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Verdade centrais do evangelho que devemos pregar:

a) A deidade de Cristo e seu nascimento virginal.


Mt 1:23 - Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de
EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.
Jo 20:28-31 - E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me
viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram. Jesus, pois, operou também em
presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém,
foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais
vida em seu nome.

b) A plena inspiração e autoridade da Palavra de Deus em tudo quanto ela.


IITm 3:16 - Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir,
para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente
instruído para toda a boa obra.
IIPd 1:21 - Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens
santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.

c) A historicidade da queda de Adão.


Rm 5:12-19 - Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte,
assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. Porque até à lei estava
o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. No entanto, a morte reinou desde
Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o
qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se
pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um
só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que
pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio
de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito
mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus
Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim
também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.
Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela
obediência de um muitos serão feitos justos.

d) A corrupção inerente na natureza humana.


Gn 6:5 - E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a
imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
Gn 8:21 - E o SENHOR sentiu o suave cheiro, e o SENHOR disse em seu coração: Não tornarei mais
a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde
a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz.
Rm 1:21-32 - Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos
homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se
manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo,
tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que
estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o
glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu
coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do
Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e
de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para
desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e
serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os
abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à
natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram
em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo
em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter
conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que
não convêm; estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de
inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; sendo murmuradores, detratores, aborrecedores
de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; os quais,
conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as
fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Rm 3:10-18 - Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda;
não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há
quem faça o bem, não há nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas
tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; cuja boca está cheia de
maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há
destruição e miséria; e não conheceram o caminho da paz. 18 Não há temor de Deus diante de seus
olhos.
Rm 7:14,21 - Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.
Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se
faço o que não quero, consinto com a lei, que boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto,
mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem
algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem
que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas
o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está
comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros
outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que
está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Dou
graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de
Deus, mas com a carne à lei do pecado.

e) A condição perdida da raça humana sem Cristo.


At 4:12 - E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há,
dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.
Os discípulos tinham convicção de que a maior necessidade de cada indivíduo era a salvação do pecado
e da ira de Deus, e pregavam que esta necessidade não poderia ser satisfeita por nenhum outro, senão
Jesus Cristo. Isto revela a natureza exclusiva do evangelho e coloca sobre a igreja a pesada
responsabilidade de pregar o evangelho a todas as pessoas. Se houvesse outros meios de salvação, a
igreja poderia ficar despreocupada. Mas, segundo o próprio Cristo (Jo 14:6), não há esperança para
ninguém, fora da salvação em Cristo. Este é o fundamento do imperativo missionário.
At 10:43 - A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o
perdão dos pecados pelo seu nome.
ITm 2:5,6 - Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.
Rm 10:13-15 - Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão
aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não
há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés
dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.

f) A salvação pela graça mediante a fé em Cristo como Senhor e Salvador efetuada pela
expiação através de sua morte e do seu sangue.
Rm 3:24-26 - Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo
Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça
pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da sua
justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.
Rm 5:10 - Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho,
muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

g) A ressurreição corporal de Cristo.


Mt 28:6 - Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o
Senhor jazia.
Qual a importância da ressurreição de Cristo para os que nEle creem?
1) A ressurreição de Jesus Cristo é uma das verdades essenciais do evangelho (ICo 15:1-8).
2) Ela comprova que Ele é o Filho de Deus (Jo 10:17,18; Rm 1:4).
3) Garante a eficácia da sua morte redentora (Rm 6:4; ICo 15:17).
4) Confirma a verdade das Escrituras (Sl 16:10; Lc 24:44-47; At 2:31).
5) É prova do juízo futuro dos ímpios (At 17:30,31).
6) É o fundamento pelo qual Cristo concede o Espírito Santo e a vida espiritual ao seu povo (Jo 20:22;
Rm 5:10; ICo 15:45), e a base do seu ministério celestial de intercessão pelo crente (Hb 7:23-28).
7) Garante ao crente a sua futura herança celestial (IPe 1:3,4) e sua ressurreição ou transformação
quando o Senhor vier (ver Jo 14:3 nota; ITs 4:14ss).
8) Ela põe à disposição do crente, na sua vida diária, a presença de Cristo e o seu poder sobre o pecado
(Gl 2:20; Ef 1:18-20).
ICo 15:3,4 - Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por
nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo
as Escrituras.

h) A realidade histórica dos milagres, tanto do AT como do NT.


ICo 10.1 - ORA, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem,
e todos passaram pelo mar.

i) A realidade da existência de Satanás e dos demônios como seres de ordem espiritual.


Mt 4:1 - ENTÃO foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
Mt 8:28 - E, tendo chegado ao outro lado, à província dos gergesenos, saíram-lhe ao encontro dois
endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram que ninguém podia passar por aquele
caminho.
IICo 4:4 - Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não
resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.
Ef 2:2 - Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das
potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.
Ef 6:12 - Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados,
contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da
maldade, nos lugares celestiais.
IPe 5:8 - Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como
leão, buscando a quem possa tragar.

j) O ensino bíblico a respeito do inferno.


Mt 10:28 - E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que
pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.
A palavra traduzida inferno (gr. gehenna) nesta passagem (ver Jr 7:31 nota(1)) refere-se a um lugar
de tormento eterno e de fogo inextinguível, reservado aos ímpios (Mc 9:43, 48). A Bíblia ensina que
a existência do homem não termina com a morte, mas que continua para sempre, ou na presença de
Deus, ou num lugar de tormento. A respeito do estado dos perdidos, na outra vida, devemos notar os
seguintes fatos:
1) Jesus ensinou que há um lugar de castigo eterno para aqueles que são condenados por rejeitarem a
salvação (Mt 5:22, 29, 30; Mt 10:28; Mt 18:9; Mt 23:15, 33; Mc 9:45, 47; Lc 10:16, Lc 12:5;
IITs 1:8,9). Trata-se da terrível realidade do inferno, como o lugar onde o fogo nunca se apaga (Mc
9:43); O fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos (Mt 25:41); um lugar de pranto e ranger de
dentes (Mt 13:42,50); um lugar onde os perdidos ficarão aprisionados nas trevas (Mt 22:13); e um
lugar de tormento e angústia e de separação do céu (Lc 16:23).
2) O ensino nas Epístolas é do mesmo teor. Fala de um julgamento vindouro da parte de Deus. Da sua
vingança sobre os que desobedecem ao evangelho (IITs 1:5-9). Fala de uma separação da presença e
da glória do Senhor (IITs 1:9), e da destruição dos inimigos de Deus (Fp 3:18,19; Rm 9:22; ICo
16:22; Gl 1:9; Hb 10:27; Jd 7; IIPe 2:4; Ap 14:10; Ap 19:20).
3) A Bíblia ensina que é inevitável o castigo dos malfeitores. O fato predominante é a condenação, o
sofrimento e a separação de Deus, eternamente. O cristão sabe que essa doutrina não é agradável, nem
de fácil entendimento. Mesmo assim, ele deve submeter-se à autoridade da Palavra de Deus e confiar
na decisão e na justiça divinas.
4) Devemos sempre ter em mente que Deus enviou seu Filho para morrer por nós, para que ninguém
pereça (Jo 3:16). É intenção e desejo de Deus que ninguém vá para o inferno. Quem for para o inferno
é porque rejeitou a salvação provida por Deus (Rm 1:16; Rm 2:10). O fato e a realidade do inferno
devem levar todo o povo de Deus a aborrecer e repelir o pecado com toda veemência; a buscar
continuamente a salvação dos perdidos, e a advertir todos os homens a respeito do futuro e justo juízo
de Deus (Ap 20:14 nota(2)).”
(1) Jr 7:31 - E edificaram os altos de Tofete, que está no Vale do Filho de Hinom, para queimarem
no fogo a seus filhos e a suas filhas, o que nunca ordenei, nem me subiu ao coração.
Este vale, situado na parte sul de Jerusalém, era a lixeira da cidade e local de adoração aos ídolos e de
sacrifício de crianças ao fogo (prática esta proibida com severidade na Lei Mosaica; ver Lv 18:21; Lv
20:2-5). Alguns dos piores pecados na história judaica foram cometidos nesse local. Do nome Vale de
Hinom (hb. ge hinnom) provém a palavra grega gehenna, traduzida no NT por inferno , o lugar do
eterno castigo divino (Mt 18:9; Mc 9:47,48).
(2) Ap 20:14 - E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.
A Bíblia descreve um quadro terrível do destino dos perdidos.
1) Fala de "tribulação e angústia" (Rm 2:9), "pranto e ranger de dentes" (Mt 22:13; Mt 25:30),
"eterna perdição" (IITs 1:9) e "fornalha de fogo" (Mt 13:42,50). Fala das "cadeias da escuridão"
(IIPe 2:4), do "tormento eterno" (Mt 25:46), de um "inferno" e de um "fogo que nunca se apaga"
(Mc 9:43), de um "ardente lago de fogo e de enxofre" (Mc 19:20) e onde "a fumaça do seu tormento
sobe para todo o sempre; e não têm repouso, nem de dia nem de noite" (Mc 14:11). Realmente,
"horrenda coisa é cair nas mãos de Deus vivo" (Hb 10:31); "bom seria para esse homem se não houvera
nascido" (Mt 26:24).
2) Os crentes do NT tinham nítida consciência do destino de quem vive no pecado. Por essa razão eles
pregavam com lágrimas (Mc 9:24; At 20:19) e defendiam a Palavra infalível de Deus e o evangelho
da salvação contra todas as distorções e as falsas doutrinas (Fp 1:17; IITm 1:14).
3) O sinistro fato do castigo eterno para os ímpios é a maior razão para levar o evangelho a todo o
mundo, e fazer o máximo possível para persuadir as pessoas a arrependerem-se e a aceitarem a Cristo
antes que seja tarde demais.

l) A volta literal de Jesus Cristo à terra.


Jo 14:3 - E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo,
para que onde eu estiver estejais vós também.
1) Tão certamente como Cristo subiu ao céu, Ele voltará para levar seus seguidores para si mesmo,
conduzindo-os à casa do Pai (Jo 17:24), o lugar que lhes está preparado. Esta era a esperança dos
crentes dos tempos do NT, e de igual modo, a de todos os crentes de hoje. O propósito supremo da volta
do Senhor é ter os crentes com Ele para sempre.
2) A expressão "vos levarei para mim mesmo" fala da esperança futura de todos os crentes vivos naquele
momento, quando então serão "arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos
ares, e assim estaremos sempre com o Senhor" (ITs 4:17).
3) A vinda de Cristo para buscar os seus fiéis, livra-los-á da futura "hora da provação" que sobrevirá ao
mundo (Ap 3:10 nota; ITs 1:10 nota; ITs 5:9).

Ap 3:10 - Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da


tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.
A promessa de Cristo, no sentido de livrar os fiéis de Filadélfia da hora da tentação, é idêntica à
promessa bíblica aos tessalonicenses, de que seriam preservados da "ira futura" (ITs 1:10). Esta
promessa é válida para todos os fiéis de Deus, em todas as eras (Ap 3:13,22). Essa hora inclui o tempo
divinamente determinado para provação, ira e tribulação que sobrevirá a "todo o mundo" nos últimos
anos desta era, imediatamente antes do estabelecimento do reino de Cristo na terra (Ap 5:10; Ap
6:19; Ap 20:4).
A respeito desse tempo, a Bíblia revela as seguintes verdades:
1) Esse tempo de tribulação envolve a ira de Deus sobre os ímpios (Ap 6:18; Dt 4:26-31; Is 13:6-13;
17:4-11; Jr 30:4-11; Ez 20:33-38; Dn 9:27; Ap 12:1; Zc 14:1-4; Mt 24:9-31; ITs 5:2 nota.)
2) Esse período de provação também inclui a ira de Satanás contra os fiéis, i.e., contra os que aceitarem
a Cristo durante esse período terrível. Para eles, haverá fome, sede, exposição às intempéries (Ap 7:16)
e muito sofrimento e lágrimas (Ap 7:9-17; Dn 12:10; Mt 24:15-21). Experimentarão de modo
indireto as catástrofes naturais da guerra, da fome e da morte. Serão perseguidos, torturados e muitos
sofrerão o martírio (Ap 6:11; Ap 13:7; Ap 14:13). Sofrerão as assolações de Satanás e das forças
demoníacas (9.3-5; 12.12), violência de homens ímpios e perseguição da parte do Anticristo (Ap 6:9;
Ap 12:17; Ap 13:15-17). Perderão suas casas e terão de fugir, aterrorizados (Mt 24:15-20). Será um
período terrivelmente calamitoso para quem tiver família e filhos (Mt 24.19); será tão terrível, que os
santos que morrerem são tidos por bem-aventurados, porque descansam da sua lida e ficam livres da
perseguição (Ap 14:13).
3) Quanto aos vencedores anteriores àquele tempo, Deus os preservará da tribulação, através do
arrebatamento, quando os fiéis encontrarão o Senhor nos ares, antes de Deus derramar a sua ira. Esse
livramento é uma recompensa àqueles que perseverarem em guardar a Palavra de Deus, mantendo a
fé verdadeira.
4) Os crentes de nossos dias, que esperam escapar dessas coisas que estão para vir sobre o mundo, só
o conseguirão mediante a fidelidade a Cristo e sua Palavra e a vigilância constante na oração, para não
serem enganados.
At 1:11 - Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que
dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
ICo 1:7,8 - De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus
Cristo, o qual vos confirmará também até ao fim, [para serdes] irrepreensíveis no dia de nosso Senhor
Jesus Cristo.
nota;
Ap 19:11,14 - E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se
Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
Este versículo narra o começo da segunda vinda de Cristo à terra, como Rei dos reis e Senhor dos
senhores (v. 16). Ele vem do céu como o Messias-Vencedor (cf. IITs 1:7,8) para estabelecer a verdade
e a justiça (Sl 96:13), julgar as nações e aniquilar o mal (cf. Jo 5:30). É esse o evento que os fiéis de
todas as gerações aguardam.
Ap 19:14 - E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e
puro.
Estes exércitos celestiais que voltam com Cristo incluem todos os santos que já estão no céu (cf. 17:14).
Suas vestes brancas confirmam esse fato.