Você está na página 1de 9

ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO

Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook

Sumário
Estoicismo 1 | História ...................................................................................................................................... 1
Estoicismo 2 | Doutrina 1 ................................................................................................................................. 2
Estoicismo 3 | Doutrina 2 ................................................................................................................................. 2
Estoicismo 4 | Doutrina 3 ................................................................................................................................. 3
Estoicismo 5 | Doutrina 4 ................................................................................................................................. 3
Estoicismo 6 | Doutrina 5 ................................................................................................................................. 4
Estoicismo 7 | Vocabulário ............................................................................................................................... 5
Vídeo Sobre Estoicismo no Canal Transcendência, Youtube .......................................................................... 8
Comentários no Facebook e Youtube .............................................................................................................. 8

Estoicismo 1 | História

1. Fundado por Zenão, nascido em Cício, na Ilha de Chipre, por volta de 333/332 a.E.C. Zenão foi
para Atenas por volta de 312/311 a.E.C. Em Atenas foi aluno de Crates, o Cínico, Estilpão Megárico
e ouviu também a Xenócrates e Pólemon. Releu os antigos Físicos e fez seus alguns conceitos de
Heráclito.
2. Zenão, como Epícuro, concebia a Filosofia como uma “arte de viver” e não como uma especulação
meramente teórica. No entanto, rejeitava as duas ideias básicas do Epicurismo, ou seja: a redução
do mundo e do homem a um mero agrupamento de átomos e a identificação do bem com o prazer.
3. Zenão não era cidadão ateniense e, portanto, não podia adquirir um imóvel em Atenas para
instalar a sua Escola. Por isso, ministrava suas aulas em um pórtico, em grego “stoá”. Daí veio o
nome “Estóico”, ou seja, “os do pórtico”.
4. Há três períodos básicos do Estoicismo:
a) O período da Antiga Stoá, que vai de fins do século IV a todo o século III a.E.C., no qual as
doutrinas estóicas foram pouco a pouco desenvolvidas e sistematizadas na obra da tríade da
Escola: o próprio Zenão, Cleantos de Assos (que dirigiu a Escola de 262 a 232 a.E.C,
aproximadamente) e, principalmente, Crisipo de Sôli (que dirigiu a Escola de 232 a.E.C. até
o fim do século III a.E.C. Foi principalmente Crisipo que, com mais de setecentos livros
(infelizmente perdidos), fixou de modo definitivo a doutrina do primeiro período da Escola;
b) O período da Média Stoá, que se desenvolve entre o II e o I séculos a.E.C. e que se caracteriza
por infiltrações ecléticas na doutrina originária.

Página 1 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 2 de 9

c) O período da Stoá romana, ou da “Nova Stoá”, que se situa já na era cristã, no qual a doutrina
faz-se essencialmente meditação moral e assume tons fortemente metafísicos, em
conformidade com as aspirações dos novos tempos.

Estoicismo 2 | Doutrina 1

1. A estrutura do cosmo resulta de dois elementos: a matéria e o Logos. A primeira, indefinida e


inerte, representa o princípio passivo; o segundo, animado e cheio de energia, representa o
princípio ativo.
2. O Logos irradia sua força sobre a matéria à maneira de sementes (lógoi spermatikói);
desenvolvendo-se, os germes dão origem aos indivíduos. As sementes irradiadas do Logos na
matéria são fragmentos do próprio Logos e, por isso, são chamadas de sementes do Logos.
3. Na ação que exerce sobre a matéria, o Logos tem por finalidade a perfeição do cosmo.
4. O tempo, na concepção estóica, é cíclico. Há um período de aperfeiçoamento contínuo até que
sobrevenha a decadência. No grau máximo de decadência há a dissolução de tudo, chamada de
ekopyírosis. Depois de tudo destruído, começa um novo ciclo.
5. Na restauração do mundo (apokatástasis), segue-se a mesma ordem cíclica.
6. O ser humano, assim como todos os seres, é constituído de um fragmento do Logos e de uma
parte de matéria.
7. Quando o fragmento do Logos se separa do corpo, o ser morre. A individualidade constituída pela
união desse fragmento do Logos com a matéria é mortal; mas o fragmento do Logos não será jamais
destruído.

Estoicismo 3 | Doutrina 2

1. Os estóicos admitem que o Logos é um elemento primordial do cosmo tendo como base o fato
de que o ser humano é dotado de razão. Ora, o ser humano é manifestação do cosmo, e como o
todo não pode ser menos perfeito do que as suas partes, não se pode aceitar que o cosmo seja
destituído de razão.
2. O Logos tem um “corpo” e é fonte de toda atividade. Seu “corpo” é o modo simbólico pelo qual
nós podemos compreender sua atividade toda-penetrante.
3. A imortalidade do ser humano depende de sua identificação com o Logos. O ser humano deve
superar sua individualidade e identificar-se com sua verdadeira natureza, ou seja, o Logos do qual é
uma manifestação.

Página 2 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 3 de 9

4. Já que o Logos, em sua ação, tem sempre o objetivo de cumprir o plano do cosmo, o mal é relativo,
subjetivo e aparente. Por exemplo, a minha morte parece a mim um mal, mas, de fato, é um bem
porque, para o progresso do mundo, é necessário que os homens se revezem sobre a terra.
5. A felicidade, para os estóicos, consiste em viver segundo a razão (segundo o Logos) ou, o que dá
no mesmo, em viver segundo a natureza. Viver segundo a razão equivale, para os estóicos, a ser
virtuoso.
6. A virtude é uma disposição interna pela qual a alma está em harmonia consigo mesma, isto é,
com o próprio Logos. Entre virtude e vício não há meio-termo; ninguém é mais ou menos viciado ou
virtuoso: é simplesmente virtuoso ou viciado. Como um pedaço de madeira é reto ou curvo, sem
possibilidades intermédias, do mesmo modo o homem ou é justo ou injusto, não podendo ser justo
ou injusto só parcialmente. Aquele que vive segundo a razão, isto é, o sábio, faz tudo bem e
virtuosamente, e o que é destituído de razão, o estulto, faz tudo mal e de modo vicioso. E como o
contrário da razão é a loucura, o homem que não é sábio é louco.

Estoicismo 4 | Doutrina 3

1. A prática da virtude, segundo os estóicos, consiste na apatia (apátheia), isto é, no controle das
paixões e na superação da individualidade ou ego ilusório. Somente superando a essa ilusão que
denominamos de “eu” é que é possível a união ao Logos.
2. As paixões são as cadeias que nos prendem a essa individualidade ilusória e impedem o ser de
unir-se ao Logos.
3. Para conseguir a liberdade interior, o homem deve ser indiferente às contingências da vida
cotidiana e a tudo aquilo que não está em seu poder. Para isso é preciso distinguir o que é
“necessário” e o que é “livre”.
4. São “necessários” os acontecimentos que não dependem de nós. São “livres” os que dependem
da nossa vontade. Dependem de nós os nossos estados de ânimo, não dependem de nós as
condições do nosso corpo e as coisas externas.
5. Riquezas, honras, cargos, etc. não estão em poder do homem e, por isso, não devem ser
procurados.
6. O estóico não é um alienado da sociedade. O Estoicismo concebe o indivíduo como parte do
Logos. Sêneca chamava os escravizados de ‘humiles amici’ (humildes amigos), condenando os jogos
de gladiadores e as guerras, porque todo ser humano é sagrado para outro ser humano: ‘homo res
sacra homini’ (o homem é coisa sagrada para outro homem) e porque todos somos membros de um
mesmo corpo: ‘membra sumus corporis magni’ (somos membros de um grande corpo).

Estoicismo 5 | Doutrina 4

Página 3 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 4 de 9

1. Tanto Zenão quanto a Stoá aceitam a tripartição da Filosofia (Lógica, Física e Ética) estabelecida
pela Academia, inclusive acentuando-a e não se cansando de forjar novas imagens para ilustrar o
modo mais eficaz a relação existente entre as três partes.
2. A Filosofia é comparada pelos estóicos a um pomar, no qual a Lógica corresponde ao muro
circundante, que delimita o âmbito do pomar e que cumpre ao mesmo tempo o papel de baluarte
de defesa; as árvores representam a Física, porque são como que a estrutura fundamental, ou seja,
aquilo sem o que não existiria o pomar; finalmente, os frutos, que são aquilo a que todo plantio visa,
representam a Ética.
3. Como os epicuristas, os estóicos atribuíam primariamente à Lógica a tarefa de fornecer um
critério de verdade. E, como os epicuristas, indicavam a base do conhecimento na sensação, que é
uma impressão provocada pelos objetos sobre os nossos órgãos sensoriais, a qual se transmite à
mente e nela se imprime, gerando a representação.
4. A representação da verdade não implica só um “sentir”, mas postula ademais um “assentir”, um
consentir ou aprovar proveniente do Logos que está em nós. A impressão não depende de nós, mas
da ação que os objetos exercitam sobre os nossos sentidos; nós não somos livres de acolher essa
ação ou de nos subtrair a ela, mas estamos livres para tomar posição diante das impressões e
representações que formulam em nós, dando-lhes o assentimento (synkatáthesis) do Logos ou
recusando dar-lhes o nosso assentimento.
5. Quando existe o assentimento temos a apreensão (katálepsis). E a representação que recebeu
nosso assentimento é “representação compreensiva ou cataléptica”, constituindo o único critério
ou garantia da verdade.

Estoicismo 6 | Doutrina 5

1. Para os estóicos, a verdade própria da representação cataléptica deve-se ao fato de que esta é
uma ação e uma modificação que as coisas produzem sobre nosso intelecto.

Página 4 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 5 de 9

2. As noções inatas na natureza são chamadas de prolepses.


3. A sensação nasce da impressão dos objetos sobre os sentidos. A representação nasce quando o
dado sensível se apresenta ao intelecto. A representação cataléptica é a representação aprovada
ou desaprovada pelo Logos. O Logos é o princípio de conhecimento que insere as prolepses no
intelecto. Os conceitos vêm da representação cataléptica que, por sua vez, passa pelo “filtro” das
prolepses.
4. O princípio ativo, o Logos, está em tudo e, de certa maneira, é tudo. O Logos coincide com o
cosmo. Zenão identifica o cosmo inteiro com o Logos.
5. Tudo no cosmo busca um fim necessário e, dessa maneira, tudo é rigorosa e profundamente
lógico. A noção de “Prónoia” é a de um finalismo universal que faz com que todas as coisas (mesmo
a menor delas) seja feita como é bom e como é melhor que seja.
6. A “Pronóia” é também vista como destino, uma necessidade inelutável, uma série irreversível de
causas, como a “ordem natural e necessária de todas as coisas”, a indissolúvel trama que liga todos
os seres.

Estoicismo 7 | Vocabulário

Adiáfora (ἀδιάφορα): Coisas neutras, nem boas e nem ruins.


Agathós (ἀγαθός): O bem, aquilo que devemos desejar.
Anthrôpos (ἄνθρωπος): O ser humano, usado em Epíteto para expressar um ideal ético.
Apátheia (ἀπάθεια): Serenidade, paz mental, aquilo que é atingido pelo sábio estóico.
Aformé (ἀφορμή): Aversão, impulso a não agir (como resultado de ekklisis). O oposto de Ormé.
Apoproégména (ἀποπροηγμένα): Coisas que não preferimos. Moralmente indiferentes mas
naturalmente indesejáveis, como uma doença. Oposto de proégmena.
Areté (ἀρετή): Virtude. Bondade e excelência humana.
Askésis (ἄσκησις): Treinamento disciplinado para se adquirir virtude.
Ataraksía (ἀταραξία): Tranquilidade, impassividade diante dos problemas exteriores,
impertubabilidade.
Autarkeia (αὐτάρκεια): Autossuficiência, independência mental de todas as coisas.
Daimôn (δαίμων): Divindade tutelar no interior dos seres humanos.
Diaíresis (διαίρεσις): Análise, divisão em partes. Usado quando se distingue o que é sujeito ao nosso
poder e o que não é.

Página 5 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 6 de 9

Dikaiosíne (δικαιοσύνε): Justiça, "o que está em acordo com a lei e instrumental para o senso de
dever" (Diogenes Laércio 7.98). Uma das quatro virtudes (justiça, coragem, temperança e
sabedoria).
Dogma (δόγμα): Princípio estabelecido pela razão e pela experiência.
Doksa (δόξα): crença, opinião.
Ekklisis (ἔκκλισις): Aversão, inclinação contrária a algo. Oposto de oreksis.
Ekpírôsis (ἐκπύρωσις): Conflagração cíclica do Universo.
Ef' émin (ἐφ' ἡμῖν): o que concerne a nós, o que está em nosso poder, por exemplo, o uso correto
das impressões.
Epistémê (ἐπιστήμη): Conhecimento certo e verdadeiro.
Eudaimonía (εὐδαιμονία): Vida correta, bem estar, felicidade.
Eupátheia (εὐπάθεια): Bom sentimento (em contraste com pathos), ocorrendo no sábio estóico que
executa julgamentos correto (virtuosos) e ações corretas.
Égemonikón (ἡγεμονικόν): Faculdade condutora da mente.
Eimarméné (εἱμαρμένη): Destino.
Fantasía (φαντασία): Impressão, aparência, o caminho através do qual algo é percebido.
Físis (φύσις): Natureza.
Hylé (ὕλη): Matéria, material.
Kalos (κάλος): Beleza. Algumas vezes usado em um sentido moral: Honorável, virtuoso.
Katálépsis (κατάληψις): clara compreensão e convicção.
Kathékon (καθῆκον): Dever, ação apropriada no caminho da virtude.
Kósmos (κόσμος): Ordem, mundo, universo.
Logikos (λογικός): Racional.
Lógos (λόγος): Razão, explanação, palavra, argumento. Também o Princípio Ordenador do Kosmos,
a razão intrínseca ou a Verdadeira Natureza de todos os seres.
Lógos spermatikós (λόγος σπερματικός): O princípio gerador do Universo que cria e desfaz todas as
coisas.
Nómos (νόμος): Lei, costume, norma.
Oiésis (οἴησις): Opinião, usualmente arrogante ou vaidosa.
Oikeíôsis (οἰκείωσις): Autonomia e extensão. O processo de autoconsciência em todos os animais e
que, nos humanos, leva a um senso de comunidade.
Oreksis (ὄρεξις): Desejo, inclinação para algo, o oposto de ekklisis.

Página 6 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 7 de 9

Ormé (ὁρμή): Impulso positive ou apetite para com um objeto (resultado de oreksis). O oposto de
aformé.
Ousía (οὐσία): Substância, ser.
Paidéia (παιδεία): Treinamento, educação.
Palingenesía (παλιγγενεσία): Renascimento. Também a renovação periódica do cosmo associado
com a ekpírôsis.
Páthos (πάθος): Paixão, emoção e sofrimento (advindo deles). Geralmente empregado para falar de
emoções e paixões excessivas e baseadas em falsos julgamentos.
Pneuma (πνεῦμα): Ar, respiração, espírito, algumas vezes usado como um princípio na física estóica.
Proégména (προηγμένα): Coisas preferidas. Trata-se de coisas moralmente indiferentes mas
naturalmente desejáveis, tais como saúde. Oposto de apoproégmena.
Proaíresis (προαίρεσις): Livre arbítrio, escolha racional, dar assentimento racional às impressões
dos sentidos.
Prokopé (προκοπή): Progresso, o caminho rumo à Sabedoria.
Prólépsis (πρόληψις): Noção inata possuída por todos os seres racionais.
Prosoché (προσοχή): Atitude e prática da atenção. Estado de contínua, vigilante e incessante
atenção a si mesmo.
Psiché (ψυχή): Mente, alma e também princípio vital.
Sofós (σοφός): Pessoa sábia, sábio virtuoso e também o ideal ético.
Synkatáthesis (συγκατάθεσις): Assentimento, aprovação às impressões que habilita que as ações
sejam tomadas.
Sympátheia (συμπάθεια): Simpatia, afinidade das partes de um todo orgânico, interdependência
mútua.
Téchné (τέχνη): Ofício, arte. Aplicação prática do conhecimento, especialmente do epistêmico.
Telos (τέλος): Finalidade, fim, objetivo de vida.
Theôréma (θεώρημα): Princípio geral para a percepção.
Theós (θεός): Deus; associado com a ordem no universo.
Tónos (τόνος): Tensão , um princípio na Física estóica que causa a atração e a repulsão, e também
é causa da virtude e do vício na individualidade.

Autor: André Muniz

Página 7 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 8 de 9

Vídeo Sobre Estoicismo no Canal Transcendência, Youtube

ESTOICISMO E BUDISMO: VOCÊS QUE PEDIRAM!


Postado em 24/07/2020
O que o Estoicismo ensina? Qual a doutrina do Estoicismo? Quais as semelhanças com o Budismo?
O que é o Logos? E as Sementes do Logos?
O que é a Apatheía? Quem foi Zenão de Cício? O que é katálepsis? e prolepses? A Filosofia Antiga é
a mesma coisa que a atual Filosofia acadêmica? Qual a visão da Tradição sobre tudo isso?
https://www.youtube.com/watch?v=_edJRfIhp_s&t=6s

Comentários no Facebook e Youtube

Natanael Cunha
A raiz da palavra "patológico(a)" é Páthos?
André Silva
Natanael Cunha, sim... Patologia vem de Páthos, no sentido de algo que causa sofrimento. A palavra
"paixão" também. Daí o termo "Paixão de Cristo", ou seja, o sofrimento de Cristo. Abraço!
Samuel Ferreira

Apátheia...
André Silva
Observações: Para a leitura dos termos gregos há dois modos:
1) O modo dito "erásmico" ou "ocidental", onde se transcreve a letra "eta" como "é" e se
desprezam as junções de letras (as chamadas "dípsifas")
2) e o modo "oriental" ou "bizantino", onde o "eta" é lido como "i" e as dípsifas são
pronunciadas como um único som. Exemplo: εὐδαιμονία - leitura erásmica: eudaimonía.
Leitura oriental: evdemonía. ἐπιστήμη - leitura erásmica: épistéme. Leitura oriental:
epistími.
André Martins
André, poderia indicar bons livros sobre estoicismo? Português e/ou inglês.

无为Wigmar

Página 8 de 9
ESCOLA DA TRADIÇÃO | ESTOICISMO | Resumos Publicados na hotmart.com e Facebook
Página 9 de 9

Senêca, Marco Aurélio e Epicteto são autores magnos do estoicismo.


Bruno Laurindo
Além dos autores citados acima, você poderá encontrar uma boa apresentação do estoicismo na
obra de Diógenes Laertios. Lá ele apresenta a ética, a lógica e a física da escola estóica.
sheldonGT150
Meditações - Marco Aurélio
Manual de Epicteto
Cartas a Lucílio – Sêneca

Material de uso interno da ESCOLA DA TRADIÇÃO

Página 9 de 9

Você também pode gostar