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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS

CURSO SUPERIOR DE MATEMÁTICA

José Henrique Santos da Conceição


Matheus Willames Rodrigues Melo
Rafaela Beatriz Lima

O Número de Ouro e o Debate sobre os Padrões de Beleza

ARAPIRACA
2019
Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL
Curso Superior de Matemática

José Henrique Santos Conceição


Matheus Willames Rodrigues Melo
Rafaela Beatriz Lima

O Número de Ouro e o Debate sobre Padrões de Beleza

Trabalho apresentado como requisito


avaliativo para obtenção de nota na
disciplina de História da Matemática.
Professor: Eduardo Monteiro de Souza
Junior.

ARAPIRACA
2019
RESUMO

2
Este trabalho tem como finalidade: mostrar uma experiência de ensino
matemático, com foco na sua aplicação em “relações de beleza” ao longo da
história, além de apresentar utilidades voltadas para o ensino, com o intuito de
aumentar o interesse de alunos do 8º ano da disciplina de matemática na Escola
Domingos Lopes da Silva. O Número de Ouro e o Debate sobre Padrões de
Beleza, traz junto ao conteúdo disciplinar um contexto social, que para alguns é de
suma importância. A atividade feita através de uma simples metodologia;
apresentação do conteúdo - debate social - Oficina - Avaliação, mostra como uma
ideia simples pode gerar bons resultados para o interesse das séries aplicadas.
Através deste método os resultados obtidos vieram dos lados sociais e matemáticos
gerando mais proveito à tarefa realizada.

Palavras chaves: Número de Ouro, Beleza, Debate.

ABSTRACT

The aim of this work is to show a practical mathematical teaching experience,


focusing on its application in beauty relations throughout history, as well as to
present teaching-oriented utilities, with the aim of increasing the interest of students
from the 8th grade to math discipline The Golden Number and the Debate on Beauty
Patterns brings with the disciplinary content a social context, which for some is of the
utmost importance. The activity done through a simple methodology; presentation of
content - social debate - Workshop - Evaluation, shows how a simple idea can
generate good results for the interest of the applied series. Through this method the
results obtained came from the social and mathematical sides generating more profit
to the accomplished task.

Keywords: Gold Number, Beauty, Debate.

SUMÁRIO

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO …………………………… 5
1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS …………………………… 6
1.1 O Número de Ouro …………………………… 6
1.2 Por que o Número de Ouro? …………………………… 6
1.3 Perguntas específicas …………………………… 6
1.4 Objetivos …………………………… 7
1.4.1 Geral …………………………… 7
1.4.2 Específicos …………………………… 7
1.7 Justificativa …………………………… 7
2. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS …………………………… 8
3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS …………………………… 9
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS …………………………… 11
5. RESULTADOS OBTIDOS …………………………… 12
6. CRONOGRAMA …………………………… 17
7. REFERÊNCIAS …………………………… 18

8. ANEXOS …………………………… 19

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. Título do projeto: O Número de Ouro e o Debate sobre Padrões de Beleza;

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2. Áreas de pesquisa: Educação; Matemática; História da Matemática; (etc).

3. Autores: José Henrique Santos Conceição, Matheus Willames Rodrigues Melo e


Rafaela Beatriz Lima;

4. Orientador: Prof. Eduardo Monteiro de Souza Junior.

5. Equipe envolvida: Professor-orientador; Autores;

6. Instituição de realização: Escola Municipal de Ensino Fundamental Domingos


Lopes da Silva

7. Período (dias) de execução: de 23 a 25 de Abril de 2019.

8. Local: Arapiraca - AL.

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1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

1.1 O Número de Ouro

A área da matemática que foi escolhida para este trabalho, foi a parte de
Geometria, onde será dado ênfase às questões de proporção e análises de figuras.
Além de tudo será tratado o discurso sobre a ideia de beleza relativa, que será
também debatido em sala de aula.

1.2 Motivação

No 8º ano, os alunos começam a ter contato com uma geometria mais complexa
do que foi visto anteriormente. Simetria, ângulos e figuras mais complexas começam
a ser estudadas nesse momento. Para dar início foi pensado em algo que pudesse
atrair os alunos para ter um entendimento e um conceito melhor da geometria, ir
além de formas, entrando para os âmbitos naturais da coisa. Mostrar os estudantes
que a matemática está mais próxima do que parece, e que isso está conectado a
natureza e seus cotidianos.

1.3 Por quê o Número de ouro?

Esse conteúdo trás consigo uma grande carga histórica que é usada e
encontrada até hoje. As primeira ideias datadas sobre a “perfeição” surgiram com o
1,618… Então foi pensado que poderia ser interessante levar esse conhecimento
extra aos alunos para quem sabe até eles mesmo usarem essa analogia do que é
perfeito futuramente nas profissões que escolherem.
Devido a tantos discursos atuais sobre o que é bonito e o que não é, surgiu
também a ideia de gerar uma roda de conversa sobre beleza, e mostrar também
através da matemática que isso são estereótipos, que mudam de pessoa para
pessoa e de época para época. Esses conhecimentos evitam elementos que hoje
são desfavoráveis para a criança, como por exemplo o bullying.

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1.4 Objetivos

1.4.1 Objetivos Gerais

Utilizar o número de ouro como ferramenta para o estudo de conceitos


geométricos e proporção. Além de apresentá-lo como um padrão de beleza utilizado
ao longo da história na arte e ensinar como ocorrido na época.

1.4.2 Objetivos Específicos

Apresentar contextos históricos dos quais o número de ouro era utilizado


como padrão de beleza. Utilizando ferramentas de medição (trena, fita métrica e
réguas), trabalhar a proporção voltada especificamente à razão áurea. Contudo,
desenvolver então a curiosidade no aluno para que ele busque onde encontrar esse
número na natureza e no próprio cotidiano, mostrando então que a matemática está
mais perto do que parece.

1.5 Justificativa

Sabe-se que desde os primórdios o homem procura atingir a perfeição.


Durante a história, do antigo egito até o mundo contemporâneo, arquitetos, pintores,
cirurgiões plásticos e claro, matemáticos, enxergam a perfeição através de um
número: 1,618… Conhecido como número mágico da beleza, ou número de ouro.
Utilizando esta temática, foi pensado em um experimento que tivesse a
capacidade de inserir os alunos em um mundo mais matemático. Um mundo onde a
maioria das coisas podem ser vistas de maneira proporcional, além de trazer para
sala de aula um debate sobre o que é beleza, e como ela pode ser vista. Levando
em consideração que atualmente este debate é de bastante significância.
A utilização deste tipo de atividade em sala de aula desperta a curiosidade do
aluno e o faz perceber que os fundamentos matemáticos aprendidos possuem
aplicabilidade, motivando-o pelo interesse à disciplina.

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2. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS

Com o passar do tempo o homem vai sempre buscando soluções e maneiras


de entender problemas que ocorrem em seu cotidiano, seja na natureza, no
mundo financeiro, numa necessidade própria ou proposta. Através dessa
justificativa a matemática foi descoberta. Desde então o mundo vem se
modernizando e as necessidades mudando, e como já se deve imaginar a
matemática está presente nessa evolução.

Segundo D’Ambrosio (1999):

“As idéias matemáticas comparecem em toda a


evolução da humanidade, definindo estratégias de ação
para lidar com o ambiente, criando e desenhando
instrumentos para esse fim, e buscando explicações sobre
os fatos e fenômenos da natureza e para a própria
existência. Em todos os momentos da história e em todas as
civilizações, as idéias matemáticas estão presentes em
todas as formas de fazer e de saber.” (p. 97)

A respeito do papel da história da matemática no currículo escolar, os PCN


(1998) defendem que se o professor conhecer as resistências e as dificuldades
enfrentadas pelo homem no passado quando foi produzido e sistematizado um
conhecimento, terá condições de compreender melhor e aceitar as dificuldades
apresentadas por seus alunos na construção desse conhecimento. Assim, na
operacionalização dessa proposta, professores e alunos se deparam com uma
nova maneira de ensinar e aprender, e de se relacionarem entre si. Fatos estes
que exigem compromisso da escola e dos educadores em busca de melhores
condições para desenvolver práticas que possibilitem uma ampla formação do
educando.

O tema: O Número de Ouro e o Debate sobre Padrões de Beleza, traz


consigo um peso enorme, não só sua aplicação matemática mas também social.
O debate sobre os padrões de beleza, atualmente, tem sido um dos maiores
destaques. Então, com essa justificativa, numérica e também humana, seria

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viável levar este discurso para sala de aula. Além da aplicação matemática
haveria o contexto histórico do padrão de beleza utilizado durante milênios.

Contudo, vale salientar que o foco está na aplicação e na utilidade da


disciplina que deve ser mostrada aos alunos

3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

1º Etapa: Inicialmente após a apresentação do projeto ao professor regente


nas turmas do 8º ano, Profº Me. Cristiano Marinho, foi feito uma brevíssima
introdução sobre o conteúdo que foi aplicado. Após isso foi proposto aos alunos o
questionário: “O que é bonito pra você?” (anexo I). Esta atividade tinha como
objetivo, através de imagens, identificar o que seria bonito para cada um dos
estudantes.
Funcionava da seguinte forma: eram colocadas no slide algumas imagens
para serem comparadas entre si, tais como, rostos, corpos, elementos naturais
como ondas, galáxias e também figuras geométricas.
Os alunos tinham que escolher as que satisfaziam melhor seus padrões de
belezas pessoais, para que depois os residentes(aplicadores) pudessem comparar
as respostas com os padrões impostos pela razão áurea.

2ª Etapa: Após o término da primeira etapa foi dado início ao debate sobre o
que é padrão de beleza e como ele é visto na sociedade atualmente.
Os alunos podiam interagir e mostrar até mesmo suas opiniões pessoais a
respeito do assunto. Foram feitas piadas, momentos de conversa séria, alusões
históricas entre outros meios que envolviam o contexto.
Em seguida para finalizar a segunda etapa do trabalho foi passado algumas
imagens que retratavam os padrões de beleza ao longo da história.
3ª Etapa: Com auxílio do vídeo “O número de Ouro e a Mágica por Detrás do
Belo”(https://www.youtube.com/watch?v=XM-o0HsjkV8&t=452s), foi dado
continuidade a ideia. Neste conteúdo os alunos podiam ver as relações matemáticas
que a “Beleza” traz no seu significado, e então começar a enxergá-las e finalmente,

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relacionar às imagens do questionário feito na primeira etapa com os padrões de
beleza matemático.
Regularmente, os aplicadores pausavam a mídia para reforçar alguns tópicos
necessários, principalmente as relações de acordo com a história da matemática,
visando a oficina que os aguardavam. Finalmente foi mostrado que a maioria das
imagens escolhidas tinham visualizações que concordavam com o padrão de
beleza: “Razão Áurea”, então ficou mais claro a existência da matemática nesse
conteúdo desconhecido que está totalmente presente no dia a dia.

4ª Etapa: Logo após a visualização e entendimento de como eram feitas as


aplicações do número de ouro na história, arte, arquitetura e também no corpo
humano, foi pensado em aplicar a oficina: “A construção da Beleza” no qual, tinha
como objetivo mostrar os alunos as funcionalidades do número 1,618 no corpo
humano e o que ele podia representar.
A oficina foi feita do seguinte modo: com o auxílio do guia (Anexo II), foi
mostrado aos alunos fáceis maneiras de encontrar a razão áurea no próprio corpo,
então por conta do tempo, não foi possível aplicar essas relações em cada aluno.
Primeiramente chamou-se os residentes presentes para mostrar aos alunos onde
esta relação se encontrava nos seus respectivos corpos, houve uma disputa
saudável de quem era mais bonito matematicamente e logo após os alunos
entenderem, alguns foram voluntariamente participar dessa pequena “competição”.
A oficina tinha como objetivo melhorar as ideias de proporções, apresentar
mais aplicações da matéria e ainda mostrar aos alunos que a beleza varia de acordo
com a perspectiva de cada pessoa.
5ª Etapa: Avaliação. Chegou o momento de saber se todo o conhecimento,
principalmente matemático, tinha sido absorvido pelos estudantes. Através de uma
situação problema proposta, os alunos puderam aplicar o que aprenderam, e
reforçar ainda mais o conhecimento ali adquirido. Fizeram então a avaliação:
“Proporção Áurea: Um dos padrões de Beleza” (Anexo III).

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

A cada dia alunos de todas as partes do mundo estão cada vez mais
dispersos devido ao avanço da tecnologia, a praticidade de informações rápidas, e
em alguns casos fazem mal uso dessas ferramentas. Como professor, abordar
conteúdos de maneiras diferentes é essencial para manter o interesse dos discentes
em sala de aula.
Este trabalho é nada mais nada menos do que um exemplo que deveria
arrastar vários outros. Um coisa tão simples que está até no próprio corpo, pode ser
sim levada aos alunos para que os mesmos tomem esse conhecimento para si.
Envolver toda essa história matemática leva o aluno a refletir e a perceber
que a disciplina vai muito além de se só cálculos em um quadro, ela abre horizontes,
cria peças lindas e muito mais.
O principal objetivo do projeto era levar ao aluno algo novo, algo que ele
pudesse enxergar em qualquer lugar e isso foi alcançado com clareza e
simplicidade.
Apesar de alguns imprevistos como: nem sempre as turmas se comportarem,
o trabalho foi realizado com sucesso. Agradecemos ao Profº Me Cristiano Marinho
por todo apoio nesta faina.

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4. RESULTADOS OBTIDOS
4.1 “O que é bonito pra você?”
No primeiro questionário: “O que é bonito pra você?”, foi obtido os seguintes
resultados.
Questão 1:
Foi posto na primeira questão rostos considerados matematicamente bonitos
e outros não. Para equilibrar, cada casal possuía o mesmo padrão geométrico. E
então pudemos que as faces mais bonitas consideradas pelos alunos eram as que
tinham o formato mais regular. A figura 1, possuía medidas próximos ao retângulo
de ouro assim como a figura 4 sendo então as mais votadas pelos alunos.

Imagem 1 Imagem 2

72 14

Imagem 3 Imagem 4

12
35 51

Questão 2:

Foi posto na segunda questão corpos com formas diferentes, onde eles
escolheriam individualmente apenas um, aquele pelo qual se sentissem mais
atraídos. As figuras 1 e 3 possuíam um corpo mais proporcional, ou seja, tinha ali
um padrão matemático, tais foram mais votados pelos alunos.

Imagem 1 Imagem 2 Imagem 3

39 8 39

Questão 3:

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Saindo um pouco mais da beleza humana, inicialmente nessa questão, foi
proposto imagens relacionadas a belezas naturais nas imagens 1 à 3, como por
exemplo ondas, animais e galáxias. As imagens 4 e 5 mostram figuras geométricas
tendo como base a proporção áurea. Não diferente da questão anterior, teriam que
ser escolhidas uma das imagens A e B, sendo que uma delas apresentava a
proporção áurea de maneira mais clara. Então, dando a oportunidade mais uma vez
de ser estudada essa beleza matemática “subliminar”.
Imagem 1: a figura A apresenta à espiral logarítmica.
Imagem 2 e 3: as figuras B de cada imagem, também apresentava à espiral de
forma explícita.
Imagem 4: a figura A representa um retângulo de ouro.
Imagem 5: a figura B representa um pentagrama regular.

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A B

Imagem 1 74 14

Imagem 2 7 81

Imagem 3 59 29

15
A B

Imagem 4 24 64

Imagem 5 55 33

4.2 “Proporção Áurea: um dos padrões de beleza”

Por ser a última avaliação da atividade, além de conhecimentos sobre o conteúdo o


aluno deveria também utilizar saberes fundamentais para um bom aprendizado
matemático portanto, nessa atividade foi avaliado cálculos, erros e outros elementos
importantes. A questão passada está no anexo III.

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De 100% dos alunos participantes, apenas 42,3% obtiveram êxito ou seja,
executaram a tarefa perfeitamente como foi solicitado, 23,1% erraram suas
respostas e cálculos, e, 34,6% deixaram sem resposta.

5. CRONOGRAMA

Descrição Data Observações

Lançada a disciplina e a
proposta de um estudo
de caso com a 19 a 26 de fevereiro.
disponibilização de
materiais para leitura.

Amadurecimento,
05,12,19, 26 de março e
construção e discussões
02 de abril de 2019.
das ideias para o projeto.

Apresentação da 23 de abril de 2019.


proposta para o

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professor e colegas da
turma.

Realização do Projeto na
23, 24 e 25 de abril de
escola campo de
2019.
pesquisa.

Apresentação do
resultado final do projeto
de pesquisa para o 14 de maio de 2019
professor e colegas da
turma.

6. REFERÊNCIAS

-Oliveira, C. B, RAZÃO ÁUREA: Suas aplicações e importância no Ensino de


Matemática, aparecida de Goiânia, 26 Novembro de 2010.

- “O número de ouro e a mágica por detrás do belo”,


(https://www.youtube.com/watch?v=XM-o0HsjkV8&t=452s)

- BRASIL, Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares


para o Ensino Médio, Brasília: MEC,1998.

18
- A Interface entre a História e a Matemática. D’AMBROSIO, U.

8. ANEXOS

8.1 Anexo I - Questionário: O que é bonito pra você?

Questionário “O que é bonito pra você?”

1°) Qual formato do rosto você acredita ser mais bonito?

1 2 3 4

2º) Qual formato de corpo você acredita ser mais bonito?

1 2 3

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3º) Na sua opinião, quais das imagens abaixo são mais bonitas?

Imagens(1) A B

Imagens(2) A B

Imagens(3) A B

Imagens(4) A B

Imagens(5) A B

4º) Na sua opinião, quais as medidas e formas do corpo e rosto de uma pessoa bonita?
Escreva e depois tente desenhar essa pessoa "bonita".

8.2 Anexo II - Oficina: Construção da Beleza

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8.3 Anexo III - Questionário: Proporção áurea, um dos padrões de beleza.

Estudos revelam que, independentemente da etnia, idade e condição social,


as pessoas têm padrões estéticos comuns de beleza facial e que as faces
consideradas bonitas apresentam-se em proporção áurea. A proporção áurea é a
constante ϕ=1,618⋯

Uma agência de modelos reconhece a informação citada e à utiliza como


critério de beleza facial de suas contratadas. Para entrevistar uma nova candidata a
modelo, a referida agência pede uma fotografia de rosto no ato da inscrição e, com
ela, determina as medidas mostradas na figura.

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Analisando a fotografia de cinco candidatas, I, II, III, IV e V, para a seleção de
uma única garota, foram constatadas estas medidas:

● Candidata I: M1=11 cm; M2=5,5 cm; M3=7 cm.

● Candidata II: M1=10,5 cm; M2=4,5 cm; M3=6,5 cm.

● Candidata III: M1=11,5 cm; M2=3,5 cm; M3=6,5 cm.

● Candidata IV: M1=10 cm; M2=4 cm; M3=6,5 cm.

● Candidata V: M1=10,5 cm; M2=4 cm; M3=6,5 cm.

Qual a candidata selecionada pela agência de modelos, segundo os critérios


da proporção áurea?

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