aórtica
Tipo: orgânico ou funcional
 Desaceleração da coluna de sangue nos grandes vasos
 Choque do sangue contra as valvas semilunares Grau/Intensidade
 Ruído diastólico
Duração:
 Dup
 Proto- sistólico ou diastólico
Terceira bulha cardíaca S3
 Mesossistólico ou diastólico
 Distensão e vibração dos ventrículos quando do início da diástole  Telessistólico ou diastólico
 Enchimento rápido das câmaras cardíacas pelo sangue  Holossistólico ou diastólico
 Ruído de preenchimento ventricular
Fase: Sistole e Diastole
Quarta bulha cardíaca S4
Origem: pulmonar, aórtico, mitral e tricúspide
 Contração e vibração atrial
Avaliação do Pulso
 Pré- sistólica
 Frequência (bradisfigmia, normosfigmia, taquifigmia)
 Ritmo (regular, irregular)
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

 Amplitude (normal, amplo, diminuído)  Eritema: avermelhada da pele, devido a vasodilatação


 Tensão (normal, forte, fraco)  Mancha ou mácula: lesão circunscrita, superficial, de até 1cm de
 Celeridade (normal, rápido, lento) diâmetro
 Plenitude (normal, cheio, filiforme)  Petéquia: hemorragia puntiforme com até 1 cm de diâmetro
 Déficit de pulso em relação a FC  Equimoses: Hemorragia com mais de 1 cm de diâmetro

Exames complementares: Pressionar com a lâmina de vidro, se desaparecer é alteração vascular

Raio X, Eletrocardiograma (arritmia), Ecocardiograma (sopro), Holter,  Hiperpigmentação: escurecimento da pele devido ao aumento da
Pressão arterial e US. produção de melanina e/ou número de melanócitos- dermatite
atópica, hemangioma, melanoma
Pulso arterial  Hipopigmentação ou acromia- diminuição ou ausência do
 Frequência prigmento melânico- vitiligo
 Ritmo (regular ou irregular) Formações sólidas
 Amplitude- amplo ou pequeno
 Tensão/Dureza  Pápula: elevação sólida e circunscrita da pele, com até 1 cm de
 Celeridade: rápido ou lento diâmetro.
 Grau de repleção: cheio ou vazio  Placa: elevação sólida e circunscrita da pele, com mais de 1 cm
de diâmetro
Pulmonar Aórtico (E) Mitral (E) Tricúspide  Tumor: é uma formação sólida, circunscrita, maior que 3 cm de
(E) (D) diâmetro
Cão/Gato 3 EIC 4 EIC 5 EIC 4 EIC  Vegetação: lesão pedunculada, com aspecto de couve- flor, friável
e que sangra facilmente- TVT
Dermatologia  Verrucosidade: lesão geralmente pedunculada, de superfície dura
e rugosa
Prurido: coceira
Coleções Líquidas
Lesões:
 Vesícula ou bolha: elevação circunscrita de epiderme, com
 Puntiforme/miliar conteúdo líquido, turvo ou hemorrágico, é frágil e transitória
 Circular  Pústula: pequena elevação circunscrita, preenchida por pús
 Linear
Alterações de espessura
Alterações da cor:
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

 Hiperqueratose: aumento na espessura da camada córnea. Pode


ocorrer na pele normal ou em áreas especializadas como os
coxins e o plano nasal.
 Liquenificação: espessamento e endurecimento da pele,
caracterizado por um excesso de demarcações superficiais,
geralmente associado a hiperpigmentação- hiperestimulação de
glândulas sebáceas, odor extremamente ruim- sarna demodécia
 Atrofia: diminuição da espessura da pele, que se torna delgada. É
consequente à redução do número e volume dos constituintes FICHA DA PROVA
normais da pele.
Anamnese- Primeira Consulta
Perdas e reparações teciduais:
Antecedente mórbido/Imunoprofilaxia
 Alopecia: perda ou ausência de pelo
 Escama: material que se desprende da superfície cutânea, por
alteração de queratinização.
 Colarinho epidérmico: área circunscrita do epitélio, que representa
o remanescente de uma pústula, vesícula ou bolha Queixa principal, decurso e periocidade:
 Crosta: formam se quando exsudato, soro, pus, sangue, células,
escamas ou medicamentos secos aderem a superfície da pele
 Cicatriz: lesão resultante da reparação de processos destrutivos
sofridos pela pele. Pode ser saliente, deprimida, móvel ou
aderente e então apresenta sulcos, poros ou pelos. Sistema Digestório:
 Comêdos- folículo piloso, preenchido por células queratinizadas e
material sebáceo.

Exame complementar:
Sistema cárdio- circulatório e respiratório:
 Parasitológico de raspado cutâneo
 Luz de Wood
 Tricograma
 Citopatológico
Sistema Gênito- urinário:
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

TPC:

Sistema Nervoso: Linfonodos:

Mucosas:

Sistema Ósteo- articular e locomotor: Hidratação:

Sistema Oto- tegumentar Região cefálica/cervical:

Tratamento anterior: Região torácica:

Manejo higiênico- dietético/ causas prováveis/ habitat/ viagens/ origem: Região abdominal:

Ectoparasitas: Pulgas sim( ) não ( ) Carrapatos sim ( ) não ( ) Outros Membros/ Coluna:

Roedores sim ( ) não ( ) Contactantes

Exame Físico:

FC: Sistema Nervoso:

FR:

FP:

Temperatura: Sistema Oto- tegumentar


Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

 Vermelho, marrom ou amarelo - bioquímico


 Cinza - glicemia - homogeneíza
 Azul - cascata de coagulação - homogeneíza
Outros
Pesquisa de metástase - raio x - LL ESQUERDA, LL DIREITA E VENTRO
DORSAL

Agulhas:

Exames complementares  Roxa - 20x0,5 - citologia e coleta de sangue


 Marrom - citologia - pequena pra entrar e bisel pequeno
 Cinza - jugular

Seringas:

 Cistocentese- 25x07 fazendo US


Tratamento Nosocomial instituído

Diagnóstico provável
Citologia - 2 amostras de cada nódulo - vir com menos sangue possível -
Diagnóstico Final: ter várias lâminas

Prognóstico bom ( ) reservado ( ) ruim ( ) Perfura com a agulha com o bisel pra cima, fica mexendo, puxa a seringa,
coloca a seringa de 3ml, e coloca na lâmina - vai no microscópio (colocar
Tratamento ambulatorial preconizado lamínula) ou manda pro patologista - identifica lâmina

Raspado de pele - fazer trico, limpar com álcool, gastar o bisturi no papel
que ele vem - apertar a pele e raspa sem soltar - colocar na lâmina -
Comentários em aula
identifica; se for demodécia, colocar óleo de imersão e ver no microscópio
Tubos de coleta de sangue: coletar 3 ml
Cultura fúngica - swabe
 Hemograma – tubo roxo
Otoscópio - tirar cerúmen com swabe e passa na lâmina - colocar
Pequeno: pediátrico (cães menores) Grande: 2 a 3 ml - não são a vácuo - potássio ou líquido de imersão - olhar no microscópio - coletar duas - pra
tirar a agulha e colocar no tubo - homogeneizar e ver se tem fibrina (se corar:
tiver, coletar de novo) - colocar PA no tubo e nome do bicho -
Prova Prática de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais

Olhos - reação pupilar (luz apagada e lanterna - dois olhos), úlcera


(aplicar colírio de fluoresceína, pingar uma gota em cada olho, limpa com
gaze; úlcera fora a lesão)

Você também pode gostar